Lei /2015: As Regras para a propaganda eleitoral 2016.

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2 Lei /2015: As Regras para a propaganda eleitoral 2016.

3 Calendário eleições Agosto: -05: último dia para realizações de convenções partidárias. -15: Último dia para os partidos e coligações pedirem o registro de candidatos. -16: Início do período permitido para a realização da campanha eleitoral. -26: Início da propaganda de rádio e tv.

4 Calendário eleições Setembro: - 9 a 13: prestação de contas parcial. -29: último dia de propaganda de rádio e tv Outubro: -02: dia do 1º turno. -30: dia do 2º turno (acima de 200 mil eleitores)

5 Calendário eleições Novembro: -1: prestação de contas final de todos os candidatos que não concorrem ao 2º turno e partidos políticos. -19: prestação de contas candidatos que disputaram o 2º turno e respectivos partidos políticos, em todas as esferas, ainda que coligados, bem como os demais partidos que realizaram doações ou gastos em benefício destas candidaturas.

6 Propaganda antecipada. Pode ou não pode? Art. 36-A. Não configuram propaganda eleitoral antecipada, desde que não envolvam pedido explícito de voto, a menção à pretensa candidatura, a exaltação das qualidades pessoais dos pré-candidatos e os seguintes atos, que poderão ter cobertura dos meios de comunicação social, inclusive via internet:

7 Propaganda de rua. Pode ou não pode? PROPAGANDA ANTECIPADA = VANTAGEM! Vantagem do candidato sobre outro candidato. Vantagem do eleitor sobre outro eleitor.

8 Propaganda antecipada. Pode ou não pode? Participação de filiados a partidos políticos ou de pré-candidatos em entrevistas, programas, encontros ou debates no rádio, na televisão e na internet, inclusive com a exposição de plataformas e projetos políticos; Realização de encontros, seminários ou congressos, em ambiente fechado e a expensas dos partidos políticos, para tratar da organização dos processos eleitorais, discussão de políticas públicas, planos de governo ou alianças partidárias visando às eleições, podendo tais atividades ser divulgadas pelos instrumentos de comunicação intrapartidária;

9 Propaganda antecipada. Pode ou não pode? Realização de prévias partidárias e a respectiva distribuição de material informativo, a divulgação dos nomes dos filiados que participarão da disputa e a realização de debates entre os pré-candidatos; Divulgação de atos de parlamentares e debates legislativos, desde que não se faça pedido de votos;

10 Propaganda antecipada. Pode ou não pode? Realização, a expensas de partido político, de reuniões de iniciativa da sociedade civil, de veículo ou meio de comunicação ou do próprio partido, em qualquer localidade, para divulgar ideias, objetivos e propostas partidárias. Divulgação de posicionamento pessoal sobre questões políticas, inclusive nas redes sociais;

11 Propaganda antecipada. Pode ou não pode? Veiculação de outdoor É firme o entendimento desta Corte de ser inviável a aplicação de multa por propaganda eleitoral antecipada quando, na mensagem veiculada em outdoor, não há pedido de voto, menção à candidatura ou outras circunstâncias que sinalizem o objetivo do candidato de angariar a simpatia do eleitor e consequentemente o apoio em futura eleição. (TSE. Ag. Reg. em RESPE nº 143, Rel. Min. Gilmar Mendes, Publicado em 17/08/2015).

12 Propaganda de rua. Pode ou não pode? Brindes e distribuição de material: Art. 13. São vedadas na campanha eleitoral confecção, utilização, distribuição por comitê, candidato, ou com a sua autorização, de camisetas, chaveiros, bonés, canetas, brindes, cestas básicas ou quaisquer outros bens ou materiais que possam proporcionar vantagem ao eleitor, respondendo o infrator, conforme o caso, pela prática de captação ilícita de sufrágio, emprego de processo de propaganda vedada e, se for o caso, pelo abuso do poder (Lei nº 9.504/1997, art. 39, 6º; Código Eleitoral, arts. 222 e 237; e Lei Complementar nº 64/1990, art. 22).

13 Propaganda de rua. Pode ou não pode? Bens Públicos: Art. 14. Nos bens cujo uso dependa de cessão ou permissão do poder público, ou que a ele pertençam, e nos bens de uso comum, inclusive postes de iluminação pública, sinalização de tráfego, viadutos, passarelas, pontes, paradas de ônibus e outros equipamentos urbanos, é vedada a veiculação de propaganda de qualquer natureza, inclusive pichação, inscrição a tinta e exposição de placas, estandartes, faixas, cavaletes, bonecos e assemelhados (Lei nº 9.504/1997, art. 37, caput).

14 Propaganda de rua. Pode ou não pode? Bens Particulares. Art. 15. Em bens particulares, independe de obtenção de licença municipal e de autorização da Justiça Eleitoral a veiculação de propaganda eleitoral, desde que seja feita em adesivo ou em papel, não exceda a meio metro quadrado e não contrarie a legislação eleitoral, sujeitando-se o infrator às penalidades previstas no 1º do art. 14 (Lei nº 9.504/1997, art. 37, 2º). 1º A justaposição de adesivo ou de papel cuja dimensão exceda a meio metro quadrado caracteriza propaganda irregular, em razão do efeito visual único, ainda que a publicidade, individualmente, tenha respeitado o limite previsto.

15 Propaganda de rua. Pode ou não pode? 2º A veiculação de propaganda eleitoral em bens particulares deve ser espontânea e gratuita, sendo vedado qualquer tipo de pagamento em troca de espaço para essa finalidade (Lei nº 9.504/1997, art. 37, 8º). 3º É proibido colar propaganda eleitoral em veículos, exceto adesivos microperfurados até a extensão total do para-brisa traseiro e, em outras posições, adesivos até a dimensão máxima fixada no 2º do art. 16, observado o disposto no 1º deste artigo. (50 cm x 40 cm).

16 Propaganda de rua. Pode ou não pode? Adesivos e hashtags [...] não há como entender pela configuração de propaganda subliminar, relativa às eleições municipais, a publicação de texto em adesivo contendo o nome de futuro candidato, logo depois de símbolo relativo a endereço do twitter e da palavra "siga", seguido da expressão "Deputado Federal", cargo exercido pelo representado. (TSE. Ag. Reg. em RESPE nº 13066, Rel. des. Min. Henrique Neves, Publicado em 27/11/2013).

17 Propaganda de rua. Pode ou não pode? Adesivos e hashtags [...] apenas não configura propaganda antecipada a colocação do nome de suposto candidato em adesivos de veículos caso eles não reúnam apelo explícito ou implícito de associação à eventual candidatura. (TSE. Ag. Reg. em AI nº , Rel. Min. Arnaldo Versiani, Publicado em 09/05/2011). Não configura propaganda eleitoral antecipada, a colocação de adesivo em poucos veículos contendo o nome da pessoa sem que haja elemento caracterizador de eventual pedido de voto, ainda que de forma dissimulada, sem qualquer menção a cargo político, ou mesmo às eleições. (TRE-PR. RE nº 4548, Rel. Rogério Coelho, Publicado em 09/05/2012).

18 Propaganda de rua. Pode ou não pode? Bandeiras. Estão permitidas ao longo das vias públicas, desde que móveis e não dificultem o bom andamento do trânsito de pessoas e veículos. Podem, até mesmo, serem afixadas em local público, porém devem ser retiradas e colocadas diariamente entre as 6h e 22h. A legislação não especificou tamanho! Lei nº 9.504/97, art. 37, 6º.

19 Condutas vedadas. Art. 62. São proibidas aos agentes públicos, servidores ou não, as seguintes condutas tendentes a afetar a igualdade de oportunidades entre candidatos nos pleitos eleitorais: I - ceder ou usar, em benefício de candidato, de partido político ou de coligação, bens móveis ou imóveis pertencentes à administração direta ou indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Territórios e dos Municípios, ressalvada a realização de convenção partidária; II - usar materiais ou serviços, custeados pelos governos ou casas legislativas, que excedam as prerrogativas consignadas nos regimentos e normas dos órgãos que integram;

20 Condutas vedadas. III - ceder servidor público ou empregado da administração direta ou indireta federal, estadual ou municipal do Poder Executivo, ou usar de seus serviços, para comitês de campanha eleitoral de candidato, de partido político ou de coligação, durante o horário de expediente normal, salvo se o servidor ou o empregado estiver licenciado; IV - fazer ou permitir uso promocional em favor de candidato, de partido político ou de coligação, de distribuição gratuita de bens e serviços de caráter social custeados ou subvencionados pelo poder público;

21 Condutas vedadas. V - nomear, contratar ou de qualquer forma admitir, demitir sem justa causa, suprimir ou readaptar vantagens ou por outros meios dificultar ou impedir o exercício funcional e, ainda, ex officio, remover, transferir ou exonerar servidor público, na circunscrição do pleito, a partir de 2 de julho de 2016 até a posse dos eleitos, sob pena de nulidade de pleno direito, ressalvadas: a) a nomeação ou exoneração de cargos em comissão e designação ou dispensa de funções de confiança; b) a nomeação para cargos do Poder Judiciário, do Ministério Público, dos Tribunais ou conselhos de contas e dos órgãos da Presidência da República;

22 Condutas vedadas. c) a nomeação dos aprovados em concursos públicos homologados até o início daquele prazo; d) a nomeação ou contratação necessária à instalação ou ao funcionamento inadiável de serviços públicos essenciais, com prévia e expressa autorização do chefe do Poder Executivo; e) a transferência ou a remoção ex officio de militares, de policiais civis e de agentes penitenciários.

23 Condutas vedadas. VI - a partir de 2 de julho de 2016 até a realização do pleito: a) realizar transferência voluntária de recursos da União aos Estados e Municípios, e dos Estados aos Municípios, sob pena de nulidade de pleno direito, ressalvados os recursos destinados a cumprir obrigação formal preexistente para a execução de obra ou serviço em andamento e com cronograma prefixado, e os destinados a atender situações de emergência e de calamidade pública; b) com exceção da propaganda de produtos e serviços que tenham concorrência no mercado, autorizar publicidade institucional de atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos ou das respectivas entidades da administração indireta, salvo em caso de grave e urgente necessidade pública, e via Justiça Eleitoral;

24 Condutas vedadas. c) fazer pronunciamento em cadeia de rádio e televisão fora do horário eleitoral gratuito, salvo quando, a critério da Justiça Eleitoral, tratar-se de matéria urgente, relevante e característica das funções de governo. VII - realizar, no primeiro semestre do ano de eleição, despesas com publicidade dos órgãos públicos ou das respectivas entidades da administração indireta, que excedam a média dos gastos no primeiro semestre dos três últimos anos que antecedem o pleito;

25 Condutas vedadas. c) fazer pronunciamento em cadeia de rádio e televisão fora do horário eleitoral gratuito, salvo quando, a critério da Justiça Eleitoral, tratar-se de matéria urgente, relevante e característica das funções de governo. VII - realizar, no primeiro semestre do ano de eleição, despesas com publicidade dos órgãos públicos ou das respectivas entidades da administração indireta, que excedam a média dos gastos no primeiro semestre dos três últimos anos que antecedem o pleito;

26 Condutas vedadas. Art. 63. A publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou de servidores públicos (Constituição Federal, art. 37, 1º). Parágrafo único. Configura abuso de autoridade, para os fins do disposto no art. 22 da Lei Complementar nº 64/1990, a infringência do fixado no caput, ficando o responsável, se candidato, sujeito ao cancelamento do registro de sua candidatura ou do diploma (Lei nº 9.504/1997, art. 74).

27 Condutas vedadas. Art. 64. A partir de 2 de julho de 2016, na realização de inaugurações, é vedada a contratação de shows artísticos pagos com recursos públicos (Lei nº 9.504/1997, art. 75). Parágrafo único. Nos casos de descumprimento do disposto neste artigo, sem prejuízo da suspensão imediata da conduta, o candidato beneficiado, agente público ou não, ficará sujeito à cassação do registro ou do diploma (Lei nº 9.504/1997, art. 75, parágrafo único).

28 Condutas vedadas. Art. 65. É proibido a qualquer candidato comparecer, a partir de 2 de julho de 2016, a inaugurações de obras públicas (Lei nº 9.504/1997, art. 77, caput). 1º A inobservância do disposto neste artigo sujeita o infrator à cassação do registro ou do diploma (Lei nº 9.504/1997, art. 77, parágrafo único). 2º A realização de evento assemelhado ou que simule inauguração poderá ser apurada na forma do art. 22 da Lei Complementar nº 64/1990 ou ser verificada na ação de impugnação de mandato eletivo.

29 Financiamento de campanha. De quem eu posso receber? Normativa: Resolução TSE n.º /2015. Doações apenas por pessoas físicas e limitadas a 10% de seus rendimentos brutos. Quem declarou isento neste ano pode doar até R$ 2284,00. Estão vedadas tanto doações a campanhas eleitorais (candidatos) quanto a partidos políticos, financeiras ou estimáveis em dinheiro, por pessoas jurídicas.

30 Financiamento de campanha. Quando eu posso receber recurso? O recebimento qualquer doação somente pode ser feito após: (1) o requerimento do registro de candidatura (agora em 15 de agosto de 2015); (2) a criação do CNPJ de campanha; (3) a abertura da conta específica de campanha; (4) a emissão dos recibos eleitorais (art. 22 e 22-A da Lei Eleitoral)

31 Limites de gastos. Quanto eu posso gastar? Art. 1º O limite de gastos nas campanhas eleitorais dos candidatos às eleições para prefeito e vereador em 2016 será definido com base nos maiores gastos declarados, na respectiva circunscrição, na eleição de 2012, observado o seguinte: I.- nas eleições para prefeito, o limite será de: A)70% do maior gasto declarado para o cargo em 2012, em municípios com apenas um turno; B)50% do maior gasto declarado para o cargo em 2012, no primeiro turno, e 30% trinta por cento, no segundo turno, em caso de dois turnos.

32 Limites de gastos. II - Nas eleições para vereador, o limite será de 70% do maior gasto contratado na circunscrição para o respectivo cargo na eleição de Gasto máximo para Porto Alegre: Prefeito: R$ ,99 (1º turno) ,20 (2º turno) Vereador: R$ ,34 NENHUM CENTAVO A MAIS!

33 Limites de gastos. Gastos próprios: Art. 21 1º O candidato poderá usar recursos próprios em sua campanha até o limite de gastos estabelecido na forma do art. 4º para o cargo ao qual concorre (Lei nº 9.504/1997, art. 23, 1 ). 2º O limite previsto no caput não se aplica a doações estimáveis em dinheiro relativas à utilização de bens móveis ou imóveis de propriedade do doador, desde que o valor estimado não ultrapasse R$ ,00 (oitenta mil reais) (Lei nº 9.504/1997, art. 23, 7º). 3º A doação acima dos limites fixados neste artigo sujeita o infrator ao pagamento de multa no valor de cinco a dez vezes a quantia em excesso, sem prejuízo de responder o candidato por abuso do poder econômico, nos termos do art. 22 da Lei Complementar nº 64/1990

34 5. Limites de gastos. II - Nas eleições para vereador, o limite será de 70% do maior gasto contratado na circunscrição para o respectivo cargo na eleição de Gasto máximo para Viamão: Prefeito: R$ ,60 Vereador: R$ ,40 NENHUM CENTAVO A MAIS!

35 MUITO OBRIGADO! Contato: Telefones: (51) (51)

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