Unidade: INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA e de ÁGUA QUENTE. Unidade I:

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1 Unidade: INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA e de ÁGUA QUENTE Unidade I: 0

2 Unidade: Instalações Prediais De Água Fria E De Água Quente 1 - INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA Terminologia Abastecimento: é a obtenção e o fornecimento de água para uma edifica-ção; Água fria: trata-se da água que se encontra na temperatura resultante das condições do ambiente em que está inserida essa água; Água potável: é o tipo de água que atende ao padrão de potabilidade determinado pelo Ministério da Saúde, podendo portanto ser bebida por pessoas ou animais; Alimentador predial: é uma tubulação que liga a fonte de abastecimento local ao medidor de consumo de água da edificação (hidrômetro); Aparelho sanitário: é todo aparelho destinado ao uso da água ou ao recebimento de dejetos líquidos ou sólidos que se destinam a esgoto; Barrilete: é a tubulação que se inicia no reservatório superior e conduz a água até o início de cada uma das colunas de distribuição; Coluna de distribuição: é toda tubulação vertical que a partir do barrilete alimenta os ramais de distribuição; Diâmetro nominal: é o número que serve para designar o diâmetro de uma tubulação e corresponde às normas específicas de fabricação deste produto, portanto é estabelecido para cada material de tubulação; Duto: espaço reservado na edificação destinado a acomodar a passagem de tubulações podendo ser horizontal ou vertical; Fonte de abastecimento: é todo elemento gerador de água que possibilita a captação e o fornecimento para a instalação hidráulica predial; Hidrômetro: é o medidor de consumo de água da edificação; Instalação elevatória: é um sistema que possibilita o lançamento de água em sentido antigravitacional, possibilita o abastecimento de reservatórios elevados quando a pressão da água for insuficiente para atingir a entrada destes reservatórios; 1 A terminologia especificada da área está baseada a partir do trabalho do Professor Enedir Ghisi. Instalações prediais de Água Fria,

3 Ponto de utilização: é a extremidade final da rede de distribuição onde a água passa a ser considerada servida para o destino que lhe foi previamente estabelecido no projeto; Ramal: é a tubulação que a partir da coluna alimenta os sub -ramais de distribuição; Rede de distribuição: é todo o conjunto de tubulações constituído por captores, redes, barriletes, colunas, ramais, sub-ramais e pontos de utiliza-ção, destinados a conduzir a água acumulada em reservatórios até o seu consumo na edificação; Registro de fechamento: é um tipo de aparelho que, quando instalado na tubulação, tem a função de interromper totalmente a passagem da água; Sub-ramal: é a tubulação que a partir do ramal alimenta os pontos de utilização para o consumo de água; Tubulação de Extravasão: é a tubulação destinada a escoar o excesso de água em reservatórios quando o volume desta atingir o limite estabelecido, pelo projeto, para o reservatório; Tubulação de limpeza: é uma tubulação destinada a esvaziar o reservatório para permitir a sua limpeza e manutenção. 1.2 Abastecimento Denominamos abastecimento, em instalações hidráulicas, a tarefa de obter e fornecer para uma determinada construção civil água tratada e potável para consumo interno na edificação e água em condições de reuso, que não é um tipo de água potável porém apresenta condições de ser utilizada para diversas outras finalidades tais como rega de jardins, lavagem de pisos, lavagem de veículos e demais finalidades que não incluam a ingestão de água e higiene corporal por animais e humanos. Podemos iniciar o nosso projeto de instalações hidráulicas prediais de água fria abordando inicialmente a questão do abastecimento, ou seja, de que forma em nosso projeto trataremos da obtenção de água para utilização futura quando a edificação projetada estiver construída e liberada para seu uso. Este abastecimento, na edificação, pode ser feito de formas diferentes. O mais comum e tradicional é através do fornecimento denominado público que 2

4 geralmente é feito por parte de uma concessionária de serviços públicos para áreas urbanizadas. Cada município, em suas áreas urbanas, se compromete a fornecer sete tipos de serviços públicos e um destes sete serviços públicos é o fornecimen-to de água potável canalizada para cada lote urbano. (o fornecimento de água de reuso está sendo implantado gradativamente e apenas em alguns municípios este serviço já está sendo parcialmente ofertado). No sistema de fornecimento de água potável, ao longo da via pública de acessibilidade ao lote, em frente à testada deste passa uma rede pública de água canalizada, tratada e em condições que lhe permitem a potabilidade, ou seja, pode ser bebida por seres humanos e por animais sem risco de transmissão de doenças pelas bactérias ou pela contaminação desta água. Neste caso a ligação ao lote se faz através da construção de um ramal desta rede até a entrada do lote e este ramal é denominado ramal predial. Outra forma de abastecer uma edificação é pelo fornecimento denominado particular. Nesta forma através de uma fonte de água existente no lote, que pode ser uma mina d água, uma captação de águas pluviais, um poço até o lençol freático de águas superficiais ou um poço artesiano profundo, que acessa as águas de um lençol freático profundo, obtemos a água necessária em estado bruto porém temos que fazer esta água passar por um processo de tratamento local para a colocarmos em condição de consumo sem risco. Por último temos também condições de abastecer uma edificação por um sistema denominado misto. Neste sistema temos a incidência das duas formas anteriormente descritas para obtenção da água sendo que através da rede pública obtemos a água tratada para consumo da população da edificação para higiene e alimentação e a água captada de forma particular para emprego em irrigação, lavagens, produções industriais, reservas para combate a incêndios, abastecimento e manutenção de piscinas, etc. Este sistema com ênfase na racionalidade de uso, no racionamento do consumo, no reuso da água tem sido o indicado como a forma mais sustentável de abastecermos e utilizarmos uma edificação. Seja qual for o sistema adotado, quanto ao projeto, devemos dimensioná-lo para que a edificação fique sendo permanentemente abastecida e portanto nunca fique faltando água para a utilização nesta. 3

5 1.3 Dimensionamento do abastecimento O cálculo do volume de água para abastecimento se faz em função do consumo diário previsto para a edificação e este consumo é em função da quantidade de pessoas que vão ocupar esta edificação e da quantidade de serviços que consomem água que são previstos para essa edificação. Para este cálculo consultamos inicialmente algumas tabelas de recomen-dações que estabelecem parâmetros entre tipos de edificações e quantidade de pessoas. Em habitações recomenda-se que se considere para o cálculo da quantidade de pessoas uma relação que estabelece o número de duas pessoas para cada dormitório da edificação acrescida ainda de mais uma pessoa prevista como serviçal ou hóspede. Para prédios com atividades comerciais, de serviços ou públicas recomenda-se adotar taxas de ocupação conforme a tabela a seguir. Atividade Taxa de ocupação (m2 por pessoa) Escritórios 6 Bancos 5 Lojas 5 Bares e restaurantes 1,4 Auditórios 1 Uma vez determinada a população da edificação temos que multiplicar esta quantidade de pessoas pelo consumo pessoal previsto para cada uma. Este consumo predial previsto também depende de qual tipo de atividade esta pessoa terá dentro dessa edificação o que nos leva a consultar mais um tipo de tabela de recomendação. 4

6 Tipo de atividade Consumo previsto (litros por pessoa) Atividades domésticas 200 Atividades em escritórios 80 Escolas 50 Hospitais (pacientes internados) 250 Ambulatórios 25 Hotéis 200 Hospedarias 100 Restaurantes 25 Mercados 5 Auditórios 2 Indústrias (funcionários) 80 Para atividades não listadas adotam-se critérios por semelhança de ativida-de. Por exemplo: para auditórios temos como assemelhados: cinemas, teatros, anfiteatros, templos religiosos e demais locais de reunião onde se concentra um público que ouve ou assiste. 1.4 Reservatórios No mínimo podemos considerar que o volume de água reservado para consumo deve ser igual ao volume para atender a necessidade de água na edificação durante 24 horas, não incluindo nesta conta a necessidade de água para combate a incêndio. Ocorre que devido a deficiências no abastecimento público tem-se procurado aumentar este volume reservado de forma a garantir o abastecimento por um tempo maior que um único dia. Podemos, portanto, dimensionar o volume do reservatório para garantir o abastecimento por um período de dois ou até cinco dias desde que tenhamos condições financeiras para arcar com o aumento das despesas de constru-ção de reservatórios maiores. Numa edificação de porte muito pequeno podemos colocar todo o volume de água reservada num único reservatório elevado e deste distribuirmos a água para toda a edificação que está em baixo de forma que a 5

7 água desça pelo simples efeito de gravidade em função do desnível entre as alturas do ponto em que a água sai do reservatório e do ponto onde esta vai ser consumida. Porém quando o volume de água reservada necessária é muito grande fica muito dispendioso construirmos reservatórios elevados para grandes volumes de água. A solução para este problema, adotada na prática, é a construção de dois reservatórios: um de maior volume que fica enterrado no solo e outro de menor volume que fica elevado em relação a edificação. A proporção de volume sugerida entre eles é que o reservatório elevado tenha 40% do total de reserva e o reservatório enterrado tenha os outros 60% do total de reserva. Outra forma de se dividir o volume de reserva é construir um reservatório elevado que comporte o volume previsto de consumo de um dia e o reservatório enterrado comporte a reserva que foi adotada para os outros dias que como vimos podem ser para 1 a 4 dias (considerando-se que a do primeiro dia já se encontra no reservatório elevado). 1.5 Recalque e Conjunto Elevatório Denominamos canalização de recalque a rede de tubulações por onde a água sobe até o reservatório elevado para abastecê-lo. Denominamos conjunto elevatório o conjunto de equipamentos de bombea-mento necessário para produzir esse movimento de subida da água por ser um movimento não gravitacional e portanto um movimento não natural da água. Em edificações de pequeno porte (um ou dois pavimentos) a pressão da água que vem pelo fornecimento da rede pública geralmente já é suficiente para o recalque e portanto a água na tubulação de recalque com essa pressão incorporada consegue atingir o reservatório elevado sem necessida-de de instalação de um conjunto elevatório. Por outro lado em edificações de um porte maior (três ou mais pavimentos) a pressão incorporada da rede pública na canalização de recalque não é suficiente para que a água chegue até o reservatório elevado. 6

8 Neste caso torna-se necessário adotar a solução com dois reservatórios: o reservatório enterrado é alimentado diretamente com a pressão incorporada que já vem da rede pública e o reservatório elevado é alimentado através de um conjunto elevatório e uma tubulação de recalque. Nestes casos e para efeito de dimensionamento do conjunto elevatório adota-se uma capacidade de bombeamento que consiga produzir o enchimento do reservatório elevado num período entre 4 a 6 horas de funcionamento destes equipamentos. 1.6 Dimensionamento da tubulação de recalque e de sucção: Para o dimensionamento da tubulação de recalque é recomendada a utilização da fórmula de Forschheimmer cuja equação é: Dr = 1,3 Q 4 h/24 Onde: Dr é o diâmetro da tubulação de recalque em metros Q é a vazão de recalque em metros cúbicos por segundo é a raiz quadrada 4 é a raiz a quarta (raiz da raiz) h é o número de horas de funcionamento da moto-bomba (horas/dia) Obs.: Para dimensionamento da tubulação de sucção adota-se um diâmetro imediatamente superior ao diâmetro necessário para a tubulação de recal-que. 1.7 Sistema de distribuição Denominamos sistema de distribuição o conjunto de tubulações, conexões e aparelhos destinados a fornecer a água nos seus pontos de consumo numa edificação. Existem, na prática, quatro tipos de sistemas de distribuição: Sistema direto No sistema direto de distribuição a água obtida na rede pública de forneci-mento vai diretamente, através da rede de distribuição, até os pontos de consumo da edificação. Não existe neste sistema a reserva por meio de 7

9 reservatórios. Os inconvenientes deste sistema: um deles é que se o abastecimento público no local não for constante existirão momentos em que não haverá água nos pontos de consumo, outro inconveniente deste sistema é que a pressão na rede pública apresenta variações para maior ou para menor que a ideal o que acaba ocasionando problemas no funcionamento de equi-pamentos como, por exemplo, os chuveiros elétricos ou as válvulas de descarga dos sanitários, que neste sistema não conseguem operar Sistema indireto Neste tipo de sistema a água sempre provém de um ou mais reservatórios existentes na edificação. O sistema de distribuição indireto com bombea-mento é o mais comumente utilizado nas edificações de grande porte por estas necessitarem de reservatórios de grandes volumes Sistema misto Este tipo de sistema adota, na mesma edificação, as duas formas descritas anteriormente, ou seja, parte dos pontos de consumo é alimentada direta-mente sem passar por reservatórios de acumulação e parte é alimentada através de redes ligadas aos reservatórios. Geralmente os pontos conecta-dos diretamente são para usos secundários tais como torneiras para lavagem de pisos, de automóveis ou para rega de jardins Sistema hidropneumático É um tipo de sistema que dispensa os reservatórios e a água que vem da rede pública de abastecimento inicialmente por uma abertura entra num tanque metálico para pressurização desta e por outra abertura sai devidamente pressurizada de forma a conseguir atingir todos os pontos de consumo da edificação, portanto dispensando a construção de reservatórios. O inconveniente deste sistema é que o tanque de pressurização é de pequeno volume o que acarreta a necessidade de uma perfeita e constante fonte de alimentação de água já tratada. 8

10 1.8 Dimensionamento da rede de distribuição Qualquer que seja o sistema de distribuição adotado temos a necessidade de dimensioná-lo no projeto para garantir a suficiência de abastecimento nos pontos de consumo da edificação. Podemos optar por dois critérios para isso: Critério do consumo máximo possível: Este critério considera a possibilidade de utilização dos pontos de consumo todos ao mesmo tempo num determinado ramal da canalização. Isto geral-mente ocorre em locais onde o uso ocorre dessa forma como por exemplo nos vestiários de clubes ou de fábricas, onde todas as peças de fornecimento de água podem estar sendo utilizadas ao mesmo tempo em determinados horários. Isto implica no fato que para o dimensionamento das tubulações precisamos levar em consideração a soma total das vazões necessárias em cada ponto da instalação. O dimensionamento, neste caso é feito através do Método das Seções Equivalentes. Trata-se de um método onde os diâmetros de cada trecho das tubulações são dimensionados em função de suas equivalências em relação ao diâmetro de 15 mm (1/2 polegada). Para isso utilizamos duas tabelas: uma estabelece quais são os diâmetros mínimos necessários para a alimentação dos tipos de aparelhos e a outra tabela estabelece os diâmetros equivalentes para a aplicação desses critérios. 9

11 Tabela dos diâmetros mínimos Tipo de aparelho Diâmetro mínimo (mm) Aquecedor de baixa pressão 20 Aquecedor de alta pressão 15 Banheira 15 Bebedouro 15 Bidé 15 Chuveiro 15 Filtro de pressão 15 Lavatório 15 Máquina de lavar louça 20 Máquina de lavar roupa 20 Mictório auto-aspirante 25 Mictório de descarga contínua 15 Pia de cozinha 15 Pia de despejo 20 Tanque de lavar roupa 20 Torneira de jardim 20 Vaso sanitário com caixa de descarga 15 Vaso sanitário sem caixa de descarga 50 Tabela dos diâmetros equivalentes Diâmetro Número de equivalências ao ø15mm Mm Polegadas Nº 15 1/2 1,0 20 3/4 2, , /4 10, /2 17, , /2 65, , , ,0 10

12 1.8.2 Critério do consumo máximo provável Neste critério nos baseamos no fato da pouca probabilidade do uso simultâ-neo dos aparelhos, o que ocorre na maioria das edificações. Usando-se do critério de uma probabilidade menor de uso de uma quantidade maior de equipamentos podemos adotar um critério para o dimensionamento que res ulta mais econômico em relação ao critério anteriormente apresentado Isto se deve ao fato de podermos executar as instalações utilizando diâmetros menores nas canalizações o que resulta em custos menores em relação ao material que é utilizado nas canalizações. Os dimensionamentos, neste caso, podem ser feitos pelo Método da Soma dos Pesos. Trata-se de um método muito prático baseado nas probabilidades do uso simultâneo. Para o dimensionamento efetuamos o seguinte roteiro: 1 Verificar o peso relativo de cada aparelho existente no projeto utilizando a seguinte tabela: Tabela dos pesos relativos Aparelho Vazão de projeto Peso relativo Bacia sanitária com caixa de descarga 0,15 0,3 Bacia sanitária com válvula de descarga 1,70 32 Banheira 0,30 1,0 Bebedouro 0,10 0,1 Bidê 0,10 0,1 Chuveiro elétrico 0,10 0,1 Ducha 0,20 0,2 Lavadora de pratos 0,30 1,0 Lavadora de roupa 0,30 1,0 Lavatório 0,15 0,3 Mictório com válvula de descarga 0,50 2,8 Mictório com caixa de descarga 0,15 0,3 Pia com torneira de água fria 0,25 0,7 Pia com torneira elétrica 0,10 0,1 Tanque 0,25 0,7 Torneira de jardim 0,20 0,4 11

13 2 Somar os pesos relativos dos aparelhos alimentados em cada trec ho da tubulação; 3 Calcular a vazão em cada trecho da tubulação através da equação: Q = 0,3 P Ou obter a vazão através da utilização do ábaco conforme o ábaco a seguir: 4 Determinar o diâmetro de cada trecho da tubulação através do mesmo ábaco; 5 Verificar se a velocidade atende ao limite estabelecido por norma que neste caso é 3 m/s no máximo. Acima desta velocidade a água provocará um ruído decorrente da vibração das paredes da canalização provocado pelo escoamento da água. Como já se obteve a vazão e o diâmetro da tubulação a velocidade é calculada através da seguinte equação: 2 V = 4000 Q/(πD ) Onde: V é a velocidade da água em metros por segundo; Q é a vazão em litros por segundo e D é o diâmetro da tubulação em milímetros. 6 Verificar a perda de carga: Para tubos rugosos utilizar a equação: 5 1,88-4,88 J = 20,2 x 10 x Q x D Para tubos rugosos utilizar a equação: 5 1,75-4,75 J = 8,69 x 10 x Q x D Onde: J é a perda de carga unitária em metros de coluna de água por metro; Q é a vazão estimada na seção considerada em litros por segundo e D é o diâmetro da tubulação em milímetros. 12

14 Para determinação da velocidade e da perda de carga pode-se também utilizar os ábacos de Fair-Whipple-Hsiao. 7 Verificar se a pressão se situa dentro dos limites da norma que neste caso é 400kPa(40mca) no máximo para a pressão estática e 5kPa(0,5mca) no mínimo para a pressão dinâmica. As pressões dinâmicas mínimas para os aparelhos são apresentadas na tabela: Aparelho Pressão dinâmica mínima em kpa Bacia sanitária com caixa de descarga 5 Bacia sanitária com válvula de descarga 15 Banheira 10 Bebedouro 10 Chuveiro elétrico 10 Ducha 10 Lavadora de pratos 10 Lavadora de louças 10 Lavatório 10 Mictório com caixa de descarga 10 Mictório com válvula de descarga 10 Pia 10 Tanque 10 Torneira de jardim 10 Observação importante: Para os dimensionamentos das tubulações podemos nos utilizar dos ábacos que podem ser encontrados nas páginas dos livros indicados na Bibliografia desta disciplina. 13

15 1.9 Roteiro para projeto de instalações prediais de água fria a Abastecimento a.1 Definir em planta o local para a instalação do hidrômetro. (deve ser próximo do alinhamento e interno ao lote). a.2 Calcular o volume de água para abastecimento conforme item 1.3. a.3 Dimensionar o(s) reservatório(s) necessário(s) junto com a definição do(s) local(is) onde este(s) poderá ser colocado, conforme item 1.4. a.4 Definir por onde passará a tubulação de recalque desde o hidrômetro até o reservatório. a.5 Dimensionar a tubulação de recalque conforme 1.6 e dimensionar a tubulação de sucção no caso da necessidade de existir um conjunto elevatório, conforme 1.6. b Distribuição b.1 Definir o tipo de sistema de distribuição conforme 1.7. b.2 Definir por onde passará a rede de distribuição. b.3 Dimensionar a rede de distribuição conforme Instalações prediais de água quente Em determinados tipos de edificações a utilização de água quente é extremamente necessária como, por exemplo, em restaurantes, em hospitais, em saunas, em lavanderias, etc. 2.1 Terminologia Aquecedor de acumulação: é um tipo de aparelho que contém um reserva-tório dentro do qual a água acumulada é aquecida. Aquecedor instantâneo: é um tipo de aparelho que não possui reservatório porém aquece a água quando esta passa por ele. Isolamento térmico: é um revestimento de tubulação com material que permite reduzir as perdas de calor ao longo da tubulação que conduz a água quente. Misturador: é um aparelho que processa a mistura entre a água fria e a água quente. 14

16 2.2 Temperaturas indicadas Local Temperatura indicada Uso pessoal e banhos 35ºC a 50ºC Cozinhas 60ºC a 70ºC Lavanderias 75ºC a 85ºC Hospitais 100ºC ou mais 2.3 Tipos de fornecimento de água quente Água quente é sempre produzida dentro da própria edificação. Para isso é necessário gerar ou gerar e reservar esta água, dependendo do tipo de aquecedor que se utiliza. 2.4 Distribuição Quando se utilizam aparelhos aquecedores instantâneos não temos a necessidade de uma rede de tubulações condutoras de água quente pois os aparelhos são instalados nos pontos de utilização destes. Este é um sistema mais econômico pois dispensa a execução de toda uma rede de tubulações com materiais próprios e com isolamento térmico ao longo desta rede. Exemplos: torneiras elétricas, chuveiros elétricos, aquecedores de passagem para bidês ou para banheiras. Quando se utilizam aparelhos aquecedores de acumulação temos a necessi-dade de uma rede de tubulações condutoras de água quente pois os apare-lhos são instalados nos pontos de utilização destes porém o aquecedor de acumulação é instalado num ponto central distante dos locais de consumo. Na utilização de aparelhos aquecedores de acumulação entre este e os pontos de consumo necessitamos executar toda uma rede de distribuição de água quente devidamente isolada termicamente. Este sistema é mais utilizado em empreendimentos de maior porte que os habitacionais como por exemplo indústrias, hotéis, hospitais, lavanderias, saunas, etc. 15

17 As fontes comumente utilizadas para a geração da energia térmica para aquecimento são a eletricidade, a energia solar, o óleo combustível, o gás combustível ou a lenha. Os materiais empregados nas tubulações e conexões para condução de água quente são o cobre, o ferro, o CPVC (termoplástico), o polipropileno ou o PEX (polietileno reticulado). 2.5 Dimensionamento Avaliação do consumo O consumo diário de água quente é calculado através da seguinte equação: Cd = C x P Onde: Cd é o consumo diário de água quente; C é o consumo diário por pessoa; P é a população da edificação Para determinação do consumo diário por pessoa temos que levar em conta a questão da destinação da edificação o que é sugerido na seguinte tabela: Tipo de edificação Consumo por pessoa em litros por dia Alojamento provisório 24 Casa popular 36 Residência 46 Escola (período integral) 45 Hotel 36 Hospital 125 Obs. Para restaurantes estima-se o consumo em torno de 12 litros por refeição produzida e para as lavanderias estima-se o consumo em 15 litros para cada kilograma de roupa seca. 16

18 2.5.2 Dimensionamento da tubulação Vazão As vazões recomendadas, os diâmetros mínimos necessários e os pesos relativos são apresentados na seguinte tabela: Utilização Vazão (l/s) Diâmetro mínimo Peso relativo Banheira 0,30 ½ 1,0 Bidê 0,06 ½ 0,1 Chuveiro 0,12 ½ 0,5 Lavatório 0,12 ½ 0,5 Pia de cozinha 0,25 ½ 0,7 Lavadora de roupa 0,30 ¾ 1,0 Utilizando-se o critério de considerar os pesos relativos apresentados nesta tabela o dimensionamentos dos ramais e da rede segue os mesmos critérios que são adotados para o dimensionamento de redes de água fria. 2.6 Roteiro para projeto de instalações prediais de água quente: a b Fornecimento a.1 Definir o(s) tipo(s) de aparelho(s) gerador(es) de água quente. a.2 Definir em planta o local para a instalação do(s) aparelho(s) gerador(es) de água quente. a.3 Calcular o consumo de água quente, conforme item Dimensionamento b.1 Definir por onde passarão as tubulações condutoras de água quente. b.2 Dimensionar a tubulação de água quente, conforme item

19 Referências Borges, R.S.;Borges, W.L. Manual de instalações Hidráulico-Sanitárias e de Gás, 4.ed., São Paulo, Pini, Carvalho JR., R. Instalações Hidráulicas e o Projeto de Arquitetura, 3. ed. São Paulo, Blucher, Macintyre, A. J. Instalações Hidráulicas - Prediais e Industriais. Rio de Janeiro, Ltc, 2010 Santos, S. L. Bombas e Instalações Hidráulicas. São Paulo, Lcte, 2007 Sites: ABNT: 18

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