Modelos de sucesso de cooperação do contribuinte

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Modelos de sucesso de cooperação do contribuinte"

Transcrição

1 Modelos de sucesso de cooperação do contribuinte Apresentado por: Brian McCauley, comissário adjunto Agência Canadense da Receita (CRA, sigla em inglês)

2 Generalidades Antecedentes / Contexto Enfoque sobre o cumprimento dos grandes contribuintes (ALBC, sigla em inglês) Iniciativas atuais para pequenas e médias empresas (SME, sigla em inglês) Desafios Conclusão / pontos-chave 2

3 Composição dos grandes contribuintes Todos os contribuintes cuja receita anual supera os 250 milhões de dólares entidades econômicas / comerciais, incluindo as multinacionais ( pessoas jurídicas) Inclui sociedades, fideicomissos e empresas conjuntas 3

4 Antecedentes / Contexto antes de 2011 Auditorias anuais abrangentes a todo o exercício dos grandes contribuintes, realizadas por distintas equipes de auditores com diferentes especializações taxa de cobertura muito alta, ciclo de um a quatro anos em função da complexidade Protocolos de auditoria para grandes contribuintes desde os finais da última década de 90, encorajando relações abertas, transparentes e respeitosas; um melhor serviço integrado e auditorias em tempo real Não alcançou as expectativas do contribuinte relativamente à atualidade das auditorias e à certeza antecipada, em parte, devido a um nível de cobertura das auditorias de 100% das grandes entidades comerciais Principais conclusões do relatório do Gabinete do Auditor-Geral de Contas do Canadá correspondente a 2007: Fortalecer a capacidade de avaliação dos riscos Melhorar a capacidade de identificar e avaliar as questões fiscais internacionais 4

5 Enfoque sobre o cumprimento dos grandes contribuintes (ALBC, sigla em inglês) Em 2011 foi lançado o novo Enfoque sobre o cumprimento dos grandes contribuintes baseado no risco Fatores impulsionadores Recomendações do Gabinete do Auditor-Geral de Contas do Canadá Novas preocupações relacionadas com o cumprimento no setor dos grandes contribuintes ao nível mundial Complexidade das declarações fiscais e do planejamento fiscal Recursos limitados Implementação gradual em um período de cinco anos Mudanças significativas no modo como a CRA administra o cumprimento tributário Processo de avaliação do risco baseado na inteligência Interação com grandes contribuintes e intermediários fiscais Uso dos recursos de auditoria 5

6 Elementos principais Maior atenção para as técnicas e ferramentas de avaliação do risco baseadas na inteligência Enfoque na auditoria sob medida baseada na segmentação do risco Recursos financeiros e técnicos dirigidos aos casos que apresentam um maior risco de incumprimento Discussões abertas e transparentes com altos funcionários de grandes empresas e intermediários fiscais 6

7 Implementação Aproveitamento da experiência geral, técnica e específica da indústria em matéria de auditoria, visando melhorar as capacidades de elaboração de perfis e a avaliação do risco Interesse em auditorias a cargo de uma única equipe Criação de centros de perícia e de gabinetes de coordenação para a indústria (instituições financeiras, farmacêuticas, setor automóvel, petróleo e gás), que garanta um tratamento mais uniforme e eficaz dos problemas específicos de cada indústria en matéria de auditoria Elaboração de diretrizes e formação recíproca para ajudar o pessoal do setor de fiscalização dos gabinetes de serviços fiscais 7

8 Implementação (continuação) Melhora do processo de avaliação do risco usando um enfoque de auditoria de dois níveis baseada no risco para a população dos grandes contribuintes 1. Modelo Nacional de Avaliação de Riscos (NRAM, sigla em inglês) Avaliação dos fatores de risco, i.e. histórico de auditorias, governação empresarial, conduta de cumprimento, etc. 2. Modelo Padronizado de Avaliação de Riscos de Auditoria (SARAT, sigla em inglês) documentação completa, i.e. análises, problemas da indústria, definição de prioridades, planejamento detalhado e execução da auditoria Auditorias sob medida baseadas em três segmentos de risco (do maior ao menor) Contribuintes de alto risco: sujeitos a uma auditoria completa e profunda Contribuintes de médio risco: sujetos a uma auditoria baseada em questões específicas Contribuintes de baixo risco: sujeitos a uma revisão da garantia de cumprimento Melhores relações e comunicação com a comunidade de grandes contribuintes e intermediários fiscais (por exemplo: reuniões cara a cara) 8

9 Objetivos / Resultados Discussões abertas, transparentes e mais oportunas sobre os problemas de cumprimento com os contribuintes e os intermediários fiscais Melhor compreensão sobre o modo das empresas gerenciarem seus riscos fiscais Uso mais eficiente e eficaz dos recursos Redução da carga de cumprimento sobre os contribuintes Uma certeza maior e mais prematura das posições fiscais e da redução dos custos, tanto para os contribuintes quanto para as administrações tributárias 9

10 Além do ALBC Próximos passos O relatório de 2013 da OCDE-FTA sobre cumprimento cooperativo incluiu uma série de enfoques inovadores das administrações tributárias (por exemplo: EUA e Países Baixos) A CRA está examinando a possibilidade de estabelecer acordos e relações de maior colaboração com os contribuintes qualificados que poderiam complementar nosso enfoque atual baseado no risco, para cumprimento dos grandes contribuintes Aproveitar o ALBC para promover ainda mais o cumprimento voluntário e incrementar a transparência Primeiras fases da questão - os intermediários fiscais desempenharão uma função importante 10

11 Pequenas e médias empresas (PME) contribuintes Cerca de 3,5 milhões de PME (aproximadamente 70% da população total) usam especialistas em declarações de impostos; todavia, os resultados do Programa de Investigação de Auditorias da CRA demonstram uma grande incidência de erros Janeiro de 2014 A CRA anunciou um plano de três pontos para melhorar o cumprimento e oferecer apoio à comunidade empresarial das PME 1. Iniciativa do agente de ligação: Oferecer apoio em pessoa quando for necessário, à medida que o negócio cresce; baseada no princípio de fazer as coisas bem desde o princípio modelado pela OCDE 2. Programa de Inscrição de Especialistas em Declarações de Impostos: Trabalhar com os especialistas de declarações de impostos para identificar erros comuns e corrigi-los antes deles ocorrerem; reduzir o custo do cumprimento (reduzir a necessidade de fazer auditorias) 3. Maior atenção para as declarações de alto risco: Intervenção sob a forma de auditoria centrada nas PME que não cumprem; intervenções que vão desde técnicas simples até auditorias tradicionais cara a cara 11

12 Iniciativa do agente de ligação Trabalhar em conjunto com os contribuintes proporcionando informações e apoio em pessoa às empresas durante estágios importantes do seu ciclo empresarial; fazer as coisas bem desde o princípio Facilitar o cumprimento e reduzir a burocracia para os contribuintes que desejam cumprir Elementos principais Usar atividades de apoio que possam ajudar a comunidade empresarial das PME a compreender as suas obrigações em matéria de imposto de renda e evitar erros involuntários ou recorrentes Visitas de apoio às pequenas empresas Revisão dos livros e registros de contabilidade Planos para apoiar o cumprimento Implementação Abril de 2014: Início de dois projetos-piloto Outono de 2014: Três projetos-piloto adicionais 2015/2016: Avaliação do impacto 12

13 Programa de Inscrição de Especialistas em Declarações de Impostos Trabalhar com os especialistas em declarações de impostos para reduzir os erros desde o princípio Aproveitar a experiência e a capacidade dos especialistas em declarações de impostos para melhorar a eficácia dos programas de cumprimento da CRA Elementos principais Todas as pessoas que cobram para prepararem declarações de impostos a indivíduos ou empresas seriam obrigados a inscrever-se A CRA estabeleceria em que medida uma pessoa particular, ou uma empresa especializada na elaboração de declarações de impostos, está associada a declarações de impostos que estão ou não em conformidade, mediante a ligação de cada declaração à empresa / pessoa particular que a elaborou Usar um enfoque de cumprimento estratégico com os especialistas em declarações de impostos para abordar o incumprimento, i.e. visitas educativas, planos de ação, auditorias dos seus clientes Implementação 2013/ /15: Consultas públicas sobre políticas essenciais 2016/2017: Início da inscrição 13

14 Desafios Complexidade e importância dos arquivos Avaliação do desempenho Aplicação consistente de novo enfoque e sistemas Mudança de atitudes Enfoque voluntário pode causar uma participação limitada 14

15 Conclusão / Pontos-chave Benéfico tanto para as administrações fiscais quanto para os contribuintes certeza antecipada em troca de transparência Menor carga de cumprimento para os contribuintes Permite que as administrações fiscais aumentem ao máximo os recursos limitados É essencial manter-se em dia com as iniciativas e as evoluções internacionais de outras administrações fiscais Grande benefício em foros multilaterais como o CIAT partilhar experiências e aprender com os outros 15

PROPOSTA DE PILARES PARA O PRÓXIMO PROGRAMA DE APOIO AS POLÍTICAS (PSI) APRESENTAÇÃO AO SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DO FMI E PERSPECTIVAS

PROPOSTA DE PILARES PARA O PRÓXIMO PROGRAMA DE APOIO AS POLÍTICAS (PSI) APRESENTAÇÃO AO SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DO FMI E PERSPECTIVAS PROPOSTA DE PILARES PARA O PRÓXIMO PROGRAMA DE APOIO AS POLÍTICAS (PSI) APRESENTAÇÃO AO SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DO FMI E PERSPECTIVAS MAPUTO, 11 DE MARÇO DE 2013 ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO

Leia mais

C. PLANO DE AÇÃO PARA O REFORÇO DAS ESTATÍSTICAS VITAIS E DE SAÚDE

C. PLANO DE AÇÃO PARA O REFORÇO DAS ESTATÍSTICAS VITAIS E DE SAÚDE - 13 - Anexo C C. PLANO DE AÇÃO PARA O REFORÇO DAS ESTATÍSTICAS VITAIS E DE SAÚDE Introdução 39. A finalidade deste documento é informar aos Órgãos Diretivos da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)

Leia mais

Federação desigual. Assimetrias regionais. Região PIB População Território Região Sudeste 55,41% 42% 10,60% Região Norte 5,40% 8% 45,20%

Federação desigual. Assimetrias regionais. Região PIB População Território Região Sudeste 55,41% 42% 10,60% Região Norte 5,40% 8% 45,20% Federação desigual Assimetrias regionais Região PIB População Território Região Sudeste 55,41% 42% 10,60% Região Norte 5,40% 8% 45,20% Região Centro-oeste 9,57% 7% 18,90% Região Nordeste 13,40% 28% 18,20%

Leia mais

Luxemburgo-Luxemburgo: Prestação de serviços de consultoria a favor do MEE 2016/S Anúncio de concurso. Serviços

Luxemburgo-Luxemburgo: Prestação de serviços de consultoria a favor do MEE 2016/S Anúncio de concurso. Serviços 1 / 8 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:450788-2016:text:pt:html Luxemburgo-Luxemburgo: Prestação de serviços de consultoria a favor do MEE 2016/S 247-450788

Leia mais

Nove áreas temáticas do programa

Nove áreas temáticas do programa Nove áreas temáticas do programa Com base no Plano de Ação FLEGT da União Europeia, a gerência do programa estabeleceu nove áreas temáticas apoiadas pelo programa. Sob cada tema, há uma lista indicativa

Leia mais

Política de Comunicação do IFRS: conceito, metodologia e participação. Wilson da Costa Bueno Bento Gonçalves/RS 05/03/2015

Política de Comunicação do IFRS: conceito, metodologia e participação. Wilson da Costa Bueno Bento Gonçalves/RS 05/03/2015 Política de Comunicação do IFRS: conceito, metodologia e participação Wilson da Costa Bueno Bento Gonçalves/RS 05/03/2015 Conceito Política de Comunicação é o conjunto sistematizado de princípios, valores,

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA PLATAFORMA P3LP

APRESENTAÇÃO DA PLATAFORMA P3LP APRESENTAÇÃO DA PLATAFORMA P3LP PONTES E PARCERIAS NOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA - PLATAFORMA DE PARTILHA DE EXPERIÊNCIAS E CONHECIMENTO NO SETOR DA ÁGUA APDA, ENEG, Porto, Dezembro de 2015 Jaime Melo

Leia mais

Certificação ISO

Certificação ISO Sistema de Gestão Ambiental SGA Certificação ISO 14.000 SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL - SGA Definição: Conjunto de ações sistematizadas que visam o atendimento das Boas Práticas, das Normas e da Legislação

Leia mais

SÍNTESE DO PERFIL E DAS ATRIBUIÇÕES DOS COORDENADORES DAS UNIDADES SOCIOASSISTENCIAIS. Perfil e principais atribuições do Coordenador do CREAS

SÍNTESE DO PERFIL E DAS ATRIBUIÇÕES DOS COORDENADORES DAS UNIDADES SOCIOASSISTENCIAIS. Perfil e principais atribuições do Coordenador do CREAS SÍNTESE DO PERFIL E DAS ATRIBUIÇÕES DOS COORDENADORES DAS UNIDADES SOCIOASSISTENCIAIS Perfil e principais atribuições do Coordenador do CREAS Escolaridade de nível superior de acordo com a NOB/RH/2006

Leia mais

Ministério da Integração Nacional

Ministério da Integração Nacional Protocolo Conjunto para Proteção Integral a Crianças e Adolescentes, Pessoas Idosas e Pessoas com Deficiência em Situação de Riscos e Desastres Portaria Interministerial Nº 02 de 06 de Dezembro de 2012

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DOS SISTEMAS INTELIGENTES DE TRANSPORTES PARA A INCLUSÃO SOCIAL

A CONTRIBUIÇÃO DOS SISTEMAS INTELIGENTES DE TRANSPORTES PARA A INCLUSÃO SOCIAL A CONTRIBUIÇÃO DOS SISTEMAS INTELIGENTES DE TRANSPORTES PARA A INCLUSÃO SOCIAL Rui D. Camolino Lisboa, 9 de Julho 2008 1 AGENDA Projecto MATISSE Conclusões do Projecto A Contribuição da Associação ITS

Leia mais

O uso do Conviva como apoio na Avaliação e Monitoramento do PME

O uso do Conviva como apoio na Avaliação e Monitoramento do PME O uso do Conviva como apoio na Avaliação e Monitoramento do PME 17 de Junho de 2015 VISÃO GERAL DO CONVIVA EDUCAÇÃO Plataforma gratuita que contribui com os processos de gestão das Secretarias Municipais

Leia mais

Plano Nacional de Turismo

Plano Nacional de Turismo Plano Nacional de Turismo 2011-2015 Conceito Conjunto de diretrizes, metas e programas que orientam a atuação do Ministério do Turismo, em parceria com outros setores da gestão pública nas três esferas

Leia mais

A importância da Gestão de Riscos. Marcelo de Sousa Monteiro

A importância da Gestão de Riscos. Marcelo de Sousa Monteiro A importância da Gestão de Riscos Marcelo de Sousa Monteiro Agenda Alguns comentários sobre Administração O que é risco? A importância da Gestão de Riscos Alguns comentários sobre Administração Administração

Leia mais

Normas ISO:

Normas ISO: Universidade Católica de Pelotas Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina de Qualidade de Software Normas ISO: 12207 15504 Prof. Luthiano Venecian 1 ISO 12207 Conceito Processos Fundamentais

Leia mais

Fundação Europeia da Juventude

Fundação Europeia da Juventude Fundação Europeia da Juventude Apoio aos jovens na Europa Dedicado à juventude Diálogo Oportunidade Comunidade Parceria Todo coração Interativo Flexível Intercâmbio Profissional O CONSELHO DA EUROPA O

Leia mais

Estrutura Geral do Projeto. Propostas e iniciativas internacionais

Estrutura Geral do Projeto. Propostas e iniciativas internacionais Usos Inovadores do Gás Natural (GN) Promoção da eficiência energética em Arranjos Produtivos Locais (APLs) Temas Estrutura Geral do Projeto As investigações em Viena As investigações em Viena Propostas

Leia mais

O acesso à água e saneamento como direito humano. O papel das entidades gestoras

O acesso à água e saneamento como direito humano. O papel das entidades gestoras O acesso à água e saneamento como direito humano O papel das entidades gestoras Álvaro Carvalho, David Alves Departamento de Estudos e Projetos da ERSAR ENEG 2013 Coimbra, 4 de dezembro de 2013 O acesso

Leia mais

A Responsabilidade Social Empresarial O Balanço Social

A Responsabilidade Social Empresarial O Balanço Social A Responsabilidade Social Empresarial O Balanço Social A. Domingues Azevedo Bastonário da OTOC XXIV Seminário Internacional de Paises Latinos Europa América 2 de Novembro 2011 Argentina 1 Preocupação social

Leia mais

OBJECTIVO ÂMBITO DA CERTIFICAÇÃO INTRODUÇÃO

OBJECTIVO ÂMBITO DA CERTIFICAÇÃO INTRODUÇÃO OBJECTIVO O objectivo deste regulamento é definir os requisitos para integração e manutenção de auditores na bolsa de auditores da Ordem dos Farmacêuticos. ÂMBITO DA CERTIFICAÇÃO Actividades desenvolvidas

Leia mais

Estratégia da ONUSIDA para : Acelerar o financiamento para pôr fim à SIDA

Estratégia da ONUSIDA para : Acelerar o financiamento para pôr fim à SIDA Estratégia da ONUSIDA para 2016-2020: Acelerar o financiamento para pôr fim à SIDA www.itcilo.org INTRODUÇÃO Estratégia global orientar e apoiar a resposta à SIDA, a nível global e assente em princípios

Leia mais

Gestão dos Projectos Bartolomeu Soto

Gestão dos Projectos Bartolomeu Soto Banco Mundial Governo de Moçambique Gestão dos Projectos Bartolomeu Soto Revisão do Desempenho da Carteira de Projectos (CPPR) 18 de Setembro de 2009 Assuntos Críticos a Considerar Desafios e Recomendações

Leia mais

SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL DAS INSTALAÇÕES MARÍTIMAS DE PERFURAÇÃO E PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL - SGSO

SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL DAS INSTALAÇÕES MARÍTIMAS DE PERFURAÇÃO E PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL - SGSO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL DAS INSTALAÇÕES MARÍTIMAS DE PERFURAÇÃO E PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL - SGSO Silvio Jablonski Chefe de Gabinete Agência Nacional do Petróleo, Gás

Leia mais

Guia de Boas Práticas da Regulamentação. proposta de temas e processo de desenvolvimento. José Augusto A. K. Pinto de Abreu

Guia de Boas Práticas da Regulamentação. proposta de temas e processo de desenvolvimento. José Augusto A. K. Pinto de Abreu Guia de Boas Práticas da Regulamentação proposta de temas e processo de desenvolvimento José Augusto A. K. Pinto de Abreu Objetivo Discutir o conteúdo do Guia de Boas Práticas para a Regulamentação Técnica

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA. Nesse ano, estamos disponibilizando o nosso Código Ética nas versões impressa e eletrônica.

CÓDIGO DE ÉTICA. Nesse ano, estamos disponibilizando o nosso Código Ética nas versões impressa e eletrônica. CÓDIGO DE ÉTICA Nestes três anos de muitas realizações, as relações da Agência de Desenvolvimento Paulista com seus parceiros, clientes, fornecedores, acionistas, entre outros, foram pautadas por valores

Leia mais

Medida de apoio à inovação

Medida de apoio à inovação Medida de apoio à inovação Programa de Desenvolvimento Rural 2014-2020 Maria Pedro Silva Organização: Apoio Institucional: Grupos Crescimento Valor Acrescentado Rentabilidade Económica Inovação Capacitação

Leia mais

Participar no Horizonte 2020

Participar no Horizonte 2020 Gabinete de Promoção dos Programa Quadro ID&I Participar no Horizonte 2020 Elisabete Pires NCP ICT, FET e Administração pública Castelo Branco 06/04/2016 GPPQ Criado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia

Leia mais

Termos de Referência para serviços especializados de consultoria Individual na área de Especialista em Transito

Termos de Referência para serviços especializados de consultoria Individual na área de Especialista em Transito Termos de Referência para serviços especializados de consultoria Individual na área de Especialista em Transito Projeto de Modernização Fiscal do Tocantins (PMF/TO) Banco Interamericano de Desenvolvimento

Leia mais

Material de Apoio Comercial. Retornos de Resultados!

Material de Apoio Comercial. Retornos de Resultados! Material de Apoio Comercial Retornos de Resultados! Estrutura do Comercial 1 a 6 - Segmentação de Clientes por Serviços Contábeis A a F - Portfólio de Serviços Contábeis (Assessorias e Consultorias) e

Leia mais

O que precisa de ser feito para colocar o Brasil no radar dos investidores internacionais

O que precisa de ser feito para colocar o Brasil no radar dos investidores internacionais O que precisa de ser feito para colocar o Brasil no radar dos investidores internacionais ENIC, SALVADOR Setembro, 2015 kpmg.com.br 2014 KPMG Structured Finance S. A., uma sociedade anônima brasileira

Leia mais

BREVE HISTÓRICO SOBRE INCUBADORAS

BREVE HISTÓRICO SOBRE INCUBADORAS BREVE HISTÓRICO SOBRE INCUBADORAS As primeiras incubadoras de empresas surgiram no Brasil na década de 80 e desde então, o número de incubadoras vem crescendo sensivelmente. Em 1982, foi fundado sob a

Leia mais

NOME DA AÇÃO EDUCACIONAL. Curso: Gestão de Riscos na Administração Pública - T01/2015-TRF

NOME DA AÇÃO EDUCACIONAL. Curso: Gestão de Riscos na Administração Pública - T01/2015-TRF NOME DA AÇÃO EDUCACIONAL Curso: Gestão de Riscos na Administração Pública - T01/2015-TRF OBJETIVO Apresentar os conceitos, os princípios, a estrutura e o processo para gerenciamento de riscos em organiza

Leia mais

Armazenagem Responsável Sistema de Gestão Outubro 2016 rev. 00

Armazenagem Responsável Sistema de Gestão Outubro 2016 rev. 00 Armazenagem Responsável Sistema de Gestão Outubro 2016 rev. 00 Brasil: uma vocação natural para a indústria química País rico em petróleo, gás, biodiversidade, minerais e terras raras Objetivo Desenvolver

Leia mais

PROJETO VIDA NO TRÂNSITO PARANÁ

PROJETO VIDA NO TRÂNSITO PARANÁ PROJETO VIDA NO TRÂNSITO PARANÁ PACTO NACIONAL PELA REDUÇÃO DE ACIDENTES NO TRÂNSITO Ação do Governo Federal, lançada em 11/05/2011 pelos Ministérios da Saúde e das Cidades; Resposta brasileira à demanda

Leia mais

Comportamento empreendedor dos alunos em uma Instituição de Ensino Superior. Cristiane Bertolino

Comportamento empreendedor dos alunos em uma Instituição de Ensino Superior. Cristiane Bertolino Comportamento empreendedor dos alunos em uma Instituição de Ensino Superior Cristiane Bertolino Problema de pesquisa A partir da década de 1990 Visão renovada da empreendedorismo Promover o desenvolvimento

Leia mais

1. Descrever, conforme apresentado na lição, o conceito de Desastre.

1. Descrever, conforme apresentado na lição, o conceito de Desastre. GESTÃO DE DESASTRES Ações Inter e Multidisciplinares Objetivos: Ao final da lição, o aluno estará apto para: 1. Descrever, conforme apresentado na lição, o conceito de Desastre. 2. Enumerar, conforme descrito

Leia mais

PERCEPÇÃO DA SOCIEDADE SOBRE A QUALIDADE DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS E A SUSTENTABILIDADE DOS NEGÓCIOS. Flávia Flamínio

PERCEPÇÃO DA SOCIEDADE SOBRE A QUALIDADE DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS E A SUSTENTABILIDADE DOS NEGÓCIOS. Flávia Flamínio PERCEPÇÃO DA SOCIEDADE SOBRE A QUALIDADE DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS E A SUSTENTABILIDADE DOS NEGÓCIOS Flávia Flamínio flavia@espm.br O MUNDO E AS EMPRESAS MUDARAM O AMBIENTE DE NEGÓCIOS DA EMPRESA Fornecedores

Leia mais

PRINCÍPIOS DA ENGENHARIA DE SOFTWARE- AULA 06. Prof.: Franklin M. Correia

PRINCÍPIOS DA ENGENHARIA DE SOFTWARE- AULA 06. Prof.: Franklin M. Correia 1 PRINCÍPIOS DA ENGENHARIA DE SOFTWARE- AULA 06 Prof.: Franklin M. Correia NOS CAPÍTULOS ANTERIORES... Atividades de Gerenciamento Planejamento de Projetos Programação de Projeto O QUE TEMOS PARA HOJE!!

Leia mais

Recomendação de políticas Fraude tecnológica e exploração em linha

Recomendação de políticas Fraude tecnológica e exploração em linha Recomendação de políticas Fraude tecnológica e em linha A oportunidade A computação em nuvem está revolucionando a forma como as pessoas trabalham, aprendem, interagem e brincam. A educação é apenas um

Leia mais

COPATROCINADOR UNAIDS 2015 ONU MULHERES ENTIDADE DAS NAÇÕES UNIDAS PARA IGUALDADE DE GÊNERO E EMPODERAMENTO DAS MULHERES

COPATROCINADOR UNAIDS 2015 ONU MULHERES ENTIDADE DAS NAÇÕES UNIDAS PARA IGUALDADE DE GÊNERO E EMPODERAMENTO DAS MULHERES COPATROCINADOR UNAIDS 2015 ONU MULHERES ENTIDADE DAS NAÇÕES UNIDAS PARA IGUALDADE DE GÊNERO E EMPODERAMENTO DAS MULHERES COPATROCINADORES UNAIDS 2015 O QUE É A ONU MULHERES? A igualdade de gênero é obrigatória

Leia mais

Cartilha orienta conselheiros de saúde para exercício do controle social

Cartilha orienta conselheiros de saúde para exercício do controle social Cartilha orienta conselheiros de saúde para exercício do controle social A publicação Orientações para Conselheiros de Saúde foi desenvolvida pelo Tribunal de Contas da União para fortalecer o controle

Leia mais

Capital Humano. Programa de Desenvolvimento em. Um novo Mercer College para você!

Capital Humano. Programa de Desenvolvimento em. Um novo Mercer College para você! Programa de Desenvolvimento em Capital Humano Um novo College para você! O College mudou para se adequar à sua necessidade e de sua empresa. Muito mais completo e flexível, nosso programa apresenta os

Leia mais

Escrito por Administrator Seg, 22 de Novembro de :55 - Última atualização Seg, 22 de Novembro de :09

Escrito por Administrator Seg, 22 de Novembro de :55 - Última atualização Seg, 22 de Novembro de :09 MISSÃO O Serviço Social tem como missão dar suporte psico-social e emocional ao colaborador e sua família. Neste sentido, realiza o estudo de casos, orientando e encaminhando aos recursos sociais da comunidade,

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL Resolução 3.988/2011. Área Responsável: Risco de Crédito e Capital Gerência de Capital

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL Resolução 3.988/2011. Área Responsável: Risco de Crédito e Capital Gerência de Capital ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL Área Responsável: Risco de Crédito e Capital Gerência de Capital Sumário RELATÓRIO DE ACESSO PÚBLICO ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL... 3 1. INTRODUÇÃO... 3

Leia mais

Governança aplicada à Gestão de Pessoas

Governança aplicada à Gestão de Pessoas Governança de pessoal: aperfeiçoando o desempenho da administração pública Governança aplicada à Gestão de Pessoas Ministro substituto Marcos Bemquerer Brasília DF, 15 de maio de 2013 TCU Diálogo Público

Leia mais

Unidade I. Administração das Operações Produtivas Seus objetivos e estratégia. Prof. Fabio Uchôas

Unidade I. Administração das Operações Produtivas Seus objetivos e estratégia. Prof. Fabio Uchôas Unidade I Administração das Operações Produtivas Seus objetivos e estratégia Prof. Fabio Uchôas Administração das Operações Produtivas Administrar a produção significa a forma como as organizações produzem

Leia mais

Gestão de sistemas em energia:

Gestão de sistemas em energia: MESTRADO EM ENERGIA Gestão de sistemas em energia: - Planejamento da Operação - Projeto de sistemas de energia Prof. Manuel Jarufe manueljarufe@ceunes.ufes.br Disciplina: Gestão de sistemas em energia

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA NA GESTÃO DA CADEIA LOGÍSTICA

RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA NA GESTÃO DA CADEIA LOGÍSTICA RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA NA GESTÃO DA CADEIA LOGÍSTICA Coordenadoria de Economia Mineral Diretoria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral Premissas do Desenvolvimento Sustentável Economicamente

Leia mais

COPATROCINADOR UNAIDS 2015 PNUD PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO

COPATROCINADOR UNAIDS 2015 PNUD PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO COPATROCINADOR UNAIDS 2015 PNUD PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO COPATROCINADORES UNAIDS 2015 PNUD O QUE É O PNUD? Justiça, direitos humanos e igualdade de gênero são marcos da resposta

Leia mais

Planejamento Estratégico Aula 1

Planejamento Estratégico Aula 1 ORGANIZAÇÃO Estratégico Aula 1 Prof. Dr. James Luiz Venturi Administração UNIFEBE 2008/II MODERNA TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES Organização éum Sistema Aberto ORGANIZAÇÃO MEIO AMBIENTE 2 ORGANIZAÇÃO Conceito

Leia mais

ISO/DIS Compreendendo a nova norma internacional para a saúde e segurança no trabalho. Mapping Guide

ISO/DIS Compreendendo a nova norma internacional para a saúde e segurança no trabalho. Mapping Guide ISO/DIS 45001 Compreendendo a nova norma internacional para a saúde e segurança no trabalho Mapping Guide ISO/DIS 45001 Compreendendo a nova norma internacional para a saúde e segurança no trabalho O novo

Leia mais

Business Partner em RH: Papel, Posicionamento e Postura Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração Educação Executiva

Business Partner em RH: Papel, Posicionamento e Postura Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração Educação Executiva 1 Porque Educação Executiva Insper A dinâmica do mundo corporativo exige profissionais multidisciplinares, capazes de interagir e formar conexões com diferentes áreas da empresa e entender e se adaptar

Leia mais

GESPÚBLICA - FMVZ/USP

GESPÚBLICA - FMVZ/USP Universidade de São Paulo Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia GESPÚBLICA - FMVZ/USP Desburocratização & Excelência 2008 O que é GESPÚBLICA? É o programa do Ministério do Planejamento, Orçamento

Leia mais

Política Comercial e de Direitos Humanos. 1 Introdução 2 Comprometimento 3 Entrega 4 Controle

Política Comercial e de Direitos Humanos. 1 Introdução 2 Comprometimento 3 Entrega 4 Controle Política Comercial e de Direitos Humanos 1 Introdução 2 Comprometimento 3 Entrega 4 Controle BP 2013 Política Comercial e de Direitos Humanos 1. Introdução Disponibilizamos energia para o mundo. Encontramos,

Leia mais

Regionalização e Segmentação do Turismo. Natal, 23 de março de 2010

Regionalização e Segmentação do Turismo. Natal, 23 de março de 2010 Regionalização e Segmentação do Turismo Natal, 23 de março de 2010 Núcleo Estratégico do Turismo Nacional Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Turismo Ministério do Turismo MTur Conselho

Leia mais

Oficina II - Informação de custo para a gestão de programas nos órgãos setoriais

Oficina II - Informação de custo para a gestão de programas nos órgãos setoriais Oficina II - Informação de custo para a gestão de programas nos órgãos setoriais Coordenação: STN - Arthur Pinto e Welinton Vitor Relatoria: SPI - Andréia Rodrigues Objetivo da Oficina Apresentar experiências

Leia mais

CRIAÇÃO DO GRUPO TÉCNICO DE ESTUDO PARA A EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO CONJUNTAS DE HIDROCARBONETOS NO ESPAÇO DA CPLP

CRIAÇÃO DO GRUPO TÉCNICO DE ESTUDO PARA A EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO CONJUNTAS DE HIDROCARBONETOS NO ESPAÇO DA CPLP CRIAÇÃO DO GRUPO TÉCNICO DE ESTUDO PARA A EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO CONJUNTAS DE HIDROCARBONETOS NO ESPAÇO DA CPLP Índice 1. Contexto..3 2. Criação do Grupo Técnico de Estudo para a Exploração e Produção de

Leia mais

Telefones celulares e temas relacionados à saúde: Informação aos consumidores. Carta ao Consumidor

Telefones celulares e temas relacionados à saúde: Informação aos consumidores. Carta ao Consumidor Telefones celulares e temas relacionados à saúde: Informação aos consumidores Carta ao Consumidor Introdução Os consumidores de todo o mundo confiam nos telefones celulares para se manterem em contato

Leia mais

Conteúdo Programático

Conteúdo Programático Conteúdo Programático 1. Introdução 1.1 Objetivos do capítulo 1.2 Conceitos fundamentais de economia 1.2.1 Conceito de economia 1.2.2 A escassez da teoria econômica 1.2.3 Os bens econômicos 1.2.4 A curva

Leia mais

Conhece c mos o c o am c inh i o p o ara ar o a o suce c sso... Somos a co c mer me c r ial al i ab liilz i e z l e o l g.c g o.c m.

Conhece c mos o c o am c inh i o p o ara ar o a o suce c sso... Somos a co c mer me c r ial al i ab liilz i e z l e o l g.c g o.c m. Mais do que apoio logístico Somos seu aliado estratégico Conhecemos o caminho para o sucesso... Somos a Quem Somos A Viabilize Logística e Assessoria Ltda. (VIABILIZE) é uma companhia de logística baseada

Leia mais

Desafios na construção de indicadores para o planejamento estratégico. Alexandre Brandão. 30 de junho. Diretoria de estudos urbanos e ambientais

Desafios na construção de indicadores para o planejamento estratégico. Alexandre Brandão. 30 de junho. Diretoria de estudos urbanos e ambientais Desafios na construção de indicadores para o planejamento estratégico Alexandre Brandão 30 de junho SUMARIO 1. Trabalhos recentes sobre indicadores 2. Questões que permanecem 3. Análise do mapa estratégico

Leia mais

Desenvolvimento do trabalho

Desenvolvimento do trabalho Desenvolvimento do trabalho Manhã do dia 28.03 Conceitos e características da avaliação em larga escala. Principais aspectos do delineamento de uma proposta de avaliação. Desenvolvimento do trabalho Tarde

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 20, DE 05 DE MARÇO DE 2004.

RESOLUÇÃO Nº 20, DE 05 DE MARÇO DE 2004. MINISTÉRIO DA JUSTIÇA COMISSÃO NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA NOS PORTOS, TERMINAIS E VIAS NAVEGÁVEIS - CONPORTOS RESOLUÇÃO Nº 20, DE 05 DE MARÇO DE 2004. Dispõe sobre a regulamentação para a realização

Leia mais

Opções de Mitigação de Gases de Efeito Estufa (GEE) em Setores-Chave do Brasil

Opções de Mitigação de Gases de Efeito Estufa (GEE) em Setores-Chave do Brasil Opções de Mitigação de Gases de Efeito Estufa (GEE) em Setores-Chave do Brasil Roberto Schaeffer (PPE/COPPE/UFRJ) Comissão Mista de Mudanças Climáticas do Congresso Nacional, 23 de maio de 2013 Objetivo

Leia mais

NOVO PROGRAMA. Programa Petrobras SOCIOAMBIENTAL

NOVO PROGRAMA. Programa Petrobras SOCIOAMBIENTAL NOVO PROGRAMA Programa Petrobras SOCIOAMBIENTAL 2014-2018 1 PETROBRAS Fundada em 1953, a partir de uma campanha popular O petróleo é nosso. Empresa integrada de energia Sociedade anônima de capital aberto

Leia mais

Reduza os riscos. Reduza os custos. Aumente o desempenho.

Reduza os riscos. Reduza os custos. Aumente o desempenho. Reduza os riscos. Reduza os custos. Aumente o desempenho. Serviços para Compras profissional. Tenha melhores informações, tome decisões melhores. Serviço de Gestão de Fornecedores por Comunidades (CSMS)

Leia mais

Artigo 12.º. b) Operações que envolvam entidades não residentes em território português;

Artigo 12.º. b) Operações que envolvam entidades não residentes em território português; Regime Complementar do Procedimento de Inspeção Tributária Artigo 12.º 1 2 3 - O disposto nos números anteriores compreende, relativamente aos grandes contribuintes, a decisão antecipada, sobre a qualificação

Leia mais

4.6. ATENDIMENTO ÀS METAS DO PLANO/PROGRAMA/PROJETO

4.6. ATENDIMENTO ÀS METAS DO PLANO/PROGRAMA/PROJETO 4.6. ATENDIMENTO ÀS METAS DO PLANO/PROGRAMA/PROJETO A planilha de atendimento às metas do projeto é apresentada na sequência. Metas Proporcionar os elementos necessários para que seja definido o processo

Leia mais

DISCIPLINA: Administração de Sistemas de Informação

DISCIPLINA: Administração de Sistemas de Informação DISCIPLINA: Administração de Sistemas de Informação Profa. Msc. Cláudia Brazil Marques PLANO DE AULA 5 01.01. PROBLEMA Identificar as tendências em SI 01.02. CONHECIMENTOS (DCN, artigo 5º) Os papéis atribuídos

Leia mais

Workshop da CT 150 SC5 Avaliação do Ciclo de Vida

Workshop da CT 150 SC5 Avaliação do Ciclo de Vida Workshop da CT 150 SC5 Avaliação do Ciclo de Vida CT 150 e subcomissões SC 1 Sistemas de gestão ambiental SC 2 Auditorias ambientais SC 3 Rotulagem ambiental SC 4 Avaliação do desempenho ambiental SC 5

Leia mais

MARKETING INTERNACIONAL

MARKETING INTERNACIONAL MARKETING INTERNACIONAL Aula 05 Marketing Internacional e Global objetivos, funções, gráficos. E-mail: frentzen@labmundo.org MARKETING INTERNACIONAL Processo que visa otimizar os recursos e focar os objetivos

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA CULTURA E TURISMO INSTITUTO NACIONAL DO TURISMO TERMOS DE REFERÊNCIA

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA CULTURA E TURISMO INSTITUTO NACIONAL DO TURISMO TERMOS DE REFERÊNCIA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA CULTURA E TURISMO INSTITUTO NACIONAL DO TURISMO TERMOS DE REFERÊNCIA Título da Posição: TECNICO DE PROMOÇÃO TURÍSTICA Duração: Local: Instituição: RENOVAÇÃO DEPENDENDO

Leia mais

Código de Boas Práticas de Impacto REPORTE EXECUTIVO

Código de Boas Práticas de Impacto REPORTE EXECUTIVO Nota Prévia O Código de Boas Práticas de foi produzido pelo NCVO, membro do Inspiring Impact. O Inspiring Impact é um programa que visa alterar até 2022 a forma como o setor voluntário no Reino Unido se

Leia mais

Parceiros Parceiro Ramo Sistemas Parceiros Ramo Sistemas Parceiros Ramo Sistemas Parceiros Ramo Sistemas Parceiros Ramo Sistemas

Parceiros Parceiro Ramo Sistemas Parceiros Ramo Sistemas Parceiros Ramo Sistemas Parceiros Ramo Sistemas Parceiros Ramo Sistemas Diante do cenário atual (necessidades x investimentos), onde a participação dos parceiros/canais Ramo Sistemas é essencial para o crescimento dos negócios das empresas no Brasil, sugerimos fazer: 1. Mapear

Leia mais

DIREÇÃO GERAL DE REFORMAS E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

DIREÇÃO GERAL DE REFORMAS E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DIREÇÃO GERAL DE REFORMAS E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO ESTRUTURA Direção de Serviço de Reformas Cargo Função Técnico Diretor de Serviço Dirigir e enquadrar os projetos de modernização e reforma no âmbito do

Leia mais

A aliaç aliaç e V ida Útil CPC 27 E ICPC 10

A aliaç aliaç e V ida Útil CPC 27 E ICPC 10 CPC 27 E ICPC 10 Março 2010 Qual o tempo que um bem gera resultados econômicos positivos para uma entidade? Os períodos atualmente considerados estão consistentes com a realidade? Existem defasagens entre

Leia mais

ESTRUTURA DA SECRETARIA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA SENASP (1/5) (Decreto nº de 12 de fevereiro de 2016)

ESTRUTURA DA SECRETARIA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA SENASP (1/5) (Decreto nº de 12 de fevereiro de 2016) ESTRUTURA DA SECRETARIA NACIONAL DE SENASP (1/5) SECRETARIA NACIONAL DE ASSESSOR DAS 102.4 DAS 101.6 Conselho Nacional de Segurança Pública CHEFE DE GABINETE DE INTELIGÊNCIA ENFRENTAMENTO ÀS AÇÕES CRIMINOSAS

Leia mais

Avaliação de viab. e risco

Avaliação de viab. e risco Avaliação de viab. e risco Capítulo 3 -- parte 1 A proposta inicial Quatro finalidades: introduzir o conceito; testar as reações dos potenciais interessados; obter apoio; e estabelecer uma base para avaliação

Leia mais

Jornadas FCCN ITIL nos revisitando processos de trabalho nos Serviços de Informática

Jornadas FCCN ITIL nos revisitando processos de trabalho nos Serviços de Informática Jornadas FCCN 2016 ITIL nos SI@UE revisitando processos de trabalho nos Serviços de Informática Antes... falta de respostas consistentes para problemas similares respostas não especializadas, incompletas

Leia mais

Introdução a Sistemas de Informação

Introdução a Sistemas de Informação Introdução a Sistemas de Informação Orivaldo Santana Jr A partir de slides elaborados por Ivan G. Costa Filho, Fernando Fonseca & Ana Carolina Salgado Graduação 1 Introdução Sistema de Informação (SI)

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA. Programa Interagencial de Promoção da Igualdade de Gênero, Raça e Etnia (F079)

TERMO DE REFERÊNCIA. Programa Interagencial de Promoção da Igualdade de Gênero, Raça e Etnia (F079) TERMO DE REFERÊNCIA Título do Projeto Designação: Unidade executora: Tipo de Contrato: Programa Interagencial de Promoção da Igualdade de Gênero, Raça e Etnia (F079) Consultora/Consultor ONU-HABITAT /ROLAC

Leia mais

Atendimento ao Cidadão, Processos e Pessoas Bruno Carvalho Palvarini Brasília, 1o de março de 2011

Atendimento ao Cidadão, Processos e Pessoas Bruno Carvalho Palvarini Brasília, 1o de março de 2011 Atendimento ao Cidadão, Processos e Pessoas Bruno Carvalho Palvarini Brasília, 1o de março de 2011 Visão geral SECRETÁRIO Gabinete - Carreira de EPPGG - Gestão interna - Apoio Administrativo - Núcleo de

Leia mais

Parte I Dimensões do Uso de Tecnologia de Informação, 5

Parte I Dimensões do Uso de Tecnologia de Informação, 5 Sumário Introdução, 1 Parte I Dimensões do Uso de Tecnologia de Informação, 5 1 Direcionadores do Uso de Tecnologia de Informação, 7 1.1 Direcionadores de mercado, 8 1.2 Direcionadores organizacionais,

Leia mais

SEDE DA PETROBRAS EM SANTOS. 20 de outubro de 2011 SEDE DE SANTOS. Organograma

SEDE DA PETROBRAS EM SANTOS. 20 de outubro de 2011 SEDE DE SANTOS. Organograma SEDE DA PETROBRAS EM SANTOS 2º SEMINÁRIO BIM SINDUSCON / SP 20 de outubro de 2011 SEDE DE SANTOS Organograma Visão SEDE Geral do Projeto DE SANTOS Perspectiva principal Visão Geral do Projeto 2011 2007

Leia mais

INDEPAC MISSÃO VISÃO

INDEPAC MISSÃO VISÃO O INDEPAC é especializado em serviços de Consultoria e Assessoria Educacional, nas dimensões: administrativa, jurídica e pedagógica, além de oferecer cursos de formação em serviço, voltados para o aprimoramento

Leia mais

Cadastro de Fornecedores de Bens e Serviços

Cadastro de Fornecedores de Bens e Serviços Famílias Todos Todos Todas Critério SMS Critério CONJUNTO DE REQUISITOS DE SMS PARA CADASTRO CRITÉRIO DE NOTAS DO SMS Portal do Cadastro SMS MEIO AMBIENTE Certificação ISO 14001 - Sistema de Gestão Ambiental

Leia mais

ANEXO I ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ANEXO I ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ANEXO I ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 1. OBJETO DE CONTRATAÇÃO A presente especificação tem por objeto a contratação de empresa Especializada de Consultoria para Planejamento da Estrutura Funcional e Organizacional

Leia mais

APRESENTAÇÃO DO CEBC COMO SE ASSOCIAR 2014

APRESENTAÇÃO DO CEBC COMO SE ASSOCIAR 2014 APRESENTAÇÃO DO CEBC 201 QUEM SOMOS FUNDADO EM 200, O CONSELHO EMPRESARIAL BRASIL CHINA CEBC É UMA INSTITUIÇÃO BILATERAL SEM FINS LUCRATIVOS FORMADA POR DUAS SEÇÕES INDEPENDENTES, NO BRASIL E NA CHINA,

Leia mais

EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS

EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS INSPEÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA PROGRAMA ACOMPANHAMENTO EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS RELATÓRIO Agrupamento de Escolas de Fajões 2014-2015 RELATÓRIO DE ESCOLA Agrupamento de Escolas de Fajões

Leia mais

CRIATIVIDADE Relatório de Consultoria

CRIATIVIDADE Relatório de Consultoria ELBI ELÉTRICA LTDA Betim/MG Proposta_ELBI-Betim-7_2015_((Criatividade))_rev.B Este relatório contem um resumo das atividades desenvolvidas na ELBI Betim/MG desde o início das atividades de consultoria

Leia mais

COMISSÃO DE AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS EM SAÚDE. (85)

COMISSÃO DE AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS EM SAÚDE. (85) COMISSÃO DE AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS EM SAÚDE nucit@saude.ce.gov.br (85) 3101-5234 SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS EM SAÚDE E SAÚDE BASEADA EM EVIDÊNCIAS 5 e 6 de Maio de 2009 Fortaleza / CE Gestão

Leia mais

Curso de Especialização em Gestão de Recursos Humanos

Curso de Especialização em Gestão de Recursos Humanos Curso de Especialização em Gestão de Recursos Humanos Índice Designação do Curso... 2 Duração Total... 2 Destinatários... 2 Perfil de saída... 2 Pré-Requisitos... 2 Objetivo Geral... 2 Objetivos Específicos...

Leia mais

#pública. Risco Operacional

#pública. Risco Operacional #pública Risco Operacional Estrutura de Gerenciamento 2015 SUMÁRIO 1. Objetivo 3 2. Estrutura Organizacional 3 3. Governança para a Gestão do Risco Operacional 4 3.1 Conselho de Administração 4 3.2 Diretoria

Leia mais

GRC e Continuidade de Negócios. Claudio Basso

GRC e Continuidade de Negócios. Claudio Basso GRC e Continuidade de Negócios Claudio Basso claudio.basso@sionpc.com.br Governança um atributo de administração dos negócios que procura criar um nível adequado de transparência através da definição clara

Leia mais

AÇÃO PREVENTIVA Secretaria de Educação

AÇÃO PREVENTIVA Secretaria de Educação 1. Objetivo Esta norma estabelece o procedimento para elaboração e implementação de ações preventivas no Sistema de Gestão da Qualidade da (Seduc). 2. Documentos complementares 2.1 Norma EDSGQN003 Registros

Leia mais

PGE Digital DESCRIÇÃO DO PROJETO

PGE Digital DESCRIÇÃO DO PROJETO PGE Digital DESCRIÇÃO DO PROJETO Desenvolvimento de sistema de acompanhamento processual efetivo e eficaz para toda a Administração Pública, incluindo Autarquias e posterior desenvolvimento e implantação

Leia mais

Sociedade Brasileira de Geriatria e Geronotologia - SBGG

Sociedade Brasileira de Geriatria e Geronotologia - SBGG Sociedade Brasileira de Geriatria e Geronotologia - SBGG Marco Polo Dias Freitas Presidente da SBGG-DF Doutor em Saúde Coletiva/Epidemiologia Mestre em Clínica Médica Membro do Comitê Assessor da Coordanação

Leia mais

Mapeamento de competências profissionais e percepção do sistema de desenvolvimento de competências no Tribunal de Contas da União

Mapeamento de competências profissionais e percepção do sistema de desenvolvimento de competências no Tribunal de Contas da União Mapeamento de competências profissionais e percepção do sistema de desenvolvimento de competências no Tribunal de Contas da União PAINEL 16 EXPERIÊNCIAS DE INOVAÇÃO EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS ESTRUTURA

Leia mais

Gestão 2009/ ª CNCTI Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação

Gestão 2009/ ª CNCTI Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação Gestão 2009/2011 4ª CNCTI Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação Brasília 28 de maio de 2010 Histórico A formação do Fórum (Vitória 2001) a necessidade de maior articulação para estreitar

Leia mais

Limites e possibilidades de uma política pública de avaliação da educação profissional e tecnológica na perspectiva emancipatória

Limites e possibilidades de uma política pública de avaliação da educação profissional e tecnológica na perspectiva emancipatória Limites e possibilidades de uma política pública de avaliação da educação profissional e tecnológica na perspectiva emancipatória Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Brasília/DF, jun. 2015

Leia mais