UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO RELATÓRIO DE GESTÃO

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO RELATÓRIO DE GESTÃO 2003

2 RELATÓRIO DE GESTÃO 2003 Coordenadoria de Planejamento e Orçamento Campus Seropédica BR 465 Km Seropédica - RJ Telefax: (021) Equipe de Elaboração: Coordenação e Organização Maxwel Ribeiro Moreira Marúcia Miguel Haicki Maria da Conceição Henriques Lacerda Colaboração Hélio Fernandes Machado Júnior

3 1 DADOS GERAIS DA INSTITUIÇÃO Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Sigla: UFRRJ Criação: Decreto Nº de 20/10/1910 Transformação em Autarquia de Regime Especial: Decreto Nº de 29/10/1968 Unidade Gestora: Gestão: CNPJ: / Endereço: BR 465 Km 7 Cidade: Seropédica UF: Rio de Janeiro CEP: Telefones: (021) / 1090 Fax: (021) Home Page:

4 2 SUMÁRIO Apresentação 5 Introdução 6 Capítulo 1: Gestão Operacional/Finalística Competências Legais e Regimentais Decreto, Estatuto e Regimento Missão Visão de Futuro Histórico Estrutura Organizacional Estrutura Gerencial Órgãos de Deliberação Superior Órgãos Executivos Público Alvo dos Processos Gerenciais Resultados Ensino de Graduação Ensino de Pós-Graduação Atividades Docentes Programa Institucional de Capacitação Docente e Técnico-Administrativo Atividades de Extensão Assistência Estudantil e Comunitária Ensino Fundamental Centro de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente CAIC Ensino Médio Colégio Técnico da Universidade Rural CTUR Recursos Institucionais Corpo Docente Efetivo Corpo Docente Substituto Qualificação do Corpo Docente Efetivo Qualificação do Corpo Docente Substituto Corpo Técnico-Administrativo Biblioteca Central Editora Universitária Medidas Implementadas em Decorrência dos Resultados das Avaliações Realizadas pelo MEC Vinculações com o Plano Plurianual, Vinculação Pragmática e Demonstrativos das Metas Anuais Programas de Trabalho 53

5 Otimização dos Recursos em Indicadores Relevantes Indicadores Institucionais Indicador Candidato - Vaga (ICV) Indicador Vagas Preenchidas - Vagas Oferecidas (IVPO) Indicador de Crescimento da Graduação (ICG) Indicador de Docentes em Projetos de Pesquisa (IDPP) Indicador de Docentes em Atividades de Extensão (IDAE) Indicador de Docentes em Atividades de Publicação (IDAP) Indicador de Docentes com Trabalhos em Congresso (IDTC) Indicador de Docentes em Qualificação (IDQ) Indicador de Alunos de Graduação - Docentes (IAGD) Indicador de Alunos de Graduação e de Pós-Graduação Docentes (IAGPGD) Indicador de Alunos de Graduação e de Pós-Graduação Corpo Técnico- Administrativo (IAGPGTA) Indicador de Consulta ao Acervo (livros, periódicos,...) (ICA) Indicador de Empréstimo do Acervo (IEA) Indicador de Aumento de Área Construída (IAAC) Indicador da Utilização de Recurso Financeiros (IURF) Indicadores do TCU Considerações Iniciais Indicadores de Gestão (TCU) 59 Capítulo 2: Gestão Econômico-Financeira Receitas Recursos do Tesouro Recursos Extra-Orçamentários Receita Própria Arrecadada Receita Total Disponível s Demonstrativo da Orçada por Origem Demonstrativo da Realizada por Origem Variação Percentual entre Realizado X Orçado Principais s Correntes Execução Financeira por Programa Demonstrativo d Execução Financeira por Programa dos Recursos do Tesouro Demonstrativo da Execução Financeira por Programa dos Recursos Próprios Demonstrativo da Execução Financeira por Programa dos Recursos Extra-Orçamentários Demonstração Analítica de do Exercício Demonstrativo do Fluxo Financeiro por Natureza de de Projetos e Programas (Recursos do Tesouro) 65

6 Resumo dos Programas do Tesouro Demonstrativo do Fluxo Financeiro por Natureza de de Projetos e Programas (Recursos Próprios) Resumo dos Programas de Recursos Próprios Demonstrativo do Fluxo Financeiro por Natureza de de Projetos e Programas (Recursos Extra-Orçamentários) Resumo dos Programas de Recursos Extra-Orçamentários Demonstrativo do Fluxo Financeiro por Natureza de e por Convênios Financiados pela CAPES Resumo dos Convênios da CAPES 73 Capítulo 3: Desenvolvimento e Aprimoramento das Atividades Universitárias Administração/Gestão Ensino Pesquisa Extensão Infra-estrutura Ampliação e Manutenção da Instituição 105 Capítulo 4: Processos de Controle de Gestão Controles Externos Controle Externo CGU/RJ Gestão Orçamentária Gestão Financeira Gestão Patrimonial Gestão Operacional Gestão de Suprimento de Bens e Serviço Gestão de Recursos Humanos Controle Externo TCU Controle Interno 114 Conclusão 115

7 5 APRESENTAÇÃO O Relatório de Gestão é a peça fundamental para o exercício da Administração Pública, competente, eficaz, austera e transparente e deve ser apresentado ao encerramento de cada ano fiscal, por determinação legal. O ano de 2003, a que se refere este documento, foi atípico para todas as Instituições Federais de Ensino Superior, em especial, pelas expectativas e novo ordenamento administrativofinanceiro determinados pelo novo Governo Federal e pela ocorrência de forte movimento sindical que culminou com a paralisação de grande parte das atividades acadêmicas por um certo período. Por outro lado, constatou-se, ao longo do ano, que os preços dos bens e serviços adquiridos ou contratados pela Universidade, em especial energia elétrica, serviço de telefonia, material de expediente, material para aulas-práticas, dentre outros, em média, sofreram elevação maior que a do orçamento. Apesar destas restrições financeiras, o ano letivo transcorreu a bom termo, todas as atividades de ensino, pesquisa e extensão foram mantidas, com a qualidade costumeira, algumas foram expandidas e outras tiveram início. Neste contexto, apresenta-se à Comunidade Universitária e à sociedade em geral o Relatório de Gestão da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Prof. José Antônio de Souza Veiga Reitor da UFRRJ

8 6 INTRODUÇÃO O presente Relatório de Gestão do ano de 2003 da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro foi elaborado em cumprimento à legislação vigente, particularmente no que concerne à Instrução Normativa 02/2000 da Secretaria Federal de Controle Interno, à Decisão Nº 408/2002-TCU-Plenário e à Norma de Execução Nº 002/DG/SFC/CGU/PR, de 23 de dezembro de 2003, com os esclarecimentos constantes do Ofício-Circular Nº 009/2004/GAB/CGURJ/CGU-PR, de 19 de janeiro de Deve-se esclarecer que não foi possível cumprir integralmente o disposto na Norma de Execução Nº 002/DG/SFC/CGU/PR, de 23 de dezembro de 2003, devido à combinação das seguintes razões: 1. A UFRRJ estava em recesso escolar no período de 15 a 29 de dezembro de 2003, período em que, no interesse da administração, muitos docentes gozaram suas férias para concluir o período aquisitivo do exercício de 2003, uma vez que o calendário letivo ficou defasado devido às paralisações motivadas pelos movimentos trabalhistas. 2. No período de 02 a 16 de janeiro de 2004 muitos professores e funcionários também entraram de férias, relativas a 1ª parcela do exercício de 2004, dado que o calendário letivo neste ano, também estará defasado, com quase três semestres consecutivos. 3. Motivado pelo calendário acadêmico e administrativo o Relatório de Gestão de 2003 começou a ser produzido com certa anterioridade de modo que no dia 06 de janeiro de 2004, quando a Norma de Execução Nº 002/DG/SFC/CGU/PR deu entrada no Gabinete do Reitor da UFRRJ, a primeira versão do Relatório de Gestão de 2003 já estava quase pronta e não havia mais tempo hábil para produzir uma nova com uma formatação bem diferente da que estava sendo seguida. Com um enorme esforço para cumprir, no máximo possível, o disposto na Norma de Execução 002/DG/SFC/CGU/PR em consonância com as demais normas em vigor, o presente Relatório está estruturado em quatro capítulos. No Capítulo 1, o da Gestão Operacional/ Finalística, são apresentadas as informações relativas às Competências Legais e Regimentais, ao Público Alvo dos Processos Gerenciais, às Vinculações com o Plano Plurianual, o Demonstrativo das Metas Anuas e os Indicadores Relevantes da UFRRJ. No Capítulo 2, o da Gestão Econômico-Financeira, são apresentados os dados relativos às Receitas, às s, à Execução Financeira por Programa e a Demonstração Analítica da do Exercício. No Capítulo 3, o de Desenvolvimento e Aprimoramento das Atividades Universitárias, são detalhadas as principais ações implementadas no ano de 2003, nas áreas de atuação da instituição. O Capítulo 4 está dedicado ao Controle de Gestão, e trata das ações implementadas em função dos controles externo e interno, durante o ano de A Conclusão completa a estrutura do presente Relatório de Gestão do ano de 2003.

9 CAPÍTULO 1 GESTÃO OPERACIONAL/FINALÍSTICA

10 Competências Legais e Regimentais Decreto, Estatuto e Regimento A Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) foi criada pelo Decreto Nº de 20/10/1910. O Estatuto em vigor foi aprovado pelo Parecer Nº3.716/74, do Conselho Federal de Educação, homologado pelo Exmo. Senhor Ministro da Educação e Cultura, em despacho proferido no Processo GM-BSB Nº e publicado no Diário Oficial da União de 02 de dezembro de O Regimento em vigor foi aprovado pelo Parecer Nº 1.042/75 do Conselho Federal de Educação, homologado em 20/05/1975, pelo Exmo. Senhor Ministro da Educação e Cultura, em despacho proferido no Processo GM-MEC Nº /75 e publicado no Diário Oficial da União de 28 de maio de Em consonância com a legislação federal pertinente, com o seu Estatuto e com o seu Regimento, instrumentos legais que a regem, a UFRRJ é uma autarquia dotada de autonomia didática e científica, administrativa, financeira e disciplinar, destinada a estudos superiores em sistema indissolúvel de ensino, pesquisa e extensão em todos os seus ramos do saber, tendo como finalidade: a. ministrar, desenvolver e aperfeiçoar o ensino superior, em todos os campos do conhecimento, visando ao preparo e aperfeiçoamento de pesquisadores, professores e técnicos; b. estimular, promover e executar investigações científicas com o objetivo de ampliar o acervo de conhecimentos, o enriquecimento da cultura e sua aplicação ao serviço do Homem e ao desenvolvimento nacional, principalmente no que se refere ao melhor aproveitamento de nossos recursos naturais e humanos; c. contribuir para a divulgação de conhecimentos científicos especializados visando a melhor compreensão da realidade brasileira, em seus múltiplos aspectos; d. proporcionar aos Poderes Públicos, dentro dos limites dos seus recursos, a assessoria que lhe for solicitada para o desenvolvimento do país; e e. desenvolver integralmente a personalidade dos seus alunos, atendendo ao ideal do bem comum, da unidade nacional e da compreensão e cooperação universais Missão Institucional Participar do processo de transformação da sociedade através do desenvolvimento e transferência do conhecimento científico e cultural, garantindo o ensino público, gratuito e de qualidade, direcionado para a formação do cidadão Visão de Futuro Uma Universidade comprometida com a qualidade, preservação, geração e transferência de conhecimento, formando recursos humanos como resultado da interação entre ensino, pesquisa e extensão, garantindo a liberdade de pensamento e desenvolvimento, com identidade e sensível às mudanças sócioambientais, políticas e econômicas Histórico A UFRRJ tem suas origens no Decreto de 20 de outubro de 1910, assinado por Nilo Peçanha, Presidente da República, e por Rodolfo Nogueira da Rocha Miranda, Ministro da Agricultura. Ele estabeleceu as bases fundamentais do ensino agropecuário no Brasil, criando a Escola Superior de Agronomia e Medicina Veterinária, cujo primeiro diretor foi o engenheiro agrônomo Gustavo Dutra. A sede foi instalada, em 1911, no palácio do Duque de Saxe, onde hoje está o CEFET/MEC, no Maracanã, Rio de Janeiro. Inaugurada oficialmente em 1913, funcionou por dois anos com seu campo de experimentação e prática agrícola em Deodoro. Fechada sob alegação de falta de verbas para manutenção, em março de 1916 fundiu-se à Escola Agrícola da Bahia e à Escola Média Teórico-Prática de Pinheiro, onde hoje estão instalados o Campus de Pinheiral e a Escola Agrotécnica Nilo Peçanha.

11 9 Nesse mesmo ano diploma-se a primeira turma de Engenheiros Agrônomos, com dois alunos, e, no ano seguinte, a primeira turma de Médicos Veterinários, com quatro alunos. Em 1918, a Escola foi transferida para a Alameda São Boaventura, em Niterói, onde funciona hoje o Horto Botânico do Estado do Rio de Janeiro. O seu novo regulamento só foi aprovado em 1920, quando foi criado mais um curso, o de Química Industrial. Em 1927, a Escola mudou-se para a Praia Vermelha, no Rio de Janeiro. Em fevereiro de 1934, o Decreto transformou os cursos na Escola Nacional de Agronomia, Escola Nacional de Medicina Veterinária e Escola Nacional de Química. A Escola Nacional de Agronomia subordinava-se à extinta Diretoria do Ensino Agrícola, do Departamento Nacional de Produção Vegetal; a Escola Nacional de Veterinária ao Departamento Nacional de Produção Animal, do Ministério de Agricultura. A Escola Nacional de Química, transferida para o antigo Ministério da Educação e Saúde, viria a constituir-se na Escola de Engenharia Química da atual Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro antiga Universidade do Brasil. Em março de 1934, a Escola Nacional de Agronomia e a Escola Nacional de Veterinária tiveram o regulamento comum aprovado e tornaram-se estabelecimentos-padrão para o ensino agrário no País. Neste ano formaram-se doze Engenheiros Agrônomos e dezesseis Médicos Veterinários. A Portaria Ministerial de 14 de novembro de 1936 tornou as Escolas independentes, com a aprovação de seus próprios regimentos. Em 1938, o Decreto-Lei Nº 982 reverteu a situação enquanto a Escola Nacional de Agronomia passava a integrar o Centro Nacional de Ensino e Pesquisas Agronômicas (CNEPA), recém-criado, a Escola Nacional de Veterinária passou a subordinar-se diretamente ao Ministro de Estado. NASCE A RURAL O CNEPA foi reorganizado em 1943, pelo Decreto-Lei N 6.155, de 30 de dezembro. Nascia a Universidade Rural, abrangendo na época a Escola Nacional de Agronomia, a Escola Nacional de Veterinária, Cursos de Aperfeiçoamento e Especialização, Cursos de Extensão, Serviço Escolar e Serviço de Desportos. Com os Cursos de Aperfeiçoamento e Especialização iniciava-se um programa de treinamento pós-graduado para áreas específicas dos currículos de Agronomia e Veterinária. Um ano depois, o novo regimento do CNEPA, aprovado pelo Decreto-Lei N , unificou os novos cursos de Aperfeiçoamento, Especialização e Extensão, além de criar o Conselho Universitário, à semelhança do hoje existente. A Universidade, além de consolidar os novos cursos e serviços criados, tomava as providências para, em 1948, transferir-se para as margens da Antiga Rodovia Rio-São Paulo, hoje BR-465. O ano de 1961 trouxe um novo Decreto, o de número , que, mais uma vez, alterou o regimento do CNEPA a Universidade ganhou um novo órgão, a Escola Agrícola, então com denominação de Escola Agrotécnica Ildefonso Simões Lopes. Somente em 1963, pelo Decreto N 1.984, a Universidade Federal Rural passou a denominar-se Universidade Rural do Brasil, envolvendo a Escola Nacional de Agronomia, a Escola Nacional de Veterinária, as Escolas de Engenharia Florestal, Educação Técnica e Educação Familiar, além dos cursos técnicos de nível médio dos Colégios Técnicos de Economia Doméstica e Agrícola Ildefonso Simões Lopes. O NOME ATUAL A atual denominação Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro veio com a Lei N 4.759, de A UFRRJ, uma autarquia desde 1968, passou a atuar com uma estrutura mais flexível e dinâmica para acompanhar a Reforma Universitária que se implantava no País. Com a aprovação de seu Estatuto,

12 10 Em 1970, a Universidade ampliou suas áreas de Ensino, Pesquisa e Extensão, tendo, em 1972, iniciado o sistema de cursos em regime de créditos. A CRIAÇÃO DOS CURSOS No ano de 1963 foi criado o curso superior de Economia Doméstica. Em 1966 foi criado o curso superior de Química. Em 1968, as Escolas Nacional de Agronomia e Nacional de Veterinária transformaram-se em cursos de graduação. Em 1969, foram criados os cursos de Licenciatura em História Natural, em Engenharia Química e Licenciatura em Ciências Agrícolas. Em 1970, tiveram início os cursos de Geologia, Zootecnia, Administração de Empresas, Economia e Ciências Contábeis. Em 1976, foram criados os cursos de Licenciatura plena em Educação Física, Matemática, com as modalidades de Licenciatura e Bacharelado, Física, Química e Biologia. O primeiro curso noturno Administração, habilitação em Administração de Empresas iniciou suas atividades em Em 1991, foi criado o curso de Engenharia de Alimentos. Em 1999 passaram a funcionar os cursos de Engenharia Agrícola e Engenharia de Agrimensura. Teve início, também, a primeira turma do curso de graduação em Química, no horário noturno e, no Concurso Vestibular 2000, foram oferecidos os cursos de História em horário noturno e Arquitetura e Urbanismo. Os primeiros cursos de pós-graduação, Stricto Sensu, na UFRRJ iniciaram as suas atividades em Foram oferecidos três cursos em nível de Mestrado: Medicina Veterinária - Parasitologia Veterinária, Agronomia - Ciência do Solo e Química Orgânica - que se consolidaram ao longo dos anos, dando origem a cursos de Doutorado nos anos de 1977, 1979 e 1993, respectivamente. De 1976 a 1988 foram implantados os cursos de Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos, Patologia Veterinária, Microbiologia Veterinária, Desenvolvimento Agrícola e Fitotecnia. Em 1993, entrou em atividade o Curso de Mestrado em Ciências Ambientais e Florestais; em 1995, o curso de Mestrado em Fitotecnia criou a área de Agroecologia. Foram criados em 1994 e 1995 os cursos de mestrado e doutorado em Biologia Animal, doutorado em Ciências e Tecnologia de Alimentos, doutorado em Sanidade Animal e mestrado em Zootecnia. Em 1999 foi criado o curso de mestrado em Engenharia Química; em 2000, foi criado o curso de mestrado em Gestão e Estratégia em Negócios. A Deliberação de Nº 64 de novembro de 2001, altera a denominação do programa de pós-graduação em Medicina Veterinária Parasitologia Veterinária para Ciências Veterinárias, com área de concentração em Sanidade Animal e Parasitologia Veterinária. Incorporou também o curso de pós-graduação, em nível de doutorado, em Sanidade Animal, criado pela Deliberação 78/CEPE/1995, como área de concentração do programa de pós-graduação em Ciências Veterinárias. Em 2003, teve início o curso de mestrado em Educação Profissional Agrícola. Além dos cursos de Mestrado e Doutorado, a Universidade Rural vem oferecendo, nos últimos anos, vários cursos de especialização Lato Sensu em diversas áreas da Ciência. No ano de 2001, em atendimento à Lei N 9394/96, Decreto N 2208/97 e Portaria do MEC 646/97, os cursos de ensino médio sofreram alteração de denominação, aprovada pelo Conselho Universitário em 25/08/2000, conforme Deliberação de nº 26. Foi criado o curso Técnico em Agropecuária Orgânica, em substituição ao curso Técnico em Agropecuária e o curso Técnico em Hotelaria, em substituição ao curso Técnico em Economia Doméstica. Pela nova Lei N 9394/96, o Ensino Médio foi desmembrado do Ensino Técnico, ficando cada aluno com duas matrículas independentes.

13 Estrutura Organizacional CONSELHO UNIVERSITÁRIO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO CONSELHO DE CURADORES REITORIA PROCURADORIA GERAL Comissão Permanente de Pessoal Docente Comissão Permanente de Pessoal Técnico- Administrativo CHEFIA DE GABINETE COORDENADORIA DE PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO ASSESSORIA VICE-REITORIA Decanato de Ensino de Graduação Decanato de Pesquisa e Pós-Graduação Decanato de Extensão Decanato de Assuntos Estudantis Decanato de Assuntos Comunitários Decanato de Assuntos Administrativos Estação Experimental Dr. Leonel Miranda Biblioteca Central Colégio Técnico Universidade Rural Instituto de Agronomia Instituto de Biologia Instituto de Ciências Exatas Instituto de Ciências Humanas e Sociais Instituto de Educação Instituto de Florestas Instituto de Tecnologia Instituto de Veterinária Instituto de Zootecnia

14 Estrutura Gerencial (Situação em ) Órgãos de Deliberação Superior CONSELHO UNIVERSITÁRIO Composição Reitoria José Antônio de Souza Veiga Maria da Conceição Estellita Vianni Diretores de Unidades Universitárias Nelson Moura Brasil do Amaral Sobrinho Maria Hilde de Barros (suplente) Marco Antônio José dos Santos Hélcio Resende Borba (suplente) Eliza Helena de Souza Faria Adelina Maria Nogueira Barbosa (suplente) Silvestre Prado de Souza Neto Maria da Conceição Gomes Valle (suplente) Alda Maria Magalhães D Almeida Silva José Camilo Camões (suplente) Ricardo da Silva Pereira Heber dos Santos Abreu (suplente) Pedro Paulo de Oliveira Lima Leonardo de Gil Torres (suplente) Laerte Grisi Avelino José Bittencourt (suplente) Nelson Jorge Moraes Matos Luiz César Crisóstomo (suplente) Decanos da Área Administrativa Regina Célia Lopes Araujo Marcos Antônio da Silva Batista Zelson Giácomo Loss Último Reitor José Antônio de Souza Veiga Representantes do Corpo Discente André Luiz Gonçalves de Oliveira Olavo Brandão Carneiro Enio Vinicius Meireles Pires Gelma Boniares Decristo Mário Marcos Piratello Freitas de Souza (suplente) Felipe Aragão Alves Passeri (suplente) Walter Gazzoli (suplente) Representante da Comunidade (vago) Representante da Confederação Nacional de Agricultura Adriano Lúcio Perachi

15 13 CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Composição Reitoria José Antônio de Souza Veiga Maria da Conceição Estellita Vianni Decanos de Ensino de Graduação, de Pesquisa e Pós-Graduação e de Extensão Ildemar Ferreira Jorge Jacob Neto Mauro Portela Piña Rodrigues Representante por Colegiado de 1º Ciclo Área de Humanidades (vago) Luciana de Amorim Nóbrega (suplente) Área de Ciências Valter Gomes Lima Marco Antônio dos Santos (suplente) Representante por Grupo de Colegiado de Cursos de Graduação Área de Ciências Exatas Vago (titular) Vago (suplente) Área de Tecnologia Carlos Eduardo da Costa Silva João Gonçalves Bahia (suplente) Área de Ciências Agrárias Vago (titular) Vago (suplente) Área de Ciências Humanas Vago (titular) Vago (suplente) Representante por Grupo de Colegiado de Cursos de Pós-Graduação Área de Ciências Exatas João Batista Neves da Costa Rosane Nora Castro (suplente) Área de Tecnologia Sílvia Regina Goi Maurício Cordeiro Mancini (suplente) Área de Ciências Agrárias Vânia Rita Elias Pinheiro Bittencourt Cláudia Antônia Vieira Rossetto (suplente) Área de Ciências Humanas Ana Alice Vilas Boas Vago (suplente) Representantes da Carreira do Magistério Superior Professor Titular Luiz Felipe Castro Graeff Vianna Eurípedes Barsanulfo Menezes (suplente) Professor Adjunto Áurea Echevarria Aznar Neves Lima Margareth de Almeida Gonçalves (suplente) Professor Assistente Vago (titular) Vago (suplente)

16 14 Professor Auxiliar Tarci Gomes Parajára Marcelo Sales Moffati (suplente) Representantes do Corpo Discente Tatiana Sousa Macedo Claudiney José Rosa João Sílvio Brandão da Silva Marcelo de Souza Grade Amanda Gils de Sampaio (suplente) Elisa Soares de Lima Caeta (suplente) Pascoal Pereira Rodrigues (suplente) Alexandre dos Santos (suplente) CONSELHO DE CURADORES Composição Presidente Carlos Alberto da Rocha Rosa Vice-Presidente (vago) Representantes da Carreira de Magistério Superior Professor Titular Carlos Alberto da Rocha Rosa Stella Regina Reis da Costa (suplente) Professor Adjunto Wellington da Silva Côrtes Valdomiro Neves Lima (suplente) Professor Assistente Amparo Villa Cupolillo Elisa Guaraná de Castro (suplente) Professor Auxiliar Nicéas Alencar da Silva (titular) Lenir Lemos Furtado Aguiar (suplente) Representante da Reitoria Maxwel Ribeiro Moreira Geisa Aparecida da Silva (suplente) Representante do Corpo Discente Valdemir Paulo Marques (titular) Silvia Patrícia Amâncio (suplente) Representante do Ministério da Educação Jonil Rodrigues Loureiro Vago (suplente) Representante do Ministério da Fazenda Thompson da Gama Moret Santos Lidiênio Lima de Menezes (suplente) Representantes da Comunidade (vago)

17 Órgãos Executivos Reitoria Reitor José Antônio de Souza Veiga Vice-Reitor Maria da Conceição Estellita Vianni Chefe de Gabinete Marcelo Sobreiro Procuradoria Geral Ivani da Silva Machado Coordenadoria de Planejamento e Orçamento Maxwel Ribeiro Moreira Assessoria de Comunicação Social Antonio Carlos Nogueira Assessoria de Projetos Sociais Antônio Adolfo Garbocci Bruno Assessoria Especial Angela do Carmo Ferreira Calaça Ademair Silva Moreira Aloizio Lunga Decanatos Decanato de Assuntos Administrativos Regina Célia Lopes Araújo Decanato de Assuntos Estudantis Marcos Antônio da Silva Batista Decanato de Ensino de Graduação Ildemar Ferreira Decanato de Extensão Mauro Portela Piña Rodrigues Decanato de Pesquisa e Pós-Graduação Jorge Jacob Neto Decanato de Assuntos Comunitários Zelson Giácomo Loss

18 16 Institutos Instituto de Agronomia Nelson Moura Brasil do Amaral Sobrinho Instituto de Biologia Marcos Antônio José dos Santos Instituto de Ciências Exatas Eliza Helena de Souza Faria Instituto de Ciências Humanas e Sociais Silvestre Prado de Souza Neto Instituto de Educação Alda Maria Magalhães D Almeida Silva Instituto de Florestas Ricardo da Silva Pereira Instituto de Tecnologia Pedro Paulo de Oliveira Lima Instituto de Veterinária Laerte Grisi Instituto de Zootecnia Nelson Jorge Moraes Matos Departamentos de Ensino Departamento de Fitotecnia Higino Marcos Lopes Departamento de Geociências Heitor Fernandes Mothé Filho Departamento de Solos Marcos Gervásio Pereira Departamento de Biologia Animal Orlando Marques da Costa Departamento de Entomologia e Fitopatologia Carlos Alberto Cavalcante dos Santos Departamento de Ciências Fisiológicas Jairo Pinheiro da Silva Departamento de Genética Heriberto Dias da Silva Departamento de Botânica Lana da Silva Silvestre Departamento de Física Valter Gomes Lima Departamento de Matemática Marcelo Dib Cruz Departamento de Química Porfírio Jesus das Neves Departamento de Ciências Administrativas e Contábeis Ruthberg dos Santos Departamento de Ciências Econômicas Adriana Vassal Martins Departamento de Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade Eli de Fátima Napoleão de Lima Departamento de Economia Doméstica Lenice Freiman de Oliveira

19 Departamento de Letras e Ciências Sociais Luciana de Amorim Nóbrega Departamento de Educação Física e Desportos Paulo Eduardo Carnaval Pereira da Rocha Departamento de Psicologia e Orientação Marcos Aguiar de Souza Departamento de Teoria e Planejamento do Ensino Célia Regina Otranto Departamento de Ciências Ambientais Marlene Nobre de Oliveira Departamento de Silvicultura Wilson Ferreira de Mendonça Filho Departamento de Produtos Florestais João Vicente de Figueiredo Latorraca Departamento de Engenharia Daniel Fonseca de Carvalho Departamento de Tecnologia de Alimentos Ricardo Verthen Tavares de Macedo Departamento de Engenharia Química Maria Alice Cruz Lopes de Oliveira Departamento de Arquitetura e Urbanismo Carlos Eduardo da Silva Costa Departamento de Epidemiologia e Saúde Pública Robson Lopes de Abreu Departamento de Microbiologia e Imunologia Veterinária Sérgio Gaspar de Campos Departamento de Medicina e Cirurgia Nilton de Araújo Duque Departamento de Parasitologia Animal Fábio Barbour Scoth Departamento de Produção Animal Luiz César Crisóstomo Departamento de Nutrição Animal e Pastagens Augusto Vidal da Costa Gomes Departamento de Reprodução e Avaliação Animal Jorge Carlos Dias de Souza 17 Coordenadores de Cursos de Pós-Graduação Biologia Animal Francisco Gerson Araújo Ciências do Solo Lúcia Helena Cunha dos Anjos Ciência e Tecnologia de Alimentos Soraia Vilela Borges Ciências Ambientais e Florestais Silvia Regina Goi Desenvolvimento Agricultura e Sociedade Sérgio Pereira Leite Fitotecnia Antônio Carlos de Souza Abboud Medicina Veterinária Rita de Cássia Campbell Machado Botteon Microbiologia Veterinária Carlos Alberto da Rocha Rosa Ciências Veterinárias Vânia Rita Elias Pinheiro Bittencourt Química Orgânica João Batista Neves da Costa

20 18 Zootecnia Lidia Miyako Yoshi Oshiro Engenharia Química Mauricio Cordeiro Mancini Gestão e Estratégia em Negócios Ana Alice Vilas Boas Coordenadores de Cursos de Graduação Agronomia Adelson Paulo de Araújo Administração Ana Luiza Barbosa da Costa Veiga Ciências Econômicas Virgilio Roma Licenciatura em Ciências Agrícolas Tarci Gomes Parajára Ciências Biológicas Ana Cláudia dos Santos Brasil Economia Doméstica Maria Emília Santiago Barreto Educação Física Rui Souza de Paula Engenharia de Alimentos Stella Regina Reis da Costa Engenharia Florestal Acácio Geraldo de Carvalho Engenharia Química Leonardo de Gil Torres Física Cláudio Maia Porto Geologia Sérgio Brandolise Citroni Matemática Miguel Angelo da Silva Medicina Veterinária Avelino José Bittencourt Química Aparecida Cayoco Ikuhana Ponzoni Zootecnia Antônio Assis Vieira Arquitetura e Urbanismo Carlos Eduardo da Silva Costa Engenharia Agrícola Mauro Flávio Meza Montalvo Engenharia de Agrimensura João Gonçalves Bahia História Margareth de Almeida Gonçalves

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