BAR TENDA ELECTRÓNICA FESTAS DE SÃO PEDRO 2014

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "BAR TENDA ELECTRÓNICA FESTAS DE SÃO PEDRO 2014"

Transcrição

1 BAR TENDA ELECTRÓNICA FESTAS DE SÃO PEDRO 2014 REGULAMENTO ARTIGO 1º (Objecto e Âmbito) O presente Regulamento tem por objectivo a definição das condições de concessão e utilização do bar da Tenda Electrónica, no âmbito das Festas de São Pedro. ARTIGO 2º (Organização) 1. A organização da Tenda Electrónica é da responsabilidade do Fundo Social dos Funcionários da Câmara Municipal de Porto de Mós, sendo instalada no recinto das Festas de São Pedro, com início em 28 de Junho e encerramento a 06 de Julho de A exploração do bar, a animação da tenda, som e luzes é da responsabilidade do concessionário. ARTIGO 3º (Condições de Admissão e Participação e condições de pagamento) 1. Podem candidatar-se pessoas em nome individual, associações/clubes, bares e/ou entidades ligadas à animação/hotelaria. 2. Os interessados deverão comunicar por escrito, essa intenção até ao dia 30 de abril do corrente ano, ao Fundo Social dos Funcionários da Câmara Municipal de Porto de Mós e deverá ser acompanhada dos seguintes documentos: a. Estatutos (no caso de associações); b. Cópia do Cartão de Número de Identificação Fiscal; c. Cópia do Cartão de cidadão/b.i do responsável; d. CAE (Declaração do registo atividades económicas) (caso possua); e. Proposta de Programa de Animação. 3. O valor mínimo da concessão do espaço é de À organização reserva-se o direito de recusar qualquer inscrição, se entender que a representação em causa não se insere no âmbito do evento. 5. O valor da concessão deverá ser liquidado em duas partes, mediante cheques passados à ordem de Fundo Social dos Funcionários da Câmara Municipal de Porto de Mós. a. 1ª Parte no valor de 2/3 da proposta no acto de entrega da concessão; Página1 de 6

2 b. 2ª Parte no valor de 1/3 da proposta até ao dia 15 de Junho de 2014; 6. O não pagamento do valor implica a exclusão do concessionário. 7. No caso de desistência não haverá lugar à restituição do valor pago, podendo o espaço ser ocupado pela organização ou outra entidade, bem como será excluído em organizações futuras. 8. A Organização poderá recusar livremente qualquer inscrição, quando entender que a proposta não se ajusta ao âmbito ou aos objectivos da Tenda Electrónica ou não dê garantias de cumprimento desses objectivos. ARTIGO 4º (Horário de Funcionamento) 1. Será afixado na Tenda Electrónica o horário de funcionamento, fornecido pela organização, para o qual se apela desde já para o seu cumprimento. 2. A animação (Bandas e/ou DJs) apenas terá início após as actuações do palco principal, sendo da responsabilidade e coordenação da organização. 3. A não abertura do bar da Tenda Electrónica durante o horário de funcionamento definido ou encerramento para além do horário definido, permite à organização retirar-lhe o direito de preferência para o ano seguinte. 4. Horário de funcionamento da Tenda Electrónica DIAS ABERTURA ENCERRAMENTO 28 Junho - Sábado (Noite São Pedro) 24h00 05h00 29 Junho Domingo (Dia São Pedro) 24h00 04h00 30 Junho - 2ª Feira 24h00 04h00 01 Julho - 3ª Feira 24h00 04h00 02 Julho - 4ª Feira 24h00 04h00 03 Julho - 5ª Feira 24h00 04h00 04 Julho - 6ª Feira 24h00 05h00 05 Julho - Sábado 24h00 05h00 06 Julho - Domingo - - ARTIGO 6º (Estruturas e Equipamentos) 1. A organização disponibilizará um contentor para arrecadação no exterior (com acesso directo ao interior), bem como, o fornecimento de água fria e electricidade. 2. O mobiliário, equipamentos de postos de venda, aparelhos de refrigeração/gelo, ou outros considerados essenciais para o funcionamento da actividade, serão da responsabilidade exclusiva do concessionário. Página 2 de 6

3 3. A montagem e desmontagem da estrutura da Tenda serão da responsabilidade da organização. 4. O arranjo e decoração do bar deverão ser efectuados pelos seus responsáveis, devendo o mesmo estar concluído impreterivelmente até às 14:00 horas do dia 28 de Junho. 5. A desmontagem só poderá iniciar-se após o encerramento do evento e deverá estar concluída até às horas de dia 07 Julho ARTIGO 7º (Espaços, Decoração e Publicidade) 1. O concessionário apenas pode ocupar o espaço do bar, sendo interdita a colocação de mobiliário, equipamentos ou outros fora do mesmo espaço. 2. O concessionário é responsável pela gestão do espaço, bem como da sua manutenção, higiene e qualidade dos serviços, revertendo as receitas a seu favor. ARTIGO 8º (Atribuição da Concessão) 1. A atribuição da concessão cabe à organização e terá por base a proposta que entender ser a mais vantajosa e a que melhor se ajusta aos objetivos da Tenda Eletrónica, no âmbito das Festas de S. Pedro. 2. Terá Direito de Preferência o concessionário do ano anterior, desde que tenha tido avaliação positiva na sua prestação por parte da organização. ARTIGO 9º (Exclusividade de Bebidas) 1. Existe um parceiro (sponsor) que terá os direitos exclusivos relativo ao fornecimento de bebidas, sendo obrigatória a aquisição das mesmas a este parceiro, através de encomendas prévias. 2. Nas bebidas exclusivas incluem-se: barril de imperial, refrigerantes à pressão, águas com e sem gás em garrafa, cerveja com e sem álcool em garrafa/lata. 3. É expressamente proibida publicidade ou equipamentos para bebidas de concorrentes ao do sponsor. 4. O sponsor fornecerá equipamentos para a venda de bebidas em pressão e equipamentos de refrigeração. Página 3 de 6

4 ARTIGO 10º (Obrigações do Concessionário) 1. Manter o bar aberto nos horários referidos no ponto 4 do artigo 4º, vendendo apenas bebidas. 2. Afixar o preçário das bebidas em lugares visíveis. 3. Zelar pelo bom ambiente dentro da tenda. 4. Sujeitar-se a acções de avaliação e supervisionamento que a Organização ou outras entidades com legitimidade para o efeito, entendam dever fazer durante a montagem e período das festas. 5. Entregar no final do evento todo o material cedido pela Organização em bom estado de conservação. ARTIGO 11º (Higiene e Segurança) 1. Devem ser cumpridas as Normas de Higiene de acordo com o anexo I. 2. O concessionário deverá instalar obrigatoriamente dois extintores CO2 de 6 kg, em local mais apropriado para eventual emergência. ARTIGO 12º (Vigilância, Limpeza e Segurança) 1. A vigilância do recinto é da competência da organização, cabendo aos responsáveis salvaguardar os seus produtos e equipamentos. 2. A organização assegura a presença de elementos de segurança apenas durante o horário de funcionamento da tenda electrónica. 3. A limpeza das áreas de trânsito dentro do recinto, bem como a recolha de lixo, será assegurado pela organização, cabendo ao concessionário a limpeza do bar e respectivo espaço da tenda. 4. A organização fornecerá sacos para recolha de lixo, os quais depois de cheios e do encerramento diário, deverão ser colocados nos contentores do lixo colocados no recinto para o efeito. ARTIGO 13º (Abastecimento da Tenda) 1. Não é permitida a entrada e permanência de viaturas no recinto das festas, excepto quando autorizadas pela organização. Página 4 de 6

5 2. O abastecimento da tenda deverá ser efectuado fora do horário estabelecido para o funcionamento das festas e antes da abertura ao público. ARTIGO 14º (Proibições do Concessionário) 1. É proibido vender comidas. 2. Ao nível de bebidas, devido a outros pontos de venda no recinto das festas, fica restringida a venda de caipirinhas. ARTIGO 15º (Avaliação) O concessionário será avaliado pela organização tendo por base a sua prestação, avaliação que no caso de ser positiva, lhe dará o Direito de Preferência. ARTIGO 16º (Informações) Haverá um secretariado durante as Festas, de modo a prestar informações e acompanhamento às solicitações das associações. ARTIGO 17º (Das Sanções) O incumprimento do presente Regulamento, implica a exclusão do concessionário na próxima edição das festas. ARTIGO 18º (Casos omissos) Os casos omissos no presente regulamento serão pontualmente resolvidos pela organização, sendo as decisões tomadas irrevogáveis. Porto de Mós, 30 de março de 2014 Página 5 de 6

6 ANEXO I Regras de Higiene e Segurança O presente documento destaca as principais medidas de segurança e higiene no trabalho que deverão ser implementadas e cumpridas durante a concessão do bar da Tenda Electrónica nas Festas de São Pedro, não dispensando, no entanto, a consulta e o cumprimento de todas as regras aplicáveis pela legislação em vigor. Este documento aborda as normas gerais de segurança e higiene dos géneros alimentícios e dos princípios HCCP. 1. Requisitos e higiene das instalações, espaços e materiais Todos os utensílios e louças, devem encontrar-se devidamente protegidos em armário fechado, a fim de evitar e potenciar contaminações. A limpeza e a manutenção das condições de salubridade no interior do bar e arrecadação é da responsabilidade do concessionário que deverão também assegurar meios eficientes de lavagem e secagem higiénica das mãos junto aos pontos de água (lavatório de pedal, dispositivos de sabonete líquido e toalhetes de papel) meios adequados para a lavagem e desinfecção dos utensílios e equipamento de trabalho e para a lavagem dos géneros alimentícios. Todas as instalações têm que ser mantidas limpas e em boas condições, de forma a evitar a contaminação dos géneros e a presença de animais nocivos; As superfícies em contacto com os alimentos têm que ser mantidas em boas condições, ser facilmente limpas e, sempre que necessário, desinfectadas. Têm que existir instalações e/ou equipamentos adequados de armazenagem e eliminação higiénicas de substâncias perigosas e/ou não comestíveis, bem como de resíduos (líquidos ou sólidos); Cada Tasquinha deverá instalar obrigatoriamente dois extintores CO2 de 6 kg, em local mais apropriado para eventual emergência. Os espaços destinados ao público não poderão ser ocupados com vasilhame e outros utensílios; A limpeza dos pavimentos deve efectuar-se sempre com pano húmido, ficando interdita a varredura a seco; Os produtos de limpeza e desinfectantes devem possuir um local de armazenamento próprio, que não permita o contacto com o restante material e produtos existentes. Página 6 de 6

XXIII TASQUINHAS PORTO DE MÓS FESTAS DE SÃO PEDRO 2015

XXIII TASQUINHAS PORTO DE MÓS FESTAS DE SÃO PEDRO 2015 ARTIGO 1º (Objecto e Âmbito) XXIII TASQUINHAS PORTO DE MÓS FESTAS DE SÃO PEDRO REGULAMENTO O presente Regulamento tem por objectivo a definição das condições de realização da XXIII edição das Tasquinhas

Leia mais

NORMAS DE HIGIENE E SEGURANÇA - TASQUINHAS DAS FESTAS DO BARREIRO 2015 -

NORMAS DE HIGIENE E SEGURANÇA - TASQUINHAS DAS FESTAS DO BARREIRO 2015 - NORMAS DE HIGIENE E SEGURANÇA - TASQUINHAS DAS FESTAS DO BARREIRO 2015 - O presente documento destaca as principais medidas de segurança e higiene no trabalho que deverão ser implementadas e cumpridas

Leia mais

Regulamento de Concessão de Bares no Arraial do Técnico 2013

Regulamento de Concessão de Bares no Arraial do Técnico 2013 Regulamento de Concessão de Bares no Arraial do Técnico 2013 Capítulo I Princípios Gerais Artigo 1º (Objecto) 1. O objecto deste regulamento é o concessionamento de bares no Arraial do Técnico 2013, organizado

Leia mais

TASQUINHAS. Critérios de Atribuição ÂMBITO OBJECTIVOS LOCAL E HORÁRIO

TASQUINHAS. Critérios de Atribuição ÂMBITO OBJECTIVOS LOCAL E HORÁRIO TASQUINHAS Critérios de Atribuição ÂMBITO 1. A Câmara Municipal de Moura em colaboração com diversas entidades locais, pretende realizar a XI Feira Empresarial de Moura / IV Fórum das Energias Renováveis

Leia mais

MUNICIPIO DE ALPIARÇA ALPIAGRA 2014 FEIRA AGRÍCOLA E COMERCIAL DE ALPIARÇA NORMAS

MUNICIPIO DE ALPIARÇA ALPIAGRA 2014 FEIRA AGRÍCOLA E COMERCIAL DE ALPIARÇA NORMAS MUNICIPIO DE ALPIARÇA ALPIAGRA 2014 FEIRA AGRÍCOLA E COMERCIAL DE ALPIARÇA NORMAS A Alpiagra Feira Agrícola e Comercial de Alpiarça é uma organização da Câmara Municipal de Alpiarça. Artigo 1º (Condições

Leia mais

Alvalade Medieval. 16,17 e 18 de Setembro de 2011. PROGRAMA DE CONSULTA Exploração de espaços [mercadores, artesãos, artífices e regatões]

Alvalade Medieval. 16,17 e 18 de Setembro de 2011. PROGRAMA DE CONSULTA Exploração de espaços [mercadores, artesãos, artífices e regatões] Alvalade Medieval 16,17 e 18 de Setembro de 2011 PROGRAMA DE CONSULTA Exploração de espaços [mercadores, artesãos, artífices e regatões] Alvalade Medieval é um evento promovido pela Comissão Organizadora

Leia mais

Regulamento para a Exploração de Barraquinhas da Recepção ao Caloiro Espaço Guimarães 2013

Regulamento para a Exploração de Barraquinhas da Recepção ao Caloiro Espaço Guimarães 2013 Regulamento para a Exploração de Barraquinhas da Recepção ao Caloiro Espaço Guimarães 2013 Comissões de 2.ª matrícula / Núcleos de Curso / Grupos Culturais/ Grupos de Alunos Artigo 1º Natureza e âmbito

Leia mais

Prove Viseu Dão Lafões 2014

Prove Viseu Dão Lafões 2014 Prove Viseu Dão Lafões 2014 FICHA DE INSCRIÇÃO ORGANIZAÇÃO APOIO INSTITUCIONAL CO-FINANCIAMENTO 1/3 Prove Viseu Dão Lafões 2014 1. CALENDÁRIO HORÁRIO DO EVENTO 4 julho / 18:00 24:00 5 julho / 12:00 24:00

Leia mais

Festas do Barreiro 2015. Normas de Funcionamento da Mostra Empresarial e Institucional

Festas do Barreiro 2015. Normas de Funcionamento da Mostra Empresarial e Institucional Festas do Barreiro 2015 Normas de Funcionamento da Mostra Empresarial e Institucional As presentes normas de funcionamento dispõem sobre as regras da Mostra Empresarial e Institucional 2015, adiante designada

Leia mais

Normas de funcionamento e utilização do Mercado de Sant Ana Centro Cultural 1

Normas de funcionamento e utilização do Mercado de Sant Ana Centro Cultural 1 1 6 Normas de funcionamento e utilização do Mercado de Sant Ana Centro Cultural 1 I Disposições Gerais 1. Objecto O presente regulamento tem por finalidade estabelecer as condições gerais a que ficam sujeitos

Leia mais

BARES DO TERREIRO - FESTIVAL DA CASTANHA Regulamento

BARES DO TERREIRO - FESTIVAL DA CASTANHA Regulamento BARES DO TERREIRO - FESTIVAL DA CASTANHA Regulamento Os bares integram a programação do Festival da Castanha, sempre que a organização entender pertinente. 1. Objeto e Objetivos 1.1. O presente documento

Leia mais

ALPIAGRA 2010 FEIRA AGRÍCOLA E COMERCIAL DE ALPIARÇA REGULAMENTO GERAL

ALPIAGRA 2010 FEIRA AGRÍCOLA E COMERCIAL DE ALPIARÇA REGULAMENTO GERAL ALPIAGRA 2010 FEIRA AGRÍCOLA E COMERCIAL DE ALPIARÇA REGULAMENTO GERAL A Alpiagra Feira Agrícola e Comercial de Alpiarça é uma organização da Câmara Municipal de Alpiarça. Artigo 1º (Condições de admissão

Leia mais

Festival Al-Buhera-Mostra de Artesanato. Regras de Funcionamento. Albufeira. 22 a 26 de Julho de 2015. Praça dos Pescadores

Festival Al-Buhera-Mostra de Artesanato. Regras de Funcionamento. Albufeira. 22 a 26 de Julho de 2015. Praça dos Pescadores Festival Al-Buhera-Mostra de Artesanato Regras de Funcionamento Albufeira 22 a 26 de Julho de 2015 Praça dos Pescadores 1 O Município de Albufeira organiza anualmente uma MOSTRA DE ARTESANATO, inserida

Leia mais

Regulamento para os Bares Profissionais das Monumentais Festas do Enterro da Gata 2016 Preâmbulo

Regulamento para os Bares Profissionais das Monumentais Festas do Enterro da Gata 2016 Preâmbulo Regulamento para os Bares Profissionais das Monumentais Festas do Enterro da Gata 2016 Preâmbulo A Associação Académica da Universidade do Minho, Instituição de Utilidade Pública, não é uma organização

Leia mais

NORMAS DE FUNCIONAMENTO DA FEIRA ANUAL DE SÃO JOÃO 2016

NORMAS DE FUNCIONAMENTO DA FEIRA ANUAL DE SÃO JOÃO 2016 NORMAS DE FUNCIONAMENTO DA FEIRA ANUAL DE SÃO JOÃO 2016 I DISPOSIÇÕES GERAIS 1.º Data e Eventos Entre os dias 22 e 26 de junho de 2016, realizar-se-á no Parque Municipal de Exposições da Lousã e ruas envolventes,

Leia mais

MERCADO ABASTECEDOR DA REGIÃO DE LISBOA. Regulamento de Utilização de Espaços para Exposições

MERCADO ABASTECEDOR DA REGIÃO DE LISBOA. Regulamento de Utilização de Espaços para Exposições MERCADO ABASTECEDOR DA REGIÃO DE LISBOA Regulamento de Utilização de Espaços para Exposições Regulamento de Utilização de Espaços para Exposições Artigo 1.º (Objecto e Âmbito) 1. A MARL Mercado Abastecedor

Leia mais

CONDIÇÕES DE INSCRIÇÃO E REGRAS DE FUNCIONAMENTO E UTILIZAÇÃO

CONDIÇÕES DE INSCRIÇÃO E REGRAS DE FUNCIONAMENTO E UTILIZAÇÃO CONDIÇÕES DE INSCRIÇÃO E REGRAS DE FUNCIONAMENTO E UTILIZAÇÃO O Projecto SANDOCHA Sandes, Tostas e outras coisas é uma iniciativa do Município de Espinho. O evento pretende promover a gastronomia enquanto

Leia mais

[SELO ALIMENTO SEGURO]

[SELO ALIMENTO SEGURO] 1 Lista de Verificação Selo Alimento Seguro Lista de Verificação com a finalidade de examinar todos os aspectos relacionados com as instalações, equipamentos, ferramentas, instrumentos utilizados pelas

Leia mais

FESTIVAL DA RAINHA II feira medieval de Estremoz

FESTIVAL DA RAINHA II feira medieval de Estremoz FESTIVAL DA RAINHA II feira medieval de Estremoz CONDIÇÕES GERAIS DE PARTICIPAÇÃO Artigo 1.º Organização 1. O Município de Estremoz e a Escola Secundária da Rainha Santa Isabel de Estremoz (Curso Técnico

Leia mais

REGRAS DE PARTICIPAÇÃO

REGRAS DE PARTICIPAÇÃO REGRAS DE PARTICIPAÇÃO 1. Condições de Participação 1. Realiza-se a 26, 27 e 28 de Junho de 2015 a recriação histórica designada Os Piratas ; 2. Podem participar no certame, artesãos e mercadores individuais,

Leia mais

Claustros do Convento de Santa Clara (atual edifício da Câmara Municipal de Guimarães)

Claustros do Convento de Santa Clara (atual edifício da Câmara Municipal de Guimarães) Descrição do evento A Doçaria no Convento consiste numa mostra de doces de origem conventual que decorrerá de 18 a 20 de Março de 2016. Esta iniciativa pretende reavivar a memória de outros tempos, procurando

Leia mais

NE 01: DIAS E HORÁRIOS (ART.9º DO REGULAMENTO GERAL)

NE 01: DIAS E HORÁRIOS (ART.9º DO REGULAMENTO GERAL) NORMAS ESPECÍFICAS ÍNDICE NE 01: DIAS E HORÁRIOS (ART.9º DO REGULAMENTO GERAL)... 2 NE 02: ACESSO DE VEÍCULOS AO MERCADO (ART.11º DO REGULAMENTO GERAL)... 3 NE 03: CIRCULAÇÃO INTERNA (ART.12º DO REGULAMENTO

Leia mais

Como funciona O sistema Valorfito?

Como funciona O sistema Valorfito? Como funciona O sistema Valorfito? Em campo por amor à terra. www.valorfito.com Como funciona O sistema Valorfito? O VALORFITO é responsável pela gestão de: Resíduos de Embalagens de Produtos Fitofarmacêuticos

Leia mais

REDE NACIONAL DE CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS. Orientações para o armazenamento de medicamentos, produtos farmacêuticos e dispositivos médicos

REDE NACIONAL DE CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS. Orientações para o armazenamento de medicamentos, produtos farmacêuticos e dispositivos médicos REDE NACIONAL DE CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS Orientações para o armazenamento de medicamentos, produtos farmacêuticos e dispositivos médicos 2009 1 INTRODUÇÃO Numerosas empresas, entidades, instituições

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DE CAMPOS DE FÉRIAS. Nota Justificativa

REGULAMENTO INTERNO DE CAMPOS DE FÉRIAS. Nota Justificativa REGULAMENTO INTERNO DE CAMPOS DE FÉRIAS Nota Justificativa A organização de campos de férias destinados a crianças e jovens é uma das actividades centrais da política do município da Moita na área da juventude

Leia mais

Anexo I REGULAMENTO. Concessão de Exploração Comercial de Bebidas Espirituosas Zona dos concertos - Largo do Arnado Festas do Bodo 2015

Anexo I REGULAMENTO. Concessão de Exploração Comercial de Bebidas Espirituosas Zona dos concertos - Largo do Arnado Festas do Bodo 2015 Anexo I REGULAMENTO Concessão de Exploração Comercial de Bebidas Espirituosas Zona dos concertos - Largo do Arnado Festas do Bodo 2015 1.º 1. Este convite tem por objeto a concessão de espaços destinados

Leia mais

REGULAMENTO. Fundação Porto Social. 12ª FEIRA DO MUNDO RURAL Na Quinta de Bonjóia. 5, 6 e 7 de junho de 2015

REGULAMENTO. Fundação Porto Social. 12ª FEIRA DO MUNDO RURAL Na Quinta de Bonjóia. 5, 6 e 7 de junho de 2015 REGULAMENTO 5, 6 e 7 de junho de 2015 12ª FEIRA DO MUNDO RURAL Na Fundação Porto Social Índice Capitulo I DISPOSIÇÕES GERAIS 1. OBJETO... 3 2. ORGANIZAÇÃO... 3 3. LOCALIZAÇÃO... 3 4. FUNCIONAMENTO... 3

Leia mais

REQUISITOS GERAIS HÍGIO SANITÁRIOS E TECNICO-FUNCIONAIS PARA A OFERTA E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTARES NA FEIRA INTERNACIONAL DE LISBOA (FIL)

REQUISITOS GERAIS HÍGIO SANITÁRIOS E TECNICO-FUNCIONAIS PARA A OFERTA E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTARES NA FEIRA INTERNACIONAL DE LISBOA (FIL) MANUAL REQUISITOS GERAIS HÍGIO SANITÁRIOS E TECNICO-FUNCIONAIS PARA A OFERTA E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTARES NA FEIRA INTERNACIONAL DE LISBOA (FIL) O objectivo deste manual é fornecer informação

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DOS CENTROS COORDENADORES DE TRANSPORTES DE CAMINHA E VILA PRAIA DE ÂNCORA

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DOS CENTROS COORDENADORES DE TRANSPORTES DE CAMINHA E VILA PRAIA DE ÂNCORA REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DOS CENTROS COORDENADORES DE TRANSPORTES DE CAMINHA E VILA PRAIA DE ÂNCORA 1990 1 CAPÍTULO I OBJECTIVO E ÂMBITO DE APLICAÇÕES ARTIGO 1º - O presente regulamento destina-se

Leia mais

TERMOS DE REFERENCIA. I - Avaliação de Idoneidade, Capacidade e Aptidão para o exercício da actividade:

TERMOS DE REFERENCIA. I - Avaliação de Idoneidade, Capacidade e Aptidão para o exercício da actividade: Concurso para Selecção e Contratação de uma Empresa Privada de Limpeza, Higiene e Conservação do Edifício Administrativo e Gare Marítima do Porto Novo, na Ilha de S. Antão TERMOS DE REFERENCIA A ENAPOR,

Leia mais

Coleção Cadernos Práticos - 3 ALOJAMENTO LOCAL

Coleção Cadernos Práticos - 3 ALOJAMENTO LOCAL Coleção Cadernos Práticos - 3 ALOJAMENTO LOCAL Tudo o que Precisa Saber 1 Definição Enquadramento Requisitos 4 Legislação 5 Fiscalização Procedimentos Definição ALOJAMENTO LOCAL Denominações Consideram-se

Leia mais

REGULAMENTO DA FEIRA DE VIATURAS USADAS DE AZAMBUJA

REGULAMENTO DA FEIRA DE VIATURAS USADAS DE AZAMBUJA MUNICÍPIO DE AZAMBUJA REGULAMENTO DA FEIRA DE VIATURAS USADAS DE AZAMBUJA Aprovado por deliberação da Assembleia Municipal de 28 de Junho de 2011. Publicado pelo Edital n.º 118/2011. Em vigor desde 19

Leia mais

Normativo da Festa da Broa 2016

Normativo da Festa da Broa 2016 ARTIGO 1º (Objeto e Âmbito) O presente Normativo tem por objetivo a definição das condições de realização da 29ª edição da Festa da Broa. ARTIGO 2º (Organização e Fins) 1. A organização da Festa da Broa

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO E UTILIZAÇÃO DO CENTRO MUNICIPAL DE JUVENTUDE /CENTRO DE ACTIVIDADES 1. Preâmbulo

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO E UTILIZAÇÃO DO CENTRO MUNICIPAL DE JUVENTUDE /CENTRO DE ACTIVIDADES 1. Preâmbulo REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO E UTILIZAÇÃO DO CENTRO MUNICIPAL DE JUVENTUDE /CENTRO DE ACTIVIDADES 1 Preâmbulo O Centro Municipal de Juventude/Centro de Actividades de Vila do Conde é uma extensão do Centro

Leia mais

ACIF CCIM. Associação Comercial e Industrial do Funchal Câmara de Comércio e Indústria da Madeira

ACIF CCIM. Associação Comercial e Industrial do Funchal Câmara de Comércio e Indústria da Madeira ACIF CCIM Associação Comercial e Industrial do Funchal Câmara de Comércio e Indústria da Madeira Objectivos Apoiar os estabelecimentos na implementação dos seus Sistemas de Segurança Alimentar, baseados

Leia mais

REGULAMENTO/2015 PARA OCUPAÇÃO DE ÁREAS E EXERCÍCIO DE ACTIVIDADES COMERCIAIS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1.º Âmbito de aplicação

REGULAMENTO/2015 PARA OCUPAÇÃO DE ÁREAS E EXERCÍCIO DE ACTIVIDADES COMERCIAIS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1.º Âmbito de aplicação REGULAMENTO/ PARA OCUPAÇÃO DE ÁREAS E EXERCÍCIO DE ACTIVIDADES COMERCIAIS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Âmbito de aplicação 1. O presente Regulamento fixa as normas reguladoras do exercício

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL

REGULAMENTO MUNICIPAL DE ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL REGULAMENTO MUNICIPAL DE ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL PREÂMBULO O Decreto-lei nº 39/2008, de 7 de Março, aprovou o regime jurídico da instalação, exploração e funcionamento dos empreendimentos

Leia mais

Portaria n.º 827/2005, de 14 de Setembro Estabelece as condições de venda de medicamentos não sujeitos a receita médica (MNSRM)

Portaria n.º 827/2005, de 14 de Setembro Estabelece as condições de venda de medicamentos não sujeitos a receita médica (MNSRM) Estabelece as condições de venda de medicamentos não sujeitos a receita médica (MNSRM) O Decreto-Lei n.º 134/2005, de 16 de Agosto, que permite a venda de medicamentos não sujeitos a receita médica (MNSRM)

Leia mais

REGULAMENTO DA INCUBADORA DO TAGUSPARK

REGULAMENTO DA INCUBADORA DO TAGUSPARK REGULAMENTO DA INCUBADORA DO TAGUSPARK Data: Outubro de 2013 PARTE I Aspectos Gerais Artigo 1º (Âmbito) No presente regulamento definem-se os procedimentos de funcionamento da Incubadora do Taguspark,

Leia mais

MUNICÍPIO DE PALMELA CÂMARA MUNICIPAL

MUNICÍPIO DE PALMELA CÂMARA MUNICIPAL MUNICÍPIO DE PALMELA CÂMARA MUNICIPAL EDITAL Nº 09/DAF-DAG/2009 ----- ANA TERESA VICENTE CUSTÓDIO DE SÁ, na qualidade de Presidente da Câmara Municipal de Palmela: --------------------------------------------------------------------------

Leia mais

ARRAIAL LISBOA PRIDE 2015

ARRAIAL LISBOA PRIDE 2015 ARRAIAL LISBOA PRIDE 2015 Regulamento de funcionamento dos Bares 1. EVENTO BARES Arraial Lisboa Pride 2015 27 de junho sábado 16h00 às 04h00 Terreiro do Paço Entrada livre Organizado pela Associação ILGA

Leia mais

MUNICÍPIO DE MACHICO REGULAMENTO DO LICENCIAMENTO ZERO 1

MUNICÍPIO DE MACHICO REGULAMENTO DO LICENCIAMENTO ZERO 1 MUNICÍPIO DE MACHICO REGULAMENTO DO LICENCIAMENTO ZERO 1 Nota Justificativa A simplificação do exercício de atividades decorrente da publicação e entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 48/2011, de 1 de abril

Leia mais

Segurança e Higiene do Trabalho

Segurança e Higiene do Trabalho Guia Técnico Segurança e Higiene do Trabalho Volume XVI Armazenamento de Produtos Químicos Perigosos um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido

Leia mais

CENTRO DE INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE EMPRESAS INOV.POINT REGULAMENTO INTERNO

CENTRO DE INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE EMPRESAS INOV.POINT REGULAMENTO INTERNO CENTRO DE INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE EMPRESAS INOV.POINT REGULAMENTO INTERNO I Introdução 1.1 O presente Regulamento destina-se a estabelecer as regras de acesso e de funcionamento do INOV.POINT Centro

Leia mais

Regime Jurídico da Exploração de Estabelecimentos de Alojamento Local (RJAL)

Regime Jurídico da Exploração de Estabelecimentos de Alojamento Local (RJAL) Regime Jurídico da Exploração de Estabelecimentos de Alojamento Local (RJAL) Decreto-Lei nº 128/2014, de 29 de agosto OBJETIVOS Alojamento Local como categoria autónoma Eficiência Simplificação Redução

Leia mais

Seminários 2013 Resíduos Hospitalares. Obrigações Legais dos Produtores de Resíduos Hospitalares. Francisco Valente

Seminários 2013 Resíduos Hospitalares. Obrigações Legais dos Produtores de Resíduos Hospitalares. Francisco Valente Seminários 2013 Resíduos Hospitalares Obrigações Legais dos Produtores de Resíduos Hospitalares Francisco Valente OBJECTIVOS Informação sobre as obrigações legais dos produtores de resíduos hospitalares;

Leia mais

Regulamento de Utilização de Habitações Sociais de Gestão ou Promoção Municipal

Regulamento de Utilização de Habitações Sociais de Gestão ou Promoção Municipal Regulamento de Utilização de Habitações Sociais de Gestão ou Promoção Municipal Preâmbulo Uniformizar critério de utilização das habitações sociais para salvaguardar um melhor ambiente dos espaços, relação

Leia mais

NORMAS TRANSITÓRIAS DE FUNCIONAMENTO DO MERCADO DE GADO DE CHAVES. 1.ª Âmbito e Objecto

NORMAS TRANSITÓRIAS DE FUNCIONAMENTO DO MERCADO DE GADO DE CHAVES. 1.ª Âmbito e Objecto NORMAS TRANSITÓRIAS DE FUNCIONAMENTO DO MERCADO DE GADO DE CHAVES 1.ª Âmbito e Objecto As presentes normas visam disciplinar a actividade do Mercado de Gado de Chaves. 2.ª Da organização do Mercado de

Leia mais

Direitos da Entidade Organizadora/Promotora

Direitos da Entidade Organizadora/Promotora OBJECTIVOS GERAIS 1 Criação em todas as suas componentes estruturais, de um espaço físico com vista à realização de actividades de lazer e em contacto directo com a natureza, nomeadamente: a) Campos de

Leia mais

1 Boas Práticas de Utilização 1.1 Normas de Qualidade Higiene e Ambiente - Água

1 Boas Práticas de Utilização 1.1 Normas de Qualidade Higiene e Ambiente - Água 2 Conteúdos 1 Boas Práticas de Utilização... 1.1 Normas de Qualidade Higiene e Ambiente - Água... 1.2 Normas de Segurança... 1.3 Recomendações de Ergonomia... 1.4 Normas de Utilização... 2 Resolução de

Leia mais

Código: CHCB.PI..EST.01 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas:1 de 12. 1. Objectivo. 2. Aplicação

Código: CHCB.PI..EST.01 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas:1 de 12. 1. Objectivo. 2. Aplicação Código: CHCB.PI..EST.01 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas:1 de 12 1. Objectivo o Estabelecer normas para o processamento dos dispositivos médicos, baseadas em padrões de qualidade. o Estabelecer condições de

Leia mais

REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS

REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS APROVADO 14 de Dezembro de 2010 O Presidente ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DO PORTO (Paulo Parente) REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS Artigo 1.º Missão e objecto 1) Os laboratórios da Escola Superior de Enfermagem

Leia mais

REGULAMENTO HORÁRIO DE TRABALHO (Aprovado na reunião do Executivo Municipal de 10/12/2007)

REGULAMENTO HORÁRIO DE TRABALHO (Aprovado na reunião do Executivo Municipal de 10/12/2007) REGULAMENTO HORÁRIO DE TRABALHO (Aprovado na reunião do Executivo Municipal de 10/12/2007) CAPÍTULO I NORMAS GERAIS Artigo 1.º Legislação Habilitante Lei nº 23/2004, de 22 de Junho; Decreto-Lei nº 100/99.

Leia mais

BIBLIOTECA MUNICIPAL DE NISA. - Normas de Funcionamento -

BIBLIOTECA MUNICIPAL DE NISA. - Normas de Funcionamento - BIBLIOTECA MUNICIPAL DE NISA - Normas de Funcionamento - 1º - Definição A Biblioteca Municipal de Nisa é um equipamento cultural da Câmara Municipal de Nisa, estando ao dispor de toda a população, sem

Leia mais

Lista de Verificação de Cantinas Escolares

Lista de Verificação de Cantinas Escolares Lista de Verificação de Cantinas Escolares Nome do estabelecimento: Identificação das entidades responsáveis pelo estabelecimento e NIF Morada do estabelecimento: Identificação das entidades responsáveis

Leia mais

Alojamento Local no Município de Albufeira

Alojamento Local no Município de Albufeira Sessão de Esclarecimento Ricardo Sena/Dinis Alves Departamento de Planeamento e Gestão Urbanística Agenda Enquadramento Ponto de Situação Procedimentos Requisitos Enquadramento Noção de Estabelecimentos

Leia mais

Regulamento das Praias Fluviais do Concelho da Sertã

Regulamento das Praias Fluviais do Concelho da Sertã Aprovado Câmara Municipal 30-05-2012 Aprovado Assembleia Municipal 30-06-2012 Entrada em vigor 15-08- 2012 Regulamento das Praias Fluviais do Concelho da Sertã Proposta de Regulamento das Praias Fluviais

Leia mais

1. INTRODUÇÃO 2 2. OBJECTO 2 3. RESPONSÁVEL DE SEGURANÇA 2 4. MEDIDAS DE PREVENÇÃO 2 ANEXO - LISTA DE VERIFICAÇÕES 7

1. INTRODUÇÃO 2 2. OBJECTO 2 3. RESPONSÁVEL DE SEGURANÇA 2 4. MEDIDAS DE PREVENÇÃO 2 ANEXO - LISTA DE VERIFICAÇÕES 7 Directivas Técnicas 01-02/2007 Prevenção de incêndios em hospitais Ficha técnica Número 01-02/2007 Data de publicação MAI 2007 Data última revisão MAI 2008 Revisão obrigatória MAI 2009 Autoria e edição

Leia mais

Instituto Politécnico de Macau Regulamento de Gestão das Residências de Estudantes. Artigo 1.º (Âmbito de aplicação)

Instituto Politécnico de Macau Regulamento de Gestão das Residências de Estudantes. Artigo 1.º (Âmbito de aplicação) (Tradução) N. o 03R/CG/DAAG/2012 Instituto Politécnico de Macau Regulamento de Gestão das Residências de Estudantes Artigo 1.º (Âmbito de aplicação) O presente Regulamento aplica-se a todos os estudantes

Leia mais

Zero Parte 4. Licenciamento

Zero Parte 4. Licenciamento Licenciamento Zero Parte 4 Departamento de Portais do Cidadão e da Empresa Sónia Lascasas Maio de 2011 O conteúdo desta apresentação é alvo de Direitos de Autor, não podendo ser utilizado fora das condições

Leia mais

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DAS INSTALAÇÕES DESPORTIVAS

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DAS INSTALAÇÕES DESPORTIVAS REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DAS INSTALAÇÕES DESPORTIVAS Objecto O presente regulamento estabelece as normas gerais e as condições de utilização dos campos de futebol das instalações desportivas Myindoor

Leia mais

Esclarecimento 8/2014

Esclarecimento 8/2014 Segurança Alimentar Aprovação de estabelecimentos industriais em casas particulares Esclarecimento 8/2014 Resumo: O presente esclarecimento pretende clarificar o enquadramento legal da aprovação e atribuição

Leia mais

REGULAMENTO DAS FEIRAS URBANAS DE ARTESANATO, COLECIONISMO E ANTIGUIDADES. Preâmbulo

REGULAMENTO DAS FEIRAS URBANAS DE ARTESANATO, COLECIONISMO E ANTIGUIDADES. Preâmbulo REGULAMENTO DAS FEIRAS URBANAS DE ARTESANATO, COLECIONISMO E ANTIGUIDADES Preâmbulo A realização das feiras urbanas, como aquelas a que respeita o objeto do presente regulamento é já uma realidade em todo

Leia mais

Regulamento de Utilização dos Auditórios, Sala do Senado e Átrio

Regulamento de Utilização dos Auditórios, Sala do Senado e Átrio Regulamento de Utilização dos Auditórios, Sala do Senado e Átrio Reitoria da NOVA www.unl.pt ÍNDICE I PRINCÍPIOS GERAIS 2 II - CAPACIDADE 2 III MATERIAL DE APOIO 2 IV - ÁTRIO 4 V - CATERING 4 VI EXPOSIÇÕES

Leia mais

Regulamento Interno Específico ANDEBOL

Regulamento Interno Específico ANDEBOL Instalações Desportivas São consideradas neste regulamento instalações desportivas da CPVV todas as instalações disponibilizadas pela instituição Casa do Povo de Valongo do Vouga. Elementos Desportivos

Leia mais

PROGRAMA DE VOLUNTARIADO JOVEM EQUIPA DE VIGILÂNCIA FLORESTAL 2015. Artigo 1º Âmbito e definição

PROGRAMA DE VOLUNTARIADO JOVEM EQUIPA DE VIGILÂNCIA FLORESTAL 2015. Artigo 1º Âmbito e definição PROGRAMA DE VOLUNTARIADO JOVEM EQUIPA DE VIGILÂNCIA FLORESTAL 2015 Artigo 1º Âmbito e definição 1. As presentes normas instituem e regulam o Programa de Voluntariado Jovem para operacionalização da Equipa

Leia mais

Câmara Municipal de Vila Franca de Xira REGULAMENTO Nº 05/2005 REGULAMENTO DE CAMPOS DE FÉRIAS

Câmara Municipal de Vila Franca de Xira REGULAMENTO Nº 05/2005 REGULAMENTO DE CAMPOS DE FÉRIAS REGULAMENTO Nº 05/2005 REGULAMENTO DE CAMPOS DE FÉRIAS ARTIGO 1.º OBJECTIVO 1 O presente regulamento estabelece as regras gerais a observar nos Campos de Férias organizados pela Câmara Municipal de Vila

Leia mais

CONDIÇÕES DE VENDA. 1. Prazo de entrega O prazo de entrega é o referido na confirmação da encomenda, salvo acordo em contrário.

CONDIÇÕES DE VENDA. 1. Prazo de entrega O prazo de entrega é o referido na confirmação da encomenda, salvo acordo em contrário. CONDIÇÕES DE VENDA A venda de produtos da Portucel Soporcel Fine Paper S.A. ( vendedor ) é regulada pelas condições abaixo descritas, em conformidade com as práticas em vigor na indústria e comércio de

Leia mais

Colónias de Férias Infantil REGULAMENTO INTERNO

Colónias de Férias Infantil REGULAMENTO INTERNO Colónias de Férias Infantil REGULAMENTO INTERNO Capítulo I Disposições Gerais Artigo I Âmbito As normas definidas no presente Regulamento Interno visam estabelecer as condições de funcionamento da Colónia

Leia mais

MUNICÍPIO DE PENAMACOR REGULAMENTO MUNICIPAL DE ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL. Preâmbulo

MUNICÍPIO DE PENAMACOR REGULAMENTO MUNICIPAL DE ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL. Preâmbulo MUNICÍPIO DE PENAMACOR REGULAMENTO MUNICIPAL DE ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL Preâmbulo O novo Regime Jurídico de Instalação, Exploração e Funcionamento dos Empreendimentos Turísticos, aprovado

Leia mais

Normas de Participação Área Alimentar

Normas de Participação Área Alimentar DIVISÃO DE CULTURA BRAGA ROMANA - 2014 REVIVER BRACARA AUGUSTA 21 a 25 de Maio de 2014 Normas de Participação Área Alimentar Os mercados eram uma das expressões mais marcantes da vida das cidades do Império

Leia mais

TURISMO NO ESPAÇO RURAL LEGISLAÇÃO MANUAL

TURISMO NO ESPAÇO RURAL LEGISLAÇÃO MANUAL TURISMO NO ESPAÇO RURAL LEGISLAÇÃO MANUAL Índice 1. Turismo no espaço rural: tipologias.2 2. Exploração e funcionamento.... 5 3. Legislação aplicável.17 Bibliografia. 18 1 1.Turismo no espaço rural: tipologias

Leia mais

ESPAÇOS COMERCIAIS NO MERCADO DO BAIRRO DO CONDADO

ESPAÇOS COMERCIAIS NO MERCADO DO BAIRRO DO CONDADO JUNTA DE FREGUESIA DE MARVILA CONCURSO PÚBLICO N / 2 ESPAÇOS COMERCIAIS NO MERCADO DO BAIRRO DO CONDADO Avisam-se todos os interessados que entre os dias de março e de abril de 2 se encontra aberto Concurso

Leia mais

CONVERT DE ENTRADA. Decreto-lei 24/96 (artº.9º.ponto 4) Portaria n.º 215/2011 (art.º 15.º n.º 1.º e 2.º).

CONVERT DE ENTRADA. Decreto-lei 24/96 (artº.9º.ponto 4) Portaria n.º 215/2011 (art.º 15.º n.º 1.º e 2.º). Selecionamos as dúvidas sobre os direitos dos consumidores da Restauração, Bares e Discotecas quando frequentam esses estabelecimentos. Será que tenho de pagar o Convert de Entrada? Tenho de dar gorjeta?

Leia mais

Albufeira, Maio 2015 Ana Blanco. Regime Jurídico da Exploração de Estabelecimentos de Alojamento Local (RJAL)

Albufeira, Maio 2015 Ana Blanco. Regime Jurídico da Exploração de Estabelecimentos de Alojamento Local (RJAL) Albufeira, Maio 2015 Ana Blanco Regime Jurídico da Exploração de Estabelecimentos de Alojamento Local (RJAL) Decreto-Lei nº 128/2014, de 29 de agosto, alterado pelo Decreto-Lei nº63/2015, de 23 abril OBJETIVOS

Leia mais

Segurança Alimentar em cabo Verde. Quadro legal, Importância e Conceitos das legislação Sanitária

Segurança Alimentar em cabo Verde. Quadro legal, Importância e Conceitos das legislação Sanitária Segurança Alimentar em cabo Verde Quadro legal, Importância e Conceitos das legislação Sanitária Praia, 7,8,9 e 10 de Novembro de 2011 Segurança Alimentar em Cabo Verde 2 Mercado dos Géneros alimentícios

Leia mais

ANTEPROJECTO DE DECRETO-REGULAMENTAR SOBRE O SISTEMA INTEGRADO DE ALERTA RÁPIDO DE ALIMENTOS SIARA. Decreto-Regulamentar n.º /09 De de PREÂMBULO

ANTEPROJECTO DE DECRETO-REGULAMENTAR SOBRE O SISTEMA INTEGRADO DE ALERTA RÁPIDO DE ALIMENTOS SIARA. Decreto-Regulamentar n.º /09 De de PREÂMBULO ANTEPROJECTO DE DECRETO-REGULAMENTAR SOBRE O SISTEMA INTEGRADO DE ALERTA RÁPIDO DE ALIMENTOS SIARA Decreto-Regulamentar n.º /09 De de PREÂMBULO A globalização das trocas comerciais, que no caso particular

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE CAMPOS DE FÉRIAS DE MANTEIGAS

REGULAMENTO MUNICIPAL DE CAMPOS DE FÉRIAS DE MANTEIGAS REGULAMENTO MUNICIPAL DE CAMPOS DE FÉRIAS DE MANTEIGAS Preâmbulo Considerando: As competências previstas nos artigos 112º e 241º da Constituição da República Portuguesa; O regime previsto no Decreto-Lei

Leia mais

Índice. Noções gerais sobre a organização de condóminos 3. Assembleia de condomínios / inquilinos 5. O Administrador 7. Regulamento do Condomínio 9

Índice. Noções gerais sobre a organização de condóminos 3. Assembleia de condomínios / inquilinos 5. O Administrador 7. Regulamento do Condomínio 9 GUIA DE CONDOMÍNIO Índice Noções gerais sobre a organização de condóminos 3 Assembleia de condomínios / inquilinos 5 O Administrador 7 Regulamento do Condomínio 9 2 Noções gerais sobre a organização de

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO RANCHO FOLCLÓRICO SAMPAENSE

REGULAMENTO INTERNO RANCHO FOLCLÓRICO SAMPAENSE REGULAMENTO INTERNO RANCHO FOLCLÓRICO SAMPAENSE CAPITULO I ENQUADRAMENTO Artigo 1º. Denominação No âmbito das actividades e ao abrigo dos antigos estatutos sociais da S.R.L.S., foi fundado e organizado

Leia mais

PROJETO BÁSICO GRAMADOTUR

PROJETO BÁSICO GRAMADOTUR PROJETO BÁSICO GRAMADOTUR 1 Projeto Básico da Contratação de Serviços: 1.1 O presente Projeto Básico consiste na concessão de espaços públicos junto à Feira de Natal do Natal Luz de Gramado, incluindo

Leia mais

E B I / J I d e T Á V O R A

E B I / J I d e T Á V O R A E B I / J I d e T Á V O R A R E G U L A M E N T O D E U T I L I Z A Ç Ã O D O S COMPUTA D O R E S PO R T Á T E I S O objectivo deste documento é regulamentar todas as actividades curriculares desenvolvidas,

Leia mais

REGULAMENTO DO VOLUNTARIADO NO HOSPITAL GERAL. Artigo 1º. Objecto

REGULAMENTO DO VOLUNTARIADO NO HOSPITAL GERAL. Artigo 1º. Objecto REGULAMENTO DO VOLUNTARIADO NO HOSPITAL GERAL Artigo 1º Objecto O presente regulamento tem por objecto definir a natureza, o conteúdo e os termos em que é desenvolvido o trabalho voluntário no Hospital

Leia mais

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3 I - DEFINIÇÕES... 4 II LOCALIZAÇÃO, INSTALAÇÕES E SERVIÇOS... 4 III UTILIZADORES E ATIVIDADES... 5

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3 I - DEFINIÇÕES... 4 II LOCALIZAÇÃO, INSTALAÇÕES E SERVIÇOS... 4 III UTILIZADORES E ATIVIDADES... 5 Regulamento de utilização das instalações de Incubação Índice ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3 I - DEFINIÇÕES... 4 II LOCALIZAÇÃO, INSTALAÇÕES E SERVIÇOS... 4 III UTILIZADORES E ATIVIDADES... 5 IV INSTALAÇÃO

Leia mais

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DE ZONAS DE ESTACIONAMENTO DE DURAÇÃO LIMITADA CONTROLADAS POR MEIOS MECÂNICOS (PARCÓMETROS).

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DE ZONAS DE ESTACIONAMENTO DE DURAÇÃO LIMITADA CONTROLADAS POR MEIOS MECÂNICOS (PARCÓMETROS). REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DE ZONAS DE ESTACIONAMENTO DE DURAÇÃO LIMITADA CONTROLADAS POR MEIOS MECÂNICOS (PARCÓMETROS). Legislação habilitante - Considerando o artigo 64, nº 1, al u) da Lei 169/99, de

Leia mais

CONCURSO PARA ARRENDAMENTO DE UM ESPAÇO DESTINADO À INSTALAÇÃO DE UM ESTABELECIMENTO DE BEBIDAS CAFETARIA. ARTIGO 1.º

CONCURSO PARA ARRENDAMENTO DE UM ESPAÇO DESTINADO À INSTALAÇÃO DE UM ESTABELECIMENTO DE BEBIDAS CAFETARIA. ARTIGO 1.º CADERNO DE ENCARGOS CONCURSO PARA ARRENDAMENTO DE UM ESPAÇO DESTINADO À INSTALAÇÃO DE UM ESTABELECIMENTO DE BEBIDAS CAFETARIA. ARTIGO 1.º Pela Câmara Municipal de Caminha é aberto concurso para arrendamento

Leia mais

Ficha Técnica de Fiscalização. Restauração e Bebidas

Ficha Técnica de Fiscalização. Restauração e Bebidas Legislação aplicável: Licenciamento: o Decreto-Lei n.º 168/97 de 04 de Julho, alterado e republicado pelo Decreto-Lei n.º 57/2002 de 11 de Março, que aprova o regime jurídico da instalação e funcionamento

Leia mais

Anexo II Tarefas de limpeza a efectuar pelas equipas de limpeza

Anexo II Tarefas de limpeza a efectuar pelas equipas de limpeza Anexo II Tarefas de limpeza a efectuar pelas equipas de limpeza TAREFA 1 2 3 4 Abastecer e efectuar a manutenção de equipamentos dispensadores, desinfectantes, e desodorizantes Arejar o espaço de forma

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL PUBLICADO ATRAVÉS DE EDITAL EM 28 DE ABRIL DE 2011

REGULAMENTO MUNICIPAL ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL PUBLICADO ATRAVÉS DE EDITAL EM 28 DE ABRIL DE 2011 REGULAMENTO MUNICIPAL DE ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL APROVADO EM REUNIÃO DE CÂMARA MUNICIPAL DE 06 DE ABRIL DE 2011 APROVADO EM ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE 21 DE ABRIL DE 2011 PUBLICADO ATRAVÉS DE

Leia mais

SPORT CAMPUS 2015. Verão 2015/Tempos Livres AMARES REGULAMENTO INTERNO. Parceiros:

SPORT CAMPUS 2015. Verão 2015/Tempos Livres AMARES REGULAMENTO INTERNO. Parceiros: SPORT CAMPUS 2015 Verão 2015/Tempos Livres AMARES REGULAMENTO INTERNO Parceiros: Objectivo É objectivo dos campos de férias proporcionar iniciativas exclusivamente destinadas a crianças e jovens com idades

Leia mais

CAPÍTULO I Disposições gerais

CAPÍTULO I Disposições gerais Regulamento Municipal do Banco Local de Voluntariado de Lagoa As bases do enquadramento jurídico do voluntariado, bem como, os princípios que enquadram o trabalho de voluntário constam na Lei n.º 71/98,

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO PARA ADJUDICAÇÃO DO DIREITO DE EXPLORAÇÃO DO. BAR da. Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Alcabideche.

CONCURSO PÚBLICO PARA ADJUDICAÇÃO DO DIREITO DE EXPLORAÇÃO DO. BAR da. Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Alcabideche. CONCURSO PÚBLICO PARA ADJUDICAÇÃO DO DIREITO DE EXPLORAÇÃO DO BAR da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Alcabideche Anúncio Programa de Concurso Caderno de Encargos A Direcção da Associação

Leia mais

REGULAMENTO HUB PORTO

REGULAMENTO HUB PORTO REGULAMENTO HUB PORTO Preâmbulo O Hub Porto é uma comunidade global, constituída por pessoas das mais diversas áreas profissionais, técnicas, culturais e/ou sociais, que procuram responder de forma inovadora

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DOS CAMPOS DE FÉRIAS DA LIPOR

REGULAMENTO INTERNO DOS CAMPOS DE FÉRIAS DA LIPOR REGULAMENTO INTERNO DOS CAMPOS DE FÉRIAS DA LIPOR 1 1. Considerações Gerais A Lipor, Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos do Grande Porto, com sede em Baguim do Monte, concelho de Gondomar,

Leia mais

Banco Local de Voluntariado de Gondomar

Banco Local de Voluntariado de Gondomar Regulamento Interno do Banco Local de Voluntariado de Gondomar (Aprovado em reunião de Câmara de 12 de Fevereiro e Assembleia Municipal de 18 de Fevereiro de 2009) Preâmbulo Entende-se por voluntariado

Leia mais

Comércio & Serviços. guia prático

Comércio & Serviços. guia prático Comércio & Serviços guia prático este guia Apresenta os licenciamentos e alvarás necessários ao evento de vida TER UM NEGÓCIO, cuja actividade específica é a área de Comércio e Serviços, que diz respeito

Leia mais

Regimento Interno de Educação Física

Regimento Interno de Educação Física Aspectos Gerais Regimento Interno de Educação Física 2013/14 Ponto 1 - As instalações desportivas destinam-se à realização das aulas de Educação Física e Atividades de Complemento Curricular. Qualquer

Leia mais

Regulamento da concessão de bares das Noites de Engenharia 2015

Regulamento da concessão de bares das Noites de Engenharia 2015 Regulamento da concessão de bares das Noites de Engenharia 2015 1 2 Artigo 1º (do objeto do regulamento) O presente regulamento regerá tudo o que diz respeito à Concessão de Bares nas Noites de Engenharia,

Leia mais

Uma arte que deve andar lado a lado com a saúde. Secretaria de Saúde de Vila Velha Vigilância Sanitária

Uma arte que deve andar lado a lado com a saúde. Secretaria de Saúde de Vila Velha Vigilância Sanitária Uma arte que deve andar lado a lado com a saúde. Secretaria de Saúde de Vila Velha Vigilância Sanitária objetivo Este manual estabelece os critérios de higiene e de boas práticas operacionais para o controle

Leia mais