INSTALAÇÕES ELÉTRICAS. Kathiane Queiroz

Save this PDF as:
Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INSTALAÇÕES ELÉTRICAS. Kathiane Queiroz"

Transcrição

1 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Kathiane Queiroz

2 ATERRAMENTO ELÉTRICO Sistema de aterramento elétrico

3 ATERRAMENTO ELÉTRICO Mas o que é o terra? Qual a diferença entre terra, neutro, e massa(carcaça do Equipamento)? Quais são as normas que devo seguir para garantir um bom aterramento?

4 ATERRAMENTO ELÉTRICO O aterramento elétrico ( Terra ) tem três funções principais: A Proteger o usuário do equipamento das descargas atmosféricas, através da viabilização (qualidade) de um caminho alternativo para a terra, de descargas atmosféricas. B Descarregar cargas estáticas acumuladas nas carcaças das máquinas ou equipamentos para a terra. C Facilitar o funcionamento dos dispositivos de proteção (fusíveis, disjuntores, etc.), através da corrente desviada para a terra.

5 ATERRAMENTO ELÉTRICO Qual a diferença entre terra, neutro, e massa? ligação de um PC à rede elétrica

6 ATERRAMENTO ELÉTRICO Qual a diferença entre terra, neutro, e massa? ligação de um PC à rede elétrica Teoricamente, o terminal neutro da concessionária deve ter potencial igual a zero volt. Porém, devido ao desbalanceamento nas fases do transformador de distribuição, é comum esse terminal (Neutro) tender a assumir potenciais diferentes de zero.

7 ATERRAMENTO ELÉTRICO Qual a diferença entre terra, neutro, e massa? ligação de um PC à rede elétrica Para evitar que esse potencial flutue, ligamos (logo na entrada) o fio neutro a uma haste de terra. Sendo assim, qualquer potencial que tender a aparecer será escoado para a terra.

8 ATERRAMENTO ELÉTRICO Qual a diferença entre terra, neutro, e massa? Ainda analisando a figura, vemos que o PC está ligado em uma fase e o neutro. ligação de um PC à rede elétrica Mas, ao mesmo tempo, ligamos a carcaça do PC através de outro condutor na mesma haste, e damos o nome desse condutor de terra

9 ATERRAMENTO ELÉTRICO Qual a diferença entre terra, neutro, e massa? Se o neutro e o terra estão conectados ao mesmo ponto (haste de aterramento), porque um é chamado de terra e o outro de neutro?

10 ATERRAMENTO ELÉTRICO Respostas as Perguntas O neutro é um condutor fornecido pela concessionária de energia elétrica, pelo qual há o retorno da corrente elétrica. O terra é um condutor construído através de uma haste metálica e que, em situações normais, não deve possuir corrente elétrica circulante. Resumindo: A grande diferença entre terra e neutro é que, pelo neutro há corrente circulando, e pelo terra, não. Quando houver alguma corrente circulando pelo terra, normalmente ela deverá ser breve, isto é, desviar uma descarga atmosférica para a terra, por exemplo. A carcaça do PC, ou de qualquer outro equipamento é o que chamamos de massa (toda a caixa metálica do equipamento).

11 ATERRAMENTO ELÉTRICO Respostas as Perguntas O neutro é um condutor fornecido pela concessionária de energia elétrica, pelo qual há o retorno da corrente elétrica. O terra é um condutor construído através de uma haste metálica e que, em situações normais, não deve possuir corrente elétrica circulante. Resumindo: A grande diferença entre terra e neutro é que, pelo neutro há corrente circulando, e pelo terra, não. Quando houver alguma corrente circulando pelo terra, normalmente ela deverá ser breve, isto é, desviar uma descarga atmosférica para a terra, por exemplo. A carcaça do PC, ou de qualquer outro equipamento é o que chamamos de massa (toda a caixa metálica do equipamento).

12 Quais são as normas que devo seguir para garantir um bom aterramento NBR 5410 Instalações elétricas de baixa tensão Essa norma é a NBR 5410, a qual, como todas as demais normas da ABNT, possui subseções. As subseções : , , e referem-se aos possíveis sistemas de aterramento que podem ser feitos.

13 Sistemas de aterramento elétrico Sistema TN-S O neutro é aterrado logo na saída do transformador, e levado até a carga. Paralelamente, outro condutor identificado como PE é utilizado como condutor terra, e é conectado à carcaça (massa) do equipamento.

14 Sistemas de aterramento elétrico Sistema TT Esse sistema é o mais eficiente de todos. Na figura vemos que o neutro é aterrado logo na saída e segue (como neutro) até a carga (equipamento). A massa do equipamento é aterrada com uma haste própria, independente da haste de aterramento do neutro.

15 TIPOS DE ELEMENTOS PARA ATERRAMENTO Os eletrodos mais utilizados na prática são: 01 - Hastes de aterramento 02 - Malhas de aterramento 03 - Estruturas metálicas das fundações de concreto Hastes de aterramento A haste pode ser encontrada em vários tamanhos e diâmetros. O mais comum é a haste de 2,5 m por 0,5 polegada de diâmetro. Não é raro, porém, encontrarmos hastes com 4,0 m de comprimento por 1 polegada de diâmetro. Cabe lembrar que, quanto maior a haste, mais riscos corremos de atingir dutos subterrâneos (telefonia, gás, etc...) na hora da sua instalação.

16 HASTE DE ATERRAMENTO haste tipo Copperweld

17 HASTE DE ATERRAMENTO Normalmente, quando não conseguimos uma boa resistência de terra (abaixo de 10Ω), agrupamos mais de uma barra em paralelo

18 Elementos de uma malha de terra Conexões

19 Elementos de uma malha de terra Conexões

20 Vídeo Vídeo

21

22 Elementos de uma malha de terra Estruturas metálicas Muitas instalações utilizam as ferragens da estrutura da construção como eletrodo de aterramento elétrico.

23 Recomendações para o aterramento Resumindo, qualquer que seja o eletrodo de aterramento (haste, malha, ou ferragens da estrutura), ele deve ter as seguintes características gerais: Ser bom condutor de eletricidade. Ter resistência mecânica adequada ao esforço a que está submetido. Não reagir (oxidar) quimicamente com o solo.

24 Recomendações para o aterramento OBS : Separar o sistema de aterramento de energia do sistema de aterramento de Sinais (Dados, Telecom, CFTV, etc)

25 Exemplo de execução de um sistema de aterramento simples MATERIAIS PARA EXECUTAR O TRABALHO Caixa de inspeção; Haste cobreada com diâmetro 5/8" (15 mm) e 2,40 m; Conectores do tipo cabo haste ou do tipo grampo; Condutor na cor verde-amarela ou verde; Terminal à pressão; Balde com água; Um pedaço de caibro; Marreta; Chave de boca 13 mm; Canivete; Colher de pedreiro; Cavadeira; Brita e epi's; (luvas, óculos e capacete).

26 Exemplo de execução de um sistema de aterramento simples MATERIAIS PARA EXECUTAR O TRABALHO

27 Exemplo de execução de um sistema de aterramento simples 1 - PASSO Com o auxílio da cavadeira, abra uma vala com diâmetro e profundidade suficientes para o encaixe da caixa de inspeção

28 Exemplo de execução de um sistema de aterramento simples 2 - PASSO Acomode a caixa de inspeção no solo aplicando terra ao seu redor de modo a deixá-la totalmente firme e encaixada no chão.

29 Exemplo de execução de um sistema de aterramento simples 3 - PASSO Preencha a vala com água para umedecer o solo. Isso facilitará a aplicação da haste cobreada de 2,40 m.

30 Exemplo de execução de um sistema de aterramento simples 4 - PASSO Utilizando muita força nas mãos, exerça pressão para cravar a haste cobreada no centro do diâmetro da caixa de inspeção.

31 Exemplo de execução de um sistema de aterramento simples 5 - PASSO Retire a haste e repita os passos três e quatro até conseguir introduzi-la quase por completo no solo. Complete a cravação com golpes de marreta, interpondo entre ela e a haste um pedaço de madeira

32 Exemplo de execução de um sistema de aterramento simples 6 - PASSO A haste deverá ser fixada até a metade da altura da caixa de inspeção.

33 Exemplo de execução de um sistema de aterramento simples 6 - PASSO Passe o condutor de aterramento (fio terra) pelos tubos (eletrodutos) até chegar à caixa de inspeção.

34 Exemplo de execução de um sistema de aterramento simples 8 - PASSO Com uma chave de boca 13 mm, faça a conexão do cabo à haste. Se necessário, use o canivete para decapar o condutor.

35 Exemplo de execução de um sistema de aterramento simples 9 - PASSO Preencha a caixa de inspeção com brita até uma altura onde ainda seja possível visualizar o conector. O uso da brita evitará que alguém inadvertidamente jogue concreto dentro da caixa, tornando o acesso ao conector e à haste impossíveis. Além disso, a brita ajudará a manter a umidade do solo próximo à haste.

36 Exemplo de execução de um sistema de aterramento simples 10 - PASSO Finalize fechando a caixa de inspeção com a tampa.

37 Exemplo de execução de um sistema de aterramento simples 11 - PASSO Com o auxílio da chave de boca e do canivete, faça a conexão do condutor de aterramento à caixa de entrada (caixa do medidor). O fio azul (condutor neutro da concessionária) também será ligado ao mesmo ponto.

38 Exemplo de execução de um sistema de aterramento simples 12 - PASSO A partir desse ponto, derive um novo condutor (que agora passa a se chamar condutor de proteção) para ser conectado ao barramento do quadro de distribuição.

39 Exemplo de execução de um sistema de aterramento simples 13 - PASSO No quadro de distribuição, conecte o condutor de proteção no barramento de terra de onde sairão os demais fios terra a serem conectados aos pontos de eletricidade distribuídos pela residência.

40 Exemplo de execução de um sistema de aterramento simples 14 - PASSO Com o auxílio da chave de boca, finalize o serviço conectando o fio terra no terminal de terra das tomadas e soquetes

41 Recomendações Jamais bata diretamente a marreta sobre a haste cobreada! Além de retirar a película de cobre que a reveste, usar a marreta sem o auxílio do caibro danificará a cabeça da haste, impedindo a colocação do conector ou a sua substituição.

42 Recomendações Um dos pontos mais importantes do sistema de aterramento são as conexões que deverão ser perfeitamente executadas.

43 Recomendações Os conectores do tipo cabo haste devem ser usados para condutores de secção até 35 mm2 e os do tipo grampo, para condutores de secção acima de 35 mm2.

44 Recomendações Para condutores com bitola acima de 35 mm2, use o conector do tipo grampo.

45 Recomendações As caixas de inspeção podem ser de fibrocimento ou de PVC.

46 Vídeo Vídeo

47

48 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Kathiane Queiroz

GUIA PRÁTICO DE ATERRAMENTO

GUIA PRÁTICO DE ATERRAMENTO 2014 GUIA PRÁTICO DE ATERRAMENTO MAURÍCIO RODRIGUES DOS REIS SENAI-MG 15/02/2014 GUIA PRÁTICO SOBRE ATERRAMENTO INTRODUÇÃO... Pág.02 CONCEITOS BÁSICOS... Pág.02 MONTAGEM PASSO A PASSO DE ATERRAMENTO...

Leia mais

GUIA PRÁTICO DE ATERRAMENTO

GUIA PRÁTICO DE ATERRAMENTO 2014 GUIA PRÁTICO DE ATERRAMENTO MAURÍCIO RODRIGUES DOS REIS 15/02/2014 GUIA PRÁTICO SOBRE ATERRAMENTO 1. INTRODUÇÃO...Pág.02 2. CONCEITOS BÁSICOS...Pág.02 3. ELETRICIDADE ESTÁTICA...Pág.04 4. PARA QUE

Leia mais

ATERRAMENTO ELÉTRICO 1 INTRODUÇÃO 2 PARA QUE SERVE O ATERRAMENTO ELÉTRICO? 3 DEFINIÇÕES: TERRA, NEUTRO, E MASSA.

ATERRAMENTO ELÉTRICO 1 INTRODUÇÃO 2 PARA QUE SERVE O ATERRAMENTO ELÉTRICO? 3 DEFINIÇÕES: TERRA, NEUTRO, E MASSA. 1 INTRODUÇÃO O aterramento elétrico, com certeza, é um assunto que gera um número enorme de dúvidas quanto às normas e procedimentos no que se refere ao ambiente elétrico industrial. Muitas vezes, o desconhecimento

Leia mais

Aterramento Elétrico. Prof.: Ademir Justino Site: www.ademirjustino.com.br

Aterramento Elétrico. Prof.: Ademir Justino Site: www.ademirjustino.com.br Aterramento Elétrico O terra é um conector que possui valor igual a zero Volt absoluto, ele é o responsável por eliminar a sujeira elétrica dos componentes, pois toda carga eletrostática acumulada neles

Leia mais

Execução de aterramento em residências

Execução de aterramento em residências Página 1 de 11 Execução de aterramento em residências Boa execução do sistema de aterramento exige atenção e materiais adequados Reportagem: Gisele Cichinelli Os sistemas de aterramento residenciais têm

Leia mais

A entrada de energia elétrica será executada através de:

A entrada de energia elétrica será executada através de: Florianópolis, 25 de março de 2013. 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS O presente memorial tem como principal objetivo complementar as instalações apresentadas nos desenhos/plantas, descrevendo-os nas suas partes

Leia mais

INCENTIVO AO ATERRAMENTO ELÉTRICO RESIDENCIAL RESUMO

INCENTIVO AO ATERRAMENTO ELÉTRICO RESIDENCIAL RESUMO INCENTIVO AO ATERRAMENTO ELÉTRICO RESIDENCIAL Fernando Nascimento 1-21370122 Gabriela Sampaio Rêma 2-21370051 Marcos Vinícius Lemos da Silva 3-21270116 Paula da Silva Nogueira 4-21370049 RESUMO Poucas

Leia mais

Assim como o diâmetro de um cano é função da quantidade de água que passa em seu interior, a bitola de um condutor depende da quantidade de elétrons

Assim como o diâmetro de um cano é função da quantidade de água que passa em seu interior, a bitola de um condutor depende da quantidade de elétrons Elétrica Quem compõe a instalação elétrica - quadro de luz - centro nervoso das instalações elétricas. Deve ser metálico ou de material incombustível, e nunca de madeira (na sua parte interna ou externa).

Leia mais

Instalações Elétricas

Instalações Elétricas Instalações Elétricas Eletricidade Instalações Elétricas Aula 01 Prof. Luiz Fernando Laguardia Campos 2 Modulo Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina Cora Coralina Concessionária

Leia mais

Capítulo 3 Circuitos Elétricos

Capítulo 3 Circuitos Elétricos Capítulo 3 Circuitos Elétricos 3.1 Circuito em Série O Circuito Série é aquele constituído por mais de uma carga, ligadas umas as outras, isto é, cada carga é ligada na extremidade de outra carga, diretamente

Leia mais

Jato suave e concentrado; Chuveiro com chave seletora para ajuste da temperatura (4 temperaturas); Inovação tecnológica;

Jato suave e concentrado; Chuveiro com chave seletora para ajuste da temperatura (4 temperaturas); Inovação tecnológica; 1 1. INFORMAÇÕES GERAIS Função O Chuveiro tem como função principal fornecer água com vazão adequada à higiene pessoal. Aplicação Utilizado para higiene pessoal em banheiros ou áreas externas como piscinas.

Leia mais

INFRA-ESTRUTURA PARA INSTALAÇÃO, ATIVAÇÃO E RECUPERAÇÃO DE EILD

INFRA-ESTRUTURA PARA INSTALAÇÃO, ATIVAÇÃO E RECUPERAÇÃO DE EILD ANEXO 5 Contrato de Fornecimento de Serviços de Exploração Industrial de Linhas Dedicadas EILD entre a BRASIL e a OPERADORA INFRA-ESTRUTURA PARA INSTALAÇÃO, ATIVAÇÃO E RECUPERAÇÃO DE EILD Página 1 de 7

Leia mais

Experiência 05 Resistência de Isolamento

Experiência 05 Resistência de Isolamento Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Engenharia Elétrica Laboratório de Materiais Elétricos EEL 7051 Professor Clóvis Antônio Petry Experiência 05 Resistência de Isolamento Fábio P. Bauer

Leia mais

Manual de Instalação DIGISTAR XE - 10 DIGISTAR XE - 16 DIGISTAR XE - 16 A

Manual de Instalação DIGISTAR XE - 10 DIGISTAR XE - 16 DIGISTAR XE - 16 A Manual de Instalação DIGISTAR XE - 10 DIGISTAR XE - 16 DIGISTAR XE - 16 A Sumário 1 - Instalação 1.1 - Ambiente de Instalação... 3 1.2 - Fixação Mecânica... 3 1.3 - Rede Elétrica... 4 1.4 - Fiação... 5

Leia mais

ORIENTAÇÃO PARA USO DE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS

ORIENTAÇÃO PARA USO DE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS ORIENTAÇÃO PARA USO DE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS Anexo 3 do PRO-3209-74-24-03 Pág.: 1 de 5 RECOMENDAÇÕES GERAIS: - Não serão permitidos eletricistas da contratada intervirem nas instalações da contratante,

Leia mais

Ligação da rede elétrica 19. Visão lateral fonte. Rede (100 ~240 Vac) 60 Hz. Neutro (Azul Claro 1,5 mm 2 ) Fase (Preto 1,5 mm 2 ) Visão frontal

Ligação da rede elétrica 19. Visão lateral fonte. Rede (100 ~240 Vac) 60 Hz. Neutro (Azul Claro 1,5 mm 2 ) Fase (Preto 1,5 mm 2 ) Visão frontal Ligação da rede elétrica A ligação com a rede elétrica é feita diretamente no módulo placa do carregador e conexões INC 2000, conforme a figura a seguir: Visão lateral fonte Terra (Verde 1,5 mm 2 ) Visão

Leia mais

Responsavel Técnico: Kadner Pequeno Feitosa CREA 1600584594 Email-ativaprojetoseletricos@gmail.com

Responsavel Técnico: Kadner Pequeno Feitosa CREA 1600584594 Email-ativaprojetoseletricos@gmail.com Projeto Elétrico Padrão de Medição, fornecimento de energia em tensão primária 13.8kV, a partir da rede aérea de distribuição para atender Defensoria Pública do Estado da Paraíba. Responsavel Técnico:

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

MEMORIAL DESCRITIVO INSTALAÇÕES ELÉTRICAS SITE: www.amm.org.br- E-mail: engenharia@amm.org.br AV. RUBENS DE MENDONÇA, N 3.920 CEP 78000-070 CUIABÁ MT FONE: (65) 2123-1200 FAX: (65) 2123-1251 MEMORIAL DESCRITIVO ELÉTRICO MEMORIAL DESCRITIVO INSTALAÇÕES

Leia mais

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS. Instalações para Iluminação e Aparelhos Eletrodomésticos

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS. Instalações para Iluminação e Aparelhos Eletrodomésticos INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Instalações para Iluminação e Aparelhos Eletrodomésticos ABNT NBR 5410: 2004 Determinação das características gerais Na concepção de uma instalação elétrica, devem ser determinadas

Leia mais

DEPARTAMENTO DE TRANSITO DE GOIAS PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS.

DEPARTAMENTO DE TRANSITO DE GOIAS PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS. MEMORIAL DESCRITIVO DEPARTAMENTO DE TRANSITO DE GOIAS PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS. 1 I INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRÂNSITO DE GOIÁS. 1.0 - DADOS BÁSICOS: 1.1 - Edifício: Prédio

Leia mais

LIGAÇÃO NOVA E AUMENTO DE CARGA PARA UNIDADES CONSUMIDORAS COMPREENDIDAS EM ENTRADAS COLETIVAS EXISTENTES (PADRÃO ANTIGO)

LIGAÇÃO NOVA E AUMENTO DE CARGA PARA UNIDADES CONSUMIDORAS COMPREENDIDAS EM ENTRADAS COLETIVAS EXISTENTES (PADRÃO ANTIGO) LIGAÇÃO NOVA E AUMENTO DE CARGA PARA UNIDADES CONSUMIDORAS COMPREENDIDAS EM ENTRADAS COLETIVAS EXISTENTES (PADRÃO ANTIGO) Condições de atendimento Diretoria de Distribuição Gerência de Engenharia da Distribuição

Leia mais

1) Entendendo a eletricidade

1) Entendendo a eletricidade 1) Entendendo a eletricidade 1 2) Circuitos Modelix 2 3) Utilizando o Sistema Esquemático Modelix-G (Modelix-Grafix) 6 4) Fazendo montagens com os Circuitos Modelix 7 5) Exercícios para treinar 8 Objetivo:

Leia mais

9. MANUTENÇÃO DE TRANSFORMADORES:

9. MANUTENÇÃO DE TRANSFORMADORES: 9. MANUTENÇÃO DE TRANSFORMADORES: 9.1 OTIMIZAÇÃO E MONITORAMENTO DA OPERAÇÃO DOS TRANSFORMADORES Os transformadores são máquinas estáticas que transferem energia elétrica de um circuito para outro, mantendo

Leia mais

Carga Elétrica e Eletrização dos Corpos

Carga Elétrica e Eletrização dos Corpos ELETROSTÁTICA Carga Elétrica e Eletrização dos Corpos Eletrostática Estuda os fenômenos relacionados às cargas elétricas em repouso. O átomo O núcleo é formado por: Prótons cargas elétricas positivas Nêutrons

Leia mais

Padrão de Entrada COELBA. Padrão de Entrada Monofásico

Padrão de Entrada COELBA. Padrão de Entrada Monofásico Padrão de Entrada COELBA Informações do site www.coelba.com.br Padrão de Entrada é o conjunto de instalações composto de caixa de medição, sistema de aterramento, condutores e outros acessórios indispensáveis

Leia mais

Capítulo 1: Eletricidade. Corrente continua: (CC ou, em inglês, DC - direct current), também chamada de

Capítulo 1: Eletricidade. Corrente continua: (CC ou, em inglês, DC - direct current), também chamada de Capítulo 1: Eletricidade É um fenômeno físico originado por cargas elétricas estáticas ou em movimento e por sua interação. Quando uma carga encontra-se em repouso, produz força sobre outras situadas em

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EMPREENDIMENTO COMERCIAL AC GOIANÉSIA/DR/GO

MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EMPREENDIMENTO COMERCIAL AC GOIANÉSIA/DR/GO MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EMPREENDIMENTO COMERCIAL AC GOIANÉSIA/DR/GO 1. GENERALIDADES 1.1 O projeto refere-se às instalações elétricas do empreendimento comercial localizado

Leia mais

Métodos normalizados para medição de resistência de aterramento

Métodos normalizados para medição de resistência de aterramento 30 Capítulo VIII Métodos normalizados para medição de resistência de aterramento Parte 3: Método da queda de potencial com injeção de alta corrente e ensaios em instalações energizadas Jobson Modena e

Leia mais

ÁGUA (COMO OBTER A LIGAÇÃO) INSTRUÇÕES PARA A INSTALAÇÃO DO PADRÃO DE DIÂMETRO

ÁGUA (COMO OBTER A LIGAÇÃO) INSTRUÇÕES PARA A INSTALAÇÃO DO PADRÃO DE DIÂMETRO DICAS COMO REDUZIR O GASTO DESNECESSÁRIO DE ÁGUA TORNEIRAS Ao lavar as mãos, feche a torneira na hora de ensaboá-las. Ao escovar os dentes ou fazer a barba, faça o mesmo. Só volte a abrir a torneira na

Leia mais

Esquemas de Aterramento. Sérgio Ferreira de Paula Silva

Esquemas de Aterramento. Sérgio Ferreira de Paula Silva Esquemas de Aterramento 1 Aterramento O aterramento é a ligação de um equipamento ou de um sistema à terra, por motivos de proteção ou por exigência quanto ao funcionamento do mesmo. Aterramento de proteção:

Leia mais

* Acesso à programação protegido por senha; * Alimentação: 90 a 240Vca (Fonte chaveada).

* Acesso à programação protegido por senha; * Alimentação: 90 a 240Vca (Fonte chaveada). PROGRAMADOR HORÁRIO MANUAL DE INSTRUÇÕES MTZ622R - 90~240VCA - P504 VERSÃO.0 ABRIL/202 * Acesso à programação protegido por senha; * Alimentação: 90 a 240Vca (Fonte chaveada). 3.2 DIMENSÕES PLACA IHM:

Leia mais

REDE DE COMUNICAÇÃO DA COMUNIDADE FINANCEIRA DOCUMENTO DE INFRA-ESTRUTURA

REDE DE COMUNICAÇÃO DA COMUNIDADE FINANCEIRA DOCUMENTO DE INFRA-ESTRUTURA DOCUMENTO DE INFRA-ESTRUTURA ÍNDICE 1. OBJETIVO... 3 2. IMPLANTAÇÃO DOS SERVIÇOS... 3 3. CONDIÇÕES BÁSICAS PARA INSTALAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS... 4 3.1. INFRAESTRUTURA INTERNA RECOMENDAÇÕES:... 4 3.2. CONDIÇÕES

Leia mais

MEMORIAL TÉCNICO-DESCRITIVO Rede Aérea de Distribuição Urbana Loteamento COLIBRI. Índice:

MEMORIAL TÉCNICO-DESCRITIVO Rede Aérea de Distribuição Urbana Loteamento COLIBRI. Índice: MEMORIAL TÉCNICO-DESCRITIVO Rede Aérea de Distribuição Urbana Loteamento COLIBRI Índice: 1 - Generalidades 2 - Rede aérea de Alta Tensão 3 - Rede Secundária 4 - Aterramentos 5 - Posto de Transformação

Leia mais

Instalações elétricas provisórias na construção civil

Instalações elétricas provisórias na construção civil Instalações elétricas provisórias na construção civil São Paulo, 12 de agosto de 2014 NBR-5410 NR-18 10.1. Objetivo e campo de aplicação 10.2. Medidas de controle 10.3. Segurança no projeto 10.4. Segurança

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO Administração Regional no Estado da Bahia. Criado e mantido pelos Empresários do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO Administração Regional no Estado da Bahia. Criado e mantido pelos Empresários do Comércio de Bens, Serviços e Turismo CONVITE N. 44/2012 MEMORIAL DESCRITIVO CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA PARA REALIZAÇÃO DE SERVIÇOS DE AJUSTES E CORREÇÕES EM INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DO SESC COMÉRCIO, PARA INSTALAÇÃO DE MÁQUINAS DE

Leia mais

PROCEDIMENTO PARA INSTALAÇÃO DO CABO CONCÊNTRICO DE ALUMÍNIO PARA CONEXÃO DE CONSUMIDOR À REDE DE DISTRIBUIÇÃO

PROCEDIMENTO PARA INSTALAÇÃO DO CABO CONCÊNTRICO DE ALUMÍNIO PARA CONEXÃO DE CONSUMIDOR À REDE DE DISTRIBUIÇÃO PROCEDIMENTO PARA INSTALAÇÃO DO CABO CONCÊNTRICO DE ALUMÍNIO PARA CONEXÃO DE CONSUMIDOR À REDE DE DISTRIBUIÇÃO 1) Conexão do ramal do cliente ao medidor de energia a) Decapar o cabo concêntrico e separar

Leia mais

ANEXO 1 ATERRAMENTO ESCOLAS. Realização: fdte@fdte.org.br

ANEXO 1 ATERRAMENTO ESCOLAS. Realização: fdte@fdte.org.br ANEXO 1 ATERRAMENTO ESCOLAS Realização: fdte@fdte.org.br ÍNDICE 1. Introdução................................................................... 3 2. Objetivos do aterramento.....................................................

Leia mais

Conectar diferentes pesquisas na internet por um menu

Conectar diferentes pesquisas na internet por um menu Conectar diferentes pesquisas na internet por um menu Pré requisitos: Elaboração de questionário Formulário multimídia Publicação na internet Uso de senhas na Web Visualização condicionada ao perfil A

Leia mais

Manual de Operação 1

Manual de Operação 1 Manual de Operação 1 Termo de Garantia A Midea do Brasil, garante este produto contra defeito de fabricação pelo prazo de um ano a contar da data da emissão da nota fiscal de compra para o consumidor final.

Leia mais

Medição da Resistividade de Solo e Resistência de Terra

Medição da Resistividade de Solo e Resistência de Terra Universidade Federal de Itajubá UNIFEI Medição da Resistividade de Solo e Resistência de Terra Prof. Dr. Fernando Nunes Belchior fnbelchior@hotmail.com fnbelchior@unifei.edu.br 1. Medição de Resistividade

Leia mais

Manual de Instalação e Operações

Manual de Instalação e Operações Manual de Instalação e Operações Acionador On/Off Bivolt Sistema de Aquecimento para banheira de hidromassagem PARA SUA SEGURANÇA: Antes de Instalar este produto, leia atentamente este manual de instruções.

Leia mais

Manual de instalação - Instruções Gerais. Para qualquer produto Grandini

Manual de instalação - Instruções Gerais. Para qualquer produto Grandini Manual de instalação - Instruções Gerais Para qualquer produto Grandini Atenção: este manual é genérico serve para qualquer produto que a grandini produz, banhiera, spa ou ofurô, de qualquer medida e modelo,

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DECARGAS ATMOSFÉRICAS SPDA PROMOTORIAS DE JUSTIÇA DO MUNICÍPIO DE PRIMAVERA DO LESTE MT

MEMORIAL DESCRITIVO SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DECARGAS ATMOSFÉRICAS SPDA PROMOTORIAS DE JUSTIÇA DO MUNICÍPIO DE PRIMAVERA DO LESTE MT MEMORIAL DESCRITIVO SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DECARGAS ATMOSFÉRICAS SPDA PROMOTORIAS DE JUSTIÇA DO MUNICÍPIO DE PRIMAVERA DO LESTE MT CUIABÁ, ABRIL DE 2014 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO 3 2. METODOLOGIA E TIPO

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO E MEMORIAL DE CÁLCULO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

ESPECIFICAÇÃO E MEMORIAL DE CÁLCULO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS ESPECIFICAÇÃO E MEMORIAL DE CÁLCULO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS OBRA: C.M.E.I TIA JOVITA LOCAL: RUA PARACATU C/ RUA 4 C/ AVENIDA CRUZEIRO DO SUL - VILA PEDROSO. GOIÂNIA / GO. 1 1.0 - MEMORIAL DESCRITIVO.

Leia mais

Aluno (a): Nº. Professor: Fabrízio Gentil Série: 3 o ano. Disciplina: Física Corrente elétrica e Leis de Ohm. Pré Universitário Uni-Anhanguera

Aluno (a): Nº. Professor: Fabrízio Gentil Série: 3 o ano. Disciplina: Física Corrente elétrica e Leis de Ohm. Pré Universitário Uni-Anhanguera Lista de Exercícios Aluno (a): Nº. Pré Universitário Uni-Anhanguera Professor: Fabrízio Gentil Série: 3 o ano. Disciplina: Física Corrente elétrica e Leis de Ohm 01 - (UEL PR) As baterias de íon-lítio

Leia mais

Redes de Distribuição Aéreas Urbanas de Energia Elétrica

Redes de Distribuição Aéreas Urbanas de Energia Elétrica CEMAR NORMA DE PROCEDIMENTOS Função: Área: Processo: Código: Técnica Técnica Redes de Distribuição Aéreas Urbanas de Energia Elétrica NP-12.306.02 Redes de Distribuição Aéreas Urbanas de Energia Elétrica

Leia mais

MOD. 225-10.000-03/2009 - Gráfica Garilli - Agência PUC Propaganda

MOD. 225-10.000-03/2009 - Gráfica Garilli - Agência PUC Propaganda MOD. 225 -.000-03/2009 - Gráfica Garilli - Agência PUC Propaganda Rua Xavier de Toledo, 640 Vila Paulicéia São Bernardo do Campo, SP CEP: 09692-030 Geral: Tel.: (11) 4176-7877 Fax: (11) 4176-7879 E-Mail:

Leia mais

Manual de montagem. Equipamento básico ISOBUS com tomada de cabine ISOBUS

Manual de montagem. Equipamento básico ISOBUS com tomada de cabine ISOBUS Manual de montagem Equipamento básico ISOBUS com tomada de cabine ISOBUS Última atualização: V1.20150220 30322575-02-PT Leia e respeite este manual de instruções. Guarde este manual de instruções para

Leia mais

Realizar novas ligações. Executa ligação BT. HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES Edição Data Alterações em relação à edição anterior

Realizar novas ligações. Executa ligação BT. HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES Edição Data Alterações em relação à edição anterior Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Múltiplas Unidades Consumidoras do Programa Minha Casa Minha Vida com Telemedição Processo Atividade Realizar novas ligações Executa ligação BT Código

Leia mais

DISPOSITIVO DE PARTIDA E TRANSFERÊNCIA AUTOMÁTICA PARA GERADORES DE ENERGIA ELÉTRICA MANUAL DO USUÁRIO

DISPOSITIVO DE PARTIDA E TRANSFERÊNCIA AUTOMÁTICA PARA GERADORES DE ENERGIA ELÉTRICA MANUAL DO USUÁRIO DISPOSITIVO DE PARTIDA E TRANSFERÊNCIA AUTOMÁTICA PARA GERADORES DE ENERGIA ELÉTRICA MANUAL DO USUÁRIO Por favor, leia este manual com atenção para uso do equipamento. Instruções de Operação do QTA. I.

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA COORDENADORIA DE MANUTENÇÃO LISTA DE VERIFICAÇÕES SERVIÇOS PREVENTIVOS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA COORDENADORIA DE MANUTENÇÃO LISTA DE VERIFICAÇÕES SERVIÇOS PREVENTIVOS LOCAL: SETOR/ENDEREÇO: PERÍODO: RESPONSÁVEL PELAS INFORMAÇÕES: LISTA DE VERIFICAÇÕES SERVIÇOS PREVENTIVOS INSTALAÇÕES E SISTEMAS ELÉTRICOS PERÍODICIDADE SERVIÇOS PREVENTIVOS STATUS DIÁRIO Verificação das

Leia mais

A DESATIVAÇÃO OU REMOÇÃO DA CHAVE SIGNIFICA A ELIMINAÇÃO DA MEDIDA PROTETORA CONTRA CHOQUES ELÉTRICOS E RISCO DE VIDA PARA OS USUÁRIOS DA INSTALAÇÃO.

A DESATIVAÇÃO OU REMOÇÃO DA CHAVE SIGNIFICA A ELIMINAÇÃO DA MEDIDA PROTETORA CONTRA CHOQUES ELÉTRICOS E RISCO DE VIDA PARA OS USUÁRIOS DA INSTALAÇÃO. Fornecimento de Energia Elétrica Nos banheiros deverão ser instalados um disjuntor bifásico no quadro de energia existente de cada quadrante conforme projeto. Deste quadro sairá a alimentação para os banheiros.

Leia mais

NR-10 MEDIDAS DE CONTROLE DO RISCO ELÉTRICO

NR-10 MEDIDAS DE CONTROLE DO RISCO ELÉTRICO NR-10 MEDIDAS DE CONTROLE DO RISCO ELÉTRICO Prof. Pedro Armando da Silva Jr. Engenheiro Eletricista, Dr. pedroarmando@ifsc.edu.br DESENERGIZAÇÃO A desenergização é um conjunto de ações coordenadas, sequenciadas

Leia mais

Sumário Serra Fita FAM

Sumário Serra Fita FAM Sumário Serra Fita FAM 1 Componentes... 1 Painel de controle... 1 Sensores de segurança... 2 Especificações... 2 Instalação... 3 Condições Gerais do Local... 3 Rede Elétrica... 3 Instalação da Tomada...

Leia mais

Leitor MaxProx-Lista

Leitor MaxProx-Lista Leitor MaxProx-Lista O leitor de cartões de proximidade MaxProx-Lista é destinado aos Integradores de Controle de Acesso. Ele foi especialmente projetado para controle de acesso, para ser usado Stand Alone

Leia mais

Manual de Atualização dos Móveis Make-up - Nova Iluminação Fev/08

Manual de Atualização dos Móveis Make-up - Nova Iluminação Fev/08 Manual de Atualização dos Móveis Make-up - Nova Iluminação Fev/08 bandeja de metal que fica na 1ª prateleira. Os Móveis Make-up estão passando por uma atualização. Ganharam um novo display e uma nova iluminação.

Leia mais

Aula prática Como utilizar um multímetro

Aula prática Como utilizar um multímetro Aula prática Como utilizar um multímetro Definição Como o próprio nome sugere, é um equipamento que pode ser utilizado para a realização de diversas medidas, dentre as principais temos: Tensão (alternada

Leia mais

Disjuntor a Vácuo uso Interno

Disjuntor a Vácuo uso Interno Disjuntor a Vácuo uso Interno D27 - U 1 Sumário 1. Aplicação... 3 2. Condições Normais de Serviço... 4 3. Principais Parâmetros Técnicos... 4 4. Estrutura e Operação do Disjuntor... 5 4.1. Estrutura Geral:...

Leia mais

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS DIMENSIONAMENTO DE ELÉTRICOS INTRODUÇÃO Os fatores básicos que envolvem o dimensionamento de um condutor são: tensão nominal; freqüência nominal; potência ou corrente

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO TETROS MOTO V2. N de Homologação: 1702-09-2791. Versão 1.00

MANUAL DE INSTALAÇÃO TETROS MOTO V2. N de Homologação: 1702-09-2791. Versão 1.00 MANUAL DE INSTALAÇÃO TETROS MOTO V2 N de Homologação: 1702-09-2791 Versão 1.00 Manual de Instalação TETROS MOTO V2 2 Índice 1. Introdução... 3 2. Especificações técnicas... 3 3. Conhecendo o equipamento...

Leia mais

2.1 Dados Técnicos - Dimensões na Condição de Altura Fechada (Sem Pressão)

2.1 Dados Técnicos - Dimensões na Condição de Altura Fechada (Sem Pressão) 1. Considerações Gerais 1.1 Instruções de recebimento Deve-se inspecionar visualmente todo o equipamento para detectar avarias causadas durante o transporte, como vazamentos e marcas de batidas. Avarias

Leia mais

PROJETO DE INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA REGISTRO DE INSPEÇÃO DE PROJETOS

PROJETO DE INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA REGISTRO DE INSPEÇÃO DE PROJETOS Página 1 GRUPO RESPONSÁVEL PELA ELA- BORAÇÃO DO PROJETO: REGISTRO DE INSPEÇÃO DE PROJETOS PROJETO INSPECIONADO: DATA DA INSPEÇÃO: AUTOR DESTE CHECKLIST MARCOS LUÍS ALVES DA SILVA Sistema de instalações

Leia mais

Manual De Instalação PURILED. Índice. 1- Apresentação 2- Identificação do produto 3- Acessórios para instalação 4- Vedação elétrica

Manual De Instalação PURILED. Índice. 1- Apresentação 2- Identificação do produto 3- Acessórios para instalação 4- Vedação elétrica Índice 1- Apresentação 2- Identificação do produto 3- Acessórios para instalação 4- Vedação elétrica Manual De Instalação 5- Instalação em piscinas de Vinil 6- Instalação em piscinas de Alvenaria 7- Instalação

Leia mais

PRAÇA DOS ESPORTES E DA CULTURA MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

PRAÇA DOS ESPORTES E DA CULTURA MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA PRAÇA DOS ESPORTES E DA CULTURA MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA PROJETO: ELÉTRICO Modelo: 3.000 m2 MAIO 2011 SUMÁRIO 1. GENERALIDADES... 03 2. DOCUMENTOS APLICÁVEIS... 04 3. DESCRIÇÃO DO PROJETO...

Leia mais

MANUAL DE OPERAÇÃO E CALIBRAÇÃO

MANUAL DE OPERAÇÃO E CALIBRAÇÃO MANUAL DE OPERAÇÃO E CALIBRAÇÃO ] CONVERSOR DE SINAL PARA CÉLULA DE CARGA (Versão 1.2 Out./10) 1 INDÍCE PÁG. 1 Garantia 3 2 Introdução 3 3 Instalação 3 4 Dados Técnicos 4 5 Alimentação Elétrica 4 6 Disposição

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO

MANUAL DE INSTALAÇÃO MANUAL DE INSTALAÇÃO INFORMAÇÕES INICIAIS Antes de iniciar a instalação do Poolmax é necessário adicionar sal à água. Para isso é necessário saber qual o volume de água da piscina, para adicionar a quantidade

Leia mais

Manual Técnico. Transformadores de Potência. Versão: 5

Manual Técnico. Transformadores de Potência. Versão: 5 Manual Técnico Transformadores de Potência Versão: 5 Índice 2 8 Página 1 1 INTRODUÇÃO Este manual fornece instruções referentes ao recebimento, instalação e manutenção dos transformadores de potência a

Leia mais

VIBRADOR DE IMERSÃO. Quaisquer dúvidas ou informações adicionais dirigir-se ao Assistente mais próximo de sua região, ou a:

VIBRADOR DE IMERSÃO. Quaisquer dúvidas ou informações adicionais dirigir-se ao Assistente mais próximo de sua região, ou a: VIBRADOR DE IMERSÃO ADVERTÊNCIA IMPORTANTE: Para evitar possíveis danos ao equipamento, antes de executar quaisquer operações é indispensável ter conhecimento de todo o manual de instruções. Quaisquer

Leia mais

EQÜIPOTENCIALIZAÇÃO E COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA

EQÜIPOTENCIALIZAÇÃO E COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA EQÜIPOTENCIALIZAÇÃO E COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA Eqüipotencialização e compatibilidade eletromagnética......................231 22 Eqüipotencialização e compatibilidade eletromagnética Adifusão maciça

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS

MANUAL DE PROCEDIMENTOS MANUAL DE PROCEDIMENTOS SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA I-313.0007 MEDIÇÃO DA RESISTIVIDADE

Leia mais

MANUAL DE PROVIDÊNCIAS INICIAIS

MANUAL DE PROVIDÊNCIAS INICIAIS MANUAL DE PROVIDÊNCIAS INICIAIS FRESADORA E BROQUEADORA DE SEDE FBS 2000 1- ÁREA PARA INSTALAÇÃO PROCEDIMENTOS INICIAIS Recomenda-se instalar a máquina em lugares sem a presença de agentes corrosivos e

Leia mais

MÁQUINA PARA COSTURAR BOCA DE SACO

MÁQUINA PARA COSTURAR BOCA DE SACO MANUAL DE INSTRUÇÃO MÁQUINA PARA COSTURAR BOCA DE SACO MODELO: SS-26-1W - 1 - MÁQUINA PARA COSTURAR BOCA DE SACO Leia atentamente as instruções antes de iniciar o uso: a) Verificar se a voltagem está correta

Leia mais

Manual do Leitor ATG-Basic

Manual do Leitor ATG-Basic Manual do Leitor ATG-Basic O leitor ATG-Basic foi desenvolvido para uso em controle de acesso veicular. Esse leitor é para ser usado conectado à uma controladora através das interfaces Wiegand, Abatrack,

Leia mais

Placas-mãe, uma breve introdução

Placas-mãe, uma breve introdução Placas-mãe, uma breve introdução Artigo de Carlos E. Morimoto Publicado em 27/08/2007. A placa-mãe é o componente mais importante do micro, pois é ela a responsável pela comunicação entre todos os componentes.

Leia mais

Os motores de CA podem ser monofásicos ou polifásicos. Nesta unidade, estudaremos os motores monofásicos alimentados por uma única fase de CA.

Os motores de CA podem ser monofásicos ou polifásicos. Nesta unidade, estudaremos os motores monofásicos alimentados por uma única fase de CA. Motores elétricos Os motores de CA podem ser monofásicos ou polifásicos. Nesta unidade, estudaremos os motores monofásicos alimentados por uma única fase de CA. Para melhor entender o funcionamento desse

Leia mais

ELETROTÉCNICA ELM ROTEIRO DA AULA PRÁTICA 01 A LEI DE OHM e AS LEIS DE KIRCHHOFF

ELETROTÉCNICA ELM ROTEIRO DA AULA PRÁTICA 01 A LEI DE OHM e AS LEIS DE KIRCHHOFF ELETROTÉCNICA ELM ROTEIRO DA AULA PRÁTICA 01 A LEI DE OHM e AS LEIS DE KIRCHHOFF NOME: TURMA: DATA: / / OBJETIVOS: Ler o valor nominal de cada resistor através do código de cores. Conhecer os tipos de

Leia mais

Métodos normalizados para medição de resistência de aterramento Jobson Modena e Hélio Sueta *

Métodos normalizados para medição de resistência de aterramento Jobson Modena e Hélio Sueta * 40 Capítulo VI Métodos normalizados para medição de resistência de aterramento Jobson Modena e Hélio Sueta * A ABNT NBR 15749, denominada Medição de resistência de aterramento e de potenciais na superfície

Leia mais

Guia do Usuário. Modelo 380360 Testador de Isolamento / Megômetro

Guia do Usuário. Modelo 380360 Testador de Isolamento / Megômetro Guia do Usuário Modelo 380360 Testador de Isolamento / Megômetro Introdução Parabéns pela sua compra do Testador de Isolamento/Megômetro da Extech. O Modelo 380360 fornece três faixas de teste além de

Leia mais

ANEXO IV. Registro de Preços Ponto de Rede. Planilhas de Serviços de Elétrica Exclusiva Itens 02. Anexo IV ao Orientador nº 404/2014. Fls.

ANEXO IV. Registro de Preços Ponto de Rede. Planilhas de Serviços de Elétrica Exclusiva Itens 02. Anexo IV ao Orientador nº 404/2014. Fls. PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO CASA CIVIL EMPRESA MUNICIPAL DE INFORMATICA S.A - IPLANRIO Processo Anexo IV ao Orientador nº 404/2014 ANEXO IV Registro de Preços Ponto de Rede Planilhas de Serviços

Leia mais

Apostila de Física 27 Associação de Resistores

Apostila de Física 27 Associação de Resistores Apostila de Física 27 Associação de Resistores 1.0 Associação de Resistores em Série Os resistores estão ligados um em seguida do outro São percorridos pela mesma corrente. Ou todos os resistores funcionam,

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO RADAR DUO N de Homologação: 0723-12-2791

MANUAL DE INSTALAÇÃO RADAR DUO N de Homologação: 0723-12-2791 MANUAL DE INSTALAÇÃO RADAR DUO N de Homologação: 0723-12-2791 Versão 1.00 Manual de Instalação RADAR DUO 2 Índice 1. Introdução... 3 2. Especificações técnicas... 3 3. Conhecendo o equipamento... 4 3.1

Leia mais

Manual de instalação e configuração do módulo de saídas NSR-08

Manual de instalação e configuração do módulo de saídas NSR-08 Manual de instalação e configuração do módulo de saídas NSR-08 Sumário DESCRIÇÃO GERAL...4 VANTAGENS...4 CARACTERÍSTICAS...4 LED DE STATUS DO MODULO...4 ESQUEMA DE LIGAÇÕES...5 LIGAÇÃO DO CABO DE COMUNICAÇÃO...6

Leia mais

ü Não é permitido utilizar a tubulação da rede elétrica para passagem dos

ü Não é permitido utilizar a tubulação da rede elétrica para passagem dos VÍDEO PORTEIRO COLORIDO VIP COLOR 7 Manual de Instalação 1) APRESENTAÇÃO DO PRODUTO A Amelco, oferece cada vez mais soluções em segurança eletrônica para seus clientes e apresenta o Vídeo Porteiro com

Leia mais

Desumidificador. Desidrat Plus IV Desidrat Plus V

Desumidificador. Desidrat Plus IV Desidrat Plus V Desumidificador Desidrat Plus IV Desidrat Plus V Lista de instrução de uso. Painel de controle. Introdução à estrutura. Instrução de Uso. Proteção e Manutenção. Solução de problemas. Referência. Obrigado

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS

MANUAL DE PROCEDIMENTOS MANUAL DE PROCEDIMENTOS SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA I-313.0002 PROCEDIMENTOS PARA

Leia mais

NORMA TÉCNICA NTC 011

NORMA TÉCNICA NTC 011 COMPANHIA CAMPOLARGUENSE DE ENERGIA COCEL NORMA TÉCNICA 011 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO - MATERIAL POLIMÉRICO Divisão de Medição e Fiscalização Emissão: 2015 Versão: 01/2015 1 2 SUMÁRIO: 1. OBJETIVO...

Leia mais

Aplicação de Condutores de Alumínio em Medição de Consumidor em BT

Aplicação de Condutores de Alumínio em Medição de Consumidor em BT Aplicação de Condutores de Alumínio em Medição de Consumidor em BT 1 Escopo Esta ITA Ampla, tem por objetivo estabelecer os procedimentos a serem adotados para aplicação de condutores de alumínio em substituição

Leia mais

ANEXO XIII - MEMORIAL DESCRITIVO

ANEXO XIII - MEMORIAL DESCRITIVO ANEXO XIII - MEMORIAL DESCRITIVO 1 - APRESENTAÇÃO: O presente memorial visa descrever as diretrizes básicas que devem ser observadas na reformulação da iluminação pública do Parque Marinha do Brasil. 2

Leia mais

Bicicletas Elétricas MANUAL KIT ELÉTRICO

Bicicletas Elétricas MANUAL KIT ELÉTRICO MANUAL KIT ELÉTRICO Seu KIT de conversão parcial é composto por: - Módulo Controlador Eletrônico - Suporte de Bateria - Bateria de Lítio - Painel Indicador - Acelerador - Motor da roda dianteiro 250w de

Leia mais

Instruções de segurança VEGACAL CL6*.DI***HD***

Instruções de segurança VEGACAL CL6*.DI***HD*** Instruções de segurança NCC 14.03234 X Ex d ia IIC T* Ga/Gb, Gb 0044 Document ID: 42731 Índice 1 Validade... 3 2 Geral... 3 3 Dados técnicos... 4 4 Especificações... 5 5 Proteção contra danos causados

Leia mais

FAÇA VOCÊ MESMO O ATERRAMENTO DO SEU COMPUTADOR

FAÇA VOCÊ MESMO O ATERRAMENTO DO SEU COMPUTADOR FAÇA VOCÊ MESMO O ATERRAMENTO DO SEU COMPUTADOR Por Ivan Max Freire de Lacerda ivanmaxlacerda@gmail.com A instalação elétrica voltada para alimentar um computador, requer alguns cuidados especiais. Primeiramente,

Leia mais

TC 2 UECE 2012 FASE 1 PROF. : Célio Normando

TC 2 UECE 2012 FASE 1 PROF. : Célio Normando TC UECE 01 FASE 1 PROF. : Célio Normando Conteúdo: Cinemática - MRUV 1. Um avião vai decolar em uma pista retilínea. Ele inicia seu movimento na cabeceira da pista com velocidade nula e corre por ela com

Leia mais

REGISTRO VISITA TÉCNICA COMISSÃO TEMÁTICA DE ATIVIDADES PRODUTIVAS PROJETO DA COOPERATIVA DE CORTE, COSTURA E ARTESANATO

REGISTRO VISITA TÉCNICA COMISSÃO TEMÁTICA DE ATIVIDADES PRODUTIVAS PROJETO DA COOPERATIVA DE CORTE, COSTURA E ARTESANATO REGISTRO VISITA TÉCNICA COMISSÃO TEMÁTICA DE ATIVIDADES PRODUTIVAS 1 PROJETO DA COOPERATIVA DE CORTE, COSTURA E ARTESANATO PROGRAMA ENERGIA SOCIAL PARA A SUSTENTABILIDADE LOCAL Perolândia - GO Data: 22/08/2012

Leia mais

Aula 2 TRANSFORMADORES I. Prof. Dr. Maurício Salles mausalles@usp.br USP/POLI/PEA

Aula 2 TRANSFORMADORES I. Prof. Dr. Maurício Salles mausalles@usp.br USP/POLI/PEA Aula 2 TRANSFORMADORES I Prof. Dr. Maurício Salles mausalles@usp.br USP/POLI/PEA Aula 2 TRANSFORMADORES Utilização do transformador Princípio de funcionamento do transformador (ideal e real) Transformador

Leia mais

ÁREA CLASSIFICADA (DEVIDO A ATMOSFERA EXPLOSIVA DE GÁS)

ÁREA CLASSIFICADA (DEVIDO A ATMOSFERA EXPLOSIVA DE GÁS) FONTES DE IGNIÇÃO ÁREA CLASSIFICADA (DEVIDO A ATMOSFERA EXPLOSIVA DE GÁS) Área na qual uma atmosfera explosiva de gás está presente ou na qual é provável sua ocorrência a ponto de exigir precauções especiais

Leia mais

Introdução...2. Acessórios para instalação...2. Vedação elétrica...2. Instalação em piscinas de vinil...3. Instalação em piscinas de alvenaria...

Introdução...2. Acessórios para instalação...2. Vedação elétrica...2. Instalação em piscinas de vinil...3. Instalação em piscinas de alvenaria... Introdução...2 Acessórios para instalação...2 Vedação elétrica...2 Instalação em piscinas de vinil...3 Instalação em piscinas de alvenaria...4 Instalação em piscinas de fibra...5 Encaixe do conjunto refletor...6

Leia mais

T-530. Características. Características técnicas TELE ALARME MICROPROCESSADO. Aplicação

T-530. Características. Características técnicas TELE ALARME MICROPROCESSADO. Aplicação 12 T-530 TELE ALARME MICROPROCESSADO Aplicação Equipamento desenvolvido a fim de realizar automaticamente discagens telefônicas para aviso de alarme. Podendo ser implementado praticamente à todos os sistema

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO TERMÔMETRO DIGITAL MODELO TD-801

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO TERMÔMETRO DIGITAL MODELO TD-801 MANUAL DE INSTRUÇÕES DO TERMÔMETRO DIGITAL MODELO TD-801 Leia atentamente as instruções contidas neste manual antes de iniciar o uso do instrumento ÍNDICE 1. Introdução... 02 2. Regras de segurança...

Leia mais

PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS MEMORIAL DESCRITIVO

PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS MEMORIAL DESCRITIVO Instalação Nobreak 60 KVA - 380 V PROPRIETÁRIO: Procuradoria Geral de Justiça. 1 MEMORIAL DESCRITIVO 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO DADOS DO PROPRIETÁRIO

Leia mais