Filosofia cabocla: considerações sobre o pensamento caboclo dos moradores das comunidades de várzea Tapará Grande e São Ciríaco

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1 GESTÃO INTEGRADA E SUSTENTÁVEL DOS RECURSOS HÍDRICOS TRANSFRONTEIRIÇOS NA BACIA DO RIO AMAZONAS CONSIDERANDO A VARIABILIDADE E AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS OTCA / GEF / PNUMA GEF-AMAZONAS COMPONENTE - III ESTRATÉGIAS DE RESPOSTA SUBPROJETO - III.I PROJETOS PILOTO DA GIRH Prof. Dr. Andrei Santos de Morais Especialista em Filosofia - Cultura de Comunidades Ribeirinhas na região do rio Tapajós para apoiar ATIVIDADE - III.1.2 MANEJO SUSTENTÁVEL DE FLORESTAS DE VÁRZEAS NA BACIA DO RIO AMAZONAS Produto II: Artigo Científico Título: Filosofia cabocla: considerações sobre o pensamento caboclo dos moradores das comunidades de várzea Tapará Grande e São Ciríaco Autor: Dr. Andrei Santos de Morais Resumo: O caboclo das comunidades das várzeas Tapará Grande e São Ciríaco resistem a muitas intempéries da vida políticas públicas ineficientes, economia desleal, tecnologias onerosas entre outras. Vistos do alto, são manchas em nossa cartografia. De perto, nos impressionam na ousadia de morar em lugares tão inóspitos, sob condições muitas vezes sub-humanas. Aqui, a mulher tem papel importante na composição dessa realidade, seja na organização da casa, seja participando da cadeia produtiva. Com as águas sob os pés, sua referência é móvel, temperamental a ponto de venerá-lo como maior obra divina, seja a partir da óptica protestante, católica ou profana. Abstract: The Caboclo communities Grande floodplain Calabash and St Cyriac resists many storms of life - public policies inefficient, unfair economy, costly technology among others. Viewed from above, are spots in our mapping. Closely impress us in daring to live in such inhospitable places, under conditions often sub-human. Here, the woman has an important role in the composition of this reality is the organization of the house, is participating in the production chain. With the water underfoot, your reference is mobile, "moody" about to worship him as the greatest work of God, either from the optical Protestant, Catholic or secular. Palavras-chave: Filosofia; Natureza; Religião; Produção; Tecnologia. Keywords: Philosophy; Nature; Religion; Production; Technology. 1

2 Fonte: 2

3 I. Apresentação A alegria foi de quando um ano aí a gente teve um melancial, um roçado até meio grande (...). E esse menino mais velho, que tá com 12 anos agora (...), quando ele tava com 3 anos, a gente botava um saco de melancia nas costas e ele, entusiasmado também, ia pro meio do roçado, aí ele pegava, queria carregar aquelas melancia grande, até que um dia ele pediu Papai, bote aqui uma melancia pra eu levar!, ele falava meio que atrapalhado (...). Eu peguei uma meia grande, aí ele colocou a melancia na costa e a melancia caiu pra trás e ele caiu em cima da melancia, hehe. Então isso divertiu muito a gente de ver uma criança com aquela vontade de trabalhar. Raimundo Iracildo dos Santos Dias, 42, do Tapará Grande Neste artigo, apresentarei os resultados da minha pesquisa sobre o diagnóstico filosóficocultural das comunidades Tapará Grande e São Ciríaco (região de Uricurituba), áreas de várzea no baixo Amazonas, município de Santarém (PA), a partir de visitas in loco com entrevistas e fotos, entre os meses de junho e julho de O objetivo é apresentar não somente as condições de trabalho, suas atividades econômicas principais como também refletir acerca de seu imaginário, sua organização social e assim apresentá-los à equipe de especialistas que promoverão o empoderamento tecnológico sustentável de suas culturas. Tudo isso para apresentarmos a filosofia do caboclo de várzea: imerso nas intempéries violentas do rio, esquecido pelo Estado e guerreiro na luta diária pela vida digna. Fotos dos participantes do Projeto Manejo sustentável de florestas de várzeas transfronteiriças na bacia do rio Amazonas. A partir do alto, da esquerda para a direita, os moradores do Tapará Grande: Raimundo Iracildo dos Santos, Henriques Santos Brito, Maria de Jesus Leão Delgado, Francisco Miranda de Almeida, Maria de Fátima Dias de Almeida, Antonio Edmilson Pinto Pimentel, Rosemary dos Santos Barros, Luís Antonio Pinto e Odeise de Sousa Pinto, Edir Batista Melo e Elcilei Carvalho Melo, Raimundo Sousa e Maria de Nazaré Dias de Sousa, Dnison Carlos Lopes Batista e Marília Silva Batista, Argélio Emerson dos Santos Rebelo, Nilton Nazareno Pinto Pimentel e o encontro das águas do rio Tapajós e Amazonas. E, na última linha, os moradores de São Ciríaco: Antonio Rodrigues dos Reis, Adelino Maciel Reis, Marli Pereira Figueiredo, Milton Maciel dos Reis, Ely Maria Leopoldina Silva, Nilson Rego dos Santos e parte da equipe de especialistas da Profa. Patrícia Oliveira Chaves, Coordenadora do Projeto supracitado 3

4 II. Levantamento sócio-econômico-cultural Meu dia-a-dia pra mim... é um dia. Milton Maciel dos Reis, 48, de São Ciríaco As comunidades Tapará Grande (assentamento agroextrativista de aproximadamente 148 famílias, localizada a Sul, Oeste) e São Ciríaco (assentamento agroextrativista de aproximadamente 96 famílias, localizada a 02 15'51.4 Sul, ' 16.3 ) pertencem ao município de Santarém (PA). Ambas são classificadas como várzea, área às margens do rio Amazonas que sofre mudanças extremas de cheia e seca. A várzea é a planície aluvional propriamente dita ou o leito maior dos rios; é a região sujeita, parcial ou totalmente, às inundações anuais e o seu solo é constituído de sedimentos quaternários depositados anualmente pelo rio. (PORRO apud CUNHA: 1992, 176-7) Esse movimento das águas é fundamental para o enriquecimento da terra firme, proporcionando uma renovação anual para as culturas desenvolvidas na região. A decomposição da matéria orgânica submersa, acelerada pela temperatura elevada e a ação de bactérias e fungos, ajuda a fertilizar a terra de várzea. (RIBEIRO: 1990, 32) Essa decomposição de matéria orgânica faz da várzea terra deveras rica em nutrientes tanto para os peixes na cheia quanto à produção agrícola na seca. Às margens ou sobre uma riqueza natural sem dimensões quantitativas fazem de seu habitante parte integrante do rio Amazonas, nosso herói e pensador caboclo. E quem é esse pensador caboclo? Talvez um filósofo alemão tenha descoberto algumas ruínas de resposta. No esforço de pensar o impensado, o que significa filosofar, sua tarefa e condição, Martin Heidegger (2008) é enfático: Filosofia é filosofar. (Ibidem, 17) A filosofia deve ser determinada a partir de si mesma. E é comum e aberta a todos que se dispuserem a questionar mundo, valores, ideologias e toda sorte de verdades impostas como eternas e imutáveis. Desse modo, bastar ser ser humano para filosofar. A saber, a filosofia não se reduz à sentimental e bonachona concepção amor à sabedoria. Sofós (sábio) É aquele que tem o paladar certo para algo, que tem olfato e instinto para o essencial e, por isso, tem facilidade em lidar diretamente com esse algo, compreendendo-o de modo profundo, isto é, trata-se de alguém que consegue se colocar diante de uma coisa de uma maneira exemplar e, portanto, sobrepujante. (Ibidem, 23) Filosofar é uma atitude que parte do dasein (ser-aí), condição-instinto sine qua non ao pensador. 4

5 Ou seja, a introdução ao filosofar não se dá de fora para dentro (ibidem, p. 1), do estranho ao familiar. Nem muito menos filosofar é re-fletir (Cf. HEIDEGGER: 1998), movimento para si mesmo. O ser-aí está no mundo e não em si mesmo. Ao re-fletirmos, não nos voltamos para nós mesmos, movimento deveras sub-reptício, voltamo-nos para o mundo em que estamos, é a nossa perspectiva de pensar e agir. Ao investigar as origens gregas do que é sofía (sabedoria) e o fazer do sofós na literatura, Heidegger encontra tanto na Ilíada (HOMERO, XV, vs ) quanto em Os Trabalhos e os Dias (HESÍODO, vs. 649) a palavra sofía remetendo ao trabalho artesanal. E nos apresenta o questionar/contemplar no fazer, na práxis, na atividade manual, técnica, vista pelo tempo, nas histórias, como de menor valia. Esta é a ponte entre o saber acadêmico, visto muitas vezes como contemplativo e superior, e o local, encontradiço em comunidades encrustadas na imensidão da floresta. Doravante, o termo sofía é transposto para a poesia e a música, o que pode ser compreendido e realizado. Ser homem já significa filosofar. Segundo sua essência, o ser-aí humano como tal já se encontra na filosofia, e isso não de modo ocasional. Como o ser-homem tem, contudo, diversas possibilidades, múltiplos níveis e graus de lucidez, o homem pode encontrar-se de diversas maneiras na filosofia. De modo correspondente, a filosofia como tal pode permanecer velada ou manifestar-se no mito, na religião, na poesia, nas ciências, sem que seja reconhecida como filosofia. E, visto que a filosofia como tal também pode se constituir de modo efetivo e expresso, parece que aqueles que não tomam parte no filosofar expresso estão fora da filosofia. (HEIDEGGER: 2008, 4) Por encontrar-se em diversas maneiras na filosofia, o ato de filosofar estende-se a todas as manifestações religiosa, mitológica, poética e científica, embora velado. Aqui, não há hierarquia entre saberes hegemônicos e não-hegemônicos. Pelo contrário, há uma equidade de saberes cujo núcleo é idêntico: a filosofia. As reflexões heideggerianas são a esteira filosófica para equipararmos o saber global da academia com o saber local das comunidades amazônidas e santarenas. A atividade filosófica, o filosofar, estende-se a todos empenhados na árdua dedicação àquilo que é mais importante em nossas vidas, fundamento que encontramos na atividade poética artesanal, no fenômeno religioso e na vivência dos mitos, principalmente por fazer parte do mundo amazônido em questão. A nossa realidade, como é que a gente vive. Porque nós depende disso, nós depende da chuva, nós depende da água, nós depende do verão, nós depende de tudo, porque se nós não depender de todas essas coisas, a gente não sobrevive. (Francisco Miranda de Almeida, 53, Tapará Grande) A analogia da dependência mútua humano-natureza é condição visceral para 5

6 entender o pensamento caboclo de várzea. É heraclítico ( 91. Não se pode entrar duas vezes no mesmo rio. Os pensadores originários: 1993, 83) seu pensamento. O modo como percebem o movimento torna-os originais, uma vez que vivem em função da mudança cheia seca cheia. Na seca, ainda que o chão esteja parado, a imagem-movimento do rio sobrepõe sobre seus olhos. É a expectativa da próxima cheia: Virá maior ou não que a última de 2009? O rio avança e se retrai e os humores caboclos acompanham o movimento do banzeiro. Nas grandes cidades, a velocidade do tráfico de veículos determina seu tempo. Nas várzeas, temos os barcos, lanchas, bajaras, balsas e rabetas compondo com o rio o movimento de suas vidas. Seja subindo o rio, seja descendo; vendo o rio chegando, vendo-o indo..., não se pode manter o mesmo que se mantém em movimento. A minha profissão é pescar, é trabalhar... Meu dia-a-dia pra mim... é um dia. [Acordo] às 6 h, trabalho às 7 horas, de lá deixo 10 horas, 10 e meia (...). Duas em diante [retorno ao trabalho], [vou dormir] às 11 horas, meia noite. (Milton Maciel dos Reis, 48, São Ciríaco) Sim, um dia. Não há repetição de mais um dia, cada dia é um dia diferente, nada continua sendo o mesmo tendo como lastro da realidade o que está sempre em movimento: o rio Amazonas. Aqui, sem o rio, somos nada. (Argélio Emerson dos Santos Rebelo, 40, Tapará Grande) Nessas comunidades, a presença da dinâmica peculiar na realidade social da/na Amazônia transmite-se pela relação aproximada com a natureza, nas suas relações com a cidade distante, nas trocas de fluxos entre várzea e cidade. As pessoas que compõem essa realidade expressam suas formas nas interações com o rio, na dinâmica da várzea, área peculiar na Amazônia. O fluxo do rio faz o espaço ficar na estiagem durante os meses de setembro a dezembro; encerrando este, inicia-se o período de cheia, interferindo no dia-a-dia de seus moradores. Durante o período em que a cheia se faz presente, as casas de palafita são perpassadas pelas águas do rio, este se torna, então, o chão direto das embarcações como canoas, bajaras e barcos que se fazem como meios de locomoção e de trabalho, tanto na pesca quanto no transporte humano e escoamento da produção. Durante o período de estiagem, as práticas cotidianas são modificadas pela vinda da terra da várzea, caracterizada pela sua fertilidade, torna-se fonte para práticas de agricultura. Dentre os alimentos produzidos estão a melancia, a mandioca, o milho, jerimum, hortaliças. Além da agricultura, na região do Tapará, as pessoas também praticam a pecuária assim como a criação de aves. As produções advindas das práticas cotidianas dos moradores das duas comunidades são fontes de suas trocas econômicas assim como de alimentação e de sua vivência em geral, uma vez que se situam numa relação de homeostasia com a natureza. Assim, as formas pelas quais estão e percebem o mundo estão alicerçadas numa configuração de situações posicionais. Aqui, a técnica está ligada diretamente a um modo de ser; isto é, operando em outras lógicas, em que diferem e 6

7 contrastam com a relação de trabalho, o qual aqui se engendra de outra forma. Tudo isso está expresso no modo ser e estar dessas pessoas, a maneira como elas encaram e estão no mundo. As relações entre natureza e cultura são fronteiras que se entrelaçam, já que a relação com a natureza é dada de maneira direta, agenciando diretamente suas próprias formas de trabalho e trocas econômicas. Os seus conjuntos de saberes estão associados a uma realidade social próxima à natureza, suas interações se dão numa relação local, pois o espaço e o pertencimento que existe entre ele criam uma relação recíproca entre as pessoas e a natureza. A oposição entre várzea e terra firme constitui-se elemento essencial para se compreender o cotidiano das pessoas que moram em tais comunidades. Rosemary dos Santos Barros, 39, moradora há 18 anos no Tapará Grande, prefere a estiagem em vez da cheia. Na seca, ela pode circular melhor entre as casas, visitar parentes e amigos como se vivesse uma grande família, mormente por dividirem entre si suas culturas voltadas para o consumo próprio, como hortaliças e outras: a mandioca, a melancia, o jerimum, o milho; ou até mesmo ser socorrida por um vizinho transportando-a para a ajuda mais próxima. Por outro lado, para Marli Pereira Figueirerdo (40, São Ciríaco): Tá certo que no verão tá tudo terra. É melhor, a gente pode comer uma fruta melhor, que a gente pode produzir, né? Mas também na enchente eu também sou feliz. Por exemplo, de você ver a água aqui assim escoando, da gente ver um peixe que a gente pode pegar mais perto, né? Pra mim ainda é uma felicidade a gente poder morar num lugar como esse que você vê muitas árvores (...), o contato direto com a natureza é muito bom. Então, pra mim sou feliz, tanto seja no verão ou no inverno. E Nilson Rego dos Santos (49, Tapará Grande) acrescenta: No verão... sábado ou domingo tem festa. Há um sentimento de pertencimento a uma grande família. Nas comunidades do Tapará Grande e São Ciríaco, o respeito pelo espaço é familiar e condição de existência harmônica entre seus pares. Se eu tivesse na cidade nesse momento aqui, eu tinha que estar em um emprego, às 5 da tarde eu teria de sair. Aqui se eu quiser sair durante uma semana, não preciso dar satisfação para ninguém. (Antonio Rodrigues dos Reis, 56, São Ciríaco) Todavia, apesar da inconstância de uma realidade que se sobrepõe aos seus olhos, os caboclos são livres para fazer o seu tempo. 7

8 II.I Atividades produtivas Pescador Henriques Santos Brito, 48, em sua atividade pesqueira no Tapará Grande A gente veve em conformidade com a natureza (...). A mente avisada é continuar a viver aqui. Edir Batista Melo, 51, do Tapará Grande As populações ribeirinhas das áreas de várzea assim como as de terra firme organizam-se principalmente a partir das Colônias de Pescadores (Z-20 em Santarém) e dos Sindicatos de Trabalhadores Rurais, estes fazem intermédio entre as populações ribeirinhas e o IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), órgão do Ministério do Meio Ambiente. Além dessas Instituições, as populações ribeirinhas também se organizam por meio dos Conselhos de Pesca, "formados por dois representantes de cada comunidade das regiões de pesca, com o objetivo de acordar e gerenciar o uso dos recursos naturais renováveis de lagos, rios, furos e igarapés, pelos usuários desses mananciais aquáticos, por meio da elaboração e cumprimento dos Acordos Regionais de Pesca." ( O DWYER: 2013, 210) As Colônias de Pesca servem como ponte direta entre as populações ribeirinhas e o Estado, além de regularizar a situação da pesca na região (responsável pelas licenças, cadastradas no órgão, que legitimam a atividade pesqueira). As Colônias de Pesca também concedem alguns auxílios e benefícios sociais, como: aposentadoria, auxílio-maternidade, auxílio-doença e pensão por falecimento, sendo considerada uma das principais atividades das Colônias de Pescadores a luta pela concessão do seguro-desemprego nos períodos de defeso, com a proibição da pesca de determinadas espécies que estão se reproduzindo. (Idem) Os Conselhos de Pesca, por sua vez, são instituições nas quais os pescadores da região instituem Acordos Regionais de Pesca, delimitando a organização das atividades pesqueiras na região, fixando um período para a captura e venda de cada tipo de pescado. 8

9 Entretanto, as relações entre caboclos da várzea e o Estado não são satisfeitas por vários motivos. Um reflexo prático existente na tensão entre moradores das áreas de várzea e as políticas públicas estatais é uma característica da pós-modernidade, na qual as identidades são diluídas, engendrando-se certas crises geradas pela relação Sociedade e Estado. Geralmente moradores de várzea atuam em várias atividades ao mesmo tempo (pesca, pecuária, avicultura, agricultura e extrativismo vegetal). No entanto, para eles garantirem direitos como aposentadoria, precisam escolher entre a pesca e a agricultura; ou seja, necessitam filiar-se ou às Colônias de Pescadores ou aos Sindicatos de Trabalhadores Rurais. Isto explicita diretamente as relações entre as agências do Estado e o direcionamento das sociedades ribeirinhas caboclas. Além dessas organizações e instituições ligadas às práticas de pesca e agricultura, outras políticas públicas interferem na tensão ribeirinho e Estado por intermédio do Programa Comunidade Tradicional, do Ministério do Meio Ambiente. A instância responsável pela execução desse Programa é a Coordenadoria de Agroextrativismo CEX, que está vinculada ao Departamento de Agroextrativismo e Desenvolvimento Sustentável DADS, que por sua vez faz parte da Secretaria de Políticas para o Desenvolvimento Sustentável SDS do Ministério do Meio Ambiente MMA. (Ministério do Meio Ambiente: 2013) Dentre os objetivos desse Programa, está a "inclusão social" dos povos tradicionais, fomentando as APLs (Arranjos Produtivos Locais traduzindo: projetos de demanda). As verbas repassadas ao programa são de origem do Orçamento Geral da União. Os projetos de demanda estão divididos em três categorias: tipo A (até 5.000,00 reais); tipo B (de 5.001,00 a ,00 reais) e do tipo C (30.001,00 a ,00 reais). No entanto, atualmente apenas a categoria A está disponível. O Ministério do Meio Ambiente alega que a Gerência de Agroextrativismo (GEX) está estabelecendo uma nova estratégia de fomento para atendê-los. (Idem) Não é sem fundamento a reclamação geral dos moradores de várzea por verbas que fomentem sua produção e qualidade digna de vida. Estão à mercê de políticas públicas que atendam suas necessidades mais prementes, como capacitação tecnológica, energia, comunicação, ensino e saúde. Na visita de Ariovaldo Mariano Nunes, nos dias 9 e 11 de setembro (2013), consultor em tecnologia da informação e técnico em hardware do Projeto, com vistas a atender demandas tecnológicas às suas despesas econômicas, verificou uma lógica que espolia a produção pesqueira local. No Tapará Grande, as geleiras oferecem até o valor de c$0,50/quilo (cinquenta centavos de real por quilo) ao pescado, são navios frigoríficos que repassam sua produção ao consumo interno, mormente Mercadão 2000 e o Tablado (estrutura em alvenaria suspensa sobre o rio, com 9

10 bancas de pescado e hortaliças) de Santarém. Agora, para manter a qualidade de sua produção, os pescadores e agricultores gastam maior parte de sua renda com a energia, consumidora de diesel (via geradores) e de gelo. Em época da piracema, quando temos uma alta concentração de peixes no rio Amazonas, os pescadores são obrigados a vender toda sua produção para evitar despesas na sua conservação. Nunes sugeriu ao pescador e construtor de navios local um pré-projeto de balsa-horta a Dnison Batista. Para os peixes, ensinou-lhes a defumar, salgar e desidratar tanto peixes quanto frutas e hortaliças. A montagem de um fogão solar também foi incluída nas aulas. Antônio Edmilson Pinto Pimentel está na comunidade de Tapará há 49 anos, sua família já está na região na terceira geração. Atualmente ele é presidente do Conselho Regional de Pesca. Suas atividades cotidianas se voltam para a criação de galinhas, gado, pesca e para o cultivo de melancia, milho, feijão, jerimum, verduras e legumes em geral. Sua produção é direcionada à sua alimentação assim como para trocas econômicas. Segundo Pimentel, a comunidade precisa de incentivo profissionalizante e educacional para que não haja necessidade da juventude da região migrar para as cidades maiores próximas, dentre elas estão Santarém e Manaus. Pimentel reforça, ainda, que existe uma fronteira, a ser superada, nas suas trocas comerciais, sendo que os moradores do Tapará enfrentam dificuldades para vender seus produtos, pois em geral as negociações são feitas com atravessadores, marreteiros, os quais não pagam o preço justo para os produtos. Em outras palavras, muito mais que verba, os caboclos de Tapará Grande e São Ciríaco necessitam de soluções simples, de baixo custo e sustentáveis para atenderem suas necessidades básicas e urgentes. Não é porque nós moramos na várzea que nós não temos direito de tomar uma água gelada ou viver melhor. (Marli Pereira Figueiredo, 40, São Ciríaco) Na entrevista de Marli Figueiredo, o reclame pelo direito às condições básicas de todo cidadão brasileiro é evidente. Os direitos básicos do brasileiro não alcançam essas comunidades. Por isso, sentem-se excluídos de políticas públicas voltadas à educação, precária em sua maioria de instalações, assim como um atendimento de pronto-socorro de qualidade. Construir um laboratório de estudos tecnológicos em áreas de várzea situado em suas terras foi uma ideia aventada nas entrevistas. Uma educação promoveria certamente não somente o aprimoramento de técnicas, como o desenvolvimento de soluções ribeirinhas e troca de conhecimento com os demais laboratórios dessa natureza no Brasil e no mundo. 10

11 II.II Experiências religiosas e o pensador caboclo de várzea Há dois tipos de fé (...). Muita gente não tem fé, mas tem esperança. Macambira (codinome de Antonio Pimentel), 49, do Tapará Grande Tu diz que tu tem fé, mas tu trabalha e nunca consegue nada. Francisco Miranda de Almeida, 53, do Tapará Grande Do alto, da esquerda para a direita: igrejas Assembleia de Deus; Ministério Cristo é Vida; São Joaquim; Casa de Oração da comunidade Tapará Grande; São Ciríaco, padroeiro da comunidade homônima; e o pássaro João de Barro Em meu questionário-guia, busquei a relação natureza (rio) religião confessa (fé evangélica ou católica) para explorar o imaginário das comunidades Tapará Grande e São Ciríaco. A partir dele, tentar compreender a relação entre imaginário e tecnologia. Compreender essa relação poderia me levar a traçar um rastro para entender a recepção de novas tecnologias no cotidiano do caboclo de várzea. Faz-se necessário questionar: Como ele recebe/apreende as novas tecnologias e como pode integrá-las a sua vida? Entretanto, como toda expectativa que se esvai em sua projeção, obtive mais o silêncio das palavras nas entrevistas. No Tapará Grande, entre os 10 entrevistados, apenas 2 são católicos (representados na igreja de São Joaquim, padroeiro da comunidade). A maioria é de religião protestante (com suas igrejas: Assembleia de Deus, Ministério Cristo é Vida, Casa de Oração), mormente por interpretar toda sorte de visagem, mito ou lenda como obras unicamente do demônio. Esse negócio de visagem, essas coisas não existem. Acredito apenas em deus. O que existe é o demônio que pode perseguir a vida dos outros. Mas assim..., nesse tipo de coisa, eu não acredito, não. (Rosemary Barros, 39, Tapará Grande) 11

12 (...) A atividade missionária, mais do que converter, tem como finalidade criar condições simbólicas e materiais para que a mensagem cristã se universalize em diferentes contextos socioculturais ( ). A tradução cultural, portanto, coloca-se como essencial à expansão dos evangélicos. Em sentido duplo: primeiro, porque a ação é direcionada para inserção de uma religiosidade, a princípio estranha ao grupo-alvo. Segundo, e em sentido restrito, esse processo materializa-se pela introdução de um livro sagrado: A Bíblia. Sendo ela a fonte única de acesso a Deus, conforme a tradição protestante. (WRIGHT: 2004, 33-4) Nessa evangelização, constroem-se relações simétricas entre a vida e o livro sagrado. Temos a união entre o contexto sócio-econômico-cultural e a mensagem cristã, trata-se da universalização de um discurso apodítico, sem direito a réplicas, tréplicas. Enquanto fundamento último, é realidade última de justificativa. A relação expressa na religião traduz nestes lugares as transposições cosmológicas (a lente com a qual vemos o mundo) que ligam essas pessoas à natureza, uma vez que se entrelaçam rompendo as fronteiras ontológicas entre a cultura e a natureza, expressando-se no cotidiano dessas pessoas ao relacionarem às coisas que acontecem, também conhecido como o empirismo do saber local. Raios, trovão, estação do ano, comportamento dos animais, artefatos e as relações de trabalho também se encontram vinculadas principalmente às visões e sinais de uma realidade carregada de espiritualidade. Sempre meus pais falavam que quando a água vai vazando, que as borboletas baixam ao favor do vento, eles diziam que o verão ia ser forte. (Raimundo Sousa, 58, Tapará Grande) Apesar de confessar o credo protestante, Raimundo Sousa não se desvincula de sua tradição familiar, um atavismo que sua evangelização não foi capaz de extirpar. De primeiro, meus pais me contavam que, quando baixava um bando de garça, era alguém que ia morrer na comunidade. Meus pais diziam que era defunto. Morreu um cidadão chamado seu Arlindo, aí eles pegaram e fizeram essa experiência (de pegar a cuia...), quando chegou bem defronte ali do Rainero, a cuia rodou, mostrando onde estava o corpo. Então, isso daí, são coisas antigas que muita gente tacha como superstição. Pra mim, quando aquele panã-panã (borboleta grande) entra dentro de casa, eu já sei que é dinheiro que vão me pagar. Pra muita gente, quando o gavião tá de peito é felicidade, os negócios vão dar certo. (Antonio Edmilson Pinto Pimentel, 49, Tapará Grande) Seja a cuia que gira e emborca indicando a localização de um defunto no rio; o panã-panã, seja o caracol que marca o nível das águas ou o João de Barro, ou seja o João de Pau na narrativa de Maria de Jesus Delgado (48, Tapará Grande): 12

13 Aquele bichinho ali vermelhinho chama João de Pau (...). Se você visse como ele faz a casinha de barro, ele faz uma casa de barro com uma janelinha, isso já foi pra banda do colégio... Ele é muito engraçadinho... Ele faz para outro passarinho morar. Aí ele se chama João de Barro, porque o João só faz a casa para dar aos outros. O nome dele, desse passarinho vermelhinho, aquele bem lá que vai passar pra lá, aquele lá jitinho [pequeno], olha! Ele pega essas terrinhas aí, ele carrega muitos dias essas terrinhas, aí ele faz desse tamanho assim [gesticulando]. Tudo isso nos leva a várias inquietações. No começo das entrevistas, quando se falava em visagens, o silêncio se apoderava daqueles instantes. Entretanto, quando mudei a pergunta direcionando-a a palavra sinais, como pura magia, a porta de suas lembranças se abriram abruptamente, tanto que não havia mais espaço para dizer tudo que se sabia. Neste momento do café filosófico com os entrevistados do Tapará Grande, notei uma profusão de estórias invadindo o diálogo, de simples relatores de seu dia-a-dia, passaram à instância de grandes pensadores da existência humana. Neste contexto, é válido apresentarmos Argélio Emerson dos Santos Rebelo (40, Tapará Grande): Ele produz para seu consumo e ainda assiste seus vizinhos com melancia, mandioca, feijão e leite para o seu consumo principalmente. Sua atividade principal é a pesqueira. Segundo seus vizinhos, ele tem pacto com o diabo. Rapaz, eu vou te falar a verdade, pra mim, eu nunca vi, o pessoal dizem que eu tenho parte com o diabo aqui no Tapará. Te juro que é verdade! Porque eles dizem assim: O que eu planto pra mim dá. Aí eu digo não é, meu irmão, sabe o que falta? Falta é uma técnica para trabalhar em cima daquilo. Como o mito Midas do imaginário grego antigo, tudo que ele toca nasce. Rebelo rebate ao defender como segredo a dedicação ao seu trabalho. Apesar de não acreditar em visagens, tem muitas estórias que desafiam a racionalidade e o cotidiano de pescador. Todavia, em São Ciríaco, todos os entrevistados são católicos, apesar de também estar presente na comunidade as igrejas da Paz e Assembleia de Deus. Por essa influência religiosa, as estórias de visagens se multiplicaram. Aqui, destaco algumas instigantes: Ouvi dizer que a colher, quando cai de peito pra cima, é mulher; quando cai de peito pra baixo, é homem. (Antonio Rodrigues dos Reis, 56, São Ciríaco); Ele perguntou se a enchente vai ser grande ou vai ser pequena. Aí tinha um senhor junto com nós, já meio idoso, aí ele disse Olha, eu acho que a água vai baixar porque o jacaré piripiri já lambou o rabo lá. Eu tenho uma fé porque quando vejo um jacaré fazer isso, eu sei que a água já vai baixar. (Antonio Rodrigues dos Reis, 56, São Ciríaco); O carão, quando canta caaarããoo, um grito dele que dobra, pode contar que a água já vai vazar. (Antonio Rodrigues dos Reis, 56, São Ciríaco); Se o galo cantar pelo rumo daquela casa, daquela lá, alguém vai aparecer grávida naquela casa. (Marli Pereira Figueiredo, 40, São Ciríaco); O fite, ele 13

14 existe mesmo, não sei qual é o procedimento, mas se a gente vim na estrada; por exemplo, se eu sair daqui e ir lá na casa do tio Berinho, que é longe, e um fite assobia na rabeira, eu saio, ele assobia fite aqui, pode contar que ele não fica aí atrás. Ou ele assobia pra frente ou pro lado, mas ele vai embora fazendo a frescura. (Antonio Rodrigues dos Reis, 56, São Ciríaco) III. Considerações finais Eu admiro, admiro muito o homem na natureza. Eu, quando vejo, né, a pessoa dizer: Eu sou muito feliz! Aí eu digo: Mas tu vai domingo ao culto? Não, eu tenho tal coisa para ir ver. Olha, à tarde, um esporte? Não, porque eu tenho tal coisa para fazer. Ele acaba dizendo que ele é feliz porque tem uma fazenda, porque ele tem um barco grande, porque ele tem muitas coisas, mas não sabe que gosto tem um lazer, nem uma igreja, enfim, na sociedade espiritual, ele não existe. E eu gosto de ver, né, de ver a pessoa dizer Eu sou feliz!. Porque? Porque mesmo que eu não tenho isso aqui, tudo isso aqui, mas ainda tiro tempo pra mim ir na igreja, ainda tiro um tempo para jogar um jogo de futebol e com toda dificuldade, eu por exemplo ainda tomo umas cervejinhas para conversar com meus colegas, né? Aí, não sei porque gosto de ver uma pessoa feliz desse jeito, participando desse jeito, mas acho que a felicidade acaba ficando bem aqui onde a pessoa ainda participa. Com todas as dificuldades, ele ainda participa desse momento. Então, eu, tanto faz com enchente como verão, eu, a vida é essa aqui, a que deus meu deu, ficar nesse meio aqui na natureza. Então, a hora que chegar esse ato de fazer essa alegria, eu estou alegre. Antonio Rodrigues dos Reis, 56, de São Ciríaco Desde o caminho pelo rio Tapajós até o Amazonas, onde se encontram as comunidades do Tapará Grande e São Ciríaco, algumas questões percorreram o trabalho, como: Quem é o caboclo de várzea? Há um tipo específico ou suas especificidades impede-nos de unifica-lo num só sentido? Como eles vivem ou sobrevivem em condições tão ímpares? Como se dá o conflito entre seu credo religioso e as intempéries do gigante Amazonas? Em que sentido a tecnologia pode ajuda-los ou apenas torna-los mais dependentes de uma ajuda externa, seja de políticas públicas ou de iniciativa privada? E, finalmente, o que seria a filosofia do caboclo de várzea? Com as entrevistas, a primeira impressão era de que os caboclos não sairiam do senso comum, como se a visita in loco pudesse ser feita por meios eletrônicos, em especial, via celular. Entretanto, conhece-los em época de cheia, tendo as águas do Amazonas correndo por baixo de seus lares, fez toda a diferença. Conforme argumentado acima, são homens e mulheres guerreiros, heróis de seu cotidiano, movidos pela ânsia de fazer valer seu amor pelas terras e águas que lhe dão seus frutos e ensinamentos diários. A filosofia do caboclo de várzea está repleta de críticas ao Estado ausente, às religiões que não dão conta de seu imaginário, aos projetos que prometem sem cumprir metas eficientes e duradoras, aos marreteiros que usurpam sua economia e o melhor: suas reflexões sobre uma vida que não se esgota na luta pela sobrevivência. 14

15 III.I Resultados esperados e demandas Espero que dê certo... esse projeto. Nilson Rego dos Santos, 49, de São Ciríaco A vontade da gente tem que ser feita pela mente e pelo coração. Macambira, 49, do Tapará Grande Os resultados esperados fazem parte de um equacionamento entre as demandas imediatas dos moradores de várzea (Tapará Grande e São Ciríaco) e a capacitação tecnológico-rural com soluções simples, práticas e de fácil sustentação operacional. Abaixo, vejam essa relação para cada demanda (para esse detalhamento, contei com a contribuição do consultor Ariovaldo Mariano Nunes, tecnólogo em hardware e soluções ruraisdomésticas de baixo custo): DEMANDA SOLUÇÃO/ÕES Armazenamento de pescado sem Salgamento, defumação ou desidratação. recorrência a equipamentos de refrigeração movidos a diesel ou à compra de gelo Cozinhar alimentos sem recorrer ao gás Fogão solar. Aumento da produção de hortaliças sem degradar o ambiente Recurso à hidroponia e agricultura orgânica, fazendo uso de defensivos biológico-naturais (neen, citronela, fumo, leite colosso de vaca, urina, reprodução de bactérias do rúmen para a compostagem, utilização de restos de peixes para a produção de fertilizantes foliares e radiculares, e outros). Transporte fluvial para o escoamento da Construção de barco movido a energia renovável (eólica, produção agrícola e pesqueira biodiesel, força humana, solar, baterias lítio-ferro), repensar o design dele com dispositivo antinaufrágio e arrojado sistema de hidro-aero-dinâmico capaz de deslocamento estável, rápido e com redução do uso de combustível tradicional, promovendo maior segurança e conforto dos usuários. Tudo isso fazendo uso de materiais recicláveis e outros de fácil acesso. Energia Placas com sensores solares ligadas a baterias estacionárias; criação de placas foto-voltaicas caseiras de baixo custo e alta produção de energia capaz de sustentar 15

16 ar condicionado caseiro (conceito) e freezers caseiros Dificuldade física e financeira para a elevação do assoalho das casas em época de cheia. Dificuldade em comunicação. dentro de um novo conceito arquitetônico voltado para moradores de ambientes críticos inundáveis ou ilháveis. Desenvolvimento de arquitetura com estrutura naval e base telescópica flutuante, aumentando assim a segurança e o conforto dos moradores. Desenvolvimento de uma rede de transmissão com antenas aéreas de longo alcance e largo espectro frequencial local (estilo omni). Esta antena poderá ainda ser utilizada como coletora de dados climáticos e hidrográficos. IV. Referências citadas CUNHA, Manuela C. da (org.). História dos índios no Brasil. 2ª ed. São Paulo: Companhia das Letras / Secretaria Municipal de Cultura: FAPESP, HEIDEGGER, Martin. Introdução à filosofia. Tradução: Marco Antônio Casanova. São Paulo: Martins Fontes, Heráclito. Tradução: Marcia Sá C. Schuback. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, HESIODO. Os Trabalhos e os Dias. Tradução: Mary Camargo de Neves Lafer. São Paulo: Iluminuas, HOMERO. Ilíada. 2ª Edição. Tradução: Carlos Alberto Nunes. Rio de janeiro: Ediouro, Ministério do Meio Ambiente. Disponível em: <www.mma.gov.br>. Acesso em: 27.Set O DWYER, Eliane Cantarino. A Construção da Várzea como Problema Social na Região do Baixo Amazonas. Disponível em: <http://www.anpocs.org/portal/index.php?option=com_docman&task=doc_view&gid=4206&ite mid=316>. Acesso em: 20. Jun Os pensadores originários. Tradução e organização de Emmanuel Carneiro Leão e Sérgio Wrublewski. 2ª ed. Petrópolis/RJ: Vozes, RIBEIRO, Berta G. Amazônia urgente: cinco séculos de história e ecologia / Projeto conceitual, textos e seleção de iconografia. Belo Horizonte/MG: Itatiaia, WRIGHT, Robin M. (org.) Transformando os deuses. Vol. II. Igrejas evangélicas, pentencostais e entre os povos indígenas no Brasil. Campinas/SP: Ed. UNICAMP,

17 V. Referências consultadas ADAMS, Cristina (Ed.); MURRIETA, Rui (Ed.); NEVES, Walter (Ed.). Sociedades caboclas amazônicas: modernidade e invisibilidade. São Paulo: Annablume, BOLLE, Willi (org.); CASTRO, Edna (org.); VEJMELKA, Marcel (org.). Amazônia: região universal e teatro do mundo. São Paulo: Globo, CASTRO, Albejamere Pereira de; FRAXE, Therezinha de Jesus Pinto; MEDEIROS, Carlos Moisés; SANTIAGO, Jozane Lima. Terras e águas: gestão de recursos comuns na várzea amazônica. Disponível em < GT%2013/therezinha%20de%20jesus%20pinto%20fraxe.pdf>. Acesso em: 20.Jun CASTRO, Fábio de; CÂMARA, Evandro; FUTEMMA, Célia; McGRATH, David. Manejo comunitário de lagos de várzea e o desenvolvimento sustentável da pesca na Amazônia. Disponível em: < >. Acesso em: 20.Jun GALVÃO, Eduardo. Santos e visagens: um estudo da vida religiosa de Itá, Baixo Amazonas. 2ª ed. São Paulo: Ed. Nacional / Brasília: INL, HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. Tradução de Beatriz Sidou. São Paulo: Ed. Centauro, MIGNOLO, Walter D. Histórias locais / Projetos globais: colonialidade, saberes subalternos e pensamento liminar. Tradução de Solange Ribeiro de Oliveira. Belo Horizonte: Ed. UFMG, NOVO, Evlyn Márcia Leão de Moraes; RENO, Vivian Fróes. Alterações da paisagem de várzea do Baixo Amazonas entre 1970 e Disponível em: < Acesso em: 20.Jun VI. Anexo I Questionário filosófico-cultural 1. Fale-me um pouco de ti e do trabalho de seu dia-a-dia. 2. Tens ou já teve alguma visagem? Conhece algum relato? Algum mito é conhecido aqui na região? 3. Como o(a) Sr.(a) percebe a natureza? Qual é a importância do rio em sua vida? 4. O seu modo pensar é afetado com as mudanças de cheia e seca? Por exemplo, o(a) Sr.(a) se sente diferente tendo o rio sob seus pés? 5. O que o(a) Sr(a) vem percebendo de mudança climática nos últimos tempos? 6. A duração das cheias e secas tem se alterado? 7. As novas tecnologias podem ajudá-lo(a) a superar as dificuldades de sua produção? 17

18 8. Como o(a) Sr.(a) pode contribuir na produção de hortaliças hidropônicas e/ou na piscicultura? 18

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