RTP - 02 RECOMENDAÇÃO TÉCNICA DE PROCEDIMENTOS

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1 RECOMENDAÇÃO TÉCNICA DE PROCEDIMENTOS 1

2 PRESIDENTE DA REPÚBLICA Fernando Henrique Cardoso MINISTRO DO TRABALHO E EMPREGO Francisco Dornees FUNDACENTRO PRESIDÊNCIA Humberto Caros Parro DIRETORIA EXECUTIVA José Gaspar Ferraz de Campos DIRETORIA TÉCNICA Sonia Maria José Bombardi DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS Antonio Sérgio Torquato ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL José Caros Crozera 2

3 RECOMENDAÇÃO TÉCNICA DE PROCEDIMENTOS MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE DE MATERIAIS E PESSOAS - ELEVADORES DE OBRA - RTP - 02 Eaboração Maurício José Viana - CRPE Pauo César de Souza - CRMG

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5 APRESENTAÇÃO RTP - 02 A reformuação da Norma Reguamentadora nº 18 - NR 18 - Condições e Meio Ambiente de Trabaho na Indústria da Construção, se deu por meio da Portaria nº 4 de 04/07/95 e pubicada no DOU de 07 de juho de 1995, resutante de acordos, negociações e consenso de um Grupo Tripartite e Partidário, contando com a participação efetiva dos Técnicos da FUNDACENTRO, DRT e SSST/MTE, representação patrona e dos trabahadores, na eaboração da proposta de um texto base que também contou com a contribuição e sugestões de entidades, empresas e profissionais que atuam no setor. Em cumprimento ao item da NR 18, a FUNDACENTRO - Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabaho apresenta a toda comunidade do trabaho a Recomendação Técnica de Procedimentos - RTP sobre Movimentação e Transporte de Materiais e Pessoas - Eevadores de Obras, visando subsidiar as empresas, profissionais, governo e trabahadores no cumprimento da norma. A referida Recomendação Técnica tem por objetivo fornecer embasamento técnico e procedimentos sobre a Movimentação e Transporte de Materiais e Pessoas - Eevadores de Obras, utiizados na Indústria da Construção. O texto base e desenhos foram eaborados peo Grupo Técnico de Trabaho, e consoidada peos demais técnicos do programa Naciona de Engenharia de Segurança do Trabaho da Indústria da Construção da FUNDACENTRO. Convém ressatar que esta recomendação recebeu várias contribuições dos Comitês Permanentes Regionais - CPRs impantados no país e aprovada peo Comitê Permanente Naciona - CPN, de acordo com o que prevê o item da Norma Reguamentadora nº 18. HUMBERTO CARLOS PARRO Presidente da FUNDACENTRO 5

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7 SUMÁRIO RTP OBJETIVO CAMPO DE APLICAÇÃO REQUISITOS TÉCNICOS DE PROCEDIMENTOS Locaização Base Guinchos Guinchos por transmissão de engrenagens por correntes Guinchos automáticos Torre Rampas e passareas de acesso Cabinas Cabinas semi-fechadas Cabinas fechadas Eevador tipo caçamba Cabos de aço Freios e dispositivos de segurança Tipos de freios Operação e sinaização RECOMENDAÇÕES DE MANUTENÇÃO EM ELEVADORES DE OBRAS RECOMENDAÇÕES DE SEGURANÇA AO OPERADOR DE ELEVADOR DE OBRAS PROPOSTA DE CHECK-LIST PARA ELEVADORES DE OBRAS ELEVADORES DE CARGAS E PASSAGEIROS PELO SISTEMA DE CREMALHEIRA REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

8 8 RTP - 02

9 1 Objetivo Esta Recomendação Técnica de Procedimentos - RTP - especifica disposições técnicas e procedimentos mínimos de segurança que devem ser observados na montagem, manutenção e operação dos eevadores de obra. 2 Campo de Apicação Apica-se no Transporte de Materiais e Pessoas nos Canteiros de Obras da Indústria da Construção. 3 Requisitos Técnicos de Procedimentos 3.1 Locaização Ao se determinar a ocaização da torre do eevador, deve tomar as seguintes precauções: afastar o máximo possíve de redes eétricas energizadas, ou isoá-as conforme normas específicas da concessionária oca; afastar o mínimo possíve da fachada da edificação, considerando as pecuiaridades do projeto, como varandas, sacadas e outras O terreno para a base da torre e guincho, deve ser pano, não aagadiço e ter resistência suficiente para absorver os esforços soicitados ou preparado para ta fim. 3.2 Base A base para instaação da torre, do suporte da rodana ivre (ouca) e do guincho deve ser uma peça única, de concreto ou metáica, niveada e rígida. O meio do carrete deve estar ainhado com a rodana ivre (ouca) no centro do eixo. Esta deve estar ainhada com o guia dos painéis, que proporcionará maior vida úti às bronzinas e um funcionamento seguro e suave do eevador. Figura 1 Ainhamento e niveamento da base 9

10 A base quando de concreto, deverá ter no mínimo 15 (quinze) centímetros acima do níve do terreno, dotada de drenos, a fim de permitir o escoamento da água acumuada no seu interior. Sobre a base deve-se coocar materia para amortecer impactos imprevistos da cabina. Figura 2 Base de concreto do eevador 3.3 Guinchos Guinchos são equipamentos de tração destinados a movimentação de cargas. ( materiais e pessoas ) Principais tipos de guinchos: por transmissão de engrenagens por corrente automático com comando eétro-mecânico 10

11 Figura 3A Guincho por transmissão de engrenagens por corrente Figura 3B Guincho automático eétro-mecânico 11

12 Em quaquer posição de parada do eevador, o cabo de tração do guincho deve ter no mínimo 6 ( seis) votas enroadas no tambor, e sua extremidade fixada por um cips tipo pesado A capacidade de tração (carga máxima) de um guincho deve constar de uma paqueta, mantida permanentemente fixada na prancha ou cabina do eevador. Quando o guincho não for instaado sob aje, mas próximo à edificação, deve-se construir uma cobertura resistente, para a proteção do operador, contra a queda de materiais. O posto de trabaho do operador do guincho deve ser isoado, sinaizado, dispondo de extintor de incêndio de pó químico, e o acesso de pessoas não autorizadas deve ser proibido. Não é permitido usar o posto de trabaho do guincheiro como depósito de materiais. 12 Figura 4 Cobertura e isoamento do posto de trabaho

13 Os guinchos devem ter chave de partida com dispositivo de boqueio, ocaizada junto ao operador do guincho impossibiitando o acionamento por pessoas não autorizadas. O tambor do guincho, o suporte da rodana ivre (ouca) e a torre, devem estar niveados, ainhados e centraizados. A distância entre a rodana ivre e o tambor do guincho do eevador deve estar compreendida entre 2,50m (dois metros e cinqüenta centímetros) a 3,00m (três metros), de eixo a eixo. Figura 5 Distância entre a rodana ivre e o tambor do guincho 13

14 OPÇÕES PARA DIVERSAS POSIÇÒES DE MONTAGEM DO GUINCHO EM RELAÇÀO A TORRE ATENÇÃO: O CABO DE TRAÇÃO EM PARALELO DEVERÁ ESTAR SEMPRE ALI- NHADO COM A ROLDANA INFERIOR. MANTER SEMPRE EM PARALELO COM A TORRE E ALINHADO AO TUBO CENTRAL DO PAINEL Figura 6 Opções para diversas posições de montagens do guincho 14

15 Entre o tambor do guincho e a rodana ivre (ouca), deve ser coocada, uma cobertura de proteção para isoar o cabo, protegendo-o de queda de materiais e evitando riscos de contato acidenta com trabahadores. Figura 7 Proteção do cabo de tração e rodana ivre 15

16 3.3.1 Guinchos por transmissão de engrenagens por correntes Os guinchos de transmissão de engrenagens por correntes são utiizados para equipar os eevadores de materiais. A operação do guincho de transmissão de engrenagens por correntes é executada por operador que trabaha sentado acionando os comandos e deve atender o disposto no item * Figura 8 Guincho por transmissão de engrenagens por corrente 16

17 3.3.2 Guinchos Automáticos Os guinchos Automáticos são utiizados para equipar os eevadores de passageiros. Podendo ser utiizados para equipar eevadores de materiais A operação do guincho automático é controada manuamente, por um operador, através de uma botoeira, com os comandos de subida, descida e parada, ocaizada no interior da cabine ou externamente. Figura 9 Guincho automático Obs.: Os guinchos somente devem ser operados por trabahador quaificado e ter sua função anotada em sua carteira de trabaho. 17

18 3.4 Torre Torres de Eevadores - são estruturas verticais metáicas ou de madeira (tratada), destinadas a sustentar a cabina, o cabo de tração dos eevadores de obra e servir de guia para seu desocamento vertica. Os eementos estruturais componentes da torre quando oxidados, amassados, empenados e deteriorados em sua forma origina não podem ser utiizados na sua montagem. As torres somente devem ser montadas ou desmontadas por trabahadores quaificados. Para montagem do conjunto, torre e suporte da rodana ivre devem ser atendidas as seguintes instruções: coocar a base da torre sobre a fundação, fazer o niveamento, instaar sistema de fixação através de chumbadores ou parafusos; coocar o suporte da rodana ivre (ouca) sobre a base estabeecida, fazer o niveamento e fixar com chumbadores ou parafusos; coocar o guincho sobre a base niveado, ainhado, fixado com chumbadores ou parafusos; 18 Figura 10 Coocação da base da torre, rodana ivre e guincho

19 As torres não devem utrapassar a atura de 6,00m (seis metros), medida a partir da útima aje. Na útima parada a distância máxima entre viga da cabina e a viga superior, deve ser de 4,00m (quatro metros). Nas torres montadas externamente a construção, devem ser tomadas as seguintes precauções: estroncar e amarrar aos montantes anteriores, em todos os pavimentos da estrutura, mantendo-se sempre o prumo da torre; estaiar os montantes posteriores a estrutura, a cada 6,00m (seis metros) (dois pavimentos), usando-se para isso, cabo de aço de diâmetro (mínimo) de 9,5 mm, com esticador; Figura 11 Esticadores 19

20 As torres deverão estar devidamente ancoradas e estaiadas a espaços reguares, de modo que fiquem asseguradas a rigidez, retiinidade, verticaidade e estabiidade exigidas e especificadas peo fabricante. No estaiamento dos montantes posteriores o anguo do cabo de aço em reação a edificação deve ser de 45º (quarenta e cinco graus). Figura 12 Atura máxima permitida 20

21 A fixação das torres a estrutura da edificação poderá ser feita através de estruturas metáicas especificada peo fabricante. Figura 13 Amarração da torre por tubos Os parafusos de ajustes dos painéis, devem ser ajustados, quando necessário, de modo a garantir a perfeita justaposição do tubo guia e os contraventos contrapinados. Parafuso de ajuste Contrapino Figura 14 Parafuso de ajuste e contrapino 21

22 As torres devem ser revestidas com teas de arame gavanizado nas faces aterais e posterior, para proteção contra quedas de materiais quando a cabina não for fechada. A torre do eevador deve ser dotada de dispositivo de segurança tipo cancea ou barreira, e sinaização, de forma a impedir a circuação de trabahadores através da mesma. Nas torres montadas internamente à construção, normamente entre os pavimentos térreo e piotis eevado, devem ser tomada as seguintes precauções: proteger o cabo de tração (externo a torre) contra o contato acidenta de pessoas e materiais; evitar que o cabo de tração sofra atrito com a estrutura da edificação. Figura 15 Proteção do cabo de tração 22

23 Deve ser obrigatoriamente coocada, em todos os acessos das entradas na torre, uma barreira (cancea) que tenha no mínimo 1,80m (um metro e oitenta de atura) da mesma para boquear o acesso acidenta dos trabahadores. A referida cancea deve dispor de dispositivo de segurança que impeça a abertura da mesma quando o eevador não estiver no pavimento. Figura 16 Cancea 3.5 Rampas e Passareas de Acesso As rampas e passareas devem possuir guarda-corpo, travessão intermediário e rodapé, com piso de materia resistente. A fixação das estruturas de rampas e passareas devem ser através de braçadeiras com especificações dos fabricantes. Quando da utiização de rampas, deverá ser observado sua incinação ascendente em reação a torre. 3.6 Cabinas Cabinas Semi-Fechadas As cabinas Semi-Fechadas, devem ser usadas excusivamente para o transporte de cargas. Eas devem ter uma cobertura, bascuáve ou de encaixe, de maneira a permitir o transporte de peças compridas. Esta cobertura tem por finaidade proteger os trabahadores que estejam carregando e descarregando a prancha, de quaquer materia que possa cair sobre os mesmos. 23

24 Peças com mais de 2,00m (dois metros) de comprimento devem ser firmemente fixadas na estrutura da cabina. As cabinas dos eevadores de materiais devem ser providos, nas aterais, de painéis fixos de contenção com atura mínima de 1,00m (um metro) e, nas demais faces, de portas ou painéis removíveis. O assoaho da cabina deve ser de materia que resista as cargas a serem transportadas. Os eevadores de materiais devem dispor de: a) trava de segurança para mantê-o parado em atura, aém do freio do motor; b) interruptor de corrente para que só se movimente com portas ou painéis fechados; c) sistema de frenagem automática d) sistema de comunicação eficiente e seguro 24 Figura 17 Cabina semi fechada

25 3.6.2 Cabinas Fechadas A cabina fechada é utiizada para o transporte de pessoas e materiais. A cabina fechada para transporte de passageiros, deve ser provida de: cobertura resistente proteções aterais do piso ao teto da cabina portas frontais, pantográficas ou de correr pacas de advertência (peso/quantidade de pessoas) sinaização uminosa de indicação de pavimentos. Os eevadores de passageiros devem dispor de: a) freio mecânico (manua) situado no interior eevador, conjugado com interruptor de corrente. b) interruptor nos fins de curso superior e inferior, conjugado com freio eetromagnético; c) sistema de frenagem automática, a ser acionado em caso de ruptura do cabo de tração. d) sistema de segurança eetromecânico no imite superior a 2,00m (dois metros) abaixo da viga superior da torre; e) interruptor de corrente, para que se movimente apenas com as portas fechadas; f) cabina metáica com porta pantográfica ou de correr g) sistema de comunicação eficiente e seguro. Figura 18 Cabina fechada 25

26 3.7 Eevador tipo Caçamba Os eevadores de caçamba bascuante são utiizados apenas para o transporte de materia a grane, particuarmente, concreto e argamassa. A caçamba bascuante substitui a pataforma de um eevador de carga, permanecendo as demais peças da cabina, incusive o freio automático. A caçamba bascuante é dotada de um dispositivo de descarga, que entra em funcionamento automaticamente, em atura pré-determinada, ao chocar-se contra a viga de esbarro, em torno da qua bascua a caçamba. Esta viga é fixada na torre do eevador por meio de braçadeiras, na atura em que se deseje a bascuagem da caçamba. A caçamba pára em posição de descarga e, em seguida, quando desce o eevador, ea bascua ao redor da viga de esbarro, em sentido contrário, votando automaticamente a sua posição de equiíbrio. Uma caçamba bascuante é composta de: uma caçamba, seu quadro suporte, dispositivo de descarga e uma viga de esbarro. Na montagem da caçamba bascuante é importante verificar se a viga de esbarro foi montada na torre, na atura certa em que a caçamba deve bascuar. O ajuste do braço de acionamento é feito após a montagem da viga de esbarro, de acordo com as instruções do fabricante. Sempre que se modificar a posição da viga de esbarro deve ser feito o ajuste do braço. Figura 19 Eevador tipo caçamba com dosador e sio 26

27 3.8 Cabos de Aço Nos eevadores de obra os cabos utiizados deverão ser de aço, com ama de fibra. Os cabos devem ser fexíveis, com diâmetro mínimo de 15,8mm (5/8 ). Os cabos devem possuir uma resistência mínima à ruptura de kgf (quinze mi quiograma força) e trabahar com um coeficiente de segurança de no mínimo 10 (dez) vezes a carga de ruptura. Na fixação do cabo de aço deverão ser utiizados, no mínimo, 03 (três) grampos (cips) e a disposição dos mesmos deverá ser conforme figura abaixo (correta): Figura 20-A Eevador tipo caçamba com dosador e sio Obs: Não é permitido o uso de cabos com emendas. diâmetro mínimo da poia deverá ser de 400mm (quatrocentos miímetros) e o diâmetro do cana da mesma será igua ao diâmetro do cabo de aço Não ubrificar os cabos de aço com óeo queimado. Os cabos de aço que tiverem 6 (seis) fios partidos em um passo, deverão ser substituídos 27

28 Arame Ama Arame centra Perna Cabo de aço Figura 20-B Os cabos de aço em uso em eevadores de obra, devem sofrer inspeção, manutenção, manuseio e armazenamento conforme instrução dos fabricantes. Tipos de ocorrência que determinam a substituição de cabos de aço FADIGA AMASSAMENTO Figura 20-C RUPTURA GAIOLA DE PASSARINHO 3.9 Freios e Dispositivos de Segurança Tipos de Freios manua automático em viga futuante eetromagnético moto freio centrífugo cunha 28

29 Aém do freio do guincho, a estrutura da cabina deverá ser dotada de freio de segurança automático e manua, acionáve do interior da cabina. Figura 21A Freio automático em viga futuante e manua Figura 21B Freio tipo cunha automático e manua 29

30 FREIO EM DESCANSO FREIO ACIONADO SISTEMA MONTADO Figura 21C Freio Centrífugo no eixo do carrete Deverão existir imitadores de curso eétrico, coocados nos imites extremos do trajeto da cabina, que ao contato com a mesma provoque a parada de seu movimento. Deverá ser instaado acima do imitador de curso superior, um dispositivo eetromecânico que será acionado caso ocorra uma faha do imitador do curso superior provocando a interrupção do fornecimento de energia resutando na parada do equipamento. Obs. O cabo de aço do dispositivo eetromecânico deverá ser instaado na face anterior da torre junto a periferia da edificação. Recomenda-se manter a chave de distribuição eétrica afastada da estrutura da torre no mínimo 0,20 m. 30

31 (Chave de Distribuição) Figura 22 Dispositivo de segurança 31

32 3.10 Operação e Sinaização Os operadores de eevadores de obra (materia e de pessoas) serão obrigatoriamente quaificados para função. Recomenda-se que os operadores de eevadores desempenhem unicamente suas funções de operador do equipamento. O comando do movimento da cabina, sempre que transportar trabahadores, somente deverá ser exercido do seu interior. O operador deverá posicionar sempre uma das mãos segurando a aavanca de acionamento do freio de segurança, de modo a poder acioná-a imediatamente no caso de necessidade. Deve ser fixada na cabina, paqueta indicando carga máxima permitida ou o número máximo de passageiros. No transporte de materiais deve ser respeitado o imite de carga estabeecido peo fabricante do equipamento. As gericas devem ser sempre amarradas para não tombarem ou se desocarem durante o percurso. Não é permitido carregar a prancha aém da atura de seus painéis de encaixe. É proibido o transporte de materiais a graneis nos eevadores de carga (ex: areia, concreto, argamassa, etc). A movimentação do eevador de carga somente deverá ser reaizada após o fechamento da cancea Recomendações de manutenção em eevadores de obra. a) Revisar periodicamente: desgastes de embreagem desgastes de ona e tambor de freio desgastes de bronzinas desgastes de roamentos desgastes de rodanas desgastes de cabo de aço sistema eétrico b) a inspeção do cabo de aço de tração deve ser feita diariamente. Sua segurança depende de fatores como: - utiizar cabo de aço especificado peo fabricante do eevador - observar o enroamento adequado no tambor - não soicitá-o a trações bruscas - ubrificação adequada de sua superfície com graxa, indicada peo fabricante;

33 c) verificar diariamente os imites de curso superior e inferior e o sistema de segurança superior eetromecânico, para o caso de faha dos imites; d) deve-se ubrificar todos os mancais semanamente e fazer a verificação dos parafusos, não os deixando frouxos; e) a graxeira situada no eixo da rodana da gaioa deve ser abastecida diariamente; f) o eixo da rodana ouca deve ser mantido constantemente engraxado. Quando a cabina parar acima da base de torre, para quaquer serviço de manutenção, é necessário caça-a com pranchões, barrotes ou vigas apoiadas nos eementos da torre. Não é permitido usar a torre como escada, mesmo que o vão seja apenas um pavimento, exceto pea equipe de montagem e manutenção, quando necessário 5 Recomendações de segurança ao operador de eevador de obra a) verificar se o vão interno da torre está ivre, sem a presença de madeiras, ferragens ou outros objetos que impeçam o ivre desocamento da cabina. b) antes do início das operações transporte de carga, testar o sistema de embreagem e freio; c) não operar o equipamento quando perceber vibrações ou baruho anormais; d) verificar o correto enroamento do cabo de aço no tambor; e) manter as guias da torre ubrificadas; f) verificar se o cabo, no trecho vertica, externamente à torre, não entra em atrito com estaiamentos, pataformas de proteção, ou na própria aje; g) evitar o uso de frenagens bruscas; h) verificar, periodicamente, o desgaste de bronzinas; i) somente se afastar do posto de trabaho quando a cabina estiver na base da torre e seu comando de acionamento boqueado; j) manter a ordem e impeza do ambiente no posto de trabaho; ) observar as recomendações do manua do fabricante; m) fazer reatório de ocorrência durante o seu turno de trabaho, mantendo informado a sua chefia sobre irreguaridades do equipamento. 33

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36 7 - ELEVADORES DE CARGA E PASSAGEIROS PELO DE SISTE- MA DE CREMALHEIRA Figura 23 Eevador de cremaheira Eevadores de carga e passageiros peo sistema de cremaheira são destinados ao transporte misto de cargas e passageiros, em compartimentos separados, desde de que, o imite máximo.de peso especificado peo fabricante seja rigorosamente obedecido. 36

37 O fabricante e/ou prestador de assistência técnica do eevador deverá fornecer ao ciente, Manua Técnico competo, quanto as especificações técnicas e de procedimentos de segurança sobre: a fabricação, a montagem, a desmontagem, a manutenção e a operação do equipamento. A empresa usuária, deverá observar e seguir as orientações técnicas dadas peos fabricante e/ou prestador de serviço de assistência técnica. A montagem, a desmontagem e a manutenção do eevador dever ser supervisionado por profissiona egamente habiitado e executado por profissiona devidamente quaificado. O eevador deve ser operado por trabahador comprovadamente quaificado para essa função. 37

38 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Norma Brasieira NB-233; Eevadores de Segurança para Canteiros de Obra de Construção Civi. ABNT ROUSSELET, Edison da Siva e FALCÃO, Cesar A Segurança na Obra: Manua Técnico de Segurança do Trabaho em Edificações Prediais. Rio de Janeiro: SICOMRJ/SENAI-DN/CBIC Manua Sobre Condições de Trabaho na Construção Civi; Segurança e Saúde do Trabahador. Ed. Rev. São Pauo, CIMAF - Comp. Ind. e Mercanti de Artefatos de Ferro, Catáogo de Laços e Acessórios, São Pauo, Junho CIMAF - Comp. Ind. e Mercanti de Artefatos de Ferro, Catáogo de Cabos de Aço, São Pauo, Agosto Catáogo técnico Mecan, Vespasiano, Minas Gerais Catáogo Centra Locações, Osasco, São Pauo. Catáogo Pórtico Rea Equipamentos Ltda. - Barueri - São Pauo Catáogo Artefatos Hércues S.A. Indústria e Comércio - Contagem - Minas Gerais Catáogo Montarte Artefatos de Meta Ltda. - Santa Isabe - São Pauo Catáogo Centra Locadora de Equipamentos - Osasco - São Pauo Contribuições técnicas do CPR do Pará Contribuições técnicas do CPR do Distrito Federa Contribuições técnicas do CPR de Sergipe Contribuições Técnicas do CPR de São Pauo Contribuições técnicas do CPR do Paraná Contribuições técnicas do CPR do Espírito Santo Contribuições técnicas da Empresa Método Engenharia S.A. Normas de seguridad para a construccion e instaacion de ascensores y montacargas eéctricos - OIT 38

39 Sobre o ivro Composto em Times 11/14 em pape offset 90g/m 2 (mioo) e pape couchê 180g/m 2 (capa) no formato 16x23 cm pea Spe Gráfica e Editora Tiragem: ª Edição Equipe de reaização Supervisão Editoria: Eisabeth Rossi Iustrações: José Caros Lages - BR Revisão gráfica: Spe Gráfica e Editora Projeto Gráfico mioo: Sivia Massaro Capa: Spe RTP - 02 Rua Capote Vaente, 710 São Pauo - SP te:

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