APOSTILA DO CURSO PRESENCIAL SOBRE APOSENTADORIA ESPECIAL

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1 APOSTILA DO CURSO PRESENCIAL SOBRE APOSENTADORIA ESPECIAL 1. Conceito de Aposentadoria Especial. A aposentadoria é o gênero; a aposentadoria por invalidez, por idade, por tempo de serviço e especial são as espécies. Na aposentadoria especial o tempo necessário para a aposentadoria é reduzido em razão da exposição do segurado a agentes nocivos prejudiciais à sua saúde ou integridade física. Visa compensar o desgaste resultante dessa exposição. Conforme consta na legislação previdenciária que a aposentadoria especial, cumprida a carência exigida, será devida ao segurado empregado, trabalhador avulso e ao contribuinte individual, este último somente quando cooperado filiado à cooperativa de trabalho ou de produção, que tenha trabalhado durante 15, 20 ou 25 cinco anos, sujeito a condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física. No entanto, a TNU decidiu que a Aposentadoria Especial é devida ao contribuinte individual, não cooperado: Súmula 62 da TNU: O segurado contribuinte individual pode obter reconhecimento de atividade especial para fins previdenciários, desde que consiga comprovar exposição a agentes nocivos à saúde ou à integridade física." 2. Alteração da legislação sobre o tema (Decreto nº /64; Decreto nº /79; Lei nº 8.213/1991; Lei nº 9.032/95; Lei nº 9.528/97; Lei 9.732/98; Decreto nº 2.172/97; Decreto nº 3.048/99, Decreto 4.882/03; Decreto nº 8.123/2013). É importante o conhecimento da legislação previdenciária porque na análise do caso concreto, aplica-se a legislação vigente na época da prestação da atividade, conforme dispõe o Decreto nº 4.827, de 03 de setembro de 2003 (sucessão de leis). 1

2 Art.1º O art. 70 do Regulamento da Previdência Social, aprovado pelo Decreto nº 3.048, de 6 de maio de 1999, passa a vigorar com a seguinte redação: 1º A caracterização e a comprovação do tempo de atividade sob condições especiais obedecerá ao disposto na legislação em vigor na época da prestação do serviço. A aposentadoria especial foi criada pela Lei nº 3.807/60, sofreu muitas alterações e, hoje, está disciplinada nos artigos 57 e 58 da lei nº 8.213, de 24 de julho de Embora a Emenda Constitucional nº 20, de 1998, tenha previsto a edição de Lei Complementar, a eficácia das atuais disposições é mantida pelo art. 15 da mesma emenda, enquanto não for editada lei complementar dispondo sobre a questão. O primeiro Decreto nº A, de continha, em Anexo, quadro relacionando os serviços penosos, insalubres ou perigosos. I - Decreto nº , de : Quadro anexo relacionando os serviços e atividades profissionais classificados como insalubres, perigosos ou penosos. Quadro anexo a que se refere o art. 2º do Decreto /64 Código Campo de aplicação Serviços e atividades Profissionais C1 T2 Observaçõ es AGENTES FÍSICOS Calor Frio Operações em locais com temperatura excessivamente alta capaz de ser nociva à saúde e proveniente de fontes artificiais Operação em locais Trabalhos de tratamento térmico ou em ambientes excessivamente quentes. Forneiros, foguistas fundidores, forjadores, calandristas, operadores de cabines cinematográficas e outros. Trabalhos na indústria do frio operadores de câmaras frigoríficas e I 25 Jornada normal em locais com temperatur a acima de 28º. Artigos 165, 187 e 234, da CLT, Port. Ministeriais 30 de e 262 de Jornada normal em locais com temperatur a inferior a 2

3 1.1.3 Umidade com temperaturas excessivamente baixa, capaz de ser nociva à saúde e proveniente de fontes artificiais. Operações em locais com umidade lavadores, excessiva, capaz de ser nociva à saúde e proveniente de fontes artificiais. outros I 25 12º centígrado s. Arts. 165, 187 da CLT, e Portaria Ministerial 262 de Trabalhos em contato direto e permanente com água tintureiros, operários nas salinas e outros. I 25 Jornada normal em locais com umidade excessiva. Art. 187 da CLT e Port. Ministerial 262 de C1: Classificação: I = Insalubre T2 = Tempo de trabalho mínimo em anos. Pg = Perigoso Pe = Penoso Código Campo de aplicação Serviços e atividades Profissionais Radiação Trabalhos expostos a Radiações para fins industriais, Operações em locais diagnósticos com radiações capazes de serem nocivas à saúde infravermelho, ultravioleta, raios X, rádio e substâncias radioativas Trepidação Operações com trepidações capazes de serem nocivos à saúde e terapêuticos Operadores de raios X, de rádium e substâncias radioativas, soldadores com arco elétrico e com oxiacetileno, aeroviário, de manutenção de aeronaves e motores, turbo- hélices e outros. Trepidações e vibrações Industriais operadores de perfuratrizes e marteletes pneumáticos e outros. C1 T2 Observaçõ es I 25 I 25 Jornada normal ou especial fixada em lei. Lei de ; Lei de ; Art. 187 CLT. Decreto de e Port. Ministerial 262 de Jornada normal com máquinas acionadas a ar comprimido e velocidade 3

4 Código Campo de aplicação Serviços e atividades Profissionais Ruído Pressão Operações em locais com ruído excessivo capaz de ser nocivo à saúde. Operações em locais com pressão atmosférica anormal capaz de ser nociva à saúde Eletricidade Operações em locais com eletricidade em condições de perigo de vida. Trabalhos sujeitos aos efeitos de ruídos industriais excessivos caldeireiros, operadores de máquinas I 25 pneumáticas, de motores, turbinas e outros. Trabalhos em ambiente com alta ou baixa pressão- I 25 Escafandristas, mergulhadores, operadores em caixões ou tubulações pneumáticas e outros. Trabalhos permanentes em instalações ou equipamentos elétricos com Pg 25 risco de acidentes- Eletricistas, cabistas, montadores e outros. C1 T2 Observaçõ es acima de 120 golpes por minuto. Art. 187 CLT. Port. Ministerial 262, de Jornada normal ou especial fixada em lei, em locais, com ruídos acima de 80 decibéis. Decreto de Portaria Ministerial 262 de e Art. 187 CLT. Jornada normal ou especial fixada em lei. Arts. 187, 219 CLT. Portaria Ministerial 73 de e 262 de Jornada normal ou especial fixada em lei em serviços expostos a tensão superior a 250 volts. Arts. 187, 195 e 196 CLT. Portaria 4

5 Código Campo de aplicação Serviços e atividades Profissionais C1 T2 Observaçõ es Ministerial 34 de QUÍMICOS Arsênico I Extração I Berílio Cádmio Chumbo Operações com arsênico e seus compostos. Operações com o berílio e seus compostos Operações com o cádmio e seus compostos. Operações com o chumbo, seus sais e ligas. II Fabricação e seus compostos e derivados. Tintas, parasiticidas e inseticidas, etc. III Emprego de derivados arsenicais Pintura, galvanotécnica, depilação, empalhamento etc. Trabalhos permanentes expostos a poeiras e fumos Fundição de ligas metálicas. Trabalhos permanentes expostos a poeiras e fumos Fundição de ligas metálicas. I Fundição, refino, moldagens, trefilação e laminação. II Fabricação de artefatos e de produtos de chumbobaterias, acumuladores, tintas, etc. III Limpeza, raspagens e demais trabalhos em tanques de gasolina contendo chumbo, tetra etil, polimento, e acabamento de ligas I I I 25 I 25 I I I Jornada normal.art. 187 CLT. Portaria Ministerial 262 de Jornada normal. Art. 187 CLT. Portaria Ministerial 262 de Jornada normal. Art. 187 CLT. Portaria Ministerial 262 de Jornada normal. Art. 187 CLT. Portaria Ministerial 262 de

6 Código Campo de aplicação Serviços e atividades Profissionais de chumbo, etc. IV Soldagem e dessoldagem com ligas à base de chumbo, vulcanização da borracha, tinturaria, estamparia, pintura e outros. C1 T2 Observaçõ es I Cromo Fósforo Operações com o cromo e seus sais. Operações com o fósforo e seus compostos. Trabalhos permanentes expostos ao tóxico- Fabricação, tanagem de couros, cromagemeletrolítica de metais e outras. I Extração e depuração do fósforo branco e seus compostos II Fabricação de produtos fosforados asfixiantes, tóxicos, incendiários ou explosivos. III Emprego de líquidos, pastas, pós e gases à base de fósforo branco para destruição de ratos e parasitas. I 25 I 20 I 20 Pg I 25 Jornada normal. Art. 187 CLT. Portaria Ministerial 262 de Jornada normal. Art. 187 CLT. Portaria Ministerial 262 de Manganês Operações com o manganês. Trabalhos permanentes expostos a poeiras ou fumos do manganês e seus compostos (bióxidos)- metalurgia, cerâmica, Indústria de vidros e outras. I 25 Jornada normal. Art. 187 CLT. Portaria Ministerial 262 de

7 Código Campo de aplicação Serviços e atividades Profissionais I Extração e Mercúrio Operações com mercúrio, seus sais e amálgamas Outros Tóxicos Inorgânicos Operações com outros tóxicos inorgânicos capazes de fazer mal à saúde. Poeiras Minerais Nocivas Operações industriais com desprendimento de poeiras capazes de fazer mal à saúde sílica, carvão, cimento, asbestos e talco. tratamento de amálgamas compostos- cloreto e fulminato de Hg. II Emprego de amálgamas e derivados, Galvanoplastia, estanhagem e outros. Trabalhos permanentes expostos as poeiras, gases, vapores, neblinas e fumos de outros metais, metalóides, alógenos e seus eletrólitos tóxicos Ácidos, bases, e sais - Relação das substâncias nocivas publicada no Regulamento Tipo de Segurança da OIT. I-Trabalhos permanentes no subsolo em operações de corte, furação, desmonte e carregamento nas frentes de trabalho. II-Trabalhos permanentes em locais afastados das frentes de trabalho, galerias, rampas, poços, Depósitos, etc. III-Trabalhos permanentes à céu aberto corte, furação, descarregamento, britagem, classificação, carga e descarga de silos, transportadores de C1 T2 Observaçõ es I Pg I Jornada normal. Art. 187 CLT. Portaria Ministerial 262 de I 25 Jornada Normal, Art. 187 da CLT. I, Pg e Pe I Pe I Jornada normal, especial fixada em Lei Art. 187 e 293 da Port. Ministerial 262 de ; 49, de e 31, de

8 Código Campo de aplicação Serviços e atividades Profissionais correias e teleférreos, moagem, calcinação, ensacamento e outras Tóxicos Orgânicos Operações Trabalhos permanentes expostos às poeiras; executadas com gases; derivados tóxicos do carbono- Vapores; neblinas e fumos derivados do Nomenclatura carbono constantes Internacional. da Relação I- Hidrocarbonetos Internacional das (ano, eno, ino) Subs- II- Ácidos Carboxílicos tâncias Nocivas (oico) Publicada no Regulamento Tipo III- Álcoois (al) de IV- Aldehydos (al) Segurança da OIT- V- Cetona (ona) Tais VI- Esteres (com sais Como: cloreto de em ato ila ) metila, VII- Éteres (óxidos- Tetracloreto de oxi) carbono, VIII- Amidas- amidos Tricloroetileno, IX- Aminas- Aminas clorofórmio X- Nitrilas e isonitrilas Bromureto de metila, (nitrilas e nitrocarbilaminas) benzeno, gasolina, XI- Compostos álcoois, Acetona, organo metálicos acetatos, pentahalogenados, no, metano, hexano, metalóides e nitratos. sulfureto de carbono etc. C1 T2 Observaçõ es I 25 Jornada normal. Art. 187 CLT. Portaria Ministerial 262 de BIOLÓGICOS Carbúnculo, Brucela, Mormo e Tétano. Operações industriais com animais ou produtos oriundos de animais infectados. Trabalhos permanentes expostos ao contato direto com os germes infecciosos- Assistência veterinária, serviços em matadouros, cavalariças e outros. I 25 Jornada normal. Art. 187 CLT. Portaria Ministerial 262 de Germes infecciosos ou parasitários humanos- Animais. Serviços de Assistência Médica, Odontológica e Trabalhos permanentes Expostos ao contato com doentes ou materiais infecto- contagiantes- I 25 Jornada normal ou especial fixada em Lei. Lei 8

9 Código Campo de aplicação Serviços e atividades Profissionais Hospitalar em que Assistên- haja contato obrigatório com organismos doentes ou com materiais infecto contagiantes. cia médica, odontológica, hospitalar e outras atividades afins. C1 T2 Observaçõ es de Ar t. 187 CLT. Port. Ministerial 262 de OCUPAÇÕES LIBERAIS, TÉCNICAS, ASSEMELHADAS Engenharia Engenheiros de Construção Civil, de minas, de metalurgia, eletricistas Química Químicos, toxicologistas, Patologistas Medicina, odontologia e Enfermagem Médicos, dentistas, enfermeiros Magistério Professores I 25 Jornada normal ou especial fixada em Lei. Decreto de Jornada I 25 normal ou Especial fixada em Lei. Decreto , de I 25 Jornada normal ou especial fixada em Lei. Decreto de Jornada normal ou Pe 25 especial fixada em Lei Estadual. GB 286; RJ de 24.4.Art. 318 da CLT AGRÍCOLAS, FLORESTAIS, AQUÁTICAS 9

10 Código Campo de aplicação Serviços e atividades Profissionais Agricultura Trabalhadores na agropecuária Caça Trabalhadores florestais, Caçadores Pesca Pescadores C1 T2 Observaçõ es I 25 Jornada normal. Pg 25 Jornada normal. Pg 25 Jornada normal PERFURAÇÃO, CONSTRUÇÃO CIVIL, ASSEMELHADOS Escavações de Superfície- Poços Escavações de Subsolo Túneis Edifícios, Barragens, Pontes Trabalhadores túneis e galerias. em Trabalhadores em escavações a céu aberto Trabalhadores em edifícios barragens, pontes e torres. I Pg 20 Jornada normal ou Especial fixada em Lei. Art. 295, CLT. I 25 Jornada normal. Pg 25 Jornada normal TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Transporte Aéreo Aeronautas; Aeroviários de serviços de pista e de oficinas, de manutenção, de conservação, de carga e descarga, de recepção e despacho de aeronaves Transporte Marítimo, Fluvial e lacustre Marítimos de convés, de máquinas, de câmara e de saúde- Operários de construção e reparos navais. Pg 25 I 25 Jornada normal ou especial fixada em Lei de Lei de Decretos de e de Jornada normal ou especial fixada em Lei. Art. 248 CLT. Decretos 10

11 Código Campo de aplicação Serviços e atividades Profissionais Transporte Ferroviário Maquinistas, Guardafreios, trabalhadores na via permanente Transporte Rodoviário Motorneiros e condutores de bondes, Motoristas e cobradores de ônibus, Motoristas e ajudantes de caminhão Telegrafia, telefonia, Radiocomunicação. Telegrafistas, telefonistas, rádios-operadores de telecomunicações. C1 T2 Observaçõ es I de ; de e , de Jornada normal ou especial fixada em Lei. Pg 25 Jornada Normal. I 25 Jornada normal ou especial fixada em Lei. Artigo 227 da CLT. Portaria Ministerial 262 de ARTESANATO E OUTRAS OCUPAÇÕES QUALIFICADAS Lavanderia e tinturaria Fundição, Cozimento, Laminação, Trefilação, Moldagem. Lavadores, passadores, calandristas, tintureiros. Trabalhadores nas indústrias, metalúrgicas, de vidros, de cerâmica e de plásticos, fundidores, laminadores, moldadores; trefiladores, forjadores. I 25 Jornada normal I 25 Jornada normal Soldagem, galvanização, Trabalhadores nas indús- I 25 Jornada 11

12 Código Campo de aplicação Serviços e atividades Profissionais Caldeiraria trias metalúrgicas, de vidro, de cerâmica e de plásticosoldadores, galvanizadores, chapeadores, caldeireiros Pintura Pintores de pistola Trabalhadores Composição permanentes nas tipográfica e indústrias poligráficas: mecânica, Linotipia, linotipistas, Estereotipia, monotipistas, Eletrotipia, Litografia tipógrafos, e Off-set, impressores, Fotogravura, margeadores, fotogravura e montadores, Gravura, compositores, Encardenação e pautadores, Impressão em geral. gravadores, granitadores, galvanotipistas, frezadores, titulistas Estiva e Armazenagem Extinção de Fogo, Guarda. Estivadores, Arrumadores, Trab. Capatazia, Conserva- Dores, Conferentes. Bombeiros, Investigadores, Guardas. C1 T2 Observaçõ es normal I 25 Jornada normal I 25 Jornada normal Jornada normal ou especial Pg 25 fixada em Lei. Art. 278 CLT, item VII, quadro II, do art. 65 do Decreto A de Pg 25 Jornada normal II - Decreto nº , de : idade mínima de 50 anos e 180 contribuições de carência para a aposentadoria especial. III - Lei nº A, de 23/05/1968: suprime a exigência da idade de cinquenta anos para fins de concessão de aposentadoria. IV - Decreto nº , de : revoga o Decreto nº /1964, e inclui os agentes nocivos nos Quadros I e II. 12

13 Mas, permite computar como atividade insalubre, penosa ou perigosa os períodos de auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez decorrentes do exercício dessas atividades; a conversão do tempo especial em tempo especial; ressalva o direito à aposentadoria especial aos segurados que até 22 de maio de 1968 tivessem completado o tempo de trabalho previsto. V - Lei nº 5.527, de 08 de novembro de 1968: restabelece o direito à aposentadoria especial para as categorias profissionais que tinham sido excluídas. VI - Lei nº 5.890, de : institui a carência de cinco anos. VII Decreto nº , de : relaciona as atividades especiais nos Anexos I e II, que trataramdas atividades profissionais, segundo os agentes nocivos, e segundo as atividades profissionais. Anexo I CLASSIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS SEGUNDO OS AGENTES NOCIVOS Códig o Campo de Aplicação AGENTES NOCIVOS FÍSICOS Atividade Profissional (Trabalhadores ocupados em caráter permanente) Tempo mínimo de Trabalh o Calor Indústria metalúrgica e mecânica (atividades discriminadas nos códigos e do Anexo II. Fabricação de vidros e cristais (atividades discriminadas no código do Anexo II). Alimentação de caldeiras a vapor, a carvão ou a lenha Frio Câmaras frigoríficas e fabricação de gelo Radiações Ionizantes Extração de minerais radioativos (tratamento, purificação, isolamento e preparo para distribuição). Operação com reatores nucleares com fontes de nêutrons ou de outras radiações corpusculares. Trabalhos executados com exposições aos raios X, rádio e substâncias radioativas para fins industriais, terapêuticos e diagnósticos. Fabricação de ampolas de raios X e radioterapia (inspeção de qualidade). 13

14 Códig o Campo de Aplicação Atividade Profissional (Trabalhadores ocupados em caráter permanente) Fabricação e manipulação de produtos químicos e farmacêuticos radioativos (urânio, rádio, mesotório, tório X, césio 137 e outros). Fabricação e aplicação de produtos luminescentes radíferos. Pesquisas e estudos dos raios X e substâncias radioativas em laboratórios Trepidação Trabalhos com perfuratrizes, e marteletes pneumáticos. Tempo mínimo de Trabalh o Ruído Caldeiraria (atividades discriminadas no código do Anexo II). Trabalhos em usinas geradoras de eletricidade (sala de turbinas e geradores). Trabalhos com exposição permanente a ruído acima de 90dB. Operação com máquinas pneumáticas (atividades discriminadas entre as do código do Anexo II). Trabalhos em cabinas de prova de motores de avião Pressão atmosférica QUÍMICOS Trabalhos em caixões ou câmaras pneumáticas subaquáticas e em tubulações pneumáticos. Operação com uso de escafandro. Operação de mergulho. Trabalho sob ar comprimido em túneis pressurizados Arsênico Metalurgia de minérios arsenicais. Extração de arsênico. Fabricação de compostos de arsênico. Fabricação de tintas à base de compostos de arsênico (atividades discriminas no código do Anexo II). Fabricação e aplicação de produtos inseticidas, parasiticidas e raticidas à base de compostos de arsênico Berílio ou Glicínio Extração, trituração e tratamento de berílio. Fabricação de ligas de berílio e seus compostos. Fundição de ligas metálicas. Utilização do berílio ou seus compostos na fabricação de tubos fluorescentes, de ampolas de raios X e de vidros especiais. 14

15 Códig o Campo de Aplicação Atividade Profissional (Trabalhadores ocupados em caráter permanente) Cádmio Extração, tratamento e preparação de ligas de cádmio. Fundição de ligas metálicas. Fabricação de compostos de cádmio. Solda com cádmio. Utilização de cádmio em revestimentos metálicos Chumbo Extração de chumbo. Fabricação e emprego de chumbo tetraetila ou tetrametila. Fabricação de objetos e artefatos de chumbo. Fabricação de acumuladores, pilhas e baterias elétricas contendo chumbo ou compostos de chumbo. Fabricação de tintas, esmaltes e vernizes à base de compostos de chumbo (atividades discriminadas no código do Anexo II). Fundição e laminação de chumbo, zinco velho, cobre e latão. Limpeza, raspagem e reparação de tanques de mistura e armazenamento de gasolina contendo chumbo tetraetila. Metalurgia e refinação de chumbo. Vulcanização de borracha pelo litargírio ou outros compostos de chumbo Cromo Fabricação de ácido crômico, de cromatos e bicromatos. Tempo mínimo de Trabalh o Fósforo Extração e preparação de fósforo branco e seus compostos. Fabricação e aplicação de produtos fosforados e organofosforados, inseticidas, parasiticidas e raticidas. Fabricação de projéteis incendiários, explosivos e gases asfixiantes à base de fósforo branco Manganês Extração, tratamento e trituração do minério por processos manuais ou semiautomáticos. Fabricação de compostos de manganês. Fabricação de pilhas secas contendo compostos de manganês. Fabricação de vidros especiais, indústrias de cerâmica e outras operações com exposição permanente a poeiras de pirolusita ou de outros compostos de 15

16 Códig o Campo de Aplicação Atividade Profissional (Trabalhadores ocupados em caráter permanente) manganês Mercúrio Extração e fabricação de compostos de mercúrio. Fabricação de espoletas com fulminato de mercúrio. Fabricação de tintas à base de composto de mercúrio Fabricação de solda à base de mercúrio. Fabricação de aparelhos de mercúrio: barômetro, manômetro, termômetro, interruptor, lâmpadas, válvulas eletrônicas, ampolas de raios X e outros. Amalgamação de zinco para fabricação de eletródios, pilhas e acumuladores. Douração e estanhagem de espelhos à base de mercúrio. Empalhamento de animais com sais de mercúrio. Recuperação de mercúrio por destilação e resíduos industriais. Tratamento a quente das amálgamas de ouro e prata para recuperação desses metais preciosos. Secretagem de pêlos, crinas e plumas, feltragem à base de composto de mercúrio. Tempo mínimo de Trabalh o Ouro Redução, separação e fundição do ouro Hidrocarbonetos e outroscompost os de carbono Fabricação de benzol, toluol, xilol, (benzeno, tolueno e xileno). Fabricação e aplicação de inseticidas clorados derivados de hidrocarbonetos. Fabricação e aplicação de inseticidas e fungicidas derivados do ácido carbônico. Fabricação de derivados halogenados de hidrocarbonetos alifáticos: cloreto de metila, brometo de metila, clorofórmio, tetracloreto de carbono, dicloretano, tetracloretano, tricloretileno e bromofórmio. Fabricação e aplicação de inseticida à base de sulfeto de carbono. Fabricação de seda artificial (viscose) Fabricação de sulfeto de carbono Fabricação de carbonilida Fabricação de gás de iluminação Fabricação de solventes para tintas, lacas e vernizes, contendo benzol, toluol e xilol Outros tóxicos; Fabricação de flúor e ácido fluorídrico, 16

17 Códig o Campo de Aplicação Associação de agentes Sílica, silicatos, carvão, cimento e amianto Atividade Profissional (Trabalhadores ocupados em caráter permanente) cloro e ácido clorídrico e bromo e ácido bromídrico. Aplicação de revestimentos metálicos, eletroplastias, compreendendo: niquelagem, cromagem, douração. Anodização de alumínio e outras operações assemelhadas (atividades discriminadas no código do Anexo II). Pintura a pistola associação de solventes e hidrocarbonados e partículas suspensas (atividades discriminadas entre as do código do Anexo II). Trabalhos em galerias e tanques de esgoto (monóxido de carbono, gás metano, gás sulfidrico e outros). Solda elétrica e a oxiacetileno (fumos metálicos). Indústrias têxteis: alvejadores, tintureiros, lavadores e estampadores a mão. Extração de minérios (atividades discriminadas nos códigos a do Anexo II). Extração de rochas amiantíferas (furação,corte, desmonte, trituração, peneiramento e manipulação). Extração, trituração e moagem de talco. Decapagem, limpeza de metais, foscamento de vidros com jatos de areia (atividades discriminadas entre as do código do Anexo II). Fabricação de cimento.fabricação de guarnições para freios, materiais isolantes e produtos de fibrocimento. Fabricação de material refratário para fornos, chaminés e cadinhos, recuperação de resíduos. Fabricação de mós, rebolos, saponáceos, pós e pastas para polimento de metais. Moagem e manipulação de sílica na indústria de vidros, porcelanas e outros produtos cerâmicos. Mistura, cardagem, fiação e tecelagem de amianto. Trabalho em pedreiras (atividades discriminadas no código do Anexo II) Tempo mínimo de Trabalh o 15, 20 ou 25 anos 17

18 Códig o Campo de Aplicação Atividade Profissional (Trabalhadores ocupados em caráter permanente) Trabalhos em construção de túneis (atividades discriminadas nos códigos e do Anexo II). Tempo mínimo de Trabalh o 1.3 BIOLÓGICOS Carbúnculo, brucela, mormo, tuberculose tétano Animais doentes e materiais infectocontagiantes Preparações de soros, vacinas e outros produtos e Doentes ou materiais infectocontagiantes Trabalhos permanentes em que haja contado com produtos de animais infectados. Trabalhos permanentes em que haja contato com carnes, vísceras, glândulas, sangue, ossos, pêlos, dejeções de animais infectados (atividades discriminadas entre as do código do Anexo II: médicos, veterinários, enfermeiros e técnicos de laboratório). Trabalhos permanentes expostos ao contato com animais doentes ou materiais infecto-contagiantes (atividades discriminadas entre as do código do Anexo II: médicos, veterinários, enfermeiros e técnicos de laboratório). Trabalhos permanentes em laboratórios com animais destinados ao preparo de soro, vacinas e outros produtos (atividades discriminadas entre as do código do Anexo II: (médicoslaboratoristas, técnicos de laboratórios, biologistas). Trabalhos em que haja contato permanente com doentes ou materiais infecto-contagiantes (atividades discriminadas entre as do código do Anexo II: médicos, médicos-laboratoristas (patologistas), técnicos de laboratórios, dentistas e enfermeiros). Anexo II Códig o Atividade Profissional GRUPOS PROFISSIONAIS Tempo mínimo de Trabalh o 18

19 Códig o Atividade Profissional Tempo mínimo de Trabalh o PROFISSÕES LIBERAIS E TÉCNICAS ENGENHARIA Engenheiros-químicos Engenheiros-metalúrgicos Engenheiros de minas QUÍMICA-RADIOATIVIDADE Químicos-industriais Químicos-toxicologistas Técnicos em laboratórios de análise Técnicos em laboratórios químicos Técnicos de radioatividade MEDICINA-ODONTOLOGIA-FARMÁRCIA E BIOQUÍMICA- ENFERMAGEM-VETERINÁRIA Médicos (expostos aos agentes nocivos-código do Anexo I) Médicos-anatomopatologistas ou histopatologistas. Médicos-toxicologistas Médicos-laboratoristas (patologistas). Médicos-radiologistas ou radioterapeutas. Técnicos de raios X. Técnicos de laboratório de anatomopatologia ou histopatologia. Farmacêuticos-toxicologistas e bioquímicos. Técnicos de laboratório de gabinete de necropsia. Técnicos de anatomia. Dentistas (expostos aos agentes nocivos do Anexo I). Enfermeiros (expostos aos agentes nocivos -cód do Anexo I) Médicos-veterinários (expostos aos agentes nocivos código do Anexo I) PESCA PESCADORES EXTRAÇÃO DE MINÉRIOS MINEIROS DE SUBSOLO Operações de corte, furação e desmonte e atividades de manobras nos pontos de transferência de cargas e viradores e outras atividades exercidas na frente de trabalho. Perfuradores de rochas, cortadores de rochas, carregadores, britadores, cavouqueiros e choqueiros TRABALHADORES PERMANENTES EM LOCAIS DE 15 anos 19

20 Códig o Atividade Profissional SUBSOLO, AFASTADOS DAS FRENTES DE TRABALHO (GALERIAS, RAMPAS, POÇOS, DEPÓSITOS). Motoristas, carregadores, condutores de vagonetas, carregadores de explosivos, encarregados do fogo (blasters), eletricistas, engatadores, bombeiros, madeireiros e outros profissionais com atribuições permanentes em minas de subsolo MINEIROS DE SUPERFÍCIE Trabalhadores no exercício de atividades de extração em minas ou depósitos minerais na superfície. Perfuradores de rochas, cortadores de rochas, carregadores, operadores de escavadeiras, motoreiros, condutores de vagonetas, britadores, carregadores de explosivos, encarregados do fogo (blasters) e outros profissionais com atribuições permanentes de extração em minas ou depósitos minerais na superfície TRABALHADORES EM PEDREIRAS, TÚNEIS, GALERIAS Perfuradores, cavouqueiros, canteiros, encarregados do fogo (blasters) e operadores de pás mecânicas TRABALHADORES EM EXTRAÇÃO DE PETRÓLEO Trabalhadores ocupados em caráter permanente na perfuração de poços petrolíferos e na extração de petróleo TRANSPORTES Tempo mínimo de Trabalh o 20 anos TRANSPORTE FERROVIÁRIO Maquinistas de máquinas acionadas a lenha ou a carvão TRANSPORTE URBANO E RODOVIÁRIO Motorista de ônibus e de caminhões de carga (ocupados em caráter permanente) TRANSPORTE AÉREO Aeronautas TRANSPORTE MARÍTIMO Foguistas. Trabalhadores em casa de máquinas TRANSPORTE MANUAL DE CARGA NA ÁEREA PORTUÁRIA Estivadores (trabalhadores ocupados em caráter permanente em embarcações, no carregamento e descarregamento de carga. Arrumadores e ensacadores. Operadores de carga e descarga nos portos ARTÍFICES, TRABALHADORES OCUPADOS EM DIVERSOS PROCESSOS DE PRODUÇÃO E OUTROS INDÚSTRIAS METALÚRGICAS E MECÂNICAS (Aciarias, fundições de ferro e metais não ferrosos, laminações), forneiros, mãos de forno, reservas de forno, fundidores, soldadores, lingoteiros, tenazeiros, 20

21 Códig o Atividade Profissional caçambeiros, amarradores, dobradores e desbastadores. Rebarbadores, esmerilhadores, marteleteiros de rebarbação. Operadores de tambores rotativos e outras máquinas de rebarbação. Operadores de máquinas para fabricação de tubos por centrifugação. Operadores de pontes rolantes ou de equipamentos para transporte de peças e caçambas com metal liquefeitos, nos recintos de aciarias, fundições e laminações. Operadores nos fornos de recozimento ou de têmperarecozedores, temperadores FERRARIAS, ESTAMPARIAS DE METAL A QUENTE E CALDEIRARIA Ferreiros, marteleteiros, forjadores, estampadores, caldeireiros e prensadores. Operadores de forno de recozimento, de têmpera, de cimentação, forneiros, recozedores, temperadores, cimentadores. Operadores de pontes rolantes ou talha elétrica OPERAÇÕES DIVERSAS Operadores de máquinas pneumáticas. Rebitadores com marteletes pneumáticos. Cortadores de chapas a oxiacetileno. Esmerilhadores. Soldadores (solda elétrica e a oxiacetileno). Operadores de jatos de areia com exposição direta à poeira. Pintores a pistola (com solventes hidrocarbonados e tintas tóxicas). Foguistas APLICAÇÃO DE REVESTIMENTOS METÁLICOS E ELETROPLASTIA Galvanizadores, niqueladores, cromadores, cobreadores, estanhadores, douradores e profissionais em trabalho de exposição permanente nos locais FABRICAÇÃO DE VIDROS E CRISTAIS Vidreiros, operadores de forno, forneiros, sopradores de vidros e cristais. Operadores de máquinas de fabricação de vidro plano, sacadores de vidros e cristais, operadores de máquinas de soprar vidros e outros profissionais em trabalhos permanentes nos recintos de fabricação de vidros e cristais FABRICAÇÃO DE TINTAS, ESMALTES E VERNIZES Trituradores, moedores, operadores de máquinas moedoras, misturadores, preparadores, envasilhadores e outros profissionais em trabalhos de exposição permanente Tempo mínimo de Trabalh o 21

22 Códig o Atividade Profissional nos recintos de fabricação PREPARAÇÃO DE COUROS Caleadores de couros. Curtidores de couros. Trabalhadores em tanagem de couro INDÚSTRIA GRÁFICA E EDITORIAL Monotipistas, linotipistas, fundidores de monotipo, fundidores de linotipo, fundidores de estereotipia, eletrotipistas, galvanotipistas, titulistas, compositores, biqueiros, chapistas, tipógrafos, caixistas, distribuidores, paginadores, emendadores, impressores, minervistas, prelistas, ludistas, litógrafos e fotogravadores. Tempo mínimo de Trabalh o VIII - Lei nº 6.643, de :deveriam ser computados os períodos em que os trabalhadores sujeitos aos agentes nocivos permanecessem licenciados para exercerem cargo de administração ou de representação sindical. IX - Lei nº 6.887, de : permiteconversão de tempo especial em tempo comum, de atividades que fossem, ou viessem a ser, consideradas penosas, insalubres ou perigosas, após a respectiva conversão, segundo critérios de equivalência fixados pelo Ministério da Previdência Social, para efeito de aposentadoria de qualquer espécie. X - Decreto /82: inclui tabela de Conversão. ATIVIDADES CONVERTER A MULTIPLICADORES PARA 15 PARA 20 PARA 25 PARA 30 DE 15 ANOS 1 1,33 1,67 2 DE 20 ANOS 0,75 1 1,25 1,5 DE 25 ANOS 0,6 0,8 1 1,2 DE 30 ANOS 0,5 0,67 0,83 1 XI - Decreto /84: mantém direito das categorias profissionais relacionadas no Decreto /64. 22

23 XII - Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991:institui carência de 180 contribuições mensais (respeitada a regra de transição do art. 142 da mesma Lei). Art Para o segurado inscrito na Previdência Social Urbana até 24 de julho de 1991, bem como para o trabalhador e o empregador rural cobertos pela Previdência Social Rural, a carência das aposentadorias por idade, por tempo de serviço e especial obedecerá à seguinte tabela, levando-se em conta o ano em que o segurado implementou todas as condições necessárias à obtenção do benefício: (Artigo e tabela com nova redação dada pela Lei nº 9.032, de 1995) Ano de implementação das condições Meses de contribuição exigidos meses meses meses meses meses meses meses meses meses meses meses meses meses meses meses meses meses meses meses meses meses XIII - Lei 8.213/91:dispôs sobre a aposentadoria especial nos arts. 57 e 58, e ainda no art. 152: Art. 57. A aposentadoria especial será devida, uma vez cumprida a carência exigida nesta lei, ao segurado que tiver trabalhado durante 15 (quinze), 20 (vinte) ou 25 (vinte e cinco) anos, conforme a atividade profissional, sujeito a condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física. 23

24 1º A aposentadoria especial, observado o disposto na Seção III deste capítulo, especialmente no art. 33, consistirá numa renda mensal de 85% (oitenta e cinco por cento) do salário-de-benefício, mais 1% (um por cento) deste, por grupo de 12 (doze) contribuições, não podendo ultrapassar 100% (cem por cento) do salário-de-benefício. 2º A data de início do benefício será fixada da mesma forma que a da aposentadoria por idade, conforme o disposto no art º O tempo de serviço exercido alternadamente em atividade comum e em atividade profissional sob condições especiais que sejam ou venham a ser consideradas prejudiciais à saúde ou à integridade física será somado, após a respectiva conversão, segundo critérios de equivalência estabelecidos pelo Ministério do Trabalho e da Previdência Social, para efeito de qualquer benefício. 4º O período em que o trabalhador integrante de categoria profissional enquadrada neste artigo permanecer licenciado do emprego, para exercer cargo de administração ou de representação sindical, será contado para aposentadoria especial. Art. 58. A relação de atividades profissionais prejudiciais à saúde ou à integridade física será objeto de lei específica. (...) Art A relação de atividades profissionais prejudiciais à saúde ou à integridade física deverá ser submetida à apreciação do Congresso Nacional, no prazo de 30 (trinta) dias a partir da data da publicação desta lei, prevalecendo, até então, a lista constante da legislação atualmente em vigor para aposentadoria especial. Art Reger-se-á pela respectiva legislação específica a aposentadoria do aeronauta, do jornalista profissional, do ex-combatente e do jogador profissional de futebol, até que sejam revistas pelo Congresso Nacional. (Revogado pela Lei nº 9.528, de 1997) XIV - Decreto 357/91, de ,regulamenta a Lei nº 8.213/1991. Art tempo de serviço exercido alternadamente em atividade comum e atividade profissional sob condições especiais que sejam ou venham a ser consideradas prejudiciais à saúde ou a integridade física será somado, após a respectiva conversão, aplicada a Tabela de Conversão seguinte, para efeito de concessão de qualquer benefício: Atividade Converter a Multiplicadores Para 15 Para 20 Para 25 Para 30 (Mulher) De 15 Anos 1,00 1,33 1,67 2,00 2,33 De 20 Anos 0,75 1,00 1,25 1,50 1,75 De 25 Anos 0,60 0,80 1,00 1,20 1,40 Para 35 (Homem) De 30 Anos 0,50 0,67 0,83 1,00 1,17 24

25 (Mulher) De 35 Anos (Homem) 0,43 0,57 0,71 0,86 1,00 Art Para efeito de concessão das aposentadorias especiais serão considerados os Anexos I e II do Regulamento dos Benefícios da Previdência Social, aprovado pelo Decreto , de 24 de janeiro de 1979, e o Anexo do Decreto , de 25 de março de 1964, até que seja promulgada a lei que disporá sobre as atividades prejudiciais à saúde e à integridade física. XV - Decreto nº 611, de 21 de julho de 1992, regulamenta a Lei nº 8.213/1991. Art Para efeito de concessão das aposentadorias especiais serão considerados os Anexos I e II do Regulamento dos Benefícios da Previdência Social, aprovado pelo Decreto , de 24 de janeiro de 1979, e o Anexo do Decreto , de 25 de março de 1964, até que seja promulgada a lei que disporá sobre as atividades prejudiciais à saúde e à integridade física. XVI - Lei nº 9.032, de 28 de abril de 1995 Alterou a Lei nº 8.213, de 1991, dispondo que a aposentadoria especial seria concedida desde que o segurado: A Lei 9.032, de , deu nova redação ao art. 57 da Lei 8.213/91, dispondo: Art. 3º.A Lei 8.213, de 24 de julho de 1991, passa a vigorar com as seguintes alterações: (...) Art. 57. A aposentadoria especial será devida, uma vez cumprida a carência exigida nesta lei, ao segurado que tiver trabalhado sujeito a condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física, durante 15 (quinze), 20 (vinte) ou 25 (vinte e cinco) anos, conforme dispuser a lei. 1º A aposentadoria especial, observado o disposto no art. 33 desta lei, consistirá numa renda mensal equivalente a 100% (cem por cento) do salário-de-benefício. (...) 3º A concessão da aposentadoria especial dependerá de comprovação pelo segurado, perante o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), do tempo de trabalho permanente, não ocasional nem intermitente, em condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física, durante o período mínimo fixado. 4º O segurado deverá comprovar, além do tempo de trabalho, exposição aos agentes nocivos químicos, físicos, biológicos ou associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física, pelo período equivalente ao exigido para a concessão do benefício. 5º O tempo de trabalho exercido sob condições especiais que sejam ou venham a ser consideradas prejudiciais à saúde ou à integridade física será somado, após a respectiva conversão ao tempo de trabalho exercido em atividade comum, segundo 25

26 critérios estabelecidos pelo Ministério da Previdência e Assistência Social, para efeito de concessão de qualquer benefício. 6º É vedado ao segurado aposentado, nos termos deste artigo, continuar no exercício de atividade ou operações que o sujeitem aos agentes nocivos constantes da relação referida no art. 58 desta lei. Exige para a concessão do benefício, o cumprimento da carência, e inclui a expressão conforme dispuser a lei, excluindo a anterior conforme a categoria profissional. Proíbe a conversão de tempo de serviço comum em especial, e veda ao segurado beneficiado com aposentadoria especial continuar ou retornar ao exercício de atividade especial. Lei 9.032/95: fim do enquadramento por categoria, comprovação do tempo de trabalho aos agentes nocivos químicos, físicos, biológicos ou associação de agentes prejudiciais; não permite conversão tempo comum em especial. Até a edição da Lei 9.032/95 existe a presunção juris et jure de exposição a agentes nocivos, relativamente às categorias profissionais. XVII - Medida Provisória 1.523, de : altera o art. 58 da Lei 8.213/91, remetendo a definição da relação dos agentes nocivos ou prejudiciais à saúde ou integridade física, para fins de concessão da aposentadoria especial ao Poder Executivo. Acrescentou também ao art. 58 os 1º ao 4º, introduzindo novas exigências para a comprovação do tempo de serviço especial, estabelecendo que a comprovação da efetiva exposição do segurado aos agentes nocivos seja feita mediante formulário, emitido pela empresa ou seu preposto, com base em laudo técnico de condições ambientais do trabalho expedido por médico do trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho. XVIII - Decreto 2.172/97 de :classifica em seu Anexo IV os agentes nocivos em agentes químicos, físicos e biológicos. Art. 64. O tempo de trabalho exercido sob condições especiais que foram, sejam ou venham a ser consideradas prejudiciais à saúde ou à integridade física será somado, após a respectiva conversão, ao tempo de trabalho exercido em atividade comum, aplicando-se a seguinte tabela de conversão, para efeito de concessão de qualquer benefício: Atividade Converter a Multiplicadores Para 15 Para 20 Para 25 Para 30 (Mulher) Para 35 (Home m) De 15 Anos 1,00 1,33 1,67 2,00 2,33 De 20 Anos 0,75 1,00 1,25 1,50 1,75 De 25 Anos 0,60 0,80 1,00 1,20 1,40 26

27 ANEXO IV CLASSIFICAÇÃO DOS AGENTES NOCIVOS CÓDIGO AGENTE NOCIVO TEMPO DE EXPOSIÇÃO AGENTES QUÍMICOS O que determina o benefício é a presença do agente no processo produtivo e sua constatação no meio ambiente de trabalho. As atividades listadas são exemplificadas nas quais pode haver a exposição ARSÊNIO E SEUS COMPOSTOS a) extração de arsênio e seus compostos tóxicos; b) metalurgia de minérios arsenicais; c) utilização de hidrogênio arseniado (arsina) em sínteses orgânicas e no processamento de componentes eletrônicos; d) fabricação e preparação de tintas e lacas; e) fabricação, preparação e aplicação de inseticidas, herbicidas, parasiticidas e raticidas com a utilização 25 Anos de compostos de arsênio; f) produção de vidros, ligas de chumbo e medicamentos com a utilização de compostos de arsênio; g) conservação e curtume de peles, tratamento e preservação da madeira com a utilização de compostos de arsênio ASBESTOS a) extração, processamento e manipulação de rochas amiantíferas; b) fabricação de guarnições para freios, embreagens e materiais isolantes contendo asbestos; 20 Anos c) fabricação de produtos de fibrocimento; d) mistura, cardagem, fiação e tecelagem de fibras de asbestos BENZENO E SEUS COMPOSTOS TÓXICOS a) produção e processamento de benzeno; b) utilização de benzeno como matéria-prima em sínteses orgânicas e na produção de derivados; c) utilização de benzeno como insumo na extração de óleos vegetais e álcoois; d) utilização de produtos que contenham benzeno, 25 Anos como colas, tintas, vernizes, produtos gráficos e solventes; e) produção e utilização de clorobenzenos e derivados; f) fabricação e vulcanização de artefatos de borracha; g) fabricação e recauchutagem de pneumáticos BERÍLIO E SEUS COMPOSTOS TÓXICOS a) extração, trituração e tratamento de berílio; b) fabricação de compostos e ligas de berílio; c) fabricação de tubos fluorescentes e de ampolas de raio X; d) fabricação de queimadores e moderadores de 25 Anos reatores nucleares; e) fabricação de vidros e porcelanas para isolantes térmicos; f) utilização do berílio na indústria aeroespacial BROMO E SEUS COMPOSTOS TÓXICOS 25 Anos 27

28 CÓDIGO AGENTE NOCIVO TEMPO DE EXPOSIÇÃO a) fabricação e emprego do bromo e do ácido brômico. CÁDMIO E SEUS COMPOSTOS TÓXICOS a) extração, tratamento e preparação de ligas de cádmio; b) fabricação de compostos de cádmio; c) utilização de eletrodos de cádmio em soldas; d) utilização de cádmio no revestimento eletrolítico de 25 Anos metais; e) utilização de cádmio como pigmento e estabilizador na indústria do plástico; f) fabricação de eletrodos de baterias alcalinas de níquel-cádmio CARVÃO MINERAL E SEUS DERIVADOS a) extração, fabricação, beneficiamento e utilização de carvão mineral, piche, alcatrão, betume e breu; b) extração, produção e utilização de óleos minerais e parafinas; 25 Anos c) extração e utilização de antraceno e negro de fumo; d) produção de coque. CHUMBO E SEUS COMPOSTOS TÓXICOS a) extração e processamento de minério de chumbo; b) metalurgia e fabricação de ligas e compostos de chumbo; c) fabricação e reformas de acumuladores elétricos; d) fabricação e emprego de chumbo-tetraetila e chumbo-tetrametila; e) fabricação de tintas, esmaltes e vernizes à base de compostos de chumbo; f) pintura com pistola empregando tintas com 25 Anos pigmentos de chumbo; g) fabricação de objetos e artefatos de chumbo e suas ligas; h) vulcanização da borracha pelo litargírio ou outros compostos de chumbo; i) utilização de chumbo em processos de soldagem; j) fabricação de vidro, cristal e esmalte vitrificado; l) fabricação de pérolas artificiais; m) fabricação e utilização de aditivos à base de chumbo para a indústria de plásticos. CLORO E SEUS COMPOSTOS TÓXICOS a) fabricação e emprego de defensivos organoclorados; b) fabricação e emprego de cloroetilaminas (mostardas nitrogenadas); c) fabricação e manuseio de bifenispoliclorados (PCB); d) fabricação e emprego de cloreto de vinil como monômero na fabricação de policloreto de vinil (PVC) e outras resinas e como intermediário em produções químicas ou como solvente orgânico; e) fabricação de policloroprene; 25 Anos f) fabricação e emprego de clorofórmio 28

29 CÓDIGO AGENTE NOCIVO TEMPO DE EXPOSIÇÃO (triclorometano) e de tetracloreto de carbono. CROMO E SEUS COMPOSTOS TÓXICOS a) fabricação, emprego industrial, manipulação de cromo, ácido crômico, cromatos e bicromatos; b) fabricação de ligas de ferro-cromo; 25 Anos c) revestimento eletrolítico de metais e polimento de superfícies cromadas; d) pintura com pistola utilizando tintas com pigmentos de cromo; e) soldagem de aço inoxidável. DISSULFETO DE CARBONO a) fabricação e utilização de dissulfeto de carbono; b) fabricação de viscose e seda artificial (raiom); c) fabricação e emprego de solventes, inseticidas e herbicidas contendo dissulfeto de carbono; 25 Anos d) fabricação de vernizes, resinas, sais de amoníaco, de tetracloreto de carbono, de vidros óticos e produtos têxteis com uso de dissulfeto de carbono FÓSFORO E SEUS COMPOSTOS TÓXICOS a) extração e preparação de fósforo branco e seus compostos; b) fabricação e aplicação de produtos fosforados e 25 Anos organofosforados (sínteses orgânicas, fertilizantes e praguicidas); c) fabricação de munições e armamentos explosivos IODO a) fabricação e emprego industrial do iodo. 25 Anos MANGANÊS E SEUS COMPOSTOS a) extração e beneficiamento de minérios de manganês; b) fabricação de ligas e compostos de manganês; c) fabricação de pilhas secas e acumuladores; d) preparação de permanganato de potássio e de 25 Anos corantes; e) fabricação de vidros especiais e cerâmicas; f) utilização de eletrodos contendo manganês; g) fabricação de tintas e fertilizantes. MERCÚRIO E SEUS COMPOSTOS a) extração e utilização de mercúrio e fabricação de seus compostos; b) fabricação de espoletas com fulminato de mercúrio; c) fabricação de tintas com pigmento contendo mercúrio; d) fabricação e manutenção de aparelhos de medição e de laboratório; e) fabricação de lâmpadas, válvulas eletrônicas e ampolas de raio X; 25 Anos f) fabricação de minuterias, acumuladores e retificadores de corrente; g) utilização como agente catalítico e de eletrólise; h) douração, prateamento, bronzeamento e estanhagem de espelhos e metais; i) curtimento e feltragem do couro e conservação da madeira; 29

30 CÓDIGO AGENTE NOCIVO TEMPO DE EXPOSIÇÃO j) recuperação do mercúrio; l) amalgamação do zinco; m) tratamento a quente de amálgamas de metais; n) fabricação e aplicação de fungicidas. NÍQUEL E SEUS COMPOSTOS TÓXICOS a) extração e beneficiamento do níquel; b) niquelagem de metais; 25 Anos c) fabricação de acumuladores de níquel-cádmio. PETRÓLEO, XISTO BETUMINOSO, GÁS NATURAL E SEUS DERIVADOS a) extração, processamento, beneficiamento e 25 Anos atividades de manutenção realizadas em unidades de extração, plantas petrolíferas e petroquímicas; b) beneficiamento e aplicação de misturas asfálticas contendo hidrocarbonetos policíclicos. SÍLICA LIVRE a) extração de minérios a céu aberto; b) beneficiamento e tratamento de produtos minerais geradores de poeiras contendo sílica livre cristalizada; c) tratamento, decapagem e limpeza de metais e fosqueamento de vidros com jatos de areia; d) fabricação, processamento, aplicação e recuperação de mate- 25 Anos riais refratários; e) fabricação de mós, rebolos e de pós e pastas para polimento; f) fabricação de vidros e cerâmicas; g) construção de túneis; h) desbaste e corte a seco de materiais contendo sílica. OUTRAS SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS Grupo I Estireno; Butadieno-Estireno; Acrilonitrila; 1-3 Butadieno; Cloropreno; Mercaptanos, N-Hexano, Diisocianato De Tolueno (Tdi); Aminas Aromáticas a) fabricação e vulcanização de artefatos de borracha; b) fabricação e recauchutagem de pneus. Grupo II Aminas Aromáticas, Aminobifenila, Auramina, Azatioprina, Bis (Cloro Metil) Éter, 1-4 Butanodiol, Dimetanosulfonato (Mileran), Ciclofosfamida, Cloroambucil, Dietilestil-Bestrol, Acronitrila, Nitronaftilamina 4-Dimetil- Aminoazobenzeno, Benzopireno, 25 Anos Beta-Propiolactona, Biscloroetileter, Bisclorometil, Clorometileter, Dianizidina, Diclorobenzidina, Dietilsulfato, Dimetilsulfato, Etilenoamina, Etilenotiureia, Fenacetina, Iodeto De Metila, Etilnitrosuréias, Metileno-Ortocloroanilina (Moca), Nitrosamina, Ortotoluidina, Oxime-Talona, Procarbazina, Propanosultona, 1-3-Butadieno, Óxido De Etileno, Estilbenzeno, Diisocianato De Tolueno (Tdi), Creosoto, 4-Aminodifenil, Benzidina, Betanaftilamina, Estireno, 1-Cloro-2, 4 Nitrodifenil, 3-Poxipro-Pano a) manufatura de magenta (anilina e orto-toluidina); 30

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