Demonstrações Financeiras Consolidadas em IFRS Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais S.A. BDMG

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1 Demonstrações Financeiras Consolidadas em IFRS Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais S.A. BDMG 31 de dezembro de 2013 com Relatório dos Auditores Independentes

2 Demonstrações financeiras consolidadas em IFRS 31 de dezembro de 2013 Índice Relatório dos Auditores Independentes sobre as demonstrações financeiras consolidadas em IFRS... 1 Demonstrações financeiras consolidadas em IFRS auditadas Balanços patrimoniais consolidados... 3 Demonstrações consolidadas do resultado e do resultado abrangente... 5 Demonstrações consolidadas das mutações do patrimônio líquido... 6 Demonstrações consolidadas dos fluxos de caixa... 7 Notas explicativas às demonstrações financeiras consolidadas... 8

3 Edifício Phelps Rua Antônio de Albuquerque, º andar - Savassi Belo Horizonte, MG, Brasil Tel: (5531) Fax: (5531) Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras Consolidadas em IFRS Aos Acionistas, Conselheiros e Administradores Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais S.A. BDMG Belo Horizonte - MG Examinamos as demonstrações financeiras consolidadas em IFRS do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais S.A. BDMG ( Banco ), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado e do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração pelas demonstrações financeiras consolidadas A Administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras consolidadas livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras consolidadas com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento das exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras consolidadas. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração das demonstrações financeiras consolidadas do Banco para planejar procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras consolidadas tomadas em conjunto. 1

4 Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais S.A. - BDMG em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board IASB. Ênfase Reapresentação dos valores correspondentes Conforme mencionado na nota explicativa 3.10, em decorrência das mudanças nas práticas contábeis adotadas pelo Banco no reconhecimento dos benefícios a empregados, alterada pelo IAS 19, vigente a partir de 1º de janeiro de 2013, os valores correspondentes referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, apresentados para fins de comparação, foram ajustados e estão sendo reapresentados como previsto no IAS 8 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. Nossa opinião não contém modificação relacionada a esse assunto. Outros assuntos O Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais S.A. BDMG elaborou e apresentou separadamente um conjunto completo de demonstrações financeiras individuais e consolidadas para o exercício findo em 31 de dezembro de 2013, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, sobre o qual emitimos relatório de auditoria independente datado de 26 de fevereiro de 2014, não contendo qualquer modificação. Belo Horizonte, 23 de maio de ERNST & YOUNG Auditores Independentes S.S. CRC 2SP015199/O-6-F-MG Rogério Xavier Magalhães Contador CRC 1MG080613/0-1 2

5 Balanços patrimoniais consolidados (Em milhares de reais) Notas 31/12/ /12/ /01/2012 Ativo (reapresentado) (reapresentado) Caixa e saldos em bancos Ativos financeiros disponíveis para venda Instrumentos financeiros derivativos Empréstimos e financiamentos a clientes Valores a receber de bancos Imobilizado Ativo intangível Ativo tributário diferido Outros ativos Total do Ativo

6 Notas 31/12/ /12/ /01/2012 Passivo (reapresentado) (reapresentado) Valores a pagar a bancos Valores a pagar ao estado de Minas Gerais Passivo tributário corrente Provisões Outras obrigações Total do passivo Patrimônio Líquido Capital social Reservas Outros resultados abrangentes 20 (58.179) ( ) (26.916) Adiantamento para futuro aumento de capital Total do patrimônio líquido Total do passivo As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas. 4

7 Demonstrações consolidadas do resultado e do resultado abrangente Exercícios findos em (Em milhares de reais) Notas (reapresentado) Receitas de juros e similares Despesas de juros e similares 23 ( ) (93.248) Receita líquida de juros e similares Receita líquida de taxas e comissões Receita líquida de taxas e comissões Ganho líquido de investimentos financeiros Outras receitas operacionais Total das receitas operacionais Perdas de crédito 27 (30.600) (17.283) Perdas com redução ao valor recuperável de ativos financeiros (367) (448) Receita operacional líquida Despesas administrativas ( ) ( ) Despesas de pessoal 28 (94.673) (78.830) Outras despesas administrativas 29 (44.799) (35.057) Depreciação e amortização (2.354) (1.719) Despesas tributárias (17.503) (17.572) Outras despesas operacionais 30 (70.549) (37.487) Lucro líquido antes dos impostos Imposto de renda e contribuição social 14 (41.442) (35.952) Lucro líquido do exercício Resultado abrangente do exercício Lucro líquido do exercício Outras receitas (despesas) reconhecidas ( ) Ativos financeiros disponíveis para venda (38.176) Efeito tributário (5.430) Outros ajustes avaliação patrimonial ( ) Total do resultado abrangente líquido do exercício (29.004) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas. 5

8 Demonstrações consolidadas das mutações do patrimônio líquido (Em milhares de reais) Adiantamento Outros para futuro Capital Capital Lucros Reservas de resultados aumento de Social a Integralizar Acumulados Lucros abrangentes capital Total Em 31 de dezembro de 2011 (reapresentado) (26.916) Aumento de Capital (22.772) - (37.107) - (288) Lucro líquido do exercício Constituição de Reservas - - (22.397) Dividendos pagos - - (67.217) (67.217) Outros resultados abrangentes ( ) - ( ) Em 31 de dezembro de 2012 (reapresentado) (22.772) ( ) Aumento de Capital (571) - (2.767) Lucro líquido do exercício Constituição de Reservas - - (53.355) Dividendos pagos - - (75.703) (75.703) Outros resultados abrangentes Em 31 de dezembro de (58.179) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas. 6

9 Demonstrações consolidadas dos fluxos de caixa Exercícios findos em (Em milhares de reais) Fluxo de caixa das atividades operacionais Lucro líquido antes do imposto de renda e contribuição social Ajustes de provisões, líquido (28.969) Atualização monetária de operações PESA (13.069) (14.961) Lucro na venda de bens não de uso próprio 435 (283) Outros ajustes (8.429) (12.021) Lucro líquido ajustado Redução líquida nos ativos operacionais ( ) ( ) Instrumentos financeiros derivativos (13.282) - Ativos financeiros disponíveis para venda ( ) (68.306) Empréstimos e recebíveis ( ) ( ) Outros ativos (48.420) (12.478) Aumento líquido nos passivos operacionais Passivos financeiros ao custo amortizado Outros passivos e provisões (24.227) Imposto de renda e contribuição social pagos (47.049) (37.094) Pagamento de participação nos lucros (6.939) (8.295) Caixa líquido gerado (aplicado) nas atividades operacionais ( ) Fluxo de caixa das atividades de investimento Aquisição de ativo imobilizado (5.043) (4.722) Caixa líquido utilizado nas atividades de investimento (5.043) (4.722) Fluxo de caixa das atividades de financiamento Aumento de capital Dividendos e juros sobre capital próprio (55.703) (67.217) Caixa líquido gerado nas atividades de financiamento Aumento (redução) do caixa e equivalentes de caixa ( ) Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas. 7

10 Notas explicativas às demonstrações financeiras consolidadas (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 1. Contexto operacional O Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais S.A. BDMG ( Banco ), sociedade anônima de capital fechado, é uma empresa pública controlada pelo Estado de Minas Gerais. As atividades do BDMG, base de seu objeto social, estão associadas ao desenvolvimento econômico e social do Estado de Minas Gerais. Dentro deste enfoque, realiza atividades próprias dos bancos de desenvolvimento nos termos da regulação emanada do Conselho Monetário Nacional e atua como agente financeiro dos fundos constituídos pelo Estado de Minas para financiar programas e projetos propiciadores de seu desenvolvimento. O BDMG também é agente financeiro e/ou gestor de outros fundos não pertencentes ao Estado que financiam projetos localizados em Minas Gerais e promovem o seu desenvolvimento. 2. Base de preparação e apresentação das demonstrações financeiras consolidadas 2.1. Base de preparação e apresentação As presentes demonstrações financeiras foram preparadas e estão sendo apresentadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Stardards Board IASB, e foram autorizadas para divulgação pela diretoria do Banco em 23 de maio de As demonstrações financeiras consolidadas foram elaboradas com base no custo histórico, com exceção dos: investimentos disponíveis para venda, instrumentos financeiros derivativos e ativos e passivos financeiros designados ao valor justo por meio do resultado, os quais foram mensurados ao valor justo. O valor contábil do passivo objetode hedge é ajustado para incluir variações no valor justo atribuíveis aos riscos protegidos. As demonstrações financeiras consolidadas são apresentadas em reais e todos os valores são arredondados para milhsares, exceto quando indicado de outro modo. Declaração de compliance As demonstrações financeiras consolidadas do Banco foram preparadas de acordo com as Normas Internacionais de Relatórios Financeiros (IFRS), conforme emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). 8

11 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 2. Base de preparação e apresentação das demonstrações financeiras consolidadas--continuação 2.2. Base de consolidação As demonstrações financeiras para o exercício de 2013 incluem as demonstrações financeiras do Banco e as de sua subsidiária integral, a empresa não financeira BDMGTEC PARTICIPAÇAO S.A.. Na consolidação, os seguintes procedimentos foram observados: - as demonstrações individuais do Banco e da BDMGTEC referentes ao exercício de 2013 foram levantados em 31 de dezembro de 2013; - foram adotadas, quando aplicáveis para as duas entidades, as mesmas políticas e práticas contábeis; - o investimento do Banco no capital de sua subsidiária integral foi a única espécie de transação ocorrida entre as duas entidades; Subsidiária Participação % Patrimônio Líquido Lucro Líquido BDMGTEC Participação S.A. 100% Julgamentos e estimativas contábeis significativos A preparação das demonstrações financeiras requer que Administração realize estimativas e utilize premissas que afetam os valores apresentados de receitas, despesas, ativos e passivos. As estimativas e premissas adotadas são revisadas periodicamente e os efeitos dessa revisão são reconhecidos no período em curso, bem como nos períodos futuros afetados. Os principais julgamentos, estimativas e premissas adotados pela Administração com impacto siginificativo nos valores contábeis de ativos e passivos, estão relacionados a seguir com a indicação das notas explicativas onde há a descrição detalhada das premissas e estimativas utilizadas: Nota Impairment de ativos financeiros Ativos tributários diferidos 3.12 Valor justo dos instrumentos financeiros 31 Provisões para riscos tributários, cíveis e trabalhistas 16.1 Obrigações com planos de aposentadoria

12 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 2. Base de preparação e apresentação das demonstrações financeiras consolidadas --Continuação 2.4. Mudanças nas práticas contábeis As práticas contábeis adotadas no exercício são consistentes com as práticas adotadas no exercício anterior. Em observância à Resolução 3.853/2010, do Conselho Monetário Nacional, que condiciona a adoção antecipada dos pronunciamentos emitidos pelo IASB a edição de normativo específico, o BDMG não adotou, para aplicação antecipada no exercício de 2013, nenhuma das seguintes normas, alteração ou interpretação de normas emitidas pelo IASB que podem ter efeitos no Banco, conforme estudos em andamento: Normas novas e alterações de normas IFRS 9 Instrumentos financeiros Esta IFRS terá vigência a partir de 1º de janeiro de Ela irá substituir partes da IAS 39 a partir da data de sua aplicação, estabelecendo as exigências de reconhecimento e baixa de classificação e mensuração de ativos e passivos financeiros. IAS 19 Benefícios a empregados A alteração desta IFRS, publicada pelo IASB, em novembro de 2013, terá vigência a partir de 1º de julho de 2014, se refere às contribuições dos participantes ou terceiros aos planos de benefício definido que podem reduzir o custo do serviço ou alterar o passivo líquido. IAS 36 Redução ao valor recuperável de ativos Esta norma foi alterada em 2013, visando os aspectos de divulgações que terão de ser considerados a partir de 1º de janeiro de 2014, sobre a redução do valor recuperável de ativos não financeiros, decorrentes das alterações promovidas pelo IFRS 13 (mensuração do valor justo) com efeito naqueles ativos. Novas interpretações IAS 39 - Instrumentos financeiros A mudança de interpretação dessa norma visa incluir o assunto de novação de derivativos e manutenção da contabilidade de hedge, antes não consideradas. A nova interpretação passa a ter vigência a partir de 1º de janeiro de

13 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 2. Base de preparação e apresentação das demonstrações financeiras consolidadas --Continuação 2.4. Mudanças nas práticas contábeis--continuação Novas interpretações--continuação IFRIC 21 Obrigações impostas por agentes governamentais Essa IFRIC está relacionada ao IAS 37 (Provisões, passivos contingentes e ativos contingentes) e passa a ter vigência a partir de 1º de janeiro de Uma vez que considera, para a contabilização de cobranças impostas por Governos, a atividade constante na legislação própria como o fato gerador que dá origem à cobrança impositiva. 3. Sumário das principais práticas contábeis 3.1. Moeda funcional e moeda de apresentação Os itens das demonstrações financeiras que envolvem ativos e pas sivos das operações em moedas estrangeiras são convertidos para moeda nacional (R$), que é também a moeda funcional utilizada pelo Banco, à taxa de câmbio vigente na data de encerramento do período. Em 31 de dezembro de 2013.o dólar é a moeda estrangeira de maior impacto nas operações que envolvem moedas estrangeiras. Em em 31 de dezembro de 2013 a taxa de câmbio aplicável a essas operações é de US$ 1,00 = R$ 1 e ( US$ 1,00 = R$ 1,8758) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidade em moeda nacional e estrangeira e outros investimentos de curto prazo e de alta liquidez, cujos resgates, na data efetiva de realização da operação, sejam de 90 dias ou menos e com risco insignificante de mudança de valor. 31/12/ /12/2012 Caixa e saldo em bancos Aplicações interfinanceiras de liquidez Total

14 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 3. Sumário das principais práticas contábeis--continuação 3.3. Instrumentos financeiros - reconhecimento inicial e mensuração subsequente Data de reconhecimento Todos os ativos e passivos financeiros são inicialmente reconhecidos na data de negociação, isto é, a data em que o Banco se torna uma parte interessada na relação contratual do instrumento. Isso inclui também as compras de ativos financeiros que requerem a entrega do ativo em tempo determinado estabelecido por regulamento ou padrão do mercado Classificação e mensuração No reconhecimento inicial as características, propósito e a finalidade para os quais os instrumentos financeiros foram adquiridos são determinantes para a sua classificação. A mensuração inicial de todos os instrumentos financeiros considera o valor justo acrescido do custo da transação, exceto nos casos em que os ativos e passivos financeiros são registrados ao valor justo por meio do resultado. Ativos financeiros ao valor justo por meio de resultado Estão considerados nesta categoria os instrumentos de dívida constituídos por títulos e valores mobiários destinados a negociação no curto prazo e classificados no reconhecimento inicial uma vez que, além da qualificação direcionada, têm o desempenho acompanhado mediante gestão de investimento. Esses instrumentos de dívida estão registrados no balanço patrimonial ao valor justo. As variações do valor justo são reconhecidas no resultado, como ganho/perda líquido de instrumentos financeiros e os juros auferidos e/ou incorridos são apropriados de acordo com a taxa de juros efetiva, como receita de juros e similares ou despesa de juros e similares. 12

15 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 3. Sumário das principais práticas contábeis--continuação 3.3. Instrumentos financeiros - reconhecimento inicial e mensuração subsequente-- Continuação Classificação e mensuração--continuação Empréstimos e recebíveis Os empréstimos e recebíveis são ativos financeiros não derivativos, com pagamentos fixos ou determináveis, não cotados em um mercado ativo. Nesta categoria, estão classificados os financiamentos, os instrumentos de dívida recebidos em condições especiais e para os quais inexiste mercado ativo e outros recebíveis. Após o reconhecimento inicial, estes ativos são mensurados ao custo amortizado utilizando a taxa de juros efetiva (TJE). Os juros e demais encargos financeiros são reconhecidos mensalmente como receitas de juros e similares na demonstração do resultado. Os valores apurados com redução ao valor recuperável são reconhecidos na demonstração do resultado em reversão de perdas de crédito. Investimentos mantidos até o vencimento Os ativos financeiros não derivativos são classificados como mantidos até o vencimento quando possuem pagamentos fixos ou determinados e com vencimento fixo e existe a intenção e capacidade financeira de mantê-los até o vencimento. Depois da mensuração inicial, estes investimentos financeiros são subsequentemente mensurados ao custo amortizado utilizando a taxa de juros efetiva (TJE). O custo amortizado é calculado levando em consideração qualquer desconto ou prêmio na aquisição e as tarifas que se constituem em uma parte integral da taxa de juros efetiva. 13

16 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 3. Sumário das principais práticas contábeis--continuação 3.3. Instrumentos financeiros - reconhecimento inicial e mensuração subsequente-- Continuação Classificação e mensuração--continuação Investimentos financeiros disponíveis para venda Os ativos considerados nesta categoria são instrumentos de dívida, não derivativos, mantidos por prazo indefinido e que são classificados nesta categoria, porque podem ser vendidos a qualquer momento, em resposta à necessidade de liquidez ou a mudanças na condição do mercado. Depois da mensuração inicial, os instrumentos financeiros disponíveis para venda são subsequentemente mensurados ao valor justo e os ganhos e perdas provenientes de alterações no valor justo, enquanto não realizados, são reconhecidos diretamente no patrimônio líquido em outros resultados abrangentes líquidos dos efeitos tributários. Quando o investimento é vendido ou liquidado, o ganho ou perda acumulado, reconhecido no patrimônio líquido, é transferido para resultado como ganho (perda) líquido de investimentos financeiros. Os juros destes instrumentos, calculados por meio da utilização do método da taxa efetiva de juros são reconhecidos diretamente na demonstração do resultado, como receita de juros e similares. O BDMG passou a operar com instrumentos financeiros derivativos a partir de outubro de 2013, mediante a utilização de swaps com a finalidade de mitigar a exposição decorrente dos riscos de oscilação das taxa cambial em dólar e dos juros incidentes no financiamento externo contratado no segundo semestre de Conforme apresentado na nota explicativa nº 7, os derivativos estão registrados ao valor justo e, como ativos quando positivos e como passivos, quando negativos, sendo as variações no valor justo registradas na demonstração do resultado. O gerenciamento e acompanhamento do risco dessas operações estão em consonância com as políticas e estratégias para a adoção de operações de hedge do Banco. 14

17 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 3. Sumário das principais práticas contábeis--continuação 3.3. Instrumentos financeiros - reconhecimento inicial e mensuração subsequente-- Continuação Classificação e mensuração--continuação Passivos financeiros Os passivos financeiros do Banco abrangem os financiamentos, normalmente exigíveis a longo prazo, tomados para repasses e os recursos dos fundos administrados pelo Banco a serem liberados para os clientes ou remetidos aos fundos. Estes passivos são mensurados pelo custo amortizado utilizando-se o método da taxa de juros efetiva, sendo os juros capitalizados apropriados diretamente no resultado, como despesas Impairment de ativos financeiros Para ativos financeiros contabilizados ao custo amortizado (como empréstimos e adiantamentos a clientes e também investimentos mantidos até o vencimento), o Banco primeiro avalia individualmente se existe evidência objetiva de redução ao valor recuperável para os ativos financeiros que são individualmente significativos e, coletivamente para ativos financeiros que não são individualmente significativos. Se o Banco identificar que essa evidência não existe para um ativo financeiro individualmente avaliado, este ativo é incluído em um grupo de ativos financeiros com característica de risco de crédito semelhantes sendo o o grupo avaliado por redução ao valor recuperável, coletivamente. Ativos que são individualmente avaliados por redução ao valor recuperável e para os quais a perda com redução ao valor recuperável é, e continua sendo reconhecida, não são incluídos em uma avaliação coletiva de redução ao valor recuperável. Se há evidência objetiva de ocorrência de perda com redução ao valor recuperável, o montante dessa perda é mensurado como a diferença entre o valor contabilizado do ativo e o valor presente dos fluxos de caixa futuros estimados (exceto perdas futuras esperadas com crédito que ainda não foram incorridas). 15

18 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 3. Sumário das principais práticas contábeis--continuação 3.3. Instrumentos financeiros - reconhecimento inicial e mensuração subsequente-- Continuação Impairment de ativos financeiros--continuação O valor contabilizado do ativo é reduzido através do uso de uma conta de provisão e o montante de perda é reconhecido no resultado. Se, em um ano subsequente, o montante estimado de perda com redução ao valor recuperável aumenta ou diminui devido a um evento que ocorreu depois que a redução ao valor recuperável foi reconhecida, o montante de perdas com redução ao valor recuperável previamente reconhecido é aumentado ou diminuído pelo ajuste na conta de perdas de crédito. Se uma baixa futura é posteriormente recuperada, o montante é creditado a Perdas de crédito. O valor presente do fluxo de caixa futuro estimado é descontado pela taxa efetiva de juros original do ativo financeiro. Se um empréstimo tem uma taxa de juros variável, a taxa de desconto para mensurar qualquer perda com redução ao valor recuperável é a taxa de juros efetiva atual. O cálculo do valor presente do fluxo de caixa estimado do ativo financeiro dado como garantia reflete o fluxo de caixa que pode resultar da liquidação menos os custos de obter e vender a garantia, mesmo se a liquidação não for provável. Com a finalidade de avaliação coletiva de redução ao valor recuperável, ativos financeiros são agrupados com base em critérios internos de avaliação de crédito, que considera características de risco de crédito como: tipo de ativo, indústria, tipo de garantia, status de atraso e outros fatores relevantes. O fluxo de caixa futuro em um grupo de ativos financeiros que são coletivamente mensurados por redução ao valor recuperável é estimado com base na experiência de perda histórica de ativos com características de risco de crédito semelhantes às do grupo. A experiência de perda histórica é ajustada com base em dados atualmente observáveis para refletir os efeitos das condições atuais nas quais a experiência de perda histórica é baseada e para remover os efeitos das condições do período histórico que não existem atualmente. 16

19 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 3. Sumário das principais práticas contábeis--continuação 3.4. Baixa de ativos e passivos financeiros Ativos Financeiros Um ativo financeiro, ou parte aplicável do ativo financeiro é baixado quando: o direito de receber o fluxo de caixa do ativo estiver vencido; ou o Banco transferiu o direito de receber o fluxo de caixa do ativo ou tenha assumido a obrigação de pagar o fluxo de caixa recebido, no montante total, sem demora material, a um terceiro devido a um contrato de repasse e se: a. o Banco transferiu substancialmente todos os riscos e benefícios do ativo; b o Banco não transferiu substancialmente ou reteve substancialmente todos os riscos e benefícios do ativo, mas tenha transferido o controle do ativo. Quando o Banco transfere o direito de receber fluxo de caixa de um ativo ou tenha entrado em um contrato de repasse, e não tenha transferido ou retido substancialmente todos os riscos e benefícios do ativo, ou também não tenha transferido o controle sobre esse ativo, é reconhecido na medida do envolvimento contínuo do Banco no ativo. Nesse caso, o Banco também reconhece um passivo relacionado. O ativo transferido e o passivo relacionado são mensurados com base a refletir os direitos e obrigações retidas pelo Banco. O contínuo envolvimento que toma a forma de uma garantia sobre o ativo transferido é mensurado ao valor menor entre o valor contabilizado original do ativo e o valor máximo de compensação que o Banco possa ser requerido a pagar Passivos financeiros Um passivo financeiro é baixado quando a obrigação a respeito do passivo é eliminada, cancelada ou vencida. Quando um passivo financeiro existente é substituído por outro do mesmo credor em termos substancialmente diferentes, ou os termos do passivo existente são substancialmente modificados, a troca ou modificação é tratada como uma baixa do passivo original e o reconhecimento de um novo passivo, e a diferença do valor contábil é reconhecida no resultado. 17

20 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 3. Sumário das principais práticas contábeis--continuação 3.5. Arrendamento mercantil A determinação se uma operação é de arrendamento mercantil ou se ao menos contém uma operação de arrendamento mercantil é baseada na substância do contrato e requer uma avaliação se esse documento estabelece o uso de ativos específicos e se o contrato transfere o direito de usar os ativos. O Banco possui contratos de locação de ativos da área de informática que são considerados como contratos de arrendamentos mercantis operacionais, uma vez que não há transferência substancial dos riscos e benefícios relativos aos bens locados. Os pagamentos referentes a estes arrendamentos são contabilizados como despesas na demonstração do resultado Imobilizado O imobilizado é contabilizado pelo custo de aquisição do bem, sendo que o subgrupo imobilizado de uso inclui também o valor da correção monetária até 1995, menos depreciação acumulada. Alterações na vida útil estimada são contabilizadas como alterações no período de depreciação, e apropriadamente tratadas como alterações de estimativas contábeis. A depreciação é calculada usando o método linear para baixar o custo do imobilizado ao longo da sua vida útil estimada, exceto terrenos que não são depreciados. As vidas úteis estimadas dos bens que compõem o imobilizado são as seguintes: Imóveis: 60 anos Instalações, móveis e equipamentos: 15 anos Sistema de processamento de dados: 5 anos e Outros: 5 a 10 anos. As baixas no imobilizado ocorrem pela alienação de bens ou quando benefícios econômicos futuros não são mais esperados pelo seu uso. Qualquer ganho ou perda gerada na alienação do ativo (calculado como a diferença entre a receita da alienação e o valor contábil do ativo) é reconhecido em outras receitas operacionais na demonstração do resultado no ano em que o ativo é alienado. 18

21 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 3. Sumário das principais práticas contábeis--continuação 3.7. Ativos intangíveis O ativo intangível do Banco é constituído por softwares com vida útil definida em 5 anos, e são inicialmente mensurados ao custo. Depois do reconhecimento inicial, os ativos intangíveis são contabilizados ao custo menos amortização acumulada e qualquer perda com redução ao valor recuperável. A amortização desses ativos considera a vida útil esperada e é calculada usando o método linear, sendo reconhecida como despesa na demonstração de resultado Redução ao valor recuperável de ativos não financeiros Em observância ao IAS-36, o Banco verifica se há indicação de perda para os ativos não financeiros considerados relevantes pela Administração. Para esses ativos é efetuada a avaliação do valor de mercado dos bens para a determinação do valor justo e apurado o valor corrente em uso no fluxo de caixa do Banco. Em 31 de dezembro de 2013 não houve indicação por perda de impairment relativamente aos ativos não financeiros do Banco Garantias financeiras O Banco, no curso dos negócios concede, por meio de cartas de crédito, garantias financeiras mediante as quais se compromete a pagar obrigações específicas não cumpridas pelo contratante da garantia. Essas garantias geram uma provisão, contabilizada no passivo, e que decorre da exposição do Banco com essas garantias. A provisão é apurada pela avaliação periódica do risco de crédito dos clientes que receberam a garantia sendo o risco de crédito determinado pela aplicação de critérios similares aos estabelecidos para a quantificação de perdas por nãorecuperação sobre instrumentos de dívida mensurados ao custo amortizado. O prêmio recebido pela garantia concedida é reconhecido no resultado como receita líquida de taxas e comissões utilizando o método linear com base no termo de duração da garantia. 19

22 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 3. Sumário das principais práticas contábeis--continuação 3.10.Benefícios a empregados O Banco patrocina aos seus empregados ativos e assistidos os seguintes benefícios: Benefícios previdenciários tem por objetivo proporcionar aos empregados a complementação da aposentadoria assegurada pelo Regime Geral de Previdência Social RGPS. O BDMG é patrocinador dos planos previdenciários na modalidade benefício definido, que foi fechado para novas adesões em 10 de novembro de 2011, e na modalidade contribuição variável; Benefício de assistência médica e odontológica este plano oferece a cobertura das despesas médicas e odontológicas aos seus participantes. O BDMG assegura este benefício aos participantes assistidos que se inscreveram no plano, na qualidade de ativos, até 10/10/2009, mediante pagamento parcial da contribuição mensal. Aos empregados que aderiram ao plano de assistência médica a partir de 11/10/2009, é assegurado o patrocínio do BDMG enquanto participantes ativos e, quando assistidos, esses empregados poderão permanecer vinculados ao plano, sendo responsáveis pelo total da contribuição devida. Seguro de vida - O BDMG oferece este benefício mediante o pagamento de parte do premio da apólice de seguro de vida em grupo; Programa de desligamento voluntário O Programa de Desligamento Voluntário do Empregado do BDMG, implantado em 14 de dezembro de 2011, visa beneficiar os empregados que atendem os requisitos do Programa e em condição de se aposentarem até 31 de dezembro de Outros benefícios O Banco ainda concede a seus empregados ativos benefícios decorrentes de participação no lucro e licença maternidade pelo período de seis meses. O Banco reconhece os ganhos ou perdas atuariais para os benefícios pós-emprego de acordo com o item 93 do IAS 19. A norma revisada exige: (i) o reconhecimento imediato dos ganhos e perdas atuariais dos benefícios pós-emprego tendo contrapartida o patrimônio líquido; e, (ii) que o cálculo dos juros líquidos seja feito com base na aplicação da taxa de desconto sobre o saldo dos passivos líquidos dos ativos do plano. As informações sobre a contabilização dos benefícios a empregados, conforme IAS 19, estão detalhadas na nota explicativa nº

23 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 3. Sumário das principais práticas contábeis--continuação 3.10.Benefícios a empregados--continuação As mudanças decorrentes da aplicação do IAS 19 revisada desde janeiro de 2013 tiveram que ser aplicadas nas demonstrações contábeis de 2012, para atender a determinação da IAS 8 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro, que exige sejam considerados para o período anterior os ajustes efetuados nas demonstrações contábeis do exercício de forma a possibilitar a comparabilidade das informações. As demonstrações contábeis do BDMG, de 31/12/2012, com os ajustes decorrentes da aplicação da IAS 19, estão apresentadas de forma resumida nos quadros a seguir: Balanço patrimonial Saldos originais divulgados Saldos Saldos originais ajustados divulgados Efeitos da Aplicação da IAS 19 Efeitos da Aplicação da IAS 19 Saldos ajustados Ativo Caixa e saldos em bancos Investimentos financeiros disponíveis para venda Empréstimos e financiamentos a clientes Valores a receber de bancos Imobilizado Intangível Ativo tributário diferido (a) Outros ativos Total do Ativo Saldos originais divulgados Saldos Saldos originais ajustados divulgados Efeitos da Aplicação da IAS 19 Efeitos da Aplicação da IAS 19 Saldos ajustados Passivo Valores a pagar a bancos Valores a pagar ao estado de Minas Gerais Passivo tributário corrente Provisões (b) Outras obrigações Total do Passivo Patrimônio líquido ( ) (27.738) Capital social Reservas Outros resultados abrangentes (c) ( ) ( ) 822 (27.738) (26.916) Adiantamento para futuro aumento de capital Total do Passivo e Patrimônio Líquido

24 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 3. Sumário das principais práticas contábeis--continuação 3.10.Benefícios a empregados--continuação Balanço patrimonial--continuação (a) (b) (c) Os ajustes registrados no Ativo tributário diferido referem-se ao crédito tributário gerado principalmente pelo reconhecimento das perdas atuariais (nota explicativa nº 15). Os ajustes registrados como Provisões referem-se ao reconhecimento de perdas atuariais dos planos de benefício definido e do custo do serviço passado do plano de saúde decorrentes da adoção da IAS 19 revisada (notas explicativas nºs 16.2). Os ajustes registrados no Patrimônio Líquido referem-se ao efeito do reconhecimento das perdas atuariais e do custo do serviço passado do plano de saúde líquido do crédito tributário. Demonstração do resultado do exercício 2012 Saldos orginais divulgados Efeitos da aplicação da IAS 19 Saldos ajustados Receita operacional líquida Despesas Administrativas ( ) ( ) Depreciação e amortização (1.719) - (1.719) Despesas tributárias (17.572) - (17.572) Outras despesas operacionais (38.831) 1344 (37.487) Lucro líquido antes dos impostos Imposto de renda e contribuição social (35.952) - (35.952) Lucro líquido do período Outras receitas (despesas) reconhecidas ( ) ( ) Total do resultado abrangente líquido do exercício ( ) (29.004) 22

25 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 3. Sumário das principais práticas contábeis Continuação 3.10.Benefícios a empregados--continuação Demonstração do fluxo de caixa 2012 Saldos originais divulgados Efeitos da aplicação da IAS 19 Saldos ajustados Lucro líquido antes dos impostos e participações Ajustes de provisões, líquido (3.822) Atualização monetária de operações PESA (14.961) - (14.961) Lucro na venda de bens não de uso próprio (283) - (283) Outros ajustes (12.021) - (12.021) Lucro líquido ajustado Redução líquida nos ativos operacionais ( ) - ( ) Aumento líquido nos passivos operacionais Caixa líquido utilizado nas atividades operacionais (5.401) - (5.401) Caixa líquido utilizado nas atividades de investimento (4.722) - (4.722) Caixa líquido utilizado nas atividades de financiamento Redução líquida do caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício Demonstração de mutações do patrimônio líquido Capital a integralizar Reserva de lucros Outros ajustes de avaliação patrimonial Lucros acumulados Adiantamento para aumento capital Capital Total Saldos em 31 de dezembro de 2012 publicados (22.772) Efeitos da Aplicação da IAS ( ) - - ( ) Saldos em 31 de dezembro de 2012 ajustados (22.772) ( ) Capital a integralizar Reserva de lucros Outros ajustes de avaliação patrimonial Lucros acumulados Adiantamento para aumento capital Capital Total Saldos em 31 de dezembro de 2011 publicados Efeitos da Aplicação da IAS (27.738) - - (27.738) Saldos em 31 de dezembro de 2011 ajustados (26.916)

26 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 3. Sumário das principais práticas contábeis--continuação 3.11.Provisões O Banco reconhece nas demonstrações financeiras provisões decorrentes de obrigações construtivas quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da Administração, o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa considerar provável a saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como perdas possíveis pelos assessores jurídicos são apenas divulgados em notas explicativas, enquanto aqueles classificados como perda remota não requerem provisão e divulgação. Também são provisionadas as obrigações legais referentes a demandas judiciais, onde estão sendo contestadas a legalidade e a constitucionalidade de alguns tributos. O montante discutido é quantificado, registrado e atualizado mensalmente Impostos Imposto corrente Ativos e passivos tributários correntes do último período e de anos anteriores são mensurados ao valor recuperável esperado ou a pagar para o órgão tributário. As taxas de imposto e as leis tributárias usadas para calcular o montante são aqueles que estão sem vigência na data do balanço. Imposto diferido Imposto diferido é gerado por diferenças temporárias na data do balanço entre as bases tributárias de ativos e passivos e seus valores contábeis para fins de divulgação financeira. Os Passivos tributários diferidos são reconhecidos para todas as diferenças tributárias temporárias e sobre as receitas diferidas. Ativos tributários diferidos são reconhecidos somente na extensão em que é provável, com base em estudo técnico, que as diferenças temporárias sejam revertidas no futuro próximo e o lucro tributável estará disponível para que as diferenças temporárias possam ser utilizadas. 24

27 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 3. Sumário das principais práticas contábeis--continuação 3.12.Impostos--Continuação Imposto diferido--continuação O valor contábil dos ativos tributários diferidos é revisado em cada data do balanço e baixado na extensão em que não é mais provável que lucros tributáveis estarão disponíveis para permitir que toda ou parte do ativo tributário diferido venha a ser utilizado. Ativos tributários diferidos baixados ou não reconhecidos na origem são reavaliados a cada data do balanço e são reconhecidos na extensão em que se tornam prováveis que lucros tributáveis futuros permitirão que os ativos tributários diferidos sejam recuperados. Ativos e passivos tributários diferidos são mensurados com base na alíquota esperada dos tributos a serem aplicáveis no ano em que o ativo é realizado ou o passivo é liquidado, baseado nas taxas de imposto (e lei tributária) que foram promulgadas na data do balanço. Tributação diferida relacionada a itens reconhecidos diretamente no patrimônio líquido também são registrados neste mesmo grupo. O ativo e passivo diferidos são apresentados pelo valor líquido uma vez que se referem a impostos sobre rendimentos lançados pela mesma autoridade fiscal Reconhecimento de receita e despesa A receita é reconhecida na medida em que é provável que o benefício econômico seja transferido para o Banco e que a receita possa ser mensurada confiavelmente. A seguir são apresentados os critérios para reconhecimento da receita: Receita e despesa de juros Para todos os instrumentos financeiros mensurados ao custo amortizado, ativos financeiros classificados como disponíveis para venda e instrumentos financeiros designados ao valor justo por meio do resultado, a receita e a despesa de juros são reconhecidas pelo regime de competência, utilizando a taxa de juros efetiva, que é a taxa que desconta exatamente os pagamentos ou recebimentos futuros estimados de caixa ao longo da vida do instrumento financeiro. 25

28 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 3. Sumário das principais práticas contábeis--continuação 3.13.Reconhecimento de receita e despesa--continuação Receita de taxas e comissões O Banco aufere receita de taxas e comissões provenientes dos seguintes serviços: Receita com comissões auferidas pela prestação de serviços em um determinado período. Comissões auferidas com a prestação de serviços durante um período decorrem, principalmente, da gestão de ativos financeiros para outras entidades, são apropriadas ao longo do período em que o serviço é prestado. Receitas com taxas para a concessão de financiamentos As receitas do Banco com taxas relacionadas à concessão de financiamentos são contabilizadas na demonstração do resultado conforme suas características. Assim, enquanto as taxas oriundas da análise e acompanhamento do crédito são apropriadas ao longo da vida do contrato em observância à taxa de juros efetiva, as tarifas relacionadas a abertura de crédito são contabilizadas diretamente como receitas, não havendo a necessidade de diferimento em seu reconhecimento Dividendos de ações ordinárias Dividendos de ações ordinárias são reconhecidos como um passivo e deduzidos do patrimônio líquido quando aprovados pelos acionistas do Banco. Dividendos em datas interinas são deduzidos do patrimônio líquido quando declarados e não estão sujeitas à decisão futura do Banco. Dividendos do ano que são aprovados após a data do balanço são divulgados como um evento subsequente à data do balanço. 26

29 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 4. Caixa e saldos em bancos Os saldos relativos a essas contas, em 31 de dezembro, são os seguintes: 31/12/ /12/2012 Caixa e saldos em bancos Total Em 31 de dezembro de 2013, o caixa e saldos em bancos, no total de R$ , incluem a importância de R$ do depósito no exterior oriundo da liberação, no mês, de US$ referente à terceira tranche do financiamento externo contratado pelo BDMG com a Corporación Andina de Fomento CAF. 5. Ativos financeiros disponíveis para venda A carteira, que constitui os ativos financeiros disponíveis para venda, é formada pelos seguintes títulos: Disponíveis para venda Títulos livres 31/12/ /12/2012 Títulos de dívida pública LFT - Letras Financeira do Tesouro LTN - Letras do Tesouro Nacional - - NTN Notas do Tesouro Nacional Cotas de fundos de investimento Participação societária BDMGTEC na Six Semicondutores S.A (i) Participação societária da BDMGTEC na BIOMM S.A (ii) Títulos de Dívida Privada Debêntures da SIPCAM Títulos Vinculados NTN B Notas do Tesouro Nacional NTN - Notas do Tesouro Nacional bloqueadas para aumento de capital Total (i) A subsidiária BDMGTEC participa no capital social da companhia Six Semicondutores S.A, indústria de circuitos integrados analógicos, digitais e de sinal misto, em fase de implantação no Estado. O valor de R$ refere-se ao capital social já integralizado pela BDMGTEC na companhia. 27

30 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 5. Ativos financeiros disponíveis para venda--continuação Quando inicialmente reconhecida, essa participação societária foi classificada na categoria Disponível para Venda e o investimento mensurado pelo valor justo na data da negociação. Após o reconhecimento inicial, entretanto, o investimento permanece avaliado pelo custo de aquisição, por se tratar de instrumento patrimonial sem preço de mercado cotado em mercado ativo. (ii) A subsidiária BDMGTEC participa no capital social da companhia BIOMM S.A pioneira no Brasil na produção e comercialização de medicamentos biotecnológicos. A BDMGTEC integralizou o capital social da companhia no valor de R$ que ajustado a mercado na data base de corresponde a R$ Valores a receber de bancos O BDMG classifica nessa categoria os seguintes instrumentos de dívida, recebidos em condições especiais, que possuem pagamentos fixos e que não são negociados em mercado ativo: 31/12/ /12/2012 Operações compromissadas LFT - Letras Financeira do Tesouro CDB Total Intrumentos financeiros derivativos O Banco, em decorrência da contratação de financiamento externo no segundo semestre de 2013, buscou se proteger dos riscos das exposições de variação cambial (dólar) e das taxas de juros internacionais ( libor +cupom) incidentes nos recursos já ingressos no Banco mediante a utilização de instrumentos derivativos. Assim, foram contratados, para a proteção de cada uma das duas tranches dos recursos externos ingressos no País (nota explicativa nº 12), derivativos da modalidade swap que foram estruturados de forma conjugada para possibilitar a transferência do risco final associado à captação externa para reais (moeda funcional) indexados a um percentual do CDI. 28

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