REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO DA UNISANTOS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO DA UNISANTOS"

Transcrição

1 REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO DA UNISANTOS Título I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Capítulo I Dos Fundamentos do Núcleo de Prática Jurídica Art. 1º Este Regulamento rege as Atividades de Estágio Supervisionado da Faculdade de Direito da. Art. 2º As atividades de estágio são essencialmente práticas e devem proporcionar ao estudante a participação em situações simuladas e reais de trabalho, vinculadas à sua área de formação, bem como a análise crítica destas. Art. 3º As atividades de estágio devem buscar, em todas as suas variáveis, e na medida de suas possibilidades, a articulação entre ensino e experiências profissionais. Art. 4º As atividades práticas desenvolvidas no Núcleo de Prática Jurídica visam preparar o estudante ao exercício das profissões jurídicas, mediante as seguintes diretrizes: I ética profissional; II emprego da técnica jurídica; III visão global e específica das carreiras jurídicas; IV contato direto com as partes envolvidas nos conflitos jurídicos; V prestação de utilidade pública; VI aproveitamento acadêmico; VII participação efetiva do aluno e assiduidade; VIII orientação ao estudante em fase de formação.

2 Capítulo II Das Definições Art. 5º Considera-se Núcleo de Prática Jurídica da da Unisantos o setor responsável pelo conjunto das atividades de estágio supervisionado. 1º Estágio Supervisionado são as atividades simuladas e reais das práticas profissionais jurídicas previstas no 1º, I e II do artigo 7º deste Regulamento. 2º Para os fins do presente Regulamento, são atividades de estágio simulado, as aulas ministradas nas disciplinas de Prática Jurídica, de freqüência obrigatória aos alunos de quarto ou quinto ano, ou semestres equivalentes, nas áreas cível, penal, trabalhista e tributária, bem como o exercício das atividades simuladas previstas no parágrafo único do artigo 42. 3º As atividades de estágio real são as previstas no inciso II do 1º do artigo 7º deste Regulamento. 4º A assistência judiciária gratuita prestada pelos Escritórios Modelos, consiste no atendimento à pessoa carente, definida na forma do 1º e 2º do artigo 29 para o fim de orientá-la e em seu favor tomar-se providências administrativas ou judiciais nas áreas cível e penal. Art. 6º Considera-se crédito o critério de avaliação do aluno para ser aprovado pelo Núcleo de Prática Jurídica.

3 Título II DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA Capítulo I Das Atividades do Núcleo Art. 7º As atividades do Núcleo de Prática Jurídica da da Unisantos obedecem ao estipulado na legislação em vigor sobre estágios, e ao previsto neste Regulamento, incluindo a prática de estágio supervisionado. 1º A prática de estágio supervisionado consiste em: I atividades simuladas das práticas profissionais das diversas carreiras jurídicas, abrangendo as várias áreas do Direito, desenvolvidas nas disciplinas de Prática Jurídica I e II; II atividades reais desenvolvidas: a) nos Escritórios Modelos de Assistência Judiciária nas áreas cível e penal; b) no Juizado Especial Cível e no Juizado Especial Criminal; c) em escritórios de advocacia devidamente conveniados com a Unisantos; d) em outras instituições públicas ou privadas que tenham celebrado convênio com a Unisantos para o fim de oferecerem estágio aos alunos integrantes do Núcleo; e) em visitas a órgãos ou repartições públicas relacionadas com o desempenho de atividades jurídico-administrativas ou jurisdicionais; f) assistência às audiências cíveis, criminais e trabalhistas; g) exame de autos findos; h) acompanhamento de sessões nos tribunais e colégios recursais; i) assistência às sessões no Poder Legislativo de quaisquer das entidades federadas; j) Mediação em órgãos do Poder Judiciário ou Câmaras de Arbitragem. 2 A quantidade mínima de créditos das atividades de estágio supervisionado será de 300 (trezentos) créditos. 3º REVOGADO 4º Sempre que possível os alunos devem iniciar o estágio supervisionado com atividades simuladas e, após, passar às atividades reais.

4 Capítulo II Da Composição e da Competência do Núcleo de Prática Jurídica Art. 8º O Núcleo de Prática Jurídica da da Unisantos é composto de: I Professor Responsável; II Secretarias; III Professores Supervisores de Estágio Real; IV Professores de Prática Jurídica; V Professores Avaliadores; VI Estagiários vinculados; 1º Professor Responsável é o encarregado pela Coordenação administrativa e pedagógica do Núcleo de Prática Jurídica, indicado pela Coordenação do Curso e nomeado na forma do Regimento Interno da Unisantos. 2º Secretarias são órgãos auxiliares do Núcleo de Prática Jurídica, subdivididas em Secretaria de Estágio Simulado, Secretarias dos Escritórios Modelos e Secretaria do Juizado Especial Cível, sendo compostas por funcionários da Unisantos. 3º Professores Supervisores de Estágio Real são os designados para orientar as equipes de estagiários vinculados que compõem os Escritórios Modelos de Assistência judiciária, Juizado Especial Cível e Criminal, Estágio profissional de Advocacia e os que atuam nas demais entidades conveniadas com a Unisantos. 4º Professores de Prática Jurídica são os que ministram as disciplinas Prática Jurídica I, II e III, nos segmentos de atuação profissional referidos no 2o do artigo 5o deste Regulamento. 5º Professores Avaliadores são os designados para realizar a correção das peças simuladas aplicadas pelos Professores de Prática Jurídica aos alunos integrantes do Núcleo. 6º Estagiários vinculados são os alunos devidamente matriculados nos quartos e quintos anos, ou semestres equivalentes, que compõem as equipes de estagiários dos Escritórios Modelos do Curso de Direito, do Juizado Especial Cível, Criminal e das entidades conveniadas.

5 Seção I Do Professor Responsável Art. 9º O Professor Responsável pelo Núcleo de Prática Jurídica será indicado pelo Diretor da, de conformidade com o disposto no art. 37 inciso XII do Regimento Geral da. Parágrafo único. O Professor Responsável pelo NPJ terá carga horária de 20 (vinte) horas semanais, sendo substituído, em seus impedimentos, por professor integrante do NPJ designado pela Coordenação. Art. 10 Compete ao Professor Responsável: I coordenar o NPJ; II implementar as decisões dos órgãos colegiados; III assinar as correspondências, certidões e declarações referentes aos estágios; IV aprovar os modelos de formulários necessários para o bom funcionamento do EMAJ; V elaborar, semestralmente, o plano de trabalho dos Supervisores de estágio, de Prática Jurídica, dos monitores e dos estagiários; VI propor à Direção da projetos de trabalho interdisciplinar a serem desenvolvidos conjuntamente com outros órgãos da UniSantos; VII dar parecer sobre a viabilidade didática e prática dos projetos alternativos de estágio apresentados à Direção da pelos professores de estágio de Prática Jurídica; VIII encaminhar à Direção da, propostas de modificações na pauta de visitas e atividades simuladas constantes dos Planos de Ensino das disciplinas de Prática Jurídica; IX encaminhar aos órgãos competentes da UniSantos, na forma da legislação vigente, as propostas de convênios de estágio;

6 X autorizar atividade externa de estágio em pessoas jurídicas de direito privado e órgãos de Administração Pública conveniadas com a UniSantos, nos termos da Lei nº 6.494/1977; XI autorizar a participação em programa alternativo de estágio devidamente aprovado; XII aprovar a composição de equipes e escalas de horário de estagiários no EMAJ, de forma a manter distribuição eqüitativa de alunos nos diversos horários de funcionamento dos Escritórios. XIII avaliar, após parecer do Professor Supervisor da área, o estágio externo desenvolvido em pessoas jurídicas de direito privado e órgãos de Administração Pública conveniadas com a Unisantos, observada a Lei n. 6494/1977; XIV elaborar, semestralmente, escala de professores de estágio para atuar nas audiências dos períodos de férias escolares e no atendimento dos plantões do EMAJ; XV apresentar, semestralmente, à Coordenação do Curso de Graduação em Direito, relatório do trabalho desenvolvido no exercício do NPJ; XVI tomar, em primeira instância, todas as decisões e medidas necessárias ao efetivo cumprimento deste Regulamento; XVII supervisionar a secretaria de estágio; XVIII indicar à Coordenação do Curso os nomes dos Professores que deverão integrar o Núcleo de Prática Jurídica; XIX emitir certificados relacionados à área de competência do Núcleo; XX emitir o Certificado Final de Conclusão de Estágio Supervisionado; XXI decidir sobre o desligamento e eventual perda de créditos de estagiário vinculado, após solicitação escrita do Professor Supervisor da área respectiva; XXII encaminhar à Coordenação do Curso proposta de desligamento de Professor integrante do Núcleo de Prática Jurídica.

7 Seção II Das Secretarias Art. 11 São competências e deveres comuns das secretarias do Núcleo: I atender os alunos, professores e demais funcionários com urbanidade, esclarecendo dúvidas e dando orientações administrativas no âmbito de sua competência; II manter arquivos de toda a correspondência recebida e expedida, de toda a documentação e legislação referente ao estágio, bem como de toda a documentação dos estagiários; III expedir todas as declarações e certidões pertinentes ao estágio, respeitadas as competências específicas dos órgãos superiores; IV autuar os expedientes administrativos, bem como promovê-los ao conhecimento do Professor Responsável ou Supervisor, conforme o caso, para deliberações; V desempenhar outras atividades de rotina relativas às suas atribuições e cumprir as determinações do Professor Responsável. Art. 12 Além das competências comuns estabelecidas no artigo anterior, compete à Secretária de Estágio Simulado: I auxiliar os Professores de Prática Jurídica no bom desempenho de suas funções profissionais; II colher, por intermédio de seus funcionários, a assinatura dos alunos presentes às aulas de prática, anotando na própria lista as ausências; III solicitar dos Professores de Prática Jurídica, ao término de cada aula, a entrega das listas de freqüência e indicação do exercício aplicado, mediante protocolo em livro próprio; IV receber os originais manuscritos dos exercícios jurídicos aplicados pelos Professores de Prática Jurídica, mediante recibo, passado na relação de exercícios entregue ao aluno no início de cada período letivo; V distribuir, eqüitativamente, aos Professores Avaliadores, para correção, as peças simuladas entregues pelos alunos integrantes do Núcleo;

8 VI manter em ordem as listas de freqüência dos alunos das disciplinas de Prática Jurídica, de modo que cada montante de peças para correção seja composto por lista de presença, cópia do exercício aplicado, ficha de avaliação e tabela de créditos; VII entregar e receber, mediante livro de protocolo próprio, os envelopes contendo as peças para correção; VIII manter arquivados, e em ordem, todos os documentos de interesse do Núcleo, inclusive os convênios de estágio real firmados pela mantenedora com instituições públicas ou privadas, e os termos de compromisso de estágio celebrados entre os alunos integrantes do Núcleo e outras instituições conveniadas; IX contatar os Professores Avaliadores, na hipótese destes não comparecerem perante a secretaria para o recebimento dos lotes de peças para correção. Art. 13 Compete às Secretarias dos Escritórios Modelos de Assistência Judiciária e do Juizado Especial Cível, conforme suas respectivas atribuições: I auxiliar os Professores Supervisores no atendimento ao público e na rotina do escritório e do Juizado; II divulgar, após deliberação dos Professores Supervisores, ouvido o Professor Responsável pelo Núcleo, o período de inscrição de estagiários para atuarem nos Escritórios Modelos e no Juizado; III realizar o cálculo das melhores notas dos alunos inscritos que irão compor as equipes do Escritório Modelo ou do Juizado Especial; IV realizar o cálculo da pontuação obtida pelos alunos que tenham se submetido ao processo seletivo de escolha das equipes de estagiários, quando for o caso; V manter cadastro adequado dos alunos integrantes do Núcleo, contendo nome completo, endereço, telefone e outros dados que facilitem a comunicação entre o Escritório ou o Juizado e o aluno; VI manter cadastro de estagiários substitutos, para os casos de não comparecimento do estagiário escalado para o plantão diário; VII controlar, com a supervisão dos Professores, a escala de plantão dos estagiários integrantes dos Escritórios Modelos e do Juizado;

9 VIII manter sob controle os dados necessários à identificação das partes nos processos em que os Escritórios deverão atuar. IX expedir todas as declarações e certidões pertinentes ao estágio, respeitadas as competências específicas dos órgãos supervisores; X manter arquivo com cópias de todos os processos ajuizados por meio do EMAJ, que devem ser atualizados pelos estagiários; XI manter cadastro de clientes do EMAJ, que deve ser atualizado com base nos dados fornecidos pelos estagiários a cada novo atendimento ou ato processual; XII manter agenda de audiências referente aos processos ajuizados pelo EMAJ sempre atualizada pelos estagiários; XIII acompanhar, juntamente com os estagiários, as publicações oficiais; Seção III Dos Professores Supervisores de Estágio Real Art. 14 Os Professores Supervisores de Estágio Real atuarão nos Escritórios Modelo de Assistência Judiciária, no Juizado Especial Cível e Criminal, nos escritórios de advocacia e demais entidades conveniadas, competindo-lhes, conforme a área de atuação, o seguinte: I entrevistar, como etapa final do processo seletivo, os alunos que comporão as equipes de estagiários vinculados ao Escritório Modelo e ao Juizado Especial; II efetuar o controle de freqüência ao estágio supervisionado dos estagiários pertencentes às equipes pelas quais forem responsáveis; III acompanhar a elaboração e corrigir as peças processuais, assinando-as juntamente com os estagiários pertencentes às equipes pelas quais forem responsáveis, bem como encaminhar as petições e outras peças aos órgãos competentes; IV observar a participação das equipes de estagiários pelas quais forem responsáveis, nas audiências referentes aos feitos em andamento no Poder Judiciário;

10 V fiscalizar a aplicação, por parte das equipes de estagiários, dos critérios constantes do roteiro de atendimento de clientes; VI determinar o arquivamento dos processos liquidados e arquivados judicialmente; VII exigir das equipes de estagiários relatórios dos processos em que atuam, devendo, se necessário, limitar a três o número mínimo de processos relatados; VIII desempenhar todas as demais atividades decorrentes de sua função. 1º Todas as atividades de orientação, supervisão, acompanhamento, avaliação e coordenação referentes ao estágio supervisionado são consideradas atividades docentes para todos os fins, cabendo à Coordenação do Curso de Graduação em Direito, ouvido o Professor Responsável pelo Núcleo, a indicação dos professores para o exercício das referidas atividades. 2º A escala de trabalho dos Supervisores de estágio no EMAJ será determinada pela Coordenação do Curso de Graduação em Direito, ouvido o Professor Responsável pelo NPJ. 3º A supervisão de estágio realizada em Escritórios de Advocacia e demais entidades dependerá de previsão expressa no convênio celebrado para esse fim. 4o Para a supervisão de estágio a que se refere o parágrafo anterior o Professor Responsável pelo NPJ elaborará os critérios específicos. Seção IV Dos Professores de Prática Jurídica Art. 15 Os Professores de Prática Jurídica ministrarão aulas nas disciplinas de Prática Jurídica I, II e III constantes do currículo pleno do Curso, em duas aulas semanais, competindo-lhes: I estabelecer, no início de cada ano ou semestre, se necessário, o conteúdo programático de sua disciplina, o qual deverá versar sobre a aplicação de exercícios práticos da respectiva área de conhecimento jurídico;

11 II ministrar suas aulas dando ênfase aos aspectos práticos da disciplina, tais como as providências anteriores à elaboração de cada peça forense, a postura ética do profissional perante o caso concreto, metodologia de elaboração de cada peça, requisitos legais da peça, documentos que poderão instruir a petição, procedimento prático para a distribuição de iniciais e síntese dos processos aplicados e resolução de questões dissertativas, sob a forma de situações problema. (nova redação dada pela 11ª Reunião do Colegiado do Curso de Direito, de 03/02/2006). III utilizar, sempre que possível, o período da primeira aula para o atendimento do inciso anterior, destinando a segunda aula para orientação da elaboração das peças, por parte dos alunos, ainda em sala de aula. IV entregar as listas de freqüência de suas aulas à secretaria do Núcleo, devendo solicitar o competente protocolo; V orientar, supervisionar e avaliar as visitas e atividades simuladas e reais das equipes de estagiários sob sua responsabilidade; VI apresentar ao Professor Responsável pelo NPJ, para análise, propostas de alterações da pauta de visitas e atividades simuladas constantes dos planos de ensino das disciplinas de Prática Jurídica I, II e III; 1º REVOGADO 2º Os professores de Prática Jurídica poderão ter monitores, selecionados preferencialmente, entre os alunos que já tenham cursado pelo menos 50% das disciplinas do estágio supervisionado. 3º Compete aos monitores das disciplinas de Prática Jurídica I, II e III, a tarefa de assessorar os Professores de Prática Jurídica, bem como orientar os estagiários no desempenho de suas atividades.

12 Seção V Dos Professores Avaliadores Art. 16 Aos Professores Avaliadores compete: I corrigir, pessoalmente, as peças forenses que lhes forem entregues pela secretaria do Núcleo, observado o prazo de uma semana para devolução do lote corrigido; II dirigir-se à secretaria do Núcleo, semanalmente, para o recebimento de novos lotes de peças para correção e entrega do que já foi avaliado; III receber os lotes mediante a aposição de sua assinatura em livro de protocolo próprio; IV observar os critérios de correção estabelecidos na ficha de avaliação do aluno, a qual será entregue com o lote; V atribuir, se for o caso, o crédito à peça corrigida conforme a tabela de créditos, rubricando a ficha de avaliação e a peça do aluno; 1º O Professor Avaliador não atribuirá o crédito quando a peça deixar de atender aos requisitos da ficha de avaliação, conforme orientação constante daquele documento. 2º A correção de peças forenses decorrente do estágio simulado é considerada atividade docente para todos os fins, cabendo à Coordenação do Curso a designação dos respectivos profissionais, após a indicação feita pelo Professor Responsável pelo Núcleo. 3º Em caso de acúmulo de peças para correção, o Professor Avaliador deverá entregá-las na secretaria do Núcleo de Prática Jurídica, devidamente corrigidas, até o último dia do mês de julho, ou até a primeira semana de dezembro, quando o acúmulo decorrer das atividades do respectivo semestre, sob pena de ser desligado da função. 4º As peças para correção serão distribuídas ao Professor conforme a área de conhecimento para a qual foi designado.

13 5º A critério da Coordenação do Curso, poderá haver acúmulo de áreas, computando-se o prazo para devolução na forma do inciso I deste artigo. 6º O prazo para entrega final dos lotes de peças será o mesmo da entrega das notas dos exames finais do segundo semestre, conforme determinar o calendário escolar da Unisantos, referente a cada período letivo. Seção VI Dos Estagiários Vinculados Art. 17 Os alunos de 4o ou 5o ano, ou semestres equivalentes, poderão inscrever-se para atuar nos estágios reais oferecidos pela da Unisantos, nos Escritórios Modelos de Assistência Judiciária ou no Juizado Especial Cível e Criminal, de acordo com o número de vagas disponíveis. Parágrafo único. As entidades públicas ou privadas que firmarem convênio com a Unisantos para o fim de admitir estagiários, deverão observar a legislação federal pertinente a estágios, sendo condição para a celebração do convênio a comprovação de seguro em favor do estagiário vinculado. Art. 18 Os estágios a que se refere o artigo anterior, quando oferecidos pela Unisantos, são voluntários e serão supervisionados por um Professor, possuindo os estagiários vinculados direito ao seguro previsto na lei 6494/77. Art. 19 Cabe aos estagiários vinculados observar as diretrizes gerais do Núcleo de Prática Jurídica estabelecidas no artigo 4o deste Regulamento e, especialmente, as seguintes: I cumprir todas as determinações que lhes forem dadas pelos Professores Supervisores; II atuar com zelo, empenho e atenção nos processos sob sua responsabilidade;

14 III demonstrar interesse e abnegação no atendimento aos assistidos, lembrando-se de que está contribuindo com a Universidade no alcance de seu papel social de promoção da dignidade da pessoa humana; 1º O estagiário que deixar de observar quaisquer das diretrizes deste artigo, poderá ser desvinculado do Núcleo, mediante solicitação escrita do Professor Supervisor, dirigida ao professor Responsável pelo Núcleo. 2º Os alunos que desempenham profissões incompatíveis com o exercício do estágio de advocacia, que lhes impeçam a obtenção de inscrição na OAB, não poderão ser admitidos no Escritório Modelo, salvo na condição de observadores. 3º O estagiário que não comparecer a 3 (três) plantões consecutivos ou 5 (cinco) alternados sem justificativa relevante, será desligado a critério do Professor Supervisor do estágio a que estiver vinculado. Art. 20 É vedado exigir-se do estagiário vinculado a realização de tarefas que não sejam acadêmicas, ou que não estejam relacionadas com a atuação dos estágios reais. Art. 21 O estagiário vinculado tem direito a ser respeitado como aspirante a uma profissão, devendo os profissionais que com ele lidar observarem suas dificuldades, procurando orientar e elucidar eventuais dúvidas. Capítulo III Da Avaliação das Atividades Práticas Art. 22 A avaliação das atividades do Estágio Supervisionado desenvolvidas nas disciplinas de Prática Jurídica I, II e III, será efetuada de acordo com a legislação vigente, em especial as normas fixadas pelos órgãos colegiados do Curso de Graduação em Direito, levando em consideração os relatórios das visitas orientadas e

15 o desempenho nas atividades simuladas, bem como outros indicadores e instrumentos que constem dos respectivos planos de ensino. Art. 23 A avaliação das atividades do Estágio Supervisionado, desenvolvidas nas disciplinas de Prática Jurídica, será efetuada por meio de créditos atribuídos pelos Professores Avaliadores ou Professor Responsável pelo NPJ, de acordo com a programação de créditos definida pelos referidos professores. Art. 24 Por se tratar de atividade eminentemente prática, a avaliação não envolve provas ou exames. Art. 25 Para ser considerado aprovado nas atividades do Núcleo de Prática Jurídica, o estagiário deverá somar o montante mínimo de 300 (trezentos) créditos entre atividades práticas reais e simuladas, independentemente da freqüência mínima às aulas de Prática Jurídica e das avaliações, definidas na forma do Regimento Geral da Unisantos e do Currículo do Curso. 1º Os créditos de que trata este artigo serão atribuídos pelo Professor Responsável pelo NPJ, após análise do relatório circunstanciado, apresentado pelo aluno e a verificação das horas de efetiva atividade. 2º A análise dos relatórios das audiências, de autos findos ou de outras atividades do NPJ poderá ser delegada pelo Professor Responsável ao Professor de Prática da respectiva área a que aludem os relatórios, ficando a critério deste atribuir ou não o crédito correspondente. Art. 26 Reprovado pela não integralização da quantidade mínima de créditos, o aluno deverá repetir o estágio em período letivo regular até alcançar a pontuação mínima, referida no caput do artigo anterior.

16 Título II DAS ATIVIDADES DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Capítulo I Das Atividades Reais Art. 27 As atividades reais de Estágio Supervisionado são as exercidas dentro ou fora do campus a que pertence a da Unisantos, dividindo-se nos segmentos a que alude o 1o, II, do artigo 7o deste Regulamento. Seção I Dos Escritórios Modelos de Assistência Judiciária Art. 28 Os Escritórios Modelos de Assistência Judiciária funcionarão nas comarcas de Santos e São Vicente, podendo a Universidade instalar outros em comarcas diversas. Art. 29 Os Escritórios Modelos prestarão assistência judiciária gratuita às pessoas físicas carentes que, na forma da lei, assim se declararem. 1º Para fins da assistência judiciária gratuita a que se refere o presente artigo, considera-se carente a pessoa cuja renda familiar não ultrapasse a 3 (três) salários mínimos vigentes à época da declaração. 2º O Professor Supervisor poderá substituir o critério da renda familiar previsto no parágrafo anterior por renda pessoal, de acordo com a peculiaridade do caso. 3º Considera-se renda familiar a soma de quaisquer proventos percebidos pelos integrantes da família, tais como salários, pensões, aposentadorias e assemelhados, independentemente das despesas realizadas pela entidade familiar. 4º Poderá ser prestada assistência judiciária gratuita à pessoa jurídica de caráter benemerente, desde que:

17 I não possua fins lucrativos e tenha auferido no ano calendário imediatamente anterior, receita bruta não superior à metade do montante mínimo de faturamento previsto na lei 9.317/96, referente às microempresas. II o objeto da ação vise a tutela de direitos e garantias fundamentais, exercitada por meio de mandado de segurança, ação popular, ação civil pública, mandado de injunção ou habeas data. Art. 30 A assistência judiciária abrangerá as áreas cível e penal observando-se as peculiaridades de cada caso, antes de ser autorizada a assistência pelo Professor Supervisor, propiciando a prática da advocacia aos estagiários vinculados, sem descuidar do aspecto pedagógico e de proteção ao estudante em fase de formação. Parágrafo único. Eventual recusa do pedido de assistência por parte do Professor Supervisor, deverá ser justificada e encaminhada ao Professor responsável do Núcleo de Prática Jurídica para deliberação. Art. 31 A atividade de estágio real será desenvolvidas pelos estagiários vinculados, com a supervisão de professores nas áreas referidas no artigo anterior. Art. 32 Para fins de atendimento nos Escritórios Modelo, os estagiários serão divididos em equipes, cujo número de integrantes dependerá da demanda histórica dos Escritórios ou a critério do Professor Responsável, ouvidos os Professores Supervisores do EMAJ respectivo. Art. 33 Os estagiários deverão atender ao disposto no artigo 19 e, especialmente: I estar inscrito como estagiário na Ordem dos Advogados do Brasil como condição para sua admissão no Escritório Modelo; II atender os interessados no serviço de assistência judiciária do Escritório Modelo a que pertença, com o auxílio do Professor Supervisor;

18 III preencher a respectiva ficha de atendimento do hipossuficiente, resumindo o caso relatado para futura avaliação das providências que poderão ser adotadas em conjunto com o Professor Supervisor; IV redigir e assinar, em conjunto com o Professor Supervisor, e desde que devidamente inscrito na OAB, as minutas das peças que lhe forem atribuídas, observando a técnica jurídica e os requisitos legais; V acompanhar o Professor Supervisor às audiências judiciais ou extrajudiciais, quando for o caso, relatando o ocorrido para futura comprovação perante o Núcleo; VI cumprir integralmente o horário designado para o seu plantão no Escritório Modelo; VII não se ausentar do Escritório nos horários de plantão, salvo motivo justificável, comunicado previamente ao Professor Supervisor; VIII entregar, periodicamente, ao Professor Supervisor de Estágio responsável pela equipe, relatório detalhado de todas as atividades realizadas durante o período respectivo; IX acompanhar as publicações oficiais, juntamente com a Secretaria de Estágio, visando a manter atualizada a agenda de audiências, os prazos e demais atos processuais; X atender às intimações que forem efetuadas nos processos sob sua responsabilidade; XI agir de acordo com a ética profissional e zelar pelo bom nome do EMAJ e da UniSantos; XII comparecer às audiências devidamente trajados de acordo com a praxe forense; XIII restaurar as peças dos processos sob sua responsabilidade em caso de perda ou extravio; XIV manter cópias de todas as peças processuais produzidas e encaminhadas à Administração Pública ou ao Poder Judiciário. 1º Os estagiários, no exercício das atividades vinculadas direta ou indiretamente ao EMAJ, sujeitam-se às normas do Código de Ética do Estatuto da OAB, bem como às sanções previstas no Regimento Geral da UniSantos.

19 2º Inclui-se no cômputo do horário de plantão, o período em que o estagiário vinculado tiver que se ausentar para o cumprimento de atividades externas, relativas ao Escritório. Art. 34 O estagiário do Escritório Modelo deverá cumprir carga horária mínima de 3 horas em um dia da semana, que será definido pelo Professor Supervisor conforme a disponibilidade de vagas. Parágrafo único. Somente obterá o Certificado de Conclusão de Estágio Real nos Escritórios Modelos, o estagiário vinculado que cumprir, no mínimo, o total de 144 horas efetivas de atividades próprias do Escritório (nova redação dada pela 20ª Reunião do Colegiado do Curso de Direito, de 05/06/09) Art. 35 O estagiário que descumprir quaisquer das diretrizes ou obrigações contidas nos artigos 19 e 33 deste Regulamento, poderá ser desligado do Escritório a pedido do Professor Supervisor. 1º O Professor Supervisor somente encaminhará o pedido de solicitação de desvinculação do estagiário ao Professor Responsável pelo Núcleo, caso se trate de não aproveitamento pedagógico do aluno. 2º À apuração e adoção de sanções decorrentes de faltas disciplinares, aplica-se o Regimento da Universidade. Seção II Do Juizado Especial Cível Art. 36 As atividades do Juizado Especial Cível serão desenvolvidas de acordo com as normas baixadas pelo Poder Judiciário competente, atuando, como conciliadores, os estagiários para tanto designados, sob a supervisão de um ou mais Professores, indicados pela Coordenação do Curso.

20 1º Para a obtenção da totalidade de créditos referida no 4º do Artigo 48, o estagiário do Juizado Especial Cível deverá cumprir 04 horas semanais e permanecer, no mínimo, 12 (doze) meses em atividade. 2º O aluno que estiver cursando o 9º período, somente poderá ser admitido como conciliador no início de cada ano letivo e deverá cumprir 04 (quatro) horas semanais com a obrigatoriedade de permanecer, no mínimo, 09 meses em atividade, recebendo os créditos proporcionais, podendo optar por permanecer em atividade após o término da graduação, até completar o período de 12 (doze) meses de atividade no JEC (nova redação dada pela 20ª Reunião do Colegiado do Curso de Direito, de 05/06/09). Seção III Das Atividades em Escritório de Advocacia Conveniado Art. 37 Os alunos de quarto ou quinto ano, ou semestres equivalentes, poderão atuar na condição de estagiários em Escritórios de Advocacia conveniados com a Unisantos. 1º Para o reconhecimento da condição de estagiário por parte do Núcleo, além do convênio a que alude este artigo, será firmado termo de compromisso em que conste como requisito, prova de que o estagiário providenciou sua inscrição na seccional da OAB, em conformidade com o artigo 9o da lei 8.906/ º O convênio com escritório de advocacia preverá cláusula que autorize o Professor Supervisor vinculado à Unisantos, a verificar, periodicamente, as condições em que as atividades de estágio estão sendo desenvolvidas. 3º O estagiário que se desvincular de Escritório de Advocacia Conveniado deverá comunicar seu desligamento, por escrito, à respectiva secretaria do Núcleo, informando, inclusive, o período de estágio efetivo, mediante declaração de Advogado que represente o escritório conveniado.

21 4º A secretaria arquivará a comunicação em pasta própria, junto com o convênio e termo de compromisso do aluno. Seção IV Das Atividades Reais em Instituições Públicas e Privadas Conveniadas Art. 38 Poderão ser reconhecidas para fins de estágio real, atividades desenvolvidas por alunos de quarto e quinto anos, ou semestres equivalentes, em instituições públicas ou privadas, desde que celebrado convênio com a entidade mantenedora da Unisantos. Parágrafo único. O aluno da da Unisantos que exerça atividade incompatível com a advocacia, poderá, como observador, freqüentar as atividades reais referidas no caput para fins de aprendizagem. Seção V Das Visitas a Órgãos ou Repartições Públicas de Caráter Jurídico Art. 39 Para fins de estágio real supervisionado deverão ser realizadas visitas a órgãos ou repartições públicas que interessem à prática do Direito. Parágrafo único. Os locais a serem visitados pelos alunos da serão definidos pelos Professores de Prática Jurídica I, II e III, conforme o conteúdo programático das respectivas disciplinas. Art. 40 Os Professores de Prática Jurídica I, II e III levando em consideração o conteúdo programático de cada disciplina, definirão, em seus programas, quais os órgãos e repartições que poderão ser visitados para os fins do disposto no parágrafo único do artigo 39 deste Regulamento. 1º A comprovação da realização das visitas referidas neste artigo far-se-á por meio de Atestados de Visitas assinados pela autoridade competente.

22 2º As assistências às audiências previstas nos programas de prática jurídica, poderão ser realizadas em qualquer órgão do Poder Judiciário no Estado de São Paulo. 3º. O prazo final para a entrega dos atestados e relatórios de visitas dos alunos de quarto ano, ou semestres equivalentes, será o dia primeiro dia letivo de novembro. 4º. O prazo final para a entrega dos atestados e relatórios de visitas dos alunos de quinto ano, cursando o nono semestre, será o dia primeiro dia letivo de junho, para as áreas de Prática Jurídica Civil e Penal, e para os alunos de quinto ano, cursando o décimo semestre, será o primeiro dia letivo de novembro, para as áreas de Prática Jurídica Trabalhista e Tributária. Capítulo II Das Atividades Práticas Simuladas Art. 41 As atividades simuladas, oferecidas pelo Núcleo de Prática Jurídica, devem ser exclusivamente práticas e integram o conceito de estágio supervisionado. Art. 42 Compete aos Professores de Prática Jurídica I, II e III, a aplicação das atividades de prática simulada. Parágrafo único. Consideram-se atividades de prática jurídica, para os fins deste artigo, a redação de peças processuais e profissionais, observação de rotinas processuais, assistência e atuação a audiências e sessões, desde que simuladas. Art. 43 Os alunos deverão elaborar as peças processuais, manuscritas, em sala de aula, durante as aulas de Prática Jurídica I, II e III.

23 1º O Professor de Prática deverá, preferencialmente, ministrar uma aula teórica, sobre a elaboração da peça, aplicando o caso na aula seguinte, para que os alunos elaborem a peça em classe. Art. 44 As peças serão entregues pelos alunos diretamente à Secretaria do Núcleo de Prática Jurídica, no dia letivo seguinte à aplicação da peça. 1º No ato da entrega, o aluno deverá portar a relação de peças da referida área para ser-lhe passado o recibo de entrega, feito pela atendente do Núcleo; 2º Da peça, em folha separada, deverá constar a disciplina a que se refere, os dados acadêmicos do aluno, o nome do Professor e a data de solicitação do exercício; 3º A secretaria observará, antes de passar recibo na relação de peças do aluno, se a entrega é tempestiva, recusando o recebimento caso não seja preenchido esse requisito. 4º Para os fins deste artigo, os prazos são contados na forma do artigo 184 do Código de Processo Civil. Art. 45 As atividades práticas simuladas são obrigatórias e sua avaliação será feita por créditos que integram a quantidade mínima de 300 (trezentos) créditos, a que alude o artigo 25 deste Regulamento. Parágrafo único: para o aproveitamento dos créditos referentes às atividades de práticas simuladas (peças processuais), o aluno deverá realizar satisfatoriamente um mínimo de 60% (sessenta por cento) das peças exigidas por cada professor das disciplinas de Prática Jurídica Penal, Trabalhista, Tributária e Civil I, II e III.

24 TÍTULO III DO APROVEITAMENTO DE CRÉDITOS Capítulo I Disposições Gerais Art. 46 O aluno tem o direito de aproveitar no cômputo da quantidade mínima de 300 (trezentos) créditos referida no caput do artigo 25, créditos obtidos da avaliação de estágio real realizado nas entidades referidas no inciso II, do 1º do artigo 7º deste Regulamento. Art. 47 Os créditos a que se refere o artigo anterior servem para avaliar o aproveitamento do aluno nas atividades práticas desenvolvidas e devidamente justificadas. 1º REVOGADO. 2º Será recusado o aproveitamento de créditos em relação ao aluno que não atender aos requisitos mínimos dispostos neste Regulamento. Art. 48 Os créditos, para fins do aproveitamento a que se refere o artigo 46, poderão advir de estágio realizado nos EMAJ de Santos e São Vicente ou no JEC bem como em outras entidades públicas e privadas, e somarão, no máximo até 120 créditos. 1º São ordinários os créditos: I obtidos em razão das atividades do estágio simulado; II relativos às atividades práticas reais desenvolvidas nos Escritórios Modelos de Assistência Judiciária Gratuita, pertencentes ao Curso de Graduação em Direito; III referentes às atividades práticas reais realizadas no Juizado Especial Cível mantido pela Unisantos em convênio com o Poder Judiciário;

25 IV relativos às assistências às audiências e exames de autos findos, conforme os programas de Prática Jurídica I, II e III; 2 Os estagiários poderão computar créditos obtido s em razão de estágio de prática jurídica realizado mediante convênio com a Unisantos: I em escritórios de advocacia; II nas defensorias públicas; III nas Procuradorias da União, da Fazenda Nacional, do Instituto Nacional do Seguro Social, do Estado de São Paulo e dos Municípios da baixada santista; IV no Poder Judiciário; V no Ministério Público; VI em pessoas jurídicas de direito público ou privado; VII em entidades comunitárias e sindicais. 3º Os estagiários que não comprovarem a prática de estágio real em quaisquer dos EMAJ, no Juizado Especial Cível ou Criminal, ou nas entidades a que se refere o 2o deste artigo, poderão atingir a quantidade mínima de 300 (trezentos) créditos a que se refere o artigo 25 deste Regulamento, mediante o aproveitamento das atividades simuladas (peças) e o cumprimento das atividades reais de estágio (relatórios de autos findos e assistência às audiências) definidas nos conteúdos programáticos das disciplinas de Prática Jurídica. 4º Os créditos ordinários, obtidos em razão das atividades de estágio real referidas nos incisos II e III do 1o deste artigo, somarão até 120 créditos. 5º As atividades de estágio real, desenvolvidas nas entidades a que alude o 2o deste artigo somarão até 120 créditos.

26 6º A soma total de créditos referentes a estágios reais realizados no EMAJ ou no JEC, ou em órgãos ou entidades conveniadas ou não com a Unisantos não poderá ultrapassar 120 (cento e vinte créditos). Capítulo II Das Regras para o Aproveitamento de Créditos Seção I Do Valor dos Créditos Art. 49 Os estagiários vinculados aos estágios reais previstos nos incisos II e III do 1º do artigo anterior, desde que atendidos os requisitos deste Regulamento, poderão preencher o total de 300 créditos de estágio real e simulado da seguinte forma: I cento e oitenta créditos relativos às atividades simuladas; II cento e vinte créditos referentes às atividades reais. Art. 50 Os estagiários vinculados que optarem pelos estágios previstos nos incisos II e III do 1º do artigo 48 ficam dispensados da assistência às audiências obrigatórias, previstas no inciso II, f do artigo 7o deste Regulamento, bem como do exame de autos findos, desde que comprovem, por meio de relatórios, as audiências que assistiram ou atuaram como conciliadores. 1º O estágio real referido no inciso II do artigo anterior será cumprido em no máximo quatro trimestres. 2º Cada trimestre valerá 30 créditos, entendendo-se por trimestre cumprido três meses sucessivos, salvo se a interrupção ocorrer por determinação do Núcleo.

27 Seção II Dos Requisitos para o Aproveitamento dos Créditos Art. 51 Para o aproveitamento dos 120 (cento e vinte) créditos relativos ao estágio real a que alude o inciso II do artigo 49 deste Regulamento, o estagiário deverá apresentar à secretaria competente do Núcleo, o certificado referido no parágrafo único do artigo 34 deste Regulamento, ou documento equivalente. Parágrafo único. O certificado a que se refere este artigo somente será expedido se o estagiário cumprir todos os plantões para os quais foi designado pelos Professores Supervisores. Art. 52 O estagiário que tenha dado causa ao seu desligamento dos estágios nos Escritórios Modelos ou no Juizado Especial Cível e Criminal, poderá aproveitar créditos a juízo do Professor Responsável pelo Núcleo, ouvido sempre os Professores Supervisores do estágio respectivo. Parágrafo único. O aproveitamento referido neste artigo dependerá de pedido fundamentado do aluno, devidamente comprovado, o qual deverá ser apresentado à secretaria do Núcleo em 15 dias, contados da ciência do desligamento. Art. 53 Para o aproveitamento dos créditos a que se refere o artigo 48, 2º, I, II, III, VI e VII 49 deste Regulamento, o estagiário deverá comprovar que elaborou, conjuntamente com um advogado, peças típicas de advocacia. Art. 54 São necessários, no mínimo, a apresentação de 10 cópias de petições diferentes entre si e relatório descrevendo as funções exercidas pelo estagiário. 1º Das petições deverá constar o nome, assinatura e número de inscrição do estagiário na OAB.

28 2º O relatório a que alude este artigo deve ser entregue com a assinatura do estagiário e com manifestação de ciência feita por parte do profissional responsável. 3º O relatório referido no parágrafo anterior será protocolizado na secretaria do Núcleo até o último dia letivo do mês de novembro do último semestre do curso, acompanhado de declaração do profissional responsável pelo estágio, atestando o período de aprendizagem do estagiário (nova redação dada pela 23ª Reunião do Colegiado do Curso de Direito, de 05/02/10). Art. 55 Quando pela natureza do estágio não for possível comprovar-se a atividade por meio de petições, o estagiário apresentará relatório sobre 10 processos diferentes, descrevendo sua participação nos atos processuais mais relevantes. 1º O relatório deverá ser acompanhado de declaração assinada pela autoridade ou pelo profissional do Direito que assistiu o estagiário, informando se este teve desempenho satisfatório no estágio. 2º O relatório será submetido à apreciação do Professor Responsável pelo Núcleo para aprovação, podendo essa função ser delegada ao Professor de Prática, da área referente aos relatórios apresentados. Art. 56 A O estágio de aluno que exerça cargo, emprego ou função pública só será reconhecido, caso tenha se relacionado a atividades jurídicas no âmbito dos três poderes da república. 1º Não se consideram como estágio as atividades exercidas pelo servidor público em seu horário de trabalho.

29 2º Para o reconhecimento do estágio o agente público deverá apresentar relatório descrevendo as atividades jurídicas que desenvolveu, tais como minutas de peças processuais, de despachos, de pareceres, pesquisas doutrinárias ou de jurisprudência. 3º A atribuição de créditos do estágio referido neste artigo será fixada pelo Professor Responsável pelo Núcleo de Prática Jurídica, proporcionalmente à aproximação das atividades do servidor às diretrizes do estágio supervisionado do Curso de Direito da Unisantos, referidas no artigo 4º deste Regulamento. TÍTULO IV DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. 57 É facultado ao Professor Responsável pelo NPJ, ouvido o Coordenador do Curso sobre a conveniência, encaminhar estagiários de 4o ou 5o anos, ou semestres equivalentes, ao Juizado Especial Criminal, a fim de atuarem como conciliadores desse Juizado. Parágrafo único. Ao juizado a que se refere o caput aplicam-se as mesmas regras atualmente em vigor para o Juizado Especial Cível, especialmente o disposto no artigo 36 e parágrafo único. Art. 58 Este regulamento entrará em vigor depois de aprovado pelo Colegiado do Curso de Direito e pelo Conselho de Coordenadores. Art. 59 Os casos omissos serão decididos pelo Professor Responsável pelo Núcleo de Prática Jurídica. Art. 60 Fica revogado o Regulamento dos Estágios do Curso de Graduação em Direito, aprovado em 7 de fevereiro de Art. 61 As alterações ao presente Regulamento aprovadas na reunião de e entrarão em vigor após aprovação pelo Conselho de Coordenadores.

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE BACHARELADO EM DIREITO DA FACULDADE DO GUARUJÁ

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE BACHARELADO EM DIREITO DA FACULDADE DO GUARUJÁ REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE BACHARELADO EM DIREITO DA FACULDADE DO GUARUJÁ I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art.1º. O presente Regulamento rege as Atividades de Estágio Supervisionado,

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA E DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES INICIAIS

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA E DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES INICIAIS CENTRO UNIVERSITÁRIO PADRE ANCHIETA Jundiaí/SP REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA E DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES INICIAIS Art. 1º. O estágio de prática jurídica supervisionado

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA Regimento Interno do Núcleo de Prática Jurídica do Curso de Direito da Faculdade do Norte Pioneiro CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS GERAIS Art. 1º O Núcleo de Prática

Leia mais

RESOLVE: Profª. MARIA CERES RODRIGUES MURAD Diretora Acadêmica

RESOLVE: Profª. MARIA CERES RODRIGUES MURAD Diretora Acadêmica RESOLUÇÃO Nº 5, DE 16 DE JULHO DE 2014 REGIMENTO DE PRÁTICA JURÍDICA Dispõe sobre a Prática Jurídica no âmbito da UNDB. O CONSELHO TÉCNICO- ADMINISTRATIVO, no uso das competências que lhe confere o art.

Leia mais

ASSOCIAÇÃO CATARINENSE DE ENSINO - ACE FACULDADE DE DIREITO DE JOINVILLE. Regulamento do Núcleo de Prática Jurídica - NPJ

ASSOCIAÇÃO CATARINENSE DE ENSINO - ACE FACULDADE DE DIREITO DE JOINVILLE. Regulamento do Núcleo de Prática Jurídica - NPJ ASSOCIAÇÃO CATARINENSE DE ENSINO - ACE FACULDADE DE DIREITO DE JOINVILLE Regulamento do Núcleo de Prática Jurídica - NPJ Resolução n. º02/2007. Dispõe sobre as atividades relacionadas ao Estágio Supervisionado,

Leia mais

PORTARIA 2/2015 REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA E DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS CAPITULO I DISPOSIÇÕES INICIAIS

PORTARIA 2/2015 REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA E DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS CAPITULO I DISPOSIÇÕES INICIAIS PORTARIA 2/2015 O Prof. Ms. Márcio Franklin Nogueira, Coordenador do Curso de Direito, tendo em conta mudança na sistemática de agendamento e cômputo de horas das atividades de prática jurídica, agora

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA RIO DE JANEIRO 2012 I DOS PRINCÍPIOS GERAIS Art. 1º - Este Regulamento rege as atividades de Estágio Supervisionado do Curso de Graduação em Direito. Art. 2º -

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE DE CASTANHAL TÍTULO I DOS PRINCÍPIOS GERAIS

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE DE CASTANHAL TÍTULO I DOS PRINCÍPIOS GERAIS REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE DE CASTANHAL TÍTULO I DOS PRINCÍPIOS GERAIS Art. 1º. Este Regulamento dispõe sobre o Núcleo de Prática Jurídica do Curso de Direito

Leia mais

Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado de Prática Jurídica e do Núcleo de Prática Jurídica

Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado de Prática Jurídica e do Núcleo de Prática Jurídica Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado de Prática Jurídica e do Núcleo de Prática Jurídica TÍTULO I DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DE PRÁTICA JURÍDICA CAPÍTULO I - DOS PRINCÍPIOS Art. 1º.

Leia mais

REGIMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE ALMEIDA RODRIGUES FAR

REGIMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE ALMEIDA RODRIGUES FAR ` REGIMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE ALMEIDA RODRIGUES FAR Rio Verde, Goiás 2010/2 Regimento do Núcleo de Prática Jurídica da FACULDADE ALMEIDA RODRIGUES - FAR A Administração Geral da

Leia mais

Título I. Dos Princípios Gerais

Título I. Dos Princípios Gerais CORDENADORIA DO NPJ Criado pela Resolução 01/99 Colegiado Superior REGULAMENTO Dispõe sobre o funcionamento da Coordenadoria do Núcleo de Prática Jurídica e seus órgãos no Curso de Graduação em Direito.

Leia mais

UNESC Faculdades Integradas de Cacoal E-Mail: unesc@unescnet.br - Internet: www.unescnet.br

UNESC Faculdades Integradas de Cacoal E-Mail: unesc@unescnet.br - Internet: www.unescnet.br UNESC Faculdades Integradas de Cacoal E-Mail: unesc@unescnet.br - Internet: www.unescnet.br REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA (NPJ) Cacoal RO. CAPÍTULO I DA FINALIDADE Art. 1º. O Núcleo de Prática

Leia mais

NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA EVANDRO LINS E SILVA

NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA EVANDRO LINS E SILVA NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA EVANDRO LINS E SILVA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS /IBMEC REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA EVANDRO LINS E SILVA TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Artigo

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO DE PRÁTICA JURÍDICA I DOS PRINCÍPIOS GERAIS E DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA (NPJ)

REGULAMENTO DO ESTÁGIO DE PRÁTICA JURÍDICA I DOS PRINCÍPIOS GERAIS E DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA (NPJ) UNIVERSIDADE IGUAÇU CURSO DE DIREITO CAMPUS NOVA IGUAÇU REGULAMENTO DO ESTÁGIO DE PRÁTICA JURÍDICA I DOS PRINCÍPIOS GERAIS E DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA (NPJ) Art. 1º. O NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA do

Leia mais

Regulamento do Núcleo de Prática Jurídica (NPJ) da Faculdade Arthur Thomas REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA (NPJ) DA FACULDADE ARTHUR THOMAS

Regulamento do Núcleo de Prática Jurídica (NPJ) da Faculdade Arthur Thomas REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA (NPJ) DA FACULDADE ARTHUR THOMAS REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA (NPJ) DA FACULDADE ARTHUR THOMAS CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS GERAIS Art. 1º. O presente Regulamento rege as atividades do NPJ e o Estágio Supervisionado de Prática

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA CAPÍTULO I DISPOSIÇÃO PRELIMINAR Aprovado pela Resolução Consuni nº 28/06 de 12/07/06. Art. 1º O presente regulamento disciplina as atividades do Núcleo de Prática

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS JURÍDICAS E SOCIAIS APLICADAS DO ARAGUAIA - FACISA

REGULAMENTO DO ESTÁGIO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS JURÍDICAS E SOCIAIS APLICADAS DO ARAGUAIA - FACISA REGULAMENTO DO ESTÁGIO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS JURÍDICAS E SOCIAIS APLICADAS DO ARAGUAIA - FACISA I - DOS PRINCÍPIOS GERAIS Art. 1º Este Regulamento estabelece

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA CAPÍTULO I DA FINALIDADE Art. 1º. O Núcleo de Prática Jurídica do Curso de Direito da Faculdade Dom Bosco de Porto Alegre, tem por finalidade promover e coordenar

Leia mais

RESOLUÇÃO N. 007/2008

RESOLUÇÃO N. 007/2008 RESOLUÇÃO N. 007/2008 O Colegiado de Cursos da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade FUMEC, no uso de suas atribuições e considerando a necessidade de normatizar as atividades relacionadas ao Estágio

Leia mais

REGIMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA (NPJ)

REGIMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA (NPJ) REGIMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA (NPJ) Em cumprimento às exigências da Resolução CNE/CES nº 9, de 29 de setembro de 2004 (do Conselho Nacional de Educação Câmara de Educação Superior) e ao Projeto

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA E JUDICIÁRIA DO ESTÁGIO OBRIGATÓRIO TÍTULO I DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA E JUDICIÁRIA

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA E JUDICIÁRIA DO ESTÁGIO OBRIGATÓRIO TÍTULO I DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA E JUDICIÁRIA REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA E JUDICIÁRIA DO ESTÁGIO OBRIGATÓRIO TÍTULO I DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA E JUDICIÁRIA Art. 1º - O Núcleo de Prática Jurídica e Judiciária do Curso de Direito

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL Aprovado pela Resolução CONSUNI nº 44/15, de 09/12/2015. CAPÍTULO I AS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente Regulamento

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE INTEGRADA BRASIL AMAZÔNIA FIBRA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE INTEGRADA BRASIL AMAZÔNIA FIBRA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE INTEGRADA BRASIL AMAZÔNIA FIBRA Regula o funcionamento do Núcleo de Prática Jurídica NPJ do curso de Direito Bacharelado da Fibra. CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA (NPJ)

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA (NPJ) REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA (NPJ) CAPÍTULO I DO OBJETO, ENGENHARIA E FINALIDADE Art. 1º. O presente regulamento tem como objeto o Núcleo de Prática Jurídica (NPJ) do Curso de Direito da Faculdade

Leia mais

UNIÃO DINÂMICA DE FACULDADES CATARATAS Centro Universitário Dinâmica das Cataratas

UNIÃO DINÂMICA DE FACULDADES CATARATAS Centro Universitário Dinâmica das Cataratas REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO CAPÍTULO I CARACTERIZAÇÃO E OBJETIVOS Art. 1º Art. 2º Art. 3º Art. 4º Estágio Supervisionado em Administração (ESA), é a disciplina

Leia mais

CURSO DE DIREITO REGULAMENTO NPJ E ESTÁGIO SUPERVISIONADO

CURSO DE DIREITO REGULAMENTO NPJ E ESTÁGIO SUPERVISIONADO REGULAMENTO NPJ E ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA E DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS GERAIS Art. 1º Este Regulamento rege as atividades

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE DIREITO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA ESTATUTO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE DIREITO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA ESTATUTO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE DIREITO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA ESTATUTO CAPÍTULO I - DOS OBJETIVOS Art. 1º. O Serviço de Assistência Judiciária da Faculdade de Direito da Universidade

Leia mais

UNICERP CURSO DE DIREITO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA PRÁTICA REAL 2014_2 9º PERÍODO. Acadêmico(a):

UNICERP CURSO DE DIREITO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA PRÁTICA REAL 2014_2 9º PERÍODO. Acadêmico(a): 2014 UNICERP CURSO DE DIREITO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV PRÁTICA REAL 2014_2 9º PERÍODO Acadêmico(a): Número de matrícula: Turno: Carteira de Identidade: CPF: Endereço: Telefone:

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA (NPJ)

REGULAMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA (NPJ) REGULAMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA (NPJ) PORTO VELHO (RO) 2012 Página 1 de 18 TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO 1 DA NORMATIZAÇÃO Art. 1º. O Núcleo de Prática Jurídica (NPJ) é o órgão

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE DE DIREITO DE VITÓRIA FDV

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE DE DIREITO DE VITÓRIA FDV REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE DE DIREITO DE VITÓRIA FDV REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA TÍTULO I Dos Princípios gerais Art. 1. Este regimento Interno disciplina

Leia mais

REGIMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA (NPJ) DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS JURÍDICAS PROFESSOR ALBERTO DEODATO TÍTULO I

REGIMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA (NPJ) DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS JURÍDICAS PROFESSOR ALBERTO DEODATO TÍTULO I REGIMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA (NPJ) DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS JURÍDICAS PROFESSOR ALBERTO DEODATO TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O Núcleo de Prática Jurídica

Leia mais

I - Dos Princípios Gerais e do Núcleo de Prática Jurídica

I - Dos Princípios Gerais e do Núcleo de Prática Jurídica UNIVERSIDADE IGUAÇU CURSO DE DIREITO CAMPUS ITAPERUNA Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado - UNIG Institui as normas atinentes ao Núcleo de Prática Jurídica da Universidade Iguaçu - UNIG -

Leia mais

REGULAMENTO DO ESCRITÓRIO DE ASSISTÊNCIA JURÍDICA NÚCLEO DE PRÁTICA JURIDICA

REGULAMENTO DO ESCRITÓRIO DE ASSISTÊNCIA JURÍDICA NÚCLEO DE PRÁTICA JURIDICA REGULAMENTO DO ESCRITÓRIO DE ASSISTÊNCIA JURÍDICA NÚCLEO DE PRÁTICA JURIDICA REITOR Prof. Antonio Roberto Ezau dos Santos PRÓ-REITOR ACADÊMICO Prof. Ms. José Lazaro de Souza PRÓ-REITOR ADMINISTRATIVO E

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL CONSELHO SUPERIOR DA UNIVERSIDADE RESOLUÇÃO CONSUN Nº 009/2012

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL CONSELHO SUPERIOR DA UNIVERSIDADE RESOLUÇÃO CONSUN Nº 009/2012 UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL CONSELHO SUPERIOR DA UNIVERSIDADE RESOLUÇÃO CONSUN Nº 009/2012 Regulamenta o Programa de Monitoria da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul. Alterada pela

Leia mais

Manual de Instruções do Núcleo de Prática Jurídica da Faculdade das Américas NPJ/FAM

Manual de Instruções do Núcleo de Prática Jurídica da Faculdade das Américas NPJ/FAM Manual de Instruções do Núcleo de Prática Jurídica da Faculdade das Américas NPJ/FAM 1. O Estágio Profissional O Estágio Profissional de Advocacia é semelhante ao estágio em um escritório de Advocacia

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA - NPJ

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA - NPJ REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA - NPJ A Direção Geral da Faculdade ESUP, torna público o presente Regulamento, que tem como finalidade, normatizar a estrutura e funcionamento do Núcleo de Prática

Leia mais

FACULDADE INTERNACIONAL DA PARAÍBA CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA ESTÁGIO SUPERVISIONADO REGULAMENTO

FACULDADE INTERNACIONAL DA PARAÍBA CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA ESTÁGIO SUPERVISIONADO REGULAMENTO FACULDADE INTERNACIONAL DA PARAÍBA CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA ESTÁGIO SUPERVISIONADO REGULAMENTO Faculdade Internacional da Paraíba Rua Monsenhor Walfredo Leal nº 512, Tambiá

Leia mais

AGÊNCIA REGULADORA DE ÁGUAS ENERGIA E SANEAMENTO BÁSICO DO DISTRITO FEDERAL RESOLUÇÃO Nº. 07, DE 21 DE FEVEREIRO DE 2011.

AGÊNCIA REGULADORA DE ÁGUAS ENERGIA E SANEAMENTO BÁSICO DO DISTRITO FEDERAL RESOLUÇÃO Nº. 07, DE 21 DE FEVEREIRO DE 2011. AGÊNCIA REGULADORA DE ÁGUAS ENERGIA E SANEAMENTO BÁSICO DO DISTRITO FEDERAL RESOLUÇÃO Nº. 07, DE 21 DE FEVEREIRO DE 2011. Aprova o Regulamento do Estágio de Estudantes junto à Agência Reguladora de Águas,

Leia mais

ANEXO II DA DEFINIÇÃO E OBJETIVO DO ESTÁGIO

ANEXO II DA DEFINIÇÃO E OBJETIVO DO ESTÁGIO ANEXO II NORMAS ESPECÍFICAS DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO E ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - MODALIDADE BACHARELADO DA DEFINIÇÃO E OBJETIVO DO ESTÁGIO Art.

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA N.º 17/CUn DE 10 DE ABRIL DE 2012. Regulamenta o Programa de Monitoria da Universidade Federal de Santa Catarina

RESOLUÇÃO NORMATIVA N.º 17/CUn DE 10 DE ABRIL DE 2012. Regulamenta o Programa de Monitoria da Universidade Federal de Santa Catarina RESOLUÇÃO NORMATIVA N.º 17/CUn DE 10 DE ABRIL DE 2012 Regulamenta o Programa de Monitoria da Universidade Federal de Santa Catarina O PRESIDENTE DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Universidade Federal de Santa

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 200 DE 14 DE DEZEMBRO DE 2011.

RESOLUÇÃO Nº. 200 DE 14 DE DEZEMBRO DE 2011. RESOLUÇÃO Nº. 200 DE 14 DE DEZEMBRO DE 2011. O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E CULTURA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS, no uso de suas atribuições legais e considerando o Parecer nº.

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA RESOLUÇÃO N o 24/2012, DO CONSELHO DE GRADUAÇÃO Aprova as Normas Gerais de Estágio de Graduação da Universidade Federal de Uberlândia, e dá outras providências. O CONSELHO DE GRADUAÇÃO DA, no uso das competências

Leia mais

REGULAMENTO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA

REGULAMENTO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA REGULAMENTO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA CAPÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO...4 SEÇÃO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS...4 SEÇÃO III DA COMPOSIÇÃO...4 SEÇÃO IV DA ESTRUTURA...4 CAPÍTULO II DAS COMPETÊNCIAS...5 SEÇÃO I DA

Leia mais

UNIVERSIDADE DE CRUZ ALTA UNICRUZ CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS DO CURSO DE DIREITO

UNIVERSIDADE DE CRUZ ALTA UNICRUZ CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS DO CURSO DE DIREITO UNIVERSIDADE DE CRUZ ALTA UNICRUZ CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS DO CURSO DE DIREITO Capítulo I Dos objetivos Art. 1º. Este Regulamento tem

Leia mais

Decreto Nº 13.840 de 21/09/2009

Decreto Nº 13.840 de 21/09/2009 Decreto Nº 13.840 de 21/09/2009 Dispõe sobre estágios no âmbito da Administração Pública Direta e Indireta do Estado do Piauí para estudantes regularmente matriculados e com frequência efetiva, vinculados

Leia mais

Regimento Interno do Núcleo de Prática Jurídica do Curso de Direito da Faculdade São Lucas

Regimento Interno do Núcleo de Prática Jurídica do Curso de Direito da Faculdade São Lucas Regimento Interno do Núcleo de Prática Jurídica do Curso de Direito da Faculdade São Lucas 1 Art. 1º O Núcleo de Prática Jurídica (NPJ) da Faculdade São Lucas será regido pelos princípios da: I Ética profissional;

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 211/2005-CEPE/UNICENTRO

RESOLUÇÃO Nº 211/2005-CEPE/UNICENTRO RESOLUÇÃO Nº 211/2005-CEPE/UNICENTRO Aprova o Regulamento de Estágio do Curso de Turismo da Universidade Estadual do Centro- Oeste, UNICENTRO. O REITOR DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE, UNICENTRO:

Leia mais

MANUAL DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA MNPJ

MANUAL DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA MNPJ 1 MANUAL DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA MNPJ INTRODUÇÃO Destina-se o Núcleo de Prática Jurídica (NPJ) a organizar, coordenar e supervisionar o estágio obrigatório para os quatro últimos semestres do curso,

Leia mais

NORMAS REGULAMENTARES DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA

NORMAS REGULAMENTARES DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE DIREITO NORMAS REGULAMENTARES DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA O Conselho Diretor da Faculdade de Direito (UFG), no uso de suas atribuições

Leia mais

Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado

Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado INTRODUÇÃO O Manual de Estágio Supervisionado tem como objetivo orientar o aluno do Curso de Direito da Universidade de Santo Amaro sobre a Prática do Estágio

Leia mais

REGULAMENTO DA PRÁTICA JURÍDICA. Estabelece normas gerais atinentes à Prática Jurídica.

REGULAMENTO DA PRÁTICA JURÍDICA. Estabelece normas gerais atinentes à Prática Jurídica. REGULAMENTO DA PRÁTICA JURÍDICA Estabelece normas gerais atinentes à Prática Jurídica. A Coordenação de Prática Jurídica, no exercício de suas atribuições, regulamenta as Disciplinas de Prática Jurídica.

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIO DE PRÁTICA JURÍDICA

MANUAL DE ESTÁGIO DE PRÁTICA JURÍDICA MANUAL DE ESTÁGIO DE PRÁTICA JURÍDICA O Curso de Graduação em Direito da Faculdade do Sudeste Goiano (FASUG) é oferecido em conformidade com as Diretrizes do Ministério da Educação (MEC), com observância

Leia mais

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO CURSO DE JORNALISMO

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO CURSO DE JORNALISMO Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado para o Curso de Bacharelado em Jornalismo da Universidade Federal do Amapá Normatiza a organização e funcionamento do Estágio Curricular Supervisionado,

Leia mais

Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado para o Curso de Bacharelado em Jornalismo da Universidade Federal do Amapá

Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado para o Curso de Bacharelado em Jornalismo da Universidade Federal do Amapá Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado para o Curso de Bacharelado em Jornalismo da Universidade Federal do Amapá Normatiza a organização e funcionamento do Estágio Curricular Supervisionado,

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC REGULAMENTO DO ESTÁGIOS CURRICULARES OBRIGATÓRIOS E NÃO- OBRIGATÓRIOS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNISC

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC REGULAMENTO DO ESTÁGIOS CURRICULARES OBRIGATÓRIOS E NÃO- OBRIGATÓRIOS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNISC UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC REGULAMENTO DO ESTÁGIOS CURRICULARES OBRIGATÓRIOS E NÃO- OBRIGATÓRIOS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNISC CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º O presente Regulamento

Leia mais

Faculdade de Educação e Meio Ambiente FAEMA Instituto Superior de Educação ISE

Faculdade de Educação e Meio Ambiente FAEMA Instituto Superior de Educação ISE REGIMENTO INTERNO DA CLINICA-ESCOLA DE PSICOLOGIA DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO E MEIO AMBIENTE - Capítulo I Caracterização do Serviço Clínica-Escola de Psicologia Art. 1º - O SEPsi - Serviço Escola de Psicologia

Leia mais

01. APRESENTAÇÃO 02. FUNCIONAMENTO. MANHÃ de 9 às 12h. NOITE de 18 às 20h

01. APRESENTAÇÃO 02. FUNCIONAMENTO. MANHÃ de 9 às 12h. NOITE de 18 às 20h NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA Manual do Estagiário ESCRITÓRIO MODELO DE ADVOCACIA GRATUITA 01. APRESENTAÇÃO O Núcleo de Prática Jurídica (NPJ) é constituído pelo Escritório Modelo de Advocacia Gratuita EMAG

Leia mais

MANUAL DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA

MANUAL DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA MANUAL DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA 1. APRESENTAÇÃO O manual contém informações a respeito da estrutura e do funcionamento do Núcleo de Prática Jurídica, do Curso de Direito da FAPE - Faculdade de Presidente

Leia mais

Ministério da Educação Universidade Federal de Santa Maria Centro de Educação Superior Norte - RS/UFSM Departamento de Enfermagem

Ministério da Educação Universidade Federal de Santa Maria Centro de Educação Superior Norte - RS/UFSM Departamento de Enfermagem Ministério da Educação Universidade Federal de Santa Maria Centro de Educação Superior Norte - RS/UFSM Departamento de Enfermagem REGIMENTO INTERNO DO CURSO DE ENFERMAGEM UFSM/CESNORS TÍTULO I: DO REGIME

Leia mais

RE.NPJ.001.11.00 REGIMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA. Responsável Etapas Autorização Nome Cargo Assinatura MEMBRO DO CONSUPE MEMBRO DO CONSUPE

RE.NPJ.001.11.00 REGIMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA. Responsável Etapas Autorização Nome Cargo Assinatura MEMBRO DO CONSUPE MEMBRO DO CONSUPE - CÍNZIA BARRETO DO Responsável Etapas Autorização Nome Cargo Assinatura Proposição CÍNZIA BARRETO COORDENADORA DO Análise Crítica DRAUZ FILHO EDINALDO NEVES GABRIELLE GARCIA MARIA EUNICE BORJA MIDIAN

Leia mais

MANUAL DO ESTAGIÁRIO DO NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS DO CURSO DE DIREITO DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE BARRETOS - 2012

MANUAL DO ESTAGIÁRIO DO NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS DO CURSO DE DIREITO DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE BARRETOS - 2012 MANUAL DO ESTAGIÁRIO DO NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS DO CURSO DE DIREITO DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE BARRETOS - 2012 Apresentação Sobre as diretrizes da Resolução nº 9, de 29 de

Leia mais

SOCIEDADE DE EDUCAÇÃO DE CULTURA DE GOIANIA LTDA FACULDADE PADRÃO

SOCIEDADE DE EDUCAÇÃO DE CULTURA DE GOIANIA LTDA FACULDADE PADRÃO SUMÁRIO TÍTULO I 3 DA PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU E SEUS OBJETIVOS 3 TÍTULO II 5 DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA 5 CAPÍTULO I 5 DA ESTRUTURA 5 CAPÍTULO II 6 DA COORDENAÇÃO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU 6 CAPÍTULO

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE Curso: BACHAREL EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE Curso: BACHAREL EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FLUXO DO TCC 6o SEM 7o SEM 8o SEM PESQUISA EM INFORMÁTICA Além da ementa da disciplina, o aluno desenvolverá uma proposta de pesquisa, que poderá ou não continuar a ser trabalhada nas disciplinas de TCC1,

Leia mais

ANEXO I REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA. Capítulo I DISPOSIÇÕES GERAIS

ANEXO I REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA. Capítulo I DISPOSIÇÕES GERAIS ANEXO I REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA Este regulamento é próprio do Núcleo de Prática Jurídica do Centro Universitário Dinâmica das Cataratas - UDC, para os estagiários e será regido por essas

Leia mais

REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO (lato sensu) CAPITULO I DA CONSTITUIÇÃO, NATUREZA, FINALIDADE E OBJETIVOS DOS CURSOS

REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO (lato sensu) CAPITULO I DA CONSTITUIÇÃO, NATUREZA, FINALIDADE E OBJETIVOS DOS CURSOS MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA R E I T O R I A Rua Esmeralda, 430-97110-060 Faixa Nova Camobi Santa

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE EXTENSÃO

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE EXTENSÃO REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE EXTENSÃO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1. Este Regimento dispõe sobre a composição, competências e funcionamento do Conselho de Extensão (CoEx), órgão colegiado

Leia mais

Cria a Procuradoria Geral do Estado e dá outras providências

Cria a Procuradoria Geral do Estado e dá outras providências LEI DELEGADA Nº 39 DE 28 DE NOVEBRO DE 1969 D.O Nº 236 DE 15 DE DEZEMBRO DE 1969 Cria a Procuradoria Geral do Estado e dá outras providências O Governador do Estado do Maranhão, no uso de suas atribuições

Leia mais

RESOLUÇÃO 04/2001 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES. Art. 1º - Fixar normas para o Funcionamento do Programa de Bolsas de Monitoria na UESB.

RESOLUÇÃO 04/2001 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES. Art. 1º - Fixar normas para o Funcionamento do Programa de Bolsas de Monitoria na UESB. Dispõe sobre o Programa de Bolsa de Monitoria da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia UESB, revogando as disposições em contrário, em especial as Resoluções CONSEPE/UESB 18/94 e 48/97. O Conselho

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 396, DE 02 DE OUTUBRO DE 2014.

RESOLUÇÃO Nº 396, DE 02 DE OUTUBRO DE 2014. RESOLUÇÃO Nº 396, DE 02 DE OUTUBRO DE 2014. O PRESIDENTE DO CONSELHO DE CÂMPUS DO CÂMPUS DO PANTANAL, da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, e Considerando

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS Art. 1º O presente instrumento

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS REGIMENTO INTERNO Aprovado na reunião do Conselho de Centro do dia 15.03.2007. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS E PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS E PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BAIANO REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS E PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA Dispõe sobre normas para realização do estágio de prática jurídica, componente curricular obrigatório dos Cursos de Direito. Do Núcleo de Prática Jurídica Art.

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO DO CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO DO CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO DO CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Art. 1º - O Estágio Supervisionado obrigatório tem por finalidade ministrar a prática

Leia mais

Fundação Presidente Antônio Carlos - FUPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos de Aimorés

Fundação Presidente Antônio Carlos - FUPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos de Aimorés REGULAMENTO DO NUCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE AIMORÉS Este Regulamento se aplica ao curso de Direito da Faculdade Presidente Antônio Carlos de Aimorés TÍTULO I DOS

Leia mais

Centro Universitário da Fundação Educacional Guaxupé REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO

Centro Universitário da Fundação Educacional Guaxupé REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO Centro Universitário da Fundação Educacional Guaxupé REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO REITOR Prof. Antonio Roberto Ezaú dos Santos PRÓ-REITOR ACADÊMICO Prof.

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE PSICOLOGIA IMS/CAT/UFBA. Título I. Das Disposições Gerais. Capítulo I

REGIMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE PSICOLOGIA IMS/CAT/UFBA. Título I. Das Disposições Gerais. Capítulo I 1 REGIMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE PSICOLOGIA IMS/CAT/UFBA Título I Das Disposições Gerais Capítulo I Dos Objetivos e da Estruturação Geral do Serviço de Psicologia Art. 1º - O Serviço de Psicologia é parte

Leia mais

NORMAS DO SISTEMA DE MONITORIA CAPÍTULO I DO CONCEITO

NORMAS DO SISTEMA DE MONITORIA CAPÍTULO I DO CONCEITO NORMAS DO SISTEMA DE MONITORIA CAPÍTULO I DO CONCEITO Art. 1º A monitoria é uma atividade acadêmica, no âmbito da graduação, que pretende oferecer ao aluno experiência de iniciação à docência. 1º A monitoria

Leia mais

Universidade de Caxias do Sul Programa de Pós-Graduação em Direito Mestrado

Universidade de Caxias do Sul Programa de Pós-Graduação em Direito Mestrado REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM DIREITO Sumário CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS DO PROGRAMA... 1 CAPÍTULO II DA ADMINISTRAÇÃO DO PROGRAMA...2 CAPÍTULO III DO CORPO DOCENTE,

Leia mais

MANUAL DO ESTAGIÁRIO CURSO DE DIREITO, BACHARELADO

MANUAL DO ESTAGIÁRIO CURSO DE DIREITO, BACHARELADO 1 MANUAL DO ESTAGIÁRIO, BACHARELADO 2 APRESENTAÇÃO O aprendizado do Direito não se restringe à compreensão dos textos legais e doutrinários: a prática efetiva da advocacia é uma dimensão fundamental do

Leia mais

EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIÇÕES PARA ESTÁGIO NO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE BAIANA DE DIREITO E GESTÃO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIÇÕES PARA ESTÁGIO NO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE BAIANA DE DIREITO E GESTÃO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIÇÕES PARA ESTÁGIO NO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE BAIANA DE DIREITO E GESTÃO A Coordenação do Curso de Direito, no uso de suas atribuições, publica edital de abertura

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS DELIBERAÇÃO Nº. 124, DE 27 DE ABRIL DE 2009 O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE TURISMO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE TURISMO REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE TURISMO CAPÍTULO I - OBJETIVOS Art. 1º. O presente regulamento tem por finalidade normatizar as atividades de Estágio Supervisionado desenvolvidas no da

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO NO INSTITUTO FEDERAL DE RONDÔNIA

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO NO INSTITUTO FEDERAL DE RONDÔNIA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO NO INSTITUTO FEDERAL

Leia mais

ANEXO REGIMENTO INTERNO DO CURSO

ANEXO REGIMENTO INTERNO DO CURSO ANEXO REGIMENTO INTERNO DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA CURSO DE MESTRADO EM PSICOLOGIA REGIMENTO INTERNO DO CURSO CAPÍTULO

Leia mais

REGIMENTO DO ESTÁGIO PROFISSIONAL DE ADVOCACIA FACULDADE DAS AMÉRICAS

REGIMENTO DO ESTÁGIO PROFISSIONAL DE ADVOCACIA FACULDADE DAS AMÉRICAS REGIMENTO DO ESTÁGIO PROFISSIONAL DE ADVOCACIA FACULDADE DAS AMÉRICAS 1. DA DEFINIÇÃO DO ESTÁGIO PROFISSIONAL DE ADVOCACIA E SUAS FINALIDADES Artigo 1º - O Estágio Profissional de Advocacia, previsto nos

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO REGIMENTO INTERNO

CONSELHO MUNICIPAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO REGIMENTO INTERNO REGIMENTO INTERNO Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º O Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação (CMCTI/Campinas), criado pela Lei Municipal

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIOS DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE PAULISTA - UNORP

REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIOS DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE PAULISTA - UNORP REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIOS DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE PAULISTA - UNORP CAPÍTULO I DOS FUNDAMENTOS LEGAIS Artigo 1º- O presente regulamento de estágios do Centro Universitário do Norte Paulista

Leia mais

APÊNDICE B: REGULAMENTO SOBRE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS - UNIR CACOAL. CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

APÊNDICE B: REGULAMENTO SOBRE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS - UNIR CACOAL. CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS APÊNDICE B: REGULAMENTO SOBRE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS - UNIR CACOAL. CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º - Este regulamento tem por objetivo estabelecer as

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DOS CURSOS DE NÍVEL MÉDIO PROFISSIONALIZANTE E DE GRADUAÇAO DO INSTITUTO FEDERAL DE BRASÍLIA - IFB

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DOS CURSOS DE NÍVEL MÉDIO PROFISSIONALIZANTE E DE GRADUAÇAO DO INSTITUTO FEDERAL DE BRASÍLIA - IFB REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DOS CURSOS DE NÍVEL MÉDIO PROFISSIONALIZANTE E DE GRADUAÇAO DO INSTITUTO FEDERAL DE BRASÍLIA - IFB Brasília DF março/2011 Pró-reitoria de Ensino PREN Pró-reitoria

Leia mais

RESOLUÇÃO - CEPEC Nº 846

RESOLUÇÃO - CEPEC Nº 846 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS RESOLUÇÃO - CEPEC Nº 846 Altera a denominação do Curso de Especialização em Redes de Computadores, criado pela Resolução CEPEC nº 422, e aprova o novo

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Aprovado pela Resolução Consuni nº 26/10, de 08/09/2010. CAPÍTULO I DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Art. 1º O presente regulamento disciplina

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE DIREITO NO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA CAPÍTULO I DIRETRIZES GERAIS

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE DIREITO NO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA CAPÍTULO I DIRETRIZES GERAIS Uniiv i ve er rs iid i ad a de p ar a ra o De es sen nvov l vi v iimen nt to do Al ll t o Va al le do d It I taj a jj aí a í PARECER Nº 72/2007 APROVADO EM 04/10/2007 REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR

Leia mais

Sociedade Educacional UNIFAS Mantenedora. Faculdade de Sinop FASIP Mantida. DIREITO Curso

Sociedade Educacional UNIFAS Mantenedora. Faculdade de Sinop FASIP Mantida. DIREITO Curso Sociedade Educacional UNIFAS Mantenedora Faculdade de Sinop FASIP Mantida DIREITO Curso ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE DIREITO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA NPJ REGULAMENTO Sinop - MT ESTÁGIO SUPERVISIONADO

Leia mais

Regulamenta o Programa de Estágio de Estudantes na Câmara Municipal de São Paulo.

Regulamenta o Programa de Estágio de Estudantes na Câmara Municipal de São Paulo. ATO 994/07 Regulamenta o Programa de Estágio de Estudantes na Câmara Municipal de São Paulo. Considerando a Lei Federal nº 6.494, de 07/12/1977, que dispõe sobre o estágio de estudantes de ensino superior,

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR 2008 Diretora Geral: Profª. Drª. Irmã Olga de Sá Vice-Diretora: Profª. Irmã Raquel Godoi Retz Coordenação Pedagógica: Prof. Ms José Luiz de Miranda Alves Coord. do Núcleo

Leia mais

Fundação Presidente Antônio Carlos - FUPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos de Aimorés

Fundação Presidente Antônio Carlos - FUPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos de Aimorés Regulamento do Programa de Monitoria para os cursos de Graduação A Monitoria é uma atividade Acadêmica dos cursos de Graduação que visa dar oportunidade de aprofundamento vertical de estudos em alguma

Leia mais

RESOLUÇÃO N 54/2009/CONEPE. O CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO da UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE, no uso de suas atribuições legais,

RESOLUÇÃO N 54/2009/CONEPE. O CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO da UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE, no uso de suas atribuições legais, SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO RESOLUÇÃO N 54/2009/CONEPE Aprova Normas Específicas do Estágio Curricular do

Leia mais

RESOLUÇÃO ADMINISTRATIVA nº 03/2009

RESOLUÇÃO ADMINISTRATIVA nº 03/2009 RESOLUÇÃO ADMINISTRATIVA nº 03/2009 Dispõe sobre o estágio de estudantes no âmbito do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região. O ÓRGÃO ESPECIAL DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA SOCIAL E INSTITUCIONAL CAPÍTULO I OBJETIVOS

REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA SOCIAL E INSTITUCIONAL CAPÍTULO I OBJETIVOS REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA SOCIAL E INSTITUCIONAL CAPÍTULO I OBJETIVOS Art. 1º - O Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social e Institucional, vinculado ao Instituto

Leia mais