ASSUNTOS DIVERSOS ICMS - BA LEGISLAÇÃO - BA ANO XXII ª SEMANA DE AGOSTO DE 2011 BOLETIM INFORMARE Nº 33/2011

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1 ANO XXII ª SEMANA DE AGOSTO DE 2011 BOLETIM INFORMARE Nº 33/2011 ASSUNTOS DIVERSOS INCOTERMS - ALGUMAS DEFINIÇÕES Introdução - Os Incoterms - EXW - Ex Works (... Named Place ) a Partir do Local de Produção (... Local - FCA/ Free Carrier (... Named Place ) Transportador Livre (... Local - FAS/ Free Alongside Ship (... Named Port of Shipment ) Livre no Costado do Navio (... Porto de Embarque - FOB/ Free on Board (... Named Port of Shipment ) Livre a Bordo (... Porto de Embarque - CFR/ Cost And Freight (... Named Port of Destination ) Custo e Frete (... Porto de Destino - CIF/ Cost, Insurance And Freight (... Named Port of Destination ) Custo, Seguro e Frete (... Porto de Destino - CPT/ Carriage Paid to (... Named Place of Destination ) Transporte Pago Até (... Local de Destino - CIP/ Carriage And Insurance Paid to (... Named Place of Destination ) Transporte e Seguros Pagos Até (... Local de Destino - DAF/ Delivered at Frontier (... Named Place ) Entregue na Fronteira (... Local - DES/ Delivered ex Ship (... Named Port of Destination ) Entregue a Partir do Navio (... Porto de Destino - DEQ/Delivered ex Quay (... Named Port of Destination ) Entregue a Partir do Cais (... Porto de Destino - DDU/ Delivered Duty Unpaid (... Named Place of Destination ) Entregue Direitos Não Pagos (... Local de Destino - DDP/ Delivered Duty Paid (... Named Place of Destination ) Entregue Direitos Pagos (... Local de Destino - Comentários Finais... ICMS - BA REMESSA DE SACARIA OU VASILHAME - ISENÇÃO Isenção - Utilização de Via Adicional da Nota Fiscal - Código Fiscal de Operações e Prestações/ CFOP - Código de Situação Tributária/CST - Informações na Nota Fiscal... LEGISLAÇÃO - BA Decreto nº , de (DOE de ) - Política Estadual de Apoio ao Cooperativismo - Disposições... Decreto nº , de (DOE de ) - Programa Bahia do Trabalho Decente - Instituição... Pág. 223 Pág. 226 Pág. 227 Pág. 228

2 AGOSTO - Nº 33/2011 ICMS - IPI E OUTROS TRIBUTOS - BAHIA ASSUNTOS DIVERSOS Sumário 1. Introdução 2. Os Incoterms INCOTERMS Algumas Definições EXW - Ex Works (... Named Place ) a Partir do Local de Produção (... Local FCA - Free Carrier (... Named Place ) Transportador Livre (... Local FAS - Free Alongside Ship (... Named Port of Shipment ) Livre no Costado do Navio (... Porto de Embarque FOB - Free on Board (... Named Port of Shipment ) Livre a Bordo (... Porto de Embarque CFR - Cost And Freight (... Named Port of Destination ) Custo e Frete (... Porto de Destino CIF - Cost, Insurance And Freight (... Named Port of Destination ) Custo, Seguro e Frete (... Porto de Destino CPT - Carriage Paid to (... Named Place of Destination ) Transporte Pago Até (... Local de Destino CIP - Carriage And Insurance Paid to (... Named Place of Destination ) Transporte e Seguros Pagos Até (... Local de Destino DAF - Delivered at Frontier (... Named Place ) Entregue na Fronteira (... Local DES - Delivered ex Ship (... Named Port of Destination ) Entregue a Partir do Navio (... Porto de Destino DEQ - Delivered ex Quay (... Named Port of Destination ) Entregue a Partir do Cais (... Porto de Destino DDU - Delivered Duty Unpaid (... Named Place of Destination ) Entregue Direitos Não Pagos (... Local de Destino DDP - Delivered Duty Paid (... Named Place of Destination ) Entregue Direitos Pagos (... Local de Destino 3. Comentários Finais 1. INTRODUÇÃO Representados por meio de siglas (3 letras), os Termos Internacionais de Comércio tratam efetivamente de condições de venda, pois definem os direitos e obrigações mínimas do vendedor e do comprador quanto a fretes, seguros, movimentação em terminais, liberações em alfândegas e obtenção de documentos de um contrato internacional de venda de mercadorias. Por isso são também denominados cláusulas de preços, pelo fato de cada termo determinar os elementos que compõem o preço da mercadoria. Após agregados ao contrato de compra e venda, passam a ter força legal, com seu significado jurídico preciso e efetivamente determinado. Refletem, assim, a redação sumária do costume internacional em matéria de comércio, com a finalidade de simplificar e agilizar a elaboração das cláusulas dos contratos de compra e venda. Um bom domínio dos Incoterms é indispensável para que o negociador possa incluir todos os seus gastos nas transações em Comércio Exterior. Qualquer interpretação errônea sobre direitos e obrigações do comprador e vendedor pode causar grandes prejuízos comerciais para uma ou ambas as partes. Dessa forma, é importante o estudo cuidadoso sobre o termo mais conveniente para cada operação comercial, de modo a evitar incompatibilidade com cláusulas pretendidas pelos negociantes. São fixados pela Câmara de Comércio Internacional - CCI. A publicação da CCI que atualmente trata dos Incoterms é a de nº 560, de OS INCOTERMS EXW - Ex Works (... Named Place ) a Partir do Local de Produção (... Local Nesse termo o exportador encerra sua participação no negócio quando acondiciona a mercadoria na embalagem de transporte (caixa, saco, etc.) e a disponibiliza, no prazo estabelecido, no seu próprio estabelecimento. Assim, cabe ao importador estrangeiro adotar todas as providências para retirada da mercadoria do estabelecimento do exportador, transporte interno, embarque para o Exterior, licenciamentos, contratações de frete e de seguro internacionais, etc. O termo EXW não deve ser utilizado quando o vendedor não está apto para, direta ou indiretamente, obter os documentos necessários à exportação da mercadoria. Como se pode observar, o comprador assume todos os custos e riscos envolvidos no transporte da mercadoria do local de origem até o de destino. 2.2 FCA - Free Carrier (... Named Place ) Transportador Livre (... Local Nesse termo o vendedor (exportador) completa suas obrigações quando entrega a mercadoria, pronta para exportação, aos cuidados do transportador internacional indicado pelo comprador, no local designado do país de origem. 223

3 ICMS - IPI E OUTROS TRIBUTOS - BAHIA Por conseguinte, cabe ao comprador (importador) contratar frete e seguro internacionais. Esse termo pode ser utilizado em qualquer modalidade de transporte. 2.3 FAS - Free Alongside Ship (... Named Port of Shipment ) Livre no Costado do Navio (... Porto de Embarque Nesse termo a responsabilidade do vendedor se encerra quando a mercadoria é colocada ao longo do costado do navio transportador, no porto de carga. A contratação do frete e do seguro internacionais fica por conta do comprador. Esse termo só pode ser utilizado no transporte aquaviário (marítimo, fluvial ou lacustre) FOB - Free on Board (... Named Port of Shipment ) Livre a Bordo (... Porto de Embarque Nesse termo a responsabilidade do vendedor sobre a mercadoria vai até o momento da transposição da amurada do navio ( ship s rail ), no porto de embarque, muito embora a colocação da mercadoria a bordo do navio seja também, em princípio, tarefa a cargo do vendedor. Ressalte-se que o transportador internacional é contratado pelo comprador (importador). Logo, na venda FOB o exportador precisa conhecer qual o termo marítimo acordado entre o comprador e o armador, a fim de verificar quem deverá cobrir as despesas de embarque da mercadoria. Esse termo só pode ser utilizado no transporte aquaviário (marítimo, fluvial ou lacustre). 2.5 CFR - Cost And Freight (... Named Port of Destination ) Custo e Frete (... Porto de Destino Nesse termo o vendedor assume todos os custos anteriores ao embarque internacional, bem como a contratação do frete internacional, para transportar a mercadoria até o porto de destino indicado. Destaque-se que os riscos por perdas e danos na mercadoria são transferidos do vendedor para o comprador ainda no porto de carga (igual ao FOB, na ship s raill ). Assim, a negociação (venda propriamente dita) está ocorrendo ainda no país do vendedor. Esse termo só pode ser usado no transporte aquaviário (marítimo, fluvial ou lacustre). AGOSTO - Nº 33/ CIF - Cost, Insurance And Freight (... Named Port of Destination ) Custo, Seguro e Frete (... Porto de Destino Nesse termo o vendedor tem as mesmas obrigações que no CFR e, adicionalmente, tem que contratar o seguro marítimo contra riscos de perdas e danos durante o transporte. Como a negociação ainda está ocorrendo no país do exportador (a amurada do navio, no porto de embarque, é o ponto de transferência de responsabilidade sobre a mercadoria), o comprador deve observar que no termo CIF o vendedor somente é obrigado a contratar seguro com cobertura mínima. Esse termo só pode ser usado no transporte aquaviário (marítimo, fluvial ou lacustre). 2.7 CPT - Carriage Paid to (... Named Place of Destination ) Transporte Pago Até (... Local de Destino Nesse termo o vendedor contrata o frete pelo transporte da mercadoria até o local designado. Os riscos de perdas e danos na mercadoria, bem como quaisquer custos adicionais devidos a eventos ocorridos após a entrega da mercadoria ao transportador, são transferidos pelo vendedor ao comprador, quando a mercadoria é entregue à custódia do transportador. Esse termo pode ser usado em qualquer modalidade de transporte, inclusive multimodal. 2.8 CIP - Carriage And Insurance Paid to (... Named Place of Destination ) Transporte e Seguros Pagos Até (... Local de Destino Nesse termo o vendedor tem as mesmas obrigações definidas no CPT e, adicionalmente, arca com o seguro contra riscos de perdas e danos da mercadoria durante o transporte internacional. O comprador deve observar que no termo CIP o vendedor é obrigado apenas a contratar seguro com cobertura mínima, posto que a venda (transferência de responsabilidade sobre a mercadoria) se processa no país do vendedor. Esse termo pode ser usado em qualquer modalidade de transporte, inclusive multimodal. 224

4 AGOSTO - Nº 33/ DAF - Delivered at Frontier (... Named Place ) Entregue Na Fronteira (... Local Nesse termo o vendedor completa suas obrigações quando entrega a mercadoria, pronta para a exportação, em um ponto da fronteira indicado e definido de maneira mais precisa possível. A entrega da mercadoria ao comprador ocorre em um ponto anterior ao posto alfandegário do país limítrofe. O termo DAF pode ser utilizado em qualquer modalidade de transporte. Contudo, ele é usualmente empregado quando a modalidade de transporte é terrestre (rodoviária ou ferroviária) DES - Delivered ex Ship (... Named Port of Destination ) Entregue a Partir do Navio (... Porto de Destino Nesse termo o vendedor completa suas obrigações quando a mercadoria é entregue ao comprador a bordo do navio, no porto de descarga. O vendedor assume todos os custos e riscos durante a viagem internacional. A retirada da mercadoria do navio e o desembaraço para importação devem ser providenciados pelo comprador (importador). Esse termo só pode ser usado no transporte aquaviário (marítimo, fluvial ou lacustre) DEQ - Delivered ex Quay (... Named Port of Destination ) Entregue a Partir do Cais (... Porto de Destino Nesse termo o vendedor completa suas obrigações quando tiver a mercadoria sido colocada à disposição do comprador, no cais do porto de descarga. O vendedor assume todos os riscos de perdas e danos da mercadoria durante a viagem internacional. O comprador tem que pagar os impostos e encargos do país de destino. Esse termo só pode ser usado no transporte aquaviário (marítimo, fluvial ou lacustre) DDU - Delivered Duty Unpaind (... Named Place of Destination ) Entregue Direitos Não Pagos (... Local de Destino Nesse termo o vendedor somente cumpre sua obrigação de entrega quando a mercadoria tiver sido posta em disponibilidade no local designado do país de destino final. Todos os riscos de perdas e danos das mercadorias ICMS - IPI E OUTROS TRIBUTOS - BAHIA são assumidos pelo vendedor até a entrega no local designado, à exceção de impostos, taxas e demais encargos oficiais incidentes na importação e dos custos e riscos do desembaraço de formalidades alfandegárias. Esse termo pode ser utilizado em qualquer modalidade de transporte, inclusive multimodal DDP - Delivered Duty Paid (... Named Place of Destination ) Entregue Direitos Pagos (... Local de Destino Nesse termo o vendedor somente cumpre sua obrigação de entrega quando a mercadoria tiver sido posta em disponibilidade no local designado do país de destino final. O vendedor assume todos os riscos e custos, inclusive impostos, taxas e outros encargos incidentes na importação. Ao contrário do termo EXW, que representa o mínimo de obrigações para o vendedor, o DDP acarreta o máximo de obrigações para o vendedor. O termo DDP não deve ser utilizado quando o vendedor não está apto para, direta ou indiretamente, obter os documentos necessários à importação da mercadoria. Esse termo pode ser utilizado em qualquer modalidade de transporte, inclusive multimodal. 3. COMENTÁRIOS FINAIS O ideal é que o exportador possa realizar negócios cuja entrega se processe no país do comprador, posto que, dessa forma, ele está ampliando seu poder de barganha. Em outras palavras, o exportador, ao assumir responsabilidades na negociação, está possibilitando o crescimento de sua margem de lucro. Todavia, existem mais Incoterms nos quais os riscos decorrentes do transporte internacional são afetos ao comprador do que com risco para o vendedor. As razões para isso são: as dificuldades de transporte enfrentadas até hoje, que assustam o vendedor, fazendo com que tente se eximir das responsabilidades de escoamento das mercadorias e o fato de o vendedor ficar numa posição menos confortável para cobrar o pagamento do comprador após a chegada das mercadorias no destino. Quando o termo internacional de comércio exige que o negociador brasileiro efetue remessas ao Exterior para custear despesas de sua responsabilidade perante o Incoterm negociado, em geral há que ser obtida manifestação favorável da Secretaria de Comércio Exterior - SECEX para a remessa financeira. Fundamentos Legais Informações da Receita Federal do Brasil. 225

5 ICMS - IPI E OUTROS TRIBUTOS - BAHIA AGOSTO - Nº 33/2011 ICMS - BA REMESSA DE SACARIA OU VASILHAME Isenção Sumário 1. Isenção 2. Utilização de Via Adicional da Nota Fiscal 3. Código Fiscal de Operações e Prestações - CFOP 4. Código de Situação Tributária - CST 5. Informações na Nota Fiscal 1. ISENÇÃO São isentas do ICMS as saídas de vasilhames, recipientes ou embalagens, inclusive sacaria: a) que deva retornar ao estabelecimento remetente ou a outro do mesmo titular em condições de reutilização, nas seguintes hipóteses: a.1) quando, acondicionando mercadoria, não for cobrado do destinatário, ou não for computado no valor da respectiva operação; a.2) quando, remetido vazio, objetivar o acondicionamento de mercadoria que tiver por destinatário o próprio remetente dele; b) em retorno ao estabelecimento do remetente ou a outro do mesmo titular, ou a depósito em seu nome; c) decorrente da destroca de botijões vazios destinados ao acondicionamento de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), promovida por distribuidor de gás, como tal definido pela Legislação Federal específica, seus revendedores credenciados e pelos estabelecimentos responsáveis pela destroca dos botijões. 2. UTILIZAÇÃO DE VIA ADICIONAL DA NOTA FISCAL Na saída de vasilhames, recipientes ou embalagens, inclusive sacaria, em retorno ao estabelecimento do remetente ou a outro do mesmo titular, ou a depósito em seu nome, em substituição à emissão da Nota Fiscal, poderá ser utilizada via adicional do documento que acompanhou a operação de remessa, vedado o uso de cópia reprográfica. 3. CÓDIGO FISCAL DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES - CFOP Nas remessas e devoluções de vasilhames e sacarias o estabelecimento utilizará os seguintes CFOP nas operações internas e interestaduais: Saídas Saídas Internas Interestaduais Entradas Internas 4. CÓDIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA - CST Nas remessas e devoluções de vasilhames e sacarias o estabelecimento utilizará o seguinte CST: Tabela A - Origem da Mercadoria 0 - Nacional 1 - Estrangeira - Importação direta 2 - Estrangeira - Adquirida no mercado interno Tabela B - Tributação Pelo ICMS 40 - Isenta Entradas Interestaduais Logo, o CST a ser aposto na Nota Fiscal será: se a mercadoria for nacional; se a mercadoria for estrangeira e importada diretamente; se a mercadoria for estrangeira adquirida no mercado interno. 5. INFORMAÇÕES NA NOTA FISCAL Na emissão do documento fiscal, além das demais exigências, o contribuinte deverá informar no campo Informações Complementares o fundamento legal que prevê a isenção do imposto. Fundamentos Legais: Convênio ICMS nº 88/1991. Remessa de vasilhame ou sacaria Classificamse neste código as remessas de vasilhame ou sacaria. Devolução de vasilhame ou sacaria Classificamse neste código as saídas por devolução de vasilhame ou sacaria. - - Entrada de vasilhame ou sacaria Classificam-se neste código as entradas de vasilhame ou sacaria. Retorno de vasilhame ou sacaria Classificam-se neste código as entradas em retorno de vasilhame ou sacaria. 226

6 AGOSTO - Nº 33/2011 ICMS - IPI E OUTROS TRIBUTOS - BAHIA LEGISLAÇÃO - BA POLÍTICA ESTADUAL DE APOIO AO COOPERATIVISMO DISPOSIÇÕES DECRETO Nº , de (DOE de ) Regulamenta a Lei nº , de 26 de janeiro de 2009, que instituiu a Política Estadual de Apoio ao Cooperativismo. O GOVERNADOR DO ESTADO DA BAHIA, no uso da atribuição que lhe confere o inciso V do art. 105 da Constituição Estadual, e tendo em vista o disposto no art. 17 da Lei nº , de 26 de janeiro de 2009, decreta: Art. 1º - A Política Estadual de Apoio ao Cooperativismo, instituída pela Lei nº , de 26 de janeiro de 2009, consiste num conjunto de princípios, diretrizes, regras e ações para incentivo, fomento, estímulo e apoio à atividade cooperativista no Estado. Art. 2º - As cooperativas beneficiárias da Política Estadual de Apoio ao Cooperativismo deverão ter sede e atuação no Estado da Bahia e estarem constituídas de acordo com a legislação pertinente. Art. 3º - Incumbe aos órgãos e entidades da Administração direta e indireta do Estado, no âmbito das respectivas competências, prover, de forma integrada, as ações da Política Estadual de Apoio ao Cooperativismo, em especial: I - à Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte: a) prestar assistência educativa e técnica às cooperativas sediadas no Estado, considerando a diversidade de sua atuação; b) assessorar tecnicamente e operacionalmente a constituição e o funcionamento de cooperativas, estimulando a modalidade cooperativista de organização social, econômica e cultural nos diversos ramos da atividade; c) promover, em conjunto com órgãos e entidades, cursos de capacitação sobre gestão e administração das cooperativas para dirigentes e associados das mesmas; d) viabilizar a estrutura administrativa e de infraestrutura que possa permitir o bom funcionamento do Conselho Estadual de Cooperativismo; e) criar um Cadastro Geral das Cooperativas situadas no Estado da Bahia; f) exercer a coordenação das atividades de secretaria do Conselho Estadual de Cooperativismo; II - à Secretaria da Educação: a) incentivar a introdução de práticas cooperativistas entre estudantes da rede estadual, especialmente as que promovam a atividade coletiva e a mútua ajuda, bem como a responsabilidade social em relação à comunidade local e ao Estado; b) introduzir o tema da cooperação e do mundo do trabalho nos cursos de formação dos professores da rede pública do Estado; c) incentivar o desenvolvimento de atividades e projetos de pesquisa, extensão e especialização sobre cooperação no mundo do trabalho; d) estimular a constituição de cooperativas educacionais, envolvendo professores, pais, alunos e outros parceiros; e) incentivar e apoiar instituições estaduais de ensino superior e incentivar as demais instituições públicas e privadas a viabilizarem cursos de especialização, pesquisa e extensão em temas relacionados à cultura da cooperação no mundo do trabalho, inclusive em nível de pós-graduação; f) promover a inclusão de estudos sobre cooperativismo nos ensinos fundamental, médio e superior, integrantes do sistema estadual de ensino, bem como na educação profissional e tecnológica; III - à Secretaria da Fazenda: a) analisar as demandas de cada segmento cooperativista relacionadas aos tributos estaduais, propor a adoção das medidas necessárias, no âmbito do Poder Executivo Estadual, e implementar as medidas de sua competência; b) encaminhar à Comissão Técnica Permanente do ICMS que assessora o Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ propostas de acordos interestaduais para implementação de incentivos fiscais que tenham por objeto as atividades cooperativas; IV - à Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária: a) prestar apoio à execução de projetos de assistência técnica às cooperativas da agricultura familiar, aquicultura, pesca, e mariscagem e agropecuárias sediadas no Estado; b) assessorar técnica e operacionalmente as cooperativas mencionadas na alínea a deste inciso; c) promover, em conjunto com órgãos públicos e entidades públicas e privadas, cursos de capacitação sobre gestão e administração das cooperativas, para seus dirigentes, associados e colaboradores; IV - Ao Conselho Deliberativo do Fundo de Desenvolvimento Social e Econômico - FUNDESE, efetuar os ajustes necessários, no âmbito dos seus programas, destinados a financiar os programas de estímulo ou promoção das cooperativas localizadas no Estado da Bahia; V - À Agência de Fomento do Estado da Bahia S.A. - DESENBAHIA, na qualidade de gestora do FUNDESE, desenvolver e operacionalizar linhas de créditos específicas, no âmbito dos programas do FUNDESE, destinados ao financiamento de capital de giro e de investimento fixo e misto para cooperativas e seus associados, inclusive para aquisição de cotas parte. 1º - Para a consecução dos projetos e ações da Política Estadual de Apoio ao Cooperativismo, os órgãos e entidades indicados no caput deste artigo poderão celebrar, nas áreas de suas competências, convênios e parcerias com o setor cooperativista. 2º - Compete aos órgãos e entidades da Administração direta e indireta do Estado contribuir para a promoção do estreitamento das relações das cooperativas entre si, com seus parceiros e com o Poder Público Estadual. 227

7 ICMS - IPI E OUTROS TRIBUTOS - BAHIA Art. 4º - Para os fins do tratamento diferenciado de que trata o art. 8º da Lei nº , de 26 de janeiro de 2009, serão consideradas cooperativas de pequeno porte ou que atuem em segmentos mais frágeis da economia aquelas que: I - tiveram, no exercício financeiro anterior, ingresso total ou proporcional de até R$ ,00 (três milhões e seiscentos mil reais); II - estejam constituídas há pelo menos 01 (um) ano, nos termos da lei civil. Art. 5º - Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Palácio do Governo do Estado da Bahia, em 08 de agosto de Jaques Wagner Governador Eva Maria Cella Dal Chiavon Secretária da Casa Civil Nilton Vasconcelos Júnior Secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte Eduardo Seixas de Salles Secretário da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária Osvaldo Barreto Filho Secretário da Educação Carlos Martins Marques de Santana Secretário da Fazenda James Silva Santos Correia Secretário da Indústria, Comércio e Mineração Wilson Alves de Brito Filho Secretário de Desenvolvimento e Integração Regional PROGRAMA BAHIA DO TRABALHO DECENTE INSTITUIÇÃO DECRETO Nº , de (DOE de ) Institui o Programa Bahia do Trabalho Decente - PBTD. O GOVERNADOR DO ESTADO DA BAHIA, no uso de suas atribuições, decreta: Art. 1º - Fica instituído o Programa Bahia do Trabalho Decente - PBTD, com a finalidade de desenvolver ações conjuntas para promover o trabalho decente no Estado. Parágrafo único - O Programa de que trata este Decreto busca atingir aos princípios inerentes ao trabalho decente, bem como garantir um trabalho adequadamente remunerado, exercido em condições de liberdade, equidade e segurança, capaz de assegurar uma vida digna. Art. 2º - O Programa Bahia do Trabalho Decente, construído através de consultas públicas, consiste em um conjunto de Planos de Ação para a implementação da Agenda Bahia do Trabalho Decente - ABTD, em seus diversos eixos prioritários, conforme disposto nos Anexos I a VII deste Decreto. AGOSTO - Nº 33/2011 1º - O Programa de que trata este Decreto foi avaliado e aprovado pelo Comitê Gestor para o Programa Bahia do Trabalho Decente, instância tripartite constituída para este fim, através do Decreto n , de 06 de outubro de º - A Agenda Bahia do Trabalho Decente - ABTD é um compromisso coletivo para a promoção da centralidade do trabalho e a sua valorização no Estado da Bahia, incluindo o estímulo de políticas e ações que corroborem com a estratégia de colocar o trabalho como vetor de inclusão social e desenvolvimento, baseado nos seguintes preceitos: I - respeito aos princípios e direitos fundamentais no trabalho; II - geração de mais e melhores empregos; III - extensão da proteção social; IV - promoção do diálogo social. 3º - A Agenda Bahia do Trabalho Decente segue as 03 (três) diretrizes da Agenda Nacional do Trabalho Decente: I - gerar mais e melhores empregos, com igualdade de oportunidades e de tratamento; II - erradicar o trabalho escravo e eliminar o trabalho infantil, em especial em suas piores formas; III - fortalecer os atores tripartites e o diálogo social como um instrumento de governabilidade democrática. Art. 3º - O Programa Bahia do Trabalho Decente traz estratégias para alcançar os resultados esperados previstos na Agenda Bahia do Trabalho Decente dos seguintes eixos prioritários: I - Erradicação do Trabalho Infantil; II - Erradicação do Trabalho Escravo; III - Saúde e Segurança do Trabalhador; IV - Promoção da Igualdade da Pessoa com Deficiência; V - Promoção da Igualdade de Gênero e Raça; VI - Trabalho Doméstico; VII - Juventude; VIII - Serviço Público; IX - Empregos Verdes. Art. 4º - O Programa Bahia do Trabalho Decente é composto pelo conjunto dos seguintes Planos de Ação: I - Plano Estadual de Prevenção e Eliminação do Trabalho Infantil e Proteção do Adolescente Trabalhador; II - Plano Estadual de Combate ao Trabalho Escravo; III - Plano de Ação do Eixo Saúde e Segurança do Trabalhador; 228

8 AGOSTO - Nº 33/2011 IV - Plano Estadual de Promoção da Igualdade no Trabalho da Pessoa com Deficiência; V - Plano Estadual do Eixo Promoção da Igualdade de Gênero e Raça no Trabalho; VI - Plano Estadual de Valorização do Trabalho Doméstico; VII - Plano Estadual de Juventude e Trabalho. 1º - Os Planos de Ação dos Eixos Serviço Público e Empregos Verdes, quando finalizados, integrarão o Programa Bahia do Trabalho Decente, sendo as respectivas Câmaras Temáticas responsáveis pela sua conclusão. 2º - Cada Plano de Ação está organizado em 05 (cinco) áreas básicas, como: Conhecimento, Comunicação, Legislação, Ação Institucional e Qualificação. Art. 5º - As ações do Programa Bahia do Trabalho Decente têm como base a transversalidade e serão desenvolvidas priorizando a cooperação, a articulação interinstitucional e a atuação em parceria, compatibilizando metas e competências e direcionando-as para um objetivo comum. Parágrafo único - O Programa Bahia do Trabalho Decente envolverá, na sua execução, instituições, órgãos e entidades do mundo do trabalho, com o objetivo de desenvolver diretrizes e estratégias conjuntas, como forma de potencializar os recursos e otimizar os resultados. Art. 6º - Caberá ao Comitê Gestor para o Programa Bahia do Trabalho Decente acompanhar, monitorar e avaliar a implementação do Programa, estabelecendo prazos e metas, além de promover o diálogo e a articulação entre os órgãos e entidades envolvidos, com o objetivo de garantir a execução das ações. 1º - Para o cumprimento do disposto no caput deste artigo, o Comitê Gestor desenvolverá suas atividades através de Câmaras Temáticas correspondentes a cada um dos eixos prioritários, coordenadas por Secretarias Estaduais integrantes do Comitê Gestor, na forma prevista em seu Regimento Interno. 2º - No caso do Plano Estadual de Combate ao Trabalho Escravo, o acompanhamento do Programa Bahia do Trabalho Decente caberá à Comissão Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo - COETRAE/ BA, instituída pelo Decreto nº , de 22 de setembro de Art. 7º - Caberá à Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte - SETRE, que exerce as funções de coordenação e de Secretaria Executiva do Comitê Gestor, informar, semestralmente, à Casa Civil, acerca da execução das ações sob responsabilidade das Secretarias Estaduais. Art. 8º - Compete às Secretarias Estaduais que coordenam as Câmaras Temáticas informar, mensalmente, nas reuniões do Comitê Gestor o andamento da execução das ações previstas em cada Plano de Ação do Programa Bahia do Trabalho Decente. Art. 9º - Cada Plano de Ação dos eixos prioritários terá como órgão responsável a Secretaria Estadual coordenadora da respectiva Câmera Temática, para fins de promover a articulação interinstitucional e garantir a execução das ações, bem como o acompanhamento e o monitoramento do Plano de Ação, na forma prevista neste Decreto, conforme estabelecido em seus respectivos Anexos. 1º - Cada ação específica prevista nos Planos de Ação dos eixos prioritários será de responsabilidade de uma Secretaria Estadual ICMS - IPI E OUTROS TRIBUTOS - BAHIA integrante do Comitê Gestor do Programa Bahia do Trabalho Decente, na forma prevista nos respectivos Anexos, constantes deste Decreto. 2º - Quando a competência para executar a ação prevista no Programa Bahia do Trabalho Decente for de Secretaria Estadual que não integre o Comitê Gestor, caberá à Secretaria Estadual responsável pelo Plano de Ação, coordenadora da respectiva Câmara Temática, fazer a articulação, na forma prevista no art. 5º deste Decreto, visando garantir o cumprimento da ação. 3º - Quando a competência para executar alguma ação prevista no Programa Bahia do Trabalho Decente extrapolar as atribuições do Governo do Estado, caberá à Secretaria responsável, na forma definida no caput deste artigo, promover a articulação e a parceria com órgãos, instituições ou entidades com competência para desenvolver a ação. Art Os órgãos do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, do Ministério Público, da Defensoria Pública do Estado da Bahia e do Poder Executivo Federal que não integram o Comitê Gestor do Programa Bahia do Trabalho Decente poderão aderir ao Programa Bahia do Trabalho Decente. Art As Secretarias Estaduais serão responsáveis pela adequação do seu orçamento, de acordo com os limites e competências de cada instituição, para cumprimento das ações previstas nos Anexos integrantes deste Decreto. Art A Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte - SETRE expedirá os atos complementares necessários ao cumprimento deste Decreto. Art Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Palácio do Governo do Estado da Bahia, em 08 de agosto de Jaques Wagner Governador Eva Maria Cella Dal Chiavon Secretária da Casa Civil Nilton Vasconcelos Júnior Secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte Carlos Alberto Lopes Brasileiro Secretário de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza Osvaldo Barreto Filho Secretário da Educação Jorge José Santos Pereira Solla Secretário da Saúde Almiro Sena Soares Filho Secretário da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos Elias de Oliveira Sampaio Secretário de Promoção da Igualdade Racial Manoel Vitório da Silva Filho Secretário da Administração Paulo Francisco de Carvalho Câmera NOTA -Anexo publicado no DOE de

9 ACRE Rio Branco - Capital (62) BAHIA Salvador - Capital (71) CEARÁ Fortaleza - Capital (41) ESPÍRITO SANTO Vitória - Capital (41) DISTRITO FEDERAL Brazilândia, Paranoá, Planaltina, Taguatinga, Gama, Sobradinho, Ceilândia, Guará, Núcleo Bandeirante, Samambaia, Cruzeiro, Santa Maria, Recanto das Emas, Riacho Fundo, São Sebastião, Cidade Ocidental, Lusiânia, Novo Gama, Valparaiso de Goiás, Parque Estrela D água, Jardim do Ingá, Céu Azul, Cedro, Cruzeiro, Jardim Planalto, Jóquei Club, Lado Azul, Pacaembu, Parque Alvorada I, Pedregal I, Pedregal II, Povoado Mesquita, Cidade Osfaya, Maniratuba, Parque Sol Nascente, Distrito Industrial (61) de Luziani, Estância D Oeste, Três Vendas, Expansão do Novo Gama, Parque Ipê, Parque Santa Rita de Cássia, Americanos, Mandiocal, Mato Grande, Gamelas, Capelinha, Ribeirão das Taipas, Gamelas de Baixo, Vila Zeina, América do Sul, Jardim Bandeirantes, Bairro Grande Vale, Bairro Residencial Alvorada, Bairro Núcleo Residencial Brás, Bairro Vale das Andorinhas e Bairro Jardim Edite. GOIÁS Aragoiania, Goianira, Senador Ganedo, Trindade, Aparecida de Goiânia, Abadia de Goias, Oloana, (62) Santa Maria, Santa Amalia, Ribeirão do Meio, Vila Rica, Cedro, Serra Abaixo e Aragonia. MATO GROSSO Cuiabá - Capital (65) MATO GROSSO DO SUL Campo Grande - Capital (67) MINAS GERAIS Belo Horizonte - Capital (31) Belo Horizonte - Capital (31) Betim - Contagem - Ibirite - Nova Lima - Ribeirão Das Neves - Sabara - Sete Lagoas - Santa Luzia - (31) Vespasiano Juiz de Fora (32) Governador Valadares (33) Governador Valadares (33) Uberlândia (34) Araguari - Arapora - Araxa - Campina Verde - Campo Florido - Canapolis - Capinopolis - Carmo Do Paranaiba - Carneirinho - Centralina - Conceicao Das Alagoas - Frutal - Itapagipe - Ituiutaba - Iturama - Lagoa Grande - Lagoa Formosa - Limeira Do Oeste - Nova Ponte - Patos De Minas - Patrocinio - Planura - (34) Prata - Presidente Olegario - Rio Paranaiba - Santa Juliana - Santa Vitoria - Sao Francisco De Sales - Tupaciguara - Uberaba - Uberlandia - Uniao De Minas - Usina Mascarenhas De Moraes - Vazante - Zelandi Areado - Ibiraci - Monte Santo de Minas (35) Ibiraci (35) Araujos - Campos Altos - Corrego Danta - Divinopolis -Iguatama- Luz - Nova Serrana - (37) Papagaios - Para de Minas - Pitangui PARÁ Belém - Capital (41) PARANÁ TELEFONES PARA CONSULTORIA INFORMARE Curitiba - Capital (41) Curitiba - Capital (41) Almirante Tamandare - Araucária - Campo Largo - Campo Magro - Colombo - Curitiba - Fazenda Rio (41) Grande - Pinhais - Piraquara - São José Dos Pinhais Paranaguá (41) Londrina (43) Maringá (44) Maringá (44) Cascavel (45) RIO DE JANEIRO Rio de Janeiro - Capital (21) Rio de Janeiro - Capital (21) Rio de Janeiro - Capital (21) Belford Roxo - Duque de Caxias - Mage - Mesquita - Nilópolis - Niterói - Nova Iguaçu - Queimados - São (21) Gonçalo - São João de Meriti - Seropedica Macaé - Nova Friburgo (22) RIO GRANDE DO SUL Porto Alegre (51) Osório (51) Três Coroas (51) Beto Gonçalves (54) Canela (54) Carlos Barbosa (54) Caxias (54) Gramado (54) Nova Petrópolis (54) Nova Prata (54) São Marcos (54) Veranópolis (54) RONDÔNIA Porto Velho - Capital (62) SANTA CATARINA Florianópolis (48) Blumenau (47) Joinvile (47) SÃO PAULO São Paulo - Capital (11) São Paulo - Capital (11) Barueri - Biritiba-Mirim - Caieras - Cajamar - Carapicuiba - Cotia - Diadema - Embu - Embu-Guaçu - Ferraz de Vasconcelos - Francisco Morato - Franco da Rocha - Guararema - Guarulhos - Itapecerica da Serra - Itapevi - Itaquaquecetuba - Jandira - Juquitiba - Mairipora - Maua - Moji Das Cruzes - Osasco - Pirapora do Bom Jesus - Poa - Ribeirão Pires - Rio Grande da Serra - Salesópolis - Santa Izabel - Santana De Parnaiba - Santo Andre - São Bernardo do Campo - São Caetano do Sul - São Lorenço Da Serra - Suzano - Taboão da Serra - Vargem Grande Paulista (11) Jundiaí (11) Jundiaí - Itupeva - Campo Limpo Paulista - Varzéa Paulista (11) Itu (11) São José Dos Campos (12) São José Dos Campos - Jacareí - Roseira (12) Santos (13) Cubatão - Guarujá - Itanhaem - Mongagua - Peruíbe - Praia Grande - Santos - São Vicente (13) Marília (14) Sorocaba (15) Tieté (15) Ribeirão Preto (16) Aramina - Batatais - Brodosqui - Buritizal - Cravinhos - Franca - Guara - Guatapara - Pua - Ituverava - Jaboticabal - Jardinópolis - Morro Agudo (16) Sales Moreira - São Carlos - São Joaquim da Barra - São Simão - Sertãozinho São José do Rio Preto - Catanduva - Colombia - Guaíra (17) Campinas (19) Indaiatuba (19) Americana - Campinas - Hortolândia - Limeira - Nova Odessa - Paulinia - Indaiatuba - Santa Bárbara (19) D'Oeste - Sumare - Valinhos - Vinhedo Piracicaba (19) Vinhedo (19)

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