DIRETORIA FINANCEIRA CONTROLE DE DISTRIBUIÇÃO

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1 GERÊNCIA DE SUPRIMENTOS 01 CARRETEL DE MADEIRA PARA EXPORTAÇÃO FICAP OPTEL CONTROLE DE DISTRIBUIÇÃO ÁREA SIGLA DATA DISTRIBUIÇÃO Suprimentos Tecnologia Cabos Ópticos Fs Tto

2 GERÊNCIA DE SUPRIMENTOS 1/18 ÍNDICE DE REVISÕES REVISÃO DATA MOTIVO/DESCRIÇÃO 00 10/08/99 EMISSÃO ORIGINAL.

3 GERÊNCIA DE SUPRIMENTOS 2/18 1. OBJETIVO Especificar características dos Carretéis de Madeira utilizados como embalagem de produtos fabricados na Divisão de Telecomunicações. 2. DEFINIÇÕES 2.1. Carretel Sistema suporte para fios, cordoalhas e cabos, constituído basicamente de discos laterais, elementos de núcleo e de fechamento; 2.2. Elementos de núcleo Peças de madeira que contém o núcleo cilíndrico do carretel; 2.3. Disco lateral Elemento circular composto de tábuas, que forma a lateral do carretel; 2.4. Caracol (lesma) Espiral de madeira pregada na face interna de um dos discos, utilizada para fixar e levar à borda da bobina a ponta do cabo; 2.5. Tirante Haste de aço rosqueada em uma (ou nas duas) extremidades destinada a fixar os discos laterais aos elementos do núcleo; 2.6. Bucha Peça de ferro que guarnece o orifício central dos discos laterais do carretel; 2.7. Carretel de madeira tipo SH Carretel sem caracol (lesma) com tratamento preservativo da madeira tipo sais hidrosolúveis (CCB ou CCA);

4 GERÊNCIA DE SUPRIMENTOS 3/18 3. CARACTERÍSTICAS Devem ser conforme os itens abaixo: 3.1. Os carretéis devem ser designados pelo código ABNT, seguido do código FICAP OPTEL. de acordo com o anexo 2, identificados externamente nos discos laterais de acordo com o anexo 3, desenho M A identificação deve ser feita através de pintura, exceto para a marca do fabricante, mês e ano de fabricação (lote) que deve ser à punção ou à fogo; 3.2. Os discos devem apresentar face externa conforme o desenho M do anexo 4, ressaltando que o sentido da seta deve ter como referência o sentido do furo para saída do cabo; 3.3. Em ambos os discos a seta deve obedecer a um mesmo sentido; 3.4. A pintura das mensagens, deve ser executada externamente nos dois discos utilizando-se tinta preto fosco sintético; 3.5. As áreas reservadas nos discos laterais para plaqueta, etiqueta e tarja não devem ser pintadas; 3.6. As madeiras utilizadas na fabricação dos carretéis, devem atender as exigências da NBR Madeiras para carretéis para fios, cordoalhas e cabos; 3.7. Os carretéis com tratamento devem apresentar durabilidade de 2 anos; 3.8. Quando for especificada durabilidade maior que a definida no sub-item 3.7, as condições de tratamento com o preservativo devem ser previamente estabelecidas; 3.9. A quantidade e dimensões das tábuas utilizadas na construção dos carretéis, devem estar de acordo com a tabela do anexo 5; As dimensões básicas do carretel devem estar de acordo com o desenho M do anexo Os tirantes devem estar localizados em uma circunferência, tangenciando os elementos de núcleo e serem eqüidistantes entre si; O número mínimo de tirantes para cada carretel, dimensões dos tirantes, porcas e arruelas devem estar de acordo com o desenho M do anexo 8; Os tirantes devem possuir comprimento adequado conforme o desenho M do anexo 8 e não devem projetar-se além da superfície dos discos; Os discos devem ser compostos de duas tábuas sobrepostas, perpendiculares entre si, para os carretéis de 100/60 a 210/100 e de três tábuas sobrepostas, defasadas de 60 o entre si para os demais carretéis, e com espessuras conforme o desenho M do anexo 6;

5 GERÊNCIA DE SUPRIMENTOS 4/ As tábuas do disco devem ser firmemente pregadas conforme os círculos de pregos constantes no desenho M do anexo 9. A tolerância para o número de pregos por círculo, é de -3 ( menos três ) pregos em relação ao valor mínimo exigido ( N1 à N7 ), não havendo exigência de valor máximo. Os pregos devem ter a cabeça rebaixada dentro da madeira e as pontas dobradas e rebatidas na parte externa do disco; As bordas dos discos devem ser chanfradas no lado interno e externo. Os discos não devem possuir desnivelamento entre as tábuas, cantos vivos e rachaduras que possam comprometer a qualidade do produto; Os discos do carretel não devem apresentar rachaduras diretamente ligadas aos furos de arraste e central; O carretel deve possuir em cada disco, pelo menos um furo de arraste, feito na tábua central, com diâmetro de 55,0 + 5 mm. O raio da circunferência que contém o centro do furo de arraste deve estar de acordo com o desenho M do anexo 10; O furo passante para fixação da ponta do cabo na face externa do disco lateral, deve ser feito em apenas um disco e ser tangente ao diâmetro externo do rasgo de encaixe dos elementos de núcleo e ter uma inclinação de 30 o, com relação a face do disco. As dimensões do furo devem estar de acordo com o desenho M do anexo 10; O rasgo para encaixe dos elementos de núcleo deve ter profundidade de 10,0 mm; Os elementos de núcleo devem ter características e dimensões de acordo com o desenho M do anexo 11, e são admitidos até dois elementos de núcleo com uma largura menor, a fim de permitir o fechamento total do núcleo; Os carretéis tipo 100/60 a 270/120 devem possuir uma bucha metálica no furo central, na tábua central dos discos. A bucha deve ser constituída de um tubo mecânico com costura (comercial) DIN 2448 de aço SAE 1010/20, de comprimento mínimo igual a espessura do disco, soldado a uma chapa de aço laminado, através de um cordão de solda contínua isenta de rebarbas, respingos, saliências e com cantos arredondados, as características e dimensões das buchas, arruelas, parafusos e porcas para buchas, devem estar de acordo com o desenho M do anexo 12; As tolerâncias para as dimensões relativas aos componentes de madeira dos carretéis, devem ser conforme a tabela do anexo 13; As tolerâncias para as dimensões relativas aos componentes metálicos devem ser conforme a norma NBR 6371 (Grau grosso); Os carretéis devem ser submetidos a uma inspeção visual de acordo com o método de ensaio E ( Apresentação visual ), atendendo as condições dos itens 3.1 a 3.24.

6 GERÊNCIA DE SUPRIMENTOS 5/18 4. GARANTIA DA QUALIDADE 4.1. O documento de avaliação do Sistema da Qualidade, baseado na NBR ISO 9001/94, quando enviado, deve ser preenchido para fins de cadastro e comprovação do estágio de implantação do Sistema da Qualidade do Fornecedor Para cada fornecimento, o Fornecedor deve encaminhar junto ao material certificado de análise, que garanta conformidade aos itens dessa Especificação O Fornecedor deve informar o prazo de validade Devem ser colocadas à disposição da FICAP S.A., sempre que solicitado, todas as facilidades incluindo equipamentos, laboratórios, documentação de Garantia da Qualidade e outras. A FICAP S.A. se reserva ao direito de testemunhar os ensaios realizados pelo Fornecedor antes do envio do material Parte ou todo material considerado não-conforme detectado no Sistema de Inspeção da FICAP S.A., será devolvido, ficando todos os encargos advindos desta não-conformidade, às expensas do Fornecedor Qualquer alteração que seja efetuada no material aprovado, deve ser comunicada à FICAP S.A., para que sejam avaliados previamente os efeitos resultantes das modificações, conforme previsto no Processo de Homologação. 5. COMPLEMENTOS 89240/4

7 GERÊNCIA DE SUPRIMENTOS 6/18 ANEXO 1 CPC DESCRIÇÃO CARRETEL MAD. 100/60 SH04 - FO CARRETEL MAD. 125/70 SH05 - FO CARRETEL MAD. 125/100 SH06 - FO CARRETEL MAD. 150/80 SH07 FO CARRETEL MAD. 170/80 SH08 FO CARRETEL MAD. 170/100 SH09 FO CARRETEL MAD. 190/100 SH10 FO CARRETEL MAD. 210/100 SH11 FO CARRETEL MAD. 230/100 SH12 FO CARRETEL MAD. 250/110 SH13 FO CARRETEL MAD. 270/120 SH14 - FO

8 GERÊNCIA DE SUPRIMENTOS 7/18 ANEXO 2 CARRETÉIS DE MADEIRA TIPO SH CÓDIGO ABNT CÓDIGO FICAP S.A. PESO ( Kg ) TOL. 15% CPC 100/60 SH /70 SH /100 SH /80 SH /80 SH /100 SH /100 SH /100 SH /100 SH /110 SH /120 SH

9 GERÊNCIA DE SUPRIMENTOS 8/18

10 GERÊNCIA DE SUPRIMENTOS 9/18

11 GERÊNCIA DE SUPRIMENTOS 10/18 ANEXO 5 TÁBUAS UTILIZADAS NOS CARRETÉIS CÓDIGO DO TÁBUA CENTRAL OUTRAS TÁBUAS NÚMERO MÁX. CARRETEL LARGURA MÍN. (mm) LARG. MÍN. (mm) LARG. MÁX. (mm) DE TÁBUAS 100/ / / / / / / / / / /

12 GERÊNCIA DE SUPRIMENTOS 11/18

13 GERÊNCIA DE SUPRIMENTOS 12/18

14 GERÊNCIA DE SUPRIMENTOS 13/18

15 GERÊNCIA DE SUPRIMENTOS 14/18

16 GERÊNCIA DE SUPRIMENTOS 15/18

17 GERÊNCIA DE SUPRIMENTOS 16/18

18 GERÊNCIA DE SUPRIMENTOS 17/18

19 GERÊNCIA DE SUPRIMENTOS 18/18 ANEXO 13 TOLERÂNCIAS DIMENSIONAIS PARA OS COMPONENTES DE MADEIRA DIMENSÃO NOMINAL (mm) TOLERÂNCIA MAIOR OU IGUAL A MENOR QUE (mm)

20 GERÊNCIA DE SUPRIMENTOS 1/01 EMP.89240/4 CARRETEL DE MADEIRA PARA EXPORTAÇÃO FICAP OPTEL CRITÉRIO DE SELEÇÃO DE ENSAIOS 1. OBJETIVO Especificar as propriedades a serem ensaiadas de acordo com a tabela abaixo: PROPRIEDADE MÉTODO DE ENSAIO CLASSIFICAÇÃO Apresentação visual E L 2. PLANO DE AMOSTRAGEM : CLASSE C

21 ÍNDICE DE REVISÕES - LCI REVISÃO DATA MOTIVO/DESCRIÇÃO 00 10/08/99 ADEQUAÇÃO DO COMPLEMENTO 89240/4 AO PROCEDIMENTO E

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