REGIMENTO DA 5ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DAS CIDADES DE PERNAMBUCO

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1 REGIMENTO DA 5ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DAS CIDADES DE PERNAMBUCO Art. 1º São objetivos da 5ª Conferência Estadual das Cidades: CAPITULO I DOS OBJETIVOS E FINALIDADES I. Propor a interlocução entre autoridades e gestores públicos dos Municípios, Distrito de Fernando de Noronha e União com os diversos segmentos da sociedade sobre assuntos relacionados à Política e Sistema Estadual de Desenvolvimento Urbano; II. Sensibilizar e mobilizar a sociedade pernambucana para o estabelecimento de agendas, metas e planos de ação para enfrentar os problemas existentes nas cidades do Estado de Pernambuco e Distrito de Fernando de Noronha; III. Propiciar a participação popular de diversos segmentos da sociedade, considerando as diferenças de sexo, idade, raça e etnia, diversidade religiosa,lgbt, Gênero e pessoa com deficiência para a formulação de proposições e realização de avaliações sobre as formas de execução da Política e Sistema Estadual de Desenvolvimento Urbano e suas áreas estratégicas; IV. Propiciar e estimular a organização de conferências das cidades como instrumento para garantia da gestão democrática das políticas de desenvolvimento urbano no Estado, municípios e Distrito de Fernando de Noronha; V. Avançar na construção da Política e do Sistema Estadual de Desenvolvimento Urbano; VI. Indicar prioridades de atuação da Secretaria das Cidades e suas vinculadas; VII. Eleger as entidades membros do Conselho das Cidades, para o triênio 2014/2016, conforme Resolução Normativa do Conselho Estadual das Cidades; e VIII. Eleger o(a)s delegado(a)s que representarão o Estado de Pernambuco na 5ª Conferência Nacional, em Brasília. Art. 2º A 5ª Conferência Estadual das Cidades, convocada pelo Conselho das Cidades, será realizada nos dias 23, 24 e 25 de setembro de 2013, na cidade do Recife. CAPÍTULO II DA REALIZAÇÃO Art. 3 A 5ª Conferência Estadual das Cidades, que será integrada por representantes indicado(a)s e eleito(a)s na forma prevista neste Regimento, tem abrangência estadual e, consequentemente, suas análises, formulações e proposições devem tratar das políticas estaduais e sua implementação no Estado, Distrito de Fernando de Noronha, Municípios e Região Metropolitana. 1º A 5ª Conferência Estadual das Cidades tratará de temas de âmbito Estadual, considerando os avanços, as dificuldades, os desafios e as propostas consolidadas nas conferências municipais e distrital. 2º Todos o(a)s delegado(a)s, com direito a voz e voto, presentes à 5ª Conferência Estadual das Cidades, devem reconhecer a precedência das questões de âmbito municipal e distrital e atuar sobre elas, em caráter avaliador, formulador e propositivo. Art. 4º A realização da 5ª Conferência Estadual das Cidades será antecedida por etapas, nos âmbitos, municipal e distrital, em consonância com este Regimento. Parágrafo Único - Não serão admitidas conferências regionais. Art. 5 A etapa preparatória da 5ª Conferência Estadual das Cidades será realizada no seguinte período: I. Etapa municipal e distrital, de 1º de março de 2013 a 15 de maio de CAPÍTULO III DO TEMÁRIO Art. 6º A 5ª Conferência Estadual das Cidades terá como temática: Quem muda a cidade somos nós: Reforma Urbana já!. Art. 7º A 5ª Conferência Estadual será composta de mesas de debates, painéis, grupos de debate e plenária. 1

2 Art. 8º A 5ª Coordenação Executiva da 5ª Conferência Estadual produzirá um relatório final, a ser encaminhado à Coordenação Executiva da 5ª Conferência Nacional e à Secretaria Estadual das Cidades, que promoverá sua publicação e divulgação. CAPÍTULO IV DA ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO Art. 9º A 5ª Conferência Estadual das Cidades será presidida pelo Secretário de Estado das Cidades e, na sua ausência ou impedimento eventual, por um membro da Coordenação Executiva da 5ª Conferência Estadual das Cidades. Art. 10. A organização e realização da 5ª Conferência Estadual das Cidades serão coordenadas pelo Conselho Estadual das Cidades e pela Coordenação Executiva, com apoio da Secretaria Executiva do Conselho das Cidades. Art. 11 Compete ao Conselho das Cidades, no âmbito da 5ª Conferência Estadual das Cidades: I. Coordenar, supervisionar, e promover a realização da 5ª Conferência Estadual das Cidades, atendendo os aspectos técnicos, políticos e administrativos; II. Atuar junto à Coordenação Executiva da 5ª Conferência Estadual das Cidades, formulando, discutindo e propondo as iniciativas referentes à organização da 5ª Conferência Estadual das Cidades; III. Mobilizar o(a)s parceiro(a)s e filiado(a)s de suas entidades e órgãos membros, no âmbito de sua atuação nos municípios e Distrito de Fernando de Noronha, para preparação e participação nas Conferências locais e estadual; IV. Acompanhar e deliberar sobre as atividades da Coordenação Executiva da 5ª Conferência Estadual das Cidades, devendo ser apresentados relatórios em todas as reuniões ordinárias. V. Aprovar o texto do Regulamento da 5ª Conferência Estadual das Cidades. Art. 12. Compete à Coordenação Executiva da 5ª Conferência Estadual das Cidades: I. Redigir o Regimento da Conferência Estadual, respeitadas as diretrizes e as definições do Regimento da 5ª Conferência Nacional; II. Definir a participação dos delegados municipais e distrital de acordo com a proporcionalidade da população e dos segmentos, contendo os critérios: a) De participação de representantes dos diversos segmentos conforme estabelecido no art. 17 deste Regimento; b) Para a eleição de delegado(a)s estaduais à 5ª Conferência Nacional, entre os delegado(a)s da conferência estadual; c) Para eleição das entidades que comporão o Conselho Estadual das Cidades; d) Para a realização das Conferências Municipais e Distrital; e e) De indicação de representantes de entidades estaduais e convidado(a)s; III. Formar uma Comissão de Mobilização que desenvolverá atividades de sensibilização e adesão dos municípios à 5ª Conferência Estadual; IV. Definir data, local e pauta da Conferência Estadual; V. Elaborar Minuta do Regulamento da 5ª Conferência Estadual das Cidades que conterá, destacadamente, os objetivos da Conferência, sua organização, o número de participantes distribuídos pelos segmentos definidos no Art. 17 desse Regimento, o Temário, a Programação, os critérios para eleição do(a)s Delegado(a)s Estaduais que participarão da Conferência Nacional, os critérios para eleição das Entidades que comporão o Conselho Estadual das Cidades para o triênio , entre outros assuntos de interesse; VI. Elaborar a proposta de programação da 5ª Conferência Estadual das Cidades; VII. Dar cumprimento às deliberações do Conselho das Cidades; VIII. Estimular, apoiar e acompanhar as Conferências Municipais e Distrital nos seus aspectos preparatórios à 5ª Conferência Estadual das Cidades; IX. Organizar as atividades preparatórias de discussão do temário da 5ª Conferência Estadual das Cidades, no âmbito dos municípios e Distrito de Fernando de Noronha; X. Aprovar os relatórios das Conferências Municipais e Distrital que chegarem na data prevista no Art. 24, para subsidiar as discussões sobre a 5ª Conferência Estadual; 2

3 XI. XII. XIII. XIV. Validar as conferências municipais e distrital mediante a criação de uma Comissão de Validação e uma Comissão Estadual Recursal; Designar facilitadore(a)s e relatore(a)s; Aprovar o projeto de divulgação para a 5ª Conferência Estadual das Cidades; e Aprovar o Relatório Final e os Anais da 5ª Conferência Estadual das Cidades. Parágrafo único. O resultado dos trabalhos da Coordenação Executiva para a 5ª Conferência Estadual das Cidades será submetido ao Plenário do Conselho das Cidades, para aprovação e encaminhamento. Art. 13 A Coordenação Executiva da 5ª Conferência Estadual das Cidades será composta pelos membros da Coordenação Executiva do Conselho Estadual das Cidades e voluntários eleitos dentre os segmentos do Conselho das Cidades, conforme Anexo I. CAPÍTULO V DOS PARTICIPANTES Art. 14 A 5ª Conferência Estadual das Cidades, em suas diversas etapas, deverá contar com a participação de representantes dos segmentos constantes do Art. 17. Art. 15. Os participantes da 5ª Conferência Estadual das Cidades se distribuirão em 3 (três) categorias: I. Delegado(a)s, com direito a voz e voto; II. Observadore(a)s, com direito a voz e sem direito a voto; e III. Convidado(a)s, com direito a voz e sem direito a voto. Parágrafo único. Os critérios para escolha do(a)s observadore(a)s e convidado(a)s serão definidos pela Coordenação Executiva da 5ª Conferência Estadual das Cidades. Art. 16. Serão delegado(a)s à 5ª Conferência Estadual das Cidades: I. O(a)s eleito(a)s nas conferências municipais e distrital, de acordo com a tabela do Anexo III; II. O(a)s indicado(a)s pelos diversos segmentos, respeitadas as proporcionalidades, conforme Anexo II; e III. O(a)s conselheiros titulares e suplentes do Conselho Estadual das Cidades, como delegado(a)s natos. 1º O(a) delegado(a) titular eleito(a) terá um(a) suplente do mesmo segmento, que será credenciado(a) somente na ausência do(a) titular. 2º As Comissões Preparatórias municipais e do Distrito de Fernando de Noronha encaminharão formalmente os dados do(a)s suplentes, homologados pelas Conferências municipais e Distrital e referendado(a)s pelos segmentos, que assumirão no lugar do(a)s titulares ausentes, depois de vencido o prazo de credenciamento do(a)s titulares, ou com apresentação de documento formal da Comissão Municipal ou Distrital, informando da ausência do(a) titular. 3º A quantidade de delegado(a)s indicado(a)s pelos diversos segmentos só será definida após a conclusão do processo de validação das conferências municipais, com o objetivo de consolidar a proporcionalidade de participação, de acordo com o Art º O(A)s delegado(a)s a serem eleito(a)s na etapa estadual, para a nacional deverão, obrigatoriamente, estarem presentes na Conferência Estadual, em todos os períodos. Art. 17. A representação dos diversos segmentos na 5ª Conferência Estadual das Cidades, em todas as suas etapas, deve ter a seguinte composição: I. Gestore(a)s, administradore(a)s público(a)s e legislativo(a)s - estaduais, municipais e distritais, 42,3%; II. Movimentos populares, 26,7%; III. Trabalhadore(a)s, por suas entidades sindicais, 9,9%; IV. Empresário(a)s relacionado(a)s à produção e ao financiamento do desenvolvimento urbano, 9,9%; V. Entidades profissionais, acadêmicas e de pesquisa e conselhos profissionais, 7%; e VI. ONG s com atuação na área do Desenvolvimento Urbano, 4,2%. 3

4 1º Todas as entidades dos segmentos deverão ter atuação na área de desenvolvimento urbano. 2º As vagas definidas no Inciso I serão assim distribuídas: 22% para o Poder Público Estadual e 20,3% para o Municipal. 3º O legislativo integrante do inciso I terá a representação de um terço do(a)s delegado(a)s correspondentes. 4º A quantidade de delegado(a)s indicado(a)s pelos diversos segmentos só será definida após a conclusão da etapa municipal, com o objetivo de proporcionar o equilíbrio dos percentuais de participação dos segmentos, conforme detalhado no Anexo II. 5º O(A)s delegado(a)s a serem eleito(a)s nas etapas municipal e distrital, para a Etapa Estadual, deverão necessariamente estar presentes nas respectivas conferências. CAPÍTULO VI DOS RECURSOS FINANCEIROS Art. 18. As despesas com a organização e a realização da 5ª Conferência Estadual das Cidades correrão por conta de recursos orçamentários próprios da Secretaria Estadual das Cidades. As demais Conferências Municipais e Distrital serão realizadas em locais e com recursos definidos nas respectivas esferas. CAPÍTULO VII DAS CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS E DISTRITAL Art. 19 A realização da conferência municipal e distrital é condição indispensável para a participação de delegado(a)s na Conferência Estadual das Cidades. Art. 20. Para a realização da conferência municipal e distrital deverá ser constituída uma Comissão Preparatória, pelo Executivo, Legislativo e Entidades Sociais, no prazo até 15 de março de 2013, com a participação de representantes dos diversos segmentos, conforme estabelecido no art. 17 deste Regimento. Parágrafo único. Nos municípios e distrito que não possuem Conselho Municipal das Cidades, ou outro correlato à Política de Desenvolvimento Urbano formalmente constituído, a Comissão Preparatória será formada pelos segmentos, conforme estabelecido no art. 17 deste Regimento. Art. 21. O Executivo Municipal e Distrital tem a prerrogativa de convocar a Conferência Municipal até o dia 19 de janeiro de 2013, mediante ato publicado em meio de divulgação oficial e/ou veículos de ampla divulgação, explicitando, na divulgação do evento, a sua condição de "Etapa Preparatória Municipal da 5ª Conferência Estadual das Cidades". 1º Caso o Executivo não a convoque até o prazo estabelecido, o legislativo ou entidades representativas em nível municipal ou regional de, no mínimo, quatro dos segmentos, conforme estabelecidos no art. 17 poderão fazê-la, no prazo entre o dia 20 de janeiro até 15 de março de 2013, divulgando-a pelos meios de comunicação local, sendo que este mesmo prazo deve ser observado para constituir a Comissão Preparatória e elaborar o Regimento Interno. 2º Após os prazos estabelecidos e em não havendo convocação prevista no 1º desse Artigo, o Executivo envolvido, apesar de perder a prerrogativa de somente ele convocar a Conferência, poderá ainda fazê-lo até o prazo de 15 de março de º A Comissão Preparatória e o Regimento Interno deverão ser definidos até o dia 15 de março de 2013, em consonância com o Regimento Estadual, sendo encaminhados, nesse prazo, para a Coordenação Executiva da 5ª Conferência Estadual das Cidades, para validação. Art. 22. As Conferências Municipais devem acontecer no período de 1º de março a 15 de maio de Art. 23. Cabe à Comissão Preparatória Municipal e Distrital: 4

5 I. Definir o Regimento da Conferência Municipal e Distrital, respeitadas as diretrizes e as definições deste Regimento, bem como a proporcionalidade da população e dos segmentos, sendo encaminhado, nesse prazo, para a Coordenação Executiva da 5ª Conferência Estadual das Cidades, para validação; II. Reunir um grupo de trabalho de mobilização que desenvolverá atividades de sensibilização e adesão dos segmentos à Conferência Municipal e Distrital; III. Definir data, local e pauta da Conferência Municipal e Distrital, remetendo para a Coordenação Executiva da 5ª Conferência Estadual das Cidades, para validação; IV. Definir temário local, além de seguir os temários Nacional e Estadual; V. Indicar convidado(a)s e palestrantes; VI. Coordenar as Conferências Municipal e Distrital; VII. Elaborar os Relatórios das Conferências Municipal e Distrital, remetendo-os à para a Coordenação Executiva da 5ª Conferência Estadual das Cidades, para validação. Art. 24. Os resultados da Conferência Municipal e Distrital e a relação de delegado(a)s para a 5ª Conferência Estadual das Cidades devem ser remetidos à Coordenação Executiva da 5ª Conferência Estadual das Cidades e para a Coordenação Executiva da 5ª Conferência Nacional das Cidades, até 10 dias após a sua realização, em formulário próprio a ser distribuído pelo Ministério das Cidades. Art. 25. Os casos omissos e conflitantes deverão ser decididos pela Coordenação Executiva Estadual, cabendo recurso à Coordenação Executiva da 5ª Conferência Nacional das Cidades. CAPÍTULO VIII DA COMISSÃO RECURSAL E COMISSÃO DE VALIDAÇÃO Art. 26. Serão criadas a Comissão Recursal e a Comissão de Validação das Conferências Municipais e Distrital das Cidades, no âmbito da Coordenação Executiva da 5ª Conferência Estadual das Cidades e com a participação de conselheiro(a)s voluntário(a)s, com as seguintes finalidades: I. Validar as Conferências Municipais e Distrital, conforme o disposto neste Regimento; e II. Analisar e decidir o encaminhamento de recursos à Coordenação Executiva da 5ª Conferência Estadual das Cidades sobre decisões da Comissão de Validação que excluam entidades da sociedade civil ou invalidem conferências. Parágrafo único. Nos demais casos, somente serão aceitos recursos à Coordenação Executiva Estadual, se endossados por, no mínimo, 3 (três) entidades componentes das Comissões Preparatórias Municipais e Distrital. Art. 27. A Comissão de Validação será composta por 13 conselheiro(a)s, indicados pela Coordenação Executiva da 5ª Conferência Estadual das Cidades. Art. 28. A Comissão de Validação se reunirá por solicitação da Coordenação Executiva da 5ª Conferência Estadual das Cidades, num prazo com antecedência mínima de 24 horas. Art. 29. A Comissão de Validação deverá comunicar suas decisões aos municípios e distrito, sobre os relatórios recebidos, em até 15 (quinze) dias corridos do recebimento dos mesmos; Art. 30. A Comissão Recursal será composta por 08 conselheiro(a)s, indicados pela Coordenação Executiva da 5ª Conferência Estadual das Cidades. Art. 31. A Comissão Recursal se reunirá por solicitação da Coordenação Executiva da 5ª Conferência Estadual das Cidades, num prazo com antecedência mínima de 24 horas. Art. 32. Os recursos referentes às etapas municipais e distrital serão analisados no âmbito da Comissão Recursal e validadas pela Coordenação Executiva Estadual, em caráter recorrível. Art. 33. A Comissão Recursal deverá comunicar suas decisões aos demandantes, sobre os recursos impetrados até 60 (sessenta) dias corridos antes do início da Conferência Estadual; 5

6 Art. 34. O(A)s interessado(a)s poderão recorrer à Coordenação Executiva da 5ª Conferência Estadual das Cidades em um prazo máximo de 48 horas após a tomada de ciência da decisão recorrível em âmbito estadual. Art. 35. Os recursos poderão ser recebidos via correio eletrônico ou fax, mas a documentação pertinente deverá ser enviada à Coordenação Executiva da 5ª Conferência Estadual das Cidades por meio de serviço de entrega expressa, sendo que a postagem deverá ocorrer no prazo estabelecido no item anterior. Art. 36. As entidades demandantes e a Comissão Preparatória Municipal e Distrital pertinente serão avisadas da reunião da Comissão Estadual que analisará o referido recurso com um prazo de, no mínimo, 24 horas de antecedência. Art. 37. Caberá recurso, ainda à Comissão Nacional Recursal e Validação CNRV. Art. 38. A CNRV é a instância máxima de deliberação acerca da validação das Conferências, sendo suas decisões irrecorríveis. Recife, 13 de dezembro de

7 ANEXO I COORDENAÇÃO DA 5ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DAS CIDADES COORDENAÇÃO EXECUTIVA DO CONSELHO ESTADUAL PODER PÚBLICO ESTADUAL Ana Suassuna Secretaria das Cidades Fernando Montenegro Secretaria das Cidades Tereza Borba CEHAB Cristiane Martins CEHAB Fernanda Gouvêa Grande Recife Consórcio Klauber Teixeira Grande Recife Consórcio PODER PÚBLICO MUNICIPAL Jorge Paixão Prefeitura de Pesqueira Rosemere Ferreira Prefeitura de Petrolina Fátima Lacerda Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes Vilna Serpa Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes Elizeu Vieira Prefeitura de Gravatá MOVIMENTOS SOCIAIS Paulo André OLMP Carla Eduarda - OLMP Marcos Cosmo MTST Lídia Brunis MTST Pergentina Vilarim CONAM Sebastiana Prazeres CONAM Maria Lúcia MNLM Marcos Aurélio Silva MNLM TRABALHADORES Alfredo Serafim SINDPAPE Márcio França SINDACS-PE Josefa Silva SINSEMUL Ivanildo Figueiredo SINDURB-PE EMPRESÁRIOS João Tércio URBANA/PE Carlos Eduardo Vasco Associação Comercial de Igarassu João Maria Associação de Hospedarias Domiciliares de Fernando de Noronha ONGS Mércia Alves CENDHEC Socorro Leite HABITAT PROFISSIONAIS E ACADÊMICOS Manoel Oliveira FACHUCA VOLUNTÁRIOS PODER PÚBLICO ESTADUAL Ana Gama Secretaria das Cidades PODER PÚBLICO MUNICIPAL Valéria Abreu e Lima Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho William Luz Prefeitura de Lagoa de Itaenga MOVIMENTOS SOCIAIS Neide Santana MLMP Willams Nunes MLT José Helder MTL Osvaldo Amorim CMP Valque Santos CONAM Marta Almeida CMP Rosalvo Antônio CPP Orlando Silva MTST Ana Celi MNLM Guita Marli MLB TRABALHADORES Joana D Arc SINSPI Antônio Xavier CUT José Severino Sindicato dos Tecelões PROFISSIONAIS E ACADÊMICOS Marco Affonso - IAB COMISSÕES: Mobilização: Ana Suassuna, Tereza Borba, Manoel Oliveira, Marcos Cosmo, Pergentina Vilarim e Carla Eduarda, como integrantes da Coordenação Executiva, e Neide Santana, Willams Nunes, José Helder, Osvaldo Amorim, Rosalvo Antônio, Tadeu Plinio, Marta Almeida ou Hingles Custódio, Ivanildo Albuquerque, Josivan Saraiva, Tadeu Plínio, Rosemeire Sá, Orlando Silva, Joana D Arc e Ana Celi, como voluntários. Validação: Alfredo Serafim, Maria Lúcia, Tereza Borba, Cristiane Martins, Sebastiana Maria, João Tércio, Grande Recife e Prefeitura de Jaboatão, como integrantes da Coordenação Executiva, e Ana Celi, Neide Santana, Osvaldo Amorim, Valque Santos e Marco Affonso, como voluntários. Recursal: Pergentina Vilarim, Ivanildo Figueiredo, Marcos Cosmo e Ana Suassuna, como integrantes da Coordenação Executiva e Willams Nunes, Antônio Xavier, Guita Marli e Valéria Abreu e Lima, Marta Almeida ou Hingles Custódio, como voluntários. 7

8 ANEXO II Delegados Indicados pelas entidades dos segmentos, para a Conferência Estadual das Cidades Segmento / Indicador Delegados Indicados TOTAL PPE (22,0%) PPM (20,3%) Movimentos Populares (26,7%) Empresários (9,9%) Trabalhadores (9,9%) ONG s (4,2%) Profissionais / Acadêmicos (7%) ANEXO III Potencial de delegados eleitos nas conferências municipais e distrital Municípios (habitantes) Quant. Munic. PPM Mov. Sociais Trab. Empres. ONGs Acad./ Prof. Delegados Munic./Distr. TOTAL GERAL 0-50 MIL MIL MIL Acima de 600 mil TOTAL

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