Política de direitos humanos

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Política de direitos humanos"

Transcrição

1 Política de direitos humanos Galp Energia in NR-002/2014

2 1. ENQUADRAMENTO Na sua Política de Responsabilidade Corporativa, aprovada em 2012, a GALP ENERGIA estabeleceu os seguintes compromissos em matéria de Direitos Humanos: Respeitar e promover os Direitos Humanos, garantindo, sempre que tal esteja ao seu alcance, planos de ação e mecanismos que visem a não cumplicidade e a resolução de não conformidades no que diz respeito à discriminação de grupos vulneráveis, aos direitos civis e políticos e aos direitos económicos, sociais e culturais. ; Respeitar e fazer cumprir os Direitos Fundamentais do Trabalho, identificados pela OIT, apoiando a liberdade de associação e o reconhecimento efetivo do direito à negociação coletiva, recusando qualquer tipo de trabalho forçado ou compulsório, infantil e discriminatório, inclusive no que diz respeito aos seus fornecedores. Nos termos do Código de Ética, a GALP ENERGIA assumiu que No desenvolvimento das suas atividades, a Galp Energia tutela os direitos humanos fundamentais e universais e, como tal, inalienáveis e imprescindíveis, promovendo os princípios da igualdade e de solidariedade e repudiando todas as formas de discriminação e corrupção. Nesse sentido, a Galp Energia opera no quadro de referência da Declaração Universal dos Direitos do Homem das Nações Unidas e da Organização Internacional do Trabalho. A GALP ENERGIA defende ainda que os Direitos Humanos são inerentes à condição humana e inalienáveis, não só porque ninguém pode privar seja quem for dos seus direitos como ninguém deve abdicar, em caso algum, dos seus direitos; são universais, uma vez que se aplicam a todo o ser humano independentemente do seu estatuto, etnia, sexo, credo e cultura; são indivisíveis uma vez que nenhum direito humano pode ser, em caso algum, concretizado parcialmente; são interdependentes uma vez que nenhum direito pode ser concretizado sem que os outros não o sejam. Page 2 of 8

3 2. OBJETIVO A presente Norma Regulamentar visa dotar a GALP ENERGIA de uma Política de Direitos Humanos baseada nos seguintes instrumentos e referências normativas: Carta Internacional de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas; Declaração Universal dos Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas; Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos e os seus dois protocolos; Pacto Internacional de Direitos Económicos, Sociais e Culturais ; Declaração da Organização Internacional do Trabalho relativa aos princípios e direitos fundamentais no trabalho ; Convenções Fundamentais da Organização Internacional do Trabalho, sobre trabalho forçado, liberdade sindical e proteção do direito sindical, direito de organização e de negociação coletiva, igualdade de remuneração, abolição do trabalho forçado, discriminação no emprego e profissão, idade mínima de admissão ao emprego, piores formas de trabalho das crianças; Declaração sobre os Direitos dos Povos Indígenas da Assembleia Geral das Nações Unidas; Convenção 169 da Organização Internacional de Trabalho sobre Povos Indígenas e Tribais ; Pacto Global das Nações Unidas Princípios Relativos aos Direitos Humanos. E articulada com os diversos normativos internos da Empresa relacionados com os Direitos Humanos, a saber: Norma Regulamentar - Código de Ética; Norma Regulamentar - Política de Responsabilidade Corporativa; Norma Regulamentar - Política de Segurança, Saúde, e Ambiente; Norma Regulamentar - Política de Investimento na Comunidade; Page 3 of 8

4 Normas Regulamentares de Recursos Humanos; Norma Regulamentar - Compras; Norma Regulamentar - Política de Combate à Corrupção; Norma Regulamentar Gestão das Relações com a Administração Pública 3. ÂMBITO DE APLICAÇÃO A presente Norma Regulamentar aplica-se a todas as Unidades Orgânicas do Grupo GALP ENERGIA e às Sociedades Participadas em que a GALP ENERGIA detenha 50% ou mais do capital social, independentemente da área geográfica em que operam. As pessoas que desempenham funções nos órgãos sociais das Sociedades Participadas ficam incumbidas de assegurar a aprovação e aplicação da presente norma à respetiva sociedade. 4. PRINCÍPIOS DA POLÍTICA DE INVESTIMENTO NA COMUNIDADE A GALP ENERGIA, através dos seus órgãos de gestão, compromete-se a respeitar, promover, cumprir e fazer cumprir os Direitos Humanos reconhecidos internacionalmente, desenvolvendo as ações tendentes a impedir que algum dos seus atos de gestão e atividades possa originar, de forma direta ou indireta, abusos ou violações dos Direitos Humanos, em qualquer localização geográfica, contexto e realidade em que exerce a sua atividade e ao longo da sua cadeia de valor e esfera de influência com as suas Partes Interessadas: Colaboradores, Fornecedores, Parceiros de Negócio, Clientes; e Comunidades Envolventes. Page 4 of 8

5 4.1. No relacionamento com as suas Partes Interessadas: Com os seus Colaboradores Repudiar toda e qualquer forma de discriminação, baseada, entre outras, na raça ou origem étnica, cor, sexo, orientação sexual, idade, convicção religiosa, nacionalidade, situação familiar e socioeconómica, estado civil, instrução, incapacidade, ideologia política, garantindo desta forma a igualdade de oportunidades e de tratamento no que se refere à carreira profissional e condições de trabalho; Impedir todas as formas de trabalho forçado ou coercivo garantindo que ninguém seja obrigado a trabalhar por meio de força ou sob qualquer forma de coerção ou punição, promovendo assim o emprego livre e voluntário; Impedir todas as formas de assédio, abuso e violência no ambiente de trabalho, recriminando e punindo qualquer comportamento ou ato com o objetivo ou o efeito de humilhar, qualquer ato de intimidação ou ameaça ou qualquer outra forma de coerção física, verbal ou psicológica, promovendo a dignidade e o respeito; Abster-se do recurso a mão-de-obra infantil, garantindo que nos seus processos de contratação respeitará sempre a idade mínima definida pelos requisitos legais em vigor; Defender e promover a liberdade de associação e o direito à negociação coletiva, reconhecendo o direito de cada um a associar-se livremente a qualquer organização legalmente constituída que o represente sem que seja alvo de qualquer tipo de julgamento ou retaliação e, dessa forma, reconhecer o direito à negociação coletiva baseada no diálogo construtivo e benéfico para todas as partes; Proporcionar um nível adequado de condições de trabalho, regulamentados por procedimentos específicos em matéria de higiene, segurança e saúde no trabalho, respeitando, no mínimo, os requisitos legais aplicáveis neste domínio; Page 5 of 8

6 Proporcionar o acesso a um emprego digno atribuindo aos colaboradores uma remuneração justa e equitativa, alinhada com as suas competências, funções e responsabilidades, com os requisitos legais em vigor e com as práticas do mercado, respeitando os tempos de descanso estabelecidos por lei, disponibilizando regimes de proteção social, promovendo o desenvolvimento do capital humano e a formação no local de trabalho, incentivando a conciliação entre a vida profissional, familiar e pessoal e assegurando a privacidade dos seus dados pessoais Com as Comunidades Locais Respeitar os direitos de todas as comunidades onde está inserida e em particular os Direitos Humanos e liberdades fundamentais das comunidades locais, desenvolvendo todos os esforços ao seu alcance para minimizar o impacte das suas atividades nos costumes e tradições dos membros dessas comunidades ou compensando-as por qualquer perda ou dano social e/ou ambiental causado pelas suas atividades. Respeitar o direito das comunidades a serem ouvidas antes de iniciar qualquer atividade que possa, de alguma forma, afetá-las, disponibilizando de forma clara e inequívoca toda a informação factual relativa a tais atividades e promovendo um diálogo permanente que leve ao estabelecimento de acordos reciprocamente frutuosos. Evitar, sempre que possível, deslocamentos e realojamentos de comunidades e, quando tal for manifestamente inevitável, desenvolver as ações necessárias para obter o consentimento livre, prévio e informado, das comunidades interessadas, garantindo um diálogo com as mesmas e com as entidades competentes, de forma a alcançar acordos reciprocamente benéficos Com os Fornecedores e Parceiros de Negócio: Divulgar esta Política ao longo da sua cadeia de valor, em particular aos seus Fornecedores e Parceiros de Negócio, incentivando-os a que formalizem o seu próprio compromisso com os Direitos Humanos ou subscrevam a Política de Direitos Humanos da Galp Energia. Page 6 of 8

7 Introduzir mecanismos que permitam a identificação de riscos de incumprimento dos Direitos Humanos na seleção de Fornecedores e Parceiros de Negócio, bem como no estabelecimento de contratos entre a GALP ENERGIA e estas Partes Interessadas, trabalhando em conjunto com as mesmas de forma a desenvolver as suas práticas de Direitos Humanos e reservando-se o direito de pôr termo ao relacionamento com qualquer Fornecedor ou Parceiro de Negócio quando se verifique qualquer violação dos Direitos Humanos. Monitorizar o desempenho dos Fornecedores no que respeita à Política de Direitos Humanos e acompanhar a sua conformidade com a mesma Com os Clientes Procurar relacionar-se com Clientes que partilhem os valores da GALP ENERGIA em relação aos Direitos Humanos. Sensibilizar os Clientes para as questões dos Direitos Humanos, transmitindo boas práticas e contribuindo para a tomada de consciência Implementação e Controlo: A GALP ENERGIA assume o compromisso de garantir a implementação efetiva desta política nos seus procedimentos correntes, levando a cabo um processo de acompanhamento permanente que assegure: A avaliação dos impactes da empresa nos Direitos Humanos; A integração dos resultados dessa avaliação nos seus procedimentos internos de forma a garantir respostas eficazes para que os impactes antagónicos nos Direitos Humanos, efetivos ou potenciais, sejam prevenidos e mitigados; O acompanhamento da eficácia dessas respostas; A comunicação da abordagem adotada para gerir os impactes nos Direitos Humanos; A resolução dos impactes negativos que a Empresa possa ter causado, direta ou indiretamente. Page 7 of 8

8 4.3. Avaliação e Comunicação: Por fim, a GALP ENERGIA compromete-se a avaliar regularmente o desempenho da organização ao nível dos Direitos Humanos, de forma a rever, atualizar e melhorar continuamente esta política, assegurando que a mesma se mantém adequada à sua realidade e aos contextos onde ela opera e, bem assim, a divulgar esta política interna e externamente, a todas as suas Partes Interessadas, de forma responsável e transparente, comunicando o desempenho do Grupo ao nível dos Direitos Humanos. 5. DISPOSIÇÕES FINAIS A presente Política, não invalida as políticas anteriormente aprovadas em domínios específicos, devendo ser assumida e implementada, na prática, por todos os níveis de gestão e hierárquicos da GALP ENERGIA e suas Partes Interessadas. Para qualquer questão relacionada com a Política de direitos humanos deverá ser utilizado o seguinte contacto: Correio eletrónico: Page 8 of 8

Pelo exposto, o Grupo Galp Energia empenhar-se-á em:

Pelo exposto, o Grupo Galp Energia empenhar-se-á em: O Grupo Galp Energia, através dos seus órgãos máximos de gestão, entende que uma organização responsável, para além de respeitar integralmente toda a legislação aplicável geral e/ou específica incorpora

Leia mais

INTRODUÇÃO 1 COMPROMISSO DA SONAE HOLDING

INTRODUÇÃO 1 COMPROMISSO DA SONAE HOLDING Índice INTRODUÇÃO... 2 1 COMPROMISSO DA SONAE HOLDING... 2 2 COMPROMISSO DOS COLABORADORES... 2 3 PRINCÍPIOS DE RELACIONAMENTO... 3 3.1 RELAÇÕES COM ADMINISTRADORES E COLABORADORES... 3 3.2 RELAÇÕES COM

Leia mais

SUPERINTENDÊNCIA DE SUPRIMENTO DE MATERIAL E SERVIÇOS GSS CÓDIGO DE RELACIONAMENTO COM OS FORNECEDORES DE BENS E SERVIÇOS

SUPERINTENDÊNCIA DE SUPRIMENTO DE MATERIAL E SERVIÇOS GSS CÓDIGO DE RELACIONAMENTO COM OS FORNECEDORES DE BENS E SERVIÇOS CÓDIGO DE RELACIONAMENTO COM OS FORNECEDORES DE BENS E SERVIÇOS ELETRONORTE SUPERINTENDÊNCIA DE SUPRIMENTO DE MATERIAL E SERVIÇOS GSS CÓDIGO DE RELACIONAMENTO COM OS FORNECEDORES DE BENS E SERVIÇOS 1 2

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA. APFF Administração do Porto da Figueira da Foz, S.A.

CÓDIGO DE ÉTICA. APFF Administração do Porto da Figueira da Foz, S.A. CÓDIGO DE ÉTICA APFF Administração do Porto da Figueira da Foz, S.A. Índice 1. Preâmbulo 2. Disposições Gerais 2.1. Âmbito de aplicação 2.2. Objectos do 2.3. Dimensões éticas da empresa 2.4. Cumprimento

Leia mais

Código de Ética Fevereiro de 2015

Código de Ética Fevereiro de 2015 Código de Ética Fevereiro de 2015 Índice 1. Âmbito de aplicação... 3 2. Ética... 3 2.1. Princípios e valores fundamentais... 3 2.2. Proibição de decisão em situação de conflito de interesses... 4 2.3.

Leia mais

Código de Ética e Conduta Profissional

Código de Ética e Conduta Profissional Código de Ética e Conduta Profissional ÍNDICE DISPOSIÇÕES INTRODUTÓRIAS 1 ARTIGO 1º. - Âmbito de Aplicação 1 ARTIGO 2º. Princípios Aplicáveis 2 ARTIGO 3º. Relação com os clientes/consumidores 3 ARTIGO

Leia mais

Política de investimento na Comunidade

Política de investimento na Comunidade Política de investimento na Comunidade Galp Energia in NR-006/2014 1. ENQUADRAMENTO Na sua Política de Responsabilidade Corporativa, aprovada em 2012, a GALP ENERGIA estabeleceu o compromisso de promover

Leia mais

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS 1. INTRODUÇÃO Entende-se como responsabilidade socioambiental, no âmbito da Magliano SA CCVM, o processo contínuo de: Respeito e proteção aos direitos humanos por meio da promoção de diversidade, inclusão

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA. Essas regras estão organizadas em torno das seguintes exigências:

CÓDIGO DE ÉTICA. Essas regras estão organizadas em torno das seguintes exigências: CÓDIGO DE ÉTICA O Grupo PSA Peugeot Citroën construiu seu desenvolvimento com base em valores implementados por seus dirigentes e funcionários, e reafirmados nos objetivos de desenvolvimento responsável

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA EDP somos o que fazemos

CÓDIGO DE ÉTICA EDP somos o que fazemos CÓDIGO DE ÉTICA EDP somos o que fazemos CÓDIGO DE ÉTICA EDP Mensagem do Presidente - 2 - CÓDIGO DE ÉTICA EDP É minha convicção que o sucesso da EDP se fundamenta nas relações de confiança que, ao longo

Leia mais

POLÍTICA. Direitos Fundamentais nas Relações de Trabalho ÍNDICE

POLÍTICA. Direitos Fundamentais nas Relações de Trabalho ÍNDICE Folha 1/5 ÍNDICE 1. Objetivo.... 2 2. Abrangência... 2 3. Premissas... 2 Folha 2/5 1. Objetivo Estabelecer diretrizes que devem assegurar os direitos fundamentais nas relações de trabalho na Klabin e com

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA SOMMA INVESTIMENTOS

CÓDIGO DE ÉTICA DA SOMMA INVESTIMENTOS 1. O CÓDIGO Este Código de Ética (Código) determina as práticas e padrões éticos a serem seguidos por todos os colaboradores da SOMMA INVESTIMENTOS. 2. APLICABILIDADE Esta política é aplicável: 2.1. A

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA

CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA 2 INFORMAÇÕES GERAIS O QUE É O CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA O Código de Ética e de Conduta (Código) é o instrumento no qual se inscrevem os valores que pautam a actuação do

Leia mais

Mensagem da Direção da AEVA

Mensagem da Direção da AEVA Mensagem da Direção da AEVA Caros colaboradores, consumidores e parceiros da Associação para a Educação e Valorização da Região de Aveiro: Nos dias de hoje, a importância que se dá à ética, ao respeito

Leia mais

Ética A GUARDIAN disponibiliza o presente Código de Conduta a todos os colaboradores, Clientes, Fornecedores e Parceiros.

Ética A GUARDIAN disponibiliza o presente Código de Conduta a todos os colaboradores, Clientes, Fornecedores e Parceiros. Âmbito de aplicação O presente Código de Conduta aplica-se a toda a estrutura GUARDIAN Sociedade de Mediação de Seguros, Lda., seguidamente designada por GUARDIAN, sem prejuízo das disposições legais ou

Leia mais

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE DO GRUPO INVEPAR

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE DO GRUPO INVEPAR DE DO GRUPO INVEPAR PÁGINA Nº 2/5 1. INTRODUÇÃO Desenvolver a gestão sustentável e responsável nas suas concessões é um componente fundamental da missão Invepar de prover e operar sistemas de mobilidade

Leia mais

Fundação Professor Francisco Pulido Valente CÓDIGO DE CONDUTA

Fundação Professor Francisco Pulido Valente CÓDIGO DE CONDUTA Fundação Professor Francisco Pulido Valente CÓDIGO DE CONDUTA Dezembro de 2012 INTRODUÇÃO As fundações são instituições privadas sem fins lucrativos que visam contribuir para o bem comum, para o desenvolvimento

Leia mais

Código de Ética e Conduta

Código de Ética e Conduta Código de Ética e Conduta Índice Apresentação... 3 Principais Objectivos do Código... 3 Finalidade do Código de Ética... 4 Âmbito de Aplicação... 4 Serviço Público... 4 Missão... 5 Visão... 5 Responsabilidade

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA E BOAS PRÁTICAS

CÓDIGO DE CONDUTA E BOAS PRÁTICAS CÓDIGO DE CONDUTA E BOAS PRÁTICAS Fundação Alentejo no Alentejo e para o Alentejo, um projeto para além da esperança Fernanda Ramos 1992 Aprovado na reunião do Conselho de Administração da FA Novembro

Leia mais

Políticas Organizacionais

Políticas Organizacionais Políticas Organizacionais Manual de Políticas da CERCI Elaborado por/data Departamento de Gestão da Qualidade/Março 2013 Aprovado por/data Direção/18.03.2013 Revisto por/data Índice 1. Política e Objetivos

Leia mais

DIRETIVAS DO CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA

DIRETIVAS DO CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA DIRETIVAS DO CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA ÍNDICE DIRETIVAS DO CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA 0 CUMPRIMENTO, AVALIAÇÃO E CONTROLO 3 1 DIRETIVA DE COMPROMISSO COM OS DIREITOS HUMANOS 4 2 DIRETIVA DE SEGURANÇA

Leia mais

PROPOSTA DE LEI N.º 233/XII

PROPOSTA DE LEI N.º 233/XII PROPOSTA DE LEI N.º 233/XII PLANO NACIONAL DE AÇÃO PARA OS DIREITOS DA CRIANÇA As crianças são encaradas como sujeitos de direitos, a partir do momento em que o seu bem-estar é concebido como uma consequência

Leia mais

[CÓDIGO DE ÉTICA] Interinvest

[CÓDIGO DE ÉTICA] Interinvest [CÓDIGO DE ÉTICA] Este documento determina as práticas, padrões éticos e regras a serem seguidos pelos colaboradores, fornecedores e a todos aqueles que, direta ou indiretamente, se relacionem com a Interinvest.

Leia mais

Código de Conduta. Os nossos cinco princípios fundamentais: O benefício e a segurança do doente estão no centro de tudo o que fazemos

Código de Conduta. Os nossos cinco princípios fundamentais: O benefício e a segurança do doente estão no centro de tudo o que fazemos O nosso compromisso de cuidar e curar Código de Conduta Os nossos cinco princípios fundamentais: Doentes O benefício e a segurança do doente estão no centro de tudo o que fazemos Colaboradores Tratamos

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE COMISSÃO PARA A CIDADANIA E A IGUALDADE DE GÉNERO MUNICÍPIO DO BARREIRO

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE COMISSÃO PARA A CIDADANIA E A IGUALDADE DE GÉNERO MUNICÍPIO DO BARREIRO PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE COMISSÃO PARA A CIDADANIA E A IGUALDADE DE GÉNERO E MUNICÍPIO DO BARREIRO 1 Entre: O Município do Barreiro pessoa coletiva de direito público com o nº 506673626 com sede no

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A.

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A. 1 CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A. Este código de ética e conduta foi aprovado pelo Conselho de Administração da INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A. ( Companhia

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA FPP - FUNDAÇÃO PORTUGUESA DO PULMÃO 1/8

CÓDIGO DE CONDUTA FPP - FUNDAÇÃO PORTUGUESA DO PULMÃO 1/8 CÓDIGO DE CONDUTA DA FPP - FUNDAÇÃO PORTUGUESA DO PULMÃO Lisboa, Julho de 2015 1/8 I - ÂMBITO Artigo Primeiro Âmbito Pessoal O presente Código integra um conjunto de regras e princípios gerais de ética

Leia mais

Antirracismo e Não Discriminação

Antirracismo e Não Discriminação Antirracismo e Não Federal Ministry for Foreign Affairs of Austria Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamados na presente Declaração, sem distinção alguma, nomeadamente

Leia mais

Edição A. Código de Conduta

Edição A. Código de Conduta Edição A Código de Conduta -- A 2011.09.26 1 de 5 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 2 2 PRINCÍPIOS E NORMAS GERAIS... 2 a) Trabalho Infantil... 2 b) Trabalho forçado... 2 c) Segurança e bem-estar no local de trabalho...

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA SUMÁRIO 1 ÉTICA...03 2 APRESENTAÇÃO...04 3 APLICAÇÃO...05 4 FINALIDADES...06 5 DEFINIÇÕES...07 6 CULTURA ORGANIZACIONAL...08 6.1 MISSÃO...08 6.2 VISÃO...08 6.3 VALORES...08 6.4

Leia mais

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quarta-feira, 2 de julho de 2014. Série. Número 99

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quarta-feira, 2 de julho de 2014. Série. Número 99 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Quarta-feira, 2 de julho de 2014 Série Sumário ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DAMADEIRA Resolução da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira

Leia mais

O Banrisul no relacionamento com os diversos setores da sociedade terá suas posições e ações baseadas nas seguintes disposições:

O Banrisul no relacionamento com os diversos setores da sociedade terá suas posições e ações baseadas nas seguintes disposições: 1.0 - CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA DO BANRISUL Preâmbulo O compromisso é servir como Guia Prático de Conduta Pessoal e Profissional, a ser utilizado por todos os Colaboradores do Banrisul, possibilitando a

Leia mais

Código de Ética Versão 1.0 Maio de 2015

Código de Ética Versão 1.0 Maio de 2015 Código de Ética Versão 1.0 Maio de 2015 Sumário 1 Introdução... 4 2 Condutas não toleradas nos princípios da empresa... 5 2.1 A transparência e ética fundamentam a sua relação com o mercado... 5 2.1.1

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA

CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA ÍNDICE PREÂMBULO... 3 CÓDIGO DE ÉTICA... 5 Secção I: PARTE GERAL............................................... 6 Secção II: PRINCÍPIOS... 8 Secção III: DEVERES CORPORATIVOS...

Leia mais

Política do regulamento de funcionamento do Serviço de Gestão de Reclamações de Clientes e Terceiros

Política do regulamento de funcionamento do Serviço de Gestão de Reclamações de Clientes e Terceiros Política do regulamento de funcionamento do Serviço de Gestão de Reclamações de Clientes e Terceiros Nos termos da Norma Regulamentar nº 10/2009 de 25 de junho. AXA Global Direct Seguros y Reaseguros,

Leia mais

O Banrisul no relacionamento com os diversos setores da sociedade terá suas posições e ações baseadas nas seguintes disposições:

O Banrisul no relacionamento com os diversos setores da sociedade terá suas posições e ações baseadas nas seguintes disposições: 1.0 - CÓDIGO DE ÉTICA DO BANRISUL Preâmbulo O compromisso maior da instituição deve ser o de possibilitar continuamente a consecução de sua missão, a saber: Ser o agente financeiro do Estado para promover

Leia mais

POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP

POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP CONTEXTO Respeitar a diversidade social e a representatividade presente nas comunidades em que as organizações se inserem é um dever ético e simultaneamente um fator

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA VIDA E PREVIDÊNCIA

CÓDIGO DE ÉTICA VIDA E PREVIDÊNCIA so u E ro s di r a u g u ã o d a é t ica n a s a t iv id a d e s p fis SUPER SEGURO ionais. CÓDIGO DE ÉTICA VIDA E PREVIDÊNCIA Este documento tem o objetivo de conduzir as atitudes de todos os colaboradores

Leia mais

Política de Responsabilidade Corporativa

Política de Responsabilidade Corporativa Política de Responsabilidade Corporativa Índice 1. Introdução...04 2. Área de aplicação...04 3. Compromissos e princípios de atuação...04 3.1. Excelência no serviço...05 3.2. Compromisso com os resultados...05

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA AGÊNCIA DE FOMENTO DE GOIÁS S/A GOIÁSFOMENTO

CÓDIGO DE ÉTICA AGÊNCIA DE FOMENTO DE GOIÁS S/A GOIÁSFOMENTO CÓDIGO DE ÉTICA DA AGÊNCIA DE FOMENTO DE GOIÁS S/A GOIÁSFOMENTO 0 ÍNDICE 1 - INTRODUÇÃO... 2 2 - ABRANGÊNCIA... 2 3 - PRINCÍPIOS GERAIS... 2 4 - INTEGRIDADE PROFISSIONAL E PESSOAL... 3 5 - RELAÇÕES COM

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental - PRSA

Política de Responsabilidade Socioambiental - PRSA Política de Responsabilidade Socioambiental - PRSA Versão Consolidada: 1.0 Data da Aprovação: 29/12/2015 Aprovado por: Diretoria Data da última revisão: 29/12/2015 ÍNDICE OBJETIVO E ABRANGÊNCIA... 3 VIGÊNCIA...

Leia mais

1. INTRODUÇÃO. Mensagem do Presidente

1. INTRODUÇÃO. Mensagem do Presidente Data de início de vigência: 1 de setembro de 2013 1. INTRODUÇÃO Mensagem do Presidente O Mundo de hoje obriga-nos a uma presença em inúmeros quadrantes e a uma enorme capacidade para que possamos adaptar-nos

Leia mais

PUBLICADO EM 01/08/2015 VÁLIDO ATÉ 31/07/2020

PUBLICADO EM 01/08/2015 VÁLIDO ATÉ 31/07/2020 PUBLICADO EM 01/08/2015 VÁLIDO ATÉ 31/07/2020 INDICE POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 1. Objetivo...2 2. Aplicação...2 3. implementação...2 4. Referência...2 5. Conceitos...2 6. Políticas...3

Leia mais

POLÍTICA DE TRATAMENTO DE CLIENTES E TERCEIROS

POLÍTICA DE TRATAMENTO DE CLIENTES E TERCEIROS 1/5 POLÍTICA DE TRATAMENTO DE CLIENTES E TERCEIROS ÍNDICE 1. OBJETIVO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO... 1 2. DEFINIÇÕES... 1 3. PRINCÍPIOS E NORMAS DE ATUAÇÃO... 2 3.1. PRINCÍPIO DA NÃO DISCRIMINAÇÃO... 2 3.2.

Leia mais

Código de Conduta. Nossos cinco princípios fundamentais: Pacientes. O benefício e a segurança do paciente estão no centro de tudo o que fazemos

Código de Conduta. Nossos cinco princípios fundamentais: Pacientes. O benefício e a segurança do paciente estão no centro de tudo o que fazemos Nosso compromisso de cuidar e curar Código de Conduta Nossos cinco princípios fundamentais: Pacientes O benefício e a segurança do paciente estão no centro de tudo o que fazemos Associados Tratamos nossos

Leia mais

A SINIGAGLIA, endossa e pratica de forma sistemática os princípios do Pacto Global 1 da ONU, integrando-os a seus processos:

A SINIGAGLIA, endossa e pratica de forma sistemática os princípios do Pacto Global 1 da ONU, integrando-os a seus processos: INTRODUÇÃO O regime da livre iniciativa impõe às organizações e seus integrantes a conduzirem-se dentro de um ambiente de respeito e entendimento, zelando para que toda e qualquer forma de relacionamento,

Leia mais

Mensagem da Diretoria

Mensagem da Diretoria Código de Ética Índice Mensagem da Diretoria... 07 Princípios Cooperativistas... 09 Política da Qualidade... 11 Nosso Negócio, Missão, Visão... 12 Nossos Valores... 13 Nosso Relacionamento com: Associados...

Leia mais

SEGURANÇA SOCIAL PROTEÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

SEGURANÇA SOCIAL PROTEÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA SEGURANÇA SOCIAL PROTEÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Maio 2015 Ficha Técnica Autor Direção-Geral da Segurança Social (DGSS) - Direção de Serviços de Instrumentos de Aplicação (DSIA) Edição e propriedade

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE A COMISSÃO PARA A CIDADANIA E IGUALDADE DE GÉNERO E A CÂMARA MUNICIPAL DA LOUSÃ

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE A COMISSÃO PARA A CIDADANIA E IGUALDADE DE GÉNERO E A CÂMARA MUNICIPAL DA LOUSÃ PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE A COMISSÃO PARA A CIDADANIA E IGUALDADE DE GÉNERO E A CÂMARA MUNICIPAL DA LOUSÃ Entre: O MUNICÍPIO DA LOUSÃ, pessoa coletiva n.º 501121528, com sede na Vila da Lousã, neste

Leia mais

Código de Ética e de Conduta

Código de Ética e de Conduta Preâmbulo A CASES, consciente do seu papel no âmbito da economia social, considera importante colocar a questão da ética como prioridade na sua agenda. O presente documento apresenta os princípios gerais

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Versão 2015.2 Editada em julho de 2015 SUMÁRIO 1. Objetivo da Política...3 2. Abrangência...3 3. Princípios...3 4. Das Diretrizes Estratégicas...4 5. Da Estrutura

Leia mais

Mensagem da Diretoria

Mensagem da Diretoria 2007 A Mensagem da Diretoria história da Responsabilidade Social na Copacol está intrínseca desde que abriu as portas do cooperativismo no Oeste do Paraná, em 1963. Com a assinatura do Pacto Global, essa

Leia mais

DECRETO Nº 1.973, DE 1º DE AGOSTO DE 1996. (Publicado no D.O.U. de 02.08.1996)

DECRETO Nº 1.973, DE 1º DE AGOSTO DE 1996. (Publicado no D.O.U. de 02.08.1996) DECRETO Nº 1.973, DE 1º DE AGOSTO DE 1996. (Publicado no D.O.U. de 02.08.1996) Promulga a Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher, concluída em Belém do Pará,

Leia mais

1. OBJETIVO E ÂMBITO. 1.1 Objeto 1.1.1 A Mota-Engil Africa N.V. ( Mota-- Engil Africa ou a Empresa ) e respetivas

1. OBJETIVO E ÂMBITO. 1.1 Objeto 1.1.1 A Mota-Engil Africa N.V. ( Mota-- Engil Africa ou a Empresa ) e respetivas 1. OBJETIVO E ÂMBITO 1.1 Objeto 1.1.1 A Mota-Engil Africa N.V. ( Mota-- Engil Africa ou a Empresa ) e respetivas subsidiárias (juntamente com a Empresa, o Grupo ) comprometem-se a conduzir todos os seus

Leia mais

Código de Ética Rastru

Código de Ética Rastru CÓDIGO DE ÉTICA RASTRU O objetivo desse Código de É tica é definir com clareza os princípios éticos que norteiam as ações e os compromissos da organização Rastru, tanto da parte institucional como da parte

Leia mais

Código de Conduta Ética

Código de Conduta Ética Código de Conduta Ética MENSAGEM DO PRESIDENTE O Código de Conduta Ética das Empresas Concremat contempla os princípios que devem estar presentes nas relações da empresa com seus colaboradores, clientes,

Leia mais

ACORDO MUNDIAL SOBRE OS PRINCÍPIOS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL ARCELOR

ACORDO MUNDIAL SOBRE OS PRINCÍPIOS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL ARCELOR ACORDO MUNDIAL SOBRE OS PRINCÍPIOS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL ARCELOR Entre: Por um lado, A sociedade ARCELOR SA, sociedade-mãe do Grupo ARCELOR, representada por Guy DOLLÉ, Presidente da Direção Geral

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA RECEBA MAIS QUE TECNOLOGIA

CÓDIGO DE ÉTICA RECEBA MAIS QUE TECNOLOGIA CÓDIGO DE ÉTICA RECEBA MAIS QUE TECNOLOGIA Código de Ética e de Responsabilidade Social Propósitos A ACE Schmersal tem uma atuação corporativa pautada em valores éticos e morais. Estes mesmos valores regem

Leia mais

Condições gerais sobre o uso da aplicação web do fornecedor de transporte

Condições gerais sobre o uso da aplicação web do fornecedor de transporte Condições gerais sobre o uso da aplicação web do fornecedor de transporte Proteção de dados É do conhecimento do contratante que, não só a informação referente à empresa particularmente informação referente

Leia mais

2.1. Cumprimos leis e regulamentos nacionais e internacionais. Obedecemos a todas as leis e regulamentos internacionais e nacionais relevantes.

2.1. Cumprimos leis e regulamentos nacionais e internacionais. Obedecemos a todas as leis e regulamentos internacionais e nacionais relevantes. CÓDIGO DE CONDUTA 1. Introdução O Código de Conduta Ahlstrom descreve os princípios éticos que sustentam o modo como conduzimos os negócios em nossa empresa. Baseia-se em nossos principais valores Agir

Leia mais

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2/11 Sumário 1. Conceito... 3 2. Objetivo... 3 3. Áreas de aplicação... 3 4. Diretrizes... 4 4.1 Princípios... 4 4.2 Estratégia de e Responsabilidade

Leia mais

Código de Ética da Parpública. Ética - Princípios e valores fundamentais. Âmbito de aplicação

Código de Ética da Parpública. Ética - Princípios e valores fundamentais. Âmbito de aplicação Código de Ética da Parpública Âmbito de aplicação Aplica-se a todos os colaboradores da Parpública sem prejuízo de outras disposições legais ou regulamentares aplicáveis ou a que por inerência do exercício

Leia mais

Os 10 Princípios Universais do Pacto Global

Os 10 Princípios Universais do Pacto Global Os 10 Princípios Universais do Pacto Global O Pacto Global advoga dez Princípios universais, derivados da Declaração Universal de Direitos Humanos, da Declaração da Organização Internacional do Trabalho

Leia mais

AMMPL (BME) Código de Conduta

AMMPL (BME) Código de Conduta AMMPL (BME) Código de Conduta 1 Código de Conduta da AMMPL (BME) I Introdução A Association Materials Management, Purchasing and Logistics (Associação de Gestão de Materiais, Compras e Logística, AMMPL

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA. Autoridade de Gestão do Programa Operacional Regional do Norte 2014-2020

CÓDIGO DE CONDUTA. Autoridade de Gestão do Programa Operacional Regional do Norte 2014-2020 Autoridade de Gestão do Programa Operacional Regional do Norte 2014-2020 CONTROLO DO DOCUMENTO Versão Data de aprovação Descrição 1 07/09/2015 (ratificada a 09/09/2015) 2 17/12/2015 Código de Conduta do

Leia mais

CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DA CRIANÇA

CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DA CRIANÇA CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DA CRIANÇA Adoptada pela Resolução No. 44/25 da Assembleia Geral das Nações Unidas em 20 de Novembro de 1989 PREÂMBULO Os Estados Partes da presente Convenção, Considerando

Leia mais

POLÍTICA DE SAÚDE E SEGURANÇA POLÍTICA DA QUALIDADE POLÍTICA AMBIENTAL POLÍTICA DE SEGURANÇA

POLÍTICA DE SAÚDE E SEGURANÇA POLÍTICA DA QUALIDADE POLÍTICA AMBIENTAL POLÍTICA DE SEGURANÇA POLÍTICA DE SAÚDE E SEGURANÇA POLÍTICA DA QUALIDADE POLÍTICA AMBIENTAL POLÍTICA DE SEGURANÇA Política de SAÚDE E SEGURANÇA Política de SAÚDE E SEGURANÇA A saúde e a segurança dos nossos funcionários fazem

Leia mais

PRINCÍPIOS DE RELACIONAMENTO COM OS FORNECEDORES DO GRUPO BANCO ESPÍRITO SANTO

PRINCÍPIOS DE RELACIONAMENTO COM OS FORNECEDORES DO GRUPO BANCO ESPÍRITO SANTO PRINCÍPIOS DE RELACIONAMENTO COM OS FORNECEDORES DO GRUPO BANCO ESPÍRITO SANTO .01 ANTI-CORRUPÇÃO O meio empresarial deve lutar contra todas as formas de corrupção, incluindo extorsão e suborno. Com base

Leia mais

RECOMENDAÇÃO N.º 1/2015 APLICAÇÃO DA TARIFA SOCIAL NA ELETRICIDADE E NO GÁS NATURAL

RECOMENDAÇÃO N.º 1/2015 APLICAÇÃO DA TARIFA SOCIAL NA ELETRICIDADE E NO GÁS NATURAL RECOMENDAÇÃO N.º 1/2015 APLICAÇÃO DA TARIFA SOCIAL NA ELETRICIDADE E NO GÁS NATURAL Julho de 2015 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Este documento está preparado para impressão em frente e verso

Leia mais

GRUPO SAG CÓDIGO DE CONDUTA

GRUPO SAG CÓDIGO DE CONDUTA GRUPO SAG CÓDIGO DE CONDUTA 1. Preâmbulo O perfil das empresas e a sua imagem estão cada vez mais interligados não só com o desempenho económico e financeiro, mas também com o quadro de valores, princípios

Leia mais

Código de Ética. Mensagem do CEO

Código de Ética. Mensagem do CEO Mensagem do CEO Ao longo dos últimos 15 anos, a GATEWIT alcançou uma reputação global de confiança, ética e honestidade, que tem sido um pilar fundamental para o sucesso do negócio. Os valores que nos

Leia mais

Renata Filardi/BRA/VERITAS18/10/2006 ÍNDICE: 1 INTRODUÇÃO 1.1 ESCOPO MANUAL 1.2 VISÃO E MISSÃO DO BUREAU VERITAS 1.2.2 - VISÃO 1.2.

Renata Filardi/BRA/VERITAS18/10/2006 ÍNDICE: 1 INTRODUÇÃO 1.1 ESCOPO MANUAL 1.2 VISÃO E MISSÃO DO BUREAU VERITAS 1.2.2 - VISÃO 1.2. Aprovado ' Elaborado por Renata Filardi/BRA/VERITAS em 18/10/2006 Verificado por Renato Catrib/BRA/VERITAS em 18/10/2006 Aprovado por Renato Catrib/BRA/VERITAS em 18/10/2006 ÁREA DGL Tipo MANUAL Número

Leia mais

Regulamento Normativo para a Concessão de Apoios a entidades e organismos que prossigam na Freguesia, fins de interesse público

Regulamento Normativo para a Concessão de Apoios a entidades e organismos que prossigam na Freguesia, fins de interesse público Proposta Regulamento Normativo para a Concessão de Apoios a entidades e organismos que prossigam na Freguesia, fins de interesse público Junta de Freguesia de Águas LivresIncumbe ao Estado, em colaboração

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental

Política de Responsabilidade Socioambiental Política de Responsabilidade Socioambiental SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVO... 3 3 DETALHAMENTO... 3 3.1 Definições... 3 3.2 Envolvimento de partes interessadas... 4 3.3 Conformidade com a Legislação

Leia mais

TÍTULO I OBJETIVOS. Artigo 1.º Objetivos

TÍTULO I OBJETIVOS. Artigo 1.º Objetivos Regulamento da RIPD A Rede Ibero-americana de Proteção de Dados (RIPD) surge na sequência do acordo alcançado entre os representantes de 14 países ibero-americanos, participantes no Encontro Ibero-americano

Leia mais

MENSAGEM AO FORNECEDOR

MENSAGEM AO FORNECEDOR MENSAGEM AO FORNECEDOR O Código de Conduta da AABB Porto Alegre para fornecedores é um documento abrangente, que trata de temas diretamente ligados ao nosso cotidiano de relações. Neste material, explicitamos

Leia mais

Índice. 1. Objetivo...04. 2. Âmbito de aplicação...05. 3. Princípios orientadores da conduta de Gas Natural Fenosa...06. 4. Normas de conduta...

Índice. 1. Objetivo...04. 2. Âmbito de aplicação...05. 3. Princípios orientadores da conduta de Gas Natural Fenosa...06. 4. Normas de conduta... Código de Ética Índice 1. Objetivo...04 2. Âmbito de aplicação...05 3. Princípios orientadores da conduta de Gas Natural Fenosa...06 4. Normas de conduta...07 5. Aceitação e cumprimento do Código...22

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA EMPRESA LUZ E FORÇA SANTA MARIA S/A

CÓDIGO DE ÉTICA DA EMPRESA LUZ E FORÇA SANTA MARIA S/A CÓDIGO DE ÉTICA DA EMPRESA LUZ E FORÇA SANTA MARIA S/A O código de ética da Empresa Luz e Força Santa Maria S/A contempla as seguintes partes interessadas: empregados, fornecedores, meio ambiente, consumidores

Leia mais

financeiras que actuam em diferentes áreas de negócio, bem como por empresas instrumentais para o funcionamento e apoio à actividade do Grupo.

financeiras que actuam em diferentes áreas de negócio, bem como por empresas instrumentais para o funcionamento e apoio à actividade do Grupo. Código de Conduta Preâmbulo O Crédito Agrícola Mútuo é uma das instituições mais antigas da sociedade portuguesa, com génese nos Celeiros Comuns e nas Misericórdias. Ao longo da sua história, o Crédito

Leia mais

POLÍTICA DE AMBIENTE, QUALIDADE E SEGURANÇA

POLÍTICA DE AMBIENTE, QUALIDADE E SEGURANÇA HOMOLOGAÇÃO: José Eduardo Carvalho 14-03- Pág. 2 de 5 A Tagusgás subscreve a Política AQS da Galp Energia. A Política AQS da Tagusgás foi definida tendo em consideração os Objectivos Estratégicos do Grupo

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA - PORTAL

CÓDIGO DE ÉTICA - PORTAL 1. Disposições Preliminares Este Código de Ética tem como principal objetivo informar aos colaboradores, prestadores de serviço, clientes e fornecedores da Petronect quais são os princípios éticos que

Leia mais

MANUAL DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

MANUAL DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL MANUAL DE RESPONSABILIDADE Definição: A responsabilidade socioambiental é a responsabilidade que uma empresa ou organização tem com a sociedade e com o meio ambiente além das obrigações legais e econômicas.

Leia mais

Estado de direito democrático...2. Tarefas fundamentais do Estado...2. Liberdade de associação...2. Direitos dos trabalhadores...3

Estado de direito democrático...2. Tarefas fundamentais do Estado...2. Liberdade de associação...2. Direitos dos trabalhadores...3 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA (Texto nos termos da última revisão constitucional (sexta revisão constitucional) operada pela Lei Constitucional n.º 1/2004, de 24 de Julho) Estado de direito democrático...2

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DO FORNECEDOR SODEXO APRIL 2014

CÓDIGO DE CONDUTA DO FORNECEDOR SODEXO APRIL 2014 CÓDIGO DE CONDUTA DO FORNECEDOR SODEXO APRIL 2014 Índice INTRODUÇÃO INTEGRIDADE NOS NEGÓCIOS DIREITOS HUMANOS E DIREITOS FUNDAMENTAIS NO TRABALHO Eliminação de todas as formas de trabalho forçado ou compulsório

Leia mais

Princípios de Bom Governo

Princípios de Bom Governo Princípios de Bom Governo Regulamentos internos e externos a que a empresa está sujeita O Decreto - Lei 67/2011 de 2 de Junho cria com a natureza de entidade pública empresarial, a Unidade Local de Saúde

Leia mais

Código de Ética e Conduta do IAPMEI

Código de Ética e Conduta do IAPMEI Código de Ética e Conduta do IAPMEI Âmbito e Objectivo do Documento Públicas (Lei n.º 58/2008, de 9 de Setembro) e da Carta Ética da Administração Pública. O Código de Ética e Normas de Conduta aplica-se

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA

CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA Na defesa dos valores de integridade, da transparência, da auto-regulação e da prestação de contas, entre outros, a Fundação Casa da Música,

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Standard Chartered Bank, Brasil Página 1 de 8 ÍNDICE I. OBJETIVO... 3 II. CICLO DE REVISÃO... 3 III. DISPOSIÇÕES GERAIS... 3 IV. ESTRUTURA DE GOVERNANÇA... 4

Leia mais

PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL 1. OBJETIVO: Estabelecer diretrizes e critérios para o atendimento aos requisitos da norma de Responsabilidade Social SA 8000. 2. DEFINIÇÕES: Não aplicável. 3. DOCUMENTOS APLICÁVEIS Manual da Qualidade;

Leia mais

ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE. Data: 2016-01-14 Pág. 1 de 13

ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE. Data: 2016-01-14 Pág. 1 de 13 ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE Data: 2016-01-14 Pág. 1 de 13 Artigo 1.º Âmbito Em cumprimento do disposto no Artigo 158.º, n.º 3, do Anexo I, da Lei n.º 147/2015, de 9 de setembro (que aprova

Leia mais

PLANO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRAÇÕES CONEXAS

PLANO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRAÇÕES CONEXAS Escola Profissional de Rio Maior PLANO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRAÇÕES CONEXAS Aprovado em Conselho de Gerência de 19/03/2014 e ratificado em Assembleia Geral de 30/04/2014. PL.GI.01.01

Leia mais

RELATÓRIO DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COE INSTITUTO BRASILEIRO DE PESQUISA E GESTÃO DE CARBONO CO2 ZERO

RELATÓRIO DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COE INSTITUTO BRASILEIRO DE PESQUISA E GESTÃO DE CARBONO CO2 ZERO RELATÓRIO DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COE INSTITUTO BRASILEIRO DE PESQUISA E GESTÃO DE CARBONO CO2 ZERO DECLARAÇÃO DE APOIO CONTÍNUO DO DIRETOR PRESIDENTE Brasília-DF, 29 de outubro de 2015 Para as partes

Leia mais

ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE. CAPÍTULO I Estatuto do Provedor

ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE. CAPÍTULO I Estatuto do Provedor ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE Artigo 1.º Âmbito Em cumprimento do disposto no Artigo 158.º, n.º 3, do Anexo I, da Lei n.º 147/2015, de 9 de setembro (que aprova o regime jurídico de acesso

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA GEBALIS

CÓDIGO DE ÉTICA DA GEBALIS CÓDIGO DE ÉTICA DA GEBALIS DEZEMBRO DE 2008 PREÂMBULO O presente Código visa clarificar as normas de conduta que devem orientar os comportamentos e as atitudes de todos os Colaboradores da GEBALIS, independentemente

Leia mais

Política de Gestão de Reclamações

Política de Gestão de Reclamações DECLARAÇÃO DE POLÍTICA A Eurovida considera cada reclamação como uma oportunidade de melhorar o serviço que presta aos seus Clientes, Colaboradores e Parceiros e de contribuir para a boa imagem e para

Leia mais

Relatório de Gestão da Responsabilidade Social SA 8000 1º Semestre de 2010

Relatório de Gestão da Responsabilidade Social SA 8000 1º Semestre de 2010 Relatório de Gestão da Responsabilidade Social SA 8000 estre de As questões sociais estão cada vez mais na ordem do dia, quer por parte de entidades governamentais, como de agentes económicos privados.

Leia mais

Código de Ética Nas Relações com as Partes Interessadas Com os Clientes e a Concorrência

Código de Ética Nas Relações com as Partes Interessadas Com os Clientes e a Concorrência Código de Ética Conduzimos nossos negócios dentro de uma estrutura de padrões profissionais, legislações, regulamentações e políticas internas. Entretanto, temos consciência que essas normas não necessariamente

Leia mais

Mensagem do Presidente

Mensagem do Presidente Mensagem do Presidente A PISOAG DO BRASIL está no mercado desde 1980, atuando com empresas nacionais e internacionais dos mais diversos segmentos, com qualidade, tecnologia e o elevado padrão de responsabilidade

Leia mais

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE 1) OBJETIVOS - Apresentar de forma transparente as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente

Leia mais