Demonstrações financeiras em 30 de abril de 2011 e 2010

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1 ABCD Grupo Virgolino de Oliveira Demonstrações financeiras em 30 de abril de 2011 e 2010

2 ABCD Grupo Virgolino de Oliveira Demonstrações financeiras em 30 de abril de 2011 e 2010 Conteúdo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 3-4 Balanços patrimoniais 5-6 Demonstração do resultado 7 Demonstração das mutações do patrimônio líquido 8 Demonstração dos fluxos de caixa

3 ABCD KPMG Auditores Associados Av. Wladimir Meirelles Ferreira, Sl Ribeirão Preto, SP - Brasil Caixa Postal Ribeirão Preto, SP - Brasil Central Tel. 55 (16) Fax 55 (16) Internet Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras Aos Diretores e Acionistas da Ariranha SP Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Agropecuária Nossa Senhora do Carmo S.A. ( Companhia ), identificadas como Consolidado e Controladora, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 30 de abril de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. 3 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade simples brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International Cooperative ( KPMG International ), uma entidade suíça. KPMG Auditores Independentes, a Brazilian entity and a member firm of the KPMG network of independent member firms affiliated with KPMG International Cooperative ( KPMG International ), a Swiss entity.

4 ABCD Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações financeiras Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas referidas no primeiro parágrafo, apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da em 30 de abril de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Outros assuntos Em 4 de abril de 2011 a BDO Auditores Independentes (CNPJ / ), entidade legal estabelecida no Brasil e que detinha por contrato o uso da marca internacional BDO, passou a integrar a rede KPMG de sociedades profissionais de prestação de serviços com a nova denominação social de KPMG Auditores Associados. A BDO Auditores Independentes auditou as demonstrações financeiras dos exercícios encerrados em 30 de abril de 2010, respectivamente, enquanto ainda detinha, por contrato, o direito de uso da marca BDO, tendo emitido relatório datado de 30 de junho de 2010, respectivamente, que não contiveram modificação. Ribeirão Preto, 30 de agosto de 2011 KPMG Auditores Associados (nova denominação social da BDO Auditores Independentes) CRC 2SP013439/O-5 José Luiz Sanches Contador CRC 1SP124579/O-0 4

5 Balanços patrimoniais Em 30 de abril de 2011 e 2010 Controladora Consolidado Ativo Notas (reclassificado) Circulante Caixa e equivalentes de caixa Contas a receber - Cooperativa Estoques Impostos a recuperar Adiantamentos a fornecedores Custo de entressafra Demais contas ativas Total do ativo circulante Não circulante Títulos e valores mobiliários Empréstimos compulsórios e depósitos judiciais Impostos a recuperar Partes relacionadas Impostos de renda e contribuição social diferidos Demais contas ativas Ativo biológico Investimentos Imobilizado Total do ativo não circulante Total As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras 5

6 Balanços patrimoniais Em 30 de abril de 2011 e 2010 Controladora Consolidado Passivo Notas (reclassificado) Circulante Fornecedores Empréstimos e financiamentos: Instituições financeiras Cooperativa Salários a pagar Impostos e contribuições a recolher Demais contas a pagar Total do passivo circulante Não circulante Empréstimos e financiamentos: 19 Instituições financeiras Cooperativa Partes relacionadas Provisão para contingências Impostos e contribuições sub judice Impostos de renda e contribuição social diferidos Impostos e contribuições a recolher Demais contas a pagar Total do passivo não circulante Patrimônio líquido 23 Capital social Reserva de capital Outros resultados abrangentes Prejuízos acumulados (37.727) ( ) (58.373) ( ) Patrimônio líquido atribuível aos controladores Participação de não controladores Total As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras 6

7 Demonstrações de resultados Exercícios findos em 30 de abril de 2011 e 2010 Controladora Consolidado Notas Receita líquida de vendas Custo dos produtos vendidos e variaçao do valor justo dos ativos biológicos (76.833) ( ) ( ) ( ) Lucro bruto Com vendas (27.698) (22.013) Gerais e administrativas 25 (5.980) (5.027) (64.410) (46.071) Resultado de equivalência patrimonial Outras e despesas receitas operacionais, líquidas Não circulante Lucro antes das receitas (despesas) financeiras líquidas Receitas financeiras Despesas financeiras 28 (7.477) (8.684) ( ) ( ) Despesa financeira líquida (7.355) (8.533) ( ) ( ) Lucro antes do imposto de renda e da contribuição social Imposto de renda e contribuição social (196) (1.975) Lucro líquido do exercício Resultado atribuível aos: Total Acionistas não controladores - - (12.208) (10.083) Lucro líquido do exercício Resultado por ação do capital social 10,27 2,98 11,07 2,92 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras 7

8 Demonstrações das mutações do patrimônio líquido Exercícios findos em 30 de abril de 2011 e 2010 Prejuízos Capital social Reserva de capital acumulados Ativo Em 1º de maio de ( ) Circulante Realização do custo atribuído, líquido dos impostos - - (11.933) Ajuste de exercícios anteriores (6.256) (6.256) Prejuízo do exercício Em 30 de abril de ( ) Realização do custo atribuído, líquido dos impostos - - (15.160) Ajustes acumulados de conversão - - (444) - (444) Lucro líquido do exercício Em 30 de abril de (37.727) Não circulante As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras 8

9 Demonstrações dos fluxos de caixa - Método indireto Exercícios findos em 30 de abril de 2011 e 2010 Controladora Consolidado Nota (reclassificado) (reclassificado) Fluxo de caixa das atividades operacionais Ativo Ajustes para reconciliar o resultado do exercício com recursos provenientes de atividades Circulante operacionais: Mudança no valor justo de ativos biológicos 15 (61.572) (1.652) (82.095) (24.843) Diminuição no ativo biológico devido a colheita de cana Valor residual do ativo imobilizado baixado Adição de imposto de renda e contribuição social diferidos (35.908) (1.588) Baixa de imposto de renda e contribuição social diferidos Resultado de equivalência patrimonial 16 (18.606) (15.753) (48.130) - Ágio sobre investimentos - - (1.195) - Participação dos acionistas não controladores Juros e variações monetárias e cambiais líquidas Não circulante Redução (aumento) nos ativos Contas a receber de clientes - - (6.494) (24.491) Estoques (1.676) Partes relacionadas (12.463) (15.461) Outros (6.685) ( ) (Redução) aumento nos passivos Fornecedores (51.794) Salários e encargos sociais (255) (1.313) Impostos e contribuições a recolher (2.292) (1.064) Caixa líquido proveniente das atividades operacionais Fluxo de caixa das atividades de investimentos Total Gastos com ativos biológicos 15 ( ) (65.245) ( ) (98.453) Aquisição de ativo imobilizado 17 (909) (1.542) (5.335) (27.485) Aquisição de investimentos (554) (142) Alienação de investimentos Caixa líquido utilizado nas atividades de investimentos ( ) (66.787) ( ) ( ) Fluxo de caixa das atividades de financiamentos Financiamentos tomados Financiamentos pagos (32.876) (46.882) ( ) ( ) Caixa líquido utilizados nas atividades de financiamentos (32.876) (30.430) (11.509) ( ) (Redução) aumento em caixa e equivalentes de caixa (4.942) (70.755) Demonstração da (redução) aumento em caixa e equivalentes de caixa Saldo final Saldo inicial Variação do exercício (4.942) (70.755) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras 9

10 Em 30 de Abril de 2011 e Contexto operacional Objeto social O Grupo tem como atividade preponderante a cultura de cana-de-açúcar, cuja produção é destinada, integralmente e em condições normais de mercado, às empresas do grupo que exercem a atividade industrial. Assim, a posição financeira e patrimonial da Companhia deve ser considerada no contexto operacional das atividades integradas da Virgolino de Oliveira S.A. - Açúcar e Álcool, Açucareira Virgolino de Oliveira S.A., Agropecuária Terras Novas S.A., Agropecuária Virgolino de Oliveira S.A. e Virgolino de Oliveira Finance S.A. 2. Entidades do grupo Participação (%) Direta Indireta Sociedades Virgolino de Oliveira S.A. Açúcar e Álcool 61,7762% 61,7762% - - Agropecuária Virgolino de Oliveira S.A ,6827% 61,6827% Açucareira Virgolino de Oliveira S.A ,7579% 60,6263% Agropecuária Terras Novas S.A ,7402% 61,7347% Virgolino de Oliveira Finance S.A ,7762% - A participação dos acionistas não controladores foi destacada nas demonstrações financeiras consolidadas. Os saldos e as transações intercompanhias e os lucros não realizados, líquidos dos efeitos do imposto de renda, foram eliminados na consolidação. 10

11 As demonstrações financeiras da controlada indireta sediada no exterior são elaboradas, originalmente, em moeda local, e, para fins de cálculo da equivalência patrimonial e consolidação, são convertidas para reais pela taxa cambial correspondente à data de encerramento do balanço para ativos e passivos, pela taxa histórica para as movimentações ocorridas no patrimônio líquido e pela taxa cambial média do período para as contas de receitas e despesas. Os ganhos e perdas decorrentes das movimentações do patrimônio líquido e reconhecimento do resultado pela taxa cambial média são reconhecidos diretamente no patrimônio líquido, na conta de ajustes acumulados de conversão, nos termos definidos pelo CPC 2 (R2) Efeitos nas mudanças nas taxas de câmbio e conversão de demonstrações financeiras. Os custos de transação incorridos no processo de captação de recursos foram contabilizados com contrapartida no resultado, por opção dos princípios contábeis adotados por Luxemburgo. Para fins de consolidação das demonstrações financeiras da controladora no Brasil, os custos de transação incorridos na captação de recursos, foram classificados contabilmente como redutora do Passivo Financeiro, como determina o Pronunciamento Técnico CPC 08 (R1). As demonstrações consolidadas apresentam os saldos das contas e transações da Companhia e das seguintes controladas: Virgolino de Oliveira S.A. Açúcar e Álcool Apresenta como objeto principal a fabricação e o comércio de açúcar, do etanol e de demais derivados de cana-de-açúcar, bem como operações de compras e vendas no mercado externo como importadora e/ou exportadora. A cana-de-açúcar utilizada na fabricação dos produtos é oriunda de lavouras da, das controladas Agropecuária Terras Novas S.A e Agropecuária Virgolino de Oliveira S.A. e de fornecedores e acionistas, adquiridas em condições de mercado. A Virgolino de Oliveira S.A. Açúcar e Álcool é associada à Cooperativa de Produtores de Canade-Açúcar, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo Ltda., cujo ato cooperado entre as partes implica na transferência, imediata e definitiva, da produção de açúcar e etanol nos estabelecimentos da Cooperativa, os quais se tornam patrimônios comuns e indivisíveis dos cooperados. O resultado da comercialização desses produtos, nos mercados interno e externo, é rateado para cada cooperado conforme estabelecido no estatuto da Cooperativa. 11

12 A cana-de-açúcar adquirida dos fornecedores é paga de acordo com os preços praticados no Regulamento dos Negócios de Compra e Venda de Cana-de-Açúcar no Estado de São Paulo, aprovado pelo Consecana - Conselho dos Produtores de Cana-de-Açúcar, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo, levando-se em conta, entre outros fatores, os preços de comercialização do açúcar e do etanol. Agropecuária Terras Novas S.A. A Agropecuária Terras Novas S.A. tem como atividade preponderante a cultura de cana-deaçúcar, cuja produção é vendida, integralmente e em condições normais de mercado, às empresas do grupo que exercem a atividade industrial. Agropecuária Virgolino de Oliveira S.A. A Agropecuária Virgolino de Oliveira S.A. tem como atividade preponderante a cultura de canade-açúcar, cuja produção é destinada, integralmente e em condições normais de mercado, às empresas do grupo que exercem a atividade industrial. Atualmente, exerce a parceria de 100% (cem por cento) de suas terras para a Companhia Açucareira Virgolino de Oliveira S.A. A Açucareira Virgolino de Oliveira S.A. tem como objeto principal a fabricação e o comércio de açúcar, etanol e demais derivados de cana-de-açúcar; geração e comercialização de energia elétrica a partir do bagaço da cana-de-açúcar e operações de compras e vendas no mercado externo como importadora e/ou exportadora. A cana-de-açúcar utilizada na fabricação dos produtos é oriunda de lavouras da Agropecuária Terras Novas S.A., de fornecedores e acionistas adquiridas em condições de mercado. A Açucareira Virgolino de Oliveira S.A. é associada à Cooperativa de Produtores de Cana, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo Ltda., cujo ato cooperado entre as partes implica na transferência, imediata e definitiva, da produção de açúcar e etanol nos estabelecimentos da Cooperativa, os quais se tornam patrimônios comuns e indivisíveis dos cooperados. O resultado da comercialização desses produtos, nos mercados interno e externo, é rateado para cada cooperado conforme estabelecido no estatuto da Cooperativa. 12

13 A cana-de-açúcar adquirida dos fornecedores é paga de acordo com os preços praticados no Regulamento dos Negócios de Compra e Venda de Cana-de-Açúcar no Estado de São Paulo, aprovado pelo Consecana - Conselho dos Produtores de Cana-de-Açúcar, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo, levando-se em conta, entre outros fatores, os preços de comercialização do açúcar e do etanol. Virgolino de Oliveira Finance S.A. A Virgolino de Oliveira Finance S.A. foi constituída em 23 de outubro de 2010 com a finalidade de estruturação organizacional estratégica. Em 28 de janeiro de 2011, emitiu US$300 milhões de notas na Reg 144a. As notas são garantidas pela Agropecuária Nossa Senhora do Carmos S.A. e suas subsidiárias (Virgolino de Oliveira S.A. Açúcar e Álcool, Açucareira Virgolino de Oliveira S.A. e Agropecuária Terras Novas S.A.). Essa empresa é controlada direta da Virgolino de Oliveira S.A Açúcar e Álcool. Os investimentos em empresas controladas estão contabilizados pelo método da equivalência patrimonial. Apresentamos, a seguir, a reconciliação entre as demonstrações financeiras da controladora e as consolidadas: 13

14 Lucro (prejuízo) líquido para o período findo em 30 de abril de : Patrimônio líquido: Na controladora Lucros não realizados (20) (348) (20) (348) Ativo diferido (20.626) (24.914) Participação dos acionistas não controladores No consolidado Base de preparação a) Declaração de conformidade (com relação às normas do CPC) As demonstrações financeiras individuais da controladora e consolidadas foram elaboradas de acordo com as normas emitidas pelo CPC. A emissão das demonstrações financeiras individuais e consolidadas foi autorizada pela Administração em 30 de agosto de 2011 b) Base de mensuração As demonstrações financeiras individuais e consolidadas foram preparadas com base no custo histórico com exceção dos seguintes itens materiais reconhecidos nos balanços patrimoniais: Os instrumentos financeiros derivativos mensurados pelo valor justo; e Os ativos biológicos mensurados pelo valor justo deduzidos das despesas com vendas. 14

15 c) Moeda funcional e moeda de apresentação Essas demonstrações financeiras consolidadas são apresentadas em Real, que é a moeda funcional das Companhias consolidadas. Todas as informações financeiras apresentadas em Real foram arredondadas para o valor mais próximo, exceto quando indicado de outra forma. d) Uso de estimativas e julgamentos A preparação das demonstrações financeiras de acordo com as normas CPC exigem que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistos de uma maneira contínua. Revisões com relação às estimativas contábeis são reconhecidas no período em que as estimativas são revisadas e em quaisquer períodos futuros afetados. As informações referentes ao uso de estimativas e julgamentos adotados e que apresentam efeitos sobre os valores reconhecidos nas demonstrações financeiras do Grupo estão incluídas nas seguintes notas explicativas: Nota 17 Imobilizado Nota 21 Provisão para contingências 15

16 As informações sobre incertezas sobre premissas e estimativas que possuam um risco significativo de resultar em um ajuste material dentro do próximo exercício financeiro estão incluídas nas seguintes notas explicativas: Nota 14 Imposto de renda e contribuição social diferidos; Nota 21 Provisão para contingências. 4. Principais políticas contábeis As políticas contábeis descritas em detalhes abaixo têm sido aplicadas de maneira consistente a todos os períodos apresentados nessas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e na preparação do balanço patrimonial de 30 de abril de As políticas contábeis têm sido aplicadas de maneira consistente pelas entidades do Grupo. a) Base de consolidação i) Controladas As demonstrações financeiras de controladas são incluídas nas demonstrações financeiras consolidadas a partir da data em que o controle se inicia, até a data em que o controle deixa de existir. As políticas contábeis de controladas estão alinhadas com as políticas adotadas pelo Grupo. Nas demonstrações financeiras individuais da controladora as informações financeiras de controladas, assim como as coligadas, são reconhecidas através do método de equivalência patrimonial. 16

17 ii) Investimentos em coligadas As coligadas são aquelas entidades nas quais a Companhia, direta ou indiretamente, tenha influência significativa, mas não controle, sobre as políticas financeiras e operacionais. A influência significativa supostamente ocorre quando, direta ou indiretamente, se cumpra um ou mais itens do dispositivo no CPC 18. Os investimentos em coligadas são contabilizados por meio do método de equivalência patrimonial e são reconhecidos inicialmente pelo custo. iii) Transações eliminadas na consolidação Saldos e transações intragrupo, e quaisquer receitas ou despesas derivadas de transações intragrupo, são eliminados na preparação das demonstrações financeiras consolidadas. Ganhos não realizados oriundos de transações com companhias investidas registrado por equivalência patrimonial são eliminados contra o investimento na proporção da participação do Grupo na Companhia investida. Prejuízos não realizados são eliminados da mesma maneira como são eliminados os ganhos não realizados, mas somente até o ponto em que não haja evidência de perda por redução ao valor recuperável. Foram eliminados também os saldos de ativo diferido. 17

18 b) Moeda estrangeira i) Transações em moeda estrangeira Transações em moeda estrangeira são convertidas para as respectivas moedas funcionais das entidades do Grupo pelas taxas de câmbio nas datas das transações. Ativos e passivos monetários denominados e apurados em moedas estrangeiras na data de apresentação são reconvertidas para a moeda funcional à taxa de câmbio apurada naquela data. O ganho ou perda cambial em itens monetários é a diferença entre o custo amortizado da moeda funcional no começo do período, ajustado por juros e pagamentos efetivos durante o período, e o custo amortizado em moeda estrangeira à taxa de câmbio no final do período de apresentação. Ativos e passivos não monetários denominados em moedas estrangeiras que são mensurados pelo valor justo são reconvertidos para a moeda funcional à taxa de câmbio na data em que o valor justo foi apurado. As diferenças de moedas estrangeiras resultantes na reconversão são reconhecidas no resultado, com exceção das diferenças resultantes na reconversão de instrumentos financeiros disponíveis para venda, passivo financeiro designado como proteção (hedge) do investimento líquido em uma operação no exterior (veja (iii) abaixo), ou uma proteção (hedge) de fluxos de caixa que se qualifica, os quais são reconhecidos em outros resultados abrangentes. Itens não monetários que sejam medidos em termos de custos históricos em moeda estrangeira são convertidos pela taxa de câmbio apurada na data da transação. ii) Operações no exterior Os ativos e passivos de operações no exterior são convertidos para Real (moeda funcional) às taxas de câmbio apuradas na data de apresentação. As receitas e despesas de operações no exterior, excluindo as operações em economias hiperinflacionárias, são convertidas em Real (moeda funcional) às taxas de câmbio apuradas nas datas das transações. As diferenças de moedas estrangeiras são reconhecidas em outros resultados abrangentes, e apresentadas no patrimônio líquido. Ganhos ou perdas cambiais resultantes de item monetário a receber de, ou a pagar a uma operação no exterior, cuja liquidação não tenha sido nem planejada nem tenha probabilidade de ocorrer no futuro previsível e cuja essência seja considerada como fazendo parte do investimento líquido na operação no exterior, são reconhecidos em outros resultados abrangentes. Estas variações cambias são reconhecidas em lucros ou prejuízos nas demonstrações financeiras individuais da controladora ou da subsidiária. 18

19 iii) Hedge (proteção) de investimento líquido em operação estrangeira O Grupo não utiliza instrumentos de proteção de (hedge) para diferenças de moedas estrangeiras oriundos entre a moeda funcional da operação no exterior e a moeda funcional da controladora (Real), independentemente se o investimento líquido ser mantido diretamente ou através de uma controladora intermediária. c) Instrumentos financeiros i) Ativos financeiros não derivativos O Grupo reconhece os empréstimos e recebíveis e depósitos inicialmente na data em que foram originados. Todos os outros ativos financeiros (incluindo os ativos designados pelo valor justo por meio do resultado) são reconhecidos inicialmente na data da negociação na qual se torna uma das partes das disposições contratuais do instrumento. O Grupo desreconhece um ativo financeiro quando os direitos contratuais aos fluxos de caixa do ativo expiram, ou quando o Grupo transfere os direitos ao recebimento dos fluxos de caixa contratuais sobre um ativo financeiro em uma transação no qual essencialmente todos os riscos e benefícios da titularidade do ativo financeiro são transferidos. Eventual participação que seja criada ou retida pelo Grupo nos ativos financeiros são reconhecidas como um ativo ou passivo individual. Os ativos ou passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no balanço patrimonial quando, somente quando, o Grupo tem o direito legal de compensar os valores e tenham a intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. O Grupo têm os seguintes ativos financeiros não derivativos: ativos financeiros registrados pelo valor justo por meio do resultado e empréstimos e recebíveis. O Grupo, quando toma parte de instrumentos financeiros, classifica esses instrumentos conforme descrito. 19

20 Ativos financeiros registrados pelo valor justo por meio do resultado Um ativo financeiro é classificado pelo valor justo por meio do resultado caso seja classificado como mantido para negociação e seja designado como tal no momento do reconhecimento inicial. Os custos da transação, após o reconhecimento inicial, são reconhecidos no resultado como incorridos. Ativos financeiros registrados pelo valor justo por meio do resultado são medidos pelo valor justo e mudanças no valor justo desses ativos são reconhecidas no resultado do exercício. Ativos financeiros disponíveis para venda Ativos financeiros disponíveis para venda são ativos financeiros não derivativos que são designados como disponíveis para venda ou não são classificados em nenhuma das categorias anteriores. Os investimentos do Grupo em títulos patrimoniais e determinados títulos de dívida são classificados como ativos financeiros disponíveis para venda. Após o reconhecimento inicial, eles são medidos pelo valor justo e as mudanças, que não sejam perdas por redução ao valor e diferenças de moedas estrangeiras sobre instrumentos de dívida disponíveis para venda, são reconhecidas em outros resultados abrangentes e apresentadas dentro do patrimônio líquido. Quando um investimento é baixado, o resultado acumulado em outros resultados abrangentes é transferido para o resultado. Empréstimos e recebíveis Empréstimos e recebíveis são ativos financeiros com pagamentos fixos ou calculáveis que não são cotados no mercado ativo. Tais ativos são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, os empréstimos e recebíveis são medidos pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos, decrescidos de qualquer perda por redução ao valor recuperável. Os empréstimos e recebíveis abrangem clientes e outros créditos. 20

21 ii) Passivos financeiros não derivativos O Grupo reconhece títulos de dívida emitidos e passivos subordinados inicialmente na data em que são originados. Todos os outros passivos financeiros (incluindo passivos designados pelo valor justo registrado no resultado) são reconhecidos inicialmente na data de negociação na qual o Grupo se torna uma parte das disposições contratuais do instrumento. O Grupo baixa um passivo financeiro quando tem suas obrigações contratuais retirada, cancelada ou vencida. Os ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido é apresentado no balanço patrimonial quando, e somente quando, o Grupo tenha o direito legal de compensar os valores e tenha a intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e quitar o passivo simultaneamente. O Grupo tem os seguintes passivos financeiros não derivativos: empréstimos, financiamentos, fornecedores e outras contas a pagar. Tais passivos financeiros são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, esses passivos financeiros são medidos pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos. iii) Instrumentos financeiros derivativos Derivativos são reconhecidos inicialmente pelo valor justo; custos de transação atribuíveis são reconhecidos no resultado como incorridos. Após o reconhecimento inicial, os derivativos são mensurados pelo valor justo, e as variações no valor justo são registradas como descritas abaixo. d) Imobilizado i) Reconhecimento e mensuração Itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção, deduzido de depreciação acumulada e perdas de redução ao valor recuperável (impairment) acumuladas. O custo de determinados itens do imobilizado foi apurado por referência à reavaliação anteriormente efetuada conforme práticas contábeis adotadas no Brasil antes da adoção dos CPCs. O Grupo optou por reavaliar os ativos imobilizados pelo custo atribuído (deemed cost) na data de abertura do exercício de Os efeitos do custo atribuído aumentaram o ativo imobilizado 21

22 tendo como contrapartida o patrimônio líquido, líquido dos efeitos fiscais (veja nota explicativa17). Embora a adoção do valor justo como custo atribuído e do consequente aumento na despesa de depreciação nos exercícios futuros a Companhia não alterará sua política de dividendos. O custo inclui gastos que são diretamente atribuível a aquisição de um ativo. O custo de ativos construídos pela própria entidade inclui o custo de materiais e mão de obra direta, quaisquer outros custos para colocar o ativo no local e condição necessários para que esses sejam capazes de operar da forma pretendida pela administração, os custos de desmontagem e de restauração do local onde estes ativos estão localizados, e custos de empréstimos sobre ativos qualificáveis para os quais a data de início para a capitalização seja 1º de janeiro de 2009 ou data posterior a esta. O software comprado que seja parte integrante da funcionalidade de um equipamento é capitalizado como parte daquele equipamento. Quando partes de um item do imobilizado têm diferentes vidas úteis, elas são registradas como itens individuais (componentes principais) de imobilizado. Ganhos e perdas na alienação de um item do imobilizado são apurados pela comparação entre os recursos advindos da alienação com o valor contábil do imobilizado e são reconhecidos líquidos dentro de outras receitas no resultado. ii) Custos subsequentes O custo de reposição de um componente do imobilizado é reconhecido no valor contábil do item caso seja provável que os benefícios econômicos incorporados dentro do componente irão fluir para o Grupo e que o seu custo pode ser medido de forma confiável. O valor contábil do componente que tenha sido reposto por outro é baixado. Os custos de manutenção no dia-a-dia do imobilizado são reconhecidos no resultado conforme incorridos. 22

23 iii) Depreciação A depreciação é calculada sobre o valor depreciável, que é o custo de um ativo, ou outro valor substituto do custo, deduzido do valor residual. A depreciação é reconhecida no resultado baseando-se no método linear com relação às vidas úteis estimadas de cada parte de um item do imobilizado, já que esse método é o que mais perto reflete o padrão de consumo de benefícios econômicos futuros incorporados no ativo. Terrenos não são depreciados. As vidas úteis estimadas para os exercícios correntes e comparativos são as seguintes: abril/11 abril/10 Edifícios 36 anos 37 anos Máquinas e equipamentos industriais 12 anos 13 anos Máquinas e implementos agrícolas 5 anos 6 anos Veículos e equipamentos 5 anos 6 anos Outros componentes 7 anos 8 anos Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais serão revistos a cada encerramento de exercício financeiro e eventuais ajustes são reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. e) Ativos biológicos Os ativos biológicos são mensurados pelo valor justo, deduzidos das despesas de venda. Alterações no valor justo menos despesas de venda são reconhecidos no resultado. Custos de venda incluem todos os custos que seriam necessários para vender os ativos. 23

24 f) Ativos arrendados Os arrendamentos em cujos termos o Grupo assume os riscos e benefícios inerentes a propriedade são classificados como arredamentos financeiros. No reconhecimento inicial o ativo arrendado é medido pelo valor igual ao menor valor entre o seu valor justo e o valor presente dos pagamentos mínimos do arrendamento mercantil. Após o reconhecimento inicial, o ativo é registrado de acordo com a política contábil aplicável ao ativo. Os outros arrendamentos mercantis são arrendamentos operacionais e, exceto por propriedade para investimento, os ativos arrendados não são reconhecidos no balanço patrimonial do Grupo. A propriedade para investimento mantida sob um arrendamento operacional é reconhecida no balanço patrimonial do Grupo pelo seu valor justo. g) Estoques Os estoques são mensurados pelo menor valor entre o custo e o valor realizável líquido. O custo dos estoques é baseado no princípio do custo médio e inclui gastos incorridos na aquisição de estoques, custos de produção e transformação e outros custos incorridos em trazê-los às suas localizações e condições existentes. No caso dos estoques manufaturados e produtos em elaboração, o custo inclui uma parcela dos custos gerais de fabricação baseado na capacidade operacional normal. O custo também pode incluir transferências de outros resultados abrangentes de qualquer ganho ou perda nos hedges de fluxos de caixa de contas a pagar de compra de materiais em moeda estrangeira de estoques. O valor realizável líquido é o preço estimado de venda no curso normal dos negócios, deduzido dos custos estimados de conclusão e despesas de vendas. O custo da cana-de-açúcar transferido dos ativos biológicos é seu valor justo menos as despesas de venda apurados na data do corte. 24

25 h) Redução ao valor recuperável (impairment) i) Ativos financeiros (incluindo recebíveis) Um ativo financeiro não mensurado pelo valor justo por meio do resultado é avaliado a cada data de apresentação para apurar se há evidência objetiva de que tenha ocorrido perda no seu valor recuperável. Um ativo tem perda no seu valor recuperável se uma evidência objetiva indica que um evento de perda ocorreu após o reconhecimento inicial do ativo e que aquele evento de perda teve um efeito negativo nos fluxos de caixa futuros projetados que podem ser estimados de uma maneira confiável. A evidência objetiva de que os ativos financeiros (incluindo títulos patrimoniais) perderam valor pode incluir o não-pagamento ou atraso no pagamento por parte do devedor, a reestruturação do valor devido ao Grupo sobre condições de que o Grupo não consideraria em outras transações, indicações de que o devedor ou emissor entrará em processo de falência ou o desaparecimento de um mercado ativo para um título. Além disso, para um instrumento patrimonial, um declínio significativo ou prolongado em seu valor justo abaixo do seu custo é evidência objetiva de perda por redução ao valor recuperável. O Grupo considera evidência de perda de valor para recebíveis e títulos de investimentos mantidos até o vencimento tanto no nível individualizado como no nível coletivo. Todos os recebíveis e títulos de investimento mantidos até o vencimento individualmente significativos são avaliados quanto à perda de valor específico. Todos os recebíveis e títulos de investimentos mantidos até o vencimento individualmente significativos identificados como não tendo sofrido perda de valor individualmente são então avaliados coletivamente quanto a qualquer perda de valor que tenha ocorrido, mas não tenha sido ainda identificada. Recebíveis e investimentos mantidos até o vencimento que não são individualmente importantes são avaliados coletivamente quanto à perda de valor por agrupamento conjunto desses títulos com características de risco similares. Ao avaliar a perda de valor recuperável de forma coletiva o Grupo utiliza tendências históricas da probabilidade de inadimplência, do prazo de recuperação e dos valores de perda incorridos, ajustados para refletir o julgamento da administração quanto às premissas se as condições econômicas e de crédito atuais são tais que as perdas reais provavelmente serão maiores ou menores que as sugeridas pelas tendências históricas. Uma redução do valor recuperável com relação a um ativo financeiro medido pelo custo amortizado é calculada como a diferença entre o valor contábil e o valor presente dos futuros 25

26 fluxos de caixa estimados descontados à taxa de juros efetiva original do ativo. As perdas são reconhecidas no resultado e refletidas em uma conta de provisão contra recebíveis. Os juros sobre o ativo que perdeu valor continuam sendo reconhecidos através da reversão do desconto. Quando um evento subsequente indica reversão da perda de valor, a diminuição na perda de valor é revertida e registrada no resultado. Perdas de valor (redução ao valor recuperável) nos ativos financeiros disponíveis para venda são reconhecidas pela reclassificação da perda cumulativa que foi reconhecida em outros resultados abrangentes no patrimônio líquido para o resultado. A perda cumulativa que é reclassificada de outros resultados abrangentes para o resultado é a diferença entre o custo de aquisição, líquido de qualquer reembolso e amortização de principal, e o valor justo atual, decrescido de qualquer redução por perda de valor recuperável previamente reconhecida no resultado. As mudanças nas provisões de perdas por redução ao valor recuperável atribuíveis ao método do juros efetivos são refletidas como um componente de receitas financeiras. ii) Ativos não financeiros Os valores contábeis dos ativos não financeiros do Grupo, que não os ativos biológicos, propriedade para investimento, estoques e imposto de renda e contribuição social diferidos, são revistos a cada data de apresentação para apurar se há indicação de perda no valor recuperável. Caso ocorra tal indicação, então o valor recuperável do ativo é determinado. No caso de ágio e ativos intangíveis com vida útil indefinida ou ativos intangíveis em desenvolvimento que ainda não estejam disponíveis para uso, o valor recuperável é estimado todo ano na mesma época. 26

27 O valor recuperável de um ativo ou unidade geradora de caixa é o maior entre o valor em uso e o valor justo menos despesas de venda. Ao avaliar o valor em uso, os fluxos de caixa futuros estimados são descontados aos seus valores presentes através da taxa de desconto antes de impostos que reflita as condições vigentes de mercado quanto ao período de recuperabilidade do capital e os riscos específicos do ativo. Para a finalidade de testar o valor recuperável, os ativos que não podem ser testados individualmente são agrupados juntos no menor grupo de ativos que gera entrada de caixa de uso contínuo que são em grande parte independentes dos fluxos de caixa de outros ativos ou grupos de ativos (a unidade geradora de caixa ou UGC ). Para fins do teste do valor recuperável do ágio, o montante do ágio apurado em uma combinação de negócios é alocado à UGC ou ao grupo de UGCs para o qual o benefício das sinergias da combinação é esperado. Essa alocação reflete o menor nível no qual o ágio é monitorado para fins internos e não é maior que um segmento operacional determinado de acordo com o CPC 22. Os ativos corporativos do Grupo não geram entradas de caixa individualmente. Caso haja a indicação de que um ativo corporativo demonstre uma redução no valor recuperável, então o valor recuperável é alocado para à CGU ou grupo de CGUs a qual o ativo corporativo pertence numa base razoável e consistente. Uma perda por redução ao valor recuperável é reconhecida caso o valor contábil de um ativo ou sua UGC exceda seu valor recuperável estimado. Perdas de valor são reconhecidas no resultado. Perdas no valor recuperável relacionadas às UGCs são alocadas inicialmente para reduzir o valor contábil de qualquer ágio alocado às UGCs, e então, se ainda houve perda remanescente, para reduzir o valor contábil dos outros ativos dentro da UGC ou grupo de UGCs em uma base pro rata. Uma perda por redução ao valor recuperável relacionada a ágio não é revertida. Quanto a outros ativos, as perdas de valor recuperável reconhecidas em exercícios anteriores são avaliadas a cada data de apresentação para quaisquer indicações de que a perda tenha aumentado, diminuído ou não mais exista. Uma perda de valor é revertida caso tenha havido uma mudança nas estimativas usadas para determinar o valor recuperável. Uma perda por redução ao valor recuperável é revertida somente na condição em que o valor contábil do ativo não exceda o valor contábil que teria sido apurado, líquido de depreciação ou amortização, caso a perda de valor não tivesse sido reconhecida. 27

28 i) Receita operacional As receitas de vendas de açúcar e etanol auferidas pela Cooperativa de Produtores de Cana-de- Açúcar, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo são apropriadas ao resultado do exercício com base em rateio, definido de acordo com a produção da Companhia em relação às demais cooperadas, em conformidade com o disposto no Parecer Normativo CST 66, n de 05 de setembro de j) Receitas financeiras e despesas financeiras As receitas financeiras abrangem receitas de juros sobre aplicações financeiras e variações no valor justo de ativos financeiros mensurados pelo valor justo por meio do resultado. A receita de juros é reconhecida no resultado, através do método dos juros efetivos. As distribuições recebidas de investidas registradas por equivalência patrimonial reduzem o valor do investimento. As despesas financeiras abrangem despesas com juros sobre empréstimos, líquidas do desconto a valor presente das provisões, variações no valor justo de ativos financeiros mensurados pelo valor justo por meio do resultado e perdas por redução ao valor recuperável (impairment) reconhecidas nos ativos financeiros. Os ganhos e perdas cambiais são reportados em uma base líquida. k) Imposto de renda e contribuição social O Imposto de Renda e a Contribuição Social do exercício corrente e diferido são calculados com base nas alíquotas de 15%, acrescidas do adicional de 10% sobre o lucro tributável excedente de R$ 240 para imposto de renda e 9% sobre o lucro tributável para contribuição social sobre o lucro líquido, e consideram a compensação de prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social, limitada a 30%(usinas) e 100%(agrícolas), do lucro real. A despesa com imposto de renda e contribuição social compreende os impostos de renda correntes e diferidos. O imposto corrente e o imposto diferido são reconhecidos no resultado a menos que estejam relacionados à combinação de negócios, ou itens diretamente reconhecidos no patrimônio líquido ou em outros resultados abrangentes. O imposto corrente é o imposto a pagar ou a receber esperado sobre o lucro ou prejuízo tributável do exercício, à taxas de impostos decretadas ou substantivamente decretadas na data de 28

29 apresentação das demonstrações financeiras e qualquer ajuste aos impostos a pagar com relação aos exercícios anteriores. O imposto diferido é reconhecido com relação às diferenças temporárias entre os valores contábeis de ativos e passivos para fins contábeis e os correspondentes valores usados para fins de tributação. O imposto diferido não é reconhecido para as seguintes diferenças temporárias: o reconhecimento inicial de ativos e passivos em uma transação que não seja combinação de negócios e que não afete nem a contabilidade tampouco o lucro ou prejuízo tributável, e diferenças relacionadas a investimentos em subsidiárias e entidades controladas quando seja provável que elas não revertam num futuro previsível. Além disso, imposto diferido não é reconhecido para diferenças temporárias tributáveis resultantes no reconhecimento inicial de ágio. O imposto diferido é mensurado pelas alíquotas que se espera serem aplicadas às diferenças temporárias quando elas revertem, baseando-se nas leis que foram decretadas ou substantivamente decretadas até a data de apresentação das demonstrações financeiras. Os ativos e passivos fiscais diferidos são compensados caso haja um direito legal de compensar passivos e ativos fiscais correntes e eles se relacionam a impostos de renda lançados pela mesma autoridade tributária sobre a mesma entidade sujeita à tributação. Um ativo de imposto de renda e contribuição social diferido é reconhecido por perdas fiscais, créditos fiscais e diferenças temporárias dedutíveis não utilizados quando é provável que lucros futuros sujeitos à tributação estarão disponíveis e contra os quais serão utilizados. Ativos de imposto de renda e contribuição social diferidos são revisados a cada data de relatório e serão reduzidos na medida em que sua realização não seja mais provável. l) Provisões Uma provisão é reconhecida, em função de um evento passado, se o Grupo tem uma obrigação legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, e é provável que um recurso econômico seja exigido para liquidar a obrigação. As provisões são apuradas através do desconto dos fluxos de caixa futuros esperados á uma taxa antes de impostos que reflete as avaliações atuais de mercado quanto ao valor do dinheiro no tempo e riscos específicos para o passivo. 5. Determinação do valor justo Diversas políticas e divulgações contábeis do Grupo exigem a determinação do valor justo, tanto para os ativos e passivos financeiros como para os não financeiros. Os valores justos têm sido 29

30 apurados para propósitos de mensuração e/ou divulgação baseados nos métodos abaixo. Quando aplicável, as informações adicionais sobre as premissas utilizadas na apuração dos valores justos são divulgadas nas notas específicas àquele ativo ou passivo. a) Ativos biológicos A metodologia adotada pelo Grupo, para satisfazer à exigência de cálculo nos ativos biológicos correspondentes as soqueiras, que geram várias colheitas e a cana-de-açúcar em pé, foi de acordo com método de fluxo de caixa futuro descontado. O fluxo de caixa futuro descontado é efetuado considerando premissas como preço da tonelada de cana-de-açúcar, produtividade, custos de corte, carregamento e transporte, custo dos tratos culturais, custos de parceria, custo de capital, impostos, entre outros. A taxa de desconto utilizada para descontar o fluxo de caixa ao valor presente é calculada com base no Custo Médio Ponderado de Capital WACC. b) Contas a receber de clientes O valor justo de contas a receber e outros créditos é estimado como o valor presente de fluxos de caixa futuros, descontado pela taxa de juros de mercado apurado na data de apresentação das demonstrações financeiras. c) Empréstimos e financiamentos O valor justo, que é determinado para fins de divulgação, é calculado baseando-se no valor presente do principal e fluxos de caixa futuros, descontados pela taxa de mercado dos juros apurados na data de apresentação das demonstrações financeiras. 30

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