UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL QUANTIFICAÇÃO E DESTINAÇÃO DO ÓLEO COMESTÍVEL UTILIZADO EM SÃO PEDRO - JF PRISCILA VIEGAS VICTOR JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENGENHARIA DA UFJF 2012

2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL QUANTIFICAÇÃO E DESTINAÇÃO DO ÓLEO COMESTÍVEL UTILIZADO EM SÃO PEDRO - JF PRISCILA VIEGAS VICTOR JUIZ DE FORA 2012

3 PRISCILA VIEGAS VICTOR QUANTIFICAÇÃO E DESTINAÇÃO DO ÓLEO COMESTÍVEL UTILIZADO EM SÃO PEDRO - JF Trabalho Final de Curso apresentado ao Colegiado do Curso de Engenharia Civil da Universidade Federal de Juiz de Fora, como requisito parcial à obtenção do título de Engenheiro Civil. Área de Conhecimento: Engenharia Sanitária e Ambiental Orientador: Marconi Fonseca de Moraes Juiz de Fora Faculdade de Engenharia da UFJF 2012

4 QUANTIFICAÇÃO E DESTINAÇÃO DO ÓLEO COMESTÍVEL UTILIZADO EM SÃO PEDRO - JF PRISCILA VIEGAS VICTOR Trabalho Final de Curso submetido à banca examinadora constituída de acordo com o Artigo 9 do Capítulo IV das Normas de Trabalho Final de Curso, estabelecidas pelo Colegiado do Curso de Engenharia Civil, como parte dos requisitos necessários para a obtenção do grau de Engenheiro Civil. Aprovado em: / / Por: D.Sc. Marconi Fonseca de Moraes D.Sc. Renata de Oliveira Pereira D.Sc. Ana Silvia Pereira Santos

5 AGRADECIMENTOS À Deus por me permitir estudar mesmo em meio a dificuldade, aos meus pais em especial meu pai Edilson por me ajudar na realização deste trabalho e a minha filha Yasmin por de certa forma entender a necessidade de se cumprir esta etapa. Ao professor Marconi, pela paciência, profissionalismo, dedicação e incentivo durante a confecção deste trabalho. Aos professores do curso, por terem sido à base dos nossos estudos e participarem ativamente da minha formação acadêmica. Aos comerciantes, panificadores e moradores do bairro São Pedro pela colaboração e confiança. E a todos que de alguma forma contribuíram com o trabalho.

6 RESUMO Tradicionalmente, as pessoas e empresas descartam de forma inadequada o óleo comestível após algumas utilizações. Ainda que o prejuízo ao meio ambiente seja extremamente elevado, esse ato, que também afeta a saúde das pessoas, parece não despertar no Poder Público a necessária sensibilização no sentido de controlar ou mesmo minimizar seus efeitos. Os custos iniciais para o correto despejo de tais resíduos tende a ser elevado na implantação, o que de sobremaneira desestimula tanto à iniciativa privada quanto aos órgãos responsáveis. Várias formas eficientes de reaproveitamento deste subproduto podem ser perfeitamente adotadas a um custo muito razoável, resultando em materiais úteis e inertes ao meio ambiente, como sabões biodegradáveis, combustível para veículos e massa de vidraceiro. Pretende-se ao longo deste trabalho, demonstrar o aporte de resíduos que são lançados nos esgotos, no bairro São Pedro localizado na zona oeste de Juiz de Fora, que nos permite facilmente antever em uma projeção maior, o que acontece em todas as milhares de cidades de Minas Gerais, e do Brasil. Tendo esses dados como ponto de partida, que apontam a grandeza do problema, espera-se sensibilizar empresários ou políticos, no sentido de planejar ummeio de resgatar e aproveitar esses resíduos, de uma forma auto-sustentável. Palavras-chave: Poluição, reciclagem, óleo de cozinha.

7 ABSTRACT Traditionally, people and companies improperly discard edible oil after a few uses. Although the damage to the environment is extremely high, this act, which alsoaffects the health of people, seems to not awake the Government for needs to raiseawareness in order to control or minimize its effects. The initial costs for proper disposal of such waste, tends to be high in the deployment, which greatly discourages much of the private sector as the agencies responsible. Several efficient ways of recycling this byproduct can be seamlessly adopted at a very reasonable cost, resulting in useful and inert to the environment materials, such as biodegradable soaps, fuel for vehicles and putty. It is intended in this work to demonstrate the contribution of residues that are released into sewers in São Pedro s neighborhood located in the southern part of Juiz de Fora, which allows us to easily predict in a higher projection, which happens in every thousand cities of Minas Gerais, and Brazil. Having this data as a starting point, pointing the greatness of the problem, is expectedto sensitize businessmen or politicians, to devise a means of rescue and take advantage of these residues, in a self-sustainable way. Keywords: pollution, recycling, cooking oil.

8 SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS... 8 LISTA DE TABELAS... 9 LISTA DE ABREVIATURAS, SIGLAS E SÍMBOLOS INTRODUÇÃO OBJETIVOS REVISÃO DA LITERATURA Situação da água no planeta O esgoto e seus componentes O descarte incorreto dos óleos e gorduras pós-frituras Impactos gerados pelo descarte do óleo na rede de esgoto O processo de tratamento do esgoto e a poluição causada pelo descarte de óleo nos efluentes Fontes geradoras de óleos residuais comestíveis a) Saponificação b) Produção de Biodiesel c) Constituição de ração animal MATERIAIS E MÉTODOS RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 43

9 LISTA DE FIGURAS FIGURA 1 - Disponibilidade da água no planeta FIGURA 2 - Organograma dos sólidos presentes no esgoto FIGURA 3 - Caixa de Gordura - Esquema de funcionamento FIGURA 4 - Insetos na caixa de gordura FIGURA 5 - Baratas na caixa de gordura FIGURA 6 - Escorpião na caixa de gordura FIGURA 7 - Processo de desobstrução de um Poço de Visita FIGURA 8 - Poços de Visita Limpos FIGURA 9 - Poços de Visita Sujos FIGURA 10 - Fritadeira contendo grande quantidade de óleo de soja já utilizado FIGURA 11 - Amostra de óleo antes e depois de várias utilizações FIGURA 12 - Foto da ETE de São Miguel FIGURA 13 - Processo aeróbico de tratamento do esgoto... 28

10 LISTA DE TABELAS TABELA 1- Classificação dos métodos de tratamento dos esgotos sanitários TABELA 2 Produção do óleo de soja em 2009 (Valores em 1000 Toneladas) TABELA 3 - Evolução na produção mundial de óleo (Valores em 1000 Toneladas) TABELA 4 - Propriedades complementares atribuídas ao biodisel em comparação ao óleo diesel fóssil TABELA 5 - Número de ligações de água registradas pela CESAMA no mês de dezembro de TABELA 6 - Pesquisa realizada com os moradores do bairro São Pedro TABELA 7 - Número de comércios no ramo alimentício TABELA 8 - Pesquisa realizada com os comerciantes do ramo alimentício que atuam no bairro São Pedro... 40

11 LISTA DE ABREVIATURAS, SIGLAS E SÍMBOLOS ABES ABIOVE ABNT ANA ANVISA APD CESAMA CONAMA DBO ETE IBOPE NBR OG ONGS PET ph PV SECEX UFRJ UnB ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS INDÚSTRIAS DE ÓLEOS VEGETAIS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA ASSESSORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO COMPANHIA DE SANEAMENTO MUNICIPAL CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE DEMANDA BIOQUÍMICA DE OXIGÊNIO ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO INSTITUTO BRASILEIRO DE OPINIÃO PÚBLICA E ESTATÍSTICA NORMA BRASILEIRA ÓLEOS E GRAXAS ORGANIZAÇÕES NÃO-GOVERNAMENTAIS TEREFTALATO DE POLIETILENO POTENCIAL HIDROGENIÔNICO POÇO DE VISITA SECRETARIA DE COMÉRCIO EXTERIOR UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA

12 11 1 INTRODUÇÃO Com o crescente desenvolvimento da economia foram inseridos alguns hábitos no estilo de vida da população, as mulheres conquistaram seu espaço no mercado de trabalho, a jornada laboral aumentou e assim o tempo dedicado às refeições diminuiu, causando um forte impacto na alimentação. Essa falta de tempo fez com que comidas de preparo rápido ou compradas fossem a melhor alternativa. Pesquisas demonstram que os brasileiros têm consumido cada vez mais as refeições chamadas fast-foods devido à falta de tempo. O aumento da poluição é uma das várias consequências desse crescimento desenfreado. Para produzir e comercializar tais comidas são necessários vários ingredientes e artifícios, para manter o sabor sem perder a praticidade. As frituras são as mais popularespara o consumo no dia-a-dia, a rapidez no preparo, o baixo custo e o sabor agradável ao paladar são os fatores decisivos na hora da compra. Consequentemente o aumento no uso de óleo e gorduras usados na fritura aumenta bastante a cada ano assim como o número de lanchonetes, padarias, pastelarias e outros estabelecimentos. Contudo deve-se pensar na destinação final do óleo, questão que merece ser analisada e discutida.lançar óleo comestível no esgoto, acondicionar em um recipiente e levar ao aterro sanitário, jogar no quintal de casa, todas as alternativas usadas frequentemente pela população causama poluição dos rios. A cada dia o recurso de água potável do país fica mais restrito,ainda que atualmente os recursos hídricos sejam suficientes para abastecer parte das regiões mais populosas, algumas cidades já sofrem com a escassez de água. A conscientização a respeito da reutilização do óleo comestível permite diminuir a poluição dos cursos d água. Uma alternativa para esse problema seria a mudança de paradigmas e dos padrões de consumo atuais; substituir a quantidade exagerada de alimentos prejudiciais à saúde, por alimentos com qualidade; economizar recursos, isto é, não desperdiçá-los e dentre outros empregar o óleo de cozinha em outro produto usado com outra finalidade. Os problemas ambientais existem, os recursos naturais já estão se esgotando, a sociedade cresceu sem o devido planejamento, e os meios usados para solucionar esses efeitos não são onerosos e

13 12 nem exigem grande experiência. Reciclar e tornar a reciclagem viável requer grande mobilização. Alertar a população com programas de conscientização em escolas e outros órgãos públicos ou privados, criar cooperativas que façam a coleta do material e estimular com incentivos às fábricas que usam a reciclagem para fabricação de novos produtos, são meios de diminuir os impactos gerados pelo consumo.

14 13 2 OBJETIVOS Realizar um levantamento junto aos órgãos municipais de estabelecimentos e residências que utilizam óleo ou gordura hidrogenada na produção de alimentos. Avaliar e quantificar os estabelecimentos e o óleo utilizado, descartado em um período de um mês. Analisar os riscos trazidos pelo descarte inconsciente e estudar alternativas para a prática segura do reuso. Apresentar solução e alternativas para a prática segura do reuso do óleo comestível. Verificar a possibilidade de geração de renda para as famílias através da reciclagem do óleo e de outros insumos.

15 14 3 REVISÃO DA LITERATURA 3.1. Situação da água no planeta Antes da revolução Industrial o progresso econômico era sempre lento (levavam séculos para que a renda per capita aumentasse sensivelmente), e após, a renda per capita e a população começaram a crescer de forma acelerada. COGGIOLA (2011), afirma que entre 1500 e 1780 a população da Inglaterra aumentou de 3,5 milhões para 8,5, já entre 1780 e 1880 ela saltou para 36 milhões, devido à drástica redução da mortalidade infantil. Essa população convivia com a falta de água encanada, ratos e esgoto a céu-aberto. Os resíduos que antes eram insignificantes, depois da revolução se tornaram um problema à parte. Estima-se que na Roma Antiga havia um consumo diário per capita de apenas 20 litros (FIETZ, 2006). Atualmente, cada pessoa gasta por dia, em média, 150 litros de água. Um europeu consome de 350 a 400 litros de água por dia; um norte-americano, entre 550 e 700 litros. No entanto, em algumas regiões como a África, consome-se 15 litros por dia. A falta de planejamento adequado para o crescimento da sociedade afetou o meio ambiente e alguns recursos indispensáveis a nossa sobrevivência. Pela FIGURA 1 cerca 3% de toda água disponível no planeta é doce, porém só uma parte é própria para consumo e está acessível ao ser humano. Apenas 0,27% do total da água no planeta e utilizada para o consumo da população mundial. Este consumo apresenta uma escala ascendente, superior, inclusive, aos níveis de crescimento populacional. Várias estimativas indicam para o futuro uma situação de escassez que envolverá, aproximadamente, cinco e meio bilhões de pessoas vivendo em áreas com moderada ou séria falta de água, em um horizonte de 30 anos.em termos médios no país, o setor agrícola utiliza 70% do total da água doce consumida, seguido pelo industrial (20%) e pela água destinada ao abastecimento (10%)(ANA, 2011).

16 15 FIGURA 1 - Disponibilidade da água no planeta Fonte:http://grollaschons.blogspot.com/2009/11/distribuicao-de-agua-no-mundo.html 3.2. O esgoto e seus componentes Ao utilizar a água incorporamos novos componentes que se diferenciam de acordo com os hábitos culturais, podemos citar como exemplo os hábitos de higiene e alimentação fundamentais para a nossa sobrevivência. Após a utilização da água os rejeitos gerados são de nossa responsabilidade. A NBR Estudos de Concepção de Sistemas de Esgoto Sanitário (ABNT, 1986), denomina esgoto como despejo líquido constituído de esgotos doméstico e industrial, água de infiltração e contribuição parasitária. Segundo a mesma norma se nomeia esgoto doméstico o despejo líquido resultante do uso da água para higiene e necessidades fisiológicas humanas; esgoto industrial é o despejolíquido resultante dos processos industriais, respeitados os padrões

17 16 de lançamento estabelecidos; água de infiltração é toda água proveniente do subsolo, indesejável ao sistemaseparador e que penetra nas canalizações; contribuição pluvial parasitária é a parcela dodeflúvio superficial inevitavelmente absorvida pela rede de esgoto sanitário. Mesmo sabendo que os mananciais possuem capacidade limitada de autodepuração, é de nossa responsabilidade fazer o tratamento adequado do esgoto gerado em nossas atividades. Assim sendo, torna-se fundamental o conhecimento da composição desse efluente gerado. Através desta pode-se determinar as alterações provocadas no ecossistema e também aumentar a eficiência de seu tratamento. Os principais componentes do esgoto, para fins de tratamento, podem se apresentar sob diferentes aspectos, tais como (VON SPERLING, 1996): a) Materiais gordurosos (óleos e graxas): esses materiais por serem mais leves que a água mantém-se na superfície do esgoto. Assim, o uso de caixas de gordura diminui bastante a presença destes componentes no esgoto. É importante observar que, quando as caixas de gordura são limpas, o material retirado deve sertratado e disposto de forma adequada (recomenda-se utilizar coleta seletiva); b) Sólidos: em função do tamanho das partículas, os sólidospresentes no esgoto podem ser divididos de acordo com a FIGURA 2. FIGURA 2 - Organograma dos sólidos presentes no esgoto ESGOTO SANITÁRIO 99,92% - Água 0,08% - Sólidos 70% - Orgânicos 30% - Inorgânicos Proteínas 40% a 60% Carboidratos 25% a 50% Gorduras 10% Areias Sais Metais Fonte:

18 17 c) Microorganismos: existe uma grande variedade demicroorganismos presentes nos esgotos, pois este é ummeio rico em nutrientes. Embora certos microorganismos causem doenças, são importantes notratamento de esgoto porque realizam a degradação damatéria orgânica O descarte incorreto dos óleos e gorduras pós-frituras O uso das frituras tem aumentado a cada dia, o curto prazo destinado às refeições diárias fez com que o preparo rápido de comidas industrializadas e congeladas fosse uma boa alternativa para uma população que a cada dia tem menos tempo e mais alternativas dispostas nos supermercados. Uma pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística divulgada em maio de 2010, revelou que 34% dos brasileiros optam pela praticidade na hora de preparar a refeição, e 21% dos entrevistados afirmam que preferem os alimentos congelados e empanados. Sendo assim pode-se afirmar que o consumo de óleo no preparo das refeições é crescente e o seu descarte também. A fritura por imersão é um processo que utiliza óleos ou gorduras vegetais como meio de transferência de calor, cuja importância é indiscutível para a produção de alimentos em lanchonetes e restaurantes comerciais ou indústrias a nível mundial. Em estabelecimentos comerciais, utilizam-se fritadeiras elétricas descontínuas com capacidades que variam entre 15 a 350 litros. Já em indústrias de empanados, salgadinhos e congêneres, o processo de fritura é normalmente contínuo e a capacidade das fritadeiras pode ultrapassar 1000 litros. Por essa razão, é difícil fazer um levantamento preciso da disponibilidade desse resíduo em grandes centros urbanos (NETO 2000). É importante ressaltar a recomendação da NBR 8160 (ABNT, 1999) sobre o uso de caixas de gordura aonde os efluentes contenham resíduos gordurosos, seu uso deve possibilitar a retenção e posterior remoção da gordura lançada no esgoto. Porém se trata apenas de uma recomendação e compete a cada município a decisão de tornar ou não obrigatório o seu uso, além disso, não há fiscalização em relação ao uso da caixa de gordura. O funcionamento da caixa de gordura se dá pelo princípio de vasos comunicantes, quando o esgoto produzido na pia chega a instalação

19 18 somente a parte líquida segue adiante, assim os sólidos e outros componentes ficam retidos na caixa de gordura para serem tratados quando atingir a capacidade máxima (FIGURA 3). FIGURA 3 - Caixa de Gordura - Esquema de funcionamento Fonte: Impactos gerados pelo descarte do óleo na rede de esgoto Jogar o óleo usado na pia gera vários impactos negativos ao meio-ambiente e também para a população, a começar pelo aparecimento de ratos, baratas e outros insetos (atraídos pelo odor resultante da decomposição dos resíduos) quepermanecem nas tubulações de esgoto (FIGURAS 4, 5 e 6) e causam várias doenças. FIGURA 4 - Insetos na caixa de gordura Fonte:

20 19 FIGURA 5 - Baratas na caixa de gordura Fonte: FIGURA 6 - Escorpião na caixa de gordura Fonte:

21 20 O óleo despejado é responsável pela etapa mais onerosa no tratamento do efluente, seu descarte além de causar mau cheiro aumenta a dificuldade no tratamento de esgoto. Para desobstruir uma rede coletora de esgoto é necessária grande quantidade de substâncias químicas, sendo necessária a realização de obras. De acordo com a FIGURA 7 o processo de desobstrução de um poço de visita requer equipamento especial, mão de obra qualificada e pode vir a obstruir ruas e avenidas o que ocasiona problemas no tráfego inclusive em horários de trânsito intenso. FIGURA 7 - Processo de desobstrução de um Poço de Visita Fonte:http://site.sabesp.com.br/uploads/file/asabesp_doctos/programa_reciclagem_oleo_completo.pdf A FIGURA 8 mostra os poços de visitas limpos em boas condições de uso, sem a ação doóleo lançado nos esgotos, essa seria a condição ideal para o fluxo do esgoto residencial. O lançamento de detritos impregnados de gordura na rede de esgotos acaba provocando a incrustação nas paredes da tubulação e a conseqüente obstrução das redes coletoras. Na FIGURA 9 temos a imagem dos poços de visitas sujos, há uma variedade grande de materiais (preservativos e fibras como cabelos, tecidos, fio dental e etc.) que quando lançados na rede de esgoto aglutinam com o óleo de fritura oxidado, formando um bloco rígido, que torna difícil a desobstrução.

22 21 FIGURA 8 - Poços de Visita Limpos Fonte:http://site.sabesp.com.br/uploads/file/asabesp_doctos/programa_reciclagem_oleo_completo.pdf FIGURA 9 - Poços de Visita Sujos Fonte:http://site.sabesp.com.br/uploads/file/asabesp_doctos/programa_reciclagem_oleo_completo.pdf

23 22 Sabe-se que parte do esgoto produzido em algumas cidades segue direto sem nenhum tratamento para o oceano, em contato com a água do mar, esse resíduo passa por reações químicas. Após essas reações outro composto é gerado, sendo este decomposto pela ação de bactérias anaeróbicas aonde será emitido o gás metano. O metano é um dos principais gases que causam o efeito estufa, contribuindo para o aquecimento global (LOPES; BALDIN, 2009). Também não é recomendável separar o óleo em frascos de garrafa PET e destiná-lo a coleta de lixo, pois o esquema típico de um aterro é a compactação deste; com o vazamento do resíduo no solo o lençol freático estará comprometido. É obrigatório o uso de geomenbrana (Polietileno de alta densidade que promove a cobertura da área impedindo o vazamento) que impede a infiltração do óleo e outros componentes nos taludes. Porém, sabe-se que alguns aterros sanitários não contam com este sistema, por falta de fiscalização (BORTOLUZZI, 2011). BORTOLUZZI ainda cita outros fatores resultantes do descarte incorreto: a. A reciclagem do óleo e sua redução na rede de esgoto podem diminuir em até 45% os gastos com tratamento da água. b. Formação de filme flutuante dificultando a troca gasosa e oxigenação. A extensão de superfície coberta depende dos volumes das fases óleo e água, ph e tensão superficial do meio (presença de substâncias com caráter emulsificante ou anti-emulsionante). O que prejudica a fauna e flora do ambiente em questão. c. Em excesso, óleos podem contribuir para a formação de bactérias conhecidas como nocardias. Estas impactam no tratamento favorecendo a perda de lodo para o efluente. Este tipo de ocorrência só é possível se a concentração de OG (óleos e graxas) afluente estiver constantemente alta. Além dos malefícios listados acima se deve saber que o óleo utilizado em bares e restaurantes e reaproveitado por várias vezes em frituras por imersão, sofre degradação por reações hidrolíticas e oxidativas (rancificação) (FIGURA 10). A oxidação é acelerada pela alta temperatura do processo e é a principal responsável pela modificação das características físico-químicas e

24 23 organolépticas dos óleos. O óleo se torna escuro, viscoso, tem sua acidez aumentada e desenvolve odor desagradável, comumente chamado de ranço (ABES, 2007). Depois de exauridos, os óleos não servem para novas frituras, em função de conferirem sabor e odor desagradáveis aos alimentos, bem como adquirirem características químicas comprovadamente nocivas à saúde. Não havendo utilização prática para os residuais domésticos e comerciais, em geral são lançados na rede de esgotos (ABES, 2007), com isso o óleo ranço irá interferir na demanda bioquímica de oxigênio da água, ou seja, o óleo que foi utilizado no processo de fritura diminui a quantidade de oxigênio presente no efluente. FIGURA 10 - Fritadeira contendo grande quantidade de óleo de soja já utilizado Fonte: 93LEO%20RESIDUAL%20DE%20FRITURA%20PARA%20AP%E2%80%A6.pdf

25 24 FIGURA 11 - Amostra de óleo antes e depois de várias utilizações Fonte: 93LEO%20RESIDUAL%20DE%20FRITURA%20PARA%20AP%E2%80%A6.pdf Através da FIGURA 11 é possível observar que o óleo pós-fritura apresentou coloração escura em relação à outra amostra, apresentando-se bastante oxidada. A cor escura ocorre devido ás reações desencadeadas no estresse térmico, reduzindo bastante à qualidade do óleo e o seu volume. O óleo de coloração escura depois de impróprio para o consumo e descartado na maioria das vezes direto na tubulação de esgoto. A reutilização excessiva do óleo de cozinha produz elementos tóxicos que podem causar doenças degenerativas, cardiovasculares e envelhecimento precoce, segundo o pesquisador Márcio Antônio Mendonça, do Departamento de Nutrição da Universidade de Brasília (UnB). Mendonça analisou o óleo de fritura de quatro restaurantes do Distrito Federal, que servem quatro mil refeições por dia.o óleo de fritura nesses estabelecimentos, constatou o pesquisador, chegava a apresentar acidez quatro vezes maior que o percentual de 0,3% permitido ao produto quando sai da fábrica. O índice de gordura saturada, acrescentou, também era três vezes maior do que o estabelecido pela lei. O óleo perde seus constituintes naturais com a reutilização e forma compostos tóxicos, prejudiciais à saúde afirmou Mendonça (AMAIVOS, 2012).

26 25 O Brasil ainda não tem uma lei sobre descarte do produto. Hoje o dono de restaurante pode reutilizar o óleo quantas vezes ele quiser. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) possui mais de dez recomendações sobre o uso e descarte do óleo de cozinha. Entre elas, filtrar o material após o uso, jogá-lo fora se surgir espuma ou fumaça, aquecê-lo a, no máximo, 180ºC, evitar completar óleo velho com novo e não descartá-lo na rede pública. Sabe-se que hoje existe no mercado fitas que controlam a reutilização do óleo, avisando o momento em que deve ser feito o descarte (dependendo do alimento e tempo de fritura) (ANVISA, 2011) O processo de tratamento do esgoto e a poluição causada pelo descarte de óleo nos efluentes O processo de degradação da matéria orgânica pode ocorrer de duas formas (HAMMER; HAMMER, 1996): a) DEGRADAÇÃO AERÓBIA: Nesse processo, os microorganismos presentes no esgoto utilizam o oxigênio dissolvido (O 2 ) presente nas fontes d'água para poder degradar a matéria orgânica. Com isso, o teor de O 2 dissolvido na água diminui, afetando a vida de todos os organismos que dependem do oxigênio. O resultado pode ser, por exemplo, a morte dos peixes no corpo d'água. b) DEGRADAÇÃO ANAERÓBIA: De uma forma simplificada, o processo anaeróbio ocorre em quatro etapas. Na primeira etapa, a matéria orgânica complexa é transformada em compostos mais simples como ácidos graxos, amino ácidos e açucares, pela ação dos microrganismos hidrolíticos. Na segunda etapa as bactérias acidogênicas transformam os ácidos e açucares em compostos mais simples como ácidos graxos de cadeia curta, ácido acético, H2 e CO2. Na terceira etapa, estes produtos são transformados principalmente em ácido acético, H2 e CO2, pela ação das bactérias acetogênicas. Por fim, na última etapa, os microrganismos metanogênicos transformam esses substratos em CH4 e CO2.

27 26 Em estudos LORA (2000) descreve os métodos de tratamento dos esgotos sanitários. Esses processos permitem que todo o efluente seja devidamente tratado e os organismos e matérias prejudiciais à saúde e ao ecossistema sejam retirados. Os processos em questão são reproduzidos em estações de tratamento (TABELA 1). TABELA 1- Classificação dos métodos de tratamento dos esgotos sanitários Tipo de Tratamento Primário Processos Inclusos e Objetivos Remoção de materiais grosseiros (pedras, gravetos, garrafas, plásticos, etc...) através de uma grade manual e, da remoção de sólidos, tais como areia, com auxílio de um equipamento mecanizado denominado Rotamat. Estes materiais são transferidos para um recipiente, que é enviado para um aterro sanitário, e a parte líquida é bombeada para o tanque de armazenamento e homogeneização Secundário O resíduo entra em contato com o lodo biológico composto principalmente por bactérias heterotróficas, quimioautótrofas, protozoários e micrometazoários, que serão responsáveis pelo tratamento. Estes microorganismos irão degradar a maior parte da matéria orgânica contida no resíduo, reduzindo consideravelmente sua carga orgânica inicial. Por se tratar de material bacteriano, o seu crescimento é muito acentuado, devido a alta taxa de reprodução das bactérias principalmente sob temperaturas elevadas. O excesso de lodo formado será descartado para um tanque de estabilização e adensamento de lodo, que após conclusão desta etapa é recalcado para os leitos de secagem, perdendo água por infiltração e evaporação. O tratamento secundário possui um ciclo de trabalho composto pelo enchimento, aeração, sedimentação e descarte. Após a sedimentação, é feito o descarte do sobrenadante,

28 27 sendo recalcado até o filtro de areia com granulometria adequada para retirada dos sólidos que ainda persistam. Após a filtração, o efluente segue por gravidade para a câmara de desinfecção, onde recebe hipoclorito de sódio assegurando a qualidade final do efluente que será lançado no corpo receptor. Fonte:http://www.semasa.sp.gov.br/Documentos/ASSEMAE/Trab_114.pdf Embora qualquer contaminação seja em si indesejável, na verdade, o caráter poluente de uma substância é algo definido em lei, estabelecendo concentrações e situações a partir das quais há prejuízos relevantes e concretos a saúde e bem estar dos seres vivos e ao meio ambiente. Como determinado as ETEs realizam os processos do tratamento do esgoto e encaminham ao corpo receptor devidamente tratado. A FIGURA 12 mostra a estação de tratamento de esgoto de São Miguel em São Paulo, e a FIGURA 13 esquematiza o processo aeróbico de tratamento de esgoto FIGURA 12 - Foto da ETE de São Miguel Fonte:

29 28 FIGURA 13 - Processo aeróbico de tratamento do esgoto Fonte: Pela Resolução do CONAMA n 430 de 2011, nas águas doces de classe 1,2 e 3, óleos e graxas deverão ser virtualmente ausentes, e as águas doces de classe 4 toleram-se iridescências. A seguir será estimado quais seriam os volumes de água, que com base na legislação vigente, seriam poluídos por 1 litro de óleo vegetal, considerando os limites máximos de lançamento em corpos d água: Federal: Res. CONAMA 430/ 11 art. 16: OG (vegetal/animal): 50 mg/l O limite legal restritivo de lançamento (50 mg/l), permite lançar aproximadamente uma gota de óleo por litro considerando a densidade do óleo usado de aproximadamente 0,92g/cm³. Dessa forma, em tese, 1 litro de óleo poluiria aproximadamente litros de água (RODRIGUES, 2011).

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