MOTORES HVP - 60/90 E MOTOR HO-HSING SERIE - ME

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1 MOTORES HVP - 6/9 E MOTOR HO-HSING SERIE - ME

2 1-1 Aterramento 1 INTRODUÇÃO O aterramento elétrico, com certeza, é um assunto que gera um número enorme de dúvidas quanto às Normas e procedimentos no que se refere ao ambiente elétrico industrial. Muitas vezes, o desconhecimento das técnicas para realizar um aterramento eficiente, ocasiona a queima de equipamentos, ou pior, o choque elétrico nos operadores desses equipamentos. Mas o que é o terra? Qual a diferença entre terra, neutro, e massa? Quais são as normas que devo seguir para garantir um bom aterramento? Bem, esses são os tópicos que tentaremos esclarecer. É fato que o assunto aterramento é bastante vasto e complexo, porém, demonstraremos algumas regras básicas. 2 PARA QUE SERVE O ATERRAMENTO ELÉTRICO? O aterramento elétrico tem três funções principais: a ) Proteger o usuário do equipamento das descargas atmosféricas, através da viabilização de um caminho alternativo para a terra, de descargas atmosféricas. Com aterramento, a corrente praticamente não circula pelo corpo Sem aterramento, o único caminho é o corpo b ) Descarregar cargas estáticas acumuladas nas carcaças das máquinas ou equipamentos para a terra. Corpo (estruturas, suportes, carcaças, etc.) isolado da Terra, com carga acumulada Corpo ligado à Terra, sem carga acumulada. Sem aterramento, o único caminho é o corpo

3 1-2 c ) Facilitar o funcionamento dos dispositivos de proteção (fusíveis, disjuntores, etc.), através da corrente desviada para a terra. 3 Definições : Terra, Neutro e Massa Antes de falarmos sobre os tipos de aterramento, devemos esclarecer o que é terra, neutro, e massa. Essa alimentação é fornecida pela concessionária de energia elétrica, que somente liga a caixa de entrada ao poste externo se houver uma haste de aterramento padrão dentro do ambiente do usuário. Além disso, a concessionária também exige disjuntores de proteção. Teoricamente, o terminal neutro da concessionária deve ter potencial igual a zero volt. Porém, devido ao desbalanceamento nas fases do transformador de distribuição, é comum esse terminal tender a assumir potenciais diferentes de zero. O desbalanceamento de fases ocorre quando temos consumidores com necessidades de potências muito distintas, ligadas em um mesmo link. Por exemplo, um transformador alimenta, em um setor seu, uma residência comum, e no outro setor, um pequeno supermercado. Essa diferença de demanda, em um mesmo link, pode fazer com que o neutro varie seu potencial (flutue). Para evitar que esse potencial flutue, ligamos (logo na entrada) o fio neutro a uma haste de terra. Sendo assim, qualquer potencial que tender a aparecer será escoado para a terra. Mas, ao mesmo tempo, ligamos sua carcaça através de outro condutor na mesma haste, e damos o nome desse condutor de terra. Pergunta fatídica : Se o neutro e o terra estão conectados ao mesmo ponto (haste de aterramento), porque um é chamado de terra e o outro de neutro? Aqui vai a primeira definição: o neutro é um condutor fornecido pela concessionária de energia elétrica, pelo qual há o retorno da corrente elétrica. O terra é um condutor construído através de uma haste metálica e que, em situações normais, não deve possuir corrente elétrica circulante. Resumindo: A grande diferença entre terra e neutro é que, pelo neutro há corrente circulando, e pelo terra, não. Quando houver alguma corrente circulando pelo terra, normalmente ela deverá ser transitória, isto é, desviar uma descarga atmosférica para a terra, por exemplo. O fio terra, por norma, vem identificado pelas letras PE, e deve ser de cor verde e amarela. Notem ainda que ele está ligado à carcaça da máquina. A carcaça da máquina, ou de qualquer outro equipamento é o que chamamos de massa.

4 PROCEDIMENTOS DE INSTALAÇÃO No exterior do ambiente, próximo a caixa de entrada demedição da energia elétrica (<,5m), utilize duas hastes de cobre com 2,4 metros de comprimento, enterrando-as uma sobre a outra com uma luva de emenda outra com uma luva de emenda, deixando aproximadamente 1 centímetros da haste exposta para conexão da fiação. Como cravar a haste: Escolha um lugar com terra e inicie um furo ou buraco no chão para enterrar a haste. No caso de você não conseguir um local de terra, terá que escolher um outro próximo de onde será utilizado o aterramento e romper o chão utilizando ferramentas de pedreiro (marreta, talhadeira, ponteiro, etc). Antes de enterar a haste faça o tratamento químico da terra utilizando carvão, cal e sal grosso Coloque uma mangueira, sem esguicho, saindo água na entrada desse buraco iniciado e deixe por alguns minutos. Estando umedecida, a terra deverá ficar mais branda e será mais fácil enterrar a haste de cobre. Executar a junção das duas hastes através do conector de emenda (Figura 1) Retire a mangueira e comece a enterrar a haste com as mãos. Enterre o quanto conseguir e retire a haste novamente, deixando somente o buraco. Coloque a mangueira novamente no buraco e deixe por alguns minutos. Repita esta operação com a mangueira e a haste até que não consiga mais empurra-la com as mãos. Quando isto acontecer continue a operação batendo com a marreta. Sempre que conseguir, retire a haste e coloque a mangueira em seu lugar por alguns minutos. Quando não conseguir mais retirar a haste, continue batendo com a marreta até que restem somente 1 centímetros para fora da terra. Como colocar a caixa de inspeção de terra Cave em volta desses 1 centímetros um buraco de modo que seja possível acomodar a caixa de inspeção de terra (Figura 1 - com altura de 25mm e Ø25mm), que poderá ser de concreto, PCV ou manilha. Fig. 1 caixa de inspeção de terra altura de 25mm e Ø25mm

5 Como Conectar o Cabo a Haste Descasque um cabo de diâmetro (S), conforme tabela 1 na cor verde ou verde-amarelo, mais ou menos 1 cm e conecte o cabo na haste com um conector tipo olhal (Figura 2) ou conector prensa haste-cabo (Figura 3). 6 - Seção Mínima de Condutores de Proteção e Aterramento A seção mínima dos condutores de proteção/aterramento pode ser determinada pela tabela. Na aplicação da tabela, poderão surgir resultados na determinação da seção do condutor de proteção (a divisão da seção da fase por dois) que não corresponde a um condutor existente na escala comercial. Nesse caso, devemos aproximar para a seção mais próxima, imediatamente superior. Por exemplo: Condutor Fase: S = 9 mm2 Condutor de proteção/aterramento: S /2 = 45 mm2, portanto, adotaremos 5 mm2, uma vez que não dispomos do condutor de 45 mm2. Lembramos que a conexão do cabo com a haste deverá ser feito através de conectores próprios (figura 2 ou 3), de forma a garantir que não se desprendam. Fig. 2 Conector tipo Olhal Fig. 3 Conector Cabo-Haste

6 1-5 Fig.4 Detalhe de uma caixa de aterramento Este aterramento deverá estar o mais próximo possível do quadro principal/medição de energia elétrica (<,5m). O encaminhamento do cabo desde a haste (Figura 4) até o quadro de entrada deverá ser executado através de tubulação em PVC rígido (min. de 16mm).O condutor de aterramento (em cobre) deve possuir isolação para 75V e identificação pela coloração verde ou verde-amarela. Normalmente é preferível utilizar condutor nu, desde que instalado em eletro duto exclusivo e confeccionado de material isolante. Deve-se interligar, na origem desta instalação, o condutor neutro com o condutor de terra para fins de proteção e da mesma forma, deve-se proceder a ligação das partes metálicas não destinadas a conduzir corrente elétrica, conforme esquema básico a seguir.

7 esquema básico e geral do aterramento Fig. 5 Obs1: Em função do tipo de caixa, estas ligações podem sofrer algumas variações. Obs2: Após a separação do terra e neutro conforme Figura 5, os mesmos não podem ser interligados no meio da instalação e deverão ser separados.

8 Conexão do Cabo de Força Conexão de cabo de força: 1. Cheque a tensão de voltagem na placa do motor para assegurar a concordância com a linha de voltagem. 2. Assegure-se que os fios de energia não tenham contato com a correia V enquanto a máquina estiver operando. Instalação de motores monofásicos em redes Trifásicas de 38V a 22V NEUTRO L2 R 38V 22V 38V 22V 22V L2 S L2 T 38V L1 L1 L1 N G G G PE ATERRAMENTO 1O 22V MOTOR 1O 22V MOTOR 1O 22V MOTOR R S T

9 IMPLICAÇÕES DE UM MAU ATERRAMENTO Ao contrário do que muitos pensam, os problemas que um aterramento deficiente pode causar não se limitam apenas aos aspectos de segurança. É bem verdade que os principais efeitos de uma máquina mal aterrada são choques elétricos ao operador, e resposta lenta (ou ausente) dos sistemas de proteção (fusíveis, disjuntores, etc...). Mas outros problemas operacionais podem ter origem no aterramento deficiente. Abaixo segue uma pequena lista do que já observamos em campo. Caso alguém se identifique com algum desses problemas, e ainda não checou seu aterramento, está aí a dica : Quebra de comunicação entre máquina e (CLP, CNC, etc...) em modo on-line. Excesso de EMI gerado (interferências eletromagnéticas). Aquecimento anormal das etapas de potência (inversores, conversores, etc...), e motorização. Falhas intermitentes, que não seguem um padrão. Queima de CI s ou placas eletrônicas sem razão aparente, mesmo sendo elas novas e confiáveis. 1 - CCLUSÃO Antes de executarmos qualquer trabalho (projeto, manutenção, instalação, etc...) na área eletricidade, devemos observar todas as normas técnicas envolvidas no processo. Verifique se as ligações de aterramento do cabeçote estão ligadas ao aterramento do motor. Utilize o voltímetro para medir a resistência das conexões de aterramento. Somente assim poderemos realizar um trabalho eficiente, e sem problemas de natureza legal. Atualmente, com os programas de qualidade das empresas, apenas um serviço bem feito não é suficiente. Laudos técnicos, e documentação adequada recomendam o uso de estabilizadores de 1.5 KVA para cada duas máquinas também são elementos integrantes do sistema Correia do Motor A tensão adequada da correia é de 5 a 1 mm de flexão quando comprimimos com 1kg de pressão a superfície central da correia como mostra a figura. Para ajustar a tensão da correia use as porcas indicadas na figura. A distância mínima entre os fios elétricos e a correia do motor é de 25mm.

10 Operação do Pedal 13 - Correia do Motor 1. Ajuste da pressão do pedal...mola A 2. Ajuste da pressão do contra pedal...parafuso (chaveta) B 3. Ajuste do curso da alavanca do pedal...furos C 4. No caso de usar um comutador pneumático no tirante do pedal, trocar a posição do tirante de A para C como mostrado baixo.

11 14 - Painel C3 1-1

12 15 - Programação 1-11

13 16 - Tecla (S) : 1-12

14 17 - Arremate Multiplo 1-13

15 Costura Automática com Contagem de Pontos 19 - Como Habilitar a Costura Automática

16 1-15 Tecla (Agulha em Cima em Baixo) Tecla (AInicío de Costura Lenta) Tecla (Posição do Calcador Quando a Máquina Para em cima ou em baixo) Tecla (Posição do Calcador Depois do Corte de Linha em Cima ou Em Baixo)

17 1-16 Tecla (Arremate Inícial) Tecla (Arremate Final)

18 2 - Parâmetros 1-17

19 21 - Parâmetros 1-18

20 22 - ajuste do valor do parâmetro 1-19

21 23 - como ajustar a (aceleração variável) de costura 1-2

22 24 - compensação dos arremates 1-21

23 Exemplo : 1-22

24 25 - compensação do arremate final 1-23

25 Exemplo : 1-24

26 26 - compensação do arremate múltiplo automático 1-25

27 Exemplo : 1-26

28 27 - Diagrama do Bloco : 1-27

29 Diagrama de Conectores : 1-28

30 Manutenção 1. Reinicializando os parâmetros aos valores Padrão (RESET) Pressionar as teclas (A) e (B) e ligar a máquina ao mesmo tempo. Pressionar a tecla (S) e desligar a máquina. 2. Partes principais do motor Componentes 2.1. Módulo de potência (IGBT). Elemento eletrônico que governa o motor servo na saída de potência, controla a velocidade e o torque Parafusos e separadores de plástico do (IGBT). Os separadores evitam as trincas nos conectores do IGBT Componentes eletrônicos. Fazem parte das placas: resistências, retificadores, zener, etc Placa híbrida As placas híbridas controlam as fontes chaveadas que alimentam os circuitos lógicos do motor Resistores de cerâmica 7watts,1ohm Esta resistência faz parte do circuito da placa de potência Circuito integrado controlador de velocidade IC766. Circuito integrado que com a unidade de controle de velocidade, envia os sinais para aumentar e diminuir a velocidade do AC servo motor. 3. Placas 3.1. Placa de potência Esta placa é dividida em duas partes importantes: potência para o AC Servo Motor com a saída IGBT e fonte regulada de alimentação dos circuitos lógicos Placa CPU Esta placa tem a parte de microprocessadores, micro controladores, memórias, decodificadores e comparadores, sendo a placa inteligente que tem várias I/O ou entradas e saídas. Entradas como, informações lógicas e analógicas e saídas de comunicação e de potência.

31 Unidade de controle de velocidade Esta unidade é um decodificador analógico digital que converte o movimento mecânico em sinais lógicos para a placa CPU, sinais que governam a velocidade do motor Sincronizador Sensor de posicionamento e velocidade, este elemento é o principal sensor de interligação entre o cabeçote de costura e o motor eletrônico.

32 Jumpers 4.1. Na Placa CPU existem 3 jumpers ou pontes JP1, JP2 e JP3. JP1 Voltagem do sincronizador: existem duas opções 5V e 12V. Se a ponte está na esquerda, a voltagem é de 5V (Padrão), se a ponte está na direita, a voltagem é de 12V. JP2 Uso ou não do selecionador de transformador. Para desabilitar o transformador a ponte deve estar fechada. JP3 Ajuste do tipo de alimentação dos solenóides: a ponte fechada para variação de alimentação e a ponte aberta para alimentação estável.

33 Testes com o Multímetro Multímetro na posição de resistência Fusível de segurança 1. Na placa de alimentação existem dois fusíveis F1 e F2, teste estes fusíveis. F1 valor do teste = 1,7ohm F2 valor do teste =,6ohm resistências 1. R14, R15, R16, R17, R18 e R19 = 1ohm, revisar com o multímetro na posição de resistência, o valor aproximado do teste deve ser de 98ohm. 2. Resistor de cerâmica, SP1 = 7W.1ohm, valor do teste =,4ohm

34 Multímetro na Posição de Diodo Modulo de potência (IGBT) 1. Testar como descrito abaixo. Colocar a ponta vermelha no negativo (-), e a ponta preta no pino U. valor do teste =,428 Colocar a ponta vermelha no negativo (-), e a ponta preta no pino V. valor do teste =,428 Colocar a ponta vermelha no negativo (-), e a ponta preta no pino W.valor do teste =,428 Colocar a ponta preta no positivo (+), e a ponta vermelha no pino U. valor do teste =,428 Colocar a ponta preta no positivo (+), e a ponta vermelha no pino V. valor do teste =,428 Colocar a ponta preta no positivo (+), e a ponta vermelha no pino W.valor do teste =, Quando desoldar o IGBT verificar as ligações do IGBT e os suportes de plástico para evitar rachaduras. 3. Fixe o IGBT com cola quente Retificadores 1. Os Retificadores da placa de força, D7, D8, D9, D1, valor do teste =,476

35 Os Diodos Zener da placa de força ZD1, ZD2, ZD3, ZD4, valor do teste =, Acopladores 1. O método de teste é igual para PH1, PH2, PH3, PH4, PH5, PH6. Colocar a ponta preta no pino 8, e a ponta vermelha no pino 7, valor do teste =,478 Colocar a ponta preta no pino 8, e a ponta vermelha no pino 6, valor do teste =,758 Colocar a ponta preta no pino 8, e a ponta vermelha no pino 5, valor do teste =,157 Colocar a ponta preta no pino 3, e a ponta vermelha no pino 2, valor do teste = 1,534

36 Circuito de Proteção 1. Se o circuito de proteção esta com problemas, troque os 5 componentes seguintes. Resistor: R6 = 33ohm 1/4w Resistor: R3 = 1ohm 1/4w Capacitor: C9 = 47J63 Transistor: Q4 = C458 Placa Híbrida Nota: Antes de retirar a Placa Híbrida, retire o silicone com uma faca ou navalha. Depois reaplique uma nova cola de silicone Multímetro na Posição de DC (Voltagem Corrente Contínua) Placa Híbrida Coloque a ponta preta no TP1, e a ponta vermelha VR1 da Placa Hibrida, o valor do teste = 1.29V Coloque a ponta preta no TP1, e a ponta vermelha VR2 da Placa Hibrida, o valor do teste = 5.95V Coloque a ponta preta no TP1, e a ponta vermelha PH7 Nº. 1, o valor do teste = 18V Coloque a ponta preta no TP1, e a ponta vermelha PH7 Nº. 2, o valor do teste = 18V Coloque a ponta preta no TP1, e a ponta vermelha PH8 Nº.1, o valor do teste = 18V Coloque a ponta preta no TP1, e a ponta vermelha PH8 Nº. 2, o valor do teste = 18V 1 - Se a voltagem está incorreta troque o regulador de voltagem REG Coloque a ponta preta no C1 ( - ), e a ponta vermelha no C1 ( - ), o valor do teste = 12V Coloque a ponta preta no C1 ( - ), e a ponta vermelha PH7 Nº. 3, o valor do teste = V Coloque a ponta preta no C1 ( - ), e a ponta vermelha PH7 Nº. 4, o valor do teste = V Coloque a ponta preta no C1 ( - ), e a ponta vermelha PH8 Nº. 3, o valor do teste = V Coloque a ponta preta no C1 ( - ), e a ponta vermelha PH8 Nº. 4, o valor do teste = V 2- Se voltagem está incorreta troque os opto acopladores PH7 ou PH8 Verifique os varistores ZN3, ZNR4 e ZNR5 se estão danificados.

37 Sincronizador 1. Colocar a ponta preta no CN14 (pino 6) fio preto, e a ponta vermelha CN14 (pino 3) fio amarelo, girar o volante devagar, o valor do teste vária 5-5V. 2. Colocar a ponta preta no CN14 (pino 6) fio preto, e a ponta vermelha CN14 (pino 4) fio branco, girar o volante devagar, o valor do teste vária 5 5V.

38 Unidade de Controle de Velocidade 1. Quando a máquina é acionada e a velocidade não é controlada, fica somente em alta velocidade. Fazer o seguinte teste. 2. Colocar a ponta preta no CN1 ( 1 ) fio preto, e a ponta vermelha no U2 (pino 5), o valor do teste = mínimo de 12 V Com corrente não pode ser menor que 11.78V. 3. Se a voltagem não estiver correta troque para U Encoder Ligar a máquina, cuidado com o teste. Testar sinal (R): Colocar a ponta preta no plugue do encoder no fio preto, e a ponta vermelha no fio amarelo do mesmo plugue, girar o volante devagar, o valor do teste varia de 5--5V. Testar sinal (S) : Colocar a ponta preta no plugue do encoder no fio preto, e a ponta vermelha no fio laranja do mesmo plugue, girar o volante devagar, o valor do teste varia de 5--5V. Testar sinal (T) : Colocar a ponta preta no plugue do encoder no fio preto, e a ponta vermelha no fio cinza do mesmo plugue, girar o volante devagar, o valor do teste varia de 5--5V. Teste (Phase A) : Colocar a ponta preta no plugue do encoder no fio preto, e a ponta vermelha no fio azul do mesmo plugue, girar o volante devagar, o valor do teste varia de 5 e V. Teste (Phase B): Colocar a ponta preta no plugue do encoder no fio preto, e a ponta vermelha no fio verde do mesmo plugue, girar o volante devagar, o valor do teste varia de 5 e V.

39 Motor Colocar o multímetro em resistência Testar as 3 bobinas, medir no plugue do motor os entre pinos 1 e 2, pinos 2 e 3, pinos 1 e 3, o valor do teste = 6ohm.

40 Montar e Desmontar o Encoder do Motor Remover a tampa do ventilador; Remover o ventilador do eixo; Remover a tampa do encoder; Retirar o encoder de lado; Verifique o disco de obturação; Fazer a manutenção e remontar; Verificar a posição do fio do encoder.

41 Problemas e Soluções Problema 1: Ao ligar a máquina, quando o pedal é pressionado para frente, o motor gira devagar e para automaticamente, aparece no display ERRO 7 ou ERRO 11. Solução: Desligue a máquina e retire o sincronizador, ligue a máquina e pressione o pedal para costurar. Se ela costura, mas não para na posição da agulha e aparece no display ERRO 12, examine o sincronizador. Problema 2: Ao ligar a máquina, quando o pedal é pressionado para frente, o motor não se move e aparece no display ERRO 7. Solução: Examine os sinais do encoder. Examine a placa de potência. Troque a placa de potência e teste. Problema 3: Ao ligar a máquina, quando o pedal é pressionado para frente, o motor gira normal, mas quando o pedal é pressionado todo para trás, aparece no display ERRO 9. Solução: Desligar a máquina, testar a resistência de impedância dos solenóides da máquina, valor mínimo do teste = 3,3ohm Solenóide do calcador = 6ohm / Solenóide do corte = 7.8ohm / Solenóide do retrocesso = 5.9ohm Problema 4: Ao ligar a máquina e pressionarmos o pedal para frente, o motor gira normal e aparece no display ERRO 12 e quando pressionamos o pedal para trás, a máquina só levanta o calcador. Solução : Examine o sincronizador, e veja se o conector está corretamente ligado. Revise os parâmetros de saída. Problema 6: Ao ligar a máquina, quando o pedal é pressionado para frente, o motor não governa a velocidade e o display é normal. Solução : Examine o controlador de velocidade IC766 / Examine o encoder A e B Phase. Problema 7: Ao ligar a máquina, quando o pedal é pressionado para frente e retorna ao ponto neutro, o motor posiciona-se errado e o display normal. Solução : Examine a polia e posicione os magnetos /Examine os parâmetros da máquina, (zerar os padrões). Verifique se a correia da máquina não está frouxa / Verifique se a polia do motor não está solta. Problema 8: Ao ligar a máquina, não aparece nada no display. Solução: Verifique se o conector de energia está ligado /Use um multímetro e verifique se a voltagem está correta. Verifique se o led da placa de potência esta ligado/examine a placa de potência. Problema 9: Ao ligar a máquina, o display mostra desligado POWER. Solução: Examine as saídas AC do transformador.

42 Tabela de Erros e Soluções Os servos motores HPV-6 são fabricados sobre um rigoroso controle de qualidade, de forma que nenhum problema possa ocorrer durante o período de garantia. A maioria dos erros ocorridos na hora do ajuste da máquina é causada por regulagem de parâmetros incorretos ou pela instalação da saída de sinal. Quando as máquinas operam em situações anormais, o técnico deve resolver o problema de acordo com o Manual de Operação ou entrar em contato com o Centro de Operação (Serviço) mais próximo que esteja autorizado pelo fabricante. Para acelerar a localização de defeitos, alguns problemas específicos estão listados na Tabela 1 e podem ser rapidamente eliminados pelas dicas do Código de Erro mostrados no teclado.

43 1-42 CÓDIGO DO 1 H FUNÇÃO DO VELOCIDADE MÁXIMA EXTENSÃO RPM AJUSTADO PARA 1 OHM 22 OHM 68 OHM 1 OHM DESCRIÇÃO 2 PSL CURVA DE ACELERAÇÃO 1-1% CNR 4 N RAZÃO DE CTAGEM VELOCIDADE AREEMATE INICIAL RPM AJUSTE DE VALORES MÚLTIPLOS PARA [42.CUD], CEXÃO COM [42.CUD] E [159.O4] 5 V VELOCIDADE ARREMATE FINAL 5-8RPM B 7 S 8 SLS 9 A VELOCIDADE DE TRAVA DO ARREMATE VELOCIDADE DE PARTIDA SUAVE NÚMERO DE PTOS DA PARTIDA SUAVE VELOCIDADE DA COSTURA PROGRAMADA 5-8RPM 5-2RPM -99PTOS 5-8RPM VÁLIDO SOMENTE COM COSTURA PROGRAMADA OU PULSO ( SH ) ATIVO 1 ACD VELOCIDADE AUTOMÁTICA DE ARREMATE FINAL / VÁLIDO SOMENTE NA ETAPA FINAL DA COSTURA 11 RVM SELEÇÃO DO MODO DE ARREMATE J / B J J J J J=JUKI -ATIVA COM MOTOR PARADO OU RODANDO. B=BROTHER- ATIVA SÓ COM MOTOR RODANDO 12 SMS SELEÇÃO DO MODO DO ARREMATE INICIAL A / M / SU / SD A A A A A= NUMA UNICA COSTURA M= CTROLADO PELO PEDAL E PODE PARAR EM QUALQUER PARTE SU=UNICA COSTURA, MOTOR PARA EM SIMA DEPOIS DE CADA ETAPA PELO TIMER (27 CT). SD= UNICA COSTURA, MOTOR PARA EM BAIXO DEPOIS DE CADA ETAPA ( 27 CT) 13 TYS SELEÇÃO DO MODO DO TERMINODO ABRE INICIAL C / STP /TRM C C C C C= NO FINAL DO ARREMATE INICIAL, MÁQUINA CTINUA SE O PEDAL PRESSIADO. OU SINAL DE START ( INÍCIO) LIGADO STP = NO FINAL DO ARREMATE INI- CIAL DA MÁQUINA PARA E PRECISA SER REINICIDA PELO PEDAL TRM = FAZ O C ICLO DO CORTA FIO UMA VEZ QUE TENHA TERMINADO O ARREMATE INICIAL 14 SBT SELEÇÃO DO ARREMATE INICIAL / 15 SBA PTOS DO A DO ARREMATE INICIAL - 15 PTOS SOMENTE QUANDO ( 14 SBT) =

44 1-43 CÓDIGO DO 16 SBB FUNÇÃO DO PTOS B DO ARREMATE INICIAL EXTENSÃO AJUSTADO PARA 1 OHM OHM 22 OHM 68 OHM DESCRIÇÃO 17 SBN CICLOS DO ARREMATE INICIAL -4 VEZES SOMENTE QUANDO [14 SBT]= 18 BT1 19 BT2 EQUILÍBRIO PARA ARREMATE INICIAL EQUILÍBRIO PARA ARREMATE INICIAL 2 -F BT1 = INVALIDO,1-8 INCREMENTA NO AVANÇO, 9-F INCREMENTA NO RETROCESSO BT2 = INVALIDO,1-8 INCREMENTA NO AVANÇO, 9-F INCREMENTA NO RETROCESSO 2 SME SELEÇÃO DO MODO DO ARREMATE FINAL A / SU / SD A A A A A = NUMA ÚNICA COSTURA SU = ÚNICA COSTURA MAS O MOTOR PARA EM CIMA DEPOIS DE CADA ETAPA PELO TIMER [27.CT] SD = ÚNICA COSTURA MAS MOTOR PARA EM BAIXO DE- POIS DE CADA ETAPA PELO TIMER [27.CT] 21 EBT SELEÇÃO DO ARREMATE FINAL / 22 EBC PTOS C DO ARREMATE FINAL -15 PTOS SOMENTE QUANDO [21 SBT]= 23 EBD PTOS D DO ARREMATE FINAL EBN CICLOS DO ARREMATE FINAL -4 VEZES SOMENTE QUANDO [21 SBT]= BT3 BT4 EQUILIBRIO PARA ARREMATE FINAL 3 EQUILIBRIO PARA ARREMATE FINAL 4 -F BT3 = INVALIDO,1-8 INCREMENTA NO AVANÇO, 9-F INCREMENTA NO RETROCESSO BT4 = INVALIDO,1-8 INCREMENTA NO AVANÇO, 9-F INCREMENTA NO RETROCESSO 27 CT TEMPO ENTRE CADA SEÇÃO DO ARREMATE FINAL -99 MS AJUSTES VALIDOS PARA [12 SMS], [2MSE], [31 SMB] =SU, SD 28 SB5 15 PTOS A MAIS NOS ARREMATES INICIAL E FINAL / SB9 PTOS A MAIS NOS ARREMATES INICIAL E FINAL -99 PTOS 3 BCC ADICIAR 1 PTO NO SEG C DO ARREMATE FINAL /

45 1-44 CÓDIGO DO FUNÇÃO DO EXTENSÃO AJUSTADO PARA 1 OHM OHM 22 OHM 68 OHM 1 DESCRIÇÃO 31 SMB SELEÇÃO DO MODO DA TRAVA DE ARREMATE A / M / SU / SD A A A A A = NUMA ÚNICA COSTURA M = CTROLADO PELO PEDAL E PODE PARAR EM QUALQUER PARTE SU = ÚNICA COSTURA MAS O MOTOR PARA EM CIMA DEPOIS DE CADA ETAPA PELO TIMER [27.CT] SD = ÚNICA COSTURA MAS MOTOR PARA EM BAIXO DEPOIS DE CADA ETAPA PELO TIMER [27.CT] 32 BAR SELEÇÃO DA TRAVA DE ARREMATE / 33 BRC PTOS DA TRAVA DE ARREMATE -99 PTOS SOMENTE QUANDO [32 SBT]= 34 BRN CICLOS DA TRAVA DE ARREMATE -15 VEZES SOMENTE QUANDO [32 SBT]= 35 BT5 EQUILIBRIO DOS PTOS DA TRAVA DE ARREMATE 5 -F BT5 = INVALIDO,1-8 INCREMENTA NO AVANÇO, 9-F INCREMENTA NO RETROCESSO 36 BT6 EQUILIBRIO DOS PTOS DA TRAVA DE ARREMATE BT6 = INVALIDO,1-8 INCREMENTA NO AVANÇO, 9-F INCREMENTA NO RETROCESSO 37 SMP SELEÇÃO DO MODO DE COSTURA PROGRAMADO A / M M M M M A = NUMA UNICA COSTURA B =CTROLADO PELO PEDAL E PODE PARAR QUALQUER PARTE 38 PM SELEÇÃO DE COSTURA PROGRAMADA / 39 PS NÚMERO DE PTOS DA SEÇÃO 1 -F -25 PTOS PTOS PARA COSTURA P1- P4 - SO QUANDO [38.PM] = PTOS PARA COSTURA P5- PF - SO QUANDO [38.PM] = 4 W TIRA LINHA / 41 TM CORTA FIO /

46 1-45 CÓDIGO DO 42 FUNÇÃO DO SELEÇÃO DO MODO DE CTAGEM EXTENSÃO NOP/U/D/US/ DS/UT/DT/ UTS/DTS AJUSTADO PARA 1 OHM OHM 22 OHM 68 OHM 1 NOP NOP NOP NOP DESCRIÇÃO MODO DE SELEÇÃO DO MODO CTADOR NOPM CTADOR INVÁLIDO U : CTAGEM CRESCENTE QUANDO TERMI- NA CTADOR AUTO RESETA D: CTAGEM DECRESCENTE QUANDO TERMINA CTADOR AUTO RESETA US : CTAGEM CRESCENTE QUANDO MOTOR TERMINA PRECISA SER RESE- TADO EXTERNAMENTE PELA CHA- VE S4 [152.INI] = CRS OU CHAVE A DO PAINEL FRTAL DS: CTAGEM DECRESCENTE QUANDO TERMINA IDEM AO ANTERIOR UT: CTAGEM CRESCENTE COM CORTA FIO IDEM U DT: CTAGEM DECRESCENTE COM CORTA FIO IDEM T UTS: CTAGEM CRESCENTE COM CORTA FIO IDEM US DTS: CTADOR DECRESCEN- TE COM CORTA FIO IDEM DS 43 UD QUANTIDADE DE PTOS O NÚMERO REAL = VALOR DE [3.CNR] X [43.UD] QUANDO [42.CUD] = U, D, US, UD SOMENTE 44 PN MOSTRADOR DE CTAGEM MOSTRAR O VALOR DA CTAGEM CORRENTE DE [43.UD] 45 SP MOSTRA A VELOCIDADE DA COSTURA - 8 rpm 46 DIR DIREÇÃO DE ROTAÇÃO DO MOTOR CW / CCW CW CW CW CW CW : ANTI-HORÁRIO CW : HORÁRIO 47 MAC CÓDIGO DA MÁQUINA N12 POSICIAMENTO / : SÓ EM CIMA : EM BAIXO E EM CIMA 49 SPD DIMENSÃO DA POLIA DA MÁQUINA 1-25mm AJUSTE DA POLIA DA MÁQUINA VALIDO QUANDO[51.PL]= 5 MPD DIMENSÃO DA POLIA DO MOTOR 1-25mm AJUSTE DA POLIA DA MOTOR VALIDO QUANDO[51.PL]= 51 PL AJUSTE DA POLIA DO MOTOR / =MANUAL POR [49.PSD], [5.MPD] =AUTOMÁTICO PELA CPU

47 1-46 CÓDIGO DO 52 BT FUNÇÃO DO TEMPO DE FRENAGEM DO MOTOR EXTENSÃO 15-5ms AJUSTADO PARA 1 OHM OHM 22 OHM 68 OHM DESCRIÇÃO SOMENTE QUANDO [54.BK]= 53 POL PARTIDA SUAVE APÓS LIGAR O MOTOR / QUANDO ATIVADO VELOCIDADE É DADA POR [7.S] 54 BK FREIO DO MOTOR EM PARADA NORMAL / 55 SRM MOTOR RETORNA APOSIÇÃO DE FUNCIAMENTO / VALIDO SOMENTE QUANDO AGULHA ESTIVER PARANDO EM CIMA = QUANDO AGULHA PARA EM CIMA, A PRIMEIRA COSTURA SERÁ FEITA COM ÂNGULO REVER- SO DEFINIDO POR [56.SRA] = DESLIGADO, EXCEÇÃO: SE [147.INA]= BCR, UMA CHAVE EXTERNA PODE SER USADA PARA LIGAR OU DESLIGAR ESTA FUNÇÃO 56 SRA ÂNGULO PARA [.55 SRM] / SOMENTE QUANDO [55 SRM]= 57 TRU APÓS O CORTE MOTOR PARA EM [58.TR8] / 58 TR8 ÂNGULO REVERSO PARA [57.TRU] 1-36º graus SOMENTE QUANDO [57 TRU]= 59 M VELOCIDADE MÉDIA BAIXA VELOCIDADE 8rpm L VELOCIDADE MÉDIA 5-5rpm T VELOCIDADE DO CORTA FIO 5-5rpm HPM MODO DE ACIAMENTO DO CALCADOR ALT /M M M ALT ALT SOMENTE PARA MAQUINAS COM FUNÇÃO HP MODO [ALT] = ALTURA DO CALCADOR MUDA A CADA ACIAMENTO DO BOTÃO HP MODO [M] = ALTURA DO CALCADOR PERMANECE COM A CHAVE HP LIGADA 63 FTP TIPO DE SOLENÓIDE DO CALCADOR M / A M M M M M = MAGNÉTICO A = AR, NESTE CASO [64.FO] E [65.FC] SÃO INVÁLIDOS 64 FO TEMPO DE PULSO CTINUO DO CALCADOR - 99ms SOMENTE SE[63.FTP] FOR M 65 FC FREQUENCIA DO CALCADOR 1-9% SOMENTE SE [63.FTP] FOR M AJUSTES INCORRETOS CAUSAM MAL FUNCIAMENTO OU AQUECIMENTO DO SOLENÓIDE

48 1-47 CÓDIGO DO FUNÇÃO DO EXTENSÃO AJUSTADO PARA 1 OHM 22 OHM 68 OHM 1 OHM DESCRIÇÃO 66 FD TEMPO PARA INICIAR A COSTURA -9ms UTILIZANDO CALCADOR USAR 1MS PARA GARANTIR A DESCIDA ANTES DO INÍCIO DA COSTURA 67 FPM PROTEÇÃO DO SOLENÓIDE DO CALCADOR / = ATIVADO, NO CASO O TEMPO É POR [68.FP] =SOLENÓIDE SEMPRE ATIVO A NÃO SER QUE O PEDAL ESTEJA J85 SENDO PRESSIADO PARA TRÁS 68 FPM TEMPO PARA DESLIGAMENTO DO CALCADOR (-999 X.1S SOMENTE QUANDO [67.FPM] 69 HD SENSIBILIDADE DO PEDAL NA POSIÇÃO COLOCAR EM 1 MNS 7 HHC CANCELAR CALCADOR COM PEDAL NA POSIÇÃO - 1 / = CANCELA = NÃO CANCELA QUANDO UTILIZADA EM MAQUINA INTERLO- CK [134.KLK] = ESTA FUNÇÃO PODE SER ATIVADA PELO BOTÃO A DO PAINEL 71 FL CANCELAR CALCADOR COM PEDAL NA POSIÇÃO - 2 / = CANCELA = NÃO CANCELA 72 FHC CANCELAR CORTA FIO COM PEDAL NA POSIÇÃO -2 / = NÃO FUNCIA CORTA FIO, CALCADOR E NEM AGULHA EM CIMA = CORTA FIO FUNCIO- NA NORMALMENTE 73 NTC CORTA FIO ATIVADO COM PEDAL RETORNANDO APOSIÇÃO / = LIGADO, SOMENTE SE [72.FHC] = = DESLIGADO 74 FRV CVERTER SINAL DOCALCADOR / QUANDO EM CALCADOR FICA ERGUIDO DURANTE A COSTURA MODO DA CHAVE 75 SFM DE SEGURANÇA NC / NO NO NO NO NO NC = NORMALMENTE FECHADO,QUANDO ABRE MOTOR E SÍMBOLO DE ROTAÇÃO PARAMETRO NO = NORMALMENTE ABERTO, QUANDO FECHA MOTOR E SÍMBOLO DE ROTAÇÃO PARAM

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