Ataques DoS e DDoS. Alessandro Santos Germer Rafael Ambiel Faccioli Roberto Röseling Badô. 1. Introdução

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Ataques DoS e DDoS. Alessandro Santos Germer Rafael Ambiel Faccioli Roberto Röseling Badô. 1. Introdução"

Transcrição

1 Ataques DoS e DDoS Alessandro Santos Germer Rafael Ambiel Faccioli Roberto Röseling Badô 1. Introdução DoS - Denial of Service DDoS - Distributed Denial of Service Falhas no protocolo TCP/IP Ataques desde 1996 Ataques Dos/DDos 2 1

2 Destaques Organização Ferramentas Conexões de larga Dificuldade de evitar esse tipo de ataque Ataques Dos/DDos 3 Algumas vítimas Empresas com vários servidores distribuídos Ataques Dos/DDos 4 2

3 Objetivo Impedir que um serviço responda adequadamente a solicitações legítimas de usuários Ataques Dos/DDos 5 Problemas Lojas Virtuais Publicidade Prestígio Migração de usuários Aumento da gravidade por usuários Ataques Dos/DDos 6 3

4 2. Funcionamento e Metodologia Técnica principal: Sobrecarregar o(s) computador(es) que provê(m) o serviço, das seguintes formas: - Sobrecarregar link - Sobrecarregar processamento - Sobrecarregar memória Ataques Dos/DDos 7 Ataques DoS Seleção da(s) vítima(s) Descobrir a(s) máquina(s) que fornece(m) o serviço que deseja negar Monitorar, Analisar vulnerabilidades Portas que respondem Versão do S.O. e Softwares Ataques Dos/DDos 8 4

5 Estratégia para sobrecarregar Solicitações adequadas Exemplo: Máquina que disponibiliza serviço Web, não necessariamente deve ser atacada somente com solicitações HTTP, pode ser ICMS, PING, ECHO, etc Métodos definidos pelo atacante Tempo de processamento (1ms, 10 ms...) Utilização de memória Solicitação que dependa de outros serviços (banco de dados offsite) Ataques Dos/DDos 9 Falsificação do Endereço (IP Spoofing) Quem faz o ataque não quer ser inundado também Falha protocolo TCP/IP Endereço fonte do pacote é alterado para um endereço qualquer Ataques Dos/DDos 10 5

6 Ataque Atacante sobrecarrega a máquina de solicitações Máquina(s) atacada(s): Ignorar novas solicitações Rejeitar ativamente novas solicitações Usuários legítimos tem acesso ao serviço Negação de Serviço (DoS) Ataques Dos/DDos 11 Ataque (representação) Atacante Legenda: Solicitações Respostas Vítima Ataques Dos/DDos 12 6

7 Links redundante Soluções Replicação de Servidores (S.D.) Utilização de máquinas de alto desempenho Ataques Dos/DDos 13 Conclusão Ataque não acompanhou a escala dos servidores. Então ganhou uma nova versão. (Distributed DoS) Ataques Dos/DDos 14 7

8 DDoS ( A Evolução ) Em vez de um computador realizar o ataque, vários são utilizados Para saturar a conexão Para conseguir atacar vários servidores (caso haja mais de um) Ataques Dos/DDos 15 1 Passo: Recrutamento Busca de máquinas com vulnerabilidades conhecidas e não corrigidas Instalar agente de ataque Informa status da máquina infectada Comunicação IRC ou troca de mensagem instantânea Ataques Dos/DDos 16 8

9 Recrutamento ( personagens ) Mestre Pouco monitorada Bom desempenho Conexão mais veloz que a média Agente Controlado por um mestre Ataques Dos/DDos 17 Ataque Atacante indica o momento do ataque aos mestres Mestres informam para os Agentes que devem atacar a máquina alvo Observação: Muitas vezes os usuários das máquinas Mestres e Agentes nem percebem sua utilização durante o ataque Pode durar desde minutos até semanas Ataques Dos/DDos 18 9

10 Ataque (Representação) Ataques Dos/DDos Principais Ferramentas Técnicas Smurf ICMP Echo broadcast Endereço fonte da vítima Satura link ou capacidade de processamento Fraggle Smurf UDP Echo Ataques Dos/DDos 20 10

11 Junho de 1999 Trin00 Processos Mestres e Agentes podem ser executados sem privilégio de root UDP flood Controle Conexão TCP:27665 Senha (em geral betaalmostdone ) Ataques Dos/DDos 21 Comunicação de Mestre a Agente Conexão UPD:27444 ou TCP:1524 Senha (padrão l44adsl ) Lista de Agentes disponíveis Nome do processo normalmente: master.c Comunicação de Agente e Mestre Conexão UDP:31335 Quando on-line, mensagem *HELLO* para o seu Mestre Nome do processo normalmente: ns, http, rpc.trinoo, rpc.listen, trinix Ataques Dos/DDos 22 11

12 TNF Trible Flood Network Agosto de 1999 Processos Mestres e Agentes devem ser executados com privilégios de root UDP flood SYN flood ICMP flood Smurf/Fraggle Mais de uma vítima se desejado Ataques Dos/DDos 23 Controle dos Mestres Linha de comando Qualquer método de conexão (telnet, rsh, etc) Sem senha Uso de criptografia Blowfish (manter dados ocultos) Nome do processo mestre normalmente: master.c Nome do processo agente normalmente: td Comunicação através de ICMP Echo Reply Não há qualquer comunicação através de UDP ou TCP Ataques Dos/DDos 24 12

13 STACHELDRAHT Encontrado logo depois do TNF (Setembro 1999) Processos Master e Agente podem ser executados sem privilégio de root Baseado no código do TNF Funcionalidades do TRIN00 Conexão com os Mestres, telnet criptografado Comunicação entre Mestre e Agente ICMP Echo Reply TCP:65000 também Nome do processo mestre normalmente: tribe.c Nome do processo agente normalmente: td Ataques Dos/DDos 25 TNF2K - Tribe Flood Network 2000 Dezembro de 1999 Evolução da ferramenta TFN Agente pode alternar aleatoriamente entre os métodos de ataque Comunicação entre atacante e mestre através de TCP, UDP ou ICMS Aplicativo não recebe mais reconhecimentos de seus comandos (ACKs) Envia 20 vezes cada comando, acreditando que pelo menos um vai ser processado Master pode forjar os endereços de origem ao enviar solicitações para os agentes Ataques Dos/DDos 26 13

14 4. Casos Reais 1997, primeiro ataque Smurf que se tem notícias Configurando rede é possível se precaver Então surgiram os ataques DoS atacantes precisavam de uma banda bem maior que a vítima, utilizando conexões de universidades. 1998, variação das velocidades das conexões não já não eram tão discrepantes Escravizavam outras máquinas para que a soma de banda dessas fossem maior que a da vítima Ataques Dos/DDos , começaram a utilizar worms Aumentar velocidade e praticidade de obter Mestres e Agentes 2000, ataques marcantes ebay Yahoo Amazon CNN FBI, em fevereiro chegou a ficar 3 horas fora do ar Ataques Dos/DDos 28 14

15 Janeiro de 2001 register.com foi vítima de um ataque mais específico Enviaram pacotes com a identidade da vítima a vários servidores DNS Durou cerca de uma semana Solução, desligar o serviço de resolução de nomes Ataques Dos/DDos 29 Microsoft Vítima que perdeu 98% de seus recursos 2002 um ataque tentou derrubar todos os 13 servidores raiz de DNS com um ataque DDoS Derrubou apenas 9 O que impediu: Foi um ataque de curta duração Robustez dos servidores Ataques Dos/DDos 30 15

16 A partir de 2003, ataques com finalidades: Serviços anti-spam Políticas Exemplo: Iraque ao mostrar soldados americanos capturados Financeiras Ataques Dos/DDos 31 Ataques Recentes Ataques Dos/DDos 32 16

17 Ataques Recentes Ataques Dos/DDos Experimento Exemplo Ataques Dos/DDos 34 17

18 6. Conclusões e Considerações Finais Ataques DDoS não são novos, mas ainda perturbam o mundo tudo Falhas em SOs e programas estão longe de deixar de existir Mesmo que estejamos sempre atualizados, existe redes que não estão A internet está cada vez mais presente entre leigos Computadores de grande potencial Velocidade de conexão está sempre crescendo Falta de SEGURANÇA Ataques Dos/DDos 35??? Dúvidas Ataques Dos/DDos 36 18

Estudos de Casos de Testes de Indisponibilidade. Davidson R. Boccardo

Estudos de Casos de Testes de Indisponibilidade. Davidson R. Boccardo Estudos de Casos de Testes de Indisponibilidade Davidson R. Boccardo Ataques de Negação de Serviço Denial of Service (DoS): ataque bem conhecido desde o início dos anos 2000 Efeito: degeneração ou indisponibilidade

Leia mais

ATAQUES DoS, DDoS, Smurf e Ping of Death. Alunos: Clauzio Cristiano Perpétuo Cleber Franco Madureira Hugo Azevedo de Jesus

ATAQUES DoS, DDoS, Smurf e Ping of Death. Alunos: Clauzio Cristiano Perpétuo Cleber Franco Madureira Hugo Azevedo de Jesus ATAQUES DoS, DDoS, Smurf e Ping of Death Alunos: Clauzio Cristiano Perpétuo Cleber Franco Madureira Hugo Azevedo de Jesus SUMÁRIO Introdução; ICMP, Ping of Death e Smurf; TCP, DoS e DDoS; Implementação;

Leia mais

Máster: Máquina que recebe os parâmetros para o ataque e comanda os zumbis. Agente: Máquina que concretiza o ataque DoS contra uma ou mais vítimas.

Máster: Máquina que recebe os parâmetros para o ataque e comanda os zumbis. Agente: Máquina que concretiza o ataque DoS contra uma ou mais vítimas. O que é DoS e DDoS Na Internet a comunicação é feita através de fluxo de pacotes de dados. Mas o que acontece quando uma máquina emissora envia mais dados do que a maquina destino consegue lidar? A máquina

Leia mais

www.projetoderedes.com.br Gestão da Segurança da Informação Professor: Maurício AULA 04 Tipos de Ataques

www.projetoderedes.com.br Gestão da Segurança da Informação Professor: Maurício AULA 04 Tipos de Ataques Ataque de Dicionário www.projetoderedes.com.br Trata-se de um ataque baseado em senhas que consiste na cifragem das palavras de um dicionário e posterior comparação com os arquivos de senhas de usuários.

Leia mais

Negação de Serviço, Negação de Serviço Distribuída e Botnets

Negação de Serviço, Negação de Serviço Distribuída e Botnets Negação de Serviço, Negação de Serviço Distribuída e Botnets Gabriel Augusto Amim Sab, Rafael Cardoso Ferreira e Rafael Gonsalves Rozendo Engenharia de Computação e Informação - UFRJ EEL878 Redes de Computadores

Leia mais

Ataques para obtenção de informações

Ataques para obtenção de informações Ataques para obtenção de informações Técnicas: Dumpster diving ou Trashing Engenharia Social Eavesdropping ou Packet Sniffing Scanning War dialing Firewalking Ataques para obtenção de informações Dumpster

Leia mais

Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com /

Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com / Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com / andre.belini@ifsp.edu.br MATÉRIA: SEG Aula N : 06 Tema: Ataques de Negação

Leia mais

Campus Capivari Técnico em Manutenção e Suporte em Informática Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com /

Campus Capivari Técnico em Manutenção e Suporte em Informática Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com / Campus Capivari Técnico em Manutenção e Suporte em Informática Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com / andre.belini@ifsp.edu.br MATÉRIA: SEGURANÇA EM REDES Aula N : 04 Tema:

Leia mais

Ataques e Intrusões. Invasões Trashing e Engenharia Social. Classificação de Hackers

Ataques e Intrusões. Invasões Trashing e Engenharia Social. Classificação de Hackers Ataques e Intrusões Professor André Cardia andre@andrecardia.pro.br msn: andre.cardia@gmail.com Ataques e Intrusões O termo genérico para quem realiza um ataque é Hacker. Essa generalização, tem, porém,

Leia mais

3 Ataques e Intrusões

3 Ataques e Intrusões 3 Ataques e Intrusões Para se avaliar a eficácia e precisão de um sistema de detecção de intrusões é necessário testá-lo contra uma ampla amostra de ataques e intrusões reais. Parte integrante do projeto

Leia mais

SEG. EM SISTEMAS E REDES. 03. Vulnerabilidades em redes. Prof. Ulisses Cotta Cavalca

SEG. EM SISTEMAS E REDES. 03. Vulnerabilidades em redes. Prof. Ulisses Cotta Cavalca <ulisses.cotta@gmail.com> SEG. EM SISTEMAS E REDES 03. Vulnerabilidades em redes Prof. Ulisses Cotta Cavalca Belo Horizonte/MG 2015 SUMÁRIO 1) Vulnerabilidades em redes 2) Dicionário de vulnerabilidades

Leia mais

DoS: Negação de Serviço e formas de defesa

DoS: Negação de Serviço e formas de defesa DoS: Negação de Serviço e formas de defesa Viva o Linux Day RJ http://volcon.org/volday1/ Elgio Schlemer Ulbra Gravataí http://gravatai.ulbra.tche.br/~elgio 06 de Março de 2010 Introdução Problemas de

Leia mais

Auditoria e Segurança de Sistemas Segurança de Redes de Computadores Adriano J. Holanda

Auditoria e Segurança de Sistemas Segurança de Redes de Computadores Adriano J. Holanda Auditoria e Segurança de Sistemas Segurança de Redes de Computadores Adriano J. Holanda Segurança na rede Segurança na rede refere-se a qualquer atividade planejada para proteger sua rede. Especificamente

Leia mais

Segurança e Vulnerabilidades de Redes

Segurança e Vulnerabilidades de Redes Faculdade de Engenharia de Computação Centro de Ciências Exatas, Ambientais e de Tecnologias Pontifícia Universidade Católica de Campinas Segurança e Vulnerabilidades de Redes Tópicos Especiais em Redes

Leia mais

Segurança na Web. André Tavares da Silva. andre.silva@udesc.br

Segurança na Web. André Tavares da Silva. andre.silva@udesc.br Segurança na Web André Tavares da Silva andre.silva@udesc.br Propósito da Segurança A segurança não é usada simplesmente para proteger contra ataques diretos mas é essencial para estabelecer credibilidade/confiança

Leia mais

RELATÓRIO SOBRE AS TENDÊNCIAS DO ATAQUE DISTRIBUÍDO DE NEGAÇÃO DE SERVIÇO DA VERISIGN 3A EDIÇÃO 3O TRIMESTRE DE 2014

RELATÓRIO SOBRE AS TENDÊNCIAS DO ATAQUE DISTRIBUÍDO DE NEGAÇÃO DE SERVIÇO DA VERISIGN 3A EDIÇÃO 3O TRIMESTRE DE 2014 RELATÓRIO SOBRE AS TENDÊNCIAS DO ATAQUE DISTRIBUÍDO DE NEGAÇÃO DE 3A EDIÇÃO 3O TRIMESTRE DE 2014 CONTEÚDO RESUMO EXECUTIVO 3 TENDÊNCIAS E ATAQUE DDoS OBSERVADAS PELA VERISIGN NO T3 DE 2014 4 Mitigações

Leia mais

Ameaças & Ataques. Fraqueza inerente de um elemento do sistema Brecha: ponto fraco ou falha que pode ser explorado

Ameaças & Ataques. Fraqueza inerente de um elemento do sistema Brecha: ponto fraco ou falha que pode ser explorado Vulnerabilidade Fraqueza inerente de um elemento do sistema Brecha: ponto fraco ou falha que pode ser explorado Ameaça Qualquer coisa que possa afetar ou atingir o funcionamento, operação, disponibilidade,

Leia mais

Políticas de Segurança de Sistemas

Políticas de Segurança de Sistemas Políticas de Segurança de Sistemas Profs. Hederson Velasco Ramos Henrique Jesus Quintino de Oliveira Estudo de Boletins de Segurança O que é um boletim de segurança? São notificações emitidas pelos fabricantes

Leia mais

Ameaças, riscos e vulnerabilidades. Prof. Anderson Maia. Objetivos. ameaças mais comuns na internet;

Ameaças, riscos e vulnerabilidades. Prof. Anderson Maia. Objetivos. ameaças mais comuns na internet; Ameaças, riscos e vulnerabilidades Prof. Anderson Maia Objetivos è compreender o funcionamento de algumas ameaças mais comuns na internet; è entender como tais ameaças podem ser exploradas por meio das

Leia mais

Segurança em Sistemas de Informação

Segurança em Sistemas de Informação Roteiro com a filtragem de pacotes; Configuração de um roteador de filtragem de pacotes; O que o roteador faz com os pacotes; Dicas para a filtragem de pacotes; Convenções para regras de filtragem de pacotes;

Leia mais

INTRODUÇÃO A SEGURANÇA EM REDES

INTRODUÇÃO A SEGURANÇA EM REDES INTRODUÇÃO A SEGURANÇA EM REDES Prof. Msc. Hélio Esperidião POR QUE SE PREOCUPAR COM A SEGURANÇA? Senhas, números de cartões de crédito Conta de acesso à internet Dados pessoais e comerciais Danificação

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores 8. Segurança de Rede DIN/CTC/UEM 2008 : o que é? Dispositivo que permite conectividade segura entre redes (interna e externa) com vários graus de confiabilidade Utilizado para implementar e impor as regras

Leia mais

Sistemas para Internet 06 Ataques na Internet

Sistemas para Internet 06 Ataques na Internet Sistemas para Internet 06 Ataques na Internet Uma visão geral dos ataques listados na Cartilha de Segurança para Internet do CGI Comitê Gestor da Internet Componente Curricular: Bases da Internet Professor:

Leia mais

Os riscos que rondam as organizações

Os riscos que rondam as organizações Os riscos que rondam as organizações Os potenciais atacantes O termo genérico para identificar quem realiza o ataque em um sistema computacional é hacker. Os hackers, por sua definição original, são aqueles

Leia mais

Segurança de Sistemas

Segurança de Sistemas Segurança de Sistemas SISINFO Profs. Hederson Velasco Ramos Henrique Jesus Quintino de Oliveira quintino@umc.br Spoofing Tampering Repudiation Information Disclosure Denial of Service Elevation of Privilege

Leia mais

MALWARE. Spyware. Seguem algumas funcionalidades implementadas em spywares, que podem ter relação com o uso legítimo ou malicioso:

MALWARE. Spyware. Seguem algumas funcionalidades implementadas em spywares, que podem ter relação com o uso legítimo ou malicioso: MALWARE Spyware É o termo utilizado para se referir a uma grande categoria de software que tem o objetivo de monitorar atividades de um sistema e enviar as informações coletadas para terceiros. Seguem

Leia mais

Capítulo 2: Introdução às redes comutadas (configuração switch)

Capítulo 2: Introdução às redes comutadas (configuração switch) Unisul Sistemas de Informação Redes de Computadores Capítulo 2: Introdução às redes comutadas (configuração switch) Roteamento e Switching Academia Local Cisco UNISUL Instrutora Ana Lúcia Rodrigues Wiggers

Leia mais

O processo de ataque em uma rede de computadores. Jacson R.C. Silva

O processo de ataque em uma rede de computadores. Jacson R.C. Silva <jacsonrcsilva@gmail.com> O processo de ataque em uma rede de computadores Jacson R.C. Silva Inicialmente, se conscientizando... É importante ter em mente os passos que correspondem a um ataque Porém,

Leia mais

Ataque Distribuído de Negação de Serviço por Reflexão Amplificada usando Simple Network Management Protocol

Ataque Distribuído de Negação de Serviço por Reflexão Amplificada usando Simple Network Management Protocol Ataque Distribuído de Negação de Serviço por Reflexão Amplificada usando Simple Network Management Protocol Tiago Fonseca João Gondim Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília Agenda

Leia mais

Senha Admin. Nessa tela, você poderá trocar a senha do administrador para obter acesso ao NSControl. Inicialização

Senha Admin. Nessa tela, você poderá trocar a senha do administrador para obter acesso ao NSControl. Inicialização Manual do Nscontrol Principal Senha Admin Nessa tela, você poderá trocar a senha do administrador para obter acesso ao NSControl. Inicialização Aqui, você poderá selecionar quais programas você quer que

Leia mais

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - Arquitetura da Internet: TCP/IP www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Introdução Toda a estrutura atual da Internet está fundamentada na suíte de protocolos

Leia mais

Projeto e Instalação de Servidores Estrutura da Internet e do TCP/IP

Projeto e Instalação de Servidores Estrutura da Internet e do TCP/IP Projeto e Instalação de Servidores Estrutura da Internet e do TCP/IP Prof.: Roberto Franciscatto TCP/IP, endereçamento e portas TCP/IP? Dois protocolos TCP = Transfer Control Protocol IP = Internet Protocol

Leia mais

Segurança de Sistemas

Segurança de Sistemas Segurança de Sistemas SISINFO Profs. Hederson Velasco Ramos Henrique Jesus Quintino de Oliveira quintino@umc.br Spoofing Tampering Repudiation Information Disclosure Denial of Service Elevation of Privilege

Leia mais

Faculdade de Tecnologia Senac Goiás Segurança da Informação. Guilherme Pereira Carvalho Neto. Portas e Serviços

Faculdade de Tecnologia Senac Goiás Segurança da Informação. Guilherme Pereira Carvalho Neto. Portas e Serviços Faculdade de Tecnologia Senac Goiás Segurança da Informação Guilherme Pereira Carvalho Neto Portas e Serviços Goiânia 2015 Relatório de portas e serviços na rede Relatório produzido com base em dados colhidos

Leia mais

Redes. Pablo Rodriguez de Almeida Gross

Redes. Pablo Rodriguez de Almeida Gross Redes Pablo Rodriguez de Almeida Gross Conceitos A seguir serão vistos conceitos básicos relacionados a redes de computadores. O que é uma rede? Uma rede é um conjunto de computadores interligados permitindo

Leia mais

3 SERVIÇOS IP. 3.1 Serviços IP e alguns aspectos de segurança

3 SERVIÇOS IP. 3.1 Serviços IP e alguns aspectos de segurança 3 SERVIÇOS IP 3.1 Serviços IP e alguns aspectos de segurança Os serviços IP's são suscetíveis a uma variedade de possíveis ataques, desde ataques passivos (como espionagem) até ataques ativos (como a impossibilidade

Leia mais

Fundamentos de Segurança de Redes. Prof. Fred Sauer, D.Sc. Elaborado por Túlio Alvarez Aula 2 Tipos de Ataques

Fundamentos de Segurança de Redes. Prof. Fred Sauer, D.Sc. Elaborado por Túlio Alvarez Aula 2 Tipos de Ataques Fundamentos de Segurança de Redes Prof. Fred Sauer, D.Sc. Elaborado por Túlio Alvarez Aula 2 Tipos de Ataques 1 Aula 2 - Tipos de Ataques 2 Sniffers Fraudes com uso do EMAIL Phishing SPAM Varredura de

Leia mais

DoS: Negação de Serviço e formas de defesa

DoS: Negação de Serviço e formas de defesa DoS: Negação de Serviço e formas de defesa TchêLinux Ulbra Gravataí http://tchelinux.org/gravatai Elgio Schlemer Ulbra Gravatai http://gravatai.ulbra.tche.br/~elgio 31 de Maio de 2008 Introdução Problemas

Leia mais

6 PLANEJAMENTO DE SI 6.1 Planejamento de Segurança da Informação O planejamento em S.I é algo crucial para que haja o bom funcionamento de uma

6 PLANEJAMENTO DE SI 6.1 Planejamento de Segurança da Informação O planejamento em S.I é algo crucial para que haja o bom funcionamento de uma 6 PLANEJAMENTO DE SI 6.1 Planejamento de Segurança da Informação O planejamento em S.I é algo crucial para que haja o bom funcionamento de uma empresa. Diferente do senso comum o planejamento não se limita

Leia mais

Professor(es): Fernando Pirkel. Descrição da(s) atividade(s):

Professor(es): Fernando Pirkel. Descrição da(s) atividade(s): Professor(es): Fernando Pirkel Descrição da(s) atividade(s): Definir as tecnologias de redes necessárias e adequadas para conexão e compartilhamento dos dados que fazem parte da automatização dos procedimentos

Leia mais

Sistemas de Detecção de Intrusão

Sistemas de Detecção de Intrusão Sistemas de Detecção de Intrusão Características Funciona como um alarme. Detecção com base em algum tipo de conhecimento: Assinaturas de ataques. Aprendizado de uma rede neural. Detecção com base em comportamento

Leia mais

VULNERABILIDADES E POSSIBILIDADES DE ATAQUE

VULNERABILIDADES E POSSIBILIDADES DE ATAQUE VULNERABILIDADES E POSSIBILIDADES DE ATAQUE emilio@securitybase.net emilio.nakamura@opencs.com.br O quê? Aquele site foi atacado? Ataques de hackers cada vez mais sofisticados resultam em impactos cada

Leia mais

TECNOLOGIA WEB INTERNET PROTOCOLOS

TECNOLOGIA WEB INTERNET PROTOCOLOS INTERNET PROTOCOLOS 1 INTERNET Rede mundial de computadores. Também conhecida por Nuvem ou Teia. Uma rede que permite a comunicação de redes distintas entre os computadores conectados. Rede WAN Sistema

Leia mais

Segurança a da Informação Aula 06. Aula 06

Segurança a da Informação Aula 06. Aula 06 Segurança a da Informação 26/9/2004 Prof. Rossoni, Farias 1 Em Segurança a da Informação, o que vem a ser: Cracking de Senhas IP Spoofing Denial of Service Sniffer Trojan Engenharia Social Consolidação

Leia mais

Usando o Nmap. A instalação do Nmap é bem simples. Após obter o código fonte execute os comandos abaixo: tar xjvpf nmap-3.48.tar.bz2 cd nmap-3.

Usando o Nmap. A instalação do Nmap é bem simples. Após obter o código fonte execute os comandos abaixo: tar xjvpf nmap-3.48.tar.bz2 cd nmap-3. Usando o Nmap Este artigo irá explicar como instalar e utilizar algumas funções do Nmap. Todos os comandos foram testados com a versão 3.48 do Nmap. É bem provável que alguns comandos não funcionem em

Leia mais

Nome do Curso: Técnico em Informática. Nome da Disciplina: Redes de Computadores. Número da Semana: 2. Nome do Professor: Dailson Fernandes

Nome do Curso: Técnico em Informática. Nome da Disciplina: Redes de Computadores. Número da Semana: 2. Nome do Professor: Dailson Fernandes Nome do Curso: Técnico em Informática Nome da Disciplina: Redes de Computadores Número da Semana: 2 Nome do Professor: Dailson Fernandes Elementos da Comunicação Protocolos Regras Padrões Controle Possibilitam

Leia mais

INFORMÁTICA PARA CONCURSOS

INFORMÁTICA PARA CONCURSOS INFORMÁTICA PARA CONCURSOS Prof. BRUNO GUILHEN Vídeo Aula VESTCON MÓDULO I - INTERNET Aula 01 O processo de Navegação na Internet. A CONEXÃO USUÁRIO PROVEDOR EMPRESA DE TELECOM On-Line A conexão pode ser

Leia mais

TCP é um protocolo de TRANSMISSÃO, responsável pela confiabilidade da entrega da informação.

TCP é um protocolo de TRANSMISSÃO, responsável pela confiabilidade da entrega da informação. Protocolo TCP/IP PROTOCOLO é um padrão que especifica o formato de dados e as regras a serem seguidas para uma comunicação a língua comum a ser utilizada na comunicação. TCP é um protocolo de TRANSMISSÃO,

Leia mais

4. (ESAF/CGU 2008) Considerando uma comunicação segura entre os usuários A e B, garantir confidencialidade indica que

4. (ESAF/CGU 2008) Considerando uma comunicação segura entre os usuários A e B, garantir confidencialidade indica que Exercícios da Parte I: Segurança da Informação Walter Cunha A informação 1. (CESPE/SERPRO 2008) O impacto causado por um incidente de segurança é proporcional ao tipo de vulnerabilidade encontrada em um

Leia mais

Evitar cliques em emails desconhecidos; Evitar cliques em links desconhecidos; Manter um Firewall atualizado e ativado; Adquirir um Antivírus de uma

Evitar cliques em emails desconhecidos; Evitar cliques em links desconhecidos; Manter um Firewall atualizado e ativado; Adquirir um Antivírus de uma Evitar cliques em emails desconhecidos; Evitar cliques em links desconhecidos; Manter um Firewall atualizado e ativado; Adquirir um Antivírus de uma loja específica Manter um Antivírus atualizado; Evitar

Leia mais

Riscos, Ameaças e Vulnerabilidades. Aécio Costa

Riscos, Ameaças e Vulnerabilidades. Aécio Costa Riscos, Ameaças e Vulnerabilidades Aécio Costa Riscos, Ameaças e Vulnerabilidades Independente do meio ou forma pela qual a informação é manuseada, armazenada, transmitida e descartada, é recomendável

Leia mais

PROJETO INTERDISCIPLINAR I

PROJETO INTERDISCIPLINAR I PROJETO INTERDISCIPLINAR I Linux e LPI www.lpi.org João Bosco Teixeira Junior boscojr@gmail.com Certificação LPIC-1 Prova 102 105 Shell, Scripting, e Gerenciamento de Dados 106 Interface com usuário e

Leia mais

Relatório do Laboratório de Redes 5 Professor Valter Roesler. Diogo Costa 180188 Lucas Magrini Rigo 161064

Relatório do Laboratório de Redes 5 Professor Valter Roesler. Diogo Costa 180188 Lucas Magrini Rigo 161064 Relatório do Laboratório de Redes 5 Professor Valter Roesler Diogo Costa 180188 Lucas Magrini Rigo 161064 1) Instalar o software Polycom PVX e estabelecer uma chamada em duplas. Medir o atraso ida e volta

Leia mais

Capítulo 8 - Aplicações em Redes

Capítulo 8 - Aplicações em Redes Capítulo 8 - Aplicações em Redes Prof. Othon Marcelo Nunes Batista Mestre em Informática 1 de 31 Roteiro Sistemas Operacionais em Rede Modelo Cliente-Servidor Modelo P2P (Peer-To-Peer) Aplicações e Protocolos

Leia mais

Prof. Ricardo Beck Noções de Informática Professor: Ricardo Beck

Prof. Ricardo Beck Noções de Informática Professor: Ricardo Beck Noções de Informática Professor: Ricardo Beck Prof. Ricardo Beck www.aprovaconcursos.com.br Página 1 de 14 Como Funciona a Internet Basicamente cada computador conectado à Internet, acessando ou provendo

Leia mais

O processo de Navegação na Internet APRESENTAÇÃO DO CURSO. Prof. BRUNO GUILHEN. O Internet Explorer INFORMÁTICA BÁSICA

O processo de Navegação na Internet APRESENTAÇÃO DO CURSO. Prof. BRUNO GUILHEN. O Internet Explorer INFORMÁTICA BÁSICA APRESENTAÇÃO DO CURSO Prof. BRUNO GUILHEN O processo de Navegação na Internet INFORMÁTICA BÁSICA A NAVEGAÇÃO Programas de Navegação ou Browser : Internet Explorer; O Internet Explorer Netscape Navigator;

Leia mais

APRESENTAÇÃO DO CURSO. Prof. BRUNO GUILHEN www.brunoguilhen.com.br. Prof. BRUNO GUILHEN

APRESENTAÇÃO DO CURSO. Prof. BRUNO GUILHEN www.brunoguilhen.com.br. Prof. BRUNO GUILHEN APRESENTAÇÃO DO CURSO Prof. BRUNO GUILHEN www.brunoguilhen.com.br Prof. BRUNO GUILHEN MÓDULO I - INTERNET Aula 01 O processo de Navegação na Internet. O processo de Navegação na Internet A CONEXÃO USUÁRIO

Leia mais

Trabalho de laboratório sobre ARP

Trabalho de laboratório sobre ARP Trabalho de laboratório sobre ARP Redes de Computadores I - 2007/2008 LEIC - Tagus Park Semana de 3 a 7 de Dezembro 1 Introdução O objectivo desta aula é a familiarização com conceitos básicos do protocolo

Leia mais

Segurança de Redes de Computadores

Segurança de Redes de Computadores Segurança de Redes de Computadores Aula 8 Segurança nas Camadas de Rede, Transporte e Aplicação Firewall (Filtro de Pacotes) Prof. Ricardo M. Marcacini ricardo.marcacini@ufms.br Curso: Sistemas de Informação

Leia mais

Para cada questão responda se a afirmativa está certa ou errada, JUSTIFICANDO:

Para cada questão responda se a afirmativa está certa ou errada, JUSTIFICANDO: Exercícios de Segurança de Informação Ameaças lógicas Para cada questão responda se a afirmativa está certa ou errada, JUSTIFICANDO: 1) Vírus de macro infectam arquivos criados por softwares que utilizam

Leia mais

genérico proteção de rede filtragem dos pacotes Sem estado (stateless) no próprio pacote. Com estado (stateful) outros pacotes

genérico proteção de rede filtragem dos pacotes Sem estado (stateless) no próprio pacote. Com estado (stateful) outros pacotes FIREWALLS Firewalls Definição: Termo genérico utilizado para designar um tipo de proteção de rede que restringe o acesso a certos serviços de um computador ou rede de computadores pela filtragem dos pacotes

Leia mais

Lista de Exercício: PARTE 1

Lista de Exercício: PARTE 1 Lista de Exercício: PARTE 1 1. Questão (Cód.:10750) (sem.:2a) de 0,50 O protocolo da camada de aplicação, responsável pelo recebimento de mensagens eletrônicas é: ( ) IP ( ) TCP ( ) POP Cadastrada por:

Leia mais

www.victorpinheiro.jimdo.com www.victorpinheiro.jimdo.com

www.victorpinheiro.jimdo.com www.victorpinheiro.jimdo.com SERVIÇOS DE REDES DE COMPUTADORES Prof. Victor Guimarães Pinheiro/victor.tecnologo@gmail.com www.victorpinheiro.jimdo.com www.victorpinheiro.jimdo.com Modelo TCP/IP É o protocolo mais usado da atualidade

Leia mais

Administração de Sistemas (ASIST)

Administração de Sistemas (ASIST) Administração de Sistemas (ASIST) Segurança de redes Novembro de 2014 1 Segurança em redes As redes são por natureza um meio privilegiado para condução de ataques: - sendo meios de transmissão de informação,

Leia mais

Ferramentas Livres para Monitoramento de Redes

Ferramentas Livres para Monitoramento de Redes Ferramentas Livres para Monitoramento de Redes Sobre os autores Marjorie Roberta dos Santos Rosa Estudante de graduação do curso de Bacharelado em Informática Biomédica da Universidade Federal do Paraná

Leia mais

Desenvolvimento e disponibilização de Conteúdos para a Internet

Desenvolvimento e disponibilização de Conteúdos para a Internet Desenvolvimento e disponibilização de Conteúdos para a Internet Por Matheus Orion Principais tecnologias front-end HTML CSS JAVASCRIPT AJAX JQUERY FLASH JAVA APPLET Linguagens que executam no cliente HTML

Leia mais

Prof. Roberto Franciscatto 4º Semestre - TSI - CAFW. Free Powerpoint Templates Page 1

Prof. Roberto Franciscatto 4º Semestre - TSI - CAFW. Free Powerpoint Templates Page 1 Segurança na Web Capítulo 6: Firewall Prof. Roberto Franciscatto 4º Semestre - TSI - CAFW Page 1 Introdução Qual a função básica de um firewall? Page 2 Introdução Qual a função básica de um firewall? Bloquear

Leia mais

Palestra sobre Segurança de Redes - Windows NT

Palestra sobre Segurança de Redes - Windows NT Palestra sobre Segurança de Redes - Windows NT Workshop: "Internet, Windows NT e Segurança de Rede" Realizada em 13/05/1998 Palestrante: Fabio C. Cunha Microsoft Systems Engineer fccunha@flipflip.usp.br

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO SEMIPRESENCIAL EM CONFIGURAÇÃO E GERENCIAMENTO DE SERVIDORES E EQUIPAMENTOS DE REDE

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO SEMIPRESENCIAL EM CONFIGURAÇÃO E GERENCIAMENTO DE SERVIDORES E EQUIPAMENTOS DE REDE UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO SEMIPRESENCIAL EM CONFIGURAÇÃO E GERENCIAMENTO DE SERVIDORES E EQUIPAMENTOS DE REDE RAFAEL MACHADO BARDAL ESTUDO SOBRE ATAQUES DE NEGAÇÃO

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Prof. Esp. Fabiano Taguchi http://fabianotaguchi.wordpress.com fabianotaguchi@gmail.com ENLACE X REDE A camada de enlace efetua de forma eficiente e com controle de erros o envio

Leia mais

O Paradigma da Alta Disponibilidade e da Alta Confiabilidade do SIP

O Paradigma da Alta Disponibilidade e da Alta Confiabilidade do SIP O Paradigma da Alta Disponibilidade e da Alta Confiabilidade do SIP Visão Geral As redes convergentes trilharam um longo caminho desde a década de 1990. Novas aplicações, como as mensagens instantâneas,

Leia mais

PTA Versão 4.0.6 21/11/2012 Manual do Usuário ÍNDICE

PTA Versão 4.0.6 21/11/2012 Manual do Usuário ÍNDICE ÍNDICE INTRODUÇÃO... 2 Finalidade do Aplicativo... 2 Notas sobre a versão... 2 INSTALAÇÃO DO APLICATIVO... 3 Privilégios necessários para executar o instalador... 3 VISÃO GERAL DO PTA... 4 Quando utilizar

Leia mais

TECNOLOGIA WEB. Segurança na Internet Aula 4. Profa. Rosemary Melo

TECNOLOGIA WEB. Segurança na Internet Aula 4. Profa. Rosemary Melo TECNOLOGIA WEB Segurança na Internet Aula 4 Profa. Rosemary Melo Segurança na Internet A evolução da internet veio acompanhada de problemas de relacionados a segurança. Exemplo de alguns casos de falta

Leia mais

Segurança com Iptables

Segurança com Iptables Universidade Federal de Lavras Departamento de Ciência da Computação Segurança com Iptables Alunos : Felipe Gutierrez e Ronan de Brito Mendes Lavras MG 11/2008 Sumário 1 - Introdução...1 2 Softwares de

Leia mais

Guia de Prática. Windows 7 Ubuntu 12.04

Guia de Prática. Windows 7 Ubuntu 12.04 Guia de Prática Windows 7 Ubuntu 12.04 Virtual Box e suas interfaces de rede Temos 04 interfaces de rede Cada interface pode operar nos modos: NÃO CONECTADO, que representa o cabo de rede desconectado.

Leia mais

CA Nimsoft Monitor Snap

CA Nimsoft Monitor Snap CA Nimsoft Monitor Snap Guia de Configuração do Monitoramento de conectividade de rede net_connect série 2.9 Aviso de copyright do CA Nimsoft Monitor Snap Este sistema de ajuda online (o Sistema ) destina-se

Leia mais

Aspectos de Segurança na Internet: Evolução e Tendências Atuais

Aspectos de Segurança na Internet: Evolução e Tendências Atuais Aspectos de Segurança na Internet: Evolução e Tendências Atuais NIC BR Security Office nbso@nic.br http://www.nic.br/nbso.html Cristine Hoepers cristine@nic.br Klaus Steding-Jessen jessen@nic.br COMDEX

Leia mais

Material destinado ao estudo da Segurança da Informação - UNIP. Proibida a cópia ou distribuição. Prof. Marco Agisander Lunardi.

Material destinado ao estudo da Segurança da Informação - UNIP. Proibida a cópia ou distribuição. Prof. Marco Agisander Lunardi. Nossos problemas Ameaças Ameaças à segurança As ameaças à segurança da informação são relacionadas diretamente à perda de uma de suas 3 características principais, quais sejam: Perda de Confidencialidade:

Leia mais

Programação TCP/IP. Protocolos TCP e UDP

Programação TCP/IP. Protocolos TCP e UDP Programação TCP/IP Protocolos TCP e UDP Tecnologia em Redes de Computadores Unicesp Campus I Prof. Roberto Leal Visão Geral da Camada de Transporte 2 1 Protocolo TCP Transmission Control Protocol Protocolo

Leia mais

www.projetoderedes.com.br Gestão da Segurança da Informação Professor: Maurício AULA 09 Firewall

www.projetoderedes.com.br Gestão da Segurança da Informação Professor: Maurício AULA 09 Firewall www.projetoderedes.com.br Gestão da Segurança da Informação Professor: Maurício O que é Firewall Um Firewall é um sistema para controlar o aceso às redes de computadores, desenvolvido para evitar acessos

Leia mais

Laboratório 11.2.3b Listas de acesso estendidas para DMZ simples

Laboratório 11.2.3b Listas de acesso estendidas para DMZ simples Laboratório 11.2.3b Listas de acesso estendidas para DMZ simples Objetivo Situação Neste laboratório, será explorado o uso de listas de acesso estendidas para criação de uma Zona Desmilitarizada (DMZ).

Leia mais

Segurança em Redes e Sistemas. Segurança da Informação

Segurança em Redes e Sistemas. Segurança da Informação Segurança em Redes e Sistemas Segurança da Informação Rafael Roque rra@cin.ufpe.br Eduardo Feitosa elf@cin.ufpe.br Djamel Sadok jamel@cin.ufpe.br Agenda Conceitos Gerenciamento e Avaliação de Riscos Políticas

Leia mais

Roteador de Perímetro DMZ Hosts de Segurança Gateway de Aplicativo

Roteador de Perímetro DMZ Hosts de Segurança Gateway de Aplicativo Roteador de Perímetro DMZ Hosts de Segurança Gateway de Aplicativo Conectando-se à Internet com Segurança Soluções mais simples. Sistemas de Segurança de Perímetro Zona Desmilitarizada (DMZ) Roteador de

Leia mais

A Camada de Rede. A Camada de Rede

A Camada de Rede. A Camada de Rede Revisão Parte 5 2011 Modelo de Referência TCP/IP Camada de Aplicação Camada de Transporte Camada de Rede Camada de Enlace de Dados Camada de Física Funções Principais 1. Prestar serviços à Camada de Transporte.

Leia mais

SEG. EM SISTEMAS E REDES. Vulnerabilidades

SEG. EM SISTEMAS E REDES. Vulnerabilidades SEG. EM SISTEMAS E REDES Vulnerabilidades Prof. Ulisses Cotta Cavalca Belo Horizonte/MG 2014 SUMÁRIO 1) Introdução 2) Vulnerabilidades em sistemas 3) Vulnerabilidades em redes

Leia mais

Curso: Superior Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina: Sistemas Distribuídos Professor: Társio Ribeiro Cavalcante

Curso: Superior Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina: Sistemas Distribuídos Professor: Társio Ribeiro Cavalcante Curso: Superior Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina: Sistemas Distribuídos Professor: Társio Ribeiro Cavalcante Exercício Cluster Implementar um Cluster em ambiente Windows. Recursos:

Leia mais

Winconnection 6. Internet Gateway

Winconnection 6. Internet Gateway Winconnection 6 Internet Gateway Descrição Geral O Winconnection 6 é um gateway de acesso à internet desenvolvido dentro da filosofia UTM (Unified Threat Management). Assim centraliza as configurações

Leia mais

Alan Menk Santos alanmenk@hotmail.com www.sistemasul.com.br/menk. Redes de Computadores e Telecomunicações. Camada de Aplicação. Camada de Aplicação

Alan Menk Santos alanmenk@hotmail.com www.sistemasul.com.br/menk. Redes de Computadores e Telecomunicações. Camada de Aplicação. Camada de Aplicação Alan Menk Santos alanmenk@hotmail.com www.sistemasul.com.br/menk Redes de Computadores e Telecomunicações. A camada da aplicação serve como a janela na qual os utilizadores e processos da aplicação podem

Leia mais

Conceitos de Criptografia e o protocolo SSL

Conceitos de Criptografia e o protocolo SSL Conceitos de Criptografia e o protocolo SSL TchêLinux Ulbra Gravataí http://tchelinux.org/gravatai Elgio Schlemer Ulbra Gravatai http://gravatai.ulbra.tche.br/~elgio 31 de Maio de 2008 Introdução Início

Leia mais

FIREWALL PROTEÇÃO EFICIENTE

FIREWALL PROTEÇÃO EFICIENTE FIREWALL PROTEÇÃO EFICIENTE Antonio Josnei Vieira da Rosa 1 João Carlos Zen 2 RESUMO. Firewall ou porta corta fogo pode ser definido como uma barreira de proteção cuja função é controlar o trafego de uma

Leia mais

Prof.: MARCIO HOLLWEG mhollweg@terra.com.br

Prof.: MARCIO HOLLWEG mhollweg@terra.com.br INFORMÁTICA Prof.: MARCIO HOLLWEG mhollweg@terra.com.br REDES TIPOS DE REDE LAN (local area network) é uma rede que une os micros de um escritório, prédio, ou mesmo um conjunto de prédios próximos, usando

Leia mais

Teleprocessamento e Redes

Teleprocessamento e Redes Teleprocessamento e Redes Aula 23: (laboratório) 13 de julho de 2010 1 2 3 ICMP HTTP DNS TCP 4 nslookup Sumário Permite fazer requisições a um servidor DNS O nslookup envia uma requisição para o servidor,

Leia mais

Orientador de Curso: Rodrigo Caetano Filgueira

Orientador de Curso: Rodrigo Caetano Filgueira Orientador de Curso: Rodrigo Caetano Filgueira Definição O Firewal é um programa que tem como objetivo proteger a máquina contra acessos indesejados, tráfego indesejado, proteger serviços que estejam rodando

Leia mais

Administração de Servidores de Rede. Prof. André Gomes

Administração de Servidores de Rede. Prof. André Gomes Administração de Servidores de Rede Prof. André Gomes FTIN FORMAÇÃO TÉCNICA EM INFORMÁTICA ADMINISTRAÇÃO DE SERVIDORES DE REDE Competências a serem trabalhadas nesta aula Protocolos de comunicação; Como

Leia mais

Faça a segurança completa dos e-mails que trafegam em sua rede.

Faça a segurança completa dos e-mails que trafegam em sua rede. Faça a segurança completa dos e-mails que trafegam em sua rede. O é uma plataforma completa. Trata-se de um sistema de gerência e proteção transparente para os servidores de e-mail, com uma excelente relação

Leia mais

Planejamento de segurança dos serviços IPs e a influência do sistema operacional FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS

Planejamento de segurança dos serviços IPs e a influência do sistema operacional FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS Curso Tema Unidade Curricular Professor Responsável Grupo Tecnologia em Segurança da Informação Projeto Integrador 2015-2 Planejamento de Segurança Planejamento SI Olegário

Leia mais

Kaspersky DDoS Protection. Proteja a sua empresa contra perdas financeiras e de reputação com o Kaspersky DDoS Protection

Kaspersky DDoS Protection. Proteja a sua empresa contra perdas financeiras e de reputação com o Kaspersky DDoS Protection Kaspersky DDoS Protection Proteja a sua empresa contra perdas financeiras e de reputação Um ataque DDoS (Distributed Denial of Service, Negação de Serviço Distribuído) é uma das mais populares armas no

Leia mais

USO GERAL DOS PROTOCOLOS SMTP, FTP, TCP, UDP E IP

USO GERAL DOS PROTOCOLOS SMTP, FTP, TCP, UDP E IP USO GERAL DOS PROTOCOLOS SMTP, FTP, TCP, UDP E IP SMTP "Protocolo de transferência de correio simples (ou em inglês Simple Mail Transfer Protocol ) é o protocolo padrão para envio de e- mails através da

Leia mais

Sobrevivendo a ataques (D)DoS. Rubens Kühl Jr. UOL Inc. rubens@email.com

Sobrevivendo a ataques (D)DoS. Rubens Kühl Jr. UOL Inc. rubens@email.com Sobrevivendo a ataques (D)DoS Rubens Kühl Jr. UOL Inc. rubens@email.com Programa Introdução: DoS e DDoS Anatomia, alvos e vítimas dos ataques DoS Percebendo, Reagindo e Resistindo a DoS Melhorando a resistência

Leia mais