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1 Germano Marques da Silva Professor da Faculdade de Direito Universidade Católica Portuguesa DIREITO PROCESSUAL PENAL PORTUGUÊS VOL. I Universidade Católica Editora Lisboa, 2013

2 PREFÁCIO Este livro deveria corresponder à 7.ª edição do I Volume do Curso de Processo Penal, cuja 1.ª edição ocorreu em 1992 e a 6.ª em 2011, e que consubstancia o meu ensino na Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa (Escola de Lisboa). A obra foi engrossando nas sucessivas edições para responder a sugestões dos leitores e preenchimento de lacunas. Por razões editoriais é publicado agora com um outro título, mas no essencial é a continuação das edições anteriores do Curso com as actualizações que o decurso do tempo, as alterações legislativas e o labor da doutrina e da jurisprudência aconselharam. Continua a ser, como foi sempre o meu propósito, um texto didáctico para serviço dos meus alunos e de todos os estudantes que dele se servem como instrumento de estudo. Do Curso de Processo Penal foram publicados 3 volumes, cada um com várias edições e reimpressões. Essa divisão permitiu me manter o texto actualizado ao longo dos vinte anos que leva de publicação e assim servir melhor os seus principais destinatários. Também agora manterei a mesma divisão da matéria e se possível publicarei finalmente o IV Volume desde o início prometido. O direito processual penal é importantíssimo para a defesa dos direitos das pessoas como vem sendo reconhecido de modo crescente em quase toda a parte, embora no ensino nem sempre se lhe atribua relevância em tempo lectivo correspondente à sua importância. Por isso que a publicação de textos abrangendo os principais institutos

3 8 DIREITO PROCESSUAL PENAL PORTUGUÊS do processo penal tenha também grande relevância prática. O Curso mereceu a atenção da jurisprudência, como o atestam as frequentes citações nas decisões dos tribunais, o que acresce a minha responsabilidade pela sua actualização. O tempo é inexorável. Em breve atingirei, se Deus quiser, a idade da jubilação. Esta será, muito provavelmente, a última edição das minhas lições de Processo Penal e por isso me esforcei ainda mais por melhorar o texto na esperança de que a sua utilidade se mantenha para além do termo da minha carreira de professor. Loures, Agosto de 2013

4 ÍNDICE PREFÁCIO 7 SIGLAS 9 PARTE I NOÇÕES GERAIS CAPÍTULO I DIREITO PROCESSUAL PENAL E PROCESSO PENAL 1.º DELIMITAÇÃO DO DIREITO PROCESSUAL PENAL 1. Conceito de direito processual penal Direito penal, processo penal e direito processual penal Âmbito do processo penal Objecto do processo penal Fins do processo penal 24 2.º RELAÇÕES DO DIREITO PROCESSUAL PENAL COM OUTROS RAMOS DO DIREITO E CIÊNCIAS AUXILIARES DO PROCESSO PENAL 6. Preliminar Direito constitucional e processo no Tribunal Constitucional Direito processual civil Direito disciplinar Ciências auxiliares do processo penal. A política criminal e o processo penal Ciências auxiliares do processo penal A política criminal e o processo penal Processo Penal e «Direito Penal Global», «Direito Penal da Sociedade do Risco» e «Direito Penal do Inimigo». 35

5 404 DIREITO PROCESSUAL PENAL PORTUGUÊS 3.º A CONSTRUÇÃO JURÍDICA DO PROCESSO 11. Natureza jurídica do direito processual penal Natureza jurídica do processo Pressupostos processuais 41 4.º PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO PROCESSO PENAL 14. Preliminar. O «processo justo» ou «processo equitativo». As garantias de defesa Preliminar O «processo justo» ou «processo equitativo»; A garantia de «todos os meios de defesa» Princípios inerentes à estrutura do processo Princípio da presunção de inocência Princípio da jurisdição e do juiz natural ou legal Princípio da jurisdição O juiz natural ou legal A estrutura acusatória Princípio acusatório Limitações do acusatório por actos com estrutura inquisitória Princípio da igualdade de oportunidades isonomia processual Direito de ampla defesa Defesa técnica e pessoal Defesa pessoal; defesa pessoal positiva e negativa Defesa pessoal positiva Defesa negativa: direito ao silêncio e nemo tenetur se detegere Defesa técnica: direito a defensor em todos os actos do processo Princípio da lealdade Princípios relativos à promoção processual Princípio da oficialidade Princípios da legalidade e da oportunidade Princípio da acusação Princípios relativos à prossecução processual Princípio do contraditório 86

6 ÍNDICE Princípio da investigação Princípio da suficiência Princípio da celeridade e da economia processual Princípio da celeridade Princípio da economia processual Princípios relativos à prova Princípio da presunção de inocência. Princípio in dubio pro reo In dubio pro reo Direito ao silêncio e à não auto inculpação Direito ao silêncio Direito à não auto-inculpação Princípio da prova livre Princípio da investigação ou da verdade material Princípios relativos à forma O conceito de forma dos actos processuais Princípio da publicidade Princípio da oralidade Princípio da oralidade Princípio da imediação Forma escrita e língua dos actos processuais Princípio da concentração Princípio da proibição de perseguição penal múltipla (ne bis in idem) 102 CAPÍTULO II A LEI PROCESSUAL PENAL 21. As fontes do direito processual penal Os princípios gerais do processo penal As fontes formais Constituição da República Portuguesa Normas de direito internacional O Código de Processo Penal Legislação extravagante A jurisprudência A doutrina Interpretação e integração 116

7 406 DIREITO PROCESSUAL PENAL PORTUGUÊS 23. Validade da lei processual penal Validade temporal Princípios gerais As leis processuais penais materiais Validade espacial Validade pessoal 122 CAPÍTULO III DA SUFICIÊNCIA DO PROCESSO PENAL. QUESTÕES PREJUDICIAIS 24. Suficiência do processo penal Questões prejudiciais Noção e tipo de questões prejudiciais O problema das questões prejudiciais e os sistemas de solução A prejudicialidade processual. Questões prejudiciais próprias e impróprias A prejudicialidade no Código de Processo Penal português Valor e efeito da decisão sobre questões prejudiciais 123 CAPÍTULO IV DA RESPONSABILIDADE CIVIL E POR ILÍCITO DE MERA ORDENAÇÃO SOCIAL CONEXAS COM A CRIMINAL 1.º DA RESPONSABILIDADE CIVIL CONEXA COM A CRIMINAL 26. Da responsabilidade civil emergente de crime Da indemnização por facto ilícito e pelo risco arbitrada no processo penal A decisão sobre a indemnização civil A necessidade do pedido Reparação da vítima em casos especiais. Atribuição de reparação pelos prejuízos sem prévio pedido Legitimidade para o pedido civil Tramitação da acção civil º DA RESPONSABILIDADE POR ILÍCITO DE MERA ORDENAÇÃO SOCIAL CONEXA COM A CRIMINAL 31. Da natureza do ilícito de mera ordenação social e respectivo processo 143

8 ÍNDICE Processo de contra ordenação e processo penal Relações entre os dois tipos de processo Concurso de crime e contra ordenação Outra legislação sobre processo de contra ordenação 148 PARTE II OS ELEMENTOS DO PROCESSO PENAL. DOS SUJEITOS PROCESSUAIS E DO OBJECTO DO PROCESSO LIVRO I DOS SUJEITOS DO PROCESSO INTRODUÇÃO 33. Os sujeitos processuais como elementos do processo: razão de sequência Sujeitos e participantes processuais Processo penal e «processo de partes» Conceito e esrutura do processo penal português Igualdade material de «armas» As partes na acção civil conexa com a criminal. 158 TÍTULO I DO JUIZ E DO TRIBUNAL SUBTÍTULO I DO TRIBUNAL CAPÍTULO I DA JURISDIÇÃO 37. Conceito de jurisdição Unidade e diversidade da jurisdição. Tribunais com jurisdição penal Organização dos tribunais judiciais Da jurisdição e competência Distinção de jurisdição e competência Competência internacional Revisão e confirmação de sentença estrangeira Da falta de jurisdição 167

9 408 DIREITO PROCESSUAL PENAL PORTUGUÊS CAPÍTULO II DA COMPETÊNCIA SECÇÃO I COMPETÊNCIA MATERIAL E FUNCIONAL 41. Distinção entre competência material e funcional Competência material. Critérios para determinação do tribunal competente em 1.ª instância A gravidade da pena aplicável para efeito de determinação da competência Competência material e funcional dos diferentes tribunais Competência funcional do tribunal e competência dos juízes que compõem o tribunal Competência do tribunal (juízo) de instrução criminal/juiz de instrução Competência do tribunal singular Competência do tribunal colectivo Competência do tribunal do júri Competência das Relações Competência do Supremo Tribunal de Justiça Competência dos tribunais de execução de penas Fixação da competência pelo método da determinação concreta (art. 16.º, n.º 3) 182 SECÇÃO II COMPETÊNCIA TERRITORIAL 46. Conceito de competência territorial Critérios legais para determinação da competência territorial Regras gerais Lugar da consumação do crime Lugar do último acto de execução ou acto preparatório Regras subsidiárias Crime cometido a bordo de navio ou aeronave Crime de localização duvidosa ou desconhecida Crime cometido no estrangeiro Crime cometido parte em Portugal e parte no estrangeiro 189

10 ÍNDICE Processo respeitante a magistrados 190 SECÇÃO III COMPETÊNCIA POR CONEXÃO 48. Noção de competência por conexão; Casos de conexão; Formas de conexão Conexão subjectiva Concurso de crimes Conexão objectiva Competência para determinar a conexão Limites à conexão e separação de processos Limites à conexão Separação de processos Competência determinada pela conexão Competência material e funcional determinada pela conexão Competência territorial e regras subsidiárias Prorrogação da competência 201 CAPÍTULO III DA DECLARAÇÃO DE INCOMPETÊNCIA 53. Efeitos da incompetência dos tribunais Conhecimento e dedução da incompetência 204 CAPÍTULO IV DOS CONFLITOS E DA REMOÇÃO DE COMPETÊNCIA 55. Casos de conflito de competência e sua cessação Denúncia e resolução do conflito e recurso sobre a arguição de nulidade Denúncia e resolução do conflito Recorribilidade da decisão sobre competência Da remoção da competência 209 CAPÍTULO V DOS IMPEDIMENTOS, RECUSAS E ESCUSAS 58. Dos impedimentos e suspeições 211

11 410 DIREITO PROCESSUAL PENAL PORTUGUÊS 59. Impedimentos Suspeições: recusas e escusas Extensão do regime de impedimentos, recusas e escusas ao Ministério Público, peritos, intérpretes e funcionários de justiça 216 SUBTÍTULO II DO JUIZ E DOS JURADOS 62. Razão de ordem Os tribunais como órgãos de soberania. A legitimidade democrática dos juízes Os tribunais como órgãos de soberania A legitimidade democrática dos juízes A independência e imparcialidade dos juízes. A exclusiva submissão à lei A independência e imparcialidade dos juízes Garantias de independência Garantias de imparcialidade Irresponsabilidade dos juízes pelas suas decisões O Ministério Público como garante da independência dos tribunais. Remissão Dos jurados A questão da discussão nos meios de comunicação social de questões judiciais pendentes 230 TÍTULO II DO MINISTÉRIO PÚBLICO E DOS ÓRGÃOS DE POLÍCIA CRIMINAL CAPÍTULO I DO MINISTÉRIO PÚBLICO 67. O Ministério Público. Conceito, origem e evolução Conceito Origem e evolução do Ministério Público Organização do Ministério Público Órgãos do Ministério Público Procuradoria Geral da República Procuradorias gerais distritais Procuradorias da República 245

12 ÍNDICE Agentes do Ministério Público O exercício da acção penal pelo Ministério Público Legitimidade do Ministério Público para a promoção do processo Considerações gerais Legitimidade do Ministério Público relativamente aos crimes públicos, semipúblicos e particulares Legitimidade do Ministério Público no caso de concurso de crimes públicos e crimes semipúblicos e particulares Do direito de queixa e de acusação particular Titulares do direito de queixa e de acusação particular Extensão da queixa Extinção do direito e desistência da queixa Efeitos da falta de acusação particular nos crimes particulares Orientação e dependência funcional dos órgãos de polícia criminal Impedimentos e suspeições 259 CAPÍTULO II DOS ÓRGÃOS DE POLÍCIA CRIMINAL 74. Órgãos e autoridades de polícia criminal As corporações de polícia e a polícia criminal Da polícia criminal e das atribuições das corporações policiais A Polícia Judiciária Natureza jurídico processual dos órgãos de polícia criminal O relacionamento entre o Ministério Público e os órgãos de polícia criminal no processo penal 269 TÍTULO III DO ASSISTENTE E DO OFENDIDO 77. O conceito de assistente O assistente e o ofendido, o lesado e o queixoso Constituição e representação judiciária do assistente Constituição de assistente Representação judiciária do assistente Excurso. O advogado do assistente Atribuições dos assistentes 288

13 412 DIREITO PROCESSUAL PENAL PORTUGUÊS Em geral Competência especial do assistente (art. 69.º, n.º 2) Outros direitos do assistente expressamente consagrados na lei A acção popular e outros casos especiais de «direito de acção» 294 TÍTULO IV DO ARGUIDO E DO SEU DEFENSOR CAPÍTULO I DO ARGUIDO 82. Conceito e constituição de arguido Conceito de arguido Constituição de arguido Da constituição de arguido, em geral A pessoa colectiva como arguida Condição do suspeito ainda não constituído arguido Capacidade judiciária do arguido Direitos e deveres do arguido Direitos do arguido Deveres do arguido O direito à constituição de arguido e a garantia constitucional de presunção de inocência O direito à constituição como arguido A garantia constitucional da presunção de inocência do arguido 319 CAPÍTULO II DO DEFENSOR 87. O defensor e a função defensiva O defensor A função defensiva: defesa formal e defesa material; defesa pessoal e defesa técnica O estatuto do defensor Obrigatoriedade de assistência de defensor Constituição, nomeação e substituição do defensor 330

14 ÍNDICE Constituição e nomeação do defensor Substituição do defensor Imposição de advogado ao arguido, mesmo contra a sua vontade Autodefesa Assistência a vários arguidos O defensor nomeado e o patrocínio judiciário dos economicamente carecidos O defensor no processo de tipo acusatório; as investigações privadas para a defesa O problema em geral Algumas questões práticas Garantia de liberdade do defensor Excurso. O advogado penalista 345 TÍTULO V DAS PARTES CIVIS E DOS CIVILMENTE RESPONSÁVEIS PELAS MULTAS E INDEMNIZAÇÕES CAPÍTULO I DAS PARTES CIVIS 92. Conceito de parte civil Legitimidade para o pedido civil Representação judiciária das partes civis 358 CAPÍTULO II DOS CIVILMENTE RESPONSÁVEIS PELAS MULTAS E INDEMNIZAÇÕES 95. Conceito de pessoa civilmente responsável pelas multas e indemnizações Intervenção processual dos terceiros civilmente responsáveis pelas multas e indemnizações 362 LIVRO II DO OBJECTO DO PROCESSO 97. Conceito de objecto do processo penal A estrutura acusatória e o objecto do processo. Requisitos formais da acusação 367

15 414 DIREITO PROCESSUAL PENAL PORTUGUÊS A estrutura acusatória e o objecto do processo Requisitos formais da acusação. A qualificação jurídica dos factos objecto da acusação Requisitos formais da acusação A qualificação jurídica dos factos objecto da acusação A limitação dos poderes cognitivos do tribunal pelos factos e sua qualificação jurídica constantes da acusação Alteração do objecto do processo Conceito de alteração do objecto do processo Alteração substancial e alteração não substancial do objecto do processo Alteração dos factos descritos na acusação Alteração da qualificação jurídica Proposta de interpretação Correlação entre a acusação e a sentença 385 Bibliografia 387 Índice ideográfico 397

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