Emenda da Inovação traz avanços ao Brasil, avalia comunidade científica Software vai medir impacto da ação humana em florestas Filtro de ar coleta 10

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1 27/02/2015

2 ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA - CIÊNCIA EM PAUTA / SECTI-AM Emenda da Inovação traz avanços ao Brasil, avalia comunidade científica Software vai medir impacto da ação humana em florestas Filtro de ar coleta 10 vezes seu próprio peso Curativo inteligente libera medicamento conforme necessário Resíduos de melanina danificam DNA Design emocional aplicado em ambiente infantil pode recuperar pacientes com câncer Evolução dos mosquitos Anopheles potencializa a malária A cada ano, 27,7 milhões de toneladas de poeira viajam do Saara para a Amazônia Iniciam na próxima terça fóruns do CONFAP e do CONSECTI Fórum realizado no Inpa debate importância da carreira de C,T&I Comunidade acadêmica reage Projetos de reforma administrativa preveem extinção de 11 órgãos estaduais Reforma Iniciativa pretende distribuir inovação Incubadoras vão ganhar incentivos

3 VEÍCULO: Gestão CT&I EDITORIA: Notícias Emenda da Inovação traz avanços ao Brasil, avalia comunidade científica Um dos avanços mais elogiados pela comunidade científica com a promulgação da Emenda Constitucional (EC) n 85/2015, mais conhecida PEC da Inovação, será a possibilidade de estabelecer um estímulo maior a pesquisa nacional. Além de garantir que as instituições de educação profissional e tecnológica possam receber apoio financeiro do poder público, também estimula as articulações com entes privados para financiar essas atividades. Segundo o presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Targino Araújo, a forma de se fazer pesquisa e desenvolvimento (P&D) no País se tornará muito mais eficiente. Vamos poder criar os mecanismos que facilitem ao desenvolvimento dentro das instituições. Nos nossos laboratórios de pesquisa haverá mais facilidade para se desenvolver novos projetos para interagir com as empresas, e claro, enfatizando também a pesquisa básica, enalteceu o dirigente. Na avaliação de Targino, direcionar esforços para a pesquisa básica, que antes não era tratada como prioridade pela legislação, é fundamental para incrementar os estudos científicos e tecnológicos. Esse novo tratamento dado à ciência, tecnologia e inovação vai ser muito importante para o desenvolvimento. A pesquisa básica é essencial para o fomento do desenvolvimento tecnológico, ressaltou. Ocupando o cargo de vice-presidente da Academia Brasileira de Ciência (ABC), Hernan Chaimovich, recém-empossado presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), também mostrou estar satisfeito com a emenda. De acordo com ele, a medida concederá maior liberdade na administração dos recursos destinados a pesquisas, ao permitir seu remanejamento ou transferência sem a necessidade da autorização legislativa prévia. A inserção da nova emenda na Constituição amplia de forma fantástica a consideração do Estado brasileiro pela ciência básica, tecnologia e inovação. Dá ferramentas para que esse País dê um salto significativo em direção a aproveitar ciência, fazer ciência, ensinar ciência e inovar, comentou Chaimovich. Com a promulgação da Emenda Constitucional n 85/2015, o texto é acrescentado à Constituição diretamente, sem a necessidade de passar pela sansão da presidente Dilma Rousseff.

4 VEÍCULO: Gestão CT&I EDITORIA: Notícias Software vai medir impacto da ação humana em florestas O Instituto Mamirauá, em cooperação com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e a Universidade Federal do Pará (UFPA), desenvolveram um software que mede o impacto da pressão humana em florestas inundáveis. Chamado de Índice de Antropização de Florestas Inundáveis (Iafi), resulta em um dado numérico obtido a partir da análise de 15 indicadores de pressão humana, que poderá variar entre 0 (áreas sem impacto) e 1 (áreas com muito impacto). "O Iafi surge como uma referência e importante ferramenta para identificar e quantificar essa pressão humana, para o desenvolvimento de estratégias de conservação. A importância de entender e monitorar estas mudanças está ligada a definição de melhores estratégias para conservação e desenvolvimento sustentável destes ambientes", explicou o pesquisador associado do Instituto Mamirauá, José Leonardo Magalhães. Ao baixar o programa, o usuário poderá acessar um pequeno manual de fácil uso, que também traz orientações sobre a coleta de dados em campo. A proposta é que o Iafi ajude a identificar áreas que precisam receber intervenções públicas ou privadas. O projeto foi concebido ao longo dos últimos quatro anos, e os 15 indicadores estão divididos em três grupos. O primeiro mede os impactos que geram perda de biodiversidade, como exploração de produtos não madeireiros e caça. O segundo avalia perturbações que implicam destruição do ecossistema, como a pecuária, extração de madeira, agricultura, vestígios de ação humana e clareiras. O último grupo reúne indicadores que geram tanto perda de biodiversidade como destruição do ecossistema, como no caso de fogueiras e mineração.

5 VEÍCULO: Inovação Tecnológica EDITORIA: Notícias Filtro de ar coleta 10 vezes seu próprio peso Pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, transformaram um material comumente usado em luvas cirúrgicas em um filtro de ar de altíssima eficiência. O material, conhecido como PAN (poliacrilonitrila), consegue capturar até 10 vezes seu próprio peso em material particulado. Para isso, o PAN em estado líquido foi transformado em uma malha de microfibras através de um processo chamado tecelagem eletrostática (ou electrospinning). E o que é mais importante, a malha resultante desse processo é particularmente eficiente na captura de partículas muito pequenas, conhecidas como MP2,5 - material particulado com dimensões abaixo de 2,5 micrômetros -, consideradas as mais perigosas para o sistema respiratório e para a saúde humana como um todo. Chong Liu e seus colegas destacam que os atuais sistemas de filtragem capazes de remover MP2,5 do ar são altamente intensivos em energia. O novo filtro, que é passivo e tem 70% de transparência, será particularmente adequado para a fabricação de máscaras e telas protetoras para residências, sobretudo em áreas industriais e em países como a China, que vem sofrendo com níveis inéditos de poluição. Em um teste realizado em Pequim, o filtro coletou 99% das partículas do ar. "A fibra simplesmente continua acumulando partículas, podendo coletar 10 vezes seu próprio peso. A duração da sua eficácia depende da aplicação mas, no estágio atual, nossos testes sugerem que ela coleta partículas por cerca de uma semana," disse Liu.

6 VEÍCULO: Diário da Saúde EDITORIA: Notícias Curativo inteligente libera medicamento conforme necessário Cientistas nos Estados Unidos criaram um protótipo de curativo que controla a liberação dos medicamentos e ainda pode alertar os médicos sobre o andamento do tratamento. O curativo inteligente tem sensores que monitoram o ferimento do paciente. "Colocamos sensores no curativo que monitoram temperatura, ph e oxigênio da ferida e interferem se algo estiver errado", disse Mehmet Dokmeci, do hospital-escola da Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard. A parte de trás do curativo contém as partículas que armazenam o remédio e uma espécie de aquecedor. Quando o curativo detecta a hora de liberar o remédio, ele se aquece, as partículas encolhem e o remédio é liberado. O protótipo de curativo também pode enviar um sinal para um dispositivo remoto, monitorado por um médico. Se houver um problema e, dependendo do tipo de problema (infecção por bactérias, por exemplo), o médico poderá apertar um botão no dispositivo para o curativo liberar mais remédios. Acredita-se que, com mais financiamento, uma versão comercial do curativo inteligente poderia ser lançada dentro de apenas dois anos. Se o curativo chegar ao mercado, terá a vantagem de evitar as trocas constantes do mesmo, reduzindo as chances de expor o ferimento a infecções.

7 VEÍCULO: Fapesp EDITORIA: Notícias Resíduos de melanina danificam DNA Sob a ação da luz solar, o pigmento da pele, a melanina, pode se fragmentar e formar compostos químicos muito reativos que podem danificar a estrutura da molécula de DNA, mantida no núcleo das células, e facilitar o desenvolvimento de câncer de pele, de acordo com um estudo publicado na revista Science da semana de 20 de fevereiro. O ataque ao DNA pode persistir por mais de três horas após a exposição direta à luz do sol, segundo esse trabalho, indicando mais uma limitação da ação dos cremes protetores aplicados à pele para proteger contra os efeitos prejudiciais da radiação ultravioleta da luz solar. O protetor solar não vai prevenir totalmente os danos ao DNA, que continuam mesmo depois da exposição ao sol, diz o químico Etelvino Bechara, um dos autores do artigo, professor ligado à Universidade de São Paulo (USP) e à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Com base nesse trabalho, Bechara recomenda ainda mais cuidado com o bronzeamento artificial e alerta para a necessidade urgente de formulações, na forma de cremes, que possam impedir a formação dos compostos lesivos ao DNA mesmo depois da exposição ao sol. Uma possibilidade, apresentada no estudo, é o uso de ácido sórbico, um aditivo de alimentos, embora sua eficácia, dosagem e forma de aplicação ainda não tenham sido estabelecidos. Camila Mano, do Instituto de Química da USP, é a outra autora brasileira desse trabalho. Por sugestão de Bechara, ela foi à Universidade Yale, nos Estados Unidos, integrou-se ao grupo de Douglas Brash e fez parte dos experimentos que revelaram as reações que danificam o DNA e podem levar à formação de células anormais, que, se não contidas, podem gerar tumores. Normalmente, nas células produtoras de melanina, a radiação ultravioleta do sol forma os chamados dímeros (compostos químicos com duas unidades) de timina e citosina, dois componentes básicos do DNA. Esses componentes, agora unidos (dímeros) em vez de estarem sozinhos, podem alterar o funcionamento do DNA no momento da multiplicação celular. As células dispõem de mecanismos de reparo de DNA que desfazem parte dos dímeros. A melanina, o pigmento escuro da pele, pode impedir a formação dos dímeros. O que os pesquisadores viram nesse estudo foi um caminho bioquímico novo que leva a um efeito oposto, fazendo a melanina formar dímeros, prejudiciais ao DNA.

8 VEÍCULO: Fapesp EDITORIA: Notícias Continuação Os pesquisadores observaram que a melanina poderia induzir a formação de dímeros de pirimidina (timina e citosina) por pelo menos três horas após a exposição direta à radiação ultravioleta do sol, desse modo reduzindo a eficácia dos mecanismos de reparo da molécula de DNA e facilitando a propagação de mutações genéticas prejudiciais. Segundo Bechara, a melanina da pele se fragmenta e gera um composto químico muito reativo, uma cetona triplete (com dois elétrons desemparelhados). Esse composto transfere energia para o DNA, formando os dímeros. Nesse experimento, os pesquisadores verificaram que os dímeros de pirimidina formados na ausência de luz formam a maioria dos dímeros responsáveis pela destruição do DNA. Esse tipo de fenômeno é chamado de fotoquímica no escuro e, enfatiza Bechara, havia sido proposto na década de 1970 por Emil White, da Universidade Johns Hopkins, e por Giuseppe Cilento, do Instituto de Química da USP. A fotoquímica no escuro amplia as reações lesivas ao DNA iniciadas pela radiação ultravioleta, diz ele. Segundo o pesquisador, esse tipo de reação tem sido identificado em fenômenos biológicos, mediados por compostos químicos de alta energia, em raízes de plantas e órgãos de animais, como o fígado. A melanina pode também reagir com a luz visível, absorvendo e depois transferindo parte de sua energia para moléculas de oxigênio, gerando formas altamente reativas, o chamado oxigênio singlete. O oxigênio excitado pode reagir como reage com moléculas como o DNA, danificando-as, conforme estudo recente de pesquisadores de São Paulo e do Paraná.

9 VEÍCULO: Ufam EDITORIA: Notícias Design emocional aplicado em ambiente infantil pode recuperar pacientes com câncer O mundo mágico de cores e formas para o público infantil desperta o imaginário cognitivo da criança. Pensando na adequação desse ambiente para pacientes infantis, a finalista do curso de Design, Ana Olívia Batista Mendes, se propôs a desenvolver um projeto de Design Emocional no Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) para melhor recuperação de paciente infantil no Hospital de Câncer de Manaus. Intitulada `Design Emocional: uma proposta de intervenção humanização no setor pediátrico do Hospital de Câncer de Manaus`, a defesa ocorreu nesta sexta-feira (27), no auditório Rio Jutaí, da Faculdade de Tecnologia (FT). O trabalho de pesquisa teve como objetivo propor uma intervenção humanizada na ala pediátrica do Hospital de Câncer de Manaus, a partir de estudos e análises referentes à conforto e entretenimento para as crianças em tratamento que lá se encontram. O estudo de Ana Mendes se consolidou após análise dos ambientes para recuperação de pacientes com câncer naquele Hospital, onde foi constatado que o tratamento para os pacientes tanto o infantil quanto o adulto, é o mesmo sem ater a parte emocional da criança. A necessidade de humanizar objetos e coisas vem de um conceito que começa a ser amplamente difundido no meio em que vivemos: o design emocional. A pesquisadora disse que utilizou o conceito `Brincadeira, considerando que existe um universo de coisas que remetem a isso visualizado no contexto infantil, indo de objetos instalados nas paredes até moveis adequados para possibilitar a interação e a humanização do ambiente. Papel de parede destinado à pintura e móveis interativos, como puff no formato de quebra cabeça, são alguns exemplos do projeto de humanização. Técnicas ergonômicas correspondentes a faixa etária entre 1 a 12 anos e a utilização de cores primárias foram os recursos empregados para tornar o ambiente mais divertido, comenta Ana Mendes. De acordo com ela, os métodos dos designs emocional, sensorial e thing foram aplicados para desenvolver o trabalho. Este último, segundo ela, apresenta três etapas: entrevista aprofundadas junto aos pacientes, esboço de conceito (criatividade) erendering. A pesquisa teve apoio do `Instituto Alguem do Centro de Controle e Oncologia do Amazonas (Cecon). `Um das minhas motivações para desenvolver o trabalho, foi pensar que o Design pode contribuir no tratamento de uma doença tão seria como o câncer. Acredito que se a minha pesquisa se for implementada melhorará o setor hospitalar de Manaus, completa a finalista Ana Mendes. Sob a orientação da professora do Departamento de Design, Jordana Vasconcelos, a pesquisa teve um ano de investigação. Os professores Helder Amorim e Jean Flávio Araújo Lima fizeram para da Banca Examinadora.

10 VEÍCULO: Correio Braziliense EDITORIA: Ciência e Saúde Evolução dos mosquitos Anopheles potencializa a malária Segundo Charles Darwin, os organismos mais bem adaptados ao meio têm maiores chances de sobrevivência. Com isso, também deixam um número maior de descendentes, que recebem e repassam as mesmas características. Os mais ajustados são, portanto, selecionados para determinado ambiente. Essa é a teoria evolutiva da seleção natural formulada pelo naturalista inglês. Mal esperava Darwin que os organismos conseguiriam desenvolver estratégias ainda mais complexas e sofisticadas de adaptação para, por exemplo, melhor espalhar a malária, doença que atingiu brasileiros em 2013, de acordo com os dados mais recentes do Ministério da Saúde. O mosquito Anopheles, transmissor do protozoário Plasmodium, que causa a malária, pode ser o protagonista de um processo de seleção nesse sentido. A interação entre a fêmea e o macho da espécie resultou em uma dinâmica evolutiva responsável por um dos tipos mais impressionantes de diversidade no planeta ou em uma união indestrutível. Segundo equipe de pesquisadores da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, a seleção sexual provocada durante o acasalamento do inseto pode ser bastante relevante e perigosa para a saúde humana. Os cientistas publicaram essas conclusões em um estudo divulgado hoje na revista científica Science. Eles relatam evidências de uma evolução conjunta dos caracteres sexuais masculinos e femininos nos mosquitos que transmitem o vetor responsável pela malária humana.

11 VEÍCULO: Extra EDITORIA: Saúde e Ciência A cada ano, 27,7 milhões de toneladas de poeira viajam do Saara para a Amazônia A transferência de poeira do deserto do Saara para a floresta Amazônica já era conhecida pela ciência, mas, pela primeira vez, cientistas conseguiram mensurar o volume de material transportado. Com o auxílio de satélites, a Nasa estimou que, por ano, 182 milhões de toneladas de poeira são carregados pelo vento e cruzam os 2,5 mil quilômetros que separam a América do Sul do continente africano, sendo que 27,7 milhões de toneladas da poeira, o suficiente para encher 105 mil caminhões, são depositadas na floresta Amazônica. O fenômeno, que a primeira vista pode parecer negativo, é essencial para a manutenção das matas. As areias do Saara são ricas em fósforo, resultado da decomposição de peixes que habitaram a região há milhares de anos, e esse nutriente age como fertilizante da floresta sul-americana. O estudo, liderado por Hongbin Yu, cientista atmosférico da Universidade de Maryland, aponta que aproximadamente 22 mil toneladas de fósforo chegam ao solo amazônico todos os anos. O temor é que as mudanças climáticas alterem esse ciclo e coloque em risco esse processo natural de adubação. Nós sabemos que a poeira é muito importante de diferentes formas. É um componente essencial do sistema terrestre. A poeira afeta o clima e, ao mesmo tempo, a mudança do clima afeta a poeira disse Yu, ressaltando a importância de conhecer melhor o fenômeno. Primeiro, nós temos que tentar responder a duas questões básicas. Quanta poeira é transportada e qual a relação entre a quantidade de poeira transportada e os indicadores climáticos. O cálculo foi possível graças ao Calipso, que fez as observações entre 2007 e Os instrumentos a bordo do satélite envia pulsos de luz que analisam partículas na atmosfera e recebe os resultados, distinguindo a poeira de outras partículas de acordo com propriedades óticas. Os dados mostram que, a cada ano, o vento carrega 182 milhões de toneladas de poeira da região oeste do Saara, mas parte deste material cai nas águas durante a travessia do Atlântico. Perto da costa da América do Sul, 132 milhões de toneladas ainda permanecem na atmosfera, e 27,7 milhões de toneladas são depositadas na bacia do rio Amazonas. Cerca de 43 milhões de toneladas seguem viagem e caem sobre o Mar do Caribe. Yu e sua equipe focaram no transporte de poeira entre a África e as Américas por ele ser o maior do mundo. O espaço de sete anos de dados coletados, apesar de curto para análises de longo prazo, é muito importante para o entendimento de como a poeira e outros aerossóis são transportados pelo planeta, opina Chip Trepte, cientista do programa Calipso, mas que não participou da pesquisa.

12 VEÍCULO: Confap EDITORIA: Notícias Iniciam na próxima terça fóruns do CONFAP e do CONSECTI O CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), em Brasília, sediará nos dias 3 e 4 de março o primeiro fórum do CONFAP (Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa) neste ano. Na abertura, às 10h de terça-feira, está prevista uma palestra com Aldo Rebelo, novo ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação (CTI). Na sequência, haverá tempo para a apresentação individual dos presidentes de FAPs muitos recém-empossados e para uma reunião deles com representantes de agências federais, a fim de avaliar as perspectivas da CTI em Ainda no primeiro dia, os membros do CONFAP serão convidados para um jantar na Embaixada Britânica, devido aos acordos firmados em anos anteriores com o Reino Unido que fizeram deste Conselho a primeira entidade brasileira a operar o Fundo Newton. No segundo dia, será votado o novo estatuto do CONFAP, cujas linhas gerais já haviam sido aprovadas no fórum anterior, realizado em dezembro de Também haverá votação para a presidência e a vice-presidência do CONFAP, cuja gestão vai até março de No mesmo dia 4 de março porém não em fórum conjunto como o último, promovido em Florianópolis -, ocorrerá a eleição para escolher os membros da cúpula do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de CTI (CONSECTI). Para o biênio 2015/2016 serão preenchidos os seguintes cargos: presidente, 1 vice-presidente, 2 vice-presidente, diretor regional Sul, diretor regional Sudeste, diretor regional Centro-Oeste, diretor regional Norte, diretor regional Nordeste e presidente do Conselho Fiscal. Atualmente, preside o CONSECTI Francilene Garcia, Secretária Executiva da Ciência e Tecnologia do Estado da Paraíba e Diretora Geral da Fundação Parque Tecnológico da Paraíba. Ela assumiu interinamente o cargo no lugar de Saumíneo Nascimento, que saiu da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia de Sergipe. -

13 DATA: 26/02/2015 VEÍCULO: Inpa EDITORIA: Notícias Fórum realizado no Inpa debate importância da carreira de CT&I Durante esta semana o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) recebe o Fórum nacional das entidades representativas da carreira de ciência e tecnologia, para discutir anecessidade de revitalizar os institutos de pesquisa e desenvolvimento inerentes à Carreira de C,T&I.O debate contou com a presença do diretor do Inpa Luiz Renato de França, os deputados: Serafim Corrêa e Luiz Castro; e ainda o secretário-executivo do Fórum Ivanil Barbosa. O deputado Luiz Castro, que também é presidente da comissão do meio ambiente, falou em seu discurso, dentre outros assuntos, sobre a extinção da SCTI-AM (Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação), que os pesquisadores precisam manter a bandeira de ciência e tecnologia em Manaus. Nenhum país no mundo se desenvolveu verdadeiramente sem Ciência e Tecnologia, estamos em um momento muito negativo em que o Estado do Amazonas não está priorizando essa área, que é importante para o desenvolvimento de soluções para a sociedade e o meio ambiente refletiu Castro. O diretor do Inpa Luiz Renato reforçou a importância da ciência no desenvolvimento social. É preciso que as secretarias de ciência, tecnologia e inovação acompanhem o desenvolvimento das instituições. Como o Inpa que tem um grande papel na ciência do país, pois tem a tarefa de produzir conhecimento robusto e estratégico sobre a região segundo condições de vida do povo. Já o secretário-executivo do Fórum, Ivanil Barbosa, deu ênfase à luta contra a extinção da secretaria. Temos que lutar para a não se extinguir a secretaria de C,T&I, pois se nossa carreira se extinguir tudo irá minguar e o investimento feito terá sido em vão. Lembrou ainda, durante o evento que asinstituições têm um grande problema que é o desfalque nos quadros de servidores devido à aposentadoria. O Fórum de Ciência e Tecnologia congrega as representações sindicais dos servidores públicos federais empregados nos institutos de pesquisa, desenvolvimento e inovação da carreira de Ciência e Tecnologia e todo Brasil. Sua missão é mobilizar estas representações nas discussões e negociações com a Secretaria de Relações do Trabalho do Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão SRT/MPOG, por ocasião das campanhas salariais. A Campanha de 2015 está assumindo discussão transcendente à questão salarial, a necessidade de revitalizar os institutos de pesquisa e desenvolvimento inerentes à Carreira de C&T, no tocante à reposição da força de trabalho.

14 VEÍCULO: Jornal A Crítica EDITORIA: Tema do dia Comunidade acadêmica reage

15 VEÍCULO: Jornal A Crítica EDITORIA: Tema do dia - Continuação

16 VEÍCULO: Jornal Diário do Amazonas EDITORIA: Política Projetos de reforma administrativa preveem extinção de 11 órgãos estaduais

17 VEÍCULO: Jornal Diário do Amazonas EDITORIA: Política Continuação

18 VEÍCULO: Jornal Diário do Amazonas EDITORIA: Política Continuação

19 VEÍCULO: Jornal Diário do Amazonas EDITORIA: Opinião Reforma

20 VEÍCULO: Jornal do Commercio EDITORIA: Negócios Iniciativa pretende distribuir inovação

21 VEÍCULO: Jornal do Commercio EDITORIA: Negócios Incubadoras vão ganhar incentivos

22 VEÍCULO: Jornal do Commercio EDITORIA: Negócios Continuação

23 VEÍCULO: Jornal do Commercio EDITORIA: Negócios Continuação

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