SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL. Indústria da Panificação

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1 SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Indústria da Panificação

2 PROGRAMAÇÃO: Palestra Segurança Geral - SESI - Segurança do Trabalho; - Riscos Ambientais e Acidentes do Trabalho; - PPRA/PCMSO; - Normas regulamentadoras; - SESMT e CIPA;; - Segurança nos serviços em eletricidade; - Segurança no trabalho em Máquinas; - Condições sanitárias e conforto nos locais de trabalho; - Sinalização de segurança.

3 PROGRAMAÇÃO: Palestra Sobre Ergonomia - SESI Palestra NR-12 - SENAI Problemas mais comuns encontrados e o que fazer para adequação as normas NR12 (máquinas e equipamentos)

4 SEGURANÇA DO TRABALHO? Providenciar EPI para os empregados? Treinar o trabalhador em segurança? É montar uma CIPA? Fazer um projeto de combate a incêndio? Adequar as máquinas na norma 12?

5 SEGURANÇA DO TRABALHO É um conjunto de medidas que são adotadas visando evitar: Acidentes de trabalho, Doenças ocupacionais,

6 ACIDENTE DO TRABALHO Acidente do Trabalho é aquele que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause perda, redução permanente ou temporária da capacidade para o trabalho ou até a morte. Art. 19 da CLT (Lei 8213/91)

7 ACIDENTE DO TRABALHO ACIDENTE TÍPICO ACIDENTE DE TRAJETO ACIDENTE SEM AFASTAMENTO ACIDENTE COM AFASTAMENTO Até 15 dias Acima de 15 dias

8 CAT Comunicação de Acidentes de Trabalho O acidente do trabalho e a doença profissional devem ser comunicados ao INSS através da CAT por meio eletrônico (disponível no site Nos casos de acidente do trabalho, tal comunicação deve realizar-se nas primeiras 24 horas de sua ocorrência, e em caso de morte deverá ser feita imediatamente à autoridade competente. Nos acidentes de trajeto ou a serviço externo da empresa, a abertura da CAT deve ser efetuada pelo trabalhador, e, quando este estiver impossibilitado, por qualquer pessoa que acompanhou o ocorrido.

9 NR- Normas Regulamentadores As NR s foram aprovadas pela Portaria N , em 08 de junho de 1978.

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11 SESMT SERVIÇO ESPECIALIZADO EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA E EM MEDICINA DO TRABALHO (NR-04)

12 Quais profissionais constituem o SESMT : Engenheiro de Segurança do Trabalho; Técnico de Segurança do Trabalho; Técnicos de Enfermagem do trabalho; Enfermeiros do Trabalho; Médicos do trabalho.

13 SESMT Todas as empresas privadas e públicas, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, manterão, obrigatoriamente o SESMT, com a finalidade de promover a saúde e proteger a integridade do trabalhador no local de trabalho. O dimensionamento dos SESMT vincula-se à gradação do risco da atividade principal e ao número total de empregados do estabelecimento, constantes dos Quadros I e II, anexos, Classificação Nacional de Atividades Econômicas / CNAE

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15 CIPA COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES (NR-05) A CIPA é composta de representantes dos empregados e do empregador, e tem como finalidade ajudar na prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho.

16 Composição da CIPA - indústria da Panificação: Grupo (C-2) Panificação e Similares CNAE: A empresa não se enquadrar no quadro, ficará obrigada a manter um DESIGNADO para cumprimento dos objetivos de que trata esta norma. Classificação Nacional de Atividades Econômicas / CNAE

17 Atribuições da CIPA A elaboração do mapa de risco Elaborar plano de trabalho para ações preventivas visando a solução dos problemas em SST; Avaliar em todas as reuniões se as metas foram cumpridas; Colaborar no desenvolvimento e implementação do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), do Programa de Controle Médico da Saúde Ocupacional (PCMSO) e de outros programas; Divulgar e promover o cumprimento da legislação e acordos coletivos vigentes relativos à SST; Participar da Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT) e de campanhas de promoção da saúde e de prevenção de acidentes e doenças ocupacionais

18 Condições Sanitárias e conforto NR Em todos os estabelecimentos industriais e naqueles em que a atividade exija troca de roupas ou seja imposto o uso de uniforme ou guarda-pó, haverá local apropriado para vestiário dotado de armários individuais, observada a separação de sexos. Os banheiros e vestiários devem ser separados por sexo, localizados em áreas isoladas sem comunicação direta com os locais de trabalho ou com os destinados às refeições.

19 É necessário que os revestimentos de pisos e paredes sejam de materiais impermeáveis, laváveis, mantidos em boas condições de limpeza e abastecidos com materiais para higiene pessoal como sabonete, papel higiênico e papel toalha. Os trabalhadores que necessitem trocar de roupas devem possuir armário de uso individual. Esses armários devem ser de compartimentos duplos de forma que as roupas de uso comum permaneçam isoladas e separadas das roupas de trabalho.

20 24.3 Refeitórios. Nas empresas em que trabalhem mais de 30 (trinta) até 300 (trezentos) empregados, embora não seja exigido o refeitório, deverão ser asseguradas aos trabalhadores condições suficientes de conforto para a ocasião das refeições. deverão preencher os seguintes requisitos mínimos: a) local adequado, fora da área de trabalho; b) piso lavável; c) limpeza, arejamento e boa iluminação;

21 Refeitórios. d) mesas e assentos em número correspondente ao de usuários; e) lavatórios e pias instalados nas proximidades ou no próprio local; f) fornecimento de água potável aos empregados; g) estufa, fogão ou similar, para aquecer as refeições.

22 Refeitórios. Nos estabelecimentos em que trabalhem 30 (trinta) ou menos trabalhadores, poderão, a critério da autoridade competente, em matéria de Segurança e Medicina do Trabalho, ser permitidas às refeições nos locais de trabalho, com as condições seguintes: limpeza, arejamento, iluminação e fornecimento de água potável.

23 SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE

24 SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS COM ELETRICIDADE

25 SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS COM ELETRICIDADE

26 Instalações e dispositivos elétricos Deverá ser realizada por um profissional Qualificado

27 Aterramento O principal objetivo do sistema de aterramento é desviar a corrente elétrica ou descarga elétricas para a terra.

28 Equipamento aterrado

29 Sinalização de Segurança Quadro de força Sinalizar as tomadas da rede

30 EPI EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (NR-06)

31 Equipamento de proteção Individual OBRIGAÇÃO DO EMPREGADOR Adquirir o tipo adequado para a atividade a desenvolvida pelo empregado. Treinar o trabalhador sobre seu uso adequado. Tornar obrigatório seu uso. Substituí-lo quando danificado ou extraviado. Fornecer EPI somente com Certificado de Aprovação C.A. do MTE.

32 Equipamento de proteção Individual É OBRIGAÇÃO DO EMPREGADO Usá-lo apenas para a finalidade que se destina. Responsabilizar-se por sua guarda e conservação. Comunicar qualquer alteração que o torne impróprio para o uso.

33 Riscos Ambientais

34 Riscos Ambientais São considerados riscos ambientais: Agentes Físicos Agentes Químicos Agentes Biológicos Riscos Ergonômicos Riscos de Acidentes

35 São substâncias químicas que se encontram nas formas líquida, sólida e gasosa que quando absorvidos pelo organismo e podem produzir reações tóxicas e danos á saúde. Há três vias de penetração no organismo: Via respiratória Via cutânea Via digestiva Riscos Químicos

36 São riscos que são gerados por máquinas, equipamentos e condições físicas características do local de trabalho, Ruídos Temperaturas extremas (Calor) Vibração Riscos Físicos

37 Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA NR-9

38 Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA O objetivo do PPRA é estabelecer um conjunto de ações visando eliminar ou neutralizar os riscos ambientais encontrados para preservar a saúde e a integridade física dos trabalhadores.

39 O PPRA é obrigatório para todas as empresas e instituições que admitam trabalhadores como empregados. Não importa, nesse caso, o grau de risco ou a quantidade de empregados.

40 O PPRA deverá Incluir as seguintes etapas: ANTECIPAÇÃO; Análise de Novos Projetos; Instalações; Produtos; Métodos ou processos de trabalho Modificação das instalações já existentes; RECONHECIMENTO; identificação, (Riscos Físicos, Químicos e Biológicos) localização fontes geradoras e meios de propagação; tipo de exposição; AVALIAÇÃO, MONITORAMENTO E CONTROLE DOS RISCO AMBIENTAIS

41 Produção - Forno Para a redução do calor e da temperatura ambiente, os fornos devem ser providos de sistema de exaustão (coifa). Preferencialmente, a tubulação da chaminé deve ser instalada na posição vertical, liberando gases, vapores e fumaças, acima da cobertura do telhado, para não afetar a saúde das pessoas tanto no interior da empresa como na área externa. Quando não for possível, pode ser instalada lateralmente, na posição horizontal, com a mesma recomendação anterior. Os trabalhadores que manuseiam objetos quentes, como por exemplo as fôrmas, devem utilizar luvas de segurança contra agentes térmicos

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43 SAÚDE OCUPACIONAL

44 Definições Saúde Ocupacional Segurança e Saúde Ocupacional Prevenir doenças e acidentes de trabalho Promover a segurança e saúde Possibilitar a melhoria da qualidade de vida no trabalho

45 PCMSO, ASO Definições PCMSO, normatizado pela NR-7 com as diretrizes de controle de Saúde Ocupacional de cada empresa. ASO, documento emitido obrigatoriamente após cada exame ocupacional realizado, identificando a aptidão ou inaptidão para a função a ser desempenhada pelo trabalhador. Vale reforçar a legalidade e obrigatoriedade do exame periódico previsto na NR-7, item da Portaria 3.214/78 ALÍNEA A.

46 Obrigatoriedade em Saúde Ocupacional PPRA ASO ATESTADO DE SAÚDE OCUPACIONAL PCMSO RELATÓRIO ANUAL DO PCMSO Exame admissional Exame periódico Exame de Retorno ao trabalho Exame de mudança de função Exame demissional

47 Benefícios de investir em SST Investir em SST pode gerar vários benefícios quando sua empresa esta sendo bem acompanhada: Redução do absenteísmo Redução dos Acidentes do Trabalho Redução de Doenças Ocupacionais Aumento da produtividade dos trabalhadores Permite que as empresas correspondam às expectativas dos clientes em matéria de SST Redução de gastos com autuações e ações indenizatórias

48 GLP- Gás liquefeito de petróleo É necessário delimitar a área de armazenamento de GLP permitindo boa ventilação. Protegido por telhado, contra os raios solares. Nessa área, devem ser instalados extintores de incêndio devidamente sinalizados e placas de PROIBIDO FUMAR e INFLAMÁVEL". Próximo do local da bateria de GLP não é permitido o acúmulo de caixas de papelão, madeira, plástico, lixo ou outro material.

49 CENTRAL DE GLP

50 Atenção! Em caso de manutenção da rede, nenhum botijão pode estar acoplado à ela, sob risco de acidente grave. De acordo com as normas técnicas, a tubulação deve ser obrigatoriamente pintada de amarelo.

51 Prevenção contra incêndio

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53 FOGO Reação química com desprendimento de luz e calor. X INCÊNDIO É uma ocorrência de fogo não controlado,

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57 CLASSES DE INCÊNDIO CLASSE A CLASSE B CLASSE D

58 PAPEL, BORRACHA, TECIDO, MADEIRA E PLÁSTICO. 1ª - QUEIMA NA SUPERFÍCIE E EM PROFUNDIDADE 2ª - QUEIMA DEIXANDO RESÍDUOS OU CINZAS

59 GASOLINA, OLEO, ACETONA, ÉTER, ÁLCOOL E GÁS DE COZINHA QUEIMA SOMENTE NA SUPERFÍCIE E NÃO QUEIMA EM PROFUNDIDADE.

60 COMPUTADORES, PAINEL ELÉTRICO, APARELHOS ELETRONICOS, ETC... MATERIAIS ELÉTRICOS ENERGIZADOS

61 TÉCNICAS DE COMBATE DO FOGO

62 ABAFAMENTO RETIRADA DO OXIGÊNIO DO AR

63 RESFRIAMENTO RETIRADA DO CALOR

64 Retirada do Combustível ISOLAMENTO

65 TIPOS DE EXTINTORES ÁGUA CO2 PQS

66 EXTINTOR DE ÁGUA RESFRIAMENTO CLASSE A

67 EXTINTOR DE CO 2 GAS CARBONICO ABAFAMENTO E RESFRIAMENTO CLASSE B CLASSE C

68 EXTINTOR DE PQS (PÓ QUÍMICO SECO) ABAFAMENTO CLASSE B CLASSE C Com Restrição

69 PÓ QUÍMICO ABC

70 INSPEÇÃO EM EXTINTORES DE INCÊNDIO Todo extintor deverá ter 1(uma) ficha de controle de inspeção Cada extintor deverá ser inspecionado visualmente a cada mês, examinando-se o seu aspecto externo, os lacres, e os manômetros, Cada extintor deverá ter uma etiqueta de identificação presa ao seu bojo, com data em que foi carregado, data para recarga e número de identificação.

71 Estas etiquetas são coladas junto ao corpo do extintor e nelas são marcada, pela empresa responsável a data da próxima manutenção e testes hidrostático

72 MANUTENÇÃO E INSPEÇÃO EM EXTINTORES Até 30/12/2012 AMARELO De 01/01/2013 a 30/12/2013 VERDE De 01/01/2014 a 30/12/2014 BRANCO De 01/01/2015 a 30/12/2015 AZUL De 01/01/2016 a 30/12/2016 PRETO De 01/01/2017 a 30/12/2017 LARANJADA De 01/01/2018 a 30/12/2018 PÚRPURA O anel só poderá ser colocado ou substituído com a desmontagem e consequente despressurização do extintor, o que irá ajudar em muito a evitar a conhecida prática da "flanelagem".

73 HIDRANTE INTERNO Instalado no interior de um abrigo: - mangueira; esguicho; chave; - apresente externamente a palavra incêndio; Os hidrantes internos só devem ser usados em combate a incêndio e em treinamentos. Devem ser testados a cada 06 meses.

74 Manejo dos Extintores de Incêndio (Água pressurizada) Levar o extintor ao local do fogo. Observar a direção do vento

75 Manejo dos Extintores de Incêndio (Água pressurizada) Retirar o pino de segurança

76 Manejo dos Extintores de Incêndio (Água pressurizada) Empunhar a mangueira

77 Manejo dos Extintores de Incêndio (Água pressurizada) Atacar o fogo dirigindo o jato para a base do fogo

78 Manejo dos Extintores de Incêndio (Dióxido de Carbono CO 2 ) Levar o extintor ao local do fogo. Observar a direção do vento

79 Manejo dos Extintores de Incêndio (Dióxido de Carbono CO 2 ) Retirar o pino de segurança

80 Manejo dos Extintores de Incêndio (Dióxido de Carbono CO 2 ) Retirar o difusor

81 Manejo dos Extintores de Incêndio (Dióxido de Carbono CO 2 ) Atacar o fogo dirigindo o jato para a base do fogo e movimentando o difusor

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84 NR-12 SEGURANÇA EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

85 NR-12 SEGURANÇA EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS A Portaria entrou em vigor na data da Publicação (24/12/2010), mas estabeleceu prazos diferenciados para determinados itens, prazos estes que vão de 12 a 66 meses (de um ano a cinco anos e meio) contados a partir da publicação desta norma. ANEXO VI - MÁQUINAS PARA PANIFICAÇÃO E CONFEITARIA.

86 II MÁQUINAS USADAS:

87 PRAZOS PARA CUMPRIMENTO DO ANEXO VI

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89 PRINCIPAIS ITENS NOTIFICADOS EM

90 NOTIFICAÇÕES Fonte: Sistema federal de inspeção do trabalho

91 NOTIFICAÇÕES Fonte: Sistema federal de inspeção do trabalho

92 NOTIFICAÇÕES Fonte: Sistema federal de inspeção do trabalho

93 NR-12 SEGURANÇA EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Objetivos principais: Trazer informações sobre boas práticas em segurança de máquinas, Nova geração de máquinas Concepção com segurança intrínseca da máquina, Adequação das máquinas existentes. Redução das assimetrias regionais quanto a proteção dos trabalhadores... Redução dos acidentes típicos... Prevenção de doenças...

94 Estimativas indicam que Máquinas e equipamentos participam com aproximadamente 50% do total de acidentes típicos... (Fonte Revista Proteção Nº 117, ).

95 NR 12: DEFINIÇÕES Zona perigosa: qualquer zona dentro ou ao redor de uma maquina ou equipamento, onde uma pessoa possa ficar exposta a risco de lesão ou dano a saúde.

96 Riscos de origem mecânica

97 Riscos em Sistemas Mecânicos O perigo mecânico gerado por partes, ou componentes da máquina, está condicionada principalmente pela: forma (arestas, rebarbas, partes pontiagudas); posição relativa (zonas de contato iminente); a massa e a velocidade (energia cinética); resistência mecânica a ruptura ou deformação, acumulação de energia, etc.

98 Há como controlar um Risco?

99 Neutralizando os riscos

100 Acesso impedido por todos os lados

101 As proteções projetadas não podem ocasionar riscos suplementares

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115 Inventário O empregador deve manter inventário atualizado das máquinas e equipamentos por: Tipo, Capacidade, Sistemas de segurança, Localização em planta baixa.

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118 Não há segurança e saúde no trabalho sem gestão, não há gestão sem informação!

119 José Roberto B da Silva Engº de Segurança do Trabalho Ana Luiza Carvalho Araujo Enfermeira do Trabalho

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