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1 AEP Associação Empresarial de Portugal Prevenir - Indústria dos Produtos Químicos Leça da Palmeira Tel Fax

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3 FICHA TÉCNICA TÍTULO Manual de Boas Práticas Indústria dos Produtos Químicos PROJECTO Prevenir Prevenção como Solução ELABORAÇÃO Eurisko Estudos, Projectos e Consultoria, S.A. EDIÇÃO/COORDENAÇÃO AEP Associação Empresarial de Portugal CONCEPÇÃO GRÁFICA mm+a EXECUÇÃO GRÁFICA Multitema APOIOS Projecto apoiado pelo Programa Operacional de Assistência Técnica ao QREN Quadro de Referência Estratégico Nacional Eixo Fundo Social Europeu TIRAGEM 1000 exemplares ISBN DEPÓSITO LEGAL /11 Janeiro, 2011

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5 004 Indústria dos Produtos Químicos Índice 1. INTRODUÇÃO INDÚSTRIA DOS PRODUTOS QUÍMICOS DESCRIÇÃO DO SECTOR DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE FABRICO Principais riscos ORGANIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (SST) MODALIDADES DE ORGANIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO FUNCIONAMENTO DOS SERVIÇOS DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Principais actividades dos serviços de segurança e saúde no trabalho Actividades dos serviços de segurança no trabalho Actividades dos serviços de saúde no trabalho REPRESENTANTES DOS TRABALHADORES PARA A SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO CONSULTA DOS TRABALHADORES SINISTRALIDADE LABORAL CARACTERIZAÇÃO DOS ACIDENTES DE TRABALHO PREVENÇÃO DE ACIDENTES GESTÃO DE ACIDENTES DE TRABALHO TAXAS ESTATÍSTICAS DE SINISTRALIDADE FERRAMENTAS DE TRATAMENTO DE ACIDENTES DE TRABALHO SINISTRALIDADE NA INDÚSTRIA DOS PRODUTOS QUÍMICOS INSTALAÇÕES CONCEPÇÃO DE LOCAIS DE TRABALHO ENQUADRAMENTO LEGAL CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS EDIFÍCIOS DIMENSIONAMENTO DOS LOCAIS DE TRABALHO 53

6 MANUAL DE BOAS PRÁTICAS INSTALAÇÕES DE APOIO INFRA-ESTRUTURAS ORGANIZAÇÃO DOS LOCAIS DE TRABALHO Gestão visual - 5 S Implementação de um sistema de 5 S MANUTENÇÃO DAS CONDIÇÕES DE HABITABILIDADE DISPOSIÇÕES ADICIONAIS PARA A INDÚSTRIA DOS PRODUTOS QUÍMICOS SEGURANÇA NO TRABALHO ILUMINAÇÃO Conceitos básicos Sistemas de iluminação Níveis de iluminação adequados Avaliação dos níveis de iluminação Tipo de iluminação a utilizar e sua qualidade Selecção de sistemas de iluminação artificial eficientes Outras tecnologias A iluminação na Indústria dos Produtos Químicos RUÍDO Introdução Principais efeitos Enquadramento legal Medições e avaliações do ruído Principais fontes de ruído na Indústria do Produtos Químicos Medidas de prevenção e protecção Selecção de protectores auriculares VIBRAÇÕES OCUPACIONAIS Introdução 81

7 006 Indústria dos Produtos Químicos Enquadramento legal Principais fontes de vibrações Medidas de prevenção e protecção dos trabalhadores CONTAMINANTES QUÍMICOS Introdução Classificação dos contaminantes químicos Principais efeitos fisiológicos Poeiras Gases e vapores Compostos orgânicos voláteis (COV s) Avaliação do risco de exposição a contaminantes químicos Medidas de controlo de risco de exposição a contaminantes químicos AMBIENTE TÉRMICO Introdução Conceitos Efeitos na saúde Caracterização do ambiente térmico Medidas de prevenção e protecção O ambiente térmico na Indústria dos Produtos Químicos RADIAÇÕES Introdução Radiações ionizantes Radiações não ionizantes Principais fontes Medidas de prevenção e protecção MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS Introdução Movimentação manual de cargas na Indústria dos Produtos Químicos 115

8 MANUAL DE BOAS PRÁTICAS Avaliação de riscos na movimentação manual de cargas Medidas de prevenção e protecção MOVIMENTAÇÃO MECÂNICA DE CARGAS Introdução Medidas de prevenção e protecção Caracterização geral dos meios de movimentação mecânica de cargas mais usuais na Indústria dos Produtos Químicos Boas práticas na movimentação mecânica de cargas na Indústria dos Produtos Químicos Más práticas na movimentação mecânica de cargas na Indústria dos Produtos Químicos ARMAZENAGEM Introdução Armazenagem de produtos leves Regras básicas de segurança Armazenagem na Indústria dos Produtos Químicos SUBSTÂNCIAS OU MISTURAS PERIGOSAS Identficação das substâncias químicas utilizadas Registo, avaliação, autorização e restrição das substâncias químicas (REACH) Fichas de dados de segurança Armazenagem e utilização de produtos químicos RISCOS ELÉCTRICOS Introdução Efeitos da corrente eléctrica Protecção das pessoas Enquadramento legal Posto de transformação Quadros eléctricos 168

9 008 Indústria dos Produtos Químicos Outras infra-estruturas Instalações Ferramentas e máquinas eléctricas SEGURANÇA DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO Enquadramento legal Medidas de prevenção e protecção Máquinas novas e usadas Equipamentos e ferramentas de trabalho Máquinas e equipamentos de maior perigosidade na Indústria dos Produtos Químicos Manutenção EQUIPAMENTOS SOB PRESSÃO Processo de registo e licenciamento Instalação de um equipamento sob pressão INCÊNDIOS Introdução Prevenção de incêndios Combate a incêndios ORGANIZAÇÃO DA EMERGÊNCIA Introdução Procedimentos em caso de emergência e plano de emergência interno Organização da segurança Formação em segurança contra incêndio Registos de segurança Simulacros Plano de segurança interno Sinalização e iluminação de emergência Vias de evacuação e saídas de emergência Primeiros socorros 246

10 MANUAL DE BOAS PRÁTICAS ATMOSFERAS EXPLOSIVAS Fundamentos ATEX Avaliação do risco de explosão Medidas de prevenção e protecção do risco de explosão Prevenção de explosão por acção sobre produtos combustíveis Prevenção de explosão por controlo das fontes de ignição Trabalho em espaços confinados Aparelhos para utilização em atmosferas explosivas Medidas de protecção para limitar os efeitos das explosões Medidas organizacionais Manual de protecção contra explosões SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA INTRODUÇÃO FORMAS DE SINALIZAÇÃO SINALIZAÇÃO POR PLACAS SINALIZAÇÃO DE OBSTÁCULOS, ZONAS PERIGOSAS E VIAS DE CIRCULAÇÃO SINALIZAÇÃO DE TUBAGENS E RECIPIENTES COMUNICAÇÃO VERBAL SINAIS GESTUAIS SINAIS ACÚSTICOS BOAS PRÁTICAS DE SINALIZAÇÃO NA INDÚSTRIA DOS PRODUTOS QUÍMICOS MÁS PRÁTICAS DE SINALIZAÇÃO NA INDÚSTRIA DOS PRODUTOS QUÍMICOS EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL (EPI) BOAS PRÁTICAS NA UTILIZAÇÃO DE EPI OS EPI NA INDÚSTRIA DOS PRODUTOS QUÍMICOS ERGONOMIA 290

11 010 Indústria dos Produtos Químicos 9.1 PRINCIPAIS RISCOS ERGONÓMICOS NA INDÚSTRIA DOS PRODUTOS QUÍMICOS ANÁLISE ERGONÓMICA DOS POSTOS DE TRABALHO Introdução Métodos de análise ergonómica de postos de trabalho MEDIDAS PREVENTIVAS Posturas Caracterização das posturas na Indústria dos Produtos Químicos Equipamentos dotados de visor (EDV) Sugestões para os assentos PSICOLOGIA DO TRABALHO Trabalhos por turnos O trabalhador e o trabalho por turnos Trabalho monótono e repetitivo GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (SST) POLÍTICA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO PLANEAMENTO IMPLEMENTAÇÃO E OPERAÇÃO VERIFICAÇÃO REVISÃO PELA GESTÃO FORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO FORMAÇÃO COMUNICAÇÃO 322 ANEXOS ANEXO I Ficha resumo de dados de segurança do produto 330 ANEXO II Instrução de segurança de um empilhador 332 ANEXO III Principal legislação em matéria de segurança e saúde no trabalho 336 BIBLIOGRAFIA 354

12 MANUAL DE BOAS PRÁTICAS INTRODUÇÃO O Programa Prevenir Prevenção como Solução é desenvolvido pela AEP Associação Empresarial de Portugal e pela ACT Autoridade para as Condições do Trabalho com o apoio do POAT Programa Operacional de Assistência Técnica, tendo como principal objectivo apoiar as empresas na implementação de medidas que permitam atingir os níveis de eficiência operacional desejados, em termos de segurança e saúde no trabalho. Os destinatários deste programa são as pequenas e médias empresas da Indústria dos Produtos Químicos e seus subsectores, nomeadamente: CAE 20 1 Fabricação de produtos químicos de base, adubos e compostos azotados, matérias plásticas e borracha sintética, sob formas primárias. CAE 20 2 Fabricação de pesticidas e de outros produtos agroquímicos. CAE 20 3 Fabricação de tintas, vernizes e produtos similares; mastiques; tintas de impressão. CAE 20 4 Fabricação de sabões e detergentes, produtos de limpeza e de polimento, perfumes e produtos de higiene. CAE 20 5 Fabricação de outros produtos químicos. CAE 20 6 Fabricação de fibras sintéticas ou artificiais. A metodologia adoptada foi estruturada em quatro níveis de intervenção distintos figura 1. FIGURA 1 Níveis de intervenção nas empresas Nível 4 Elaboração de estudo sectorial e manual de boas práticas Nível 3 Avaliação Nível 2 Diagnóstico e proposta de intervenção Nível 1 Pesquisa e intervenção nas empresas Em cada um dos níveis de intervenção estão incluídas etapas que a seguir se descrevem quadro 1.

13 012 Indústria dos Produtos Químicos QUADRO 1 Descrição das etapas pertencentes aos diferentes níveis de intervenção Níveis de intervenção Etapas Nível 1 1. Divulgação do programa a cerca de empresas 2. Sessão de apresentação do programa 3. Contacto com cerca de 500 empresas (inscritas na sessão e outras pré-seleccionadas) 4. Elaboração do questionário (guião de visita) 5. Selecção das 60 empresas com base no interesse e disponibilidade manifestada 6. Visitas às 60 empresas e preenchimento dos questionários 7. Elaboração dos relatórios individuais 8. Recolha de dados estatísticos do sector 9. Elaboração do relatório sectorial 10. Apresentação dos resultados da fase 1 Nível 2 1. Selecção de 20 empresas 2. Realização de diagnósticos 3. Road-show 2 seminários técnicos Nível 3 1. Selecção de 10 empresas 2. Realização de auditorias 3. Road-show 2 seminários técnicos Nível 4 Elaboração de Estudo Sectorial e Manual de Boas Práticas O presente manual foi elaborado com base nos resultados obtidos nas três primeiras fases deste programa, em informação sectorial complementar e nas publicações existentes na temática da Segurança e Saúde no Trabalho, correspondendo ao Nível 4 do programa Prevenir. Com a elaboração do presente manual pretende-se apoiar as empresas na identificação de não conformidades legais e riscos e na implementação de medidas que permitam atingir os níveis de eficiência operacional desejados, em termos de Segurança e Saúde no Trabalho. Este manual, pretende também constituir um importante suporte técnico para incentivar e facilitar as empresas do sector no planeamento e implementação de acções de melhoria e de minimização dos riscos associados às actividades desenvolvidas. 2. INDÚSTRIA DOS PRODUTOS QUÍMICOS 2.1 DESCRIÇÃO DO SECTOR A Indústria dos Produtos Químicos abrange diversas actividades de acordo com a Classificação de Actividades Económicas (CAE) que lhe foi atribuída. No quadro seguinte são descritas as actividades por CAE Rev. 3, estabelecidas no Decreto-Lei nº 381/2007.

14 MANUAL DE BOAS PRÁTICAS 013 Divisão Subclasse Actividade Fabricação de gases industriais Fabricação de corantes e pigmentos Fabricação de outros produtos químicos inorgânicos de base Fabricação de resinosos e seus derivados Fabricação de carvão (vegetal e animal) e produtos associados Fabricação de álcool etílico de fermentação Fabricação de outros produtos químicos orgânicos de base, n.e Fabricação de adubos químicos ou minerais e de compostos azotados Fabricação de adubos orgânicos e organo-minerais Fabricação de matérias plásticas sob formas primárias Fabricação de borracha sintética sob formas primárias Fabricação de pesticidas e de outros produtos agroquímicos Fabricação de tintas (excepto impressão), vernizes, mástiques e produtos similares Fabricação de tintas de impressão Fabricação de pigmentos preparados, composições vitrificáveis e afins Fabricação de sabões, detergentes e glicerinas Fabricação de produtos de limpeza, polimento e protecção Fabricação de perfumes, de cosméticos e de produtos de higiene Fabricação de explosivos e artigos de pirotecnia Fabricação de colas Fabricação de óleos essenciais Fabricação de biodiesel Fabricação de produtos químicos auxiliares para uso industrial Fabricação de óleos e massas lubrificantes, com exclusão da efectuada nas refinarias Fabricação de outros produtos químicos diversos, n.e Fabricação de fibras sintéticas ou artificiais 2.2 DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE FABRICO Os processos de fabrico utilizados na Indústria dos Produtos Químicos são muito diversificados, em virtude de existirem várias actividades, não se enquadrando no âmbito deste trabalho uma descrição de todos. Apresenta-se, no entanto, uma breve abordagem às operações unitárias incluídas num dos processos de fabrico de cada grupo de classificação das actividades económicas da Indústria dos Produtos Químicos, segundo a CAE-Rev.3, publicada no Decreto-Lei n.º 381/2007, de 14 de Novembro.

15 014 Indústria dos Produtos Químicos Fabricação de produtos químicos de base, adubos e compostos azotados, matérias plásticas e borracha sintética, sob formas primárias (CAE 20 1) Na figura seguinte encontra-se o fluxograma produtivo das resinas de poli-condensação, representado de uma forma simplificada (CAE 20160). FIGURA 2 Fluxograma do processo produtivo das resinas de poli-condensação Preparação da carga Carga do reactor Reacção Ajuste e controlo na fábrica Filtração Enchimento Apresenta-se de seguida uma breve descrição do processo de produção. Preparação da carga O boletim de fabrico contém a indicação das matérias-primas necessárias à elaboração do produto, que são requisitadas ao armazém. As matérias-primas são pesadas e transferidas para a unidade fabril. Carga do reactor Os operadores do reactor, na posse do método de fabrico, que indica a forma de elaborar o produto, nomeadamente, a ordem de carga das matérias-primas, procedem à carga do reactor. Reacção A reacção química é controlada, bem como o estado dos reactores através de instruções contidas nos métodos de fabrico, sendo o processo controlado informaticamente. Neste processo a reacção é controlada através do aquecimento e arrefecimento do processo, mas em ciclos separados; primeiro dá-se o aquecimento e posteriormente o arrefecimento. O aquecimento dos reactores é feito através de fluído térmico que circula em serpentinas dentro do reactor. Os analistas solicitam, de acordo com o estipulado para cada tipo de produto, amostras, com vista a verificar a conformidade dos produtos às especificações. A reacção é dada por terminada quando as correcções introduzidas no processo permitam atingir as especificações do produto. Ajuste e controlo na fábrica O produto resultante da reacção anterior é diluído e ajustado às características finais exigidas. Filtração Todos os produtos são filtrados a uma temperatura que permita a sua bombagem, sendo este aquecimento feito com o auxílio de vapor que aquece os tanques de armazenamento.

16 MANUAL DE BOAS PRÁTICAS 015 Enchimento O produto acabado é colocado em recipientes adequados. Fabricação de pesticidas e de outros produtos agroquímicos (CAE 20 2) Devido ao facto de se tratar de uma indústria de formulação e transformação, a produção é muito variada, apesar de as linhas de produção assentarem nos mesmos equipamentos. Assim sendo, o processo de fabrico consiste essencialmente de duas fases distintas: o processo produtivo e o processo de embalamento. No primeiro caso estão incluídas todas as operações simples de pesagem e mistura/moagem dos lotes das substâncias activas e adjuvantes, com vista à obtenção do produto acabado a granel. Assim sendo, os processos de fabrico utilizados neste sector são processos descontínuos, que consistem na mistura simples de substâncias activas com inertes ou solventes apropriados até completa homogeneização e diluição em agitação lenta e na maioria dos casos à temperatura ambiente. Estes processos não produzem quaisquer reacções químicas, nem são geradores de efluentes líquidos. Dependendo do estado físico do produto final formulado, as formulações podem ser de diferentes tipos, nomeadamente: Líquidos emulsionáveis a substância activa é dissolvida em solvente orgânico. Pós molháveis a substância activa é homogeneamente dispersa num inerte sólido. Grânulos impregnados a substância activa é absorvida num grânulo inerte que faz de suporte à formulação. Os diagramas de processo são apresentados de uma forma genérica, ilustrando as etapas por que passam as formulações de sólidos e líquidos, bem como os respectivos embalamentos. Esta abordagem deve-se ao facto de independentemente dos produtos formulados, os procedimentos e equipamentos utilizados na sua preparação serem idênticos. Nas figuras 3 e 4 apresentam-se de uma forma genérica, respectivamente os fluxogramas de formulação dos produtos sólidos e dos produtos líquidos. FIGURA 3 Fluxograma da formulação dos sólidos Pesagem Recuperação Alimentação Mistura Moagem Destruição Controle de qualidade Pesagem Silos Sacos granel Armazenagem

17 016 Indústria dos Produtos Químicos FIGURA 4 Fluxograma da formulação dos líquidos Pesagem Recuperação Fusão Alimentação Mistura Destruição Pesagem Armazenagem Controle de qualidade Armazenagem Fabricação de tintas, vernizes e produtos similares; mástiques; tintas de impressão (CAE 20 3) A indústria de tintas é caracterizada pela produção em lotes, o que facilita o ajuste da cor e o acerto final das propriedades da tinta. Nas etapas de fabricação predominam as operações físicas (mistura, dispersão, afinação, filtração e enchimento), sendo que as conversões químicas acontecem na produção dos componentes (matérias-primas) da tinta e na secagem do filme após aplicação. Nos sistemas à base de água a parte líquida é preponderantemente a água. Estes produtos denominados genericamente de tintas plásticas são baseados em dispersões aquosas poliméricas (emulsões) tais como: vinílicas, vinil acrílicas, acrílicas, estireno-acrílicas, etc. A parte volátil das tintas plásticas é constituída por 98% de água e 2% de compostos orgânicos (valores médios). As cargas minerais são particularmente importantes na produção de tintas plásticas para a construção civil. Sob o ponto de vista quantitativo representam uma parte importante da composição dessas tintas. É importante salientar que em tintas industriais há outras tecnologias concorrentes dos sistemas aquosos na solução de problemas ambientais, como, por exemplo, tintas em pó, tintas de cura por UV, tintas de altos sólidos, etc. O processo de produção de tintas de base aquosa, geralmente abrange as seguintes operações unitárias: pesagem/dosagem, pré-mistura e dispersão, afinação de cor, filtração e enchimento. O fluxograma a seguir ilustra o processo de fabricação de tintas de base aquosa.

18 MANUAL DE BOAS PRÁTICAS 017 FIGURA 5 Fluxograma do processo de fabricação de tintas de base aquosa Matéria-prima Pesagem/dosagem Pré-mistura e dispersão Afinação de cor Filtração e enchimento Armazenagem de produtos acabados Pesagem/dosagem Refere-se à pesagem (nos processos manuais) ou doseamento (nos automáticos) de matérias-primas, normalmente constituídas pelo solvente (neste caso água), cargas e aditivos diversos, resinas, pigmentos (no caso de produtos com cor), etc. Usualmente, estas operações são automatizadas, quando as matérias primas são em pó. A pesagem pode ser efectuada recorrendo a uma única ou a mais etapas. Pré-mistura e dispersão Num equipamento provido de agitação adequada são misturados: água, aditivos, cargas e pigmento. A dispersão é feita em sequência no mesmo equipamento. FIGURA 6 Dispersor (misturador) Afinação de cor Esta etapa é feita num tanque provido de agitação adequada onde são adicionados água, emulsão, aditivos, coalescentes e o produto da dispersão. Nesta etapa são feitos o acerto da cor e as correcções necessárias para que se obtenham as características especificadas da tinta.

19 018 Indústria dos Produtos Químicos FIGURA 7 Dispersor para afinação de cor Filtração e enchimento A filtração tem como principal objectivo remover qualquer impureza que permaneça no produto e/ou reter as matérias-primas que não ficaram suficientemente dispersas e homogeneizadas e que possam alterar a qualidade do produto final. As etapas de filtração e enchimento ocorrem simultaneamente. A produção de tintas de base de água surge como alternativa para a redução de COV. Esta tarefa é realizada manualmente, utilizando um peneiro para a realização da filtração aquando do enchimento. Fabricação de sabões e detergentes, produtos de limpeza e de polimento, perfumes e produtos de higiene (CAE 20 4) Na figura seguinte está representado o processo de fabricação de sabões, detergentes e glicerinas (CAE 20411). FIGURA 8 Fabricação de sabões, detergentes e glicerinas Matérias-primas Mistura de componentes (reservatório) Enchimento Embalamento Armazenagem Recepção de matérias-primas/subsidiárias Consideram-se matérias primas os produtos químicos adquiridos para elaborar as misturas finais que irão ser comercializadas. Podem ser produtos detergentes e de corrosão, essências e corantes. Como materiais subsidiários, temos essencialmente embalagens plásticas (garrafas e garrafões) e etiquetas.

20 MANUAL DE BOAS PRÁTICAS 019 Dosagem Em função dos produtos a fabricar dá-se início à operação de dosagem que consiste na junção dos vários componentes químicos nas quantidades e proporções definidas por forma a resultar no produto final pretendido. A dosagem obedece também a uma sequência de produtos, previamente definidos. Misturadores Após dosagem os produtos são transferidos para os misturadores onde se processam as várias operações aplicáveis a cada tipo de produtos e que podem passar por: Homogeneização Neutralização Diluição, etc. As operações nos misturadores podem processar-se com temperatura ou sem temperatura, em função do produto pretendido e do tipo de reacção necessária. Enchimento Após conclusão das operações no misturador, considera-se o produto acabado, podendo passar-se por fim à fase de enchimento. O enchimento pode processar-se numa única fase (directamente para as embalagens finais marca própria ou marca do cliente) ou proceder-se a um embalamento intermédio para embalagens de maior dimensão, procedendo-se posteriormente à trasfega para as embalagens finais. Etiquetagem e embalamento Após enchimento todas as embalagens são identificadas com etiqueta específica. As embalagens finais são embaladas em conjuntos em função da sua dimensão e preparadas para armazenagem/expedição. Armazenagem A empresa possui áreas específicas para a armazenagem de produtos acabados, quer em embalagens finais como embalagens intermédias. As zonas estão perfeitamente identificadas com os produtos armazenados.

21 020 Indústria dos Produtos Químicos Fabricação de outros produtos químicos (CAE 20 5) Na figura seguinte está representado o diagrama do fluxo produtivo da fabricação de colas (CAE ). FIGURA 9 Diagrama do fluxo produtivo da fabricação de colas. Armazenagem de matérias-primas Preparação de cargas Alimentação dos reactores Secagem Controle de qualidade Embalamento Armazenagem A matéria-prima adquirida é recepcionada e armazenada em armazém específico para posteriormente ser preparada e alimentada aos reactores. O processo de fabrico propriamente dito consiste em: Preparação das cargas, com pesagem das respectivas matérias-primas a alimentar aos reactores; Alimentação dos reactores de acordo com o tipo de cola a produzir. Na figura 10 podemos observar um dos pontos de alimentação dos reactores; FIGURA 10 Zona de alimentação dos reactores.

22 MANUAL DE BOAS PRÁTICAS 021 Existem várias linhas de produção nomeadamente: big pillows; small pillows; cubos; pastilha; e pérolas (bolinhas); A cola é arrefecida com água, com excepção da linha de cubos; na figura 11 podemos observar a tina de arrefecimento da cola de uma das linhas de produção existentes. FIGURA 11 Tanque de arrefecimento Posteriormente a cola é seca e sujeita a um controlo de qualidade antes de ser embalada. Na figura 12 podemos observar o embalamento em saco da cola que sai do granulador e na figura 13 o embalamento, em caixa, das almofadas de cola produzidas nas linhas big pillows. FIGURA 12 Embalamento do granulador

23 022 Indústria dos Produtos Químicos FIGURA 13 Fim da linha de big pillows No caso das linhas de big pillows e small pillows existe um tanque intermédio, que serve para receber a cola do reactor, para que o reactor fique disponível para nova produção, aumentando assim a optimização dos recursos de produção. Fabricação de fibras sintéticas ou artificiais (CAE 20 6) O subsector da fabricação de fibras sintéticas ou artificiais abrange a produção dos seguintes tipos de fibras: Fibra acrílica - é produzida a partir de monómeros, acrilonitrilo e acetato de vinilo, que sofrem uma polimerização em suspensão aquosa. O polímero é, em seguida, dissolvido num solvente (dimetilacetamida), a que se adicionam determinados aditivos (operação designada por preparação do xarope). Este xarope sofre um processo de extrusão numa fieira, em que se obriga o xarope a passar através de vários orifícios, sendo simultaneamente injectada uma corrente de gás ou vapor quente que provoca a evaporação do solvente e a solidificação do polímero em filamentos. O solvente utilizado é recuperado, resultando desta operação um resíduo líquido e um resíduo sólido. Os filamentos são, posteriormente, submetidos a diferentes tratamentos consoante as características finais pretendidas para a fibra (corte, lubrificação, torção, frisagem). Além dos resíduos já referidos, são também geradas lamas resultantes do tratamento dos efluentes gerados no processo (ex. águas de lavagem dos equipamentos). Fibras de poliéster - são obtidas a partir de ácido teraftálico e glicol. Estes compostos sofrem, inicialmente, uma esterificação que dá origem ao polietileno teraftalato (PET). Desta operação resulta uma corrente residual, contendo glicol e monómero, que é destilada para recuperação do glicol, gerando-se um resíduo de destilação. O PET segue posteriormente para uma operação de estiramento por fusão, onde são formadas as fibras, por passagem do polímero fundido através dos orifícios de uma fieira. Além do resíduo de destilação já referido existem também resíduos de PET provenientes do processo e lamas da ETAR.

24 MANUAL DE BOAS PRÁTICAS Principais riscos No quadro 2 são apresentados os principais riscos comuns associados às actividades da Indústria dos Produtos Químicos. QUADRO 2 Principais riscos comuns à Indústria dos Produtos Químicos Principais riscos comuns à Indústria dos Produtos Químicos Actividade Factores de Risco Risco Medidas de Prevenção Recepção de matérias-primas Movimentação de cargas pesadas e/ou volumosas Esforço físico excessivo Adopção de posturas incorrectas Lesões músculo-esqueléticas (dorsolombares) Utilizar equipamentos de movimentação mecânica de cargas. Utilizar equipamentos auxiliares para a movimentação manual de cargas. Promover a organização do trabalho. Facultar formação e informação e promover a sensibilização dos trabalhadores. Repetitividade das tarefas Esforço físico excessivo Adopção de posturas incorrectas Lesões músculo-esqueléticas (dorsolombares) Utilizar equipamentos de movimentação mecânica de cargas. Utilizar equipamentos auxiliares para a movimentação manual de cargas. Promover a rotatividade dos trabalhadores. Facultar formação e informação e promover a sensibilização dos trabalhadores. Forma de acondicionamento e apresentação das matérias-primas Queda de objectos desprendidos Definir e implementar regras de armazenagem. Circulação de empilhadores nas áreas de trabalho e circulação de pessoas Atropelamento Separar/delimitar as áreas de trabalho e de circulação. Queda de materiais Colocar equipamentos para a correcta armazenagem dos materiais. Verificar periodicamente as condições de segurança dos empilhadores. Ministrar formação aos manobradores. Capotamento do empilhador Promover formação para a condução segura de empilhador. Proibir a condução de empilhadores por trabalhadores não habilitados. Exposição a vibrações Manter o empilhador em bom estado de conservação. Verificar periodicamente a pressão dos pneus. Manter o pavimento em bom estado de conservação. Promover a rotatividade dos trabalhadores.

25 024 Indústria dos Produtos Químicos Principais riscos comuns à Indústria dos Produtos Químicos Actividade Factores de Risco Risco Medidas de Prevenção Actividades nas linhas de produção Máquinas com elementos em movimento Contacto com elementos em movimento Instalar dispositivos de protecção adequados (fixos, móveis ou amovíveis), com encravamentos eléctricos (sempre que aplicável), com ou sem bloqueio. Verificar periodicamente as condições de segurança dos equipamentos de trabalho. Afixar sinalização adequada. Facultar formação e informação e promover a sensibilização dos trabalhadores. Equipamentos ruidosos Exposição ao ruído Assegurar o encapsulamento de motores e isolamento de superfícies. Colocar materiais absorventes. Promover a rotatividade de postos de trabalho para diminuição dos tempos de exposição ao ruído. Assegurar a utilização de protectores auriculares. Afixar sinalização adequada. Facultar formação e informação e promover a sensibilização dos trabalhadores. Trabalho com equipamentos que transmitem vibrações Exposição a vibrações Manter os equipamentos em bom estado de conservação. Promover a rotatividade dos trabalhadores. Ambiente térmico inadequado Efeitos fisiológicos Desconforto e mal-estar psicológico Instalar sistemas de climatização. Assegurar uma boa ventilação natural e/ou forçada. Aumento da frequência de acidentes Disponibilizar vestuário adequado aos trabalhadores. Disponibilizar água potável de forma gratuita. Posto de trabalho com condições ergonómicas deficientes Perturbações músculo-esqueléticas Implementar condições ergonómicas no posto de trabalho. Facultar formação e informação e promover a sensibilização dos trabalhadores.

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