O Tribunal Penal Internacional. Luciana Boiteux Prof. Adjunta de Direito Penal FND/UFRJ

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O Tribunal Penal Internacional. Luciana Boiteux Prof. Adjunta de Direito Penal FND/UFRJ"

Transcrição

1 O Tribunal Penal Internacional Luciana Boiteux Prof. Adjunta de Direito Penal FND/UFRJ

2 Conceitos Básicos É o primeiro tribunal penal internacional permanente Os tribunais internacionais criados até então foram todos ad hoc,, como Nuremberg e Tóquio, ao final da Segunda Grande Guerra, que realizaram as experiências precursoras da responsabilização de indivíduos pelo direito internacional. Recentemente, os tribunais ad hoc para a Antiga Iugoslávia e Ruanda foram criados por ato do Conselho de Segurança da ONU e ainda estão em funcionamento.

3 De Nuremberg ao TPI Nuremberg a acusados, 3 absolvidos, os demais condenados a penas de prisão entre 10 anos e pena capital Tribunal militar, composto por representantes das quatro potências vencedoras da II GM Foi a base de um novo sistema jurídico de direito internacional: pessoa como sujeito de dir. Int. Novo paradigma de Justiça Internacional dos DH Somente 50 anos depois é que foram retomados

4 Críticas a Nuremberg - Justiça de Vencedores contra Vencidos - Tribunal ad hoc,, criado posteriormente aos fatos - Violação ao princípio da legalidade: genocídio e crimes contra a humanidade não eram definidos em lei como crimes. A fonte foi o costume internacional. - seleção dos acusados por motivos políticos - aplicação da pena de morte (violação aos DH s)

5 Estatuto de Roma (1998) Responde às críticas aos tribunais ad hoc É o Estatuto que criou o TPI. Tem especial interesse sob a ótica do direito penal comparado, constituindo seu Estatuto um exemplo histórico da integração de sistemas jurídicos de diferentes origens e tradições, a ser aplicado por Juízes internacionais de diversas nacionalidades. Seu texto foi aprovado em 1998 em Roma.

6 Características Positiva princípios e costumes de Direito Penal Internacional, integra os sistemas: legalista - lei escrita (civil( law), e anglo-saxônico de precedentes jurisprudenciais (common( law); Suas regras serão aplicadas por um tribunal penal internacional permanente, com competência para julgar pessoas acusadas dos d mais graves crimes internacionais.

7 Estatuto de Roma Foi aprovado por consenso, depois de muitas discussões e reuniões, pela ampla maioria dos delegados representantes dos 162 Estados- membros. Sete países votaram contra (EUA, Filipinas, China, Índia, Israel, Sri Lanka e Turquia), tendo havido vinte e uma abstenções. Começou a funcionar em

8 Fundamentos Básicos do TPI a busca da Paz Perpétua, a Soberania, a Cidadania, a Reserva Legal a Complementaridade

9 Objetivo Pacificação dos conflitos internacionais, inspirando-se na noção de cidadania universal,, fundada na dignidade da pessoa humana, para guiar sua atuação como instituição permanente, baseada em regras previamente definidas, com respeito ao devido processo legal.

10 Metas O TPI exerce jurisdição internacional complementar às jurisdições nacionais sobre os crimes mais graves contra a humanidade (não é justiça universal). Considera-se que a impunidade dos autores destes crimes atinge a comunidade internacional e a consciência universal, razão pela qual consta do Preâmbulo do Estatuto que uma das metas do Tribunal é justamente garantir o respeito duradouro pela efetivação da justiça internacional.

11 TPI e Direitos Humanos Não é um tribunal de direitos humanos Embora ainda não se possa prever como o TPI poderá atuar na redução das violações aos direitos humanos, o alcance desta meta dependerá do número de países envolvidos no processo, que inclui a expressão da reprovação internacional a práticas ilícitas como o genocídio e outros crimes correlatos contra minorias nacionais, raciais, étnicas ou religiosas.

12 Crimes Somente os crimes mais graves serão julgados pelo TPI Art. 5o. (1) - ETPI Genocídio Crimes contra a humanidade Crimes de Guerra Crime de Agressão

13 Princípio da Legalidade previsto no artigo 22, que exige que não haja crime sem prévia lei ( 1), vedada a analogia in malam partem ( 2), sendo a dúvida resolvida pela interpretação em favor do réu. O artigo 24 estabelece que o TPI somente terá competência para julgar os crimes previstos no Estatuto cometidos após a sua entrada em vigor ( 1), e prevê expressamente a retroatividade de norma penal mais benéfica ( 2).

14 Princípio da Legalidade artigo 23 penas; artigo 77 - limite da pena de prisão em 30 anos, excepcionando-se a possibilidade de prisão perpétua aos casos mais graves, se o elevado grau de ilicitude do fato e as condições pessoais do condenado o justificarem. Art. 77, item ( 2) (a) (b) - penas de multa e de confisco, ou perda de bens provenientes, direta ou indiretamente, do crime.

15 Início do procedimento Art. 13 do ETPI Encaminhamento do Caso: 1. via Procurador, por denúncia de um Estado-parte (Art. 13 (a)); 2. via Conselho de Segurança da ONU, agindo nos termos do capítulo VII da Carta das Nações Unidas (Art. 13 (b)); 3. pela própria investigação pelo Procurador, com base em informações recebidas (Art. 13 (c) e 15). Princípio da complementaridade: diferente dos tribunais ad hoc (onde( a jurisdição internacional tem primazia sobre as nacionais), a jurisdição do TPI é complementar às jurisdições nacionais.

16 Condições prévias ao exercício da jurisdição O Estatuto de Roma distingue os conceitos de Jurisdição - refere-se aos parâmetros legais, ou critérios positivos de jurisdição; Admissibilidade - prevê critérios negativos que excluem a aceitação da jurisdição.

17 Critérios de atribuição de competência Artigo 12 (Critérios Positivos) i) ratione materiae - crimes previstos no artigo 5o. do Estatuto (genocídio, crimes contra a humanidade, crimes de guerra e crime de agressão); ratione temporis (artigo 11 - ilícitos cometidos após a entrada em vigor do TPI e após a acessão do Estado- parte); alternativamente, ratione loci (artigo 12 ( 2) (a) - crime praticado no território dos Estados-Parte ou a bordo de um navio, ou aeronave, cuja matrícula seja daquele Estado); ou ratione personae (artigo 12 ( 2) (b), nacionalidade do acusado).

18 Admissibilidade Uma vez determinada a jurisdição, a admissibilidade funciona como uma limitação à atuação da Corte, no sentido de indicar quando não se admite a intervenção do TPI, que não poderá aceitar o caso quando: Ausente o princípio da complementaridade (artigo 17), Quando o crime não for grave (artigo 17, ( 1) (d)) nos crimes de guerra e contra a humanidade, quando não estiver presente o requisito da prática do crime em larga escala, como parte integrante de um plano ou política (artigos 7 ( 1) e 8 ( 1)).

19 Princípio da complementaridade Elemento absolutamente original contemplado no Estatuto do TPI - 10 do Preâmbulo - Enfatizando que o Tribunal Penal Internacional estabelecida por meio do presente Estatuto deverá ser complementar às jurisdições penais nacionais Artigo 1º:... O Tribunal será uma instituição permanente, estará facultada a exercer sua jurisdição sobre indivíduos com relação os crimes mais graves de transcendência internacional, em conformidade com o presente Estatuto, e terá caráter complementar às jurisdições penais nacionais....

20 Princípio da complementaridade O caso, ou situação, será admitido perante o TPI nas seguintes hipóteses definidas pelo artigo 17: (a) se não tiver sido objeto de inquérito ou procedimento criminal perante o Estado Nacional com jurisdição para tanto, não tendo sido levado adiante por falta de capacidade para fazê-lo, por exemplo, pelo colapso do Judiciário nacional; (b) se tal Estado tenha decidido não dar seguimento ao processo criminal contra a pessoa em causa, por falta de vontade para tanto, ou inabilidade;

21 Princípio da complementaridade (c) mesmo se indivíduo já tiver sido absolvido perante a Corte Nacional, quando isto tenha ocorrido com o intuito de evitar sua condenação e impedir a atuação do TPI.

22 Princípio da responsabilidade internacional individual No TPI é competente tão somente para julgar pessoas físicas (artigo 25, ( 1) princípio da responsabilidade penal individual), maiores de 18 anos (artigo 26), por crimes cometidos após a entrada em vigor do Estatuto (artigos 11 e 24). Porém, a responsabilidade das pessoas físicas pelos crimes internacionais em nada afetará a responsabilidade dos Estados perante a ordem internacional, é o que dispõe o artigo 25 ( 4) do ETPI.

23 Princípio da intervenção mínima Apenas os crimes mais graves estão previstos, constituindo a gravidade um requisito de admissibilidade. artigo 5º (1) : a a competência do Tribunal restringir-se-á aos crimes mais graves, que afetam a comunidade internacional em seu conjunto.

24 Princípio da humanidade das penas Artigo 77 ( 1) - penas: (a) prisão por um número determinado de anos, até o limite máximo de 30 anos; ou (b) prisão perpétua, devendo ser avaliada a alta reprovabilidade do ilícito somada às condições pessoais do condenado, além de multa e perda de produtos, bens e haveres provenientes do crime (artigo 77 ( 2) (a) e (b)).

25 Prisão Perpétua Para sua aplicação excepcional há que estar presente elevado grau de ilicitude do fato e as condições pessoais do acusado o justificarem,, como prevê o artigo 77 ( 1)( (b). A Revisão da reclusão perpétua é obrigatória depois de 25 anos ininterruptos de cumprimento é obrigatória, assim como após cumpridos 2/3 da pena cominada. Poderá ser reduzida a pena pelo bom comportamento do condenado, pela colaboração com a Justiça, ajuda na localização de bens ou outra circunstância pessoal favorável, como determina o artigo 110 ( 3).

26 O Brasil e o TPI

27 Atuação concreta 10 anos do TPI - Hoje são 121 Estados-Parte - 20 mandados de prisão foram emitidos - Há 7 investigações em andamento (República Central Africana, Uganda, Darfur, Kenia, Libia, Costa do Marfim, Rep. Democrática do Congo - 1o. Condenado em 2012 Lubango (por recrutar crianças em seu exército (RDC)

28 O Brasil e o TPI O Brasil ratificou o tratado em , tendo sido editada em 2004 a Emenda Constitucional nº 45, que incluiu o 4o. ao artigo 5o da CF/88 e reconheceu a submissão do Brasil à jurisdição internacional do Tribunal. O país depositou o instrumento de ratificação em , tendo sido promulgado pelo Presidente da República por meio do Decreto no , de , e passado a vigorar, para o Brasil, em

29 Prisão Perpétua e o Brasil Somente os crimes mais graves serão julgados pelo TPI, dos quais, de forma excepcional, somente os mais graves serão passíveis de prisão perpétua. O ETPI se mostra até menos punitivo do que a Constituição Brasileira de 1988, que admite a pena de morte em caso de guerra declarada, como previsto no artigo 5o, XLVII, enquanto que aquele não admite pena de morte em nenhuma hipótese.

30 Legislação de Implementação Para respeitar a soberania dos países devem ser implementadas nas legislações nacionais dos Estados-Parte das regras necessárias à cooperação com o Tribunal e à persecução penal dos delitos previstos no ETPI, de forma a concretizar a aplicação do princípio da complementaridade da jurisdição do TPI.

31 Tipificação dos Delitos Estão em curso estudos visando à elaboração das regras de implementação do ETPI no Brasil. Alguns crimes já serem previstos pelo direito brasileiro, como o genocídio (Lei n /56), e suas variantes estão previstos na Lei nº 2.889/56, e também no Código Penal Militar (artigos 208 e 209 (em tempo de paz), e 401 e 402 (em tempo de guerra). Por outro lado, não estão tipificados todos os demais crimes contra a humanidade constantes do ETPI, com exceção da prática de tortura (ainda que de forma mais restrita), previsto na Lei n /97.

32 Extradição ou Entrega de Nacionais? Cap. IX ETPI trata da Cooperação internacional (arts. 86 a 102) Art. 89(1) - Obrigação dos Estados-Parte de detenção e entrega de indivíduos ao TPI Entrega (vertical) x Extradição (horizontal) TPI não é uma jurisdição estrangeira, mas uma jurisdição internacional de cuja construção o Brasil participou e aderiu constitucionalmente.

33 Imunidades e Prerrogativas Art. 27 ETPI - Irrelevância da Qualidade Oficial 1. O presente Estatuto será aplicável de forma igual a todas as pessoas sem distinção alguma baseada na qualidade oficial. Em particular, a qualidade oficial de Chefe de Estado ou de Governo, de membro de Governo ou do Parlamento, de representante eleito ou de funcionário público (...) 2. As imunidades ou normas de procedimento especiais decorrentes da qualidade oficial de uma pessoa; nos termos do direito interno ou do direito internacional, não deverão obstar a que o Tribunal exerça a sua jurisdição sobre essa pessoa.

34 Imunidade no Dir. Bras. CF/88 Imunidade Parlamentar Art. 53. Os Deputados e Senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos.

35 Conclusões A criação do Tribunal Penal Internacional como um foro permanente para julgar os mais graves crimes internacionais, na omissão dos judiciários nacionais, foi uma grande conquista das Nações Unidas na busca da paz global e no reconhecimento dos direitos humanos na esfera internacional.

36 Considerações Finais O inédito princípio da complementaridade foi a saída encontrada para a composição dos interesses da Justiça Internacional com a soberania dos Estados. O TPI julgará apenas os delitos mais graves, de caráter internacional, indicados expressamente no Estatuto, e exercerá jurisdição complementar às jurisdições nacionais, só podendo atuar quando a jurisdição nacional competente deixar de atuar devidamente, ou quando não tenha capacidade de fazê-lo.

37 Considerações Finais TPI como um exemplo de uma transformação do direito internacional: garantias penais, previsão legal da responsabilização dos superiores hierárquicos ou líderes, rejeição das imunidades, proibição da pena de morte e o caráter excepcional da prisão perpétua. Criou um sistema que, se funcionar, poderá ser o palco de responsabilização individual pelos mais graves crimes contra a humanidade.

A PENA DE MORTE EM TEMPO DE GUERRA

A PENA DE MORTE EM TEMPO DE GUERRA UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO MILITAR DIREITO PENAL MILITAR PARTE GERAL MARCELO VITUZZO PERCIANI A PENA DE MORTE EM TEMPO DE GUERRA Marcelo Vituzzo Perciani 1º Tenente da Polícia

Leia mais

CORTE INTERNACIONAL DE JUSTIÇA CORTE PERMANENTE DE ARBITRAGEM TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL PARA A EX-IUGOSLÁVIA

CORTE INTERNACIONAL DE JUSTIÇA CORTE PERMANENTE DE ARBITRAGEM TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL PARA A EX-IUGOSLÁVIA FASES DO PROCESSO PENAL DIANTE DOS TRIBUNAIS INTERNACIONAIS VISITA AOS TRIBUNAIS INTERNACIONAIS DA HAIA CORTE INTERNACIONAL DE JUSTIÇA CORTE PERMANENTE DE ARBITRAGEM TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL TRIBUNAL

Leia mais

Tribunal Penal Internacional: 10 Anos Depois

Tribunal Penal Internacional: 10 Anos Depois 1 Tribunal Penal Internacional: 10 Anos Depois I. Enquadramento histórico Foi a 1 de julho de 2002 que entrou em vigor na ordem jurídica internacional o Estatuto de Roma, que criou o Tribunal Penal Internacional

Leia mais

Promulga o Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo ao envolvimento de crianças em conflitos armados.

Promulga o Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo ao envolvimento de crianças em conflitos armados. DECRETO Nº 5.006, DE 8 DE MARÇO DE 2004. Promulga o Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo ao envolvimento de crianças em conflitos armados. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA,

Leia mais

TRABALHO 1 COMENTÁRIOS A ACÓRDÃO(STF)

TRABALHO 1 COMENTÁRIOS A ACÓRDÃO(STF) UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA MATRICULA:12/0138573 ALUNO:WILSON COELHO MENDES PROFESSOR:VALLISNEY OLIVEIRA TRABALHO 1 COMENTÁRIOS A ACÓRDÃO(STF) Teoria geral do Processo II Princípio:Juiz natural, com observações

Leia mais

O MENSALÃO E A PERDA DE MANDATO ELETIVO

O MENSALÃO E A PERDA DE MANDATO ELETIVO O MENSALÃO E A PERDA DE MANDATO ELETIVO José Afonso da Silva 1. A controvérsia 1. A condenação, pelo Supremo Tribunal Federal, na Ação Penal 470, de alguns deputados federais tem suscitado dúvidas relativamente

Leia mais

MENSAGEM N.º 164, DE 2015 (Do Poder Executivo)

MENSAGEM N.º 164, DE 2015 (Do Poder Executivo) CÂMARA DOS DEPUTADOS MENSAGEM N.º 164, DE 2015 (Do Poder Executivo) Aviso nº 209/2015 - C. Civil Submete à consideração do Congresso Nacional o texto do Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos

Leia mais

COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL. MENSAGEM N o 479, DE 2008

COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL. MENSAGEM N o 479, DE 2008 COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL MENSAGEM N o 479, DE 2008 Submete à consideração do Congresso Nacional o texto do Tratado de Extradição entre a República Federativa do Brasil e o Governo

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS - CEP-CH -

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS - CEP-CH - SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS Estrada de São Lázaro, 197. Federação. Salvador/Bahia. CEP.: 40210-730. Tel/Fax: +55 71 3331-2755 REGIMENTO

Leia mais

SUMÁRIO. CAPÍTULO II - Polícia Judiciária Militar... 17 1 Polícia Judiciária Militar... 17

SUMÁRIO. CAPÍTULO II - Polícia Judiciária Militar... 17 1 Polícia Judiciária Militar... 17 Direito Processual Penal Militar - 4ª Edição SUMÁRIO CAPÍTULO I Princípios... 13 1 Princípios aplicados no processo penal militar... 13 2 Lei do processo penal militar e sua aplicação... 15 3 Aplicação

Leia mais

Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948

Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 PARTE A Módulo I Acordos/Convenções Internacionais 1. Declaração Universal dos Direitos Humanos Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de

Leia mais

Relatório Anual 2007 Amnistia Internacional. Factos e Números

Relatório Anual 2007 Amnistia Internacional. Factos e Números Embargado até às 10h00 TMG, de dia 23 de Maio de 2007 Relatório Anual 2007 Amnistia Internacional Factos e Números Estes factos e números ilustram a situação em algumas áreas de trabalho da Amnistia Internacional

Leia mais

ROTEIRO DE AULA TEORIA GERAL DAS PRISÕES CAUTELARES.

ROTEIRO DE AULA TEORIA GERAL DAS PRISÕES CAUTELARES. CURSO DIREITO DISCIPLINA PROCESSO PENAL II SEMESTRE 7º Turma 2015.1 ROTEIRO DE AULA TEORIA GERAL DAS PRISÕES CAUTELARES. 1. DO CONCEITO DE PRISAO A definição da expressão prisão para fins processuais.

Leia mais

DO PRINCÍPIO DA TERRITORIALIDADE TEMPERADA

DO PRINCÍPIO DA TERRITORIALIDADE TEMPERADA DO PRINCÍPIO DA TERRITORIALIDADE TEMPERADA O Princípio da Territorialidade Temperada informa a aplicação da lei penal brasileira aos crimes cometidos no território nacional I, mas não é absoluta, admitindo

Leia mais

Questões Potenciais de Prova Direito Penal Emerson Castelo Branco

Questões Potenciais de Prova Direito Penal Emerson Castelo Branco Questões Potenciais de Prova Direito Penal Emerson Castelo Branco 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. DIREITO PENAL - QUESTÕES POTENCIAIS DE PROVA! 1. Aplicação

Leia mais

Ministério do Interior

Ministério do Interior Ministério do Interior DECRETO LEI Nº /97 O Ministério do Interior é o órgão do Governo a que incumbe, dentre outras, as tarefas de garantia da segurança e da ordem internas, bem como da defesa dos direitos

Leia mais

Lei Ordinária Nº 5.519 de 13/12/2005 DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Lei Ordinária Nº 5.519 de 13/12/2005 DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Lei Ordinária Nº 5.519 de 13/12/2005 Dispõe sobre a qualificação de entidades como organizações sociais, e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PIAUÍ, FAÇO saber que o Poder Legislativo decreta

Leia mais

MATERIAL DE APOIO. Prof. Márcio Luís de Oliveira Direito Constitucional, Direito Internacional e Direito Eleitoral TEMA: TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL

MATERIAL DE APOIO. Prof. Márcio Luís de Oliveira Direito Constitucional, Direito Internacional e Direito Eleitoral TEMA: TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL MATERIAL DE APOIO 1. Material do Professor: Tribunal Penal Internacional Prof. Márcio Luís de Oliveira Direito Constitucional, Direito Internacional e Direito Eleitoral TEMA: TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL

Leia mais

DECRETO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

DECRETO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS DECRETO Nº 2.537 DE 13 DE MARÇO DE 2013 REGULAMENTA O FUNDO MUNICIPAL DE APOIO Á POLÍTICA DO IDOSO-FUMAPI, CRIADO PELA LEI COMPLEMENTAR Nº 033/2003, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O Prefeito do Município de

Leia mais

Prova: PC-SP - 2011 - PC-SP - Delegado de Polícia Disciplina: Direitos Humanos Assuntos: Convenção Interamericana para Prevenir e Punir a Tortura;

Prova: PC-SP - 2011 - PC-SP - Delegado de Polícia Disciplina: Direitos Humanos Assuntos: Convenção Interamericana para Prevenir e Punir a Tortura; Prova: FGV - 2012 - OAB - Exame de Ordem Unificado - IX - Primeira Fase Disciplina: Direitos Humanos Assuntos: Convenção Interamericana para Prevenir e Punir a Tortura; Com relação à Convenção Interamericana

Leia mais

Juizados Especiais. Aula 3 (05.03.13) Vinicius Pedrosa Santos (magistrado e professor) e-mail: vinipedrosa@uol.com.br.

Juizados Especiais. Aula 3 (05.03.13) Vinicius Pedrosa Santos (magistrado e professor) e-mail: vinipedrosa@uol.com.br. Juizados Especiais Aula 3 (05.03.13) Vinicius Pedrosa Santos (magistrado e professor) e-mail: vinipedrosa@uol.com.br Ementa da aula Competência em razão do objeto Competência territorial Competência de

Leia mais

Maurício Piragino /Xixo Escola de Governo de São Paulo. mauxixo.piragino@uol.com.br

Maurício Piragino /Xixo Escola de Governo de São Paulo. mauxixo.piragino@uol.com.br Democracia Participativa e Direta: conselhos temáticos e territoriais (Conselhos Participativos nas Subprefeituras); Iniciativa Popular, Plebiscitos e Referendo" Maurício Piragino /Xixo Escola de Governo

Leia mais

CONSTITUIÇÃO FEDERAL

CONSTITUIÇÃO FEDERAL CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida,

Leia mais

PROJETO DE LEI N O, DE 2006. (Do Sr. Ivo José) O Congresso Nacional decreta:

PROJETO DE LEI N O, DE 2006. (Do Sr. Ivo José) O Congresso Nacional decreta: PROJETO DE LEI N O, DE 2006 (Do Sr. Ivo José) Regulamenta o inciso LI do Art. 5º da Constituição Federal. O Congresso Nacional decreta: Art. 1 o Esta lei regulamenta o inciso LI do Art. 5º da Constituição

Leia mais

Súmulas em matéria penal e processual penal.

Súmulas em matéria penal e processual penal. Vinculantes (penal e processual penal): Súmula Vinculante 5 A falta de defesa técnica por advogado no processo administrativo disciplinar não ofende a Constituição. Súmula Vinculante 9 O disposto no artigo

Leia mais

3. A autonomia político-administrativa regional não afecta a integridade da soberania do Estado e exerce-se no quadro da Constituição.

3. A autonomia político-administrativa regional não afecta a integridade da soberania do Estado e exerce-se no quadro da Constituição. TÍTULO VII - Regiões autónomas Artigo 225.º (Regime político-administrativo dos Açores e da Madeira) 1. O regime político-administrativo próprio dos arquipélagos dos Açores e da Madeira fundamenta-se nas

Leia mais

CONVENÇÃO INTERNACIONAL SOBRE A ELIMINAÇÃO DE TODAS AS FORMAS DE DISCRIMINAÇÃO RACIAL (DECRETO Nº 65.810, DE 8 DE DEZEMBRO DE 1969)

CONVENÇÃO INTERNACIONAL SOBRE A ELIMINAÇÃO DE TODAS AS FORMAS DE DISCRIMINAÇÃO RACIAL (DECRETO Nº 65.810, DE 8 DE DEZEMBRO DE 1969) Normas internacionais sistema global DECLARAÇÃO UNIVERSAL DE DIREITOS HUMANOS Art. 2º - Toda pessoa tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidas nesta Declaração, sem distinção de

Leia mais

A MAIORIDADE PENAL NO BRASIL E EM OUTROS PAÍSES

A MAIORIDADE PENAL NO BRASIL E EM OUTROS PAÍSES A MAIORIDADE PENAL NO BRASIL E EM OUTROS PAÍSES RIBAMAR SOARES Consultor Legislativo da Área II Direito Civil e Processual Civil, Direito Penal e Processual Penal, de Família, do Autor, de Sucessões, Internacional

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS

CÂMARA DOS DEPUTADOS CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI Nº, DE 2004 (Da Comissão de Legislação Participativa) SUG nº 84/2004 Regulamenta o art. 14 da Constituição Federal, em matéria de plebiscito, referendo e iniciativa

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS RESOLUÇÃO N 137, DE 21 DE JANEIRO DE 2010.

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS RESOLUÇÃO N 137, DE 21 DE JANEIRO DE 2010. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS RESOLUÇÃO N 137, DE 21 DE JANEIRO DE 2010. Dispõe sobre os parâmetros para a criação e o funcionamento dos Fundos Nacional, Estaduais e Municipais

Leia mais

DIREITO CONSTITUCIONAL PODER LEGISLATIVO

DIREITO CONSTITUCIONAL PODER LEGISLATIVO DIREITO CONSTITUCIONAL PODER LEGISLATIVO Atualizado em 03/11/2015 PODER LEGISLATIVO No plano federal temos o Congresso Nacional composto por duas casas (Câmara dos Deputados e Senado Federal). No âmbito

Leia mais

Projeto de Simulação do Conselho de Segurança das Nações Unidas - SIMULREL

Projeto de Simulação do Conselho de Segurança das Nações Unidas - SIMULREL Projeto de Simulação do Conselho de Segurança das Nações Unidas - SIMULREL Idealizador: Curso de Relações Internacionais Centro Universitário de Brasília UNICEUB Responsável: Fernando Paiva Monitor do

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DAS LICENCIATURAS (NEPEx LICENCIATURAS) DO INSTITUTO FEDERAL GOIANO

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DAS LICENCIATURAS (NEPEx LICENCIATURAS) DO INSTITUTO FEDERAL GOIANO 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ENSINO, PESQUISA E

Leia mais

DECRETO Nº 1.973, DE 1º DE AGOSTO DE 1996. (Publicado no D.O.U. de 02.08.1996)

DECRETO Nº 1.973, DE 1º DE AGOSTO DE 1996. (Publicado no D.O.U. de 02.08.1996) DECRETO Nº 1.973, DE 1º DE AGOSTO DE 1996. (Publicado no D.O.U. de 02.08.1996) Promulga a Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher, concluída em Belém do Pará,

Leia mais

RESOLUÇÃO 23.190 INSTRUÇÃO Nº 127 CLASSE 19ª BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL. Relator: Ministro Arnaldo Versiani. Interessado: Tribunal Superior Eleitoral.

RESOLUÇÃO 23.190 INSTRUÇÃO Nº 127 CLASSE 19ª BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL. Relator: Ministro Arnaldo Versiani. Interessado: Tribunal Superior Eleitoral. RESOLUÇÃO 23.190 INSTRUÇÃO Nº 127 CLASSE 19ª BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL. Relator: Ministro Arnaldo Versiani. Interessado: Tribunal Superior Eleitoral. Dispõe sobre pesquisas eleitorais (Eleições de 2010).

Leia mais

Questão 1. Sobre os diversos âmbitos do Direito Internacional, assinale a alternativa verdadeira:

Questão 1. Sobre os diversos âmbitos do Direito Internacional, assinale a alternativa verdadeira: PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS DIREITO INTERNACIONAL P á g i n a 1 Questão 1. Sobre os diversos âmbitos do Direito Internacional, assinale a alternativa verdadeira: a) O Direito Internacional Público

Leia mais

PROJETO DE LEI N 4.596/09

PROJETO DE LEI N 4.596/09 1 COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL PROJETO DE LEI N 4.596/09 (Do Sr. Capitão Assumção) Altera os artigos 3 e 41 da Lei n 9.474, de 22 de julho de 1997, que "Define mecanismos para a

Leia mais

CAPÍTULO I Disposições gerais

CAPÍTULO I Disposições gerais ESTATUTOS DO CONSELHO DAS FINANÇAS PÚBLICAS Aprovados pela Lei n.º 54/2011, de 19 de outubro, com as alterações introduzidas pelo artigo 187.º da Lei n.º 82-B/2014, de 31 de dezembro (Grafia adaptada em

Leia mais

I - nos crimes punidos com reclusão em que a pena mínima cominada for superior a 2 (dois) anos; (Redação dada pela Lei nº 6.416, de 24.5.

I - nos crimes punidos com reclusão em que a pena mínima cominada for superior a 2 (dois) anos; (Redação dada pela Lei nº 6.416, de 24.5. Art. 323. Não será concedida fiança: I nos crimes punidos com pena de reclusão, salvo ao réu maior de setenta anos ou menor de vinte e um, no caso de não ser superior a dois anos o máximo da pena cominada;

Leia mais

DIREITO PENAL I. Prof. Mário Miguel da Rosa Muraro mario@muraro.adv.br

DIREITO PENAL I. Prof. Mário Miguel da Rosa Muraro mario@muraro.adv.br DIREITO PENAL I Prof. Mário Miguel da Rosa Muraro mario@muraro.adv.br 3º Semestre Sistema de Avaliação: Prova Parcial em 03.05.2012 Prova Final em 05.07.2012 Participação: Aula e Trabalhos Prof. Mário

Leia mais

ESTRUTURA DO MATERIAL foi ELABORADA por: André Vieira. CURSO CETECNET. Processar e julgar, originariamente: Origem:

ESTRUTURA DO MATERIAL foi ELABORADA por: André Vieira. CURSO CETECNET. Processar e julgar, originariamente: Origem: STF MINISTROS 11 CIDADÃO +35 / - 65 N.S.J / R.I Pres. Repúb. Senado Federal Maioria absoluta NÃO POS- SUE ORI- GEM Processar e julgar, originariamente: a) a ADi de lei ou ato normativo federal ou estadual

Leia mais

Lei 2.230/05 28 de dezembro de 2005. Cria o Fundo Municipal de Segurança Pública e dá outras providências.

Lei 2.230/05 28 de dezembro de 2005. Cria o Fundo Municipal de Segurança Pública e dá outras providências. Lei 2.230/05 28 de dezembro de 2005. Cria o Fundo Municipal de Segurança Pública e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE PORANGATU, ESTADO DE GOIÁS, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES LEGAIS, FAZ SABER

Leia mais

- REGIMENTO INTERNO. Aprovado pelo Conselho de Administração da Garantisudoeste.

- REGIMENTO INTERNO. Aprovado pelo Conselho de Administração da Garantisudoeste. - REGIMENTO INTERNO Aprovado pelo Conselho de Administração da Garantisudoeste. REGIMENTO INTERNO PREMISSAS BÁSICAS: Considerando a grande responsabilidade que compreende a execução do objeto social da

Leia mais

SELEÇÃO DE ESTÁGIO - DIREITO

SELEÇÃO DE ESTÁGIO - DIREITO SELEÇÃO DE ESTÁGIO - DIREITO - Verifique se este caderno contém 20 questões objetivas e 2 temas de redação. Caso contrário, reclame ao fiscal da sala outro caderno. - A resposta deve ser marcada com caneta

Leia mais

A OIT é uma organização internacional constituída para a melhoria das condições de trabalho, promoção da justiça social e dos direitos humanos

A OIT é uma organização internacional constituída para a melhoria das condições de trabalho, promoção da justiça social e dos direitos humanos A OIT é uma organização internacional constituída para a melhoria das condições de trabalho, promoção da justiça social e dos direitos humanos Organização Internacional composta por 186 Estados membros

Leia mais

MUNICÍPIO DE CRUZEIRO DO SUL - ACRE GABINETE DO PREFEITO MEDIDA PROVISÓRIA N 002/2013, DE 14 DE MARÇO DE 2013.

MUNICÍPIO DE CRUZEIRO DO SUL - ACRE GABINETE DO PREFEITO MEDIDA PROVISÓRIA N 002/2013, DE 14 DE MARÇO DE 2013. Pág. 1 de 7 MEDIDA PROVISÓRIA N 002/2013, DE 14 DE MARÇO DE 2013. DO: PODER EXECUTIVO AO: PODER LEGISLATIVO DISPÕE SOBRE A POLÍTICA MUNICIPAL DE ATENDIMENTO DOS DIREITOS DO IDOSO, CRIA O FUNDO MUNICIPAL

Leia mais

NORMAS E DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO COMITÊ DE ÉTICA NO USO CIENTÍFICO DE ANIMAIS (CEUA-UNISANTA) CAPÍTULO I DO OBJETO E FINALIDADES

NORMAS E DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO COMITÊ DE ÉTICA NO USO CIENTÍFICO DE ANIMAIS (CEUA-UNISANTA) CAPÍTULO I DO OBJETO E FINALIDADES NORMAS E DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO COMITÊ DE ÉTICA NO USO CIENTÍFICO DE ANIMAIS (CEUA-UNISANTA) CAPÍTULO I DO OBJETO E FINALIDADES Artigo 1º - O Comitê de Ética em Pesquisa no Uso Científico de Animais,

Leia mais

DIREITO CONSTITUCIONAL

DIREITO CONSTITUCIONAL DIREITO CONSTITUCIONAL EFICÁCIA JURÍDICA Atualizado em 12/01/2016 NACIONALIDADE: ARTS. 12 E 13 CF88 A nacionalidade é o vínculo jurídico-civil que liga o indivíduo a um determinado território e é considerada

Leia mais

PERÍCIA AMBIENTAL CONCEITOS

PERÍCIA AMBIENTAL CONCEITOS PERÍCIA AMBIENTAL CONCEITOS PERÍCIA Exame realizado por técnico, ou pessoa de comprovada aptidão e idoneidade profissional, para verificar e esclarecer um fato, ou estado ou a estimação da coisa que é

Leia mais

O CONGRESSO NACIONAL decreta:

O CONGRESSO NACIONAL decreta: REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 2.384-B DE 2015 Disciplina o processo e o julgamento do recurso extraordinário e do recurso especial; altera a Lei nº 13.105, de 16 de março de 2015 Código de Processo Civil;

Leia mais

DECRETO Nº 27.958, DE 16 DE MAIO DE 2007 DODF DE 17.05.2007

DECRETO Nº 27.958, DE 16 DE MAIO DE 2007 DODF DE 17.05.2007 DECRETO Nº 27.958, DE 16 DE MAIO DE 2007 DODF DE 17.05.2007 Aprova o Estatuto Social da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal e dá outras providências. O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, no uso

Leia mais

Noções de Direito Internacional Privado Aula 01-2º Bimestre - 2015/B

Noções de Direito Internacional Privado Aula 01-2º Bimestre - 2015/B # Noções Introdutórias Noções de Direito Internacional Privado Aula 01-2º Bimestre - 2015/B Direito Internacional O direito internacional privado é o ramo do Direito, que visa regular os conflitos de leis

Leia mais

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Introdução: A Pena 2. A Pena na Constituição Federal de 1988 3. Finalidades da pena 4. Espécies de pena no Código Penal brasileiro 5. Direito Penitenciário 6. Legislação 7. Aplicação

Leia mais

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1891

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1891 CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1891 Preâmbulo Nós, os representantes do povo brasileiro, reunidos em Congresso Constituinte, para organizar um regime livre e democrático, estabelecemos, decretamos e promulgamos

Leia mais

HOMOLOGADA PELO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO EM 09/12/2004 RESOLUÇÃO Nº 145/04. Palmas, 08 de dezembro de 2004

HOMOLOGADA PELO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO EM 09/12/2004 RESOLUÇÃO Nº 145/04. Palmas, 08 de dezembro de 2004 HOMOLOGADA PELO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO EM 09/12/2004 REVOGADA RESOLUÇÃO Nº 145/04 Palmas, 08 de dezembro de 2004 Fixa normas para criação e autorização de funcionamento de instituições de educação

Leia mais

Sessão Solene de abertura do Ano Judicial Supremo Tribunal de Justiça 8 de outubro de 2015

Sessão Solene de abertura do Ano Judicial Supremo Tribunal de Justiça 8 de outubro de 2015 Sessão Solene de abertura do Ano Judicial Supremo Tribunal de Justiça 8 de outubro de 2015 1. Ao longo da legislatura que agora termina, fiz sempre questão de enfatizar, em todas as sessões de abertura

Leia mais

MATERIAL DE AULA LEI Nº 9.296, DE 24 DE JULHO DE 1996.

MATERIAL DE AULA LEI Nº 9.296, DE 24 DE JULHO DE 1996. MATERIAL DE AULA I) Ementa da aula Interceptação Telefônica. II) Legislação correlata LEI Nº 9.296, DE 24 DE JULHO DE 1996. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono

Leia mais

COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS E MINORIAS

COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS E MINORIAS COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS E MINORIAS PROJETO DE LEI N o 6.418, DE 2005 (Apensados os Projetos de Lei n os : 715/1995; 1.026/1995; 1.477/2003; 5.452/2001; 6.840/2002; 2.252/1996 e 6.573/2006) Define

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO CHOÇA ESTADO DA BAHIA

PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO CHOÇA ESTADO DA BAHIA LEI Nº 272, DE 06 DE JUNHO DE 2014. Dispõe sobre a criação do Conselho Comunitário de Segurança Pública e Entidades Afins do Município de Barra do Choça e dá outras Providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE

Leia mais

O CONGRESSO NACIONAL decreta: II somente perderão seus mandatos nos casos de:

O CONGRESSO NACIONAL decreta: II somente perderão seus mandatos nos casos de: PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2007 Complementar Dispõe sobre a nomeação e demissão do Presidente e diretores do Banco Central do Brasil e sobre a organização de seu quadro funcional. O CONGRESSO NACIONAL

Leia mais

Fonte significa a origem de algo. Fonte do Direito Penal significa a origem do direito penal (como surge, como nasce o direito penal).

Fonte significa a origem de algo. Fonte do Direito Penal significa a origem do direito penal (como surge, como nasce o direito penal). NOÇÕES GERAIS Antes de entrarmos no estudo das principais questões sobre o Direito Penal, é necessário conhecermos algumas noções básicas desse ramo do direito, que são imprescindíveis para a correta compreensão

Leia mais

MENSAGEM N.º 594, DE 2015 (Do Poder Executivo)

MENSAGEM N.º 594, DE 2015 (Do Poder Executivo) CÂMARA DOS DEPUTADOS MENSAGEM N.º 594, DE 2015 (Do Poder Executivo) Aviso nº 682/2015 - C. Civil Texto da Decisão nº 10/12 do Conselho de Chefes de Estado e de Governo da União das Nações Sul-Americanas

Leia mais

CONTEÚDO AVALIAÇÃO MULTIDISCIPLINAR 2016/1. Preconceito, esterótipo e discriminação

CONTEÚDO AVALIAÇÃO MULTIDISCIPLINAR 2016/1. Preconceito, esterótipo e discriminação CONTEÚDO AVALIAÇÃO MULTIDISCIPLINAR 2016/1 DISCIPLINAS NÚMEROS DE QUESTÕES 1 PERÍODO HERMENÊUTICA Linguagem; desenvolvimento histórico da hermenêutica; bases filosóficas da hermenêutica; introdução à hermenêutica

Leia mais

REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS- GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM DIREITO PPGD

REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS- GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM DIREITO PPGD Telefones: (55) 3332-0545 e (55) 3332-0351 - Endereço eletrônico: http://www.unijui.edu.br/ppgd Correio eletrônico: ppgd@unijui.edu.br PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM DIREITO CURSO DE MESTRADO

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA COORDENADORIA DE GRADUAÇÃO REGIMENTO INTERNO 2012 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA COORDENADORIA

Leia mais

CAPÍTULO 01 QUESTÕES DE PROVA DE JUIZ DO TRABALHO

CAPÍTULO 01 QUESTÕES DE PROVA DE JUIZ DO TRABALHO QUESTÕES DE PROVA DE JUIZ DO TRABALHO CAPÍTULO 01 QUESTÕES DE PROVA DE JUIZ DO TRABALHO 11 1.1. COMENTÁRIOS INICIAIS DO CAPÍTULO ANÁLISE DA DISCIPLINA NAS PRO- VAS DE JUIZ DO TRABALHO A disciplina de Direito

Leia mais

O PREFEITO MUNICIPAL DE XINGUARA, Estado do Pará, faz saber que a câmara Municipal aprovou e ele sanciona a seguinte lei.

O PREFEITO MUNICIPAL DE XINGUARA, Estado do Pará, faz saber que a câmara Municipal aprovou e ele sanciona a seguinte lei. DO DO PARÁ LEI Nº 877/13 DE 09 DE DEZEMBRO DE 2013. Institui a Política Municipal de Saneamento Básico, e o Plano de Saneamento Básico (PMSB) do Município de Xinguara-Pa e dá outras providências. O PREFEITO

Leia mais

DECRETO Nº 38.125 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais e,

DECRETO Nº 38.125 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais e, DECRETO Nº 38.125 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013 Cria a Empresa Pública de Saúde do Rio de Janeiro S/A RIOSAÚDE e aprova seu Estatuto. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais

Leia mais

CONVENÇÃO SOBRE O ESTATUTO DOS APÁTRIDAS

CONVENÇÃO SOBRE O ESTATUTO DOS APÁTRIDAS CONVENÇÃO SOBRE O ESTATUTO DOS APÁTRIDAS Aprovada em Nova Iorque, em 28 de Setembro de 1954 Entrada em vigor: 6 de Junho de 1960, em conformidade com o artigo 39.º As Altas Partes Contratantes, PREÂMBULO

Leia mais

(Apenso o PL nº 5.010, de 2009)

(Apenso o PL nº 5.010, de 2009) COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI N o 3.572, DE 2008 (Apenso o PL nº 5.010, de 2009) Dispõe sobre normas gerais acerca da prestação de serviços funerários, administração de cemitérios

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 14/2016 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PARTICIPAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE NEGRA CAPÍTULO I

PROJETO DE LEI Nº 14/2016 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PARTICIPAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE NEGRA CAPÍTULO I PROJETO DE LEI Nº 14/2016 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PARTICIPAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE NEGRA RUI VALDIR OTTO BRIZOLARA, Prefeito Municipal de Morro Redondo, Estado do Rio

Leia mais

REGULAMENTO DAS INSPETORIAS, REPRESENTAÇÕES E DAS COMISSÕES AUXILIARES DE FISCALIZAÇÃO-CAFs CAPÍTULO I DAS INSPETORIAS E REPRESENTAÇÕES.

REGULAMENTO DAS INSPETORIAS, REPRESENTAÇÕES E DAS COMISSÕES AUXILIARES DE FISCALIZAÇÃO-CAFs CAPÍTULO I DAS INSPETORIAS E REPRESENTAÇÕES. REGULAMENTO DAS INSPETORIAS, REPRESENTAÇÕES E DAS COMISSÕES AUXILIARES DE FISCALIZAÇÃO-CAFs CAPÍTULO I DAS INSPETORIAS E REPRESENTAÇÕES Seção I Da Natureza e Finalidade das Inspetorias Art. 1º A Inspetoria

Leia mais

Deliberação nº /2012

Deliberação nº /2012 Universidade Agostinho Neto Faculdade de Ciências Sociais Conselho Científico-Pedagógico Deliberação nº /2012 de 19 de Dezembro Tendo sido criados cursos de pós-graduação e havendo necessidade de deliberar

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 05/2007 REGULAMENTO GERAL DA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA - UESB

RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 05/2007 REGULAMENTO GERAL DA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA - UESB Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB Credenciada pelo Decreto Estadual nº 7.344 de 27.05.1998 CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO CONSEPE RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 05/2007 REGULAMENTO

Leia mais

CÂMARA DE FISCALIZAÇÃO E REGISTRO. REGULAMENTO DE FISCALIZAÇÃO DO SISTEMA CFA/CRAs

CÂMARA DE FISCALIZAÇÃO E REGISTRO. REGULAMENTO DE FISCALIZAÇÃO DO SISTEMA CFA/CRAs CÂMARA DE FISCALIZAÇÃO E REGISTRO REGULAMENTO DE FISCALIZAÇÃO DO SISTEMA CFA/CRAs JANEIRO DE 2015 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) C755r Conselho Federal de Administração. Regulamento

Leia mais

HISTÓRICO DE REFORMAS A QUE SE REFERE A EXPRESSÃO

HISTÓRICO DE REFORMAS A QUE SE REFERE A EXPRESSÃO HISTÓRICO DE REFORMAS A QUE SE REFERE A EXPRESSÃO REFORMA POLÍTICA NAS DISCUSSÕES EM CURSO NO CONGRESSO NACIONAL MÁRCIO NUNO RABAT Consultor Legislativo da Área XIX Ciência Política, Sociologia Política,

Leia mais

Resolução nº 1.053/14

Resolução nº 1.053/14 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA CONFEA RESOLUÇÃO N 1.053, DE 11 DE MARÇO DE 2014. Regulamenta a concessão de recursos para as entidades de classe que objetivem apoiar

Leia mais

REGIMENTO DO MESTRADO EM EDUCAÇÃO TÍTULO I DOS OBJETIVOS TÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO

REGIMENTO DO MESTRADO EM EDUCAÇÃO TÍTULO I DOS OBJETIVOS TÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA NÚCLEO DE CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM EDUCAÇÃO MESTRADO EM EDUCAÇÃO REGIMENTO DO MESTRADO EM EDUCAÇÃO TÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1º - O

Leia mais

Conselho da Justiça Federal

Conselho da Justiça Federal RESOLUÇÃO Nº 058, DE 25 DE MAIO DE 2009 Estabelece diretrizes para membros do Poder Judiciário e integrantes da Polícia Federal no que concerne ao tratamento de processos e procedimentos de investigação

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL

RESOLUÇÃO Nº CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL RESOLUÇÃO Nº INSTRUÇÃO Nº CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL Relator: Ministro Gilmar Mendes Interessado: Tribunal Superior Eleitoral Dispõe sobre pesquisas eleitorais para as eleições de 2016. O Tribunal

Leia mais

RESOLUÇÃO CRCMG Nº 357, DE 18 DE JULHO DE 2014.

RESOLUÇÃO CRCMG Nº 357, DE 18 DE JULHO DE 2014. RESOLUÇÃO CRCMG Nº 357, DE 18 DE JULHO DE 2014. Alterada pela Resolução CRCMG nº 363/2014. Altera o Regulamento Geral das Delegacias Seccionais do CRCMG. O CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DE MINAS GERAIS,

Leia mais

Art. 1º. Aprovar as alterações do Estatuto da Universidade Federal de Juiz de Fora, com sede na cidade de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais.

Art. 1º. Aprovar as alterações do Estatuto da Universidade Federal de Juiz de Fora, com sede na cidade de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais. Portaria 1.105, de 28 de setembro de 1998 O Ministro de Estado da Educação e do Desporto, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto 1.845, de 28 de março de 1996, e tendo em vista o Parecer

Leia mais

SELEÇÃO DE ESTÁGIO DIREITO ATENÇÃO

SELEÇÃO DE ESTÁGIO DIREITO ATENÇÃO SELEÇÃO DE ESTÁGIO DIREITO ATENÇÃO - Verifique se este caderno contém 20 questões objetivas e 2 temas de redação. Caso contrário, reclame ao fiscal da sala outro caderno. - A resposta deve ser marcada

Leia mais

A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA NO PROCESSO PENAL

A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA NO PROCESSO PENAL A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA NO PROCESSO PENAL CRISTIANE APARECIDA ROSA DIALUCE 1 GUILHERME JORGE DO CARMO SILVA 2 VÂNIA MARIA BEMFICA GUIMARÃES PINTO COELHO 3 RESUMO O presente estudo vem à lume apresentar

Leia mais

DECRETO Nº 980, DE 16 DE ABRIL DE 2012

DECRETO Nº 980, DE 16 DE ABRIL DE 2012 DECRETO Nº 980, DE 16 DE ABRIL DE 2012 Regulamenta o Fundo Municipal dos Direitos do Idoso. O Prefeito Municipal de São José dos Pinhais, Estado do Paraná, usando de suas atribuições legais, e de acordo

Leia mais

REGULAMENTO PROCESSUAL DA BSM

REGULAMENTO PROCESSUAL DA BSM REGULAMENTO PROCESSUAL DA BSM O Conselho de Supervisão da BM&FBOVESPA SUPERVISÃO DE MERCADOS (BSM), no uso das atribuições que lhe confere o Estatuto Social da entidade e após a autorização da Comissão

Leia mais

PROVA DE NOÇÕES DE DIREITO

PROVA DE NOÇÕES DE DIREITO 12 PROVA DE NOÇÕES DE DIREITO QUESTÃO 41 NÃO está correta a seguinte definição: a) DIREITO POSITIVO: o ordenamento ideal, correspondente a uma justiça superior e intrinsecamente boa e legítima. b) DIREITO

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2013

PROJETO DE LEI Nº, DE 2013 PROJETO DE LEI Nº, DE 2013 (Do Sr. Milton Monti) Cria a Universidade Federal de Bauru - UNIFEB e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica criada a Universidade Federal de Bauru

Leia mais

Dos Direitos e Garantias Fundamentais.

Dos Direitos e Garantias Fundamentais. MATERIAL DE AULA I) Ementa da aula e breve resumo Dos Direitos e Garantias Fundamentais. Os direitos e garantias fundamentais correspondem às normas constitucionais que possibilitam as condições mínimas

Leia mais

SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS

SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS RESOLUÇÃO No- 1, DE 9 DE JUNHO DE 2015 Aprova o Regimento Interno do Conselho Nacional dos Direitos Humanos - CNDH. O PLENÁRIO DO CONSELHO

Leia mais

SUMÁRIO: Ratifica o Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional, aberto à assinatura dos Estados em Roma, em 17 de Julho de 1998

SUMÁRIO: Ratifica o Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional, aberto à assinatura dos Estados em Roma, em 17 de Julho de 1998 ESTATUTO DE ROMA DO TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL (TPI) Decreto do Presidente da República n.º 2/2002 Diário da República n.º 15, Série I-A de Janeiro de 2002 SUMÁRIO: Ratifica o Estatuto de Roma do Tribunal

Leia mais

Capítulo I Das Organizações Sociais. Seção I Da Qualificação

Capítulo I Das Organizações Sociais. Seção I Da Qualificação Lei n.º 9.637, de 15 de maio de 1998 Dispõe sobre a qualificação de entidades como organizações sociais, a criação do Programa Nacional de Publicização, a extinção dos órgãos e entidades que menciona e

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº INSTRUÇÃO Nº 539-35.2015.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL

RESOLUÇÃO Nº INSTRUÇÃO Nº 539-35.2015.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL RESOLUÇÃO Nº INSTRUÇÃO Nº 539-35.2015.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL Relator: Ministro Gilmar Mendes Interessado: Tribunal Superior Eleitoral Dispõe sobre pesquisas eleitorais para o pleito

Leia mais

JUSTIÇA MILITAR. ORGANIZAÇÃO E COMPETÊNCIA

JUSTIÇA MILITAR. ORGANIZAÇÃO E COMPETÊNCIA JUSTIÇA MILITAR. ORGANIZAÇÃO E COMPETÊNCIA CONFORMAÇÃO CONSTITUCIONAL Constituição Federal (OBS: o Decreto 4.346/02 exige o cumprimento do contraditório na apuração das infrações disciplinares) Art. 92.

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL (Aprovado pela Resolução CONDEL n o 027/2015, de 2/9/2015)

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL (Aprovado pela Resolução CONDEL n o 027/2015, de 2/9/2015) REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL (Aprovado pela Resolução CONDEL n o 027/2015, de 2/9/2015) CAPÍTULO I INTRODUÇÃO Art. 1 o Este Regimento Interno do Conselho Fiscal CONFI estabelece as normas que complementam

Leia mais

QUESTÕES E PROCESSOS PARTE II

QUESTÕES E PROCESSOS PARTE II QUESTÕES E PROCESSOS INCIDENTES PARTE II INCOMPATIBILIDADES E IMPEDIMENTOS: ART. 112 CPP- DUAS HIPÓTESES: ABSTENÇÃO: ARGUIÇÃO PELA PARTE: PROCESSO ESTABELECIDO PARA EXCEÇÃO DE SUSPEIÇÃO. ART. 252 E 253

Leia mais

PARECER Nº, DE 2008. RELATOR: Senador ANTONIO CARLOS VALADARES I RELATÓRIO

PARECER Nº, DE 2008. RELATOR: Senador ANTONIO CARLOS VALADARES I RELATÓRIO PARECER Nº, DE 2008 Da COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 370, de 2008, do senador Papaléo Paes, que altera o Código Penal, para incluir o crime de induzir

Leia mais

O Governador do Estado de Mato Grosso do Sul, no uso das atribuições que lhe confere o inciso VII, do artigo 89, da Constituição Estadual,

O Governador do Estado de Mato Grosso do Sul, no uso das atribuições que lhe confere o inciso VII, do artigo 89, da Constituição Estadual, P O D E R E X E C U T I V O DECRETO Nº 10.529 DE 29 DE OUTUBRO DE 2.001 D i s p õ e s o b r e a M e d a l h a I M P E R A - D O R D O M P E D R O I I n o C o r p o d e B o m b e i r o s M i l i t a r d

Leia mais

Regulamento do Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional

Regulamento do Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional Regulamento do Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional Capítulo I Objetivos Artigo 1º - O Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional (PROFIAP) tem como objetivo

Leia mais