* Trabalho Apresentado no XV Encontro Nacional de Estudos populacionais, ABEP, realizado em Caxambu MG Brasil, de 18 a 22 de setembro de 2006.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "* Trabalho Apresentado no XV Encontro Nacional de Estudos populacionais, ABEP, realizado em Caxambu MG Brasil, de 18 a 22 de setembro de 2006."

Transcrição

1 DEMOGRAFIA E EDUCAÇÃO NO BRASIL: AS DESIGUALDADES REGIONAIS* FERNANDA R. BECKER UERJ Resumo: A População brasileira está se transformando, passando por mudanças significativas nas últimas décadas. Estas mudanças são observadas não somente em termos de crescimento e estrutura etária, mas também no campo da Educação, com avanços em relação a escolaridade e erradicação do analfabetismo. Este trabalho tem por objetivo analisar as transformações sofridas pela população considerando aspectos demográficos e sua relação com o campo da Educação. É feita uma breve análise das mudanças sofridas após a década de 7 e uma análise com maior grau de detalhamento dos últimos 15 anos (199-24). Dada a heterogeneidade do país, a análise foi dividida por regiões geográficas, que apesar de uma tendência a convergência no longo prazo ainda apresentam enormes desigualdades entre si e até mesmo no contexto intra-regional. A análise indica que há relação entre a Educação e a queda da fecundidade - principal fator da redução da taxa de crescimento da população, mostra a concentração populacional nos grandes centros urbanos, estuda a relação entre o tamanho da família e o grau de escolaridade dos filhos, além de fazer uma evolução geral dos indicadores sociais por regiões a fim de identificar os vários "brasis" existentes e até que ponto estão relacionados à demografia e a Educação. Palavras Chave: Demografia, Educação e Desigualdades Regionais * Trabalho Apresentado no XV Encontro Nacional de Estudos populacionais, ABEP, realizado em Caxambu MG Brasil, de 18 a 22 de setembro de 26. 1

2 DEMOGRAFIA E EDUCAÇÃO NO BRASIL: AS DESIGUALDADES REGIONAIS FERNANDA R. BECKER UERJ I Introdução A população brasileira está se transformando, passando por um período de transição demográfica. As mudanças são observáveis não somente em termos de ritmo de crescimento e estrutura etária, mas também no campo educacional, com avanços significativos em direção a erradicação do analfabetismo e aumento dos níveis de escolaridade. Este trabalho tem por objetivo analisar as transformações sofridas pela população brasileira considerando aspectos demográficos e sua relação com a Educação. Deve ser ressaltada a relação de causa e conseqüência entre Demografia e Educação, como fica claro ao considerar a fecundidade que sofre redução após um aumento da escolaridade e que ao mesmo tempo ao ser reduzida contribui para uma melhora na escolaridade por ter impactos no tamanho da família, no número de crianças em idade escolar e em algumas outras variáveis. Foi feita uma breve análise das mudanças sofridas após a década de 7, sendo o foco principal o período entre 199 e 24 quando foi feita uma análise mais detalhada da evolução dos indicadores. Dada a heterogeneidade do país, a análise foi dividida por regiões geográficas, que apesar da tendência a convergência apresentam enormes desigualdades entre si e até mesmo no contexto intra-regional. II Brasil: Transição Demográfica O País passou por significativas mudanças em sua estrutura demográfica nas últimas décadas. Ao analisar os dados das PNADS verifica-se um processo de redução do crescimento populacional, em grande parte impulsionado pelo declínio da taxa de fecundidade, que levou a reversão do quadro anterior ( ) de constante aceleração do crescimento em conseqüência da redução da taxa da de mortalidade. No período até 197, a elevação do crescimento resultante de altos níveis de fecundidade associados à queda da taxa de mortalidade não alterou a estrutura etária da população apesar de um aumento de expectativa de vida. A Fecundidade é a que define a estrutura etária, tendo a mortalidade um papel secundário (Carvalho, 24): um declínio da mortalidade, ao contrário do que pode ser intuído, não necessariamente leva a um envelhecimento da população, resulta na maioria das vezes em um pequeno rejuvenescimento por ter sua principal redução associada à queda da mortalidade infantil. Após o período de crescimento e estabilidade etária mais especificamente na década de 7, apareceram as primeiras evidências de mudança uma vez que teve início uma contínua queda da fecundidade, em especial nas regiões economicamente mais desenvolvidas. O gráfico a seguir identifica os períodos de transição demográfica no Brasil. As diferenças regionais são abordadas no próximo item. 2

3 Fonte: IPEA População Residente (19-24) É possível observar a aceleração do crescimento a partir da década de 4 e uma redução da década de 7 em diante. Conforme citado anteriormente a principal causa foi à queda da fecundidade. No final dos anos 6, iniciou-se no Brasil um processo de declínio acelerado da fecundidade. Inicialmente restrito aos segmentos urbanos mais privilegiados das regiões desenvolvidas, este processo logo se espalhou para todos os segmentos sociais, tanto na área urbana quanto na área rural. A generalização do declínio da fecundidade e o avanço dos métodos contraceptivos, conjugados às transformações econômicas e sociais, apontam para a continuidade deste processo nos próximos anos. Uma vez atingida a taxa de reposição, o crescimento populacional tende a zero e a população tende a ficar estável. Em muitos países do mundo a taxa de fecundidade já está abaixo da taxa de reposição e a população está diminuindo. Esta queda da fecundidade está diretamente relacionada ao aumento da educação da população e a entrada da mulher no mercado de trabalho. Uma queda de fecundidade contínua tem impacto na estrutura etária da população, pois reduz o número de crianças ao mesmo tempo em que aumenta a participação de outras faixas etárias no total da população. A população brasileira está, portanto, em um período de envelhecimento e apresenta tendência em longo prazo de crescimento zero, etapa em que será finalizado o período de transição demográfica. A evolução recente da escolaridade será demonstrada no próximo gráfico. Deve ser ressaltado que o aumento de escolaridade gera alterações no número de filhos por mulher ao mesmo tempo em que reduz a mortalidade infantil devido a maior percepção das mulheres mais instruídas no cuidado de seus filhos, o que possibilita maior acesso a serviços básicos de saúde. Brasil

4 Escolaridade (anos de estudo população) 7 6,75 6,5 6,25 6 5,75 5,5 5,25 5 4,75 CO N NE 4,5 4,25 4,75 S SE Brasil,5,25 2,75 2,5 2, Fonte: IPEA Evolução da mortalidade infantil( ) , ,8 Brasil 6 62, , Fonte: Evolução e perspectivas da mortalidade infantil no Brasil (IBGE, 1999). A escolaridade média da população (com mais de 25 anos) teve um aumento nas últimas décadas e passou de aproximadamente,8 anos (198) de estudo para 6,2 anos (24) sendo 4

5 este aumento acompanhado pela queda da mortalidade, redução da fecundidade e da taxa de analfabetismo. A queda da mortalidade observada a partir da década de 7, além do aumento da escolaridade das mulheres teve como causa a ampliação dos programas de saúde, das campanhas de vacinação e até influência das mudanças nos padrões reprodutivos. Em relação à taxa de analfabetismo, que caiu ininterruptamente ao longo do século passado, saindo de um patamar de 65,% em 19 para chegar a 1,6% em 2(Mapa do analfabetismo no Brasil, MEC 24) vale lembrar que somente a queda desta não indica melhora significativa, é fundamental também a sua redução em números absolutos. E neste aspecto há muito ainda a ser feito. Somente na década de 198 foi possível reverter o crescimento constante até então verificado no número de analfabetos.no entanto, havia em 2 um número maior de analfabetos do que aquele existente em 196 e quase duas vezes e meia o que havia no início do século 2(MEC, 24). Número de analfabetos e taxa de analfabetismo (15 anos ou mais Brasil) Fonte: Mapa do Analfabetismo no Brasil, 2. O número absoluto de analfabetos ainda é muito elevado em comparação a outros países latinos.não há evidências de que o início tardio da redução do analfabetismo no país seja o principal responsável por essa situação. A pirâmide etária da população analfabeta mostra que essa condição não é limitada à população idosa; o nível é também alto entre crianças, jovens e adultos. Com o envelhecimento e morte dos analfabetos idosos, é de se esperar alguma redução na taxas totais de analfabetismo (Souza, 1999). Tal redução, porém, será menor do que a esperada caso o problema fosse meramente uma questão de dinâmica demográfica, pois as elevadas taxas entre os jovens garantem a reposição do estoque de analfabetos na população. Assim, mesmo sob a perspectiva de crescimento zero não é possível esperar que apenas a mudança demográfica reduza definitivamente o problema do analfabetismo. Ao considerar o Brasil, a evolução dos indicadores ocorreu de forma bastante desigual ao comparar as regiões geográficas do país, o que é bastante evidente ao observar, por exemplo, 5

6 a evolução da mortalidade infantil por regiões que chegou a uma diferença de 15% entre a região Nordeste e a região Sul. III - As Desigualdades Regionais O Brasil compreende cinco regiões geográficas que têm economias e indicadores sociais contrastantes. O objetivo desta análise é identificar essas diferenças e verificar se há tendência à convergência e identificar até que ponto as mudanças demográficas e os indicadores educacionais estão interligados. Os dados sobre a população e indicadores demográficos regionais do Brasil (IBGE) indicam que a região Norte, em termos de extensão, é a maior do Brasil, que a maior densidade demográfica e a maior concentração de população se localiza, pela ordem, no Sudeste e no Nordeste. O maior grau de urbanização nas regiões Sudeste, Centro-Sul e Sul, pela ordem, se explica pelo fato de serem as regiões de maior dinamismo econômico do Brasil na atualidade. A distribuição espacial da população e a evolução econômica e do mercado de trabalho tem estreita relação entre si, fica bastante evidente esta ligação ao visualizar o gráfico abaixo. Densidade Demográfica por UF Fonte: IBGE O foco deste trabalho é analisar as mudanças na estrutura da população e na educação. Dentro desta perspectiva, será analisada a evolução do total de famílias e do número médio de componentes. A evolução desses dados é relevante uma vez que na literatura aparecem diversos estudos que apontam para a existência de uma relação inversa entre o tamanho da família e a escolaridade. 6

7 Os principais argumentos são a relação entre o tamanho da família e a renda per capita familiar e o tamanho da população em idade escolar. Schultz indica ainda a correlação inversa entre o tamanho relativo da população em idade escolar e o gasto por estudante nas escolas públicas. Famílias menores implicam uma fatia maior de renda para cada membro além de significar, na maioria dos casos menor competição por recursos nas escolas, o que diminui a superlotação e pode levar a uma melhora do desempenho escolar (Lam, 24). Total de Famílias por Regiões Norte* Nordeste Sudeste Sul C.Oeste (..) Fonte: PNADS (*A região Norte não inclui as famílias em área rural) No Brasil, conforme demonstrado acima há um aumento do número de famílias em todas as regiões. No entanto, este aumento do número de famílias não se traduz em aumento do tamanho das famílias. O número total de famílias é maior e o número de componentes médio é menor. Há um aumento da maternidade (número de mães) que pode ser interpretado como um indicador de progresso social tal como a queda do número de filhos por mães, também ressaltado. Quanto mais as mulheres adultas de uma determinada localidade são mães, quanto maiores são a freqüência e aproveitamento escolares e menor é a mortalidade infantil. O problema das regiões pobres é o número de filhos por mãe, o que acaba prejudicando a qualidade da criação dos filhos (Neri, 25). Dada a desigualdade existente entre regiões apresentamos as mudanças ocorridas na estrutura da população em nível regional e intra-regional: 7

8 - REGIÃO NORTE A Região Norte engloba sete unidades da federação: Pará, Amapá, Amazonas, Roraima, Rondônia, Acre e Tocantins. É a região de maior extensão territorial do Brasil e compreende cerca de 45% do território nacional. A região teve sua ocupação e povoamentos inibidos durante décadas devido a grande distância em relação aos centros econômicos e a densidade da floresta. A ocupação se deu após décadas de incentivos fiscais e financeiros associados à criação de infra-estrutura. A expansão da fronteira agrícola e o crescimento econômico, em especial na região do complexo de Carajás levaram a um expressivo aumento da população ( ), sobretudo devido a maior dinâmica demográfica e novos fluxos migratórios oriundos do Sul e Sudeste (Buarque,24). Esta expansão foi acompanhada pela elevação da taxa de urbanização e concentração da população nos centros urbanos. Nos últimos quinze anos (199-24) houve um aumento absoluto de habitantes (PNADS) ou 45% em relação a 199. A taxa média de crescimento passou de 2,86% (1991-2) para 2,2%(2-24).Houve queda da fecundidade (número médio de filhos por mulher) de,99 para 2,94(Data SUS ) e queda da mortalidade infantil de 44,6% para 24,6% no período. Destarte, em relação ao país e as outras regiões, é a segunda região menos populosa, a que apresenta a taxa de fecundidade mais elevada e maior taxa de crescimento médio da população. Em relação à composição da população por faixa etária é a região com maior percentual relativo de menores de 5 anos, cerca de 1,9%(IPEA). A mortalidade infantil também é elevada em relação à média do país, apenas inferior a região Nordeste. No plano intra-regional é uma área heterogênea. Em relação ao crescimento populacional cabe observar a enorme disparidade observada entre os estados desta região, o percentual em relação a 199 fica em 99% e 8% no Amapá e em Roraima, respectivamente contra um aumento de apenas 8% e 9% em Rondônia e Tocantins. Evolução da população região Norte total Rondônia.. Acre.. Amazonas.. Roraima.. Pará.. Amapá.. Tocantins anos Fonte: IBGE e projeções do Data SUS 8

9 5 4,5 4,5 2,5 2 1,5 1,5 Número Médio de Filhos por Mulher 4,79 4,46 4,54 4,7,99 4,1,,12,28 2,9 2,94,9 2,64 2,4 Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Fonte: Data SUS Assim, o Estado do Pará concentra a maior parte da população e maior taxa de urbanização.no entanto, o estado que apresenta maior taxa de crescimento médio da população é o Amapá, o que apresenta a segunda maior taxa de fecundidade. Todos os estados apresentaram queda de fecundidade, as taxas oscilam entre 2,4 e,28 valores dos estados de Rondônia e Tocantins respectivamente. - REGIÃO NORDESTE A Região Nordeste compreende nove Unidades da Federação: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. É uma área de enorme concentração de renda em que os contrastes sociais são enormes. A dinâmica e as transformações na base produtiva instalada foram muito mais intensas do que as melhorias na qualidade de vida da população. O Nordeste teve até meados da década de 8 a emigração como resposta ao quadro social, depois a crise inibiu parte deste fluxo e elevou a dinâmica interna em direção aos centros urbanos. Nos últimos quinze anos (199-24) houve um aumento absoluto de habitantes (PNADS) ou 19% em relação a 199. A taxa média de crescimento passou de 1,1% (1991-2) para 1,12%(2-24).Houve queda da fecundidade (número médio de filhos por mulher) de,8 para 2,54(Data SUS ) e queda da mortalidade infantil de 64,% para 7,65 % no período. Desta forma, compreende 27,7% da população do país; em relação às demais regiões é a que apresenta maior taxa de mortalidade infantil e menor esperança de vida ao nascer (66,66anos). Apresenta a segunda maior taxa de fecundidade do país e a segunda maior participação percentual de menores de 5 anos no total da população.a evolução da população por unidade federativa também se dá de forma bastante heterogênea, ficando em 1% no estado do Sergipe e em apenas 12% na Paraíba. 9

10 Evolução da população região Nordeste Maranhão.. Piauí.. Ceará.. Rio Grande do Norte.. Paraíba.. Pernambuco.. Alagoas S i Fonte: IBGE e projeções do Data SUS Número Médio de Filhos por Mulher - Nordeste 4,5 4,5 2,5 2 4,1 2,75,7 2,61,57,6,11,8 2,57 2,66 2,8 2,8,78,8,41, 2,15 2, ,5 1,5 Rio Grande do Norte Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Fonte: Data SUS A Bahia é o estado mais populoso e que apresenta a maior esperança de vida ao nascer. Alagoas é o Estado com maior fecundidade e maior percentual de participação de menores de 5 anos no total da população. É interessante ressaltar a queda de fecundidade do estado do Maranhão, que apresentava a maior taxa em 199 e em 22 já apresenta taxa inferior ao Ceará e Alagoas. 1

11 - REGIÃO CENTRO - OESTE A Região Centro - Oeste engloba três estados e o Distrito Federal: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. É uma região de fronteira, de ocupação recente, incentivada pela transferência da capital para Brasília e pelo processo de expansão da fronteira agrícola associados a vantagens governamentais, incentivos fiscais e modernização do processo produtivo(santos,1995). No período em estudo (199-24) houve um aumento absoluto de habitantes (PNADS) ou 7% em relação a 199. É a região de menor densidade demográfica; a taxa média de crescimento passou de 2,9% (1991-2) para 1,91%(2-24).Houve queda da fecundidade (número médio de filhos por mulher) de 2,6 para 1,9(Data SUS ) e queda da mortalidade infantil de 1,2% para 19,6 % no período.os gráficos abaixo ilustram as variações por unidade federativa: Evolução da população Região Centro - Oeste total Mato Grosso do Sul.. Mato Grosso.. Goiás.. Distrito Federal Fonte: IBGE e estimativas do Data SUS Número Médio de Filhos por Mulher,5 2,5 2 2,76 2,2 2,28 2,47 1,84 2,29 1, ,5 22 1,5 Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal Fonte: Data SUS Goiás é o estado mais populoso, no entanto, o Estado apresenta a menor fecundidade, sendo a maior taxa de crescimento do Distrito Federal. A fecundidade na região é menor que a média do país e a esperança de vida em torno de 7 anos, acima da média nacional. A mortalidade infantil também é abaixo da nacional; o menor valor é do Distrito Federal. 11

12 - REGIÃO SUDESTE A Região Sudeste compreende quatro unidades da federação: Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo. É a região mais desenvolvida do país e a mais populosa, a região conta com 42,6% da população do país. No período anterior a crise da década de 8 era o grande pólo de atração de migrantes de todas as regiões do país. Após a crise, houve queda no poder de absorção do estado de São Paulo, decadência econômica e social, em especial no Rio de Janeiro; redução no ritmo de expulsão nos estado de Minas Gerais e Espírito Santo. A região teve um aumento absoluto de habitantes (PNADS) ou 24% em relação a 199. O crescimento da população se deu de forma desigual, em torno de % em São Paulo e 19% no Rio de Janeiro. A taxa média de crescimento passou de 1,62% (1991-2) para 1,5%(2-24).Houve queda da fecundidade (número médio de filhos por mulher) de 2,28 para 1,88 (Data SUS ) e queda da mortalidade infantil de,6 % para 17,24 % no período. Evolução da população região sudeste c.. Minas Gerais.. Espírito Santo.. Rio de Janeiro.. São Paulo Fonte: IBGE e estimativas do Data SUS A Região Sudeste tem a segunda menor média de filhos por mulher, o valor mais baixo é do estado de São Paulo (1,79) e o mais alto do estado de Minas Gerais (2,14). As variações no período em análise se deram de forma homogênea como indica o gráfico a seguir: 12

13 Número Médio de Filhos por Mulher 2,5 2 1,5 1,5 2,5 2,57 2,14 2,9 2,22 1,85 1,81 1,79 Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo REGIÃO SUL A Região Sul engloba três estados: Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. É a região mais homogênea do país. O sul passou de um período com taxas de crescimento bem superiores a média do país (antes da década de 7) à região com menor crescimento populacional. A principal razão para a redução acentuada do crescimento foi a mudança da dinâmica demográfica do estado do Paraná, que passou de área de atração a área de expulsão após o esgotamento da fronteira agrícola. Além disso, a elevação do grau de mecanização das lavouras também contribui para o aumento do número de deslocamentos em direção aos centros urbanos e até mesmo para os centros agrícolas do Centro-Oeste ao longo da década de 8. Atualmente, o Sul é a região com menor taxa de fecundidade, menor percentual de população com menos de 5 anos; maior esperança de vida ao nascer(71,7 anos) além da menor taxa de mortalidade infantil a nível nacional. A região teve um aumento absoluto de habitantes (PNADS) ou 21% em relação a 199. O crescimento da população se deu de forma desigual, em torno de 28% em Santa Catarina e 18% no Rio Grande do Sul. A taxa média de crescimento passou de 1,4% (1991-2) para 1,2%(2-24).Houve queda da fecundidade (número médio de filhos por mulher) de 2,45 para 1,84 (Data SUS ) e queda da mortalidade infantil de 27,4 % para 16,5% no período. Número Médio de Filhos por Mulher 2,5 2 1,5 1,5 2,54 2,5 2,2 1,9 1,77 1,82 Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Fonte: Data SUS 1

14 Evolução da população região Sul Paraná.. Santa Catarina.. Rio Grande do Sul Fonte: IBGE e estimativas Data SUS Dada a homogeneidade dos indicadores deve apenas ser observado que o estado de Santa Catarina, apesar de ter a população, em termos absolutos, bem menor, apresenta maior crescimento populacional no período e é o que tem menor fecundidade e taxa de mortalidade infantil. IV - O Impacto na Educação Depois de estudadas as diferenças entre os indicadores demográficos regionais, a hipótese assumida a fim de especificar a relação das variáveis observadas com a educação é que uma queda do número de filhos por mulher, ou seja, redução da fecundidade, aumenta a escolaridade. A partir desta idéia central é possível relacionar as mudanças ocorridas nas regiões e identificar relações secundárias entre a demografia e a educação. A relação entre tamanho da família e educação já foi abordada em perspectiva teórica na parte inicial deste trabalho, ao analisar os dados das PNADS constata-se que as maiores famílias (com maior número de componentes) estão nas regiões Norte e Nordeste.Dados do início da década de 9 mostram que aproximadamente 9% das famílias nestas regiões possuíam cinco ou mais componentes, enquanto nas regiões Sul e Sudeste a participação ficava em aproximadamente 26%. As regiões que têm famílias maiores são as que têm menor escolaridade (gráfico escolaridade no item transição demográfica ) e maior fecundidade.a região Centro-Oeste ocupa posição intermediária em relação ao tamanho da família, com cerca de 1% das famílias com mais de cinco componentes, e em relação à fecundidade e escolaridade, o que reforça a hipótese central. Ao observar as estatísticas de freqüência escolar (disponibilizadas pelo IPEA), encontra-se o menor percentual de crianças (7-14 anos) freqüentando a escola nas regiões Norte e Nordeste, 95,7% em 2 enquanto nas regiões Sul e Sudeste a média é 98%. A esfera social, na mesma forma, possui correlação com o tamanho da família. As regiões que apresentam menor IDHM e menor IDHM-Educação (indicador de acesso ao conhecimento) pela PNUD são Norte e Nordeste. O argumento apresentado que um menor número de filhos teria impacto na superlotação das escolas também se valida ao consultar o número médio de alunos por turma (foi analisado neste trabalho o número médio em relação ao Ensino Fundamental em rede estadual por unidade federativa disponibilizado pelo MEC para o ano de 2), a exceção dos estados do Paraná e Goiás; os estados que possuem maior número de alunos por turma estão nas regiões Norte e Nordeste. 14

15 Destarte, a redução da fecundidade e a perspectiva do crescimento zero significam uma melhora no quadro social e no acesso a educação. Os desníveis entre as regiões ainda são elevados, mas quando todas atingirem o estágio de crescimento zero, os dados apontam para uma possível redução dessas desigualdades e tendência à convergência. Referências Bibliográficas: Beltrão, K.A.;Camarano A.A Distribuição Espacial da População Brasileira:Mudanças na Segunda metade deste século. IN: Textos para discussão n 766.IPEA, Rio de Janeiro 2. Buarque, S.C.; Lopes. AD; Rosa.T.C. Integração Fragmentada e Crescimento da Fronteira Norte. IN: Desigualdades Regionais e Desenvolvimento.Ed. UNESP São Paulo, Carvalho, J.A. Crescimento populacional e estrutura Demográfica. IN: Textos para discussão.n/227 UFMG/ Cedeplar, 24. IBGE, Evolução e Perspectivas da Mortalidade Infantil no Brasil, IN: IBGE Rio de Janeiro. Lam, D; Marteleto, L. A Dinâmica da escolaridade das crianças brasileiras durante a transição demográfica: aumento no tamanho da coorte versus diminuição no tamanho da família. IN: Textos para discussão.n 24. UFMG/Cedeplar, 24. Martine, G. A Evolução espacial da População Brasileira. IN: Desigualdades Regionais e Desenvolvimento.Ed. UNESP São Paulo, Neri, M. A bolsa da Mãe. IN: Conjuntura Econômica, FGV julho 25. Santos, V.M.; Galindo,O. Centro-Oeste: Evolução Recente da Economia Regional.IN: Desigualdades Regionais e Desenvolvimento.Ed. UNESP São Paulo, Souza, M.M. O Analfabetismo no Brasil sob o Enfoque Demográfico.IN: IPEA textos para discussão. Brasília

Analfabetismo no Brasil

Analfabetismo no Brasil Analfabetismo no Brasil Ricardo Paes de Barros (IPEA) Mirela de Carvalho (IETS) Samuel Franco (IETS) Parte 1: Magnitude e evolução do analfabetismo no Brasil Magnitude Segundo estimativas obtidas com base

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES DOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

Leia mais

Grandes Regiões e Unidades da Federação: Esperança de vida ao nascer segundo projeção populacional: 1980, 1991-2030 - Ambos os sexos

Grandes Regiões e Unidades da Federação: Esperança de vida ao nascer segundo projeção populacional: 1980, 1991-2030 - Ambos os sexos e Unidades da Federação: Esperança de vida ao nascer segundo projeção populacional: 1980, 1991-2030 - Ambos os sexos Unidades da Federação 1980 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002

Leia mais

FLUXO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Estados Norte 0 0,00 0 0 0 0,00 Rondônia

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS

Leia mais

FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DE, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA -

Leia mais

RANKING NACIONAL DO TRABALHO INFANTIL (5 a 17 ANOS) QUADRO COMPARATIVO DOS DADOS DA PNAD (2008 e 2009)

RANKING NACIONAL DO TRABALHO INFANTIL (5 a 17 ANOS) QUADRO COMPARATIVO DOS DADOS DA PNAD (2008 e 2009) NACIONAL DO TRABALHO INFANTIL (5 a 17 ANOS) QUADRO COMPARATIVO DOS DADOS DA PNAD (2008 e 2009) População Ocupada 5 a 17 anos 2008 Taxa de Ocupação 2008 Posição no Ranking 2008 População Ocupada 5 a 17

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E SERVIÇOS RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E SERVIÇOS RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

F.19 - Cobertura de coleta de lixo

F.19 - Cobertura de coleta de lixo Comentários sobre os Indicadores de Cobertura até 6 F.19 - Cobertura de coleta de lixo Limitações: Requer informações adicionais sobre as condições de funcionamento (freqüência, assiduidade, volume transportado

Leia mais

11.1. INFORMAÇÕES GERAIS

11.1. INFORMAÇÕES GERAIS ASPECTOS 11 SOCIOECONÔMICOS 11.1. INFORMAÇÕES GERAIS O suprimento de energia elétrica tem-se tornado fator indispensável ao bem-estar social e ao crescimento econômico do Brasil. Contudo, é ainda muito

Leia mais

7ºano 2º período vespertino 25 de abril de 2014

7ºano 2º período vespertino 25 de abril de 2014 GEOGRAFIA QUESTÃO 1 A Demografia é a ciência que estuda as características das populações humanas e exprime-se geralmente através de valores estatísticos. As características da população estudadas pela

Leia mais

Comentários sobre os Indicadores de Mortalidade

Comentários sobre os Indicadores de Mortalidade C.1 Taxa de mortalidade infantil O indicador estima o risco de morte dos nascidos vivos durante o seu primeiro ano de vida e consiste em relacionar o número de óbitos de menores de um ano de idade, por

Leia mais

SÍNTESE DE INDICADORES SOCIAIS

SÍNTESE DE INDICADORES SOCIAIS ESTUDOS & pesquisas INFORMAÇÃO DEMOGRÁFICA E SOCIoeconômica 5 SÍNTESE DE INDICADORES SOCIAIS 2000 IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Presidente da República Fernando Henrique Cardoso

Leia mais

Tabela 1 - Conta de produção por operações e saldos, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2004-2008

Tabela 1 - Conta de produção por operações e saldos, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2004-2008 (continua) Produção 5 308 622 4 624 012 4 122 416 3 786 683 3 432 735 1 766 477 1 944 430 2 087 995 2 336 154 2 728 512 Consumo intermediário produtos 451 754 373 487 335 063 304 986 275 240 1 941 498

Leia mais

MIGRAÇÃO MIGRAÇÃO INTERNA

MIGRAÇÃO MIGRAÇÃO INTERNA MIGRAÇÃO Os resultados da migração interna e internacional apresentados foram analisados tomando por base a informação do lugar de residência (Unidade da Federação ou país estrangeiro) há exatamente cinco

Leia mais

FLUXO FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO

Leia mais

NÚMERO DE ACIDENTES POR DIA DA SEMANA

NÚMERO DE ACIDENTES POR DIA DA SEMANA RODOVIÁRIAS Quadro 13 - UF: ACRE Ano de 211 82 5 6 8 9 5 3 14 4 11 9 4 4 63 2 4 7 6 6 9 4 8 4 4 3 6 68 4 2 8 3 1 8 4 9 2 6 7 5 63 3 6 3 2 13 9 8 7 5 1 5 1 67 4 2 9 6 8 5 5 7 6 6 4 5 85 3 7 1 1 4 7 9 6

Leia mais

Dimensão social. Educação

Dimensão social. Educação Dimensão social Educação 218 Indicadores de desenvolvimento sustentável - Brasil 2004 36 Taxa de escolarização Representa a proporção da população infanto-juvenil que freqüenta a escola. Descrição As variáveis

Leia mais

RESULTADOS DO ÍNDICE DE VULNERABILIDADE SOCIAL DO PARANÁ - 2010 *

RESULTADOS DO ÍNDICE DE VULNERABILIDADE SOCIAL DO PARANÁ - 2010 * RESULTADOS DO ÍNDICE DE VULNERABILIDADE SOCIAL DO PARANÁ - 2010 * Os resultados aqui apresentados foram extraídos do Atlas da Vulnerabilidade Social nos Municípios Brasileiros, elaborado pelo Instituto

Leia mais

Estrutura Populacional e Indicadores socioeconômicos

Estrutura Populacional e Indicadores socioeconômicos POPULAÇÃO BRASILEIRA Estrutura Populacional e Indicadores socioeconômicos Desde a colonização do Brasil o povoamento se concentrou no litoral do país. No início do século XXI, a população brasileira ainda

Leia mais

Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009

Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009 Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Diretoria de Pesquisas Coordenação detrabalho e Rendimento Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS E SERVIÇOS COMPLEMENTARES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS E SERVIÇOS COMPLEMENTARES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS E COMPLEMENTARES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

Leia mais

Saúde. reprodutiva: gravidez, assistência. pré-natal, parto. e baixo peso. ao nascer

Saúde. reprodutiva: gravidez, assistência. pré-natal, parto. e baixo peso. ao nascer 2 Saúde reprodutiva: gravidez, assistência pré-natal, parto e baixo peso ao nascer SAÚDE BRASIL 2004 UMA ANÁLISE DA SITUAÇÃO DE SAÚDE INTRODUÇÃO No Brasil, as questões relativas à saúde reprodutiva têm

Leia mais

Figura 1: Distribuição de CAPS no Brasil, 25. RORAIMA AMAPÁ AMAZONAS PARÁ MARANHÃO CEARÁ RIO GRANDE DO NORTE PAIUÍ PERNAMBUCO ACRE ALAGOAS SERGIPE TOCANTINS RONDÔNIA PARAÍBA BAHIA MATO GROSSO DISTRITO

Leia mais

FLUXO TELECOMINICAÇÕES SEM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO TELECOMINICAÇÕES SEM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO TELECOMINICAÇÕES SEM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO TELECOMINICAÇÕES SEM FIO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

FLUXO DO ARMAZENAMENTO E ATIVIDADES AUXILIARES DOS TRANSPORTES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO DO ARMAZENAMENTO E ATIVIDADES AUXILIARES DOS TRANSPORTES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO DO ARMAZENAMENTO E ATIVIDADES AUXILIARES DOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

Estudo Estratégico n o 4. Como anda o desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro? Valéria Pero Adriana Fontes Luisa de Azevedo Samuel Franco

Estudo Estratégico n o 4. Como anda o desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro? Valéria Pero Adriana Fontes Luisa de Azevedo Samuel Franco Estudo Estratégico n o 4 Como anda o desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro? Valéria Pero Adriana Fontes Luisa de Azevedo Samuel Franco PANORAMA GERAL ERJ receberá investimentos recordes da ordem

Leia mais

Informações sobre salários e escolaridade dos professores e comparativo com não-professores

Informações sobre salários e escolaridade dos professores e comparativo com não-professores Informações sobre salários e escolaridade dos professores e comparativo com não-professores Total de profissionais, independentemente da escolaridade 2003 2007 2008 Professores da Ed Básica (públicas não

Leia mais

Boletim Informativo* Agosto de 2015

Boletim Informativo* Agosto de 2015 Boletim Informativo* Agosto de 2015 *Documento atualizado em 15/09/2015 (Erratas páginas 2, 3, 4 e 9) EXTRATO GERAL BRASIL 1 EXTRATO BRASIL 396.399.248 ha 233.712.312 ha 58,96% Número de Imóveis Cadastrados²:

Leia mais

Apresentação. A AMIB (Associação de Medicina Intensiva. Brasileira) elaborou o primeiro estudo que visa. apresentar uma visão do cenário das Unidades

Apresentação. A AMIB (Associação de Medicina Intensiva. Brasileira) elaborou o primeiro estudo que visa. apresentar uma visão do cenário das Unidades Apresentação A AMIB (Associação de Medicina Intensiva Brasileira) elaborou o primeiro estudo que visa apresentar uma visão do cenário das Unidades de Terapias Intensivas (UTI) no país. Objetivos Elaborar

Leia mais

FLUXO DE TRANSPORTES TERRESTRE POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO DE TRANSPORTES TERRESTRE POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO DE TRANSPORTES TERRESTRE POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DE TRANSPORTES TERRESTRE, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

Comentários sobre os Indicadores de Mortalidade

Comentários sobre os Indicadores de Mortalidade C.9 Taxa de mortalidade por causas externas O indicador mede o número de óbitos por causas externas (conjunto de acidentes e violências) por 1. habitantes, estimando o risco de morrer por essas causas.

Leia mais

setembro de 2014 Fundação Perseu Abramo - Partido dos Trabalhadores MUDANÇA REGIONAL E DESIGUALDADE DE RENDA NO BRASIL

setembro de 2014 Fundação Perseu Abramo - Partido dos Trabalhadores MUDANÇA REGIONAL E DESIGUALDADE DE RENDA NO BRASIL 15 setembro de 2014 Fundação Perseu Abramo - Partido dos Trabalhadores MUDANÇA REGIONAL E DESIGUALDADE DE RENDA NO BRASIL Expediente Esta é uma publicação da Fundação Perseu Abramo. Diretoria Executiva

Leia mais

mhtml:file://e:\economia\ibge Síntese de Indicadores Sociais 2010.mht

mhtml:file://e:\economia\ibge Síntese de Indicadores Sociais 2010.mht Page 1 of 7 Comunicação Social 17 de setembro de 2010 Síntese de Indicadores Sociais 2010 SIS 2010: Mulheres mais escolarizadas são mães mais tarde e têm menos filhos Embora abaixo do nível de reposição

Leia mais

Saúde Suplementar em Números

Saúde Suplementar em Números Saúde Suplementar em Números Edição nº 9-2015 Setembro de 2015 Sumário Executivo Número de beneficiários de planos médico-hospitalares (setembro/15): 50.261.602; Taxa de crescimento do número de beneficiários

Leia mais

Nº 19 Novembro de 2011. A Evolução da Desigualdade de Renda entre os anos de 2000 e 2010 no Ceará e Estados Brasileiros Quais foram os avanços?

Nº 19 Novembro de 2011. A Evolução da Desigualdade de Renda entre os anos de 2000 e 2010 no Ceará e Estados Brasileiros Quais foram os avanços? Nº 19 Novembro de 2011 A Evolução da Desigualdade de Renda entre os anos de 2000 e 2010 no Ceará e Estados Brasileiros Quais foram os avanços? GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Cid Ferreira Gomes Governador Domingos

Leia mais

Taxa de analfabetismo

Taxa de analfabetismo B Taxa de analfabetismo B.1................................ 92 Níveis de escolaridade B.2................................ 94 Produto Interno Bruto (PIB) per capita B.3....................... 96 Razão de

Leia mais

ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL. ICPN Outubro de 2015

ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL. ICPN Outubro de 2015 ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL ICPN Outubro de 2015 ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL ICPN Outubro de 2015 Sumário Executivo Indicadores de confiança são indicadores

Leia mais

Avaliação das Contas Regionais do Piauí 2008

Avaliação das Contas Regionais do Piauí 2008 Avaliação das Contas Regionais do Piauí 2008 A economia piauiense, em 2008, apresentou expansão em volume do Produto Interno Bruto (PIB) de 8,8% em relação ao ano anterior. Foi a maior taxa de crescimento

Leia mais

Expectativa de vida do brasileiro cresce mais de três anos na última década

Expectativa de vida do brasileiro cresce mais de três anos na última década 1 FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO PROFESSOR BAHIA TEXTO DE CULTURA GERAL FONTE: UOL COTIDIANO 24/09/2008 Expectativa de vida do brasileiro cresce mais de três anos na última década Fabiana Uchinaka Do UOL Notícias

Leia mais

75,4. 1,95 mulher, PNAD/08) Taxa de analfabetismo (15 anos ou mais em %) 4,4% População urbana 5.066.324

75,4. 1,95 mulher, PNAD/08) Taxa de analfabetismo (15 anos ou mais em %) 4,4% População urbana 5.066.324 SEMINÁRIO ESTRUTURA E PROCESSO DA NEGOCIAÇÃO COLETIVA CONJUNTURA DO SETOR RURAL E MERCADODETRABALHOEMSANTA DE EM CATARINA CONTAG CARACTERÍSTICAS C C S GERAIS CARACTERÍSTICA GERAIS DE SANTA CATARINA Área

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DOS PADRÕES RECENTES

DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DOS PADRÕES RECENTES DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DOS PADRÕES RECENTES Barbara Christine Nentwig Silva Professora do Programa de Pós Graduação em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Social /

Leia mais

5.4 Transplantes. 1 Rim. Os dados dos transplantes serão analisados por grupos de órgãos.

5.4 Transplantes. 1 Rim. Os dados dos transplantes serão analisados por grupos de órgãos. 5.4 Transplantes Os dados dos transplantes serão analisados por grupos de órgãos. 1 Rim Entre 1995 e 2001, o número de transplantes renais realizados anualmente cresceu cerca de 66,7% no país (TABELA 150).

Leia mais

Relatório produzido em conjunto por três agências das Nações Unidas

Relatório produzido em conjunto por três agências das Nações Unidas Relatório produzido em conjunto por três agências das Nações Unidas Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) Organização Internacional

Leia mais

Boletim Informativo. Junho de 2015

Boletim Informativo. Junho de 2015 Boletim Informativo Junho de 2015 Extrato Geral Brasil 1 EXTRATO BRASIL ÁREA ** 397.562.970 ha 227.679.854 ha 57,27% Número de Imóveis cadastrados: 1.727.660 Observações: Dados obtidos do Sistema de Cadastro

Leia mais

Número 24. Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no Brasil

Número 24. Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no Brasil Número 24 Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no 29 de julho de 2009 COMUNICADO DA PRESIDÊNCIA Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no 2 1. Apresentação Este

Leia mais

F.13 Cobertura vacinal

F.13 Cobertura vacinal F.13 Cobertura vacinal Trata-se de um conjunto de 8 indicadores que avaliam a cobertura vacinal em menores de um ano para as seguintes doenças: hepatite B, sarampo, rubéola, caxumba, difteria, tétano,

Leia mais

FLUXO CONSTRUÇÃO - SERVIÇOS ESPECIALIZADOS PARA CONSTRUÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO CONSTRUÇÃO - SERVIÇOS ESPECIALIZADOS PARA CONSTRUÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO - SERVIÇOS ESPECIALIZADOS PARA, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DE, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Estados

Leia mais

Boletim Informativo. Maio de 2015. * Errata: Tabela Fonte de Dados - Por Estado

Boletim Informativo. Maio de 2015. * Errata: Tabela Fonte de Dados - Por Estado Boletim Informativo Maio de 2015 * Errata: Tabela Fonte de Dados - Por Estado Extrato Geral Brasil EXTRATO BRASIL ÁREA ** 397.562.970 ha 212.920.419 ha 53,56 % Número de Imóveis cadastrados: 1.530.443

Leia mais

Dimensão social. Habitação

Dimensão social. Habitação Dimensão social Habitação Indicadores de desenvolvimento sustentável - Brasil 2004 235 39 Adequação de moradia Este indicador expressa as condições de moradia através da proporção de domicílios com condições

Leia mais

Sumário PNAD/SIMPOC 2001 Pontos importantes

Sumário PNAD/SIMPOC 2001 Pontos importantes Sumário PNAD/SIMPOC 2001 Pontos importantes Sistema de pesquisas domiciliares existe no Brasil desde 1967, com a criação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD; Trata-se de um sistema de pesquisas

Leia mais

Censo Demográfico 2010 Retratos do Brasil e do Piauí

Censo Demográfico 2010 Retratos do Brasil e do Piauí Censo Demográfico 2010 Retratos do Brasil e do Piauí Eduardo Pereira Nunes Presidente do IBGE Teresina, 12 de Agosto de 2011 Brasil Todos os domicílios residenciais particulares foram recenseados A coleta

Leia mais

Estatísticas do Registro Civil 2013

Estatísticas do Registro Civil 2013 Diretoria de Pesquisas Coordenação de População e Indicadores Sociais Gerência de Estatísticas Vitais e Estimativas Populacionais Estatísticas do Registro Civil 2013 Dezembro de 2014 Estatísticas do Registro

Leia mais

FLUXO COMÉRCIO E REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES E MOTOCICLETAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO COMÉRCIO E REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES E MOTOCICLETAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO COMÉRCIO E REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES E MOTOCICLETAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 29 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 29 E REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES E MOTOCICLETAS,

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES IMOBILIÁRIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES IMOBILIÁRIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Estados Norte 7.938 0,37 0 0,00-7.938 0,37

Leia mais

RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: PROBLEMAS E PRIORIDADES DO BRASIL PARA 2014 FEVEREIRO/2014

RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: PROBLEMAS E PRIORIDADES DO BRASIL PARA 2014 FEVEREIRO/2014 16 RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: PROBLEMAS E PRIORIDADES DO BRASIL PARA 2014 FEVEREIRO/2014 16 Retratos da Sociedade Brasileira: Problemas e Prioridades do Brasil para 2014 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Porto Alegre do Norte, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 3994,51 km² IDHM 2010 0,673 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 10748 hab.

Leia mais

INDICE DE CONFIANÇA DAS MICRO E PEQUENAS. Outubro/2012 (dados até setembro)

INDICE DE CONFIANÇA DAS MICRO E PEQUENAS. Outubro/2012 (dados até setembro) INDICE DE CONFIANÇA DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS (ICMPE) NO BRASIL Outubro/2012 (dados até setembro) Características da pesquisa Objetivo: - medir o impacto da conjuntura econômica nas MPE brasileiras

Leia mais

É CORRETO afirmar que essa modalidade de desemprego é conseqüência. A) da adoção de novas tecnologias de produção e gerenciamento industrial.

É CORRETO afirmar que essa modalidade de desemprego é conseqüência. A) da adoção de novas tecnologias de produção e gerenciamento industrial. PROVA DE GEOGRAFIA QUESTÃO 09 Parcela considerável do desemprego que se verifica, atualmente, no mundo, está associada a mudanças estruturais na economia é o denominado desemprego estrutural. É CORRETO

Leia mais

Nome: n o : Geografia. Exercícios de recuperação

Nome: n o : Geografia. Exercícios de recuperação Nome: n o : Ensino: Fundamental Ano: 7 o Turma: Data: Professor(a): Maria Silvia Geografia Exercícios de recuperação 1) Para a geografia, qual é o conceito de região? 2) Entre os aspectos utilizados para

Leia mais

Meta 2 EDUCAÇÃO E POPULAÇÃO

Meta 2 EDUCAÇÃO E POPULAÇÃO Meta 2 EDUCAÇÃO E POPULAÇÃO Ação 2.2 Módulo Produtividade Educacional com Base nas Pesquisas Domiciliares e no Censo Demográfico 1.6 Sumário Executivo ANÁLISE DOS INDICADORES EDUCACIONAIS CALCULADOS DURANTE

Leia mais

Entenda o que é IDH Secretaria de Saúde Pública do Pará

Entenda o que é IDH Secretaria de Saúde Pública do Pará Entenda o que é IDH Secretaria de Saúde Pública do Pará O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), divulgado pela ONU, parte do pressuposto de que para aferir o avanço de uma população não se deve considerar

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Cabo Verde, MG 29/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 368,15 km² IDHM 2010 0,674 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 13823 hab. Densidade

Leia mais

GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS

GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS no Estado do Rio de Janeiro JULHO DE 2014 BRASIL O mês de julho de 2014 fechou com um saldo líquido positivo de 11.796 novos empregos em todo país, segundo dados do Cadastro

Leia mais

DIFERENCIAIS SOCIODEMOGRÁFICOS ENTRE OS IDOSOS NO BRASIL

DIFERENCIAIS SOCIODEMOGRÁFICOS ENTRE OS IDOSOS NO BRASIL Seminário sobre Educação Superior e Envelhecimento Populacional no Brasil MEC - SESU/CAPES DIFERENCIAIS SOCIODEMOGRÁFICOS ENTRE OS IDOSOS NO BRASIL Maria Isabel Parahyba Coordenação de População e Indicadores

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Novo Mundo, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 5826,18 km² IDHM 2010 0,674 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 7332 hab. Densidade

Leia mais

FLUXO MANUTENÇÃO, REPARAÇÃO E INSTALAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO MANUTENÇÃO, REPARAÇÃO E INSTALAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO MANUTENÇÃO, REPARAÇÃO E INSTALAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO MANUTENÇÃO, REPARAÇÃO E INSTALAÇÃO

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Vera, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 2962,4 km² IDHM 2010 0,680 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 10235 hab. Densidade demográfica

Leia mais

Aluno(a): Nº. Professor: Anderson José Soares Série: 7º Disciplina: Geografia. Pré Universitário Uni-Anhanguera

Aluno(a): Nº. Professor: Anderson José Soares Série: 7º Disciplina: Geografia. Pré Universitário Uni-Anhanguera Pré Universitário Uni-Anhanguera Questão 01) A distribuição da população pela superfície do planeta é desigual, orientada por fatores históricos, econômicos ou naturais. No caso do Brasil, conclui-se que

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de São José do Rio Claro, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 5074,56 km² IDHM 2010 0,682 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 17124 hab.

Leia mais

Evolução da população do Rio Grande do Sul. Maria de Lourdes Teixeira Jardim Fundação de Economia e Estatística. 1 - Introdução

Evolução da população do Rio Grande do Sul. Maria de Lourdes Teixeira Jardim Fundação de Economia e Estatística. 1 - Introdução Evolução da população do Rio Grande do Sul. Maria de Lourdes Teixeira Jardim Fundação de Economia e Estatística Área Temática: Emprego e Mercado de Trabalho, Demografia Econômica. 1 - Introdução Este texto

Leia mais

PROGNÓSTICO TRIMESTRAL Agosto-Setembro-Outubro de 2003. Prognóstico Trimestral (Agosto-Setembro-Outubro de 2003).

PROGNÓSTICO TRIMESTRAL Agosto-Setembro-Outubro de 2003. Prognóstico Trimestral (Agosto-Setembro-Outubro de 2003). 1 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA Instituto Nacional de Meteorologia INMET Endereço: Eixo Monumental VIA S1 Telefone: + 55 61 344.3333/ Fax:+ 55 61 344.0700 BRASÍLIA / DF - CEP:

Leia mais

Educação e trabalho em saúde

Educação e trabalho em saúde Educação e trabalho em saúde Dra. Celia Regina Pierantoni, MD, DSc Professora Associada do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva do IMS/UERJ. Coordenadora Geral do ObservaRH. Diretora do Centro Colaborador

Leia mais

PROGNÓSTICO CLIMÁTICO. (Fevereiro, Março e Abril de 2002).

PROGNÓSTICO CLIMÁTICO. (Fevereiro, Março e Abril de 2002). 1 PROGNÓSTICO CLIMÁTICO (Fevereiro, Março e Abril de 2002). O Instituto Nacional de Meteorologia, órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, com base nas informações de análise e prognósticos

Leia mais

Sala de Imprensa Notícias do Enem

Sala de Imprensa Notícias do Enem Imprimir Fechar janela Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Sala de Imprensa Notícias do En 07 de fevereiro de 2007 Inep divulga os resultados do En 2006 por UF e Maioria

Leia mais

Odesenvolvimento da pesquisa Assistência Médico-Sanitária - AMS,

Odesenvolvimento da pesquisa Assistência Médico-Sanitária - AMS, Análise de alguns indicadores da pesquisa Odesenvolvimento da pesquisa Assistência Médico-Sanitária - AMS, com seu caráter censitário junto aos estabelecimentos de saúde, tem sido um elemento valioso para

Leia mais

Ministério da Educação Censo da Educação Superior 2012

Ministério da Educação Censo da Educação Superior 2012 Ministério da Educação Censo da Educação Superior 2012 Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Educação Quadro Resumo- Estatísticas Gerais da Educação Superior por Categoria Administrativa - - 2012 Categoria

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Guaranésia, MG 29/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 294,28 km² IDHM 2010 0,701 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 18714 hab. Densidade

Leia mais

PROGNÓSTICO TRIMESTRAL (Setembro Outubro e Novembro de- 2003).

PROGNÓSTICO TRIMESTRAL (Setembro Outubro e Novembro de- 2003). 1 PROGNÓSTICO TRIMESTRAL (Setembro Outubro e Novembro de- 2003). O prognóstico climático do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento,

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Hanseníase no Brasil DADOS E INDICADORES SELECIONADOS

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Hanseníase no Brasil DADOS E INDICADORES SELECIONADOS MINISTÉRIO DA SAÚDE Hanseníase no Brasil DADOS E INDICADORES SELECIONADOS Brasília DF 2009 MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância Epidemiológica Hanseníase no

Leia mais

Tabela 4 - Participação das atividades econômicas no valor adicionado bruto a preços básicos, por Unidades da Federação - 2012

Tabela 4 - Participação das atividades econômicas no valor adicionado bruto a preços básicos, por Unidades da Federação - 2012 Contas Regionais do Brasil 2012 (continua) Brasil Agropecuária 5,3 Indústria 26,0 Indústria extrativa 4,3 Indústria de transformação 13,0 Construção civil 5,7 Produção e distribuição de eletricidade e

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE AGOSTO/2014

SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE AGOSTO/2014 SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE AGOSTO/2014 COMENTÁRIOS Índice Nacional da Construção Civil varia 0,52% em agosto O Índice Nacional da Construção

Leia mais

Análise Demográfica das Empresas da IBSS

Análise Demográfica das Empresas da IBSS CAPÍTULO 4 Análise Demográfica das Empresas da IBSS Apresentação A demografia de empresas investiga a estrutura do estoque de empresas em dado momento e a sua evolução, como os movimentos de crescimento,

Leia mais

Simpósio Estadual Saneamento Básico e Resíduos Sólidos: Avanços Necessários MPRS 20.08.2015

Simpósio Estadual Saneamento Básico e Resíduos Sólidos: Avanços Necessários MPRS 20.08.2015 Simpósio Estadual Saneamento Básico e Resíduos Sólidos: Avanços Necessários MPRS 20.08.2015 O saneamento básico no Brasil não condiz com o país que é a 7ª. economia do mundo da população não possui coleta

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE JUNHO/2014

SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE JUNHO/2014 SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE JUNHO/2014 COMENTÁRIOS Índice Nacional da Construção Civil varia 0,59% em Junho O Índice Nacional da Construção

Leia mais

Nº 60. Desigualdade da renda no território brasileiro

Nº 60. Desigualdade da renda no território brasileiro Nº 60 Desigualdade da renda no território brasileiro 12 de agosto de 2010 Governo Federal Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República Ministro Samuel Pinheiro Guimarães Neto Fundação

Leia mais

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Diretoria de Estatísticas Educacionais

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Diretoria de Estatísticas Educacionais Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Diretoria de Estatísticas Educacionais RESULTADO DO CENSO DA EDUCAÇÃO BÁSICA 2009 O Censo Escolar, realizado anualmente pelo

Leia mais

Amazônia Legal e infância

Amazônia Legal e infância Amazônia Legal e infância Área de Abrangência 750 Municípios distribuídos em 09 Unidades Federativas: Amazonas (62), Amapá (16), Acre (22), Roraima (15), Rondônia (52), Pará (143), Tocantins (139), Maranhão

Leia mais

2013 Março. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos

2013 Março. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos 2013 Março Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários, Operadoras e Planos MINISTÉRIO DA SAÚDE Agência Nacional de Saúde Suplementar Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários,

Leia mais

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA Instituto Nacional de Meteorologia INMET Coordenação Geral de Agrometeorologia

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA Instituto Nacional de Meteorologia INMET Coordenação Geral de Agrometeorologia 1 PROGNÓSTICO DE ESTAÇÃO PARA A PRIMAVERA DE 2003 TRIMESTRE Outubro-Novembro-Dezembro. A primavera começa neste ano às 07:47h do dia 23 de setembro e vai até 05:04h (horário de Verão) de Brasília, do dia

Leia mais

Uma análise das condições de vida da população brasileira

Uma análise das condições de vida da população brasileira Diretoria de Pesquisas Coordenação de População e Indicadores Sociais Gerência de Indicadores Sociais SÍNTESE DE INDICADORES SOCIAIS 2013 Uma análise das condições de vida da população brasileira 29 de

Leia mais

Mudanças demográficas e saúde no Brasil Dados disponíveis em 2008

Mudanças demográficas e saúde no Brasil Dados disponíveis em 2008 Mudanças demográficas e saúde no Brasil Dados disponíveis em 2008 José Cechin Superintendente Executivo Carina Martins Francine Leite Nos últimos meses, vários relatórios publicados por diferentes instituições

Leia mais

MOVIMENTOS MIGRATÓRIOS INTERESTADUAIS NA BAHIA, ENTRE OS PERÍODOS, 2000 e 2010

MOVIMENTOS MIGRATÓRIOS INTERESTADUAIS NA BAHIA, ENTRE OS PERÍODOS, 2000 e 2010 MOVIMENTOS MIGRATÓRIOS INTERESTADUAIS NA BAHIA, ENTRE OS PERÍODOS, 2000 e 2010 Isaac A. Coimbra Lou SEI/BA Lis Helena Borges Bolsista/IPEA Roberta Pimenta Bolsista/IPEA Brasília, Março de 2013 SUMÁRIO

Leia mais

ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA /COR

ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA /COR 8 ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA /COR Secretaria de Vigilância em Saúde/MS 435 ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA/COR MORTALIDADE POR CAUSAS EXTERNAS Evolução da mortalidade por causas externas

Leia mais

5 AS DESIGUALDADES SOCIAIS E REGIONAIS DO BRASIL NO SÉCULO XX

5 AS DESIGUALDADES SOCIAIS E REGIONAIS DO BRASIL NO SÉCULO XX 167 5 AS DESIGUALDADES SOCIAIS E REGIONAIS DO BRASIL NO SÉCULO XX Neste capítulo, são apresentados dados sobre as desigualdades sociais e regionais existentes no Brasil no Século XX que resultaram do processo

Leia mais

Pnad: Um em cada cinco brasileiros é analfabeto funcional

Pnad: Um em cada cinco brasileiros é analfabeto funcional 08/09/2010-10h00 Pesquisa visitou mais de 150 mil domicílios em 2009 Do UOL Notícias A edição 2009 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia

Leia mais

INDICADORES DEMOGRÁFICOS E NORDESTE

INDICADORES DEMOGRÁFICOS E NORDESTE INDICADORES DEMOGRÁFICOS E SOCIAIS E ECONÔMICOS DO NORDESTE Verônica Maria Miranda Brasileiro Consultora Legislativa da Área XI Meio Ambiente e Direito Ambiental, Organização Territorial, Desenvolvimento

Leia mais

Ranking de salário e benefícios dos Tribunais de Justiça Estadual. Julho 2013

Ranking de salário e benefícios dos Tribunais de Justiça Estadual. Julho 2013 Ranking de salário e benefícios dos Tribunais de Justiça Estadual Julho 2013 SS JUSTIÇA MG SS Justiça MG Julho 2013 Tabela 1 Tribunais de Justiça Estadual posicionados conforme Vencimento Básico Vencimentos

Leia mais

SIPS Sistema de Indicadores de Percepção Social

SIPS Sistema de Indicadores de Percepção Social SIPS Sistema de Indicadores de Percepção Social Mobilidade Urbana IPEA 24 de janeiro de 2011 Sumário 1. Introdução 2. Mobilidade e meios de transporte 3. Meios de transporte e questões de infraestrutura

Leia mais