CONSELHO NACIONAL DO COMÉRCIO

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1 CONSELHO NACIONAL DO COMÉRCIO Dia:17/11/2015 Cidade do Mindelo Cabo verde Amilcar Aristides Monteiro - Diretor Geral - Direção Geral da Indústria e Comércio (DGIC)

2 AGENDA

3 TIMELINE 1976 Integração na Comunidade Económica do Estados da Africa Ocidental - CEDEAO 2003 Resolução n.º 37/2003 de 31 de Dezembro cria Grupo de trabalho para integração de Cabo Verde na OMC 2008 Integração na Organização Mundial do Comércio enquanto 153º estado membro 2009 Graduação de Cabo Verde de País Menos Avançado - PMA ao grupo de Países de Desenvolvimento Médio - PDM 2010 Resolução nº 23/2010 de 17 de Maio cria a Comissão Interinstitucional da OMC CII-OMC 2014 Assinatura com os demais países da CEDEAO do Acordo de Parceria Económica (APE) com a UE; 2015 Entrada em vigor da Tarifa Externa Comum da CEDEAO a 1 de Janeiro de 2015.

4 COMERCIO INTERNO - EXIGÊNCIAS Diagnósticos e Planos Estratégicos (DECRP III e EDIC 2013) definem medidas e orientam o governo a promover a integração do comércio na agenda de desenvolvimento através da: Regulamentação Sectorial e concorrência Densificação do tecido empresarial Reforço da Capacidade Produtiva

5 COMERCIO INTERNO - DESAFIOS - Perante os objetivos do país de redução da pobreza, emprego e crescimento da economia - Desenvolvimento do sector do comércio revela-se fundamental para o aproveitamento das oportunidades dos nichos de mercado onde o país pode converter vantagens comparativas em vantagens competitivas. - Mercado Turistico; - Mercado da Saudade.

6 COMERCIO EXTERNO EXIGÊNCIAS, COMPROMISSOS E DESAFIOS - Exigências e desafios da governação do setor do comércio interferência de múltiplos atores; - Limitações em termos de recursos humanos qualificados nas diversas matérias que derivam das negociações comerciais; - Implicações da globalidade dos acordos de comércio; - Coerência entre a politica comercial e as politicas setoriais;

7 NOVA ESTRUTURA DE GOVERNANÇA DO SECTOR DO COMÉRCIO a. Capaz de assessorar o Governo em matéria de definição, implementação e acompanhamento da política comercial tanto no plano interno como externo, b. Dar seguimento das decisões estratégicas para a densificação do tecido produtivo nacional, e da promoção da competitividade geral da economia. c. Fundamentar as posições de Cabo Verde nas negociações comerciais, regional e internacional, nomeadamente, nos quadros da CEDEAO/APE, OMC e da cooperação bilateral.

8 CONSELHO NACIONAL DO COMÉRCIO - O CNC inscreve-se no quadro da formulação e coordenação da política comercial de Cabo Verde visando garantir melhor articulação e interatividade entre a Administração Central e local, o sector privado, a sociedade civil, as organizações económicas regionais e internacionais, e os seus órgãos de apoio à implementação e monitorização dos compromissos assumidos por Cabo Verde no âmbito dos acordos bilateral/multilateral.

9 CONSELHO NACIONAL DO COMÉRCIO - Compete ao CNC: - analisar, orientar e coordenar todas as questões relacionadas com o comércio interno e externo, designadamente, em termos de estratégia nacional, e políticas orientadores para a participação nas negociações comerciais nacional, regional e internacional.

10 CONSELHO NACIONAL DO COMÉRCIO Nomeadamente a nível do sistema Multilateral do Comércio da OMC: Acordo de Bens Acordo de Serviços Propriedade Intelectual Resolução de Litigios Agende de Desenvolvimento Desenvolvimento de Capacidade em Negociações Comerciais Revisão da Politica Outros tópicos do Comércio

11 CONSELHO NACIONAL DO COMÉRCIO - Estrutura Operacional ao CNC composto por 3 níveis: - Consultivo colegiado que reúne o sector publico, privado e sociedade civil e constituem o Fórum Nacional do Comércio; - Secretariado Executivo Órgão executivo permanente constituído por altos funcionários com responsabilidades diretas sobre a Administração da matéria do comércio: - Comissões Técnicas comités de trabalho mandatadas pelas diferentes instituições que compõem o CNC;

12 ESTRUTURA DO CNC

13 OBRIGADO, THANK YOU,MERCI Novembro - Mindelo - São Vicente

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