COMPANHIA HABITASUL DE PARTICIPAÇÕES

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1 COMPANHIA HABITASUL DE PARTICIPAÇÕES DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ANUAIS COMPLETAS 2012

2 Companhia Habitasul de Participações RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 31/12/2012 Apresentamos aos senhores acionistas e ao público em geral as Demonstrações Contábeis e o Relatório dos Auditores Independentes sobre a Revisão de Informações referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2012 da Companhia Habitasul de Participações, holding das empresas que compõem a Área Imobiliária da HABITASUL. Estes números, consolidados na controladora, contemplam a situação patrimonial e o resultado das empresas operacionais controladas pela Companhia. Os demonstrativos também apresentam os resultados obtidos através da participação societária que a Companhia possui na Irani Participações S/A e na Celulose Irani S/A. A Receita Líquida da Companhia e suas Controladas, por segmento, ao final do exercício de 2012 foi de R$ mil apresentando uma redução de 13,71% em relação ao exercício de 2011 conforme demonstrado abaixo. A queda da receita liquida decorre, basicamente, da redução verificada na venda de imóveis. R$ Mil Distribuição da Receita Líquida Desenvolvimentos Im obiliarios Hotelaria e Turismo Gestão de Créditos e Outros Servicos Receita Líquida por Empresa HCI 25,34% Outras 0,45% JPH 10,77% HLP 12,01% HEI 15,96% JIAH 5,94% HEI JIAH HDI HLP JPH HCI Habitasul Empreendimentos Imobiliários Ltda JI Administração Hoteleira Ltda Habitasul Desenvolvimentos Imobiliários S/A Hotel Laje de Pedra S/A Jurerê Praia Hotel Habitasul Crédito Imobiliário S/A em Transformação para Habitasul Negócios Imobiliários e Administração de Bens S/A HDI 29,52%

3 1 Desempenho das Controladas 1.1 Desenvolvimentos Imobiliários a) Demonstrativo das Vendas por Empresa: As vendas acumuladas de Imóveis no exercício apresentaram a seguinte situação. R$ mil Empresa Empreendimento Variação Habitasul Desenvolvimentos Imobiliários S/A Amoraeville - Jurerê Internacional/SC Portoverde Alvorada/RS ,90% Vale Ville Gravataí/RS (21,96%) Vale do Sol Cachoeirinha/RS (93,17%) Imóveis Avulsos / RS (3,63%) Habitasul Empreendimentos Imobiliários Ltda. IL Campanário - Jurerê Internacional/SC (62,55%) Lotes Jurerê Internacional / SC (43,86%) Arte Dell Acqua Ltda. Arte Dell Acqua II - Jurerê Internacional/SC JI Negócios Imobiliários Ltda Lotes Jurere Internacional / SC Total (44,91%) A queda verificada na venda de imóveis decorre, basicamente, do menor volume de vendas no Empreendimento Vale do Sol e dos Empreendimentos em Jurerê Internacional, em razão do término das vendas de imóveis prontos, nestes Empreendimentos, no exercício de b) Investimentos Realizados: Os principais investimentos realizados no exercício de 2012 totalizaram o valor de R$ mil, assim distribuídos: R$ mil Variação IL Campanário SC (72,63%) Arte Dell Aqcua III (85,60%) Outros SC ,46% Vale Ville RS (15,87%) Outros RS ,34% Total (23,16%) Os principais investimentos realizados no período foram nas obras do Empreendimento Vale Ville Gravataí RS, que disponibilizaram à venda 169 lotes da 2ª Fase do empreendimento. Além disto, foram realizados pequenos investimentos de manutenção em empreendimentos concluídos. 1.2 Hotelaria e Turismo A variação da receita liquida do segmento de Hotelaria e Turismo apresentou crescimento em relação ao exercício anterior devido, basicamente: i) ao inicio das atividades de gastronomia pelo Jurerê Praia Hotel Ltda., que passou a operar o setor de alimentos e bebidas do Hotel Il Campanário Villagio Resort a partir de abril de 2011 e também o restaurante Simple on the Beach em Jurerê Internacional; ii) ao aumento das receitas de hospedagem e alimentos e bebidas na Controlada Hotel Laje de Pedra S/A e iii) ao aumento das receitas com taxas de administração da Controlada JI Administradora Hoteleira Ltda. Receita Liquida de Vendas e Serviços R$ mil Variação Hotel Laje de Pedra S/A ,04% Jurerê Praia Hotel Ltda ,30% JI Administradora Hoteleira Ltda ,82% Total ,43%

4 2 - Indicadores Econômicos (Consolidado) Empréstimos e Financiamentos Correntes Líquidos O aumento dos Empréstimos e Financiamentos Correntes Líquidos reflete o aumento das necessidades de capital de giro decorrentes do menor volume de vendas apresentado. Empréstimos e Financiamentos Correntes (Líquidos) (*) R$ mil Variação Curto Prazo ,89% Longo Prazo (6,82%) Total ,44% (*) Deduzido o caixa e equivalentes de caixa. 2.2 Impostos e Contribuições Contempla, além dos Impostos e Contribuições referentes ao atual Exercício, os parcelamentos de tributos detalhados na Nota Explicativa nº 16 das Demonstrações Contábeis. Impostos e Contribuições R$ mil Variação Curto Prazo (12,08%) Longo Prazo (21,30%) Total (15,56%) 2.3 Clientes A redução na conta de clientes no exercício de 2012 em relação ao exercício anterior decorre, basicamente, da queda apresentada nas vendas e dos recebimentos ocorridos no período. Clientes R$ mil Variação Curto Prazo (29,97%) Longo Prazo ,27% Total (2,50%) 3 Prestação de outros serviços pelo Auditor Independente A Diretoria da Companhia, em atenção ao que dispõe a Instrução nº 381/03 da Comissão de Valores Mobiliários, informa que a Nardon, Nasi Auditores Independentes S/S, na qualidade de firma responsável pela auditoria externa das demonstrações contábeis da Companhia e de suas controladas, não prestou outros serviços nãorelacionados aos trabalhos típicos dos auditores independentes durante o exercício de 2012 e até a emissão do seu Relatório sobre a Revisão de Informações das Demonstrações Contábeis de 31 de dezembro de A relação da Companhia com os auditores independentes está baseada nos princípios que regem uma auditoria independente: a) o auditor não deve auditar o seu próprio trabalho; b) o auditor não deve ter nenhuma participação na administração da Companhia; c) o auditor não pode ter participação em ações que possam trazer interesse à Companhia. 4 - Revisão, Discussão e Aprovação do Relatório dos Auditores Independentes e Demonstrações Contábeis Atendendo ao que dispõe o Art. 25 da Instrução nº 480/09 da Comissão de Valores Mobiliários, a Diretoria da Companhia declara que revisou, discutiu e concordou com a opinião expressa no Relatório dos Auditores Independentes, emitido em 27 de março de 2013, e com as Demonstrações Contábeis relativas ao período encerrado em 31 de dezembro de 2012 (Controladora e Consolidado).

5 5 Mercado de Capitais O capital social da Companhia é composto por ações, sendo ordinárias e preferenciais. 6 Dividendos A Administração da Companhia está propondo a distribuilção de dividendos referentes ao exercício de 2012 no valor de R$ mil. O cálculo da formação da base dos dividendos está demonstrado na Nota Explicativa nº Perspectivas Através das controladas, a Companhia, vai prosseguir os esforços na comercialização dos imóveis concluídos e na busca de alternativas para produção e comercialização de imóveis destinados a clientes com perfil de média e baixa renda. No segmento de Hotelaria e Turismo a consolidação dos investimentos e com a nova estrutura de Gestão, a Companhia acredita que o segmento está apto para obter melhores níveis de rentabilidade. 8 Agradecimentos Agradecemos aos colaboradores pelo empenho e dedicação de sempre, e aos acionistas, clientes, fornecedores e instituições financeiras pela confiança e pelo apoio que nos dispensaram no período. Porto Alegre, 27 de março de A Administração

6 BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO (Em milhares de reais) Nota CO NT RO LADO RA CO NSO LIDADO Nota CO NTRO LADO RA CO NSO LIDADO AT IVO Explicativa a PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Explicativa a CIRCULANTE CIRCULANT E Caixa e equivalentes de caixa Fornecedores Caixa e bancos Empréstimos e financiamentos Aplicações financeiras Provisão para pagamentos a efetuar Participações estatutárias e dividendos Créditos Impostos taxas e contribribuicões Clientes Outras exigibilidades Outros créditos Impostos a recuperar NÃO CIRCULANTE Es toques Empréstimos e financiamentos NÃO CIRCULANTE Provisão passivos p/contingentes Partes relacionadas Realizável a longo prazo Impostos, taxas e contribuições Clientes Outras exigibilidades Partes relacionadas Tributos diferidos Direitos creditícios Devedores p/depósito em garantia Tributos diferidos Depósitos judiciais e cauções PATRIMÔNIO LÍQUIDO Créditos retidos FGTS e FCVS Patrimônio líquido atribuído aos acionistas Outros créditos c controladores Capital social Inves timentos Reservas de capital Reservas de reavaliações Partic ipaç ões s oc ietárias Reservas de lucros Participações ipaç em controladas c oladas Ajuste de avaliação patrimonial Participações ipaç em coligadas c Outros O Patrimonio líquido atribuido aos acionistas Propriedades para investimentos não controladores Imobiliz ado IntangÍv el TOTAL DO ATIVO TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis

7 DEMONSTRAÇÕES DO S RESULTADO S DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM DEZEMBRO ( Em milhar es de reais ) Nota CO NTRO LADORA CONSO LIDADO Ex plic ativ a RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA (-) Custo das mercadorias e serviços vendidos - - ( ) ( ) RESULTADO BRUTO DESPESAS/RECEITAS OPERACIONAIS ( 1.587) ( 690) ( ) ( ) Com vendas (2.590) (3.158) Gerais e administrativas 26 (1.966) (909) (41.870) (36.300) Outras (despesas) receitas operacionais líquidas (3.537) Participação dos administradores (57) (219) (498) (1.330) LUCRO O PERACIONAL ANTES DO RESULTADO FINANCEIRO E DOS TRIBUTOS Resultado financeiro (3) 461 ( 6.828) (7.290) Receitas financeiras Despesas financeiras 27 (23) (216) (10.603) (13.071) RESULTADO ANTES DOS TRIBUTOS SOBRE O LUCRO Imposto de Renda e Contribuição Social sobre Lucro (162) ( 154) ( 3.381) (3.925) Corrente - - (1.545) (596) Diferido (162) ( 154) (1.836) (3.329) LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO Lucro atribuível a : Acionistas controladores Acionistas não controladores (8) (24) LUCRO POR MIL AÇÕES DO CAPITAL SOCIAL As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis

8 DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO (Em milhares de reais) Partic ipaç ão Res erv as de Res erv as de Reservas de Lucros Ajustes de Avaliação Patrimonial Luc ros / dos Patrimônio Capital Capital Ágio Reav aliaç ão Res erv a de Cus to atribuído Res erv a Res er v as (Prejuíz os ) TOTAL não Líquido total Soc ial na Conv er ç ão em Luc ros a Ativ o Imobiliz ado O utros Res ultados Legal Es tatutárias Ac umulados c ontroladores de Ações Controladas Realiz ar Contr oladas e Abrangentes SALDOS EM Realização reserva de reavaliação em controlada - - (156) Realização do ajuste de avaliação patrimonial em controladas e coligadas (20.541) Lucro líquido do exercício (24) Reversão dividendos prescritos Destinações propostas à assembléia geral: Reserva legal (487) Reserva estatutária (26.972) Dividendos propostos - - (6.407) (3.325) (9.732) - ( 9.732) SALDO EM Realização reserva de reavaliação em controlada - - (156) Realização do ajuste de avaliação patrimonial em controladas e coligadas (4.656) Hedge Accounting de fluxo de caixa em controladas e coligadas (3.100) - (3.100) - ( 3.100) Lucro líquido do exercício (8) 507 Destinações propostas à assembléia geral: Reserva legal ( 26) Reserva estatutária (5.088) Dividendos propostos (13.085) (213) (13.298) - (13.298) SALDO EM (3.100) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis

9 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA PARA EXERCÍCIOS FINDOS EM DEZEMBRO (Em milhares de reais) CO NTRO LADO RA CONSO LIDADO FLUXO DE CAIXA PROVENIENTE DAS OPERAÇÕES Caixa líquido atividades operacionais (2.250) (515) (7.814) Caixa gerado nas operações (2.229) (898) (15.234) Lucro líquido do exercício Baixa de ativos imobilizados Depreciação e amortização Variação propriedades para investimentos (410) (439) (9.569) (11.219) Provisão para devedores duvidosos (169) 'Provisão para passivos contingentes (67) (15) Baixa no Investimento participacões societárias Resultado de equivalência patrimonial (2.267) (10.181) (13.677) (3.342) Baixa propriedades para investimentos Variação nos ativos e passivos (21) Contas a receber (10.251) Estoques Impostos a recuperar 29 (57) 270 (6.781) Outras contas a receber (6) 57 (2.408) Fornecedores 1 (19) (39) (4.398) Provisão de salários e encargos a pagar (476) Obrigações tributárias (125) 258 (863) Outras contas a pagar CAIXA LÍQUIDO ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS Acréscimos de imobilizado/intangivel - (3.113) (3.441) Dividendos recebidos Acréscimos propriedades para investimentos - - (1.234) - CAIXA LÍQUIDO ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO (6.763) ( (5.397) (2.703) ( Partes relacionadas (147) (2.635) Dividendos pagos (6.616) (5.627) (6.616) (6.321) Variação empréstimos e financiamentos AUMENTO ( REDUÇÃO) NO SALDO DE CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA (8) DEMONSTRAÇÃO DA VARIAÇÃO DE CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA (8) No início do período No final do período As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis

10 DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO ( Em milhar es de Reais ) Controladora Cons olidado RECEITAS ) Vendas de mercadorias, produtos e serviços ) Outras Receitas ) Provisão para devedores duvidosos - - (5.562) ) Cancelamento de Vendas - - (128) (17) 2. INSUMOS ADQUIRIDO S DE TERCEIROS ) Custo das mercadorias e serviços vendidos ) Materiais, energia, serviços de terceiros e outros ) Perda de valores do Ativo VALO R ADICIO NADO BRUTO ( 1-2 ) (1.113) (155) DEPRECIAÇÃO E AMO RTIZAÇÃO VALO R ADICIO NADO LÍQ UIDO PRO DUZIDO PELA ENTIDADE ( (1.113) 3-4 ) (155) VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA ) Resultado de equivalência patrimonial ) Receitas financeiras VALOR R ADICIONADO TOTAL TAL A DISTRIBUIR ( 5+6 ) DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO ) Pessoal ) - Remuneração direta ) - Benefícios ) - F.G.T.S ) - Outros ) Impostos, taxas e contribuições ) - Federais ) - Estaduais ) - Municipais ) Remuneração de Capital de Terceiros ) - Despesas Financeiras ) - Outros ) Remuneração de Capitais Próprios ) - Lucros retidos ) - Dividendos propostos ) - Prejuízo atribuido aos acionistas não controladores - - (8) (24) 8.5 ) Remuneração de Capitais Próprios ) - Partcipação dos Administradores As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis

11 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS LEVANTADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Valores expressos em milhares de reais) NOTA 01 CONTEXTO OPERACIONAL A Companhia Habitasul de Participações ( a Companhia ) é uma sociedade anônima de capital aberto listada na Bolsa de Valores de São Paulo, com sede em Porto Alegre, Estado do Rio Grande do Sul, sendo uma Holding Company que tem por atividade preponderante a participação no capital de outras sociedades de ramos diversificados, abrangendo as seguintes atividades: empreendimentos imobiliários; hotelaria e turismo; serviços relacionados a atividades imobiliárias e crédito imobiliário repassadora; reflorestamento e beneficiamento de madeiras, celulose, papel e embalagens. As principais informações sobre as empresas que atuam nestas áreas estão citadas na Nota 11 e 29. NOTA 02 APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS a) Demonstrações contábeis individuais Foram elaboradas de acordo com as disposições previstas na Lei das Sociedades por Ações e com as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais abrangem os pronunciamentos, interpretações e orientações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC, aprovadas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC e normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários- CVM, aplicáveis ao exercício findo em 31 de dezembro de Essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações contábeis separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. b) Demonstrações contábeis consolidadas Preparadas conforme as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e também de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, que seguem os pronunciamentos, interpretações e orientações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), e em conformidade com as normas estabelecidas pela Comissão de Valores Mobiliários CVM e Resoluções do Conselho Federal de Contabilidade - CFC. Para elaboração das demonstrações intermediárias a Companhia adotou as normas estabelecidas no Pronunciamento CPC 21, aprovado pela Deliberação CVM nº 581/2009. c) Revisão, discussão e aprovação do relatório dos Auditores Independentes de Informações Anuais. Atendendo ao que dispõe o Art. 25 da Instrução nº 408/09 da Comissão de Valores Mobiliários, a Diretoria da Companhia declara que revisou, discutiu e concordou com a opinião expressa no Relatório dos Auditores Independentes, emitido em 27 de março de 2013, (Controladora e Consolidado). d) As presentes Demonstrações Contábeis foram aprovadas pelo Conselho da Administração em

12 NOTA 03 PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS A controladora e suas controladas utilizam as mesmas práticas contábeis para o levantamento de suas demonstrações contábeis. As práticas contábeis descritas a seguir têm sido aplicadas pela Companhia em suas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e na preparação do balanço patrimonial de abertura apurado em 1º de janeiro de 2009, data de transição para as normas IFRS e pronunciamentos contábeis emitidos pelo CPC. a) Base de consolidação As demonstrações contábeis consolidadas foram preparadas em conformidade com os princípios de consolidação determinados pela legislação societária, normas brasileiras de contabilidade e normas estabelecidas pela CVM. Desta forma, foram eliminadas as participações e saldos ativos e passivos entre empresas, consolidados os demais saldos ativos e passivos, receitas e despesas. As parcelas do patrimônio líquido e do resultado referentes às participações dos acionistas não controladores estão apresentadas em destaque no balanço patrimonial e demonstração do resultado do período consolidado. Empresas Consolidadas Participação Direta (%) Participação Indireta (%) Habitasul Desenvolvimentos Imobiliários S.A. 99,99 - Habitasul Empreendimentos Imobiliários Ltda. 22,65 77,35 Habitasul Crédito Imobiliário S.A. Em transformação para 99,98 - Habitasul Negócios Imobiliários e Administração de Bens S.A. Laje de Pedra Mountain Village Ltda. 16,67 83,33 Empresa Riograndense de Desenvolvimento Urbano Ltda. 0,01 99,99 Habitasul Comércio e Representações S.A. 90,70 - Hotel Laje de Pedra S.A. - 99,30 JI Negócios Imobiliários Ltda. 4,90 95,10 JI Administração Hoteleira Ltda. 99,99 0,01 Jurerê Praia Hotel Ltda. 99,99 0,01 CRB Investimentos Imobiliários Ltda. - 99,95 Consulplanes Consultoria e Planejamento Ltda. 98,44 1,56 JI Administração Imobiliária Ltda. 0,01 99,99 Arte Dell'Acqua Ltda ,00 b) Instrumentos financeiros Incluem caixa e equivalentes de caixa, aplicações financeiras, investimentos em instrumento patrimonial, contas a receber e outros recebíveis, empréstimos e financiamentos, bem como contas a pagar e outras dívidas. Os instrumentos financeiros são inicialmente registrados ao seu valor de aquisição (valor justo) acrescido dos custos de transação que sejam diretamente atribuíveis à sua aquisição ou emissão, exceto no caso de ativos e passivos financeiros classificados na categoria ao valor justo por meio do resultado, quando tais custos são diretamente lançados no resultado do período. Sua mensuração subsequente ocorre de acordo com a classificação dos instrumentos financeiros nas seguintes categorias de ativos e passivos financeiros: ativo financeiro ou passivo financeiro mensurado pelo valor justo por meio do resultado, investimentos mantidos até o vencimento, empréstimos e recebíveis, ativos financeiros e disponíveis para a venda. A Companhia não possui operações com instrumentos financeiros de natureza decorrente de Derivativos.

13 c) Moeda de apresentação As demonstrações contábeis individuais e consolidadas estão apresentadas em reais, sendo esta a moeda funcional e de apresentação da Companhia. d) Apuração e apropriação do resultado de incorporação imobiliária e venda de imóveis Na apuração do resultado de incorporação imobiliária e venda de imóveis são observados os procedimentos e normas estabelecidas nos Pronunciamentos, Orientações e Interpretações do Comitê de Pronunciamentos Contábeis-CPC (CPC 17-Contratos de Construção; ICPC 02 Contrato de Construção do Setor Imobiliário; OCPC 01 e 04). Nas vendas de unidades concluídas o resultado é apropriado no momento da efetivação da venda, independente do prazo de recebimento do preço. Nas vendas de unidades não concluídas a transferências dos riscos e benefícios ocorre continuamente, de acordo com a execução do cronograma físico financeiro das obras. Os custos e despesas são apurados e reconhecidos em conformidade com o regime de competência, quando mensuráveis e incorridos. e) Uso de estimativas As estimativas contábeis foram baseadas em fatores objetivos e subjetivos, com base no julgamento da administração para determinação do valor adequado a ser registrado nas demonstrações contábeis. Itens significativos sujeitos a estas estimativas e premissas incluem o valor residual do ativo imobilizado, provisão para créditos de liquidação duvidosa, estoques, imposto de renda diferido e provisão para contingências. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores significativamente divergentes devido a imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. A Companhia revisa as estimativas e premissas periodicamente. f) Caixa e equivalentes de caixa São representados por dinheiro em caixa, depósitos bancários, investimentos de curto prazo de alta liquidez e com risco insignificante de mudança de valor e limites utilizados de conta garantida. g) Contas a receber de clientes As contas a receber de clientes são avaliadas pelo valor presente, deduzidas da provisão para créditos de liquidação duvidosa. A provisão para créditos de liquidação duvidosa é estabelecida quando existe uma evidência objetiva de que a Companhia não será capaz de cobrar todos os valores devidos de acordo com os prazos originais das contas a receber. h) Estoques São representados por imóveis prontos para a venda, áreas de terras já destinadas à elaboração de loteamentos com projetos já definidos ou a parcerias para desenvolvimento imobiliário com aproveitamento no curso dos negócios da Companhia. Os estoques são avaliados pelo custo específico de aquisição e/ou produção, ajustado ao valor líquido de realização quando este for menor.

14 i) Outros ativos e passivos Outros ativos são reconhecidos somente quando for provável que seus benefícios econômicos futuros serão gerados em favor da Companhia e seu custo ou valor puder ser mensurado com segurança. Um passivo é reconhecido quando a Companhia possui uma obrigação legal ou constituída como resultado de um evento passado, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para liquidá-lo. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. Os ativos e passivos são classificados como circulantes quando sua realização ou liquidação é provável que ocorra nos próximos doze meses, caso contrário ou quando requerido por pronunciamento específico, são demonstrados como não circulantes. j) Investimentos em controladas e coligadas São avaliados pelo método de equivalência patrimonial, conforme CPC 18, para fins de demonstrações contábeis da controladora, demonstrado na Nota 11. k) Propriedades para investimento Referem-se as propriedades em que se espera benefício econômico contínuo e permanente, representado por áreas de terras destinadas a futuro aproveitamento no curso normal dos negócios da empresa e imóveis alugados, mantidos para renda, os quais estão demonstrados pelo valor justo, apurado através de avaliações feitas por empresas especializadas. l) Imobilizado Registrado ao custo de aquisição ou construção corrigido monetariamente até 31 de dezembro de 1995 e deduzido das respectivas depreciações calculadas pelo método linear às taxas mencionadas na Nota 13 e leva em consideração o tempo de vida útil remanescente estimado, de acordo com a avaliação efetuada das taxas de depreciação dos bens integrantes do seus ativo imobilizado. Os valores residuais e a vida útil dos ativos são revisados e ajustados, se necessário, ao final de cada exercício. A avaliação da vida útil dos imóveis foi efetuada com auxílio de especialistas no assunto a qual foi aprovada pela Administração da Companhia. Conforme faculdade estabelecida pelo ICPC 10/CPC 27, a Companhia optou na adoção inicial dos novos pronunciamentos técnicos emitidos pelo CPC, pela atribuição de custo ao ativo imobilizado relativos a terrenos e prédios, e a realização de ajuste de avaliação patrimonial não é adicionada a base do cálculo dos dividendos. Os ganhos e as perdas de alienações são determinados pela comparação dos resultados com o valor contábil e são reconhecidos em "Outros ganhos/perdas, líquidos" na demonstração do resultado. m) Perda por redução ao valor recuperável de ativos não financeiros A administração revisa anualmente o valor contábil dos ativos com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológicas que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Sendo tais evidências identificadas e o valor contábil exceder o valor recuperável, é constituída provisão para desvalorização ajustando o valor contábil

15 líquido ao valor recuperável. O valor recuperável de um ativo ou de determinada unidade geradora de caixa é definido como sendo o maior valor entre o valor em uso e o valor líquido de venda. n) Provisões As provisões são reconhecidas quando a Companhia tem uma obrigação presente ou não formalizada como resultado de eventos passados, sendo provável que uma saída de recursos seja necessária para liquidar a obrigação e que o valor tiver sido estimado com segurança. As provisões para riscos tributários, cíveis e trabalhistas são reconhecidas tendo como base as melhores estimativas de risco envolvidas, sendo analisada a natureza de cada risco, com base no parecer dos advogados da companhia, atualizados nas datas de balanços. o) Empréstimos e financiamentos São reconhecidos, inicialmente, pelo valor justo, líquido dos custos incorridos na transação e são, subsequentemente, demonstrados pelo custo amortizado. Qualquer diferença entre os valores captados (líquidos dos custos da transação) e o valor de liquidação é reconhecida na demonstração do resultado durante o período em que os empréstimos estejam em aberto, utilizando o método da taxa efetiva de juros. p) Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda e a contribuição social, do exercício corrente e diferido, são calculados sobre o lucro tributável às alíquotas de 15%, acrescida do adicional de 10% sobre o lucro tributável, conforme legislação aplicável, para imposto de renda e 9% para contribuição social e consideram quando aplicável a compensação de prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social, limitada a 30% do lucro tributável. A despesa com imposto de renda e contribuição social compreende os impostos de renda correntes e diferidos. O imposto corrente é o imposto a pagar ou a receber esperado sobre o lucro ou prejuízo tributável do exercício, a taxas de impostos decretadas ou substantivamente decretadas na data de apresentação das demonstrações contábeis e qualquer ajuste aos impostos a pagar com relação aos exercícios anteriores. O imposto diferido é reconhecido com relação às diferenças temporárias entre os valores contábeis de ativos e passivos para fins contábeis e os correspondentes valores usados para fins de tributação. O imposto diferido é mensurado pelas alíquotas que se espera serem aplicadas às diferenças temporárias quando elas revertem, baseando-se nas leis que foram decretadas ou substantivamente decretadas até a data de apresentação das demonstrações contábeis. Os valores apresentados consideram a adoção ao Regime Tributário Transitório ( RTT ), que tem por objetivo manter a neutralidade fiscal das alterações na legislação societária brasileira e têm seus efeitos fiscais temporários apurados e apresentados no imposto de renda e contribuição social diferido. Os ativos e passivos fiscais diferidos são compensados, caso haja um direito legal de compensar passivos e ativos fiscais correntes, e eles se relacionam a impostos de renda lançados pela mesma autoridade tributária sobre a mesma entidade sujeita à tributação.

16 Um ativo de imposto de renda e contribuição social diferido é reconhecido por perdas fiscais, créditos fiscais e diferenças temporárias dedutíveis não utilizados, quando é provável que lucros futuros sujeitos à tributação estarão disponíveis e contra os quais serão utilizados. Ativos de imposto de renda e contribuição social diferido são revisados e serão reduzidos na medida em que sua realização não seja mais provável. q) Resultado por ação O resultado por ação básico é calculado por meio do resultado do período atribuível aos acionistas da Companhia e a média ponderada das ações ordinárias e preferenciais em circulação no respectivo período. A Companhia apresenta o resultado por ação diluído em mesmo montante que o cálculo básico, pois não existem ações ordinárias ou preferenciais potenciais diluidoras. r) Informação por segmento Um segmento operacional é um componente da Companhia e suas controladas que desenvolve atividades de negócio das quais pode obter receitas e incorrer em despesas. Os resultados de segmentos incluem itens diretamente atribuíveis ao segmento, bem como aqueles que podem ser alocados em bases razoáveis. s) Demonstrações de valor adicionado A Companhia elaborou demonstrações do valor adicionado (DVA) individual e consolidada nos termos do pronunciamento técnico CPC 09 Demonstração do Valor Adicionado, as quais são apresentadas como parte integrante das demonstrações contábeis conforme práticas contábeis aplicável às companhias abertas, enquanto para IFRS representam informação financeira adicional. NOTA 04 - NORMAS E INTERPRETAÇÕES DE NORMAS QUE AINDA NÃO ESTÃO EM VIGOR Normas, interpretações e alterações de normas existentes em vigor em 31 de dezembro de As interpretações e alterações das normas existentes a seguir foram editadas e estavam em 31 de dezembro de Norma Principais exigências e entrada em vigor Impactos nas demonstrações da Companhia Alterações à IAS 12 Impostos diferidos - recuperação dos ativos subjacentes quando o ativo é mensurado pelo modelo de valor justo de acordo com a IAS 40, entrada em vigor em 1º de janeiro de Não relevantes.

17 NOTA 05 CLIENTES A composição é a seguinte: Controladora Consolidado 31/12/ /12/ /12/ /12/2011 Venda de imóveis Operações de créditos SFH Créditos vinculados SFH-FCVS Outros Total (-) Provisão para créditos de liquidação duvidosa (10.686) (6.391) Total líquido de provisão Parcela do Circulante Parcela do não Circulante Os Créditos Vinculados SFH-FCVS referem-se a saldos de clientes, operações de crédito SFH, habilitados junto ao FCVS. As contas de clientes estão demonstradas pelos valores a receber. A provisão para créditos de liquidação duvidosa esta evidenciada em título próprio. NOTA 06 OUTROS CRÉDITOS A composição é a seguinte: Controladora Consolidado 31/12/ /12/ /12/ /12/2011 Créditos por atividades imobiliárias Adiantamentos de compras Créditos SFH Valores a recuperar Créditos por cessão de títulos Outros Total (-) Provisão para créditos de liquidação duvidosa - - (7.530) (7.530) Total líquido de provisão Parcela do Circulante Parcela do não Circulante

18 NOTA 07 ESTOQUES A composição é a seguinte: Consolidado 31/12/ /12/2011 Imóveis a comercializar Outros estoques Total (-) Provisão p/desvalorização de valores e bens (1.267) - Total líquido de provisão NOTA 08 CRÉDITOS E DÉBITOS COM SOCIEDADES LIGADAS PARTES RELACIONADAS A Companhia praticamente não realiza operações comerciais com suas empresas interligadas. As operações, quando ocorrem, são praticadas nas condições normais de mercado. NOTA 09 CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS a) Composição dos tributos diferidos A base para constituição é a seguinte: Controladora Consolidado 31/12/ /12/ /12/ /12/2011 Ativo Provisão para devedores duvidosos Provisão para contingências Prejuízos fiscais Base de cálculo Alíquota nominal 34% 34% 34% 34% Total tributos diferidos Passivos Custo atribuído Outros Total Alíquota nominal 34% 34% 34% 34% IR e CSLL Diferidos Receita Diferida Total Alíquota nominal 9,25% 9,25% 9,25% 9,25% PIS e COFINS Diferidos Total impostos Diferidos Passivos

19 b) Estimativa das parcelas de realização do ativo fiscal diferido De acordo com o CPC 32 Tributos sobre o lucro, a Companhia, fundamentada na expectativa de geração de lucros tributáveis futuros, reconheceu créditos tributários sobre as diferenças temporárias, que não possuem prazo prescricional. O valor contábil do ativo fiscal diferido é revisado anualmente pela Companhia. NOTA 10 CRÉDITOS RETIDOS FCVS E FGTS Créditos Retidos Consolidado 31/12/ /12/2011 CEF retenções diversas CEF créditos retidos FGTS CEF créditos retidos FCVS Total NOTA 11 PARTICIPAÇÕES EM CONTROLADAS E COLIGADAS A seguir demonstramos as informações relativas às participações em sociedades Controladas e Coligadas: (*)Habitasul Crédito Imob. S A Habitasul Desenvol Imob. S.A Habitasul Empreend. Imob. Ltda. Jurerê Praia Hotel Ltda Outras Empresas Total Controladas Celulose Irani S/A Irani Participações S.A Total Coligadas Info rmaçõ es sobre as contro ladas/ Coligadas 31/12/ /12/ /12/ /12/2011 Quantidade de Ações/Cotas diversas Valor nominal (R$ 1,00) 1.536,13 S/vlr Nominal 2,46 110,42 diversas S/vlr Nominal S/vlr Nominal Tipo ON ON COTAS COTAS diversas ON/PN ON/PN Capital social Patrimônio líquido Dividendos provisionados Ações em tesouraria Patrimônio líquido ajustado Lucro (prejuízo) do exercício (3.212) (9.575) (3.276) Percentuais de participações 99,98% 99,99% 22,65% 99,99% diversos 13,00% 23,56% M utaçõ es da co nta participaçõ es: Particip. no início do exerc Hedge Accounting de fluxo de caixa - (1.507) (1.507) - (797) (796) (1.593) - Dividendos recebidos (2.987) (5.085) - - (741) (8.813) (3.431) (2.623) (1.649) (4.272) (2.473) Resul. de equivalência patrimonial (3.212) (2.202) (3.275) (59) (4.751) Participação no final do exercício P artes R e lacio nada s (147) O saldo das participações em sociedades coligadas, R$ mil, no consolidado, corresponde a: i) R$ mil, relativos a participações da Companhia na Irani Participações S.A. (R$ mil) e na

20 Celulose Irani (R$ mil); ii) R$ mil relativos a participações das controladas na Irani Participações S.A. e na Celulose Irani S.A. (*) Em transformação para Habitasul Negócios Imobiliários e Administração de Bens S.A. NOTA 12 PROPRIEDADES PARA INVESTIMENTO CONTROLADORA Glebas Bens de renda Total Saldo em 31/12/ Variação do valor justo Saldo em 31/12/ CONSOLIDADO Glebas Bens de renda Total Saldo em 31/12/ Acréscimo (-) Baixa (71) - (71) Variação do valor justo Saldo em 31/12/ NOTA 13 IMOBILIZADO Máquinas e equipamentos Móveis e Equipamentos utensílios Instalações de informática Outros Total CONSOLIDADO Imóveis Saldo em 31/12/2011 Saldo Inicial Acréscimos Baixas (54) (54) Transferências 178 (2) (178) 2 - Depreciações (813) (93) (79) (5) (82) (47) (1.119) Saldo em 30/12/ A tabela abaixo demonstra as taxas médias de depreciação do imobilizado: Taxa média depreciação (a.a.) Imóveis prédios 3,60% Máquinas e equipamentos 10 a 20% Móveis e utensílios 10,00% Instalações 10,00% Equipamentos de informática 20,00% Veículos 20,00%

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