RBS Participações S.A. e empresas controladas
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- Jerónimo Balsemão Leão
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5 Demonstrações consolidadas do resultado Exercícios findos em 31 de dezembro Em milhares de reais, exceto valor por ação (Tradução livre do original em inglês) Nota Receita líquida 18 (a) Custos operacionais 18 (b) ( ) ( ) Lucro bruto Receitas (despesas) operacionais Com vendas 18 (b) (53.594) (52.018) Gerais e administrativas 18 (b) (80.055) (76.220) Outras receitas (despesas), líquidas 18 (b) ( ) ( ) Lucro operacional antes das participações societárias e do resultado financeiro Resultado de participações societárias Equivalência patrimonial em coligadas 11 (5.007) Resultado financeiro Receitas financeiras Despesas financeiras 20 (57.999) (42.204) (24.538) (21.340) Lucro antes do imposto de renda e da contribuição social e da participação dos não controladores Imposto de renda e contribuição social 22 (a) (11.999) (29.729) Lucro líquido do exercício Atribuível a: Acionistas da Companhia Participação de acionistas não controladores Lucro por ação atribuível aos acionistas da Companhia no exercício Lucro básico e diluído por ação 17 2,28 2,05 Não houve outros resultados abrangentes nos exercícios apresentados. Por este motivo, a Companhia não está apresentando a demonstração do resultado abrangente. As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas. 2 de 45
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7 Demonstrações dos fluxos de caixa consolidadas Exercícios findos em 31 de dezembro Em milhares de reais (Tradução livre do original em inglês) Nota Fluxos de caixa das atividades a operacionais Lucro do exercício atribuível aos acionistas da Com panhia Ajustes para conciliar o lucro líquido ao caixa gerado pelas atividades operacionais Depreciação e amortização 12 e Equivalência patrimonial em coligadas (2.512) Ganho de capital na conversão de mútuos em capital 11 (1.638) Participação de acionistas não controladores Ganhos de valor justo dos instrumentos financeiros (1.447) Perda de ativo imobilizado e alienação de intangíveis 12 e Rendimentos sobre aplicação financeira 20 (14.395) (15.076) Juros e encargos de financiamentos e debêntures Juros sobre empréstimos de partes relacionadas 10 e 20 (18.231) (4.115) Imposto de renda e contribuição social diferidos 22 (a) Provisões 15 (a) Provisão para crédito de liquidação duvidosa Redução (aum ento) de ativos Contas a receber de clientes (884) (19.754) Estoques (546) (1.141) Despesas do exercício seguinte Depósitos judiciais (1.276) (860) Outros (600) (258) (21.766) Aum ento (redução) de passivos Contas a pagar (463) Receitas diferidas (342) Contas a pagar referentes a contratos de rede (7.787) Salários, contribuições sociais e participação dos empregados nos lucros (4.446) Tributos a recuperar e outros tributos a pagar 196 (35) Impostos de renda a pagar (9.428) Comissões e bônus a pagar Pagamentos de litígios 15 (a) (1.239) (939) Receita diferida - royalties (3.627) (4.060) Outros (2.299) Caixa líquido gerado nas atividades operacionais de 45
8 Demonstrações consolidadas dos fluxos de caixa Exercícios findos em 31 de dezembro Em milhares de reais (continuação) Note Fluxos de caixa das atividades de investimentos Aquisição de ativos financeiros Aquisição de investimento Compra de ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado (13.261) Vendas de investimentos disponíveis para venda Aquisições de intangíveis 13 (3.085) (36.793) Aquisição de Imobilizado 12 (28.288) (6.519) Caixa líquido gerado (demandado) nas atividades de investimento (13.251) Fluxos de caixa das atividades de financiamento Financiamentos adquiridos Debêntures emitidas Custo de emissão das debêntures (2.923) Pagamento de juros sobre debêntures (52.953) (29.544) Dividendos pagos aos acionistas da Companhia 17 (b) ( ) ( ) Fluxos com partes relacionadas ( ) Caixa líquido aplicado nas atividades de financiamento (97.188) ( ) Aumento (redução) líquida de caixa e equivalentes de caixa (12.740) Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício Aumento (redução) líquida de caixa e equivalentes de caixa (12.740) As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas. 5 de 45
9 1 Informações gerais (a) A RBS Participações S.A. (a "Companhia") é uma sociedade anônima de capital fechado, localizada em Porto Alegre, no Estado do Rio Grande do Sul, Brasil, e atualmente possui investimentos em transmissão de TV analógica e digital nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. As suas controladas também estão localizadas nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A Companhia é de propriedade da RBS TV Comunicações SA, anteriormente conhecido como RBS Comunicações SA, que por sua vez é controlada por três grupos familiares. A Companhia é controlada pela RBS TV Comunicações S.A., anteriormente denominada RBS Comunicações S.A. que por sua vez é controlada por três famílias. (b) (c) (d) As licenças federais exigidas para as atividades de transmissão de rádio e TV são concedidas pelas autoridades governamentais e aprovadas pelo Congresso Nacional. Além disso, as licenças para transmissão de rádio e TV são concedidas separadamente, por local. As licenças não são exclusivas, expiram após uma data pré-determinada (15 anos para TV e 10 anos para rádio) e são renováveis mediante solicitação por um período similar. As licenças atuais da RBS Participações S.A. em Porto Alegre, Florianópolis e Caxias do Sul e da TV Coligadas de Santa Catarina S.A. já expiraram. Na época apropriada, as empresas individuais solicitaram a renovação de suas licenças. A administração acredita que as licenças para as quais a renovação foi solicitada, que ainda estão pendentes de aprovação pelas autoridades governamentais, serão renovadas, uma vez que as empresas atenderam todos os requisitos necessários para essas aprovações. Enquanto esses requisitos ainda estiverem pendentes de aprovação, as empresas podem continuar a utilizar essas licenças. As licenças atuais de outras empresas consolidadas expiram em várias datas até As licenças atuais em relação à transmissão de TV digital expiram em várias datas até Através de acordos operacionais, as operações de transmissão de TV da Companhia fazem parte da maior rede de TV brasileira, a Rede Globo. Embora os contratos de rede tenham prazos limitados, esses contratos são renováveis e cada empresa tem mantido o seu relacionamento de rede continuamente por mais de 40 anos. Administração concluiu o processo de extensão do contrato de transmissão televisiva com a Globo até o vencimento em dezembro de 2019, renovável por mais cinco anos. A Companhia mantém acordos operacionais com outras emissoras de televisão nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, respectivamente. As estações afiliadas independentes têm que transmitir os programas e propagandas da rede nacional e das redes regionais e têm direito às receitas de propagandas locais vendidas por elas. 2 Resumo das principais políticas contábeis As presentes demonstrações financeiras consolidadas foram aprovadas pelos diretores da Companhia em 18 de março de As principais políticas contábeis aplicadas na preparação destas demonstrações financeiras consolidadas estão definidas abaixo. Essas políticas vêm sendo aplicadas de modo consistente em todos os exercícios apresentados, salvo disposição em contrário. 6 de 45
10 As estimativas e julgamentos também são continuamente avaliados e baseiam-se na experiência histórica e outros fatores, incluindo expectativas de eventos futuros, consideradas razoáveis para as circunstâncias. 2.1 Base de preparação As demonstrações financeiras consolidadas foram preparadas e estão sendo apresentadas de acordo com práticas contábeis adotadas no Brasil, incluindo os pronunciamentos emitidos pelo brasileiro Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). (a) Demonstrações financeiras consolidadas As demonstrações financeiras consolidadas foram preparadas e estão sendo apresentadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil, incluindo os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPCs). (b) Mudanças nas políticas contábeis e divulgações Não há novos pronunciamentos ou interpretações de CPCs com vigência a partir de 2014 que poderiam ter um impacto significativo nas demonstrações financeiras consolidadas da Companhia. 2.2 Consolidação As principais políticas contábeis aplicadas na preparação destas demonstrações financeiras consolidadas estão definidas abaixo. (a) Controladas Controladas são todas as entidades (incluindo as entidades de propósito específico) nas quais a Companhia tem o poder de determinar as políticas financeiras e operacionais, geralmente acompanhada de uma participação de mais do que metade dos direitos a voto (capital votante). A existência e o efeito de possíveis direitos a voto atualmente exercíveis ou conversíveis são considerados quando se avalia se a Companhia controla outra entidade. As controladas são totalmente consolidadas a partir da data em que o controle é transferido para a Companhia. A consolidação é interrompida a partir da data em que o Grupo deixa de ter o controle. A Companhia usa o método de aquisição para contabilizar as combinações de negócios. A contraprestação transferida para a aquisição de uma controlada é o valor justo dos ativos transferidos, passivos incorridos e instrumentos patrimoniais emitidos pela Companhia. A contraprestação transferida inclui o valor justo de ativos e passivos resultantes de um contrato de contraprestação contingente, quando aplicável. Custos relacionados com aquisição são contabilizados no resultado do exercício conforme incorridos. Os ativos identificáveis adquiridos e os passivos e passivos contingentes assumidos em uma combinação de negócios são mensurados inicialmente pelos valores justos na data da aquisição. A Companhia reconhece a participação não controladora na adquirida, tanto pelo seu valor justo como pela parcela proporcional da participação não controlada no valor justo de ativos líquidos da adquirida. A mensuração da participação não controladora é determinada em cada aquisição realizada. 7 de 45
11 Os investimentos em controladas são contabilizados pelo custo menos impairment. O custo é ajustado para refletir as mudanças nas contraprestações resultantes das alterações nas contraprestações contingentes. O custo também inclui valores diretamente atribuíveis do investimento. O excesso da contraprestação transferida e do valor justo na data da aquisição de qualquer participação patrimonial anterior na adquirida em relação ao valor justo da participação da Companhia nos ativos líquidos identificáveis adquiridos é registrado como ágio (goodwill). Nas aquisições em que a Companhia atribui valor justo aos não controladores, a determinação do ágio inclui também o valor de qualquer participação não controladora na adquirida, e o ágio é determinado considerando a participação da Companhia e dos não controladores. Quando a contraprestação transferida for menor que o valor justo dos ativos líquidos da controlada adquirida, a diferença é reconhecida diretamente na demonstração do resultado do exercício (Nota 2.9). Transações, saldos e ganhos não realizados em transações entre empresas consolidadas são eliminados. Os prejuízos não realizados também são eliminados a menos que a operação forneça evidências de uma perda (impairment) do ativo transferido. As políticas contábeis das controladas são alteradas, quando necessário, para assegurar a consistência com as políticas adotadas pela Companhia. Um resumo das principais informações financeiras das empresas incluídas nas demonstrações financeiras consolidadas é apresentado abaixo: % pa rt icipa çã o Em 31 de dezem bro de 2014 Ativ o Passiv o Receita Lucro/(prejuízo) det ida RBS Participações S.A TV Coligadas de Santa Ca ta rina S.A ,1 4 RIC - Rede In teg rada de Com u n ica ções S.A RBS - Com ércio e Licen ciam en to de Marcas Ltda. (3 1 3 ) Em 31 de dezem bro de 2013 Ativ o Passiv o Receita Lucro/(prejuízo) % pa rt icipa çã o det ida RBS Participações S.A TV Coligadas de Santa Ca ta rina S.A ,1 4 RIC - Rede In teg rada de Com u n ica ções S.A RBS - Com ércio e Licen ciam en to de Marcas Ltda. (3 09 ) (b) Transação com não controladores A Companhia trata as transações com participações não controladoras como transações com proprietários de ativos da Companhia. Para as compras de participações de não controladores, a diferença entre qualquer contraprestação paga e a parcela adquirida do valor contábil dos ativos líquidos da controlada é registrada no patrimônio líquido. Os ganhos ou perdas sobre alienações para participações de não controladores também são registrados diretamente no patrimônio líquido, na conta "Ajustes de avaliação patrimonial". Quando a Companhia deixa de ter controle, qualquer participação retida na entidade é remensurada ao seu valor justo, sendo a mudança no valor contábil reconhecida no resultado. O valor justo é o valor contábil inicial para subsequente contabilização da participação retida em uma coligada, uma joint 8 de 45
12 venture ou um ativo financeiro. Além disso, quaisquer valores previamente reconhecidos em outros resultados abrangentes relativos àquela entidade são contabilizados como se a Companhia tivesse alienado diretamente os ativos ou passivos relacionados. Isso pode significar que os valores reconhecidos previamente em outros resultados abrangentes são reclassificados para o resultado. Coligadas são todas as entidades sobre as quais a Companhia tem influência significativa, mas não o controle, geralmente em conjunto com uma participação acionária de 20% a 50% dos direitos de voto. Os investimentos em coligadas são contabilizados pelo método de equivalência patrimonial. De acordo com esse método, o investimento é inicialmente reconhecido pelo custo, e o valor contábil é aumentado ou reduzido para reconhecer a participação do investidor no lucro ou prejuízo da investida após a data de aquisição. O investimento da Companhia em coligadas inclui o ágio identificado na aquisição. Se a participação societária na coligada for reduzida, mas for retida influência significativa, somente uma parte proporcional dos valores anteriormente reconhecidos em outros resultados abrangentes será reclassificada para o resultado, quando apropriado. A participação da Companhia nos lucros ou prejuízos de suas coligadas pós-aquisição é reconhecida na demonstração do resultado, e sua participação proporcional na movimentação abrangente pós-aquisição é reconhecida em outros resultados abrangentes, juntamente com um ajuste correspondente no valor contábil do investimento. Quando a participação da Companhia nas perdas de uma coligada for igual ou superior à sua participação na coligada, incluindo quaisquer outros recebíveis, o grupo não reconhece perdas adicionais, a menos que tenha incorrido em obrigações legais ou construtivas ou efetuado pagamentos em nome da coligada. A Companhia avalia na data de cada balanço se há evidência objetiva de que o investimento na coligada está deteriorado. Caso haja evidências de deterioração, a Companhia calcula o valor da deterioração como a diferença entre o valor recuperável da coligada e o seu valor contábil, e reconhece o valor na demonstração do resultado. O lucro e as perdas resultantes de transações ascendentes e descendentes entre a Companhia e suas coligadas são reconhecidos nas demonstrações financeiras da Companhia apenas na proporção do investimento nas coligadas de investidores não relacionados. As perdas não realizadas são eliminadas, a menos que a operação forneça evidências de uma perda (impairment) do ativo transferido. As políticas contábeis das coligadas foram alteradas, quando necessário, para assegurar consistência com as políticas adotadas pela Companhia. Os ganhos e as perdas de diluição, ocorridos em participações em coligadas, são reconhecidos na demonstração do resultado. 9 de 45
13 2.3 Conversão de moeda estrangeira (a) Moeda funcional e moeda de apresentação Os itens incluídos nas demonstrações financeiras de cada uma das empresas consolidadas são mensurados usando a moeda do principal ambiente econômico, no qual a Companhia atua ("a moeda funcional"). As demonstrações financeiras individuais e consolidadas estão apresentadas em R$, que é a moeda funcional da Companhia e, também, a moeda de apresentação do Grupo. (b) Transações e saldos As operações com moedas estrangeiras são convertidas para a moeda funcional, utilizando as taxas de câmbio vigentes nas datas das transações ou nas datas da avaliação, quando os itens são remensurados. Os ganhos e as perdas cambiais resultantes da liquidação dessas transações e da conversão dos ativos e passivos monetários denominados em moeda estrangeira pelas taxas de câmbio do final do exercício são reconhecidos na demonstração do resultado. 2.4 Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa incluem o caixa, os depósitos bancários e outros investimentos de curto prazo de alta liquidez, com vencimentos originais de até três meses, e com risco insignificante de mudança de valor, Nas demonstrações do fluxo de caixa, caixa e equivalentes de caixa são apresentados líquido dos saldos tomados em contas garantidas, quando aplicável. As contas garantidas são demonstradas no balanço patrimonial como "Empréstimos", no passivo circulante Ativos financeiros Classificação A Companhia classifica seus ativos financeiros sob as seguintes categorias: mensurados ao justo valor por meio do resultado, empréstimos e recebíveis. A classificação depende da finalidade para a qual os ativos financeiros foram adquiridos. (a) Ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado Os ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado são ativos financeiros mantidos para negociação. Um ativo financeiro é classificado nessa categoria se foi adquirido, principalmente, para fins de venda no curto prazo. Os ativos dessa categoria são classificados como ativos circulantes. (b) Empréstimos e recebíveis Os empréstimos e recebíveis são ativos financeiros não derivativos, com pagamentos fixos ou determináveis, que não são cotados em um mercado ativo. São apresentados como ativo circulante, exceto aqueles com prazo de vencimento superior a 12 meses após a data de emissão do balanço (estes são classificados como ativos não circulantes). Os empréstimos e recebíveis da empresa compreendem os empréstimos a coligadas, contas a receber de clientes, demais contas a receber e caixa e equivalentes de caixa, exceto os investimentos de curto prazo. Os empréstimos e recebíveis são contabilizados pelo custo amortizado, usando o método da taxa de juros efetiva. 10 de 45
14 2.5.2 Reconhecimento e mensuração As compras e as vendas regulares de ativos financeiros são reconhecidas na data de negociação. Os investimentos são, inicialmente, reconhecidos pelo valor justo, acrescidos dos custos da transação para todos os ativos financeiros não classificados como ao valor justo por meio do resultado. Os ativos financeiros ao valor justo por meio de resultado são, inicialmente, reconhecidos pelo valor justo, e os custos da transação são debitados à demonstração do resultado. Os ativos financeiros são baixados quando os direitos de receber fluxos de caixa dos investimentos tenham vencido ou tenham sido transferidos; neste último caso, desde que a Companhia tenha transferido, significativamente, todos os riscos e os benefícios da propriedade. Os ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado são, subsequentemente, contabilizados pelo valor justo. Os empréstimos e recebíveis são contabilizados pelo custo amortizado, usando o método da taxa efetiva de juros. Os ganhos ou as perdas decorrentes de variações no valor justo de ativos financeiros mensurados ao valor justo através do resultado são apresentados na demonstração do resultado em "Outras despesas financeiras" no período em que ocorrem. Os valores justos dos investimentos com cotação pública são baseados nos preços atuais de compra. Se o mercado de um ativo financeiro (e de títulos não listados em Bolsa) não estiver ativo, as Empresas estabelecem o valor justo através de técnicas de avaliação. Essas técnicas incluem o uso de operações recentes contratadas com terceiros, referência a outros instrumentos que são substancialmente similares, análise de fluxos de caixa descontados e modelos de precificação de opções que fazem o maior uso possível de informações geradas pelo mercado e contam o mínimo possível com informações geradas pela administração da própria entidade Compensação de instrumentos financeiros Ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido é reportado no balanço patrimonial quando há um direito legal de compensar os valores reconhecidos e há a intenção de liquidá-los em uma base líquida, ou realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente Impairment de ativos financeiros (a) Ativos mensurados ao custo amortizado A Companhia avalia no final de cada período do relatório se há evidência objetiva de que o ativo financeiro ou o grupo de ativos financeiros está deteriorado. Um ativo ou grupo de ativos financeiros está deteriorado e as perdas por impairment são incorridas somente se há evidência objetiva de impairment como resultado de um ou mais eventos ocorridos após o reconhecimento inicial dos ativos (um "evento de perda") e aquele evento (ou eventos) de perda tem um impacto nos fluxos de caixa futuros estimados do ativo financeiro ou grupo de ativos financeiros que pode ser estimado de maneira confiável. Os critérios que a Companhia usa para determinar se há evidência objetiva de uma perda por impairment incluem:. dificuldade financeira relevante do emissor ou devedor;. uma quebra de contrato, como inadimplência ou mora no pagamento dos juros ou principal; 11 de 45
15 . o Grupo, por razões econômicas ou jurídicas relativas à dificuldade financeira do tomador de empréstimo;. estende ao tomador uma concessão que um credor normalmente não consideraria;. torna-se provável que o tomador declare falência ou outra reorganização financeira;. o desaparecimento de um mercado ativo para aquele ativo financeiro devido às dificuldades financeiras; ou. dados observáveis indicando que há uma redução mensurável nos futuros fluxos de caixa estimados a partir de uma carteira de ativos financeiros desde o reconhecimento inicial daqueles ativos, embora a diminuição não possa ainda ser identificada com os ativos financeiros individuais na carteira, incluindo: (i) (ii) mudanças adversas na situação do pagamento dos tomadores de empréstimo na carteira; condições econômicas nacionais ou locais que se correlacionam com as inadimplências sobre os ativos na carteira. A administração da Companhia avalia em primeiro lugar se existe evidência objetiva de impairment. O montante da perda por impairment é mensurado como a diferença entre o valor contábil dos ativos e o valor presente dos fluxos de caixa futuros estimados (excluindo os prejuízos de crédito futuro que não foram incorridos) descontados à taxa de juros em vigor original dos ativos financeiros. O valor contábil do ativo é reduzido e o valor do prejuízo é reconhecido na demonstração do resultado. Se, num período subsequente, o valor da perda por impairment diminuir e a diminuição puder ser relacionada objetivamente com um evento que ocorreu após o impairment ser reconhecido (como uma melhoria na classificação de crédito do devedor), a reversão da perda por impairment reconhecida anteriormente será reconhecida na demonstração do resultado. (b) Ativos classificados como disponíveis para venda A Companhia avalia na data de cada balanço se há evidência objetiva de que um ativo financeiro ou grupo de ativos financeiros está impaired. Para os títulos de dívida, a Companhia usa os critérios mencionados em (a) anterior. No caso de investimentos em participações societárias classificados como disponíveis para venda, uma queda relevante ou prolongada no valor justo do título abaixo de seu custo também é uma evidência de que o ativo está impaired. Se qualquer evidência desse tipo existir para ativos financeiros disponíveis para venda, o prejuízo cumulativo - medido como a diferença entre o custo de aquisição e o valor justo atual, menos qualquer perda por impairment sobre o ativo financeiro reconhecido anteriormente no resultado - será retirado do patrimônio e reconhecido na demonstração do resultado consolidado. Perdas por impairment reconhecidas na demonstração do resultado consolidada de instrumentos patrimoniais não são revertidas por meio da demonstração do resultado consolidada. No caso de instrumentos de dívida, se, em um período subsequente, o valor justo desse instrumento classificado como disponível para venda aumentar, e o aumento puder ser objetivamente relacionado a um evento que ocorreu após a perda por impairment ter sido reconhecido no resultado, a perda por impairment é revertida por meio de demonstração do resultado consolidada. 12 de 45
16 2.6 Instrumentos financeiros derivativos e atividades de hedge Durante os exercícios findos em 31 de dezembro de 2014 e 2013, não houve contratação de instrumentos financeiros classificáveis como instrumentos derivativos. 2.7 Contas a receber de clientes As contas a receber de clientes correspondem aos valores a receber de clientes pela publicidade referente à transmissão realizada no decurso normal das atividades da Companhia. Se o prazo de recebimento é equivalente a um ano ou menos (ou outro que atenda o ciclo normal da Companhia), as contas a receber são classificadas no ativo circulante. Caso contrário, estão apresentadas no ativo não circulante. As contas a receber de clientes são, inicialmente, reconhecidas pelo valor justo e, subsequentemente, mensuradas pelo custo amortizado com o uso do método da taxa efetiva de juros menos a provisão para créditos de liquidação duvidosa ("PDD" ou impairment). 2.8 Estoques Estoques incluem peças sobressalentes de máquinas e equipamentos e são demonstrados ao custo médio das compras, que é inferior aos custos de reposição ou aos valores de realização. 2.9 Ativos intangíveis (a) Programas de computador (software) Licenças adquiridas de programas de computador são capitalizadas e amortizadas ao longo de sua vida útil estimada. Os custos associados à manutenção de softwares são reconhecidos como despesa, conforme incorridos. Os custos de desenvolvimento que são diretamente atribuíveis ao projeto e aos testes de produtos de software identificáveis e exclusivos, controlados pela Companhia, são reconhecidos como ativos intangíveis quando os seguintes critérios são atendidos:. É tecnicamente viável concluir o software para que ele esteja disponível para uso.. A administração pretende concluir o software e usá-lo ou vendê-lo.. O software pode ser vendido ou usado.. Pode-se demonstrar que é provável que o software gerará benefícios econômicos futuros.. Estão disponíveis adequados recursos técnicos, financeiros e outros recursos para concluir o desenvolvimento e para usar ou vender o software.. O gasto atribuível ao software durante seu desenvolvimento pode ser mensurado com segurança. Os custos diretamente atribuíveis, que são capitalizados como parte do produto de software, incluem os custos com empregados alocados no desenvolvimento de softwares e uma parcela adequada das despesas indiretas aplicáveis. Outros gastos de desenvolvimento que não atendam a esses critérios são reconhecidos como despesa, conforme incorridos. Os custos de desenvolvimento previamente reconhecidos como despesa não são reconhecidos como ativo em período subsequente. 13 de 45
17 (c) Outros intangíveis Os custos com a aquisição de patentes, marcas comerciais e licenças são capitalizados e amortizados usando-se o método linear ao longo de suas vidas úteis. Os ativos intangíveis não são reavaliados Imobilizado O imobilizado inclui principalmente máquinas e equipamentos, e é mensurado pelo seu custo histórico de aquisição, menos depreciação acumulada. O custo histórico inclui os gastos diretamente atribuíveis à aquisição dos itens. e também pode incluir transferências do patrimônio de quaisquer ganhos/perdas de hedge de fluxo de caixa qualificados como referentes à compra de imobilizado em moeda estrangeira. Os custos subsequentes são incluídos no valor contábil do ativo ou reconhecidos como um ativo separado, conforme apropriado, somente quando for provável que fluam benefícios econômicos futuros associados ao item e que o custo do item possa ser mensurado com segurança. O valor contábil das peças substituídas é baixado. Todos os outros reparos e manutenções são lançados em contrapartida ao resultado do exercício, quando incorridos. Os terrenos não são depreciados. A depreciação de outros ativos é calculada usando o método linear para alocar seus custos aos seus valores residuais durante a vida útil estimada, conforme demonstrado na Nota 12. Os valores residuais e a vida útil dos ativos são revisados e ajustados, se apropriado, ao final de cada exercício. O valor contábil de um ativo é imediatamente baixado para seu valor recuperável se o valor contábil do ativo for maior que seu valor recuperável estimado. Os ganhos e as perdas de alienações são determinados pela comparação dos resultados com o valor contábil e são reconhecidos em "Outros receitas (despesas), líquidas" na demonstração consolidada do resultado Impairment de ativos não financeiros Os ativos que têm uma vida útil indefinida, como o ágio, não estão sujeitos à amortização e são testados anualmente para identificar eventual necessidade de redução ao valor recuperável (impairment). Os ativos que estão sujeitos à amortização são revisados para a verificação de impairment sempre que eventos ou mudanças nas circunstâncias indicarem que o valor contábil pode não ser recuperável. Uma perda por impairment é reconhecida quando o valor contábil do ativo excede seu valor recuperável, o qual representa o maior valor entre o valor justo de um ativo menos seus custos de venda e o seu valor em uso. Para fins de avaliação do impairment, os ativos são agrupados nos níveis mais baixos para os quais existam fluxos de caixa identificáveis separadamente (Unidades Geradoras de Caixa (UGC)). Os ativos não financeiros, exceto o ágio, que tenham sido ajustados por impairment, são revisados subsequentemente para a análise de uma possível reversão do impairment na data do balanço. O imobilizado e outros ativos não circulantes, inclusive o ágio e os ativos intangíveis, são revistos 14 de 45
18 anualmente para se identificar evidências de perdas não recuperáveis, ou ainda, sempre que eventos ou alterações nas circunstâncias indicarem que o valor contábil pode não ser recuperável. Quando este for o caso, o valor recuperável é calculado para verificar se há perda. Quando houver perda, ela é reconhecida pelo montante em que o valor contábil do ativo ultrapassa seu valor recuperável, que é o maior entre o preço líquido de venda e o valor em uso de um ativo. Para fins de avaliação, os ativos são agrupados nos níveis mais baixos para os quais existam fluxos de caixa identificáveis separadamente Debêntures Debêntures são reconhecidos, inicialmente, pelo valor justo, líquido dos custos incorridos na transação e são, subsequentemente, demonstrados pelo custo amortizado. Qualquer diferença entre os valores captados (líquidos dos custos da transação) e o valor total a pagar é reconhecida na demonstração do resultado durante o período em que as debêntures estejam em aberto, utilizando o método da taxa efetiva de juros. As taxas pagas no estabelecimento da debênture são reconhecidas como custos da transação da debênture, uma vez que seja provável que uma parte ou todo o empréstimo seja sacado. Nesse caso, a taxa é diferida até que o saque ocorra. As debêntures são classificadas como passivo circulante, a menos que a Companhia tenha um direito incondicional de diferir a liquidação do passivo por, pelo menos, 12 meses após a data do balanço Provisões As provisões para ações judiciais são reconhecidas quando: a Companhia tem uma obrigação presente ou não formalizada (constructive obligation) como resultado de eventos já ocorridos; é provável que uma saída de recursos seja necessária para liquidar a obrigação; e o valor puder ser estimado com segurança. Quando houver uma série de obrigações similares, a probabilidade de liquidá-las é determinada levando-se em consideração a classe de obrigações como um todo. Uma provisão é reconhecida mesmo que a probabilidade de liquidação relacionada com qualquer item individual incluído na mesma classe de obrigações seja pequena. As provisões são mensuradas pelo valor presente dos gastos que devem ser necessários para liquidar a obrigação, usando uma taxa antes dos efeitos tributários, a qual reflita as avaliações atuais de mercado do valor do dinheiro no tempo e dos riscos específicos da obrigação. O aumento da obrigação em decorrência da passagem do tempo é reconhecido como despesa financeira. 15 de 45
19 2.14 Imposto de renda e contribuição social corrente e diferido As despesas de imposto de renda e contribuição social do período compreendem os impostos corrente e diferido. Os impostos sobre a renda são reconhecidos na demonstração do resultado, exceto na proporção em que estiverem relacionados com itens reconhecidos diretamente no patrimônio líquido ou no resultado abrangente. Nesse caso, o imposto também é reconhecido no patrimônio líquido ou no resultado abrangente. O encargo de imposto de renda e a contribuição social corrente e diferido é calculado com base nas leis tributárias promulgadas, ou substancialmente promulgadas, na data do balanço. A administração avalia, periodicamente, as posições assumidas pela Companhia nas declarações de impostos de renda com relação às situações em que a regulamentação fiscal aplicável dá margem a interpretações. Estabelece provisões, quando apropriado, com base nos valores estimados de pagamento às autoridades fiscais. As alíquotas desses impostos, definidas atualmente para determinação dos tributos diferidos, são de 25% para o imposto de renda e de 9% para a contribuição social. O imposto de renda e a contribuição social diferidos são reconhecidos usando-se o método do passivo sobre as diferenças temporárias decorrentes de diferenças entre as bases fiscais dos ativos e passivos e seus valores contábeis nas demonstrações financeiras consolidadas. Entretanto, o imposto de renda e a contribuição social diferidos não são contabilizados se resultar do reconhecimento inicial de um ativo ou passivo em uma operação que não seja uma combinação de negócios, a qual, na época da transação, não afeta o resultado contábil, nem o lucro tributável (prejuízo fiscal). O imposto de renda diferido é determinado usando alíquotas de imposto (e leis fiscais) promulgadas, ou substancialmente promulgadas, na data do balanço, e que devem ser aplicadas quando o respectivo imposto diferido ativo for realizado ou quando o imposto diferido passivo for liquidado. O imposto de renda diferido ativo é reconhecido somente na proporção da probabilidade de que lucro tributável futuro esteja disponível e contra o qual as diferenças temporárias possam ser usadas. Os impostos de renda diferidos ativos e passivos são apresentados pelo líquido no balanço quando há o direito legal e a intenção de compensá-los quando da apuração dos tributos correntes, em geral relacionado com a mesma entidade legal e mesma autoridade fiscal. Dessa forma, impostos diferidos ativos e passivos em diferentes entidades ou em diferentes países, em geral são apresentados em separado, e não pelo líquido. A legislação fiscal permite que a Companhia registre e deduza um crédito de imposto de renda referente à propaganda eleitoral gratuita, como mostrado na Nota 22(a) Benefícios a empregados (a) Fundo de pensão A Companhia faz contribuições para planos de pensão de contribuição definida privados de forma obrigatória, contratual ou voluntária. Assim que as contribuições tiverem sido feitas, a Companhia não tem obrigações relativas a pagamentos adicionais. As contribuições regulares compreendem os custos periódicos líquidos do período em que são devidas e, assim, são incluídas nos custos de pessoal. 16 de 45
20 (b) Participação nos lucros e bônus Uma obrigação referente à participação dos funcionários nos lucros é registrada nos salários e nas contribuições sociais, pois há um plano formal e os valores podem ser mensurados com segurança antes da emissão das demonstrações financeiras consolidadas. A Companhia reconhece uma provisão quando está contratualmente obrigada ou quando há uma prática passada que criou uma obrigação não formalizada (constructive obligation) Capital social As ações ordinárias são classificadas no patrimônio líquido. Os custos incrementais diretamente atribuíveis à emissão de novas ações comuns ou opções são demonstrados no patrimônio líquido como uma dedução do valor captado, líquida de impostos Reconhecimento da receita (i) Receita de publicidade A receita compreende o valor justo da contraprestação recebida ou a receber. A receita de publicidade é registrada quando a transmissão referente ocorre. A Companhia reconhece a receita quando o valor da receita pode ser mensurado com segurança, é provável que benefícios econômicos futuros fluirão para a entidade e quando critérios específicos tiverem sido atendidos para cada uma das atividades. A receita compreende o valor justo da contraprestação recebida ou a receber. A receita bruta de publicidade nas empresas de transmissão de TV compreende a veiculação de publicidade negociada localmente, assim como a negociada pela rede Globo em nome das emissoras de televisão para transmissão regional, de acordo com o contrato de rede (Nota 1(d)). As trocas não monetárias de publicidade por serviços ou produtos são registradas ao valor de mercado em receitas e despesas. Uma porcentagem da receita bruta de publicidade, conforme definido no contrato de rede, é debitada mensalmente pela rede Globo como agenciamento mercantil. 17 de 45
21 (ii) Outras receitas Royalties A RBS Participações S.A. recolhe royalties sobre o uso de marcas comerciais de todas as empresas do Grupo RBS e coligadas, calculados a 3,5% das receitas operacionais líquidas. Em 24 de setembro de 2004, a RBS Participações S.A. recebeu antecipadamente os royalties a serem incorridos pela RBS - Zero Hora Editora Jornalística S.A. e Rádio Gaúcha S.A. durante os dez anos a contar de janeiro de 2005 a dezembro de 2014 e os registrou em "Receita diferida - Royalties". Esses valores foram calculados como valor presente líquido dos royalties nas receitas operacionais líquidas projetadas de cada empresa mencionada no período. Desde janeiro de 2005, a Companhia registra esses valores na demonstração de resultado, com base no fluxo de caixa descontado original projetado para cada mês. (iii) Receita financeira A receita financeira é reconhecida usando o método da taxa de juros efetiva. Quando uma perda (impairment) é identificada em relação a um contas a receber, a Companhia reduz o valor contábil para seu valor recuperável, que corresponde ao fluxo de caixa futuro estimado, descontado à taxa efetiva de juros original do instrumento, e continua a decompor o desconto como receita financeira. Receita financeira ou perda (impairment) de contas a receber são registradas usando a taxa efetiva de juros original Fornecedores e demais passivos As contas a pagar aos fornecedores são obrigações a pagar por bens e serviços adquiridos de fornecedores no curso normal dos negócios, sendo classificadas como passivos circulantes se o pagamento for devido no período de até um ano (ou no ciclo operacional normal dos negócios, ainda que mais longo). Caso contrário, as contas a pagar são apresentadas como passivo não circulante. Elas são, inicialmente, reconhecidas pelo valor justo e, subsequentemente, mensuradas pelo custo amortizado com o uso do método da taxa efetiva de juros, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidas 2.19 Distribuição de dividendos A distribuição de dividendos para os acionistas da Companhia são reconhecidos como um passivo nas demonstrações financeiras da Companhia ao final do exercício, considerando as disposições do estatuto social da Companhia em relação ao dividendo mínimo obrigatório. Qualquer valor acima do mínimo obrigatório somente é provisionado na data em que são aprovados pelos acionistas. O benefício fiscal dos juros sobre capital próprio é reconhecido na demonstração consolidada de resultado. 18 de 45
22 2.20 Lucro por ação O lucro por ação é calculado por meio do resultado para o exercício atribuível aos acionistas nãocontroladores e controladores da Companhia e a média ponderada das ações em circulação no exercício referente. O lucro diluído por ação é calculado mediante o ajuste da quantidade média ponderada de ações em circulação, para presumir a conversão de todas as ações ordinárias potenciais com efeitos diluidores para os exercícios findos Normas, alterações e interpretações de normas existentes que ainda não estão em vigor e não foram adotadas antecipadamente pela Companhia As seguintes novas normas e interpretações de normas foram emitidas pelo IASB mas não são vigentes para A adoção antecipada das normas, embora encorajada pelo IASB, não foi implementada no Brasil, pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). Apresentamos a seguir uma lista de normas/interpretações emitidas pela IASB e que estão em vigor para períodos iniciados em ou após 1º de janeiro de I IFRS 9, "Instrumentos financeiros", emitido em novembro de 2009, o IFRS 9 introduz novas exigências para classificar e mensurar os ativos financeiros: custo amortizado, valor justo por meio de outros resultados abrangentes e valor justo por meio do resultado. Traz, ainda um novo modelo de perdas em crédito esperadas, em substituição ao modelo atual de perdas incorridas. O IFRS 9 traz maior flexibilidade em relação às exigências de efetividade do hedge, bem como exige um relacionamento econômico entre o item protegido e o instrumento de hedge e que o índice de hedge seja o mesmo que aquele que a administração usa para fins de gestão do risco. A norma é aplicável a partir de 1º de janeiro de A Companhia está avaliando os impactos da aplicação desta norma. IFRS objetivo estabelecer os princípios que uma Companhia deve aplicar para relatar informações correspondentes a natureza, quantidade, tempo e estimativas da receita e fluxos de caixas decorrentes de um contrato com cliente. A norma é aplicável a partir de 1 de janeiro de A Companhia está avaliando o impacto da aplicação desta norma. Alterações à IAS 16/CPC 27 e IAS 38/ objetivo esclarecer sobre métodos de depreciação e amortização, observando o alinhamento ao conceito de benefícios econômicos futuros esperados pela utilização do ativo durante sua vida útil econômica. A norma é aplicável a partir de 1 de janeiro de A Companhia está avaliando o impacto da aplicação desta norma. Não há outras normas IFRS ou interpretações IFRIC que ainda não entraram em vigor que poderiam ter impacto significativo sobre a Companhia. 19 de 45
23 3 Estimativas e julgamentos contábeis críticos As estimativas e os julgamentos contábeis são continuamente avaliados e baseiam-se no histórico e em outros fatores, incluindo expectativas de eventos futuros, consideradas razoáveis para as circunstâncias. Por definição, as estimativas contábeis resultantes raramente serão iguais aos respectivos resultados reais. As estimativas e premissas que apresentam um risco significativo, com probabilidade de causar um ajuste relevante nos valores contábeis de ativos e passivos para o próximo exercício social, estão contempladas a seguir. (a) Impostos diferidos A Companhia reconhece impostos de renda diferidos ativos e passivos com base nas diferenças entre as bases de cálculo do imposto sobre ativos e passivos e os valores contábeis das demonstrações financeiras consolidadas, usando alíquotas tributárias em vigor. A Companhia revisa regularmente os impostos diferidos ativos para avaliar sua possibilidade de recuperação, levando em consideração o lucro histórico gerado e o lucro tributável futuro projetado com base em um estudo da viabilidade técnica. (b) Contingências A Companhia está atualmente envolvida em vários processos judiciais e administrativos, conforme descrito na Nota 15. Provisões são reconhecidas para todos os processos judiciais que representam perdas prováveis (obrigação presente como resultado de eventos passados; é provável que uma saída de recursos seja necessária para liquidar a obrigação; e o valor tiver sido estimado com segurança). A probabilidade de perda é avaliada com base na evidência disponível, inclusive a opinião dos consultores legais internos e externos. A Companhia acredita que essas contingências estão reconhecidas adequadamente nas demonstrações financeiras consolidadas. (d) Vida útil do imobilizado O imobilizado é depreciado usando o método linear durante a vida útil estimada dos ativos. A vida útil é revisada anualmente. As taxas efetivas de vidas úteis de ativo imobilizado podem ser diferentes do estimado. 4 Gestão de risco financeiro 4.1 Fatores de risco financeiro As atividades da Companhia a expõem a diversos riscos financeiros: risco de mercado (incluindo risco de moeda, risco de taxa de juros de valor justo, risco de taxa de juros de fluxo de caixa e risco de preço), risco de crédito e risco de liquidez. O programa de gestão de risco global da Companhia se concentra na imprevisibilidade dos mercados financeiros e busca minimizar potenciais efeitos adversos no desempenho financeiro da Companhia. A política de gerenciamento de risco da Companhia orienta em relação a transações e requer a diversificação de transações e contrapartidas. Nos termos dessa política, a natureza e a posição geral dos riscos financeiros são regularmente monitoradas e gerenciadas a fim de avaliar os resultados e o impacto financeiro no fluxo de caixa. 20 de 45
24 A política de gerenciamento de risco foi estabelecida pela Administração. Nos termos dessa política, os riscos de mercado são protegidos quando necessário para suportar a estratégia corporativa ou manter o nível de flexibilidade financeira. (a) (i) Risco de mercado Risco cambial Em 31 de dezembro de 2014 e 2013, a Companhia detinha ativos e passivos denominados em dólares americanos nos valores abaixo, sem um instrumento para proteger contra essa exposição nessas datas Im portações em andam ento Contas a pagar ( ) (3.034) Outras contas a pagar (seguros) (1 5) (1 4) Em 31 de dezembro de 2014 e 2013, se a moeda tivesse variado cerca de 10% em relação ao dólar americano, sendo mantidas todas as outras variáveis constantes, o lucro do exercício após o cálculo do imposto de renda e da contribuição social teria variado em torno de R$ 191 ( R$ 410) para mais ou para menos. (ii) Risco do fluxo de caixa ou valor justo associado com taxa de juros O risco de taxa de juros da Companhia surge de debêntures de longo prazo. As debêntures emitidas a taxas variáveis expõem a Companhia ao risco do fluxo de caixa, o qual é parcialmente compensado pelo caixa mantido a taxas variáveis. As debêntures a taxas variáveis são remuneradas com base no CDI. (iii) Risco de crédito O risco de crédito é administrado pelo Grupo RBS. O risco de crédito decorre de caixa e equivalentes de caixa, depósitos em bancos e outras instituições financeiras, bem como de exposições de crédito a clientes. A política de vendas da Companhia considera o nível de risco de crédito a que está disposta a se sujeitar no curso de seus negócios. A diversificação de sua carteira de recebíveis e a seletividade de seus clientes são procedimentos adotados a fim de minimizar eventuais problemas de inadimplência em seu contas a receber. (iv) Risco de liquidez A gestão prudente do risco de liquidez implica manter caixa e investimentos de curto prazo suficientes, a disponibilidade de linhas de crédito através de um valor adequado de linhas de crédito comprometidas e a capacidade de fechar posições de mercado. O excedente de caixa é transferido para a RBS Administração e Cobrança Ltda., que funciona como um 21 de 45
25 departamento de tesouraria para as empresas do Grupo RBS (Nota 10). Investimentos de curto prazo são contratados pela RBS Administração e Cobrança Ltda. seguindo uma política de investimento clara, com limites para concentração de riscos. A tabela abaixo analisa os passivos financeiros da Companhia, por faixas de vencimento, correspondentes ao período remanescente no balanço patrimonial até a data contratual do vencimento. Os valores divulgados na tabela são os fluxos de caixa não descontados contratados e incluem juros. Ent re Menos de u m e A cim a de um ano dois anos dois anos Tot al Em 31 de dezem bro de 2014 Con t as a pa g a r r efer en t es a con t r a tos de r ede Em pr éstim os e debên tu r es Pa r t es r ela cion a da s Com issões e bôn u s a pa g a r Em 31 de dezem bro de 2013 Con t as a pa g a r r efer en t es a con t r a tos de r ede Em pr éstim os e debên tu r es Pa r t es r ela cion a da s Com issões e bôn u s a pa g a r (b) Identificação e avaliação de instrumentos financeiros A Companhia opera com diversos instrumentos financeiros, com destaque para caixa e equivalentes de caixa, incluindo aplicações financeiras, contas a receber de clientes, contas a pagar a fornecedores e empréstimos e financiamentos. Considerando a natureza dos instrumentos, o valor justo é determinado conforme definido no item 4.3 a seguir. Os valores reconhecidos em ativos e passivos circulantes têm liquidez imediata. Considerando o prazo e as características desses instrumentos, que são sistematicamente renegociados, os valores contábeis se aproximam dos valores justos. (c) Caixa e equivalentes de caixa, aplicações financeiras, contas a receber, outros ativos circulantes e fornecedores Os valores contabilizados aproximam-se dos valores de realização. Não havia passivo financeiro derivativo. 22 de 45
26 4.2 Gestão de capital Os objetivos da Companhia ao administrar seu capital são os de salvaguardar a capacidade de continuidade da Companhia para oferecer retorno aos acionistas e benefícios às outras partes interessadas, além de manter uma estrutura de capital ideal para reduzir esse custo. O capital é administrado pelo Grupo RBS. 4.3 Estimativa do valor justo e hierarquia A Companhia divulga o valor justo de instrumentos financeiros por nível segundo a seguinte hierarquia de mensuração pelo valor justo: Nível 1 - preços cotados (sem ajustes) nos mercados ativos para ativos ou passivos idênticos; Nível 2 - informações, além dos preços cotados, incluídas no Nível 1 que são adotadas pelo mercado para o ativo ou passivo, seja diretamente (ou seja, como preços) ou indiretamente (ou seja, como derivados dos preços); Nível 3 - inserções para os ativos ou passivos que não são baseadas nos dados adotados pelo mercado (ou seja, inserções não observáveis). Todos os instrumentos financeiros reconhecidos ao valor justo pela Companhia se enquadram no Nível 2 em 31 de dezembro de 2014 e de 45
27 5 Instrumentos financeiros por categoria 31 de dezem br o de 2014 Em préstim os e recebíveis Títulos e v alores m obiliários m an t idos a t é o vencim ento Total de a t iv os fin an ceir os Total dos pa ssiv os fin an ceir os A tivo Caixa e equ iv alentes de caixa A tiv os finan ceir os a o v a lor ju sto Contas a receber Par tes r elacionadas Passivo Debêntures Contas a pagar referentes a contratos de rede Partes relacionadas de dezem bro de 2013 Em prést im os e recebív eis Total de ativ os fin a nceiros Tot al dos passiv os fin a nceiros A tivo Caix a e equ iv a lentes de ca ixa Ativ os financeiros ao v alor justo Con tas a r eceber Partes relacionadas Passivo Debêntu r es Con tas a pa ga r referen tes a con tr a tos de r ede Partes relacionadas de 45
28 6 Qualidade do crédito dos ativos financeiros Partes relacionadas G r u po Contas a receber de clientes Contrapartes sem clas sificação externa de crédito G r u po G r u po G r u po Pr ov isã o pa r a dev edor es du v idosos ( ) ( ) Grupo 1 - saldos com partes relacionadas Grupo 2 - a vencer Grupo 3 - vencidas de 1 a 180 dias Grupo 4 - vencidas há mais de 180 dias As contas bancárias e os investimentos de curto prazo são mantidos junto a bancos com boa avaliação pelas agências de avaliação de risco. Nenhum dos ativos financeiros totalmente adimplentes foi renegociado no último exercício. Nenhum dos empréstimos às partes relacionadas está vencido ou impaired. 7 Caixa e equivalentes de caixa Ca ix a e ba n cos Fu n dos de in v estim en to dom ésticos Fundos de investimento nacionais se referem a fundos públicos e privados que têm como objetivo o retorno próximo às taxas de mercado e do Certificado de Depósito Interbancário (CDI). 25 de 45
29 8 Ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado Durante o terceiro trimestre de 2014, a RBS Participações SA fez aportes de capital para fundos de capital de risco offshore nomeados e.bricks Early Stage I, LP, e e.bricks Early Stage I GP, LP, em conexão com compromissos de capital da empresa a esses fundos. e.bricks Early Stage I, LP é uma sociedade limitada Ilhas Cayman focado em investimentos em empresas de Start.UPS de tecnologia. e.bricks Early Stage I GP, LP é uma sociedade limitada Ilhas Cayman, que atua como General Partner da e.bricks Early Stage I, LP. 9 Contas a receber de clientes Pu blicidade Ch equ es em cobrança Notas pr om issór ias Ou tros Pr ov isão para im pairm ent de contas a r eceber de clientes ( ) ( ) O valor justo de contas a receber de clientes é idêntico aos valores devidos por clientes ao custo amortizado utilizando o método da taxa efetiva de juros, menos a provisão para impairment de contas a receber de clientes. Os valores contábeis das contas a receber da Companhia são denominados em reais (R$). As movimentações na provisão para impairment de contas a receber de clientes da Companhia são as seguintes: No início do exer cício ( ) ( ) Pr ov isão para im pair m ent ( ) ( ) V alor es r ecuper ados No fim do exer cício ( ) ( ) A exposição máxima ao risco de crédito na data de apresentação das demonstrações financeiras é o valor contábil de cada classe de contas a receber mencionada acima. A Companhia não mantém nenhum título como garantia. 26 de 45
30 10 Transações e saldos com partes relacionadas A t iv o/(pa ssiv o) Pa r tes r elacion a da s - a tiv o cir cu la nte RBS A dm in istr a çã o e Cobr a n ça Ltda. (a ) Pa r tes r elacion a da s - r ea lizá v el a lon g o pr a zo HSM do Br asil S.A Kzu ka Pr om oções Ltda RBS Em pr esa de T V A Ltda RBS A dm in istr a çã o e Cobr a n ça Ltda. (a ) Rádio Edu ca dor a de Gu a íba Lt da RBS - Zer o Hor a Editor a Jor n alíst ica S.A W 2 W E-Com m er ce de V inh os S.A Fu t u r a Netw or ks do Br a sil Con s H+ Pa r ticipa ções S.A S+ Par ticipações Ltda Rádio Ga ú ch a S.A. 2 5 Ou t r os Par tes relacionadas - passiv o circu lan te RBS A dm in istr a çã o e Cobr a n ça Ltda. (1 3 5 ) T elev isão Ba g é Ltda. (2 1 9 ) (2 1 9 ) T elev isão Ch apecó S.A (2 6 5 ) (2 6 5 ) Ou t r os (1 4 1 ) (1 5 2 ) Receita s difer ida s - r oy a lties - ex ig ív el a lon g o pr a zo RBS - Zer o Hor a Editor a Jor n alíst ica S.A. (b) ( ) Rádio Ga ú ch a S.A. (5 5 4 ) (7 6 0) ( ) 27 de 45
31 Receit as/(despesas) Gerais e a dm inistrativ as (reem bolso) (d) RBS - Zero Hora Editora Jornalística S.A Rádio Gaú cha S.A Rádio A tlântida FM de Porto Alegre Ltda RBS Em pr esa de TV A Ltda Canal Ru ral Produ ções Ltda Ou tras com panhias Despesas oper acion ais, com v en das, g era is e de adm inistr ativ as RBS Prev - Sociedade Prev iden ciá ria (Nota 1 9 ) ( ) ( ) Receita financeira (Nota 2 0) RBS Adm in istração e Cobrança Ltda RBS - Zero Hora Editora Jornalística S.A Fu tu ra Netw or ks Do Bra sil Con s H+ Participações S.A S+ Participações Ltda E-Bricks Early Stage Ou tros Receitas de roy alties (Nota ) RBS - Zero Hora Editora Jornalística S.A Rádio Gaú cha S.A Rádio A tlântida FM de Porto Alegre Ltda RBS Em pr esa de TV A Ltda Cia. Catarinen se de Rádio e TV Rádio e TV Um bu Ltda RBS TV Santa Cr u z Ltda RBS TV Santa Rosa Ltda Telev isão A lto Uru gu ai S.A Telev isão Bag é Ltda Telev isão Chapecó S.A Telev isão Im em bu í S.A Telev isão Tu iu ti S.A Telev isão Uru gu aian a Ltda Telev isão Rio Grande S.A Rede Popu lar de Com u n icações Ltda Rádio Itapem a FM de Por to A legre Ltda RBS TV Criciú m a Ltda Ou tros de 45
32 (i) (a) (b) Comentários sobre transações e saldos com partes relacionadas A RBS Administração e Cobranças Ltda. é uma parte relacionada que funciona como um departamento de tesouraria (empresa-caixa), responsável por todos os recebimentos e pagamentos através de um contrato particular de garantia, em nome das empresas do Grupo RBS. Os saldos com essa empresa não estão sujeitos à incidência de juros e são mostrados em ativo circulante porque os recursos mantidos por essa empresa em nome das empresas do grupo são prontamente disponíveis. Em 22 de junho de 2007, a RBS - Zero Hora Editora Jornalística S.A. emitiu títulos com vencimento final em junho de 2017, com incidência de juros de 11,25% a pagar em junho e dezembro de cada ano. De acordo com os termos da Oferta, os títulos têm um valor principal de R$ e um preço de emissão de 99,271%. Esses títulos são garantidos pela Companhia e pela Rádio Gaúcha S.A. Em relação aos empréstimos acima, essas empresas têm que cumprir certas cláusulas restritivas. Todas essas cláusulas restritivas estão sendo cumpridas. (c) (d) (ii) As receitas e despesas provenientes de transações entre as empresas do Grupo RBS são alocadas entre as empresas que se beneficiam das receitas, ou incorrem as despesas, usando bases que podem não ser necessariamente as mesmas que aquelas que teriam sido aplicadas se as transações tivessem sido realizadas com partes não relacionadas. A RBS Participações S.A. é reembolsada pelas despesas gerais e administrativas incorridas em nome de outras empresas do Grupo RBS. A administração do grupo RBS modificou os critérios para o cálculo dos valores a serem reembolsados, considerando a localização de cada uma das empresas. Garantias e avais A RBS Participações S.A. e controladas frequentemente fornecem garantias e avais para financiamentos contratados por coligadas e partes relacionadas. Os valores dessas garantias e avais são compatíveis com os ativos e passivos dos avalistas e empresas garantidas, respectivamente. Em 21 de setembro de 2012, a empresa vinculada RBS - Zero Hora Editora Jornalística S.A. contratou um financiamento no valor total de R$ , com um período de carência de dois anos e vencimento final em outubro de O valor total estará disponível em quatro "tranches", dentro de um período de 180 a 540 dias. A Companhia é garantidora desta operação. (iii) Remuneração do pessoal-chave da administração O pessoal-chave da administração inclui os diretores e os conselheiros. No exercício findo em 31 de dezembro de 2014, a remuneração paga ao pessoal-chave da administração foi de R$ 6,378 (31 de dezembro de R$ 5,910), incluindo salários e outros benefícios de curto prazo, benefícios de longo prazo e outros benefícios. 29 de 45
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34 Comentários sobre os investimentos Durante o terceiro trimestre de 2014, a RBS Participações SA fez aportes de capital para fundos de capital de risco offshore nomeados e.bricks Early Stage I, LP, e e.bricks Early Stage I GP, LP, em conexão com compromissos de capital da empresa a esses fundos. e.bricks Early Stage I, LP é uma sociedade limitada Ilhas Cayman focado em investimentos relacionados com acções em empresas de tecnologia. e.bricks Early Stage I GP, LP é uma sociedade limitada Ilhas Cayman, que atua como General Partner da e.bricks Early Stage I, LP. Em 17 de dezembro de 2014, a Companhia assinou um acordo vinculativo para vender todas as quotas da HSM investida do Brasil SA e HSM Educação SA a BR Educação Executiva SA e BCAA Educação S.A. - Ânima Educação. 31 de 45
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36 (a) Revisão e ajuste da vida útil estimada Conforme previsto na Interpretação Técnica ICPC 10 do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, aprovada pela Deliberação CVM 619/09 e pela Resolução CFC 1.263/09, a Companhia concluiu em 2009 sua primeira das análises periódicas com o objetivo de revisar e ajustar a vida útil econômica estimada para o cálculo da depreciação, bem como para determinar o valor residual dos itens do imobilizado. Em dezembro de 2014, a administração reviu o estudo realizado em 2009 e concluiu que nenhuma alteração na vida útil de seu imobilizado era necessária. (b) Outras informações Em 31 de dezembro de 2014, a RBS Participações S.A. e controladas ofereceram imobilizado no valor de R$ ( R$ 5.595) em garantia de processos judiciais. 13 Ativos intangíveis Soft ware Marcas e pat entes Licenças Filmes e produ ção Concessões Contrat o de não com pet ição T ot al Em 3 1 de dezem br o de A qu isições A lien a ções 2 2 A m or tiza çã o ( ) (1 1 ) (9 6 8 ) ( ) Em 3 1 de dezem br o de Cu sto A m or tiza çã o a cu m u la da ( ) (3 4 3 ) (1 8 ) ( ) ( ) Valor contábil líquido em 3 1 de dezem br o de Em 3 1 de dezem br o de Aquisições Alienações (7 ) (7 ) A m or tiza çã o ( ) (1 1 ) (5 6 4 ) ( ) Em 3 1 de dezem br o de Cu sto A m or tiza çã o a cu m u la da ( ) (3 5 4 ) (1 8 ) ( ) ( ) Valor contábil líquido em 3 1 de dezem br o de Ta x a s de a m or tiza çã o a n u a l % 1 5, de 45
37 14 Empréstimos e debêntures Moeda n a cion a l T a xa s de ju ros Debên t u r es de CDI m a is spread de 2,5 % Debên t u r es de CDI m a is spread de 1,9 % Cu st o de em issã o da s debên t u r es ( ) ( ) Ou t r os Pa ssiv o cir cu la n t e ( ) ( ) Pa ssiv o n ã o cir cu la n t e A s pa r cela s de lon g o pr a zo sã o: Em 12 de julho de 2011, a Companhia emitiu, por meio da distribuição pública e esforços restritos de colocação, 300 debêntures ordinárias simples, não conversíveis em ações, com prazo de vencimento final em 12 de julho de O valor nominal das debêntures é de R $ cada, totalizando R $ , com taxa de juros equivalente à variação do Certificado de Depósito Interbancário - CDI e propagação de 2,05% aa paga anualmente, em julho de 12. Os termos da oferta de debêntures preveem liquidação anual de 12 de julho de 2017 a 12 de julho de 2021 e resgate antecipado, parcial ou total, será permitida a partir do 13º mês, no caso em que uma taxa de resgate deverá ser paga de acordo com um cronograma de resgates antecipados.as debêntures são garantidas pela RBS - Zero Hora Editora Jornalística SA. 34 de 45
38 Em 16 de setembro de 2013, a Companhia emitiu, por meio de distribuição pública e esforços restritos de colocação, debêntures simples comuns, não conversíveis em ações, com prazo de vencimento em 16 de setembro de O valor nominal das debêntures é de R $ 10 cada, totalizando de R $ , com taxa de juros equivalente à variação do Certificado de Depósito Interbancário - CDI e propagação de 1,90% aa pagos semestralmente, de 16 de Março e 16 de Setembro. Os termos das debêntures oferta prevê liquidação anual de 16 de setembro de 2018 a 16 de setembro de 2019 e de resgate antecipado, parcial ou total, será permitida a partir do 13º mês, caso em que uma comissão de resgate deve ser pago de acordo com o calendário de resgates antecipados. As debêntures são garantidas pela RBS - Zero Hora Editora Jornalística SA, RBS Midia, Digital e Participações SA e RBS TV Comunicações SA De acordo com os termos da oferta de debêntures, a Companhia é obrigada a respeitar certas condições restritivas. Todas estas condições estão sendo observadas. 15 Provisões A RBS Participações S.A. e controladas são partes envolvidas em processos tributários, cíveis e trabalhistas que surgiram no curso normal dos negócios. As provisões para perdas prováveis estimadas desses processos foram reconhecidas com base na opinião dos consultores legais externos e internos. Durante o ano findo em 31 de dezembro de 2014, a RBS Participações S.A. e suas controladas pagaram, como resultado de decisões judiciais desfavoráveis ou acordos, o montante de R$ 1239 ( R$ 939). (a) Provisão para perdas prováveis Processos tra balh istas e prev idenciários Processos cív eis Depósitos ju dicia is ( - ) Pr ocessos traba lh ista s e prev idenciár ios ( ) ( ) ( - ) Pr ocessos cív eis ( ) (8 2 3 ) Nã o cir cu lan te Processos trabalhistas e previdenciários - consistem principalmente em litígios referentes a valores pagos por ocasião da rescisão do contrato de trabalho de empregados.. Processos cíveis referem-se principalmente a programas de notícias veiculados ou publicados pela RBS Participações S.A. e controladas. 35 de 45
39 A movimentação na provisão para perdas prováveis foi a seguinte: No in ício do ex er cício A u m en to V a lor es pa g os ( ) (9 3 9 ) No fim do ex er cício (b) Perdas possíveis A RBS Participações S.A. e controladas são partes passivas em certos processos cíveis, trabalhistas e fiscais, que são estimados como perdas possíveis com base na opinião dos consultores legais internos e externos. Nenhuma provisão foi reconhecida para esses processos e os valores dos processos cíveis e trabalhistas são apresentados abaixo: Pr ocessos cív eis Pr ocessos t r a ba lh ista s Pr ocessos t r ibu tá r ios Processo cível contra o ECAD A RBS Participações S.A. é coautora, junto com várias outras empresas associadas da Rede Globo, em uma ação cível contra o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (ECAD), requerendo a revisão dos atuais critérios usados no cálculo e pagamento de royalties originados da transmissão de músicas estrangeiras e nacionais em sua programação, para o período entre 2005 e Em 13 de outubro, a RBS Participações S.A., junto com várias outras empresas afiliadas da Rede Globo, concluiu a negociação com o ECAD. Como resultado dessa negociação, o valor de R$ foi registrado para esse caso em setembro de O valor de R$ foi registrado como custo operacional e R$ foram registrados como despesa financeira. O valor foi liquidado durante o exercício de Autuação fiscal - IOF Em dezembro de 2010, a Companhia recebeu um auto de infração no valor de R$ relativo ao Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre operações financeiras entre a Companhia e a RBS Administração e Cobranças Ltda. A administração recorreu da autuação. Com base na opinião da administração e dos seus consultores jurídicos e fiscais, a probabilidade de perda decorrente da presente autuação é considerada possível e, portanto, nenhuma provisão foi registrada em relação a essa questão. 36 de 45
40 Autuação fiscal - utilização de prejuízo fiscal Em junho de 2013, a Companhia recebeu um auto de infração no valor de R$ As autoridades tributárias estão contestando a utilização de prejuízos fiscais da RBS Participações S.A. originados antes da incorporação, ocorrida em 2008, das empresas Rádio e TV Caxias S.A., Televisão Gaúcha S.A. e da RBS TV Florianópolis S.A.. A administração ingressou com um recurso judicial em 8 de julho de Com base na opinião da administração e dos assessores jurídicos internos e externos, a probabilidade de perda decorrente dessa autuação foi considerada "possível" e, portanto, nenhuma provisão foi registrada nesse caso. 16 Patrimônio líquido (a) Capital O capital social é composto de ações ordinárias nominativas, sem valor nominal (31 de dezembro de ). Na Assembleia Geral Extraordinária, realizada em 30 de abril de 2013, foi aprovado o aumento do capital social no valor de R$ , por meio da emissão de novas ações. (b) Dividendos Os acionistas têm direito a um dividendo mínimo anual não inferior a 25% do lucro líquido do exercício das demonstrações financeiras estatutárias, após a apropriação da reserva legal de um montante equivalente a 5% do lucro líquido do exercício. Em 15 de março de 2013, a Assembleia Geral Ordinária aprovou a distribuição adicional de dividendos no valor de R$ referentes a Em 31 de dezembro de 2013, o Conselho de Administração aprovou o pagamento de dividendos no montante de R 22,000 dólares relativa a anos anteriores e de R$ , referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, sujeito a aprovação pela Assembleia Geral de Acionistas Geral. Em 04 de abril de 2014 os acionistas na Assembléia Geral de Acionistas aprovou a distribuição de dividendos adicionais, no valor de R $ 11,000 referentes a exercícios anteriores e R$ , referente ao exercício findo em 30 de junho de Em 31 de dezembro de 2014 os acionistas na acionistas em Assembléia Geral Extraordinária aprovou a distribuição de dividendos adicionais, no valor de R$ relativa a anos anteriores. 37 de 45
41 Lu cr o líqu ido do ex er cício a tr ibu ív el a os a cion ista s (-) Reser v a leg a l ( ) ( ) Div iden do m ín im o obr ig a tór io % Div iden do do a n o pr opostos e pa g os Div iden do pr oposto a lém do div iden do m ín im o obr ig a tór io Div iden dos pa g os do a n o a n ter ior T ota l de div iden dos pa g os Div iden do por a çã o 2,1 9 2, Dividendos por ação (a) Básico O lucro básico por ação é calculado mediante a divisão do lucro atribuível aos acionistas da sociedade, pela quantidade média ponderada de ações ordinárias emitidas durante o exercício, excluindo as ações ordinárias compradas pela sociedade e mantidas como ações em tesouraria, se houver Lu cr o a tr ibu ív el a os a cion ist a s da Com pa n h ia Qu a n t ida de m édia pon der a da de a ções or din á r ia s em it ida s Lu cr o bá sico e dilu ído por a çã o - R$ 2,2 8 2,0 5 (b) Diluído O lucro diluído por ação é calculado mediante o ajuste da quantidade média ponderada de ações ordinárias em circulação, para presumir a conversão de todas as ações ordinárias potenciais diluídas. Em 31 de dezembro de 2014 e 2013, a Companhia não tinha dívida conversível e opções de compra de ações. Portanto, o lucro diluído por ação de operações continuadas é o mesmo que o lucro básico por ação. 38 de 45
42 18 Receitas e despesas por natureza (a) Receitas operacionais A reconciliação das receitas operacionais com a receita líquida é como segue: Receit a br u t a Pu blicida de Ou t r os C a n cela m en t os e dev olu ções ( ) ( ) Im post os sobr e r eceit a s ( ) ( ) Receit a s líqu ida s (b) Despesas por natureza Com pessoa l (Nota 2 0 ) ( ) ( ) A dm in istr a tiv a s Despesa s g er a is in dir eta s (Nota 1 1 (i)(e)) Con su ltor es ( ) ( ) Despesa s com v ia g en s ( ) ( ) Segu r a n ça e con ser v a çã o ( ) ( ) Repr esen ta ções ( ) ( ) Ou tr os ( ) ( ) Oper a cion a is Logística ( ) ( ) A lu g u éis ( ) ( ) Cobr a n ça (3 2 ) (4 9 ) En er g ia elétr ica, con ex ã o de In ter n et e telefon e ( ) ( ) Equ ipa m en tos de a lu gu el ( ) ( ) Ou tr os ( ) ( ) Sellin g Com issões e bôn u s ( ) ( ) Ou tr os ( ) ( ) Técn ica s ( ) ( ) Pr odu çã o Ev en tos ( ) ( ) A g en cia m en to m er ca n til ( ) ( ) Pr om oçã o ( ) ( ) Depr ecia çã o e a m or tiza çã o ( ) ( ) Ou tr a s r eceita s (despesa s) (1 2 4 ) ( ) ( ) 39 de 45
43 19 Despesa de benefícios a empregados Sa lá r ios e ou tr os ben efícios ( ) ( ) Cu stos pr ev iden ciá r ios ( ) ( ) Cu stos de pla nos de pen são - pla n os de con tr ibu içã o defin ida (Nota 2 1 ) ( ) ( ) Ou tros ( ) ( ) ( ) ( ) 20 Receitas e despesas financeiras Receita s fin a n ceir a s Ren dim en tos sobr e a plica çã o fin a n ceir a V a r ia ções m on etá r ia s a tiv a s Ju r os sobr e em pr éstim os de pa r tes r ela cion a da s (Nota 1 0) Ju r os sobr e im postos e depósitos ju dicia is Ou tr a s r eceita s fin a n ceir a s Despesa s fin a n ceir a s Ju r os e en ca r g os de debên tu r es ( ) ( ) V a r ia ções ca m bia is (2 1 0) (3 3 ) Ju r os sobr e im postos (5 4 ) (1 2 5 ) Ju r os sobr e n eg ocia çã o ECA D ( ) Ou tr a s despesa s fin a n ceir a s ( ) (5 7 2 ) ( ) ( ) ( ) ( ) 21 Fundo de pensão A RBS Participações S.A. e controladas, juntamente com outras coligadas (coletivamente referidas como "Patrocinadoras") fundaram a RBS Prev-Sociedade Previdenciária, um fundo de pensão privado ("Fundo"), para fornecer benefícios complementares de pensão e por invalidez além daqueles pagos pelo Sistema Nacional de Previdência Social. O Fundo foi aprovado pelo Ministério da Previdência Social em outubro de 1996 e foi implementado a partir de 1º de janeiro de O Fundo é um plano de contribuição definida, com contribuições das Patrocinadoras e participantes calculados com base em valores e percentuais variáveis a critério de cada participante. 40 de 45
44 As contribuições normais das Patrocinadoras são baseadas em até 300% da contribuição básica dos participantes, dependendo da idade do participante. Essas contribuições cessarão automaticamente se o participante sair da Companhia por qualquer razão, atingir a idade de aposentadoria, falecer ou ficar inválido. Os benefícios de serviço passado foram custeados pelas Patrocinadoras durante 20 anos através de pagamentos mensais ajustados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Além disso, as Patrocinadoras podem optar por fazer contribuições adicionais a qualquer tempo, e as contribuições normais e adicionais podem ser revistas pelas Patrocinadoras em fevereiro de cada ano. As Patrocinadoras também podem reduzir ou suspender temporariamente suas contribuições, mantendo apenas aquelas necessárias para cobrir os benefícios mínimos mencionados abaixo, os pagamentos referentes aos benefícios de serviço passado e os custos administrativos do Fundo. Em 2008, as Patrocinadoras decidiram fazer contribuições adicionais para cobrir benefícios de serviço passado. O plano concede a todos os participantes um benefício de aposentadoria mínimo igual a um valor máximo de 3 vezes o salário mensal do participante para participantes com 30 anos de serviço quando da aposentadoria. Participantes com menos de 30 anos de serviço têm direito a um valor proporcional, com base em seus anos de serviço. Exceto por esse benefício mínimo, as Patrocinadoras não têm qualquer responsabilidade por garantir o nível mínimo dos benefícios aos participantes quando eles saem da Companhia. As contribuições da Companhia no exercício findo em 31 de dezembro de 2013 totalizaram R$1.997 (exercício findo em 31 de dezembro de R$2.716). As demonstrações financeiras do Fundo são examinadas por auditores independentes. Em 31 de dezembro de 2014, as reservas atuariais resultaram em um superávit do Fundo de R$ (31 de dezembro de R$ 6.172). 22 Imposto de renda e contribuição social O conceito de declaração consolidada de imposto de renda para empresas que compreendem um grupo, como a RBS Participações S.A. e controladas, não existe no Brasil. Cada companhia mantém seus próprios registros fiscais e registra suas declarações de impostos As informações fiscais nas declarações financeiras consolidadas e nesta nota são, portanto, um resumo das informações referentes às companhias inclusas nas demonstrações financeiras consolidadas. 41 de 45
45 (a) Reconciliação do imposto de renda e da contribuição social A líqu ota - % ( ) ( ) Efeitos das diferenças perm anentes Despesas n ão dedu tív eis (4 6 6 ) (3 2 9 ) Receita n ão tribu tá v el ( ) (9 7 3 ) Cr édito por pr opaga nda eleitor a l (Nota ) Ou tros Despesa do ex er cício ( ) ( ) Cir cu la nte ( ) ( ) Diferido ( ) ( ) ( ) ( ) A líqu ota efetiv a % 9, ,4 9 (b) Natureza dos saldos Contribuição social a pagar Im posto de renda a pagar (8 ) de 45
46 A movimentação no imposto de renda diferido ativo e passivo durante o exercício, sem levar em consideração a compensação dos saldos dentro da mesma jurisdição fiscal, é a seguinte: Prov isões Perdas por im pa irm ent Preju ízos fiscais Efeit os cont ábeis da Lei /07 Total Im postos diferidos Em 3 1 de dezem br o de ( ) Com pensação prejuizos fiscais ( ) ( ) Creditado/(debitado) à dem onstração do resultado 1 92 (1 03 ) ( ) ( ) Em 3 1 de dezem br o de ( ) Com pen saçã o pr eju izos fisca is ( ) ( ) Creditado/(debitado) à dem onstração do resultado (2.933 ) (1.9 94) Em 3 1 de dezem br o de ( ) O imposto de renda e a contribuição social diferidos ativos e passivos, referentes aos prejuízos fiscais e às diferenças temporárias, são reconhecidos quando a realização é considerada provável, com base em projeções de resultados futuros preparadas a partir de premissas internas e cenários econômicos futuros que podem, portanto, sofrer alterações. De acordo com a legislação tributária brasileira, os prejuízos fiscais podem ser compensados com até 30% do lucro tributável futuro e não têm prazo de prescrição. Em 31 de dezembro de 2014, a RBS Participações S.A. reconhece imposto de renda e contribuição social diferidos ativos referentes a seus prejuízos fiscais no valor de R$ ( R$ ). A realização dos benefícios dos prejuízos fiscais é considerada provável, com base nas projeções de resultados futuros preparadas a partir de premissas internas e cenários econômicos futuros, aprovadas pelo Conselho de Administração, considerando a lucratividade histórica das empresas incorporadas. 43 de 45
47 A Companhia espera realizar o imposto diferido ativo como segue: A no Como a base tributável do imposto de renda e da contribuição social decorre não apenas do lucro que pode ser gerado, mas também da existência de receitas não tributáveis, despesas não dedutíveis, incentivos fiscais e outras variáveis, não existe uma correlação imediata entre o lucro líquido da RBS Participações S.A. e controladas e o lucro tributável. Portanto, a expectativa da utilização do imposto de renda diferido ativo não deve ser tomada como único indicativo de lucros futuros da RBS Participações S.A. e controladas. Em 14 de maio de 2014, foi publicada a Lei /14, resultado da conversão da Medida Provisória 627/13, extinguindo o Regime Tributário de Transição (RTT). A Companhia elaborou estudos dos possíveis efeitos que podem surgir com a aplicação da nova lei e concluiu que adotará todos os efeitos originados pela aplicação desta respectiva lei no exercício encerrado em 31 de dezembro de Além dos créditos acima, a RBS Participações S.A. e RBS - Comércio e Licenciamento de Marcas Ltda. também possuem prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social para adicionais disponíveis para compensação de 30% do lucro tributável futuro nas respectivas empresas, sem prazo de prescrição, que não foram registrados por não haver expectativa de realização. Estes créditos são como segue: RBS Pa rticipações S.A. Pr eju ízos fisca is 3 9 1, ,3 3 Con tribu ição socia l preju ízos fiscais 2 6 9, ,02 1 RBS - Com ércio e Licen cia m en to de Ma rcas Ltda. Pr eju ízos fisca is 1, ,3 5 8 Con tribu ição socia l preju ízos fiscais 1, ,3 5 8 Os respectivos saldos de imposto de renda e contribuição social diferidos em relação aos créditos acima, os quais incluem impostos relacionados a diferenças temporárias, serão registrados quando houver suficiente evidência de que sua realização é provável. 44 de 45
48 23 Cobertura de seguros A política de gestão de risco de seguro das empresas consolidadas busca cobertura compatível com suas responsabilidades e operações. As coberturas de seguros foram contratadas em montantes considerados suficientes para cobrir eventuais perdas, considerando a natureza de suas atividades, os riscos envolvidos em suas operações e as recomendações de seus consultores de seguro. Em 31 de dezembro de 2014, a RBS Participações S.A. e controladas tinham as seguintes principais apólices de seguro contratadas de terceiros: Modalidade Montante da cobertura Incendio de bens do imobilizado Responsabilidade civ il Riscos div ersos Direitos de transmissão de campeonatos de futebol Para assegurar direitos de transmissão em anos futuros, a RBS Participações S.A. assinou contratos referentes aos Campeonatos de Futebol do Estado do Rio Grande do Sul e do Estado de Santa Catarina de 2012 a Em 9 de junho de 2010, a Companhia celebrou um contrato para a renovação até o ano de 2016 dos direitos de transmissão relativos ao Campeonato de futebol do Estado do Rio Grande do Sul, pagando antecipadamente o montante de R$ (despesas antecipadas, ativos circulantes - R$ 2.195; não circulante - R$ 2.340) (31 de dezembro de 2013 R$ : Despesas do exercício seguinte, ativo circulante - R$ 4.080; não circulante - R$ 4.680). * * * 45 de 45
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