JORNADAS RISCOS ESPECIAIS, ISEC, Lisboa, 21 MAIO Estrutura

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1 1. Introdução JORNADAS RISCOS ESPECIAIS, ISEC, Lisboa, 21 MAIO Sistema da Objetivo Estrutura Âmbito Princípios - Prevenção de riscos, ecoinovação, ecoeficiência, sustentabilidade e Responsabilidade social Condições Técnicas Padronizadas 3. Riscos Sistemáticos versus Excecionais Riscos Sistemáticos Riscos Excecionais Ferramentas 4. Considerações Finais Desenvolvimentos 5. Referências

2 1. Introdução DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO HOMEM ARTIGO3º TODO O INDIVÍDUO TEM DIREITO À VIDA, À LIBERDADE E À SEGURANÇA PESSOAL CARTA DA TERRA PRINCÍPIOS RESPEITAR A TERRA E A VIDA EM TODA A SUA DIVERSIDADE

3 00 de outubro de 2014 (data intervenção) / Nome do Autor 21 maio 2015/ António Oliveira 1. Introdução Tempestade de poeira na China, 2001 Inundação de Rajanpur, Paquistão, 2010 Terramoto, Japão, 2011 DESASTRES NATURAIS FRAGILIDADE HUMANA Brushfires em Victoria, Austrália, 2009

4 00 de outubro de 2014 (data intervenção) / Nome do Autor 21 maio 2015/ António Oliveira 1. Introdução Enschede, 2000 Toulouse, 2001 Buncefield, 2005 Riscos tecnológicos Explosão nitrato amónio Acidentes industriais graves

5 1. Introdução World Business Council for Sustainable Development (Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável) Impõe-se a necessidade da adoção de estratégias centradas no conhecimento e numa abordagem holística das atividades que inclua, designadamente, as componentes da sustentabilidade e dos riscos nas suas múltiplas dimensões: Económicas Sociais Ambientais e Políticas

6 1. Introdução World Business Council for Sustainable Development (Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável) Gerir o Risco - O Risco e o Desenvolvimento Sustentável: Uma Perspectiva de Negócio As Empresas devem efetuar uma Abordagem holística ao Risco e à Sustentabilidade; Como os Riscos são tão Complexos e Interrelacionados, as Empresas terão de colaborar com Parceiros e outras Entidades Responsáveis, para efetuar as mudanças necessárias; As Empresas devem comprometer-se com as Partes Interessadas na Avaliação, Gestão e Partilha do Risco

7 2. Sistema da Enquanto instrumento jurídico tem a natureza de Instrumento Quadro Sistema da Enquanto instrumento de politica pública com incidência na indústria procura cumprir dois desideratos: Melhoria da envolvente regulamentar aplicável às empresas industriais - ESTADO Evidenciação da Prevenção e Controlo dos Riscos Industriais - INDÚSTRIA Enquanto instrumento de Prevenção e Controlo dos Riscos Industriais pode caraterizar-se como um Sistema integrado de prevenção e controlo de riscos industriais através das seguintes componentes: Atuação Técnico-Administrativa envolvendo coordenação de entidades competentes Atuação Prevenção Técnica (Industrial) - Consideração dos Perigos e Riscos para as Pessoas/Populações, Trabalhadores e Ambiente

8 2. Sistema da SISTEMA DA INDÚSTRIA RESPONSÁVEL (SIR) OBJETIVO

9 00 de outubro de 2014 (data intervenção) / Nome do Autor 21 maio 2015/ António Oliveira 2. Sistema da Regula Diplomas: Decreto-Lei nº169/2012, 1 de agosto (SIR) Decreto-Lei nº73/2015, 11 maio Portaria nº302/2013, 16 de outubro - Elementos Instrutórios - Estabelecimentos Industriais Portaria nº303/2013, 16 de outubro - Elementos Instrutórios - ZER REGULA: o exercício da atividade industrial a instalação e exploração de Zonas Empresariais Responsáveis (ZER) processo de acreditação de entidades no âmbito deste sistema Portal da Empresa: Portal SIR:

10 2. Sistema da Objetivo e Âmbito OBJETIVO: Prevenir os riscos e inconvenientes resultantes da exploração dos estabelecimentos industriais, com vista a salvaguardar: a saúde pública e a dos trabalhadores; a segurança de pessoas e bens; a segurança e saúde nos locais de trabalho; a qualidade do ambiente e um correto ordenamento do território, num quadro de desenvolvimento sustentável e de responsabilidade social das empresas, assente na simplificação e na transparência de procedimentos ÂMBITO: Atividades industriais a que se refere o ANEXO I do SIR, com exclusão das atividades industriais inseridas em estabelecimentos comerciais ou de restauração ou bebidas, as quais se regem pelos regimes jurídicos aplicáveis a este tipo de estabelecimentos

11 2. Sistema da Princípios - Prevenção de riscos, eco-inovação, ecoeficiência, sustentabilidade e responsabilidade social Princípios - Prevenção de Riscos, Ecoinovação, Ecoeficiência, Sustentabilidade e Responsabilidade social Atividade industrial deve ser exercida através: De um comportamento ético, transparente, socialmente responsável e de acordo com as disposições legais e regulamentares aplicáveis; Da adoção de medidas de prevenção e controlo, no sentido de eliminar ou reduzir os riscos suscetíveis de afetar as pessoas e bens, garantindo as condições de segurança e saúde no trabalho, a segurança contra incêndio em edifícios, bem como o respeito pelas normas ambientais, minimizando as consequências de eventuais acidentes.

12 2. Sistema da Princípios - Prevenção de riscos, eco-inovação, ecoeficiência, sustentabilidade e responsabilidade social PRINCÍPIOS E REGRAS: a) Adotar princípios e práticas de ecoeficiência de materiais e energia e práticas de ecoinovação; b) Adotar as melhores técnicas disponíveis; c) Cumprir as obrigações previstas no Código do Trabalho, em lei especial e as relativas à promoção da segurança e saúde no trabalho; d) Adotar as medidas de prevenção de riscos de acidentes e limitação dos seus efeitos; e) Implementar sistemas de gestão ambiental, sistemas de segurança contra incêndio em edifícios e sistemas de segurança e saúde no trabalho adequados ao tipo de atividade e riscos inerentes, incluindo a elaboração de plano de emergência do estabelecimento e elaboração das medidas de autoproteção, quando aplicáveis; f) Adotar sistema de gestão de segurança alimentar adequado ao tipo de atividade, riscos e perigos inerentes, quando aplicável; g) Promover as medidas de profilaxia e vigilância da saúde legalmente estabelecidas para o tipo de atividade, por forma a proteger a saúde pública e a dos trabalhadores; h) Adotar as medidas necessárias para evitar riscos em matéria de segurança e poluição, de modo que o local de exploração seja colocado em estado satisfatório, na altura da desativação definitiva do estabelecimento

13 2. Sistema da Regimes Regimes Licenciamento & Classificação dos Estabelecimentos: AUTORIZAÇÃO PRÉVIA: Tipo 1 Procedimento com vistoria prévia : Tipo 1 Autorização prévia individualizada Autorização prévia padronizada COMUNICAÇÃO PRÉVIA COM PRAZO: Tipo 2 Procedimento sem vistoria prévia : Tipo 2 MERA COMUNICAÇÃO PRÉVIA: Tipo 3 MERA COMUNICAÇÃO PRÉVIA: Tipo 3

14 Tipo 1 - Regime de Autorização Prévia Procedimento com vistoria prévia : Tipo 1 CRITÉRIOS DE ENQUADRAMENTO Estabelecimentos industriais abrangidos por, pelo menos, um dos seguintes regimes jurídicos: a) RJAIA- Regime jurídico da avaliação de impacte ambiental (Decreto-Lei nº 151-B/2013 de 31 de Outubro) b) RJPCIP - Regime jurídico das emissões industriais (prevenção e controlo integrados da poluição), (Decreto -Lei n.º 127/2013, de 30 de Agosto) c) RPAG - Regime da prevenção de acidentes graves que envolvam substâncias perigosas (Decreto-Lei n.º 254/2007, de 12 de Julho) d) Realização de operação de gestão de resíduos que careça de vistoria prévia ao início da exploração, à luz do regime de prevenção, produção e gestão de resíduos; 2. Sistema da e) Exploração de atividade agroalimentar que utilize matéria-prima de origem animal, Exploração de atividade agroalimentar que utilize matéria-prima de origem animal não transformada, de atividade que envolva a manipulação de subprodutos de origem animal ou de atividade de fabrico de alimentos para animais que careça de atribuição de número de controlo veterinário ou de número de identificação individual, nos termos da legislação aplicável. Regimes

15 Tipo 2 - Comunicação prévia com prazo Procedimento sem vistoria prévia : Tipo 2 CRITÉRIOS DE ENQUADRAMENTO Regimes Estabelecimentos industriais não incluídos no Tipo 1, desde que abrangidos por pelo menos uma das seguintes situações: a) Potência elétrica contratada igual ou superior a 99 kva; b) Potência térmica superior a kj/h; c) Número de trabalhadores superior a 20; d) Necessidade de obtenção de TEGEE; e) Necessidade de obtenção de alvará (que dispense vistoria prévia)ou parecer para operações de gestão de resíduos, nos termos do DL 178/2006, de 5 de setembro, alterado pelo DL 173/2008, de 26 de agosto, pela Lei 64 -A/2008, de 31 de dezembro, e pelos DL 183/2009, de 10 de agosto, DL 73/2011, de 17 de junho. Tipo 3/Tipo3 - Mera comunicação prévia Estabelecimentos industriais não abrangidos pelos Tipos 1 e 2 2. Sistema da

16 2. Sistema da Condições Técnicas Padronizadas Condições Técnicas Padronizadas - Despacho n.º 11187, de 4 de setembro Oito (8) Títulos Padronizados Integrados (TPI) aplicáveis aos seguintes sectores industriais: Assadura de Leitão e Outros Ungulados, Agroindústria, Padaria, Pastelaria e Fabricação de Bolachas, Biscoitos, Tostas e Pastelaria de Conservação, Preparação de Carnes (corte e desossa) e Fabrico de Carne Picada e Preparados de Carne, Fabrico de Produtos à Base de Carne, Queijaria, Centro de Classificação de Ovos, Fabrico de Alimentos Compostos para Animais; Quatro (4) Títulos de utilização de recursos hídricos aplicáveis, respetivamente, à captação de águas subterrâneas, à rejeição de águas residuais do tipo doméstico, à rejeição de águas pluviais contaminadas e à rejeição de águas de refrigeração; Um (1) Referencial técnico padronizado aplicável às operações de armazenagem (para valorização e ou eliminação); Um (1) Título de emissão de gases com efeito de estufa (referencial técnico padronizado), aplicável ao sector da cerâmica; Um (1) Documento de referência da segurança e saúde do trabalho (SST) Atuação dos Industriais no âmbito do SIR. As condições técnicas padronizadas devem ser disponibilizadas no «Balcão do empreendedor».

17 2. Sistema da Articulação com Regimes Legais Ambientais Regime Jurídico das Emissões Industriais Prevenção e controlo integrados da poluição - Decreto -Lei n.º 127/2013, de 30 de Agosto Licença Ambiental (LA) Categorias de Atividades Abrangidas: 1. Indústrias do sector da energia 2. Produção e transformação de metais 3. Indústria mineral 4. Indústria química 5. Gestão de resíduos 6. Outras actividades Nº Instalações Abrangidas (LA): 622

18 2. Sistema da Regime jurídico das emissões industriais - Prevenção e controlo integrados da poluição MTD's MELHORES TÉCNICAS DISPONÍVEIS Fase de desenvolvimento mais eficaz e avançada das actividades e dos respectivos modos de exploração, que demonstre a aptidão prática de técnicas específicas para constituir, em principio, a base dos valoreslimite de emissão com vista a evitar e, quando tal não seja possível, a reduzir de um modo geral emissões e o impacto no ambiente no seu todo. MELHORES TÉCNICAS DISPONÍVEIS Técnicas mais eficazes para alcançar um nível geral elevado de protecção do ambiente no seu todo. Tanto as técnicas utilizadas como o modo como a instalação é projectada, construida, conservada, explorada e desactivada. Técnicas desenvolvidas a uma escala que possibilite a sua aplicação no contexto do sector industrial em causa, em condições económica e tecnicamente viáveis, tendo em conta os custos e os benefícios, quer essas técnicas sejam ou não utilizadas ou produzidas no território do Estado-Membro em questão, desde que sejam acessíveis ao operador em condições razoáveis.

19 00 de outubro de 2014 (data intervenção) / Nome do Autor 21 maio 2015/ António Oliveira 2. Sistema da Desenvolvimentos Diploma: Decreto-Lei nº73/2015, 11 maio Primeira alteração ao SIR - Elementos-chave: Alteração dos Regimes/Critérios de enquadramento das atividades industriais Alteração da natureza da Intervenção da Entidade Coordenadora Criação do Título Digital integrador de todas as licenças/autorizações - Balcão do Empreendedor Entrada em vigor: 1 de junho de 2015! o Nota: Portarias Regulamentadoras aguardam publicação

20 00 de outubro de 2014 (data intervenção) / Nome do Autor 21 maio 2015/ António Oliveira 2. Sistema da Articulação com Regimes Legais Ambientais Diploma: Decreto-Lei nº75/2015, 11 maio Regime de Licenciamento Único de Ambiente (LUA) Elementos-chave : Instituição da emissão do Título Único Ambiental (TUA) Autoridade Nacional para o LUA (ANLUA): APA,IP-Agência Portuguesa do Ambiente Articulação entre Prazos de Emissão do TUA e os Prazos do SIR

21 TÍTULO Sistema DA INTERVENÇÃO da 3. Riscos Sistemáticos versus Riscos Excecionais Visão Preditiva dos Riscos Industriais TÉCNICAS TÉCNICAS ECONÓMICA RISCOS ECONÓMICOS

22 3. Riscos Sistemáticos versus Riscos Excecionais TIPOLOGIAS Riscos vs Sistema Legislativo Aplicável: SISTEMÁTICOS: Sistema da - Licenciamento Industrial Quadro Legal: Decreto-Lei Nº169/2012, 1.Agosto EXCECIONAIS: Sistema Prevenção Acidentes Graves Envolvendo Substâncias Perigosas Quadro Legal: Decreto-Lei Nº254/2007, 12.Julho

23 3. Riscos Sistemáticos versus Riscos Excecionais Riscos Industriais Sistemáticos Excecionais Sistema Indústria Responsável (SIR) Licenciamento Industrial Entidade Coordenadora Entidades Intervenientes Relatório Avaliação Potenciais Riscos Profissionais - Agentes e Fatores Autoridade(s) Competente(s) Suporte Técnico de Evidenciação dos Riscos Sistema Prevenção Acidentes Graves Envolvendo Substâncias Perigosas APA/ANPC/IGAMAOT/ CM Relatório Segurança

24 3. Riscos Sistemáticos versus Riscos Excecionais Riscos Excecionais Prevenção de Acidentes Graves envolvendo Substâncias Perigosas Acidente Grave Um acontecimento, tal como uma emissão de substâncias, um incêndio ou uma explosão de proporções graves, resultante de desenvolvimentos incontrolados ocorridos durante o funcionamento de um estabelecimento abrangido pelo presente diploma, que constitua perigo grave, imediato ou retardado, para a saúde humana (no interior ou no exterior do estabelecimento) e ou para o ambiente e que envolva uma ou mais substâncias perigosas Quadro Legal: Decreto-Lei Nº 254/2007, 12.julho

25 3. Riscos Sistemáticos versus Riscos Excecionais Riscos Excecionais

26 3. Riscos Sistemáticos versus Riscos Excecionais Riscos Excecionais ACIDENTES INDUSTRIAIS GRAVES OCORRIDOS: FLIXBOROUGH : Reino Unido, 28 mortos, 89 feridos, SEVESO : Itália, 30 feridos, evacuados BHOPAL : Índia, 2000 mortos, feridos MÉXICO : México, 650 mortos, 2500 feridos BASILEIA : Suíça, elevados prejuízos ambientais NANTES : França, evacuados ENSCHEDE : Holanda, 21 mortos, 1000 feridos TOULOUSE : França, 30 mortos, 2000 feridos

27 3. Riscos Sistemáticos versus Riscos Excecionais Riscos Excecionais Contexto da Intervenção da Gestão dos Riscos Excecionais Avaliação e Gestão do Risco do Estabelecimento Ordenamento do Território Planeamento de Emergência Externo

28 3. Riscos Sistemáticos versus Riscos Excecionais Riscos Excecionais Universo Estabelecimentos abrangidos: Nível Superior Perigosidade: 60 Nível Inferior de Perigosidade: 138 Fonte: Prevenção e Mitigação Âmbitos de Atuação: Segurança dos Processos e Equipamentos Sistema de Gestão de Segurança PAG, Plano Emergência Interno (PEI) Ordenamento do Território Planeamento de Emergência Externo (PEE)

29 4. Considerações Finais ENGENHARIA DE SEGURANÇA Área de Engenharia Transversal a todas as Especialidades de Engenharia Conceito Conjunto de conceitos, estudos, planeamentos, tecnologias e procedimentos, tendo em vista a avaliação, a prevenção e a proteção contra os diversos riscos individuais e colectivos que possam atingir o homem, o ambiente onde está inserido, o património histórico e cultural e os meios essenciais à continuidade de serviços coletivos vitais Componentes: Segurança e Saúde do Trabalho Segurança contra Incêndio Segurança contra Atos Antisociais Segurança Industrial e Ambiental Segurança Informática e de Comunicações Segurança Nuclear, Biológica, Química e Radioativa Natureza Multidisciplinar

30 4. Considerações Finais Engenharia de Segurança FUNDAMENTOS ESSENCIAIS DE SUPORTE À GESTÃO DOS RISCOS Conhecimento científico, tecnológico e técnico Ciências Engenharia Ciências Sociais e Ambientais Investigação e desenvolvimento NORMATIVOS DE SEGURANÇA Tipologias: Estratégias, Planos, Programas, Legislação, Normas e outros referenciais técnicos Âmbitos de aplicação: Planeamento, Conceção, Projeto, Instalação, Materiais, Equipamentos, Operação/Exploração, Controlo, Manutenção, Desativação, Emergência, ) Estratégias, Planos, Programas, Legislação, Regulamentação Técnica e Normas nos domínios: Adaptação e Mitigação das Alterações Climáticas Ordenamento e Gestão do Território (nacional, regional, municipal) Prevenção e Controlo Integrados da Poluição Sistemas de Prevenção e Controlo de Riscos industriais Sistemáticos Sistema de Prevenção e Controlo de Acidentes Graves envolvendo Substâncias Perigosas (Riscos Excecionais) Sistema de Segurança Alimentar Segurança contra Incêndio Segurança e Saúde do Trabalho (inclui a Prevenção de Acidentes de Trabalho e de Doenças Profissionais, a Ergonomia e a Higiene Ocupacional) Segurança Nuclear, Biológica, Química e Radioativa Segurança contra Atos Anti-sociais Segurança na Construção Civil - Segurança Informática e de Comunicações - Proteção Civil - Segurança no Transporte de Mercadorias Perigosas Qualificações Académicas e Experiência - Transferência e Financiamento do Risco

31 4. Considerações Finais Engenharia de Segurança Fundamentos: Melhor Conhecimento, Competências e Experiência Disponíveis Estratégias de gestão do risco envolvendo uma abordagem holística dos riscos, segundo a cadeia de valor das atividades/organizações; Adoção dos códigos, regras técnicas e boas práticas, fundadas no melhor conhecimento científico, tecnológico e técnico disponível; Adoção de metodologias de identificação de perigos, análise e avaliação de riscos (qualitativas e / ou quantitativas); Instrumentos regulamentares, legislativos e respetivos mecanismos de controlo e fiscalização aplicáveis (cuja elaboração deverá ter o contributo dos Engenheiros) Adoção sistemas de gestão da segurança, integrando a gestão do risco, através da integração dos inerentes referenciais normativos e outras ferramentas; Adequado tratamento do designado risco residual, incluindo o planeamento de emergência; Aplicação dos referenciais técnicos e normativos disponíveis que representem em cada momento o melhor estado da arte.

32 4. Considerações Finais Gestão do Risco Gestão do Risco - Princípios - Norma ISO 31000

33 Comunicação e consulta TÍTULO Sistema DA da INTERVENÇÃO 4. Considerações Finais Gestão do Risco Gestão do Risco - Processo Norma ISO Processo de Gestão do Risco Estabelecimento do contexto Apreciação do Risco Identificação do risco Análise do risco Monitorização e revisão Avaliação do risco Tratamento do Risco

34 4. Considerações Finais DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL SUSTENTÁVEL - DESENVOLVIMENTO EQUILIBRADO DAS SUAS 3 DIMENSÕES G O V E R N A Ç Ã O DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL SUSTENTÁVEL Ambiental

35 4. Considerações Finais PROCESSO(S) PRODUTO(S) Conhecimento *Engenharia* Tecnologia, Técnicas Inovação Sistemas de Gestão Modelos de Negócio

36 4. Considerações Finais ESPAÇO DE COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL SUSTENTÁVEL ACTUAÇÃO EMPRESARIAL ÉTICA E SOCIALMENTE RESPONSÁVEL CONCERTAÇÃO LICENCIAMENTO PARCERIA TRANSPARÊNCIA CREDIBILIDADE CONFIANÇA SOCIEDADE INFORMAÇÃO PARTICIPAÇÃO CONFIANÇA

37 5. Referências Oliveira, A., Análise e Gestão do Risco e Normativos de Segurança: o Papel do Engenheiro, Revista Ingenium, Nº142, Julho/Agosto 2014, Ordem dos Engenheiros, Lisboa Oliveira, A., Análise e Gestão do Risco e Normativos de Segurança: o Papel do Engenheiro, Congresso da Ordem dos Engenheiros, 18 de outubro de 2014, Porto Sistema da Portal SIR: Portal da Empresa: Decreto-Lei n.º 169/2012, de 1 de agosto : Aprova o Sistema da Decreto-Lei n.º 73/2015, de 11 de maio: Aprova a primeira alteração ao Sistema da Decreto-Lei n.º 75/2015, de 11 de maio: Aprova o Regime de Licenciamento Único de Ambiente (LUA) Ordem dos Engenheiros/Especialização em Engenharia de Segurança: Agência Portuguesa do Ambiente (APA): União Europeia:

38 JORNADAS RISCOS ESPECIAIS, ISEC, Lisboa, 21 MAIO 2015 Muito Obrigado pela Atenção. Ordem dos Engenheiros/Especialização em Engenharia de Segurança:

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