DIRETORIA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS CONTROLE DE DISTRIBUIÇÃO

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1 DIRETORIA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS EEM TECNOLOGIA 01 CONTROLE DE DISTRIBUIÇÃO ÁREA SIGLA DATA DISTRIBUIÇÃO Suprimentos As Sandra Tostes - Ot Maria Célia Abreu - Ot

2 TECNOLOGIA 1/7 ÍNDICE DE REVISÕES REVISÃO DATA MOTIVO/DESCRIÇÃO 00 25/09/00 EMISSÃO ORIGINAL. Sandra Tostes - Ot Maria Célia Abreu - Ot

3 TECNOLOGIA 2/7 1. OBJETIVO Especificar características dos Carretéis de Madeira utilizados como embalagem de produtos na produção de cabos ópticos. 2. DEFINIÇÕES 2.1. Carretel Sistema suporte para fios, cordoalhas e cabos, constituído basicamente de discos laterais, elementos de núcleo e de fechamento; 2.2. Disco lateral Elemento circular composto de tábuas, que forma a lateral do carretel; 2.3. Caracol (lesma) Elementos justapostos de madeira fixados a face interna de um dos discos, destinados a acomodar e tornar acessível o início do lance do cabo contido na bobina; 2.4. Tirante Haste de aço rosqueada em uma (ou nas duas) extremidades destinada a fixar os discos laterais aos elementos do núcleo;

4 TECNOLOGIA 3/7 3. CARACTERÍSTICAS Devem ser conforme os itens abaixo: 3.1. Os carretéis devem ser designados e identificados conforme Especificacion de Requisitos GTER f6 003 Ed. 1 a julio 1997 e anexo 1; 3.2. Os discos devem apresentar face externa conforme o lay-out da Especificacion de Requisitos GTER f6 003 Ed. 1 a julio 1997, exceto que não deve ser marcado o tipo do carretel (ex. CO, DO, EO e FO). Neste caso os discos devem ter a marcação alfanumérica que deve ser informada a cada pedido; 3.3. O sentido da seta deve ter como referência o caracol e em ambos os discos a seta deve obedecer a um mesmo sentido; 3.4. A madeira a ser utilizada na fabricação dos carretéis é a do tipo pinus e que deve atender as exigências da NBR 6236 Madeiras para carretéis para fios, cordoalhas e cabos; 3.5. A umidade máxima da madeira deve ser de 20%. A madeira deve ser tratada com sais hidrossolúveis (CCB); 3.6. As características estruturais do carretel devem estar de acordo com a Especificacion de Requisitos GTER f6 003 Ed. 1 a julio 1997, exceto que na composição dos discos devem ser utilizadas 2 tábuas sobrepostas com espessura conforme tabela do anexo 2; As larguras das tábuas utilizadas na construção dos carretéis devem estar de acordo com a tabela do anexo 2; 3.7. As tábuas dos discos devem estar firmemente pregadas e nas tábuas com largura de até 70mm, deve haver no mínimo 1 prego; 3.8. O caracol deve ser conforme a Especificacion de Requisitos GTER f6 003 Ed. 1 a julio 1997; 3.9. As bordas dos discos devem ser chanfradas no lado interno e externo. Os discos não devem possuir desnivelamentos entre as tábuas, cantos vivos e rachaduras que possam comprometer a qualidade do produto; Os discos do carretel não devem apresentar rachaduras diretamente ligadas aos furos de arraste e central; O carretel deve possuir em cada disco, furo de arraste, feito na tábua central, com diâmetro de 55,0 + 5 mm.;o furo de arraste deve ser reforçado com tubo de aço com espessura de 1.5mm e diâmetro interno de 47,8mm; Os componentes metálicos devem atender a a Especificacion de Requisitos GTER f6 003 Ed. 1 a julio 1997, exceto que os mesmos devem ser de aço galvanizado. As arruelas para tirantes devem ser côncavas com diâmetro de 67mm e espessura de 3mm para os carretéis C, D e E.. Para o carretel F, o diâmetro da arruela deve ser de 90mm e espessura de 3mm; Os tirantes devem possuir comprimento adequado e não devem projetar-se além da superfície dos discos;

5 TECNOLOGIA 4/ Os carretéis devem ser submetidos a uma inspeção visual de acordo com o método de ensaio E ( Apresentação visual ), atendendo as condições dos itens 3.1 a GARANTIA DA QUALIDADE 4.1. O documento de avaliação do Sistema da Qualidade, baseado na NBR ISO 9001/94, quando enviado, deve ser preenchido para fins de cadastro e comprovação do estágio de implantação do Sistema da Qualidade do Fornecedor Para cada fornecimento, o Fornecedor deve encaminhar junto ao material certificado de análise, que garanta conformidade aos itens dessa Especificação O Fornecedor deve informar o prazo de validade e a data de fabricação do material Devem ser colocadas à disposição da FICAP OPTEL., sempre que solicitado, todas as facilidades incluindo equipamentos, laboratórios, documentação de Garantia da Qualidade e outras. A FICAP OPTEL se reserva ao direito de testemunhar os ensaios realizados pelo Fornecedor antes do envio do material Parte ou todo material considerado não-conforme detectado no Sistema de Inspeção da FICAP OPTEL, será devolvido, ficando todos os encargos advindos desta não-conformidade, às expensas do Fornecedor Qualquer alteração que seja efetuada no material aprovado, deve ser comunicada à FICAP OPTEL, para que sejam avaliados previamente os efeitos resultantes das modificações, conforme previsto no Processo de Homologação. 5. COMPLEMENTOS 89236/4

6 TECNOLOGIA 5/7 ANEXO 1 CPC DESCRIÇÃO CARRETEL MAD. 126/57 - C CARRETEL MAD. 147/71 - D CARRETEL MAD. 166/71 - E CARRETEL MAD. 181/71 - F

7 TECNOLOGIA 6/7 ANEXO 2 TÁBUAS UTILIZADAS NOS CARRETÉIS CÓDIGO TÁBUA CENTRAL OUTRAS TÁBUAS COMPOSIÇÃO DISCO CARRETEL LARGURA MÍN. (mm) LARG. MÍN. (mm) TÁBUA 1 ESPESSURA (mm) TÁBUA 2 ESPESSURA (mm) 126/ / / /

8 TECNOLOGIA 7/7 ANEXO 3 TOLERÂNCIAS DIMENSIONAIS PARA OS COMPONENTES DE MADEIRA DIMENSÃO NOMINAL (mm) TOLERÂNCIA MAIOR OU IGUAL A MENOR QUE (mm)

9 DIRETORIA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS TECNOLOGIA 1/01 EMP.89236/4 CRITÉRIO DE SELEÇÃO DE ENSAIOS 1. OBJETIVO Especificar as propriedades a serem ensaiadas de acordo com a tabela abaixo: PROPRIEDADE MÉTODO DE ENSAIO CLASSIFICAÇÃO Apresentação visual E L 2. PLANO DE AMOSTRAGEM : CLASSE C

10 ÍNDICE DE REVISÕES - LCI REVISÃO DATA MOTIVO/DESCRIÇÃO 00 25/09/00 EMISSÃO ORIGINAL.

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