O contributo da ESAC para a formação no âmbito do uso sustentável dos Produtos Fitofarmacêuticos. Maria José Cunha

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O contributo da ESAC para a formação no âmbito do uso sustentável dos Produtos Fitofarmacêuticos. Maria José Cunha"

Transcrição

1

2 O contributo da ESAC para a formação no âmbito do uso sustentável dos Produtos Fitofarmacêuticos Maria José Cunha

3 ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE COIMBRA MISSÃO Formar profissionais qualificados, com elevado nível de exigência Realizar atividades de investigação Prestar serviços à comunidade Maria José Cunha 3

4 ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE COIMBRA FORMAÇÃO Cursos conducentes à obtenção dos graus de ensino superior: licenciatura e mestrado Pós-graduações Cursos de Especialização Tecnológica (CET s) Cursos de curta duração Maria José Cunha 4

5 ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE COIMBRA LICENCIATURAS Agricultura Biológica Biotecnologia Ciências Naturais e Recursos Florestais Ecoturismo Engenharia Agro-Pecuária Tecnologia Alimentar Tecnologia e Gestão Ambiental Maria José Cunha 5

6 ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE COIMBRA MESTRADOS Agricultura Biológica Agro-Pecuária Biotecnologia Direito à Alimentação e Desenvolvimento Rural Ecoturismo Engenharia Alimentar Gestão Ambiental Recursos Florestais Maria José Cunha 6

7 ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE COIMBRA CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA - CET Defesa da Floresta Contra Incêndios Maneio de Equinos e Equitação Terapêutica Produção Agrícola Biológica Qualidade Alimentar Qualidade Ambiental Maria José Cunha 7

8 A DIRECTIVA 2009/128/CE - USP Artigo 5º - Formação Acesso a formação inicial e complementar Sistemas de certificação Utilizadores profissionais, distribuidores e conselheiros Maria José Cunha 8

9 Lei nº 26/2013 de 11 de Abril Regula as actividades de distribuição, venda e aplicação de produtos fitofarmacêuticos para uso profissional Define os procedimentos de monitorização à utilização dos produtos fitofarmacêuticos Maria José Cunha 9

10 Lei nº 26/2013 de 11 de Abril Artigo 4º - Exercício da actividade de distribuição e venda Instalações apropriadas Um técnico responsável Pelo menos um operador de venda Maria José Cunha 10

11 Lei nº 26/2013 de 11 de Abril Artigo 7º - Habilitação do técnico responsável Formação superior em ciências agrárias e afins + Aproveitamento na avaliação final em acção de formação ou Ter obtido créditos em curso graduado ou de pósgraduação equivalentes há menos de 10 anos Válida por 10 anos, renovável Maria José Cunha 11

12 Decreto-Lei nº 173/2005 Artigo 6º - Acreditação e requisitos do técnico responsável Formação de nível superior ou equivalente na área agrícola, florestal, ambiente ou biologia, obrigatória - com duas disciplinas semestrais ou uma anual de protecção de plantas ou - experiência comprovada ou - certificação complementar Maria José Cunha 12

13 ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE COIMBRA Pré-Bolonha Produção Agrícola: bacharelato - Protecção Vegetal I - anual, 120 horas - Protecção Vegetal II anual, 120 horas Agro-Pecuária: bacharelato - Protecção da Produção Vegetal - semestral, 95 horas e ainda o estágio curricular OK! OK! Maria José Cunha 13

14 ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE COIMBRA Pré-Bolonha Agro-Pecuária: bacharelato + licenciatura bietápica - Protecção Vegetal I - semestral, 75 horas - Protecção Vegetal II - semestral, 30 horas - Agricultura Sustentável semestral, 45 horas - Protecção Integrada semestral, 60 horas OK! e ainda o estágio curricular Maria José Cunha 14

15 ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE COIMBRA Pós-Bolonha Agricultura Biológica: licenciatura - Sanidade Vegetal - semestral, 74 horas - Protecção das Culturas semestral, 74 horas OK! Agro-Pecuária: licenciatura - Protecção Vegetal - semestral, 91 horas - Fruticultura e Viticultura I - semestral, 90 horas (em parte =30h) OK! e ainda o estágio curricular Maria José Cunha 15

16 ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE COIMBRA Pós-Bolonha Agricultura Biológica: mestrado - Protecção das Culturas em Agricultura Biológica semestral, 56 horas Agro-Pecuária: mestrado - Produção Sustentável semestral, 46,5 horas e ainda o estágio curricular OK! OK! Maria José Cunha 16

17 Lei nº 26/2013 de 11 de Abril Artigo 8º - Operador de Venda Aproveitamento na avaliação final em acção de formação Válida por 10 anos, renovável Maria José Cunha 17

18 ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE COIMBRA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA Produção Agrícola Biológica - Protecção Contra Pragas Doenças e Infestantes - semestral, 75 horasok! e ainda o estágio curricular Maria José Cunha 18

19 Lei nº 26/2013 de 11 de Abril Artigo 18º - Aplicador Aproveitamento na avaliação final em acção de formação ou Formação superior ou de nível técnico profissional com aquisição de competências na área Válida por 10 anos, renovável Maria José Cunha 19

20 ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE COIMBRA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA Produção Agrícola Biológica - Protecção Contra Pragas Doenças e Infestantes - semestral, 75 horasok! e ainda o estágio curricular Maria José Cunha 20

21 A DIRECTIVA 2009/128/CE - USP Artigo 14º - Protecção integrada Promover a Protecção fitossanitária com baixa utilização de pesticidas Protecção Integrada e Agricultura Biológica Disponibilizar informações e instrumentos de monitorização dos inimigos das culturas aos utilizadores profissionais Serviços de Aconselhamento em Protecção integrada Maria José Cunha 21

22 Lei nº 26/2013 de 11 de Abril Artigo 16º - Redução do risco na aplicação Assegurar a protecção fitossanitária com baixa utilização de produtos fitofarmacêuticos Assegurar ou apoiar condições para aplicação da protecção integrada disponibilizando instrumentos para monitorização dos inimigos das culturas serviços de aconselhamento agrícola em PI Maria José Cunha 22

23 PORTARIA 481/2009 Serviços de Aconselhamento Agrícola Concessão de apoios ao desenvolvimento de serviços de aconselhamento agrícola Promoção da adequada assistência técnica aos agricultores no processo de adaptação da sua actividade às exigências regulamentares Maria José Cunha 23

24 PORTARIA 481/2009 Artigo 2º - Objectivos do Serviço de Aconselhamento Agrícola Desenvolver a oferta de serviços de aconselhamento no contexto das obrigações comunitárias Incentivar a utilização de serviços de aconselhamento por parte dos titulares das explorações agrícolas Maria José Cunha 24

25 DECRETO-LEI Nº 37/2013 Regulamentação da formação dos técnicos envolvidos na orientação e apoio técnico Protecção Integrada Modo de Produção Integrada Modo de Produção Biológico Maria José Cunha 25

26 DECRETO-LEI Nº 37/2013 Artigo 13º - Formação regulamentada em Protecção Integrada a) Formação superior em ciências agrárias com aquisição de competências em Protecção Integrada ou b) Formação superior em ciências agrárias complementada com acções de formação para técnicos, com aquisição de competências em Protecção Integrada Maria José Cunha 26

27 DECRETO-LEI Nº 37/2013 Artigo 13º - Formação regulamentada em Produção Integrada Vegetal a) Formação superior em ciências agrárias com aquisição de competências em Produção Vegetal, Nutrição e fertilização, Protecção Integrada e Conservação dos recursos naturais (água, solo e biodiversidade) b) Formação superior em ciências agrárias complementada com acções de formação para técnicos com aquisição de competências em Produção Integrada componente vegetal ou Maria José Cunha 27

28 DECRETO-LEI Nº 37/2013 Artigo 13º - Formação regulamentada em Produção Integrada Animal a) Formação superior em ciências agrárias ou médico-veterinárias com aquisição de competências em Produção Animal, Bem-estar Animal, Gestão de efluentes de origem animal e Conservação dos recursos naturais (água, solo e biodiversidade) b) Formação superior em ciências agrárias complementada com acções de formação para técnicos, com aquisição de competências na área da Produção Integrada componente animal ou Maria José Cunha 28

29 DECRETO-LEI Nº 37/2013 Artigo 13º - Formação regulamentada em Modo de Produção Biológico Vegetal a) Formação superior em ciências agrárias com aquisição de competências em modo de produção biológico em Produção Vegetal, Nutrição e fertilização, Protecção das plantas e Conservação dos recursos naturais (água, solo e biodiversidade) b) Formação superior em ciências agrárias complementada com acções de formação para técnicos, com aquisição de competências em Produção Biológica componente vegetal ou Maria José Cunha 29

30 DECRETO-LEI Nº 37/2013 Artigo 13º - Formação regulamentada em Modo de Produção Biológico Animal a) Formação superior em ciências agrárias ou médico-veterinárias com aquisição de competências em Produção Animal, Bem-estar Animal, Gestão de efluentes de origem animal e Conservação dos recursos naturais (água, solo e biodiversidade) ou b) Formação superior em ciências agrárias complementada com acções de formação para técnicos, com aquisição de competências na área da Produção Biológica componente animal Maria José Cunha 30

31 ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE COIMBRA Agro-Pecuária: licenciatura requisitos Pós-Bolonha a) Para reconhecimento em Protecção Integrada b) Para reconhecimento em Produção Integrada vegetal OK! c) Para reconhecimento em Produção Integrada animal Maria José Cunha 31

32 ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE COIMBRA Agricultura Biológica: licenciatura requisitos Pós-Bolonha a) Para reconhecimento em Protecção Integrada b) Para reconhecimento em Produção Integrada vegetal c) Para reconhecimento em Produção Integrada animal OK! d) Para reconhecimento em Modo de Produção Biológico vegetal e) Para reconhecimento em Modo de Produção Biológico animal Maria José Cunha 32

33 ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE COIMBRA Habilitação do técnico responsável Licenciatura em Agricultura Biológica Licenciatura em Engenharia Agro-Pecuária Licenciatura em Ciências Florestais e Recursos Naturais ou Engenharia dos Recursos Florestais (formação base) Maria José Cunha 33

34 ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE COIMBRA Habilitação do conselheiros Protecção Integrada Produção Integrada Vegetal Produção Integrada Animal Produção Biológica Vegetal Produção Biológica Animal Maria José Cunha 34

35 ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE COIMBRA Curso de Especialização Tecnológica em Produção Agrícola Biológica Aplicadores Operadores de Balcão Maria José Cunha 35

36 ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE COIMBRA Contributo para o Uso Sustentável dos Produtos Fitofarmacêuticos Maria José Cunha 36

37 Muito Obrigada Maria José Cunha

Prescrição e Aplicação de Produtos Fitofarmacêuticos

Prescrição e Aplicação de Produtos Fitofarmacêuticos Colégio de Engenharia Agronómica O ACTO DE ENGENHARIA AGRONÓMICA Ordem dos Engenheiros 6 de Janeiro de 2006 O Acto de Engenharia Agronómica Prescrição e Aplicação de Produtos Fitofarmacêuticos Paulo Cruz

Leia mais

Sistema AGRIS - Categorias de Assuntos: A AGRICULTURA. A01 Agricultura - aspectos gerais. A50 Investigação B GEOGRAFIA E HISTÓRIA.

Sistema AGRIS - Categorias de Assuntos: A AGRICULTURA. A01 Agricultura - aspectos gerais. A50 Investigação B GEOGRAFIA E HISTÓRIA. Sistema AGRIS - Categorias de Assuntos: A AGRICULTURA A01 Agricultura - aspectos gerais A50 Investigação B GEOGRAFIA E HISTÓRIA B10 Geografia B50 História C EDUCAÇÃO, EXTENSÃO E INFORMAÇÃO C10 Educação

Leia mais

Instituto Politécnico de Setúbal. O Conhecimento como Paixão. A Engenharia como Profissão!

Instituto Politécnico de Setúbal. O Conhecimento como Paixão. A Engenharia como Profissão! O Conhecimento como Paixão A Engenharia como Profissão! Cursos de Engenharia Cursos de Tecnologia Engenharia do Ambiente Engenharia de Automação, Controlo e Instrumentação Engenharia Electrotécnica e de

Leia mais

Definição de propinas para cursos técnicos superiores profissionais 2016/2017

Definição de propinas para cursos técnicos superiores profissionais 2016/2017 Definição de propinas para cursos técnicos superiores profissionais 2016/2017 Curso Nome do Curso PROPINA ESAC T205 Agrotecnologia 750 ESAC T228 Análises Agroalimentares 750 ESAC T279 Avicultura 750 ESAC

Leia mais

Encontro Técnico Blueprint- Protecção dos recursos hídricos da Europa Perspectivas para Portugal Práticas agrícolas e qualidade da água

Encontro Técnico Blueprint- Protecção dos recursos hídricos da Europa Perspectivas para Portugal Práticas agrícolas e qualidade da água Blueprint Protecção dos recursos hídricos da Europa Perspectivas para Portugal IPQ 9 Abril 2014 Encontro Técnico Blueprint- Protecção dos recursos hídricos da Europa Perspectivas para Portugal Práticas

Leia mais

EXCLUIR, do Anexo Único do referido Edital, as matérias/disciplinas abaixo:

EXCLUIR, do Anexo Único do referido Edital, as matérias/disciplinas abaixo: PORTARIA Nº 0278, de 15 de fevereiro de 2012. O Reitor da UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA UESB, no uso de suas atribuições legais, na forma estabelecida pela Lei Estadual nº 7.176, de 10/09/97,

Leia mais

Comercialização e Distribuição de Produtos Fitofarmacêuticos uma retrospectiva

Comercialização e Distribuição de Produtos Fitofarmacêuticos uma retrospectiva Comercialização e Distribuição de Produtos Fitofarmacêuticos uma retrospectiva João Moncada Cordeiro Santarém, 1 de Abril de 2016 Associação de Grossistas de Produtos Químicos e Farmacêuticos www.groquifar.pt

Leia mais

Curso de Agricultura Biológica Geral

Curso de Agricultura Biológica Geral 1 - Objectivo Geral Este curso tem como objectivo geral qualificar os técnicos com conhecimentos práticos e teóricos para o modo de produção biológico, tal como definido no Reg. (CEE) nº 2092/91 e respectivas

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS MINISTÉRIO DA AGRICULTURA DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS PROGRAMA DA ACÇÃO Entidade Acção Agricultura Biológica Geral Nº OBJECTIVO GERAL Qualificar os técnicos com conhecimentos práticos e teóricos

Leia mais

AGROECOLOGIA TECNÓLOGO Oferta por meio do SiSU 2º semestre

AGROECOLOGIA TECNÓLOGO Oferta por meio do SiSU 2º semestre AGROECOLOGIA TECNÓLOGO Oferta por meio do SiSU 2º semestre DESCRIÇÃO DO CURSO: O Curso Superior de Tecnologia em Agroecologia forma profissionais para desenvolver, de modo pleno e inovador, as atividades

Leia mais

Segurança Alimentar. Pós-Graduação. 45 ECTS //

Segurança Alimentar. Pós-Graduação. 45 ECTS // Pós-Graduação Segurança Alimentar 45 ECTS // www.esb.ucp.pt Nesta pós-graduação estudam-se os perigos, riscos, metodologias e legislação com que a segurança alimentar é confrontada na atualidade, numa

Leia mais

O PAPEL ESTRATÉGICO DA AGRICULTURA BIOLÓGICA Jaime Ferreira Lisboa, 19 Abril 2013

O PAPEL ESTRATÉGICO DA AGRICULTURA BIOLÓGICA Jaime Ferreira Lisboa, 19 Abril 2013 O PAPEL ESTRATÉGICO DA AGRICULTURA BIOLÓGICA Jaime Ferreira Lisboa, 19 Abril 2013 1. Situação de referência A agricultura é produção de alimentos Contribuir para a preservação da biodiversidade e recursos

Leia mais

VENDA RESPONSÁVEL DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS DE USO PROFISSIONAL

VENDA RESPONSÁVEL DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS DE USO PROFISSIONAL Seminário Uso Sustentável de Produtos Fitofarmacêuticos VENDA RESPONSÁVEL DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS DE USO PROFISSIONAL Maria Paula Mourão DGAV Direção de Serviços de Meios de Defesa Sanitária SITUAÇÃO

Leia mais

Mestrado Engenharia Electrotécnica e de Computadores

Mestrado Engenharia Electrotécnica e de Computadores Mestrado Engenharia Electrotécnica e de Computadores Área de Especialização em Energias Renováveis e Sistemas de Potência Edição 2007/2008 Enquadramento Especialização de Energias Renováveis e Sistemas

Leia mais

Instituto Politécnico de Bragança Relatório de concretização do Processo de Bolonha: indicadores de progresso

Instituto Politécnico de Bragança Relatório de concretização do Processo de Bolonha: indicadores de progresso Instituto Politécnico de Bragança Relatório de concretização do Processo de Bolonha: indicadores de progresso Relatórios #1 - #4, 2008-2011 1979 Criação do sistema de Ensino Superior Politécnico em Portugal

Leia mais

Mestrado em Agro-Pecuária Ref.ª: FICHA DA UNIDADE CURRICULAR. Ano letivo: 2014/15 PRODUÇÃO SUSTENTÁVEL. 1. Caracterização

Mestrado em Agro-Pecuária Ref.ª: FICHA DA UNIDADE CURRICULAR. Ano letivo: 2014/15 PRODUÇÃO SUSTENTÁVEL. 1. Caracterização Mestrado em Agro-Pecuária Ref.ª: 5512003 Ano letivo: 2014/15 FICHA DA UNIDADE CURRICULAR PRODUÇÃO SUSTENTÁVEL 1. Caracterização 1.1 - Área científica: 62 - Agricultura, Silvicultura e Pescas 1.2 - Tipo

Leia mais

Apresentação de Angola na XII Reunião dos Ministros do Trabalho e dos Assuntos Sociais Os Desafios na Protecção Social para alcançar a Segurança

Apresentação de Angola na XII Reunião dos Ministros do Trabalho e dos Assuntos Sociais Os Desafios na Protecção Social para alcançar a Segurança Apresentação de Angola na XII Reunião dos Ministros do Trabalho e dos Assuntos Sociais Os Desafios na Protecção Social para alcançar a Segurança Alimentar e Nutricional Maputo, 25 de Abril de 2013 Constituição

Leia mais

A aplicação de produtos fitofarmacêuticos no contexto da Diretiva do Uso Sustentável

A aplicação de produtos fitofarmacêuticos no contexto da Diretiva do Uso Sustentável A aplicação de produtos fitofarmacêuticos no contexto da Diretiva do Uso Sustentável Paula Mourão Workshop proteção das culturas, aplicação de produtos fitofarmacêuticos e inspeção de pulverizadores, Nelas,

Leia mais

Testes de Diagnóstico

Testes de Diagnóstico INOVAÇÃO E TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO AGRÍCOLA agrinov.ajap.pt Coordenação Técnica: Associação dos Jovens Agricultores de Portugal Coordenação Científica: Miguel de Castro Neto Instituto Superior de Estatística

Leia mais

CURSO DE DISTRIBUIÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E APLICAÇÃO DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS

CURSO DE DISTRIBUIÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E APLICAÇÃO DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS CURSO DE DISTRIBUIÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E APLICAÇÃO DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS MODULO - II.2 Sistemas regulamentares dos Produtos Fitofarmacêutico Fevereiro 2015 1. Homologação dos Produtos Fitofarmacêuticos

Leia mais

Dia de Campo sobre Olival Tradicional

Dia de Campo sobre Olival Tradicional Dia de Campo sobre Olival Tradicional Vila Verde de Ficalho, 23 de setembro de 2014 José Francisco Ferragolo da Veiga jfveiga@drapal.min-agricultura.pt DRAP Alentejo Direção Regional de Agricultura e Pescas

Leia mais

FICHA DE REGISTO DE FAQ S DE ATENDIMENTO

FICHA DE REGISTO DE FAQ S DE ATENDIMENTO FICHA DE REGISTO DE FAQ S DE ATENDIMENTO U. Orgânica (s): DSMDS - DGAPF TEMA: COMERCIALIZAÇÃO E APLICAÇÃO DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS SUB-TEMA: HABILITAÇÃO DE TÉCNICOS RESPONSÁVEIS QUESTÃO: P10. Como

Leia mais

PROJETO ECO XXI Ação de Formação 14/02/2012 AGRICULTURA E DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL

PROJETO ECO XXI Ação de Formação 14/02/2012 AGRICULTURA E DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL PROJETO ECO XXI Ação de Formação 14/02/2012 INDICADOR 20 AGRICULTURA E DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL Indicador 20 Agricultura e Desenvolvimento Rural Sustentável Pontuação Total máxima 3,5 pontos (Válido

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA (ESAS)

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA (ESAS) INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA (ESAS) Informação sobre os Cursos de Especialização Tecnológica (CET) O Curso de Especialização Tecnológica (CET) é uma formação pós-secundária

Leia mais

FACULDADE DE AGRONOMIA. MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE AGRONOMIA (Adequada conforme as exigências da Resolução CNE/CES n. 1, de 2 de fevereiro de 2006)

FACULDADE DE AGRONOMIA. MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE AGRONOMIA (Adequada conforme as exigências da Resolução CNE/CES n. 1, de 2 de fevereiro de 2006) FACULDADE DE AGRONOMIA MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE AGRONOMIA (Adequada conforme as exigências da Resolução CNE/CES n. 1, de 2 de fevereiro de 2006) PRIMEIRO PERÍODO NDC113 Biologia Celular 72 60 - AGR151

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS PROGRAMA DA ACÇÃO

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS PROGRAMA DA ACÇÃO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS PROGRAMA DA ACÇÃO Entidade Acção Protecção Integrada em aveleira Nº OBJECTIVO GERAL Qualificar os técnicos com competências teóricas e práticas,

Leia mais

ANEXO I EDITAL PRORH Nº 006/2017 SETOR DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS

ANEXO I EDITAL PRORH Nº 006/2017 SETOR DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS ANEXO I EDITAL PRORH Nº 006/2017 SETOR DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS Departamento de Física Estágio Curricular Supervisionado em Ensino de Física Licenciatura em Física e Mestrado em Educação, ou em Ensino

Leia mais

Medida de apoio à inovação

Medida de apoio à inovação Medida de apoio à inovação Programa de Desenvolvimento Rural 2014-2020 Maria Pedro Silva Organização: Apoio Institucional: Grupos Crescimento Valor Acrescentado Rentabilidade Económica Inovação Capacitação

Leia mais

O projecto Biorrefina-Ter: território, floresta e desenvolvimento regional sustentável

O projecto Biorrefina-Ter: território, floresta e desenvolvimento regional sustentável O projecto Biorrefina-Ter: território, floresta e desenvolvimento regional sustentável João Nunes1,2; Paulo Serra e Silva2; Helena Freitas1,2 1 2 Universidade de Coimbra Associação Blc.Ceres.2G Plataforma

Leia mais

ASSEMBLE1A LEGISLATIVA DA REGIA0 AUTONOMA DOS ACORES ARQUIVO

ASSEMBLE1A LEGISLATIVA DA REGIA0 AUTONOMA DOS ACORES ARQUIVO C8VRE4Zi\JI PRESIDP.NCit, 00 CONSFI.NO DE MINISTRO,, Em cumprimento do disposto no n." 1 do artigo 80." do Estatuto Politico-Administrativo - da Rcgiao AutOnoma dos Acores solicita-se a erniss.5o de pareccr,

Leia mais

PECUÁRIA BIOLÓGICA. (Reg. 2082/91, modificado)

PECUÁRIA BIOLÓGICA. (Reg. 2082/91, modificado) PECUÁRIA BIOLÓGICA (Reg. 2082/91, modificado) SATIVA Controlo e Certificação de Produtos Av. Visconde de Valmor, 11, 3º. 1000-289 Lisboa sativa@sativa.pt www.sativa.pt Introdução consumidores - preocupações

Leia mais

PROGRAMA DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO

PROGRAMA DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO PROGRAMA DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO A preencher pela entidade formadora Entidade Acção Produção Integrada Animal Nº Local Duração 211 horas Data a Laboral Pós-Laboral Misto Formação-acção Formação à distância

Leia mais

Regulamento Geral de Exames

Regulamento Geral de Exames Versão: 01 Data: 14/07/2009 Elaborado: Verificado: Aprovado: RG-PR12-07 Vice-Presidente do IPB Presidentes dos Conselhos Científicos das Escolas do IPB GPGQ Vice-Presidente do IPB Presidentes dos Conselhos

Leia mais

MESTRADO EM AGRICULTURA BIOLÓGICA Edição

MESTRADO EM AGRICULTURA BIOLÓGICA Edição INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA EDITAL (EDIÇÃO 2016-2018) Nos termos do Decreto-Lei nº42/2005, de 22 de fevereiro e do Decreto-Lei nº74/2006, de 24 de março, com as alterações que lhes foram introduzidas

Leia mais

Escola Técnica Estadual Professora Helcy Moreira Martins Aguiar. Cafelândia

Escola Técnica Estadual Professora Helcy Moreira Martins Aguiar. Cafelândia Escola Técnica Estadual Professora Helcy Moreira Martins Aguiar - Cafelândia AVISO DE ABERTURA DE INSCRIÇÕES AO PROCESSO SELETIVO DE DOCENTES, OBJETIVANDO A FORMAÇÃO DE CADASTRO PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA

Leia mais

Energias Renováveis:

Energias Renováveis: Energias Renováveis: o contributo da Investigação e Desenvolvimento. António Joyce Departamento de Energias Renováveis INETI - Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação Estrada do Paço do

Leia mais

O ENSINO DE ENFERMAGEM EM PORTUGAL

O ENSINO DE ENFERMAGEM EM PORTUGAL O ENSINO DE ENFERMAGEM EM PORTUGAL Missão na Universidade de Cabo Verde Praia, 9 de Abril de 2008 Maria da Conceição Bento Até 1988 Curso de Enfermagem Geral Habilitavam: Prática Clínica de Cuidados de

Leia mais

A área disciplinar de Ciências Agrárias inclui as seguintes áreas científicas e unidades curriculares: Área Disciplinar: Ciências Agrárias

A área disciplinar de Ciências Agrárias inclui as seguintes áreas científicas e unidades curriculares: Área Disciplinar: Ciências Agrárias A área disciplinar de Ciências Agrárias inclui as seguintes áreas científicas e unidades curriculares: Áreas Científicas Actividades Agrárias Agricultura, Silvicultura e Pescas Fitotecnia Geral Biologia

Leia mais

CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO E AMBIENTE PLANO DE ESTUDOS

CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO E AMBIENTE PLANO DE ESTUDOS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO E AMBIENTE PLANO DE ESTUDOS Componentes de Formação Componente de Formação Sociocultural Português (b) Língua Estrangeira I ou II (c) Área

Leia mais

MITIGAÇÃO DAS MC EM MOÇAMBIQUE. Telma Manjta MICOA

MITIGAÇÃO DAS MC EM MOÇAMBIQUE. Telma Manjta MICOA MITIGAÇÃO DAS MC EM MOÇAMBIQUE Telma Manjta MICOA Conteúdo da Apresentação Enquadramento da mitigação dos GEE em Moçambique Prioridades de Mitigação identificadas na ENAMMC Emissões GEE em Moçambique Oportunidades

Leia mais

CONTRATAÇÃO DE ESCOLA 2016/2017. Ata n.º 1/

CONTRATAÇÃO DE ESCOLA 2016/2017. Ata n.º 1/ Ata n.º 1/20162017 Aos dois dias do mês de setembro, pelas dezassete horas, reuniu-se o júri dos concursos de contratação de escola. O presidente da reunião começou por referir a legislação a aplicar nos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FITOTECNIA

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FITOTECNIA UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FITOTECNIA COMPONENTES CURRÍCULARES Código Nome Nível de Ensino 1 FTC0001 AGROECOLOGIA STRICTO

Leia mais

Mestrado Segurança e Higiene no Trabalho Edição 2007/2008

Mestrado Segurança e Higiene no Trabalho Edição 2007/2008 Mestrado Segurança e Higiene no Trabalho Edição 2007/2008 Enquadramento e Objectivos O Mestrado em Segurança e Higiene no Trabalho é uma realização conjunta da Escola Superior de Tecnologia de Setúbal

Leia mais

Anexo IV Tabela das Áreas de Actividades

Anexo IV Tabela das Áreas de Actividades Actividades Relacionadas com o Património Cultural 101/801 Artes Plásticas e Visuais 102/802 Cinema e Audiovisual 103/803 Bibliotecas e Património Bibliográfico 104/804 Arquivos e Património Arquivistico

Leia mais

2. São igualmente fixados: Universidade do Minho, 5 de Setembro de O Reitor, A. Guimarães Rodrigues

2. São igualmente fixados: Universidade do Minho, 5 de Setembro de O Reitor, A. Guimarães Rodrigues Divisão Académica despacho RT/C-211/2006 A Resolução SU-3/06, de 13 de Março, aprovou a adequação do Curso de Licenciatura em Engenharia BIológica, agora designado por Mestrado em Engenharia Biológica.

Leia mais

PORTARIA N o 29 DE 21 DE SETEMBRO DE 2006 (publicada no DOU de 22/09/2006, seção I, página 105) ARIOSTO ANTUNES CULAU

PORTARIA N o 29 DE 21 DE SETEMBRO DE 2006 (publicada no DOU de 22/09/2006, seção I, página 105) ARIOSTO ANTUNES CULAU PORTARIA N o 29 DE 21 DE SETEMBRO DE 2006 (publicada no DOU de 22/09/2006, seção I, página 105) O SECRETÁRIO DE ORÇAMENTO FEDERAL, tendo em vista a autorização constante do art. 62, inciso III, da Lei

Leia mais

DIRETIVA DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

DIRETIVA DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DIRETIVA DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA PRIORIDADES PARA PORTUGAL João Bernardo, DGEG Workshop QUERCUS: Eficiência Energética Desafios e Oportunidades para Portugal 6/março/2015 Principais normativos de orientação

Leia mais

O Papel das Câmaras Municipais no Licenciamento das Explorações Leiteiras. O caso da Câmara Municipal da Trofa

O Papel das Câmaras Municipais no Licenciamento das Explorações Leiteiras. O caso da Câmara Municipal da Trofa O Papel das Câmaras Municipais no Licenciamento das Explorações Leiteiras O caso da Câmara Municipal da Trofa Diagnóstico das Explorações Bovinas no Concelho da Trofa Trofa - Representatividade das explorações

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. JOÃO V ESCOLA SECUNDÁRIA c/ 2º e 3º CICLOS D. JOÃO V

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. JOÃO V ESCOLA SECUNDÁRIA c/ 2º e 3º CICLOS D. JOÃO V Informações aos Encarregados de Educação do trabalho a realizar no: 5º Ano Ciências Naturais Ano Letivo 2015/2016 1. Aulas previstas: Aulas (*) 5º1ª 5º2ª 5º3ª 5º4ª 1º Período: 21 de Setembro - 17 de Dezembro

Leia mais

PRONAF - AGRICULTURA FAMILIAR ANO AGRÍCOLA 2015/2016

PRONAF - AGRICULTURA FAMILIAR ANO AGRÍCOLA 2015/2016 PRONAF - AGRICULTURA FAMILIAR ANO AGRÍCOLA 2015/2016 Linha Risco Beneficiários (1) Finalidade Limites (R$) Juros Prazo/Carência CUSTEIO Pronaf Custeio Grupo "A/C" (2) /FCO Assentados da Reforma Agrária

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec Etec: Professora Nair Luccas Ribeiro - Sala Descentralizada Ass. Santa Rosa Código: 156 Município: Teodoro Sampaio - SP Eixo Tecnológico: Recursos Naturais

Leia mais

Mestrado em Segurança Alimentar

Mestrado em Segurança Alimentar Mestrado em Segurança Alimentar Folheto 1. Organização 6. Coordenação 2. Admissão 7. Encargos 3. Candidaturas 8. Documentos para a candidatura 4. Funcionamento e Horário 9. Plano de estudos 5. Numerus

Leia mais

CONSULTORIA E FORMAÇÃO

CONSULTORIA E FORMAÇÃO VALOR QUE SE ACRESCENTA! CONSULTORIA E FORMAÇÃO 1. Apresentação A Consultactiva é uma empresa de consultoria e formação, sediada na zona de Torres Vedras, tendo sido fundada em 2009. De acordo com a especificidade

Leia mais

NCE/10/01956 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/10/01956 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/10/01956 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Instituto Politécnico Do Porto A.1.a.

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS PROGRAMA DA ACÇÃO

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS PROGRAMA DA ACÇÃO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS PROGRAMA DA ACÇÃO Entidade Acção Protecção Integrada em figueira Nº OBJECTIVO GERAL Qualificar os técnicos com competências teóricas e práticas,

Leia mais

AS PARCERIAS NO PROGRAMA ECO-ESCOLA

AS PARCERIAS NO PROGRAMA ECO-ESCOLA AS PARCERIAS NO PROGRAMA ECO-ESCOLA ESCOLA ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DO NORDESTE Lília Bergantim [1], Lúcia Carreiro [2] & Natália de Abreu [3] [1] lilia.bergantim@gmail.com [2] lucia_mr_carreiro@hotmail.com

Leia mais

Escola Secundária de Ponte de Lima Projecto de Estufa de Hidroponia

Escola Secundária de Ponte de Lima Projecto de Estufa de Hidroponia Introdução Centrado na problemática Ser criativo para, através de Projectos sustentáveis, melhorar, de forma directa ou indirecta, a qualidade de vida de comunidades locais carenciadas nasceu o nosso Projecto;

Leia mais

Engenharia Agronómica Ano Disciplina Ep. TE/DA Ep. F

Engenharia Agronómica Ano Disciplina Ep. TE/DA Ep. F Engenharia Agronómica Física 05/09 :00 G-S5/0 /09 :00 G-S5/0 Informática 06/09 4:00 G-S/0 /09 :00 G-S/0 Mesologia 08/09 08:0 G-S/0 9/09 4:00 G-S/0 Topografia e Cartografia 0/09 08:0 G-S/0 /09 4:00 G-S/0

Leia mais

Testemunhos da cooperação: os projetos do Espaço o Sudoeste Europeu (SUDOE)

Testemunhos da cooperação: os projetos do Espaço o Sudoeste Europeu (SUDOE) Testemunhos da cooperação: os projetos do Espaço o Sudoeste Europeu (SUDOE) Do SUDOE 2007-2013 à Estratégia 2020 Promoção da inovação e constituição de redes estáveis de cooperação em matéria tecnológica

Leia mais

PROJECTO ACES Diagramas casuais: perceber a relação entre serviços de ecossistemas e bem-estar rural. 5 de Agosto de 2015 Lichinga

PROJECTO ACES Diagramas casuais: perceber a relação entre serviços de ecossistemas e bem-estar rural. 5 de Agosto de 2015 Lichinga PROJECTO ACES Diagramas casuais: perceber a relação entre serviços de ecossistemas e bem-estar rural 5 de Agosto de 2015 Lichinga Introdução Acções para Melhorar o Bem Estar Rural e Ecossistema Florestal

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Matriz Curricular do Curso de Agronomia

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Matriz Curricular do Curso de Agronomia Matriz Curricular do Curso de Agronomia Total 240 120 360 24 2º Período Letivo: Componentes curriculares 1º Período Letivo: Componentes curriculares Prérequisito AGR 100 Biologia Celular Inexistente AGR

Leia mais

EMENTÁRIO. Ementa: Limites. Continuidades de Função. Derivadas. Aplicação de derivadas.

EMENTÁRIO. Ementa: Limites. Continuidades de Função. Derivadas. Aplicação de derivadas. EMENTÁRIO 1º SEMESTRE CALCULO I Limites. Continuidades de Função. Derivadas. Aplicação de derivadas. AGROINFORMÁTICA Conceitos básicos da informação. Organização de máquinas, Sistemas operacionais, Ambiente

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE AGRICULTURA BIOLÓGICA

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE AGRICULTURA BIOLÓGICA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE AGRICULTURA BIOLÓGICA Desde 1985 Pela Saúde da Terra e do Homem 7300 Associados de Norte a Sul do País Projeto financiado com o apoio da Comissão Europeia. A informação contida

Leia mais

II Congresso Nacional Groquifar

II Congresso Nacional Groquifar II Congresso Nacional Groquifar João Moncada Cordeiro Lisboa, 27 Outubro de 2016 Associação de Grossistas de Produtos Químicos e Farmacêuticos www.groquifar.pt quimica@groquifar.pt Associação de Empresas

Leia mais

Currículo do Curso de Agronomia

Currículo do Curso de Agronomia Currículo do Curso de Agronomia Engenheiro Agrônomo ATUAÇÃO Compete ao Engenheiro Agrônomo desempenhar as atividades profissionais previstas na Resolução nº 218, de 29.6.73, do CONFEA, e atuar nos seguintes

Leia mais

Universidade de Évora. Universidade do Algarve - Faculdade de Ciências e Tecnologia

Universidade de Évora. Universidade do Algarve - Faculdade de Ciências e Tecnologia Universidade de Évora Universidade do Algarve - Faculdade de Ciências e Tecnologia Edital Abertura do Programa de Doutoramento Ciências Agrárias e Ambientais Ano Letivo 2016/2017 1. O Curso é promovido

Leia mais

Azevedo, Jorge Miguel Meneses

Azevedo, Jorge Miguel Meneses Europass-Curriculum Vitae Informação pessoal Apelido (s) / Nome (s) próprio (s) Morada (s) Correio (s) electrónico (s) Rua 25 de Julho, 46, São Bartolomeu 9700 505 Angra do Heroísmo Ilha Terceira Açores

Leia mais

Direção de Serviços de Segurança Alimentar / DGAV

Direção de Serviços de Segurança Alimentar / DGAV Direção de Serviços de Segurança Alimentar / DGAV Assunto: COMERCIALIZAÇÃO DE REBENTOS Esclarecimento 11/2013 A presente nota de esclarecimento pretende elucidar os operadores de empresas do setor alimentar

Leia mais

Escola Secundária do Padrão da Légua (402412) Disciplina de Biologia do 12º ano de escolaridade

Escola Secundária do Padrão da Légua (402412) Disciplina de Biologia do 12º ano de escolaridade ÁREA DISCIPLINAR DE CTV Disciplina de Biologia do 12º ano de escolaridade Unidade 1 Reprodução Humana e Manipulação da Fertilidade Unidade 2 Património Genético Autoavaliação Unidade 2 Património Genético

Leia mais

2014 Plano de Formação

2014 Plano de Formação 2014 Plano de Formação Escola de Condução Alto Minho Lda. A Escola de Condução Alto Minho Lda. é neste momento uma empresa certificada pela DGERT de que muito se orgulha a sua direcção. No seguimento deste

Leia mais

Código do Procedimento Administrativo, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 4/2015, de 7 de janeiro (CPA)

Código do Procedimento Administrativo, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 4/2015, de 7 de janeiro (CPA) 1. OBJECTO A presente norma tem por objeto a definição dos procedimentos a adotar para a atribuição das prioridades de acordo com as regras da União Europeia no desenvolvimento rural e respetivos códigos

Leia mais

Estratégias integradas para o aumento da produtividade da amendoeira em Trás os Montes

Estratégias integradas para o aumento da produtividade da amendoeira em Trás os Montes Estratégias integradas para o aumento da produtividade da amendoeira em Trás os Montes Projecto em curso no âmbito da ação 1.1.1. do ProDeR (Cooperação para a Inovação) António Castro Ribeiro Ana Paula

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL DA FONSECA, SANTIAGO DO CACÉM GRUPO DISICPLINAR 520 PLANIFICAÇÃO

ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL DA FONSECA, SANTIAGO DO CACÉM GRUPO DISICPLINAR 520 PLANIFICAÇÃO ANO: 12º NÍVEL: Biologia ANO LECTIVO: 2008/2009 p.1/5 1º PERÍODO 45 UNIDADE 1 REPRODUÇÃO E MANIPULAÇÂO DA FERTILIDADE 1- REPRODUÇÃO HUMANA Gametogénese e fecundação Controlo Hormonal Desenvolvimento embrionário

Leia mais

Universidade do Minho Universidade do Porto- Faculdade de Ciências

Universidade do Minho Universidade do Porto- Faculdade de Ciências Universidade do Minho Universidade do Porto- Faculdade de Ciências PROPOSTA DE REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM Tecnologia, Ciência e Segurança Alimentar Artigo 1º Concessão

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES

PLANO DE ACTIVIDADES DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA ALIMENTAR, BIOTECNOLOGIA E NUTRIÇÃO 1. Introdução PLANO DE ACTIVIDADES 2010 2012 Ao abrigo dos Estatutos da Escola Superior Agrária de Santarém (ESAS) (DR N.º 125 (II Série)

Leia mais

Ciências Naturais 5º ano

Ciências Naturais 5º ano Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Escola E.B.,3 Dr. António Chora Barroso Ciências Naturais 5º ano Planificação a Longo Prazo 013/014 Planificação, finalidades e avaliação Grupo Disciplinar

Leia mais

Responsabilidades. Governo da Provincia de Sofala Actualização Direcção do Regulamento da LFFB ZONA NORTE. Conselho de Ministros. Beira, Maio de 2013

Responsabilidades. Governo da Provincia de Sofala Actualização Direcção do Regulamento da LFFB ZONA NORTE. Conselho de Ministros. Beira, Maio de 2013 Republica de Moçambique REPÚBBLICA DE MOÇAMBIQUE Governo da Provincia de Sofala Actualização Direcção do Regulamento da Proposta Provincial LFFB de Revisão de Agricultura do Regulamento Base Legal da da

Leia mais

Universidade de Évora Universidade de Aveiro. Universidade Nova de Lisboa - Faculdade de Ciências e Tecnologias

Universidade de Évora Universidade de Aveiro. Universidade Nova de Lisboa - Faculdade de Ciências e Tecnologias Universidade de Évora Universidade de Aveiro Universidade Nova de Lisboa - Faculdade de Ciências e Tecnologias Edital Abertura do Mestrado Gestão e Poĺıticas Ambientais Ano Letivo 2015/2016 1. O Curso

Leia mais

HISTÓRICO DE ATUAÇÃO E DEMANDAS TECNOLÓGICAS DO SETOR AGROPECUÁRIO DO DF

HISTÓRICO DE ATUAÇÃO E DEMANDAS TECNOLÓGICAS DO SETOR AGROPECUÁRIO DO DF HISTÓRICO DE ATUAÇÃO E DEMANDAS TECNOLÓGICAS DO SETOR AGROPECUÁRIO DO DF Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal SETEMBRO 2016 O QUE É A EMATER-DF? Empresa Pública, criada em

Leia mais

Artigo 1.º (Objetivo e âmbito) Artigo 2.º (Condições para requerer a inscrição)

Artigo 1.º (Objetivo e âmbito) Artigo 2.º (Condições para requerer a inscrição) REGULAMENTO DAS PROVAS DESTINADAS A AVALIAR A CAPACIDADE PARA A FREQUÊNCIA DO CURSO DE LICENCIATURA EM ENFERMAGEM DA ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM S. FRANCISCO DAS MISERICÓRDIAS, DOS TITULARES DE UM DIPLOMA

Leia mais

PDR Jovens Agricultores Investimentos na Exploração Agrícola

PDR Jovens Agricultores Investimentos na Exploração Agrícola PDR 2014-2020 Jovens Agricultores + 3.2 - Investimentos na Exploração Agrícola PSZ CONSULTING 2015 Índice Índice... 1 1 Prémio aos Jovens Agricultores... 2 1.1 Enquadramento... 2 1.2 Beneficiários... 2

Leia mais

Currículos dos Cursos do CCE UFV ENGENHARIA AMBIENTAL. COORDENADOR DO CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL José Carlos Bohnenberger

Currículos dos Cursos do CCE UFV ENGENHARIA AMBIENTAL. COORDENADOR DO CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL José Carlos Bohnenberger 132 ENGENHARIA AMBIENTAL COORDENADOR DO CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL José Carlos Bohnenberger bohnen@ufv.br UFV Catálogo de Graduação 2002 133 ATUAÇÃO O Engenheiro Ambiental deverá apresentar competência

Leia mais

CALENDÁRIO DE RECUPERAÇÃO º SEMESTRE (Dias: 15, 16 e 17 de julho de 2013) DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS

CALENDÁRIO DE RECUPERAÇÃO º SEMESTRE (Dias: 15, 16 e 17 de julho de 2013) DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS LCE008 Química Inorgânica e Analítica Prova 08:00 2h Sala 0 LCE020 Cálculo I Prova 6:00 2h Anfiteatro Pavilhão da Engenharia LES080 Introdução à Administração Prova 08:00 2h Sala 2 LES LFN022 Zoologia

Leia mais

GEOGRAFIA. COORDENADOR Eduardo José Pereira Maia

GEOGRAFIA. COORDENADOR Eduardo José Pereira Maia GEOGRAFIA COORDENADOR Eduardo José Pereira Maia eduardomaia@ufv.br 314 Currículos dos Cursos do CCH UFV Currículo do Curso de Geografia Bacharelado ATUAÇÃO O profissional de Geografia deve ter um perfil

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA MANUAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA ATIVIDADES COMPLEMENTARES MANUAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA Ribeirão Pires 2016 Missão da FIRP

Leia mais

Novo Modelo de Formação

Novo Modelo de Formação Novo Modelo de Formação Conhecimento Melhoria Aperfeiçoamento Fomentar e favorecer a aquisição de conhecimentos Melhoria da qualidade de intervenção dos treinadores Promover o aperfeiçoamento qualitativo

Leia mais

A República Portuguesa e a República Democrática de São Tomé e Príncipe:

A República Portuguesa e a República Democrática de São Tomé e Príncipe: Decreto n.º 12/93 Protocolo de Cooperação entre a República Portuguesa e a República Democrática de São Tomé e Príncipe Relativo à Instalação do Centro de Formação e de Investigação Jurídica e Judiciária

Leia mais

IPN inov Inovação e Transferência de Tecnologia para as PME

IPN inov Inovação e Transferência de Tecnologia para as PME IPN inov Inovação e Transferência de Tecnologia para as PME I Projecto O Projecto IPN inov Inovação e Transferência de Tecnologia para as PME foi concebido no âmbito do Programa INOVJOVEM. As expectativas

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS PROGRAMA DA ACÇÃO

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS PROGRAMA DA ACÇÃO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS PROGRAMA DA ACÇÃO Entidade Acção Protecção Integrada em amendoeira Nº OBJECTIVO GERAL Qualificar os técnicos com competências teóricas e

Leia mais

Programa da Qualidade Política Geral

Programa da Qualidade Política Geral O Hospital Pulido Valente definiu como MISSÂO: Programa da Qualidade Política Geral 1. O Hospital é o estabelecimento de referência para a população envolvente, para as especialidades de que dispõe, desenvolvendo

Leia mais

Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo

Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo DESDE 1990 O ISCET Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo é um estabelecimento de ensino superior politécnico, criado em 25 de

Leia mais

PORTARIA INTERMINISTERIAL MDA e MDS e MMA Nº 239 DE 21 DE JULHO DE 2009

PORTARIA INTERMINISTERIAL MDA e MDS e MMA Nº 239 DE 21 DE JULHO DE 2009 PORTARIA INTERMINISTERIAL MDA e MDS e MMA Nº 239 DE 21 DE JULHO DE 2009 Estabelece orientações para a implementação do Plano Nacional de Promoção das Cadeias de Produtos da Sociobiodiversidade, e dá outras

Leia mais

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO EIXO 4 Protecção e Valorização Ambiental PREVENÇÃO E GESTÃO DE RISCOS NATURAIS E TECNOLÓGICOS Acções Materiais Aviso nº: Centro-PRM-2011-04 Nos termos do Regulamento Específico

Leia mais

Oferta Formativa Ensino Secundário

Oferta Formativa Ensino Secundário Oferta Formativa 2012017 Ensino Secundário Que caminho seguir Cursos gerais Cursos profissionais INTERESSES APTIDÕES EMPREGABILIDDAE O teu futuro profissional começa agora Faz uma escolha ponderada e consciente

Leia mais

ADVERTÊNCIA. Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União. Ministério da Saúde Gabinete do Ministro

ADVERTÊNCIA. Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União. Ministério da Saúde Gabinete do Ministro ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 2.311, DE 23 DE OUTUBRO DE 2014 Altera a Portaria nº 2.866/GM/MS, de 2 de

Leia mais

Decreto Presidencial n.º 216/11, de 8 de Agosto

Decreto Presidencial n.º 216/11, de 8 de Agosto Decreto Presidencial n.º 216/11, de 8 de Agosto Página 1 de 10 Considerando que o acesso à terra é fundamental para o processo de reconstrução, construção e desenvolvimento económico e social do País e

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR /1º semestre. 1º período Carga horária Teórica Prática Total

ESTRUTURA CURRICULAR /1º semestre. 1º período Carga horária Teórica Prática Total MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM ZOOTECNIA ESTRUTURA CURRICULAR - 2002/1º semestre 1º período MAT019

Leia mais

Engenharia do Ambiente:

Engenharia do Ambiente: Porto, 21 de Março 2012 O ensino da Engenharia do Ambiente: A APOSTA CERTA Carlos Borrego A Engenharia do Ambiente - Que Futuro? o Ensino a Engenharia o Ambiente Ensino Mudança do paradigma transmissão

Leia mais

ORIENTAÇÕES DE POLÍTICA SOBRE BIODIVERSIDADE RELEVANTES PARA A AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA

ORIENTAÇÕES DE POLÍTICA SOBRE BIODIVERSIDADE RELEVANTES PARA A AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA ORIENTAÇÕES DE POLÍTICA SOBRE BIODIVERSIDADE RELEVANTES PARA A AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA Instituto Superior Técnico, 01 de Abril de 2011 Cátia Eira Engenheira do Ambiente (MSc) catia.eira@ist.utl.pt

Leia mais

FLO032 - Gênese, Física e Classificação do Solo- 75 h ZOO042 Metodologia Científica xxx

FLO032 - Gênese, Física e Classificação do Solo- 75 h ZOO042 Metodologia Científica xxx MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA Estrutura Curricular - vigência a partir de 2008 (Alteração

Leia mais