ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 24/2014

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 24/2014"

Transcrição

1 ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 24/2014 NOME DA INSTITUIÇÃO: Associação UTC América Latina AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL ATO REGULATÓRIO: Audiência Pública nº 024/2014 Ementa: Obter subsídios para a revisão do Manual de Controle Patrimonial do Setor Elétrico MCPSE, instituído pela Resolução nº 367/2009 Contribuição Geral A Associação UTC América Latina é uma associação brasileira sem fins lucrativos que reúne as Concessionarias de Serviços Públicos, as Utilities, prestadoras de serviços de Energia Elétrica, Agua, Gás e outros serviços essenciais. Como regra geral todas essas Utilities possuem Sistemas de Missão Critica fortemente dependentes de telecomunicações e, em especial, de Radio telecomunicações para o bom atendimento a sociedade. Cada vez mais, sistemas de telecomunicações de missão critica estão permeando todas as operações das Utilities, de forma indissociável. As modernas tecnologias, a queda dos custos das soluções de automação e a crescente digitalização dos sistemas, associadas ao crescimento do uso de sensores e de processamento distribuído tem alterado e irá alterar substancialmente, nos próximos anos, a forma de ofertar serviços públicos. A constante evolução da eletrônica e das novas soluções digitais utilizadas cada vez mais para a automação e modernização da sociedade vem

2 impactando diretamente a planta das empresas de Geração, Transmissão e especialmente as Distribuidoras de Energia. A introdução de medidores inteligentes e da tarifa branca, e sua viabilização econômico-financeira, passam necessariamente por ajustes na aceitação desses investimentos e no ajuste das tabelas de depreciação associadas a esses equipamentos que não existiam, até pouco tempo ou não eram utilizados nas redes das empresas de energia. Equipamentos como roteadores, concentradores, tablets, chips celulares, smartphones e outras soluções tecnológicas já fazem parte do dia a dia das operações e necessitam ser contabilizados e adequadamente depreciados, dada suas especificidades e rápida obsolescência. O documento em Audiência Pública já sinaliza corretamente essa direção, porém de forma tímida, a nosso ver. A ANEEL reconhece, acertadamente que: Como parte do processo de permanente atualização e adequação dos regulamentos e normas do Setor Elétrico, e dando prosseguimento ao sentido de acompanhamento das modernidades tecnológicas, a ANEEL identificou, portanto, a necessidade de revisar os controles patrimoniais existentes tendo em vista as significativas modificações ocorridas na legislação do Setor e nas tecnologias de controle patrimonial desde a publicação da Portaria DNAEE n 815, em 30 de novembro de 1994 e após sua última atualização, pela Resolução ANEEL n 015, em 24 de dezembro de Não só as tecnologias de controle patrimonial evoluíram. Muito mais, as tecnologias de supervisão e controle das redes de energia modernizaram-se e tem um potencial muito grande para evoluir nos próximos anos. Nossa contribuição, apresentada a seguir, endereça duas preocupações principais: a) Introduzir as novas tecnologias no cadastro de equipamentos, com nomenclatura adequada e ajustada a realidade atual. b) Adequar as depreciações desses equipamentos à realidade da obsolescência tecnológica c) Focar as novas tecnologias e sistemas de telecomunicações d) Garantir que o Manual em discussão esteja adequado à realidade tecnológica atual e, dentro do possível, aos anos seguintes, até sua próxima revisão. Ajustes propostos no Manual de Controle Patrimonial, quando adequados à realidade das novas tecnologias de Telecomunicações e Informações (TICs) permitirão a modernização da planta energética brasileira. Novos projetos poderão se tornar economicamente viáveis, com possibilidade de tornar viável a medição inteligente, a tarifa branca, o Smart Grid, introdução de grandes fontes interruptíveis de geração e outros avanços tecnológicos.

3 Importante registrar que, em muitos casos, a elaboração dos atuais Planos de Negócios, que utilizam as depreciações hoje aceitas pelo regulador, tornam muitos projetos insustentáveis economicamente. É no espirito de contribuir para a melhoria e modernidade do setor elétrico que fazemos nossas contribuições a seguir. TEXTO/ANEEL TEXTO/INSTITUIÇÃO JUSTIFICATIVA/INSTITUIÇÃO EQUIPAMENTO GERAL pg 57 São cadastráveis como UC deste tipo os móveis, equipamentos portáteis, instrumentos e utensílios, que se caracterizam por sua mobilidade e/ou fácil remoção, de vida útil e valor estabelecidos na legislação da Receita Federal. São incluídos neste tipo de UC os seguintes tipos de equipamentos, dentre outros: equipamentos móveis e portáteis de comunicação Passar os: - equipamentos móveis e portáteis de comunicação para SISTEMAS DE RADIOCOMUNICAÇÃO Atualmente os equipamentos móveis e portáteis de comunicação possuem mesma tecnologia (circuitos integrados, telas sensíveis, tecnologia digital, etc.) dos Sistemas de Radiocomunicações. Classificar estes equipamentos eletrônicos junto a Equipamentos Gerais não representará corretamente tais dispositivos. Estes equipamentos se interligam a estações de radio base e fazem parte de Sistemas de Radiotelecomunicações Além disso a vida útil de equipamentos móveis e portáteis de comunicação pode e deve ser considerada equivalente a outros sistemas de telecomunicações. FIBRA ÓTICA pg 66 São cadastráveis como UC deste tipo as fibras óticas de sistemas de comunicação FIBRA ÓTICA São cadastráveis como UC deste tipo as fibras óticas de sistemas de comunicação por fibra Parece estranho classificar só cabos de fibra óptica dielétrica. As fibras ópticas contidas nos cabos OPGW tem caixas de conexão e distribuidores. Bem como outros acessórios.

4 por fibra ótica, incluindo-se as estruturas suporte e respectivos acessórios. equipamentos de transmissão e recepção - vide "SISTEMA DE RADIOCOMUNICAÇÃO" fibras óticas integradas a cabos pára-raios - vide "SISTEMA DE ATERRAMENTO" estruturas suporte não exclusivas para fibra ótica - vide "ESTRUTURA (POSTE, TORRE)" ótica, incluindo-se as estruturas suporte e respectivos acessórios. Fazem parte desta UC as Fibras Ópticas integradas a Cabos Para Raios (OPGW). equipamentos de transmissão e recepção - vide "SISTEMA DE RADIOCOMUNICAÇÃO" estruturas suporte não exclusivas para fibra ótica - vide "ESTRUTURA (POSTE, TORRE)" As Fibras Ópticas tem Tempo de Vida diverso da estrutura metálica do Cabo Para Raio. Todas as Fibras Ópticas e seus acessórios devem constar desta UC e ter a vida útil (e depreciação) relacionada de forma diversa dos elementos metálicos do Sistema de Aterramento. MEDIDOR - pg 71 São cadastráveis como UC deste tipo os medidores e concentradores utilizados na medição de energia e potência elétrica, incluindo-se os transformadores de medida de classe de tensão igual ou inferior a 6kV e demais acessórios. transformadores de medida de classe de tensão superior a 6 kv e conjuntos de medição - vide "TRANSFORMADOR DE MEDIDA" painéis, mesas de comando e cubículo - vide "PAINEL, MESA DE COMANDO E CUBÍCULO" sistemas de telemedição, teleproteção e telecontrole vide MEDIDOR - pg 71 1.Caracterização São cadastráveis como UC deste tipo os medidores e concentradores utilizados na medição de energia e potência elétrica, incluindo-se os transformadores de medida de classe de tensão igual ou inferior a 6kV e demais acessórios. Os medidores podem ser classificados em três tipos: Eletromecânico, eletrônico e inteligente. Medidor Atributo 1 (Tipo): Eletromecânico Eletrônico Inteligente E sistemas de telecomunicações integrados no medidor Os medidores eletrônicos e/ou inteligentes incorporam tecnologias de telecomunicações e automação (comando). A descrição desta UC parece ter uma aplicação melhor para medidor eletromecânico e não para o eletrônico. Sugerimos incluir uma destinação para equipamentos de comunicação ou inclusão na descrição da Caracterização. Os módulos ou equipamentos de telecomunicações podem ser integrados ao medidor e devem ter condições de serem cadastráveis. SISTEMA DE PROTEÇÃO, MEDIÇÃO E AUTOMAÇÃO

5 SISTEMA DE PROTEÇÃO, MEDIÇÃO E AUTOMAÇÃO transformadores de medida de classe de tensão superior a 6 kv e conjuntos de medição - vide "TRANSFORMADOR DE MEDIDA" painéis, mesas de comando e cubículo - vide "PAINEL, MESA DE COMANDO E CUBÍCULO" sistemas de telemedição, teleproteção e telecontrole vide SISTEMA DE PROTEÇÃO, MEDIÇÃO E AUTOMAÇÃO SISTEMA DE PROTEÇÃO, ME SISTEMA DE PROTEÇÃO, ME SISTEMA DE COMUNICAÇÃO LOCAL pg 98 São cadastráveis como UC deste tipo os sistemas de telefonia local e os sistemas de intercomunicação e chamada. Em sistemas de telefonia local, incluem-se as estações centrais de comutação manual e/ou automática (PAX, PBX, PABX), centrais telefônicas, telegráficas e autocomutadoras, distribuidores gerais e intermediários, relés telefônicos de códigos de chamada, relés de sinalização, campainhas, alarmes, postes, cruzetas, isoladores, caixas terminais, protetores de instalações telefônicas, SISTEMA DE COMUNICAÇÃO LOCAL 1.Caracterização São cadastráveis como UC deste tipo os sistemas de telefonia local e os sistemas de intercomunicação e chamada. Em sistemas de telefonia local, incluem-se as estações centrais de comutação manual e/ou automática (PAX, PBX, PABX), centrais telefônicas, telegráficas e autocomutadoras, distribuidores gerais e intermediários, relés telefônicos de códigos de chamada, relés de sinalização, campainhas, alarmes, postes, cruzetas, isoladores, caixas terminais, protetores de instalações telefônicas, fusíveis de proteção, chaves, cabinas, mesas especiais, aparelhos telefônicos etc. Os sistemas de intercomunicação e Os equipamentos de Comunicação Local estão sendo gradualmente modernizados e sendo substituídos por novos de tecnologia digital. Fica cada vez mais complexo distinguir estes equipamentos daqueles cadastrados em Sistemas de Radiocomunicações. Ficariam nesta UC apenas os equipamentos especificamente de uso local.

6 fusíveis de proteção, chaves, cabinas, mesas especiais, aparelhos telefônicos etc. Os sistemas de intercomunicação e chamada incluem consoles, mesas especiais, amplificadores, relés, sistemas de som e alto-falantes, microfones, estações de chamada, cabos de intercomunicação e outros. chamada incluem consoles, mesas especiais, amplificadores, relés, sistemas de som e altofalantes, microfones, estações de chamada, cabos de intercomunicação e outros. SISTEMA DE PROTEÇÃO, MEDIÇÃO E AUTOMAÇÃO pg Caracterização São cadastráveis como UC deste tipo os sistemas de proteção (automático), teleproteção via microondas e fibra ótica, telecontrole, telealarme, telemedição, de aquisição de dados e de monitoramento, incluindo- se os equipamentos de transmissão, recepção, unidades de controle remoto e de supervisão, detectores de falta e dispositivos relacionados tais como cabos de descida, circuitos de aterramento e demais acessórios. Os painéis, mesas de comando, quadros e cubículos exclusivos, computadores, microcomputadores, impressoras, monitores e modem utilizados para estes tipos de sistema estão incluídos neste tipo de UC, bem como os softwares industriais embarcados, de dedicação exclusiva para cada equipamento e rede de comunicação exclusiva e dedicada ao sistema. SISTEMA DE PROTEÇÃO, MEDIÇÃO E AUTOMAÇÃO 1.Caracterização São cadastráveis como UC deste tipo os sistemas de proteção (automático), teleproteção, telecontrole, telealarme, telemedição, de aquisição de dados e de monitoramento, incluindo- se os equipamentos de transmissão, recepção, unidades de controle remoto e de supervisão, detectores de falta e dispositivos relacionados tais como cabos de descida, circuitos de aterramento e demais acessórios. Os painéis, mesas de comando, quadros e cubículos exclusivos, computadores, t a b l e t s, s m a r t p h o n e s, P D A s, microcomputadores, impressoras, monitores e modem, bem como outros dispositivos tecnológicos utilizados para estes tipos de sistema estão incluídos neste tipo de UC, bem como os softwares industriais embarcados, de dedicação exclusiva para cada equipamento e rede de comunicação dedicada ao sistema. sistema de comunicação e proteção carrier Ao listar alguns equipamentos não se comtempla a rápida evolução tecnológica que, a cada dia disponibiliza novas soluções com tablets, smartphones, etc, impensáveis poucos anos atrás. A redação proposta dá mais flexibilidade para a evolução da tecnologia e pereniza o regulamento. Novos sistemas e equipamentos wireless são constantemente incorporados aos sistemas de Proteção, Medição e Automação. Deve ser prevista forma de cadastrar estes novos ativos Com relação a rede de comunicação exclusiva, trata-se de uma preocupação de

7 sistema de comunicação e proteção carrier vide SISTEMA DE COMUNICAÇÃO E PROTEÇÃO CARRIER painéis, mesas de comando, quadros e cubículo não exclusivos vide PAINEL, MESA DE COMANDO E CUBÍCULO mesas especiais de comunicação vide SISTEMA DE COMUNICAÇÃO LOCAL instrumentos de medição, controle e proteção localizados externamente ao painel vide tipos de UC referentes aos equipamentos servidos os computadores, impressoras, monitores e modem não utilizados em sistemas de supervisão e controle vide EQUIPAMENTO GERAL DE INFORMÁTICA software não dedicados (embarcados) vide SOFTWARE vide SISTEMA DE COMUNICAÇÃO E PROTEÇÃO CARRIER mesas especiais de comunicação vide SISTEMA DE COMUNICAÇÃO LOCAL instrumentos de medição, controle e proteção localizados externamente ao painel vide tipos de UC referentes aos equipamentos servidos os computadores, impressoras, monitores e modem não utilizados em sistemas de supervisão e controle vide EQUIPAMENTO GERAL DE INFORMÁTICA software não dedicados (embarcados) vide SOFTWARE sistemas de comunicações sem fio, redes locais dedicadas a automação e controle de usinas e subestações são cadastrados em SISTEMAS DE RADIOCOMUNICAÇÕES outro momento tecnológico. Atualmente e cada vez mais as redes de comunicação são não dedicadas e não exclusivas. O compartilhamento de redes entre diversas aplicações é fundamental para a diminuição de custos. SISTEMA DE RADIOCOMUNICAÇÃO São cadastráveis como UC deste tipo as instalações de comunicação em HF, VHF, UHF, microondas e por fibra ótica, incluindo- SISTEMA DE RADIOCOMUNICAÇÃO São cadastráveis como UC deste tipo as instalações de comunicação em HF, VHF, UHF, microondas e por fibra ótica, tecnologias de comunicação de voz integrado a dados (IP), rede local, redes (com e sem fio) dedicadas a automação Com a inclusão de texto relacionado a tecnologias digitais fica evidente que Sistemas de Telecomunicações sofreram atualização tecnológica e torna-se, cada vez mais, difícil distinguir sistemas de telecomunicações pelo seu uso local ou de longa distância. Os tempos de vida útil dos equipamentos digitais são cada vez menores e o suporte

8 se equipamentos de transmissão, recepção e multiplexação, unidades de controle, abrigos, prateleiras, microfones, alto-falantes, servomecanismos, torres de antena com a respectiva sinalização aeronáutica, antenas e dispositivos relacionados, tais como cabos de descida, circuitos de aterramento, pressurizadores e desidratadores de cabos de descida, linhas que tenham a função exclusiva de conexão entre estações repetidoras de microondas e outros sistemas de comunicação e linhas de controle remoto destinadas especialmente para estações de rádio, incluindo postes e respectivos acessórios, cabos e condutores. e controle de usinas e subestações, sistemas de comunicação de voz e dados com as equipes de campo, incluindo-se equipamentos de transmissão, recepção e multiplexação, unidades de controle, abrigos, prateleiras, microfones, alto-falantes, servomecanismos, torres de antena com a respectiva sinalização aeronáutica, antenas e dispositivos relacionados, tais como cabos de descida, circuitos de aterramento, pressurizadores e desidratadores de cabos de descida, linhas que tenham a função exclusiva de conexão entre estações repetidoras de microondas e outros sistemas de comunicação e linhas de controle remoto destinadas especialmente para estações de rádio, incluindo postes e respectivos acessórios, cabos e condutores. técnico e o fornecimento de sobressalentes bem como o reparo de módulos, são descontinuados em curto prazo. bases e suportes de equipamentos - vide "ESTRUTURA SUPORTE DE EQUIPAMENTO E DE BARRAMENTO" equipamentos portáteis de teste, transmissores ou receptores portáteis e instalações móveis de rádio - vide "EQUIPAMENTO GERAL" transformadores de distribuição - vide "TRANSFORMADOR DE SERVIÇOS AUXILIARES" equipamentos de estações bases e suportes de equipamentos - vide "ESTRUTURA SUPORTE DE EQUIPAMENTO E DE BARRAMENTO" equipamentos portáteis de teste, transmissores ou receptores portáteis e instalações móveis de rádio - vide "EQUIPAMENTO GERAL" transformadores de distribuição - vide "TRANSFORMADOR DE SERVIÇOS AUXILIARES" equipamentos de estações meteorológicas,

9 meteorológicas, hidrológicas e sísmicas - vide SISTEMA DE DADOS METEOROLÓGICOS, HIDROLÓGICOS E SÍSMOLÓGICOS. calçadas, cercas, muros, jardins e áreas de estacionamento - vide sistemas de comunicação e proteção "carrier" - vide "SISTEMA DE COMUNICAÇÃO E PROTE- ÇÃO CARRIER" cabos e estruturas de sustentação de fibras óticas - vide "FIBRA ÓTICA" sistemas de comunicação local - vide "SISTEMA DE COMUNICAÇÃO LOCAL" estações retransmissoras de sinal de TV - vide "INSTALAÇÕES DE RECREAÇÃO E LAZER" edificações - vide "EDIFICAÇÃO" grupos motor-gerador, "no breaks" e bancos de baterias com inversores carregadores ou retificadores associados - vide "SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO DE ENERGIA" painéis, mesas de comando e cubículos - vide "PAINEL, MESA DE COMANDO E CUBÍCULO" 2. Instruções para Cadastramento Cadastrar como uma UC cada estação de HF, VHF, UHF, hidrológicas e sísmicas - vide SISTEMA DE DADOS METEOROLÓGICOS, HIDROLÓGICOS E SÍSMOLÓGICOS. calçadas, cercas, muros, jardins e áreas de estacionamento - vide "URBANIZAÇÃO E BEN- FEITORIAS" sistemas de comunicação e proteção "carrier" - vide "SISTEMA DE COMUNICAÇÃO E PROTE- ÇÃO CARRIER" cabos e estruturas de sustentação de fibras óticas - vide "FIBRA ÓTICA" sistemas de comunicação local - vide "SISTEMA DE COMUNICAÇÃO LOCAL" estações retransmissoras de sinal de TV - vide "INSTALAÇÕES DE RECREAÇÃO E LAZER" edificações - vide "EDIFICAÇÃO" grupos motor-gerador, "no breaks" e bancos de baterias com inversores, carregadores ou retificadores associados - vide "SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO DE ENERGIA" painéis, mesas de comando e cubículos - vide "PAINEL, MESA DE COMANDO E CUBÍCULO" 2.Instruções para Cadastramento Cadastrar como uma UC cada "URBANIZAÇÃO E BEN- FE

10 microondas ou fibra ótica. Forma de Cadastramento: Individual 3. Unidades de Adição e Retirada Y Uma estação de comunicação de VHF, HF, UHF, MICROONDAS ou fibra ótica Y Um transmissor de rádio VHF, UHF, MICROONDAS e outros, ou sem os respectivos acessórios HF, com Y Um receptor de rádio VHF, HF, UHF, MICROONDAS e outros, com ou sem os respectivos acessórios Y Uma antena completa de VHF, HF, UHF, MICROONDAS e outros, com respectivo cabo de descida Y Uma torre Y Uma antena parabólica de microondas Y Uma unidade de controle remoto Software LICENÇA DE USO de Software estação de HF, VHF, UHF, microondas ou fibra ótica. Forma de Cadastramento: Individual 3.Unidades de Adição e Retirada Y Uma estação de comunicação de VHF, HF, UHF, MICROONDAS ou fibra ótica Y Um transmissor de rádio VHF, HF, UHF, MICROONDAS e outros, com ou sem os respectivos acessórios Y Um receptor de rádio VHF, HF, UHF, MICROONDAS e outros, com ou sem os respectivos acessórios Y Uma antena completa de VHF, HF, UHF, MICROONDAS e outros, com respectivo cabo de descida Y Uma torre Y Uma antena parabólica de microondas Y Uma unidade de controle remoto TABELA XVI- TAXAS DE DEPRECIAÇÃO EQUIPAMENTO GERAL EQUIPAMENTO GERAL

11 EQUIPAMENTOS MÓVEIS E PORTÁTEIS DE COMUNICAÇÃO Vida Útil 16 Taxa de Depreciação 6,25% EQUIPAMENTOS MÓVEIS E PORTÁTEIS DE COMUNICAÇÃO Vida Útil 10 Taxa de Depreciação 10% Equipamentos de telecomunicações, de radiocomunicação e de informática utilizam atualmente a mesma tecnologia digital. Novas tecnologias surgem sucessivamente e após um prazo de 6 a 8 anos torna-se difícil encontrar sobressalentes e suporte técnico para os sistemas instalados. Em 10 anos essa dificuldade aumenta exponencialmente e os fabricantes/fornecedores não atendem mais as necessidades das empresas elétricas. Este fenômeno é visto com mais facilidade nos equipamentos de informática (por sermos todos usuários destes sistemas), mas são similares em equipamentos e sistemas de telecomunicações EQUIPAMENTO GERAL DE INFORMÁTICA SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO DE ENERGIA Vida Útil 17 Taxa de Depreciação 5,88% EQUIPAMENTO GERAL DE INFORMÁTICA Vida Útil 6 Taxa de Depreciação 16,67% SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO DE ENERGIA Vida Útil 10 Taxa de Depreciação 10% Tempo adequado de vida útil e depreciação. Em termos de vida útil é difícil afirmar o tempo do sistema de alimentação de energia considerando os inúmeros equipamentos que fazem parte do sistema. Alguns equipamentos podem ter vida útil de acordo com o determinado no MCPSE, mas, a experiência tem mostrado que os bancos de baterias apresentam vida útil menor que o tempo

12 previsto no manual, muitas vezes não ultrapassando (cinco) 5 anos. Os bancos de baterias têm como objetivo manter o sistema de telecomunicação (sistemas de telecontrole, teleproteção, fonia, telesupervisão) na condição de contingência da perda do sistema de energia convencional em corrente alternada SISTEMA DE COMUNICAÇÃO E PROTEÇÃO CARRIER Vida Útil 20 Taxa de Depreciação 5% SISTEMA DE COMUNICAÇÃO E PROTEÇÃO CARRIER- Vida Útil 15 Taxa de Depreciação 6,67% Os equipamentos de proteção atuais são digitais e tem a mesma vida útil de outros sistemas de telecomunicações. Por serem produzidos especificamente para uso em ambientes industriais podem, eventualmente, ter um suporte técnico mais elástico. Assim, é fundamental que o regulador entenda que, muitas vezes, sistemas que poderiam estar teoricamente operando após dez anos, raramente conseguem alcançar esse prazo por falta de sobressalentes para sua manutenção. Portanto, é importante que a depreciação desses equipamentos se faça em tempo compatível com a realidade dos fatos. Propomos quinze anos como prazo de depreciação máximo, mas somos sabedores que, o mesmo prazo utilizado para sistemas de Radiocomunicação poderia e deveria ser utilizado SISTEMA DE COMUNICAÇÃO LOCAL- Vida Útil 15 Taxa de Depreciação SISTEMA DE COMUNICAÇÃO LOCAL- Vida Útil 10 Taxa de Depreciação 10% Vide justificativa do item 230 -

13 6,67% EQUIPAMENTO GERAL EQUIPAMENTOS MÓVEIS E PORTÁTEIS DE COMUNICAÇÃO 430- SISTEMA DE DADOS METEOROLÓGICOS, HIDROLÓGICOS E SISMOLÓGICOS Vida Útil 17 Taxa de Depreciação 5,88% 430 SISTEMA DE DADOS METEOROLÓGICOS, HIDROLÓGICOS E SISMOLÓGICOS Vida Útil 10 Taxa de Depreciação 10% Vide justificativa do item EQUIPAMENTO GERAL EQUIPAMENTOS MÓVEIS E PORTÁTEIS DE COMUNICAÇÃO SISTEMA DE PROTEÇÃO, MEDIÇÃO E AUTOMAÇÃO Vida Útil 15 Taxa de Depreciação 6,67% SISTEMA DE PROTEÇÃO, MEDIÇÃO E AUTOMAÇÃO Vida Útil 10 Taxa de Depreciação 10% Vide justificativa do item EQUIPAMENTO GERAL EQUIPAMENTOS MÓVEIS E PORTÁTEIS DE COMUNICAÇÃO SISTEMA DE RADIOCOMUNICAÇÃO Vida Útil 15 Taxa de Depreciação 6,67% SISTEMA DE RADIOCOMUNICAÇÃO Vida Útil 10 Taxa de Depreciação 10% Vide justificativa do item EQUIPAMENTO GERAL EQUIPAMENTOS MÓVEIS E PORTÁTEIS DE COMUNICAÇÃO

A N E X O III M Ó D U L O S C O N S T R U T I V O S DE S U B E S T A Ç Õ E S D E D I S T R I B U I Ç Ã O

A N E X O III M Ó D U L O S C O N S T R U T I V O S DE S U B E S T A Ç Õ E S D E D I S T R I B U I Ç Ã O A N E X O III M Ó D U L O S C O N S T R U T I V O S DE S U B E S T A Ç Õ E S D E D I S T R I B U I Ç Ã O C A T Á L O G O R E F E R E N C I A L DE M Ó D U L O S P A D R Õ E S D E C O N S T R U Ç Ã O D E

Leia mais

MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 024 /2014

MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 024 /2014 MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 024 /2014 NOME DA INSTITUIÇÃO: ELEKTRO Eletricidade e Serviços S/A AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL ATO REGULATÓRIO: (Especificar

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 474, DE 7 DE FEVEREIRO DE 2012.

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 474, DE 7 DE FEVEREIRO DE 2012. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 474, DE 7 DE FEVEREIRO DE 2012. Estabelece novas taxas anuais de depreciação para os ativos em serviço outorgado no setor elétrico, alterando

Leia mais

XXSNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

XXSNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA XXSNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 XXX.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE GRUPO XV GRUPO DE ESTUDO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÃO PARA

Leia mais

RETIFICAÇÃO DO PREGÃO PRESENCIAL Nº 053/2014

RETIFICAÇÃO DO PREGÃO PRESENCIAL Nº 053/2014 Sabará, 11 de setembro de 2014 RETIFICAÇÃO DO PREGÃO PRESENCIAL Nº 053/2014 A Prefeitura Municipal de Sabará, por meio da Secretaria Municipal de Administração, resolve, por questões administrativas, retificar

Leia mais

Programas Sistemas Projetos

Programas Sistemas Projetos Programas Sistemas Projetos A Cemig Maior empresa integrada do setor de energia elétrica do País, a Cemig também é o maior grupo distribuidor, responsável por aproximadamente 12% do mercado nacional. A

Leia mais

Elaboração do cadastro de bens e controle do ativo permanente e unitização dos valores;

Elaboração do cadastro de bens e controle do ativo permanente e unitização dos valores; A Empresa A Ativo Energia é uma empresa registrada no CRC-SP e especializada em consultoria e assessoria contábil, focada no setor de energia elétrica, com especialização nas áreas de controle do ativo

Leia mais

André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Redes

André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Redes André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Redes Noções de Redes: Estrutura básica; Tipos de transmissão; Meios de transmissão; Topologia de redes;

Leia mais

LISTA DE ESCOPO DE PRODUTOS PARA TELECOMUNICAÇÕES POR FAMÍLIA

LISTA DE ESCOPO DE PRODUTOS PARA TELECOMUNICAÇÕES POR FAMÍLIA LISTA DE ESCOPO DE PRODUTOS PARA TELECOMUNICAÇÕES POR FAMÍLIA ANTENAS FAMÍLIAS DE PRODUTOS ACUMULADORES DE ENERGIA (BATERIA) CABOS COAXIAIS CABOS ÓPTICOS E FIBRAS ÓPTICAS CABOS PARA TRANSMISSÃO DE DADOS

Leia mais

Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas. Soluções em Energia Solar

Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas. Soluções em Energia Solar Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas www.weg.net Tecnologia para minimizar o consumo das indústrias. Sustentabilidade para maximizar a qualidade de vida das pessoas. O sol é uma

Leia mais

SISTEMAS DE MEDIÇÃO CENTRALIZADA

SISTEMAS DE MEDIÇÃO CENTRALIZADA SISTEMAS DE MEDIÇÃO CENTRALIZADA Estado da arte Aplicações atuais Perspectivas Landulfo Mosqueira Alvarenga Consultor Técnico Diretoria de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação CEPEL 1 Seminário Internacional

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL GE Distributed Power Jose Renato Bruzadin Sales Manager Brazil T +55 11 2504-8829 M+55 11 99196-4809 Jose.bruzadini@ge.com São Paulo, 11 de Julho de 2014 NOME DA INSTITUIÇÃO: GE Distributed Power AGÊNCIA

Leia mais

CONTROLADOR CENTRAL P25 FASE 1 CAPACIDADE MÍNIMA PARA CONTROLAR 5 SITES

CONTROLADOR CENTRAL P25 FASE 1 CAPACIDADE MÍNIMA PARA CONTROLAR 5 SITES CONTROLADOR CENTRAL P25 FASE 1 CAPACIDADE MÍNIMA PARA CONTROLAR 5 SITES O sistema digital de radiocomunicação será constituído pelo Sítio Central, Centro de Despacho (COPOM) e Sítios de Repetição interligados

Leia mais

Suporte Técnico de Vendas

Suporte Técnico de Vendas Suporte Técnico de Vendas Telefonia básica Hoje vivemos a sociedade da informação. A rede de telecomunicações desempenha papel fundamental na vida moderna. História das Telecomunicações Em 1876, o escocês

Leia mais

REQUISITOS DE COMPARTILHAMENTO PARA INSTALAÇÕES DE TRANSMISSÃO EXISTENTES

REQUISITOS DE COMPARTILHAMENTO PARA INSTALAÇÕES DE TRANSMISSÃO EXISTENTES REQUISITOS DE COMPARTILHAMENTO PARA INSTALAÇÕES DE TRANSMISSÃO EXISTENTES Revisão Motivo da revisão Data 0 1 Este documento foi motivado para dar transparência das normas e padrões técnicos comuns das

Leia mais

Experiências em Redes Inteligentes Institutos Lactec e UFPR. Por Rodrigo Jardim Riella riella@lactec.org.br

Experiências em Redes Inteligentes Institutos Lactec e UFPR. Por Rodrigo Jardim Riella riella@lactec.org.br Experiências em Redes Inteligentes Institutos Lactec e UFPR Por Rodrigo Jardim Riella riella@lactec.org.br Agenda Os Institutos Lactec Projetos nas áreas de Smart Grids Piloto Programa Smart Grid Light

Leia mais

:: Telefonia pela Internet

:: Telefonia pela Internet :: Telefonia pela Internet http://www.projetoderedes.com.br/artigos/artigo_telefonia_pela_internet.php José Mauricio Santos Pinheiro em 13/03/2005 O uso da internet para comunicações de voz vem crescendo

Leia mais

2º Encontro Nacional da Inovação Tecnológica da Indústria Elétrica e Eletrônica ENITEE 2009. Marco Antonio Ongarelli Gestão da Inovação - CPqD

2º Encontro Nacional da Inovação Tecnológica da Indústria Elétrica e Eletrônica ENITEE 2009. Marco Antonio Ongarelli Gestão da Inovação - CPqD 2º Encontro Nacional da Inovação Tecnológica da Indústria Elétrica e Eletrônica ENITEE 2009 Marco Antonio Ongarelli Gestão da Inovação - CPqD O CPqD Instituição, focada na inovação com base nas tecnologias

Leia mais

Catálogo de Cursos TELECOMUNICAÇÃO SENAI, SUA CONQUISTA PROFISSIONAL

Catálogo de Cursos TELECOMUNICAÇÃO SENAI, SUA CONQUISTA PROFISSIONAL TELECOMUNICAÇÃO SENAI, SUA CONQUISTA PROFISSIONAL ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DOS CURSOS Catálogo de Cursos 1. TÍTULO ANTENISTA Proporcionar ao treinando conhecimentos necessários 2. OBJETIVO para o desenvolvimento

Leia mais

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL IV CIERTEC SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE AUTOMAÇÃO DE REDES DE

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL IV CIERTEC SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE AUTOMAÇÃO DE REDES DE COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL IV CIERTEC SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE AUTOMAÇÃO DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA E CENTROS DE CONTROLE Área de Distribuição e Comercialização Identificação

Leia mais

A 1ª Cidade Inteligente da América Latina

A 1ª Cidade Inteligente da América Latina A 1ª Cidade Inteligente da América Latina Imagine... gerar somente a energia que precisamos em nossas casas através de fontes renováveis... saber o consumo de energia de cada aparelho elétrico conectado

Leia mais

Divisão de Telecomunicações. Composição da Divisão 7 Engenheiros 14 Técnicos 9 Assistentes Técnicos 2 Assistentes Administrativos 4 Estagiários

Divisão de Telecomunicações. Composição da Divisão 7 Engenheiros 14 Técnicos 9 Assistentes Técnicos 2 Assistentes Administrativos 4 Estagiários 6,67(0$'(7(/(&2081,&$d (6'$&((( $7',9,6 2'(7(/(&2081,&$d (6 Divisão de Telecomunicações Composição da Divisão 7 Engenheiros 14 Técnicos 9 Assistentes Técnicos 2 Assistentes Administrativos 4 Estagiários

Leia mais

Regulação de Utilidades Públicas Avaliação & Gestão de Ativos Auditoria & Riscos. MCPSE Manual de Controle Patrimonial do Setor Elétrico

Regulação de Utilidades Públicas Avaliação & Gestão de Ativos Auditoria & Riscos. MCPSE Manual de Controle Patrimonial do Setor Elétrico Regulação de Utilidades Públicas Avaliação & Gestão de Ativos Auditoria & Riscos MCPSE Manual de Controle Patrimonial do Setor Elétrico MANUAL DE CONTROLE PATRIMONIAL DO SETOR ELÉTRICO - MCPSE A Resolução

Leia mais

AES ELETROPAULO. Workshop Smart Grid - FIESP 29/07/2015

AES ELETROPAULO. Workshop Smart Grid - FIESP 29/07/2015 AES ELETROPAULO Workshop Smart Grid - FIESP 29/07/2015 1 AES Eletropaulo AES Eletropaulo % Brasil Area Concessão 4,526 (km 2 ) 0,05% Brazil Consumidores 6,8 (milhões) 9% Brasil Energia 46 (TWh) 11% São

Leia mais

Capítulo VIII. Antecipando o futuro para atender à demanda de smart grid. Smart grids Redes Inteligentes

Capítulo VIII. Antecipando o futuro para atender à demanda de smart grid. Smart grids Redes Inteligentes 40 Apoio Smart grids Redes Inteligentes Capítulo VIII Antecipando o futuro para atender à demanda de smart grid Por Flavio Roberto Antonio* As distribuidoras possuem uma necessidade de modernização não

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Prof. Macêdo Firmino Meios de Transmissão Macêdo Firmino (IFRN) Redes de Computadores Abril de 2012 1 / 34 Pilha TCP/IP A B M 1 Aplicação Aplicação M 1 Cab M T 1 Transporte Transporte

Leia mais

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO TELECOMUNICAÇÕES As telecomunicações referem -se à transmissão eletrônica de sinais para as comunicações, incluindo meios como telefone, rádio e televisão. As telecomunicações

Leia mais

Soluções completas em tecnologia para Sistema de Telecomunicações e Segurança

Soluções completas em tecnologia para Sistema de Telecomunicações e Segurança Criada em 1988, a Aton Engenharia - Tecnologia e Soluções é uma empresa que atua no mercado de Engenharia de Telecomunicações, executando projetos de engenharia para sistemas de comunicação e segurança

Leia mais

ABIMAQ- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DE MÁQUINAS

ABIMAQ- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DE MÁQUINAS ABREME-ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS REVENDEDORES E DISTIBUIDOREES DE MATERIAIS ELÉTRICOS SINDICEL-SINDICATO DA INDÚSTRIA DE CONDUTORES ELÉTRICOS, TREFILAÇÃO E LAMINAÇÃO DE METAIS NÃO FERROSOS DO ESTADO DE

Leia mais

Projeto Cidades do Futuro Convênio D423 Cemig D

Projeto Cidades do Futuro Convênio D423 Cemig D Projeto Cidades do Futuro Convênio D423 Cemig D Tadeu Batista Coordenador Projeto Cidades do Futuro tbatista@cemig.com.br cidadesdofuturo@cemig.com.br www.cemig.com.br/smartgrid facebook.com/cemig.energia

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA. Automação residencial utilizando dispositivos móveis e microcontroladores.

PROJETO DE PESQUISA. Automação residencial utilizando dispositivos móveis e microcontroladores. PROJETO DE PESQUISA 1. Título do projeto Automação residencial utilizando dispositivos móveis e microcontroladores. 2. Questão ou problema identificado Controlar remotamente luminárias, tomadas e acesso

Leia mais

TV Digital: Como serão as Antenas Transmissoras no novo Sistema?

TV Digital: Como serão as Antenas Transmissoras no novo Sistema? TV Digital: Como serão as Antenas Transmissoras no novo Sistema? Este tutorial apresenta conceitos básicos sobre antenas empregadas na transmissão de TV Digital que começam em 2 de dezembro de 2007 em

Leia mais

Introdução: O que é uma Subestação? Definição NBR 5460 / 1992

Introdução: O que é uma Subestação? Definição NBR 5460 / 1992 Subestações Introdução: O que é uma Subestação? Definição NBR 5460 / 1992 Parte de um sistema de potência, concentrada em um dado local, compreendendo primordialmente as extremidades de linhas de transmissão

Leia mais

Entenda a Indústria de Energia Elétrica

Entenda a Indústria de Energia Elétrica ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DISTRIBUIDORES DE ENERGIA ELÉTRICA Entenda a Indústria de Energia Elétrica Módulo 4 transmissão Entenda a Indústria de Energia Elétrica Módulo 4 5 O transporte da energia elétrica:

Leia mais

Introdução ENERGIA ELÉTRICA: GERAÇÃO, TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO.

Introdução ENERGIA ELÉTRICA: GERAÇÃO, TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO. ENERGIA ELÉTRICA: GERAÇÃO, TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO. Introdução A energia elétrica que alimenta as indústrias, comércio e nossos lares é gerada principalmente em usinas hidrelétricas, onde a passagem

Leia mais

Sm S a m r a t r t Gr G i r d Bruno Erik Cabral

Sm S a m r a t r t Gr G i r d Bruno Erik Cabral Bruno Erik Cabral Smart Grid Agenda Introdução Definição Características Confiabilidade Flexibilidade Eficiência Sustentabilidade Medidores Inteligentes Controle avançado Cenário Internacional Cenária

Leia mais

Automação de Subestações

Automação de Subestações Automação de Subestações Geração Distribuição Transmissão Indústria Produtos e Serviços: Merging Units Gateway DNP -IEC 61850 Projeto, Integração, TAF, TAC Montagem de Painéis Configuração de Sistemas

Leia mais

Plano Plurianual da Distribuição. Turn Key 1. Dados e Informações para Projeto sobre as. SE S Esmeraldas e Jaboticatubas

Plano Plurianual da Distribuição. Turn Key 1. Dados e Informações para Projeto sobre as. SE S Esmeraldas e Jaboticatubas Doc. TC 00267/2009 SUPERINTENDÊNCIA DE TELECOMUNICAÇÕES GERÊNCIA DE MANUTENÇÃO DE INFRA-ESTRUTURA DE TELECOMUNICAÇÕES Plano Plurianual da Distribuição Turn Key 1 Dados e Informações para Projeto sobre

Leia mais

PRINCIPAIS CONSTATAÇÕES

PRINCIPAIS CONSTATAÇÕES PRINCIPAIS CONSTATAÇÕES GRUPO DE ESTUDOS DE GERAÇÃO HIDRÁULICA GGH É necessário o aprofundamento dos estudos para o uso de unidades geradoras hidráulicas que permitam a otimização do uso da água Geradores

Leia mais

Esquematicamente, a rede de assinantes é composta pelos seguintes elementos: Planta Externa. Caixa de Distribuição. Cabo Primário.

Esquematicamente, a rede de assinantes é composta pelos seguintes elementos: Planta Externa. Caixa de Distribuição. Cabo Primário. 2 REDE DE ASSINANTES É a parcela do sistema telefônico que interliga a central local com o aparelho telefônico. Além da voz, é usada também para comunicação de dados. Atualmente a rede de assinantes é

Leia mais

BMS - BUILDING MANAGEMENT SYSTEM

BMS - BUILDING MANAGEMENT SYSTEM BMS - BUILDING MANAGEMENT SYSTEM ADKL.ZELLER 18 ANOS DE EXPERIÊNCIA; SOLUÇÕES EM ENGENHARIA ELÉTRICA E AUTOMAÇÃO DE A a Z; DESENVOLVEMOS TODAS AS ETAPAS DE UM PROJETO; DIVERSAS CERTIFICAÇÕES; LONGAS PARCERIAS

Leia mais

Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica

Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica Divisão de Subtransmissão / Departamento de Automação e Telecomunicação Especificação Técnica ETD 00.042 Rádio Comunicação Móvel VHF Dados e Voz Versão:

Leia mais

Tecnologia da Informação Apostila 02

Tecnologia da Informação Apostila 02 Parte 6 - Telecomunicações e Redes 1. Visão Geral dos Sistemas de Comunicações Comunicação => é a transmissão de um sinal, por um caminho, de um remetente para um destinatário. A mensagem (dados e informação)

Leia mais

AES Eletropaulo. Area Concessão. Energia. Eletropaulo. Brasil. 4,526 (km 2 ) 0,05% 6,8 (milhões) 46 (TWh) 11% Brasil.

AES Eletropaulo. Area Concessão. Energia. Eletropaulo. Brasil. 4,526 (km 2 ) 0,05% 6,8 (milhões) 46 (TWh) 11% Brasil. AES ELETROPAULO 1 AES Eletropaulo AES Eletropaulo % Brasil Area Concessão 4,526 (km 2 ) 0,05% Brazil Consumidores 6,8 (milhões) 9% Brasil Energia 46 (TWh) 11% São Paulo Estado 2 PROJETO AES ELETROPAULO

Leia mais

SOLUÇÕES INDUSTRIAIS

SOLUÇÕES INDUSTRIAIS Soluções em Tecnologia de Automação e Informação SOLUÇÕES INDUSTRIAIS LOGANN Soluções Especiais ESPECIALIDADES AUTOMAÇÃO E CONTROLE INDUSTRIAL Atuação em sistemas de controle, aquisição de dados e supervisão

Leia mais

ESPECIFICAÇÕES PARA INSTALAÇÕES DE ALARME

ESPECIFICAÇÕES PARA INSTALAÇÕES DE ALARME ESPECIFICAÇÕES PARA INSTALAÇÕES DE ALARME ESPECIFICAÇÕES PARA INSTALAÇÕES DE ALARME - ARQUIVO 828 -M-AL1.doc Pagina 1 1. GENERALIDADES - Os serviços obedecerão as presentes especificações, a relação de

Leia mais

26 a 29 de novembro de 2012 Brasília - DF

26 a 29 de novembro de 2012 Brasília - DF 26 a 29 de novembro de 2012 Brasília - DF XII EDAO ENCONTRO PARA DEBATES DE ASSUNTOS DE OPERAÇÃO Marcelo Batista CTEEP Cia. de Transmissão de Energia Elétrica Paulista São Paulo SP Marcos Hilário Sylvestre

Leia mais

LOCALIZAÇÃO DO TRAÇADO

LOCALIZAÇÃO DO TRAÇADO SIM da RMBS Sistema Integrado Metropolitano SISTEMA VLT AUDIÊNCIA PÚBLICA AQUISIÇÃO DE SISTEMAS Dezembro/2011 LOCALIZAÇÃO DO TRAÇADO 2 CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO VLT Legenda: Traçado VLT: Trecho

Leia mais

MATÉRIA: Telecomunicações 3 MOURA LACERDA

MATÉRIA: Telecomunicações 3 MOURA LACERDA MATÉRIA: Telecomunicações 3 MOURA LACERDA Convertendo som em sinal elétrico e vice-versa Na telefonia, são fundamentais os dispositivos que convertem sons em sinais elétricos e estes últimos em sons, isto

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Introdução Redes de Computadores Marco Antonio Montebello Júnior marco.antonio@aes.edu.br Rede É um conjunto de computadores chamados de estações de trabalho que compartilham recursos de hardware (HD,

Leia mais

MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À CONSULTA PÚBLICA Nº 005/2014

MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À CONSULTA PÚBLICA Nº 005/2014 MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À CONSULTA PÚBLICA Nº 005/2014 NOME DA INSTITUIÇÃO: Celesc Distribuição S.A. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL ATO REGULATÓRIO: Nota Técnica nº 025/2014

Leia mais

Sistema de Supervisão de Rede Óptica

Sistema de Supervisão de Rede Óptica WORKSHOP sobre TELECOMUNICAÇÕES DO RIO MADEIRA Soluções para LT de Longa Distância Sistema de Supervisão de Rede Óptica Paulo José Pereira Curado Gerente de Tecnologia de Rede Óptica 17/03/2010 Sumário

Leia mais

A SILENCIOSA MUDANÇA DO MODELO DE NEGÓCIOS DO SETOR ELÉTRICO MUNDIAL (*)

A SILENCIOSA MUDANÇA DO MODELO DE NEGÓCIOS DO SETOR ELÉTRICO MUNDIAL (*) A SILENCIOSA MUDANÇA DO MODELO DE NEGÓCIOS DO SETOR ELÉTRICO MUNDIAL (*) A evolução tecnológica proporcionada pelas Smart Grids já colocou em plena marcha, mundialmente e silenciosamente, uma grande mudança

Leia mais

Transmissor EXT-240 de áudio e vídeo sem fio

Transmissor EXT-240 de áudio e vídeo sem fio Transmissor de áudio e vídeo sem fio Manual de operação Índice I. Introdução... 1 II. Informações de segurança... 1 III. Especificações... 1 IV. Instruções de instalação... 2 1. Opções de posicionamento...

Leia mais

Bibliografia. Termos comuns em VoIp. Termos comuns em VoIp. Programa de Telecomunicações

Bibliografia. Termos comuns em VoIp. Termos comuns em VoIp. Programa de Telecomunicações Introdução a conceitos de hardware e software de computador. Introdução a sistemas operacionais: Microsoft Windows e Linux. Conceitos básicos e utilização de aplicativos para edição de textos, planilhas

Leia mais

O que é o PMAT e qual o seu objetivo

O que é o PMAT e qual o seu objetivo BNDES PMAT O que é o PMAT e qual o seu objetivo É uma modalidade de financiamento do BNDES, que tem como objetivo auxiliar na modernização da administração tributária e a melhoria da qualidade do gasto

Leia mais

PROJETO DE ENLACE RADIO COMUNICAÇÃO DIGITAL

PROJETO DE ENLACE RADIO COMUNICAÇÃO DIGITAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE SANTA CATARINA DIRETORIA DE LOGÍSTICA E FINANÇAS DIVISÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SEÇÃO DE INFRA-ESTRUTURA PROJETO DE ENLACE RADIO COMUNICAÇÃO DIGITAL FLORIANÓPOLIS JULHO

Leia mais

on-line para transformadores de potência baseados em uma arquitetura descentralizada Por Marcos E. G. Alves e Vagner Vasconcellos*

on-line para transformadores de potência baseados em uma arquitetura descentralizada Por Marcos E. G. Alves e Vagner Vasconcellos* Aula Prática 114 O Setor Elétrico / Setembro de 2009 Especificação de sistemas de monitoração on-line para transformadores de potência baseados em uma arquitetura descentralizada Por Marcos E. G. Alves

Leia mais

Mude para digital. Sistema de rádio bidirecional digital profissional MOTOTRBO

Mude para digital. Sistema de rádio bidirecional digital profissional MOTOTRBO Sistema de rádio bidirecional digital profissional A solução de comunicação em rádios bidirecionais de próxima geração está aqui, com melhor desempenho, produtividade e preço e mais oportunidades para

Leia mais

Sistema de Proteção Elétrica em Subestações com Alta e Média Tensão Parte I

Sistema de Proteção Elétrica em Subestações com Alta e Média Tensão Parte I Sistema de Proteção Elétrica em Subestações com Alta e Média Tensão Parte I Prof. Eng. José Ferreira Neto ALLPAI Engenharia Out/14 Parte 1 -Conceitos O Sistema Elétrico e as Subestações Efeitos Elétricos

Leia mais

O SETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO BRASIL 2003-2006

O SETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO BRASIL 2003-2006 O SETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO BRASIL 2003-2006 V Taller Regional sobre la Medición de la Sociedad de la Información en América Latina y el Caribe Roberto Neves Sant Anna IBGE Diretoria

Leia mais

Série Quasar. Quadro Geral de Baixa Tensão Quadro de Distribuição Centro de Controle de Motores Inteligente. www.altus.com.br

Série Quasar. Quadro Geral de Baixa Tensão Quadro de Distribuição Centro de Controle de Motores Inteligente. www.altus.com.br Série Quasar Quadro Geral de Baixa Tensão Quadro de Distribuição Centro de Controle de Motores Inteligente www.altus.com.br Na medida exata para seu negócio Modular: ampla variedade de configurações para

Leia mais

Intercom para ultraleve, MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO LEIA ESTE MANUAL ANTES DE USAR O INTERCOM.

Intercom para ultraleve, MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO LEIA ESTE MANUAL ANTES DE USAR O INTERCOM. Intercom para ultraleve, modelo ACT-3 O MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO LEIA ESTE MANUAL ANTES DE USAR O INTERCOM. intercom modelo ACT-3 deve ser usado com os capacetes fabricados pela Eletroleve em trikes,

Leia mais

CENTRAIS ELÉTRICAS DE RONDÔNIA S/A COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO

CENTRAIS ELÉTRICAS DE RONDÔNIA S/A COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO Assunto: NOTA DE ESCLARECIMENTO N.º 03 Processo: CONCORRÊNCIA N.º 001/2010 Objeto: CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS BÁSICOS E EXECUTIVOS DE SUBESTAÇÕES E LINHAS DE TRANSMISSÃO DO SISTEMA

Leia mais

esip- Sistema Integrado de Processo

esip- Sistema Integrado de Processo esip- Sistema Integrado de Processo Geração Distribuição Transmissão www.ecilenergia.com.br Integração dos dispositivos da SE na rede do esip Criação de uma Base de Dados Unificada Otimização no Deslocamento

Leia mais

DMI. Dispositivo de Monitoramento Inteligente DMI TCR 88ES

DMI. Dispositivo de Monitoramento Inteligente DMI TCR 88ES DMI Dispositivo de Monitoramento Inteligente 1 DMI TCR 88ES Prezado Consumidor, A ISSO atua em diversos projetos envolvendo novas tecnologias, na área de TI, equipamentos elétricos e eletrônicos, equipamentos

Leia mais

Peça para um amigo baixar o programa também, e você pode começar a experimentar o VoIP para ver como funciona. Um bom lugar para procurar é

Peça para um amigo baixar o programa também, e você pode começar a experimentar o VoIP para ver como funciona. Um bom lugar para procurar é VOIP Se você nunca ouviu falar do VoIP, prepare-se para mudar sua maneira de pensar sobre ligações de longa distância. VoIP, ou Voz sobre Protocolo de Internet, é um método para pegar sinais de áudio analógico,

Leia mais

Solução para coleta de dados e análise de consumo para controlar e otimizar os custos

Solução para coleta de dados e análise de consumo para controlar e otimizar os custos Solução para coleta de dados e análise de consumo para controlar e otimizar os custos Quem é a Zaruc? Empresa que atua desde 2008 no desenvolvimento de projetos tecnológicos inovadores oferecendo soluções

Leia mais

Painéis de controle da Honeywell PARA INSTALAÇÕES RESIDENCIAIS E COMERCIAIS. Tabelas de recursos

Painéis de controle da Honeywell PARA INSTALAÇÕES RESIDENCIAIS E COMERCIAIS. Tabelas de recursos Painéis de controle da Honeywell PARA INSTALAÇÕES RESIDENCIAIS E COMERCIAIS Tabelas de recursos Painéis de controle TABELAS DE RECURSOS LYNX Touch (L5100) LYNX Plus (L3000) VISTA -10P VISTA-15P VISTA-20P

Leia mais

Estado do Rio Grande do Sul PREFEITURA MUNICIPAL DE PELOTAS S.A.F.- DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS E PATRIMÔNIO 1/5 ANEXO I

Estado do Rio Grande do Sul PREFEITURA MUNICIPAL DE PELOTAS S.A.F.- DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS E PATRIMÔNIO 1/5 ANEXO I S.A.F.- DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS E PATRIMÔNIO 1/5 ANEXO I MEMORIAL TÉCNICO DESCRITIVO CENTRAIS DE ALARMES O presente memorial tem por objetivo descrever as instalações do sistema de proteção

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Parte II: Camada Física Dezembro, 2012 Professor: Reinaldo Gomes reinaldo@computacao.ufcg.edu.br Meios de Transmissão 1 Meios de Transmissão Terminologia A transmissão de dados d

Leia mais

Plano Básico Ambiental

Plano Básico Ambiental Estaleiro e Base Naval para a Construção de Submarinos Convencionais e Plano Básico Ambiental SEÇÃO VI - PROGRAMA DE GERENCIAMENTO RÁDIOLÓGICO Projeto 3 Monitoramento Sismológico 0 Emissão inicial 14/06/2010

Leia mais

Projetos InovCityEDP. Rio de Janeiro, 15 de Maio de 2014

Projetos InovCityEDP. Rio de Janeiro, 15 de Maio de 2014 Projetos InovCityEDP Rio de Janeiro, 15 de Maio de 2014 Agenda Soluções Smart Grid implantadas na EDP Projeto InovCity Aparecida Projeto InovCity ES Desafios para o Setor Elétrico Barreiras à serem vencidas

Leia mais

A Compatibilidade Eletromagnética (EMC) e sua Influência na Sociedade Brasileira

A Compatibilidade Eletromagnética (EMC) e sua Influência na Sociedade Brasileira A Compatibilidade Eletromagnética (EMC) e sua Influência na Sociedade Brasileira João Saad Júnior - PY1DPU - Pesquisador do CEPEL de 1978 a 2013, atualmente aposentado membro do O QUE É COMPATIBILIDADE

Leia mais

Número da Licitação CO.DAQ.G.0020.2012 1/9 ESCLARECIMENTO Nº 4

Número da Licitação CO.DAQ.G.0020.2012 1/9 ESCLARECIMENTO Nº 4 CO.DAQ.G.0020.2012 1/9 ESCLARECIMENTO Nº 4 Seguem abaixo, solicitações formuladas por empresas participantes da Licitação supra e as respectivas respostas de FURNAS: 1. Pergunta: Gostaria de solicitar

Leia mais

TERMO DE GARANTIA. Recomendação:

TERMO DE GARANTIA. Recomendação: TERMO DE GARANTIA ELETROPPAR - Indústria Eletrônica Ltda., localizada na Rua Carlos Ferrari, nº 2651, Distrito Industrial, Garça/SP, CEP 17.400-000, CNPJ 02.748.434/0001-08, IE 315.026.341.111 garante

Leia mais

DEMANDA GT SOLUÇÕES PARA AUDITORIA CONTÍNUA

DEMANDA GT SOLUÇÕES PARA AUDITORIA CONTÍNUA DEMANDA GT SOLUÇÕES PARA AUDITORIA CONTÍNUA OBJETIVOS Desenvolvimento de metodologia e sistema de automação do monitoramento de riscos e controles organizacionais para: Minimização dos riscos regulatórios

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 35, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2013

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 35, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2013 INSTRUÇÃO NORMATIVA N 35, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2013 * Publicada no DOE em 19/12/13 Altera a Instrução Normativa n.º 04, de 31 de janeiro de 2013, que lista os produtos de informática de que tratam a alínea

Leia mais

Alterações MCPSE versão 9 (com as novas taxas de depreciação )

Alterações MCPSE versão 9 (com as novas taxas de depreciação ) Cadastro de Equipamentos Alterações MCPSE versão 9 (com as novas taxas de depreciação ) P1 Qual o procedimento a ser adotado quando não se encontrar um determinado valor de atributo nas tabelas do MCPSE?

Leia mais

Visão Geral do Smart Grid Pedro Jatobá Eletrobrás

Visão Geral do Smart Grid Pedro Jatobá Eletrobrás Visão Geral do Smart Grid Pedro Jatobá Eletrobrás Tendências do Setor Energético Mundial Aumento da demanda global Elevação no preço da energia Pressão para o uso de fontes renováveis Aumento da complexidade

Leia mais

Soluções para Segurança, Gerenciamento e Automação de Bibliotecas. Segurança, Gerenciamento e Automação de Bibliotecas

Soluções para Segurança, Gerenciamento e Automação de Bibliotecas. Segurança, Gerenciamento e Automação de Bibliotecas Soluções para Segurança, Gerenciamento e Automação de Bibliotecas Bem Vindos Antonio Klodzinski antonio@rtsbrasil.com.br Desde 1999 em Segurança e Automação de Bibliotecas A partir de 2009 com 3M Brasil

Leia mais

Projeto Smart Grid. Visão Geral

Projeto Smart Grid. Visão Geral Projeto Smart Grid Visão Geral Contextualização Sobre o Smart Grid Smart Grid Light Estratégia da Light para os próximos anos 2 3-8 usinas - 98 SE - 111 SE - 7.500 2500 circuitos 19.685 km 1045 Dispositivos

Leia mais

TABELA II - CLASSES DE TENSÃO, TENSÃO PRIMÁRIA E TENSÃO SECUNDÁRIA (OBS:

TABELA II - CLASSES DE TENSÃO, TENSÃO PRIMÁRIA E TENSÃO SECUNDÁRIA (OBS: Anexo II Lista de alterações TABELA II - CLASSES DE TENSÃO, TENSÃO PRIMÁRIA E TENSÃO SECUNDÁRIA (OBS: Deve indicar a tensão nominal dos equipamentos, não a tensão que está sendo operado ou tensão máxima)

Leia mais

Aplicação de Sistema Telemedição em Unidades Consumidoras Alimentadas por Redes Subterrâneas Caso Praia do Paiva

Aplicação de Sistema Telemedição em Unidades Consumidoras Alimentadas por Redes Subterrâneas Caso Praia do Paiva Aplicação de Sistema Telemedição em Unidades Consumidoras Alimentadas por Redes Subterrâneas Caso Praia do Paiva Autores Marcelo Artur Xavier de Lima CELPE; José Aderaldo Lopes CELPE. 1 AGENDA: A Celpe;

Leia mais

Sistema de Detecção de Raios

Sistema de Detecção de Raios Tela do Sistema Apresentação Fig A O "Sistema de Detecção de Raios é um sistema de computador desenvolvido em conjunto com um sensor que mede o campo elétrico das descargas atmosféricas e tem a finalidade

Leia mais

Sistema de Telemetria para Hidrômetros e Medidores Aquisição de Dados Móvel e Fixa por Radio Freqüência

Sistema de Telemetria para Hidrômetros e Medidores Aquisição de Dados Móvel e Fixa por Radio Freqüência Sistema de Telemetria para Hidrômetros e Medidores Aquisição de Dados Móvel e Fixa por Radio Freqüência O princípio de transmissão de dados de telemetria por rádio freqüência proporciona praticidade, agilidade,

Leia mais

Radiocrafts Embedded Wireless Solutions

Radiocrafts Embedded Wireless Solutions Radiocrafts Embedded Wireless Solutions Módulos sem fio para Smart Metering Por Peder Martin Evjen, M.Sc.E.E., Managing Director, Radiocrafts AS A tendência em AMR e Smart Metering é utilizar tecnologia

Leia mais

EE-981 Telefonia Prof. Motoyama 1º Semestre 2004. Capítulo 1. Redes de Comunicação

EE-981 Telefonia Prof. Motoyama 1º Semestre 2004. Capítulo 1. Redes de Comunicação Capítulo 1 s de Comunicação 1.1 s de Comunicação De uma maneira bastante geral, pode-se dividir as redes de comunicação em três tipos: difusão, pessoa a pessoa e máquina a máquina. Os exemplos representativos

Leia mais

CLIMATIZAÇÃO. Relação de Entradas e Saídas

CLIMATIZAÇÃO. Relação de Entradas e Saídas CLIMATIZAÇÃO O exemplo apresentado aqui controla um sistema que envolve bombas, torres, chillers e fan-coils para climatização ambiente para conforto térmico. Pode-se montar controles para sistemas dos

Leia mais

UniFOA - Curso Seqüencial de Redes de Computadores Disciplina: Sistemas de Telecomunicações 4º período Professor: Maurício AULA 02 Telefonia Fixa

UniFOA - Curso Seqüencial de Redes de Computadores Disciplina: Sistemas de Telecomunicações 4º período Professor: Maurício AULA 02 Telefonia Fixa Introdução UniFOA - Curso Seqüencial de Redes de Computadores Com o aparecimento dos sistemas de comunicação móvel como a telefonia celular, o termo telefonia fixa passou a ser utilizado para caracterizar

Leia mais

www.philips.com/welcome

www.philips.com/welcome Register your product and get support at www.philips.com/welcome SDV1225T/55 PT Manual do Usuário Sumário 1 Importante 4 Segurança 4 Aviso para os EUA 4 Aviso para o Canadá 4 Reciclagem 4 Português 2

Leia mais

Sistemas Supervisórios

Sistemas Supervisórios Sistemas Supervisórios Prof a. Michelle Mendes Santos michelle@cpdee.ufmg.br Sistemas Supervisórios Objetivos: Apresentação e posicionamento da utilização de sistemas supervisórios em plantas industriais;

Leia mais

Cabeamento Estruturado

Cabeamento Estruturado Cabeamento Estruturado Definição Cabeamento para uso integrado em comunicações de voz, dados e imagem preparado de maneira a atender diversos layouts de instalações, por um longo período de tempo, sem

Leia mais

GE Digital Energy Power Quality. Energy Commander TM. Conjunto de Manobra em Paralelo

GE Digital Energy Power Quality. Energy Commander TM. Conjunto de Manobra em Paralelo GE Digital Energy Power Quality Energy Commander TM Conjunto de Manobra em Paralelo 2 Energy Commander TM Conjunto de Manobra em Paralelo Conjuntos de Manobra em Paralelo A ligação em paralelo é uma operação,

Leia mais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais Administração de Sistemas de Informação Gerenciais UNIDADE V: Telecomunicações, Internet e Tecnologia Sem Fio. Tendências em Redes e Comunicações No passado, haviam dois tipos de redes: telefônicas e redes

Leia mais

Chegou Kwara. para o Brasil brilhar cada vez mais

Chegou Kwara. para o Brasil brilhar cada vez mais Chegou Kwara. para o Brasil brilhar cada vez mais Chegou Kwara, uma nova geração em energia. Uma empresa de eficiência energética que presta serviços especializados de manutenção em plantas de geração

Leia mais

Sistemas de monitoramento on-line aplicados aos diversos segmentos do sistema elétrico. David Scaquetti

Sistemas de monitoramento on-line aplicados aos diversos segmentos do sistema elétrico. David Scaquetti Sistemas de monitoramento on-line aplicados aos diversos segmentos do sistema elétrico David Scaquetti Introdução Importância dos transformadores no sistema de potência Evolução do monitoramento: - Medição

Leia mais

Programa Smart Grid da AES Eletropaulo. - A Energia das Metrópoles do Futuro - Maria Tereza Vellano 27 de novembro de 2013

Programa Smart Grid da AES Eletropaulo. - A Energia das Metrópoles do Futuro - Maria Tereza Vellano 27 de novembro de 2013 Programa Smart Grid da AES Eletropaulo - A Energia das Metrópoles do Futuro - Maria Tereza Vellano 27 de novembro de 2013 1 Agenda Institucional Projeto Smart Grid Eletropaulo Digital Motivadores Objetivos

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico EIXO TECNOLÓGICO: CONTROLE E PROCESSOS INDUSTRIAIS

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico EIXO TECNOLÓGICO: CONTROLE E PROCESSOS INDUSTRIAIS Padronização do tipo e quantidade necessária de instalações e equipamentos dos laboratórios das habilitações profissionais EIXO TECNOLÓGICO: CONTROLE E PROCESSOS INDUSTRIAIS HABILITAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICO

Leia mais