NEW SCIENCE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS REVISTA UL.COM/NEWSCIENCE-BRAZIL EDIÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "NEW SCIENCE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS REVISTA UL.COM/NEWSCIENCE-BRAZIL EDIÇÃO"

Transcrição

1 NEW SCIENCE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS REVISTA EDIÇÃO 1 UL.COM/NEWSCIENCE-BRAZIL

2 NOVOS DESAFIOS BUSQUE A NEW SCIENCE O progresso é uma força transformadora que não pode ser contida. As novas tecnologias, os avanços de produtos e a globalização estão chegando ao mesmo tempo e em um ritmo acelerado. A inovação nos torna mais eficientes, mais produtivos e mais conectados. Porém, existe um custo, e esse custo é o risco. Para ajudar a reduzir os riscos emergentes, a UL está desenvolvendo a New Science. Através de descobertas, metodologias e equipamentos de teste, procedimentos, software e normas fundamentais, a UL está criando novas e importantes maneiras de tornar o mundo um lugar mais seguro.

3 SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO PANORAMA A pesquisa de segurança contra incêndio da UL está na vanguarda criando a New Science para ajudar os fabricantes a fazerem produtos mais seguros e proteger consumidores, bombeiros, casas, edifícios e veículos dos perigos relacionados a incêndios. Buscando entender melhor o quanto as casas modernas mudaram, realizamos experiências inovadoras para quantificar a forma como os incêndios em ambientes construídos se tornaram muito mais perigosos, ao mesmo tempo que apontamos as áreas nas quais são necessárias novas estratégias de contenção e supressão de incêndio. Desenvolvemos a New Science sobre a fumaça para melhor identificar sua composição e seus níveis mais elevados de toxicidade. Estamos também avançando na compreensão do impacto da fumaça de hoje sobre a saúde dos bombeiros ao longo do tempo. A UL inovou a maneira de investigar os novos painéis fotovoltaicos de energia mais elevada e os riscos que eles representam em situações de incêndio. Em relação ao armazenamento de energia, a UL criou uma maneira de testar as baterias de íon-lítio de hoje para determinar o risco de curto-circuito induzido por incêndios e explosões. Olhando para o futuro, estamos desenvolvendo maneiras de aproveitar nosso banco de dados para permitir melhores técnicas de previsão e prevenção de incêndios. REVISTA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 3

4 INCÊNDIOS RESIDENCIAIS MODERNOS REDEFININDO A FUMAÇA PAINÉIS FOTOVOLTAICOS BATERIAS DE ÍON-LÍTIO

5 CONTEXTO Os cientistas e engenheiros de pesquisa da UL têm realizado uma série de testes inovadores e avaliado seus resultados. Eles identificaram que os incêndios em residências modernas são uma combinação perfeita de agravantes de condições e resultados: casas maiores + geometria de casas abertas + aumento das cargas de combustível + novos materiais de construção = propagação de incêndios mais rápida, menor tempo até a faísca, mudanças rápidas na dinâmica de incêndio, tempos mais curtos de fuga e de colapso estrutural do prédio. O QUE FEZ A UL? A UL realizou centenas de estudos analíticos para compreender os aspectos individuais de incêndios domésticos ao longo dos anos. Em 2012, a UL trouxe seus conhecimentos compactados em uma série de testes exclusivos para o avanço da ciência de incêndios residenciais. A fim de entender as implicações dos incêndios domésticos modernos, os cientistas da UL conduziram uma série de experimentos que levou em conta as mudanças importantes nas residências modernas. Essas mudanças incluem as diferenças no tamanho e na geometria das casas modernas, bem como os móveis e os materiais de construção utilizados. Nos experimentos, três configurações de residências modernas foram testadas contra três configurações antigas, definidas como as que têm móveis de meados do século 20 e de materiais de construção de 1950 a Os testes mostraram uma consistência de resultados entre as três habitações modernas e as três habitações antigas que examinamos. Todas as habitações modernas chegaram à faísca que ocorre quando a maioria das superfícies expostas em um espaço é aquecida à temperatura de autoignição e emite gases inflamáveis em menos de cinco minutos, enquanto que, entre as residências antigas, a que levou menos tempo para chegar à faísca fez isso em pouco mais de 29 minutos. Nos três conjuntos de experimentos, as residências mobiliadas antigas levaram pelo menos 700% a mais de tempo para atingir a faísca ANOS ATRÁS HOJE OITO VEZES MAIS RÁPIDO TAXA ATÉ A FAÍSCA PARA RESIDÊNCIAS MODERNAS 3 Os experimentos revelaram que os materiais naturais das residências antigas liberaram energia mais lentamente do que as residências com mobília moderna, sintética e de queima mais rápida, o que deixa muito menos tempo para os ocupantes escaparem do incêndio. Os experimentos também demonstraram aos bombeiros que, na maioria dos casos, o incêndio chegou à faísca antes de sua chegada ou teve sua ventilação limitada, esperando por uma abertura de ventilação para aumentar sua velocidade de combustão. Essa diferença tem um impacto substancial na segurança dos ocupantes e na segurança dos bombeiros, levando a propagação mais rápida do incêndio, menor tempo até a faísca, mudanças rápidas na dinâmica do incêndio e tempos de escape mais curtos. 2 Nosso teste avançado também analisou quatro tipos de novos materiais de construção: revestimentos de parede, componentes estruturais, janelas e portas internas. A mudança de revestimentos modernos de paredes agora permite que os incêndios que atingiam essencialmente a mobília se tornem incêndios estruturais, penetrando os RESIDENTIAL FIRES REVISTA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO / INCÊNDIOS RESIDENCIAIS MODERNOS 5

6 revestimentos das paredes e envolvendo os espaços vazios. Essa mudança causa uma propagação mais rápida do incêndio e um menor tempo até o colapso estrutural. Os componentes estruturais, em geral, tornaram-se mais leves através da remoção de massa, o que faz com que o colapso seja significativamente mais rápido. 4 Nessas experiências, um sistema projetado de piso de viga de perfil estrutural em I entra em colapso em menos de 1/3 do tempo com relação ao sistema de piso de madeira serrada de estrutura dimensional. Janelas e portas interiores modernas caem mais rapidamente do que suas equivalentes antigas. As janelas cederam em metade do tempo, e as portas, em cerca de cinco minutos. Se um incêndio em um ambiente fechado é capaz de subir ao ar para queimar a partir de uma janela com falha, então ele pode queimar através de uma porta e se estender ao resto da casa. Tal como aconteceu com as experiências anteriores, foi descoberto que o uso de novos materiais de construção também leva a propagação do incêndio mais rapidamente, mudanças rápidas na dinâmica do incêndio e tempos de fuga menores para ocupantes e bombeiros. 5 Os testes originais da UL também identificaram implicações para o colapso. Especificamente em ambientes modernos de incêndio, se os bombeiros chegam em oito minutos ao local, o colapso pode acontecer em até 90 segundos após sua chegada. Os bombeiros podem não estar na residência ainda ou podem estar entrando na residência para procurar ocupantes. Por outro lado, nossa pesquisa mostrou que o desmoronamento por incêndio nas residências antigas começa 40 minutos após a chegada dos bombeiros. Em uma residência antiga, o tempo adicional antes do colapso permitiria que várias operações de combate ao incêndio ocorressem enquanto os bombeiros estivessem analisando a segurança da estrutura. 6 A UL está trabalhando hoje para fazer melhorias nesses sistemas, trabalhando em estreita colaboração com os fabricantes e as outras importantes partes interessadas. POR QUE É IMPORTANTE? A conclusão geral do teste de incêndios da UL é de que as mudanças nas residências modernas geram incêndios que atingem a faísca oito vezes mais rápido do que nas residências construídas há 50 anos. Essa progressão muito mais rápida até a faísca dá a moradores, bombeiros e outros socorristas muito menos tempo para reagir, gerando riscos significativos à saúde e à propriedade. 7 As descobertas sobre incêndios domésticos modernos apontam que as condições que os bombeiros enfrentam hoje e que enfrentarão no futuro são muito diferentes das enfrentadas pelas gerações anteriores. IMPACTO As descobertas sobre incêndios domésticos modernos apontam que as condições que os bombeiros enfrentam hoje e que enfrentarão no futuro são muito diferentes das enfrentadas pelas gerações anteriores. Devido a essas alterações, as táticas de combate a incêndios precisam mudar ou ser reavaliadas para ajudar a garantir que elas sejam eficazes. A UL está trabalhando em estreita colaboração com a comunidade de combate a incêndios para continuar a analisar e considerar os novos métodos e as novas práticas operacionais ao avanço da segurança. RESIDENTIAL FIRES REVISTA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO / INCÊNDIOS RESIDENCIAIS MODERNOS 6

7 INCÊNDIOS RESIDENCIAIS MODERNOS REDEFININDO A FUMAÇA PAINÉIS FOTOVOLTAICOS BATERIAS DE ÍON-LÍTIO

8 CONTEXTO Os novos materiais sintéticos frequentemente utilizados em edifícios residenciais, móveis, aparelhos eletrônicos e até mesmo em brinquedos mudaram a natureza dos incêndios, bem como a da fumaça. A UL vem estudando como os materiais têm evoluído ao longo dos últimos 30 anos e como a química da fumaça tem sido afetada pelas mudanças nas propriedades do material. A New Science da UL demonstra os efeitos potenciais das mudanças na química da fumaça na ciência dos materiais, no comportamento do fogo, na tecnologia de detecção da fumaça e na segurança dos bombeiros. O QUE FEZ A UL? Os pesquisadores da UL têm participado ativamente nas investigações em curso sobre a natureza mutável dos incêndios modernos, a eficácia das tecnologias de detecção de fumaça atuais e as implicações da fumaça de hoje sobre a segurança dos bombeiros. EM ANOS ANTERIORES HOJE A mudança dos materiais naturais para os sintéticos em casas modernas criou um ambiente onde os incêndios se desenvolvem e se movem muito mais rapidamente a condições insustentáveis. Assim sendo, a quantidade de tempo disponível para escapar com segurança de um incêndio é muito menor do que era no passado, colocando uma carga maior sobre alarmes de fumaça para que respondam nas primeiras fases de um incêndio. Na verdade, um percentual de alarmes de fumaça reage mais rapidamente ao tipo de fumaça liberada pelos novos materiais modernos, a qual é diferente em sua composição da fumaça gerada por materiais naturais. 9 EM 10 SEGUNDOS OS INCÊNDIOS HOJE PODEM AUMENTAR A TEMPERATURA DE 120 A 800 GRAUS CELSIUS 8 Em resposta aos dados relativos a características da fumaça de materiais modernos, a UL está trabalhando com outros profissionais de segurança e fabricantes para desenvolver novos métodos e dados para promover ainda mais a inovação de novas tecnologias de detecção de fumaça. 10 Além dos novos desafios de detecção causados pela química dos novos materiais, o tipo e a quantidade de partículas da fumaça gerada quando os materiais sintéticos incendeiam são também caracteristicamente diferentes dos encontrados nos materiais naturais. Uma das principais observações apontadas no Projeto de caracterização da fumaça UL-FPRF foi a da predominância de partículas de fumaça de tamanho submicrométrico geradas pela combustão. Trabalhando com a Fundação de pesquisa de proteção contra incêndios (FPRF) NFPA e com o setor de produção de detectores de fumaça, a complexa investigação de pesquisa procurou responder à pergunta básica: o que é a fumaça? Além dessa pesquisa fundamental, a UL investigou a relação causal entre as partículas de fumaça submicrométricas e o risco de problemas cardiovasculares. A UL, em parceria com os bombeiros de Chicago e com a University of Cincinnati College of Medicine, ambos nos EUA, coletou dados sobre a fumaça e os gases efluentes aos quais os bombeiros estão expostos durante as operações de combate a incêndios de rotina, bem como sobre a exposição de contato ao equipamento de proteção individual contaminado. A pesquisa foi financiada por um subsídio substancial do Departamento de Segurança Interna dos EUA. 11 RESIDENTIAL FIRES REVISTA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO / REDEFININDO A FUMAÇA 8

9 Como um componente deste estudo, as características de combustibilidade, da fumaça e dos gases de 42 materiais de construção e de mobiliário residencial diferentes foram classificadas utilizando a metodologia desenvolvida no Projeto de caracterização da fumaça UL-FPRF. Isso aumentou o número de identificações de fumaça medidas de 18 materiais, originalmente concluídas no Projeto de caracterização da fumaça UL-FPRF, para 60 identificações de fumaça atualmente reconhecidas. 12 A pesquisa inédita da UL descobriu definitivamente que os materiais sintéticos produzem mais fumaça do que os naturais, que a combustão dos materiais gera asfixiantes, substâncias que causam irritação e subprodutos cancerígenos aéreos que podem ser potencialmente debilitantes; as substâncias químicas cancerígenas podem atuar topicamente após a inalação ou absorção cutânea, inclusive de equipamentos contaminados. Além disso, em longo prazo, a exposição repetida pode acelerar a mortalidade cardiovascular e a iniciação e/ou progressão da arteriosclerose. 13 Os cientistas e engenheiros da UL também determinaram que a espuma de poliuretano, inflamável ou não, produz fumaça com características que são diferentes daquelas usadas para avaliar alarmes de fumaça de acordo com a UL 217. Assim, a UL formou um grupo de trabalho sob o painel de normas técnicas (STP, Standard Technical Panel) UL 217 para desenvolver testes para a espuma de poliuretano inflamável ou não inflamável. O objetivo do grupo de trabalho foi ampliar o número de identificações de fumaça para que os alarmes de fumaça sejam avaliados sob essa norma. Até o momento, o grupo de trabalho estabeleceu os critérios alvo de desempenho para os novos testes de incêndio que não causarão inadvertidamente um aumento na frequência de alarmes falsos. A UL também investigou a fumaça produzida por amostras de espumas disponíveis comercialmente utilizadas em colchões e móveis estofados, cobrindo uma gama de densidades. 14 A pesquisa da UL descobriu que os materiais sintéticos produzem mais fumaça do que os naturais e que a combustão dos materiais sintéticos gera subprodutos asfixiantes que causam irritações e cancerígenos aéreos. Além disso, o grupo de trabalho investigou como o tamanho da amostra, a geometria, a densidade, o modo de combustão e o modo de aquecimento causam impacto no tamanho das partículas de fumaça, na contagem de distribuição e nas taxas de acúmulo de concentração de fumaça. Na fase final de seu trabalho, o grupo tem usado seus resultados para selecionar o material de espuma de teste e os protocolos de teste para inflamáveis e produtores de fumaça não inflamáveis a serem propostos ao STP UL 217. As especificações de materiais de teste e os limites de consistência dos testes já estão sendo formulados para os protocolos de teste selecionados gerados pelo grupo de trabalho. 15 Um problema inesperado do desenvolvimento de especificações de materiais e dos limites de consistência dos testes foi a descoberta de que o tamanho das células de espuma de poliuretano (independentemente da densidade da espuma) tem um impacto significativo na taxa de formação de fumaça, particularmente para o protocolo de teste de incêndios mais lento dos produtores de fumaça não inflamáveis. Para investigar mais profundamente esse problema, o grupo de trabalho segue atualmente duas abordagens: o desenvolvimento de especificações de materiais de teste e os limites de RESIDENTIAL FIRES REVISTA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO / REDEFININDO A FUMAÇA 9

10 consistência de teste para uma série de espumas comercialmente disponíveis que atendam às metas de propriedade do material de teste e o desenvolvimento de uma norma de referência para a espuma de poliuretano. 16 Assim que as propriedades do material (químicas, de densidade, de densidade de carga de indentação, do tamanho da célula etc.) forem determinadas, os protocolos dos testes propostos serão estatisticamente repetíveis para estabelecer os limites de consistência dos testes, e o grupo de trabalho apresentará os protocolos de teste desenvolvidos (incluindo especificações de amostra de teste) em relação ao STP UL 217 para análise e consideração. POR QUE É IMPORTANTE? A natureza mutável da fumaça gera riscos significativos à saúde tanto para os ocupantes da residência quanto para os bombeiros. Para os ocupantes das residências, é imperativo que as tecnologias de detecção de fumaça sejam eficazes a fim de que eles tenham tempo suficiente para escapar de uma casa em chamas. Para os bombeiros, a detecção precoce lhes dá mais tempo para lutar com mais eficácia contra os incêndios o mais rápido possível. A compreensão dos riscos à saúde para os bombeiros devido à exposição em longo prazo às partículas de fumaça mais tóxicas de hoje também é importante a fim de que contramedidas eficazes possam ser desenvolvidas. A UL buscará a análise em profundidade dos estudos existentes sobre as epidemiologias de câncer e a caracterização da exposição potencial na cena de incêndios tanto para produtos químicos tóxicos quanto para contaminantes acumulados em equipamentos de proteção de bombeiros. IMPACTO À medida que a pesquisa contínua da UL vai sendo disponibilizada, os resultados podem levar a avanços em produtos, normas de segurança de produtos, códigos modelo e regulamentações. O objetivo final da pesquisa de alarme de fumaça da UL é fornecer os dados tecnológicos que possam ajudar a reduzir e/ou eliminar as mortes por incêndio. 17 A UL está buscando pesquisas adicionais que se baseiam na investigação sobre a exposição dos bombeiros às partículas de fumaça para avançar nas descobertas únicas até o momento. A UL buscará a análise em profundidade dos estudos existentes sobre as epidemiologias de câncer e a caracterização da exposição potencial na cena de incêndios tanto para produtos químicos tóxicos quanto para contaminantes acumulados em equipamentos de proteção de bombeiros. Trabalharemos em conjunto com as principais organizações e universidades para desenvolver uma melhor definição do potencial de impactos respiratórios, relativos ao câncer e à saúde cardiovascular em longo prazo, e para determinar a contribuição relativa das vias de exposição respiratórias e de absorção cutânea. Por último, nossa pesquisa, em um trabalho cooperativo com os principais parceiros e as principais associações, examinará o uso de práticas de higiene e industriais relacionadas aos equipamentos de proteção dos bombeiros. RESIDENTIAL FIRES REVISTA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO / REDEFININDO A FUMAÇA 10

11 INCÊNDIOS RESIDENCIAIS MODERNOS REDEFININDO A FUMAÇA PAINÉIS FOTOVOLTAICOS BATERIAS DE ÍON-LÍTIO

12 CONTEXTO O uso de sistemas fotovoltaicos (PV) como fonte de geração de energia está crescendo a uma taxa de 30% ao ano devido aos incentivos governamentais e ao aumento dos custos de energia tradicionais.15 Como resultado da maior utilização, táticas tradicionais dos bombeiros quanto à supressão, à ventilação e à revisão ficaram complicadas, deixando os bombeiros vulneráveis a exposições potencialmente não reconhecidas (especialmente devido ao risco de choque elétrico). Embora os riscos elétricos e de incêndio associados aos sistemas de geração e distribuição elétrica sejam bem conhecidos, os sistemas fotovoltaicos apresentam considerações únicas de segurança. 18 O QUE FEZ A UL? A UL está capacitando bombeiros experientes durante momentos críticos de tomada de decisão sobre como reagir quando se deparam com novas situações e novos riscos potenciais causados por tecnologias de painéis fotovoltaicos. Nos últimos anos, os sistemas fotovoltaicos têm avançado, produzindo mais energia e tornando-se mais acessíveis para o proprietário médio. Há apenas oito anos, painéis fotovoltaicos convertiam somente 6% da energia solar absorvida em energia reutilizável. Hoje, eles convertem 25% da energia. Além disso, o aumento na absorção e a conversão resultaram em painéis que são muito mais eficientes, mas também muito mais quentes do que antes. O aumento das temperaturas de operação significa que os painéis fotovoltaicos já não podem ser colocados próximos a um telhado, mas 10 a 18 centímetros acima, em uma plataforma no telhado. Esse intervalo de passagem de ar pode fazer com que os incêndios entre o painel fotovoltaico e o telhado sejam muito mais intensos do que os em um telhado tradicional. Os pesquisadores da UL lideraram a descoberta em torno de riscos de incêndio associados aos painéis fotovoltaicos, desenvolvendo um padrão para proteção contra falha de arco para sistemas fotovoltaicos e estando entre os primeiros a abordar especificamente os riscos operacionais às equipes de bombeiros. 19 A UL está capacitando bombeiros experientes durante momentos críticos de tomada de decisão sobre como reagir quando se deparam com novas situações causadas por tecnologias de painéis fotovoltaicos. Em 2011, nossos cientistas construíram um arranjo fotovoltaico funcional para servir como um dispositivo de teste através da bolsa de assistência ao combate a incêndios do Departamento de Segurança Interna dos EUA, por meio do Programa de Pesquisa em Segurança e Prevenção de Incêndios. Dispositivos existentes de teste de incêndio, localizados no Centro de treinamento para serviços de emergência do Condado de Delaware (Delaware County Emergency Services Training Center), EUA, foram modificados para construir representações em escala real de sistemas fotovoltaicos montados em telhados. O arranjo de teste principal consistiu de 26 módulos fotovoltaicos em um quadro, classificados como sendo de 230 W cada (potência nominal total de W). Vários experimentos foram realizados para investigar a eficácia das técnicas de isolamento da energia e os riscos potenciais do contato de ferramentas típicas dos bombeiros com componentes elétricos fotovoltaicos energizados. 20 RESIDENTIAL FIRES REVISTA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO / PAINÉIS FOTOVOLTAICOS 12

13 O estudo abordou o perigo de choque devido à presença de água e energia fotovoltaica durante as atividades de supressão, o risco de choque devido ao contato direto com componentes energizados durante as operações de combate a incêndios, as técnicas de desconexão e interrupção de emergência e o risco de choque devido ao rompimento de condutores, avaliou a energia fotovoltaica com pouca iluminação ambiente, iluminação artificial e iluminação causada por incêndio, além de avaliar o risco de choque elétrico a partir de módulos e sistemas fotovoltaicos danificados. Como resultado, a UL fez novas descobertas que têm um impacto na segurança do bombeiro: Desligar um arranjo fotovoltaico não é tão simples como abrir uma chave de desligamento. Dependendo do sistema individual, múltiplos circuitos podem ser ligados em conjunto a um ponto comum, tal como uma caixa de fusíveis. Todos os circuitos de alimentação de energia nesse ponto devem ser interrompidos a fim de desenergizar parcialmente o sistema. Enquanto o arranjo estiver recebendo luz, as partes do sistema permanecerão energizadas. Ao contrário de uma concessionária de energia elétrica ou de gás típica, um arranjo fotovoltaico não tem ponto algum de desconexão. 21 As lonas oferecem diferentes graus de eficácia para interromper a geração de energia a partir de um arranjo fotovoltaico, independentemente do custo. Tecidos de costura de alta densidade e pesados e filmes plásticos escuros reduzem a energia fotovoltaica a, aproximadamente, zero. A UL descobriu que, se a luz pode ser vista através de uma lona, esta não deve ser usada. Devem ser tomadas precauções durante a implantação de lonas em equipamentos danificados, pois uma lona molhada poderá ficar energizada e conduzir correntes perigosas se entrar em contato com equipamentos energizados. Espuma de combate a incêndios não deve ser usada para bloquear a luz. 22 Quando iluminados por fontes de luz artificial, como caminhões leves do corpo de bombeiros ou um incêndio de exposição, os sistemas fotovoltaicos são capazes de produzir energia elétrica suficiente para causar perigo por associação. 23 RESIDENTIAL FIRES REVISTA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO / PAINÉIS FOTOVOLTAICOS 13

14 Severely damaged PV arrays are capable of producing hazardous conditions including electrocution. Damage to the array may result in the creation of new and unexpected circuit paths. These paths may include both array components (module frame, mounting racks, conduits, etc.) and building components (metal roofs, flashings and gutters). Care must be exercised during all operations, both interior and exterior. Contacting a local professional PV installation company should be considered to mitigate potential hazards. 24 Damage to modules from tools may result in both electrical and fire hazards. The hazards may occur at the point of damage or at other locations, depending on the electrical path. Metal roofs present unique challenges in that the surface is conductive, unlike other roof types such as shingle, ballasted or single-ply designs. 25 As luvas e as botas de bombeiros oferecem uma proteção limitada contra choques elétricos, desde que a superfície de isolamento esteja intacta e seca. Eles não devem ser considerados equivalentes aos equipamentos de proteção individual contra eletricidade. 26 A equipe de resposta deve ficar longe do teto, pois os módulos ou as seções de um arranjo podem deslizar para fora do telhado. 27 Os incêndios sob um arranjo, mas acima do teto, podem penetrar materiais de cobertura e decks, permitindo que o fogo se propague no espaço do sótão. 28 Também está sendo realizada uma pesquisa para examinar o impacto de painéis fotovoltaicos no sentido de verificar questões atuais, como a simulação dos efeitos de incêndios entrando nos painéis fotovoltaicos para verificar os potenciais efeitos futuros, desenvolvendo maneiras de simular 30 anos de envelhecimento em um ano. POR QUE É IMPORTANTE? Esses estudos desenvolveram os dados empíricos necessários para quantificar os riscos associados a instalações fotovoltaicas. Esses dados fornecem a base para modificar as práticas atuais de combate ao fogo ou desenvolver novas práticas a fim de reduzir as mortes e os ferimentos de bombeiros. IMPACTO Os resultados desses experimentos fornecem uma base técnica para que o serviço de bombeiros examine seus equipamentos, suas táticas, seus procedimentos operacionais padrão e o conteúdo de seus treinamentos. Várias considerações táticas foram desenvolvidas utilizando os dados das experiências para fornecer exemplos específicos de choque elétrico por instalações fotovoltaicas durante e após um incêndio. RESIDENTIAL FIRES REVISTA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO / PAINÉIS FOTOVOLTAICOS 14

15 INCÊNDIOS RESIDENCIAIS MODERNOS REDEFININDO A FUMAÇA PAINÉIS FOTOVOLTAICOS BATERIAS DE ÍON-LÍTIO

16 CONTEXTO Com alta energia e alta densidade de energia, as células de íon-lítio se tornaram a combinação química preferida para baterias recarregáveis que são cada vez mais usadas em equipamentos eletrônicos portáteis de consumo, ferramentas elétricas, equipamentos médicos, aplicações aeroespaciais, veículos elétricos e híbridos elétricos. O mercado mundial de baterias de lítio deve atingir quase 10 bilhões de dólares em vendas anuais até 2014, com o mercado de baterias de íon-lítio representando quase 86% dessas vendas (8,6 bilhões de dólares). 29 Ao mesmo tempo, no entanto, vários incidentes de grande repercussão envolvendo incêndios e uma explosão de dispositivos alimentados por células de íon-lítio têm levantado preocupações sobre a segurança de tais produtos pequenos, mas poderosos. Os relatórios de defeitos da bateria que levam a curtos-circuitos internos e fugas térmicas (onde um forte aumento no calor desencadeia um calor autossustentável e potencialmente intensificador ou uma reação exotérmica) fizeram com que milhares de produtos fossem recolhidos devido a alguma falha específica do produto. 30 O QUE FEZ A UL? Algumas das falhas de campo altamente divulgadas das baterias de íon-lítio têm sido associadas a um curto-circuito interno (ISC) dentro da bateria. Notadamente, a maioria das normas de segurança e dos protocolos de testes das baterias de íon-lítio não inclui especificamente testes para ISC. Ao longo dos últimos dois anos, a UL fez uma parceria com instalações importantes de pesquisa com baterias, como a Argonne National Laboratories e a NASA, ambas nos EUA, para entender melhor as causas dos ISCs. O objetivo da pesquisa inovadora da UL é definir e desenvolver testes de segurança que avaliem a propensão de uma bateria a um curto-circuito sob certas condições de abuso. Embora um ISC possa ter muitas causas, é essencialmente uma via entre o cátodo e o ânodo o que permite o fluxo de carga eficiente, mas não intencional. Esse fluxo de carga altamente localizado resulta em um aquecimento em joules devido à resistência interna, com posterior aquecimento dos materiais ativos dentro da bateria de íon-lítio, tais como os eletrólitos, o separador e os eletrodos. O aumento de calor pode desestabilizar os materiais ativos e, por sua vez, iniciar uma reação exotérmica autossustentável. O calor e a pressão subsequentes se acumulam no interior da célula, podendo conduzir a uma falha estrutural catastrófica do invólucro da bateria e ao risco de combustão adicional como resultado da exposição ao ar exterior. 31 RESIDENTIAL FIRES REVISTA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO / BATERIAS DE ÍON-LÍTIO 16

17 As baterias de íon-lítio são projetadas com dispositivos de segurança integrados que interrompem a carga elétrica externa, no caso de uma condição de sobrecorrente, ou aliviam o acúmulo de pressão excessiva na célula. No entanto, esses dispositivos de segurança não são capazes de mitigar todas as situações de falhas internas das células, tais como um ISC. Para produtos como veículos elétricos, a presença de centenas (ou até milhares) dessas células de bateria exige proteções mais sofisticadas, como sistemas de gerenciamento de bateria. Claramente, o objetivo pretendido é um portfólio de testes (simulando uma ampla variedade de condições de abuso), que possam avaliar a probabilidade de uma bateria de manifestar um curto-circuito. É importante ressaltar que na concepção de um teste para uma falha específica, as causas e os caminhos da falha devem ser conhecidos. Essas causas podem incluir um grande defeito interno ou uma força externa intensa que deforme as camadas interiores da bateria o suficiente para comprometer o separador. Em muitos incidentes de falha, apenas informações parciais sobre a causa raiz e a falha estão disponíveis. Os criadores das baterias de íon-lítio e os pesquisadores estão trabalhando para criar novos modelos de baterias que mitiguem o impacto dessas causas. A variedade de causas raiz para o ISC torna difícil projetar apenas um teste de segurança que possa avaliar a robustez de uma bateria de íon-lítio. Até o momento, apenas a JIS C8714 especifica um teste para ISC, conhecido como o teste de curto-circuito interno forçado. (Observe que o anexo D da IEEE 1625 faz referência ao teste FISC encontrado em JIS C8714.) Esse teste cria um ISC desmontando cuidadosamente um invólucro de célula carregada de amostra e coloca uma partícula de níquel específica na construção da trama celular para simular um defeito interno. A amostra de célula, sem o invólucro, é então submetida a uma ação de esmagamento especificada a uma temperatura elevada. No entanto, as melhores práticas em criação de testes de segurança impedem a desmontagem de um produto. 32 Os pesquisadores da UL desenvolveram um teste original que induz o ISC, sujeitando as células da bateria de íon-lítio intactas a uma indentação localizada sob condições de temperatura elevada. Durante esse teste, a tensão de circuito aberto, a força da temperatura da superfície da célula e a posição da sonda indentadora são medidas em tempo real. O teste está atualmente em desenvolvimento para possível inclusão nas normas UL 1642 e UL Subject Ao compreender e analisar os tipos de químicas de baterias específicas, os componentes da bateria (separadores, ânodo e cátodo) e projetos de células (cilíndricas, prismáticas e em bolsa), a UL é capaz de entender o comportamento dos projetos de baterias de íon-lítio recentemente comercializadas como um todo. A correlação desses atributos dos projetos com os comportamentos e o desempenho de segurança é um fator importante na abordagem da UL para a New Science. 33 RESIDENTIAL FIRES REVISTA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO / BATERIAS DE ÍON-LÍTIO 17

18 POR QUE É IMPORTANTE? O aumento do uso e da demanda por baterias de íon-lítio têm resultado em algumas condições de uso imprevistas, execuções de projetos ruins e usos não convencionais ou abusos do produto todos esses criam riscos devido ao potencial das baterias de íon-lítio para as falhas com ISC e fuga térmica, levando a incêndios ou explosões. É importante que a UL ajude a mitigar riscos, inovando testes para manter a segurança dos consumidores e reduzir os recolhimentos de produtos, que são caros para os fabricantes e os vendedores do produto. IMPACTO Pelo fato do desenvolvimento de baterias de íon-lítio ser uma área ativa de pesquisa e desenvolvimento fundamental para produtos, o conhecimento sobre o uso e o abuso desses produtos e seus possíveis modos de falha ainda está em desenvolvimento. Portanto, é importante que as normas de segurança evoluam para ajudar a conduzir à utilização comercial segura desses dispositivos de armazenamento de energia à medida que eles respondem pela energização de mais e mais produtos. A UL continuará a dedicar recursos significativos para transformar a pesquisa em segurança de baterias em normas de segurança. Esse enfoque cobrirá a vasta gama de estruturas químicas e projetos de bateria. O trabalho abrange a continuidade multiescalar a partir da caracterização no âmbito dos materiais e componentes em nível celular para sistemas de bateria altamente integrados e além. É importante que as normas de segurança evoluam para ajudar a conduzir à utilização comercial no sentido da segurança desses dispositivos de armazenamento de energia à medida que eles respondem pela energização de mais e mais produtos. RESIDENTIAL FIRES REVISTA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO/BATERIAS DE ÍON-LÍTIO 18

19 FONTES 1 Kerber, S., Analysis of Changing Residential Fire Dynamics and Its Implications on Firefighter Operational Timeframes, Fire Technology, novembro de Kerber, S., Analysis of Changing Residential Fire Dynamics and Its Implications on Firefighter Operational Timeframes, Fire Technology, novembro de Comparison of Modern and Legacy Home Furnishings, experimento da UL, novembro de Web: 12 de outubro de https://www.ul.com/room_ fire/room_fire.html. 4 Kerber, S., Analysis of Changing Residential Fire Dynamics and Its Implications on Firefighter Operational Timeframes, Fire Technology, novembro de Kerber, S. et al., Improving Fire Safety by Understanding the Fire Performance of Engineered Floor Systems and Providing the Fire Service with Information for Tactical Decision Making, 2009, Compilação do relatório NIST AARA da UL, março de Kerber, S. et al., Improving Fire Safety by Understanding the Fire Performance of Engineered Floor Systems and Providing the Fire Service with Information for Tactical Decision Making, 2009, compilação do relatório NIST AARA da UL, março de Kerber, S. et al., Improving Fire Safety by Understanding the Fire Performance of Engineered Floor Systems and Providing the Fire Service with Information for Tactical Decision Making, 2009, compilação do relatório NIST AARA da UL, março de FDNY Prepares to Test Fire Science and Firefighter Procedures, NYC. gov, 2 July Web: 12 Oct events/2012/070212a.shtml. 9 Fabian, T.Z., J. Borgerson, S.I. Kerber, C.S. Baxter, C.S Ross, J.E. Lockey, and J.M. Dalton, Firefighter Exposure to Smoke Particulates: Final Report, UL, Northbrook, Ill., abril de 2010 (disponível em global/documents/offerings/industries/buildingmaterials/fireservice/ WEBDOCUMENTS/EMW-2007-FP pdf). 10 Fabian, T.Z., J. Borgerson, S.I. Kerber, C.S. Baxter, C.S Ross, J.E. Lockey, and J.M. Dalton, Firefighter Exposure to Smoke Particulates: Final Report, UL, Northbrook, Ill., abril de 2010 (disponível em global/documents/offerings/industries/buildingmaterials/fireservice/ WEBDOCUMENTS/EMW-2007-FP pdf). 11 Fabian, T.Z., J. Borgerson, S.I. Kerber, C.S. Baxter, C.S Ross, J.E. Lockey, and J.M. Dalton, Firefighter Exposure to Smoke Particulates: Final Report, UL, Northbrook, Ill., abril de 2010 (disponível em global/documents/offerings/industries/buildingmaterials/fireservice/ WEBDOCUMENTS/EMW-2007-FP pdf). 12 Smoke Alarms and the Modern Residence Fire, White Paper da UL, maio de Smoke Alarms and the Modern Residence Fire, White Paper da UL, maio de Smoke Alarms and the Modern Residence Fire, White Paper da UL, maio de Smoke Alarms and the Modern Residence Fire, White Paper da UL, maio de Smoke Alarms and the Modern Residence Fire, White Paper da UL, maio de Smoke Alarms and the Modern Residence Fire, White Paper da UL, maio de Firefighter Safety and Photovoltaic Installations Research Project, trabalho 19 Firefighter Safety and Photovoltaic Installations Research Project, trabalho 20 Firefighter Safety and Photovoltaic Installations Research Project, trabalho 21 Firefighter Safety and Photovoltaic Installations Research Project, trabalho 22 Firefighter Safety and Photovoltaic Installations Research Project, trabalho 23 Firefighter Safety and Photovoltaic Installations Research Project, trabalho 24 Firefighter Safety and Photovoltaic Installations Research Project, trabalho 25 Firefighter Safety and Photovoltaic Installations Research Project, trabalho 26 Firefighter Safety and Photovoltaic Installations Research Project, trabalho 27 Firefighter Safety and Photovoltaic Installations Research Project, trabalho 28 Firefighter Safety and Photovoltaic Installations Research Project, trabalho 29 Lithium Batteries: Markets and Materials, relatório FCB02E, outubro de Safety Issues for Lithium-Ion Batteries, White Paper da UL, novembro de Safety Issues for Lithium-Ion Batteries, White Paper da UL, novembro de Safety Issues for Lithium-Ion Batteries, White Paper da UL, novembro de Safety Issues for Lithium-Ion Batteries, White Paper da UL, novembro de SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO / FONTES 19

20 NOVOS DESAFIOS. NOVOS RISCOS. NEW SCIENCE. QUER SABER MAIS? FAÇA O DOWNLOAD DAS OUTRAS REVISTAS DE NOSSA SÉRIE NEW SCIENCE EM UL.COM/NEWSCIENCE-BRAZIL A Segurança contra Incêndio da New Science não pode ser copiada, reproduzida, distribuída nem exibida sem a permissão expressa por escrito da UL. Vol. 33. UL e o logotipo da UL são marcas comerciais da UL, LLC 2012

NORMA TÉCNICA N o 25 MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS

NORMA TÉCNICA N o 25 MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS ANEXO XXV AO DECRETO N o 3.950, de 25 de janeiro de 2010. NORMA TÉCNICA N o 25 MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS 1. OBJETIVO Esta Norma Técnica estabelece as medidas de segurança

Leia mais

Incêndios e Explosões Baseado no original do Instituto Nacional de Seguridad e Higiene en el Trabajo - da Espanha) - www.mtas.

Incêndios e Explosões Baseado no original do Instituto Nacional de Seguridad e Higiene en el Trabajo - da Espanha) - www.mtas. Incêndios e Explosões Baseado no original do Instituto Nacional de Seguridad e Higiene en el Trabajo - da Espanha) - www.mtas.es/insht/ INTRODUÇÃO Os incêndios e explosões, ainda que representem uma porcentagem

Leia mais

Estudo técnico. Melhores práticas para monitoramento de gás em cozinhas comerciais

Estudo técnico. Melhores práticas para monitoramento de gás em cozinhas comerciais Estudo técnico Melhores práticas para monitoramento de gás em cozinhas comerciais Aumento da segurança da cozinha através da monitoração de gás estratégica Visão geral Cozinhas comerciais são uma das áreas

Leia mais

SISTEMAS PREDIAIS II. Segurança contra Incêndio - Detecção e Alarme

SISTEMAS PREDIAIS II. Segurança contra Incêndio - Detecção e Alarme PCC-2466 SISTEMAS PREDIAIS II Segurança contra Incêndio - Detecção e Alarme Sistema de Detecção e Alarme de Incêndio Definição da Norma NBR 9441/98 Sistema constituído pelo conjunto de elementos planejadamente

Leia mais

SEGURANÇA DE OPERAÇÕES

SEGURANÇA DE OPERAÇÕES NEW SCIENCE SEGURANÇA DE OPERAÇÕES REVISTA UL.COM/NEWSCIENCE-BRAZIL NOVOS DESAFIOS PEDEM POR NEW SCIENCE O progresso é uma força transformadora e não para jamais. As novas tecnologias, os avanços de produtos

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO - FISPQ

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO - FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO - FISPQ PRODUTO: BATERIA MOURA 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: Nome da Empresa: Endereço: Bateria Moura Acumuladores Moura

Leia mais

Esteiras transportadoras

Esteiras transportadoras Esteiras transportadoras Esteiras transportadoras INTRODUÇÃO As esteiras (ou correias) transportadoras são amplamente utilizadas em diversas atividades industriais, particularmente em transporte de grãos,

Leia mais

de Segurança de Produtos Químicos

de Segurança de Produtos Químicos 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: Nome do Produto: Impermeabilizante acrílico a base d água. Fornecedor:. Av Eng Juarez de Siqueira Britto Wanderley, 380 Jd Vale do Sol CEP: 12.238-565 São José

Leia mais

NBR5410 SOB O PONTO DE VISTA DA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO. Ivan Faccinetto Bottger www.firesafetybrasil.com

NBR5410 SOB O PONTO DE VISTA DA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO. Ivan Faccinetto Bottger www.firesafetybrasil.com NBR5410 SOB O PONTO DE VISTA DA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Ivan Faccinetto Bottger www.firesafetybrasil.com PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA NBR5410 As instalações elétricas devem ser concebidas e construídas

Leia mais

FISPQ. Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico DPG. DPG (Difenilguanidina) Acelerador DPG. Principal uso como acelerador de vulcanização.

FISPQ. Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico DPG. DPG (Difenilguanidina) Acelerador DPG. Principal uso como acelerador de vulcanização. Folha: 1 / 6 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Código Interno: Principais usos recomendados: (Difenilguanidina) Acelerador Principal uso como acelerador de vulcanização. Cas number:

Leia mais

Fire Prevention STANDARD. LME-12:001905 Upt Rev A

Fire Prevention STANDARD. LME-12:001905 Upt Rev A STANDARD LME-12:001905 Upt Rev A Índice 1 Introdução... 3 2 Requisitos... 3 3 Normas de Operação Segura... 4 3.1 Procedimentos de Evacuação em Incêndio... 4 3.2 Caminhos de Escape Designados... 4 3.3 Pontos

Leia mais

DETECÇÃO DE INCÊNDIOS E GASES

DETECÇÃO DE INCÊNDIOS E GASES DETECÇÃO DE INCÊNDIOS E GASES COMPLETAMENTE INTEGRADA O sistema de detecção de incêndios e de gases NFS2-3030 funciona com dispositivos padrão industrial 4-20 ma utilizando o módulo FMM-4-20 da NOTFIER

Leia mais

Tópicos. Introdução Avaliação/gestão de riscos Normas de segurança Boas práticas laboratoriais (case study) Conclusões

Tópicos. Introdução Avaliação/gestão de riscos Normas de segurança Boas práticas laboratoriais (case study) Conclusões Boas Práticasde Trabalhoem Laboratório Olga Conde Moreira Seminário no âmbito do Projeto AGROPECUÁRIA, TECNOLOGIA ALIMENTAR E AMBIENTE APRENDER CIÊNCIA HANDS-ON Programa Ciência Viva 12 de Março de 2014

Leia mais

Corpo de Bombeiros. São Paulo

Corpo de Bombeiros. São Paulo Corpo de Bombeiros São Paulo ACIDENTES E INCÊNDIOS DOMÉSTICOS ADULTOS Acidentes Os acidentes domésticos são muito comuns. Mesmo com todo o cuidado, há objetos e situações que podem tornar todas as divisões

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUIÍMICO ( FISPQ )

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUIÍMICO ( FISPQ ) 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: Anti Ruído Tradicional Aplicação: Reparação e emborrachamento de veículos. Fornecedor: Nome: Mastiflex Indústria e Comércio Ltda Endereço : Rua

Leia mais

RISCO DE EXPLOSÃO EM SALA DE BATERIAS COMO EVITAR

RISCO DE EXPLOSÃO EM SALA DE BATERIAS COMO EVITAR RISCO DE EXPLOSÃO EM SALA DE BATERIAS COMO EVITAR Recentemente estive envolvido na elaboração de um laudo técnico pericial referente ao um princípio de incêndio ocorrido em um local onde estavam sendo

Leia mais

IT - 32 SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS

IT - 32 SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS IT - 32 SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS SUMÁRIO ANEXO 1 Objetivo - Figuras, separações e afastamentos entre equipamentos e edificações. 2 Aplicação 3 Referências normativas e bibliográficas 4 Definições 5 Procedimentos

Leia mais

Sumário. Detectores Automáticos. Iluminação de Emergência. Prof. Ivan Bottger

Sumário. Detectores Automáticos. Iluminação de Emergência. Prof. Ivan Bottger Sumário Detectores Automáticos Iluminação de Emergência Sumário Análise de riscos Resistência / Reação Atuação Detecção Extinção Retirada dos ocupantes Detectores Automáticos NBR 17240:2011 - Execução

Leia mais

NÃO HÁ DUAS SEM TRÊS: CARTÃO, MANUAL E DIRETRIZES PARA OS SERVIÇOS DE EMERGÊNCIA.

NÃO HÁ DUAS SEM TRÊS: CARTÃO, MANUAL E DIRETRIZES PARA OS SERVIÇOS DE EMERGÊNCIA. NÃO HÁ DUAS SEM TRÊS: CARTÃO, MANUAL E DIRETRIZES PARA OS SERVIÇOS DE EMERGÊNCIA. Diretrizes com uma visão geral. Cartão e manual para os serviços de emergência com instruções detalhadas e vinculativas

Leia mais

PREV FIRE TREINAMENTOS TV. AGRIPINA DE MATOS, 2090, SANTARÉM - PA SITE:

PREV FIRE TREINAMENTOS TV. AGRIPINA DE MATOS, 2090, SANTARÉM - PA SITE: PREV FIRE TREIMENTOS TV. AGRIPI DE MATOS, 2090, SANTARÉM - PA OBJETIVO DO CURSO Promover a formação da brigada de incêndio, com técnicas, competências, habilidades e valores visando oferecer capacitação

Leia mais

Gerenciamento de Riscos Patrimoniais e Empresariais. Sidney Leone Março de 2012

Gerenciamento de Riscos Patrimoniais e Empresariais. Sidney Leone Março de 2012 Gerenciamento de Riscos Patrimoniais e Empresariais Sidney Leone Março de 2012 Meus Defeitos Sócio - Integrale Consultoria e Corretagem de Seguros Ltda. Divisão Gestão de Risco; Consultor Técnico RRJ Engenharia

Leia mais

Índice geral. Apresentação. Prólogo à 2.ª edição. Sumário. Siglas. Agradecimentos. 1. Introdução. 2. O risco de incêndio

Índice geral. Apresentação. Prólogo à 2.ª edição. Sumário. Siglas. Agradecimentos. 1. Introdução. 2. O risco de incêndio Índice geral 3 Prólogo à 2.ª edição 5 Sumário 7 Siglas 9 Agradecimentos 11 1. Introdução 13 Tipificação dos incêndios... Causas de incêndio... Consequências dos incêndios... 2.3.1. Considerações gerais...

Leia mais

PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO

PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO DEFINIÇÃO DO FOGO O FOGO É UMA REAÇÃO QUIMICA QUE LIBERA LUZ E CALOR. PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO 193 QUAL É O NUMERO DO CORPO DE BOMBEIROS?

Leia mais

Rua Manoel Joaquim Filho, 303, cep.13140-000 Paulínia / SP E-mail: ceva@cevabrasil.com.br

Rua Manoel Joaquim Filho, 303, cep.13140-000 Paulínia / SP E-mail: ceva@cevabrasil.com.br Produto: TILDREN Página 1 de 5 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Nome do Fabricante: Nome do Distribuidor: Endereço: TILDREN La Ballastiere BP 126-33501 Libourne. Ceva Saúde Animal

Leia mais

FICHA TÉCNICA Energia Solar Painéis Fotovoltaicos

FICHA TÉCNICA Energia Solar Painéis Fotovoltaicos FICHA TÉCNICA Energia Solar Painéis Fotovoltaicos Nº Pág.s: 6 nº 04 20. Novembro. 2006 Painéis Fotovoltaicos 01 Uma das tecnologias renováveis mais promissoras e recentes de geração de energia eléctrica

Leia mais

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico - FISPQ

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico - FISPQ Produto: Antiderrapante para Correias Página 1 de 5 1 Informação do Produto e da Empresa Nome do Produto: Antiderrapante para Correias Fornecedor Nome: Ultralub Química Ltda. Endereço: Estrada dos Crisântemos,

Leia mais

Curso Técnico Segurança do Trabalho. Controle de Perdas e Meios de Fuga Módulo Único

Curso Técnico Segurança do Trabalho. Controle de Perdas e Meios de Fuga Módulo Único Curso Técnico Segurança do Trabalho Controle de Perdas e Meios de Fuga Módulo Único Meios de Fuga As rotas de fuga devem atender, entre outras, às seguintes condições básicas: Número de saídas O número

Leia mais

1. Quais são os principais tipos de subcobertura utilizados no Brasil? De onde surgiu o conceito subcobertura?

1. Quais são os principais tipos de subcobertura utilizados no Brasil? De onde surgiu o conceito subcobertura? 1. Quais são os principais tipos de subcobertura utilizados no Brasil? De onde surgiu o conceito subcobertura? O conceito de subcobertura é algo já bem antigo no Brasil. Os profissionais mais preocupados,

Leia mais

Classes de incêndio (NFPA 10 2013):

Classes de incêndio (NFPA 10 2013): Classes de incêndio (NFPA 10 2013): (NFPA 10 2013) Ao reduzir a temperatura no local estamos removendo energia do sistema e evitando que o sólido passe para a forma vapor. Reduzir a temperatura até o

Leia mais

NR 10 - Instalações e Serviços em Eletricidade (110.000-9)

NR 10 - Instalações e Serviços em Eletricidade (110.000-9) NR 10 - Instalações e Serviços em Eletricidade (110.000-9) 10.1. Esta Norma Regulamentadora - NR fixa as condições mínimas exigíveis para garantir a segurança dos empregados que trabalham em instalações

Leia mais

Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos - FISPQ

Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos - FISPQ Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos - FISPQ Data da emissão: 01.03.2005 Edição substituta de 01.02.2002 1. Identificação do produto e da empresa Identificação da substância/preparação

Leia mais

Fotovoltaico de Qualidade

Fotovoltaico de Qualidade Análise de Problemas ao Longo da Vida Útil de um Sistema Solar Rodolfo Henrique Engº de Aplicações SICES BRASIL Conteúdo da Palestra o o o o Inversor Solar Introdução Topologias de Conversão Problemas

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUíMICOS (FISPQ)

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUíMICOS (FISPQ) 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Aplicação: Redutor de ph Empresa: Micheloto Ind. e Com. de Prod. Químicos Ltda EPP Endereço: Est. Vic. Dr. Eduardo Dias de Castro Km 03 B Zona Rural Fernão/SP

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 16 2ª EDIÇÃO

INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 16 2ª EDIÇÃO INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 16 2ª EDIÇÃO SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências normativas 4 Definições 5 Generalidades 6 Características e critérios para

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DO PRODUTO QUÍMICO NAFTALINA

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DO PRODUTO QUÍMICO NAFTALINA 1 de 5 I. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA E DO PRODUTO BÚFALO INDÚSTRIA E COM. DE PROD. QUÍMICOS LTDA. Av. Hélio Ossamu Daikuara, Nº 3071 Vista Alegre Embu das Artes - SP Homepage: www.produtosbufalo.com.br E-mail:

Leia mais

Produto: DIPPING BASE DIPPING BASE (62) 3310-2700 (85) 3366-2350 (19) 3455-8900 (62) 3310-2700 (85) 3366-2350 (19) 3455-8900. emergencia@beraca.

Produto: DIPPING BASE DIPPING BASE (62) 3310-2700 (85) 3366-2350 (19) 3455-8900 (62) 3310-2700 (85) 3366-2350 (19) 3455-8900. emergencia@beraca. FISPQ-040 Revisão: 01 Data: 28/04/2009 Página: 1 de 5 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Empresa Distribuidora: DIPPING BASE Telefones para Emergências: (81) 3543-0571 (62) 3310-2700

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO Página 1 de 5 FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO FISPQ Em conformidade com ABNT 14725-4/2014 Data: 02.05.2002 Revisão: 5 Data da Revisão: 06/02/15 Produto: WD 40 Líquido N 0040 1. Identificação

Leia mais

Segurança e Higiene no Trabalho. Volume XIII Trabalho em Espaços Confinados. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção

Segurança e Higiene no Trabalho. Volume XIII Trabalho em Espaços Confinados. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção Guia Técnico Segurança e Higiene no Trabalho Volume XIII Trabalho em Espaços Confinados um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído

Leia mais

FISPQ Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico. Rua Dr. Elton César, 121 Campinas /SP

FISPQ Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico. Rua Dr. Elton César, 121 Campinas /SP Página 1 de 5 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Nome do Fabricante: CEVAC S Gallinarum CNN Laboratório Veterinário Ltda Rua Dr. Elton César, 121 Campinas /SP Nome do Distribuidor

Leia mais

HI 701-25 Reagente para Cloro Livre

HI 701-25 Reagente para Cloro Livre Data de revisão: 2013-07-15 Motivo da Revisão: Conformidade com o Regulamento (CE) No. 1272/2008 SECÇÃO 1: IDENTIFICAÇÃO DA SUBSTÂNCIA/MISTURA E DA SOCIEDADE/EMPRESA HI 701-25 Identificador do produto:

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº.

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº. SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº. 35/2011 Túnel rodoviário SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências

Leia mais

Palestrantes: Carlos Cotta Rodrigues José Félix Drigo

Palestrantes: Carlos Cotta Rodrigues José Félix Drigo SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO RELACIONADOS AO NOVO DECRETO ESTADUAL DO CORPO DE BOMBEIROS DO ESTADO DE SÃO PAULO DESAFIO PERMANENTE Palestrantes: Carlos Cotta Rodrigues José Félix Drigo Alguns Números do CBPMESP

Leia mais

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO CONFORME ABNT-NBR14725:2009

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO CONFORME ABNT-NBR14725:2009 FISPQ nº: A0012 Página: 1/5 Data da última revisão: 09/02/12 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto (nome comercial): Código interno de identificação do produto: Finalidade: Nome da Empresa:

Leia mais

ISOPA PRODUCT STEWARDSHIP PROGRAMMES. Walk the Talk. Cloreto de Metileno

ISOPA PRODUCT STEWARDSHIP PROGRAMMES. Walk the Talk. Cloreto de Metileno ISOPA PRODUCT STEWARDSHIP PROGRAMMES Walk the Talk Cloreto de Metileno 1 Informações do rótulo do Cloreto de Metileno em conformidade com o CRE CLP Palavra de sinalização: Aviso Advertências de perigo

Leia mais

NR 23 - PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS COMBATE AO FOGO CLASSES DE FOGO. SENAI - Carlos Eduardo do Vale Melo NR-23 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO

NR 23 - PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS COMBATE AO FOGO CLASSES DE FOGO. SENAI - Carlos Eduardo do Vale Melo NR-23 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO NR- PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO NR - PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS A proteção contra incêndios é uma das Normas Regulamentadoras que disciplina sobre as regras complementares de segurança e saúde no trabalho

Leia mais

1. Identificação do Produto e da Empresa. 2. Composição e informações sobre os ingredientes. 3. Identificação de Perigos

1. Identificação do Produto e da Empresa. 2. Composição e informações sobre os ingredientes. 3. Identificação de Perigos 1. Identificação do Produto e da Empresa Nome do Nome da Empresa: Bayer Health Care - Área AH Endereço: Rua Domingos Jorge, 1000 - Socorro, CEP 04779-900, São Paulo - SP. Telefone: (11) 5694-5166 Telefone

Leia mais

Desenvolvimento de uma emergência de incêndio

Desenvolvimento de uma emergência de incêndio Desenvolvimento de uma emergência de incêndio Desenvolvimento de uma emergência de incêndio INTRODUÇÃO Ambos a experiência e o bom senso nos dizem que as ações tomadas durante uma emergência são mais eficazes

Leia mais

Edição Data Alterações em relação à edição anterior. Atualização das informações. Nome dos grupos

Edição Data Alterações em relação à edição anterior. Atualização das informações. Nome dos grupos Instalação de Banco de Capacitores em Baixa Tensão Processo Realizar Novas Ligações Atividade Executar Ligações BT Código Edição Data SM04.14-01.008 2ª Folha 1 DE 9 26/10/2009 HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES

Leia mais

Proteção e combate a incêndio

Proteção e combate a incêndio Proteção e combate a incêndio Conceito de fogo Fogo é um processo químico de transformação. Podemos também defini-lo como o resultado de uma reação química que desprende luz e calor devido à combustão

Leia mais

FISPQ N 193 N da Revisão 04 FIREGUARD

FISPQ N 193 N da Revisão 04 FIREGUARD Página 1 de 5 1 - Identificação do Produto e da Empresa Nome do produto: Nome da empresa: Anchortec Industrial e Comercial Ltda. Endereço: Rua Tenente Onofre Rodrigues de Aguiar, 800, Mogi das Cruzes -

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO Página 1 de 5 FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO FISPQ Em conformidade com ABNT 14725-4/2014 Data: 02.05.2002 Revisão: 4/2014 Produto: WD 40 Aerossol N 0002 1. Identificação do produto

Leia mais

TELEFONE PARA EMERGÊNCIAS: 0800-7077022 (SUATRANS)

TELEFONE PARA EMERGÊNCIAS: 0800-7077022 (SUATRANS) 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Código do Produto: 3076 Data da FISPQ: 01/11/2005 Comercializado por: BRENNTAG QUÍMICA BRASIL LTDA Guarulhos - SP Rua Hum, 1.333 Bonsucesso Guarulhos CEP

Leia mais

ALTO POTENCIAL DE RISCOS DE ACIDENTES

ALTO POTENCIAL DE RISCOS DE ACIDENTES 1 O QUE É ESPAÇO CONFINADO? CARACTERÍSTICAS VOLUME CAPAZ DE PERMITIR A ENTRADA DE EMPREGADOS LIMITAÇÕES E RESTRIÇÕES PARA ENTRADA E SAIDA DE PESSOAL NÃO E PROJETADO PARA OCUPAÇÃO CONTÍNUA POSSUI, EM GERAL,

Leia mais

NORMA TÉCNICA DO CORPO DE BOMBEIROS Nº 18/2015 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO - PROPOSTA

NORMA TÉCNICA DO CORPO DE BOMBEIROS Nº 18/2015 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO - PROPOSTA ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO NORMA TÉCNICA DO CORPO DE BOMBEIROS Nº 18/2015 SISTEMA DE PROTEÇÃO

Leia mais

FICHA DE DADOS DE SEGURANÇA

FICHA DE DADOS DE SEGURANÇA 1. Identificação da substância/preparação e da sociedade / empresa Identificação da substância / preparação Nome comercial: LUSO EXTRUDER Código do produto: TPVE 301 Utilização da substância / da preparação:

Leia mais

TRANSFORMADORES MOLDADOS EM RESINA

TRANSFORMADORES MOLDADOS EM RESINA MODELO TAM TRANSFORMADORES - TIPO TAM Os transformadores a seco moldados em resina epóxi são indicados para operar em locais que exigem segurança, os materiais utilizados em sua construção são de difícil

Leia mais

3. Identificação dos Perigos Perigos mais importantes : Ação irritante para olhos, pele e sistema respiratório.

3. Identificação dos Perigos Perigos mais importantes : Ação irritante para olhos, pele e sistema respiratório. Tripolifosfato de Sódio Página 1 de 5 1. Identificação do Produto e da Empresa Nome do produto : Tripolifosfato de Sódio Código do produto : 001.019 Empresa Corpo de Bombeiros : 193 Polícia Militar : 190

Leia mais

AFAP- PVC - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE PERFIS DE PVC PARA CONSTRUÇÃO CIVIL TECNOLOGIA E QUALIDADE DE SISTEMAS EM ENGENHARIA

AFAP- PVC - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE PERFIS DE PVC PARA CONSTRUÇÃO CIVIL TECNOLOGIA E QUALIDADE DE SISTEMAS EM ENGENHARIA Cliente: AFAP- PVC - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE PERFIS DE PVC PARA CONSTRUÇÃO CIVIL TESIS TECNOLOGIA E QUALIDADE DE SISTEMAS EM ENGENHARIA Referência: PROGRAMA SETORIAL DA QUALIDADE DE PERFIS

Leia mais

ADVERTÊNCIA! Somente para ser utilizado

ADVERTÊNCIA! Somente para ser utilizado P ROFI FUEL CELL KIT INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO P ADVERTÊNCIA! Somente para ser utilizado por crianças com mais de 10 anos. O uso somente deve ocorrer com a vigilância exata de adultos, que tenham compreendido

Leia mais

ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO

ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO Norma de Origem: NIT-DICLA-013 Folha: 1 / 09 RAZÃO SOCIAL/DESIGNAÇÃO DO LABORATÓRIO INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS DO ESTADO DE SÃO PAULO S.A. IPT CENTRO TECNOLÓGICO DO AMBIENTE CONSTRUÍDO - CETAC

Leia mais

373 Clamp Meter. Manual do Usuário

373 Clamp Meter. Manual do Usuário 373 Clamp Meter Manual do Usuário (Portuguese) July 2010 2010 Fluke Corporation. All rights reserved. Printed in Taiwan. Specifications are subject to change without notice. All product names are trademarks

Leia mais

FICHA TÉCNICA DE SEGURANÇA DO PRODUTO QUÍMICO - FISPQ Data da Revisão: 06.03.06

FICHA TÉCNICA DE SEGURANÇA DO PRODUTO QUÍMICO - FISPQ Data da Revisão: 06.03.06 01. Identificação do Produto e da Empresa. Nome do Produto: Fosfato Dissódico Nome da Empresa: Domingos Araújo Neto Endereço: Av. Francisco Sá, 3405 Monte Castelo Fortaleza Ce CEP: 60130-000 Telefone:

Leia mais

REQUISITOS E CONSIDERAÇÕES GERAIS REF. NBR 10898 DA ABNT

REQUISITOS E CONSIDERAÇÕES GERAIS REF. NBR 10898 DA ABNT ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA JUNTO A DGST REQUISITOS E CONSIDERAÇÕES GERAIS REF. NBR 10898 DA ABNT ANÁLISE E VISTORIA DOS SISTEMAS DE ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA Objetivo

Leia mais

Escola Secundária com 3.º ciclo Jorge Peixinho

Escola Secundária com 3.º ciclo Jorge Peixinho Escola Secundária com 3.º ciclo Jorge Peixinho Ciências Físico-Químicas: CEF-EM(N2) PROFESSORA: Daniela Oliveira MÓDULO 1 SEGURANÇA EM LABORATÓRIOS DE QUÍMICA Escola Secundária com 3.º ciclo Jorge Peixinho

Leia mais

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS PÁGINA: 1/5 SEÇÃO 1.0 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA NOME DO PRODUTO: BIOCLEANER CÓDIGO DE IDENTIFICAÇÃO: 0120/5521 NOME DO FABRICANTE: BIOCHEMICAL PRODUTOS QUIMICOS LTDA ENDEREÇO: RUA: PAPA SÃO

Leia mais

Sistema de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional Identificação: PROSHISET 06

Sistema de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional Identificação: PROSHISET 06 Extintores de Incêndio Portáteis. Revisão: 00 Folha: 1 de 7 1. Objetivo Assegurar que todos os canteiros de obras atendam as exigências para utilização dos extintores de incêndio portáteis de acordo com

Leia mais

Automação industrial Sensores

Automação industrial Sensores Automação industrial Sensores Análise de Circuitos Sensores Aula 01 Prof. Luiz Fernando Laguardia Campos 3 Modulo Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina Cora Coralina O que são sensores?

Leia mais

Tensão Capacidade (mm) (mm) (g) (V) (mah) PR10-D6A PR70 1,4 75 5,8 3,6 0,3 PR13-D6A PR48 1,4 265 7,9 5,4 0,83 PR312-D6A PR41 1,4 145 7,9 3,6 0,58

Tensão Capacidade (mm) (mm) (g) (V) (mah) PR10-D6A PR70 1,4 75 5,8 3,6 0,3 PR13-D6A PR48 1,4 265 7,9 5,4 0,83 PR312-D6A PR41 1,4 145 7,9 3,6 0,58 Produto Pilha de zinco-ar Nome do modelo IEC Nominal Nominal Diâmetro Altura Peso Tensão Capacidade (mm) (mm) (g) (V) (mah) PR10-D6A PR70 1,4 75 5,8 3,6 0,3 PR13-D6A PR48 1,4 265 7,9 5,4 0,83 PR312-D6A

Leia mais

Estudo das características de baterias recarregáveis possíveis de serem utilizadas no projeto Satélite Universitário, ITASAT

Estudo das características de baterias recarregáveis possíveis de serem utilizadas no projeto Satélite Universitário, ITASAT 1 Estudo das características de baterias recarregáveis possíveis de serem utilizadas no projeto Satélite Universitário, ITASAT Rafael Heleno Ladeira da Trindade Departamento de Engenharia Elétrica, Escola

Leia mais

FISPQ. Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico ANTIOXIDANTE BHT ANTIOXIDANTE BHT ANTIOXIDANTE BHT. Utilizado como antioxidante.

FISPQ. Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico ANTIOXIDANTE BHT ANTIOXIDANTE BHT ANTIOXIDANTE BHT. Utilizado como antioxidante. Folha: 1 / 6 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Código Interno: Principais usos recomendados: Utilizado como antioxidante. Cas number: 128-37-0 Empresa: Endereço: Basile Química

Leia mais

Os efeitos de um incêndio em uma unidade petroquímica podem gerar perdas de produção e lesões aos trabalhadores.

Os efeitos de um incêndio em uma unidade petroquímica podem gerar perdas de produção e lesões aos trabalhadores. 3M Proteção Passiva Contra Fogo Aplicações para Oil & Gas Permitir a Continuidade Operacional e Ajudar a Proteger Vidas Os efeitos de um incêndio em uma unidade petroquímica podem gerar perdas de produção

Leia mais

de Segurança de Produtos Químicos

de Segurança de Produtos Químicos 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: Nome do Produto: CONCRECOR CIMENFLEX Fornecedor:. Av Eng Juarez de Siqueira Britto Wanderley, 380 Jd Vale do Sol CEP: 12.238-565 São José dos Campos - SP e-mail:

Leia mais

TRIPOLIFOSFATO SODIO TÉCNICO

TRIPOLIFOSFATO SODIO TÉCNICO F0LHA...: 1/5 1 Identificação do Produto e da Empresa: Nome do Produto: Nome da Empresa: Endereço: Av. Gupê, 10497 Telefone: 55 11 4772 4900 TRIPOLIFOSFATO SODIO TÉCNICO Cosmoquimica Indústria e Comércio

Leia mais

FISPQ. Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico AQUAPLAST. Aquaplast. Aquaplast. Não disponível. Basile Química Ind. e Com. Ltda.

FISPQ. Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico AQUAPLAST. Aquaplast. Aquaplast. Não disponível. Basile Química Ind. e Com. Ltda. Folha: 1 / 6 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Código Interno: Aquaplast. Aquaplast. Principais usos recomendados: Utilizado principalmente como plastificante e lubrificante antiestatico.

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUIMICO - FISPQ

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUIMICO - FISPQ Página 1 de 8 1. Identificação do produto e da empresa - Nome do produto: Detergente Concentrado Oirad - Código interno de identificação do produto: LG 010 - Produto Notificado na ANVISA / MS: - Nome da

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS Página: 1/5 1- Identificação do produto e da empresa - Nome do produto: FOSFATO DE CÁLCIO MONOBÁSICO H 2O - Código interno de identificação do produto: F1027 - Nome da empresa: Labsynth Produtos para Laboratórios

Leia mais

Frases R & S. Introdução

Frases R & S. Introdução Frases R & S Introdução As chamadas Frases-R fornecem dicas para riscos especiais que podem surgir com o manuseio de substâncias ou formulações perigosas. A letra R é a abreviatura de risco. Após a Ordinance

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA PARA PRODUTOS QUÍMICOS

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA PARA PRODUTOS QUÍMICOS FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA PARA PRODUTOS QUÍMICOS 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome Comercial do produto: CJI URETANO AR ENDURECEDOR Nome da empresa: Endereço: Rua Hermínio Poltroniere,

Leia mais

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO Página 1 de 6 FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO Em conformidade com NBR 14725-4/2012 FISPQ n : 223/14 Data: 01/09/14 Revisão: 0 Data Rev.: 01/09/14 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO

Leia mais

Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos REVISÃO 03 DATA DA REVISÃO: 26/06/2011 ACABAMENTO EPÓXI PARTE B FISPQ - 061 ACABAMENTO

Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos REVISÃO 03 DATA DA REVISÃO: 26/06/2011 ACABAMENTO EPÓXI PARTE B FISPQ - 061 ACABAMENTO FISPQ - 061 ACABAMENTO EPOXI - Parte B 1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Fabricante: Aderência Pisos e Revestimentos Ltda. Endereço: Rua Dr. Sebastião Carlos Arantes, 35 São Paulo SP CEP 04624-130 Telefone:

Leia mais

Ficha de Informação de Segurança para Produto Químico (FISPQ) Kaliumcryl TPG7525 Página 1 de 5

Ficha de Informação de Segurança para Produto Químico (FISPQ) Kaliumcryl TPG7525 Página 1 de 5 Página 1 de 5 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome: Empresa: Kalium Chemical Com. Import. E Export. Ltda Matriz: Av. das Nações Unidas, 10.989 Conj. 141-14º andar Parte - Vl. Olimpia São Paulo

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO RIO GRANDE DO SUL SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL ÓRGÃO DE FISCALIZAÇÃO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA

CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO RIO GRANDE DO SUL SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL ÓRGÃO DE FISCALIZAÇÃO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO RIO GRANDE DO SUL SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL ÓRGÃO DE FISCALIZAÇÃO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA Rua São Luis nº 77 - Fone: (51) 3320.2100-90620 170 - Porto Alegre

Leia mais

REGULAMENTO CENTRO DE EVENTOS FIERGS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

REGULAMENTO CENTRO DE EVENTOS FIERGS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS No caso das instalações elétricas existentes nos espaços não comportarem a carga elétrica a ser ligada pelo evento, é necessário que a Contratante apresente os documentos e respeite as condições mínimas

Leia mais

01 Identificação do produto e da Empresa. 02 Composição e informações sobre os ingredientes. 03 Identificação de perigos

01 Identificação do produto e da Empresa. 02 Composição e informações sobre os ingredientes. 03 Identificação de perigos Página: 01/05 01 Identificação do produto e da Empresa Natureza Química : Limpador de Uso Geral Autorização de Funcionamento / MS : nº 3.02.599-9 Registro no Ministério da Saúde : 3.2599.0103.001-4 Aceita

Leia mais

R volucionário. Um passo além do módulo de célula solar. Um passo além da produção de calor com matriz solar. Alta performance. Prático.

R volucionário. Um passo além do módulo de célula solar. Um passo além da produção de calor com matriz solar. Alta performance. Prático. inside ideas R volucionário. Um passo além do módulo de célula solar. Um passo além da produção de calor com matriz solar. Revo é um sistema solar já concebido e desenvolvido em uma forma híbrida de modo

Leia mais

CAS Nome Químico Concentração (%) Solvente de Petróleo < 50,00 Gás Propelente < 50,00

CAS Nome Químico Concentração (%) Solvente de Petróleo < 50,00 Gás Propelente < 50,00 Nome do Produto: Limpa Contato GT2000 Gold Inflamável 306ml/200g Página 1 de 7 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 1.1 Nome Comercial: Limpa Contato GT2000 Gold Inflamável 306ml / 200g 1.2 Código de

Leia mais

Armazém Planear a construção

Armazém Planear a construção Planear a construção Surgem muitas vezes problemas associados às infra-estruturas dos armazéns, como por exemplo, a falta de espaço para as existências, para a movimentação nos corredores e áreas externas,

Leia mais

ENDURIT PISO A.N. COMPONENTE A

ENDURIT PISO A.N. COMPONENTE A ENDURIT PISO A.N. COMPONENTE A 1 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA NOME DO PRODUTO: ENDURIT PISO AN COMPONENTE A FABRICANTE: POLIPISO DO BRASIL ENDEREÇO: AVENIDA GERALDO ANTÔNIO TRALDI, Nº 400. DISTRITO

Leia mais

FISPQ. Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico ACELERADOR MOR ACELERADOR MOR ACELERADOR MOR. Acelerador de vulcanização

FISPQ. Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico ACELERADOR MOR ACELERADOR MOR ACELERADOR MOR. Acelerador de vulcanização Folha: 1 / 6 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Código Interno: Principais usos recomendados: Acelerador de vulcanização Cas number: 102-77-2 Empresa: Endereço: Basile Química Ind.

Leia mais

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico Nome do produto: Cloreto de Níquel Solução 80%

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico Nome do produto: Cloreto de Níquel Solução 80% 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E EMPRESA Nome comercial: Cloreto de Níquel Solução 80% Código interno de identificação do produto: A022 Nome da Empresa: Endereço: Estrada Municipal Engenheiro Abílio Gondin

Leia mais

1 Introdução 1.1. Segurança em Redes de Computadores

1 Introdução 1.1. Segurança em Redes de Computadores 1 Introdução 1.1. Segurança em Redes de Computadores A crescente dependência das empresas e organizações modernas a sistemas computacionais interligados em redes e a Internet tornou a proteção adequada

Leia mais

Acumuladores hidráulicos na tecnologia híbrida.

Acumuladores hidráulicos na tecnologia híbrida. Acumuladores hidráulicos na tecnologia híbrida. HYDAC Matriz na Alemanha Seu parceiro competente para acumuladores hidráulicos inovadores e sistemas híbridos. Todos os requerimentos para eficientes soluções

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade: NBR ISO 9001 Ficha de Segurança de Produto: LAB TIN 3104

Sistema de Gestão da Qualidade: NBR ISO 9001 Ficha de Segurança de Produto: LAB TIN 3104 Código: FSP-261 Revisão: 1 Página: 1/5 1 Informação do produto e da empresa Nome do produto: LAB TIN 3104 Nome da empresa: Lab Analítica e Ambiental Ltda. Endereço: Rodovia Geraldo Scavone, 2300 Condomínio

Leia mais

CURSO BÁSICO DE SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE

CURSO BÁSICO DE SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE FUNCIONAMENTO DO CURSO O curso terá duração de 40 horas/aula, composto pelos seguintes módulos: MÓDULO h/a Entendimento da NR-10 4 Análise de Riscos 4 Prevenção Combate a Incêndio e Atmosfera Explosiva

Leia mais

Produto: MAXPREN LAJE PRETO FISPQ n 040 emissão 02/02/09 Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA

Produto: MAXPREN LAJE PRETO FISPQ n 040 emissão 02/02/09 Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: MAXPREN LAJE PRETO Código do produto: 16100 Nome da empresa: Maxton Brasil Endereço: Rua Ivo

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 41/2011

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 41/2011 Instrução Técnica nº 41/2011 - Inspeção visual em instalações elétricas de baixa tensão 757 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros

Leia mais

Ficha de informação de segurança de produto químico (FISPQ) LIMPA INOX MALTEX

Ficha de informação de segurança de produto químico (FISPQ) LIMPA INOX MALTEX Ficha de informação de segurança de produto químico (FISPQ) 01/05 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Limpa inox Maltex. Aplicação: O remove manchas e amarelados de utensílios de

Leia mais