ESTUDO AMBIENTAL SIMPLIFICADO - EAS DUTOVIAS

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1 ESTUDO AMBIENTAL SIMPLIFICADO - EAS DUTOVIAS O preenchimento deste modelo deverá ser feito em meio digital. Informações complementares, para as quais não foram previstos campos, poderão ser inseridas nos campos observações, ao fim de cada item. Mapas, plantas, fotos, imagens, e outros documentos complementares deverão ser apresentados em anexo. 1. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR 1.1. Nome/ Razão Social Companhia de Gás de São Paulo - COMGÁS 1.2. Logradouro Rua Capitão Faustino de Lima, Bairro Brás 1.6. Telefone (11) CNPJ (CGC/MF) / Endereço para correspondência Rua Capitão Faustino de Lima, Bairro Brás Contato Eng. Patricia Mazzante do Nascimento Crevilaro Telefone para contato 1.4. Município São Paulo 1.7. FAX (11) Município São Paulo FAX (11) CEP CEP (11) / (11) ; Observações O contato também pode ser feito com as Eng. Cristiane Haddad e Tatiana Alencar 2. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO 2.1. Denominação Projeto Klabin Tijuco Preto 2.2. Objeto do licenciamento Infraestrutura de prestação de serviço público para distribuição de gás natural no município de Jundiaí Justificativa do empreendimento O Estado de São Paulo é o maior consumidor de gás natural no país (responsável por 50% do consumo nacional, excluindo o consumo termelétrico) devido às dimensões de seu parque industrial. 1

2 O aumento da rede de distribuição de gás natural facilita a troca de outros combustíveis, como o óleo diesel pelo gás natural no setor industrial. A Unidade Klabin de Jundiaí, localizada no bairro Sítio Tijuco Preto, está estrategicamente situada entre a capital e o interior paulista, no entroncamento de duas importantes rodovias, a Bandeirantes e a Anhangüera, e foi inaugurada em 13 de março de 1992, quando a Klabin encerrou as atividades de sua Unidade Vila Anastácio ( ), na capital paulista, que produzia embalagens de papelão ondulado. Grande parte do maquinário e funcionários da Unidade Vila Anastácio foram transferidos para a nova Unidade de Jundiaí, mais ampla e moderna. A Unidade de Vila Anastácio foi responsável pela formação de grandes técnicos na área de produção de embalagens de papelão ondulado, sendo considerada, dentro do Grupo Klabin, como uma escola-modelo. A Unidade Klabin Jundiaí - TP destaca-se entre as outras unidades, devido às áreas nela sediadas, como, por exemplo, a área Comercial, Desenvolvimento de Produtos, Tecnologia da Informação e Suprimentos. Abriga o Centro de Documentação e Memória Klabin, o qual preserva toda a história da empresa, reconstruindo sua trajetória por meio de documentos textuais, fotografias, vídeos e objetos. Além do showroom de produtos, onde estão expostas as embalagens criadas pelo departamento de Desenvolvimento de Produtos. O sítio Klabin Tijuco Preto se dedica a produção de Embalagens de Papelão Ondulado. Fonte: Vantagens do Empreendimento - A utilização do gás natural, em substituição às demais alternativas de combustível, proporciona uma redução significativa nas emissões atmosféricas, proporcionando uma melhoria na qualidade do ar da região; - Ganho de produtividade e custo totais do produto nos processos industriais; - Melhoria na qualidade do produto, especialmente no segmento vidreiro e ceramista; e, - Maior agilidade, segurança e redução da pressão sobre a infra-estrutura viária, pela adoção do transporte dutoviário Município atravessado Jundiaí 2

3 2.6. Coordenadas geográficas no sistema geodésico, SAD-69 Ponto Inicial: Lat.: Long.: Ponto Final: Lat.: Long.: CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO 3.1. Produto transportado Gás Natural 3.2. Extensão (m) Aproximadamente 5 Km 3.4. Largura da faixa de servidão (m) 3.3. Trecho Duto + Estação Redutora de Pressão (ERP) + Válvulas de Bloqueio O projeto não prevê a instituição de faixa de servidão, pois a rede de distribuição será implantada ao longo dos leitos carroçáveis de via pública do município de Jundiaí Paralelismo com outros dutos Não existe paralelismo com outros dutos 3.6. Números de estações e válvulas - 1 Estação Redutora de Pressão (ERP) - 3 Válvulas de bloqueio Na tabela a seguir são apresentadas outras características do empreendimento As tubulações de condução de gás projetadas e operadas pela Comgás seguem rigorosamente a norma brasileira NBR (Projetos de Sistema de Transmissão e Distribuição de Gás Combustível) e a internacional ASME B Gas Transmission and Distribution Piping System. Tabela 1: Características do Projeto Klabin Tijuco Preto Tipo de duto Tipo de material utilizado Profundidade mínima Diâmetros nominais Pressão máxima de operação Enterrado Aço Carbono 1,00 m 6 (polegadas) 7 bar 3

4 3.8. Caminhamento do gasoduto Descrição Ø =8, aço 35 bar Jundiaí Ø =8, aço 7 bar Jundiaí Total Caminhamento O ponto de interligação na rede existente é no encontro da Rodovia General Milton de Souza (SP - 332) com a Avenida Augusta Zorzi Baradel, seguindo por esta Avenida até a ERP Estação Redutora de Pressão, onde haverá redução de 35 para 7 Bar. A partir da ERP Estação Redutora de Pressão a rede segue pelo leito carroçável da Avenida Augusta Zorzi Baradel até o ponto de entrega do gás na indústria Klabin. Aproximadamente 4,5 km 3.9. Observação: Anexar carta do IBGE escala 1: com a localização do empreendimento. Quando o traçado se situar em município abrangido por área de Proteção aos Mananciais (Leis estaduais 898/75 e 1.172/76), a localização deverá ser feita em carta do Sistema Cartográfico Metropolitano escala 1: EMPLASA. Apresentar planta do traçado em escala igual ou maior que 1: e sua descrição. A planta do empreendimento em escala de aproximadamente de 1: e a Carta do IBGE 1: com o traçado e localização aproximada na carta. Ambos encontram-se nos Anexos I e II respectivamente CARACTERÍSTICAS DAS OBRAS CIVIS PARA IMPLANTAÇÃO DO SDGN Canteiro de obras Será alugado, pela empreiteira contratada para executar a obra, um imóvel com infraestrutura existente (luz, água, esgoto, telefone), o qual servirá de local de armazenamento dos tubos, escritório e ponto de apoio, sendo que, toda atividade deverá observar as normas interna da COMGAS. Na frente de obras, está previsto a disponibilização de banheiros químicos, que serão contratados de empresa especializada. Não haverá alojamento neste canteiro, uma vez que os trabalhadores ficarão hospedados em hotéis e/ou pensões da região quando necessário Área de empréstimo / bota-fora Como o solo escavado será reaproveitado no reaterro da vala, não está previsto a utilização de áreas de empréstimo ou bota-fora. Caso seja necessário será utilizado bota-fora legalizado. 4

5 Abertura de valas Para esta obra será utilizado preferencialmente o método não destrutivo, uma vez que o traçado percorre grande parte em via pavimentada e parte em via sem pavimento, porém com trechos de erosão acentuada. Desta forma, através do método de furo direcional, é possível implantar o duto em profundidade necessária de forma a não interferir com as características locais existentes e não expor a integridade da tubulação a riscos externos. Para as travessias de corpos d água também será utilizado o método não destrutivo de furo direcional, com exceção dos casos onde não seja possível tecnicamente. A abertura de vala segue norma interna COMGAS NT 20 Abertura e Escoramento de Valas, e a profundidade mínima de cobertura a partir da geratriz superior é de 92cm Topografia e marcações O estudo da topografia é realizado previamente ao projeto executivo, sendo que, neste caso, não haverá necessidade de abertura de picada visto que o traçado encontra-se em área já limpa Acessos O projeto será implantado ao longo dos leitos carroçáveis da citada avenida não pavimentada em área rural, portanto, o acesso será realizado pelas próprias vias em obras Desfile de dutos Os tubos serão perfilados ao longo da via, soldados e dispostos na vala e/ou puxados pela máquina de furo. 4. CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA DE INFLUÊNCIA 4.1. Uso e Ocupação do Solo Jundiaí é um município brasileiro no interior do estado de São Paulo, localizado a 23º11'11" de latitude sul e 46º53'03" de longitude oeste, a uma altitude de 761 metros. Dista 57,7km da capital do estado. Com habitantes é, no estado, o 15 município mais populoso e o sétimo maior fora da Grande São Paulo. Também é o 59 maior do Brasil, sendo maior que quatro capitais estaduais. Seu nome vem da língua tupi, significando "água de jundiá". Possui conurbação consolidada com Várzea Paulista e Campo Limpo Paulista, além de estar em processo de conurbação com Itupeva. As cidades citadas fazem parte da Aglomeração Urbana de Jundiaí juntamente com os municípios de Cabreúva, Louveira e Jarinu, totalizando cerca de habitantes. A paisagem mais marcante da cidade é a Serra do Japi, uma das únicas grandes áreas de mata 5

6 atlântica nativa contínua no estado de São Paulo, declarada em 1992 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura como reserva da biosfera da mata atlântica. Jundiaí posiciona-se no centro do maior mercado produtor/consumidor da América do Sul, num raio de 50 km que abarca, por um lado, a Grande São Paulo e, por outro, a região de Campinas, porta de entrada para o próspero Interior do Estado mais rico e desenvolvido do País. Na diversidade do parque industrial, onde mais de 30 setores se fazem presentes, destacam-se os setores de: Alimentos e Bebidas, com uma das maiores fábricas de refrigerantes do mundo a Coca Cola, além da Ambev Pepsi Cola, Vinagre Castelo e Vinagre Toscano, com expressiva participação na produção nacional de vinagre, Van Melle, Sadia, Frigor Hans, Cereser, Belesso, Passarin e outros; Louças e Cerâmica: Incepa/Roca, Deca, Ideal Standard, também responsáveis por fração expressiva da produção nacional; Papel e Embalagens: Klabin, Injepet, Rexan, Henry Pack, etc.; Autopeças: EBF Vaz, Solvay, Kongsberg, MGI Coutier, Balzers, Eltek, Eckerle, etc.; Máquinas e Equipamentos: Krupp, Siemens, BT International, Husky, Korper, Radio Frigor, Wofgang Loch, GTS Thielmann, etc.; Produtos Químicos: Dow Chemical, National Chemical, Helermann Tyton, Ecopur, Selqui, Messer, IBG, Lucta, etc.; Material Eletrônico, Têxtil, Farmacêutica, Construção, Plástico e Borracha, e muitos outros setores. A área de faixa de trabalho restringe-se largura da Avenida Augusta Zorzi Baradel 10 metros aproximadamente (sendo 5 metros em cada margem do eixo do gasoduto), e estende-se ao longo do caminhamento do gasoduto projetado. O referido trecho é composto, em sua grande parte, de via pavimentada na referida Avenida inserida em área rural, com predominância de cultivo de Eucalyptus, sendo encontrado um reduzido número de edificações ao longo deste trecho. Fonte: Wikipédia ( ) EIA/RIMA MULTIVIAS II PÓLO INDUSTRIAL E LOGÍSTICO Sistema de informações florestais do Estado de São Paulo (http:// :8080/alovmap/index.html) 4.2. Geologia e Pedologia A região do empreendimento preconizado está localizada na porção centro-leste do Estado de São Paulo, onde ocorre o embasamento cristalino, representado por rochas granitóides e metamórficas, caracterizadas pelo comportamento mais resistente e, especialmente pela presença de estruturas bem orientadas, tanto xistosas como migmatíticas e gnáissicas. A litologia influencia marcadamente o relevo da região. Os quartzitos, pela maior resistência aos processos intempéricos e erosivos, sustentam as maiores serranias de encostas abruptas, e os gnaisses e granitos elevam-se a altitudes mais baixas, apresentando elevações não tão acidentadas, apresentando encostas e topos suavizados. Filitos, xistos e gnaisses permitem um entalhamento rápido e 6

7 profundo. Nos dois primeiros, o relevo é muito recortado, com ravinas profundas e encostas abruptas e ásperas; já nos gnaisses, têm-se morrotes bastante abaulados, ao passo que os milonitos são facilmente intemperizados, resultando vales lineares ao longo dos falhamentos transcorrentes (HASUI et al, 1969). O embasamento cristalino é composto basicamente por gnaisses com grau variável de migmatização e intercalações de quartzitos, xistos, anfibolitos, gonditos e metaultrabasitos incluídos no Complexo Amparo ou Itapira e, de forma mais restrita, filitos pertencentes ao Grupo São Roque. Intrusões granitóides são bastante comuns na região, predominando, na área, o Complexo Granitóide Itu. Recobrindo o embasamento, aparecem depósitos paleozóicos correlacionados com o Grupo Itararé, constituídos por diamictitos, folhelhos, ritmitos, argilitos e siltitos. Estas rochas formam corpos isolados, embutidos no embasamento cristalino por falhas normais. Depósitos terciários, compostos por diamictitos, conglomerados, arenitos e argilitos também ocorrem sob a forma de corpos isolados, preservados pela presença de níveis conglomeráticos basais, mais resistentes à erosão, ou devido a falhamentos que ocasionaram abatimento e basculamento de blocos. São definidas nove fácies sedimentares formando associações que sugerem a existência de um antigo sistema de leques aluviais, sob clima semi-árido, com área fonte na Serra do Japi. Os depósitos coluvionares compõem uma cobertura formada por material inconsolidado, constituído por uma linha de pedras basal recoberta por sedimentos areno-argilosos com grânulos de quartzo milimétricos e angulosos dispersos. São amplamente distribuídos pela área e o controle estrutural na forma dos corpos é marcante. Ocorrem também depósitos aluvionares formados por cascalhos, areias e argilas, depositados ao longo das drenagens principais da bacia do rio Jundiaí. Estas unidades se distribuem ao longo de uma zona topograficamente rebaixada, limitada pelos altos topográficos correspondentes a Serra do Japi, Serra do Jardim (e elevações associadas), Serra dos Cristais e o Maciço Granítico Itu. As rochas do embasamento cristalino na região de Jundiaí pertencem ao Complexo Amparo, caracterizado pela predominância de gnaisses portando biotita, hornblenda e granada com grau variável de migmatização, associados a migmatitos de estruturas diversas com intercalações subordinadas de quartzitos, xistos, anfibolitos, gonditos e metaultrabasitos. A Serra do Japi está inserida no Planalto Atlântico e na zona das Serranias de São Roque (PONÇANO, 1981). Apresenta topos com cerca de a metros de altitude e os vales situam-se, em geral, a altitudes entre 600 a 750 metros. Freqüentemente com topos planos e bordos escarpados inclinados para WSW, ela faz parte de uma 7

8 série de pequenas serras mantidas por rochas muito resistentes, que ocorrem entre o maciço xistoso existente entre a Bacia de São Paulo e a Depressão Periférica Paulista (AB'SABER, 1982). Na região de Jundiaí predominam os solos com horizonte B-Nítico Vermelho-Amarelo (nitossolo vermelho-amarelo), antigamente classificados por BRASIL (1960) e COELHO (1967) como latossolos vermelho-amarelo fase rasa (LV r) e latossolo vermelho-amarelo fase terraço (LV t). É freqüente o aparecimento dos neossolos regolíticos e líticos, por vezes ferruginosos e/ou plintificados, lembrando com isso os efeitos da atividade intempérica em ambientes ecodinâmicos mais ativos, possivelmente tropicais, que atuaram sobre substratos, como granitos, gnaisses, filitos e xistos e também sobre os calcáreos e sedimentos recentes. Apresenta-se na região o desenvolvimento de argissolos vermelhos distróficos, cambissolos amarelos, neossolos flúvicos/quartizareníticos e gleissolos. Essa classificação foi feita de acordo com as classes estabelecidas pelo novo Sistema Brasileiro de Classificação dos Solos - SBCS (OLIVEIRA, 1999). Nas regiões mais altas, surgem as florestas mesófilas de altitude e, nas áreas mais baixas, as florestas mesófilas semidecíduas; e ao longo da Serra do Japi surgem algumas regiões restritas com vegetação xerofítica (RODRIGUES et al, 1986). Nas áreas mais baixas, no sopé da serra, em altitudes de 750 a 870 m, onde ocorrem os nitossolos, a fisionomia é típica de mata de planalto, com muitas espécies decíduas na estação seca. A florística é determinada pela presença de elementos típicos tanto de Mata Atlântica como de Mata Semicaducifólia de Planalto. Nas áreas mais elevadas, acima de 920 m, onde a declividade é bastante acentuada e ocorrem os neossolos regolíticos/litólicos e argissolos vermelhos, a vegetação tem aspecto de floresta seca e baixa, denominada de florestas mesófilas semidecíduas de altitude. O domínio de quartzitos no Japi dificultou o desenvolvimento de coberturas vegetais extensivas na Serra. A incidência de um clima subúmido originou um tipo de floresta nem muito densa nem muito alta, entremeada ou envolvida por manchas de campos rupestres e cactáceas nos setores mais rochosos ou sub-rochosos dos campos e das matas secas (AB' SABER, 1992a). A mata ciliar ou riparia ocorre nas porções de terreno que incluem as margens dos rios ou dos córregos, dos lagos ou das lagoas, incluindo também as superfícies de inundação. A largura dessa área varia com as condições da bacia hidrográfica (declividade, umidade do solo, variação sazonal, etc.). Os setores com declive moderado (5 a 12%) estão associados ao nitossolo vermelho-amarelo distrófico argilúvico, aparecendo pequenos setores com nitossolo vermelho distrófico, neossolo litólico/regolítico e argissolo vermelho-amarelo distrófico. Alguns setores com declive forte (12 a 20%), associados em sua grande maioria aos nitossolos, sobretudo o nitossolo vermelho-amarelo distrófico 8

9 psamítico (compartimento 2), e pequenos setores com argissolo vermelho-amarelo distrófico e neossolo litólico/regolítico. Essa categoria apresenta maiores problemas com relação a mecanização nos setores com declive forte (12 a 20%) e, nos setores que apresentam solos encharcados, representados pelos gleissolos, solos mais rasos (neossolo litólico/regolítico), solos com grandes quantidades de seixos (argissolo vermelho-amarelo distrófico) e terras com graves problemas de degradação por causa do uso da terra sem cuidados especiais. Fonte: EIA/RIMA MULTIVIAS II PÓLO INDUSTRIAL E LOGÍSTICO 4.3. Cobertura vegetal Segundo levantamento feito no EIA/RIMA do empreendimento Multivias II, localizado também em Jundiaí e nas imediações da Serra do Japi, a região compreende o conjunto da paisagem constituída pelos municípios de Jundiaí, Cabreúva, Pirapora do Bom Jesus e Cajamar, incluindo-se, especialmente, as áreas remanescentes de floresta presentes na Serra do Japi como representantes da vegetação nativa matas mesófilas, sendo estas consideradas Reserva da Biosfera (Morellato 1992). As matas mesófilas são, em geral, formações que incorporam elementos da floresta estacional semidecidual, da floresta ombrófila densa e dos cerrados. Assim, tem-se que os principais tipos fito-fisionômicos nativos na região sejam a floresta estacional e a floresta ombrófila densa, com influência de elementos florísticos da vegetação de cerrado, constituindo-se as matas mesófilas. Para a caracterização florística da região foram utilizados grupos de árvores indicadoras. Entre as principais espécies desse grupo verificadas estão árvores exóticas e nativas, classificadas nos diversos termos ecológicosucessionais pioneiras, secundárias iniciais e climáxicas. Além disso, segundo o EIA/RIMA do Loteamento Residencial e Comercial Alphaville Jundiaí, também nas imediações da APA Jundiaí, a região possui desde floresta densa, nos locais mais baixos, até o aspecto de floresta seca e baixa, nas áreas mais elevadas. A área do entorno imediato do empreendimento, área já bastante antropizada, é composta predominantemente por reflorestamento de Eucalyptus segundo a base de dados georreferenciado SIFESP (Sistema de Informações Florestais do Estado de São Paulo) do Instituto Florestal de São Paulo. No Anexo III é apresentado o traçado do gasoduto próximo a área de reflorestamento. Quanto ao entorno imediato onde o empreendimento será implantado, é uma avenida em grande parte pavimentada a Avenida Augusta Zorzi Baradel em Jundiaí. Fonte: EIA/RIMA Loteamento Residencial e Comercial Alphaville Jundiaí EIA/RIMA MULTIVIAS II PÓLO INDUSTRIAL E LOGÍSTICO Site SIFESP: 9

10 4.4. Áreas Protegidas Atravessadas ou no Entorno O empreendimento encontra-e totalmente inserido na APA Jundiaí em Jundiaí no estado de São Paulo. Esta APA foi criada pela Lei Estadual nº 4.095, de junho de 1984; regulamentada pelo Decreto Estadual nº , de 3 de julho de A APA Jundiaí foi regulamentada junto com a APA Cabreúva, pelo Decreto Estadual nº , de 03 de julho de 1998, o qual estabeleceu para ambas, o zoneamento ambiental, as normas e diretrizes para uso e ocupação do solo e o Colegiado Gestor. Esta área está inserida na UGRHI: 5 Piracicaba/Capivari/Jundiaí com uma área total de ha. Nesta região, o relevo apresenta vertentes abruptas e declividades altas, com cobertura vegetal densa e a fauna a ela associada. Nesse território, o maciço montanhoso é formado por rochas quartzíticas, com vertentes abruptas e declividades altas, produzindo gradientes de altitudes e de clima que propiciam o aspecto heterogêneo da sua vegetação, no que diz respeito à estrutura e aos aspectos florísticos. Assim, estão presentes nessa região desde floresta densa, nos locais mais baixos, até o aspecto de floresta seca e baixa, nas áreas mais elevadas. Além disso, em algumas áreas restritas, associadas a solos rasos e pedregosos, a vegetação apresenta características xeromórficas, como cactos e espécies de pequeno porte, com troncos finos e retorcidos. A presença da Serra do Japi e dos recursos hídricos objetivaram a criação desta APA. Esse município, que é um pólo econômico regional, apresenta um alto índice de urbanização e um parque industrial desenvolvido, fortemente articulado com os centros metropolitanos de São Paulo e Campinas. Apesar da área deste empreendimento estar totalmente inserido na área da APA Jundiaí, a construção do gasoduto em questão não irá interferir na vegetação do entorno imediato do empreendimento, representada basicamente por Eucalyptus e vegetação rasteira. Ressalta-se que não será necessário nenhum tipo de intervenção na vegetação do local, ou seja, não será necessária o bosqueamento e nem a remoção da vegetação para esta obra. A resolução SMA 11/2010, que dispõe sobre a prévia anuência dos órgãos gestores de unidades de conservação no processo de licenciamento, em seu artigo 2 trata dos empreendimentos ou atividades que deverão ser submetidos para análise e manifestação do órgão gestor das unidades de conservação enquadradas nas seguintes tipologias: 10

11 a) refinarias de petróleo; b) siderúrgicas; c) indústrias em que haja processos de redução de minério; d) indústrias de celulose; e) indústrias de vidro plano; f) usinas de açúcar e álcool; g) indústrias de cimento ; h) incineradores industriais; i) indústrias de automóvel; j) indústrias de fertilizantes que processem rocha fosfática; k) complexos químicos ou petroquímicos; l) transbordo, tratamento e disposição final de resíduos sólidos; m) estradas. II - quaisquer tipologias que venham a acarretar: a) supressão de vegetação nativa em área superior a 5,0 (cinco) hectares; b) supressão de vegetação nativa em área superior a 1,0 (um) hectare em área com cobertura florestal contígua à unidade de conservação; c) impactos na qualidade e/ou quantidade de água em bacia de drenagem a montante da unidade de conservação. Dessa forma, não será necessária prévia a manifestação e anuência do órgão gestor da APA Jundiaí quanto ao empreendimento em questão. 5. AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS, MEDIDAS MITIGADORAS E COMPENSATÓRIAS 5.1. PROCESSOS EROSIVOS E ASSOREAMENTO Impacto gerado O gasoduto será implantado em uma avenida que em grande parte já se encontra pavimentada. Ainda há um pequeno trecho da Avenida Augusta Zorzi Baradel sem pavimento, porém, esta já se encontra em processo de pavimentação. Contudo, a abertura de valas para a realização do Furo Direcional, é necessária a adoção de algumas medidas, por exemplo, de controle de carreamento de solo e disposição de material no bota espera. Estas e outras medidas são descritas logo a seguir. 11

12 Medidas Mitigadoras A abertura de valas pela COMGÁS é regida pela norma técnica interna NT 020 Abertura e Escoramento de Vala e pela NBR Projeto de sistemas de transmissão e distribuição de gás combustível. A norma COMGAS NT-20 estabelece os parâmetros para que os trabalhos de abertura de valas sejam realizados com qualidade, segurança e respeito ao meio ambiente. A seguir é apresentada descrição desta norma com os principais aspectos pertinentes ao licenciamento ambiental. DESCRIÇÃO DO PROCESSO AUTORIZAÇÕES A abertura da vala somente poderá ter início, de posse da autorização expedida pelo órgão competente envolvido, podendo inclusive ser necessária mais de uma autorização para um mesmo trecho (por exemplo: Prefeitura, Petrobras e Ecovias). Manter na frente-de-obras, durante todo o desenvolvimento dos trabalhos, cópia das autorizações expedidas, observando o cumprimento de todas as exigências prescritas, como: período e horário de execução; processo construtivo; exigências ambientais, específicas para a execução de cada obra; sinalização necessária (tapumes, iluminação, etc.); remanejamentos; passagens provisórias; escoramentos; proteções de estruturas e edificações adjacentes. INTERFERÊNCIAS Locais mapeados em projetos executivos As interferências apresentadas no projeto deverão ser confirmadas no local, descobertas e isoladas, para evitar acidentes com as utilidades enterradas, quando da abertura mecanizada ou manual destas valas; Além das interferências cadastradas, deve-se atentar para interferências previsíveis no local, mas não cadastradas, tais como: eletrodutos aparentes em postes que indiquem continuação subterrânea, caixas de válvulas ou de inspeção de esgoto, água, cabo ótico ou telefonia, armá- 12

13 rios telefônicos de utilidades da engenharia de tráfego, postes de ventilação, marcos e tachões, fitas enterradas, etc.; Serviços que exijam especialização, como retirar ou apagar sinalização permanente de tráfego, telefonia, fibra ótica, etc, só devem ser executados com acompanhamento de um representante legal da concessionária ou sua autorização documentada; A abertura deverá ser feita manualmente quando houver qualquer dúvida quanto à localização de alguma instalação ou, mesmo com a perfeita localização destas, a uma distância inferior a 50 cm de qualquer interferência; somente após a interferência ter sido perfeitamente localizada e isolada, poderá ser utilizada a escavação mecânica; Figura 01: Distância mínima para escavação mecânica. 13

14 Figura 02: Para realização do furo direcional é feita detecção das interferências enterradas ABERTURA DA VALA Na abertura de vala a Equipe Técnica da COMGAS deverá ser comunicada imediatamente sobre a o- corrência de qualquer incidente que implique dano ou risco de comprometimento da qualidade da fauna, flora, água, solo, ar ou comunidades vizinhas, para que possa tomar as medidas cabíveis de contenção e correção; a mesma atitude deverá ser tomada se, durante as escavações, forem encontrados restos de ossadas humanas, artefatos cerâmicos, sítios arqueológicos ou quaisquer vestígios relacionados a civilizações antigas. AVALIAÇÃO E DESTINO A SER DADO AO MATERIAL REMOVIDO Durante os trabalhos de escavação, deverá ser feita a segregação entre o material que poderá retornar à vala e o material a ser descartado; O material que puder ser reutilizado e for colocado na lateral da vala, deverá ser disposto de forma a não prejudicar o tráfego neste local; O material a ser descartado deverá ser encaminhado imediatamente a bota-fora licenciado por órgão ambiental; na impossibilidade de envio ao bota-fora, poderá ser escolhido outro local, desde que atenda à legislação vigente, aos proprietários, ocupantes do local e Equipe Técnica 14

15 da COMGAS; No caso de obras realizadas em regiões urbanas, este transporte deverá ser efetuado de modo a não provocar sujeira nas vias urbanas pela queda do material transportado, obedecendo às legislações locais; O material reaproveitável, quando permitido pela legislação local, deverá ser depositado junto à lateral da vala, a uma distância superior à metade de sua profundidade (medida da borda do talude de escavação até o piso da vala), como prevê a NR18 (Figura03). Esta distância mínima de segurança também deverá ser respeitada para a colocação de equipamentos que estiverem sendo utilizados, por todas as máquinas que não estiverem em uso (como rompedores, compactadores, etc) e materiais (principalmente tubos); Figura 03: Distância da vala aberta e material escavado segundo a norma NT 20. Mesmo tendo condições para ser utilizado no reaterro, poderá haver necessidade da retirada deste material de locais como áreas urbanas e industriais, plataformas de ferrovias/rodovias, quando houver exigência do órgão responsável ou proprietário. EXTENSÃO MÁXIMA DE VALA A SER MANTIDA ABERTA Será definida pela Equipe Técnica da COMGAS, entre outros, de acordo com: prescrição das autorizações para o local; condições do local; concessionárias envolvidas; quantidade de equipamentos disponíveis para a sinalização diurna e noturna. Nota: Em áreas habitadas ou nas suas proximidades, o tempo entre a abertura da vala e a preparação 15

16 da tubulação a ser assentada deverá ser o mínimo possível. AVALIAÇÃO QUANTO À DRENAGEM LOCAL Os fluxos d água que originalmente escoarem em direção à vala, deverão ser desviados e canalizados. Caso não seja possível, deverão ser executadas as obras que se fizerem necessárias para evitar o arraste de material e o solapamento da vala. As pessoas não deverão trabalhar em escavações onde a água se acumula ou esteja presente; Deverão ser construídas canaletas para escoamento das águas pluviais, a fim de evitar danos que possam ser provocados pela infiltração destas águas na vala; Em locais com declividade acentuada, deverá ser evitado que o material proveniente das escavações mova-se para dentro da vala; A vala e os tapumes não deverão interferir na drenagem natural do terreno. Caso isto possa vir a ocorrer, deverão ser tomadas medidas como as sugeridas nas figuras 4a e 4b: Figura4a: Medidas para Preservar a Drenagem Natural do Terreno. Figura4b: Medidas para Preservar a Drenagem Natural do Terreno. As escavações, em todas as suas etapas, deverão ser preservadas secas, visando-se com isto não só à preservação higiênica ambiental como também garantir-se a estabilidade de suas paredes; Águas provenientes de chuva serão bombeadas e conduzidas ao sistema de drenagem das vias. Da mesma forma deverão ser tomadas medidas necessárias para garantir a estabilização das encostas, dos bota-foras e das áreas de terraplanadas nas vizinhanças. As diretrizes mínimas são: 16

17 O solo escavado é colocado ao lado da vala a uma distância segura, para posterior reutilização, sendo que as valas são fechadas tão logo o duto é assentado, evitando assim a longa exposição do solo. Reaterrar a vala imediatamente após o assentamento da tubulação; Aproveitar o máximo do material escavado, minimizando a disposição final; Remover o material excedente o mais rápido possível e para local indicado pela prefeitura e ou aterros licenciados; Compactação do reaterro em camadas e de forma a obter a compactação plena do solo utilizado; O reaterro da vala e o nivelamento das vias de acesso deverão recompor os contornos naturais do solo e permitir uma drenagem natural da superfície; Executar o rápido revestimento vegetal da vala com gramíneas após o reaterro; Manter a pilha de solo para reaterro a montante da vala, em relação à drenagem, e fora da APP; Caso haja necessidade de paralisar as obras, providenciar antes, o reaterro das valas; A empreiteira deve prever a drenagem superficial da pista em encostas com inclinações superiores a 50 e constituídas de solos de baixa coesão, com a finalidade de evitar a formação de processos erosivos na pista e vizinhanças; A empreiteira poderá usar calhas transversais, caixas de passagem e saída com dissipadores de energia, muros defletores e/ou qualquer outro método que julgar adequado como drenagem superficial da pista. 17

18 Figura 05: Distância do material escavado e a vala aberta. Ressalta-se que os locais que eventualmente forem afetados durante as obras serão recuperadas e devolvidos nas mesmas ou em melhores condições INCÔMODOS A POPULAÇÃO e POLUIÇÃO DOS CANTEIROS Impacto gerado O período de execução de obras pode acarretar pequenos incômodos à população vizinha aos locais de instalação do sistema de distribuição de gás natural: - Geração de poeira e material particulado, oriundos da movimentação de massas de solo, durante a abertura de valas e poços de furação; - Geração de ruídos durante a operação do maquinário necessário; - Bloqueio total ou parcial das vias durante as atividades de abertura de vala e assentamento da tubulação; - Aumento no trânsito local, por conta da movimentação de maquinário, equipamentos, operários e veículos da frota operacional; - Geração local de resíduos. No local da obra está prevista a geração de resíduos dos banheiros químicos e resíduos como copos plásticos e papel que serão acondicionados e destinados conforme PG 26 - Gestão de Resíduos apresentada no item a seguir. Entretanto, vale ressaltar, que a maior parte do futuro gasoduto será instalado na Avenida Zorzi Baradel em Jundiaí, caracterizada como área rural, com predominância de reflorestamento de eucalyptus no entorno imediato do empreendimento, sendo encontrado um reduzido número de 18

19 edificações ao longo deste trecho. No canteiro, que será alugado já com infra-estrutura, está prevista a estocagem dos resíduos gerados pela obra. A manutenção dos equipamentos será realizada em oficinas e locais apropriados Medidas mitigadoras Os resíduos gerados serão separados pela coleta seletiva e destinados adequadamente. A seguir, apresentamos algumas das diretrizes pertinentes ao Projeto Klabin Tijuco Preto que compõem a norma PG026 - Gestão de Resíduos: FLUXOGRAMA OPERACIONAL 19

20 20

21 PLANILHA DE LEVANTAMENTO DE RESÍDUOS Como podemos observar na descrição acima a COMGÁS promove a reciclagem e a reutilização dos 21

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