DIÁRIO DA JUSTIÇA ESTADO DO MARANHÃO PODER JUDICIÁRIO ANO CI Nº 184 SÃO LUÍS, SEXTA-FEIRA, 21 DE SETEMBRO DE 2007 EDIÇÃO DE HOJE: 196 PÁGINAS

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1 ESTADO DO MARANHÃO DIÁRIO DA JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO ANO CI Nº 184 SÃO LUÍS, SEXTA-FEIRA, 21 DE SETEMBRO DE 2007 EDIÇÃO DE HOJE: 196 PÁGINAS SUMÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Coordenadoria de Jurisprudência e Publicações Coordenadoria de Recursos Constitucionais Coordenadoria Judiciária Cível Coordenadoria Judiciária Criminal Coordenadoria do Plenário e das Câmaras Reunidas Presidência Secretaria Turma Recursal Cível e Criminal Comarcas, Cartórios e Varas Comarca da Capital Cível e Comércio Primeira Vara Terceira Vara Criminal Primeira Vara Quarta Vara Oitava Vara Família Primeira Vara Fazenda e Saúde Públicas Segunda Vara Quinta Vara Oitava Vara Vara de Interdição e Sucessão Comarcas do Interior Anajatuba, Barão de Grajaú, Cururupu e Imperatriz Itapecuru-Mirim e Paço do Lumiar Timon TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO-16ª REGIÃO TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL - 1ª REGIÃO Seção Judiciária do Maranhão MINISTÉRIO PÚBLICO Procuradoria Geral de Justiça TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO MARANHÃO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Coordenadoria de Jurisprudência e Públicações SEGUNDA CÂMARA CRIMINAL HABEAS CORPUS N.º /2007 SÃO LUÍS SESSÃO DO DIA: IMPETRANTE: JOSÉ RIBAMAR OLIVEIRA FERREIRA PACIENTE: ROBENILSON MACIEIRA SOUSA IMPETRADO:JUIZ DE DIREITO DA VARA DE ENTORPECENTES DA COMARCA DE SÃO LUÍS RELATOR: DES. RAIMUNDO NONATO DE SOUZA PROCURADORA: DRA. REGINA LÚCIA DE ALMEIDA ROCHA ACÓRDÃO Nº /2007 EMENTA: HABEAS CORPUS. TRÁFICO DE DROGAS. ALE- GAÇÃO DE CONSTRANGIMENTO ILEGAL POR EXCESSO DE PRA- ZO NA FORMAÇÃO DA CULPA. - Não sendo imputável ao juízo eventual retardo no trâmite do feito, não se pode falar em constrangimento ilegal por excesso de prazo para formação da culpa. - Ordem denegada. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, de acordo com o parecer da Procuradoria Geral de Justiça, modificado em banca, DENEGARAM a ordem impetrada, nos termos do voto do Relator. (...) Diante do exposto, e de acordo com o parecer da douta Procuradoria Geral de Justiça, DENEGO A ORDEM IMPETRADA (...) Desa. RAIMUNDA SANTOS BEZERRA (Presidenta, em exercício) DES. RAIMUNDO NONATO DE SOUZA Relator COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 18 DE SETEMBRO DE CONCEIÇÃO DE MARIA PEREIRA NOGUEIRA DA CRUZ COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA SEGUNDA CÂMARA CRIMINAL SESSÃO DO DIA 16/08/2007 HABEAS CORPUS N. º 10323/2007 PAÇO DO LUMIAR (MA) PACIENTES: EDSON MOREIRA COELHO E FLÁVIO COSTA LEITE IMPETRANTE : DEF. PÚBLICO LUCIANO ARAÚJO DE CASTRO IMPETRADO: JUIZ DE DIREITO DA 1ª VARA ÚNICA DA COMARCA DE PAÇO DO LUMIAR RELATORA: DESA. MARIA DOS REMÉDIOS BUNA ACÓRDÃO N.º /2007 EMENTA: HABEAS CORPUS CRIME DE PORTE ILEGAL DE ARMA DE FOGO ARMA DESMUNICIADA FALTA DE POTENCIALIDADE OFENSIVA - ATIPICIDADE DE CONDUTA FALTA DE JUSTA CAUSA DETERMINAÇÃO DE ARQUIVAMEN- TO DE INQUÉRITO OU TRANCAMENTO DE EVENTUAL AÇÃO PENAL. Para restar demonstrada a existência de conduta criminosa, é imperioso que o agente tenha agido de acordo com o tipo penal, ou seja, aquele que possui arma desmuniciada e não traz consigo nenhuma munição, não pratica o crime descrito no art. 14, da Lei nº /03, vez que se a munição não existe ou está em lugar incessível de imediato, não há a imprescindível disponibilidade da arma, portanto, não deve ser considerada como artefato idôneo para produzir disparo, não configurando então a figura típica. - Ordem concedida. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, à unanimidade e de acordo com o parecer da Procuradoria Geral de Justiça, concederam a ordem impetrada para trancar a ação penal, nos termos do voto proferido pela Relatora. (...) Ante o exposto, acolhendo o parecer da Douta Procuradoria Geral de Justiça, voto pelo concessão da presente ordem de habeas corpus, com espeque no art. 648, I, do Código de Processo Penal, para determinar o arquivamento do inquérito policial e conseqüente trancamento da ação penal se por ventura já tiver sido iniciada, sob o argumento de falta de justa causa para tanto (...) DESA. MARIA DOS REMÉDIOS BUNA Presidenta e Relatora COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 19 DE SETEMBRO DE CONCEIÇÃO DE MARIA PEREIRA NOGUEIRA DA CRUZ COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA SEGUNDA CÂMARA CRIMINAL HABEAS CORPUS Nº /2007 SÃO LUÍS SESSÃO DO DIA IMPETRANTE: RANSE MILLAN SILVA BOTELHO PACIENTE: SUELYANO TAVARES CUNHA

2 2 SEXTA-FEIRA, 21 - SETEMBRO D.O. PODER JUDICIÁRIO AUTORIDADE COATORA: MM. JUIZ DE DIREITO DA CENTRAL DE INQUÉRITOS DA COMARCA DE SÃO LUÍS RELATOR: DES. RAIMUNDO NONATO DE SOUZA PROCURADORA: DRA. ELIZA BRITO NEVES DOS SANTOS ACÓRDÃO Nº /2007 EMENTA: PROCESSO PENAL. HC. TENTATIVA DE INCÊN- DIO. PRISÃO EM FLAGRANTE. MANUTENÇÃO DA PRISÃO CAUTELAR. MOTIVOS CONCRETOS. IMPRESCINDIBILIDADE. INEXISTÊNCIA. FALTA DE FUNDAMENTAÇÃO. CONSTRANGI- MENTO ILEGAL CARACTERIZADO. ORDEM CONCEDIDA. - O remédio heróico não se presta para discussão sobre matéria que exija análise profunda dos elementos probatórios, o que é mérito exclusivo da ação penal. - A decisão homologatória da prisão em flagrante não se limita à análise de seu aspecto formal, devendo ser demonstrada a existência dos pressupostos e requisitos autorizadores da prisão preventiva, arrimados em fatos concretos, o que não ocorreu no caso em questão, já que a decisão de homologação da prisão em flagrante não se reporta factualmente a qualquer dos requisitos exigidos pela Lei Processual Penal. - Ordem concedida. DECISÃO: ACORDAM os Desembargadores, à unanimidade e de acordo com o parecer da douta Procuradoria Geral de Justiça, CONCE- DER EM DEFINITIVO a ordem impetrada, nos termos do voto do Relator. (...) Pelo exposto, e de acordo com o parecer da douta Procuradoria Geral de Justiça, CONCEDO A ORDEM IMPETRADA EM DEFINI- TIVO, para assegurar ao paciente Suelyano Tavares Cunha, o direito de aguardar em liberdade o julgamento da ação penal a que responde na 6ª Vara da Comarca de São Luís. (...) DES.ª MARIA DOS REMÉDIOS BUNA COSTA MAGALHÃES - Presidenta DES. RAIMUNDO NONATO DE SOUZA Relator COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 19 DE SETEMBRO DE CONCEIÇÃO DE MARIA PEREIRA NOGUEIRA DA CRUZ COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA SEGUNDA CÂMARA CRIMINAL HABEAS CORPUS N.º SÃO LUÍS SESSÃO: IMPETRANTE: DARTANHAM LUÍS REIS MENEZES PACIENTE: WILLICE CARLOS SÁ GOMES AUTORIDADE COATORA: JUÍZA DE DIREITO DA 4ª VARA CRI- MINAL DA COMARCA DE SÃO LUÍS. RELATOR: DES. RAIMUNDO NONATO DE SOUZA PROCURADORA DE JUSTIÇA: DRA. ELIZA BRITO NEVES DOS SANTOS ACÓRDÃO Nº /2007 EMENTA: HABEAS CORPUS. ALEGAÇÃO DE CONSTRAN- GIMENTO ILEGAL ANTE A AUSÊNCIA DE ELEMENTOS PARA TIPIFICAÇÃO DO CRIME DE FORMAÇÃO DE QUADRILHA. FAL- TA DE FUNDAMENTAÇÃO DA HOMOLOGAÇÃO DA PRISÃO EM FLAGRANTE. EXCESSO DE PRAZO PARA A CONCLUSÃO DA INS- TRUÇÃO. INOCORRÊNCIA. CONDIÇÕES PESSOAIS FAVORÁVEIS AO PACIENTE - O remédio heróico não se presta para discussão sobre matéria que exija análise profunda dos elementos probatórios, o que é mérito exclusivo da ação penal. - A fundamentação se faz mister sempre que a concessão da liberdade provisória é postulada e negada. - Em que pesem as ponderações do Impetrante, e mesmo considerando-se que não houve contribuição da defesa para o tempo de encarceramento do réu, entendo, como a maioria das decisões dos Tribunais, que encontra-se superada a alegação de excesso de prazo - As condições pessoais favoráveis firmadas pelo Impetrante ao Paciente, como argumento para concessão da ordem, não têm, por si só, o condão de garantir a liberdade provisória ao Paciente, - Ordem denegada. DECISÃO: ACORDAM os Desembargadores, à unanimidade e de acordo com o parecer da douta Procuradoria Geral de Justiça, DENEGAR a ordem impetrada, nos termos do voto do Relator. (...) Face o exposto e de acordo com o parecer da douta Procuradoria Geral de Justiça, DENEGO A ORDEM IMPETRADA. (...) DES.ª MARIA DOS REMÉDIOS B. COSTA MAGALHÃES - Presidenta DES. RAIMUNDO NONATO DE SOUZA Relator COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 19 DE SETEMBRO DE CONCEIÇÃO DE MARIA PEREIRA NOGUEIRA DA CRUZ COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA SEGUNDA CÂMARA CRIMINAL HABEAS CORPUS N º BALSAS/MA. PACIENTE: EDILSON ALVES BANDEIRA IMPETRANTE: ACLIZIO CALAZANS IMPETRADO: JUIZ DE DIREITO DA 2ª VARA DA COMARCA DE BALSAS. PROCURADORA: DOMINGAS DE JESUS FROZ GOMES. RELATORA: DESA. MARIA DOS REMÉDIOS BUNA COSTA MA- GALHÃES. ACÓRDÃO N.º /2007 EMENTA: PROCESSUAL PENAL. HABEAS CORPUS. ROUBO QUALIFICADO. CONSTRANGIMENTO ILEGAL. EXCESSO DE PRA- ZO NA CONCLUSÃO DO SUMÁRIO DA CULPA. OCORRÊNCIA. Estando configurado constrangimento ilegal pela delonga na formação da culpa não atribuível à defesa e conferido à morosidade da máquina judiciária, faz-se necessário o deferimento da ordem impetrada. Ordem concedida. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, unanimemente e de acordo com o parecer da Procuradoria Geral de Justiça, concederam a ordem impetrada, determinando a expedição do alvará de soltura em favor do paciente, nos termos do voto da relatora. (...) Ante o exposto e, acolhendo o parecer da Procuradoria Geral de Justiça, voto pela concessão da presente ordem de Hábeas Corpus, por reconhecer o constrangimento ilegal por excesso de prazo na formação da culpa do paciente EDILSON ALVES BANDEIRA. Expeça-se o alvará de soltura, com a cláusula, se por outro motivo não estiver preso (...) DESA. MARIA DOS REMÉDIOS BUNA COSTA MAGALHÃES. PRESIDENTA E RELATORA COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 19 DE SETEMBRO DE CONCEIÇÃO DE MARIA PEREIRA NOGUEIRA DA CRUZ COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA SEGUNDA CÂMARA CRIMINAL HABEAS CORPUS /2007 COROATÁ SESSÃO DO DIA: IMPETRANTE: GERSON VILHENA GONÇALVES DE MATOS E FRANK FONSECA DE MATTOS PACIENTE: CÍCERO PEREIRA DA SILVA, FRANCIEDE PEREIRA DA SILVA AUTORIDADE COATORA: MM. JUÍZA DE DIREITO DA 1ª VARA DA COMARCA DE COROATÁ/MA RELATOR: DES. RAIMUNDO NONATO DE SOUZA PROCURADORA: DRA. ELIZA BRITO N. DOS SANTOS ACÓRDÃO N.º /2007 EMENTA: PROCESSUAL PENAL. HABEAS CORPUS. TEN- TATIVA DE HOMÍCIDIO. ALEGAÇÃO DE FALTA DE FUNDAMEN- TAÇÃO NO DECRETO DE PREVENTIVO. - A prisão preventiva, como medida coercitiva, será decretada, desde que existam materialidade e indícios suficientes da autoria, concomitante com a presença de um dos requisitos autorizadores, constantes no art. 312 do CPP. - O decreto prisional demonstrou as circunstancias concretas ensejadoras da segregação cautelar, evidenciando, portanto, a necessidade do encarceramento preventivo do Paciente.

3 D.O. PODER JUDICIÁRIO SEXTA-FEIRA, 21 - SETEMBRO Ordem denegada. DECISÃO: ACORDAM os Desembargadores, à unanimidade e de acordo com o parecer da douta Procuradoria Geral de Justiça, DENEGAR a ordem impetrada, nos termos do voto do Relator. (...) Diante do exposto, não vejo comprovada a alegada ilegalidade, razão pela qual, de acordo com o parecer da douta Procuradoria Geral de Justiça, DENEGO A ORDEM IMPETRADA. (...) Desa. MARIA DOS REMÉDIOS BUNA COSTA MAGALHÃES - Presidenta DES. RAIMUNDO NONATO DE SOUZA Relator COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 19 DE SETEMBRO DE CONCEIÇÃO DE MARIA PEREIRA NOGUEIRA DA CRUZ COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA SEGUNDA CÂMARA CRIMINAL SESSÃO DO DIA 30/08/2007 APELAÇÃO CRIMINAL n.º SÃO LUÍS (MA). Apelante: Marcos Vinicius Amaral Arruda Advogado: João Damasceno Silva Tupinambá Apelado: Ministério Público Estadual Promotor: Joaquim Henrique de Carvalho Lobato Comarca: São Luís - 5ª Vara Criminal Procuradora: Maria dos Remédios F. Serra RELATORA: DESA. MARIA DOS REMÉDIOS BUNA ACÓRDÃO N.º /2007 EMENTA: APELAÇÃO PENAL E PROCESSO PENAL - CRI- ME CAPITULADO NO ART. 129, 1º, I e 2º, I e III, c/c 70, TODOS DO CÓDIGO PENAL REQUERIMENTO DE ABSOLVIÇÃO POR FALTA DE PROVAS SEGURAS DE AUTORIA DELITIVA AFASTABILIDADE NÃO PREVALÊNCIA DO IN DUBIO PRO REO ÉDITO CONDENATÓRIO EMBASADO EM PROVAS SUBSTANCI- AIS VERIFICAÇÃO POSTERIOR DE ERRO NA DOSIMETRIA DA PENA REINCIDÊNCIA CONSIDERADA E NÃO PROVADA RE- DUÇÃO DA REPRIMENDA. - Quando as provas dos autos forem harmônicas e suficientes para confirmar o édito condenatório, não há que se falar em absolvição por fragilidade de provas, porém em sendo verificado que a pena foi dosada de forma equivocada pelo magistrado sentenciante, por reconhecimento de majorante da reincidência não provada nos autos, a reprimenda deve ser diminuída equitativamente. - Recurso conhecido e parcialmente provido. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, unanimemente e de acordo com o parecer da Procuradoria Geral de Justiça, deram provimento parcial ao recurso, afastando a causa de aumento de pena decorrente da reincidência, nos termos do voto proferido pela relatora.(...) Ante o exposto, acolhendo o Douto Parecer da Procuradoria Geral de Justiça, voto pelo provimento parcial do presente recurso, para manter a condenação do apelante, revendo tão somente a imposição da dosimetria da pena imposta no que diz respeito à imposição equivocada da reincidência (...) DESª. MARIA DOS REMÉDIOS BUNA Presidenta e Relatora COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 19 DE SETEMBRO DE CONCEIÇÃO DE MARIA PEREIRA NOGUEIRA DA CRUZ COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 22 de Agosto de 2006 APELAÇÃO CÍVEL n.º /1998 Apelante: Hildeide Pereira Barros Advogados: José Victor Spíndola Furtado Apelado: Companhia de Água e Esgotos do Maranhão - CAEMA Advogada: Pedro Américo dias Vieira, Ulisses César Martins de Sousa Relatora: Desa. Nelma Celeste Souza Silva Sarney Costa ACORDÃO Nº /2006 EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL EMBARGOS DE DECLARA- ÇÃO INCOMPETÊNCIA DO JUIZ EMBARGOS ENDEREÇADOS AO JUÍZO PROLATOR PRELIMINAR REJEITADA CERCEAMEN- TO DE DEFESA DECLARATÓRIOS COM EFEITOS INFRIGENTES AUSÊNCIA DE INTIMAÇÃO DA PARTE CONTRÁRIA PRELIMI- NAR ACOLHIDA. 1. Convém expor que os embargos são interpostos da decisão do juiz ou de Acórdão do Tribunal e será endereçada ao juízo prolator do referido decisum e não pessoa física do magistrado, portanto, não há que se alegar nulidade do julgamento dos Embargos Declaratórios 2. A jurisprudência dos Tribunais Superiores tem entendido que, embora a lei processual não preveja expressamente a intimação da parte contrária para manifestar-se sobre embargos de declaração opostos com pedido de efeitos modificativos, tal providência faz-se necessária em nome do princípio do contraditório e da ampla defesa. DECISÃO: ACORDAM os Desembargadores, por maioria de votos e em desacordo com a Procuradoria Geral de Justiça, em conhecer de apelo e acolheram e preliminar de cerceamento de defesa, declarando nula a decisão decorrente dos embargos declaratórios a fim de que seja intimada a respectiva embargada para oferecer impugnação, seguindo-se novo julgamento e subseqüente tramitação do feito, ficando prejudicada a análise dos demais aspectos do recurso, contra o voto do desembargador Raymundo Liciano de Carvalho que rejeitou a preliminar e, no mérito, negou provimento ao recurso. (...) Do exposto de acordo com o parecer da Douta procuradoria Geral de Justiça conheço do apelo e acolho a preliminar de cerceamento de defesa declarando nula a decisão decorrente dos Embargos Declaratórios a fim de que seja intimada a respectiva embargada para oferecer impugnação, seguindo-se novo julgamento e subseqüente tramitação do feito. Fica pejudicada a análise dos demais aspectos do recurso. (...) Desa. NELMA CELESTE SOUZA SILVA SARNEY COSTA PRESIDENTA E RELATORA COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 19 DE SETEMBRO DE CONCEIÇÃO DE MARIA PEREIRA NOGUEIRA DA CRUZ COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 09 de agosto de Agravo Regimental n.º 12684/2007 Agravante: Suprema Assessoria Contábil Advogados: Fernando Bragança e outros. Agravada: Instituto Médico Cardiológico S/C Ltda. Relatora: Desª. Cleonice Silva Freire ACÓRDÃO N.º /2007 EMENTA: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL. DECISÃO QUE INDEFERE MEDIDA SUSPENSIVA EM AÇÃO RESCISÓRIA. AUSÊNCIA DOS REQUISITOS ESPECÍFICOS. SENTEN- ÇA RESCINDENDA EM FASE DE EXECUÇÃO DEFINITIVA. DECI- SÃO MANTIDA. O ajuizamento da Ação Rescisória não importa diretamente na suspensão do processo de execução da sentença rescindenda, que se condiciona à demonstração direta da presença dos requisitos cautelares específicos. Agravo improvido. Decisão mantida. DECISÃO: ACORDAM os Desembargadores, unanimemente negaram provimento ao agravo para manter o despacho agravado, nos termos do voto da desembargadora relatora. (...) Assim, no que pese as possíveis divergências, mantenho minha decisão. (...) Des. José Stélio Nunes Muniz - Presidente Des.ª Cleonice Silva Freire Relatora COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 19 DE SETEMBRO DE CONCEIÇÃO DE MARIA PEREIRA NOGUEIRA DA CRUZ COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA

4 4 SEXTA-FEIRA, 21 - SETEMBRO D.O. PODER JUDICIÁRIO TERCEIRA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 09 de agosto de 2007 Agravo de Instrumento nº /2006 São Luís Agravante: Estado do Maranhão Procurador: Osmar Cavalcante Oliveira Agravada: Maria dos Remédios Buna Costa Magalhães Advogados: Gilliano Fred Nascimento Cutrim e Outro Relatora: Desª Cleonice Silva Freire ACÓRDÃO N.º /2007 EMENTA: CONSTITUCIONAL E PREVIDENCIÁRIO. CON- TRIBUIÇÃO SOCIAL. INSTITUIÇÃO POR ESTADO-MEMBRO. INCONSTITUCIONALIDADE. COMPETÊNCIA DA UNIÃO. PRESEN- ÇA DE PRESSUPOSTOS PARA CONCESSÃO DE TUTELA. MANU- TENÇÃO. AGRAVO IMPROVIDO. UNANIMIDADE. Presente a fumaça do bom direito, diante do reconhecimento da inconstitucionalidade da instituição da contribuição social instituída pelo Estado e caracterizado o periculum in mora, eis que discutida verba da natureza alimentar, deve ser mantida a decisão recorrida. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, unanimemente e de acordo com o Ministério Público, modificado em banca, negaram provimento ao agravo para manter a decisão agravada, nos termos do voto da Desembargadora Relatora (...) Pelo exposto, entendo que a decisão monocrática foi proferida em atenção aos requisitos indispensáveis à concessão da tutela, razão pela qual, e de acordo com o parecer do Ministério Público, nego provimento ao presente Agravo de Instrumento (...) Des. José Stélio Nunes Muniz Presidente Desª. Cleonice Silva Freire Relatora COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 19 DE SETEMBRO DE CONCEIÇÃO DE MARIA PEREIRA NOGUEIRA DA CRUZ COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 09 de agosto de 2007 Agravo de Instrumento nº /2006 São Luís Agravante: Estado do Maranhão Procurador: João Ricardo Gomes de Oliveira Agravado: Adinaldo Ataídes Cavalcante Advogados: José Vinícius Barroso Ramos e Outro Relatora: Desª Cleonice Silva Freire ACÓRDÃO N.º /2007 EMENTA: CONSTITUCIONAL E PREVIDENCIÁRIO. CON- TRIBUIÇÃO SOCIAL. INSTITUIÇÃO POR ESTADO-MEMBRO. INCONSTITUCIONALIDADE. COMPETÊNCIA DA UNIÃO. PRESEN- ÇA DE PRESSUPOSTOS PARA CONCESSÃO DE TUTELA. MANU- TENÇÃO. AGRAVO IMPROVIDO. UNANIMIDADE. Presente a fumaça do bom direito, diante do reconhecimento da inconstitucionalidade da instituição da contribuição social instituída pelo Estado e caracterizado o periculum in mora, eis que discutida verba da natureza alimentar, deve ser mantida a decisão recorrida. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, unanimemente e de acordo com o Ministério Público, modificado em banca, negaram provimento ao agravo para manter a decisão agravada, nos termos do voto da Desembargadora Relatora (...) Pelo exposto, entendo que a decisão monocrática foi proferida em atenção aos requisitos indispensáveis à concessão da tutela, razão pela qual, e de acordo com o parecer do Ministério Público, nego provimento ao presente Agravo de Instrumento (...) Des. José Stélio Nunes Muniz Presidente Desª. Cleonice Silva Freire Relatora COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 19 DE SETEMBRO DE CONCEIÇÃO DE MARIA PEREIRA NOGUEIRA DA CRUZ COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 09 de agosto de Agravo de Instrumento nº /2006 São Luís Agravante: Estado do Maranhão Procuradora: Luciana Cardoso Maia Agravados: Jamil Aguiar da Silva e Outros Advogados: José Carlos Tavares Durans e Outro Relatora : Desa. Cleonice Silva Freire. ACÓRDÃO N.º /2007 EMENTA: CONSTITUCIONAL E PREVIDENCIÁRIO. CON- TRIBUIÇÃO SOCIAL. INSTITUIÇÃO POR ESTADO-MEMBRO. INCONSTITUCIONALIDADE. COMPETÊNCIA DA UNIÃO. PRESEN- ÇA DE PRESSUPOSTOS PARA CONCESSÃO DE TUTELA. MANU- TENÇÃO. AGRAVO IMPROVIDO. UNANIMIDADE. Presente a fumaça do bom direito, diante do reconhecimento da inconstitucionalidade da instituição da contribuição social instituída pelo Estado e caracterizado o periculum in mora, eis que discutida verba da natureza alimentar, deve ser mantida a decisão recorrida. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, unanimemente e de acordo com o parecer do Ministério Público, modificado em banca, negaram provimento ao agravo para manter a decisão agravada, nos termos do voto da desembargadora relatora. (...) Pelo exposto, entendo que a decisão monocrática foi proferida em atenção aos requisitos indispensáveis à concessão da tutela, razão pela qual, e de acordo com o Ministério Público, nego provimento ao presente Agravo de Instrumento (...) Des. José Stélio Nunes Muniz Presidente Des.ª Cleonice Silva Freire Relatora COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 19 DE SETEMBRO DE CONCEIÇÃO DE MARIA PEREIRA NOGUEIRA DA CRUZ COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 09 de agosto de Agravo de Instrumento nº /2006 São Luís Agravante: Estado do Maranhão Procuradora: Lorena Duailibe Carvalho Agravada: Lúcia Cristina Silva Chagas Advogado: José Vinícius Barroso Ramos e Outro Relatora : Desa. Cleonice Silva Freire. ACÓRDÃO N.º /2007 EMENTA: CONSTITUCIONAL E PREVIDENCIÁRIO. CON- TRIBUIÇÃO SOCIAL. INSTITUIÇÃO POR ESTADO-MEMBRO. INCONSTITUCIONALIDADE. COMPETÊNCIA DA UNIÃO. PRESEN- ÇA DE PRESSUPOSTOS PARA CONCESSÃO DE TUTELA. MANU- TENÇÃO. AGRAVO IMPROVIDO. UNANIMIDADE. Presente a fumaça do bom direito, diante do reconhecimento da inconstitucionalidade da instituição da contribuição social instituída pelo Estado e caracterizado o periculum in mora, eis que discutida verba da natureza alimentar, deve ser mantida a decisão recorrida. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, unanimemente e de acordo com o parecer do Ministério Público, modificado em banca, negaram provimento ao agravo para manter a decisão agravada, nos termos do voto da desembargadora relatora. (...) Pelo exposto, entendo que a decisão monocrática foi proferida em atenção aos requisitos indispensáveis à concessão da tutela, razão pela qual, e de acordo com o parecer do Ministério Público, nego provimento ao presente Agravo de Instrumento (...) Des. José Stélio Nunes Muniz Presidente Des.ª Cleonice Silva Freire Relatora COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 19 DE SETEMBRO DE CONCEIÇÃO DE MARIA PEREIRA NOGUEIRA DA CRUZ COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA

5 D.O. PODER JUDICIÁRIO SEXTA-FEIRA, 21 - SETEMBRO QUARTA CÂMARA CÍVEL SESSÃO DO DIA 14 DE AGOSTO DE EMBARGOS DE DECLARAÇÃO N 11765/07 EMBARGANTE:SPA-ENGENHARIA E INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA Advogados:José Anchieta da Silva e outros EMBARGADO:BENEDITO MEDEIROS Advogado:Antônio Gregório Chaves Neto ACÓRDÃO EMBARGADO:Acórdão n.º 66368/07, referente ao Agravo de Instrumento n.º 20377/07 Acórdão n.º /2007 EMENTA: EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. EFEITOS MODIFICATIVOS. FINALIDADE. I - O objetivo dos EDcl é a complementação de decisão omissa, visando dissipar eventuais obscuridades ou contradições, não se prestando para substituir a decisão embargada; II Ausência de obscuridade e omissões; III Embargos rejeitados. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, à unanimidade de votos, em rejeitar os embargos opostos nos moldes do voto do eminente Relator. (...) Ante o exposto, conheço dos embargos para rejeitá-los e manter in totum o teor do acórdão recorrido (...) Desa. ETELVINA LUIZA RIBEIRO GONÇALVES PRESIDENTA Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO RELATOR COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 19 DE SETEMBRO DE CONCEIÇÃO DE MARIA PEREIRA NOGUEIRA DA CRUZ COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA QUARTA CÂMARA CÍVEL SESSÃO DO DIA 28 DE AGOSTO DE 2007 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO N.º /2007 No Agravo de Instrumento Nº. 0364/2007 EMBARGANTE:Z.F. DE O. Advogados:Pedro Américo Dias Vieira, Ulisses César Martins de Sousa e outros EMBARGADA:S.Y.D. DE S. (Menor), S.D. de S. (Representante) Advogado:Ítalo Benedito Guimarães Torreão DECISÃO EMBARGADA: REFERENTE A DECISÃO MONOCRATICA NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N 364/2007 RELATOR:DES. MILSON DE SOUZA COUTINHO ACÓRDÃO N.º / 2007 EMENTA: DIREITO PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. AGRAVO DE INSTRUMENTO. EXECUÇÃO PROVI- SÓRIA - TÍTULO EXECUTIVO JUDICIAL - RECURSO ESPECIAL - CONTRADIÇÃO E OMISSÃO. EMBARGOS ACOLHIDOS PARCIAL- MENTE. I Não se revela juridicamente impossível o pedido de execução provisória fundada em título executivo judicial, ainda que de decisão não passada em julgado e pendente de julgamento de recurso especial; II Recurso cabível nos casos de decisão interlocutória de impugnação à execução é o agravo de Instrumento; III Desnecessário o trânsito em julgado da decisão para a aplicação da multa prevista no artigo 475-J; IV - Embargos acolhidos parcialmente. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, em unanimemente acolher parcialmente os embargos opostos apenas para modificar a motivação da decisão, nos termos do voto do Desembargador Relator. (...) Ante o exposto, conheço dos embargos para acolhe-los tão somente no que tange a obscuridade referente à motivação para o recebimento do agravo na forma de instrumento, no mais mantenho in totum a decisão monocrática recorrida (...) Des.ª ETELVINA LUÍZA RIBEIRO GONÇALVES Presidenta Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO Relator COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 19 DE SETEMBRO DE CONCEIÇÃO DE MARIA PEREIRA NOGUEIRA DA CRUZ COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA QUARTA CÂMARA CÍVEL SESSÃO DO DIA 28 DE AGOSTO DE 2007 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº /2007 Com Pedido de Liminar AGRAVANTE:PROJETO VIVA VERDE LTDA, AROLDO OLIVEI- RA DA SILVA, MARLEY DE MORAES MOREIRA E SILVA Advogado(s):José Carlos Tavares Durans, Inaldo Alves Pinto AGRAVADO: BANCO DO BRASIL S/A Advogado(a)(s): Cláudio Antônio Amaral Moraes e outros COMARCA:SÃO LUÍS VARA:OITAVA VARA CÍVEL JUIZ PROLATOR:LUIZ GONZAGA ALMEIDA FILHO RELATOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO ACÓRDÃO N.º /2007 EMENTA: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMEN- TO. CONTRATO DE ABERTURA DE CRÉDITO FIXO. SÚMULA 233 DO STJ. INAPLICABILIDADE. EXCEÇÃO DE PRÉ- EXECUTIVIDADE. INDEFERIMENTO. I Em se tratando de contrato de abertura de crédito fixo, a jurisprudência dominante do Superior Tribunal de Justiça entende que não se aplica o enunciado da Súmula nº 233 do STJ, consistindo o referido instrumento, destarte, título hábil a promover a execução judicial. II- Com efeito, o magistrado pode rejeitar a exceção de préexecutividade sempre que constatar que todos os requisitos de admissibilidade da execução se fazem presentes. III - Recurso conhecido e improvido. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, unanimemente, em conhecer e negar provimento ao presente recurso, nos termos do voto do Desembargador Relator. (...) Ante o exposto, conheço deste recurso para negar-lhe provimento, mantendo a decisão recorrida em sua totalidade (...) Desa. ETELVINA LUIZA RIBEIRO GONÇALVES Presidenta Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO Relator COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 19 DE SETEMBRO DE CONCEIÇÃO DE MARIA PEREIRA NOGUEIRA DA CRUZ COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA QUARTA CÂMARA CÍVEL SESSÃO DO DIA 28 DE AGOSTO DE 2007 AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º 9618/2007 Com Pedido de Efeito Suspensivo AGRAVANTE:MUNIZ ALBUQUERQUE CONSTRUÇÕES LTDA ADVOGADO: Geomilson Alves Lima AGRAVADO:MUNICÍPIO DE SÃO LUÍS Advogado:Airton José Tajra Feitosa e outros. COMARCA:SÃO LUÍS VARA:TERCEIRA VARA DA FAZENDA PÚBLICA JUIZ PROLATOR:JOSÉ JORGE FIGUEREDO DOS ANJOS RELATOR:DES. MILSON DE SOUZA COUTINHO ACÓRDÃO N.º /2007 EMENTA: AÇÃO DE NUNCIAÇÃO DE OBRA NOVA. AUSEN- TES OS REQUISITOS PARA A CONCESSÃO DO EMBARGO LIMINAR. CONSTRUÇÃO QUE PREENCHE OS REQUISITOS LEGAIS. AGRAVO PROVIDO. I Presentes o alvará de construção comercial e industrial, o certificado de aprovação do Corpo de Bombeiros Militar, a carta de diretrizes e viabilidade técnica da Companhia de Águas e Esgotos do Maranhão

6 6 SEXTA-FEIRA, 21 - SETEMBRO D.O. PODER JUDICIÁRIO CAEMA) e a disponibilidade de carga elétrica da Companhia Energética do Maranhão, não há como subsistir decisão liminar proferida em sede de ação nunciação de obra nova. II Recurso conhecido e provido. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, unanimemente e de acordo com o parecer do Ministério Público, em conhecer e dar provimento ao presente recurso, nos termos do voto do Desembargador Relator. (...) Ante o exposto, conheço deste recurso e dou-lhe provimento, a fim de que seja reformada in totum a decisão recorrida (...) Des.ª ETELVINA LUÍZA RIBEIRO GONÇALVES Presidenta DES. MILSON DE SOUZA COUTINHO Relator COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 19 DE SETEMBRO DE CONCEIÇÃO DE MARIA PEREIRA NOGUEIRA DA CRUZ COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA QUARTA CÂMARA CÍVEL SESSÃO DO DIA 28 DE AGOSTO DE 2007 AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º /2006 Com Pedido de Efeito Suspensivo AGRAVANTE:D. P. DA SILVA FILHO Advogado:James Lobo de Oliveira Lima AGRAVADA:SIEMENS CELULARES LTDA, BENQ ELETRÔNICA LTDA, BANCO BRADESCO S/A COMARCA:CAXIAS VARA:PRIMEIRA VARA JUIZ:SIDARTA GAUTAMA FARIAS MARANHÃO RELATOR: DES. MILSON DE SOUZA COUTINHO ACÓRDÃO N.º /2007 EMENTA: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMEN- TO. DUPLICATA. PROTESTO. CANCELAMENTO. DUPLICIDADE DE TÍTULOS. NÃO COMPROVAÇÃO. BANCO. MANDATÁRIO DO CEDENTE. ILEGITIMIDADE PASSIVA. I Em não havendo nos autos elementos de prova que demonstrem que as mercadorias que deram ensejo à primeira duplicata foram efetivamente devolvidas, de forma a tornar o protesto da duplicata indevido, não há como determinar o cancelamento do mesmo. II Na qualidade de simples mandatário do cedente, o banco possuía como única responsabilidade a cobrança do título, sendo, por conseguinte, estranho à lide, na medida em que a ordem de instrução para o protesto partiu da empresa cedente. III - Recurso conhecido e improvido. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, unanimemente, em conhecer e negar provimento ao presente recurso, nos termos do voto do Desembargador Relator. (...) Ante o exposto, conheço deste recurso para acolher preliminar de ilegitimidade passiva argüida pelo agravado Banco Bradesco S/A e, no mérito, em relação aos demais agravados, negar-lhe provimento, mantendo a decisão recorrida em sua totalidade, revogando, por conseguinte, a decisão liminar (...) Desa. ETELVINA LUIZA RIBEIRO GONÇALVES Presidenta Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO Relator COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 19 DE SETEMBRO DE CONCEIÇÃO DE MARIA PEREIRA NOGUEIRA DA CRUZ COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA QUARTA CÂMARA CÍVEL SESSÃO DO DIA 28 DE AGOSTO DE 2007 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº /2007 Com Pedido de Efeito Suspensivo AGRAVANTE:VOTORANTIM CELULOSE E PAPEL S/A Advogados:Jouglas Abreu Bezerra Júnior e outros AGRAVADO: COPOGRÁFICA COMPANHIA GRÁFICA DO NORDESTE Advogado: Gentil Augusto Costa COMARCA: SÃO LUÍS VARA: OITAVA VARA CÍVEL JUIZ: LUIZ GONZAGA ALMEIDA FILHO RELATOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO ACÓRDÃO N.º /2007 EMENTA: AGRAVO DE INSTRUMENTO. PENHORA. LOCA- LIZAÇÃO DE BENS DO EXECUTADO. REQUISIÇÃO DE INFORMA- ÇÕES À RECEITA FEDERAL E DETRAN. NECESSIDADE DE ESGO- TAMENTO DAS VIAS EXTRAJUDICIAIS. IMPROVIMENTO. I A requisição de informações à Receita Federal e demais órgãos públicos com o escopo de localizar bens à penhora, em regra, é vedada, por se tratar de medida extrema que viola o sigilo fiscal assegurado constitucionalmente. II A jurisprudência do STJ somente autoriza tal medida se comprovado pela parte interessada que foram esgotadas as vias administrativas e demais meios extrajudiciais para localizar bens do agravado. III - Recurso conhecido e improvido. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, unanimemente, em conhecer e negar provimento ao presente recurso, nos termos do voto do Desembargador Relator. (...) Ante o exposto, conheço deste recurso para negar-lhe provimento, mantendo a decisão recorrida em sua totalidade (...) Desa. ETELVINA LUIZA RIBEIRO GONÇALVES Presidenta Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO Relator COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 19 DE SETEMBRO DE CONCEIÇÃO DE MARIA PEREIRA NOGUEIRA DA CRUZ COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA QUARTA CÂMARA CÍVEL SESSÃO DO DIA 28 DE AGOSTO DE 2007 AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º /2007 Com Pedido de Liminar AGRAVANTE: ROSALINO MARQUES Advogado(s): Enos Henrique Nogueira Ferreira e outros AGRAVADO: ORLETE MAFRA FURTADO Advogado(s): Maria do Perpétuo Socorro Maciel de Carvalho e outros COMARCA:PAÇO DO LUMIAR VARA: VARA ÚNICA JUIZ PROLATOR:JAQUELINE REIS CARACAS RELATOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO ACÓRDÃO N.º /2007 EMENTA: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMEN- TO. NULIDADE. INTIMAÇÃO. DIVERGÊNCIA DE ENDEREÇOS. PROCURAÇÃO E CONTESTAÇÃO. RESPONSABILIDADE DO AD- VOGADO. INDEFERIMENTO. I- Com fulcro no art. 39 do CPC, incumbe ao advogado fornecer de forma clara e inconfundível o endereço em que deva ser intimado dos atos processuais, de forma que possa realizar o seu mister sem embaraços ao constituinte bem como ao regular andamento do processo. II- Assim, não cabe falar em nulidade da intimação se o advogado, devidamente intimado em endereço fornecido por si na procuração, informou endereço diverso na contestação e não esclareceu aos serventuários da justiça em qual dos dois deveria ser regularmente intimado. III - Recurso conhecido e improvido. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, unanimemente, em conhecer e negar provimento ao presente recurso, nos termos do voto do Desembargador Relator. (...) Ante o exposto, conheço deste recurso para negar-lhe provimento, mantendo a decisão recorrida em sua totalidade (...) Desa. ETELVINA LUIZA RIBEIRO GONÇALVES Presidenta

7 D.O. PODER JUDICIÁRIO SEXTA-FEIRA, 21 - SETEMBRO Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO Relator COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 19 DE SETEMBRO DE CONCEIÇÃO DE MARIA PEREIRA NOGUEIRA DA CRUZ COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA CÂMARAS CÍVEIS REUNIDAS Sessão do dia 03 de agosto de 2007 MANDADO DE SEGURANÇA N. º 7.721/2006 IMPETRANTE: LUÍS JOSÉ CÂMARA PEDROSA Advogados:Walmir de Jesus Moreira Serra Júnior IMPETRADO:SECRETÁRIO DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO PRESIDENTE DA COMISSÃO CENTRAL DE CON- CURSOS RELATOR:DES. MILSON DE SOUZA COUTINHO ACÓRDÃO N.º /2007 EMENTA: PROCESSUAL CIVIL. MANDADO DE SEGURAN- ÇA. CONCURSO PÚBLICO. SUPERVISOR ESCOLAR. EXIGÊNCIA DE HABILITAÇÃO EM GESTÃO ESCOLAR. HABILITAÇÃO EM ADMI- NISTRAÇÃO ESCOLAR. PARECERES DO CONSELHO DE ESTADO DO MARANHÃO DA EDUCAÇÃO E DA CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. SEGURAN- ÇA CONCEDIDA. I O Conselho de Estado do Maranhão da Educação no PARE- CER DE Nº. 110/2005 CEE, informou que o termo GESTÃO, no âmbito de educação escolar, corresponde a ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR, termo este utilizado pela Lei 9.394/1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação) em seu art. 64, no mesmo sentido, o Parecer nº. 101, aprovado em 13 de março de 2002, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação. II Assim, apresentado à Comissão do Concurso, diploma de Licenciatura em Pedagogia com habilitação em Administração Escolar de 1º e 2º Graus, reconhecido pelo referido artigo e, por conseguinte, cumpridas as exigências do certame. III Segurança concedida. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, por unanimidade e de acordo com o parecer da Procuradoria Geral de Justiça, em conceder a segurança,nos termos do voto do Des. relator. (...) Diante do exposto, concedo a segurança pleiteada, ratificando a liminar anteriormente concedida, para determinar ao SECRETÁRIO DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO DO ESTADO DO MARANHÃO SIMÃO CIRINEU DIAS, também Presidente da Comissão Central de Concurso para Provimento de cargos de Supervisor Escolar, de que trata o Edital nº. 002/05, que proceda a imediata nomeação e posse da impetrante no cargo de Supervisor Escolar Classe II Referência 19 (...) Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF Presidente Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO Relator COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 19 DE SETEMBRO DE CONCEIÇÃO DE MARIA PEREIRA NOGUEIRA DA CRUZ COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA TRIBUNAL PLENO DENÚNCIA N.º 22538/2006 Denunciante: Ministério Público do Estado do Maranhão. Subprocurador-Geral: Terezinha de Jesus Guerreiro Bonfim. Denunciado: José de Ribamar Ribeiro Castelo Branco, Prefeito Municipal de Cândido Mendes - MA. Relatora: Desa. Nelma Celeste Souza Silva Sarney Costa Acórdão n.º /2007 EMENTA: CONSTITUCIONAL. PROCESSUAL PENAL. PRE- ENCHIMENTO DE TODOS OS REQUISTOS NECESSÁRIOS AO RE- CEBIMENTO DA DENÚNCIA. AUSÊNCIA DE PRESTAÇÃO DE CON- TAS. FALSIDADE IDEOLÓGICA. JUÍZO DE PRELIBAÇÃO. IMPOS- SIBILIDADE DE INCURSÃO NO MÉRITO DA DEMANDA. RECEBI- MENTO DA DENÚNCIA À UNANIMIDADE DE VOTOS. DESIGNA- ÇÃO DE AUDIÊNCIA PARA AQUIESCÊNCIA DO DENÚNCIADO ACERCA DA PROPOSTA DE SUSPENSÃO CONDICIONAL DO PRO- CESSO. I É certo que o juízo de admissibilidade da Denúncia deve adstringir-se à aferição da existência ou não de indícios mínimos de autoria, bem como da materialidade delitiva, de sorte que é expressamente vedada a incursão em elementos que constituam o mérito da demanda, sob pena de ocorrer a inversão da ordem natural do desenvolvimento processual, o que poderá acarretar em prejuízo à defesa do réu, maculando o feito com vício insanável. II - A própria lei estadual 8.032/2004 estipula prazo para a rescisão dos contratos remanescentes em razão da nova estrutura organizacional do quadro de servidores do Poder Judiciário deste Estado. III Denúncia recebida à unanimidade. DECISÃO: ACORDAM os Desembargadores, por unanimidade de votos, receberam a denúncia ofertada pelo Ministério Público Estadual, nos termos do voto da Desembargadora Relatora. (...) Outrossim, em razão da proposta de suspensão condicional do processo, ofertada pelo Ministério Público Estadual, determino a realização de audiência admonitória, com data a ser fixada, para que o denunciado, juntamente com seu advogado, possam aquiescer formalmente à referida proposta, ex vi do art. 89, da Lei n 9.099/ 95. (...) Des. Augusto Galba Falcão Maranhão - Presidente Desa. Nelma Celeste Souza Silva Sarney Costa Relatora COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 14 DE SETEMBRO DE CONCEIÇÃO DE MARIA PEREIRA NOGUEIRA DA CRUZ COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA TRIBUNAL PLENO SESSÃO DO DIA 08 DE AGOSTO DE 2007 MANDADO DE SEGURANÇA N. º /2006 Com pedido de liminar IMPETRANTE: WAGNER ANTONIO SOUSA ARAÚJO Advogado: Cleudson Sousa de Miranda IMPETRADO:PROCURADOR GERAL DE JUSTIÇA DO MARANHÃO Relator: Des. Milson de Souza Coutinho ACÓRDÃO N.º /2007 EMENTA: PROCESSUAL CIVIL. MANDADO DE SEGURAN- ÇA. ATO DO PROCURADOR GERAL DE JUSTIÇA. EDITAL DE CONCURSO PÚBLICO EM CONSONÂNCIA COM A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E LEGISLAÇÃO ESTADUAL. SEGURANÇA DENEGADA. I A Lei Estadual 8.077/04, em acordo com a Magna Carta, previu a possibilidade de realização de prova prática de digitação. II- Se a natureza do cargo público exige que o candidato saiba digitar não há que se falar em desobediência do Princípio da Razoabilidade. III- Segurança denegada. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, por unanimidade, rejeitou as preliminares de intempestividade e impossibilidade jurídica do pedido. No mérito, por unanimidade e de acordo com o parecer ministerial, denegou a segurança impetrada, nos termos do voto do Des. relator. (...) Ante o exposto, e de acordo com o parecer da Procuradoria Geral de Justiça, denego a segurança impetrada (...) Des. RAYMUNDO LICIANO DE CARVALHO Presidente Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO Relator COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 19 DE SETEMBRO DE CONCEIÇÃO DE MARIA PEREIRA NOGUEIRA DA CRUZ COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA

8 8 SEXTA-FEIRA, 21 - SETEMBRO D.O. PODER JUDICIÁRIO Coordenadoria de Recursos Constitucionais COORDENADORIA DE RECURSOS CONSTITUCIONAIS AGRAVO DE INSTRUMENTO CÍVEL N.º /2007-STJ Agravantes: RIFKA ORAN E MARISOL CAMPOS ORAN (ME- NORES) Representante: ALANA MARA CUTRIM ORAN Advogados:KARLLA THAÍSE DOMINICI DE MESQUITA E OU- TROS Agravado: LUIZ GUSTAVO PAULO ORAN BARROS Advogadas: GEORGIA WASSOUF FIQUENE E OUTRAS I N T I M A Ç Ã O Torno público para conhecimento do interessado que se encontram nesta Coordenadoria os autos do Agravo de Instrumento acima mencionados para, no prazo de lei, apresentar sua resposta. Coordenadoria de Recursos Constitucionais do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 19 de setembro de Maria dos Remédios Medeiros Melo Coordenadora de Recursos Constitucionais, COORDENADORIA DE RECURSOS CONSTITUCIONAIS RECURSO ESPECIAL CÍVEL N.º /2.007 Recorrente:ESTADO DO MARANHÃO Procurador:OSMAR CAVALCANTE OLIVEIRA Recorridos:ALZENIRA ROCHA OLIVEIRA E OUTROS Advogado:BENEDITO MARTINS DE ALMEIDA I N T I M A Ç Ã O Intimo os recorridos acima aludidos para apresentarem as contrarazões de que trata o artigo 542 do Código de Processo Civil. Coordenadoria de Recursos Constitucionais do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 19 de setembro de Maria dos Remédios Medeiros Melo. Coordenadora de Recursos Constitucionais COORDENADORIA DE RECURSOS CONSTITUCIONAIS RECURSO ESPECIAL CÍVEL N.º /2007 Recorrente:ESTADO DO MARANHÃO Procurador:OSMAR CAVALCANTE DE OLIVEIRA Recorridas:RAIMUNDA BARROS DA SILVA OLIVEIRA E OU- TRAS Advogados:LUIZ HENRIQUE FALCÃO TEIXEIRA E OUTROS I N T I M A Ç Ã O Intimo as recorridas acima aludidas para apresentarem as contrarazões de que trata o artigo 542 do Código de Processo Civil. Coordenadoria de Recursos Constitucionais do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 19 de setembro de Maria dos Remédios Medeiros Melo Coordenadora de Recursos Constitucionais COORDENADORIA DE RECURSOS CONSTITUCIONAIS RECURSO ESPECIAL CÍVEL N.º /2007 Recorrente:MUNICÍPIO DE SÃO BERNARDO - MA Advogado:FRANCISCO CÉLIO BEZERRA Recorrida:HERMÍNIA MAURA FREITAS DE ALMEIDA Advogado:CID OLIVEIRA SANTOS FILHO I N T I M A Ç Ã O Intimo a recorrida acima aludida para apresentar as contra-razões de que trata o artigo 542 do Código de Processo Civil. Coordenadoria de Recursos Constitucionais do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 19 de setembro de Maria dos Remédios Medeiros Melo Coordenadora de Recursos Constitucionais COORDENADORIA DE RECURSOS CONSTITUCIONAIS RECURSO ESPECIAL CÍVEL N.º /2007 Recorrente:RENAULT DO BRASIL S.A Advogados:GEORGE LUÍS SANTOS SOUSA E OUTROS Recorrida:VANDA MARIA MELO VIDIGAL Advogada:VANESSA VIEIRA DA SILVA I N T I M A Ç Ã O Intimo a recorrida acima aludida para apresentar as contra-razões de que trata o artigo 542 do Código de Processo Civil. Coordenadoria de Recursos Constitucionais do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 19 de setembro de Maria dos Remédios Medeiros Melo Coordenadora de Recursos Constitucionais COORDENADORIA DE RECURSOS CONSTITUCIONAIS RECURSO ESPECIAL CÍVEL N.º 11754/2007 Recorrente:DUAILIBE E RÊGO LTDA Advogados:EDILSON JOSÉ DE MIRANDA E OUTROS Recorrida:MARIA PAULO PINHEIRO COSTA BOGÉA Advogados:MARIA DE FÁTIMA GONZALEZ LEITE E OUTROS I N T I M A Ç Ã O Intimo a recorrida acima aludida para apresentar as contra-razões de que trata o artigo 542 do Código de Processo Civil. Coordenadoria de Recursos Constitucionais do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 19 de setembro de Maria dos Remédios Medeiros Melo Coordenadora de Recursos Constitucionais COORDENADORIA DE RECURSOS CONSTITUCIONAIS RECURSO ESPECIAL CÍVEL N.º 11795/2007 Recorrente:ESTADO DO MARANHÃO Procuradora:LUCIANA CARDOSO MAIA Recorridas:ARLETE ROCHA DA SILVA E OUTRAS Advogados:LUIZ HENRIQUE FALCÃO TEIXEIRA E OUTROS I N T I M A Ç Ã O Intimo as recorridas acima aludidas para apresentarem as contrarazões de que trata o artigo 542 do Código de Processo Civil. Coordenadoria de Recursos Constitucionais do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 19 de setembro de Maria dos Remédios Medeiros Melo Coordenadora de Recursos Constitucionais COORDENADORIA DE RECURSOS CONSTITUCIONAIS RECURSO ESPECIAL CÍVEL N.º /2007 Recorrentes:MARIA IRANILDES SOUZA FEITOSA E IZAMARIA DAS MERCÊS MELO GONÇALVES Advogados:SILVANA CRISTINA REIS LOUREIRO E OUTROS Recorrido:ESTADO DO MARANHÃO Procuradores:LORENA DUALIBE CARVALHO E SÉRGIO TAVARES I N T I M A Ç Ã O Intimo o recorrido acima aludido para apresentar as contra-razões de que trata o artigo 542 do Código de Processo Civil. Coordenadoria de Recursos Constitucionais do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 19 de setembro de Maria dos Remédios Medeiros Melo Coordenadora de Recursos Constitucionais COORDENADORIA DE RECURSOS CONSTITUCIONAIS RECURSO ESPECIAL CÍVEL N.º /2007 Recorrentes:CÂNDIDO AIRES BRANDÃO E OUTROS Advogados:SILVANA CRISTINA REIS LOUREIRO E OUTROS Recorrido:ESTADO DO MARANHÃO Procuradoras:MARIA FERNANDA CUTRIM DE MENDONÇA E LUCIANA CARDOSO MAIA I N T I M A Ç Ã O Intimo o recorrido acima aludido para apresentar as contra-razões de que trata o artigo 542 do Código de Processo Civil. Coordenadoria de Recursos Constitucionais do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 19 de setembro de Maria dos Remédios Medeiros Melo Coordenadora de Recursos Constitucionais

9 D.O. PODER JUDICIÁRIO SEXTA-FEIRA, 21 - SETEMBRO COORDENADORIA DE RECURSOS CONSTITUCIONAIS RECURSO EXTRAORDINÁRIO CÍVEL N.º /2.007 Recorrente: ESTADO DO MARANHÃO Procuradora:SILVIA ABREU Recorrido:SEBASTIÃO BISPO LOPES Advogados:JOÃO RODRIGUES ALMEIDA E OUTROS I N T I M A Ç Ã O Intimo o recorrido acima aludido para apresentar as contra-razões de que trata o artigo 542 do Código de Processo Civil. Coordenadoria de Recursos Constitucionais do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 19 de setembro de Maria dos Remédios Medeiros Melo. Coordenadora de Recursos Constitucionais COORDENADORIA DE RECURSOS CONSTITUCIONAIS RECURSO EXTRAORDINÁRIO CÍVEL N.º /2007 Recorrente:ESTADO DO MARANHÃO Procuradora: LUCIANA CARDOSO MAIA Recorridas:LUZIMAR DE SOUZA MENDONÇA E OUTRAS Advogados:LUIZ HENRIQUE FALCÃO TEIXEIRA E OUTROS I N T I M A Ç Ã O Intimo as recorridas acima aludidas para apresentarem as contrarazões de que trata o artigo 542 do Código de Processo Civil. Coordenadoria de Recursos Constitucionais do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 19 de setembro de Maria dos Remédios Medeiros Melo Coordenadora de Recursos Constitucionais Coordenadoria Judiciária Cível PAUTA DE JULGAMENTO PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL SERÃO JULGADOS PELA PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL, QUIN- TA-FEIRA, 27 DE SETEMBRO DE 2007, ÀS NOVE HORAS, OU NÃO SE REALIZANDO, NAS QUINTAS-FEIRAS SUBSEQÜENTES OS SEGUINTES PROCESSOS: 01-AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º / CAXIAS AGRAVANTE: LUCIANA PEREIRA OLIVEIRA DEFENSOR PÚBLICO ELOÍSA MARA MOURA BRINGEL AGRAVADO: MARINALVA AGUIAR TEIXEIRA ROCHA, PAULO HENRIQUE FRANCO ROCHA Advogado(a)(s): NALDSON LUIZ PEREIRA CARVALHO RELATOR Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF 02-AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º / SÃO LUÍS AGRAVANTE: ESTADO DO MARANHÃO PROCURADOR(A)(ES) CARLOS HENRIQUE FALCÃO DE LIMA AGRAVADO: DISPROGEN DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS GE- NÉRICOS COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA RELATOR Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF 03-AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º / SÃO LUÍS AGRAVANTE: PUMA SPORTS LTDA Advogado(a)(s): JOSÉ MANUEL DE MACEDO COSTA FILHO, DORIANA DOS SANTOS CAMÊLLO, MARCELLO AUGUSTO DE ALENCAR CARNEIRO E OUTROS AGRAVADO: M. I. DA COSTA E SOUZA Advogado(a)(s): FRANCISCO DE ASSIS SOUZA COÊLHO FILHO, SÔNIA MARIA LOPES COÊLHO RELATOR Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF 04-AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º / SÃO LUÍS AGRAVANTE: ESTADO DO MARANHÃO PROCURADOR(A)(ES) LUCIANA CARVALHO MARQUES AGRAVADO(A):CÉSAR DE ARAÚJO MATA PIRES, JOSÉ ADELMIRO PINHEIRO FILHO Advogado(a)(s): ADRIANO CLAUDIO PIRES RIBEIRO, ULISSES CÉSAR MARTINS DE SOUSA, CRISTIANO ALVES FERNANDES RI- BEIRO, MARCOS LUÍS BRAID RIBEIRO SIMÕES, ANDRÉ MENEZES MENDES RELATOR Des. JAMIL DE MIRANDA GEDEON NETO 05-APELAÇÃO CÍVEL N.º / MATINHA APELANTE: JOÃO PINHEIRO CUNHA Advogado(a)(s): JOSÉ CONCEIÇÃO AMARAL APELADO: MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL PROMOTOR(A)(ES) EVELINE BARROS MALHEIROS COSTA RELATOR Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF REVISOR: Des. JAMIL DE MIRANDA GEDEON NETO 06-APELAÇÃO CÍVEL N.º / SÃO LUÍS APELANTE: FAZENDA PÚBLICA ESTADUAL PROCURADOR(A)(ES) BRUNO TOMÉ FONSÊCA E OUTROS APELADO(A): BÁRBARA YUMIKO KAMIJÓ Advogado(a)(s): JOSÉ RIBAMAR SERRA RELATOR Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF REVISOR: Des. JAMIL DE MIRANDA GEDEON NETO 07-APELAÇÃO CÍVEL N.º / SÃO LUÍS APELANTE: LUSENI DOS SANTOS COSTA, GENI ARRUDA DE ALMEIDA, EUDENI ROCHA FERREIRA, IONES CARVALHO DE NORONHA, AMBROSINA DOS SANTOS OLIVEIRA, MARIA JOSÉ PINHEIRO RODRIGUES, MARIA DO SOCORRO MARQUES, HERMÍNIA GOMES SANTIAGO, MARIA FRANCISCA FERREIRA DE SOUSA, MARIA DO AMPARO DA SILVA MENDONÇA, REGINA LUCE CHAVES CONCEIÇÃO BRITO, IRACEMA RODRIGUES DO CARMO MOREIRA, MARIA IZABEL RODRIGUES MESQUITA, EULIMAR SERRÃO SERRA Advogado(a)(s): LUIZ HENRIQUE FALCÃO TEIXEIRA, GUTEMBERG SOARES CARNEIRO, PAULO ROBERTO ALMEIDA, SILVANA CRISTINA REIS LOUREIRO APELADO: ESTADO DO MARANHÃO PROCURADOR(A)(ES) FLAVIA PATRÍCIA SOARES RODRIGUES RELATOR Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF REVISOR: Des. JAMIL DE MIRANDA GEDEON NETO 08-APELAÇÃO CÍVEL N.º / BACABAL APELANTE: BANCO DA AMAZÔNIA S.A Advogado(a)(s): CARLOS SANTANA LOPES, ALBA MARIA DE SOU- ZA LIMA, ALESSANDRO DE PAULA CANEDO, ALEXANDRE GUSTAVO MOURA GUIMARÃES E OUTROS APELADO(A): MANOEL RODRIGUES DE MORAIS FILHO Advogado(a)(s): CLETO LEITE GOMES, CHRISTIAN GOMES DE OLIVEIRA, JOSÉ EUVALDO BARROS FONSÊCA RELATOR Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF REVISOR: Des. JAMIL DE MIRANDA GEDEON NETO 09-APELAÇÃO CÍVEL N.º / COELHO NETO APELANTE: MUNICÍPIO DE DUQUE BACELAR Advogado(a)(s): ALEXANDRE VELOSO DOS PASSOS APELADO(A): FRANCISCO FLÁVIO LIMA FURTADO, MARIA DAS GRAÇAS SOUSA CASTELO BRANCO, JOSÉ JUNIOR MACHADO AGUIAR, GUSTAVO NASCIMENTO OLIVEIRA Advogado(a)(s): JOSÉ LENILTON MORAIS LINHARES RELATOR Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF REVISOR: Des. JAMIL DE MIRANDA GEDEON NETO

10 10 SEXTA-FEIRA, 21 - SETEMBRO D.O. PODER JUDICIÁRIO 10-APELAÇÃO CÍVEL N.º / SÃO LUÍS APELANTE: FIBRA LEASING S/A - ARRENDAMENTO MERCANTIL Advogado(a)(s): MAURÍCIO EDUARDO FIORANELLI, SILVIA APARECIDA VERRESCHI COSTA APELADO(A): EDILSON MÁXIMO ARAÚJO DA SILVA Advogado(a)(s): RUY EDUARDO DA SILVA ALMADA LIMA, LÍCIA VALÉRIA PINTO CAMPOS, MARISETE SILVA MALHEIROS, GUSTAVO MAMEDE LOPES DE SOUZA RELATOR Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF REVISOR: Des. JAMIL DE MIRANDA GEDEON NETO 11-APELAÇÃO CÍVEL N.º / IMPERATRIZ APELANTE: BANCO DA AMAZÔNIA S/A Advogado(a)(s): LEOMAR BARROS AMORIM DE SOUSA, EDUAR- DO NAZARENO FARINHA LOPES, ALBERTO LURINE GUIMARÃES, CARLOS SANTANA LOPES APELADO: JOSÉ BARBOSA DA SILVA RELATOR Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF REVISOR: Des. JAMIL DE MIRANDA GEDEON NETO PALÁCIO DA JUSTIÇA CLÓVIS BEVILÁCQUA, em São Luís, 20 de setembro de DESEMBARGADOR JAMIL DE MIRANDA GEDEON NETO PRESIDENTE DA PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL PAUTA DE JULGAMENTO TERCEIRA CÂMARA CÍVEL SERÃO JULGADOS PELA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL, QUIN- TA-FEIRA, 27 DE SETEMBRO DE 2007, ÀS NOVE HORAS, OU NÃO SE REALIZANDO, NAS QUINTAS-FEIRAS SUBSEQÜENTES OS SEGUINTES PROCESSOS: 01-AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º / SÃO LUÍS AGRAVANTE: ESTADO DO MARANHÃO PROCURADOR(A)(ES) LUCIANA CARDOSO MAIA AGRAVADO(A):EDWIGES BERTRAND WEBA, MIRELLA CESAR FREITAS Advogado(a)(s): DANIEL GUERREIRO BONFIM, LUZIMAR CARVA- LHO BERTRAND RELATOR Des. JOSÉ STÉLIO NUNES MUNIZ 02-AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º / SÃO LUÍS AGRAVANTE: TIM CELULAR S/A Advogado(a)(s): CLAUDIO KLATAU QUEIROZ E SILVA, YVIANE JORGE RODRIGUES, LUIZ PIAUHYLINO MONTEIRO FILHO, ARNOLDO DE FREITAS JÚNIOR, CAMILLA OTERO NOVELLI, MELINA SOARES RODRIGUES AGRAVADO(A):MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL PROMOTOR(A)(ES) LUÍS FERNANDO CABRAL BARRETO JÚNIOR RELATOR Des. JOSÉ STÉLIO NUNES MUNIZ 03-APELAÇÃO CÍVEL N.º / VIANA APELANTE: JOÃO DE JESUS GARCIA Advogado(a)(s): JOÃO FRANCISCO SILVA GOMES, LECÍLIO ESTRELLA DE SÁ APELADO: MUNICÍPIO DE VIANA Advogado(a)(s): JOÃO WATSON COELHO DE SOUSA, JOÃO VIANEY CORDEIRO MENDONÇA RELATOR Des. JOSÉ STÉLIO NUNES MUNIZ REVISORA: Desa. CLEONICE SILVA FREIRE 04-APELAÇÃO CÍVEL N.º / SÃO LUÍS APELANTE: ESTADO DO MARANHÃO PROCURADOR(A)(ES) JOÃO RICARDO GOMES DE OLIVEIRA APELADO: JOSÉ DE HEREMITAS GOMES Advogado(a)(s): ANA CÉLIA DE ALMEIDA FREITAS RELATOR Des. JOSÉ STÉLIO NUNES MUNIZ REVISORA: Desa. CLEONICE SILVA FREIRE PALÁCIO DA JUSTIÇA CLÓVIS BEVILÁCQUA, em São Luís 20 de setembro de DESEMBARGADOR JOSÉ STÉLIO NUNES MUNIZ PRESIDENTE DA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL ÓRGÃO: TERCEIRA CÂMARA CÍVEL - CLASSE: AGRAVO DE INSTRUMENTO - - NÚMERO: ORIGEM : SÃO LUÍS - AGRAVANTE: SRA. LETÍCIA MARIA SERRA DE CARVALHO. ADVOGADOS: DRS. PEDRO LEONEL PINTO DE CARVALHO, SIDNEY FILHO NUNES ROCHA, ANTONIO DE MORAES RÊGO GASPAR, FELIPE SOARES DAMOUS, JEZANIAS DO RÊGO MONTEIRO, PEDRO LUCIANO MOURA PINTO DE CARVA- LHO, DANIEL BLUME PEREIRA DE ALMEIDA, FRACISCO OTACÍLIO BELCHIOR SILVA E OUTROS. AGRAVADA: GOLDEN CROSS ASSISTÊNCIA INTERNACIO- NAL DE SAÚDE. ADVOGADOS: JOUGLAS ABREU BEZERRA JR E WILSON CABRAL HOSSOE JÚNIOR. PROCEDÊNCIA: PRIMEIRA VARA CÍVEL. JUIZ: DR. GILBERTO DE MOURA LIMA. RELATORA: DESEMBARGADORA CLEONICE SILVA FREIRE. - Interlocutória Negativa -.Exposição: Cuida-se de Agravo de Instrumento de nº , com pedido de efeito suspensivo, interposto por Letícia Maria Ewerton Serra de Carvalho, hostilizando interlocutória que indeferiu pedido de continuidade da Ação Executória de nº , assim como, requerimento de levantamento de quantia penhorada. A decisão agravada é da lavra do julgador da Primeira Vara Cível da Capital, Dr. Gilberto de Moura Lima. Em breve arrazoado, ressalta o Recorrente, após breve resumo do contexto fático e jurídico da ação de base, que o togado a quo ignorou os procedimentos inerentes à fase de liquidação estipulada no artigo 475 A e seguintes, do Código de Processo Civil, além de lesionar o instituto da coisa julgada e o devido processo legal. Sustenta que houve negativa de vigência a disposição processual civil estabelecida no artigo 573 e que a decisão ora agravada deixou de aplicar as diretrizes do instituto da preclusão, atentando contra a segurança jurídica do processo e afetando o Princípio da Imutabilidade das Decisões. Afirma, também, a inexistência de irregularidade na existência de autos suplementares antecipados. Por sua vez, requereu, inicialmente, a concessão do efeito suspensivo ao presente recurso, objetivando a continuidade do processo executivo com a determinação de expedição de alvará judicial, e ao final, o provimento do agravo com todas as suas conseqüências. Trouxe à colação, entendimentos doutrinários acordes com a tese sustentada. A peça recursal veio instruída com os documentos de fls É a Exposição..Da Análise de Admissibilidade Recursal: Formalizo a verificação da admissibilidade recursal e nesse sentir, tenho como essenciais a análise de três parâmetros fundamentais, à citar: I - dirimir se a questão é de urgência; II - se a situação expressada na legislação, nos limites da existência ou não de urgência, determina que o recurso cabível é o de agravo de instrumento; III - verificar a compatibilidade do agravo retido com a situação materializada. Nestes termos, sob o aporte do primeiro requisito, hei por bem ponderar que na verificação inicial dos documentos constantes dos autos, vislumbro que a decisão concernente à matéria em evidência na relação processual, tem o condão, em princípio, de causar ao sucumbente, produção de dano, vez que a eficácia imediata de decisum desse porte, realmente pode causar risco de lesão a direito ou prejuízo irreparável, posto que, em

11 D.O. PODER JUDICIÁRIO SEXTA-FEIRA, 21 - SETEMBRO evidência suposta decisão em conflito com o Princípio do Colegiado, este alicerçado em decisões oriundas tanto da 2ª Instância, quanto da Instância Superior. Outrossim, já no âmbito do segundo item, registro que embora o artigo 522, do Código de Processo Civil, faça a previsão linear de duas hipóteses para formalização do agravo de instrumento, tenho que há situações, contudo, em que essa regra de cabimento não se materializa e aqui faço ponderações, também, já incluindo o tópico III. É que acolher a conversão da forma instrumental para a forma retida seria aceitar a supressão, pela via processual, do interesse de agir do Recorrente e impedir que seu recurso transponha a barreira do conhecimento, por ser totalmente inútil o provimento dado em momento posterior ao da prolação da sentença, o que, por óbvio, não se pode admitir. Isto posto, dirimidas essas questões, conheço do recurso, visto integralizados os requisitos intrínsecos e extrínsecos de admissão..da Verificação do Pedido de Suspensividade Recursal: Objetivamente, o deferimento do pedido de efeito suspensivo, a teor do disposto nos artigos 527 e 558, ambos do Código de Processo Civil, está condicionado à presença, concomitante, dos requisitos do fumus boni iuris (Relevância da Fundamentação) e do periculum in mora (Possibilidade de Lesão Grave e de Difícil Reparação). Ausente qualquer um deles, indefere-se a liminar. Com efeito, estando o pleito suspensivo circunscrito a possibilidade ou não de levantamento da quantia penhorada no Juízo de Base (a continuidade do processo executivo é dependente de tal ato), hei por bem, nos termos do inciso IX, do artigo 93, da Carta Republicana, analisar, somente, tal contexto, deixando as demais matérias para o julgamento de mérito deste recurso, a ser enfrentado pelo Colegiado. In specie, premonitoriamente, tenho que o pleito do Agravante no sentido de deixar em foco os institutos da coisa julgada e da preclusão, além dos Princípios do Devido Processo Legal e da Imutabilidade das Decisões Judiciais carece de lucidez legal, doutrinária e jurisprudencial, vez que, constitui fundamento já por demais discutido na Corte Infraconstitucional (167 decisões) e debatidos por inúmeros processualistas, o fato de que o valor das astreintes não fazem coisa julgada material. Aliás, a própria literalidade da previsão normativa constante no 6º, do artigo 461, do Código de Processo Civil, faculta ao magistrado a possibilidade de modificação do valor ou a periodicidade da multa, dentro daquelas diretrizes ali elencadas. Logo, com relação ao fumus boni iuris, não o identifico na situação em foco, pelos motivos acima delineados. Outrossim, entendo desnecessária qualquer verificação do requisito atinente ao perigo de lesão grave ou de difícil reparação, ante a ausência da fumaça do bom direito. Diante de tais inferências, entendo por bem indeferir o pedido de efeito suspensivo ao presente agravo de instrumento, até apreciação da matéria ou de minha decisão, pelo órgão colegiado competente..das Determinações Finais: Ante o oferecimento de contraminuta recursal, mesmo sem ato intimatório específico, determino a Senhora Coordenadora Judiciária Cível, seja juntada aos autos a Petição de nº Efetivada a providência anterior, determino seja ouvido o Órgão Ministerial, se for o caso, para que se pronuncie no prazo de 10 (dez) dias. Por oportuno e utilizando-me da facultatividade prevista no inciso IV, do artigo 527, do Código de Processo Civil, abstenho-me de requisitar as informações de praxe, visto que pode esta Julgadora extrair a perfeita compreensão do caso concreto pela análise das peças carreadas aos autos. Comunique-se via fax, imediatamente, o inteiro teor desta decisão ao magistrado de base. Após o cumprimento das determinações acima especificadas, voltem-me conclusos. Publique-se. Estado do Maranhão, São Luís, 10 de Setembro de Des.ª Cleonice Silva Freire Relatora ÓRGÃO: TERCEIRA CÂMARA CÍVEL - CLASSE: AGRAVO DE INSTRUMENTO - - NÚMERO : ORIGEM : SÃO LUÍS - AGRAVANTE: SRA. LETÍCIA MARIA SERRA DE CARVALHO. ADVOGADOS: DRS. PEDRO LEONEL PINTO DE CARVALHO, SIDNEY FILHO NUNES ROCHA, ANTONIO DE MORAES RÊGO GASPAR, FELIPE SOARES DAMOUS, JEZANIAS DO RÊGO MONTEIRO, PEDRO LUCIANO MOURA PINTO DE CARVA- LHO, DANIEL BLUME PEREIRA DE ALMEIDA, FRACISCO OTACÍLIO BELCHIOR SILVA E OUTROS. AGRAVADA: GOLDEN CROSS ASSISTÊNCIA INTERNACIO- NAL DE SAÚDE. ADVOGADOS: JOUGLAS ABREU BEZERRA JR E WILSON CABRAL HOSSOE JÚNIOR. PROCEDÊNCIA: PRIMEIRA VARA CÍVEL. JUIZ: DR. GILBERTO DE MOURA LIMA. RELATORA: DESEMBARGADORA CLEONICE SILVA FREIRE. - Interlocutória Negativa -.Exposição: Cuida-se de Agravo de Instrumento de nº , com pedido de efeito suspensivo, interposto por Letícia Maria Ewerton Serra de Carvalho, hostilizando interlocutória que indeferiu pedido de continuidade da Ação Executória de nº , assim como, requerimento de levantamento de quantia penhorada. A decisão agravada é da lavra do julgador da Primeira Vara Cível da Capital, Dr. Gilberto de Moura Lima. Em breve arrazoado, ressalta o Recorrente, após breve resumo do contexto fático e jurídico da ação de base, que o togado a quo lesionou o instituto da coisa julgada e o devido processo legal. Sustenta que a decisão ora agravada deixou de aplicar as diretrizes do instituto da preclusão, atentando contra a segurança jurídica do processo e afetando o Princípio da Imutabilidade das Decisões. Afirma, também, a inexistência de irregularidade na existência de autos suplementares antecipados. Por sua vez, requereu, inicialmente, a concessão do efeito suspensivo ao presente recurso, objetivando a continuidade do processo executivo com a determinação de expedição de alvará judicial, e ao final, o provimento do agravo com todas as suas conseqüências. Trouxe à colação, entendimentos doutrinários acordes com a tese sustentada. A peça recursal veio instruída com os documentos de fls É a Exposição..Da Análise de Admissibilidade Recursal: Formalizo a verificação da admissibilidade recursal e nesse sentir, não conheço do recurso. Motivo minha decisão, em adstrição ao contido no inciso IX, do artigo 93, da Carta Republicana. Com efeito, penso que a decisão ora agravada possui, unicamente, conteúdo ratificatório da interlocutória já objeto do Agravo de Instrumento de nº , estando todas as matérias suscitadas neste recurso, já englobadas por aquele antes identificado. Nesse sentir, não tenho que houve a prática de dois pronunciamentos distintos, em momentos diferentes, mas sim, a ratificação de interlocutória anteriormente lançada, isso em ato processual autônomo e posterior. Vale ressaltar, que o critério adotado pelo Código de Processo Civil é o do conteúdo, não importando a forma ou o nome. Outrossim, como esta Relatoria está a afirmar que todas as matérias ora em foco, constituem fundamento e devem ser apreciadas no Agravo de Instrumento de nº , não vejo justificativa para o conhecimento e processamento do recurso em epígrafe, por ausência de interesse, requisito fulcrado no binômio necessidade + utilidade. Ante tais considerações e diante da regra de regência plasmada no artigo 499, do Código de Processo Civil (aplicação em sede de análise sistêmica), hei por bem não conhecer do presente agravo de instrumento.. Das Determinações Finais: Com efeito, após o trânsito em julgado da decisão em epígrafe, cumpra o (a) Sr. (a) Coordenador (a) Judiciário (a) Cível o disposto no 3º,

12 12 SEXTA-FEIRA, 21 - SETEMBRO D.O. PODER JUDICIÁRIO do artigo 529, do Regimento Interno deste Egrégio Sodalício Estadual, com a redação dada pela Resolução de nº Comunique-se via fax, imediatamente, o inteiro teor desta decisão ao magistrado de base. Publique-se. Estado do Maranhão, São Luís, 10 de Setembro de Des.ª Cleonice Silva Freire Relatora TERCEIRA CÂMARA CÍVEL AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº /2007 São Luís AGRAVANTE: Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar Hospitalar Hospital e Maternidade Marly Sarney ADVOGADOS: Pedro Américo Dias Vieira e outros AGRAVADO: Fazenda Pública Municipal PROCURADOR: João da Silva Santiago Filho DECISÃO Trata-se de agravo de instrumento com pedido de efeito suspensivo interposto contra decisão da MM Juíza de Direito da Oitava Vara da Fazenda Pública da Comarca de São Luís que, nos autos de ação de execução fiscal movida pelo agravado em face da agravante, deixou de examinar petição e documentos que supostamente comprovariam a situação de imunidade tributária da recorrente com vistas ao cabimento de exceção de pré-executividade. Irresignada contra inscrição em dívida ativa e execução forçada em curso, a agravante, sob o argumento de ser entidade civil sem fins lucrativos e filantrópica, argüiu, como dito, via exceção de préexecutividade, o descabimento da cobrança. Para tanto, atravessou petição aos 04 de outubro de 2005, juntando farta documentação na qual, segundo afirma, comprova sua imunidade tributária. Ocorreu que a peça só foi juntada aos autos após ter sido proferida decisão no incidente ( ) pela sua inadmissão em razão da falta de provas do alegado. Daí a irresignação do agravante, que afirma ter sido penalizado pelo atraso da secretaria na juntada aos autos da documentação. É o que interessa relatar. Decido. Defiro a liminar. É que, tendo a petição da recorrente acompanhada de documentação tendente a comprovar sua situação perante o fisco, sido juntada com atraso aos autos, dias após ter a magistrada lavrado decisão na exceção de pré-executividade fundada, justamente, na ausência de comprovação fático-jurídica de imunidade tributária da agravante, nada mais justo e razoável que os efeitos do ato atacado (que deixou de apreciar as provas carreadas aos autos da execução), assim como da própria decisão que resolveu o incidente, sejam suspensos até que apreciada pelo juízo de primeiro grau a documentação então desconsiderada, com o que restará confirmada ou não a resolução dada à exceção. Concedo, pois, a suspensividade requerida. Intime-se o agravado para, querendo, apresentar resposta. Oficie-se ao juízo a quo dando-lhe ciência desta decisão. Ultimadas tais providências, dê-se vistas à Procuradoria Geral da Justiça. Publique-se. São Luís, 10 de setembro de Des. Stélio Muniz Relator QUARTA CÂMARA CÍVEL AGRAVO DE INSTRUMENTO N /2007 VARGEM GRANDE Relator Substituto: Desembargador Jamil de Miranda Gedeon Neto Relator Originário: Desembargador Milson de Souza Coutinho Agravante: Paulo Roberto Almeida Neto Advogados: Rodrigo Pires Ferreira Lago, Raimundo Nonato Ribeiro Neto e outros Agravado: Ministério Público Estadual Promotor: Benedito de Jesus Nascimento Neto D E C I S Ã O Paulo Roberto Almeida Neto interpôs o presente recurso de agravo de instrumento, com pedido de atribuição de efeito suspensivo, da decisão de fls.187/203, proferida pelo MM. da Comarca de Vargem Grande, nos autos da Ação Civil Pública por Ato de Improbidade nº 1302/2007, movida contra si e contra mais cinco pessoas pelo Ministério Público Estadual, aqui agravado. A decisão ora agravada determinou: o afastamento liminar do réu Paulo Roberto Almeida Neto, do exercício do mandato de Deputado Estadual; o afastamento do réu Gerson de Sousa Lira de qualquer cargo público que acaso ocupasse; que fosse oficiado à Secretaria da Receita Federal para que fosse encaminhado a juízo cópia das declarações de imposto de renda dos requeridos, relativas aos exercícios de 2005 e 2006; que fosse oficiado os Cartórios de Registro de Imóveis de São Luís e ao DETRAN/MA para que informassem os bens registrados em nome dos requeridos; que fosse oficiado às instituições financeiras oficiais no Estado para que procedessem à identificação das contas-correntes, contas-poupanças e investimentos existentes em nome dos requeridos; que fosse oficiado de Tribunal de Contas do Estado para que este promova a imediata auditoria das contas do Município de Presidente Vargas; de ofício, a avaliação e a indisponibilidade do imóvel identificado às fls. 88/90 dos autos originais. Colhe-se dos autos que o Ministério Público Estadual ajuizou a referida ação em face do ora agravante e de mais cinco pessoas, alegando, em suma, que ele, auxiliado por familiares e correligionários políticos, exercia absoluto controle administrativo e financeiro da administração municipal de Presidente Vargas, indicando secretários municipais e outros agentes políticos, movimentando as contas públicas, usando cheques do município em proveito próprio e de familiares, além de outras práticas ímprobas. Afirmou em sua inicial, ainda, que tais práticas redundaram em vantagens indevidas, em proveito pessoal e político, importando em enriquecimento ilícito dos acusados. Em suas razões recursais de fls. 03/45, o agravante argüi a carência da ação por impossibilidade jurídica do pedido, em razão da inconstitucionalidade formal da Lei 8.429/92 (Lei de Improbidade). Diz que o processo legislativo que resultou na edição da referida lei, que sustenta a mencionada ação, não observou o princípio bicameral previsto no art. 65 da Constituição. Pede, desta forma, a declaração, via controle difuso, da inconstitucionalidade da Lei 8.429/92, extinguindo, por conseqüência, o processo sem resolução de mérito. Alega que a Lei 8.429/92 não se aplica aos agentes políticos, pois que a responsabilização destes é diferenciada em relação aos demais agentes públicos, respondendo aqueles tão somente por crimes de responsabilidade ou infrações políticas-administrativas, previstos em leis especiais. Invoca, para tanto, a decisão proferida pelo STF na Reclamação nº 2138, onde corroborou este entendimento. Requer, assim, a extinção do processo sem resolução do mérito, por inadequação da ação. Sustenta que a ação de improbidade, pela gravidade da repercussão de sua admissão, exige seja ela proposta com documentos que se constituam indícios suficientes da existência do ato de improbidade. Assevera que a ação proposta é instruída com provas ilícitas, além de haverem provas que contradizem a versão levantada na inicial. Diz que houve indevida quebra de sigilo bancário em relação à movimentação financeira do Município de Presidente Vargas e de alguns dos acusados na ação, pois que não consta nos autos qualquer decisão judicial requerendo as informações bancárias apresentadas pelo Banco do Brasil, não havendo sequer referência ao número do processo em que estas supostas decisões foram proferidas. Assim, pontifica que os documentos relacionados à movimentação financeira do Município e dos acusados devem ser desentranhados dos autos, pois que obtidos por meio ilícito. Aduz que também não há provas de que o agravante comprou um imóvel localizado em São Luís com recursos públicos no valor de R$ ,00 (setenta mil reais). Ao contrário, diz que consta nos autos escritura pública de compra e venda, lavrado em cartório, informando o preço do mesmo imóvel no valor de R$ ,00 (cinqüenta e cinco mil reais), pago em espécie pelo agravante, afastando, assim, a acusação feita pelo Ministério Público na inicial da ação. Alega, ainda, que o juízo a quo não observou o rito previsto na Lei

13 D.O. PODER JUDICIÁRIO SEXTA-FEIRA, 21 - SETEMBRO /92, com as alterações dadas pela Medida Provisória nº / 01, que determina a oitiva prévia do acusado, oportunizando-se o contraditório e ampla defesa, antes de ser recebida a inicial da ação. Pontifica que a decisão liminar que determinou o afastamento do deputado agravante de suas funções representa uma antecipação da execução da pena, e que tal afastamento só poderia ocorrer com o trânsito em julgado da ação, nos termos do art. 20 da Lei de Improbidade. Assevera, também, que não tem fundamento a parte da decisão que determinou a indisponibilidade do imóvel de sua propriedade localizado em São Luis, e a quebra dos seus sigilos bancários e fiscais, pois que tais medidas só se justificam quando esgotadas os demais meios de localização dos bens do acusado. Pugna, por fim, pela atribuição de efeito suspensivo à decisão agravada até julgamento final do presente recurso. É o relatório. Decido. É sabido que, para a atribuição do efeito suspensivo ao recurso de agravo de instrumento, necessária se faz a concorrência de dois requisitos, a saber: o fumus boni iuris e o periculum in mora. A doutrina ensina que o fumus boni iuris significa a afirmação de um convencimento de probabilidade sobre a existência do direito material tido como ameaçado, enquanto que o periculum in mora consiste na ocorrência de lesão irreparável ou de difícil reparação em virtude do decurso do tempo. No caso vertente, em sede de cognição sumária, vislumbro a existência de ambos os requisitos, de modo a ser possível, pois, a concessão, ainda que parcial, do efeito pretendido. Como relatado, a decisão ora impugnada, proferida em sede de ação civil pública por ato de improbidade administrativa, determinou, entre outras medidas, o afastamento liminar do agravante do exercício de seu mandato de Deputado Estadual. Contudo, entendo, a priori, que restou equivocada essa parte da decisão ora agravada. O art. 20 da Lei 8.429/92, a chamada Lei de Improbidade Administrativa, estabelece que a perda da função daqueles agentes públicos que respondem por atos de improbidade constitui penalidade que só pode ser aplicada após o trânsito em julgado da sentença condenatória. Assim, nos termos deste dispositivo legal, apenas com a condenação em definitivo do acusado por atos de improbidade é que este fica impedido de exercer, ou de continuar exercendo qualquer função pública. Esta é a regra. É bem verdade, porém, que o parágrafo único deste mesmo dispositivo, prevê uma exceção a essa regra, possibilitando o afastamento liminar do acusado, desde que tal medida se faça necessária à regular instrução processual. Eis a transcrição dos citados dispositivos legais: Art. 20. A perda da função pública e a suspensão dos direitos políticos só se efetivam com o trânsito em julgado da sentença condenatória. Parágrafo único. A autoridade judicial ou administrativa competente poderá determinar o afastamento do agente público do exercício do cargo, emprego ou função, sem prejuízo da remuneração, quando a medida se fizer necessária à instrução processual. Como se percebe, portanto, o afastamento do acusado por ato de improbidade administrativa antes do trânsito em julgado da sentença condenatória é medida cautelar excepcional, só admitida em uma única hipótese, qual seja, quando o acusado estiver causando sérios empecilhos e prejuízos ao desenvolvimento regular da instrução processual. É de se dizer, ainda, que para a concessão dessa medida excepcional, estes embaraços à instrução processual devem ficar objetivamente comprovados nos autos, não podendo simplesmente decorrer de ilações abstratas ou de meras suposições. Este, aliás, é o entendimento do Egrégio STJ: PROCESSUAL CIVIL - AÇÃO DE IMPROBIDADE ADMINIS- TRATIVA - MEMBROS DO TRIBUNAL DE CONTAS ESTADUAL - PRÁTICA DE ATOS ADMINISTRATIVOS TIDOS POR ILÍCITOS - COMPETÊNCIA DO STJ - CPP, ART. 84, 2º (REDAÇÃO CONFERIDA PELA LEI /02) C/C ART. 105, I, A, CF - AFASTAMENTO PREVENTIVO - COMPROVAÇÃO DE ATOS PERTUBATÓRIOS À INS- TRUÇÃO - INEXISTÊNCIA - LEI 8.429/92 - PRECEDENTES. - Não concedida a liminar suspendendo a eficácia da Lei /02, impõe-se o reconhecimento da constitucionalidade da referida lei, até o julgamento final da ADI A teor do 2º do art. 84 do CPP, c/c o art. 105, I, a, C.F., compete ao STJ o julgamento de ação de improbidade administrativa ajuizada contra Conselheiro de Tribunal de Contas Estadual.- Ressalva do ponto de vista do Relator. - O afastamento do agente público do exercício do cargo público é medida excepcional e que só pode se dar quando evidenciadas condutas embaraçosas à instrução processual. - Os documentos colacionados devem demonstrar a plausibilidade da pretensão de mérito veiculada pela requerente, que não se verifica na presente hipótese. - Agravo regimental improvido. (AgRg na Pet 2.655/ES, Rel. Ministro Francisco Peçanha Martins, Corte Especial, julgado em , DJ p. 111). (Grifei). PROCESSUAL - AÇÃO DE IMPROBIDADE - MANDATO ELETIVO - SUSPENSÃO - LEI 8.429/92, ART. 20, PARÁGRAFO ÚNI- CO - PRESSUPOSTO - INSTRUÇÃO PROCESSUAL. A suspensão de mandato eletivo, com fundamento no Art. 20, parágrafo único, da Lei 8.429/92 só é lícito, quando existam, nos autos, prova de que o mandatário está, efetivamente, dificultando a instrução processual. A simples possibilidade de que tal dificuldade venha a ocorrer, não justifica o afastamento do agente público acusado de improbidade. Suspender mandato eletivo, sem prova constituída de que o acusado opõe dificuldade à coleta de prova é adotar, ilegalmente, tutela punitiva. (MC 7.325/AL, Rel. Ministro José Delgado, Rel. p/ Acórdão Ministro Humberto Gomes de Barros, Primeira Turma, julgado em , DJ p. 203). Pois bem, seguindo este entendimento, vejo que no caso vertente não restou evidenciado qualquer ato concreto do ora agravante que pudesse levar à conclusão de que ele poderia prejudicar o andamento da instrução processual. Aliás, o próprio argumento utilizado pelo d. representante do Parquet Estadual para requerer o afastamento do agravante se mostra carente de bases concretas nesse sentido, in verbis: (..) pois caso continue exercendo o mandato, com certeza dificultará a normalidade da instrução processual, em virtude do comportamento que vem adotando, a partir do início das investigações de desvio de recursos do Município de Presidente Vargas (fls.80). Ora, o simples fato de o acusado ser Deputado Estadual não significa dizer que o mesmo exercerá sua influência ou prestígio de modo a prejudicar o andamento do processo. Tal fato tem que ficar comprovado nos autos. E isto, com dito alhures, não se vê no vertente caso. Deve-se ter como norte, assim, que a norma insculpida no parágrafo único do art. 20 da Lei de Improbidade, ao permitir o afastamento provisório do agente político de suas funções, objetiva unicamente garantir o bom andamento da instrução processual na apuração das irregularidades apontadas. Contudo não pode servir ela de instrumento para invalidar ou reduzir a pó um mandato legitimamente outorgado pelo único detentor do Poder no Estado Democrático de Direito, o povo, de modo a contrariar, também, o princípio da independência e da harmonia entre os Poderes. Kioshi Harada também já se manifestou sobre o tema: E mais, parece-nos, que o afastamento liminar, no caso, violaria o princípio da independência e harmonia dos Poderes de que falamos no início deste artigo. A perda da função pública ou a suspensão dos direitos políticos só podem ocorrer com o trânsito em julgado da decisão judicial condenatória. Lei alguma confere ao juiz singular o poder de afastar, liminarmente, o governante eleito de suas atribuições normais, porque isso, além de gerar insegurança jurídica, afrontaria o princípio federativo apontado. Assim, não havia, como ainda não há, pelo menos no momento, qualquer razão ou fundamento legal para se lançar mão da medida cautelar excepcional, determinando-se o afastamento do agravante das suas funções políticas. Surge daí o fumus boni iuris da pretensão do recorrente, nesse ponto. O periculum in mora é ainda mais evidente neste particular. O afastamento liminar de um agente político de suas funções gera danos irreparáveis não só a este, que perderá irremediavelmente parte do perío-

14 14 SEXTA-FEIRA, 21 - SETEMBRO D.O. PODER JUDICIÁRIO do do mandato que lhe foi outorgado, já que transitório, mas também ao próprio titular do Poder, ou seja, à população que ele representa, que não terá mais mandatário junto ao Legislativo Estadual. Além disso, como já ressaltado, o afastamento liminar do agente político fora da hipótese excepcional legal, e sem a comprovação efetiva dos atos de improbidade a ele imputados, o que só ocorrerá com o trânsito em julgado da sentença condenatória, constitui punição antecipada e indevida, e representar afronta direta ao princípio da separação dos poderes e ao princípio da segurança jurídica e política. Em relação aos demais argumentos expendidos pelo recorrente em sua extensa peça recursal, como a inconstitucionalidade formal da Lei 8.429/92, da sua inaplicabilidade em relação aos agentes políticos, a ilicitude das provas que acompanham a inicial da ação, tenho a dizer que, embora representem matéria de ordem pública, que pode ser conhecida de oficio em qualquer tempo e grau de jurisdição, estas ainda não foram alvo de apreciação pelo juízo monocrático, razão pela qual torna-se desaconselhável a esta relatoria decidir sobre elas, sob pena de configurar supressão de instância e desnecessária inversão tumultuária da marcha processual, mormente quando o presente decisum refere-se tão somente ao pleito de suspensividade. Contudo, deixo em aberto a possibilidade de tais matérias serem apreciadas por ocasião do julgamento de mérito do presente agravo de instrumento, quando, então, a cognição será exauriente. No que concerne especificamente ao argumento de que o juiz a quo não observou o rito previsto no art. 17 da Lei de Improbidade é de se observar que também pode ser ele analisado em momento oportuno, sem que isso cause prejuízo ao recorrente, haja vista que o STJ já decidiu que sua inobservância não anula os atos processuais posteriores. Vejamos: PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL. AÇÃO CIVIL PÚBLICA. IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA. CONTROLE DIFUSO DE CONSTITUCIONALIDADE. EFICÁCIA ERGA OMNES. PRESCRI- ÇÃO AFASTADA. LEI N.8.429/92. 1 É possível a declaração incidental de inconstitucionalidade de leis ou atos normativos em sede de ação civil pública, nos casos em que a controvérsia constitucional consista no fundamento do pedido ou na questão prejudicial que leve à solução do bem jurídico perseguido na ação. 2. Em que pese o rito específico contido no 7º do artigo 17 da Lei de Improbidade, que prevê a notificação do requerido para manifestação prévia, sua inobservância não tem o efeito de invalidar os atos processuais ulteriores, exceto se o requerido sofrer algum tipo de prejuízo. 3. Ainda que inexistente a notificação prévia prevista no art. 17, 7º, da Lei n /92, a citação tem o condão de interromper o prazo prescricional, retroagindo, nos termos do art. 219, 1º, do CPC, à data da propositura da ação. 4. Recurso especial conhecido em parte e improvido. (REsp /RS, Rel. Ministro João Otávio de Noronha, Segunda Turma, julgado em , DJ p. 439). Pois bem. Se em relação à parte da decisão agravada que determinou o afastamento liminar do agravante de suas funções políticas chegou-se à conclusão de que ela tem de ser suspensa, pois que carente de amparo legal, o mesmo não deverá ocorrer com os demais capítulos da decisão atacada. Conforme relatado, além do afastamento do Deputado Paulo Roberto Almeida Neto, a decisão agravada determinou: que fosse oficiado à Secretaria da Receita Federal para que fosse encaminhado ao juízo cópia das declarações de imposto de renda dos requeridos, relativas ao exercícios de 2005 e 2006; que fosse oficiado os Cartórios de Registro de Imóveis de São Luís e ao DETRAN/MA para que informassem os bens registrados em nome dos requeridos; que fosse oficiado às instituições financeiras oficiais no Estado para informassem sobre a existência das contas-correntes, contas-poupanças e investimentos em nome dos requeridos; e de ofício, a avaliação e a indisponibilidade do imóvel identificado às fls. 88/90 dos autos originais. Analisemos, então, por partes. No tocante à notificação da Secretaria da Receita Federal, dos Cartórios de Registro de Imóveis de São Luís e do DETRAN/MA, bem como das instituições financeiras no Estado, para que informassem ao juízo sobre a existência de bens e valores em nome dos acusados, o agravante alega que tais medidas constituem quebra ilegal do seu sigilo fiscal, bancário e patrimonial. Sem razão, porém, o agravante. De fato, a Constituição Federal assegura a inviolabilidade do direito à intimidade e à privacidade, que abarcam, conseqüentemente, o sigilo bancário, fiscal e patrimonial das pessoas. Porém, tais direitos não são considerados absolutos ou ilimitados, podendo ser quebrados ou relativizados em nome do interesse público ou do interesse social, e também para assegurar administração da justiça. No caso vertente investiga-se a ocorrência de graves atos de improbidade administrativa do agravante, que só poderão ser esclarecidos e comprovados através de ações e medidas como as que foram tomadas pelo juízo singular a requerimento do Ministério Público. Enfatize-se mais uma vez que os interesses particulares na conservação do sigilo de informações pessoais não podem estar acima do interesse público, consistente na preservação do patrimônio público e da moralidade administrativa, especialmente diante da gravidade dos fatos apontados na ação civil pública. O Superior Tribunal de Justiça corrobora esse entendimento: AGRAVO REGIMENTAL - AGRAVO DE INSTRUMENTO - AÇÃO CAUTELAR INOMINADA ANTECEDENTE DE AÇÃO CIVIL PÚBLICA - MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ - CON- CESSÃO LIMINAR DE QUEBRA DE SIGILO, BANCÁRIO, FISCAL E TELEFÔNICO E INDISPONIBILIDADE DE BENS, CUMULADA COM DETERMINAÇÃO DE AFASTAMENTO DE CARGO, POR PRÁTICA DE INFRAÇÕES E IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA - LEI N / 92 - IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA - REEXAME DE PROVAS - INCIDÊNCIA DA SÚMULA 07 DESTA CORTE. O sigilo bancário, como não se configura em direito ilimitado ou absoluto, pode ser quebrado em nome do interesse público ou do interesse social e para a regular administração da justiça. Não há perder de perspectiva, no entanto, que o interesse que protege a pessoa está expressamente elencado entre as garantias individuais, de sorte que o interesse público, social e o da distribuição de justiça, para justificar o sacrifício daquele, deverá emergir estreme de dúvida (cf. O processo e a quebra do sigilo bancário. Artigo da autoria deste Magistrado publicado no Informativo da Biblioteca Ministro Oscar Saraiva, v. 13, n. 1, p , jan/jun 2001). (AgRg no Ag /PR, Rel. Ministro FRANCIULLI NETTO, SEGUNDA TURMA, julgado em , DJ p. 192) Correta, portanto, a priori, a parte da decisão agravada que determinou a notificação de diversos órgãos públicos para prestarem informações sobre os rendimentos do agravante e dos demais acusados na ação de improbidade administrativa, e sobre a existência de bens, materiais e imateriais, em nome destes, objetivando a comprovação das irregularidades apontadas na inicial. O capítulo da decisão ora agravada que determinou a indisponibilidade de um bem imóvel do agravante (uma sala comercial), também encontra respaldo nos fundamentos retro. Como já dito, a interpretação harmônica das normas constitucionais obriga conciliar o interesse público com o interesse particular e, assim, justifica a limitação dos direitos da vida privada quando guarda relação de pertinência com o objeto das investigações. Pois bem, sobre o agravante repousa a acusação de que utilizou dinheiro público na compra do referido bem imóvel, acusação esta feita pelo Ministério Público estadual com base em indícios e elementos de prova contidos nos autos (fls.154) Assim, por mais que se tenha como verossímeis as alegações do recorrente de que essa acusação não possui fundamento, entendo que os fatos só poderão ser realmente esclarecidos após a devida instrução processual, com a produção de provas e oitiva de testemunhas. Até lá, mostra-se razoável a indisponibilidade do bem alvo de suspeita. Ademais, a própria Lei de Improbidade Administrativa (Lei 8.429/ 92), prevê, em seus arts. 7ª e 16, a possibilidade de seqüestro e indisponibilidade dos bens de agente público acusado, in verbis: Art. 7 Quando o ato de improbidade causar lesão ao patrimônio público ou ensejar enriquecimento ilícito, caberá a autoridade administrativa responsável pelo inquérito representar ao Ministério Público, para a indisponibilidade dos bens do indiciado.

15 D.O. PODER JUDICIÁRIO SEXTA-FEIRA, 21 - SETEMBRO Parágrafo único. A indisponibilidade a que se refere o caput deste artigo recairá sobre bens que assegurem o integral ressarcimento do dano, ou sobre o acréscimo patrimonial resultante do enriquecimento ilícito. Art. 16. Havendo fundados indícios de responsabilidade, a comissão representará ao Ministério Público ou à procuradoria do órgão para que requeira ao juízo competente a decretação do seqüestro dos bens do agente ou terceiro que tenha enriquecido ilicitamente ou causado dano ao patrimônio público. O objetivo destas normas, com se percebe, é evitar que o acusado, temendo desfecho desfavorável na ação proposta contra si, pudesse tentar frustrar a execução da futura decisão, alienando os bens ou valores necessários ao ressarcimento dos prejuízos por ele causados ao erário ou que resultaram em acréscimo patrimonial decorrente da atividade ilícita. Neste prisma, é de interesse público que se assegure, imediata e cautelarmente, o resultado útil do processo, o que somente poderia ser obtido mediante a excepcional indisponibilidade dos bens. Tem-se o seguinte aresto sobre a questão: ADMINISTRATIVO - IMPROBIDADE DE AGENTES POLÍ- TICOS - INDISPONIBILIDADE DE BENS - POSSIBILIDADE DE DE- FERIMENTO ANTES DA NOTIFICAÇÃO DA RÉ DE AÇÃO CIVIL PÚBLICA - ARTIGO 7º, DA LEI 8.429/92 - EFEITOS ACAUTELATÓRIOS - VALIDADE - RECURSO DESPROVIDO. A indisponibilidade de bens, medida autorizada pela Lei nº 8.429/92, em seu art. 7º, tem a virtude de assegurar o ressarcimento dos prejuízos causados aos cofres públicos pelos administradores, ao arrepio dos princípios inerentes à Administração Pública. A indisponibilidade de bens pode ser requerida e deferida antes mesmo da propositura da ação. Assim, havendo fundada suspeita de desvio indevido de verba pública, devidamente apurado por Comissão de Sindicância Municipal, e, não havendo comprovação, pelo menos de imediato, de prejuízo à sobrevivência do agravante e de sua família, deve-se manter a decisão liminar que decretou a indisponibilidade de seus bens, até decisão final da ação civil pública de improbidade administrativa de que é ré. Recurso desprovido. (TJMG - Agravo n /001; 6ª Câmara Cível; Rel. José Domingues Ferreira Esteves; julgado em 24/01/2006). Como se vê, as medidas adotadas pelo magistrado de base foram corretas e necessárias para fins de apuração das acusações feitas contra o ora agravante. No que tange ao sigilo dos autos da ação civil pública, cabe observar que, se é verdade que o conhecimento das informações sobre bens e valores em nome do agravante se mostra necessário para a apuração das acusações apontadas contra ele, também é o fato de que o conhecimento dessas informações deve limitar-se apenas ao julgador, para fins de formar seu convencimento, e às partes envolvidas, para que possam produzir as respectivas defesas e acusações. Nos casos como o presente, em que os mais diversos interesses políticos estão em jogo, e em que os olhos famintos da mídia não desgrudam, deve-se evitar que as informações pessoais dos acusados sejam divulgadas desnecessariamente - até porque o direito à privacidade continua protegido pela Carta Magna -, o que acabaria, evidentemente, por prejudicar o regular andamento do processo, e até causar danos ao réu em caso de improcedência do pedido condenatório. Daí a necessidade de decretar-se o sigilo dos atos processuais. Nesse ponto, por ter conteúdo negativo, não há que se falar em suspensividade da parte da decisão agravada que deixou de decretar o sigilo das informações dos autos, mas sim em antecipação dos efeitos da tutela recursal para que se possa nesse momento decretá-lo. Posto isso, presentes os requisitos legais autorizadores, defiro parcialmente o pedido de atribuição de efeito suspensivo ao presente agravo de instrumento, apenas para suspender a parte da decisão agravada que determinou o afastamento liminar do Deputado Estadual Paulo Roberto Almeida Neto de suas funções, assim como concedo parcialmente antecipação da tutela recursal para determinar que as informações relativas ao seu sigilo bancário e fiscal, bem como sobre a propriedade de seus bens e valores não sejam divulgados, a partir desta decisão, restringindo-se o acesso dos autos às partes e a seus procuradores. Oficie-se ao douto Juiz da causa, enviando-lhe cópia desta decisão para os fins de direito e requisitando-lhe que, no prazo de lei, preste as informações que entender pertinentes ao julgamento do recurso, notadamente se houve retratação da decisão agravada. Intime-se o agravante, por seus advogados, por meio da Imprensa Oficial, do inteiro teor desta decisão. Intime-se o agravado, por seu Promotor de Justiça, Dr. Benedito de Jesus Nascimento Neto, mediante ofício com aviso de recebimento, para que no prazo legal, responda, se quiser, aos termos do presente agravo, facultando-lhe a juntada da documentação que entender conveniente, devendo a comunicação seguir acompanhada de cópia desta decisão e das peças de fls. 02/46. Após essas providências e decorridos os prazos de estilo, voltemme conclusos. Publique-se. São Luís (MA), 12 de setembro de Des. JAMIL DE MIRANDA GEDEON NETO Relator Substituto TERCEIRA CÂMARA CÍVEL AGRAVO REGIMENTAL Nº /2007 Agravante: Terezinha Serejo Sauáia Advogado: Carlos Silva Nina Agravada: Temis Serejo Sauáia Advogados: Haroldo Guimarães Soares Filho e Outros Relatora: Desª Cleonice Silva Freire DECISÃO Trata-se de Agravo Regimental interposto por Terezinha Serejo Sauáia, contra decisão de minha lavra que deferiu o pleito de suspensividade da decisão prolatada pela Juíza de Direito da Comarca de Rosário, nos autos da Ação de Reintegração de Posse aforada por Temis Serejo Sauáia, ora agravada. Entendendo relevantes os fundamentos recursais, pugna pelo provimento do recurso. Decido. O parágrafo único do artigo 527, do Código de Processo Civil, com redação dada pela Lei Nº /2005 determina: A decisão liminar, proferida nos casos dos incisos II e III do caput deste artigo, somente é passível de reforma no momento do julgamento do agravo, salvo se o próprio relator a reconsiderar. Verificando que a decisão ora recorrida se enquadra no dispositivo citado e que nada tenho a reconsiderar, não conheço do presente Agravo Regimental. Publique-se. São Luís, 10 de setembro de Desª. Cleonice Silva Freire Relatora AGRAVO REGIMENTAL Nº /2007 (Suspensão de Liminar nº /2007 GUIMARÃES) Requerente: MUNICÍPIO DE GUIMARÃES Advogados: Benevenuto Serejo, Frederico Augusto Costa Lima e outros Requerido: CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO COMUNITÁ- RIO DE GUIMARÃES DESPACHO Trata-se de agravo regimental interposto por Município de Guimarães contra decisão proferida por esta Presidência, que indeferiu o pedido de suspensão de execução de sentença. Consoante determina o art. 47 do Regimento Interno deste Tribunal de Justiça, encaminho os presentes autos à Vice-Presidência, em razão do impedimento previsto no art. 134, inc. IV, do Código de Processo Civil. Publique-se. Cumpra-se. São Luís, 05 de setembro de Desembargadora MARIA MADALENA ALVES SEREJO Presidenta

16 16 SEXTA-FEIRA, 21 - SETEMBRO D.O. PODER JUDICIÁRIO IMPUGNAÇÃO AO VALOR DA CAUSA Nº /2007 (AÇÃO CAUTELAR INCIDENTAL Nº 4760/2007) Impugnante: JOEL ANDRÉ PES Advogados: Marino Silva, Crisógono Rodrigues Vieira e Rodrigo Antônio Alimentos S/A. Impugnada: BUNGE ALIMENTOS S/A. Advogados: Mônica H. S. Mendes, Consuelo Maria dos Santos, Judith Maria Antunes Fernandes, Antonio Venâncio de Sousa, Kelma Carvalho de Faria, Ana Cláudia Costa Moraes e outros D E CISÃO Tratam os presentes autos de impugnação ao valor da causa atribuído à Ação Cautelar Incidental nº , esta última ajuizada por Bunge Alimentos S/A, a fim de atribuir efeitos suspensivos ao acórdão proferido pela Segunda Câmara, que julgou improcedentes os Embargos de Terceiro interpostos pela mesma. Aduz o impugnante que o valor atribuído pela ora impugnada à mencionada ação cautelar, qual seja, dez mil reais, não condiz com o que determina o art. 282 do Código de Processo Civil. Destaca que a mencionada medida cautelar pretende a suspensão dos efeitos do acórdão que julgou improcedentes os embargos de terceiro formulados pelo impugnado, ao qual se atribuiu o valor de um milhão de reais. Nesse contexto, defende que o valor da causa da ação cautelar deve ser o mesmo valor dado aos embargos de terceiros, em razão de os argumentos utilizados em uma e outra ação serem idênticos. Intimada para se manifestar sobre a presente impugnação, a impugnada alegou que sua intenção não é discutir o cumprimento da decisão proferida nos autos do processo, e sim atribuir efeito suspensivo ao recurso especial interposto contra aquela decisão. Ressaltou que não há no presente feito qualquer valor econômico discutido. Eis o breve relatório. Decido. Dispõe o art. 259 do CPC que o valor da causa constará sempre da petição inicial. Tal valor deve ser atribuído inclusive às causas jungidas ao processo cautelar, conforme já se pronunciou o STJ (4ª Turma REsp nº /MG). Devo ressaltar, contudo que o valor da causa nas ações cautelares não se subordina aos critérios do art. 259 do CPC, mas sim ao previsto no art. 258 do mesmo diploma. Neste sentido, vide o AI RJ-AgRg, da 3ª Turma do STJ. Por sua vez, o referido art. 258 preleciona que a toda causa será atribuído um valor certo, ainda que não tenha conteúdo econômico imediato. No presente caso, verifico que a medida cautelar interposta pela BUNGE ALIMENTOS S/A teve por finalidade atribuir efeito suspensivo ao acórdão que, reformando a sentença de base, julgou improcedentes os embargos de terceiro ajuizados pela mesma. Dessa forma, é de se concluir que a ação cautelar em referência não possui conteúdo econômico, devendo a parte atribuir-lhe um valor razoável, que embora compatível com o valor patrimonial discutido na ação principal, não é obrigatoriamente igual ao valor atribuído a esta. Neste sentido, cito os seguintes julgados do Superior Tribunal de Justiça: Ementa. PROCESSUAL CIVIL. IMPUGNAÇÃO AO VALOR DA CAUSA. MEDIDA CAUTELAR. EQUIPARAÇÃO AO VALOR DISCU- TIDO NA AÇÃO PRINCIPAL. INVIABILIDADE. I - O valor da causa na medida cautelar deve estar vinculado ao que nesta foi postulado, e não ao que esteja sendo discutido na ação principal, ainda que de cunho econômico. (PET nº 1.000/DF, Relator Ministro EDSON VIDIGAL, DJ de 23/11/1998, p. 182). II - Na cautelar que objetiva atribuir efeito suspensivo ao recurso especial, o valor da causa não deve equiparar-se ao bem da vida perseguido no feito original. III - Agravo regimental improvido. (STJ PRIMEIRA TURMA. AgRg na Pet 2710/CE. Rel. Ministro Francisco Falcão. Data do Julgamento 15/06/2004. Data da Publicação/Fonte DJ p. 132 RDDP vol. 19 p. 168). Ementa. PROCESSUAL CIVIL. MEDIDA CAUTELAR. VALOR DA CAUSA. 1.- O VALOR DA CAUSA EM MEDIDA CAUTELAR DEVE SER COMPATIVEL COM O NIVEL PATRIMONIAL DIS- CUTIDO NA AÇÃO PRINCIPAL. 2.- EMBORA NÃO SEJA OBRI- GADO O VALOR DA CAUSA CAUTELAR SER IGUAL AO DA CAUSA PRINCIPAL, NÃO HA DE SE ACEITAR, POREM, QUE SE ESTABELEÇA UMA DISTANCIA DE GRANDES PROPORÇÕES ENTRE AS MESMAS, POR SIMPLES VONTADE DO AUTOR. 3.- IMPUGNAÇÃO AO VALOR DA CAUSA QUE SE JULGA PROCE- DENTE. (STJ PRIMEIRA TURMA. Pet 774/MG. Rel. Ministro José Delgado. Data do Julgamento 17/06/1997. Data da Publicação/Fonte DJ p RSTJ vol. 99 p. 68). Ante tais argumentações, entendo que o valor de dez mil reais atribuído à ação cautelar é compatível com a finalidade da mesma, que é o de atribuir efeito suspensivo a acórdão deste Tribunal. Do exposto, julgo improcedente a presente impugnação ao valor da causa. Publique-se. Intime-se. São Luís, 05 de setembro de Desembargadora MARIA MADALENA ALVES SEREJO Presidente MANDADO DE SEGURANÇA N.º /2006 Impetrante: José Pereira de Souza Advogados: Cândido Diniz Barros e outros Impetrado: Secretário de Estado de Planejamento, Orçamento e Gestão do Maranhão D E S P A C H O Às fls. 118 dos autos, o impetrante, por seu advogado, requer o cumprimento imediato do acórdão nº /2007. Por outro lado, às fls. 116, a Coordenadoria do Plenário e das Câmaras Reunidas, certificou a interposição do Recurso Extraordinário nº /2007, pelo Estado do Maranhão, apesar de ainda não juntado nos autos. Considerando que, em regra, os apelos extraordinários não possuem efeito suspensivo, defiro o pleito formulado pelo impetrante. Oficie-se à autoridade impetrada, determinando que se abstenha de aplicar o redutor salarial (subteto) aos proventos do impetrante, estacionando dita remuneração até que as elevações do subteto absorvam o valor percebido pelo servidor, e, só a partir de então, proceda à adaptação remuneratória, nos termos do artigo 37, XI da Carta Magna, conforme determinado no acórdão acima citado. Publique-se. Cumpra-se. São Luís, 05 de setembro de Desembargadora MARIA MADALENA ALVES SEREJO Presidente PETIÇÃO Nº /2007 (Suspensão de Liminar nº /2007) REQUERENTE: EXPRESSO GUANABARA S/A Advogados: Antônio Cleto Gomes e outros REQUERIDO: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO MARANHÃO Promotor: Paulo Roberto Barbosa Ramos DECISÃO Expresso Guanabara S/A, por seus advogados, requer a extinção do processo sem julgamento do mérito, nos termos do art. 267, inc. IV, do CPC, em razão da concessão de efeito suspensivo ao recurso de agravo de instrumento que interpôs perante a Terceira Câmara deste E. Tribunal. Eis o relatório. A regra do art. 267, inc. VI, do CPC é inaplicável ao caso, tendo em vista que o pedido de suspensão de liminar não possui natureza jurídica de ação e sim de incidente processual. Dessa forma, não há que se falar na extinção do processo sem julgamento do mérito, porque a ação principal ainda se encontra em curso neste Tribunal, como afirmou o próprio requerente.

17 D.O. PODER JUDICIÁRIO SEXTA-FEIRA, 21 - SETEMBRO Neste contexto, tendo-se em conta que esta Presidência já se pronunciou sobre o pedido de suspensão, indeferindo-o, nada mais resta a fazer, até porque já transcorreu o prazo para a interposição do recurso cabível. Ante o exposto, arquivem-se os autos. Publique-se. Cumpra-se. São Luís, 05 de setembro de Desembargadora Maria Madalena Alves Serejo Presidente PRECATÓRIO N / TJ REQUERENTE: B. MAIA E CIA. LTDA. ADVOGADO: GABRIEL CONSTÂNCIO LAMOUNIER E BARROS REQUERIDO: MUNICÍPIO DE JOÃO LISBOA ADVOGADO: FRANCISCO EMILIANO RIBEIRO DE MENEZES ORIGEM: COMARCA DE JOÃO LISBOA DESPACHO O Presidente do Tribunal de Justiça, na decisão de fls. 100, tornou o presente precatório nulo em razão da ausência do trânsito em julgado, à época da sua formalização. É que a sentença que rejeitou, liminarmente, os embargos do devedor opostos pelo Município de João Lisboa, foi assinada em duas datas diferentes, como se depreende dos documentos de fls. 25/26 e 52/54 e, conseqüentemente, há duas certidões de trânsito em julgado, também com datas distintas, às fls. 36 e 54. A primeira atesta o trânsito em julgado na data de 12 de abril de 2001 e a outra o trânsito em julgado na data de 30 de maio de Diante disso, foram solicitadas ao Juízo de João Lisboa, as providências contidas na referida decisão, dentre as quais, outro requisitório para formalização de novo precatório. Ocorre que a Certidão expedida pela Secretária Judicial da referida Comarca, somente esclareceu o valor correto do precatório, deixando de esclarecer o motivo da existência nos autos das duas sentenças de embargos, bem como das duas certidões de trânsito em julgado, ambas com datas distintas. Isto posto, expeça-se ofício ao Juiz da Comarca de João Lisboa para que requisite novo precatório, nos termos do art. 491 do Regimento Interno deste Tribunal. Publique-se. Cumpra-se. São Luís, 17 de setembro de DESEMBARGADORA MARIA MADALENA ALVES SEREJO PRESIDENTA Precatório Nº /2003 Requerente: S. B. R. Engenharia e Perfurações de Poços Ltda. Advogados: Benevenuto Serejo e Sandra Gonçalves Macedo Requerido: Município de Itapecuru-Mirim Advogados: Valber Muniz DESPACHO Trata-se de precatório judicial no qual S. B. R. Engenharia e Perfurações de Poços Ltda. pretende receber quantia de R$ 2.845,20 (dois mil oitocentos e quarenta e cinco reais e vinte centavos), de fls. 348/353, depositada pelo Município de Itapecuru-Mirim, em razão parcelamento do débito às fls. 78/79. Entretanto, consoante determina o art. 47 do Regimento Interno deste Tribunal de Justiça, encaminho os presentes autos à Vice-Presidência, em razão do impedimento previsto no art. 134, inc. IV, do Código de Processo Civil. Publique-se. Cumpra-se. São Luís, 17 de setembro de Desembargadora MARIA MADALENA ALVES SEREJO Presidente PRECATÓRIO N.º /2004 REQUERENTE: EDIELUZ SOUSA ARAÚJO ADVOGADO: ITAMAR CORRÊA LIMA REQUERIDO: ESTADO DO MARANHÃO ADVOGADA: ANA MARIA DIAS VIEIRA ORIGEM: CHAPADINHA NATUREZA: GERAL VALOR ORIGINÁRIO: R$ ,00 (Cento e quarenta e seis mil e quatrocentos reais) D E S P A C H O Edieluz Sousa Araújo, com a finalidade de receber o valor remanescente do precatório originário, mediante petição de fls. 76, requer que o requerido informe a relação cronológica dos 10 (dez) últimos pagamentos de precatórios realizados depois de dois de maio de 2006, com o fito de verificar se ocorreu preterição ao seu direito de preferência. É o breve relato. O art. 100 da Constituição Federal estabelece o trâmite processual do precatório após a sua requisição pelo Juízo de Execução, que vai desde a sua inclusão no orçamento federal, estadual e municipal, até o seu efetivo pagamento, devidamente atualizado. Com efeito, o presente pedido tem por escopo o recebimento da quantia remanescente do valor requisitado em 2004 e pago em dezembro de 2005, sem a devida correção monetária. Diante disso, a Presidência desta Corte de Justiça entende que o pedido de valor remanescente, referente a precatório complementar, deverá ser requerido junto ao juízo da execução, e não diretamente ao Tribunal de Justiça. É que a atividade do Presidente do Tribunal é administrativa, na condução do precatório, devendo as questões incidentais que sobrevieram após o seu pagamento, serem resolvidas pelo juízo a quo. Nesse diapasão, as situações pendentes ou que surgirem após a expedição do precatório, tais como pagamento insuficiente, impugnação de juros ou de acréscimos indevidos, ou, ainda, a postulação de correção monetária não inserida no precatório, deve ser resolvida por aquele juízo, cabendo ao Presidente do Tribunal apenas processar o precatório requisitório expedido. No rastro de tais diretrizes não restam dúvidas que se trata de precatório complementar, vez que embora intimado para pagar o valor atualizado, o devedor não o fez, deixando em aberto a atualização, merecendo arcar com a correção e os juros pelo pagamento fora do prazo constitucional. Portanto, só existe uma via para a cobrança do remanescente, que é o precatório complementar. Isto posto, indefiro o presente pedido, devendo a parte credora interessada, requerer ao Juízo da Execução para que tome as medidas cabíveis no sentido de processar novo requisitório, para pagamento do valor remanescente (Art. 490, parágrafo único, e 491 RITJ/MA). Publique-se. Cumpra-se. São Luís, 18 de setembro de Desembargadora Maria Madalena Alves Serejo Presidenta PRECATÓRIO N.º /2006-TJ REQUERENTES: JOÃO RODRIGUES ALMEIDA E OUTROS ADVOGADOS: MARCUS AURELIUS SALOMÃO RIBEIRO E OTROS REQUERIDO: ESTADO DO MARANHÃO ORIGEM: SÃO LUIS VALOR: ,44 (dezessete mil setecentos e onze reais e quarenta e quatro centavos) NATUREZA: ALIMENTAR D E C I S Ã O João Rodrigues Almeida e Outros peticionaram as fls 53/54, requerendo a remessa dos autos ao contador judicial para dirimir erro de conta, sob a alegativa de que os cálculos realizados pelo referido contador deixaram de contemplar juros legais e moratórios. Não satisfeitos com o valor requerido pelo juiz, João Rodrigues e Outros, juntaram planilha de cálculo com montante de R$ ,06 (trezentos e sessenta mil cento e vinte e nove reais e seis centavos). O Estado do Maranhão, às fls. 84/85, manifesta oposição aos cálculos do requerente, alegando que o valor oferecido pelo autor caracteriza-se em bis in idem, visto que não houve a dedução da quantia paga no precatório originário e ainda ter acrescido os juros, vez que o seu pagamento foi realizado no prazo constitucional.

18 18 SEXTA-FEIRA, 21 - SETEMBRO D.O. PODER JUDICIÁRIO De modo sintético, é o relato. Observo que as alegações trazidas pelo requerido não se mostram cabíveis, haja vista que a decisão de 1º grau não acatou os juros pretendidos, mas, tão somente, a correção monetária devida, conforme preceitua o art º da CF/88. Desse modo, prevalecendo a parte dispositiva da sentença de 1º grau, fls. 34/40, considero correto o valor de R$ ,44 (dezessete mil setecentos e onze reais e quarenta e quatro centavos), constantes nos cálculos efetuados pela da Contadoria Judicial de fls. 42/44 que, inclusive, foram incluídos no orçamento do Estado, para pagamento no ano de Isto posto, indefiro o pedido do requerente. Publique-se. São Luís, 12 de setembro de Desembargadora Maria Madalena Alves Serejo Presidenta REPRESENTAÇÃO PARA INTERVENÇÃO ESTADUAL /2005 REQUERENTE: MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL. Procurador-Geral: Raimundo Nonato de Carvalho Filho REQUERIDO: MUNICÍPIO DE COELHO NETO COMARCA: COELHO NETO D E C I S Ã O Trata-se de Representação promovida pelo Ministério Público Estadual, para fins de Intervenção do Estado do Maranhão no Município de Coelho Neto, em virtude da não inclusão dos precatórios nºs / 1999, /2000 e /2001 no orçamento municipal de 2000 e Notificado para remover a causa, nos termos do artigo 365, 1.º, do Regimento Interno desta Corte de Justiça, o chefe do executivo municipal quedou-se inerte, conforme certidão de fls Em cumprimento ao disposto no artigo 370, última parte, do diploma legal acima citado, o prefeito do município de Coelho Neto foi notificado para prestar informações acerca da presente representação, porém não se manifestou. Às fls. 130 dos autos, foi oficiado ao Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região, a pedido do órgão do Parquet, solicitando informações acerca do pagamento ou não dos precatórios nºs /1999, / 2000 e /2001, tendo aquela Justiça Especial informado que estes encontravam-se pagos e remetidos à vara trabalhista de origem para arquivamento. Em manifestação às fls. 135/136, o Ministério Público Estadual requereu o arquivamento da presente representação, diante da remoção da causa que lhe deu ensejo. É o relatório. Decido. Com efeito, da análise dos presentes autos infere-se que a representação em referência deve ser arquivada, uma vez que houve a remoção da causa que lhe deu ensejo. Assim, com o pagamento dos precatórios nºs /1999, /2000 e /2001, restou afastado o motivo viabilizador da intervenção. Produzindo-se o efeito desejado, não há mais razões para continuidade do presente feito. Diante do exposto, de acordo com a manifestação ministerial e com fundamento nos artigos 365, 1, I, e 367, ambos do Regimento Interno deste Tribunal de Justiça, determino o arquivamento da presente representação interventiva. Publique-se. Intimem-se. São Luís, 05 de setembro de 2007 Desembargadora Maria Madalena Alves Serejo Presidente SUSPENSÃO DE LIMINAR Nº 15991/2007 REQUERENTE: MUNICIPIO DE BURITIRANA Advogados: Amadeus Pereira da Silva, Edmilson Franco da Silva e Faustino Costa de Amorim REQUERIDO: MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL Promotora: Raquel Chaves Duarte D E C I S Ã O Município de Buritirana, representado por seu advogado, com fundamento nos artigos 4º das Leis n os 4.348/64 e 8.437/92 c/c o art. 271 do Regimento Interno desta Corte, requer a suspensão dos efeitos da medida liminar concedida pelo Meritíssimo Juízo da Comarca de Amarante do Maranhão, que nos autos Ação Civil Pública nº 847/2007, ajuizada pelo Ministério Público Estadual, determinou à Presidenta da Câmara de Buritirana a reprografia dos documentos solicitados pelos cidadãos referentes às prestações de contas do exercício financeiro de 2006, bem como que disponibilize à população seu acesso, sob pena de multa diária na quantia de R$ 5.000,00 (cinco mil reais). Alega o requerente que o cumprimento da medida liminar concedida pelo juízo de base resultará em grave lesão à ordem jurídica, eis que restou deferida em desconformidade com os termos da Lei 8.437/92 que veda a concessão de medidas liminares que esgotem o objeto da ação, bem como determina a audiência prévia do representante judicial da pessoa jurídica de direito público afetada. Aduz ainda que a liminar fora concedida de forma incidental, cuja matéria não pode ser conhecida em ação de mandado de segurança, em virtude de vedação legal. É o relatório. Passo a decidir. Mostra-se inviável nesta via estreita revisitar a apreciação jurídica da controvérsia suscitada na manifestação in limine prolatada pelo Meritíssimo Juiz de primeiro grau. Oportuno ressaltar que tais decisões, por serem medidas de índole excepcional, precisam ater-se tão-somente à verificação da existência de lesão à ordem, à saúde, à segurança e/ou à economia públicas, objetivando resguardar seus interesses. Assim, é necessário que a análise do presente feito seja realizada em estreita consonância com o que dispõe a Lei 8.437/92. Da leitura dos autos constata-se que a medida liminar ora atacada, constitui grave lesão à ordem pública, especificamente em sua modalidade jurídica, visto que o magistrado de base ao proferi-la, deixou de observar o comando esculpido no art. 2º da Lei nº 8.437/92, que condiciona o deferimento de medida liminar à audiência do representante judicial da pessoa jurídica de direito público, o que não ocorreu no caso concreto, além de esgotar o objeto da ação, com inobservância ao estatuído no 3º do art. 1º do texto legal acima referido. Ademais, no caso concreto, pode-se verificar outra lesão à ordem jurídica, na medida em que a decisão monocrática determinou à administração algo que não encontra previsão no ordenamento jurídico vigente, já que o art. 49 da Lei de Responsabilidade Fiscal determina, tão somente a disponibilidade das contas públicas, sem mencionar a obrigatoriedade de sua reprografia, o que ensejaria, inclusive, em custos para administração. Ante o exposto considerando presente pressuposto autorizador da medida suspensiva, qual seja, a verificação do risco de lesão à ordem pública, defiro o pedido, para tornar sem efeito a decisão do Juízo da Vara da Comarca de Amarante do Maranhão, afastando, por conseguinte, a incidência da multa diária imposta no provimento judicial, até o trânsito em julgado da Ação Civil Pública nº 847/2007. Comunique-se ao Excelentíssimo Juiz do feito acerca desta decisão. Publique-se. Cumpra-se. São Luís, 05 de setembro de Desembargadora MARIA MADALENA ALVES SEREJO Presidente Coordenadoria Judiciária Criminal HABEAS CORPUS Nº VARGEM GRANDE-MA PACIENTE: ANTONIO UCHOA FRAZÃO FILHO IMPETRANTE: ERIK JANSON VIEIRA MONTEIRO MARINHO Vistos, etc. Trata-se de Habeas Corpus impetrado por Erik Janson Vieira Monteiro Marinho, em favor de ANTONIO UCHOA FRAZÃO FILHO, relacionado à prática, em tese, de crimes contra a administração pública (artigos. 312 e 317, 1º, ambos do Código Penal). Por força de decisão da Vice-Presidenta desta Corte, Desembargadora MARIA MADALENA ALVES SEREJO, distribuídos es-

19 D.O. PODER JUDICIÁRIO SEXTA-FEIRA, 21 - SETEMBRO tes ao eminente Desembargador PAULO SERGIO VELTEN PEREIRA, sob o argumento de existência de conexão entre os supramencionados delitos perpetrados contra a administração da Prefeitura de Presidente Vargas e o de homicídio praticado contra o então Prefeito daquela municipalidade. Sucede que, vencido o ilustre Desembargador VELTEN PEREIRA no julgamento do Habeas Corpus nº , relativo ao crime de homicídio, em despacho de fls. 103, entendeu, de então, aplicável ao presente caso o disposto no art. 241, 3º, do Regimento Interno deste Tribunal, e, conseqüentemente, determinou remessa dos autos ao Relator designado para lavrar o acórdão, o Excelentíssimo Desembargador MÁ- RIO LIMA REIS. Certificado, pois, pela Coordenadoria competente, às fls. 106, remetidos estes ao Desembargador MÁRIO LIMA REIS, que, ao se lhes receber, às fls. 107 e 108, declinado da sua competência, ao argumento de que inexistente conexão entre a demanda criminal concernente ao crime de homicídio perpetrado contra o ex-prefeito de Presidente Vargas e a Ação Criminal em que apreciada a ocorrência de delitos contra a administração pública, determinando, ato contínuo, remessa ao Desembargador VELTEN PEREIRA. Nesse contexto, após novo despacho do Excelentíssimo Senhor Desembargador PAULO SÉRGIO VELTEN PEREIRA (fls. 110 e 111), à Vice-Presidência, estes, conclusos, e, em razão de interinamente no exercício da Presidência da Corte, a eminente Desembargadora MARIA MADALENA ALVES SEREJO, a mim, na qualidade de decano, no exercício da Vice-Presidência, confiado o dirimir do conflito de competência, consoante disposição contida no art. 27, IV c/c art. 69, ambos do Regimento Interno deste Tribunal. Eis, pois, em síntese, o relatório. Ora, concessa maxima vênia ao entendimento exposto pelo eminente Desembargador MÁRIO LIMA REIS, hei por bem, dele dissentir, haja vista a convicção de, a si, recainte a relatoria da presente ordem mandamental. Com efeito, da perfunctória análise dos autos, de se extrair, com incisiva clareza, que, in casu, não configurada a denominada conexão instrumental, mas emergente a necessidade prática de que evitadas decisões contraditórias, circunstância a indicar a exigência de que prevento o mesmo Relator para as ações mandamentais e futuros processos em que discutidos os delitos, em tese, atribuídos ao ora paciente. A esse prisma, pertinente ponderar que o instituto da conexão tem como seu fundamento ontológico maior, a preocupação de evitar o risco de decisões inconciliáveis ou contraditórias sob o ângulo lógico e prático, passíveis de proferimento se julgadas separadamente, duas ações com certo grau de comunhão. Assim, em casos como o de agora se nos submetido, em que, teoricamente, existente ligação entre as atribuídas práticas criminosas, eis que a envolver mesmo sujeito ativo, bem ainda hipotético elo entre os motivos, o unum et idem judex se impõe, como forma de evitar a superveniência de decisões inconciliáveis, que poderiam, inclusive, acarretar grave desprestígio para o próprio Poder Judiciário. De outra parte, inolvidável que vencido o Excelentíssimo Desembargador PAULO SÉRGIO VELTEN PEREIRA, quando do julgamento do writ anteriormente impetrado em favor do ora paciente, que, como dito, embora a não tratar do mesmo delito, possuidor de intrínseca relação com o processo sub examine. Nesse sentido, decorrente a inarredável competência do Desembargador MÁRIO LIMA REIS, de norma expressa disposta no 3, do art. 241, do Regimento Interno desta Casa, donde a se extrair que vencido o relator, a prevenção referir-se-á ao desembargador designado para lavrar o acórdão. (sic) Convém ressaltar, ainda, que como bem colocado pelo Desembargador VELTEN PEREIRA, ao Desembargador MÁRIO LIMA REIS redistribuídos todos os Habeas Corpus relativos ao crime de homicídio perpetrado em face do ex-prefeito de Presidente Vargas, tornando-o juiz certo, até mesmo pelo prolatar de decisões liminares. Dessa forma, pelos motivos já expendidos, de se me parecer não apenas prudente, mas verdadeiramente lógico que, ao eminente Desembargador MÁRIO LIMA REIS, se lhe distribuídos os processos relacionados aos crimes praticados contra a administração pública do Município de Presidente Vargas. Ex positis, e ao firmo da competência se me conferida pelo art. 27, IV c/c art. 69, do Regimento Interno desta Corte, hei por bem, ao eminente Relator MÁRIO LIMA REIS, determinar a necessária remessa destes autos, e, nos termos do art. 241, 3º, do RITJ/MA, à Coordenadoria competente que comunique ao Setor de Protocolo para anotações e futuras distribuições. Cumpra-se. Publique-se. PALÁCIO DA JUSTIÇA CLÓVIS BEVILÁCQUA, em São Luís, Capital do Estado do Maranhão, aos onze dias do mês de setembro do ano de dois mil e sete. Desembargador ANTONIO FERNANDO BAYMA ARAUJO DECANO, no exercício da Vice-Presidência TERCEIRA CÂMARA CRIMINAL APELAÇÃO CRIMINAL 6734/2007 Parnarama Relator: Desembargador Paulo Sérgio VELTEN PEREIRA Revisor: Desembargador LOURIVAL de Jesus SEREJO Sousa Apelantes: Antonio Bispo Ferreira, José Nunes Lima, Antonieta Silva Cardoso da Silveira Advogado: Dr. Marcio Vinicius Silva Melo Apelado: Ministério Público Estadual Promotor: Dr. André Luis Lopes Rocha DESPACHO Desemb. Paulo Sérgio VELTEN PEREIRA (relator): Verifico não haver comprovação de que os réus Antonio Bispo Ferreira, José Nunes Lima e Antonieta Silva Cardoso da Silveira tenham sido intimados pessoalmente da sentença condenatória (fls. 139/145), conforme determina o art. 392, II, do CPP. Cumpre observar que, conforme precedentes do STF e do STJ, a intimação da sentença condenatória ao réu e ao seu defensor é regra que se impõe, à luz da disposição constitucional que consagra o princípio da ampla defesa (CF, art. 5º, LV). Dessarte, determino baixem os autos à instância de origem para que o da Comarca de Parnarama proceda à intimação dos réus supramencionados, na forma legal. Cumpra-se. Publique-se. São Luís (MA), 17 de setembro de 2007 Desemb. Paulo Sérgio VELTEN PEREIRA Relator PRIMEIRA CÂMARA CRIMINAL HABEAS CORPUS N.º BURITICUPU Paciente: Rubenilson da Silva e Silva Autoridade Coatora: da Vara Única da Comarca de Buriticupu Relator: Desembargador Mario Lima Reis DECISÃO Trata-se de pedido de habeas corpus liberatório manejado por Rubenilson da Silva e Silva em seu favor contra ato do da Vara Única da Comarca de Buriticupu. Afirma o paciente estar preso por mais tempo do que autoriza a lei, porquanto se encontra ergastulado desde o dia 02 de agosto de 2006, quando foi preso em flagrante delito pela suposta prática do delito encartado no art. 16 da Lei de 1976 e art. 288 do Código Penal. Ressalta que a Emenda Constitucional 45/2004, garantiu ao cidadão o direito a uma duração razoável do processo. Diante desses argumentos, requer, liminarmente, a cessação da constrição indevida apontada e a expedição de alvará de soltura. Notificada, a autoridade impetrada apresentou as informações solicitadas às fls. 18 e 22, afirmando já se encontrar o processo na fase de alegações finais. É o que importa relatar. Passo a análise do pedido liminar. A liminar em sede de habeas corpus, embora não seja medida prevista expressamente na legislação pátria, encontra seu fundamento no poder de cautela concedido a cada magistrado, bem como na necessidade

20 20 SEXTA-FEIRA, 21 - SETEMBRO D.O. PODER JUDICIÁRIO de preservar direitos fundamentais constitucionalmente previstos. Nada obstante, faz-se indispensável demonstrar a existência, conjuntamente, do fumus bonis iuris, consubstanciado na verossimilhança das alegações, e o periculum in mora, que é percebido no gravame ocasionado pela continuidade indefinida do encarceramento. Em que pese os argumentos apresentados pelo impetrante, é imperioso considerar que, segundo as informações prestadas pela autoridade impetrada, já se encontra o processo com a instrução encerrada. Assim, evidenciada a ausência do fumus bonis iuris, uma vez que já superada a argüição de excesso de prazo, indefiro a liminar vindicada. Remetam-se os autos à Procuradoria Geral de Justiça para a emissão de judicioso parecer. Após voltem os autos conclusos. Cumpra-se. São Luís, 17 de setembro de Desembargador MARIO LIMA REIS Relator PRIMEIRA CÂMARA CRIMINAL HABEAS CORPUS N.º /2007 Buriticupu Impetrantes: Drs. Karla Danielle Caldas Alves e Francisco Muniz Alves Paciente: Maurício Florêncio dos Santos Impetrado: da Comarca de São Bento Relator: Desembargador Mario Lima Reis Vistos etc. Trata-se de Habeas Corpus liberatório, com pedido de liminar, impetrado pelos Drs. Karla Danielle Caldas Alves e Francisco Muniz Alves, em favor de Maurício Florêncio dos Santos, apontando como autoridade coatora o MM. da Comarca de Buriticupu/MA. Alegam os impetrantes, em síntese, que o paciente encontra-se preso desde o dia 22 de abril do corrente ano, em virtude da prática de ato infracional análogo ao tipo penal previsto no artigo 33, da Lei nº /06. Ao fundamento central, sustentam os impetrantes excesso de prazo na formação da culpa pelo fato de ainda não haver sido concluída a instrução processual. Arrimado nesses argumentos pugnam pela liberação do paciente e, no julgamento do mérito, pela definitiva concessão do writ impetrado. Escorado na faculdade que me confere a lei e norteado pelo necessário critério de cautela, posterguei o exame do pleito da medida liminar para após as informações do juízo impetrado. Às ff. 31/32, foram prestadas as informações noticiando que: Em 03 de julho de 2007, o Ministério Público Estadual ofereceu denúncia contra o ora paciente, sendo recebida em 09 de julho de 2007, por entender este Juízo que se faziam preenchidos seus requisitos legais, dentre os quais a prova da materialidade e os indícios suficientes da autoria, ambos consubstanciados no que fora colhido em sede inquisitória.... O paciente foi qualificado e interrogado no dia 09 de agosto de Por fim, informa que o feito encontra-se aguardando a realização de audiência de instrução e julgamento para o dia 20 de setembro de É, em suma, o que importa relatar. Como de sabença comum, a concessão de provimento liminar em sede de habeas corpus é fruto de construção doutrinária e jurisprudencial e é dependente da caracterização concorrente e insofismável dos pressupostos legais da fumaça do bom direito e do perigo da demora, expressos na relevância da fundamentação do pedido e no risco de dano irreparável ou de difícil reparação ao direito tutelado, respectivamente. No presente caso, percebo que o perigo de demora se justifica plenamente, a considerar o fato de o paciente já se encontrar ergastulado, impossibilitado de exercitar o direito constitucional de ir e vir. O mesmo não acontece, porém, no que alude ao prenuncio do bom direito. Com afinco, tomo como paradigma a prova documental prima facie e pré-constituída para concluir, sem ultrapassar os limites do juízo de cognição sumária, que nada há de açodamento ou ilegalidade na decisão judicial hostilizada. Ao contrario, lúcido é entendê-la, a principio e em tese, solidamente fundamentada, não havendo razão para, pelo menos no estágio atual, atender ao pleito formulado e, desta forma, autorizar a soltura do paciente. Assim, por todo o exposto, denego a liminar requestada. Ouça-se o Ministério Público acerca da questão de fundo, retornando-me em seguida para julgamento do mérito. São Luís, 17 de setembro de DESEMBARGADOR MARIO LIMA REIS Relator TERCEIRA CÂMARA CRIMINAL HABEAS CORPUS 16289/2007 Imperatriz Relator: Desembargador Paulo Sérgio VELTEN PEREIRA Paciente: Daniel dos Santos Silva Impetrante: Dr. Demis da Silva Arruda Impetrado: da 2ª V. Criminal da Comarca de Imperatriz DECISÃO Desemb. Paulo Sérgio VELTEN PEREIRA (relator): Preso em flagrante dia 22/9/2001, data da suposta prática delituosa, o Paciente foi denunciado em 11/10/2001 (fl. 12-verso) e pronunciado em 26/7/2007, quando já decorridos seis (6) anos da sua prisão. O constrangimento ilegal oriundo do excessivo retardo, há que se destacar, não está afastado pela pronúncia. Em que pese o teor da Súmula 21 do STJ, entendo que não há razão para excluir do cômputo do prazo razoável toda a primeira etapa do procedimento bifásico do Tribunal do Júri. Com efeito, o sumário de culpa, sob responsabilidade da Autoridade Impetrada, exorbitou em muito os limites do princípio da razoabilidade. É de se observar que o procedimento do júri somente termina com o julgamento em plenário, pelo Tribunal Popular, e não com a decisão de pronúncia (AURY LOPES JUNIOR, Direito ao processo penal no prazo razoável, Rio de Janeiro, Lumen Juris, 2006, p. 113). No caso em análise, o processo, apenas recentemente em 13/8/ 2007 (fl. 33) foi remetido à distribuição para julgamento pela Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Imperatriz. Ocorre que não há qualquer notícia nos autos de que foi incluído em pauta para julgamento, tampouco de que existiu concorrência da defesa para a delonga. A prisão, que já dura metade do tempo correspondente à pena mínima cominada em abstrato ao crime de que é acusado o Paciente qual seja, o de homicídio qualificado (CPP, art. 121, 2º, IV), retrata o cumprimento prematuro de eventual condenação criminal (STF, HC /MG, Min. Sepúlveda Pertence). Repugnada pelo sistema penal democrático, a subversão da custódia provisória em instrumento de aplicação antecipada da pena afronta os princípios constitucionais da liberdade e da presunção de inocência (CF, art. 5º, LIV, LVII, LXVI). Não se cansa esta relatoria de decidir que, em casos como os dos autos, são violados não só os princípios da dignidade da pessoa humana (CF, art. 1º, III) e da razoável duração do processo (CF, art. 5º, LXXVIII), mas o próprio dever estatal de não-negação de justiça (CF, art. 5º, XXXV). Além de ter azedado seis (6) anos preso provisoriamente, o Paciente foi assim mantido por decisão de pronúncia que não logrou demonstrar a imperiosa necessidade de manutenção do ergástulo cautelar. Reiterados pronunciamentos do STJ e do STF sedimentaram o entendimento de que todo decreto prisional deve estar amoldado ao inciso IX do art. 93 da CF. Assim, todas as espécies de prisão provisória ou processual, aí incluída a prisão decorrente de pronúncia, deve cingir-se, fundamentadamente, à órbita do art. 312 do CPP, sob pena de nulidade e conseqüente constrangimento ilegal (STJ, HC BA, Rel. Arnaldo Esteves Lima). Ausente a motivação, na decisão de pronúncia lançada às fls. 19/ 22 dos autos, para a permanência da segregação cautelar, ilegítimo o cerceamento da liberdade individual do Paciente. Ante o exposto, e ressalvado melhor juízo a quando do julgamento definitivo deste writ, CONCEDO A ORDEM em caráter liminar, assegurando ao Paciente o direito de responder o processo em liberdade, se não estiver preso por outro motivo, devendo assinar termo de comparecimento aos atos do processo.

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