Faculdade de Economia Universidade do Porto PLANO DE ACTIVIDADES DO CONSELHO DIRECTIVO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Faculdade de Economia Universidade do Porto PLANO DE ACTIVIDADES DO CONSELHO DIRECTIVO"

Transcrição

1 Faculdade de Economia Universidade do Porto PLANO DE ACTIVIDADES DO CONSELHO DIRECTIVO ANO DE 2005

2 Identificação do documento Título Plano de Actividades do Conselho Directivo Destinatário(s) Conselho Directivo Elaborado por Verificado por Aprovado por Director da FEP e Serviços Reunião C. Directivo de 17 de Dezembro de 2004 Gestão de versões Versão Autor Data Comentário 1.0 Director Versão em construção Director e Serviços Director e Serviços Director e Serviços Director e Serviços Plano de Actividades do Conselho Directivo 2005

3 Apresentação O Plano de Actividades do Conselho Directivo para o ano de 2005 é apresentado em novos moldes de forma a conciliar este documento com a implementação de uma gestão e avaliação por objectivos. Nestes termos, identificam-se os objectivos estratégicos da FEP para um horizonte temporal de cinco anos ( ) e os objectivos operacionais para o ano de Uma vez feita esta identificação, são fixados os objectivos dos serviços da FEP na dependência directa do Conselho Directivo. Os objectivos fixados para cada funcionário, a considerar na avaliação do seu desempenho, estão em consonância com os objectivos fixados para os serviços não sendo, no entanto, apresentados neste documento. Conforme decorre dos objectivos estratégicos, os próximos cinco anos serão de uma importância determinante nos domínios do ensino de graduação e pósgraduação, da investigação, da internacionalização e do reforço da aproximação entre a FEP e sua envolvente. Estes objectivos estratégicos reflectem-se nos objectivos operacionais e nos objectivos dos serviços fixados para o ano de No domínio do ensino de graduação, o grau de incerteza associado ao modelo a definir pelo Governo para o ensino das Ciências Económicas e Empresariais é um factor de perturbação com implicações diversas. A FEP optou na reformulação dos planos de estudos das licenciaturas por um modelo de formação de primeiro ciclo de quatro anos e de segundo ciclo de um ano (podendo ser de dois anos para alunos com um primeiro ciclo de três anos). As alterações decorrentes da reestruturação dos planos de estudos ainda se farão sentir no ano de 2005, mas tender-se-á para uma normalização rápida no fim do ano (primeiro semestre do ano lectivo 2005/2006). A menos que venhamos a ser confrontados com a imposição do modelo de formação de primeiro ciclo 3 Plano de Actividades do Conselho Directivo 2005

4 de três anos, os objectivos neste domínio são a consolidação e introdução de ajustamentos com o aprofundamento de aspectos que merecem melhorias (serviços de informática, atendimento da secretaria de alunos de graduação, serviços auxiliares, internacionalização, práticas pedagógicas inovadoras, tutoria, avaliação da qualidade, aprofundamento da utilização do sistema de informação SIGARRA). No domínio da pós-graduação as alterações serão substanciais, aliás em consonância com o ritmo de alteração que temos vivido nos últimos anos. Nos anos mais recentes a mudança tem ocorrido com um ritmo mais acentuado na formação de pós-graduação não conferente de grau. Importa agora acelerar a restruturação da formação de pós-graduação conferente de grau (mestrados) para que se adeque a um modelo em que formação de primeiro ciclo e de segundo ciclo não ultrapasse cinco anos. A indefinição do modelo de formação de primeiro ciclo pode condicionar o timing destas alterações. Acresce que a reestruturação a realizar é uma competência do Conselho Científico. No entanto, compete ao Conselho Directivo criar as condições favoráveis do ponto de vista de organização de serviços, expansão das instalações, logística, etc. para que esta reestruturação tenha êxito. Nesta matéria o Conselho Directivo atribui máxima prioridade à definição de objectivos operacionais e implementação de medidas que facilitem a mudança. Muitas das medidas são compatíveis não só com um salto qualitativo no ensino de pós-graduação mas também com a melhoria de qualidade da investigação e do ensino de graduação. Inserem-se nessas medidas a transferência dos serviços de informática para as novas instalações, a entrada em funcionamento do acesso ao sistema informático wireless, a implementação da segunda fase da construção do edifício BIC onde se instalarão os centros de investigação, gabinetes de docentes, serviços de alunos de pós-graduação e salas de aula de pósgraduação. 4 Plano de Actividades do Conselho Directivo 2005

5 A abertura do concurso de construção da segunda fase do edifício BIC em fins deste ano, com a previsão de abertura de propostas a 20 de Janeiro de 2005 e execução da obra durante o ano de 2005, é o facto mais marcante do próximo ano para a FEP. Esta obra e a transferência dos serviços de informática para o primeiro bloco do edifício BIC absorverão uma parte significativa do esforço de investimento da FEP no ano de A FEP celebrou um protocolo com a Reitoria da Universidade do Porto em que comparticipa a obra de construção da segunda fase do edifício BIC em euros, euros e euros, respectivamente em 2004, 2005 e O investimento com a transferência dos serviços de informática é significativo, recaindo uma parte no orçamento de 2004 e outra parte no orçamento de O esforço de investimento que a FEP vem fazendo é assinalável. Para lá deste esforço, o Conselho Directivo manterá uma atenção especial sobre alguns dossiers com implicações futuras de relevo, nomeadamente a projectada instalação da cantina da FEP na residência a ser construída nas traseiras do nosso edifício, a recuperação do edifício principal da FEP e a remodelação dos anfiteatros. Como ocorre todos os anos, continuar-se-á a fazer manutenção preventiva e reactiva e a realizar pequenos investimentos em instalações e equipamentos não informáticos. No que respeita a equipamentos informáticos, central telefónica e instalação de um sistema de video-vigilância o esforço financeiro será significativo. O plano de actividades do Conselho Directivo terá que continuar a ser implementado numa óptica de consolidação orçamental. Em especial, é previsível que a redução da duração das licenciaturas provoque uma quebra no número de alunos que se vai reflectir no financiamento da FEP. Assim, a política de contenção em matéria de contratações de pessoal tem de continuar. 5 Plano de Actividades do Conselho Directivo 2005

6 Objectivos estratégicos ( ) A. Consolidar o ensino de graduação. B. Desenvolver o ensino de pós-graduação. C. Desenvolver a actividade de investigação segundo padrões reconhecidos internacionalmente. D. Aumentar o nível de internacionalização da FEP. E. Expandir as instalações e racionalizar a sua utilização. F. Introduzir práticas pedagógicas Inovadoras. G. Consolidar e desenvolver a formação dos docentes e de funcionários não docentes H. Dinamizar a aproximação entre a FEP e a sua envolvente. I. Reforçar o espírito de corpo e pertença e aumentar a visibilidade da FEP. J. Promoção da Qualidade e Instalação de um Sistema Contínuo de Avaliação da Qualidade K. Apoiar iniciativas das Associações de Estudantes e actividades extra-curriculares. L. Promoção do bem-estar dos estudantes, apoiando em especial situações mais problemáticas. M. Assegurar a consolidação orçamental da FEP. 6 Plano de Actividades do Conselho Directivo 2005

7 Objectivos operacionais (2005) A1. Dar continuidade à implementação dos novos planos de estudos das licenciaturas de Economia e Gestão B1. Consolidar e desenvolver a oferta de programas de Mestrado e Doutoramento. B2. Desenvolver a oferta de pós-gaduações da FEP. B3. Consolidar e desenvolver a oferta de pós-graduações e de educação contínua FEP/ISFEP. B4. Melhorar as condições logísticas e administrativas do funcionamento do ensino de pós-graduação. C1(D1). Promover o intercâmbio com investigadores internacionais através da realização de conferências e participação em acções desenvolvidas pelos centros de investigação e pelos cursos de pós-graduação. C2(D2). Dar continuidade à política de apoio à apresentação de comunicações científicas em congressos internacionais por parte de docentes da FEP. C3(D3). Apoiar a realização de congressos internacionais na FEP. D4. Aumentar o intercâmbio internacional de alunos ao abrigo de programas de mobilidade. D5. Promover a oferta de disciplinas leccionadas em Inglês. E1. Construção da segunda fase e terceira fase do edifício BIC. E2. Afectar os espaços libertados pelos serviços informáticos a novas utilizações. E3. Instalar um sistema de vídeo-vigilância na FEP. E4(J1) Promover uma política activa de manutenção e renovação de instalações e equipamentos. F1. Promover novas práticas pedagógicas. F2. Criar um serviço de tutoria de alunos e dar continuidade ao apoio pedagógico a estudantes dos PALOP. F3. Instalar um sistema de alerta relativa a disciplinas-problema e adopção de medidas correctivas. G1. Apoiar a realização de estudos de pós-graduação por parte do corpo docente. G2. Implementar o plano anual de formação de pessoal não docente. H1. Dar continuidade à política desenvolvida pelo Gabinete de Apoio ao aluno na Inserção de licenciados da FEP no mercado de trabalho. H2. Uma vez instalado o Conselho Consultivo, promover uma política activa de audição deste orgão sobre os objectivos estratégicos da FEP. 7 Plano de Actividades do Conselho Directivo 2005

8 H3. Dar continuidade ao estreitamento de relações entre a FEP e organizações profissionais de cariz associativo com presença relevante de licenciados pela FEP. H4. Dar continuidade à política de estreitamento de relações entre a FEP e a AAAFEP no âmbito do ISFEP. H5. Desenvolver as actividades de prestação de serviços ao exterior e de valorização da investigação. I1. Reforçar o espírito de corpo e sentimento de pertença. I2. Aumentar a visibilidade da FEP. J2. Implementar em toda a sua extensão o sistema de informação SIGARRA. J3. Aumentar a qualidade no funcionamento dos serviços. (ver actividades de cada serviço). K1. Apoiar, numa lógica de projectos propostos, iniciativas das Associações de Estudantes da FEP. L1. Dar continuidade à política desenvolvida pelo Gabinete de Apoio ao aluno na Inserção de novos estudantes e no aconselhamento de estudantes com problemas específicos. M1. Optimizar custos de funcionamento. M2. Aumentar as receitas próprias da FEP. 8 Plano de Actividades do Conselho Directivo 2005

9 Objectivos operacionais/actividades dos Serviços (2005) 1. Serviços Administrativos 1.1. Definir e executar um plano de formação Melhorar o acolhimento dos alunos na secretaria através da substituição do atendimento ao balcão por atendimento à secretária 1.3. Implementar em todas as suas valências o sistema de informação SIGARRA. 2. Serviços Financeiros 2.1. Consolidar o Sistema de Contabilidade Orçamental e Patrimonial 2.2. Concluir e/ou consolidadar a implementação da Contabilidade Analítica 2.3. Implementar o Sistema de Controlo Interno 2.4. Continuar a política de consolidação orçamental e eficente gestão de recursos financeiros 2.5. Encerrar as Contas durante o mês da Março 3. Biblioteca 3.1. Elaborar códigos de procedimentos 3.2. Produzir, sistematizar, difundir e actualizar informação 3.3. Ultimar catalogação retrospectiva 3.4. Correcção de índices 3.5. Melhorar a qualidade dos serviços 4. Serviços de Informática 4.1. Optimizar a infra-estrutura de comunicação e dos sistemas de servidores Diminuição da dependência hierárquica dos equipamento activos de rede Implementação de um backbone a 10Gbits Aumento de capacidade de firewalling Tender para a independência das várias sub-redes 4.2. Criar um gabinete para estudo e desenvolvimento de novas soluções informáticas Desenho e desenvolvimento de um serviço de help-desk electrónico Construção e apoio no desenho de páginas web complementares ao sistema SIGARRA 9 Plano de Actividades do Conselho Directivo 2005

10 Construção de novos módulos de funcionalidade das aplicações internas ao SI Implementação de um sistema para a gestão de pagamentos electrónicos Desenvolvimento de aplicações informáticas de apoio aos diferentes serviços e utilizadores da FEP 4.3. Instalação e adequação do SI no edifício BIC Instalação de equipamentos activos de rede e reformulação de equipamentos passivos Desenho, construção e colocação de mobiliário para o espaço público de alunos, salas de aula e instalação do SI, tendo em vista a optimização e funcionalidade de espaços Instalação dos complexos de sistemas servidores Instalação dos equipamentos informáticos nas salas de aula, no espaço público de alunos e no SI Implementação de um sistema de video-vigilância, integrável com o sistema da FEP 4.4. Implementar um serviço de help-desk para recepção, registo e encaminhamento de pedidos de colaboração ao SI Desenho de uma interface gráfica para registo de solicitações de apoio, tanto quanto possível tipificadas Protocolarização de encaminhamento de pedidos Definição de um conjunto de estatísticas de gestão Reorganização interna de afectação de recursos ao help-desk Divulgação e sensibilização à utilização deste serviço pela comunidade da FEP 4.5. Difusão de informação interna Recolha e sistematização da informação 5. Gabinete de Apoio ao Aluno 5.1. Aumentar o intercâmbio internacional de alunos ao abrigo de programas de mobilidade 5.2. Manter o número de grupos de desenvolvimento (workshops e formação para a integração profissional) realizados e garantir um índice de satisfação dos participantes elevado 5.3. Manter todos os meios de apoio à inserção dos licenciados no mercado de trabalho (Bolsa de Emprego, Apresentações de Empresas na FEP, Formação para a Integração Profissional) bastante activos 5.4. Reforçar o apoio aos estudantes ao nível da inserção académica e social 5.5. Reforçar o espirito de pertença dos alunos à FEP e aumentar a visibilidade da FEP no meio envolvente 10 Plano de Actividades do Conselho Directivo 2005

11 6. Gabinete de Marketing e Comunicação 6.1. Contribuir para a notoriedade e prestigio da marca FEP.UP 6.2. Aumentar a quantidade e qualidade dos candidatos para frequentarem os cursos de licenciatura e pós-graduações 6.3. Ser criativo e inovador na abordagem ao mercado e à comunidade 7. Serviços Auxiliares e de Manutenção 7.1. Assegurar maior responsabilidade e solicitude no apoio às aulas 7.2. Garantir maior asseio dos espaços comuns, nomeadamente corredores e limpeza dos gabinetes 7.3. Aumentar a rapidez de Intervenção nas pequenas tarefas de manutenção 8. Gabinete Técnico 8.1. Produzir informação para acompanhamento do funcionamento das disciplinas de opção dos cursos de licenciatura 8.2. Elaborar formulários electrónicos para todas as petições susceptíveis de serem apresentadas pelos Docentes (equiparações a bolseiro de todo tipo, dispensa de serviço para doutoramento, llicenças sabáticas, justificação de faltas, pedidos de financiamento para deslocações, etc.) 8.3. Elaborar formulários electrónicos para obtenção de Declarações para fins sociais solicitadas pelos estudantes das licenciaturas 8.4. Produzir informação para aplicação das medidas aprovadas pelo Conselho Científico para combater o insucesso escolar 8.5. Assegurar a recolha e difusão da mais variada informação relativa à actividade dos Docentes através da página WEB do Conselho Científico, em consonância com as orientações e decisões que sobre a matéria forem estabelecidas por este Órgão de Gestão 8.6. Assegurar o secretariado técnico aos órgãos de gestão no desempenho das suas competências específicas. 9. Formação Contínua (ISFEP) 9.1 Continuação das actividades de preparação, promoção e apoio administrativo aos Cursos de Pós-Graduação realizados no âmbito do protocolo FEP/ISFEP: MBA Finanças (5ª e 6ª Edições), Pós-Graduação em Análise Financeira (2ª Edição), Pós-Graduação em Finanças e Fiscalidade (1ª e 2ª Edições), Pós- Graduação em Gestão Autárquica (5ª e 6ª Edições), Pós-Graduação em Gestão Imobiliária (2ª e 3ª Edições). 9.2 Acolhimento e apoio a iniciativas de acções de educação contínua de curta e média duração. 11 Plano de Actividades do Conselho Directivo 2005

12 9.3 Continuação do apoio administrativo no domínio da valorização da investigação, através da prestação de serviços que envolvem um indiscutível conteúdo de investigação. 9.4 Continuação da actividade de apoio de secretariado à Associação dos Antigos Alunos da Faculdade de Economia do Porto. 9.5 Continuação do actividade de apoio administrativo e documental às actividades de investigação do CEMPRE FEP e do CETE FEP. 12 Plano de Actividades do Conselho Directivo 2005

13 Desagregação de objectivos operacionais/actividades Serviços Administrativos Recursos Humanos, Horários, Arquivo e Expediente: 1. Incentivar a formação profissional 2. Adesão completa ao programa SIGARRA 3. Actualização da base de dados do pessoal docente e não docente 4. Cumprimento de prazos em matéria de procedimentos relativos a concursos, contratos, elaboração de mapas de assiduidade e estatísticas Serviços Académicos (alunos de graduação): 1. Melhoria da imagem dos serviços de secretaria através de medidas de acolhimento personalizado, nomeadamente, substituição do balcão por uma secretária e uma atitude pessoal de maior empatia. 2. Redução do tempo de resposta a requerimentos e pedidos de certidões. 3. Melhoria da formação profissional Serviços Académicos (alunos de pós-graduação): 1. Continuação da prestação de um serviço de nível elevado, assegurando com rigor e competência todas as tarefas respeitantes à secção 2. Adesão completa ao programa SIGARRA 3. Melhoria da imagem a nível do espaço de trabalho Serviços Financeiros Secção de Contabilidade: 1. Cumprir todas as obrigações fiscais e parafiscais dentro dos prazos estipulados por lei; 2. Processar todas as despesas logo que a factura ou documento equivalente chegue à Secção de Contabilidade; 3. Melhorar a qualidade de classificação do documento e o respectivo registo contabilístico; 4. Cumprir com rigor, transparência, eficácia e eficiência os prazos de prestação de contas; 5 Contribuir, empenhadamente, para a implementação da Contabilidade Analítica e consolidação da Contabilidade Patrimonial, incluindo a actualização anual do inventário dos bens móveis Secção de Compras e Economato: 1. Elaboração do inventário físico dos stocks nos primeiros dias de Janeiro; 2. Redução para valores mínimos do stock, sem que haja ruptura dos mesmos; 3. Reduzir o tempo médio de entrega das encomendas; 13 Plano de Actividades do Conselho Directivo 2005

14 4. Melhorar a qualidade do serviço prestado; instalando um novo programa de gestão de stocks Tesouraria: 1. Efectuar todos os pagamentos autorizados, desde que haja disponibilidades de tesouraria; 2. Receber todos os valores liquidados; 3. Entregar diariamente na Contabilidade a Folha de Cofre; 4. Manter permanentemente actualizados os saldos bancários; 5. Manter o arquivo permanentemente actualizado Gabinete de Gestão Financeira: 1. Elaboração e prestação de contas periódicas e finais dos projectos nos prazos estipulados; 2. Prestar mais e melhor qualidade da informação financeira aos responsáveis dos projectos de investigação científica; 3. Continuar a colaborar na implementação da Contabilidade Analítica e consolidadção da Contabilidade Patrimonial, incluindo a actualização anual do inventário dos bens móveis 14 Plano de Actividades do Conselho Directivo 2005

Plano de Sustentabilidade e Gestão da Segurança Social PSGSS

Plano de Sustentabilidade e Gestão da Segurança Social PSGSS Plano de Sustentabilidade e Gestão da Segurança Social PSGSS Manuel Moreira Coordenador do PSGSS Benguela, 22 e 23 de Maio Agenda Objetivos Gerais Objectivos Estratégicos Estrutura do Projecto Inciativas

Leia mais

REGULAMENTO DO CENTRO DE CONGRESSOS DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA

REGULAMENTO DO CENTRO DE CONGRESSOS DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA REGULAMENTO DO CENTRO DE CONGRESSOS DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA Aprovado pelo Presidente do ISEL a NOTA INTRODUTÓRIA Criado a 19 de Setembro de 2006 e tendo iniciado as suas funções a

Leia mais

Plano de Atividades 2014

Plano de Atividades 2014 Plano de Atividades 2014 Escola de Ciências Universidade do Minho 1. Missão A Escola de Ciências tem como missão gerar, difundir e aplicar conhecimento no âmbito das Ciências Exatas e da Natureza e domínios

Leia mais

DESPACHO. Estrutura Orgânica dos Serviços da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa.

DESPACHO. Estrutura Orgânica dos Serviços da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa. DESPACHO N.º07/2014 Data: 2014/02/11 Para conhecimento de: Pessoal Docente, Discente e Não Docente ASSUNTO: Estrutura Orgânica dos Serviços da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa. Os Estatutos

Leia mais

DIRECTOR(A) DE RESTAURAÇÃO

DIRECTOR(A) DE RESTAURAÇÃO PERFIL PROFISSIONAL DIRECTOR(A) DE RESTAURAÇÃO ÁREA DE ACTIVIDADE - HOTELARIA, RESTAURAÇÃO E TURISMO OBJECTIVO GLOBAL - Planear, dirigir e controlar as actividades de produção e de serviço de alimentos

Leia mais

REGULAMENTO ORGÂNICO DOS SERVIÇOS DO ISA

REGULAMENTO ORGÂNICO DOS SERVIÇOS DO ISA Deliberação nº /2011 Considerando que, nos termos do nº 3 do artigo 12º dos Estatutos do Instituto Superior de Agronomia, compete ao Conselho de Gestão do Instituto Superior de Agronomia (ISA), aprovar,

Leia mais

REGULAMENTO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS AO EXTERIOR DA UNIVERSIDADE DO PORTO

REGULAMENTO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS AO EXTERIOR DA UNIVERSIDADE DO PORTO Regulamentos REGULAMENTO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS AO EXTERIOR DA UNIVERSIDADE DO PORTO A prestação de serviços ao exterior por docentes com contrato em funções públicas, em regime de dedicação exclusiva,

Leia mais

ESTATUTOS DOS SERVIÇOS DE AÇÃO SOCIAL DA UNIVERSIDADE DE LISBOA

ESTATUTOS DOS SERVIÇOS DE AÇÃO SOCIAL DA UNIVERSIDADE DE LISBOA ESTATUTOS DOS SERVIÇOS DE AÇÃO SOCIAL DA UNIVERSIDADE DE LISBOA Artigo 1.º Natureza Os Serviços de Ação Social da Universidade de Lisboa, adiante designados por SASULisboa, são uma pessoa coletiva de direito

Leia mais

Candidatura a Presidente da Escola Superior Náutica Infante D. Henrique. Programa de Acção. Luis Filipe Baptista

Candidatura a Presidente da Escola Superior Náutica Infante D. Henrique. Programa de Acção. Luis Filipe Baptista Candidatura a Presidente da Escola Superior Náutica Infante D. Henrique Programa de Acção Luis Filipe Baptista ENIDH, Setembro de 2013 Motivações para esta candidatura A sociedade actual está a mudar muito

Leia mais

ÍNDICE. Logotipo e assinatura 4. Cores 6. Comportamento sobre fundos 8. Utilizações incorrectas 10. Formato mínimo 12. Tipografia 14.

ÍNDICE. Logotipo e assinatura 4. Cores 6. Comportamento sobre fundos 8. Utilizações incorrectas 10. Formato mínimo 12. Tipografia 14. m a n u a l d e i d e n t i d a d e ÍNDICE Logotipo e assinatura 4 Cores 6 Comportamento sobre fundos 8 Utilizações incorrectas 10 Formato mínimo 12 Tipografia 14 Estacionário 16 Manual Básico de Identidade

Leia mais

Rua da Cruz Vermelha Cidacos - Apartado 1002 3720-126 Oliveira de Azeméis

Rua da Cruz Vermelha Cidacos - Apartado 1002 3720-126 Oliveira de Azeméis Rua da Cruz Vermelha Cidacos - Apartado 1002 3720-126 Oliveira de Azeméis Revisão Data Alterações na Revisão Elaborado Aprovado 0 07-06-2010 Edição original GQA CDIR Pág. 1 de 6 Índice Capítulo Assunto

Leia mais

Caracterização dos cursos de licenciatura

Caracterização dos cursos de licenciatura Caracterização dos cursos de licenciatura 1. Identificação do ciclo de estudos em funcionamento Os cursos de 1º ciclo actualmente em funcionamento de cuja reorganização resultam os novos cursos submetidos

Leia mais

RELATÓRIO DE ACTIVIDADES 2009

RELATÓRIO DE ACTIVIDADES 2009 INSTITUTO POLITÉCNICO DO CÁVADO E DO AVE ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO RELATÓRIO DE ACTIVIDADES 2009 PROJECTO EM SIMULAÇÃO EMPRESARIAL Índice Introdução 1 Recursos Humanos afectos ao PSE... 3 1.1 Caracterização...

Leia mais

CONHECER O COMISSARIADO DA AUDITORIA

CONHECER O COMISSARIADO DA AUDITORIA CONHECER O COMISSARIADO DA AUDITORIA PARTE I - MISSÃO, VALORES, VISÃO E LINHAS DE ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA DO COMISSARIADO DA AUDITORIA O Comissariado da Auditoria (CA) funciona como órgão independente na

Leia mais

Licenciatura em Gestão

Licenciatura em Gestão Departamento de Gestão Licenciatura em Gestão Novo Plano de Estudos versão de 21 de Março de 2002 Meio Envolvente Licenciados em Gestão: capacidade de decisão e aprendizagem e flexibilidade Actual plano

Leia mais

Cooperação no Ensino Politécnico Orlando Rodrigues

Cooperação no Ensino Politécnico Orlando Rodrigues Os Dias do Desenvolvimento Conhecimento, Capacitação e Transferência de Tecnologia Lisboa, 22 de Abril Cooperação no Ensino Politécnico Orlando Rodrigues Objectivo: Breve reflexão em torno da experiência

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Organização de Eventos Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/7 ÁREA DE ACTIVIDADE OBJECTIVO GLOBAL SAÍDAS

Leia mais

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE. (Unidade-Disciplina-Trabalho) MINISTÉRIO DO PLANO E FINANÇAS

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE. (Unidade-Disciplina-Trabalho) MINISTÉRIO DO PLANO E FINANÇAS REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE (Unidade-Disciplina-Trabalho) MINISTÉRIO DO PLANO E FINANÇAS PROJECTO DE APOIO À GESTÃO ECONÓMICA E FINANCEIRA (PAGEF) TERMOS DE REFERÊNCIA RESPONSÁVEL ADMINISTRATIVO

Leia mais

Ministério dos Petróleos

Ministério dos Petróleos Ministério dos Petróleos Decreto Lei nº 10/96 De 18 de Outubro A actividade petrolífera vem assumindo nos últimos tempos importância fundamental no contexto da economia nacional, constituindo por isso,

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE APOIO À GESTÃO. PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Apoio à Gestão Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE APOIO À GESTÃO. PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Apoio à Gestão Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5 PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE APOIO À GESTÃO PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Apoio à Gestão Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5 ÁREA DE ACTIVIDADE - ADMINISTRAÇÃO/GESTÃO OBJECTIVO GLOBAL

Leia mais

CETAC.MEDIA. Centro de Estudos. das Tecnologias e Ciências da Comunicação. Regulamento

CETAC.MEDIA. Centro de Estudos. das Tecnologias e Ciências da Comunicação. Regulamento Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências da Comunicação Regulamento Julho de 2008 CAPÍTULO I Natureza, Missão, Atribuições e Constituição Artigo 1º Natureza O Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências

Leia mais

ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL

ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL Diretor Geral O Diretor Geral supervisiona e coordena o funcionamento das unidades orgânicas do Comité Olímpico de Portugal, assegurando o regular desenvolvimento das suas

Leia mais

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES 2015 2 Formar gestores e quadros técnicos superiores, preparados científica e tecnicamente para o exercício de funções na empresa

Leia mais

FREGUESIA DE BOAVISTA DOS PINHEIROS Regulamento n.º 02/2010

FREGUESIA DE BOAVISTA DOS PINHEIROS Regulamento n.º 02/2010 FREGUESIA DE BOAVISTA DOS PINHEIROS Regulamento n.º 02/2010 Para os efeitos estipulados no artigo 14.º do Decreto -Lei n.º 305/2009 de 23 de Outubro, torna público que, a Assembleia de Freguesia em reunião

Leia mais

Através de projectos estruturantes, 1. construir as referências da modernidade dos países e das regiões, 2. criar redes sólidas de suporte ao

Através de projectos estruturantes, 1. construir as referências da modernidade dos países e das regiões, 2. criar redes sólidas de suporte ao Desenvolvimento Através de projectos estruturantes, 1. construir as referências da modernidade dos países e das regiões, 2. criar redes sólidas de suporte ao desenvolvimento económico, 3. mobilizar os

Leia mais

NCE/09/01302 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/09/01302 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/09/01302 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas 1 a 7 1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade De Aveiro 1.a. Descrição

Leia mais

第 三 章 執 行 預 算 第 135/2005 號 行 政 長 官 批 示. 7) Executar o plano de formação de pessoal; ( 七 ) 執 行 人 員 培 訓 計 劃 ;

第 三 章 執 行 預 算 第 135/2005 號 行 政 長 官 批 示. 7) Executar o plano de formação de pessoal; ( 七 ) 執 行 人 員 培 訓 計 劃 ; N.º 19 9-5-2005 BOLETIM OFICIAL DA REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU I SÉRIE 545 ( 七 ) 執 行 人 員 培 訓 計 劃 ; ( 八 ) 核 實 收 支 文 件, 並 為 船 舶 建 造 廠 的 正 常 運 作 提 供 輔 助 7) Executar o plano de formação de pessoal;

Leia mais

Associação Centro de Incubação de Empresas de Base Tecnológica. Sines Tecnopolo. Pós-Graduação. MBA em Negócios Internacionais

Associação Centro de Incubação de Empresas de Base Tecnológica. Sines Tecnopolo. Pós-Graduação. MBA em Negócios Internacionais Associação Centro de Incubação de Empresas de Base Tecnológica Sines Tecnopolo Pós-Graduação MBA em Negócios Internacionais Edital 1ª Edição 2012-2013 1 Enquadramento O MBA em Negócios Internacionais é

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DO PROGRAMA BOLSAS IBERO-AMERICANAS. JOVENS PROFESSORES E INVESTIGADORES CONVOCATÓRIA 2015

REGULAMENTO GERAL DO PROGRAMA BOLSAS IBERO-AMERICANAS. JOVENS PROFESSORES E INVESTIGADORES CONVOCATÓRIA 2015 REGULAMENTO GERAL DO PROGRAMA BOLSAS IBERO-AMERICANAS. JOVENS PROFESSORES E INVESTIGADORES CONVOCATÓRIA 2015 A promoção da investigação através de programas que contribuam de maneria eficaz para a criação

Leia mais

Ministério do Comércio

Ministério do Comércio Ministério do Comércio Decreto Executivo nº /07 De 03 de Setembro Convindo regulamentar o funcionamento do Gabinete de Estudos, Planeamento e Estatística do Ministério do Comércio; Nestes termos, ao abrigo

Leia mais

S. R. REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA. Plano de Actividades. Ano Económico 2010

S. R. REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA. Plano de Actividades. Ano Económico 2010 Plano de Actividades Ano Económico 2010 I - Nota Introdutória Ao Conselho de Administração da Assembleia Legislativa, incumbe, entre outras atribuições, exercer a gestão orçamental e financeira da Assembleia,

Leia mais

O GRUPO AITEC. Breve Apresentação

O GRUPO AITEC. Breve Apresentação O GRUPO AITEC Breve Apresentação Missão Antecipar tendências, identificando, criando e desenvolvendo empresas e ofertas criadoras de valor no mercado mundial das Tecnologias de Informação e Comunicação

Leia mais

Programa de Parcerias e Submissão de Propostas 2014/15

Programa de Parcerias e Submissão de Propostas 2014/15 DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA Programa de Parcerias e Submissão de Propostas 2014/15 O Departamento de Informática (DI) da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL) procura criar e estreitar

Leia mais

Plano de Atividades 2015

Plano de Atividades 2015 Plano de Atividades 2015 Instituto de Ciências Sociais Universidade do Minho 1. Missão Gerar, difundir e aplicar conhecimento no âmbito das Ciências Sociais e áreas afins, assente na liberdade de pensamento,

Leia mais

Relatório e Parecer da Comissão de Execução Orçamental

Relatório e Parecer da Comissão de Execução Orçamental Relatório e Parecer da Comissão de Execução Orçamental Auditoria do Tribunal de Contas à Direcção Geral do Tesouro no âmbito da Contabilidade do Tesouro de 2000 (Relatório n.º 18/2002 2ª Secção) 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

Id Serviços de Apoio

Id Serviços de Apoio Id Serviços de Apoio Cafetaria do Museu Calouste Gulbenkian e seu prolongamento no jardim. Serviços Centrais Valores em euros Encargos com pessoal 6 219 770 Despesas de funcionamento 9 606 628 Investimento

Leia mais

CEBE. Cooperativa de Ensino de Benfica, Crl REGULAMENTO INTERNO

CEBE. Cooperativa de Ensino de Benfica, Crl REGULAMENTO INTERNO CEBE Cooperativa de Ensino de Benfica, Crl REGULAMENTO INTERNO ÍNDICE Introdução 3 Pag 1 Regime de funcionamento 4 1.1 Horário 5 1.2 Acesso, circulação e saída da CEBE 6 2 Estrutura Pedagógica e Administrativa

Leia mais

REFORÇAR Objectivo 1. Melhorar a divulgação da missão/visão para o agrupamento de escolas em toda a comunidade educativa

REFORÇAR Objectivo 1. Melhorar a divulgação da missão/visão para o agrupamento de escolas em toda a comunidade educativa CORECARD > MONITORIZAÇÃO Organização e Processos de Gestão Estratégica Liderar e criar uma cultura de escola Melhorar a divulgação da missão/visão para o agrupamento de escolas em toda a comunidade educativa

Leia mais

REGULAMENTO DA INCUBADORA DO TAGUSPARK

REGULAMENTO DA INCUBADORA DO TAGUSPARK REGULAMENTO DA INCUBADORA DO TAGUSPARK Data: Outubro de 2013 PARTE I Aspectos Gerais Artigo 1º (Âmbito) No presente regulamento definem-se os procedimentos de funcionamento da Incubadora do Taguspark,

Leia mais

3. Critérios de Selecção dos Participantes (conhecimentos prévios) 1 ano de experiência na utilização do Sifarma2000

3. Critérios de Selecção dos Participantes (conhecimentos prévios) 1 ano de experiência na utilização do Sifarma2000 1. Nome do Curso/actividade Pós-Graduação Sifarma 2000 2. Destinatários Todos os colaboradores da Farmácia. 3. Critérios de Selecção dos Participantes (conhecimentos prévios) 1 ano de experiência na utilização

Leia mais

CONSELHO DE MINISTROS

CONSELHO DE MINISTROS CONSELHO DE MINISTROS Decreto n.º 35/02 de 28 de Junho Considerando a importância que a política comercial desempenha na estabilização económica e financeira, bem como no quadro da inserção estrutural

Leia mais

NO ÂMBITO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

NO ÂMBITO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE INTRODUÇÃO Página: / Revisão:0 MANUAL DE FUNÇÕES NO ÂMBITO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE XZ Consultores Direção INTRODUÇÃO Página: / Revisão:0 ÍNDICE CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO 1 Mapa de Controlo das Alterações

Leia mais

Regulamento do Gabinete Erasmus da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa

Regulamento do Gabinete Erasmus da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa Regulamento do Gabinete Erasmus da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º (Objecto) O presente regulamento estabelece a orgânica do Gabinete Erasmus, bem

Leia mais

SECRETÁRIO REGIONAL DA PRESIDÊNCIA Despacho Normativo n.º 69/2010 de 22 de Outubro de 2010

SECRETÁRIO REGIONAL DA PRESIDÊNCIA Despacho Normativo n.º 69/2010 de 22 de Outubro de 2010 SECRETÁRIO REGIONAL DA PRESIDÊNCIA Despacho Normativo n.º 69/2010 de 22 de Outubro de 2010 Considerando o Regime de enquadramento das políticas de juventude na Região Autónoma dos Açores, plasmado no Decreto

Leia mais

Mapa de Pessoal - 2015 4.ª ALTERAÇÃO

Mapa de Pessoal - 2015 4.ª ALTERAÇÃO Mapa Pessoal - 05 atividas Definição da política da Universida. Governação e representação externa da Universida. Gestão corrente da Universida e das políticas finidas pela Equipa al; Coornação Serviços

Leia mais

Premier. Quando os últimos são os Primeiros

Premier. Quando os últimos são os Primeiros Premier Quando os últimos são os Primeiros Fundada em 1997 Especializada no desenvolvimento de soluções informáticas de apoio à Gestão e consultoria em Tecnologias de Informação. C3im tem como principais

Leia mais

Regulamento do Centro de Ciências Matemáticas

Regulamento do Centro de Ciências Matemáticas Centro de Ciências Matemáticas Campus Universitário da Penteada P 9000-390 Funchal Tel + 351 291 705181 /Fax+ 351 291 705189 ccm@uma.pt Regulamento do Centro de Ciências Matemáticas I Disposições gerais

Leia mais

Mecanismos e modelos de apoio à Comunidade Associativa e Empresarial da Indústria Extractiva

Mecanismos e modelos de apoio à Comunidade Associativa e Empresarial da Indústria Extractiva centro tecnológico da cerâmica e do vidro coimbra portugal Mecanismos e modelos de apoio à Comunidade Associativa e Empresarial da Indústria Extractiva Victor Francisco CTCV Responsável Unidade Gestão

Leia mais

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL CADERNOS DE MUSEOLOGIA Nº 28 2007 135 GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL INTRODUÇÃO Os Sistemas da Qualidade

Leia mais

QUADRO DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO DE ESCOLAS E AGRUPAMENTOS

QUADRO DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO DE ESCOLAS E AGRUPAMENTOS QUADRO DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO DE ESCOLAS E AGRUPAMENTOS I Os cinco domínios 1. Resultados 2. Prestação do serviço educativo 3. Organização e gestão escolar 4. Liderança 5. Capacidade de auto-regulação

Leia mais

O e-learning como etapa da universidade para o virtual

O e-learning como etapa da universidade para o virtual lmbg@ufp.pt & fergomes@ufp.pt O e-learning como etapa da universidade para o virtual Luis Borges Gouveia Fernando Gomes Universidade Fernando Pessoa e-learning como objectivo ou etapa? o e-learning como

Leia mais

SISTEMAS DEGESTÃO EMPRESARIAL

SISTEMAS DEGESTÃO EMPRESARIAL SISTEMAS DEGESTÃO EMPRESARIAL Imagine um mundo onde a sua Empresa se desenvolve facilmente, onde a cooperação entre os seus funcionários, as suas filiais e o seu ambiente de negócio é simples e em que

Leia mais

25136 Diário da República, 2.ª série N.º 152 8 de agosto de 2013

25136 Diário da República, 2.ª série N.º 152 8 de agosto de 2013 25136 Diário da República, 2.ª série N.º 152 8 de agosto de 2013 10 Plano de Estudos: Universidade do Minho Escola de Engenharia Formação Especializada em Engenharia Tingimento e Estamparia 1.º semestre

Leia mais

Sistema de Incentivos

Sistema de Incentivos Sistema de Incentivos Qualificação e Internacionalização de PME amrconsult 13 de Maio de 2010 1 Agenda 1 Enquadramento 2 Condições de elegibilidade 3 Despesas elegíveis 4 Incentivo 2 1 Enquadramento 3

Leia mais

REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO E MESTRADOS EXECUTIVOS DO ISLA CAMPUS LISBOA

REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO E MESTRADOS EXECUTIVOS DO ISLA CAMPUS LISBOA REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO E MESTRADOS EXECUTIVOS DO ISLA CAMPUS LISBOA 1.º OBJECTIVO Os Cursos de Pós-Graduação e Mestrados Executivos do ISLA Campus Lisboa são programas de estudos que visam

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE APROVISIONAMENTO E VENDA DE PEÇAS DE VEÍCULOS AUTOMÓVEIS

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE APROVISIONAMENTO E VENDA DE PEÇAS DE VEÍCULOS AUTOMÓVEIS TÉCNICO(A) DE APROVISIONAMENTO E VENDA DE PEÇAS DE VEÍCULOS AUTOMÓVEIS CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/7 ÁREA DE ACTIVIDADE - AUTOMÓVEL OBJECTIVO GLOBAL - Planear, organizar, acompanhar e efectuar

Leia mais

apresentação corporativa

apresentação corporativa apresentação corporativa 2 Índice 1. Apresentação da BBS a) A empresa b) Evolução c) Valores d) Missão e Visão 2. Áreas de Negócio a) Estrutura de Serviços b) Accounting/Tax/Reporting c) Management & Consulting

Leia mais

Regulamento de Competências de Subunidades Orgânicas

Regulamento de Competências de Subunidades Orgânicas Regulamento de Competências de Subunidades Orgânicas Dando sequência ao estabelecido no art.º 2.º do Regulamento da Estrutura Flexível dos serviços municipais e usando das competências conferidas pelos

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES 2013

PLANO DE ACTIVIDADES 2013 PLANO DE ACTIVIDADES 2013 Documento elaborado por: Teresa Paiva Diretora da UDI Índice I. INTRODUÇÃO 1 1.1.Enquadramento, Missão e Estratégia 1 1.2.Breve caracterização do ambiente interno e externo 1

Leia mais

MBA Negócios Internacionais. Edital 1ª Edição 2013-2014

MBA Negócios Internacionais. Edital 1ª Edição 2013-2014 MBA Negócios Internacionais Edital 1ª Edição 2013-2014 Sines, Junho de 2013 1 Enquadramento O MBA em Negócios Internacionais é um curso de pós-graduação desenvolvido pela Escola Superior de Ciências Empresariais

Leia mais

Secretaria de Estado do Sector Empresarial Público. Decreto-Lei nº 7/07 de 2 de Maio

Secretaria de Estado do Sector Empresarial Público. Decreto-Lei nº 7/07 de 2 de Maio Secretaria de Estado do Sector Empresarial Público Decreto-Lei nº 7/07 de 2 de Maio Tendo em conta a história económica do nosso País após a independência, a propriedade pública ainda ocupa um lugar muito

Leia mais

Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO

Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO O Exploratório - Centro Ciência Viva de Coimbra torna pública a abertura de concurso para a atribuição de uma Bolsa de

Leia mais

CAPÍTULO VII (Disposições Finais e Transitórias)

CAPÍTULO VII (Disposições Finais e Transitórias) Artigo 18º (Comissão Eleitoral) 1. O procedimento eleitoral será conduzido por uma comissão eleitoral constituída por dois vogais, designados pelo Conselho Científico de entre os seus membros, e presidida

Leia mais

Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN]

Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN] Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN] Frederico Mendes & Associados Sociedade de Consultores Lda. Frederico Mendes & Associados é uma

Leia mais

Simplificação nas PMEs

Simplificação nas PMEs Simplificação nas PMEs Aproveitamento das Novas Tecnologias DGITA Portal Declarações Electrónicas Dezembro 2007 Simplificação nas PMEs - Aproveitamento das Novas Tecnologias 1 Agenda O que é a DGITA? Estratégia

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA. Diretor/a de Administração e Finanças

TERMOS DE REFERÊNCIA. Diretor/a de Administração e Finanças TERMOS DE REFERÊNCIA Diretor/a de Administração e Finanças O Secretariado Executivo da CPLP pretende contratar um/a (1) Diretor/a de Administração e Finanças para exercer funções nas instalações da sua

Leia mais

GESTÃO DOCUMENTAL. Mapeamento de processos P05 - Gestão Estratégica. Sub-processo Procedimento Gestão Instruções de Trabalho Impressos

GESTÃO DOCUMENTAL. Mapeamento de processos P05 - Gestão Estratégica. Sub-processo Procedimento Gestão Instruções de Trabalho Impressos Actualizado em: 81121 P5 - Gestão Estratégica Sub-processo Procedimento Gestão Instruções de Trabalho Impressos SP3 Planeamento e Revisão do Sistema IT 9 Planeamento e Análise 4 Programa de Objectivos

Leia mais

QUADRO DE AVALIAÇÃO E RESPONSABILIZAÇÃO 2009

QUADRO DE AVALIAÇÃO E RESPONSABILIZAÇÃO 2009 QUADRO DE AVALIAÇÃO E RESPONSABILIZAÇÃO 2009 Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior FCT (última actualização 2009/03/09) Missão: A missão da FCT visa o desenvolvimento, financiamento e avaliação

Leia mais

INCENTIVOS ÀS EMPRESAS NO ÂMBITO DO QREN ABERTURA DE CONCURSOS

INCENTIVOS ÀS EMPRESAS NO ÂMBITO DO QREN ABERTURA DE CONCURSOS INCENTIVOS ÀS EMPRESAS NO ÂMBITO DO QREN ABERTURA DE CONCURSOS SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO (SI INOVAÇÃO) - INOVAÇÃO PRODUTIVA Objectivos e Prioridades O presente concurso destina-se a apoiar investimentos

Leia mais

Auto-avaliação da Licenciatura em Gestão e Administração Hoteleira

Auto-avaliação da Licenciatura em Gestão e Administração Hoteleira Auto-avaliação da Licenciatura em Gestão e Administração Hoteleira Relatório Resumo Junho de 2012 Índice 1. Objectivo... 3 2. Enquadramento... 3 3. Trabalho realizado... 3 4. Dados síntese da Licenciatura

Leia mais

8226 Diário da República, 1.ª série N.º 215 8 de Novembro de 2007

8226 Diário da República, 1.ª série N.º 215 8 de Novembro de 2007 8226 Diário da República, ª série N.º 215 8 de Novembro de 2007 da Madeira os Drs. Rui Nuno Barros Cortez e Gonçalo Bruno Pinto Henriques. Aprovada em sessão plenária da Assembleia Legislativa da Região

Leia mais

Plano a Médio Prazo e Orçamento 2005. Intervenção no Plenário Assembleia Legislativa da R.A.A. 5 a 8 de Abril de 2005

Plano a Médio Prazo e Orçamento 2005. Intervenção no Plenário Assembleia Legislativa da R.A.A. 5 a 8 de Abril de 2005 Plano a Médio Prazo e Orçamento 2005 Intervenção no Plenário Assembleia Legislativa da R.A.A. 5 a 8 de Abril de 2005 Senhor Presidente da ALRAA Senhoras e Senhores Deputados Senhor Presidente do Governo

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO EM CONTROLO DE GESTÃO E FISCALIDADE PARA PME S

PÓS-GRADUAÇÃO EM CONTROLO DE GESTÃO E FISCALIDADE PARA PME S PÓS-GRADUAÇÃO EM CONTROLO DE GESTÃO E FISCALIDADE PARA PME S CÂMARA DO COMÉRCIO DE ANGRA DO HEROÍSMO E INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO Angra do Heroísmo 2010/2011 1 Objectivos Este curso de pós-graduação

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE. Câmara Municipal do Funchal. Divisão de Atendimento e Informação

MANUAL DA QUALIDADE. Câmara Municipal do Funchal. Divisão de Atendimento e Informação Câmara Municipal do Funchal Divisão de Atendimento e Informação INDICE Promulgação Âmbito Exclusões Hierarquia da documentação do Sistema de Gestão da Qualidade Política da Qualidade Missão e Visão Apresentação

Leia mais

RELATÓRIO DE EXECUÇÃO FINANCEIRA

RELATÓRIO DE EXECUÇÃO FINANCEIRA PROGRAMA EUROSTARS RELATÓRIO DE EXECUÇÃO FINANCEIRA INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO ACOMPANHAMENTO FINANCEIRO COMPONENTES DO RELATÓRIO A verificação da execução financeira dos projectos EUROSTARS é suportada

Leia mais

7) Providenciar e estimular a publicação de estudos sobre o Direito de Macau;

7) Providenciar e estimular a publicação de estudos sobre o Direito de Macau; REGULAMENTO DO CENTRO DE REFLEXÃO, ESTUDO, E DIFUSÃO DO DIREITO DE MACAU DA FUNDAÇÃO RUI CUNHA CAPÍTULO I - DEFINIÇÃO E OBJECTIVOS Artigo 1º - Definição O Centro de Reflexão, Estudo, e Difusão do Direito

Leia mais

REGULAMENTO DA ESCOLA DE MÚSICA DE MONDIM DE BASTO

REGULAMENTO DA ESCOLA DE MÚSICA DE MONDIM DE BASTO REGULAMENTO DA ESCOLA DE MÚSICA DE MONDIM DE BASTO Artigo 1 (Objecto) 1 - Pelo presente Regulamento é constituída e regulado o funcionamento da Escola de Música Municipal de Mondim de Basto. 2 - A Escola

Leia mais

SISTEMA DE APOIO A ACÇÕES COLECTIVAS (SIAC) ESTRATÉGIAS DE EFICIÊNCIA COLECTIVA - TIPOLOGIA CLUSTERS E DINÂMICAS DE REDE

SISTEMA DE APOIO A ACÇÕES COLECTIVAS (SIAC) ESTRATÉGIAS DE EFICIÊNCIA COLECTIVA - TIPOLOGIA CLUSTERS E DINÂMICAS DE REDE AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS Nº 01 / SIAC / 2011 SISTEMA DE APOIO A ACÇÕES COLECTIVAS (SIAC) ESTRATÉGIAS DE EFICIÊNCIA COLECTIVA - TIPOLOGIA CLUSTERS E DINÂMICAS DE REDE Nos termos do Regulamento

Leia mais

para o Ministro da Ciência e da Tecnologia esteja prevista na lei. Decreto-Lei 188/97 DR nº 172, I-A Série,de 28 de Julho de 1997

para o Ministro da Ciência e da Tecnologia esteja prevista na lei. Decreto-Lei 188/97 DR nº 172, I-A Série,de 28 de Julho de 1997 Decreto-Lei 188/97 DR nº 172, I-A Série,de 28 de Julho de 1997 A Lei Orgânica do Ministério da Ciência e da Tecnologia, aprovada pelo Decreto-Lei Nº 144/96, de 26 de Agosto, estabeleceu o quadro orgânico

Leia mais

A Formação Pós-Graduada na Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto

A Formação Pós-Graduada na Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto Universidade Agostinho Neto Faculdade de Direito Workshop sobre Formação Pós-Graduada e Orientação A Formação Pós-Graduada na Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto Por: Carlos Teixeira Presidente

Leia mais

REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ISVOUGA - INSTITUTO SUPERIOR DE ENTRE O DOURO E VOUGA

REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ISVOUGA - INSTITUTO SUPERIOR DE ENTRE O DOURO E VOUGA REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ISVOUGA - INSTITUTO SUPERIOR DE ENTRE O DOURO E VOUGA O Estatuto de Carreira do Pessoal Docente do Ensino Superior Politécnico (ECPDP), na redacção

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE VOLUNTARIADO NA FCUL

REGULAMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE VOLUNTARIADO NA FCUL REGULAMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE VOLUNTARIADO NA FCUL GAPsi- Gabinete de Apoio Psicopedagógico Artigo 1º Objecto O Programa de Voluntariado na FCUL visa: a) Estimular a formação e educação dos estudantes

Leia mais

FORMULÁRIO DE PROPOSTA DE PROJECTO

FORMULÁRIO DE PROPOSTA DE PROJECTO FORMULÁRIO DE PROPOSTA DE PROJECTO ESPAÇO RESERVADO AO TI: PROPOSTA Nº DATA DA ENTRADA: / / RECEBIDO POR: I. IDENTIFICAÇÃO DO PROMOTOR NOME: Nº DE SÓCIO: MORADA: CÓDIGO POSTAL - LOCALIDADE: CONCELHO: TELEFONE:

Leia mais

PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO

PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO Novembro/2014 Índice INTRODUÇÃO... 3 Balanço da execução do plano... 4 Conclusão... 5 Recomendações... 8 REVISÃO DO

Leia mais

Reitoria. No plano orçamental para 2009 foi definida uma provisão no valor de 300.000 euros para o Programa - Qualidade.

Reitoria. No plano orçamental para 2009 foi definida uma provisão no valor de 300.000 euros para o Programa - Qualidade. Reitoria Circular RT-05/2009 Programa Qualidade 2009 Apesar dos constrangimentos financeiros impostos pelo orçamento atribuído para 2009, é importante garantir que são apoiadas as experiências e os projectos

Leia mais

Vale Projecto - Simplificado

Vale Projecto - Simplificado IDIT Instituto de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica Vale Projecto - Simplificado VALES Empreendedorismo e Inovação Associados Parceiros / Protocolos IDIT Enquadramento Vale Projecto - Simplificado

Leia mais

Programa para o Departamento de Engenharia Cerâmica e do Vidro Mário Guerreiro Silva Ferreira

Programa para o Departamento de Engenharia Cerâmica e do Vidro Mário Guerreiro Silva Ferreira Programa para o Departamento de Engenharia Cerâmica e do Vidro Mário Guerreiro Silva Ferreira. 2011-2014 1 Programa de acção Um programa de acção para qualquer unidade orgânica deve atender aos objectivos

Leia mais

Câmara Municipal de Estarreja PREÂMBULO

Câmara Municipal de Estarreja PREÂMBULO PREÂMBULO O projecto Estarreja COMpartilha surge da necessidade que se tem verificado, na sociedade actual, da falta de actividades e práticas de cidadania. Traduz-se numa relação solidária para com o

Leia mais

PROJECTO DE REGULAMENTO DOS SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS E FINANCEIROS

PROJECTO DE REGULAMENTO DOS SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS E FINANCEIROS PROJECTO DE REGULAMENTO DOS SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS E FINANCEIROS Artigo 1.º (Âmbito) 1 - O presente Regulamento estabelece a estrutura orgânica e as competências dos Serviços Administrativos e Financeiros

Leia mais

PROCEDIMENTO. Ref. Pcd. 3-sGRHF. Bolsas de Investigação Científica da UA, financiadas pela UA ou por outras verbas desde que não provenientes da FCT

PROCEDIMENTO. Ref. Pcd. 3-sGRHF. Bolsas de Investigação Científica da UA, financiadas pela UA ou por outras verbas desde que não provenientes da FCT PROCEDIMENTO Ref. Pcd. 3-sGRHF Bolsas de Investigação Científica da UA, financiadas pela UA ou por outras verbas desde que não provenientes da FCT Data: 14 /07/2011 Elaboração Nome: Fátima Serafim e Helena

Leia mais

PROGRAMA DE VOLUNTARIADO PARA OS MONUMENTOS, MUSEUS E PALÁCIOS

PROGRAMA DE VOLUNTARIADO PARA OS MONUMENTOS, MUSEUS E PALÁCIOS PROGRAMA DE VOLUNTARIADO PARA OS MONUMENTOS, MUSEUS E PALÁCIOS DEPENDENTES DA DGPC CARTA DO VOLUNTÁRIO (MINUTA) VOLUNTARIADO NOS MONUMENTOS, MUSEUS E PALÁCIOS DA DGPC CARTA DO VOLUNTÁRIO DE MONUMENTOS,

Leia mais

Lei Orgânica da Provedoria de Justiça

Lei Orgânica da Provedoria de Justiça Lei Orgânica da Provedoria de Justiça Decreto-Lei n.º 279/93, de 11 de Agosto (alterado pelo Decreto Lei N.º15/98, de 29 de Janeiro) (alterado pelo Decreto-Lei n.º 195/2001, de 27 de Junho) (alterado pelo

Leia mais

REGULAMENTO Programa ISPA ACTIVO - Bolsas de Mérito Social

REGULAMENTO Programa ISPA ACTIVO - Bolsas de Mérito Social REGULAMENTO Programa ISPA ACTIVO - Bolsas de Mérito Social Elaborado por: Aprovado por: Versão Direção ISPA CRL 1.0 (Prof. Doutor Emanuel Gonçalves) Revisto e confirmado por: Data de Aprovação Inicial

Leia mais

PROGRAMA LISTA M. Índice Geral

PROGRAMA LISTA M. Índice Geral Índice Geral A. Projecto de Credibilização e Revitalização da Associação Académica da Universidade Lusófona. - Hoje e no Futuro, em defesa dos teus direitos.2 B. Projecto de apoio às actividades académico-culturais.

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MOBILIDADE BOLSA IBERO-AMÉRICA. ESTUDANTES DE LICENCIATURA E MESTRADO SANTANDER UNIVERSIDADES CONVOCATÓRIA 2015

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MOBILIDADE BOLSA IBERO-AMÉRICA. ESTUDANTES DE LICENCIATURA E MESTRADO SANTANDER UNIVERSIDADES CONVOCATÓRIA 2015 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MOBILIDADE BOLSA IBERO-AMÉRICA. ESTUDANTES DE LICENCIATURA E MESTRADO SANTANDER UNIVERSIDADES CONVOCATÓRIA 2015 O Programa Bolsas Ibero-américa. Estudantes de Licenciatura e

Leia mais

MAPA DE PESSOAL 2009

MAPA DE PESSOAL 2009 MAPA DE PESSOAL 2009 Atribuições / Competências/Actividades Administração Competência para coordenar e viabilizar toda a actividade normal e funcional da LIPOR; Executar e velar pelo cumprimento das deliberações

Leia mais

BCN A EXPERIÊNCIA COM A PROVEDORIA DO CLIENTE

BCN A EXPERIÊNCIA COM A PROVEDORIA DO CLIENTE BCN A EXPERIÊNCIA COM A PROVEDORIA DO CLIENTE A GABINETE DE PROVEDORIA DO CLIENTE B ESTATÍSTICAS C PRINCIPAIS MEDIDAS ADOPTADAS GABINETE DE PROVEDORIA DO CLIENTE Com o objectivo de proteger os nossos Clientes

Leia mais

Objectivos Estratégicos (OE) Meta 2008 Taxa de Realização

Objectivos Estratégicos (OE) Meta 2008 Taxa de Realização Ministério: Organismo: MISSÃO: Ministério das Finanças e da Administração Pública Direcção-Geral do Orçamento A Direcção-Geral do Orçamento (DGO) tem por missão superintender na elaboração e execução do

Leia mais

NCE/12/01121 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/12/01121 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/12/01121 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade Do Algarve A.1.a.

Leia mais

ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE

ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade De Lisboa A.1.a. Outras Instituições

Leia mais