INSTITUTO TÉCNICO DE BARUERI INFORMÁTICA REDES DE COMPUTADORES APOSTILA DE PROJETOS DE REDES

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1 INSTITUTO TÉCNICO DE BARUERI INFORMÁTICA REDES DE COMPUTADORES APOSTILA DE PROJETOS DE REDES SÃO PAULO 2009 Projetos de Redes - PRRE 1

2 Índice Geral CONCEITOS BÁSICOS Projetos... 3 Análise Top-Down no projeto de Redes Definição A oitava camada... 7 FASE 1 Identificação das necessidades e metas Análise de metas e restrições do cliente Análise de metas e restrições técnicas Caracterização de uma inter-rede existente Levantamento e análise do tráfego da rede FASE 2 Projeto da Rede Lógica Projeto da topologia da rede Modelos de endereçamento e nomenclatura Estratégias de segurança e gerenciamento de redes Escolha dos protocolos de pontes, comutação e roteamento FASE 3 Projeto da Rede Física Cabeamento Estruturado Seleção de tecnologias a nível de LAN Seleção de tecnologias a nível de WAN Conceitos de Instalações Elétricas Dimensionamento de cargas Questões relativas à segurança em instalações elétricas Especificação de Refrigeração Conceitos de Termodinâmica Determinação da Carga Térmica de um ambiente a ser refrigerado Método simplificado para dimensionamento de ar condicionado FASE 4 Testes, Otimização e Documentação de um Projeto de Rede Testes e piloto da rede Otimização do projeto de rede Documentação do projeto de rede FONTES DA WEB BIBLIOGRAFIA Projetos de Redes - PRRE 2

3 CONCEITOS BÁSICOS Projetos QUE É UM PROJETO? As organizações executam trabalho. O trabalho envolve serviços continuados e/ou projetos, embora possa haver superposição entre os dois. Serviços continuados e projetos possuem muitas características comuns; por exemplo, ambos são: Executados por pessoas Restringidos por recursos limitados Planejados, executados e controlados. Serviços continuados e projetos diferem principalmente porque enquanto os primeiros são contínuos e repetitivos, os projetos são temporários e únicos. Assim, um projeto pode ser definido em termos de suas características distintas um projeto é um empreendimento temporário com o objetivo de criar um produto ou serviço único. Gerência de Projetos É a aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas nas atividades do projeto a fim de atender os requisitos do projeto.. O ato de atingir ou exceder as necessidades e expectativas das partes envolvidas, invariavelmente envolve o equilíbrio entre demandas concorrentes: Escopo, prazo, custo e qualidade. Diferentes necessidades e expectativas das partes envolvidas. Necessidades concretas e expectativas. Projetos de Redes PRRE 3

4 Fases do Projeto segundo a metodologia PMBOK O Universo de Conhecimento em Gerência de Projetos (PMBOK) é uma denominação que representa todo o somatório de conhecimento dentro da profissão de gerência de projetos. Como qualquer outra profissão - advocacia, medicina e contabilidade - o conjunto de conhecimentos baseia-se na contribuição daqueles profissionais e estudantes que aplicam esses conhecimentos no dia a dia, desenvolvendo-os. (FONTE: Gerenciamento de Projetos e Empreendedorismo; Edutora Saraiva; Paulo Yazigi Sabbag) Projetos de Redes PRRE 4

5 Processos de Iniciação: referem-se à formalização e legitimação do projeto, indicam o conteúdo (ações e produtos) do projeto, a justificativa para sua execução e o responsável pela gestão. Processos de Planejamento: envolvem o planejamento físico e financeiro (tempos e custos), e os planos da qualidade, de escopo, de comunicação, de suprimentos, de riscos e de alocação de pessoal. Processos de Execução: são subdivididos nas mesmas áreas de conhecimento citadas no planejamento e são basicamente ações relacionadas com coordenar pessoas e outros recursos para realizar o plano. Processos de Encerramento: o processo de encerramento reveste-se da mesma formalidade que o processo de iniciação: envolve encerrar contratos, concluir a execução e efetuar a entrega definitiva do produto do projeto. Processos de Controle: significa controlar e monitorar (ou acompanhar), pois, acompanhar é uma atitude passiva de avaliar em que estágio está a execução; controlar, em oposição, refere-se a capacidade de corrigir desvios de execução, portanto, controlar é uma atitude proativa que requer decisões e ações corretivas. Gerência de Integração do Projeto (WBS) A WBS (Work BreakDown Structure) especifica e define as fases do projeto desde a abertura até o seu encerramento decompondo-o em fases manejáveis. Deve ser completa, organizada e resumida a ponto de não impactar a realização do projeto. Projetos de Redes PRRE 5

6 Porque deve haver a gerência de integração do projeto? Projetos de Redes PRRE 6

7 Análise Top-Down no projeto de Redes 1. Definição Análise Top-Down é uma forma que ensina a pensarmos no desenvolvimento lógico de uma Rede, incluindo softwares e decisões que implicam diretamente nos negócios do cliente, antes mesmo de pensarmos na solução física dessa Rede. Outro ponto dessa Metodologia que devemos observar é que se trata de interatividade, ou seja, quanto mais se desenvolvem as idéias, mais fácil fica a adaptação dessas novas idéias à meta global do projeto. Conheça o projeto a fundo para que ele dê certo. 2. A oitava camada É a política local de cada empresa; Conhecer as normas internas que possam interferir diretamente o seu projeto. Conhecer os hábitos dos funcionários, A integração entre os departamentos, O conhecimento real de cada um sobre o seu trabalho, Tipos de gastos da empresa (se possível), etc. Projetos de Redes PRRE 7

8 FASE 1 Identificação das necessidades e metas Identificar necessidades e metas 1. Análise de metas e restrições do cliente Esta fase tem como foco a análise dos requisitos a fim de identificar com exatidão quais são as reais metas do ponto de vista do cliente e quais os requisitos técnicos disponíveis que, por sua vez, servirão de base para iniciar-se uma avaliação e planejamento onde os mesmos sejam analisados de acordo com as especificações deste referido cliente; Capacidade, Qualidade, Quantidade, Valor agregado do produto, Custo, Contingências, Disponibilidade, Público alvo, etc. Projetos de Redes PRRE 8

9 2. Análise de metas e restrições técnicas Deve-se, nesta fase, estabelecer quais as restrições técnicas são necessárias para viabilizar as metas desejadas pelo cliente, destacando os requisitos mínimos e máximos que servirão de base no trabalho dos responsáveis pelo planejamento técnico, possibilitando assim a melhor escolha de infraestruturas e equipamentos que não venha de alguma forma impactar nas demais fases do projeto com excessos de custos ou falta de recursos. 3. Caracterização de uma inter-rede existente Caso houver uma rede em operação, deve-se ter o extremo cuidado de conhecer a fundo a topologia desta rede e toda a infra-estrutura que a suporta; os ambientes, o cabeamento estruturado disponível e também a capacidade atual em relação à capacidade que a mesma tem de crescimento em todos os seus segmentos. Algumas redes, ambientes e cabeamentos poderão estar com suas capacidades de crescimento saturadas em relação à necessidade do projeto em questão. Por este motivo esta fase deve ser minuciosamente caracterizada, pois, em alguns casos, será necessário desprezar a rede existente e começar outra do zero. Tudo isto deverá ser documentado em um mapa de rede o qual deverá ser elaborado mais ou menos nos moldes descritos nos itens abaixo: Informações geográficas, como países, cidades, campus, etc; Conexões de LAN e WAN; Informações de edifícios, andares e salas; Indicação de tecnologia da camada de enlace de dados para as LAN s e WAN (Frame Relay, ISDN, Ethernet, etc); Nomes de provedores de serviços para WAN; Localização de roteadores e switches (não necessariamente de hub s); Localização e alcance das VPN s e VLAN s (representar cada segmento de rede com uma cor diferente); Localização dos principais servidores ou farms de servidores; Localização de mainframes; Localização das principais estações de administração da rede; Localização dos componentes do sistema de segurança (firewall, proxy, DMZ, etc); Localização dos sistemas de acesso remoto; Localização dos grupos de estação de trabalho; Representação da topologia lógica ou da arquitetura da rede. Projetos de Redes PRRE 9

10 4. Levantamento e análise do tráfego da rede Uma vez que a topologia esteja mapeada, bem como infra-estruturas e cabeamentos, deve-se fazer um estudo do tráfego desta rede existente, não somente da sua capacidade de processamento e crescimento, mas também do seu comportamento em diferentes dias, meses, datas especiais e h.m.m. (horário de maior movimento). Para isto será necessário colocar ferramentas de medição em pontos estratégicos desta rede, bem como programar coletas periódicas nas principais interfaces dos routers, switches e suas CPUs para a elaboração de um histórico cronológico dos níveis de ocupação (bps) e processamento (%). Esta fase importante para o dimensionamento das capacidades dos novos equipamentos que deverão ser adquiridos. Portanto, quatro itens básicos devem ser observados nesta fase; (1) o fluxo do tráfego: de onde vem a para onde vai; (2) a carga de trafego: para dimensionamento da capacidade dos enlaces; (3) o comportamento do tráfego: considerações de broadcast e eficiência e (4) e qualidade: QoS. A caracterização do fluxo de tráfego envolve a identificação das origens e dos destinos do tráfego de rede e a análise da direção (unidirecional/bidirecional) e simetria (simétrico/assimétrico) dos dados que trafegam entre origens e destinos. Para compreender o fluxo de tráfego na rede, deve-se inicialmente identificar as comunidades de usuários e os locais de armazenamento de dados para os aplicativos existentes e novos. A documentação destas informações pode ser feita utilizando-se as planilhas mostradas na Tabela 1 e na Tabela 2. Projetos de Redes PRRE 10

11 O método mais simples para caracterizar o tamanho de um fluxo é medir o número de octetos por segundo entre as entidades da rede, usando um analisador de protocolo ou sistema de gerenciamento. A Tabela 3 mostra uma planilha que pode auxiliar a documentar o fluxo de tráfego na rede existente. É importante também caracterizar os tipos de fluxo de tráfego para os novos aplicativos de rede. Uma boa técnica é conhecer a classificação dos aplicativos de acordo com o suporte a um entre poucos tipos de fluxo bem conhecidos, conforme mostra a Tabela 4, para depois documentar com o auxílio de uma planilha conforme mostrado na Tabela 5. Projetos de Redes PRRE 11

12 Uma meta geral para a maioria dos projetos de rede é que a capacidade da rede deve ser maior que a adequada para manipular a carga de tráfego. O desafio é determinar se a capacidade proposta para um novo projeto de rede é suficiente para manipular a carga potencial. A meta é simplesmente evitar um projeto que tenha qualquer gargalo crítico. A carga teórica pode ser calculada, de forma elementar, da seguinte forma: CT = (Nt x Tm) / t [bits/s] Onde: Nt = Número de estações transmissoras Tm = Tamanho médio da estrutura t = período de tempo de envio das estruturas em bits por segundo. Por exemplo, se estações enviam estruturas de bits a cada segundo, a carga de tráfego é de 1Mbps. A capacidade da rede deverá suportar esta carga. É importante, portanto, conhecer os períodos de utilização normal da rede e os períodos de pico de utilização, para que haja uma relação (benefício / investimento) adequada para a rede. Projetos de Redes PRRE 12

13 FASE 2 Projeto da Rede Lógica Projeto de Rede Lógica 1. Projeto da topologia da rede Tendo em mãos a topologia da inter-rede existente (caso houver), as restrições (técnicas e do cliente) estabelecidas anteriormente e a meta global do projeto, iniciam-se então os primeiros esboços do desenho da topologia da nova rede. É muito comum haver alterações desta topologia durante o desenvolvimento do projeto, porém, é imprescindível que se faça um desenho inicial que atenda às restrições do cliente e as restrições técnicas previamente estabelecidas. Dependendo do tamanho e da complexidade desta rede se faz necessário um desenho que facilite a visualização e entendimento rápido dos mecanismos a serem instalados, bem como a comunicação entre os elementos que fazem parte desta solução e o nível de interação entre eles. Por exemplo, não se pode configurar a porta de um switch e habilitá-la como se esta fosse um membro isolado da rede; isto pode em alguns casos resultar em loops na rede, que por sua vez podem ocasionar a paralisação e queda no funcionamento de toda a rede. Assim sendo, cada interface ou serviço programado na rede devem ser feitos, tendo uma visão da rede de forma global. Projetos de Redes PRRE 13

14 Projetar uma topologia de rede é o primeiro passo na fase de projeto lógico da metodologia de projeto de redes TOP-DOWN. Projetando uma topologia lógica antes de uma implementação física, pode-se aumentar a probabilidade de satisfazer às metas de facilidade de escalonamento, adaptabilidade e desempenho de um cliente. Existem três modelos para topologias de redes: Modelos hierárquicos Redundantes Seguros. Todos os modelos podem e devem ser aplicados ao projeto de redes de campus e redes corporativas. Os modelos não são mutuamente exclusivos. A meta deve ser projetar os modelos hierárquicos, redundantes e seguros com base nas metas do cliente. O projeto de rede hierárquico permite desenvolver uma rede que consiste em muitos componentes inter-relacionados em uma forma modular em camadas. O uso de um modelo hierárquico ajuda a maximizar o desempenho da rede, reduzir o tempo de implantação, minimizar os custos e solucionar problemas quando a rede estiver em operação. Uma topologia hierárquica típica é formada por uma camada de núcleo, uma camada de distribuição e uma camada de acesso. A camada de núcleo é o backbone da rede corporativa. É crítica para a inter-conectividade, deve ser projetada com componentes redundantes, deve ser altamente confiável e se adaptar rapidamente a mudanças. A camada de distribuição é o backbone da rede de campus. Possui muitos papéis, incluindo: controle de acesso a recursos (por razões de segurança), controle de tráfego de rede que atravessa o núcleo (por razões de desempenho), divisão dos domínios de difusão, roteamento entre VLANs, etc. A camada de acesso fornece aos usuários de segmentos locais o acesso à inter-rede. Os switches são implementados na camada de acesso em redes de campus para dividir o domínio de colisão (ou domínio de largura de banda). A camada de acesso pode oferecer acesso à inter-rede corporativa com o uso de tecnologias como ISDN, Frame Relay, linhas dedicadas digitais ou analógicas, etc. Projetos de Redes PRRE 14

15 A figura abaixo ilustra estes conceitos. 2. Modelos de endereçamento e nomenclatura Dependendo do tamanho desta rede, que muitas vezes pode se espalhar por diferentes campus, filiais, outros estados e até países, se faz necessária a criação de uma regra que seja capaz de reduzir a complexidade de se identificar um equipamento (router, switch, etc), tipo de cabeamento ou qualquer outro ativo que faça parte desta rede. Para isto, deve-se estabelecer uma nomenclatura que possa endereçar e identificar o respectivo elemento tanto na rede lógica como na rede física com a menor quantidade possível de caracteres, fazendo referência a países, estados, cidades, departamentos, redes LAN, redes WAN, saídas para internet, etc. Devem-se usar nomes simples, mas que sejam capazes de identificar esses elementos logicamente, fisicamente e até geograficamente. É nesta fase, também, que se estabelece a nomenclatura dos hosts para acesso remoto aos equipamentos e também se faz a distribuição dos ranges de Projetos de Redes PRRE 15

16 IPs disponíveis (fixos e dinâmicos) para endereçamento dos hosts em redes e sub-redes. Se a documentação da rede existente não tiver uma padronização para nomes de sites, servidores, roteadores, links de comunicação, etc., é necessário estabelecer um padrão. É necessário também verificar se a rede atual possui um plano de endereçamento, tal qual um plano de endereçamento IP, para se certificar se haverá restrições ao projeto ou se será necessário redesenhar todo o plano de endereçamento. Por exemplo, as máscaras de sub-rede IP atuais podem limitar o número de nós em uma LAN ou VLAN. A utilização de endereços e nomes estruturados facilita a administração da rede, o entendimento dos mapas de rede, o reconhecimento de dispositivos em rastreamentos realizados por analisadores de protocolos e o atendimento às metas de facilidade de uso do cliente. Os endereços e nomes estruturados facilitam a otimização da rede porque tornam mais fácil configurar filtros de rede em firewalls, roteadores e switches. Os endereços estruturados também ajudam a implementar a totalização de rotas, o que diminui a utilização de largura de banda, o processamento em roteadores e a instabilidade da rede. Sem estruturação é fácil esgotar os endereços, desperdiçar endereços, introduzir endereços e nomes duplicados, além de empregar endereços e nomes difíceis de administrar. Vide abaixo algumas diretrizes para atribuição de endereços da Camada de Rede: Projete um modelo estruturado para endereçamento antes de atribuir qualquer endereço; Reserve espaço para o crescimento no modelo de endereçamento. Se não planejar visando ao crescimento, mais tarde será necessário renumerar muitos dispositivos, o que é trabalhoso; Atribua blocos de endereços de forma hierárquica, a fim de promover boa facilidade de escalonamento e disponibilidade; Atribua blocos de endereço baseados na rede física e não na condição de membros de grupos, para evitar problemas quando os grupos ou indivíduos mudarem; Use números significativos para atribuir endereços de rede; Projetos de Redes PRRE 16

17 Se o nível de experiência de administração de redes em escritórios regionais e filiais for alto, você pode delegar autoridade para endereçamento de redes, sub-redes, servidores e sistemas finais de escritórios regionais e de filiais; Para maximizar a flexibilidade e minimizar a configuração, use o endereçamento dinâmico nos sistemas finais. Para redes IP, utilize o DHCP - Dynamic Host Configuration Protocol; Para maximizar a segurança e a adaptabilidade, use endereços particulares com a tradução de endereços de rede em ambientes IP (NAT Network Address Translation). 3. Estratégias de segurança e gerenciamento de redes ATIVO EVENTO RISCO As etapas do projeto de redes seguras envolvem os seguintes tópicos: Identificar e classificar ATIVOS da rede estabelecendo uma pontuação em função do nível de impacto que o mesmo pode apresentar em razão da ocorrência de uma eventual falha (valor & probabilidade); Monitorar todos os EVENTOS que afetam, direta ou indiretamente, os ativos; Analisar RISCOS de segurança; Analisar requisitos de segurança (metas técnicas e de negócio); Desenvolver um plano de segurança; Definir uma norma de segurança; Desenvolver procedimentos para aplicar normas de segurança; Desenvolver uma estratégia de implementação técnica; Conseguir o comprometimento de usuários, gerentes e suporte técnico; Treinar usuários, gerentes e suporte técnico; Implementar a estratégia técnica e os procedimentos de segurança; Projetos de Redes PRRE 17

18 Testar a segurança e atualizá-la se encontrar problemas; Manter a segurança, programando auditorias independentes periódicas, lendo logs de auditoria, respondendo a incidentes, lendo a literatura específica atualizada, continuando a testar e treinar e atualizar o plano e as normas de segurança. Os projetos de segurança e de gerenciamento da rede devem ser completados antes do início da fase de projeto físico, para o caso de terem efeito sobre o desenvolvimento das especificações físicas. O uso de criptografia nos processos de autenticação, bem como no transporte dos pacotes dentro da rede é considerado um fator crítico nos projetos de redes atuais. Podemos utilizar chaves SIMÉTRICAS ou ASSIMÉTRICAS. A criptografia por chave simétrica usa uma única chave compartilhada pelo receptor e o emissor. Essa chave é usada tanto na encriptação e decriptação dos dados e é denominada chave secreta. Esse método é muito utilizado na transferência de grandes quantidades de dados, pois exige pouco processamento, ou seja, a encriptação e a decriptação dos dados são rápidas. Apesar de ser um método bastante seguro e eficiente, ele se baseia na hipótese de que somente o emissor e o receptor possuem uma chave secreta que não pode ser obtida por terceiros. Quando as partes vão iniciar uma comunicação, a chave secreta precisa ser compartilhada por meio de um canal seguro. Muitas vezes essa troca é feita através de criptografia usando chave pública. Se a chave secreta for inacessível para os hackers, a única alternativa para des-criptografar os dados é através da adivinhação da chave. Porém esse método vai se tornando menos eficiente (em relação à performance) à medida que o tamanho dessa chave secreta aumenta. Outro fator que aumenta a segurança é a utilização de múltiplas chaves. Usando uma chave secreta bem grande e um algoritmo de criptografia eficiente a quebra desse sistema de criptografia por chave simétrica torna-se praticamente inviável, mesmo feita por computadores muito poderosos. Os três algoritmos mais utilizados para implementar a criptografia por chave simétrica são: DES (Data Encryption Standard): o DES utiliza uma chave de 56 bits. Ele é usado na Internet em conexões Web seguras, com o SSL e é um algoritmo seguro para a maioria das aplicações, entretanto, em aplicações altamente secretas, ele não deve ser usado, pois existe chance de violação. RC2 e RC4: mais rápidos do que o DES, esses códigos podem se tornar mais seguros com o simples aumento do tamanho das chaves. O RC2 pode substituir perfeitamente o DES com a vantagem de ser duas vezes mais rápido, já o RC4 é 10 vezes mais rápido que o DES. Projetos de Redes PRRE 18

19 IDEA (International Data Encryption Algorithm): criado em 1991, ele foi projetado para ser facilmente programado. É forte e resistente a muitas formas de criptoanálise. A criptografia assimétrica utiliza-se de duas chaves: a chave pública e a chave privada e essas chaves são matematicamente relacionadas. Nesse sistema, a chave pública é divulgada enquanto a chave privada permanece secreta. Desta forma, um dado criptografado com uma chave pública só pode ser des-criptografado utilizando-se a chave privada e vice-versa. Diferente da criptografia com chave simétrica, o processamento necessário para criptografar e des-criptografar dados usando chave pública é muito grande, pois um grande número de operações matemáticas complexas serão feitas utilizando-se, em geral, chaves bem grandes. Assim a criptografia por chave pública torna-se um método muito eficiente para criptografar pequenas quantidades de dados, como por exemplo, chaves simétricas secretas. Os três algoritmos mais utilizados para implementar a criptografia por chave pública são: RSA: o algoritmo Rivest-Shamir-Adleman (RSA) é o mais utilizado hoje em dia, principalmente em dados enviados pela Internet. O RSA é o único capaz de implementar assinatura digital e troca de chaves, entre os algoritmos mais comuns. DSA: esse algoritmo, desenvolvido pela NSA (National Security Agency) dos Estados Unidos, é utilizado somente para a implementação da assinatura digital. A força desse algoritmo está na dificuldade de calcular logaritmos discretos. Diffie-Helman: foi o primeiro algoritmo inventado para fazer troca de chaves. Sua segurança depende da dificuldade em calcular logaritmos discretos em um plano finito. Esse algoritmo é usado unicamente para troca de chaves. Projetos de Redes PRRE 19

20 4. Escolha dos protocolos de pontes, comutação e roteamento Até esta etapa do projeto de redes, uma topologia de rede foi criada, oferecendo uma noção de onde residirão os switches e os roteadores, mas ainda não foram selecionados produtos reais. Uma compreensão dos protocolos de comutação e roteamento que um switch ou roteador pode suportar, com certeza irá ajudar a selecionar o melhor produto para o serviço desejado na rede. Os detalhes devem ser analisados nesta fase do projeto objetivando-se identificar o melhor custo & benefício em relação às metas pré-estabelecidas. A seleção dos protocolos de roteamento é um pouco mais difícil que a seleção de protocolos de comutação para bridges/switches, porque há muitas opções. Munido da compreensão sólida das metas do cliente e informações sobre as características de diferentes protocolos de roteamento, pode-se tomar uma decisão sensata sobre que protocolo de roteamento deve-se recomendar. Lembrar que, para redes com topologias mais simples, pode-se utilizar o roteamento estático. A tabela abaixo apresenta a comparação entre diversos protocolos de roteamento IP, para auxiliar a selecionar um protocolo de roteamento baseado nas metas de adaptabilidade, facilidade de escalonamento, viabilidade, segurança e desempenho de rede. Projetos de Redes PRRE 20

21 Projetos de Redes PRRE 21

22 FASE 3 Projeto da Rede Física Projeto de Rede Física 1. Cabeamento Estruturado O seu princípio básico baseia-se na previsão adequada dos recursos necessários para atender a quaisquer exigências de expansão ou movimentação dos pontos de rede na infra-estrutura física das edificações. Apesar de um custo de projeto e de instalação inicial maior nesta solução se comparado ao cabeamento não estruturado, com o decorrer do tempo, contabilizando-se os gastos que seriam necessários com uma solução não estruturada frente às mudanças e em novas instalações de rede verifica-se uma economia em longo prazo. Projetos de Redes PRRE 22

23 Um sistema estruturado consiste de um conjunto de produtos de conectividade, empregado de acordo com regras específicas de engenharia, cujas características principais são: (1) Arquitetura aberta; (2) Meio de transmissão e disposição física padronizados; (3) Aderência a padrões internacionais; (4) Projeto e instalação sistematizados. Este sistema integra vários meios de transmissão (cabos metálicos, fibra óptica, sem fio, etc.) que suportam múltiplas aplicações incluindo voz, vídeo, dados, sinalização e controle. O conjunto das especificações garante uma implantação modular com capacidade de expansão programada. Os produtos utilizados asseguram conectividade máxima para os dispositivos existentes e preparam a infra-estrutura para as tecnologias emergentes e a topologia empregada facilita os diagnósticos e manutenções. O conceito de rede estruturada surgiu com o objetivo de criar uma padronização da infra-estrutura instalada dentro de edifícios comerciais e residenciais independente de suas aplicações. Um Sistema de Cabeamento Estruturado, analogamente ao sistema elétrico de uma residência ou prédio comercial, proporciona ao usuário a utilização de um computador, um telefone, uma câmera de vídeo, um sensor de temperatura, por exemplo, de maneira simples e organizada. Reconhecendo a necessidade de padronizar a infraestrutura nos sistemas estruturados, diversos profissionais, fabricantes, consultores e usuários reuniram-se sob a orientação de organizações como ISO/IEC, TIA/EIA, CSA, ANSI, BICSI e outras para desenvolver normas que garantissem a implementação do conceito do mesmo. É apresentada a seguir uma breve descrição das três normas mais utilizadas em redes estruturadas, segundo os padrões da Electronic Industries Association (EIA) e Telecomunication Industries Association (TIA): ANSI/EIA/TIA Padrão para cabeamento de telecomunicações de edifícios comerciais; ANSI/EIA/TIA Especificações de Infra-Estrutura de Cabeamento Estruturado; ANSI/EIA/TIA Padrão para cabeamento de telecomunicações para residências e pequenos edifícios comerciais. Projetos de Redes PRRE 23

24 Seguindo as normas internacionais, um sistema estruturado visa suportar as necessidades atuais e futuras, de comunicações para dados, voz e imagem. Para assegurar um perfeito sistema estruturado, alguns requisitos são de suma importância, entre eles, a prática adequada de instalação e a documentação do projeto físico, tais como: Memorial Descritivo; Lista de Materiais Aplicados; Especificações Técnicas dos Materiais Aplicados; Diagramas e Plantas; Tabela de Relacionamento de Cabos; Certificações Em uma rede utilizando cabeamento estruturado não se conecta diretamente um equipamento que provê um serviço ou sinal (equipamento ativo) ao usuário. Conforme definido pelas normas, o equipamento ativo deve ser conectado a um painel distribuidor e este, através de outros dispositivos de conexão, ser conectado a uma tomada na área de trabalho (patch panels). Este padrão torna o sistema independente e aberto, configurando-lhe agilidade. Uma instalação típica de cabeamento estruturado consiste em tomadas para o usuário com conectores do tipo RJ-45. Estas tomadas contêm um ou dois conectores RJ-45 cada, montadas na parede ou ainda em caixas no piso. Cada cabo vindo dessas tomadas é então conduzido para as salas de telecomunicações usando o cabeamento horizontal. A figura acima representa um sistema básico utilizando cabeamento estruturado onde os equipamentos da área de trabalho estão conectados a um dispositivo de rede (A) através de patch-cords (B) e tomadas (E) equipadas com dispositivos de conexão (IDC), apropriados para cada mídia. A área de trabalho é interligada com a sala de telecomunicações através do cabeamento horizontal (D) Projetos de Redes PRRE 24

25 terminando em um patch panel (C) que utiliza tomadas RJ-45. Do patch panel, a conexão é feita com o equipamento na sala de equipamentos através de outro patch-cord. 2. Seleção de tecnologias à nível de LAN Mesmo que cada rede local seja única, existem muitos aspectos no desenvolvimento de projetos que são comuns a todas as redes locais. Por exemplo, grande parte das redes locais segue os mesmos padrões e os mesmos componentes. Uma rede de computador pode ser montada utilizando vários tipos de meios físicos. A função dos meios é transportar um fluxo de informações através de uma rede local. As redes locais sem-fio usam a atmosfera, ou o espaço, como o meio. Outro meio de rede limita os sinais de rede a um fio, cabo ou fibra. Os meios de rede são considerados componentes da Camada 1, ou camada física, das redes locais. Todos os meios têm vantagens e desvantagens. Algumas comparações entre vantagens e desvantagens estão relacionadas a: Comprimento do cabo Custo Facilidade de instalação Suscetibilidade à interferência O cabo coaxial, a fibra óptica e mesmo o espaço podem transportar sinais de rede. No entanto, o meio principal que será estudado é o cabo do tipo par trançado não blindado Categoria 5 (Cat 5 UTP) que inclui a família Cat 5e de cabos. Várias topologias podem ser empregadas em redes locais, assim como vários meios físicos diferentes. Projetos de Redes PRRE 25

26 Geralmente as tecnologias Ethernet podem ser usadas de várias maneiras na rede de um campus: Uma velocidade Ethernet de 10 Mbps pode ser usada no nível do usuário para proporcionar um bom desempenho. Os clientes ou servidores que exijam mais largura de banda podem usar Ethernet de 100 Mbps. A Fast Ethernet é usada como a ligação entre os dispositivos dos usuários e da rede. Ela pode suportar a combinação de todo o tráfego de todos os segmentos Ethernet. Para aprimorar o desempenho cliente-servidor através da rede do campus e evitar gargalos (estrangulamentos), pode-se usar Fast Ethernet para conectar os servidores empresariais. Fast Ethernet ou Gigabit Ethernet são acessíveis e devem ser implementadas entre os dispositivos de backbone. As principais tecnologias à nível de LAN são: IEEE 802.3: Ethernet, FastEthernet e GigabitEthernet. ATM Token Ring FDDI Uma rede sem-fio pode ser criada com muito menos cabeamento que outras redes. Os sinais sem-fio são ondas eletromagnéticas que se propagam através do ar. As redes sem-fio usam radiofreqüências (RF), laser, infravermelho (IR) ou satélite/microondas para transportar os sinais de um computador a outro sem uma conexão permanente por cabos. O único cabeamento permanente pode ser para os pontos de acesso da rede (access points). As estações de trabalho dentro da faixa da rede sem-fio podem ser movidas facilmente sem conectar e reconectar o cabeamento da rede. Projetos de Redes PRRE 26

27 3. Seleção de tecnologias à nível de WAN Estão disponíveis várias opções de conexão a redes de longa distância (WAN). Elas variam desde o acesso dial-up até o acesso de banda larga e diferem na largura de banda, no custo e nos equipamentos necessários. Para comunicações de longa distância, as WANs usam transmissões seriais. Este é um processo pelo qual os bits de dados são enviados através de um único canal. Este processo proporciona uma comunicação de longa distância confiável e a utilização de uma faixa específica de freqüência óptica ou eletromagnética. O primeiro tipo de conexão serial é um conector de 60 pinos e o segundo é um conector smart serial mais compacto. O conector com o provedor de serviço varia conforme o tipo de equipamento de conexão fornecido. Se a conexão for feita diretamente em um provedor de serviços, ou um dispositivo que proporcione sinal de sincronismo (clock) como uma CSU/DSU (Chanel/Data Service Unit), o roteador será um DTE (equipamento de terminal de dados) e usará um cabo serial DTE. Normalmente este é o caso. Porém, há ocasiões onde é necessário que o roteador local forneça o clock e portanto utilizará um cabo DCE (equipamento de comunicação de dados). Portanto, a conexão consistirá em um cabo DTE e de um DCE. Projetos de Redes PRRE 27

28 As principais tecnologias à nível de WAN são: Dialup; ISDN; X.25; Frame Relay; ATM; DSL, Xdsl; Cable Modems. O critério que devemos adotar para se escolher tecnologias para redes WAN é, basicamente, que estas tecnologias devem fornecer equipamentos de alto desempenho, que precisam ser dimensionados de acordo com a somatória do consumo de tráfego de todas as redes LANs contectadas, bem como um estudo dos serviços agregados em função dos protocolos de roteamento utilizados nesta rede. Projetos de Redes PRRE 28

29 Conceitos de Instalações Elétricas 1. Dimensionamento de cargas O Sistema de Energia CA (corrente alternada) é um conjunto de infraestrutura de componentes e equipamentos eletro-eletrônicos que tem por finalidade prover o suprimento, distribuição e supervisão de energia em corrente alternada de baixa tensão para as cargas de sistemas e equipamentos instalados nas estações. As cargas consumidoras da energia CA nas estações são basicamente: Sistema de iluminação geral e tomadas; Sistema de energia CC (24 ou -48 Vcc); Sistema de ar condicionado; Alimentação de motores em geral, tais como bombas e elevadores. As instalações dos sistemas de energia de corrente alternada merecem um tipo comum de classificação segundo o porte de demanda do consumo de energia, dimensionado em KVA (kilo Volt-Amperes). Essa classificação determina portanto três tipos sistemas de energia CA: Sistema Demanda Aplicável nos casos mais comuns de Pequeno Porte até 60 KVA Estações do tipo containers Médio Porte 60 a 300 KVA Estações centrais Grande Porte acima de 300 KVA Estações e edifícios de grande consumo de energia. Dentre os sistemas de facilidades da infra-estrutura de um determinado site, o Sistema de Energia CC (corrente contínua) tem por finalidade o fornecimento de alimentação nas tensões de -48 ou 24 volts aos equipamentos eletrônicos. Ele tem por objetivo alimentar todas as cargas críticas e essenciais à operação e manutenção da estação, garantindo níveis e oscilação de tensão compatível com os equipamentos eletrônicos, além de suprir a alimentação durante períodos de falta de energia principal do site, proveniente do sistema de energia CA (corrente alternada). Além da alimentação dos equipamentos específicos para a rede, as seguintes cargas são normalmente alimentadas pelo sistema de energia CC: Projetos de Redes PRRE 29

30 Sistema de iluminação de emergência; Sistema de combate a incêndio; Sistema de ventilação de emergência dos equipamentos da rede; Sistema de Controle de Alarmes. Os quadros podem ser de diversos tipos e levam também diversas denominações. Muito comum é denominação QDCC (quadro de Distribuição de Corrente Contínua). Um tipo particular são os QFL (Quadro Final de Fila) Projetos de Redes PRRE 30

31 utilizados em salas de equipamentos, localizados ao final de fila (daí a sua denominação) do layout dos equipamentos. Os quadros de distribuição são estruturas metálicas que acomodam os dispositivos elétricos de proteção e chaveamento de cargas. Normalmente são dispositivos do tipo disjuntores e fusíveis, especiais para uso em corrente contínua, devido às características do comportamento da corrente quando chaveadas. 2. Questões relativas à segurança em instalações elétricas É muito importante ao se dimensionar as condições físicas do ambiente, verificar se serão instalados de forma adequada; as condições elétricas o aterramento e os circuitos de segurança. Observe na foto abaixo um quadro de distribuição, no qual devem ser identificados de forma clara os pontos utilizados para alimentação elétrica dos equipamentos, os disjuntores que devem ser colocados para segurança em caso de curto circuito e também os fios de aterramento para proteção dos equipamentos e eliminação de ruídos que possam ser prejudiciais ao bom funcionamento dos equipamentos. Projetos de Redes PRRE 31

32 1. Conceitos de Termodinâmica Especificação de Refrigeração O segmento de Ar Condicionado tem a função de manter um ambiente controlado de temperatura e umidade nas instalações da sala de equipamentos. O segmento de Ar Condicionado inclui o sistema de refrigeração, unidades de tratamento do ar e sistema de distribuição de ar condicionado. Ele deve estar ligado aos geradores de energia de emergência. O Sistema de Refrigeração deve prover aquecimento, resfriamento, umidificação e desumidificação da edificação. O Sistema de Tratamento de Ar deve ser separado em três tipos de área: Sala de Equipamentos Área de Escritórios, Salas de Equipamentos de Ar condicionado e Elétricos. A separação é devida às diferenças de calor sensível e calor latente de cada área às condições de temperatura e umidade. O Sistema de Distribuição de Ar Condicionado para a Sala de Equipamentos utilizará o sistema de insuflamento de ar pelo plano criado por baixo do piso elevado. Este sistema de insuflamento pelo piso elevado implica em uma altura mínima de 60 cm que, dependendo da quantidade de conduítes, tubulação, esteiramentos,etc., deverá ter sua altura ajustada de maneira a permitir a circulação do ar ao longo de toda a sala. O objetivo é operar 24 horas por dia nos 7 dias da semana e os critérios de projeto para ar condicionado devem prever que os sistemas de refrigeração e Projetos de Redes PRRE 32

33 tratamento de ar devem ser redundantes, inclusive nos chillers (torres de resfriamento) e a sala de equipamentos deve ser mantida a uma temperatura média de 20 graus Celsius. 2. Determinação da Carga Térmica de um ambiente a ser refrigerado São três os fatores importantes para o controle de um sistema de ar condicionado, que influenciam na qualidade do ar: temperatura, umidade e ventilação. O sistema adequado deve ser eficiente no controle desses três fatores. O ar flui a de um lado para outro da sala, sendo sugado pelo ventilador de saída. Os filtros de entrada e de saída ajudam na limpeza do ar ambiente, e evitando o acumulo de partículas dentro do sistema. O primeiro retira a poeira grossa, por meio de um material fibroso, geralmente lã de vidro, na forma de tela que é substituída quando suja. A seguir, o filtro de saída, de segundo estágio, que é geralmente do tipo eletrostático, remove as partículas mais finas, como as de fumaça de cigarro. Nesse filtro usa-se alta-voltagem para carregar eletricamente as partículas de poeira, que então são atraídas para uma grelha de chapas carregadas com polaridade oposta. Dependendo da região e estação do ano em que o sistema estiver instalado existe um pré-aquecedor na entrada, responsável por um estágio de pré-elevação de temperatura. Projetos de Redes PRRE 33

34 Caso a unidade de controle perceber a necessidade de resfriamento do ar, será acionado o refrigerador, que consiste de um módulo de lâminas finas e paralelas envolvendo a serpentina do fluido refrigerante, que abaixa a temperatura determinada pelo ajuste do termostato. O estágio de aquecimento tem a finalidade de elevar a temperatura ao nível desejado para a sala de equipamentos. 3. Método simplificado para dimensionamento de ar condicionado Um sistema de ar condicionado pode ser representado pelo diagrama apresentado na figura abaixo. O princípio de dimensionamento básico é o mesmo que o de outros sistemas existentes, para diferentes aplicações de condicionamento ambiental. Seus aspectos construtivos mudam na medida dos requisitos ambientais a que se destinam. Os componentes até aqui descritos ficam normalmente dentro do ambiente em que a temperatura é controlada, ou seja, o ambiente interno. O módulo composto pelo condensador e refrigerador, que fazem parte daquilo que os fabricantes chamam de circuito de refrigeração, ficam normalmente instalados na parte externa, ou em contato com o ambiente externo. Projetos de Redes PRRE 34

35 O fluido refrigerante, utilizado era o CFC (Cloro Flúor Carbono), que afeta a camada de ozônio. Esse, ou outros fluidos derivados dessas substâncias, tem a propriedade de ter baixo ponto de ebulição sob pressão atmosférica e manter-se dentro de tubulações por longo tempo, sem perder suas características. Esse é o princípio de funcionamento dos sistemas considerados pequenos e confinados num só equipamento. No caso de grandes sistemas, o princípio é semelhante ao descrito, tendo como diferença essencial que o fluido refrigerante utilizado é a água. O ar resfriado é então circulado por intermédio de dutos até os pontos de consumo ao longo da edificação. No mais, são várias variações que atendam às necessidades dos projetos e refinamentos no sentido de aumentar a eficiência do sistema, na busca de menor consumo de energia elétrica utilizada para alimentar esses sistemas. Projetos de Redes PRRE 35

36 FASE 4 Testes, Otimização e Documentação de um Projeto de Rede Testes, Otimização e Documentação 1. Testes e piloto da rede Uma vez implementada a infra-estrutura, serão os resultados dos planos de testes do piloto da rede que fornecerão os subsídios necessários para a otimização do projeto e a documentação final do que realmente foi implantado (também conhecido como As Built). Testes servem para provar para você mesmo e para seu cliente que o projeto da rede vai satisfazer os objetivos de negócio e técnicos. Embora se possam usar alguns testes prontos "da indústria", é mais freqüente realizar testes específicos para o projeto da rede, isso envolve construir um protótipo e medir desempenho (vazão a nível de aplicação, atraso e disponibilidade). Uma alternativa possível é de usar ferramentas de modelagem, a seleção de procedimentos e ferramentas de testes depende dos objetivos dos testes. Projetos de Redes PRRE 36

37 Alguns objetivos comuns para os testes são: Verificar que o projeto satisfaz os objetivos mais importantes de negócio e técnicos; Validar a seleção de tecnologias e de dispositivos de LAN e de WAN; Verificar que o provedor de serviço oferece, de fato, os serviços prometidos; Identificar problemas de conectividade ou de gargalos; Testar a redundância da rede; Analisar os efeitos de quedas de enlaces no desempenho; Determinar técnicas de otimização (multicast, RSVP,...) que serão necessárias para satisfazer objetivos de desempenho; Analisar os efeitos de atualizações (upgrades) de enlaces e/ou dispositivos no desempenho (análise "what-if"); Provar que seu projeto é melhor do que um projeto concorrente (quando o cliente pedir tal comparação); Para passar um "teste de aceitação" que permite continuar com o projeto e implantar a rede; Convencer a gerência e seus colegas que o projeto é eficaz; Identificar riscos que podem dificultar a implementação e fazer o planejamento de contingências; Determinar quantos testes adicionais são necessários (ex. pode-se decidir continuar o projeto apenas como piloto para investigar mais); Alguns testes podem ser feitos pela própria indústria, fazendo parte de um programa desenvolvido pelos mesmos no ambiente do cliente para promover um feed-back que re-alimente seus processos internos de melhoria. Testes comparativos são executados e publicados por fabricantes, laboratórios independentes e revistas especializadas, por exemplo: Network Device Testing Laboratory (Harvard University); Strategic Network Consulting, INC. (SNCI) - Interoperability Lab (IOL) da University of New Hampshire - Normalmente testam dispositivos e os resultados só podem ser usados para o convencimento de que o projeto da rede está ok para redes muito simples, consistindo de uma topologia essencialmente igual à dos testes publicados. Para redes mais complexas, você deverá elaborar seus próprios testes, pois, devem-se fazer testes de sistema e não apenas testes de componentes. Listamos a seguir uma lista de tarefas necessárias à construção e testes de um protótipo de rede que verifique e demonstre o comportamento de uma rede. Projetos de Redes PRRE 37

38 Um protótipo é uma implementação inicial de um novo sistema que modela como a rede final será implementada. O protótipo deve ser funcional, mas não precisa ser uma implamentação completa da rede, ou seja, o objetivo é saber o quanto da rede deve ser implementado para convencer o cliente de que o projeto está ok (ou, satisfaz os requisitos): Isole os aspectos que são mais importantes; Funções importantes; Funções que envolvem risco; Onde o projeto foi muito influenciado por restrições do negócio ou técnicas; Onde o projeto foi muito influenciado pelos trade-offs entre objetivos; Funções que foram alvo de rejeição em projetos anteriores (Ex.: o cliente já recusou um projeto no passado devido à sua fraca gerenciabilidade e fraca usabilidade); Os recursos disponíveis (gente, equipamento, dinheiro, tempo) vão também ditar o alcance do protótipo. Um protótipo pode ser implementado e testado de três formas diferentes: Como rede de testes num laboratório; Integrado a uma rede de produção, mas com realização de testes fora do horário comercial; Integrado a uma rede de produção e com realização de testes no horário comercial normal. É interessante programar uma rede de testes em laboratório antes de programa-la na rede de produção: Para acertar bugs; Para avaliar produtos nunca usados antes; Para acertar a configuração inicial de dispositivos O teste final deve ser em produção, durante o horário comercial normal. Monitore os resultados dos testes e pare assim que os objetivos dos testes forem alcançados escrevendo um plano de testes para o protótipo.uma vez que o escopo do protótipo está decidido, um plano de testes é escrito, contendo: Objetivos dos testes e critérios de aceitação; Tipos de testes que serão executados; Equipamento de rede e outros recursos necessários; Scripts de teste; Cronograma do projeto de testes. Projetos de Redes PRRE 38

39 A elaboração dos objetivos dos testes e critérios de aceitação é o passo mais importante, os objetivos devem ser específicos e concretos e incluir critérios de aceitação. Os critérios de aceitação são baseados nos objetivos de negócio e técnicos já levantados para o projeto da rede, porém, o mais importante é que o próprio cliente e o testador concordem sobre o significado dos critérios de aceitação para que não haja dúvida sobre se cada teste passou ou não. Há três tipos básicos de testes: Testes de desempenho (caracterização da vazão, atraso, variação no atraso, tempo de resposta e eficiência); Testes de estresse (degradação do serviço com aumento de carga); Testes de falhas (caracterização da disponibilidade e acurácia da rede). Outros testes podem ser acrescentados: Tempo de resposta de aplicações (medir o tempo para operações típicas realizadas pelo usuário, como: iniciar a aplicação, abrir arquivo, salvar arquivo, pesquisar,...); Testes de vazão (vazão para uma aplicação particular ou para um grupo de aplicações (medido em KBytes/seg ou MBytes/seg); Testes de disponibilidade (monitoram-se os erros e as falhas durante vários dias); Testes de regressão (verificação de que as aplicações que executavam corretamente na rede antiga continuam rodando na nova rede); Listar tudo que é necessário para fazer os testes: Mapa de rede; Lista de dispositivos; Outros equipamentos (cabos, etc.); Enlaces; Ferramentas (de monitoração, de injeção de tráfego, de simulação,...); Aplicações especiais que aumentam a eficiência dos testes (aplicação de distribuição de software, aplicação de controle remoto como PCAnywhere,...); Outros recursos: Tempo blocado num laboratório especial; Ajuda de colegas; Ajuda de usuários; Projetos de Redes PRRE 39

40 Nomes ou endereços IP durante os testes; Escrita de scripts de testes; Para cada teste, escreva uma script de teste, listando todas as etapas para a execuão do teste. O script deve também identificar: As ferramentas usadas; Como cada ferramenta é usada para fazer as medições relevantes; Que informação deve ser logada durante cada teste; Valores iniciais para parâmetros dos testes e como alterar esses parâmetros ao longo do teste (exemplo: carga oferecida); Exemplo de um cenário de teste: Para um projeto complexo de testes (demorando mais do que uma semana), deve-se elaborar um cronograma evidenciando data inicial, data final e pontos principais incluindo o responsável por cada tarefa principal. Tarefas típicas são: Escrever os objetivos dos testes e critérios de aceitação; Projetar a topologia para o ambiente de testes; Determinar o hardware e software necessários para os testes; Emitir o pedido de compra para o hardware e software, se necessário; Escolher as ferramentas de testes; Emitir o pedido de compra para as ferramentas de testes, se necessário; Determinar outros recursos que serão necessários e providenciá-los; Escrever scripts de testes; Instalar e configurar o hardware e o software; Iniciar testes; Logar resultados dos testes; Projetos de Redes PRRE 40

41 Revisar e analisar resultados; Reduzir os dados de resultados, se necessário; Apresentar resultados ao cliente; Arquivar os resultados; Implementação do plano de testes. É basicamente uma questão de seguir o plano para que um cronograma de testes seja executado de forma eficiente e eficaz. Há três tipos de ferramentas que ajudam a realizar testes: Ferramenta de gerência e monitoração de rede (Cisco Works, HP OpenView), Ferramentas especiais de testes e simulação e Ferramentas de gerência de nível de serviço (ferramentas novas que analizam o desempenho fim-a-fim de aplicações, incluindo requisitos de QoS, por exemplo: NetPredictor de NetPredict). 2. Otimização do projeto de rede É muito importante analisar cuidadosamente as características do negócio do cliente quanto aos aspectos de disponibilidade, operação, manutenção e capacidade de expansão para a elaboração do projeto de implantação da rede. O primeiro passo deve ser o levantamento no campo de trabalho com o objetivo de levantar todas as necessidades do projeto e criar alternativas para possíveis imprevistos. Após essa etapa de levantamento de informações pode-se elaborar uma primeira lista de pendências e desenhos esquemáticos para especificar a rota dos cabos e a alocação de pontos de atendimento e equipamentos. No caso de um projeto de rede uma rede local em uma área restrita como salas de um mesmo prédio, com o sistema de infra-estrutura documentado, o processo inicial de alocação dos meios físicos de comunicação se torna mais simples. Entretanto, quando o projeto de rede trata da interligação de prédios isolados ou mesmo de uma rede na área de um parque industrial, incluindo sistemas informatizados implantados com aplicativos dedicados por setor, onde ocorrem alterações freqüentes nos desenhos civis e de infra-estrutura, envolvendo ainda a instalação de cabos e equipamentos mais diversificados e em condições menos favoráveis, uma equipe maior, com projetistas, desenhistas e técnicos de instalações se fará necessária para a devida revisão da documentação, certamente prolongando a etapa de implantação. É importante que se faça uma análise da documentação correspondente durante o processo de implantação do projeto. As condições técnicas especificadas no projeto e a forma de acompanhamento prevista permitem ao cliente dispensar análises intermediárias da documentação. Projetos de Redes PRRE 41

42 3. Documentação do projeto de rede Deve-se construir uma documentação do projeto de rede contendo: a) Resumo executivo: deve estar focado no negócio; b) Meta do projeto: apresentar a proposta do projeto; c) Escopo do projeto: o que é coberto pelo projeto e o que não faz parte; d) Requisitos do projeto: objetivos críticos evidenciados em ordem de prioridade e, com base no que já foi estudado, podemos destacar os seguintes requisitos para projetar uma rede: Facilidade no escalonamento da rede: planejar visando a expansão. Disponibilidade da rede: minimização, quando importante, dos tempos de inatividade esperado da rede. Metas de Desempenho: parâmetros de desempenho. Metas de segurança necessária para a rede. Facilidade de gerenciamento da rede: ponto de vista do administrador (ou Gerente) da rede. Facilidade de uso: ponto de vista do usuário da rede. Facilidade de adaptação: upgrades de equipamentos, condições ambientais, etc.(efetividade do custo) do projeto da rede. Viabilidade: retorno do investimento no projeto da rede. e) Metas do negócio; f) Metas técnicas; g) Comunidades de usuários e locais de armazenamento de dados; h) Aplicativos de rede; i) O estado atual da rede: mapa de alto nível para mostrar a estrutura e baseline de desempenho da rede atual; j) Projeto lógico: topologia da rede representada através de um modelo; Uma ferramenta muito útil para auxiliar neste processo é o aplicativo Microsoft Visio. Projetos de Redes PRRE 42

43 k) Projeto físico: inclui as tecnologias de rede empregadas, os dispositivos utilizados, a escolha de provedor de serviços e preços praticados; l) Resultado de eventuais testes do projeto de rede: são mostradas as evidências de que o projeto da rede vai funcionar; m) Plano de implementação: inclui as recomendações sobre a implantação da rede; n) Cronograma do projeto; o prazo de entrega de cada subproduto em cada fase do projeto deve estar bem acordado com o cliente. Existem diversas ferramentas para o desenvolvimento de cronogramas que incluem marcos, atribuições de recursos, análise de caminho crítico, amarrações entre atividades, entre outros. Entre as ferramentas temos o Microsoft Project, Project Builder, etc. Um cronograma macro pode ser elaborado na etapa de desenvolvimento do projeto, podendo ser detalhado à medida que se planeja a execução de uma determinada fase do projeto. Estabelecer prazos finais e marcos principais. Projetos de Redes PRRE 43

44 Exemplo de cronograma no Microsoft Project. o) Orçamento do projeto: inclui o orçamento disponível para a elaboração e execução do projeto; Adaptar o projeto ao orçamento do cliente: compra de equipamentos, licenças de software, contratos de manutenção e suporte, treinamento e formação de equipes técnicas, despesas com terceiros. Projetos de Redes PRRE 44

45 Adaptar o projeto ao pessoal: existe uma equipe com bastante experiência?(exemplo: Linux, Windows) / devem ser recomendados programas de treinamento abrangentes? Exemplo: Projetos de Redes PRRE 45

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