ESTUDO COMPARATIVO DE ARGAMASSAS USUAIS NO REVESTIMENTO DE FACHADAS PREDIAIS COMPARATIVE STUDY OF MORE USABLE MORTARS IN RENDERING BUILDING FACADES

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1 ESTUDO COMPARATIVO DE ARGAMASSAS USUAIS NO REVESTIMENTO DE FACHADAS PREDIAIS COMPARATIVE STUDY OF MORE USABLE MORTARS IN RENDERING BUILDING FACADES Regina Helena F. Souza (1); Márcia D. Felício (2); Fernanda de Castro Miguel (3); Leonardo de Moura Pereira (4); Rodolfo de Lima Paula (5) (1) Profª Drª, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Dept. Estruturas (2) Engª Civil, Universidade Federal Fluminense, Esc. de Engenharia (3) Aluna de Engª Civil, Universidade Federal Fluminense, Esc. de Engenharia (4) Aluno de Engª Civil, Universidade Federal Fluminense, Esc. de Engenharia (5) Aluno de Engª Civil, Universidade Federal Fluminense, Esc. de Engenharia Resumo Neste trabalho apresenta-se um estudo comparativo de resultados de ensaios de caracterização das argamassas mais usadas no Estado do Rio de Janeiro, para o revestimento de fachadas prediais. Tais argamassas foram aplicadas em camada única, em paredes expostas ao ambiente marinho da Baía de Guanabara, na cidade de Niterói (RJ). Construiu-se uma Estação de Ensaio Natural de Revestimentos de Paredes que visa avaliar o desempenho dos revestimentos de fachadas ao longo do tempo. Das argamassas avaliadas, quatro delas foram fabricadas em canteiro de obra e as demais foram confeccionadas conforme a recomendação dos fabricantes, por se tratarem de produtos industrializados. As argamassas fabricadas em obra constituíram-se basicamente por: a) cimento e areia; b) cimento, areia e saibro; c) cimento, areia e fibra de polipropileno; d) cimento, areia e cal. Os ensaios realizados possibilitaram obter valores para a densidade de massa e o índice de consistência padrão no estado fresco e para a resistência à compressão, a resistência à tração, a densidade de massa aparente, a retração, a absorção de água por capilaridade e a permeabilidade sob baixa pressão, no estado endurecido. Da interpretação dos dados desses ensaios verificou-se, dentre outros, a variedade de resultados de resistência à compressão e de absorção de água por capilaridade, consoante o tipo de argamassa; a influência das adições de saibro, de fibra de polipropileno e de cal; que a fissuração verificada nas paredes segue a mesma intensidade dos valores de retração encontrados para essas argamassas; que o método de ensaio recomendado pela NBR15261 não conduz a resultados absolutos da resistência à retração das argamassas e que a insolação na parede afeta os valores da permeabilidade à água do revestimento. Palavra-chave: argamassas; fachadas; ensaio Abstract This work presents a comparative study of tests results of the most usual coating facades mortars, at Rio de Janeiro State. These mortars were applied in a single layer on walls exposed to the marine environment of the Guanabara Bay, in the city of Niterói. It was built a Test Station aimed at evaluating the performance of these coatings over time. It was evaluated industrialized and manufactured mortars blended with cement, sand, polypropylene fiber and lime. Several tests were performed and the results are discussed at this paper. Keywords: mortars; facades; tests 26 a 30 de mayo de Santiago - Chile

2 1 INTRODUÇÃO Os destacamentos de partes de revestimentos de fachadas, freqüentemente veiculados nos noticiários, às vezes com acidentes fatais, a presença constante de umidade nas paredes internas das edificações, os problemas de infiltração e a sujeira nas fachadas são exemplos típicos de degradações devidas principalmente ao envelhecimento natural das estruturas e à falta de manutenção. Entretanto, têm-se verificado também, com certa freqüência, problemas em edifícios recém construídos como, por exemplo, manchas em pastilhas cerâmicas, manchas em placas de granito, destacamentos de pastilhas cerâmicas, fissuras em pisos, infiltrações e outros. Tal fato pode ser devido não só ao surgimento crescente de novos materiais, mas também a técnicas de construção que visam maior rapidez e economia, sem contudo ter-se plena garantia do desempenho da estrutura ao longo do tempo. As condições de exposição das superfícies das paredes externas podem desencadear mecanismos de degradação, tais como fissuras de retração, deficiência de aderência, fungos e bolor, como é o caso da ação conjunta da chuva e do vento. As superfícies de concreto aparente devem ser finalizadas com a aplicação de revestimentos protetores normalmente constituídos por hidrofugantes e impermeabilizantes. Este tratamento tem por objetivo promover uma proteção à estrutura que minimize a penetração da água e dos agentes agressivos. Existe no mercado uma infinidade de membranas e pinturas de revestimento que, apesar da sua importância, precisam ser avaliados quanto ao desempenho e à eficiência ao longo do tempo. Considerando-se todos esses aspectos, verificou-se a necessidade de estudar a durabilidade das fachadas através do desenvolvimento de uma pesquisa que considerasse não só todos os materiais constituintes em escala real e ao longo do tempo, mas também que mobilizasse todos os intervenientes do processo, ou seja, professores e alunos de Universidades, pesquisadores, construtores, fabricantes de materiais, arquitetos e engenheiros. 2 DESCRIÇÃO DOS MODELOS ESTUDADOS Os modelos experimentais constituem-se de 12 paredes de alvenaria com dimensões de 2,00 x 2,00m, sendo 11 com blocos cerâmicos e uma com blocos de concreto, apoiadas sobre vigas de concreto armado e revestidas com diferentes tipos de materiais. O conjunto de paredes assim constituído foi denominado Estação de Ensaio Natural de Revestimentos de Paredes e construído no Campus da UFF, em frente à Baía de Guanabara, na cidade de Niterói (RJ). As paredes foram dispostas de modo a receber o vento e a chuva dominantes. Assim, suas faces frontais recebem a maior incidência dos agentes agressivos e, de acordo com a rotação do sol, as faces posteriores denominadas por tardoz, recebem a maior insolação. 2.1 Tipos de revestimentos estudados São estudados os revestimentos mais comumente utilizados em paredes de alvenaria, como as argamassas fabricadas em canteiro de obra e as argamassas industrializadas. Para o acabamento final são testados tintas e texturas, materiais cerâmicos e pedras ornamentais. 2

3 A especificação dos materiais utilizados encontra-se resumida a seguir. A construção das paredes e a aplicação dos revestimentos e acabamentos finais foram executados por profissionais cedidos pelas construtoras e seguiram a prática corrente das obras. Parede 1: bloco de concreto + argamassa padrão + pintura; Parede 2: bloco cerâmico + argamassa padrão + pintura; Parede 3a: bloco cerâmico + argamassa padrão com saibro + pintura; Parede 3b: bloco cerâmico + argamassa padrão com fibra + pintura; Parede 4: bloco cerâmico + argamassa padrão + pintura; Parede 5: bloco cerâmico + argamassa padrão + textura; Parede 6: bloco cerâmico + argamassa industrializada 1+ pintura e textura; Parede 7: bloco cerâmico + argamassa industrializada 2 + pintura e textura; Parede 8: bloco cerâmico + argamassa semi-pronta de cal + pintura e textura; Parede 9: bloco cerâmico + argamassa industrializada 3 já texturada e pigmentada; Parede 10: bloco cerâmico + argamassa padrão + pastilha e cerâmica; Parede 11: bloco cerâmico + argamassa padrão + granito e textura; Parede 12: bloco cerâmico + argamassa padrão sarrafeada, Referência sem acabamento; Parede de Referência (dentro do laboratório): bloco cerâmico + argamassa padrão + pintura e textura. Em todas as paredes, adota-se o mesmo procedimento na frente e no tardoz. Maiores detalhes do projeto podem ser conferidos na internet, na página As figuras a seguir apresentam uma vista atual da Estação de Ensaios. \\\\ Figura 1: Vista geral da Estação de Ensaio Natural de Revestimentos de Paredes. Figura 2: Vista das paredes revestidas com granito, texturas e materiais cerâmicos. 3

4 3 METODOLOGIA Para facilitar a implantação e o controle de todas as atividades, o projeto de pesquisa foi dividido em etapas. As atividades da 1ª etapa referem-se à Definição do Programa Experimental - pesquisa bibliográfica, leitura e análise dos dados bibliográficos, estabelecimento de contatos, busca de financiamento, autorização do Reitor para utilização de espaço do Campus e outras. A relação das referências bibliográficas pesquisadas e analisadas encontra-se na página do projeto na internet: A 2ª etapa refere-se à Implantação da Estação UFF de Ensaio Natural de Revestimentos. Constam desta etapa as atividades de: locação física da Estação de Ensaios ; cálculo, detalhamento e construção dos modelos físicos; aplicação dos revestimentos de argamassa; aplicação dos acabamentos finais nas paredes; compra de equipamentos; ensaios de caracterização dos blocos das alvenarias, do concreto das vigas e das argamassas; interpretação e análise dos dados desses ensaios; redação de relatórios; leitura e análise de dados bibliográficos e normas; divulgação dos resultados através de publicações técnicas e apresentação de trabalhos em eventos. A 3ª etapa consiste na realização dos Ensaios de Campo e a 4ª etapa refere-se à Continuidade dos Ensaios de Campo, para avaliação do desempenho dos materiais ao longo do tempo. Prevê-se a continuidade da pesquisa por pelo menos 10 anos. 4 DESCRIÇÃO DOS ENSAIOS Os métodos de ensaio estão descritos no item Ensaios de curta duração a) Caracterização dos blocos cerâmicos e de concreto avaliação das dimensões determinação da massa e da absorção de água b) Caracterização das argamassas Resistência à compressão axial Resistência à tração por compressão diametral Retração Densidade de massa aparente Consistência no estado fresco Densidade de massa no estado fresco Absorção de água por capilaridade Permeabilidade c) Caracterização do concreto Resistência à compressão axial Absorção de água por capilaridade Permeabilidade 4.2 Ensaios de longa duração a) Ensaios sobre as paredes 4

5 Determinação do perfil de umedecimento na espessura do revestimento devido à penetração da água da chuva, com auxílio do humidímetro; Determinação do teor de umidade superficial, com auxílio de higrômetro portátil; Determinação da aderência dos revestimentos, NBR [1]; Determinação da permeabilidade, RILEM Test Nº II.4 [2]; Verificação da formação e evolução das manchas de umidade e do aparecimento de fissuras, colonização biológica, alteração cromática, efeitos da poluição, etc. b) Ensaios sobre o concreto aparente das vigas Avaliação da penetração de cloretos, ensaio químico; Avaliação da penetração de dióxido de carbono, RILEM TC14-CPC [3]. c) Avaliação do Ambiente temperatura e umidade relativa do ar; precipitação de chuvas; intensidade e velocidade do vento; Dados relativos às condições atmosféricas, obtidos em registros constantes através de estação meteorológica existente no Campus da UFF. 5 APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS DOS ENSAIOS Nas tabelas 1 a 9 descrevem-se as composições e os resultados dos ensaios de curta duração que se referem à caracterização dos materiais. 5.1 Blocos para alvenaria Os blocos para alvenaria foram obtidos dos canteiros de obras das construtoras coexecutoras, sendo os mesmos utilizados em suas obras de edificações. Os blocos cerâmicos são de fabricação da Cerâmica Colonial e têm 10 furos e os blocos de concreto são de fabricação da empresa Mahupe. Para a confecção das paredes, após o assentamento dos blocos cerâmicos foram executadas amarrações laterais (pilaretes) e no topo (vergas) com concreto armado. Figura 3: Fotografias dos Ensaios nos Blocos da Alvenaria. 5

6 TABELA 1 Resultados dos Ensaios nos Blocos da Alvenaria Tipos de blocos Método de Ensaios realizados Resultados ensaio Cerâmicos NBR 7171 [4] Avaliação das Dimensões L=9mm;H=19mm; C=19mm L=9mm;H=19mm; C=29mm Espessura das paredes externas: 7mm NBR8947 [5] Determinação da Absorção de água Concreto 15,5% Atende NBR 7171/92: 8%<absorção<25% NBR 7173 [6] Avaliação das Dimensões L=9mm;H=19mm; C=19mm L=9mm;H=19mm; C=29mm Espessura das paredes: 17mm NBR [7] Determinação do teor de umidade e absorção de água Umidade: 14,03% Absorção de água: 10,24% Valores atendem NBR 7173/ Concreto O concreto foi dosado em central, pela Engemix S/A, tendo-se solicitado Resistência à compressão de 35 MPa e Abatimento de 9 ± 1. TABELA 2- Composição do Concreto Materiais Dosagem em massa (kg/m 3 ) Cimento CPIII-40RS 384 Brita Areia artificial 441 Areia natural grossa 364 Aditivo polifuncional 1,7 Água rede de abastecimento 187 TABELA 3 Resultados dos Ensaios de Concreto Método de Ensaios realizados Idade (dias) Resultados ensaio NBR [8] Abatimento 0 13 mm NBR 5739 [9] Resistência à compressão ,0 MPa 51,1 MPa NBR 9779 [10] Determinação da absorção de água por 180 0,506 g/cm3 capilaridade RILEM-Test [2] Water absorption under low pressure. Pipe method ,5 cm 3 após 60 min 6

7 A figura 4 ilustra as etapas do ensaio de absorção de água por capilaridade. Ao término deste ensaio, os corpos-de-prova foram rompidos diametralmente para observação e medição da altura de penetração de água, como pode ser visto na Figura 5. Figura 4: Fotografias do Ensaio de Absorção de Água por Capilaridade no Concreto. 5.3 Argamassas Figura 5: Medida da Penetração de Água no Concreto, unidades em mm Dosagem Todas as paredes receberam chapisco chapado sobre a alvenaria. A composição do chapisco encontra-se descrita na Tabela 4. TABELA 4 Composição do Chapisco Materiais Dosagem em massa Cimento CPIII 40RS 100 kg Areia 240 kg Aditivo adesivo 11,5 l Água rede de abastecimento 23 l Foram estudadas três composições diferentes para as argamassas de revestimento das alvenarias, preparadas em canteiro e especificadas na Tabela 5 e quatro composições de argamassas 7

8 industrializadas, especificadas na Tabela 6. Com exceção das paredes 4 e 11, todas as demais receberam camada única de emboço com 2,5 cm de espessura. A parede 11, conforme dito anteriormente, foi revestida de granito e textura. A parede 4, esta foi dividida em 4a e 4b, sendo aplicada em ambas as partes a primeira camada com 5 cm de espessura. Após 24 horas aplicou-se uma segunda camada na parte 4a, com espessura de 3 cm e após 72 horas, uma segunda camada na parte 4b, também com 3 cm de espessura, totalizando 8 cm em toda a extensão da parede. Esta técnica foi utilizada na intenção de reproduzir o procedimento adotado na prática da construção, quando da existência de irregularidades nas alvenarias. Todas as argamassas de canteiro foram misturadas em betoneira de eixo inclinado. A argamassa constituída por cimento e areia é tradicionalmente usada como revestimento de alvenarias na região do Rio de Janeiro e, por isso, foi considerada como padrão neste estudo. TABELA 5 Especificação das Argamassas Fabricadas em Canteiro Dosagem das argamassas Materiais Padrão Padrão com adição Padrão com saibro de fibra Cimento CPIII (g) Areia grossa úmida (kg) D máx = 4,8 mm Módulo de finura = 3,21 Saibro (kg) Fibra de polipropileno Aditivo plastificante (ml) Água rede de abastecimento (l) Traço unitário em relação à massa de cimento : 4,6 + 0,4% de aditivo 1: 4,6 + 0,4% de aditivo + 0,07% de fibra 1: 2,3: 2,3 + 0,4% de aditivo As fibras de polipropileno testadas são resistentes ao meio alcalino, são quimicamente inertes, imputrescíveis e não enferrujam; são atóxias e inofensivas ao meio-ambiente. Suas propriedades físicas são as seguintes: Diâmetro: 18 µm; Comprimento: 6 mm; Densidade: 0,91 g/cm 3 Monofilamentos cortados e brancos Área superficial específica: 225 m 2 /kg Dosagem recomendada pelo fabricante: 200 g para 50kg de cimento Dosagem utilizada na argamassa: 100 g para 150 kg de cimento 8

9 TABELA 6 Especificação das Argamassas Industrializadas Argamassas Cimento CPV-ARI PLUS + cal Areia Úmida (l) Cimento, agregados e aditivos (kg) Água (l) CH1 (l) Semi-pronta de cal Industrializada ,3 Industrializada Industrializada Ensaios a) Ensaios nas argamassas no estado fresco: Os resultados desses ensaios estão apresentados na Tabela 7. TABELA 7 Resultados dos Ensaios no Estado Fresco Descrição Índice de consistência (mm) NBR [11] Densidade de massa (kg/m 3 ) NBR [12] Padrão Padrão com fibra Padrão com saibro Semi-pronta de cal Industrializada Industrializada Industrializada Figura 6: Fotografias dos ensaios nas argamassas estado fresco. 9

10 b) Ensaios nas argamassas no estado endurecido: Após a moldagem, os corpos de prova cilíndricos foram deixados em ambiente de laboratório por 24 horas e então desmoldados e imersos em água, por 28 dias, data da realização desses ensaios. Os resultados estão apresentados nas Tabelas 8 e 9. TABELA 8 Resultados dos Ensaios no Estado Endurecido:Propriedades Mecânicas Descrição Resistência à compressão, 28 dias (MPa) - NBR [13] Resistência à tração por compressão diametral, 28 dias (MPa) - NBR 7222 [14] Padrão 9,3 1,2 Padrão com fibra 5,1 0,7 Padrão com saibro 14,9 2,3 Semi-pronta de cal 1,0 0,15 Industrializada 1 4,1 0,5 Industrializada 2 2,2 0,4 Industrializada 3 5,7 0,7 Figura 7: Fotografias dos ensaios nas argamassas estado endurecido. 10

11 Descrição TABELA 9 Resultados dos Ensaios no Estado Endurecido Densidade de massa aparente (kg/m 3 ) NBR [15] Absorção de água por capilaridade NBR 9779 [10] Absorção (g/cm 2 ) Altura máxima de penetração (cm) Padrão ,14 4,86 Padrão com fibra ,91 4,93 Padrão com saibro ,98 6,57 Semi-pronta de cal ,50 Industrializada ,04 Industrializada ,56 Absorção total dos CPs Industrializada ,82 3,5 O gráfico da Figura 8 apresenta as curvas do ensaio de absorção de água por capilaridade para o conjunto das argamassas estudadas. Figura 8: Absorção de água por capilaridade nas argamassas x tempo. c) Ensaios de retração: Para avaliação da retração realizaram-se diversos ensaios de acordo com a NBR [16]. O gráfico da Figura 9 apresenta as curvas de dois lotes das argamassas padrão, moldadas nos dias 19/9 e 2/10, e as curvas médias respectivas, tanto dos corpos de prova deixados no laboratório, quanto daqueles dispostos no campo junto às paredes. Por este gráfico, verifica-se que 11

12 as curvas médias representam de modo satisfatório, o comportamento à retração livre ao longo do tempo destas argamassas. Figura 9: Retração Livre das Argamassas Padrão por Período de 2 meses. Os gráficos da Figuras 10 apresentam as curvas médias de retração das argamassas padrão, de fibra e de saibro, no laboratório e no campo, respectivamente. Figura 10: Retração das Argamassas Padrão, de Fibra e de Saibro, no Campo e no Laboratório. Para atender ao cronograma da construtora e devido aos finais de semana, não foi possível desmoldar os corpos de prova das argamassas de fibra e de saibro dois dias após a moldagem e, por isso, eles apresentam uma defasagem em relação aos demais e à Norma. A fim de facilitar a interpretação dos dados, foram traçadas, nestes gráficos, curvas transladadas à idade de dois dias, indicadas em linha pontilhada. 12

13 Os gráficos da Figura 11 apresentam as curvas médias de retração das argamassas industrializadas, no laboratório e no campo, respectivamente. Figura 11: Retração das Argamassas industrializadas, no Campo e no Laboratório. Os ensaios de retração foram realizados em dois grupos, em função das datas de aplicação das argamassas. As argamassas fabricadas em obra foram avaliadas nos meses de setembro a novembro de 2006, enquanto que as argamassas industrializadas foram ensaiadas no período de junho a agosto de Os gráficos da figura 12 apresentam as curvas da variação de massa das argamassas industrializadas 2 e 3, respectivamente, nos ambientes de laboratório e de campo, no período de 2 meses. Figura 12: Variação da Massa das Argamassas Industrializada 2 e 3, em dois meses. As fotografias apresentadas na figura 13 mostram as etapas do ensaio de retração e a exposição dos corpos de prova, de acordo com o ambiente. 13

14 b) Pesagem do c.prova; c) Ambiente laboratório a) Medição da variação dimensional; d) Campo Figura 13: Etapas do Ensaio de Retração. d) Ensaios de permeabilidade: Os ensaios de permeabilidade à água nas paredes foram realizados com o auxílio do tubo de Carsten, de acordo com a metodologia proposta pela RILEM Test [2], conforme ilustra a figura 14. Os gráficos das figuras 15 e 16 apresentam os resultados desses ensaios. Os gráficos da figura 15 mostram a permeabilidade das argamassas com fibras de polipropileno e mistas, sendo as curvas em azul referentes à face da frente dessas paredes e as curvas em vermelho referentes ao tardoz dessas paredes. O gráfico da figura 16 mostra a permeabilidade do conjunto das argamassas estudadas. 14

15 Figura 14: Ensaio de Permeabilidade à Água a) Argamassa com fibra b) Argamassa mista Figura 15: Permeabilidade das Argamassas com Fibra e Mista. 15

16 Figura 16: Permeabilidade das Argamassas. 6 INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS DOS ENSAIOS A interpretação dos resultados tem como referência a argamassa padrão. 6.1 Influência da Adição de Fibras Embora o teor da adição de fibras tenha sido muito pequeno, os resultados dos ensaios apresentados nas tabelas 7 a 9 e na figura 10 revelam que ainda assim houve alteração nas propriedades da argamassa com fibras, quando comparada com a argamassa padrão, nomeadamente: - diminuição do índice de consistência e da densidade de massa, - diminuição da densidade de massa aparente, - diminuição das resistências à tração e à compressão, - diminuição da absorção de água por capilaridade, - diminuição da retração medida em ambiente de laboratório e de campo. Tais resultados estão de acordo com a literatura técnica que refere que a adição de fibras de polipropileno nas argamassas de revestimento proporciona: diminuição do índice de consistência, aumento dos teores de ar incorporado, diminuição do módulo de deformação, aumento da resistência à compressão na maioria dos casos, embora também tenha se verificado a sua diminuição e valores controversos em relação à resistência à tração. 16

17 No que diz respeito à estabilização da retração ao longo do tempo, observa-se na figura 10 que a argamassa de fibra tende a parar de retrair mais cedo que a argamassa padrão e que a inclusão da fibra melhora a retração, sobretudo nos corpos de prova deixados no campo. Com relação ao aspecto visual do revestimento com fibras verificou-se ausência de fissuras, mas intensa pulverulência. 6.2 Influência da Adição de Saibro A adição de saibro proporciona, de modo geral, o aumento do teor de ar, da retenção de água, das resistências mecânicas à compressão e à tração, da resistência de aderência, da absorção de água por capilaridade, da retração e da fissuração. Com os ensaios realizados neste estudo confirmou-se a maioria dessas alterações nas propriedades da argamassa com adição de saibro, quando comparada com a argamassa padrão, a saber: - aumento do índice de consistência e da densidade de massa no estado fresco, - aumento das resistências à tração e à compressão e da densidade de massa aparente, - aumento da absorção de água por capilaridade, - aumento da retração medida em ambiente de laboratório e de campo. Observando-se os gráficos da figura 10, verifica-se que a argamassa de saibro retrai bem mais que a argamassa padrão e que esta retração continua aumentando ao longo do tempo de forma mais acentuada. Visualmente, o revestimento constituído pelas argamassas com saibro apresentou pulverulência e intensa fissuração, sobretudo na face frontal da parede. 6.3 Influência da Adição de Cal Em relação à argamassa padrão, a argamassa mista de cal testada neste estudo apresentou elevado índice de consistência e menor densidade de massa, no estado fresco. No estado endurecido, apresentou valor de densidade de massa semelhante, as menores resistências mecânicas e um dos maiores valores de absorção de água por capilaridade, após 72 horas de ensaio. A penetração da água atingiu o topo do corpo de prova logo nas primeiras horas. No que diz respeito à retração, a argamassa mista testada mostrou comportamento semelhante à argamassa padrão, porém bem mais sensível às variações climáticas, conforme verifica-se nos gráficos da figura 11. Não foi verificada fissuração relevante na parede revestida com esta argamassa. 6.4 Comparação das Argamassas Industrializadas Dentre todas as argamassas testadas, a industrializada n 1 apresentou os maiores índices de consistência e de densidade de massa no estado fresco e no estado endurecido; a argamassa industrializada n 2 apresentou as menores resistências mecânicas. Com exceção da argamassa industrializada n 3, todas as demais industrializadas apresentaram elevados valores de absorção de água por capilaridade e penetração de água até o topo do corpo de prova, após 72 horas de ensaio. Neste aspecto, a argamassa padrão foi bem mais efetiva devendo-se, entretanto, destacar o melhor desempenho da argamassa industrializada n 3. As 17

18 figuras 16 e 17 ilustram este fato, onde é possível verificar que a penetração da água na industrializada n 3 é ainda menor no interior do corpo de prova. As argamassas industrializadas, por terem maior controle na escolha e na dosagem dos materiais constituintes, revelam maior concordância nos resultados dos ensaios, conforme pode-se verificar nos gráficos da figura 12 que ilustram a variação de massa das argamassas industrializadas n 2 e n 3, nos primeiros meses de idade. Argamassa Padrão Argamassa Industrializa n 3 Figura 16: Penetração parcial da água nos corpos de prova testados à absorção de água por capilaridade, argamassas padrão e industrializada n 3, após 72 horas de ensaio. Figura 17: Penetração total da água nos corpos de prova testados à absorção de água por capilaridade na argamassa industrializada n 1, após 72 horas de ensaio. 7 CONSIDERAÇÕES FINAIS Do conjunto de argamassas estudado foi possível verificar-se que: A adição de saibro é nociva aos revestimentos. De fato, devido à sua elevada superfície específica, os saibros atuam como plastificante melhorando as características no estado fresco e 18

19 facilitando a aplicação das argamassas. No estado endurecido, aumentam as resistências mecânicas, mas não atuam como ligante, facilitando assim a fissuração. Em face dos resultados positivos obtidos com a adição de fibras nas argamassas de cimento e areia, e como o teor de adição de fibra foi bastante reduzido neste estudo, sugere-se uma nova campanha de ensaios, de preferência avaliando-se a retração desde as primeiras horas, com o objetivo de melhor avaliar o efeito desta adição nas propriedades das argamassas que não contemplam a cal em sua composição. No que diz respeito a retração das argamassas, uma análise mais consistente dos dados está em curso, considerando os efeitos climáticos da temperatura e da precipitação de chuvas que ocorreram durante os ensaios. As argamassas industrializadas n 2 e n 3 foram as que apresentam retração livre mais bem controlada. A continuidade dos ensaios e da observação visual das paredes ao longo do tempo, com certeza mostrará outros aspectos relevantes do comportamento desses revestimentos e trará mais subsídios para o entendimento do desempenho dos mesmos. 8 AGRADECIMENTOS As autoras agradecem às instituições FINEP, FAPERJ, CNPq, UFF, UERJ e LNEC, às construtoras JM Construções, RG Côrtes Engenharia S.A. e Pinto de Almeida Engenharia S.A. e às empresas Engemix, Lafarge Argamassas, Votorantin Argamassas, Weber-Quartzolit e Premassa Ltda pelos apoios técnico e financeiro, indispensáveis à realização deste trabalho. 9 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS [1] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. "Revestimento de paredes e tetos de argamassas inorgânicas determinação da resistência de aderência à tração". NBR 13528, Rio de Janeiro, [2] RILEM."Water absorption under low pressure. Pipe method". Test NºII.4, Paris, [3] RILEM."Measurement of hardened concrete carbonation depth".tc14-cpc, Paris, [4] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS."Blocos cerâmicos para alvenaria de vedação - Terminologia e requisitos", NBR7171, Rio de Janeiro, [5] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS."Telha cerâmica - determinação da massa e da absorção de água - método de ensaio". NBR 8947, Rio de Janeiro, [6] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS." Blocos vazados de concreto simples para alvenaria Requisitos", NBR7173, Rio de Janeiro,1982. [7] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS."Blocos vazados de concreto simples para alvenaria - Métodos de ensaio". NBR12118, Rio de Janeiro, [8] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. "Concreto - Perda de abatimento". NBR10342, Rio de Janeiro, [9] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. "Concreto - Ensaio de compressão de corpos-de-prova cilíndricos". NBR 5739, Rio de Janeiro,

20 [10] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS."Argamassa e concreto endurecidos - Determinação da absorção de água por capilaridade". NBR 9779, Rio de Janeiro, [11] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS."Argamassa para assentamento e revestimento de paredes e tetos preparo da mistura e determinação do índice de consistência", NBR 13276, Rio de Janeiro, [12] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. "Argamassa para assentamento de paredes e revestimento de paredes e tetos Determinação da densidade de massa e do teor de ar incorporado", NBR 13278, Rio de Janeiro, [13] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS."Argamassa para assentamento de paredes e revestimento de paredes e tetos determinação da resistência à compressão", NBR 13279, Rio de Janeiro, [14] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS."Argamassa e concreto - Determinação da resistência à tração por compressão diametral de corpos-de-prova cilíndricos", NBR 7222, Rio de Janeiro, [15] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS."Argamassa para assentamento de paredes e revestimento de paredes e tetos determinação da densidade de massa aparente no estado endurecido", NBR 13280, Rio de Janeiro, [16] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS."Argamassa para assentamento e revestimento de paredes e tetos-determinação da variação dimensional (retração ou expansão linear)", NBR 15261, Rio de Janeiro,

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