O PAPEL SOCIAL DOS RITOS FÚNEBRES NAS IRMANDADES NEGRAS DO RIO GRANDE DO NORTE NO SÉCULO XIX

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O PAPEL SOCIAL DOS RITOS FÚNEBRES NAS IRMANDADES NEGRAS DO RIO GRANDE DO NORTE NO SÉCULO XIX"

Transcrição

1 O PAPEL SOCIAL DOS RITOS FÚNEBRES NAS IRMANDADES NEGRAS DO RIO GRANDE DO NORTE NO SÉCULO XIX Diana da Silva Araujo Departamento de História-UFRN RESUMO: O presente trabalho visa mostrar os resultados de uma pesquisa iniciada a partir de Termos de Compromisso de cinco irmandades negras do Rio Grande do Norte dos séculos XVIII e XIX. A partir da análise dos termos e com base em estudos de irmandades negras do mesmo período no Rio de Janeiro pode-se fazer uma leitura mais aprofundada da questão dos ritos fúnebres, que estão muito além das questões religiosas. Os ritos fúnebres não tinham somente papel religioso, mas, sobretudo, caráter social. Sendo um dos temas mais citados nos termos de compromisso, pode-se perceber a importância que este acontecimento tinha dentro e fora das Irmandades, ou seja, no cotidiano dos homens comuns. Compreender a questão dos ritos fúnebres é compreender a própria estrutura das Irmandades e sua posição perante a religião e a sociedade local. Palavras-chave: Morte, irmandades e sociedade Para o presente trabalho foram analisados os termos de compromisso de cinco irmandades negras da província do Rio Grande do Norte: Compromisso da Irmandade do Glorioso São Benedito, 1887 (para pessoas livres ou escravas), Compromisso da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos de Serra Negra, 1871 (para negros), Compromisso ou estatutos particulares de Nossa Senhora do Rosário de Campo Grande, 1857, Compromisso da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário da Cidade do Jardim, 1885 (Para negros e pessoas de todas as cores) e o Compromisso da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário da Vila do Príncipe, 1772 (para negros ). População escrava por município no ano de 1883 Município População Serra Negra 321 Capital 374 Jardim 452 Príncipe Dentre os municípios da província, em 1883, o do Príncipe, onde se localizava a irmandade do Rosário de 1772 aqui analisada, era o município com maior número de escravos da província que neste ano tinha o total contabilizado de escravos i. Pode-se analisar que quatro das cinco irmandades analisadas, tiveram seus termos de compromisso redigidos muito próximos ao final do Império e da abolição, neste período também havia uma queda no número de escravos. No mesmo ano de 1883 havia contabilizados na província, crianças livres cujas mães eram escravas. As irmandades são uma ilustração de como entre os escravos ainda era forte o sentimento de pertencimento a algo que os unia, no caso, a cor negra que os tornava irmãos e o fazia unirem-se. Quanto aos padroeiros, das cinco irmandades, quatro tem como padroeira Nossa Senhora do Rosário, reconhecida particularmente por Advogada e Protectora da gente preta e presente como padroeira na maioria das irmandades de negros. Na mais recente

2 das cinco irmandades, o orago era São Benedito. Benedito foi um homem negro, descendente de escravos, mas não era somente a cor que fazia com que determinado santo fosse escolhido por uma irmandade. Entender aspectos da vida desses santos também importante é para se compreender o motivo dessas escolhas. No caso da Irmandade dedicada a São Benedito, Cascudo afirmou que não teria sido necessário sincretismo de São Benedito com algum orixá, por se tratar de um santo naturalmente negro. Embora a visão de Cascudo não possa ser comprovada, principalmente no período inicial de formação dessa irmandade, é inegável o fato da preocupação extremante católica de suas práticas. Benedito podia ser visto como um verdadeiro exemplo para os negros. Negro, descendente de escravos, humilde, analfabeto, Benedito tinha características presentes entre os negros do Brasil Colônia e Império. Descrever as características do santo parecia descrever as características dos próprios negros. Os negros africanos trazidos para a colônia portuguesa tinham uma forte preocupação com os assuntos relativos à morte. Segundo a tradição, Deus profetizou a Benedito sua morte, essa tradição é tão forte que até em dias atuais, devotos afirmam que o santo realmente soubera com antecedência sua morte. Oras, se um negro foi avisado pelo próprio Deus (ainda que esse tenha sido assimilado como um deus nãocristão) de sua morte, era sinal de que Deus se preocupava com os negros e que Benedito era diferente dos demais homens de seu tempo. Irmandades de negros também podiam aceitar brancos e pardos. Vale salientar que para cargos como o de tesoureiro e juiz era necessário o básico de alfabetização. Isso pode explicar a presença de pessoas não-negras em irmandades de negros, a representação do branco perante a sociedade e Igreja também podem ser responsáveis pela presença de não-negros. As irmandades de brancos não faziam referência quanto à entrada de negros, o que leva a crer que estes não fariam parte dessas irmandades, pois apesar de também não haver referência à proibição de negros, era necessário o anual pago à irmandade e também ser bem aceito e respeitado igualmente como os demais brancos, portanto seria bem mais difícil um negro em uma irmandade não-negra que um branco um uma irmandade negra. Assim como nas demais províncias, as irmandades negras do Rio Grande do Norte também tinham preocupação com os ritos fúnebres de seus membros. A pesquisadora Mariza de Soares Carvalho cita a função da Casa de Misericórdia nos enterros de pessoas desprovidas. Na província do Rio Grande do Norte não havia uma casa de Misericórdia. O Hospital da Caridade parece ter sido a única instituição a cuidar dos doentes pobres e mesmo assim funcionava precariamente por longos anos de funcionamento. Os presidentes da província faziam questão de ressaltar a finalidade filantrópica do hospital, porém não faziam referência ao cuidado com escravos por parte do hospital. O Hospital da Caridade era responsável por cuidar dos pobres e doentes, uma tentativa de se criar uma casa de misericórdia. Talvez não tenha sido possível a criação de uma Casa de Misericórdia, pois até mesmo o hospital da caridade, funcionou em maior parte do Império em condições precárias. (Relatório de Presdidentes da Província) Para se afastar as moléstias foi criado um galpão (do Refoles) para onde iam os enfermos, pois nos tempos onde as doenças atacavam fortemente a população, o hospital não tinha o mínimo de condições para atendê-la. Em 1879 o hospital tinha capacidade para cerca de 80 enfermos, porém recebia cerca de 130 ou mais. Muitos desses enfermos, deitados no chão impediam o asseio do

3 próprio chão. Foi então criado um novo lugar para abrigar e cuidar dos doentes na Ribeira Portanto, a própria população da província era responsável por organizar os enterros. Essa sociedade não contava com nenhuma instituição filatrópica ii, portanto, as irmandades eram dentre os leigos, as principais responsáveis pelos enterros católicos. As irmandades negras objetivavam ostentar materiais luxuosos assim como as irmandades de brancos. Porém nem sempre isso era possível como se pode perceber na termo de compromisso da irmandade do Rosário de Campo Grande na qual O Juiz assistirá sempre ás Festividades, e actos solennes com a sua insignia, que será huma vara ornada, como permittirem as posses da Irmandade: fará parte da Mêsa; e nos enterros dos Irmãos irá com a Cruz si houver. O Termo de Compromisso da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos é um exemplo de como esses negros, pertencentes a irmandades se preocupavam em se manter legais perante à Igreja e como ela poderia interferir sobre essas irmandades e conseqüentemente sobre a atuação da própria irmandade. Por se encontrar o primeiro termo de compromisso em mal estado de preservação, esta irmandade resolve fazer outro a fim de continuar com a aprovação eclesiástica e evitar futuros problemas. Envia, então, um novo termo para a aprovação, o qual retorna com vários ajustes a serem feitos. Há nos termos de compromisso das irmandades analisadas, a presença da preocupação em ter sob posse das irmandades, objetos que possam ser usadas em atos solenes, como procissão, festa do orago e nos enterros. As irmandades em questão tinham uma hierarquia, muito bem definida, pelo menos é o que mostram os termos. Essa hierarquização também estava presente na hora da realização dos ritos fúnebres. Caso se tome como referência o bem morrer na Bahia oitocentista iii, os cargos mais altos das irmandades teriam mais privilégio, tendo em vista o maior número de missas pós-morte e de intercessores. Na irmandade de São Benedito, o irmão que ao morrer tivesse alguma dívida pra com a confraria não teria direito às missas as quais o compromisso trata no seu artigo 20º O Irmão que tiver ocupado o cargo de Juiz, terá quinze Missas, o Escrivão dez, o Thesoureiro sete, e os demais Irmãos cinco cada um, se porem qualquer dos Irmãos tiver ocupado os caros aqui mencionados por mais de uma vez, se lhe mandarão dizer tantas Missas quantas forem as vezes que serviu de Juiz, Escrivão e Thesoureiro sendo todas pagas pelo cofre da Confraria. A preocupação dada para o momento após a morte é uma constante no período, o que ressalta a incorporação dos negros (das irmandades) da província ao catolicismo, pois recorriam explicitamente à religião. Em todos os ritos católicos pode-se notar a necessidade do acompanhamento de intercessores. Era necessário sempre a presença de alguém que intercedesse pelos irmãos, esses intercessores seriam indispensáveis para que se alcançasse os objetivos (alcançar as bem aventuranças na vida eterna) esperados pelos irmãos. Esses intercessores eram o orago, os sacerdotes e os irmãos. O padroeiro, especialmente escolhido na formação da confraria, em especial, Nossa Senhora do Rosário, reconhecida pelos negros como protetora e intercessora de sua gente e entre as irmandades do Rio Grande do Norte, mas também a presença de São Benedito entre os padroeiros era evidente. Na irmandade do Rosário de Serra Negra deveria haver uma tumba com coberta preta de pano da qualidade possível às posses da Irmandade, para nella serem levados á sepultura os Irmãos, que fallecerem, podendo a mesma servir no enterro de outra qualquer pessoa, mediante o aluguel de quatro mil reis., ou seja, o indíviduo que

4 pudesse e quisesse pagar a quantia estipulada pela irmandade, poderia ter o defunto de seu parente ou conhecido, levado pela tumba da irmandade. A preocupação com os ritos fúnebres não era somente religiosa, uma vez durante o cortejo a sociedade percebia o quanto a devida irmandade é organizada. Era um momento em que os negros da Irmandade se diferenciavam dos demais, daqueles que não tinham condições de propiciar aos seus um enterro digno, sendo também um momento em que os negros das irmandades podiam se aproximar dos brancos, propiciando um sepultamento digno a seus membros. A partir do termo de compromisso da irmandade de Campo Grande, podemos perceber explicitamente a preocupação católica com os rituais fúnebres e a relação da Igreja católica com o destino que as almas tomariam após a morte como se pode ler no texto a seguir. Considerando nós, abaixo assinados, que nada deve merecer tanta solicitude, quanto o preparar se cada hum para que sua alma alcance na vida eterna a Bemaventurança, que Jezus Christo Nosso Senhor ha promettido aos que seguirem os preceitos da Santa Religião Catholica Romana. No próprio termo de compromisso dessa irmandade fica explicitada que, para eles, a prática da religião católica garantirá a vida eterna. A partir da análise dos termos de compromisso percebe-se outro papel da Irmandade: o de preparar seus membros para que alcancem um bom lugar na vida eterna, ou seja, à irmandade cabia não somente auxiliar seus membros para a sociedade em que viviam, mas também, prepará-los para o que viria após a morte. As irmandades negras, procuravam se assemelhar às brancas, fazer-se presente e vísivel com a pompa que lhes fosse possível assim como pode ser visto na irmandade do Rosário de Campo Grande na qual tudo deveria ser feito com algumas prestações compativeis com nossa pobrêsa, e posição sugeita. A partir da visão acerca da morte neste período (século XIX) e nesta região (província do Rio Grande do Norte), podemos perceber que a morte também era um momento para manter a hierarquia social, difernciando os membros pela pompa com que seus funerais seriam realizados e até mesmo pelo número de missas que determinada família poderia mandar fazer pelos seus entes. As irmandades seriam uma fator de diferenciação. No caso das irmandades negras, os membros se diferenciariam dos demais irmãos de cor por pertencerem a uma irmandade. Até em uma mesma irmandade haveria diferenciação, ou seja, uma irmandade seria espelho da própria organização social, pois até mesmo nelas, o momento da morte devera ser visto como algo que deveria ser precedido de deveres, no caso os anuais, pois um irmão que ao morrer devesse ao cofre da irmandade teria seu número de missas prejudicado e também de direitos, pois todo irmão ao falecer, teria direito às missas e a tudo que a irmandade pudesse oferecer.

5 i Relatórios de Presidentes da Província, ii A. J.Russel Wood. iii J. J. Reis. FONTES PRIMÁRIAS: COMPROMISSO da Irmandade Nossa Senhora do Rosário da Cidade do Jardim, COMPROMISSO da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário da Vila do Príncipe, COMPROMISSO da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos de Serra Negra, COMPROMISSO da Irmandade do Glorioso São Benedito, COMPROMISSO da Irmandade ou estatutos particulares de Nossa Senhora do Rosário de Campo Grande, Falas e Relatórios dos Presidentes da Província do Rio Grande do Norte. BIBLIOGRAFIA: CASCUDO, Luís da Câmara. História da Cidade do Natal. Natal: IHGRN, REIS, João José. A Morte é uma festa: ritos fúnebres e revolta popular no Brasil do século XIX. São Paulo: Companhia das Letras, SOARES, Mariza de Carvalho. Devotos da cor. Identidade étnica, religiosa e escravidão no Rio de Janeiro, século XVIII

DEVOTOS DA COR. Pesquisadora: Mariza de Carvalho Soares Direção: Bruno Pacheco de Oliveira Transcrição: (12 min., 1999)

DEVOTOS DA COR. Pesquisadora: Mariza de Carvalho Soares Direção: Bruno Pacheco de Oliveira Transcrição: (12 min., 1999) 1 DEVOTOS DA COR Pesquisadora: Mariza de Carvalho Soares Direção: Bruno Pacheco de Oliveira Transcrição: (12 min., 1999) Legendas - Sou irmã... Daqui da igreja. - Santo Elesbão, Santa Efigênia e o Senhor

Leia mais

AS FESTAS DAS IRMANDADES NEGRAS. sociedade brasileira Oitocentista; compreender que alguns elementos dessas festas sobrevivem com

AS FESTAS DAS IRMANDADES NEGRAS. sociedade brasileira Oitocentista; compreender que alguns elementos dessas festas sobrevivem com Aula AS FESTAS DAS IRMANDADES NEGRAS META sociedade brasileira Oitocentista; compreender que alguns elementos dessas festas sobrevivem com OBJETIVOS (Fonte: http://4.bp.blogspot.com). ligiosas, nesta aula

Leia mais

É Maria quem nos convida a refletir e guardar no coração a

É Maria quem nos convida a refletir e guardar no coração a É Maria quem nos convida a refletir e guardar no coração a vida e projeto de seu FILHO. A missão dela era nos dar Jesus e fez isso de maneira ímpar. Vamos refletir nos fatos na vida de Jesus onde ELA está

Leia mais

INVENTÁRIO DE FONTES DO DOCUMENTAÇÃO DA CAPELA DE SÃO GONÇALO DO BRUMADO SÃO GONÇALO DO AMARANTE DISTRITO DE SÃO JOÃO DEL REI XVIII XX

INVENTÁRIO DE FONTES DO DOCUMENTAÇÃO DA CAPELA DE SÃO GONÇALO DO BRUMADO SÃO GONÇALO DO AMARANTE DISTRITO DE SÃO JOÃO DEL REI XVIII XX ARQUIVO ECLESIÁSTICO DA DIOCESE DE SÃO JOÃO DEL REI INVENTÁRIO DE FONTES DO DOCUMENTAÇÃO DA CAPELA DE SÃO GONÇALO DO BRUMADO SÃO GONÇALO DO AMARANTE DISTRITO DE SÃO JOÃO DEL REI XVIII XX BISPO DIOCESANO

Leia mais

Os Livros dos Macabeus

Os Livros dos Macabeus Os Livros dos Macabeus O nome dos Livros surgiu do apelido de Macabeus (martelo) dado a Judas, filho mais famoso de Matatias. O texto foi escrito em Hebraico no início do 1º século a.c. Os livros descrevem

Leia mais

ARCANJO SÃO RAFAEL A FIGURA

ARCANJO SÃO RAFAEL A FIGURA ARCANJO SÃO RAFAEL A FIGURA Pedro Cantoneiro, aluno 147291 da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa Iconografia com o Professor Luis Urbano Afonso Biografia São Rafael é um arcanjo presente nas

Leia mais

Bíblia: A Sociedade no tempo de Jesus e sua Proposta. A Dominação Interna. Quarta Parte

Bíblia: A Sociedade no tempo de Jesus e sua Proposta. A Dominação Interna. Quarta Parte Bíblia: A Sociedade no tempo de Jesus e sua Proposta A Dominação Interna Quarta Parte De fato, era submissão demais. E a Judéia, especialmente,era dominada por ricos proprietários de terras que faziam

Leia mais

NORTE, ) 1 RESUMO. Escolas do Pobre orientadas pela Casa do Pobre

NORTE, ) 1 RESUMO. Escolas do Pobre orientadas pela Casa do Pobre NORTE, 1943-1951) 1 RESUMO Marta Maria de Araújo 2 Escolas do Pobre orientadas pela Casa do Pobre ancoramo-nos em construtos teóricos de cultura escolar e de cultura de PALAVRAS-CHAVE ABSTRACT Schools

Leia mais

Nos primeiros discursos de Jó contidos nos capítulos 3, 6 e 7 podemos observar a angustia que afligia o patriarca. Neles, derrama sua alma em

Nos primeiros discursos de Jó contidos nos capítulos 3, 6 e 7 podemos observar a angustia que afligia o patriarca. Neles, derrama sua alma em Lição 5 para 29 de outubro de 2016 Nos primeiros discursos de Jó contidos nos capítulos 3, 6 e 7 podemos observar a angustia que afligia o patriarca. Neles, derrama sua alma em lamentos e perguntas. «Pereça

Leia mais

hum zelador, hum procurador, e três mordomos, cada hum terá particular cuidado em cumprir com a sua obrigação.

hum zelador, hum procurador, e três mordomos, cada hum terá particular cuidado em cumprir com a sua obrigação. Estatutos da Irmandade de Nossa Senhora das Dores (Abril de 1769) ESTATUTOS DA IRMANDADE DE N.ª SR.ª DAS DORES (Abril de 1768) O documento escolhido para este mês de Setembro está relacionado, como não

Leia mais

Abolio da escravatura - Lei urea

Abolio da escravatura - Lei urea Abolio da escravatura - Lei urea Questo: 1 Abolição da Escravatura - Lei Áurea Introdução Na época em que os portugueses começaram a colonização do Brasil, não existia mão-de-obra para a realização de

Leia mais

LIÇÃO 1 A LEI E A ALIANÇA Êxodo 19

LIÇÃO 1 A LEI E A ALIANÇA Êxodo 19 LIÇÃO 1 A LEI E A ALIANÇA Êxodo 19 1. Antes de entregar a lei, Deus já havia feito uma aliança com o povo. Em Êxodo 19.1-4, Deus lembra o povo do seu pacto, confirmado demonstrado em um fato. Qual é o

Leia mais

Estudos das Relações Étnico-raciais para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana e Indígena. Ementa. Aula 1

Estudos das Relações Étnico-raciais para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana e Indígena. Ementa. Aula 1 Estudos das Relações Étnico-raciais para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana e Indígena Aula 1 Prof. Me. Sergio Luis do Nascimento Ementa Conceitos básicos, como: escravo, escravizado,

Leia mais

Linguagem dos sinos São João DelDel-Rei. Este material é parte de um estudo produzido por Aluízio José Viegas, em 1990

Linguagem dos sinos São João DelDel-Rei. Este material é parte de um estudo produzido por Aluízio José Viegas, em 1990 Linguagem dos sinos São João DelDel-Rei Este material é parte de um estudo produzido por Aluízio José Viegas, em 1990 Modalidades de toque Dobre simples O sino gira pelo lado em que está encostado o badalo,

Leia mais

CAPELA DA NOSSA SENHORA DO MONTE. Localização e dinâmicas

CAPELA DA NOSSA SENHORA DO MONTE. Localização e dinâmicas CAPELA DA NOSSA SENHORA DO MONTE Localização e dinâmicas Situada no topo da cordilheira da Chela, a Capela da Nossa Senhora do Monte é um santuário de peregrinação religiosa católica que se reveste de

Leia mais

Bíblia:- Sociedade no tempo de Jesus e sua Proposta AS RAÍZES DA POBREZA. Segunda Parte

Bíblia:- Sociedade no tempo de Jesus e sua Proposta AS RAÍZES DA POBREZA. Segunda Parte Bíblia:- Sociedade no tempo de Jesus e sua Proposta AS RAÍZES DA POBREZA Segunda Parte Lc 2,1-2 Mt 17,24-27 Mt 9,36 Lc 3,1 Mt 26,57 Mc 9,35-36 25 Colheitas 20 15 10 Pedágio e alfândega Anona 5 0 Jo 18,3-12

Leia mais

4ª FASE. Prof. Amaury Pio Prof. Eduardo Gomes

4ª FASE. Prof. Amaury Pio Prof. Eduardo Gomes 4ª FASE Prof. Amaury Pio Prof. Eduardo Gomes Unidade IV A formação dos estados modernos 2 Aula 21.2 Conteúdo Escravismo colonial II 3 Habilidade Compreender as heranças africanas no Brasil e as religiões

Leia mais

IRMÃOS DE FÉ E DE ARMAS: DEVOÇÕES E RITOS FÚNEBRES DA IRMANDADE DE SANTA CRUZ DOS MILITARES

IRMÃOS DE FÉ E DE ARMAS: DEVOÇÕES E RITOS FÚNEBRES DA IRMANDADE DE SANTA CRUZ DOS MILITARES IRMÃOS DE FÉ E DE ARMAS: DEVOÇÕES E RITOS FÚNEBRES DA IRMANDADE DE SANTA CRUZ DOS MILITARES Resumo Adriane Piovezan (FIES) Uma das grandes preocupações entre os homens envolvidos em guerras e conflitos

Leia mais

Atividade extra. Revolução Francesa. Questão 1. Ciências Humanas e suas Tecnologias História 57

Atividade extra. Revolução Francesa. Questão 1. Ciências Humanas e suas Tecnologias História 57 Atividade extra Revolução Francesa Questão 1 No ano de 1835, ocorreu em Salvador, Bahia, a Revolta dos Malês. Mas quem são os malês? O vocábulo male deriva da palavra da língua ioruba imale. Eram considerados

Leia mais

EVANGELHO DO DIA E HOMILIA

EVANGELHO DO DIA E HOMILIA EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS, O.CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM Terça-feira da 3ª Semana do Tempo Comum 1) Oração Ó Deus, sempre

Leia mais

MISSÃO e PROJETO da SANTA CASA d MISERICÓRDIA de GUIMARÃES uma abordagem empresarial para um projeto com uma determinante dimensão imateria

MISSÃO e PROJETO da SANTA CASA d MISERICÓRDIA de GUIMARÃES uma abordagem empresarial para um projeto com uma determinante dimensão imateria MISSÃO e PROJETO da SANTA CASA d MISERICÓRDIA de GUIMARÃES uma abordagem empresarial para um projeto com uma determinante dimensão imateria A importância dos contributos das atividades da Economia Social

Leia mais

EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM

EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM Terça-feira da 32ª Semana do Tempo Comum 1) Oração Deus de

Leia mais

EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM

EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM 1) Oração Sexta-feira da 18ª Semana do Tempo Comum Manifestai,

Leia mais

DOMINGOS SODRÉ. UM SACERDOTE AFRICANO Carlos Eduardo Millen Grosso *

DOMINGOS SODRÉ. UM SACERDOTE AFRICANO Carlos Eduardo Millen Grosso * DOMINGOS SODRÉ. UM SACERDOTE AFRICANO Carlos Eduardo Millen Grosso * REIS, João José. Domingos Sodré. Um sacerdote africano. Escravidão, liberdade e candomblé na Bahia do século XIX. São Paulo: Companhia

Leia mais

Estatuto do Grupo de Jovens Juventude Unida Para Encontrar Cristo

Estatuto do Grupo de Jovens Juventude Unida Para Encontrar Cristo Estatuto do Grupo de Jovens Juventude Unida Para Encontrar Cristo TÍTULO I Da Denominação, Missão e Objetivos Art. 1 o - O Grupo Jovem Juventude Unida Para Encontrar Cristo e, doravante aqui denominado

Leia mais

Um proprietário de um campo de videiras saiu pela manhã para contratar trabalhadores. Encontrou alguns e ajustou um denaro por dia e eles foram para

Um proprietário de um campo de videiras saiu pela manhã para contratar trabalhadores. Encontrou alguns e ajustou um denaro por dia e eles foram para Um proprietário de um campo de videiras saiu pela manhã para contratar trabalhadores. Encontrou alguns e ajustou um denaro por dia e eles foram para a vinha. Lá pela terceira hora, saiu novamente para

Leia mais

Aula 08 Movimentos de Pré- Independência e Vinda da Família Real.

Aula 08 Movimentos de Pré- Independência e Vinda da Família Real. Aula 08 Movimentos de Pré- Independência e Vinda da Família Real. O que foram os movimentos de pré-independência? Séculos XVIII e XIX grandes mudanças afetaram o Brasil... MUNDO... Hegemonia das ideias

Leia mais

A Escolhida (509) D F#7 Bm7 F#7 Uma entre todas foi a escolhida: foste tu Maria, serva preferida. G Gm F#m Bm E7/9 A7 A5+

A Escolhida (509) D F#7 Bm7 F#7 Uma entre todas foi a escolhida: foste tu Maria, serva preferida. G Gm F#m Bm E7/9 A7 A5+ Page 8 of 229 Autoria: D. R. A Escolhida (509) D F#7 Bm7 F#7 Uma entre todas foi a escolhida: foste tu Maria, serva preferida. G Gm F#m Bm E7/9 A7 A5+ Mãe do meu Senhor, Mãe do meu Salvador. D Bm G A7

Leia mais

. a d iza r to u a ia p ó C II

. a d iza r to u a ia p ó C II II Sugestões de avaliação História 4 o ano Unidade 5 5 Unidade 5 Nome: Data: 1. Relacione as colunas. (A) Colonos portugueses (B) indígenas e africanos escravizados ( ) Vieram para o Brasil com o objetivo

Leia mais

Resolução de Questões do ENEM (Noite)

Resolução de Questões do ENEM (Noite) Resolução de Questões do ENEM (Noite) Resolução de Questões do ENEM (Noite) 1. As relações do Estado brasileiro com o movimento operário e sindical, bem como as políticas públicas voltadas para as questões

Leia mais

Nos passos de são vicente de paulo

Nos passos de são vicente de paulo Nos passos de são vicente de paulo Coleção Nos passos dos SANTOS Nos passos de Santo Antônio, Luiz Alexandre Solano Rossi Nos passos de Santa Rita de Cássia, Luiz Alexandre Solano Rossi Nos passos de Santa

Leia mais

GRUPOS SOCIAIS DA ÉPOCA DE JESUS. Ctrl L para apresentar slides

GRUPOS SOCIAIS DA ÉPOCA DE JESUS. Ctrl L para apresentar slides GRUPOS SOCIAIS DA ÉPOCA DE JESUS Ctrl L para apresentar slides Não faziam oposição a Roma Não faziam oposição a Roma PALESTINA - COLÔNIA DO IMPÉRIO ROMANO No ano 63 a.c. a Palestina foi ocupada pelo

Leia mais

Até o início do século XX, a enfermagem praticada no Brasil era exercida por religiosas, pastores protestantes, pessoas formadas pelo Hospital

Até o início do século XX, a enfermagem praticada no Brasil era exercida por religiosas, pastores protestantes, pessoas formadas pelo Hospital Até o início do século XX, a enfermagem praticada no Brasil era exercida por religiosas, pastores protestantes, pessoas formadas pelo Hospital Nacional dos Alienados e pela Escola Cruz Vermelha. 1889 1930

Leia mais

EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM

EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM SEGUNDA-FEIRA DA 34 SEMANA DO TEMPO COMUM 1) Oração Ó Deus,

Leia mais

Grupo Pastoral Contacto Telemóvel/Telf.

Grupo Pastoral Contacto Telemóvel/Telf. Grupo Pastoral Contacto Telemóvel/Telf. E-mail Setembro 2015 Dia Data Hora Ação qui 03-09-2015 9:30 Adoração ao Santíssimo das 09:30 às 19:00 21:30 Reunião do Grupo Bíblico sex 04-09-2015 21:15 Reunião

Leia mais

ACERCA DA POSSIBILIDADE DE PROMOÇÃO DE FESTEJOS JUNINOS.

ACERCA DA POSSIBILIDADE DE PROMOÇÃO DE FESTEJOS JUNINOS. PARA OS PREFEITOS, PREFEITAS, SECRETÁRIOS E ASSESSORES MUNICIPAIS DO RN - Abaixo, Nota Técnica explicativa e esclarecedora da FEMURN, ACERCA DA POSSIBILIDADE DE PROMOÇÃO DE FESTEJOS JUNINOS. Saudações

Leia mais

EVANGELHO DO DIA E HOMILIA

EVANGELHO DO DIA E HOMILIA EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS, O.CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM Quinta-feira da 1ª Semana do Tempo Comum 1) Oração Ó Deus,

Leia mais

Comemorações. anos 1717/ novembro novembro 2017

Comemorações. anos 1717/ novembro novembro 2017 Comemorações 300 anos 1717/2017 17 novembro 2016 17 novembro 2017 O monumento que é, simultaneamente, um palácio real, uma basílica, um convento, um hospital monástico, um jardim e uma tapada celebra 300

Leia mais

24 junho a.c Acontecimento

24 junho a.c Acontecimento Salvador da Bahia Leitura: atividades Pula a fogueira, João! 1. O texto nos fornece uma série de informações históricas a respeito de São João, da simbologia das fogueiras e das tradicionais festividades.

Leia mais

História. As Instituições Eclesiásticas. Professor Cássio Albernaz.

História. As Instituições Eclesiásticas. Professor Cássio Albernaz. História As Instituições Eclesiásticas Professor Cássio Albernaz www.acasadoconcurseiro.com.br História AS INSTITUIÇÕES ECLESIÁSTICAS As instituições eclesiásticas e a sociedade colonial; (Convento de

Leia mais

PLANEJAMENTO Jeitos de explicar a origem do universo. O que diz a ciência sobre a criação. Campanha da Fraternidade 2016

PLANEJAMENTO Jeitos de explicar a origem do universo. O que diz a ciência sobre a criação. Campanha da Fraternidade 2016 Disciplina: Ensino Religioso Série: 6º ano Prof.: Cristiano Souza 1ªUNIDADE EIXOS COGNITIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES O homem e sua relação com Deus e com a Criação CRIAÇÃO O início do universo Tomar consciência

Leia mais

Na estrutura do Estado Absolutista havia três diferentes Estados. O que é correto afirmar sobre estes estados?

Na estrutura do Estado Absolutista havia três diferentes Estados. O que é correto afirmar sobre estes estados? Questão 1 Na estrutura do Estado Absolutista havia três diferentes Estados. O que é correto afirmar sobre estes estados? a. O Primeiro Estado era representado pelos religiosos, o Segundo Estado era representado

Leia mais

CURRÍCULO DO ENSINO RELIGIOSO NA EDUCAÇÃO BÁSICA. Prof. Elcio Cecchetti

CURRÍCULO DO ENSINO RELIGIOSO NA EDUCAÇÃO BÁSICA. Prof. Elcio Cecchetti CURRÍCULO DO ENSINO RELIGIOSO NA EDUCAÇÃO BÁSICA Prof. Elcio Cecchetti elcio.educ@terra.com.br ENSINO RELIGIOSO? Como? Outra vez? O quê? Por quê? Para quê? O ENSINO RELIGIOSO NA ESCOLA PÚBLICA DO PASSADO

Leia mais

Festa da Imaculada Conceição 2015

Festa da Imaculada Conceição 2015 Festa da Imaculada Conceição 2015 Maria nos estimula a viver a misericórdia de Jesus Cristo Libertador Dia 29 de novembro Domingo 1 dia da Maria nos ensina a sermos solidários e fraternos com os irmãos

Leia mais

Natal do Senhor de Missa do Dia

Natal do Senhor de Missa do Dia Natal do Senhor de 2014. Missa do Dia Caríssimos Irmãos e Irmãs: A festa da Encarnação do Senhor, o Natal de Jesus Cristo, parece não exigir comentário algum. Porém, é preciso fazê-lo, pois há muitos deles,

Leia mais

3 Graças urgentes com 3 anjos

3 Graças urgentes com 3 anjos 3 Graças urgentes com 3 anjos Eu sei que posso contar com os anjos, e você também! Alias, você pode contar com os anjos em qualquer situação. Que tal começar o novo ano com muita proteção e sendo atendido

Leia mais

Jesus foi para uma cidade chamada Nain. Com ele iam os discípulos e uma grande multidão. Quando chegou à porta da cidade, eis que levavam um defunto

Jesus foi para uma cidade chamada Nain. Com ele iam os discípulos e uma grande multidão. Quando chegou à porta da cidade, eis que levavam um defunto Lc 7,11-17 Jesus foi para uma cidade chamada Nain. Com ele iam os discípulos e uma grande multidão. Quando chegou à porta da cidade, eis que levavam um defunto para enterrar. Era filho único e sua mãe

Leia mais

Carta. de Direitos e Deveres. do Cliente

Carta. de Direitos e Deveres. do Cliente Carta de Direitos e Deveres do Cliente Índice 1 - PREÂMBULO 3 2 - ÂMBITO DE APLICAÇÃO 3 3 - DIREITOS DOS IDOSOS 3 4 - DIREITOS DOS FAMILIARES 4 5 - DEVERES DOS IDOSOS 5 6 - DEVERES DOS FAMILIARES 6 7 -

Leia mais

MUSEU CAPELA: PATRIMÔNIO, MEMÓRIA, IDENTIDADE E HISTÓRIA

MUSEU CAPELA: PATRIMÔNIO, MEMÓRIA, IDENTIDADE E HISTÓRIA UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS ESCOLA DE HUMANIDADES INSTITUTO ANCHIETANO DE PESQUISAS CURSO DE HISTÓRIA ATIVIDADE ACADÊMICA PATRIMÔNIO CULTURAL - HORAS PRÁTICAS MUSEU CAPELA: PATRIMÔNIO, MEMÓRIA,

Leia mais

DIOCESE DE BRAGANÇA MIRANDA VISITA PASTORAL DO BISPO ÀS COMUNIDADES DA SUA DIOCESE

DIOCESE DE BRAGANÇA MIRANDA VISITA PASTORAL DO BISPO ÀS COMUNIDADES DA SUA DIOCESE DIOCESE DE BRAGANÇA MIRANDA VISITA PASTORAL DO BISPO ÀS COMUNIDADES DA SUA DIOCESE SUBSÍDIOS PASTORAIS CONFORME DMPB E EXORTAÇÃO APOSTÓLICA PASTORES GREGIS NATUREZA E FINALIDADE Visita pastoral é a que

Leia mais

Fé, festa e fervor. Nesta aula, trataremos da religiosidade popular MÓDULO 4. Nesta aula. A Igreja Católica em tempo de expansão e conversão

Fé, festa e fervor. Nesta aula, trataremos da religiosidade popular MÓDULO 4. Nesta aula. A Igreja Católica em tempo de expansão e conversão A UA UL LA MÓDULO 4 Fé, festa e fervor Nesta aula Nesta aula, trataremos da religiosidade popular no Brasil colonial. Falamos de cultura na aula passada e já aprendemos que a religião, além de ser um componente

Leia mais

ATENÇÃO ESTE CADERNO CONTÉM 10 (DEZ) QUESTÕES. VERIFIQUE SE ESTÁ COMPLETO. DURAÇÃO DA PROVA: 3 (TRÊS) HORAS

ATENÇÃO ESTE CADERNO CONTÉM 10 (DEZ) QUESTÕES. VERIFIQUE SE ESTÁ COMPLETO. DURAÇÃO DA PROVA: 3 (TRÊS) HORAS ATENÇÃO ESTE CADERNO CONTÉM 10 (DEZ) QUESTÕES. VERIFIQUE SE ESTÁ COMPLETO. DURAÇÃO DA PROVA: 3 (TRÊS) HORAS A correção de uma questão será restrita somente ao que estiver apresentado no espaço correspondente,

Leia mais

Novena milagrosa a. São José. Festa: 19 de março. editora

Novena milagrosa a. São José. Festa: 19 de março. editora Novena milagrosa a São José Festa: 19 de março editora Ave-maria Quem é São José? Jacó gerou José, esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado Cristo (Mateus 1,16). Com essas palavras, termina

Leia mais

HISTÓRIA - 1 o ANO MÓDULO 11 A UNIÃO IBÉRICA (1580)

HISTÓRIA - 1 o ANO MÓDULO 11 A UNIÃO IBÉRICA (1580) HISTÓRIA - 1 o ANO MÓDULO 11 A UNIÃO IBÉRICA (1580) Como pode cair no enem (FUVEST) Sobre a presença francesa na Baía de Guanabara (1557-60), podemos dizer que foi: a) apoiada por armadores franceses

Leia mais

O CONTEXTO HISTÓRICO DO SURGIMENTO DA SOCIOLOGIA

O CONTEXTO HISTÓRICO DO SURGIMENTO DA SOCIOLOGIA O CONTEXTO HISTÓRICO DO SURGIMENTO DA SOCIOLOGIA CENÁRIO HISTÓRICO A Sociologia surge como conseqüência das mudanças trazidas por duas grandes revoluções do século XVIII. As mudanças trazidas pelas duas

Leia mais

No séc. XVI assiste-se à fusão ou combinação de Casas de Misericórdia e Hospitais.

No séc. XVI assiste-se à fusão ou combinação de Casas de Misericórdia e Hospitais. Warning: Invalid argument supplied for foreach() in /home/scmpr/public_html/plugins/syste m/rokcandy_systemphp on line 144 No final do séc XV é fundada em Lisboa, sob protecção da Rainha D Leonor de Lencastre,

Leia mais

HISTÓRIA - 1 o ANO MÓDULO 06 O GOVERNO-GERAL

HISTÓRIA - 1 o ANO MÓDULO 06 O GOVERNO-GERAL HISTÓRIA - 1 o ANO MÓDULO 06 O GOVERNO-GERAL Como pode cair no enem O sistema de capitanias hereditárias, criado no Brasil em 1534, refletia a transição do feudalismo para o capitalismo, na medida em

Leia mais

Coleção Chamados à Vida Chamados À Vida, Chamados À Vida Em Jesus Cristo,

Coleção Chamados à Vida Chamados À Vida, Chamados À Vida Em Jesus Cristo, Coleção Chamados à Vida Em preparação à Eucaristia 1ª Etapa: Chamados à vida 2ª Etapa: Chamados à vida em Jesus Cristo 3ª Etapa: Chamados à vida em Comunidade. 4ª Etapa: Chamados à vida para amar e servir.

Leia mais

Vida religiosa e mudanças sociais no Distrito Diamantino nos séculos XVIII e XIX

Vida religiosa e mudanças sociais no Distrito Diamantino nos séculos XVIII e XIX Vida religiosa e mudanças sociais no Distrito Diamantino nos séculos XVIII e XIX CASSIA FARNEZI PEREIRA * A vida religiosa da Capitania de Minas Gerais no século XVIII foi marcada pela presença das irmandades

Leia mais

Direitos da Criança. Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Vizela. Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Vizela 1

Direitos da Criança. Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Vizela. Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Vizela 1 Direitos da Criança Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Vizela Jovens de Vizela 1 Convenção Internacional dos Direitos das Crianças Jovens de Vizela 2 Artigo 1.º Todas as pessoas com menos de

Leia mais

Por que Natal Vintage?

Por que Natal Vintage? Por que Natal Vintage? ü Vintage é uma palavra emprestada do mundo da moda e da decoração que tem sido utilizada para referir-se a um estilo retrô, que embora antigo, vale no mundo contemporâneo como algo

Leia mais

CONSELHO PAROQUIAL DE PASTORAL

CONSELHO PAROQUIAL DE PASTORAL JANEIRO 01 Q Solenidade Santa Maria, Mãe de Deus 05 D Solenidade Epifania do Senhor 07 T 08 Q 12 D Festa Batismo de N. Senhor Jesus Cristo 14 T Aniversário de fundação da Cúria Imaculada Conceição 15 Q

Leia mais

Unidade 3: A estrutura social e as desigualdades:

Unidade 3: A estrutura social e as desigualdades: Unidade 3: A estrutura social e as desigualdades: Capítulo 7 : Estrutura e Estratificação Social. Estrutura Social: composta por fatores econômicos, políticos, históricos, sociais, religiosos e culturais

Leia mais

Comemorações. anos 1717/ novembro novembro 2017

Comemorações. anos 1717/ novembro novembro 2017 Comemorações 300 anos 1717/2017 17 novembro 2016 17 novembro 2017 O monumento que é, simultaneamente, um palácio real, uma basílica, um convento, um hospital monástico, um jardim e uma tapada celebra 300

Leia mais

Universidade Estácio de Sá Adesão dos alunos da turma do Curso de Medicina UNESA Comissão de Formatura TERMO DE ADESÃO

Universidade Estácio de Sá Adesão dos alunos da turma do Curso de Medicina UNESA Comissão de Formatura TERMO DE ADESÃO Universidade Estácio de Sá Adesão dos alunos da turma 2004.01 do Curso de Medicina UNESA Comissão de Formatura TERMO DE ADESÃO 1) A comissão de formatura será formada pelos seguintes alunos: Ana Paula

Leia mais

ENTRE A CARIDADE E A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA:

ENTRE A CARIDADE E A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: ENTRE A CARIDADE E A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: As diversas atividades desempenhadas pela Santa Casa de Misericórdia na Parahyba imperial Naiara Ferraz B. ALVES Ms.Profª. Ensino Fundamental II Município de

Leia mais

História 4 o ano Unidade 8

História 4 o ano Unidade 8 História 4 o ano Unidade 8 Nome: Unidade 8 Data: 1. Associe as colunas. (A) Vila de São Vicente (B) Vila de São Paulo de Piratininga ( ) a produção de cana-de-açúcar não prosperou. ( ) tinha clima e solo

Leia mais

O JUIZO DO SERVO DE DEUS

O JUIZO DO SERVO DE DEUS O JUIZO DO SERVO DE DEUS ANTES CRESCEI NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO DE NOSSO SENHOR E SALVADOR JESUS CRISTO. A ELE SEJA DADA A GLÓRIA, ASSIM AGORA, COMO NO DIA DA ETERNIDADE. AMÉM. 2PEDRO 3:18 Introdução

Leia mais

POR QUE É PRECISO TER CONSCIÊNCIA NEGRA?

POR QUE É PRECISO TER CONSCIÊNCIA NEGRA? POR QUE É PRECISO TER CONSCIÊNCIA NEGRA? Qualquer sociedade que busca o desenvolvimento da democracia precisa dar especial atenção aos anseios sociais e colocá-los à frente de nossos anseios pessoais.

Leia mais

IGREJA DE CRISTO INTERNACIONAL DE BRASÍLIA ESCOLA BÍBLICA MÓDULO I - O NOVO TESTAMENTO. PAULO E A CARTA AOS romanos

IGREJA DE CRISTO INTERNACIONAL DE BRASÍLIA ESCOLA BÍBLICA MÓDULO I - O NOVO TESTAMENTO. PAULO E A CARTA AOS romanos IGREJA DE CRISTO INTERNACIONAL DE BRASÍLIA ESCOLA BÍBLICA MÓDULO I - O NOVO TESTAMENTO Aula XVIII O fim do PROGRAMA DE PAULO E A CARTA AOS romanos A SEGUNDA CARTA AOS CORÍNTIOS Conteúdo A segunda carta

Leia mais

Objetivo Analisar a missão de João Batista, à luz da Doutrina Espírita.

Objetivo Analisar a missão de João Batista, à luz da Doutrina Espírita. Objetivo Analisar a missão de João Batista, à luz da Doutrina Espírita. E, naqueles dias, apareceu João Batista pregando no deserto da Judeia e dizendo: Arrependei-vos, porque é chegado o Reino dos céus.

Leia mais

O protocolo não se limita às normas escritas que regem o cerimonial do estado. Inclui também as normas de cortesia que facilitam a vida em sociedade,

O protocolo não se limita às normas escritas que regem o cerimonial do estado. Inclui também as normas de cortesia que facilitam a vida em sociedade, O protocolo não se limita às normas escritas que regem o cerimonial do estado. Inclui também as normas de cortesia que facilitam a vida em sociedade, seja em casa, seja na empresa. A cortesia baseia-se

Leia mais

AUTÓPSIA DO MEDO (Contos) Clóvis Oliveira Cardoso

AUTÓPSIA DO MEDO (Contos) Clóvis Oliveira Cardoso Índice 01 Índice; 02 Autópsia do Medo; 03 Agradecimentos; 04 Senhor... 05 Sigmund Freud; 06 Para Tânia; 07 DEUS sobre todas as coisas; 08 Era ele e o diabo; 16 Madrugada de terror; 21 Na Praça da Sé; 25

Leia mais

Associação Catarinense das Fundações Educacionais ACAFE PARECER DOS RECURSOS

Associação Catarinense das Fundações Educacionais ACAFE PARECER DOS RECURSOS 12) Segundo Marx,as relações de produção ou a natureza da produção e a organização do trabalho, determinam a organização de uma sociedade em um específico momento histórico. Em relação ao pensamento de

Leia mais

TRÊS AMIGOS NO SENHOR, AMIGO FIEL. Inácio, uma fundação Xavier, uma missão Fabro, uma oração

TRÊS AMIGOS NO SENHOR, AMIGO FIEL. Inácio, uma fundação Xavier, uma missão Fabro, uma oração TRÊS AMIGOS NO SENHOR, AMIGO FIEL Exercício para a festa de Santo Inácio no Jubileu de 2006 Inácio, uma fundação Xavier, uma missão Fabro, uma oração R. Paiva, SJ A um ou dois passos do lugar onde farei

Leia mais

Filosofia Iluminista. Profª Karina Oliveira Bezerra Unidade 01. Capítulo 04: p Unidade 08. Capítulo 05: pg

Filosofia Iluminista. Profª Karina Oliveira Bezerra Unidade 01. Capítulo 04: p Unidade 08. Capítulo 05: pg Filosofia Iluminista Profª Karina Oliveira Bezerra Unidade 01. Capítulo 04: p.57-58 Unidade 08. Capítulo 05: pg. 442-446 Filosofia da Ilustração ou Iluminismo (meados do século XVIII ao começo do século

Leia mais

antropologia & cultura

antropologia & cultura antropologia & cultura carlos joão correia estudos africanos filosofia artes & humanidades 2011-2012/2ºsemestre Dopamina Serotonina Acetilcolina Glutamato Opiáceos (ex: endorfinas) Noradrelanina... a presença

Leia mais

Os quatro "passos" da leitura orante

Os quatro passos da leitura orante A leitura orante nada mais é do que a maneira como gerações e gerações de judeus e cristãos leram as Sagradas Escrituras, procurando nelas uma palavra do Deus vivo para a sua vida, em cada momento de sua

Leia mais

LITHO FORMAS, S.A. Contrato de Sociedade. CAPÍTULO I Denominação social, forma e duração

LITHO FORMAS, S.A. Contrato de Sociedade. CAPÍTULO I Denominação social, forma e duração LITHO FORMAS, S.A. Contrato de Sociedade CAPÍTULO I Denominação social, forma e duração Artigo 1º 1. A sociedade tem a denominação de Litho Formas, S.A., e teve o seu início em 5 de Dezembro de 1966. 2.

Leia mais

AS IRMANDADES RELIGIOSAS DE AFRICANOS E AFRODESCENDENTES THE BRAZILIAN AFRO-DESCENDANTS CATHOLIC BROTHERHOODS

AS IRMANDADES RELIGIOSAS DE AFRICANOS E AFRODESCENDENTES THE BRAZILIAN AFRO-DESCENDANTS CATHOLIC BROTHERHOODS AS IRMANDADES RELIGIOSAS DE AFRICANOS E AFRODESCENDENTES Aluna ouvinte do mestrado em Antropologia Social, na Universidade Federal de Santa Catarina UFSC. E-mail: tecristi@gmail.com RESUMO: Neste artigo

Leia mais

Confraria do Santíssimo Sacramento de São Marcos do Campo

Confraria do Santíssimo Sacramento de São Marcos do Campo Junta de Freguesia de Campo Arquivo Histórico Confraria do Santíssimo Sacramento de São Marcos do Campo Acessibilidade: Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz Arquivo Municipal 7200-370 Reguengos de

Leia mais

DOMINGO V 215 DOMINGO V DA PÁSCOA. LEITURA I Actos 6,1-7. «Escolheram sete homens cheios do Espírito Santo...»

DOMINGO V 215 DOMINGO V DA PÁSCOA. LEITURA I Actos 6,1-7. «Escolheram sete homens cheios do Espírito Santo...» DOMINGO V 215 DOMINGO V DA PÁSCOA LEITURA I Actos 6,1-7 «Escolheram sete homens cheios do Espírito Santo...» Leitura dos Actos dos Apóstolos Naqueles dias, aumentando o número dos discípulos, os helenistas

Leia mais

OS CARETOS DE PODENCE

OS CARETOS DE PODENCE OS CARETOS DE PODENCE Nesta época em que celebramos o adeus á carne ou a carne nada vale festa pagã, com origem na antiga Grécia, pelos anos de 600 a 500 a.c.. segundo algumas opiniões, outras que são

Leia mais

ORAÇÃO UNIVERSAL. Os modelos I VII são retirados do Ritual do Matrimónio da Conferência Episcopal Portuguesa. MODELO I

ORAÇÃO UNIVERSAL. Os modelos I VII são retirados do Ritual do Matrimónio da Conferência Episcopal Portuguesa. MODELO I ORAÇÃO UNIVERSAL Os modelos I VII são retirados do Ritual do Matrimónio da Conferência Episcopal Portuguesa. MODELO I Celebrando o especial dom da graça e da caridade, com que Deus Se dignou consagrar

Leia mais

Anexo Entrevista G2.5

Anexo Entrevista G2.5 Entrevista G2.4 Entrevistado: E2.5 Idade: 38 anos Sexo: País de origem: Tempo de permanência em Portugal: Feminino Ucrânia 13 anos Escolaridade: Imigrações prévias: --- Ensino superior (professora) Língua

Leia mais

RESUMO. Introdução. Rodrigo do Nascimento Amorim 1

RESUMO. Introdução. Rodrigo do Nascimento Amorim 1 Práticas sociais e religiosas entre os homens de cor de Cachoeira no Século XIX: um estudo sobre a irmandade do Bom Jesus da Paciência. Rodrigo do Nascimento Amorim 1 digaonasamorim@yahoo.com.br RESUMO

Leia mais

Crisma 2010/2011 Encontro 29 Tempo Liturgico e Quaresma 10/02/2011. Crisma 2010/2011. Encontro 29 Tempo Liturgico e Quaresma

Crisma 2010/2011 Encontro 29 Tempo Liturgico e Quaresma 10/02/2011. Crisma 2010/2011. Encontro 29 Tempo Liturgico e Quaresma Crisma 2010/2011 Encontro 29 Tempo Liturgico e Quaresma O Ano litúrgico é o período de doze meses, divididos em tempos litúrgicos, onde se celebram como memorial, os mistérios de Cristo, assim como a memória

Leia mais

FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS

FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS Unidade I FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL Prof. José Junior O assistencialismo O conceito de assistencialismo estabelece uma linha tênue com o conceito de assistência,

Leia mais

Evangelização Espírita Ismênia de Jesus Plano de Aula Jardim (3 a 5 anos)

Evangelização Espírita Ismênia de Jesus Plano de Aula Jardim (3 a 5 anos) Centro Espírita Ismênia de Jesus Evangelização Espírita Ismênia de Jesus Plano de Aula Jardim (3 a 5 anos) Plano de Aula 05 Educadora: Edma e Priscila Dia: 14/03/2016 Horário: 20h as 21h Título: Pai Nosso

Leia mais

Educação Moral e Religiosa Católica

Educação Moral e Religiosa Católica Agrupamento de Escolas de Mondim de Basto Ano letivo: 016/17 Educação Moral e Religiosa Católica Planos de Unidade do 1º ano de escolaridade Unidade letiva 1: Ter um coração bom Metas: B. Construir uma

Leia mais

A cartografia do período colonial brasileiro e a Igreja Católica

A cartografia do período colonial brasileiro e a Igreja Católica A cartografia do período colonial brasileiro e a Igreja Católica Ana de Lourdes Ribeiro da Costa Professora Adjunta da Faculdade de Arquitetura da UFBA Esta representação marcada pelo elemento religioso

Leia mais

A CENTRALIDADE DE DUQUE DE CAXIAS NA OFERTA DE SERVIÇOS DE SAÚDE PARA BELFORD ROXO NA BAIXADA FLUMINENSE

A CENTRALIDADE DE DUQUE DE CAXIAS NA OFERTA DE SERVIÇOS DE SAÚDE PARA BELFORD ROXO NA BAIXADA FLUMINENSE A CENTRALIDADE DE DUQUE DE CAXIAS NA OFERTA DE SERVIÇOS DE SAÚDE PARA BELFORD ROXO NA BAIXADA FLUMINENSE Autor: Celso Guilherme de Souza Silva Estudante de Geografia da Universidade do Estado do Rio de

Leia mais

PROJETO FILME MADRE TEREZA

PROJETO FILME MADRE TEREZA Madre Teresa de Calcutá. Tesouro da humanidade: mística, sábia e santa. Turmas dos 9ºs anos - Capítulo 8 - Livro didático(2015). PROJETO FILME MADRE TEREZA TEMA : OS FENÔMENOS RELIGIOSOS: O SER HUMANO

Leia mais

EXALTAÇÃO A MARIA SANTÍSSIMA REFLEXÕES SOBRE A SALVE-RAINHA

EXALTAÇÃO A MARIA SANTÍSSIMA REFLEXÕES SOBRE A SALVE-RAINHA EXALTAÇÃO A MARIA SANTÍSSIMA REFLEXÕES SOBRE A SALVE-RAINHA Coleção Com Maria ٠ Exaltação a Maria Santíssima: reflexões sobre a Salve-Rainha, Gemma Scardini ٠ Maria de Jesus: sua vida e missão, José Dias

Leia mais

Por coincidência, descia por aquele caminho um sacerdote que, ao vê-lo, passou ao largo.

Por coincidência, descia por aquele caminho um sacerdote que, ao vê-lo, passou ao largo. 25 Levantou-se, então, um doutor da Lei e perguntou-lhe, para o experimentar: «Mestre, que hei-de fazer para possuir a vida eterna?» 26 Disse-lhe Jesus: «Que está escrito na Lei? Como lês?» 27 O outro

Leia mais

Ano Jubilar e suas graças

Ano Jubilar e suas graças Ano Jubilar e suas graças O Jubileu é uma comemoração religiosa da Igreja Católica, celebrada dentro de um Ano Santo, mas o que difere deste é que a celebração jubilar é feita de 25 em 25 anos. A celebração

Leia mais

Identificação. F03 Duração da entrevista 18:12 Data da entrevista Ano de nascimento (Idade) 1974 (36) Local de nascimento/residência

Identificação. F03 Duração da entrevista 18:12 Data da entrevista Ano de nascimento (Idade) 1974 (36) Local de nascimento/residência 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 Identificação F03 Duração da entrevista 18:12 Data da entrevista 4-5-2011 Ano de nascimento (Idade) 1974 (36) Local de

Leia mais

RESUMO - EVOLUÇÃO HISTÓRICA DAS POLÍTICAS DE SAÚDE NO BRASIL LINHA DO TEMPO Prof.ª Natale Souza

RESUMO - EVOLUÇÃO HISTÓRICA DAS POLÍTICAS DE SAÚDE NO BRASIL LINHA DO TEMPO Prof.ª Natale Souza RESUMO - EVOLUÇÃO HISTÓRICA DAS POLÍTICAS DE SAÚDE NO BRASIL LINHA DO TEMPO Prof.ª Natale Souza A Constituição Federal de 1988 deu nova forma à saúde no Brasil, estabelecendo-a como direito universal.

Leia mais

Programa. sujeito a confirmação

Programa. sujeito a confirmação PROGRAMA Programa sujeito a confirmação 2016 NOV. 17 Sessão inaugural Conferência por Sua Excelência Reverendíssima o Bispo Auxiliar de Lisboa, D. Nuno Brás da Silva Martins 23h00 Terreiro D. João V, Sessão

Leia mais