REGIMENTO DA 3ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE RIO CLARO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "REGIMENTO DA 3ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE RIO CLARO"

Transcrição

1 1 REGIMENTO DA 3ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE RIO CLARO CAPÍTULO I DA CONFERÊNCIA Artigo 1.º - A 3ª Conferência Municipal de Educação - 3ª CME, convocada pelo Prefeito Municipal de Rio Claro e pelo Conselho Municipal de Educação de Rio Claro (criado pela Lei nº 3547 de 19/08/2005), realizar-se-á nos dias 19 e 20 de Junho de 2009, sendo promovida em conjunto com a Secretaria da Educação de Rio Claro. Artigo 2.º - A 3ª CME é o foro Municipal de debates sobre a Educação, aberto a todos os segmentos da sociedade local, e terá por finalidade discutir e definir as diretrizes do Plano Municipal de Educação de Rio Claro. Artigo 3.º - Para ampliar a participação popular na 3ª CME, a conferência deverá ser precedida de pré-conferências organizadas pela Comissão Organizadora, Conselho Municipal de Educação, Secretaria Municipal de educação com a participação de diversos segmentos da população. CAPÍTULO II DOS PARTICIPANTES Artigo 4.º- Participarão como membros da 3ª CME todos os interessados no aperfeiçoamento da política municipal de educação e nas questões que compõem o temário central da conferência, na condição de: a -delegados natos; b -delegados representantes; c -delegados eleitos; d -participantes; e -convidados.

2 2 Artigo 5.º - Serão considerados DELEGADOS NATOS, com direito a voz e voto, a Secretária Municipal de Educação de Rio Claro, todos os membros titulares do Conselho Municipal de Educação de Rio Claro e os membros da comissão organizadora. Parágrafo Único - Na falta do titular, até o término do período de crendenciamento, o suplente terá direito a voz e voto. Artigo 6.º - Deverão ser inscritos, na qualidade de DELEGADOS REPRESENTANTES com direito a voz e voto, os representantes indicados por suas entidades/instituições para participação na Conferência Intermunicipal de Educação que acontecerá em Campinas nos dias 26 e 27 de junho de Artigo 7.º - Serão considerados DELEGADOS ELEITOS, com direito a voz e voto, os representantes de pré-conferências, de acordo com as normas definidas no capítulo III deste regimento. Artigo 8.º - Serão considerados PARTICIPANTES, com direito somente a voz, representantes de entidades filantrópicas ou assistenciais, clubes de serviço e demais instituições e, ainda, quaisquer munícipes. Artigo 9.º Serão considerados CONVIDADOS, aqueles que, a convite da Comissão Organizadora, contribuírem com as discussões da 3ª CME. CAPÍTULO III DAS PRÉ-CONFERÊNCIAS E ELEIÇÃO DE DELEGADOS PARA 3ª CME Artigo 10.º - Serão realizadas 08 (oito) pré-conferências no período de 27 de maio a 04 de junho, reunindo grupos de pessoas a partir de atividades ou interesses comuns: grupos de população e trabalhadores com a mesma base territorial; grupos de trabalhadores do mesmo ramo de atividade; grupos de usuários de serviços de educação; grupos de profissionais de um mesmo programa educacional e outros, de acordo com potencial de mobilização dos interessados que levantarão a partir do documento base referência e em grupos propostas para serem encaminhados para a Plenária Final da 3ª Conferência. Artigo 11 - O número de participantes de cada grupo de trabalho será definido pela Comissão Organizadora da 3ª CME, bem como o Coordenador e um relator, que será referendado ou não pelo grupo. Cada grupo indicará mais um relator. Artigo 12 - As pré-conferências serão acompanhadas por 01(um) ou mais membros da Comissão Organizadora da 3ª CME ou pessoas por ela credenciadas, havendo necessidade de registro de presença dos participantes e Ata da Reunião, conforme modelos previamente definidos pela Comissão Organizadora.

3 3 Artigo 13 - Os temas desenvolvidos durante as pré-conferências deverão ser os mesmos definidos para a 3ª CME, com foco nos seguintes eixos: O papel do Estado na garantia do direito à Educação de qualidade; Qualidade da Educação, gestão democrática e avaliação; Democratização do acesso à Educação, permanência e sucesso escolar; Formação e valorização dos profissionais da Educação; Financiamento da Educação e controle social; Justiça social, Educação e trabalho: inclusão, diversidade e igualdade. Artigo 14 - Durante a realização das pré-conferências, serão eleitos DELEGADOS na proporção de 0l (um) delegado para 10 (dez) presentes ou fração maior ou igual a 05(cinco). Para cada delegado eleito poderá também ser eleito 01(um) suplente. Parágrafo Único - Para eleição dos delegados apontados neste artigo, será necessário quórum mínimo de 10 (dez) pessoas. Artigo 15 - O prazo para a realização das pré-conferências e eleição de seus delegados, encerrar-se-á no dia 04 de Junho de Artigo 16 - Ao final das pré-conferências as atas e a lista de presença dos participantes de cada pré-conferência e o resultado da eleição de seus delegados deverão ser encaminhados à Comissão Organizadora da 3ª CME. CAPÍTULO IV DO TEMÁRIO DA 3ªCME Artigo 17 - O tema central da 3ª CME será dividido em eixos de trabalho já citados anteriormente. Artigo 18 - A programação prevista para a 3ª CME inclui atividades e discussões relacionadas com o tema central e obedecerá ao seguinte calendário: 19/06/09 - Sexta-feira Local: Núcleo Administrativo Municipal 19h 00 - Abertura Oficial 20h 00 - Palestra - Prof. Dr. Romualdo Portela de Oliveira 20/06/09 - Sábado Local: Núcleo Administrativo Municipal 8h 00 - Credenciamento de delegados, inscrição de convidados, participantes e distribuição dos Relatórios. 8h 30 às 12h 00: Plenária Final sobre os eixos 1,2 e 3. 13h 00 às 16h 30: Plenária Final sobre os eixos 4,5 e 6. 16h 30 - Apresentação de Moções. 17h 30 - Encerramento

4 4 CAPÍTULO V DA PLENÁRIA FINAL SEÇÃO I DAS FINALIDADES Artigo 19 - A Plenária Final da 3ª CME terá como objetivo: 1. apreciação das propostas que deverão integrar o relatório final, a fim de definir diretrizes para elaboração do Plano Municipal de Educação do Município de Rio Claro; 2. apreciação de moções encaminhadas por parte dos delegados e participantes. SEÇÃO II DOS PARTICIPANTES DA PLENÁRIA FINAL E COMPOSIÇÃO DA MESA DIRIGENTE Artigo 20 - Participarão da Plenária Final os delegados e participantes da 3º CME, cabendo aos primeiros o direito a voz e voto e, aos segundos, o direito somente à voz. Artigo 21 - A mesa que dirigirá os trabalhos será indicada pela Comissão Organizadora, que conduzirá as atividades na seguinte ordem: a) apresentação e apreciação das propostas apresentadas pelas préconferências; b) apreciação de Moções. SEÇÃO III DA APRECIAÇÃO DO RELATÓRIO FINAL Artigo 22 - A proposta de Relatório Final será distribuída entre os participantes da Plenária Final. Artigo 23 - Assegurar-se-á aos Delegados o direito de solicitar o exame em destaque de qualquer item da proposta de relatório final apresentado. Parágrafo 1.º - As solicitações de destaque poderão ser feitas durante a leitura da proposta de relatório final, devendo ser encaminhadas por escrito à mesa dirigente dos trabalhos até o final da leitura, constituindo-se proposta de redação alternativa em relação ao item destacado.

5 5 Parágrafo 2.º - Após a leitura da proposta de relatório final, serão apresentadas para apreciação cada uma das solicitações de destaque, concedendo-se aos seus propositores o tempo de dois minutos para defesa da proposta de redação alternativa. Parágrafo 3.º - A mesa concederá palavra a um delegado ou participante que se apresente para defender posição contrária à do propositor do destaque, que disporá do mesmo tempo de dois minutos, ficando a critério da mesa a concessão de réplicas ou tréplicas, por igual tempo, após o que a proposta de redação alternativa será colocada em votação. Parágrafo 4.º - Será considerada aprovada a proposta que obtiver voto favorável entre a maioria simples dos Delegados presentes à Plenária Final. SEÇÃO IV DA APRECIAÇÃO DE MOÇÕES Artigo 24 - As moções deverão ser apresentadas à Comissão Organizadora por escrito, até às 16h00 do dia 20/06/09, devendo ser identificado pelo menos um dos seus signatários. Artigo 25 - A secretária da Mesa Dirigente organizará as moções recebidas, classificando-as por áreas temáticas, de forma a facilitar o andamento dos trabalhos. Artigo 26 - Encerrada a fase de apreciação da proposta do Relatório Final da Conferência, a Mesa fará a leitura do texto correspondente à moção, garantindo-se ao seu propositor um tempo de dois minutos para a exposição. Parágrafo Único: Será facultado a qualquer participante da Plenária, a critério da Mesa, defender ponto de vista contrário ao do propositor da moção, após o que ela será submetida à aprovação pelo voto da maioria entre os Delegados presentes. CAPÍTULO VI DA ORGANIZAÇÃO Artigo 27- A 3ª CME será presidida pela Secretária Municipal de Educação de Rio Claro e na sua ausência ou seu impedimento eventual, pelo Presidente do Conselho Municipal de Educação. Artigo 28 - Para desenvolvimento de suas atividades, a 3ª CME contará com uma Comissão Organizadora aprovada pelo Conselho Municipal de Educação de Rio Claro e designada pela Secretária Municipal de Educação através de Portaria.

6 6 Artigo 29 - A Comissão Organizadora poderá delegar funções, inclusive no que tange à articulação das pré-conferências, divulgação da 3ª CME, organização da infraestrutura operacional para pessoas vinculadas à Prefeitura, à Secretaria Municipal da Educação ou a outras instituições. Artigo 30 - A 3ª CME terá uma Comissão Relatora composta por pesquisadores da UNESP Rio Claro (GREPPE), 01 (um) membro da Comissão Organizadora, 01 (um) membro do Conselho Municipal de Educação e 01 (um) membro da Secretaria Municipal de Educação, que acompanhará e coordenará a redação do Relatório Final da 3ª CME. CAPÍTULO VII DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 31 - O prazo para credenciamento obrigatório dos delegados e suplentes à 3ª CME expirará impreterivelmente às 8h30 do dia 20/06/09 e deverá ser feita no local da Conferência. Parágrafo Único: Em caso de ausência do delegado titular assumirá o seu suplente. Artigo 32 -Serão conferidos certificados específicos aos participantes da 3ª CME. Artigo 33 - Os casos omissos neste regimento serão resolvidos pela Comissão Organizadora da 3ª CME. Rio Claro, 20 de Maio de Homologo: Heloisa Maria Cunha do Carmo Secretária Municipal de Educação

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE SÃO TIAGO-MG CADASTRO NACIONAL DE ESTABELECIMENTO DE SAÚDE: 6627803

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE SÃO TIAGO-MG CADASTRO NACIONAL DE ESTABELECIMENTO DE SAÚDE: 6627803 REGULAMENTO VI CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE SÃO TIAGO CAPITULO I DA REALIZAÇÃO Art. 1º A VI Conferência Municipal de Saúde de São Tiago é convocada e presidida pelo Prefeito Municipal e, na sua ausência

Leia mais

CONFERÊNCIAS REGIONAIS DE MEIO AMBIENTE DA BAHIA REGIMENTO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

CONFERÊNCIAS REGIONAIS DE MEIO AMBIENTE DA BAHIA REGIMENTO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS CONFERÊNCIAS REGIONAIS DE MEIO AMBIENTE DA BAHIA REGIMENTO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1º - A II Conferência Estadual do Meio Ambiente da Bahia - CEMA, convocada pelo Decreto Estadual nº 10.370, de 05

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA PRÉ-CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO SINDICATO DO MAGISTÉRIO MUNICIPAL DE CURITIBA - SISMMAC

REGULAMENTO INTERNO DA PRÉ-CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO SINDICATO DO MAGISTÉRIO MUNICIPAL DE CURITIBA - SISMMAC REGULAMENTO INTERNO DA PRÉ-CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO SINDICATO DO MAGISTÉRIO MUNICIPAL DE CURITIBA - SISMMAC Define as normas que regulamentam a Pré-Conferência Municipal de Educação promovida

Leia mais

REGIMENTO PARA III CONFERÊNCIA NACIONAL DO ESPORTE ETAPA MUNICIPAL/REGIONAL CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

REGIMENTO PARA III CONFERÊNCIA NACIONAL DO ESPORTE ETAPA MUNICIPAL/REGIONAL CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS REGIMENTO PARA III CONFERÊNCIA NACIONAL DO ESPORTE ETAPA MUNICIPAL/REGIONAL CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1º- A Conferência Municipal/Regional do Esporte com sede no município de São Leopoldo, com a participação

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO PROCESSO DE ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. CAPÍTULO I Da Natureza

REGIMENTO INTERNO DO PROCESSO DE ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. CAPÍTULO I Da Natureza REGIMENTO INTERNO DO PROCESSO DE ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CAPÍTULO I Da Natureza Art. 1º O Plano Municipal de Educação é um plano global de toda a educação do Município de Caxias do Sul,

Leia mais

METODOLOGIA PARA A ESTATUINTE UFRB DOS OBJETIVOS. Art. 2º - São objetivos específicos da ESTATUINTE: a) definir os princípios e finalidades da UFRB.

METODOLOGIA PARA A ESTATUINTE UFRB DOS OBJETIVOS. Art. 2º - São objetivos específicos da ESTATUINTE: a) definir os princípios e finalidades da UFRB. METODOLOGIA PARA A ESTATUINTE UFRB DOS OBJETIVOS Art. 1º - A ESTATUINTE consiste em processo consultivo e deliberativo que tem por objetivo geral elaborar o Estatuto da UFRB. Art. 2º - São objetivos específicos

Leia mais

CONSIDERANDO a realização da VI Plenária de Conselhos de Saúde do Estado do Amazonas, nos dias 06 e 07 de junho de 2013;

CONSIDERANDO a realização da VI Plenária de Conselhos de Saúde do Estado do Amazonas, nos dias 06 e 07 de junho de 2013; RESOLUÇÃO CES/AM Nº. 012 DE 28 DE MAIO DE 2013. Dispõe sobre o Regimento Interno da VI Plenária de Conselhos de Saúde do Estado do Amazonas. A Plenária do Conselho Estadual de Saúde do Amazonas, na sua

Leia mais

Proposta de Regulamento

Proposta de Regulamento Proposta de Regulamento VIII Congresso Regional de Psicologia (COREP) do Conselho Regional de Psicologia de Minas Gerais - 4ª Região (CRP/MG) Etapa Regional do VIII Congresso Nacional de Psicologia (CNP)

Leia mais

MINUTA DE REGIMENTO INTERNO DA V CONFERÊNCIA MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

MINUTA DE REGIMENTO INTERNO DA V CONFERÊNCIA MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE MINUTA DE REGIMENTO INTERNO DA V CONFERÊNCIA MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE CAPÍTULO I DO OBJETIVO, TEMÁRIO Art. 1º A V Conferência Regional dos Direitos da Criança e do Adolescente

Leia mais

ESTADO DA BAHIA PREFEITURA DE JACOBINA

ESTADO DA BAHIA PREFEITURA DE JACOBINA REGIMENTO INTERNO DA IV CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE JACOBINA BA Art. 1º. Este regimento interno da IV Conferência Municipal de Saúde de Jacobina-BA CMS tem como finalidade definir a organização dos

Leia mais

REGULAMENTO DO VIII CONGRESSO REGIONAL DE PSICOLOGIA - COREP CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

REGULAMENTO DO VIII CONGRESSO REGIONAL DE PSICOLOGIA - COREP CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS REGULAMENTO DO VIII CONGRESSO REGIONAL DE PSICOLOGIA - COREP CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1. São objetivos do VIII Congresso Regional de Psicologia - VIII COREP: a) Promover a organização e a mobilização

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO URBANO CAPÍTULO I DA NATUREZA, COMPOSIÇÃO E ORGANIZAÇÃO

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO URBANO CAPÍTULO I DA NATUREZA, COMPOSIÇÃO E ORGANIZAÇÃO REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO URBANO CAPÍTULO I DA NATUREZA, COMPOSIÇÃO E ORGANIZAÇÃO Art. 1º - O Conselho Municipal de Planejamento Urbano, criado pela Lei Complementar nº 510,

Leia mais

Congresso Regional de Psicologia do Conselho Regional de Psicologia 4ª. Região Etapa Regional do VI CNP CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

Congresso Regional de Psicologia do Conselho Regional de Psicologia 4ª. Região Etapa Regional do VI CNP CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Congresso Regional de Psicologia do Conselho Regional de Psicologia 4ª. Região Etapa Regional do VI CNP CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1º - São objetivos do VIº Congresso Regional da Psicologia: a) Promover

Leia mais

Do 6º. Congresso Estatutário dos Funcionários da USP

Do 6º. Congresso Estatutário dos Funcionários da USP REGIMENTO DO 6º CONGRESSO ESTATUTÁRIO DOS FUNCIONÁRIOS DA USP SINDICATO DOS TRABALHADORES DA USP DATA: 27, 28, 29 E 30 DE ABRIL DE 2015. LOCAIS: ABERTURA DIA 27, ÀS 18H00 E INSTALAÇÃO DA PLENÁRIA PARA

Leia mais

CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS E FINALIDADES

CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS E FINALIDADES REGIMENTO INTERNO 1 Define as regras de funcionamento da 3ª Conferência Nacional de Economia solidária, convocada pela Resolução n 5, do Conselho Nacional de Economia Solidária, de 19 de junho de 2013.

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DO CONSELHO, ATRIBUIÇÕES E SUA COMPOSIÇÃO Art. 1.º- O Conselho Municipal de Educação de Carlos Barbosa, criado pela Lei Municipal nº1.176 de

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA CONFERÊNCIA DA CIDADE DE ALFENAS/MG CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

REGIMENTO INTERNO DA CONFERÊNCIA DA CIDADE DE ALFENAS/MG CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS REGIMENTO INTERNO DA CONFERÊNCIA DA CIDADE DE ALFENAS/MG CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1º - A 2ª Conferência Municipal das Cidades convocada por Decreto Municipal nº 732, de 14 de fevereiro de 2013, a

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA 5ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DAS CIDADES CAPITULO I DOS OBJETIVOS E FINALIDADES

REGIMENTO INTERNO DA 5ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DAS CIDADES CAPITULO I DOS OBJETIVOS E FINALIDADES REGIMENTO INTERNO DA 5ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DAS CIDADES CAPITULO I DOS OBJETIVOS E FINALIDADES Art. 1º São objetivos da 5ª Conferência Estadual das Cidades: I - propor a interlocução entre autoridades

Leia mais

Prefeitura Municipal de Porto Alegre

Prefeitura Municipal de Porto Alegre Prefeitura Municipal de Porto Alegre DECRETO Nº 17.301, DE 14 DE SETEMBRO DE 2011. Aprova o Regimento Interno do Fórum Municipal dos Conselhos da Cidade (FMCC). O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE, no

Leia mais

Regimento da Assembleia Preparatória Estadual

Regimento da Assembleia Preparatória Estadual ASSEMBLEIA NACIONAL DE ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS I - DA ASSEMBLEIA Art. 1º. A Assembleia Preparatória Estadual será realizada na jurisdição de cada Conselho Regional de Odontologia, sob a coordenação

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE AMAMBAI GABINETE DO PREFEITO

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE AMAMBAI GABINETE DO PREFEITO Republica por incorreção, o DECRETO Nº 202/13, que circulou no DOM Assomasul nº 0812, no dia 08/04/13, passando a vigorar com a redação abaixo. Aprova o Regimento da 5ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DA CIDADE

Leia mais

REGIMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA E TECNOLOGIA ESPACIAIS ÁREA DE CONCENTRAÇÃO EM ENGENHARIA E GERENCIAMENTO DE SISTEMAS ESPACIAIS

REGIMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA E TECNOLOGIA ESPACIAIS ÁREA DE CONCENTRAÇÃO EM ENGENHARIA E GERENCIAMENTO DE SISTEMAS ESPACIAIS REGIMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA E TECNOLOGIA ESPACIAIS ÁREA DE CONCENTRAÇÃO EM ENGENHARIA E GERENCIAMENTO DE SISTEMAS ESPACIAIS TÍTULO I DOS OBJETIVOS DO CURSO Art. 1º A Área de Concentração

Leia mais

REGIMENTO DO CONGRESSO ESTATUINTE DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA UEFS DO CONGRESSO

REGIMENTO DO CONGRESSO ESTATUINTE DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA UEFS DO CONGRESSO REGIMENTO DO CONGRESSO ESTATUINTE DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA UEFS DO CONGRESSO Artigo 1º - O Congresso Estatuinte é a instância máxima da ESTATUINTE e será constituído pelos delegados,

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO COLEGIADO DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DA FACULDADE DE APUCARANA - FAP

REGULAMENTO INTERNO DO COLEGIADO DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DA FACULDADE DE APUCARANA - FAP 205 ANEXO B Regulamento Interno do Colegiado do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação REGULAMENTO INTERNO DO COLEGIADO DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DA FACULDADE DE APUCARANA - FAP 206 CAPÍTULO

Leia mais

REGIMENTO DO FÓRUM ESTADUAL PERMANENTE DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE GOIÁS (FORPROF-GO)

REGIMENTO DO FÓRUM ESTADUAL PERMANENTE DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE GOIÁS (FORPROF-GO) REGIMENTO DO FÓRUM ESTADUAL PERMANENTE DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE GOIÁS (FORPROF-GO) Goiânia-2010 REGIMENTO DO FÓRUM ESTADUAL PERMANENTE DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE GOIÁS (FORPROF-GO) CAPÍTULO I DOS FUNDAMENTOS

Leia mais

Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esporte Eunápolis Bahia

Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esporte Eunápolis Bahia Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esporte Eunápolis Bahia PORTARIA Nº 14/2009 Aprova o Regulamento da I Conferência Municipal de Cultura de Eunápolis-BA e dá outras providências. A SECRETÁRIA

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM ESTADUAL PERMANENTE DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE DO ESTADO DO AMAPÁ TITULO I DA NATUREZA

REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM ESTADUAL PERMANENTE DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE DO ESTADO DO AMAPÁ TITULO I DA NATUREZA REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM ESTADUAL PERMANENTE DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE DO ESTADO DO AMAPÁ TITULO I DA NATUREZA Art. 1. O Fórum Estadual Permanente de Apoio à Formação Docente do Estado do Amapá é a

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 016/2015 DE 05 DE MARÇO DE 2015

RESOLUÇÃO Nº 016/2015 DE 05 DE MARÇO DE 2015 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 016/2015 DE 05

Leia mais

Comitê de Articulação Federativa Regimento Interno

Comitê de Articulação Federativa Regimento Interno PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS SUBCHEFIA DE ASSUNTOS FEDERATIVOS Comitê de Articulação Federativa Regimento Interno DA NATUREZA E FINALIDADE Art. 1º O Comitê de Articulação

Leia mais

FÓRUM PERMANENTE DA AGENDA 21 DE TANGUÁ RJ REGIMENTO INTERNO. CAPÍTULO l - DA CONSTITUIÇÃO, SEDE, OBJETIVOS, PRINCÍPIOS E ATRIBUIÇÕES.

FÓRUM PERMANENTE DA AGENDA 21 DE TANGUÁ RJ REGIMENTO INTERNO. CAPÍTULO l - DA CONSTITUIÇÃO, SEDE, OBJETIVOS, PRINCÍPIOS E ATRIBUIÇÕES. FÓRUM PERMANENTE DA AGENDA 21 DE TANGUÁ RJ REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO l - DA CONSTITUIÇÃO, SEDE, OBJETIVOS, PRINCÍPIOS E ATRIBUIÇÕES. Art. 1º - O Fórum permanente da Agenda 21 de Tanguá, criado pela Lei

Leia mais

Mais do que faculdade, uma escola de empreendedores. Regulamento do Colegiado de curso da Faculdade Montes Belos

Mais do que faculdade, uma escola de empreendedores. Regulamento do Colegiado de curso da Faculdade Montes Belos Mais do que faculdade, uma escola de empreendedores Regulamento do Colegiado de curso da Faculdade Montes Belos São Luís de Montes Belos, novembro de 2011 REGULAMENTO COLEGIADO DE CURSOS REGULAMENTO INTERNO

Leia mais

AGUARDANDO APROVAÇÃO DO COUNI

AGUARDANDO APROVAÇÃO DO COUNI Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional REGULAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO DE GRADUAÇÃO E EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DA UTFPR RESOLUÇÃO

Leia mais

CAPÍTULO III - DA ORGANIZAÇÃO Art. 3º. - O CEMACT funciona através do Plenário, das Câmaras Técnicas, comissões e Secretaria Administrativa.

CAPÍTULO III - DA ORGANIZAÇÃO Art. 3º. - O CEMACT funciona através do Plenário, das Câmaras Técnicas, comissões e Secretaria Administrativa. REGIMENTO DO CEMACT REGIMENTO INTERNO DO CEMACT CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º. - Este Regimento estabelece as formas de organização e funcionamento do conselho Estadual de Meio Ambiente,

Leia mais

2. Princípios fundamentais. 3. Objetivos

2. Princípios fundamentais. 3. Objetivos CARTA DE PRINCÍPIOS DO FÓRUM NACIONAL DOS TRABALHADORES DO SISTEMA ÚNICO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL FTSUAS. Princípios norteadores de funcionamento do Fórum 1. Natureza O Fórum Nacional dos Trabalhadores do

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA CONFERÊNCIA DE ANÁLISE E DISCUSSÃO DO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CARAPEBUS/RJ

REGIMENTO INTERNO DA CONFERÊNCIA DE ANÁLISE E DISCUSSÃO DO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CARAPEBUS/RJ REGIMENTO INTERNO DA CONFERÊNCIA DE ANÁLISE E DISCUSSÃO DO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CARAPEBUS/RJ CAPÍTULO I DA REALIZAÇÃO E CARÁTER DA CONFERÊNCIA Art. 1º A PREFEITURA MUNICIPAL DE CARAPEBUS, através

Leia mais

Estado do Rio de Janeiro MUNICÍPIO DE ANGRA DOS REIS Fundação de Turismo de Angra dos Reis Conselho Municipal de Turismo

Estado do Rio de Janeiro MUNICÍPIO DE ANGRA DOS REIS Fundação de Turismo de Angra dos Reis Conselho Municipal de Turismo REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE TURISMO Capítulo 1 Da Natureza e das Competências Art. 1. O CMT, órgão consultivo e deliberativo, instituído pela Lei nº 433/L.O., de 14 de junho de 1995, alterada

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO CONSEPE

REGIMENTO INTERNO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO CONSEPE REGIMENTO INTERNO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO CONSEPE TÍTULO I DA COMPOSIÇÃO E DAS COMPETÊNCIAS CAPÍTULO I - DA COMPOSIÇÃO Art. 1º O CONSEPE é o órgão colegiado superior que supervisiona e

Leia mais

Art. 1º Fica aprovado, na forma do Anexo, o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ. JOSÉ EDUARDO CARDOZO ANEXO

Art. 1º Fica aprovado, na forma do Anexo, o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ. JOSÉ EDUARDO CARDOZO ANEXO PORTARIA Nº 2.588, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2011 Aprova o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições previstas nos incisos I e II do parágrafo

Leia mais

REFERENCIAL BÁSICO PARA REALIZAÇÃO DE CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

REFERENCIAL BÁSICO PARA REALIZAÇÃO DE CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Conselho Estadual de Assistência Social REFERENCIAL BÁSICO PARA REALIZAÇÃO DE CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Belo Horizonte, 2009 1ª Edição em 2001 2ª Edição em 2007 3º Edição em 2009 ATUALIZADO

Leia mais

FORUM PERMANENTE DA AGENDA 21 LOCAL DE SAQUAREMA REGIMENTO INTERNO. CAPITULO 1-Da natureza, sede, finalidade, princípios e atribuições:

FORUM PERMANENTE DA AGENDA 21 LOCAL DE SAQUAREMA REGIMENTO INTERNO. CAPITULO 1-Da natureza, sede, finalidade, princípios e atribuições: FORUM PERMANENTE DA AGENDA 21 LOCAL DE SAQUAREMA REGIMENTO INTERNO CAPITULO 1-Da natureza, sede, finalidade, princípios e atribuições: Artigo I: O Fórum Permanente da Agenda 21 de Saquarema, criado pelo

Leia mais

O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DA SECRETARIA ESPECIAL DE POLÍTICAS DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DA SECRETARIA ESPECIAL DE POLÍTICAS DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA PORTARIA N o, DE DE DE 2009. Aprova o regimento da II Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DA SECRETARIA ESPECIAL DE POLÍTICAS DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 21/2007

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 21/2007 RESOLUÇÃO Nº 21/2007 O DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, CONSIDERANDO o que consta do Processo nº 25.154/2007-18 CENTRO DE EDUCAÇÃO (CE); CONSIDERANDO

Leia mais

VIII CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE REGIMENTO INTERNO. Capítulo I Dos objetivos

VIII CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE REGIMENTO INTERNO. Capítulo I Dos objetivos VIII CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE REGIMENTO INTERNO Capítulo I Dos objetivos Art.1º - A VIII Conferência Municipal de Saúde terá por objetivos: I - Impulsionar, reafirmar e buscar a efetividade dos princípios

Leia mais

REGIMENTO DO COLEGIADO DA GRADUAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS

REGIMENTO DO COLEGIADO DA GRADUAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS APROVADO na 27ª reunião do Conselho Superior realizada em 18/12/2013. REGIMENTO DO COLEGIADO DA GRADUAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Art. 1º - Ao Colegiado da Graduação compete: I. apreciar, discutir

Leia mais

Ministério da Educação Universidade Federal de São Paulo Campus Osasco REGIMENTO INTERNO DA CÂMARA DE GRADUAÇÃO DO CAMPUS OSASCO DA UNIFESP

Ministério da Educação Universidade Federal de São Paulo Campus Osasco REGIMENTO INTERNO DA CÂMARA DE GRADUAÇÃO DO CAMPUS OSASCO DA UNIFESP REGIMENTO INTERNO DA CÂMARA DE GRADUAÇÃO DO CAMPUS OSASCO DA UNIFESP Dispõe sobre as atribuições da Câmara de Graduação do da UNIFESP, sua composição e condução dos trabalhos. DA NATUREZA Artigo 1. A Câmara

Leia mais

Regimento do Conselho Municipal de Educação de Cascais

Regimento do Conselho Municipal de Educação de Cascais Regimento do Conselho Municipal de Educação de Cascais Índice Natureza e Objetivos 2 Competências 2 Composição 3 Comissão Permanente 4 Presidência 5 Periodicidade 5 Convocação das reuniões 6 Quórum 6 Uso

Leia mais

Regimento Interno da Comissão de Avaliação e Gestão de Projetos de Pesquisa e Inovação - CAGPPI

Regimento Interno da Comissão de Avaliação e Gestão de Projetos de Pesquisa e Inovação - CAGPPI Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Câmpus Farroupilha Regimento Interno da Comissão de Avaliação

Leia mais

REGIMENTO XII CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO. Capítulo I DAS CONVOCAÇÕES

REGIMENTO XII CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO. Capítulo I DAS CONVOCAÇÕES REGIMENTO XII CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO Art. 1º - O presente Regimento, previsto pelo art. 24, 2º, da Lei nº 5.104/2009, se destina a regulamentar à XII Conferência Municipal de

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO REGIMENTO INTERNO

CONSELHO MUNICIPAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO REGIMENTO INTERNO REGIMENTO INTERNO Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º O Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação (CMCTI/Campinas), criado pela Lei Municipal

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO. Aprovado pelo Conselho Universitário em sessão realizada no dia 29 de março de 1983 Resolução No. 09/83.

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO. Aprovado pelo Conselho Universitário em sessão realizada no dia 29 de março de 1983 Resolução No. 09/83. REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO Aprovado pelo Conselho Universitário em sessão realizada no dia 29 de março de 1983 Resolução No. 09/83. REGIMENTO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES

Leia mais

Prefeitura Municipal de Paranaguá Fundação Municipal de Cultura de Paranaguá - Nelson de Freitas Barbosa

Prefeitura Municipal de Paranaguá Fundação Municipal de Cultura de Paranaguá - Nelson de Freitas Barbosa REGIMENTO DO II FÓRUM MUNICIPAL DE CULTURA DE PARANAGUÁ Art. 1 O II Fórum de Municipal de Cultura de Paranaguá comporta o foro municipal dos debates sobre o Sistema Municipal de Cultura de Paranaguá, aberto

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO HOSPITAL MATERNO INFANTIL PRESIDENTE VARGAS. Capítulo I Da denominação e sede

REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO HOSPITAL MATERNO INFANTIL PRESIDENTE VARGAS. Capítulo I Da denominação e sede REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO HOSPITAL MATERNO INFANTIL PRESIDENTE VARGAS Capítulo I Da denominação e sede Art. 1º A Associação dos Amigos do Hospital Materno-Infantil Presidente Vargas,

Leia mais

União dos Escoteiros do Brasil Região do Rio Grande do Sul O Ramo Pioneiro em 1º lugar

União dos Escoteiros do Brasil Região do Rio Grande do Sul O Ramo Pioneiro em 1º lugar União dos Escoteiros do Brasil Região do Rio Grande do Sul O Ramo Pioneiro em 1º lugar Regulamento do Ramo Pioneiro no Rio Grande do Sul TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INTRODUTÓRIAS CAPÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO

Leia mais

ASSEMBLEIA NACIONAL DE ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS. Regimento Geral

ASSEMBLEIA NACIONAL DE ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS. Regimento Geral ASSEMBLEIA NACIONAL DE ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS I - DA ASSEMBLEIA Art. 1º. A III Assembleia Nacional de Especialidades Odontológicas - III ANEO - será realizada em São Paulo (SP), dias 13 e 14 de outubro

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE FRUTAL FAF TÍTULO I DO REGULAMENTO E DO ÓRGÃO

REGULAMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE FRUTAL FAF TÍTULO I DO REGULAMENTO E DO ÓRGÃO REGULAMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE FRUTAL FAF TÍTULO I DO REGULAMENTO E DO ÓRGÃO Art. 1º Este Regulamento Interno disciplina as normas relativas ao funcionamento da Comissão Própria

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA CMDPCD JACOBINA CAPÍTULO I - DA NATUREZA

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA CMDPCD JACOBINA CAPÍTULO I - DA NATUREZA REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA CMDPCD JACOBINA CAPÍTULO I - DA NATUREZA Art.1º - O Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência - CMDPCD, instituído

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ESTADO DOS DIREITOS HUMANOS AUTORIDADE CENTRAL ADMINISTRATIVA FEDERAL

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ESTADO DOS DIREITOS HUMANOS AUTORIDADE CENTRAL ADMINISTRATIVA FEDERAL II REUNIÃO DO CONSELHO DAS AUTORIDADES CENTRAIS BRASILEIRAS RESOLUÇÃO N.º 02/ 2000 Dispõe sobre a Aprovação do Regimento Interno e dá outras providências O Presidente do Conselho das Autoridades Centrais

Leia mais

PORTARIA Nº 281, DE 16 DE JUNHO DE 2015

PORTARIA Nº 281, DE 16 DE JUNHO DE 2015 PORTARIA Nº 281, DE 16 DE JUNHO DE 2015 Aprova o anexo Regimento Interno do Fórum Permanente para o Transporte Rodoviário de Cargas. O SECRETÁRIO-EXECUTIVO, SUBSTITUTO, DO MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES, no

Leia mais

Regulamento do Colegiado dos Cursos da Faculdade Católica Santa Teresinha (Aprovado pela Resolução 005/2010-DG/FCST, datado de 20/12/2010)

Regulamento do Colegiado dos Cursos da Faculdade Católica Santa Teresinha (Aprovado pela Resolução 005/2010-DG/FCST, datado de 20/12/2010) 0 Regulamento do Colegiado dos Cursos da Faculdade Católica Santa Teresinha (Aprovado pela Resolução 005/2010-DG/FCST, datado de 20/12/2010) CAICÓ-RN 2010 1 SUMÁRIO CAPÍTULO I: DA NATUREZA, COMPOSIÇÃO

Leia mais

Lei Municipal nº 2.610, de 31 de outubro de 2008, que aprova o Plano Municipal de Educação de Niterói;

Lei Municipal nº 2.610, de 31 de outubro de 2008, que aprova o Plano Municipal de Educação de Niterói; SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE NITERÓI ATOS DO PRESIDENTE EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO Nº 001/2015 III CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE NITERÓI

Leia mais

XVI CONAPEF CONGRESSO NACIONAL DOS POLICIAIS FEDERAIS REGIMENTO INTERNO

XVI CONAPEF CONGRESSO NACIONAL DOS POLICIAIS FEDERAIS REGIMENTO INTERNO XVI CONAPEF CONGRESSO NACIONAL DOS POLICIAIS FEDERAIS REGIMENTO INTERNO O Presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais - FENAPEF, no uso das atribuições que lhe conferem os artigos 14 e 25,

Leia mais

LEI N 1.892/2008 Dá nova redação a Lei nº 1.580/2004

LEI N 1.892/2008 Dá nova redação a Lei nº 1.580/2004 LEI N 1.892/2008 Dá nova redação a Lei nº 1.580/2004 Povo do Município de Viçosa, por seus representantes legais, aprovou e eu, em seu nome, sanciono e promulgo a seguinte Lei: Das disposições Gerais Art.

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO LEOPOLDO Estado do Rio Grande do Sul DECRETO Nº 5.541, DE 10 DE MARÇO DE 2008.

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO LEOPOLDO Estado do Rio Grande do Sul DECRETO Nº 5.541, DE 10 DE MARÇO DE 2008. DECRETO Nº 5.541, DE 10 DE MARÇO DE 2008. Regulamenta o artigo 66, do Estatuto dos Servidores Públicos de São Leopoldo, Lei nº 6.055 de 14 de Setembro de 2006, Da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes-

Leia mais

MINUTA DE REGIMENTO INTERNO DA 4ª CONFERÊNCIA NACIONAL DOS DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Capítulo I Dos Objetivos. Capítulo II Da Realização

MINUTA DE REGIMENTO INTERNO DA 4ª CONFERÊNCIA NACIONAL DOS DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Capítulo I Dos Objetivos. Capítulo II Da Realização MINUTA DE REGIMENTO INTERNO DA 4ª CONFERÊNCIA NACIONAL DOS DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Define as regras de funcionamento da 4ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência Capítulo

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO CONSULTIVO DO AUDIOVISUAL DE PERNAMBUCO

REGIMENTO DO CONSELHO CONSULTIVO DO AUDIOVISUAL DE PERNAMBUCO REGIMENTO DO CONSELHO CONSULTIVO DO AUDIOVISUAL DE PERNAMBUCO CAPITULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Art. 1º - O Conselho Consultivo do Audiovisual de Pernambuco, órgão colegiado permanente, consultivo e

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE NITERÓI EDITAL N 005/2015

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE NITERÓI EDITAL N 005/2015 PUBLICADA EM 15/09/2015 SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE NITERÓI EDITAL N 005/2015 O presente Edital torna pública a abertura de inscrições e estabelece as diretrizes gerais para

Leia mais

Regimento Interno do Conselho Municipal do Idoso de Passo Fundo COMUI Capitulo I Da Natureza e Finalidade

Regimento Interno do Conselho Municipal do Idoso de Passo Fundo COMUI Capitulo I Da Natureza e Finalidade Regimento Interno do Conselho Municipal do Idoso de Passo Fundo COMUI Capitulo I Da Natureza e Finalidade Art. 1º - O Conselho Municipal do Idoso de Passo Fundo COMUI- possui atribuições de caráter propositivo

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS AFRO-BRASILEIROS E INDÍGENAS NEABI

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS AFRO-BRASILEIROS E INDÍGENAS NEABI REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS AFRO-BRASILEIROS E INDÍGENAS NEABI TITULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente regulamento disciplina a organização, o funcionamento e as atribuições do Núcleo

Leia mais

PORTARIA Nº 45, DE 28 DE ABRIL DE 2010.

PORTARIA Nº 45, DE 28 DE ABRIL DE 2010. PORTARIA Nº 45, DE 28 DE ABRIL DE 2010. Publica o Regimento Interno do Colegiado Setorial de Literatura, Livro e Leitura do Conselho Nacional de Política Cultural. O MINISTRO DE ESTADO DA CULTURA, no uso

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E ASSUNTOS DO MERCOSUL.

SECRETARIA DE ESTADO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E ASSUNTOS DO MERCOSUL. ANEXO REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM REGIONAL PERMANENTE DAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE DO ESTADO DO PARANÁ CAPÍTULO I NATUREZA E COMPETÊNCIAS Art. 1º. Ao Fórum Regional Permanente das Microempresas

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTA MARIA DA FEIRA

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTA MARIA DA FEIRA REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTA MARIA DA FEIRA O Decreto-Lei nº7/2003, de 15 de Janeiro, com as alterações introduzidas pela Lei nº 41/2003, de 22 de Agosto, retificada pela

Leia mais

EDITAL DE COMPOSIÇÃO DO COMITÊ GESTOR DO PROGRAMA MUNICIPAL DE PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS

EDITAL DE COMPOSIÇÃO DO COMITÊ GESTOR DO PROGRAMA MUNICIPAL DE PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS EDITAL DE COMPOSIÇÃO DO COMITÊ GESTOR DO PROGRAMA MUNICIPAL DE PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS A Secretaria Municipal de Agricultura, Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente convida os Órgãos Públicos

Leia mais

LEI Nº 2.998/2007 CAPÍTULO I DA COMPOSIÇÃO

LEI Nº 2.998/2007 CAPÍTULO I DA COMPOSIÇÃO LEI Nº 2.998/2007 REGULAMENTA O CONSELHO MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO URBANO - COPLAN, CRIADO NO ARTIGO 2º, DA LEI COMPLEMENTAR N.º 037/2006, DE 15 DE DEZEMBRO, QUE DISPOE SOBRE NORMAS DE

Leia mais

Regimento Interno do Comitê de Ética em Pesquisa do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix

Regimento Interno do Comitê de Ética em Pesquisa do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix Regimento Interno do Comitê de Ética em Pesquisa do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix I - Do Objeto e suas finalidades Art. 1º - O Comitê de Ética em Pesquisa do Centro Universitário Metodista

Leia mais

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários ESTATUTO DA LIGA ACADÊMICA DE ESPORTES E SAÚDE - LIES Capítulo I - Da Natureza e Finalidade ART. 1º - A Liga Acadêmica de Esportes e Saúde é uma entidade sem fins lucrativos, com duração ilimitada, sob

Leia mais

Este texto não substitui o original publicado no Diário Oficial, de 07/07/2011

Este texto não substitui o original publicado no Diário Oficial, de 07/07/2011 Este texto não substitui o original publicado no Diário Oficial, de 07/07/2011 LEI Nº 810 DE 6 DE JULHO DE 2011. Dispõe sobre a reorganização dos Conselhos Escolares do Sistema Estadual de Ensino e dá

Leia mais

EDITAL DE CONVOCAÇÃO Nº 01, DE 02 DE OUTUBRO DE 2014

EDITAL DE CONVOCAÇÃO Nº 01, DE 02 DE OUTUBRO DE 2014 EDITAL DE CONVOCAÇÃO Nº 01, DE 02 DE OUTUBRO DE 2014 O CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE CONANDA, faz publicar o Edital de Convocação para a eleição das entidades da sociedade

Leia mais

D.O.U, de 26 de maio de 2011, Seção 1, pag. 35 COMITÊ NACIONAL DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA. DELIBERAÇÃO No- 1, DE 5 DE MAIO DE 2011

D.O.U, de 26 de maio de 2011, Seção 1, pag. 35 COMITÊ NACIONAL DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA. DELIBERAÇÃO No- 1, DE 5 DE MAIO DE 2011 D.O.U, de 26 de maio de 2011, Seção 1, pag. 35 COMITÊ NACIONAL DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA DELIBERAÇÃO No- 1, DE 5 DE MAIO DE 2011 Institui o Regimento Interno do Comitê Nacional de Educação Financeira. O COMITÊ

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE POLÍTICAS CULTURAIS REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CONSELHO MUNICIPAL DE POLÍTICAS CULTURAIS REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CONSELHO MUNICIPAL DE POLÍTICAS CULTURAIS REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - Este regimento interno disciplina o funcionamento do Conselho Municipal de Políticas Culturais,

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA EM ENFERMAGEM

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA EM ENFERMAGEM REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA EM ENFERMAGEM CAPÍTULO I Natureza, Finalidade, Sede e Foro Art. 1º - A Comissão Nacional de Residência em Enfermagem - CONARENF, criada pela Portaria

Leia mais

ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DAS CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE NO ESTADO DE MINAS GERAIS 2011

ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DAS CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE NO ESTADO DE MINAS GERAIS 2011 T CONSELHO ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE MINAS GERAIS ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DAS CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE NO ESTADO DE MINAS GERAIS

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO DEPARTAMENTAL

REGULAMENTO DO CONSELHO DEPARTAMENTAL Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional REGULAMENTO DO CONSELHO DEPARTAMENTAL RESOLUÇÃO Nº. 073/12-COGEP de 07/12/12 Curitiba

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES FACULDADE DE MATEMÁTICA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES FACULDADE DE MATEMÁTICA SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES FACULDADE DE MATEMÁTICA REGIMENTO INTERNO DA FACULDADE DE MATEMÁTICA, CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES, UFPA.

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO Art. 1º O Colegiado Estadual de Procuradores e Advogados Municipais de Santa Catarina, que passará a utilizar com exclusividade a denominação

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO E FINALIDADE

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO E FINALIDADE REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO E FINALIDADE Art. 1º - O Conselho Municipal do Idoso CMI de Carlos Barbosa, criado pela Lei Municipal nº 1754,

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COLÉGIO DE PRESIDENTES DAS SUBSEÇÕES CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E FINALIDADES

REGIMENTO INTERNO DO COLÉGIO DE PRESIDENTES DAS SUBSEÇÕES CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E FINALIDADES 1 REGIMENTO INTERNO DO COLÉGIO DE PRESIDENTES DAS SUBSEÇÕES CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E FINALIDADES Art. 1º O Colégio de Presidentes das Subseções é órgão de Consulta, Sugestões e de Recomendações ao Conselho

Leia mais

Do Colegiado de Curso. Da Constituição do Colegiado

Do Colegiado de Curso. Da Constituição do Colegiado REGULAMENTO INTERNO DO COLEGIADO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS - UNITINS Do Colegiado de Curso Art. 1º. O Colegiado de Curso é a instância básica dos cursos de graduação, responsável

Leia mais

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA N o 173, DE 22 DE JANEIRO DE 2007 Aprova, na forma do Anexo a esta Portaria, o Regimento Interno do Comitê Permanente de Implementação e Acompanhamento

Leia mais

PORTARIA Nº 43, DE 28 DE ABRIL DE 2010.

PORTARIA Nº 43, DE 28 DE ABRIL DE 2010. PORTARIA Nº 43, DE 28 DE ABRIL DE 2010. Publica o Regimento Interno do Colegiado Setorial de Música do Conselho Nacional de Política Cultural. O MINISTRO DE ESTADO DA CULTURA, no uso das atribuições que

Leia mais

ESTATUTO Fórum Nacional de Diretores de Departamento de Contabilidade e Finanças das Universidades Federais Brasileiras

ESTATUTO Fórum Nacional de Diretores de Departamento de Contabilidade e Finanças das Universidades Federais Brasileiras ESTATUTO Fórum Nacional de Diretores de Departamento de Contabilidade e Finanças das Universidades Federais Brasileiras Regimento alterado e aprovado pelo plenário na XVII Reunião Extraordinária em Porto

Leia mais

O PLC 52/2013 foi destinado para análise de duas Comissões: de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) NESTA EDIÇÃO:

O PLC 52/2013 foi destinado para análise de duas Comissões: de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) NESTA EDIÇÃO: Nº 57 - ANO VI Sexta - feira, 19 de Julho de 2013 Plantar árvores dará privilégios a Municípios na captação de recursos Plantar árvores será algo lucrativo para as prefeituras. Os Municípios que tiverem

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE ACOMPANHAMENTO E CONTROLE SOCIAL DO FUNDO DE MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL E DE VALORIZÃO DO MAGISTÉRIO.

CONSELHO MUNICIPAL DE ACOMPANHAMENTO E CONTROLE SOCIAL DO FUNDO DE MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL E DE VALORIZÃO DO MAGISTÉRIO. Estado do Rio Grande do Norte Município de Mossoró CONSELHO MUNICIPAL DE ACOMPANHAMENTO E CONTROLE SOCIAL DO FUNDO DE MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL E DE VALORIZÃO DO MAGISTÉRIO. REGIMENTO

Leia mais

REGULAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADES

REGULAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADES REGULAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADES Art. 1º O Colegiado de Curso é órgão consultivo, normativo, de planejamento acadêmico e executivo, para os assuntos de política de

Leia mais

DELIBERAÇÃO CES Nº 130 /2015 De, 10 de junho de 2015.

DELIBERAÇÃO CES Nº 130 /2015 De, 10 de junho de 2015. Secretaria Estadual De Saúde Conselho Estadual De Saúde - RJ DELIBERAÇÃO CES Nº 130 /2015 De, 10 de junho de 2015. APROVA O REGIMENTO IN- TERNO DA 7ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO. O

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CME/THE CAPÍTULO II DA NATUREZA E DA FINALIDADE

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CME/THE CAPÍTULO II DA NATUREZA E DA FINALIDADE REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CME/THE CAPÍTULO I DA NATUREZA E DA FINALIDADE Art. 1º - O Conselho Municipal de Educação de Teresina, instituído em 19 de dezembro de 2001, pela Lei

Leia mais

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários ESTATUTO DA LIGA GERIATRIA E GERONTOLOGIA - LIG Capítulo I - Da Natureza e Finalidade ART. 1º - A LIGA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA é uma entidade sem fins lucrativos, com duração ilimitada, sob a supervisão

Leia mais

COLEGIADO DE FISCAIS DE TRIBUTOS, AUDITORES FISCAIS E TÉCNICOS DA TRIBUTAÇÃO DA AMOSC REGIMENTO INTERNO

COLEGIADO DE FISCAIS DE TRIBUTOS, AUDITORES FISCAIS E TÉCNICOS DA TRIBUTAÇÃO DA AMOSC REGIMENTO INTERNO COLEGIADO DE FISCAIS DE TRIBUTOS, AUDITORES FISCAIS E TÉCNICOS DA TRIBUTAÇÃO DA AMOSC REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO Art. 1º O Colegiado de Fiscais de Tributos, Auditores

Leia mais

DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 368/2002

DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 368/2002 DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 368/2002 Institui o Conselho de Cirurgia do Departamento de Medicina e aprova seu regulamento. O CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA, na conformidade do Processo nº MED-144/02, aprovou

Leia mais

RESOLUÇÃO CNRM/004/2001

RESOLUÇÃO CNRM/004/2001 RESOLUÇÃO CNRM/004/2001 A PRESIDENTE DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA (CNRM), no uso de sua atribuições previstas no art. 5.º do Decreto n.º 80.281, de 05 de setembro de 1977, e considerando o

Leia mais

COMISSÃO ESTADUAL DA AGENDA TERRITORIAL DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DE ALFABETIZAÇÃO E DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO ESPÍRITO SANTO

COMISSÃO ESTADUAL DA AGENDA TERRITORIAL DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DE ALFABETIZAÇÃO E DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO ESPÍRITO SANTO COMISSÃO ESTADUAL DA AGENDA TERRITORIAL DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DE ALFABETIZAÇÃO E DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO ESPÍRITO SANTO REGIMENTO INTERNO SUMÁRIO CAPITULO I Do fundamento legal CAPITULO

Leia mais