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1 RELATÓRIO DE ESTÁGIO Lamego, Julho de 2010

2 RELATÓRIO DE ESTÁGIO Ninguém poderá jamais aperfeiçoar-se, se não tiver o mundo como mestre. A experiência adquire-se na prática. William Shakespeare Realizado por Nuno Serafim Borges Ferreira, Nº CET Instalação e manutenção de Sistemas Informáticos Orientador Sérgio Duarte Lamego, Julho de

3 Índice I. Introdução... 4 II. Primeiro contacto... 5 III. Montagem de uma pequena rede... 6 IV. Comparativo Windows XP, Vista e Seven... 9 V. Arranque VI. Processador VII. Utilização da memória RAM VIII. Velocidade de acesso ao disco IX. Resultado Final X. Reparação da Rede Wireless (Centro escolar) XI. Programação na empresa XII. Ligação de rede 2 PCs XIII. Redes Sem Fios Velocidade da ligação Expandir a rede para outros locais XIV. Sistema de ficheiros do disco XV. Limpeza e Desfragmentação do Disco XVI. Retirar publicidade do Windows Messenger XVII. Remoção de programas de arranque desnecessários XVIII. Conclusão XIX. Bibliografia

4 Índice de ilustrações Figura Figura 2- Esquema de cores CrossOver... 6 Figura 3 - -Cabo de Rede... 6 Figura 4 Fichas RJ Figura 5 - Rede computadores... 7 Figura 6 Router -Wireless... 8 Figura 7 Calha técnica fina... 8 Figura 8- Cronometro Figura 9- Gráfico do Tempo de Arranque Figura 10 Desempenho Windows XP Figura 11 Desempenho Windows Vista Figura 12- Desempenho Windows Seven Figura 13- Velocímetro Figura 14 - Gráfico do processador Figura 15 Windows Xp Figura16- Windows Vista Figura 17- Windows Seven Figura 18 - Gráfico da Utilização da RAM Figura 19 Windows Xp Figura 20 Windows Seven Figura 21 Cópia do ficheiro Figura 22 - Gráfico do Tempo de Cópia Figura 23 Imagens Windows Figura 24 Logótipos dos aplicativos Figura 25-Planta da escola Figura 26 Áreas de Alcance Figura 27- Ligações de Rede Figura 28-Propriedades... Erro! Marcador não definido. Figura 29 - Propriedade TPC/IP Figura 30 Ponto de acesso Figura 32 - Ligação Sem fios Figura 31 - Microondas Figura 33 - Repetidor Wireless Figura 34 Rede com Extensão Wireless Figura 35 Executar Figura 36 - Ficheiro hosts

5 I. Introdução O presente relatório foi realizado no âmbito completar a fase de estágio do curso de Instalação e Manutenção de Redes e Sistemas Informáticos, elaborado pelo formando Nuno Serafim Borges Ferreira, que decorreu de 6 Julho a 4 de Setembro de 2010, orientado pelo Sr. Charles Custodio, gestor de loja. A fim de dar cumprimento a esta fase do curso, o estágio foi realizado na SmileVirtual de Lamego, mais precisamente no Gabinete de informática. Neste relatório pretendemos efectuar uma abordagem aprofundada de vários temas relacionados com a informática e redes. Após várias pesquisas tiramos conclusões que vimos a desenvolver mais adiante. Realizar a Formação em Contexto de Trabalho é muito importante para um formando porque está em contacto com uma empresa, tem horários para cumprir, tem uma grande responsabilidade e, sobretudo, está lá para desenvolver as suas capacidades técnicas e colocar em prática os conhecimentos que adquiriu nas aulas. 4

6 II. Primeiro contacto Esta fase de estágio foi concluída na loja de informática SmileVirtual em Lamego. Esta loja é dedicada á reparação de computadores, redes, equipamentos de rede, telemóveis, consolas e GPS. Nesta loja também vendemos diversos produtos relacionados com a informática e telecomunicações. Dispensando as apresentações rapidamente iniciamos o trabalho. Logo de inicio havia uma série de computadores para reparar. Uns com problemas graves no Sistema Operativos outros com problemas a nível de hardware. Nesta loja também se reparam diversos computadores com problemas de desempenho, na maioria das vezes causados por vírus ou por uso descuidado. Nos capítulos XVI, XVII, XIX vamos ver alguns métodos de reparação desses problemas de desempenho sem necessidade da formatação. Figura 1 5

7 III. Montagem de uma pequena rede A maior parte das pessoas têm mais que um computador em casa, daí vem a necessidade de partilhar ficheiros ou ligações de internet entre eles. Em vez de utilizar dispositivos de armazenamento externos (CDs, DVDs, pen drive, etc) poupamos tempo e recursos ao utilizar uma rede para além de ser muito vantajoso no acesso e partilha de internet. Antes de mais temos de saber como é que queremos a rede, por isso fazemos um esboço. Depois do esboço calculamos o endereçamento, caso necessário, e por fim adquirimos o material para a montagem. Devemos ter algumas noções em conta antes de começar. Para fazer uma ligação de Computador para Computador (bridge) ou fazer a ligação directa de equipamentos iguais, utilizamos um cabo Cross-Over com a seguinte configuração de cores. Ponta 1: 1- Branco e Laranja 2- Laranja 3- Branco e Verde 4- Azul 5- Branco e Azul 6- Verde 7- Branco e Castanho 8- Castanho Ponta 2: 1- Branco e Verde 2- Verde 3- Branco e Laranja 4- Azul 5- Branco e Azul 6- Laranja 7- Branco e Castanho 8- Castanho Figura 2- Esquema de cores CrossOver Figura 3 - -Cabo de Rede 6

8 Para interligar equipamentos diferentes utilizamos cabo directo. Tem as mesmas cores nas duas pontas. Ponta 1/2 : 1- Branco e Verde 2- Verde 3- Branco e Laranja 4- Azul 5- Branco e Azul 6- Laranja 7- Branco e Castanho 8- Castanho Figura 4 Fichas RJ-45 Durante a segunda semana de estágio foi pedido que montássemos uma pequena rede com acesso á Internet, partilha de ficheiros e impressora e cinco computadores. O cliente tinha em casa dois computadores fixos e três portáteis. Comprou uma impressora com ligação à rede e pediu um orçamento da rede. Antes do orçamento realizamos um esboço e uma lista do material necessário. Figura 5 - Rede computadores 7

9 Enquanto o contrato com a operadora for válido, é permitido o acesso à Internet com velocidade até 100Mbps e tráfego ilimitado. A operadora disponibiliza um router wireless com 4 portas Lan e modem. Para completar a rede é necessário apenas: 30m de cabo STP cat.6 6 Fichas RJ45 O endereçamento da rede vai ser automático ou seja, por DHCP, excepto para a impressora de rede que vai ficar com o MAC address associado a um IP fixo no router. Figura 6 Router -Wireless Finalmente, depois do router estar a funcionar, montamos discretas calhas que conduziam os cabos de rede até aos compartimentos onde se encontravam os desktops. Figura 7 Calha técnica fina 8

10 IV. Comparativo Windows XP, Vista e Seven Durante o estágio houve períodos em que não havia nada relacionado com redes para fazer, assim, durante esse tempo podia trabalhar noutras áreas relacionadas com a informática. Uma questão pertinente, que foi colocada diversas vezes por clientes, era qual o melhor sistema operativo para o computador (da família Windows). Esta resposta parece simples, mas nada melhor do que fazer testes e analisar os factos para tirar conclusões. Para realizar o comparativo utilizamos um portátil Asus X50RL com processador dual Core 1.86 Ghz, memoria RAM de 2 GB e placa gráfica ATI X1100. Escolhi este modelo porque se enquadra nos requisitos mínimos dos 3 sistemas operativos a comparar. De seguida vamos poder acompanhar vários testes a nível de software, utilizando sempre programas apropriados para o efeito, de forma a obter dados que revelam qual deles explora melhor os recursos de hardware. Vamos colocar os três sistemas nas mesmas condições, para isso criamos 3 partições no mesmo disco e instalamos o Windows XP, Vista e Seven e respectivos drivers fornecidos pelo fabricante. No final farei uma avaliação de acordo com os resultados obtidos. 9

11 V. Arranque Para começar vamos calcular o tempo em segundos que cada sistema demora para iniciar, ou seja, desde a selecção do mesmo até aparecer o ambiente de trabalho. Tempo (s) Windows XP 48 Windows Vista 64 Windows Seven 57 Figura 8- Cronometro Neste teste o resultado já era previsível, o Windows XP sendo o sistema mais leve carrega mais rapidamente os dados no arranque, o Windows Seven revela uma grande melhoria em relação ao Windows Vista embora o ambiente gráfico seja parecido é notável a diferença de performance no arranque. Figura 9- Gráfico do Tempo de Arranque 10

12 VI. Processador Neste teste vamos verificar qual dos sistemas operativos processa mais rápido a informação para isso vamos utilizar um pequeno aplicativo que faz vários cálculos em simultâneo para testar o processador, no final apresenta a quantidade média de Kb/s processados. Aplicamos a mesma configuração e obtemos: Figura 10 Desempenho Windows XP Figura 11 Desempenho Windows Vista Figura 12- Desempenho Windows Seven 11

13 Kb/s Windows XP 182,8 Windows Vista 165,5 Windows Seven 177,8 Figura 13 Figura 14 - Gráfico do processador O resultado deste teste deixou mais uma vez o Windows XP em destaque, com a maior quantidade de bits processados, este sistema operativo mostrou ser mais eficiente que os seus sucessores. 12

14 VII. Utilização da memória RAM Neste teste pretendemos saber a velocidade de leitura e escrita, mas antes de fazer esse teste vamos verificar a utilização da memória ram através do gestor de tarefas do Windows. O resultado: Figura 15 Windows Xp Figura16- Windows Vista Figura 17- Windows Seven MB Windows XP 241 Windows Vista 606 Windows Seven 493 Concluímos mais uma vez que o Vista é o sistema mais pesado, e o XP o mais leve. Figura 18 - Gráfico da Utilização da RAM 13

15 A velocidade de leitura e escrita na memória RAM é um factor que está directamente relacionado com o desempenho em praticamente todas as tarefas tal como o processador, daí a importância deste teste. Figura 19 Windows Xp Figura 20 Windows Seven Por problemas de compatibilidade não foi possível iniciar esta aplicação no Windows Vista por isso os resultados ficam reduzidos aos restantes sistemas operativos. Para minha surpresa os resultados foram bastante curiosos, criei um gráfico para ser mais fácil entender as diferenças. 14

16 Pelos dados obtidos chegamos á conclusão que ambos os sistemas operativos lêem mais rápido do que escrevem na memória, e que o XP tem mais velocidade de leitura do que o Seven e em contrapartida, o Seven é mais rápido na escrita do que o XP. VIII. Velocidade de acesso ao disco Este será o último teste que vai ser realizado, através dos resultados obtidos é possível retirar algumas conclusões acerca do funcionamento dos sistemas. Para efectuar este teste não será preciso recorrer a nenhum programa externo. Vamos simplesmente utilizar os recursos do Windows para o realizar. Criamos um ficheiro com o nome FILE e extensão xpto, este ficheiro vai conter o tamanho de 320 MB. O teste vai basear-se no tempo em que cada sistema operativo demora a copiar o ficheiro que criamos para outro directório. De C:\pasta1\FILE.xpto Para C:\pasta2 Tempo(s) Windows XP 15,2 Windows Vista 9,3 Windows Seven 9,2 Figura 21 Cópia do ficheiro 15

17 Depois do resultado obtido não há dúvida de que a velocidade de acesso ao disco do Windows XP é mais lenta que a dos seus sucessores. Isto deve-se ao facto da arquitectura do Windows XP ser mais antiga, e dessa forma ter sido construída a pensar em discos PATA (IDE). Para funcionar com discos SATA, a Microsoft actualizou os drivers antigos para suportar a nova tecnologia dos discos SATA, esta adaptação funcionou, mas trouxe desvantagens, a mais notável é a perda de velocidade, ficando assim em desvantagem em relação ao Windows Vista e Windows Seven, que vêm equipados com a mais recente tecnologia de acesso a discos SATA e SATA II. Figura 22 - Gráfico do Tempo de Cópia 16

18 IX. Resultado Final No que respeita a desempenho sem dúvida que o XP é superior, mas por ser mais antigo trás algumas limitações, designadamente no que respeita ao requisitos máximos. No dia-a-dia habituamo-nos a ouvir falar sobre requisitos mínimos de um software ou jogo de computador, isto é, as qualidades mínimas que um computador terá de ter para suportar determinada aplicação. Como é óbvio, o Windows XP tem os requisitos mínimos de hardware mais baixos do que os sucessores, isto é vantajoso porque funciona em computadores mais fracos e poupa recursos aos computadores mais potentes. A desvantagem é que os requisitos máximos deste sistema operativo também são mais baixos em relação aos sucessores, isto é, se num computador o hardware ultrapassar os requisitos máximos do sistema operativo ele não vai funcionar correctamente ou pelo menos não vai conseguir gerir todos os recursos. O Windows Seven para além de ser esteticamente mais atraente também traz novas funcionalidades, inclui por exemplo um controle parental, permite ao administrador do computador filtrar determinados sites para menores, de violência, pornografia, etc. Permite também saber a quantidade de horas que determinada pessoa passa na Internet, a jogar, etc. Figura 23 Imagens Windows 17

19 Para além destas funcionalidades o Seven trouxe novos aplicativos como o ReadyBooster e o BitLocker. Para não ficar ao mesmo nível que o antecessor a Microsoft melhorou ferramentas já existentes, por exemplo, a pesquisa, o MSpaint, Ponto de Restauro, Windows Firewall, Internet Explorer, Windows media Player, Windows Defender, MSN Messenger, entre outros. Vamos fazer uma breve explicação de algumas aplicações incluídas. ReadyBooster BitLocker MSpaint Ponto de Restauro Windows Firewall Internet Explorer Windows média Player Windows Defender MSN Messenger Windows Aero Windows Mobility Center Tablet PC Windows Movie Maker Software de aumento de memória cache através de dispositivos de armazenamento externos. Software de encriptação de dados. Software de edição de imagem. Armazena todas as informações e configuração do sistema de uma determinada data. Filtro de segurança para a Internet. Browser do Windows. Software de reprodução de ficheiros média. Software antivírus. Aplicação de conversação em tempo real. Conjunto de temas e ícones. Software de gestão de energia. Computador com ecrã sensível ao toque. Software de edição de vídeo. Tabela 1- Aplicativos e Funções Figura 24 Logótipos dos aplicativos 18

20 Vista inclui. Deixamos também um comparativo das aplicações que cada versão do Windows Starter Home Basic Home Premium Business Ultimate Windows Defender e Firewall do Windows Pesquisa Instantânea Windows Internet Explorer 7 Windows Aero - Windows Mobility Center e suporte a Tablet PC Windows Media Center Backup e Restauração de Windows Complete PC Central de Rede e a ambiente de Trabalho Remoto Criptografia da Unidade do Windows BitLocker Criador de DVD do Windows Windows Movie Maker em Alta Definição Jogos Premium - - Qualquer uma das edições tem os serviços básicos de funcionamento do Windows Vista, entre eles apenas varia as aplicações, e claro o preço. 19

21 Relativamente ao Windows Seven está disponível em 6 versões. Vamos construir uma tabela com os aplicativos disponíveis em cada versão. Starter Home Basic Home Premium Professional Enterprise Ultimate Interface Básico - Interface Original - Interface Aero - - Processadores Suportados Cores Suportados Infinitos Infinitos Infinitos Infinitos Infinitos Infinitos Máximo de aplicações abertas 3 Infinitos Infinitos Infinitos Infinitos Infinitos BitLocker Jogos Premium - - Jornal Windows - - Windows Media Center - - Windows DVD Maker Servidor Ambiente de trabalho remoto Suporte a Tablet PC - - A edição Starter continua a ser a mais pobre, pois apenas permite um máximo de 3 aplicações abertas, esta edição é a mais barata, na minha opinião não deve ser instalada. A versão Professional do Seven parece ser muito mais atraente do que a Business do Vista, isso porque, agora, os recursos são acumulados e não divididos entre versões. No Vista, a edição Business, por exemplo, não tem Media Center, nem o DVD Maker, pelo facto desses recursos serem considerados de uso doméstico e, portanto, dispensável numa edição voltada a uso corporativo. No Seven, isso acaba, e volta o esquema do XP: a edição Professional traz tudo que a Home Edition tem, mais os recursos exclusivos. 20

22 Sistemas Operativos Windows XP Windows Vista Windows Seven Starter Home Profissional Starter Basic Premium Starter Basic Premium Media Center Tablet PC Business Ultimate e Professional Enterprise e Ultimate e Concluímos assim que a escolha do sistema operativo não depende só da vontade do utilizador, mas também do computador a ser aplicado, é preciso ter sempre em mente que os elementos gráficos e serviços excessivos sobrecarregam o sistema deixando-o lento, visto que existe uma vasta gama de sistemas operativos, devemos analisar cada caso para fazer uma escolha adequada tendo sempre em mente que mais tarde o computador em questão pode ser usado com aplicativos pesados, nesse caso devemos deixar uma boa margem de memoria RAM, pois mais tarde pode se útil. Após a escolha de um sistema operativo adequado para cada máquina devemos mantêlo limpo e livre de vírus, alertando sempre o cliente da importância de ter um bom antivírus. 21

23 X. Reparação da Rede Wireless (Centro escolar) A dada altura, foi recebido um telefonema de um centro escolar com relatos de mau funcionamento da rede wireless. Nesse mesmo dia fomos a esse edifício e apontamos todas a queixas. A rede wireless sempre funcionou mal em certas salas, (problemas de lentidão e dificuldade em estabelecer a ligação). Em determinadas salas já não é possível aceder á internet. Para tentar resolver os problemas citados fomos analisar os equipamentos de informática da escola. Rapidamente chegámos à conclusão que havia 5 access points ligados a um switch. Para facilitar a reparação pedimos a planta do edifício para entender melhor o que se passava na rede, colocamos também uma representação dos APs. Figura 25-Planta da escola 22

24 Instituto Politécnico da Guarda - ESTG Pelos problemas descritos depressa percebemos que havia colisões entre os APs. Fomos buscar um computador com o NetStumbler instalado e percorremos a escola. Obtivemos os seguintes resultados: Com estes resultados, concluímos facilmente que a rede está mal configurada, basta olhar para o canal da rede, todos os APs estão a transmitir no canal 6 o que é incorrecto. As consequências são ruído na comunicação ou mesmo a impossibilidade de comunicar, isso explica a lentidão. Do lado direito da planta acima deveria estar representado no NetStumbler um terceiro AP. Mas pelos vistos não estava a emitir sinal. 23

25 Posto isto, podemos traçar o alcance de cada sinal, e assim resolver os problemas de colisões. Figura 26 Áreas de Alcance semelhante. O AP número 4 estava avariado, por isso foi substituído por um equipamento De acordo com a frequência central e largura dos canais, existem 3 canais RF que não sofrem sobreposição dos canais adjacentes (1, 6 e 11), o que permite o uso de 3 pontos de acesso (cada um no seu canal) dentro da mesma zona. Ou seja: Access Point 1 Canal 1 Access Point 2 Canal 6 Access Point 3 Canal 11 Access Point 4 Canal 1 Access Point 1 Canal 6 Deste modo acabaram as colisões na rede wireless e consequentemente a lentidão na rede. 24

26 XI. Programação na empresa Depois de já estar bem familiarizado com o ambiente da loja comecei a aperceber-me da dificuldade que os funcionários tinham em se organizar relativamente á recepção e entrega de material para reparar. O que acontecia é que o material era entregue a um funcionário e depois era reparado por outro, por vezes ainda era entregue por um terceiro funcionário. Não haveria problema se tudo estivesse organizado, mas os apontamentos eram feitos à mão e muitas vezes perdiam-se ou estavam ilegíveis, o que tornava muito complicado a procura dos equipamentos reparados, sendo bastante constrangedor verificarmos que o cliente se apercebia dessa dificuldade. Achei, por isso, que poderia dinamizar este aspecto, já que a empresa era relativamente recente e estava rapidamente a adquirir novos clientes, sendo fundamental dar uma imagem de eficácia e eficiência. A minha solução seria criar uma aplicação rápida e eficaz, capaz de guardar informações numa base de dados, e também que fosse de fácil acesso a pesquisa de dados. Com algumas bases de programação em Visual Basic criei a seguinte aplicação. Este é o aspecto do programa ao iniciar. Quando recebemos um equipamento para reparar basta introduzir os seus dados e guardar. 25

27 No canto superior esquerdo da aplicação encontra-se uma caixa de texto com numeração automática, este valor é o número da reparação, vai estar presente no equipamento recebido e nos respectivos acessórios (malas, carregadores, ratos, capas, etc.). Quando a reparação for terminada, o funcionário deve preencher o restante formulário, para que quem entregar o equipamento saiba exactamente o que foi reparado, o preço e os respectivos acessórios. Este programa inclui também ferramentas de pesquisa muito útil, se clicarmos em pesquisa/mod temos: Desta forma encontramos várias ferramentas de pesquisa nomeadamente por nº do registo, por nome, por marca e modelo e por contacto. 26

28 Avançada. Ainda existe outra forma de pesquisa também muito prática em Pesquisa Funciona através de um filtro de palavras tal como o Google. Na minha opinião foi um ponto alto do meu estágio pois todos os trabalhadores da empresa ficaram gratos por este feito, o funcionamento ficou realmente mais eficiente e eficaz, pois foi possível dar uma resposta imediata a todos os clientes. 27

29 XII. Ligação de rede 2 PCs A pedido de um cliente fizemos uma breve explicação de como ligar dois PCs em rede sem nenhum equipamento de rede. Em primeiro lugar adquirir um cabo de rede Cross-Over com duas pontas RJ45. De seguida temos de nos certificar que os computadores em questão têm placa de rede. Depois, independentemente do sistema operativo, temos de configurar os dois computadores na mesma gama de IPs Para começar vamos às propriedades da Ligação da área local dos computadores e fazemos os seguintes passos: Figura 27- Ligações de Rede 1- Seleccionamos a opção TPC/IP e vamos às propriedades do protocolo. 28

30 Figura 28 - Propriedade TPC/IP 2- Nesta janela, no campo Endereço IP introduzimos o IP para o computador A, para o B. 3- No campo da máscara de sub-rede o endereço aparece por defeito ( ). 4- No espaço DNS introduzimos o IP do computador A caso não haja nenhuma ligação á Internet (opcional). 5- O Gateway também pode ficar com o IP do computador A (opcional). De seguida liga-se o cabo as duas placas e testa-se a ligação com um ping. Menu executar, com o comando CMD abre a linha de comandos. 29

31 Na linha de comandos escrevemos ping se estivermos no computador B e ping se estivermos no computador A. Se a ligação estiver correctamente configurada a resposta será esta. A enviar para com 32 bytes de dados: Resposta de : bytes=32 tempo=2ms TTL=64 Resposta de : bytes=32 tempo=1ms TTL=64 Resposta de : bytes=32 tempo=1ms TTL=64 Resposta de : bytes=32 tempo=1ms TTL=64 Estatísticas de ping para : Pacotes: Enviados = 4, Recebidos = 4, Perdidos = 0 (perda: 0%), Tempo aproximado de ida e volta em milissegundos: Mínimo = 1ms, Máximo = 2ms, Média = 1ms Caso contrário, será a seguinte. A enviar para com 32 bytes de dados: O pedido excedeu o tempo. O pedido excedeu o tempo. O pedido excedeu o tempo. O pedido excedeu o tempo. Estatísticas de ping para : Pacotes: Enviados = 4, Recebidos = 0, Perdidos = 4 (perda: 100%), 30

32 XIII. Redes Sem Fios Durante este estágio tive a oportunidade de contactar com diversos equipamentos de rede, muitas das vezes com redes sem fios. Daí que achei importante que constasse no presente relatório alguns conhecimentos que adquiri ao longo das aulas teóricas, visto terem sido úteis na resolução de vários problemas e até mesmo no esclarecimento de dúvidas dos clientes e funcionários da empresa. Durante os próximos capítulos irei desenvolver temas com que éramos confrontados diariamente. Neste capítulo irei falar sobre redes sem fios. As redes sem fios são a solução ideal para ligar computadores e periféricos por toda a casa. No entanto, é necessário ter cuidado para não ligar a redes desconhecidas, especialmente se houver informações confidenciais no computador, como os dados da conta bancária, passwords importantes, etc. O WEP (Wired Equivalency Privacy) é a opção de segurança básica para Wi-Fi, mas apenas está criada para oferecer a mesma segurança que uma rede com fios. Assim que alguém tiver ultrapassado a chave WEP, fica com acesso completo. Actualmente já foram desenvolvidas tecnologias mais eficazes que o protocolo de segurança WEP. WPA(Wi-Fi Protected Access) é o nome do padrão que foi desenvolvido depois do WEP, neste novo padrão foi melhorada a criptografia dos dados, permitindo uma maior velocidade com mais segurança. Outra vantagem é a possibilidade de detecção de utilizadores, assim numa Figura 29 Ponto de acesso rede maior é mais fácil controlar o acesso a rede. Mais tarde foi criada uma variante do padrão WPA, é o padrão WPAII, a principal diferença é a nível de criptografia de dados. Dependendo da necessidade que temos em proteger os ficheiros do computador, podemos fazer ligar os protocolos de segurança ou ocultar a ligação para desencorajar os utilizadores mais curiosos, ou ainda para bloquear completamente a rede sem fios. Lembramos que a encriptação torna a ligação sem fios mais lenta, uma vez que leva tempo a encriptar e a desencriptar os dados, trata-se de uma opção pessoal. Já agora consultamos a lista de velocidades do padrão Wireless LAN IEEE com as normas mais utilizadas na Europa a - 54 Mbps 5 GHz b- 11 Mbps 2,4Ghz g- 54 Mbps 2,4Ghz n- 600 Mbps 2,4GHz / 5GHz 31

33 Os fornos de microondas usam uma frequência perto dos 2,4GHz. Se o forno de microondas estiver perto de qualquer um dos aparelhos sem fios pode prejudicar toda a rede, por isso devemos mantê-lo fora do alcance da ligação. Dependendo da frequência que o forno de microondas usar, haverá alguma interferência em determinados canais. Figura 30 - Microondas Velocidade da ligação O padrão g por exemplo pode referir-se a uma ligação de 54Mbps, mas o utilizador não vai conseguir nada parecido com essa velocidade. Se só houver um utilizador na rede, a ligação poderá alcançar uma velocidade real perto dos 16Mbps, que será comprometida no caso de haver ruído, colisões ou mais utilizadores. Figura 31 - Ligação Sem fios 32

34 Expandir a rede para outros locais. Se no final da instalação da rede sem fios não conseguirmos o alcance pretendido, podemos recorrer a uma extensão Wireless. Figura 32 - Repetidor Wireless Para o adaptar basta encontrar o limite da cobertura de rede. Assim este produto vai receber o sinal e repeti-lo com mais intensidade. Outra opção é ligar um ponto de acesso ou outro aparelho adaptador de wireless através de um cabo de rede. Figura 33 Rede com Extensão Wireless 33

35 XIV. Sistema de ficheiros do disco Para que os dispositivos de armazenamento como (disquetes, pens, discos rígidos) possam funcionar, é necessário que eles tenham um sistema de ficheiros. O sistema de ficheiros é a forma de organização de dados num meio de armazenamento. Sabendo interpretar o sistema de Ficheiros de um determinado disco, o sistema operativo pode descodificá-los, lê-los ou gravá-los. Para entendermos melhor como um sistema de ficheiros funciona, podemos compará-lo com uma biblioteca. O bibliotecário organiza os livros seguindo determinadas regras, de forma que seja fácil encontrá-los, sem ocupar muitas prateleiras e assegurando sempre a sua integridade. Certamente, que vai organizá-los conforme as suas características (assuntos, ordem alfabética, etc.). Depois de organizados, ou durante a organização, o bibliotecário cria uma lista com todos os livros da biblioteca, com os títulos, localizações e códigos respectivos. Aplicando esta analogia à informática, o sistema operativo seria o bibliotecário e os clusters do disco rígido seriam as prateleiras. Assim como uma biblioteca, o sistema operativo guarda as informações em prateleiras, o tipo de cada prateleira vai depender do sistema de ficheiros. Por exemplo: Sistemas Operativos Microsoft Windows suportam: Fat16, Fat32 e NTFS. Sistemas Operativos Unix (Linux, Solaris) suportam: UFS, Ext2, Ext3, SWAP, HPFS, JFS, XFS. Sendo compatíveis entre sistemas da mesma marca, e incompatíveis entre diferentes marcas, não é possível ler ficheiros de um sistema Fat 16 para UFS. Os mais utilizados são NTFS da Microsoft, e XFS do UNIX. 34

36 XV. Limpeza e Desfragmentação do Disco Ao longo do tempo de utilização do computador, os utilizadores instalam e desinstalam programas, criam e apagam ficheiros. Este sistema que é normal faz com que os ficheiros gravados no disco rígido fiquem desorganizados. Embora não seja visível para utilizadores comuns o principal sintoma é a lentidão de abertura de programas e directórios. O desfragmentador volta a organizar tudo, para que a gravação de ficheiros do mesmo programa se encontrem mais próximos uns dos outros. A desfragmentação do disco faz-se do seguinte modo: Menu Iniciar > Todos os Programas > Acessórios > Ferramentas de sistema > Desfragmentador de Disco. Ilustração 1 - Desfragmentador de disco 35

37 XVI. Retirar publicidade do Windows Messenger Um hábito que pessoalmente achei bastante curioso na empresa foi que de todos os computadores que lá entraram para reparar, saíram sem a incómoda publicidade do Live Messenger. E, de facto, alguns clientes reparavam na diferença e até agradeciam. Com o bloco de notas abrimos o ficheiros hosts localizado em: C:/Windows/system32/drivers/etc Figura 34 Executar No final do texto do ficheiro acrescentamos as seguintes linhas de código: rad.msn.com rad.live.com Ficará com o seguinte aspecto. Figura 35 - Ficheiro hosts Desta forma é possível acabar com a publicidade incomodativa do Messenger. 36

geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.pt Impressão e acabamento: Inova 2ª edição: Março de 2006 ISBN: 989-615-024-9 Depósito legal: 240.

geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.pt Impressão e acabamento: Inova 2ª edição: Março de 2006 ISBN: 989-615-024-9 Depósito legal: 240. Reservados todos os direitos por Centro Atlântico, Lda. Qualquer reprodução, incluindo fotocópia, só pode ser feita com autorização expressa dos editores da obra. Microsoft Windows XP SP2, 2ª edição Colecção:

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