Gestão dos Recursos Naturais: Uma Visão Multidisciplinar

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1 Dr. Erivaldo Moreira Barbosa Dr. Rogaciano Cirilo Batista Drª Maria de Fátima Nóbrega Barbosa (organizadores) Autores (Diversos) Gestão dos Recursos Naturais: Uma Visão Multidisciplinar

2 Gestão dos Recursos Naturais: Uma Visão Multidisciplinar Copyright Editora Ciência Moderna Ltda., 2012 Todos os direitos para a língua portuguesa reservados pela EDITORA CIÊNCIA MODERNA LTDA. De acordo com a Lei 9.610, de 19/2/1998, nenhuma parte deste livro poderá ser reproduzida, transmitida e gravada, por qualquer meio eletrônico, mecânico, por fotocópia e outros, sem a prévia autorização, por escrito, da Editora. Paulo André P. Marques Aline Vieira Marques Amanda Lima da Costa Paulo Vermelho Janaína Salgueiro Nancy Juozapavicius Várias aparecem no decorrer deste livro. Mais do que simplesmente listar esses nomes e informar quem possui seus direitos de exploração, ou ainda imprimir os logotipos das mesmas, o editor declara estar utilizando tais nomes apenas para fins editoriais, em benefício exclusivo do dono da Marca Registrada, sem intenção de infringir as regras de sua utilização. Qualquer semelhança em nomes próprios e acontecimentos será mera coincidência. BARBOSA, Erivaldo Moreira; BATISTA, Rogaciano Cirilo; BARBOSA, Maria de Fátima Nóbrega. Gestão dos Recursos Naturais: Uma Visão Multidisciplinar Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna Ltda., Recursos Naturais. 2. Meio Ambiente- Ecologia I Título ISBN: CDD

3 Ao Programa de Pós-Graduação de Recursos Naturais PPGRN da Universidade Federal de Campina Grande UFCG que proporciona pesquisas e debates em torno Aos alunos de Pós-Graduação e Graduação das universidades brasileiras que,

4 Este compêndio traz em seu bojo o germe da, que PPGRN da Universidade Federal de Campina Grande UFCG, e alguns outros episte- neste trabalho o caminho com a adoção de um - a postura - O caminho escolhido não é aleatório, e também não é um A -

5 VI Gestão dos Recursos Naturais um descolamento e a ganha autonomia, pois, ao ter vida pró- outro modo de dizer, cria condutos de comunicação na produção e reconstrução da inclu- -, estágio - À guisa de apresentação, pesquisas desenvolvidas por determinados educadores- dos não renováveis, bem como a não degradação do meio ambiente, indispensáveis à

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7 Sumário TÍTULO I - TEORIAS E INSTITUIÇÕES: RECURSOS NATURAIS E MEIO AMBIENTE...1 CAPÍTULO 1. RECURSOS NATURAIS, HISTÓRIA E CULTURA: O ESTADO DA ARTE EM ENVIRONMENTAL HISTORY PRIMEIRAS PALAVRAS DAS DISCUSSÕES ACADÊMICAS AO QUESTIONAMENTO DO PAPEL SOCIAL EXERCIDO PELO HISTORIADOR: DEBATES TEÓRICOS E PROPOSTAS DIDÁTICO-PEDAGÓGICAS DETERMINISMO, INDETERMINAÇÃO E CRIAÇÃO: DOS LUGARES DE SABER DA ENVIRONMENTAL HISTORY E DAS SUAS FILIAÇÕES TEÓRICAS CONSIDERAÇÕES FINAIS: REFERÊNCIAS...16 CAPÍTULO 2. OS ECONOMISTAS, O MEIO AMBIENTE E A GESTÃO DOS RECURSOS NATURAIS: EM BUSCA DO DIÁLOGO ENTRE DISTINTAS ABORDAGENS BREVE HISTÓRICO OS ECONOMISTAS DIANTE DA QUESTÃO AMBIENTAL A ECONOMIA AMBIENTAL NEOCLÁSSICA ECONOMIA DA POLUIÇÃO ECONOMIA DOS RECURSOS NATURAIS PRINCIPAIS OBJEÇÕES À ECONOMIA AMBIENTAL NEOCLÁSSICA 30

8 X Gestão dos Recursos Naturais A ECONOMIA ECOLÓGICA A VISÃO MATERIALISTA DE MARX E A QUESTÃO AMBIENTAL ENRIQUE LEFF E A RACIONALIDADE AMBIENTAL A NOVA CULTURA DA ÁGUA: ORIGEM, CONCEPÇÃO GERAL E PREMISSAS A GOVERNABILIDADE DA ÁGUA A ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL PARTICIPATIVO E NEGOCIADO (DPTN) FINALIDADE DA ESTRATÉGIA DTPN CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DO PROCESSO DE NEGOCIAÇÃO O PROCESSO DE NEGOCIAÇÃO: A BUSCA DO CONSENSO PARA O DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS...51 CAPÍTULO 3. INSTITUIÇÕES, CAPITAL SOCIAL E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL INTRODUÇÃO INSTITUIÇÕES PERSPECTIVA INSTITUCIONAL ORIENTAÇÃO POLÍTICA ORIENTAÇÃO SOCIOLÓGICA ORIENTAÇÃO ECONÔMICA...63

9 Sumário XI 3.3. CAPITAL SOCIAL E O FORTALECIMENTO DAS INSTITUIÇÕES AS DUAS PERSPECTIVAS VISTAS SOB A MESMA ÓTICA: EM BUSCA DA COMPLEMENTARIDADE CONCLUSÕES REFERÊNCIAS...69 CAPÍTULO 4. GESTÃO DOS RECURSOS NATURAIS, DIREITO E TEORIAS AMBIENTAIS HISTÓRICO GESTÃO HÍDRICA RECURSOS HÍDRICOS E O PRINCÍPIO DA FEDERAÇÃO CONTEXTUALIZAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS NACIONAIS POLÍTICA NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS DIREITO AMBIENTAL E DOS RECURSOS NATURAIS PRINCÍPIOS DE INTERAÇÃO ENTRE O DIREITO E A GESTÃO DOS RECURSOS NATURAIS PRINCÍPIO DO AMBIENTE ECOLOGICAMENTE EQUILIBRADO COMO DIREITO FUNDAMENTAL DA PESSOA HUMANA PRINCÍPIO DE QUALIDADE DE VIDA E GESTÃO SUSTENTÁVEL TEORIAS AMBIENTAIS CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS...84

10 XII Gestão dos Recursos Naturais TÍTULO II - ASPECTOS CONCEITUAIS ECOLÓGICOS-AMBIENTAIS...87 CAPÍTULO 5. AGROECOLOGIA E SUSTENTABILIDADE HISTÓRICO ETIMOLOGIA CONCEITO AGROECOLOGIA ENFOQUE AGROECOLÓGICO AGROECOLOGIA E SUSTENTABILIDADE CONCEITOS DE PRÁTICAS DIFERENCIADAS DE AGRICULTURA AGRICULTURA NATURAL AGRICULTURA BIOLÓGICA PERMACULTURA AGRICULTURA BIODINÂMICA AGRICULTURA MODERNA OU CONVENCIONAL AGRICULTURA ORGÂNICA HISTÓRICO BIODIVERSIDADE NO SOLO BIOFERTILIZAÇÃO ADUBAÇÃO ORGÂNICA OBJETIVOS DA AGRICULTURA SUSTENTÁVEL O QUE É UM PRODUTO ORGÂNICO E SOLO SAUDÁVEL...99

11 Sumário XIII PRODUTIVIDADE E MANUTENÇÃO ASPECTOS IMPORTANTES DA VIABILIZAÇÃO DA AGRICULTURA SUSTENTÁVEL PRINCÍPIOS AMBIENTAIS E SOCIAIS ERROS MAIS COMUNS NA PESQUISA E DIFUSÃO DE CONHECIMENTOS CONSTRUÇÃO DA AGRICULTURA SUSTENTÁVEL PESQUISAS AÇÕES LOCAIS FERTILIDADE NATURAL DO SOLO CONTROLE DE PRAGAS E DOENÇAS REFERÊNCIAS CAPÍTULO 6. USO MÚLTIPLO DAS MATAS CILIARES NO SEMIÁRIDO BRASILEIRO:ENTRE A PENA E A ENXADA INTRODUÇÃO REGIÃO SEMIÁRIDA NO NORDESTE BRASILEIRO CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS CAPÍTULO 7. RESÍDUOS SÓLIDOS: ASPECTOS CONCEITUAIS E CLASSIFICAÇÃO RESÍDUOS SÓLIDOS: ASPECTOS CONCEITUAIS E CLASSIFICAÇÃO INTRODUÇÃO...169

12 XIV Gestão dos Recursos Naturais CONCEITOS BÁSICOS CLASSIFICAÇÃO QUANTO ÀS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS QUANTO À COMPOSIÇÃO QUÍMICA QUANTO AOS FATORES QUE INFLUENCIAM A GERAÇÃO E COMPOSIÇÃO QUANTO AO CRITÉRIO DE ORIGEM E PRODUÇÃO QUANTO AO GRAU DE PERICULOSIDADE OS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS, INDUSTRIAIS E DE SERVIÇOS DE SAÚDE OS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS FATORES QUE INFLUENCIAM A GERAÇÃO E COMPOSIÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS O GERENCIAMENTO INTEGRADO A POLÍTICA DOS 4 R S OS RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS REGULAMENTAÇÃO OS RESÍDUOS SÓLIDOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE REGULAMENTAÇÃO CLASSIFICAÇÃO ALGUNS MODELOS DE GESTÃO ADOTADOS NO MUNDO...185

13 Sumário XV A GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS EM PAÍSES DESENVOLVIDOS A GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NO BRASIL A GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NA EMPRESA ASPECTOS FORMAIS E LEGAIS NO BRASIL INTRODUÇÃO NÍVEIS DE COMPETÊNCIAS FEDERAL: COMUM: CONCORRENTE: MUNICIPAL: SISTEMAS E FORMAS DE TRATAMENTOS SISTEMAS DE RECUPERAÇÃO E RECICLAGEM FORMAS DE TRATAMENTO ETAPAS DA DECOMPOSIÇÃO O USO DO COMPOSTO OBTIDO NO PROCESSO DE COMPOSTAGEM O PROCESSO DE DESTINAÇÃO FINAL INTRODUÇÃO O ACONDICIONAMENTO A COLETA A ESTAÇÃO DE TRANSFERÊNCIA...205

14 XVI Gestão dos Recursos Naturais A DESTINAÇÃO FINAL CONCLUSÃO REFERÊNCIAS TÍTULO III - MÉTODOS, PLANEJAMENTOS E DECISÕES APLICADOS AOS RECURSOS NATURAIS E MEIO AMBIENTE CAPÍTULO 8. SISTEMAS DE SUPORTE À DECISÃO EM RECURSOS NATURAIS INTRODUÇÃO PROCESSO DE DECISÃO EM RECURSOS NATURAIS SSD: CONCEITUAÇÃO E CARACTERÍSTICAS GERAIS CLASSIFICAÇÃO DOS SSD S ARQUITETURAS DOS SSD S SSD S AMBIENTAIS MODELOS, TÉCNICAS E FERRAMENTAS DE APOIO EXEMPLOS DE APLICAÇÃO REFERÊNCIAS CAPÍTULO 9. ÁGUA, SUA ESCASSEZ EXIGE PLANEJAMENTO E TECNOLOGIA INTRODUÇÃO CONHECIMENTO E AVALIAÇÃO DA PRECIPITAÇÃO PLUVIOMÉTRICA E DA EVAPOTRANSPIRAÇÃO DE REFERENCIA DO LOCAL PLANEJAMENTO DA ÁGUA NAS NECESSIDADES HUMANAS 252

15 Sumário XVII PLANEJAMENTO DAS NECESSIDADES DE ÁGUA NA DESSEDENTAÇÃO ANIMAL PLANEJAMENTO DE DEMANDAS DE ÁGUA PARA CULTURAS IRRIGADAS PLANEJAMENTO DE IRRIGAÇÃO LOCALIZADA POR MICROASPERSÃO PARA 14 MUNICÍPIOS DO NORDESTE BRASILEIRO PLANEJAMENTO DE IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO CONVENCIONAL PARA 14 MUNICÍPIOS DO NORDESTE BRASILEIRO PLANEJAMENTO DE OBRAS DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA NA ZONA RURAL POR QUE É DIFÍCIL COMPREENDER A QUANTIFICAÇÃO DA CHUVA PARA O PLANEJAMENTO DE OBRAS DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA IN SITU SOLUÇÕES DE PEQUENAS TÉCNICAS PARA PROMOVER MAIOR CAPTAÇÃO DE ÁGUA EM ZONAS RURAIS DO SEMIÁRIDO REFERÊNCIAS CAPÍTULO 10. ANÁLISE MULTICRITERIAL EM RECURSOS NATURAIS INTRODUÇÃO PROBLEMÁTICA E DECISÃO MULTICRITERIAL MÉTODOS DE ANÁLISE MULTICRITERIAL MÉTODOS ELEMENTARES MÉTODOS DE ORDENAMENTO MÉTODOS DE ATRIBUIÇÃO DE UTILIDADE...297

16 XVIII Gestão dos Recursos Naturais MÉTODOS NÃO CLÁSSICOS MÉTODOS DE PROGRAMAÇÃO MULTIOBJETIVO EXEMPLOS DE APLICAÇÃO EM RECURSOS NATURAIS REFERÊNCIAS TÍTULO IV - INDICADORES, AVALIAÇÃO E MONITORAMENTO DOS RECURSOS NATURAIS E MEIO AMBIENTE CAPÍTULO 11. A RELAÇÃO ENTRE OS NÍVEIS DE CAPITAL SOCIAL E OS ÍNDICES DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: UMA ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE MUNICÍPIOS PARAIBANOS INTRODUÇÃO PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS ANÁLISE DOS RESULTADOS ÍNDICE DE CAPITAL SOCIAL DIMENSÃO APOIO COMUNITÁRIO DIMENSÃO CAPITAL SOCIAL ESTRUTURAL DIMENSÃO REDES E ORGANIZAÇÕES DE APOIO MÚTUO DIMENSÃO AÇÃO COLETIVA PRÉVIA DIMENSÃO CAPITAL SOCIAL COGNITIVO DIMENSÃO PERFIL ORGANIZACIONAL ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DIMENSÃO SOCIAL DIMENSÃO DEMOGRÁFICA...331

17 Sumário XIX DIMENSÃO ECONÔMICA DIMENSÃO POLÍTICO-INSTITUCIONAL DIMENSÃO AMBIENTAL DIMENSÃO CULTURAL RELAÇÃO ENTRE OS NÍVEIS DE CAPITAL SOCIAL E OS ÍNDICES DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS CAPÍTULO 12. AVALIANDO O AMBIENTE SEMIÁRIDO ATRAVÉS DA EMERGIA NA PRODUÇÃO DE ALGODÃO COLORIDO INTRODUÇÃO A EMERGIA NO AMBIENTE SEMIÁRIDO A EMERGIA NO CONTEXTO UNIVERSAL EMERGIA - ALGUNS CONCEITOS A EMERGIA AVALIANDO A NATUREZA A ENGENHARIA ECOLÓGICA E A METODOLOGIA EMERGÉTICA A AVALIAÇÃO EMERGÉTICA DO ECOSSISTEMA NATURAL O ECOSSISTEMA DA CATINGUEIRA/PB O SOLO DA CATINGUEIRA/PB A FAUNA E FLORA NO AMBIENTE DA CATINGUEIRA/PB..362

18 XX Gestão dos Recursos Naturais 12.9 AVALIAÇÃO EMERGÉTICA NO SISTEMA DE PRODUÇÃO DE ALGODÃO COLORIDO IRRIGADO COM ÁGUA DE ABASTECIMENTO E RESIDUÁRIA INDICADORES COMPARATIVOS ECONÔMICOS E SOCIAIS NA PRODUÇÃO DO ALGODÃO COLORIDO CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS CAPÍTULO 13. MONITORAMENTO DA QUALIDADE DA ÁGUA COMO INSTRUMENTO DE CONTROLE AMBIENTAL E GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS INTRODUÇÃO NECESSIDADE DE GERENCIAMENTO DOS RECURSOS HÍDRICOS FONTES DE POLUIÇÃO MONITORAMENTO DA QUALIDADE DA ÁGUA PLANEJAMENTO DE AMOSTRAGEM SIGNIFICADO AMBIENTAL DE ALGUNS PARÂMETROS PARÂMETROS FÍSICOS E QUÍMICOS PARÂMETROS MICROBIOLÓGICOS METAIS PESADOS CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS...408

19 Sumário XXI ANEXO ORGANIZADORES E AUTORES ORGANIZADORES AUTORES...416

20 José Otávio Aguiar As questões ambientais exercem enorme presença na atualidade e incidem dire tem seu quadro social secularmente assolado pela desigualdade social e a espolia- - -

21 2 Gestão dos Recursos Naturais

22 Capítulo 1 - Recursos Naturais, História e Cultura brasilianistas

23 4 Gestão dos Recursos Naturais acesso a esses recursos. - ranking dos

24 Capítulo 1 - Recursos Naturais, História e Cultura

25 6 Gestão dos Recursos Naturais Fire in America - a cultural history of wildland

26 Capítulo 1 - Recursos Naturais, História e Cultura giam

27 8 Gestão dos Recursos Naturais

28 Capítulo 1 - Recursos Naturais, História e Cultura uma e termina outra homo Sapiens Sapiens

29 10 Gestão dos Recursos Naturais

30 Capítulo 1 - Recursos Naturais, História e Cultura estado da arte environmental history. O termo environement - environment - environmental history. -

31 12 Gestão dos Recursos Naturais O Mediterrâneo e o mundo mediterrânico na época de Felipe II da École des Annales - -

32 Capítulo 1 - Recursos Naturais, História e Cultura Montaillou: povoado occitânico - ou mencionar Jacques lugares distantes da Europa. Paisagem e Memória - - -

33 14 Gestão dos Recursos Naturais ou por elementos naturais independentes dela. Elementos da paisagem como rele- - -

34 Capítulo 1 - Recursos Naturais, História e Cultura

35 16 Gestão dos Recursos Naturais Environmental History.. O Erro de Descartes ra - -.

36 Capítulo 1 - Recursos Naturais, História e Cultura Teacher - História.

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