Companhia de Marcas e Controladas

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1 Companhia de Marcas e Controladas Demonstrações Financeiras Referentes ao Exercício Findo em 31 de Dezembro de e Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes

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4 COMPANHIA DE MARCAS E CONTROLADAS BALANÇO PATRIMONIAL LEVANTADO EM 31 DE DEZEMBRO DE (Em milhares de reais - R$) Nota Nota ATIVO explicativa (Consolidado) PASSIVO E PASSIVO A DESCOBERTO explicativa (Consolidado) CIRCULANTE CIRCULANTE Caixa e equivalentes de caixa Fornecedores Contas a receber de clientes Empréstimos e financiamentos Estoques Salários, provisões e contribuições sociais Impostos a recuperar Impostos a recolher Créditos diversos Imposto de renda e contribuição social 12.d) Total do ativo circulante Contas a pagar Parcelamento de tributos NÃO CIRCULANTE Adiantamento de clientes Realizável a longo prazo: Partes relacionadas 13.a) Depósitos judiciais 777 Outras obrigações 429 Partes relacionadas 13.a) Total do passivo circulante Imobilizado NÃO CIRCULANTE Intangível Empréstimos e financiamentos Ágio 7 e Provisão para riscos tributários, cíveis e trabalhistas Total do ativo não circulante Parcelamento de tributos Imposto de renda e contribuição social diferidos 12.a) Total do passivo não circulante PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital social 22.a) Prejuízos acumulados (41.531) Ajustes de avaliação patrimonial 558 Passivo a descoberto atribuído aos controladores (12.338) Participação não controladora 22.c) (709) Total do passivo a descoberto (13.047) Recursos para aumento de capital 13.b) Total do patrimônio líquido e recursos para aumento de capital TOTAL DO ATIVO TOTAL DO PASSIVO E PASSIVO A DESCOBERTO As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 3

5 COMPANHIA DE MARCAS E CONTROLADAS DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE (Em milhares de reais - R$, exceto o prejuízo por ação) Nota explicativa (Combinada) RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA CUSTO DOS PRODUTOS E MERCADORIAS VENDIDAS 24 (83.785) LUCRO BRUTO DESPESAS (RECEITAS) OPERACIONAIS Vendas 24 (56.150) Gerais e administrativas 24 (48.324) Depreciações e amortizações (4.269) Outras receitas operacionais ( ) LUCRO OPERACIONAL ANTES DO RESULTADO FINANCEIRO RESULTADO FINANCEIRO Receitas financeiras Despesas financeiras 25 (25.505) Variação cambial, líquida (163) (24.503) PREJUÍZO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA E DA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (8.398) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL Correntes 12.c) (4.718) Diferidos 12.c) PREJUÍZO DO EXERCÍCIO (12.080) ATRIBUÍVEL A Participação controladora (11.372) Participação não controladora (708) (12.080) PREJUÍZO POR AÇÃO - R$ Básico e diluído - total 28 (0,56) A Companhia não possui valores a serem divulgados como resultados abrangentes no exercício corrente. As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 4

6 COMPANHIA DE MARCAS E CONTROLADAS DEMONSTRAÇÃO DA MUTAÇÃO DO PASSIVO A DESCOBERTO PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE (Em milhares de reais - R$) Ajustes de Total do Total do Nota Capital Prejuízos avaliação passivo a Participação patrimônio explicativa social acumulados patrimonial descoberto não controladora líquido SALDOS EM 1º DE JANEIRO DE (COMBINADOS) - NÃO AUDITADOS (30.188) 587 (21.038) - (21.038) Aumento de capital com investimento em controladas 22.a) (1) Realização do custo atribuído de imobilizado - 29 (29) Prejuízo do exercício - (11.372) - (11.372) (708) (12.080) SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE (CONSOLIDADOS) (41.531) 558 (16.070) (709) (16.779) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 5

7 COMPANHIA DE MARCAS E CONTROLADAS NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE (Em milhares de reais - R$, exceto quando de outra forma indicado) 1. CONTEXTO OPERACIONAL Operação A Companhia de Marcas ( Companhia ) é uma sociedade por ações de capital fechado, com sede na cidade e no Estado do Rio de Janeiro, na Rua São Miguel, 11, tendo como acionista controlador Richards Participações S.A. ( RCH Part ). A Companhia foi constituída em 29 de agosto de 1985, por incorporações de diversas empresas, cuja principal marca, a Richards, iniciou suas atividades em 1974, tendo como objetivo principal o comércio varejista de artigos de vestuário e acessórios, podendo, ainda, participar como sócia ou acionista em outras sociedades. Atualmente, a distribuição de produtos da Companhia e de suas controladas está suportada por uma plataforma de 62 lojas próprias em operação e 55 franqueados. Em abril de, a Companhia efetuou reestruturação societária das empresas do seu grupo de controle, a qual envolveu a centralização dos investimentos diretos ou indiretos na Companhia. Consequentemente, como resultado dessa reestruturação, e a partir de 10 de abril de, as empresas RF Participações Ltda., Rio Ventura Participações e Empreendimentos Ltda., Ferreira e Luz Confecções S.A., SLN Indústria de Roupas Ltda. e SLN Licenciamentos Ltda. passaram a ser controladas diretas ou indiretas da Companhia. A respectiva reestruturação foi efetuada através da emissão, pela Companhia, de ações ordinárias, com valor de R$1,00 cada uma. Concluída a subscrição das novas ações emitidas, os acionistas integralizaram as ações de emissão da Companhia, totalizando um aumento de capital de R$20.072, mediante a conferência do seguinte número de ações e cotas de empresas que passaram a ser controladas diretas: Descrição Ações/cotas Conferência de cotas da RF Participações Conferência de cotas da Rio Ventura Conferência de cotas da Ferreira e Luz Conferência de ações da SLN Indústria e SLN Licenciamentos Como resultado da reestruturação descrita, em 31 de dezembro de, as seguintes empresas fazem parte das demonstrações financeiras da Companhia: RF Participações Ltda. ( RF Participações ): tem por objetivo principal a comercialização de franquias, exploração de marcas e participação em outras sociedades, além de ser proprietária da marca Richards, e possui as seguintes controladas: - SLN Licenciamentos Ltda. ( SLN Licenciamentos ): tem por objetivo principal o licenciamento e a cessão do direito de uso de marcas ou patentes, sendo proprietária da marca Salinas. 6

8 - SLN Indústria de Roupas Ltda. ( SLN Indústria ): atua na confecção e comércio varejista de roupas para banho e fins esportivos. Rio Ventura Participações e Empreendimentos Ltda. ( Rio Ventura ): tem por objetivo principal a participação em outras sociedades, possuindo as seguintes controladas e coligadas: - Bintang Licenciamentos Ltda. ( Bintang ): tem como objetivo principal o licenciamento de marcas, além de ser proprietária da marca Bintang. - SLN Licenciamentos e SLN Indústria. Roots House Comércio de Roupas Ltda. ( Roots House ): atua no comércio varejista de artigos de vestuário e acessórios, vestuários esportivos em geral. Ferreira e Luz Confecções S.A. ( Ferreira e Luz ): tem por objetivo a industrialização e o comércio de roupas e acessórios de uso comum. 2. BASE DE ELABORAÇÃO DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Em razão da reestruturação societária descrita na nota explicativa nº 1, os resultados das empresas RF Participações, Rio Ventura, Ferreira e Luz, SLN Indústria. e SLN Licenciamentos passaram a ser consolidados pela Companhia a partir de maio de. Considerando que até 30 de abril de essas empresas faziam parte de um mesmo grupo de controle e com o objetivo de apresentar o resultado de 12 meses do negócio Companhia de Marcas, para melhor demonstrar o resultado de suas operações naquele exercício, a Companhia está apresentando o resultado combinado para o exercício findo em 31 de dezembro de. Adicionalmente, a Companhia de Marcas elaborou as respectivas demonstrações financeiras para efeitos da Oferta Pública Inicial de sua investidora Inbrands S.A., a ser realizada no Brasil, e também para fins de esforço de venda no exterior como Oferta 144A e Reg-S, nos Estados Unidos e na Europa. A demonstração do resultado combinado é baseada em informações financeiras históricas das entidades combinadas que foram ajustadas de acordo com as praticas contábeis da Companhia. As demonstrações financeiras da Companhia foram elaboradas em conformidade com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro ( IFRSs ), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e as práticas contábeis adotadas no Brasil, identificadas como Consolidado (BR GAAP e IFRS). As demonstrações financeiras da Companhia são as primeiras elaboradas de acordo com as IFRSs. As práticas contábeis adotadas no Brasil compreendem aquelas incluídas na legislação societária brasileira e os pronunciamentos técnicos e as orientações e as interpretações técnicas emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC e aprovados pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM. A elaboração das demonstrações financeiras em conformidade com as IFRSs requer o uso de certas estimativas contábeis. Também requer que a Administração exerça o seu julgamento na aplicação das políticas contábeis da Companhia. As demonstrações financeiras foram elaboradas com base no custo histórico, exceto por determinados instrumentos financeiros mensurados pelos seus valores justos, conforme descrito nas práticas contábeis (nota explicativa nº 4). O custo histórico geralmente é baseado no valor justo das contraprestações pagas em troca de ativos. 7

9 3. BASE DE CONSOLIDAÇÃO As demonstrações financeiras consolidadas incluem as demonstrações financeiras da Companhia e de suas controladas. O controle é obtido quando a Companhia tem o poder de controlar as políticas financeiras e operacionais de uma entidade para auferir benefícios de suas atividades. As empresas que compõem as demonstrações financeiras consolidadas são representadas pela Companhia e por suas controladas, diretas e indiretas, com as seguintes participações societárias: Participação societária - % Direta Indireta RF Participações 85,00 - SLN Licenciamentos 24,00 64,80 SLN Indústria 25,00 67,50 Rio Ventura 100,00 - Bintang - 80,00 Roots House 80,00 - Ferreira e Luz 99,00 - As demonstrações financeiras consolidadas compreendem os seguintes procedimentos: Eliminação dos direitos e das obrigações, das receitas, dos custos e das despesas decorrentes de negócios realizados entre as sociedades incluídas no resultado combinado. Identificação da participação dos não controladores no resultado das controladas consolidadas e no balanço patrimonial consolidado dentro do patrimônio líquido, separadamente do patrimônio líquido dos proprietários da controladora. 4. SUMÁRIO DAS PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS As principais práticas contábeis, descritas a seguir, foram aplicadas na elaboração das demonstrações financeiras: a) Princípios gerais O resultado das operações é apurado em conformidade com o regime contábil de competência. As receitas de vendas e os correspondentes custos são registrados quando da transferência dos riscos e benefícios associados às mercadorias e aos produtos vendidos. A receita é mensurada pelo valor justo da contrapartida recebida ou a receber, deduzida de quaisquer estimativas de devoluções e descontos comerciais. A receita de royalties é reconhecida pelo regime de competência de acordo com a essência de cada contrato, desde que seja provável que os benefícios econômicos futuros deverão fluir para a Companhia e o valor da receita possa ser mensurada com confiabilidade. Os contratos de royalties são determinados com base no valor de venda de produtos aos franqueados e são reconhecidos de acordo com os termos de cada contrato. 8

10 b) Moeda funcional e de apresentação A moeda funcional e de apresentação utilizada para mensurar os itens da Companhia e de suas controladas nas demonstrações financeiras é o real (R$), representando o principal ambiente econômico no qual as empresas atuam. c) Transações e saldos em moeda estrangeira As transações em moeda estrangeira são convertidas para a moeda funcional da Companhia, utilizando as taxas de câmbio vigentes nas datas das transações. Os saldos das contas de balanço são convertidos pela taxa de câmbio vigente na data de encerramento de cada período de relatório. Os ganhos e as perdas de variação cambial resultante da liquidação dessas transações e da conversão de ativos e passivos monetários denominados em moeda estrangeira são reconhecidos no resultado do exercício. d) Ativos financeiros Os ativos financeiros mantidos pela Companhia e por suas controladas são classificados de acordo com a finalidade para a qual foram adquiridos ou contratados, nas seguintes categorias: (i) Ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado Os ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado são ativos financeiros adquiridos com a finalidade de realização no curto prazo, mantidos para negociação. Classificam-se nesta categoria os instrumentos financeiros derivativos. (ii) Ativos financeiros mantidos até o vencimento Compreendem os ativos financeiros não derivativos com vencimentos definidos adquiridos com a finalidade de realização no vencimento, mensurados ao custo de aquisição, acrescido dos rendimentos auferidos de acordo com os prazos e as condições contratuais. A Companhia não possui valores classificados nesta categoria. (iii) Ativos financeiros disponíveis para venda Compreendem os ativos financeiros não derivativos, como títulos e/ou ações cotadas, ou não em mercados ativos, que possam ter os seus valores justos razoavelmente estimados. A Companhia não possui valores classificados nesta categoria. (iv) Empréstimos e recebíveis Compreendem os ativos financeiros não derivativos com recebimentos fixos ou determináveis, não são cotados em um mercado ativo. São considerados nesta categoria os ativos caixa e equivalentes de caixa, contas a receber de clientes e outras contas a receber. As compras e vendas regulares dos ativos financeiros são reconhecidas na data da negociação. Os ativos financeiros são inicialmente reconhecidos e mensurados pelo valor justo por meio do resultado e os custos de transação, debitados ao resultado do exercício. Os empréstimos e recebíveis são contabilizados pelo custo amortizado. 9

11 Ativos financeiros, exceto aqueles designados pelo valor justo por meio do resultado, são avaliados por indicadores de redução ao valor recuperável no fim de cada período de relatório. As perdas por redução ao valor recuperável são reconhecidas se, e apenas se, houver evidência objetiva da redução ao valor recuperável do ativo financeiro como resultado de um ou mais eventos que tenham ocorrido após seu reconhecimento inicial, com impacto nos fluxos de caixa futuros estimados desse ativo. Os ganhos ou as perdas decorrentes de variações no valor justo, se houver, são registrados pelo regime de competência nas rubricas Receita financeira ou Despesa financeira, na demonstração do resultado, quando realizados ou incorridos. A Companhia baixa um ativo financeiro apenas quando os direitos contratuais aos fluxos de caixa provenientes desse ativo expiram, ou transfere o ativo e, substancialmente, todos os riscos e benefícios da propriedade para outra empresa. Em casos de não transferir nem reter substancialmente todos os riscos e benefícios da propriedade do ativo financeiro, mas continuar a controlar o ativo transferido, a Companhia reconhece a participação retida e o respectivo passivo nos valores que terá de pagar. Se retiver substancialmente todos os riscos e benefícios do ativo da propriedade do ativo financeiro transferido, a Companhia continua reconhecendo esse ativo, além de um empréstimo garantido pela receita recebida. e) Passivos financeiros Os passivos financeiros são classificados como: (i) Valor justo por meio do resultado Compreendem os passivos mantidos para negociação mensurados pelo valor justo e cujos ganhos ou perdas são reconhecidos diretamente ao resultado. (ii) Outros passivos financeiros Compreendem os passivos mensurados pelo método de juros efetivos, incluindo empréstimos, com alocação dos juros efetivos incorridos pelo respectivo período do contrato. O método de juros efetivos é utilizado para calcular o custo amortizado de um passivo financeiro e alocar sua despesa de juros pelo respectivo período. A taxa de juros efetiva é a taxa que desconta exatamente os fluxos de caixa futuros estimados ao longo da vida estimada do passivo financeiro ou, quando apropriado, por um período menor, para o reconhecimento inicial do valor contábil líquido. A baixa de passivos financeiros ocorre somente quando as obrigações são extintas e canceladas ou quando vencem. A diferença entre o valor contábil do passivo financeiro baixado e a contrapartida paga e a pagar é reconhecida no resultado. f) Instrumentos financeiros derivativos A Companhia possui instrumentos financeiros derivativos para administrar a sua exposição a riscos de taxa de câmbio, substancialmente representados por contratos de câmbio a termo. Os derivativos são inicialmente reconhecidos ao valor justo na data de contratação e são posteriormente remensurados pelo valor justo no encerramento de cada período de relatório. Os ganhos ou as perdas são reconhecidos no resultado imediatamente. 10

12 11 g) Caixa e equivalentes de caixa Compreendem os saldos de caixa, depósitos bancários à vista e aplicações financeiras realizáveis em até 90 dias da data da aplicação ou considerados de liquidez imediata ou conversíveis em um montante conhecido de caixa e que estão sujeitos a um insignificante risco de mudança de valor, os quais são registrados pelos valores de custo auferidos até a data de encerramento de cada período de relatório, que não excedem o seu valor de mercado ou de realização. h) Contas a receber e provisão para créditos de liquidação duvidosa As contas a receber são registradas e mantidas nos balanços pelo valor nominal dos títulos representativos desses créditos. As contas a receber de títulos a receber de clientes franqueados são monitoradas individualmente, sendo a provisão para créditos de liquidação duvidosa constituída com base na análise de risco da totalidade da carteira de clientes e respectiva probabilidade de recebimento. i) Estoques Registrados pelo custo de aquisição ou produção de cada coleção e, quando aplicável, deduzidos de provisão para ajustá-los ao valor líquido de realização, quando este for inferior, ou para perdas de itens sem movimentação, excessivos ou não realizáveis, mediante análises periódicas conduzidas pela Administração. j) Investimentos Nas demonstrações financeiras consolidadas, as mudanças nas participações da Companhia em controladas que não resultem em perda do controle são registradas como transações de capital. Os saldos contábeis das participações da Companhia e de não controladores são ajustados para refletir mudanças em suas respectivas participações nas controladas. A diferença entre o valor com base no qual as participações não controladoras são ajustadas e o valor justo das considerações pagas ou recebidas é registrada diretamente no patrimônio líquido e atribuída aos proprietários da Companhia. k) Imobilizado Registrado ao valor justo na data de transição e ao custo de aquisição ou construção, para as adições posteriores à data de transição, deduzido de depreciação e, quando aplicável, perda por redução ao valor de recuperação. A depreciação inicia-se quando da abertura da loja e início de sua utilização. Os terrenos não sofrem depreciação. A depreciação é reconhecida com base na vida útil estimada de cada ativo pelo método linear, conforme taxas demonstradas na nota explicativa nº 14, de modo que o valor do custo menos o seu valor residual após sua vida útil seja integralmente baixado. A vida útil estimada, os valores residuais e os métodos de depreciação são revisados na data de encerramento de cada período de relatório e o efeito de quaisquer mudanças nas estimativas é contabilizado prospectivamente. Um item do imobilizado é baixado após alienação ou quando não há benefícios econômicos futuros resultantes do uso contínuo do ativo. Quaisquer ganhos ou perdas na venda ou baixa de um item do imobilizado são determinados pela diferença entre os valores recebidos na venda e o valor contábil do ativo e são reconhecidos no resultado.

13 Ativos mantidos por meio de arrendamento financeiro são depreciados pela vida útil esperada da mesma forma que os ativos próprios ou por um período inferior, quando aplicável, conforme termos do contrato de arrendamento em questão. A Administração da Companhia, com base em análise efetuada por terceiros especialistas, avaliou a valor justo os custos das classes do ativo imobilizado, com base na adoção do custo atribuído aos ativos e, ainda, concluiu que as taxas admitidas para a depreciação representam adequadamente o tempo de vida útil-econômica esperada para os bens do ativo. l) Intangível Os ativos intangíveis com vida útil definida adquiridos separadamente são registrados ao custo, deduzido da amortização e, quando aplicável, das perdas por redução ao valor recuperável. A amortização é reconhecida linearmente com base na vida útil estimada dos ativos, conforme demonstrado na nota explicativa nº 15. Os direitos de uso de infraestrutura são pagos pela Companhia quando da assinatura dos contratos de aluguel e são amortizados linearmente pelo prazo do respectivo contrato de locação. A vida útil estimada e o método de amortização são revisados na data de encerramento de cada período de relatório, e o efeito de quaisquer mudanças nas estimativas é contabilizado prospectivamente. m) Redução ao valor recuperável de ativos tangíveis e intangíveis, excluindo ágio Na data de encerramento de cada período de relatório, o valor contábil de seus ativos tangíveis e intangíveis é revisado para determinar se há alguma indicação de que tais ativos sofreram alguma perda por redução ao valor recuperável. Se houver tal indicação, o montante recuperável do ativo é estimado com a finalidade de mensurar o montante dessa perda, se houver. Se o montante recuperável de um ativo (ou unidade geradora de caixa) calculado for menor que seu valor contábil, o valor contábil do ativo (ou unidade geradora de caixa) é reduzido ao seu valor recuperável. A perda por redução ao valor recuperável é reconhecida imediatamente no resultado. n) Combinação de negócio e ágio As aquisições de negócios são contabilizadas pelo método de aquisição. A contrapartida transferida em uma combinação de negócios é mensurada pelo valor justo, que é calculado pela soma dos valores justos dos ativos assumidos e dos passivos incorridos pela Companhia na data de aquisição e das participações emitidas pela Companhia em troca do controle da adquirida. Os custos relacionados à aquisição são geralmente reconhecidos no resultado, quando incorridos. Na data de aquisição, os ativos adquiridos e os passivos assumidos identificáveis são reconhecidos pelo valor justo na data da aquisição. O ágio é mensurado como o excesso da soma da contrapartida transferida, do valor das participações não controladoras na adquirida e do valor justo da participação do adquirente anteriormente detida na adquirida sobre os valores líquidos na data de aquisição dos ativos adquiridos e passivos assumidos identificáveis. 12

14 Quando a contrapartida transferida pela Companhia em uma combinação de negócios inclui ativos ou passivos resultantes de um acordo de contrapartida contingente, a contrapartida contingente é mensurada pelo valor justo na data de aquisição e incluída na contrapartida transferida em uma combinação de negócios. Quando uma combinação de negócios é realizada em etapas, a participação anteriormente detida pela Companhia na empresa adquirida é remensurada pelo valor justo na data de aquisição, ou seja, na data em que a Companhia adquire o controle, e o correspondente ganho ou perda, se houver, é reconhecido no resultado. o) Arrendamento mercantil Os contratos de arrendamento mercantil são classificados no momento da sua contratação, entre: Financeiros: os arrendamentos em cujos termos a Companhia e suas controladas assumem os riscos e benefícios inerentes à propriedade são classificados como arrendamentos financeiros e são registrados no imobilizado e submetidos a depreciações calculadas de acordo com a vida útil estimada dos respectivos bens. Operacional: os contratos de locação de unidades comerciais da Companhia e de suas controladas são classificados como arrendamentos mercantis operacionais, cujos custos são reconhecidos no resultado do exercício como despesa operacional. p) Empréstimos e financiamentos Os empréstimos e financiamentos tomados são reconhecidos, inicialmente, pelo valor justo, no reconhecimento dos recursos, líquidos dos custos de transação. Em seguida, passam a ser mensurados pelo custo amortizado, isto é, acrescidos de encargos financeiros, juros e variações monetárias, incorridos até a data de encerramento de cada período de relatório, conforme os termos definidos contratualmente. q) Outros ativos e passivos circulantes e não circulantes Os ativos estão apresentados pelo custo ou valor líquido de realização, se inferior, e os passivos demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias e cambiais incorridos até a data de cada período de relatório. r) Provisão para riscos tributários, cíveis e trabalhistas As provisões são reconhecidas para obrigações presentes (legal ou presumida) resultante de eventos passados, em que seja possível estimar os valores de forma confiável e cuja liquidação seja provável. O valor reconhecido como provisão é a melhor estimativa das considerações requeridas para liquidar a obrigação no fim de cada exercício, considerando-se os riscos e as incertezas relativos à obrigação. 13

15 A provisão para riscos está atualizada até a data de encerramento de cada período de relatório pelo montante provável de perda, observadas suas naturezas, e apoiada na opinião dos assessores jurídicos da Companhia e de suas controladas. Para fins das demonstrações financeiras, os fundamentos e a natureza para constituição das provisões para riscos tributários, cíveis e trabalhistas estão descritos na nota explicativa nº 27. s) Imposto de renda e contribuição social A despesa com Imposto de Renda Pessoa Jurídica - IRPJ e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL representa a soma dos impostos correntes e diferidos. Impostos correntes A provisão para IRPJ e CSLL está baseada no lucro tributável do exercício. O lucro tributável difere do lucro apresentado na demonstração do resultado, porque exclui receitas ou despesas tributáveis ou dedutíveis em outros exercícios, além de excluir itens não tributáveis ou não dedutíveis de forma permanente. A provisão é calculada individualmente por empresa com base nas alíquotas vigentes no fim do exercício. Na Companhia, a provisão para IRPJ foi constituída à alíquota de 15%, acrescida do adicional de 10% sobre o lucro tributável excedente a R$240. A provisão para CSLL foi constituída à alíquota de 9% sobre o lucro tributável. Para as controladas diretas e indiretas RF Participações, SLN Licenciamentos, SLN Indústria, Rio Ventura, Bintang e Ferreira e Luz, as bases de cálculo do IRPJ e da CSLL são apuradas de acordo com os critérios estabelecidos na legislação fiscal vigente, sendo utilizado o regime de lucro presumido. Impostos diferidos O IRPJ e a CSLL diferidos ( impostos diferidos ) são reconhecidos sobre as diferenças temporárias no fim de cada exercício entre os saldos de ativos e passivos reconhecidos nas demonstrações financeiras e as bases fiscais correspondentes usadas na apuração do lucro tributável, incluindo saldo de prejuízos fiscais e base negativa, até o limite do seu valor recuperável. A recuperação do saldo dos impostos diferidos ativos é revisada no fim de cada exercício e quando não for mais provável que lucros tributáveis futuros estarão disponíveis para permitir a recuperação de todo o ativo, ou parte dele, o saldo do ativo é ajustado pelo montante que se espera que seja recuperado. 14

16 t) Normas e interpretações novas e revisadas já emitidas e ainda não adotadas A Companhia não adotou as IFRSs novas e revisadas, já emitidas e não vigentes, a seguir: Pronunciamento Descrição Aplicável a períodos anuais com início em ou após Modificações à IFRS 1 Modificações à IFRS 1 Modificações à IFRS 7 IFRS 9 (conforme alterada em ) Modificações à IAS 12 Isenção Limitada de Divulgações Comparativas da IFRS 7 para Adotantes Iniciais Eliminação de Datas Fixas para Adotantes pela Primeira Vez das IFRSs Divulgações - Transferências de Ativos Financeiros 01/07/ 01/07/ /07/2011 Instrumentos Financeiros 01/01/2013 Impostos Diferidos - recuperação dos ativos subjacentes quando o ativo é mensurado pelo modelo de valor justo da IAS 40 01/01/2012 Modificações à IAS 32 Classificação de Direitos 01/02/ Modificações à IFRIC 14 Pagamentos Antecipados de Exigência 01/01/2011 Mínima de Financiamento A Administração está efetuando revisão detalhada para que se possa avaliar, de forma razoável, os possíveis efeitos sobre as demonstrações financeiras consolidadas. 5. PRINCIPAIS FONTES DE JULGAMENTO E ESTIMATIVAS Na aplicação das práticas contábeis descritas na nota explicativa nº 4, a Administração deve fazer julgamentos e elaborar estimativas a respeito dos valores contábeis dos ativos e passivos para os quais não são facilmente obtidos de outras fontes. As estimativas e as respectivas premissas estão baseadas na experiência histórica e em outros fatores considerados relevantes. Os resultados efetivos podem diferir dessas estimativas. As estimativas e premissas subjacentes são revisadas continuamente e os respectivos efeitos são reconhecidos no período em que são revistas, se a revisão afetar apenas este período, ou também em períodos posteriores se a revisão afetar tanto o período presente como períodos futuros. 15

17 a) Redução dos valores de recuperação dos ativos Os itens do imobilizado e do ativo intangível, com prazo de vida útil definida, que apresentam indicadores de perda de seu valor recuperável, com base em fatores financeiros e econômicos e, considerando, prazo de maturação dos investimentos, têm seus valores contábeis anualmente revisados, através de estudo detalhado para cada unidade geradora de caixa ( UGC ) pelo cálculo do fluxo de caixa futuro descontado e utilização de taxa para desconto a valor presente, para assegurar que eventual provisão para perdas do valor contábil seja registrada no resultado do período analisado. b) Redução ao valor recuperável do ágio Para determinar se o ágio apresenta redução em seu valor recuperável, é necessário fazer estimativa do valor em uso das UGCs para as quais o ágio foi alocado. O cálculo do valor em uso exige que a Administração estime os fluxos de caixa futuros esperados oriundos das referidas UGCs e a taxa de desconto adequada para que o valor presente seja calculado. c) Provisão para perdas com estoques A provisão para perdas com estoques é avaliada em virtude da obsolescência dos estoques conforme a coleção a que pertencem e considerando os estoques sem condição de venda, por deterioração, ou pelo giro abaixo das estimativas previstas. d) Provisão para créditos de liquidação duvidosa As contas a receber de títulos a receber de clientes franqueados são monitoradas individualmente, sendo a provisão para créditos de liquidação duvidosa constituída com base na análise de risco da totalidade da carteira de clientes e respectiva probabilidade de recebimento. e) Provisão para riscos tributários, cíveis e trabalhistas A provisão para riscos é constituída para exposições fiscais e processos judiciais que representam perdas prováveis e são estimadas com certo grau de segurança. A avaliação da probabilidade de perda é amparada pela opinião dos advogados internos e externos da Companhia. f) Impostos diferidos Os ativos e passivos fiscais diferidos são calculados com base em estudo sobre a expectativa de realização do lucro tributável futuro, trazido a valor presente e deduzido de todas as diferenças temporárias, anualmente revisado e aprovado pela Administração. As projeções dos resultados futuros consideram as principais variáveis de desempenho da economia brasileira, o volume e o preço das vendas e as alíquotas dos tributos. 6. TRANSIÇÃO DAS PRÁTICAS CONTÁBEIS 6.1. Efeitos da adoção das IFRS nas demonstrações financeiras consolidadas As demonstrações financeiras consolidadas para o exercício findo em 31 de dezembro de são as primeiras apresentadas de acordo com as IFRSs. 16

18 6.2. Mudanças de práticas contábeis A transição para as IFRSs resultou nas seguintes mudanças de práticas contábeis: a) Divulgação (i) CPC 40/IFRS 7 - Instrumentos Financeiros: Evidenciação O CPC 40/IFRS 7 requer a apresentação de informações que permitam aos usuários avaliar a significância dos instrumentos financeiros para a posição patrimonial e performance da entidade; a natureza e a extensão dos riscos oriundos de instrumentos financeiros aos quais a entidade está exposta; e a forma pela qual a entidade gerencia esses riscos. A Administração efetuou a divulgação adicional requerida em suas informações e demonstrações financeiras de acordo com as exposições financeiras e de negócio, além do seu gerenciamento de risco e capital, conforme nota explicativa nº 28. (ii) CPC 41/IAS 33 - Resultado por Ação O CPC 41/IAS 33 determina que o resultado por ação deva ser calculado e divulgado em: (a) básico, dividindo-se o lucro ou prejuízo pelo número médio ponderado de ações ordinárias em poder dos acionistas, excluídas as mantidas em tesouraria, durante o período; e (b) diluído, no qual o lucro ou o prejuízo atribuível aos titulares de ações ordinárias são ajustados (capital próprio ordinário) da Companhia, bem como o número médio ponderado de ações totais em poder dos acionistas (em circulação), para refletir os efeitos de todas as ações ordinárias potenciais diluidoras. b) Ajustes e reclassificações (i) CPC 36/IAS 27 - Demonstrações Financeiras Individuais e Consolidadas De acordo com o CPC 36/IAS 27, a participação não controladora é apresentada no balanço patrimonial como parte do patrimônio líquido, segregada da participação dos acionistas da controladora. Na demonstração do resultado, a participação não controladora não é deduzida na avaliação do lucro líquido, sendo apenas destacada da participação dos acionistas da controladora. Adicionalmente, as mudanças na participação da controladora sobre a controlada, que não resultem em perda de controle, devem ser contabilizadas como transações de capital, e não no resultado do exercício. Qualquer diferença entre o montante pelo qual a participação dos não controladores tenha sido ajustada e o valor justo da quantia recebida ou paga deve ser reconhecida diretamente no patrimônio líquido atribuível aos proprietários da controladora. (ii) CPC 26/IAS 1- Apresentação das Demonstrações Financeiras O CPC 26/IAS 1 determina a base de apresentação das demonstrações financeiras, para assegurar a comparabilidade, seja das demonstrações de períodos anteriores da mesma entidade, seja das demonstrações financeiras de outras entidades. O principal impacto está na alocação integral do IRPJ e da CSLL diferidos para o ativo não circulante. 17

19 (iii) ICPC 10 - Interpretação sobre a Aplicação Inicial ao Ativo Imobilizado e à Propriedade para Investimento dos Pronunciamentos Técnicos CPCs 27, 28, 37 e 43. A Administração da Companhia optou pela adoção da prática de revisão dos custos históricos dos bens do ativo imobilizado e utilização da prática do custo atribuído ( deemed cost ), conforme opção prevista nos parágrafos 20 a 29 da ICPC 10. O valor atribuído ao custo do imobilizado foi ajustado pelo seu valor justo, estimado com base em laudo de avaliação emitido por empresa especializada com experiência profissional contratada especificamente para esse fim. (iv) CPC 32/IAS 12 - Tributos sobre o Lucro A diferença comentada no item 5.b.(iv) entre as práticas contábeis anteriormente adotadas no Brasil e a aplicação dos CPCs/IFRSs foram objeto de análise para registro de IRPJ e CSLL diferidos Aplicação do CPC 37(R1)/IFRS 1 - Adoção Inicial das Normas Internacionais de Contabilidade As demonstrações financeiras consolidadas da Companhia para o exercício findo em 31 de dezembro de são as primeiras a serem apresentadas de acordo com as IFRSs. A Companhia adotou as seguintes isenções, opcionais, na aplicação retrospectiva integral: a) Isenção para combinação de negócios - a Administração optou por não aplicar retroativamente o CPC 15/IFRS 3 nas combinações de negócios passadas e, dessa forma: (i) manteve a mesma classificação anteriormente adotada em suas demonstrações financeiras pelos critérios contábeis anteriores; e (ii) reconheceu todos os ativos e passivos na data de transição em 1º de janeiro de que foram adquiridos ou assumidos; ajustando diretamente ao patrimônio líquido. b) Isenção sobre ativos e passivos de controladas, entidades controladas em conjunto e coligadas - as controladas da Companhia não possuíam demonstrações financeiras apresentadas em IFRSs na data de transição; por essa razão, a Administração optou por adotar a mesma data de transição em suas controladas. c) Isenção relativa à designação de instrumentos financeiros reconhecidos anteriormente - a Companhia optou por classificar e avaliar seus instrumentos financeiros de acordo com a IAS 32 e IAS 39 (equivalentes ao CPC 38 e CPC 39, respectivamente) na data de transição; portanto, a análise retrospectiva dos contratos originais, dos atuais instrumentos financeiros, não foi efetuada na data de transição para as IFRSs/CPCs. Todos os instrumentos financeiros contratados após a data de transição foram analisados e classificados de acordo com as IFRSs/CPCs na data de sua contratação. 18

20 d) Para as seguintes opções, a Companhia não possui transações e/ou não se aplicava para suas operações na data de transição: (i) transações de pagamentos baseados em ações; (ii) contratos de seguro; (iii) determinação da existência de contratos que contenham arrendamentos; (iv) benefícios de longo prazo a empregados; (v) diferenças acumuladas de conversão; (vi) não há apresentação de demonstrações separadas, que levassem a avaliar os investimentos pelo custo e/ou valor justo; (vii) instrumentos financeiros compostos; (viii) passivos decorrentes de desativação incluídos no custo de ativos imobilizados; (ix) ativos financeiros e ativos intangíveis contabilizados de acordo com a ICPC 01/IFRIC 12; (x) transferência de ativos de clientes; e (xi) liquidação de passivos financeiros com instrumentos patrimoniais. A Companhia adotou as seguintes exceções na aplicação retrospectiva, conforme segue: a) Desreconhecimento de ativos e passivos financeiros - a Administração concluiu não existir ativos e passivos financeiros não derivativos que devessem ser excluídos dos registros contábeis, na data de transição para as IFRSs. b) Contabilização de operações de hedge - a Companhia não possuía nenhuma transação classificada como hedge para fins de IFRSs na data de transição; por essa razão, não existiam ajustes a ser contabilizados. c) Participação de não controladores - a Companhia avaliou a aplicação as exigências previstas no CPC 35 e 36/IAS 27 - Demonstrações Consolidadas e Separadas, e concluiu que: (i) a Companhia não possui resultado abrangente a ser distribuído entre controladores e não controladores que pudessem resultar em uma participação de não controladores negativa (saldo devedor); (ii) a Companhia não possuía mudanças de participação em controladas que deveriam ser classificadas no patrimônio líquido por não resultarem em perda de controle; e (iii) a Companhia não possui operações descontinuadas em controlada. 7. COMBINAÇÕES DE NEGÓCIOS a) Empresas adquiridas Em 1º de janeiro de, foi concretizada a aquisição de controle da SLN Indústria. A SLN tem por objetivo principal a criação, produção e comercialização de roupas para banho e fins esportivos com a marca Salinas. Em 10 de abril de, foi concretizada a aquisição da Roots House. A Roots House tem por objetivo principal a criação, produção e comercialização de roupas de moda praia com a marca Bintang. Como resultado das aquisições, espera-se que a Companhia aumente seu portfólio de marcas e lojas, incluindo Salinas e Bintang, além da redução de custos administrativos, logísticos e de produção, por meio de economias de escala e concentração de operações. 19

21 b) Análise dos ativos e passivos adquiridos Em cumprimento aos dispositivos do CPC15/IFRS 3 - Combinação de Negócios, a Companhia contratou terceiros especialistas para avaliar o valor justo dos ativos adquiridos e passivos assumidos, na proporção adquirida da SLN Indústria e Bintang. Assim, com base no laudo de avaliação emitido por especialistas, a contraprestação anteriormente referida pode ser assim alocada: Aquisição da Salinas Descrição Valor justo na aquisição Valor contábil do ativo líquido adquirido (9.034) Alocação do valor justo: Marca - Salinas Valor justo dos estoques IRPJ e CSLL diferidos sobre os ajustes do valor justo (3.592) Valor justo dos ativos líquidos negativos (2.062) Preço total de compra Valor justo da adquirida Ágio na aquisição Aquisição da Bintang Descrição Valor justo na aquisição Valor contábil do ativo líquido adquirido 328 Alocação do valor justo: Marca - Bintang 385 Valor justo imobilizado 443 Valor justo dos estoques 24 IRPJ e CSLL diferidos (290) Valor justo dos ativos líquidos 890 Preço total de compra Valor justo da adquirida (890) Ágio na aquisição 165 A mensuração da mais-valia dos ativos adquiridos e passivos assumidos foi determinada pela Administração com base em estudo de empresa especializada. Os fluxos de caixa futuros dos ativos adquiridos foram definidos em razão dos cálculos de rentabilidade futura usados nos estudos de aquisição e descontados a valor presente pelo Weighted Average Cost of Capital - WACC e utilizados para mensuração dos ativos identificados. No caso específico da Salinas, o imobilizado adquirido está registrado ao seu valor justo, não havendo alocações neste valor. 20

22 A Companhia utilizou a metodologia de suspensão de royalty para cálculo do valor da marca na identificação de ativos adquiridos. O método é baseado no princípio do fluxo de caixa incremental após impostos derivado do fato de a Companhia não ter de efetuar pagamentos de royalties a terceiros pela utilização da marca. Consequentemente, o valor justo da marca pode ser atribuído ao fluxo de caixa gerado por essas economias trazidas a valor presente pela aplicação de uma taxa de desconto que represente o risco associado. Adicionalmente, como marcas, geralmente não possuem vida mensurável, também foi acrescentada perpetuidade ao fluxo de caixa. A Companhia utilizou a metodologia de aplicação da margem líquida sobre os itens de estoque de produtos acabados menos as estimativas de custo de venda. As operações demonstradas não apresentam nenhum pagamento contingente. c) Ágio apurado na aquisição Os ágios apurados nas aquisições formam o valor residual substanciados de benefícios que são substancialmente representados por sinergias nos processos de compra e distribuição de mercadorias, crescimento de venda e participação no mercado, desenvolvimento de mercados futuros alinhados com a estratégia de geração de lucros futuros da Companhia. Esses benefícios não são reconhecidos separadamente do ágio, uma vez que os benefícios econômicos futuros não podem ser razoavelmente estimados. d) Impacto das aquisições no resultado da Companhia A aquisição da Bintang e da Salinas gerou os seguintes resultados, incluídos nas demonstrações financeiras combinadas a partir de 1º de janeiro de : Descrição Bintang Salinas Receita líquida de vendas Margem de contribuição Prejuízo (764) (10.887) 8. CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA (consolidado) Caixa 561 Bancos conta movimento Aplicações financeiras As aplicações financeiras referem-se a aplicação automática dos saldos de conta corrente, com liquidez imediata e insignificante risco de alteração de valor, remuneradas por taxa de 15% sobre a variação do Certificado de Depósito Interbancário - CDI. 21

23 9. CONTAS A RECEBER (consolidado) Títulos e faturas a receber Cartões de crédito Outros Provisão para créditos de liquidação duvidosa (2,201) O período médio de crédito na venda de produtos no atacado ( títulos e faturas a receber ) é de 44 dias e no varejo ( cartões de crédito ) é de 77 dias. A Companhia constituiu provisão para créditos de liquidação duvidosa com base na análise de risco da totalidade da carteira de clientes, probabilidade de recebimento e considerando os valores vencidos superiores a 180 dias, com base na experiência passada de inadimplência e da análise da situação financeira atual de cada devedor. Nenhum cliente representa mais de 10% do saldo total de contas a receber de clientes de títulos e faturas a receber; com relação a cartões de crédito, o contas a receber está distribuído substancialmente nas seguintes operadoras: Visa (52%), Redecard (32%) e American Express (14%). A exposição máxima ao risco de crédito nas datas de encerramento dos períodos de relatório é o valor contábil de cada faixa de idade de vencimento dos títulos e faturas a receber conforme demonstrado a seguir: (consolidado) A vencer: Superior a 181 dias 154 De 91 a 180 dias De 61 a 90 dias De 31 a 60 dias Até 30 dias Vencidos: Até 30 dias 752 De 31 a 60 dias 111 De 61 a 90 dias 142 De 91 a 180 dias 313 Superior a 181 dias A movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa é como segue: (consolidado) Saldo no início do exercício (1.796) Baixa dos créditos considerados irrecuperáveis 369 Provisão do exercício (774) Saldo no fim do exercício (2.201) 22

24 10. ESTOQUES (consolidado) Produtos acabados Matéria-prima Mercadorias em trânsito Provisão para giro lento e obsolescência (12.297) A movimentação da provisão para giro lento e obsolescência é como segue: Saldo no início do exercício (9.489) Provisão do exercício (2.808) Saldo no fim do exercício (12.297) 11. IMPOSTOS A RECUPERAR (consolidado) IRPJ 652 Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços - ICMS Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - COFINS Programa de Integração Social - PIS 227 Outros IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL 23 a) Imposto de renda e contribuição social diferidos (consolidado) Passivo não circulante- Custo atribuído ao imobilizado 340 Efeito de imposto na alocação do preço pago na aquisição da Salinas e Bintang b) Imposto de renda e contribuição social diferidos - não registrados A Companhia está em processo de reestruturação societária e operacional, além da aquisição e estruturação de novos negócios; dessa forma, não foram constituídos IRPJ e CSLL diferidos, provenientes de diferenças temporárias, prejuízo fiscal e base negativa de CSLL da Companhia; tais créditos serão constituídos quando da formalização e aprovação do plano de negócios individualizado por entidade jurídica da Companhia. Em 31 de dezembro de, os saldos de prejuízos fiscais e base negativa de CSLL, para os quais não há prazo-limite para utilização e que estão limitados a 30% do lucro ajustado anual para fins fiscais de acordo com a legislação fiscal em vigor e diferenças temporárias, eram compostos como segue:

25 Prejuízos fiscais e base negativa de CSLL - R$ Diferenças temporárias - R$ Esses créditos estão sendo controlados no Livro de Apuração do Lucro Real - LALUR e totalizam R$ c) Conciliação da despesa efetiva de IRPJ e CSLL (combinado) Prejuízo antes do IRPJ e da CSLL (8.398) Alíquota vigente 34% Expectativa de despesa do IRPJ e da CSLL Efeito do IRPJ e da CSLL sobre as diferenças permanentes: Adições permanentes (299) Lucro das controladas cuja tributação é feita com base no lucro presumido: Reversão do efeito da tributação - lucro real Tributação pelo regime do lucro presumido, utilizando-se a receita bruta de vendas como base para cálculo (4.718) Efeitos dos ajustes da Lei nº /07 (1.107) Efeito do IRPJ e da CSLL sobre diferenças temporárias, prejuízos fiscais e base negativa do exercício, para os quais não foram registrados os impostos diferidos correspondentes: Prejuízo fiscal e base negativa da Companhia (891) Diferenças temporárias da Companhia (2.113) Prejuízo fiscal e base negativa de controladas (140) Outros 606 Total da despesa de IRPJ e CSLL debitadas ao resultado do exercício (3.682) Despesa distribuída entre: Corrente (4.718) Diferido (3.682) De acordo com a legislação fiscal vigente, os registros contábeis e fiscais do IRPJ e da CSLL dos últimos cinco exercícios encontram-se abertos para uma eventual fiscalização por parte das autoridades fiscais. Outros impostos e contribuições sociais permanecem sujeitos à revisão e aprovação pelos órgãos competentes por períodos variáveis de tempo. d) Conciliação do saldo a pagar de IRPJ e CSLL (consolidado) Despesa de IRPJ e CSLL corrente Antecipações de IRPJ e CSLL no exercício (2.282) Saldo a pagar em 31 de dezembro

26 13. PARTES RELACIONADAS a) Contrato de mútuo As transações com partes relacionadas referem-se substancialmente a contratos de mútuos celebrados com a Inbrands S.A. ( Inbrands ), no valor de R$6.993 em 31 de dezembro de, com juros equivalentes a 17,73% ao ano e R$773 de despesa de juros debitada ao resultado do exercício. Adicionalmente, a Companhia efetuou adiantamentos a seus controladores majoritários no valor de R$ b) Recursos para aumento de capital A Companhia adquiriu um empréstimo com a acionista Inbrands Moda Rio S.A. ( Moda Rio ), cujo valor é de R$40.000, a juros equivalentes a 17,73% ao ano, em conexão com a primeira fase do contrato de venda da Companhia para a Moda Rio. Esse empréstimo está vinculado à segunda fase da transação de venda da Companhia e será utilizado para aumentar a participação da Moda Rio na Companhia, cujo contrato prevê a finalização dessa transação até 15 de maio de Dessa forma, esse empréstimo foi considerado como pré-pagamento na venda da Companhia e, consequentemente, classificado em conjunto com o patrimônio líquido. A movimentação dos empréstimos em é como segue: Empréstimos recebidos em 10 de junho Despesas financeiras Saldo no fim do exercício c) Remuneração dos administradores No exercício findo em 31 de dezembro de, a remuneração dos diretores e membros da Administração da Companhia foi de R$492. A Companhia não concede benefícios pós-emprego e benefícios de rescisão de contrato de trabalho. De acordo com a Lei das Sociedades por Ações, contemplando as modificações nas práticas contábeis introduzidas pela Lei nº /07, e com o Estatuto Social da Companhia, é responsabilidade dos acionistas, em Assembleia Geral, fixar o montante global da remuneração anual dos administradores. 14. IMOBILIZADO Taxa anual de depreciação - % Custo Depreciação acumulada Valor líquido Benfeitorias (1.574) Máquinas e equipamentos (3.456) Móveis e utensílios (3.449) Equipamentos de informática (2.153) (10.632)

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