FORMAÇÃO PROFISSIONAL A FORMAÇÃO CONTÍNUA DE TRABALHADORES NAS EMPRESAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FORMAÇÃO PROFISSIONAL A FORMAÇÃO CONTÍNUA DE TRABALHADORES NAS EMPRESAS"

Transcrição

1 DEPARTAMENTO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA DE RECURSO HUMANOS FORMAÇÃO PROFISSIONAL A FORMAÇÃO CONTÍNUA DE TRABALHADORES NAS EMPRESAS OBJECTIVOS DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL A Formação Profissional tem como objectivos: Proporcionar e promover a qualificação do trabalhador de forma a aumentar a produtividade e competitividade da empresa; Assegurar a cada trabalhador o direito individual á formação; Organizar a formação na empresa, estruturando planos de formação anuais ou plurianuais; Reconhecer e valorizar a qualificação adquirida pelo trabalhador. HORAS DE FORMAÇÃO Cada trabalhador tem direito a um n.º mínimo de 35 horas anuais de formação contínua. O trabalhador contratado a termo por período igual ou superior a 3 meses, tem direito a um n.º mínimo de horas proporcional à duração do contrato nesse ano. São consideradas horas anuais de formação: Horas de dispensa de trabalho para frequência de aulas e faltas para prestação de provas de avaliação ao abrigo de regime de trabalhador estudante; Ausências a que haja lugar no âmbito do processo de reconhecimento, validação e certificação de competências. ENTIDADES FORMADORAS A formação pode ser desenvolvida pelo empregador, por entidade formadora certificada para o efeito ou por estabelecimento de ensino reconhecido pelo ministério competente e dá lugar à emissão de certificado e a registo na Caderneta Individual de Competências nos termos do regime jurídico do Sistema Nacional de Qualificações. CONTEÚDO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA A área da formação deve ser determinada por acordo ou, na falta deste, pelo empregador, caso em que deve coincidir ou ser afim com a actividade prestada pelo trabalhador ou respeitar a tecnologias de informação e comunicação, segurança e saúde no trabalho ou língua estrangeira. FORMAÇÃO CONTÍNUA O empregador deve assegurar em cada ano, formação contínua, a pelo menos 10% dos trabalhadores. A formação pode ser antecipada até 2 anos ou, desde que o plano de formação o preveja diferir por igual período a efectividade da formação anual de 35 horas, imputando-se a formação realizada ao cumprimento da obrigação mais antiga. CRÉDITO DE HORAS DE FORMAÇÃO DO TRABALHADOR As horas de formação que não sejam asseguradas pelo empregador até ao termo dos 2 anos posteriores ao seu vencimento transformam-se em crédito de horas em igual n.º para formação por iniciativa do trabalhador. Este crédito de horas dá direito a retribuição e conta como tempo de serviço efectivo. O trabalhador pode utilizar o crédito de horas para a frequência de acções de formação, mediante comunicação ao empregador com a antecedência mínima de 10 dias. O crédito de horas para formação que não seja utilizado cessa passados 3 anos sobre a sua constituição. EFEITOS NA CESSAÇÃO DO CONTRATO Cessando o contrato de trabalho, o trabalhador tem direito a receber a retribuição correspondente ao crédito de horas para formação de que seja titular à data da cessação. v.s.f.f 1

2 DEVERES E DIREITOS NA PARTICIPAÇÃO NAS ACÇÕES DE FORMAÇÃO O trabalhador tem o dever de participar de modo diligente em acções de formação profissional que lhe sejam proporcionadas pelo empregador, constituindo dever do empregador contribuir para a elevação da produtividade e empregabilidade do trabalhador, nomeadamente proporcionando-lhe formação profissional adequada a desenvolver a sua qualificação. A recusa do trabalhador em participar em acções de Formação Profissional organizadas pelo empregador deve ser analisada caso a caso, podendo ter consequências ao nível disciplinar. A Formação Profissional realizada fora do horário de trabalho que não exceda duas horas diárias deve ser remuneradas pelo valor hora sem qualquer acréscimo. Após duas horas diárias são consideradas como trabalho suplementar e têm que ser remuneradas como tal. PLANO DE FORMAÇÃO O empregador deve elaborar o plano de formação, anual ou plurianual, com base no diagnóstico das necessidades de qualificação dos trabalhadores. O plano de formação deve especificar, nomeadamente, os objectivos, as entidades formadoras, as acções de formação, o local e o horário de realização. O empregador deve dar conhecimento do diagnóstico das necessidades de qualificação e do projecto de plano de formação a cada trabalhador, na parte que lhe diz respeito. Havendo comissão de trabalhadores, comissão intersindical, comissão sindical ou delegados sindicais, também deve ser dado conhecimento à existente. Os trabalhadores, na parte a que cada um respeita, bem como os representantes dos trabalhadores, se os houver, podem emitir parecer sobre o diagnóstico de necessidades de qualificação e o projecto de plano de formação, no prazo de 15 dias. O plano de formação não se aplica ás micro empresas - menos de 10 trabalhadores. RELATÓRIO ANUAL SOBRE A FORMAÇÃO CONTÍNUA O empregador deve incluir os elementos sobre a formação contínua assegurada em cada ano no quadro da informação sobre a actividade social da empresa a entregar 2013, com referência ao ano de RESPONSABILIDADE CONTRA-ORDENACIONAL Constitui contra-ordenação grave a violação dos deveres: Não promover, assegurar e organizar a formação prevista no Código do Trabalho; Não conceder o nº mínimo de horas anuais de formação contínua; Não assegurar em cada ano formação contínua, a pelo menos 10% dos trabalhadores; Prestar formação profissional não coincidente ou afim com a actividade prestada pelo trabalhador quando não acordada mutuamente; Não elaborar o plano de formação; Omitir informação e não permitir a consulta do plano de formação. O responsável pela contra-ordenação, ainda que praticada pelos trabalhadores, no exercício das suas funções, é o empregador, sem prejuízo da responsabilidade cometida por lei a outros sujeitos. LEGISLAÇÃO APLICAVEL Código do trabalho - Art.ºs 130º a 134º da Lei 07/2009 de 12 de Fevereiro Regulamentação do Código do Trabalho Art.ºs 13 a 15º da Lei 105/2009 de 14 de Setembro Elaborado pela Nucase - Departamento GARH Carcavelos, Março de 2013 Para esclarecimentos adicionais, contactar: Técnico GARH responsável pela empresa pelos meios habituais ou via servico.garhnucase.pt 2

3 FAQ S - FORMAÇÃO PROFISSIONAL CONTÍNUA A formação profissional contínua, é uma nova obrigação das entidades empregadoras? Não. A formação profissional e a legislação que a regulamenta já existe a alguns anos mas esta obrigação começou a ser mais divulgada e conhecida a partir de 2003, com a publicação do Código do Trabalho. Quais as obrigações do empregador em matéria de formação profissional? O empregador deve promover e organizar a formação na empresa, estruturar planos de formação adequados às qualificações dos seus trabalhadores de forma a proporcionar formação profissional adequada às suas qualificações. Deve ainda assegurar o direito à informação e consulta dos trabalhadores e seus representantes, relativamente à execução dos referidos planos. A quem deve ser ministrada a formação profissional? O Código do Trabalho garante o direito a todos os trabalhadores à formação, independentemente da situação laboral do trabalhador. Quais os direitos do trabalhador e como deve ser quantificada a formação legalmente garantida? No âmbito da formação contínua devem ser garantidas ao trabalhador um mínimo de 35 horas anuais de formação. A formação pode ser realizado através de várias acções de formação. Os trabalhadores contratos a termo também tem direito a esta formação? Sim. O trabalhador contratado a termo por período igual ou superior a 3 meses tem direito a um n.º mínimo de horas proporcional à duração do contrato nesse ano. No ano seguinte terá direito ás 35 horas anuais em situação de igualdade com os outros trabalhadores. Que regras devem ser aplicadas aos trabalhadores temporários (trabalho temporário)? A formação continua que seja assegurada pelo utilizador (empresa onde o trabalhador presta o serviço) ou pelo cessionário, no caso de, respectivamente, trabalho temporário ou cedência ocasional de trabalhador, exonera o empregador, podendo neste caso haver lugar a compensação por parte deste em termos a acordar. O empregador pode diferir no tempo as horas anuais de formação profissional? O empregador pode diferir o direito às 35 horas anuais do trabalhador por dois anos, desde que o plano de formação preveja. No entanto é importante estabelecer um plano de formação tendo em conta o colectivo da empresa, sendo que apenas precisa assegurar, em cada ano, formação continua a 10% dos seus trabalhadores. O empregador, em caso de necessidade pode antecipar o direito ás 35 horas anuais de formação? Sim. O empregador pode antecipar as 35 horas de formação a que o trabalhador tem direito, o que pode ter interesse para o empregador. Nas situações em que o trabalhador solicita o estatuto de trabalhado estudante para realizar um curso que tem a duração de um ano e, nesse excede as 35 horas, ou ainda participar em acções de formação especificas para o exercício das suas funções em que o nº de horas necessárias sejam muitos superiores ás que o trabalhador tenham direito por ano. Em matéria de formação profissional o CCT estabelece algumas regras diferentes. Quais as normas que devem ser aplicadas? Estas normas podem ser adaptadas por convenção colectiva que tenha em conta as características do sector de actividade, a qualificação dos trabalhadores e a dimensão da empresa. Neste caso devem ser aplicadas as normas do CCT desde que não contrariem nenhuma norma imperativa do Código do Trabalho. Quem são as entidades formadoras? Por entidade formadora entende-se o empregador, associações patronais, sindicatos, centros de formação. As entidades formadoras devem ser certificadas para poderem ministrar acções de formação? Se a formação profissional for realizada com apoios de fundos públicos, comunitários ou nacionais, a entidade que a preste tem de estar certificada junto de entidade pública acreditada no âmbito do sistema Português da 3

4 Qualidade. Toda a restante formação que seja interna quer externa ao empregador, não está dependente de que a entidade que a preste esteja certificada. O empregador pode ministrar formação profissional? Sim. As 35 horas de formação individual a que o trabalhador tem direito, podem ser asseguradas directamente pelo empregador, em acções de formação dirigidas a um grupo de trabalhadores e ministradas por um trabalhador da empresa que detenha sólidos conhecimentos da matéria e objecto da formação. Caso existem trabalhadores estudantes na empresa, a horas concedidas aos trabalhadores para as frequências das aulas podem ser consideradas formação profissional? As horas de dispensa de trabalho para a frequência de aulas bem como as faltas para prestação de provas de avaliação ao abrigo de regime de trabalhador estudante são incluídas com cômputo das 35 horas de formação individual a encargo do empregador. Qual o conteúdo da formação? A área em que é ministrada a formação profissional, para todos os trabalhadores independente do tipo de contrato, pode ser fixada por acordo, sendo que na falta deste, é determinada pelo empregador. Sendo fixada pelo empregador, área de formação tem que coincidir ou ser afim com actividade desenvolvida pelo empregador. O que é o Catálogo Nacional de Qualificações (CNQ)? O CNQ é um instrumento de gestão estratégica das qualificações nacionais de nível não superior; de regulação da oferta formativa de dupla certificação cujo financiamento público será sujeito à conformidade face aos referenciais nele contidos que integra referenciais de qualificação únicos para a formação de dupla certificação (formação de adultos e formação contínua, numa primeira fase) e para processos de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC). O que é a Caderneta Individual de Competências? A Caderneta Individual de Competências, é um documento onde se registam as competências adquiridas ou desenvolvidas pelo indivíduo ao longo da vida, referidas no Catálogo Nacional de Qualificações, bem como acções de formação concluídas com aproveitamento que não correspondam às que deram origem às competências registadas. Esta caderneta é um documento oficial, pessoal, intransmissível e facultativo, permitindo aos indivíduos apresentar e comunicar de forma mais eficaz as formações e competências que foram adquirindo ao longo da vida, bem como permite aos empregadores apreender de modo mais fácil a adequação das competências dos candidatos aos postos de trabalho. Onde se podem solicitar estas cadernetas? As cadernetas podem ser solicitadas em qualquer entidade da rede de entidades formadoras do Sistema Nacional de Qualificações na qual frequentem uma acção ou curso de formação. A formação pode ser ministrada para além do período normal de trabalho? Por regra, o trabalhador não pode recusar-se a participar nas acções de formação organizadas pelo empregador nomeadamente com o fundamento de que estas não se contêm no respectivo horário de trabalho, ou seja, não necessitam de coincidir totalmente com o horário do trabalhador. A Formação Profissional realizada fora do horário de trabalho que não exceda duas horas diárias deve ser remuneradas pelo valor hora sem qualquer acréscimo. Após duas horas diárias são consideradas como trabalho suplementar e têm que ser remuneradas como tal. Pode o trabalhador recusar-se a participar nas acções de formação profissional? Por norma o trabalhador deve participar de forma diligente nas acções de formação profissional promovidas pelo empregador, podendo apenas recusar-se caso se verifique motivo atendível. Quais as consequências do empregador não ministrar a formação continua? Se no cômputo de 2 anos o trabalhador não estiver total ou parcialmente abrangido pelos 10% anuais por motivo imputável ao empregador, tem direito a utilizar o crédito de horas correspondentes ao numero mínimo de horas de formação, para a frequência de acções de formação por sua iniciativa, mediante comunicação ao empregador com a antecedência mínima de 10 dias. 4

5 Caso seja o trabalhador a adquirir formação por sua iniciativa nos termos legalmente previstos, deve ser o empregador a suportar os custos desta formação? Por acordo individual ou desde que regulamentado por instrumento de regulamentação colectiva, pode ser estabelecido um subsídio para pagamento do custo da formação, até ao valor da retribuição do período de crédito de horas utilizado nessa formação. Em caso de acumulação de crédito de horas como devem as mesmas ser imputadas e registadas? Em caso de acumulação de créditos de horas, a formação realizada é imputada ao crédito vencido há mais tempo. O trabalhador pode escolher a formação que pretende lhe seja ministrada? No caso de ser o trabalhador a escolher a área de formação, esta terá que ter um conexão com a sua actividade funcional, ou então respeitar a tecnologias de informação e comunicação, segurança e saúde no trabalho ou língua estrangeira. Quais os direitos do trabalhador quando cessa o contrato de trabalho relativamente aos direitos á formação profissional não ministrada? Em caso de cessão de contrato, o trabalhador tem direito a receber a retribuição correspondente ao crédito de horas por formação que seja titular à data da cessação, ou seja que não lhe tenham sido ministradas. A mesma regra se aplica aos trabalhadores contratados a termo. Como se comprova a prestação da formação? Para que a formação prestada possa entrar no cômputo do número de horas de formação legalmente estabelecida, a mesma terá de ser comprovada por documento a entregar ao trabalhador. A empresa que não seja entidade certificada para efeitos de formação financiada e prestar formação interna aos seus trabalhadores, recorrendo a trabalhadores da própria empresa ou por via de recurso a entidades de formadores externos, deve emitir um documento que certifique a formação ministrada. O que é um plano de formação? Pode-se considerar Plano de Formação, um diagnóstico de necessidades de qualificações dos trabalhadores. O empregador deve elaborar o plano de formação, anual ou plurianual, com base neste diagnóstico. O plano de formação deve especificar, nomeadamente, os objectivos, as entidades formadoras, as acções de formação, o local e o horário de realização destas. Os elementos que o plano de formação não possa especificar devem ser comunicados logo que possível aos trabalhadores interessados, à comissão de trabalhadores ou, na sua falta, à comissão intersindical, à comissão sindical ou aos delegados sindicais. A obrigatoriedade da elaboração de planos de formação só se aplica para os trabalhadores efectivos estando pois excluídos de inserirem este plano, os trabalhadores contratados a termo. Este plano é igual e comum a todos as empresas? Não. As micro empresas (menos de 10 trabalhadores) estão excluídos da obrigatoriedade da elaboração do plano de formação.. Este Plano de Formação obedece a algum modelo próprio? Não existe a obrigação de ser seguido um modelo próprio de Plano de Formação, cada empresa poderá pois elabora-lo como entender, salvaguardando no entanto o dever de especificar, nomeadamente, os objectivos, o numero de acções com emissão de certificados de formação profissional, as entidades formadoras, o local e o horário de realização das acções. As actividades relativas á formação profissional estão sujeitas a mais algum formalismo de comunicação as entidades oficiais. Sim. Anualmente deve ser efectuado um relatório anual denominado Relatório Anual da Formação Contínua incluído no Anexo C do Relatório Único da Actividade Social da Empresa (RU). Que informação deve constar neste relatório? Este relatório é constituído pelas seguintes informações: Identificação do Regime de Segurança Social aplicável ao trabalhador 5

6 Nº de identificação da segurança social do trabalhador Nome do trabalhador Situação face à frequência de formação profissional (forma como foi adquirida a formação) Nº de acções de formações frequentadas (devidamente identificadas) Período de referência da formação Identificação da área de formação Modalidade de formação Iniciativa da Formação Duração da Acção (horas) Horário da Formação Entidade Formadora Tipo de Certificação/Diploma Nível de Qualificação da Formação O que é o Relatório único? Relatório Único é um relatório anual referente à informação sobre a actividade social da empresa. È uma obrigação única, a cargo dos empregador e reúne informações distribuídas por vários anexos respeitantes a: Anexo 0 - Identificação diversa e dados económicos da empresa Anexo A - Quadro de Pessoal Anexo B - Fluxo de Entradas ou Saídas de Trabalhadores Anexo C- Relatório Anual da Formação Contínua Anexo D - Relatório Anual da Actividade do Serviço de Segurança e Saúde no Trabalho Anexo E - Greves Anexo F - Informação Sobre Prestadores de Serviços Quando se deve entregar este Relatório? A Portaria n.º 55/2010, publicada a 21 de Janeiro, prevê a inclusão de um Anexo no RU, onde se deve registar toda a formação, informação e acções de consulta realizadas aos trabalhadores, no ano de referência ou seja, em 2011 os empregadores terão de preencher este anexo relativamente à actividade formativa realizada em Este relatório deve ser entregue por meio informático durante o período de 16 de Março a 15 de Abril de cada ano. Esta obrigação legal está sujeita a fiscalização e sanções, caso de não ser cumprido? Sim, nomeadamente pela Autoridade para as Condições de Trabalho ACT. Regista-se no entanto que em Portugal, são muitas as empresas que não cumprem a obrigatoriedade das 35 horas anuais de formação. Este incumprimento tem-se devido, em muito, à falta de regulamentação e fiscalização nesta área, bem como ao facto de a maioria dos empregadores, sobretudo a nível das PMEs, continuarem a considerar a formação apenas como um custo. 6

FORMAÇÃO PROFISSIONAL A FORMAÇÃO CONTÍNUA DE TRABALHADORES NAS EMPRESAS

FORMAÇÃO PROFISSIONAL A FORMAÇÃO CONTÍNUA DE TRABALHADORES NAS EMPRESAS FORMAÇÃO PROFISSIONAL A FORMAÇÃO CONTÍNUA DE TRABALHADORES NAS EMPRESAS OBJECTIVOS DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL A Formação Profissional tem como objetivos: Proporcionar e promover a qualificação do trabalhador

Leia mais

NOTA TÉCNICA N.º 1 TEMA: Formação profissional contínua no Código do Trabalho. INTRODUÇÃO:

NOTA TÉCNICA N.º 1 TEMA: Formação profissional contínua no Código do Trabalho. INTRODUÇÃO: NOTA TÉCNICA N.º 1 TEMA: Formação profissional contínua no Código do Trabalho. INTRODUÇÃO: O presente documento visa divulgar o entendimento da ACT sobre algumas questões que se colocam no âmbito da formação

Leia mais

Délia Falcão. 11 de Janeiro 2012

Délia Falcão. 11 de Janeiro 2012 11 de Janeiro 2012 REGIME JURÍDICO DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL CONTINUA NO CÓDIGO DE TRABALHO (Lei 7/2009 de 12 de Fevereiro) DEVERES DO ESTADO EM MATÉRIA DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL: 1. Formação /qualificação

Leia mais

FORMAÇÃO PROFISSIONAL AS OBRIGAÇÕES PREVISTAS NO CÓDIGO DO TRABALHO E NA SUA REGULAMENTAÇÃO.

FORMAÇÃO PROFISSIONAL AS OBRIGAÇÕES PREVISTAS NO CÓDIGO DO TRABALHO E NA SUA REGULAMENTAÇÃO. FORMAÇÃO PROFISSIONAL AS OBRIGAÇÕES PREVISTAS NO CÓDIGO DO TRABALHO E NA SUA REGULAMENTAÇÃO. PRINCÍPIOS E OBJECTIVOS O Código do Trabalho e posteriormente a Lei n.º 35/2004, de 29 de Julho que o veio regulamentar,

Leia mais

Informação 2013 / 18 15/10/2013. Fundos de Compensação do Trabalho (FGCT, FCT, ME)

Informação 2013 / 18 15/10/2013. Fundos de Compensação do Trabalho (FGCT, FCT, ME) Informação 2013 / 18 15/10/2013 Fundos de Compensação do Trabalho (FGCT, FCT, ME) Estimado Cliente, A Lei nº 70/2013, de 30 de agosto, veio consagrar os regimes jurídicos do Fundo de Compensação do Trabalho

Leia mais

RELATÓRIO ÚNICO DA ACTIVIDADE SOCIAL DA EMPRESA TODAS AS PERGUNTAS E RESPOSTAS

RELATÓRIO ÚNICO DA ACTIVIDADE SOCIAL DA EMPRESA TODAS AS PERGUNTAS E RESPOSTAS RELATÓRIO ÚNICO DA ACTIVIDADE SOCIAL DA EMRESA TODAS AS ERGUNTAS E RESOSTAS ATUALIZAÇÃO I : Relatório Anual da Formação Contínua O, Relatório Anual da Formação Contínua, é de apresentação obrigatória a

Leia mais

Direito a férias (art.ºs 237º ss do Código de Trabalho)

Direito a férias (art.ºs 237º ss do Código de Trabalho) Direito a férias (art.ºs 237º ss do Código de Trabalho) Nos termos do Código de Trabalho ( CT ) em vigor, aprovado pela Lei nº 07/2009 de 12/02, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 23/2012, de

Leia mais

ESTATUTO DO TRABALHADOR-ESTUDANTE. Lei n.º 99/2003, de 27 de Agosto (Aprova o Código do Trabalho)

ESTATUTO DO TRABALHADOR-ESTUDANTE. Lei n.º 99/2003, de 27 de Agosto (Aprova o Código do Trabalho) ESTATUTO DO TRABALHADOR-ESTUDANTE Lei n.º 99/2003, de 27 de Agosto (Aprova o Código do Trabalho) Artigo 17.º (Trabalhador-estudante) O disposto nos artigos 81.º e 84.º do Código do Trabalho assim como

Leia mais

O PROGRAMA QUALIFICAÇÃO EMPREGO (Portaria Nº 126/2009, de 30 de Janeiro)

O PROGRAMA QUALIFICAÇÃO EMPREGO (Portaria Nº 126/2009, de 30 de Janeiro) 17/02/2009 LABORAL FLASH N.º 2/2009 O PROGRAMA QUALIFICAÇÃO EMPREGO (Portaria Nº 126/2009, de 30 de Janeiro) A Portaria nº 126/2009, de 30 de Janeiro cria o Programa Qualificação Emprego (adiante só Programa)

Leia mais

Decreto-Lei n.º 36/1992 de 28/03 - Série I-A nº74

Decreto-Lei n.º 36/1992 de 28/03 - Série I-A nº74 Alterado pelo DL 36/92 28/03 Estabelece o regime da consolidação de contas de algumas instituições financeiras A Directiva do Conselho n.º 86/635/CEE, de 8 de Dezembro de 1986, procedeu à harmonização

Leia mais

NOTA: ESTE DOCUMENTO DEVERÁ ESTAR EXPOSTO DE 15 DE ABRIL A 31 DE OUTUBRO

NOTA: ESTE DOCUMENTO DEVERÁ ESTAR EXPOSTO DE 15 DE ABRIL A 31 DE OUTUBRO Mapa de Férias O mapa de Férias tem que ser elaborado até ao dia 15 de Abril. O mapa de férias com a indicação do início e fim dos períodos de férias de cada trabalhador deve ser elaborado até ao dia 15

Leia mais

AVISO N.º 10/2013 de 9 de Julho

AVISO N.º 10/2013 de 9 de Julho Publicado em DR I.ª Série n.º 129 de 9 de Julho AVISO N.º 10/2013 de 9 de Julho ASSUNTO: AQUISIÇÃO OU AUMENTO DE PARTICIPAÇÕES QUALIFICADAS DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS Havendo a necessidade de se adequar

Leia mais

Obrigatoriedade Legislativa da Formação Profissional i e sua Integração no Relatório Único. apresentação da M&P Consultadoria

Obrigatoriedade Legislativa da Formação Profissional i e sua Integração no Relatório Único. apresentação da M&P Consultadoria Obrigatoriedade Legislativa da Formação Profissional i e sua Integração no Relatório Único apresentação da M&P Consultadoria Informática, Lda. ias Le egais Refe erênc a) Código do Trabalho b) Portaria

Leia mais

Decreto-Lei nº 220/94, de 23 de Agosto

Decreto-Lei nº 220/94, de 23 de Agosto Decreto-Lei nº 220/94, de 23 de Agosto Enquanto o mercado dos produtos e serviços financeiros foi regulado de forma administrativa, a procura que lhes era dirigida defrontava condições do lado da oferta

Leia mais

ESTATUTO DO TRABALHADOR-ESTUDANTE

ESTATUTO DO TRABALHADOR-ESTUDANTE ESTATUTO DO TRABALHADOR-ESTUDANTE Data de emissão Janeiro 2005 Data de revisão Janeiro 2005 Autor GabIGT Acesso Público ÍNDICE Págs. 1. Quem é considerado trabalhador estudante? 3 2. Como se pode beneficiar

Leia mais

Regulamento Geral dos Cursos de 1.º Ciclo de Estudos, conducentes ao grau de

Regulamento Geral dos Cursos de 1.º Ciclo de Estudos, conducentes ao grau de 3 APROVADO POR: Conselho Técnico Científico 26 09 2011 Data: / / 26 09 2011 Regulamento Geral dos Cursos de 1.º Ciclo de Estudos, conducentes ao grau de licenciado na ESEP INTRODUÇÃO Os Decretos Lei n.º

Leia mais

INFORMAÇÕES JURÍDICAS. 1.Serviços mínimos bancários

INFORMAÇÕES JURÍDICAS. 1.Serviços mínimos bancários INFORMAÇÕES JURÍDICAS 1.Serviços mínimos bancários Desde o passado dia 23 de Maio que qualquer consumidor pode ter acesso aos serviços mínimos bancários, com custos reduzidos, e não somente aqueles que

Leia mais

Regulamento do Conselho de Administração da Assembleia da República

Regulamento do Conselho de Administração da Assembleia da República Regulamento do Conselho de Administração da Assembleia da República publicado no Diário da Assembleia da República, II Série C, n.º 11 de 8 de Janeiro de 1991 Conselho de Administração O Conselho de Administração

Leia mais

Resposta da FNE e outros à proposta negocial global apresentada pela AEEP

Resposta da FNE e outros à proposta negocial global apresentada pela AEEP Resposta da FNE e outros à proposta negocial global apresentada pela AEEP - Fundamentação Na sequência da proposta da AEEP de um novo CCT, rececionada no passado dia 13 de maio, em resultado da simultânea

Leia mais

CONTRATO DE TRABALHO. Diferença entre Contrato de Trabalho e Contrato de Prestação de Serviços

CONTRATO DE TRABALHO. Diferença entre Contrato de Trabalho e Contrato de Prestação de Serviços CONTRATO DE TRABALHO O QUE DIZ A LEI OBSERVAÇÕES Diferença entre Contrato de Trabalho e Contrato de Prestação de Serviços Contrato de trabalho é aquele pelo qual uma pessoa se obriga, mediante retribuição,

Leia mais

Código do Trabalho. SUBSECÇÃO VIII Trabalhador-estudante Artigo 89.º. Artigo 90.º. Noção de trabalhador-estudante

Código do Trabalho. SUBSECÇÃO VIII Trabalhador-estudante Artigo 89.º. Artigo 90.º. Noção de trabalhador-estudante SUBSECÇÃO VIII Trabalhador-estudante Artigo 89.º Noção de trabalhador-estudante Código do Trabalho 1 Considera-se trabalhador-estudante o trabalhador que frequenta qualquer nível de educação escolar, bem

Leia mais

Orientação Normativa N.º 1/2004, de 20/02/2004 Módulo de Férias do Manual de Formação Técnica RH

Orientação Normativa N.º 1/2004, de 20/02/2004 Módulo de Férias do Manual de Formação Técnica RH ORIENTAÇÃO NORMATIVA N.º 2/2009 Data: 25 de Maio de 2009 RECURSOS HUMANOS Assunto: FÉRIAS Enquadramento Convencional e Legal: Acordo de Empresa Código do Trabalho Revogações: Orientação Normativa N.º 1/2004,

Leia mais

PROGRAMA DE APOIO AO EMPREENDEDORISMO E À CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO REGULAMENTO DO APOIO TÉCNICO À CRIAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE PROJETOS

PROGRAMA DE APOIO AO EMPREENDEDORISMO E À CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO REGULAMENTO DO APOIO TÉCNICO À CRIAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE PROJETOS PROGRAMA DE APOIO AO EMPREENDEDORISMO E À CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO REGULAMENTO DO APOIO TÉCNICO À CRIAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE PROJETOS Portaria n.º 985/2009, de 4 de setembro, alterada pela Portaria n.º

Leia mais

Regulamento Geral da Formação

Regulamento Geral da Formação Regulamento Geral da Formação Regulamento n.º 32/2006, de 3 de Maio publicado no Diário da República, II Série, n.º 85, de 3 de Maio de 2006 Artigo 1.º Objecto 1 Este regulamento define as regras relativas

Leia mais

REGULAMENTO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS AO EXTERIOR DA UNIVERSIDADE DO PORTO

REGULAMENTO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS AO EXTERIOR DA UNIVERSIDADE DO PORTO Regulamentos REGULAMENTO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS AO EXTERIOR DA UNIVERSIDADE DO PORTO A prestação de serviços ao exterior por docentes com contrato em funções públicas, em regime de dedicação exclusiva,

Leia mais

REGULAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS

REGULAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS REGULAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS N.º 2 do art.º 62.º do Decreto-Lei n.º 487/99, de 16 de Novembro, alterado pelo Decreto-Lei n.º 224/2008, de 20 de Novembro PREÂMBULO

Leia mais

TRABALHO TEMPORÁRIO. Trabalho Temporário assenta numa relação triangular traduzida nos seguintes contratos:

TRABALHO TEMPORÁRIO. Trabalho Temporário assenta numa relação triangular traduzida nos seguintes contratos: TRABALHO TEMPORÁRIO O QUE DIZ A LEI OBSERVAÇÕES Trabalho Temporário assenta numa relação triangular traduzida nos seguintes contratos: Contrato de Trabalho Temporário Celebrados entre Ou uma empresa de

Leia mais

Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto *

Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto * Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto * Nos termos da Resolução do Conselho de Ministros n.º 103/2002, de 26 de Julho, que aprovou o Programa para a Produtividade e o Crescimento da Economia, foi delineado

Leia mais

O Ministério da Justiça da República Portuguesa e o Ministério da Justiça da República democrática de Timor - Leste:

O Ministério da Justiça da República Portuguesa e o Ministério da Justiça da República democrática de Timor - Leste: Protocolo de Cooperação Relativo ao Desenvolvimento do Centro de Formação do Ministério da Justiça de Timor-Leste entre os Ministérios da Justiça da República Democrática de Timor-Leste e da República

Leia mais

Despacho n.º 28777/2008, de 10 de Novembro Série II n.º 218

Despacho n.º 28777/2008, de 10 de Novembro Série II n.º 218 Despacho n.º 28777/2008, de 10 de Novembro Série II n.º 218 Regulamento de horário de trabalho aplicável aos trabalhadores da DGCI que prestam serviço no Edifício Satélite 1 - Em conformidade com o disposto

Leia mais

Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior

Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior DESPACHO CONJUNTO Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior Considerando a Decisão da Comissão nº C (2004) 5735,

Leia mais

MUNICÍPIO DE MACHICO PROJETO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE VOLUNTARIADO

MUNICÍPIO DE MACHICO PROJETO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE VOLUNTARIADO MUNICÍPIO DE MACHICO PROJETO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE VOLUNTARIADO Nota justificativa O voluntariado corresponde ao conjunto de ações de interesse social e comunitário, realizadas de forma desinteressada

Leia mais

IMIGRAÇÃO, VISTOS E CONTRATAÇÃO DE ESTRANGEIROS

IMIGRAÇÃO, VISTOS E CONTRATAÇÃO DE ESTRANGEIROS IMIGRAÇÃO, VISTOS E CONTRATAÇÃO DE ESTRANGEIROS 27 de Outubro SUSANA PINTO COELHO Auditório SIBS PASSAPORTE PARA MOÇAMBIQUE ÍNDICE Contratação de Estrangeiros Legislação Regimes Contrato de Trabalho Sanções

Leia mais

Carta de Princípios do Enquadramento do Voluntariado na UC

Carta de Princípios do Enquadramento do Voluntariado na UC Carta de Princípios do Enquadramento do Voluntariado na UC Considerando: A importância do voluntariado no exercício ativo de cidadania, traduzido na relação solidária com o próximo; A sua relevância cultural

Leia mais

Código do Trabalho Anotado

Código do Trabalho Anotado Código do Trabalho Anotado Revisto pelas LEI Nº 7/2009, DE 12 DE FEVEREIRO LEI Nº 105/2009, DE 14 DE SETEMBRO LEI Nº 53/2011, DE 14 DE OUTUBRO LEI Nº 23/2012, DE 25 DE JUNHO LEI Nº 47/2012, DE 29 DE AGOSTO

Leia mais

Obrigações Patronais

Obrigações Patronais Obrigações Patronais Registo de tempo de trabalho a) Manter, em local acessível e por forma que permita a sua consulta imediata, um registo que permita apurar o número de horas de trabalho prestadas pelo

Leia mais

Perguntas Frequentes sobre Voluntariado

Perguntas Frequentes sobre Voluntariado Perguntas Frequentes sobre Voluntariado Juntos podemos fazer da solidariedade um compromisso Índice 1. O que é o Voluntariado? 3 2. Que organizações podem ser promotoras do Voluntariado? 3 3. O que é ser

Leia mais

REGRAS PARA A CONCESSÃO DO ESTATUTO DE TRABALHADOR- ESTUDANTE. Artigo 1.º (Valorização pessoal e profissional)

REGRAS PARA A CONCESSÃO DO ESTATUTO DE TRABALHADOR- ESTUDANTE. Artigo 1.º (Valorização pessoal e profissional) REGRAS PARA A CONCESSÃO DO ESTATUTO DE TRABALHADOR- ESTUDANTE Artigo 1.º (Valorização pessoal e profissional) 1. A ERC compromete-se a criar as necessárias condições por forma a proporcionar iguais oportunidades

Leia mais

Regulamento do. Programa de Estágios Curriculares. no Ministério dos Negócios Estrangeiros

Regulamento do. Programa de Estágios Curriculares. no Ministério dos Negócios Estrangeiros Regulamento do Programa de Estágios Curriculares no Ministério dos Negócios Estrangeiros Preâmbulo Na sequência do acordo tripartido celebrado entre o Governo e os parceiros sociais em junho de 2008 e

Leia mais

Regulamento de Horário de Funcionamento e de Atendimento e Horário de Trabalho da Secretaria-Geral da Presidência da República

Regulamento de Horário de Funcionamento e de Atendimento e Horário de Trabalho da Secretaria-Geral da Presidência da República Regulamento de Horário de Funcionamento e de Atendimento e Horário de Trabalho da Secretaria-Geral da Presidência da República Considerando a necessidade de proporcionar aos Serviços da Secretaria-Geral,

Leia mais

PROCEDIMENTO. Ref. Pcd. 3-sGRHF. Bolsas de Investigação Científica da UA, financiadas pela UA ou por outras verbas desde que não provenientes da FCT

PROCEDIMENTO. Ref. Pcd. 3-sGRHF. Bolsas de Investigação Científica da UA, financiadas pela UA ou por outras verbas desde que não provenientes da FCT PROCEDIMENTO Ref. Pcd. 3-sGRHF Bolsas de Investigação Científica da UA, financiadas pela UA ou por outras verbas desde que não provenientes da FCT Data: 14 /07/2011 Elaboração Nome: Fátima Serafim e Helena

Leia mais

Iniciativa Formação para Empresários Programa de Candidatura

Iniciativa Formação para Empresários Programa de Candidatura Iniciativa Formação para Empresários Programa de Candidatura No âmbito do Contrato de Delegação de Competências do POPH na CCP 1. Enquadramento da Iniciativa A Iniciativa Formação para Empresários tem

Leia mais

Financiamento de Planos de Benefícios de Saúde através de Fundos de Pensões

Financiamento de Planos de Benefícios de Saúde através de Fundos de Pensões PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR Financiamento de Planos de Benefícios de Saúde através de Fundos de Pensões O Decreto-Lei n.º 12/2006, de 20 de Janeiro - que estabelece o regime jurídico da constituição

Leia mais

O QUE DEVE SABER SOBRE TRABALHO TEMPORÁRIO. De acordo com as normas previstas no código de trabalho em vigor

O QUE DEVE SABER SOBRE TRABALHO TEMPORÁRIO. De acordo com as normas previstas no código de trabalho em vigor O QUE DEVE SABER SOBRE TRABALHO TEMPORÁRIO De acordo com as normas previstas no código de trabalho em vigor O QUE DEVE SABER SOBRE NECESSIDADES DE RECORRER AO TRABALHO TEMPORÁRIO As Empresas de Trabalho

Leia mais

BOLSA INTERNACIONAL DE ENTRADA MARIE CURIE

BOLSA INTERNACIONAL DE ENTRADA MARIE CURIE ANEXO III DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS BOLSA INTERNACIONAL DE ENTRADA MARIE CURIE III. 1 - Definições FASE DE ENTRADA Para além das previstas no artigo II.1, aplicam-se à presente convenção de subvenção as

Leia mais

Alterações ao Código do Trabalho

Alterações ao Código do Trabalho São três as alterações: Lei nº 53/2011, de 14 de Outubro Primeira alteração, revogada (parcialmente) pela terceira alteração. Lei 3/2012, de 10 de Janeiro Segunda alteração, revogada (parcialmente) pela

Leia mais

Ano de Referência 2010 RELATÓRIO ÚNICO E ANEXOS. Perguntas Frequentes Relatório Único e Anexos Versão 1.0 1

Ano de Referência 2010 RELATÓRIO ÚNICO E ANEXOS. Perguntas Frequentes Relatório Único e Anexos Versão 1.0 1 RELATÓRIO ÚNICO E ANEXOS Versão 1.0 1 PERGUNTAS FREQUENTES Relatório Único ENTREGA - QUESTÕES LEGAIS (15 ) Qual é o conteúdo do Relatório Único? O Relatório Único é constituído pelo relatório propriamente

Leia mais

FAQ s METODOLOGIA DE INTERVENÇÃO / ORGANIZAÇÃO

FAQ s METODOLOGIA DE INTERVENÇÃO / ORGANIZAÇÃO FAQ s METODOLOGIA DE INTERVENÇÃO / ORGANIZAÇÃO 1) Quais os objectivos que se pretende atingir com a Sessão de Imersão e o Seminário de Diagnóstico? A Sessão de Imersão tem por objectivo a apresentação

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO. CAPÍTULO I Disposições Comuns

REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO. CAPÍTULO I Disposições Comuns REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO CAPÍTULO I Disposições Comuns SECÇÃO I Disposições gerais Artigo 1.º Objecto O presente regulamento procede

Leia mais

******* Protocolo estabelecido com o ESPAÇO ÁVILA

******* Protocolo estabelecido com o ESPAÇO ÁVILA J U R I S T @ N L I N E CONSULTÓRIO JURÍDICO ON-LINE ******* Protocolo estabelecido com o ESPAÇO ÁVILA Considerando que: 1º A consulta jurídica é feita pelo consultório jurídico JURIST@NLINE, constituído

Leia mais

AUTORIZAÇÕES, COMUNICAÇÕES OU DOCUMENTAÇÃO DE ENVIO OBRIGATÓRIO À INSPECÇÃO-GERAL DO TRABALHO

AUTORIZAÇÕES, COMUNICAÇÕES OU DOCUMENTAÇÃO DE ENVIO OBRIGATÓRIO À INSPECÇÃO-GERAL DO TRABALHO AUTORIZAÇÕES, COMUNICAÇÕES OU DOCUMENTAÇÃO DE ENVIO OBRIGATÓRIO À INSPECÇÃO-GERAL DO TRABALHO Data de emissão Janeiro 2005 Data de revisão Janeiro 2005 Autor GabIGT Acesso Público 1 ÍNDICE Págs. 1. INÍCIO

Leia mais

directamente o estabelecimento e o funcionamento do mercado interno; Considerando que é pois necessário criar um certificado complementar de

directamente o estabelecimento e o funcionamento do mercado interno; Considerando que é pois necessário criar um certificado complementar de Regulamento (CEE) nº 1768/92 do Conselho, de 18 de Junho de 1992, relativo à criação de um certificado complementar de protecção para os medicamentos Jornal Oficial nº L 182 de 02/07/1992 p. 0001-0005

Leia mais

[Regulamento Geral da Formação Graduada e Pós-Graduada no Instituto Politécnico de Leiria e Regimes Aplicáveis a Estudantes em Situações Especiais]

[Regulamento Geral da Formação Graduada e Pós-Graduada no Instituto Politécnico de Leiria e Regimes Aplicáveis a Estudantes em Situações Especiais] [Regulamento Geral da Formação Graduada e Pós-Graduada no Instituto Politécnico de Leiria e Regimes Aplicáveis a Estudantes em Situações Especiais] CAPÍTULO IV Regimes especiais SECÇÃO I Estatuto de estudantes

Leia mais

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES Decreto Legislativo Regional n.º 19/2011/A de 16 de Junho de 2011

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES Decreto Legislativo Regional n.º 19/2011/A de 16 de Junho de 2011 ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES Decreto Legislativo Regional n.º 19/2011/A de 16 de Junho de 2011 Regula o exercício da actividade dos profissionais de informação turística na Região

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE VOLUNTARIADO NA FCUL

REGULAMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE VOLUNTARIADO NA FCUL REGULAMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE VOLUNTARIADO NA FCUL GAPsi- Gabinete de Apoio Psicopedagógico Artigo 1º Objecto O Programa de Voluntariado na FCUL visa: a) Estimular a formação e educação dos estudantes

Leia mais

Ficha 1 Actividade Sindical

Ficha 1 Actividade Sindical Direito de Associação Sindical art. 475º Liberdade de Sindicalização art. 479º Proibição de Actos Discriminatórios art. 453º Em caso de transferência art. 457º Quotização Sindical art. 492º, 494º e 495º

Leia mais

Publicado no Diário da República n.º 22, I série, de 2 de Fevereiro. Decreto Presidencial n.º 28/11 de 2 de Fevereiro

Publicado no Diário da República n.º 22, I série, de 2 de Fevereiro. Decreto Presidencial n.º 28/11 de 2 de Fevereiro Publicado no Diário da República n.º 22, I série, de 2 de Fevereiro Decreto Presidencial n.º 28/11 de 2 de Fevereiro Considerando que o Executivo tem vindo a atribuir maior importância à renovação do sistema

Leia mais

TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO

TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO INDICE 1 NOTA PRÉVIA 3 2 LINHAS DE ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA 4 3 PLANO DE FORMAÇÃO 4 4 FREQUÊNCIA DE ACÇÕES DE FORMAÇÃO 6

Leia mais

Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho SHST

Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho SHST Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho SHST O QUE DIZ A LEI OBSERVAÇÕES Todos os trabalhadores têm direito à prestação de trabalho em condições de segurança, higiene e saúde, competindo ao empregador assegurar

Leia mais

DIREITOS SINDICAIS I DISPOSIÇÕES GERAIS

DIREITOS SINDICAIS I DISPOSIÇÕES GERAIS DIREITOS SINDICAIS O QUE DIZ A LEI OBSERVAÇÕES Direito de Associação Sindical I DISPOSIÇÕES GERAIS Os trabalhadores têm o direito de constituir associações sindicais a todos os níveis para defesa e promoção

Leia mais

Nível Secundário e Nível 3 de Formação (S 3 ) Regimento Interno. Curso de Educação e Formação de Adultos E.F.A.

Nível Secundário e Nível 3 de Formação (S 3 ) Regimento Interno. Curso de Educação e Formação de Adultos E.F.A. Regimento Interno Curso de Educação e Formação de Adultos E.F.A. Artigo 1º Assiduidade 1. A assiduidade dos formandos dos cursos E.F.A. obedece ao estipulado no artigo 22.º, da Portaria 230/2008 de 7 de

Leia mais

TRABALHADOR - ESTUDANTE

TRABALHADOR - ESTUDANTE TRABALHADOR - ESTUDANTE O QUE DIZ A LEI OBSERVAÇÕES Trabalhador-Estudante Trabalhador que frequenta qualquer nível de educação escolar, bem como curso de pós-graduação, mestrado ou doutoramento em instituição

Leia mais

NOTA INFORMATIVA: PORTARIAS 84, 85 E 86/2015 DE 20 DE MARÇO PORTARIA N.º 84/2015, DE 20 DE MARÇO

NOTA INFORMATIVA: PORTARIAS 84, 85 E 86/2015 DE 20 DE MARÇO PORTARIA N.º 84/2015, DE 20 DE MARÇO 9 de Abril 2015 Direito do Trabalho PORTARIA N.º 84/2015, DE 20 DE MARÇO Esta Portaria, publicada em 20 de Março passado, vem criar e regulamentar a Medida de Promoção de Igualdade de Género no Mercado

Leia mais

Agrupamento de Escolas Dr. Azevedo Neves

Agrupamento de Escolas Dr. Azevedo Neves Agrupamento de Escolas Dr. Azevedo Neves REGULAMENTO DOS CURSOS EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS NÍVEL SECUNDÁRIO Anexo ao Regulamento Interno Aprovado em Conselho Geral a 26 de março de 2014 1 de 10 Índice

Leia mais

Anexo 1. Programa Municipal de Voluntariado. Introdução

Anexo 1. Programa Municipal de Voluntariado. Introdução Anexo 1 Programa Municipal de Voluntariado Introdução 1. A proposta de desenvolvimento do Programa Municipal de Voluntariado decorre da competência da Divisão de Cidadania e Inovação Social do Departamento

Leia mais

QUADRO RESUMO INCENTIVOS Á CRIAÇÃO DE POSTOS DE TRABALHO

QUADRO RESUMO INCENTIVOS Á CRIAÇÃO DE POSTOS DE TRABALHO Medida Contratação via Reembolso TSU Portaria nº 204-A/2013 de 18 de Junho Estágio Emprego Portaria nº 204-B/2013 de 18 de Junho Jovens idades 18-30 anos Adultos idade = ou > 45 anos Adultos idades 31

Leia mais

IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO

IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 DE DE FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO A presente Lei cria o Fundo Financeiro Imobiliário e estabelece o respectivo regime jurídico. Os princípios de planeamento,

Leia mais

ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º 5/2010

ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º 5/2010 ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º 5/2010 Articulação entre o Processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências e a frequência de Unidades de Formação de Curta Duração A. Enquadramento Tal como

Leia mais

REGULAMENTO DAS BOLSAS CENTRO CIENTÍFICO E CULTURAL DE MACAU. CAPITULO I Disposições Gerais. Artigo 1º Âmbito

REGULAMENTO DAS BOLSAS CENTRO CIENTÍFICO E CULTURAL DE MACAU. CAPITULO I Disposições Gerais. Artigo 1º Âmbito REGULAMENTO DAS BOLSAS CENTRO CIENTÍFICO E CULTURAL DE MACAU CAPITULO I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, aprovado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia ao abrigo da Lei

Leia mais

Proposta de Decreto Legislativo Regional

Proposta de Decreto Legislativo Regional Proposta de Decreto Legislativo Regional Regulamenta na Região Autónoma dos Açores, os aspectos relativos à realização, em escolas da rede pública, do estágio pedagógico das licenciaturas em ensino e dos

Leia mais

Auditoria Sistemática

Auditoria Sistemática ISAL Instituto Superior de Administração e Línguas Auditoria Sistemática Resumo do Relatório da Inspecção Geral do MCTES 18.Novembro.2010 Índice INTRODUÇÃO... 3 CARACTERIZAÇÃO E ANÁLISE DOS PROCEDIMENTOS...

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS. 3. Os comercializadores são responsáveis pelo cumprimento das obrigações decorrentes do acesso à RNTGN por parte dos seus clientes.

CONDIÇÕES GERAIS. 3. Os comercializadores são responsáveis pelo cumprimento das obrigações decorrentes do acesso à RNTGN por parte dos seus clientes. CONDIÇÕES GERAIS Cláusula 1ª Definições e siglas No âmbito do presente Contrato de Uso da Rede de Transporte, entende-se por: a) «Contrato» o presente contrato de uso da rede de transporte; b) «Agente

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 2/UA1/2010

NOTA TÉCNICA Nº 2/UA1/2010 NOTA TÉCNICA Nº 2/UA1/2010 A presente Nota tem por objectivo auxiliar as entidades beneficiárias, conforme âmbito e condições estabelecidas no Aviso de Abertura nº 20/2010, na elaboração das candidaturas

Leia mais

Artigo 2.º (Definições) Para efeitos da aplicação do SIADAP no seio da UC, entende-se por: a) «Dirigente máximo do serviço», o reitor.

Artigo 2.º (Definições) Para efeitos da aplicação do SIADAP no seio da UC, entende-se por: a) «Dirigente máximo do serviço», o reitor. 1 Nos termos do disposto no n.º 3 do artigo 110.º do RJIES, a aprovação do presente regulamento, elaborado ao abrigo do estatuído no artigo 3.º da Lei n.º 66-B/2007, de 28 de Dezembro, é precedida da sua

Leia mais

Artigo A. Valorizações remuneratórias

Artigo A. Valorizações remuneratórias Artigo A Valorizações remuneratórias 1 - No período de vigência da presente lei está vedada a prática de quaisquer actos que consubstanciem valorizações remuneratórias do seguinte pessoal: a) Trabalhadores

Leia mais

Código do Trabalho (Lei nº 99/2003. Projecto-lei do Bloco trabalhador estudante) Trabalhadores por conta de outrem

Código do Trabalho (Lei nº 99/2003. Projecto-lei do Bloco trabalhador estudante) Trabalhadores por conta de outrem Lei 117/96 (antigo estatuto do Código do Trabalho (Lei nº 99/2003 Projecto-lei do Bloco trabalhador estudante) e Lei nº 35/2004) Âmbito de aplicação Trabalhadores por conta de outrem Trabalhadores por

Leia mais

NOVAS FORMAS DE CONTRATAÇÃO REGIME DO CONTRATO DE TRABALHO A TERMO. Paula Caldeira Dutschmann Advogada

NOVAS FORMAS DE CONTRATAÇÃO REGIME DO CONTRATO DE TRABALHO A TERMO. Paula Caldeira Dutschmann Advogada NOVAS FORMAS DE CONTRATAÇÃO REGIME DO CONTRATO DE TRABALHO A TERMO Paula Caldeira Dutschmann Advogada NOÇÃO DE CONTRATO DE TRABALHO Aperfeiçoa-se a presunção da existência de subordinação jurídica e a

Leia mais

NOVAS REGRAS DO TRABALHO. Lisboa, 10 de Julho de 2012

NOVAS REGRAS DO TRABALHO. Lisboa, 10 de Julho de 2012 NOVAS REGRAS DO TRABALHO Lisboa, 10 de Julho de 2012 Lei 23/2012, de 15 de Junho (altera Código do Trabalho) (início vigência 1 de Agosto de 2012) OBRIGAÇÕES ADMINISTRATIVAS Isabel Valente Dias OBRIGAÇÕES

Leia mais

SINDICATO DOS ENFERMEIROS DA RAM

SINDICATO DOS ENFERMEIROS DA RAM SINDICATO DOS ENFERMEIROS DA RAM Rua de Santa Maria n.º 90 Telef: 291224942 291225115 9060 291 Funchal www.seram.pt SUPLEMENTO INFORMATIVO Relembramos o capítulo VI, artigos 54, 55 e 56 do decreto-lei

Leia mais

REGULAMENTO DE REGISTO E INSCRIÇÃO DOS ADVOGADOS PROVENIENTES DE OUTROS ESTADOS MEMBROS DA UNIÃO EUROPEIA

REGULAMENTO DE REGISTO E INSCRIÇÃO DOS ADVOGADOS PROVENIENTES DE OUTROS ESTADOS MEMBROS DA UNIÃO EUROPEIA REGULAMENTO DE REGISTO E INSCRIÇÃO DOS ADVOGADOS PROVENIENTES DE OUTROS ESTADOS MEMBROS DA UNIÃO EUROPEIA ARTIGO 1.º O presente Regulamento estabelece os requisitos de registo e inscrição na Ordem dos

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL

MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL 6910 Diário da República, 1.ª série N.º 187 25 de Setembro de 2009 Artigo 110.º Entrada em vigor 1 O presente decreto -lei entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação. 2 O certificado de conformidade

Leia mais

S U M Á R I O. Terça-feira, 4 de Dezembro de 2012 Número 26 XII LEGISLATURA

S U M Á R I O. Terça-feira, 4 de Dezembro de 2012 Número 26 XII LEGISLATURA Terça-feira, 4 de Dezembro de 2012 Número 26 XII LEGISLATURA S U M Á R I O Proposta de lei n.º 110/XII (2.ª): Estabelece um regime temporário de pagamento dos subsídios de Natal e de férias para vigorar

Leia mais

PROGRAMA DO CONCURSO

PROGRAMA DO CONCURSO PROGRAMA DO CONCURSO Page 1 ÍNDICE 1.º Objecto do Concurso 3 2.º Entidade Adjudicante 3 3.º Decisão de contratar 3 4.º Preço base 3 5.º Esclarecimentos 3 6.º Prazo para apresentação das candidaturas 3

Leia mais

APGC. Associação Portuguesa de Gestão Cultural. Pacto Social

APGC. Associação Portuguesa de Gestão Cultural. Pacto Social APGC Associação Portuguesa de Gestão Cultural Pacto Social Constituída por escritura pública a 09 de Novembro de 2001 Capítulo I Denominação, Natureza, Sede, Objecto, Missão e Objectivos Artigo 1.º - Denominação

Leia mais

Portaria n.º 1160/2000 de 7 de Dezembro

Portaria n.º 1160/2000 de 7 de Dezembro Portaria n.º 1160/2000 de 7 de Dezembro O PRODESCOOP - Programa de Desenvolvimento Cooperativo, criado pela Portaria n.º 52-A/99, de 22 de Janeiro, partindo do reconhecimento da especificidade do sector

Leia mais

DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PROFISSIONAIS CAPACIDADE PROFISSIONAL PARA A ACTIVIDADE DE TRANSPORTES RODOVIÁRIOS DE MERCADORIAS

DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PROFISSIONAIS CAPACIDADE PROFISSIONAL PARA A ACTIVIDADE DE TRANSPORTES RODOVIÁRIOS DE MERCADORIAS DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PROFISSIONAIS CAPACIDADE PROFISSIONAL PARA A ACTIVIDADE DE TRANSPORTES RODOVIÁRIOS DE MERCADORIAS MANUAL DE INSTRUÇÕES PARA AS ENTIDADES FORMADORAS ÍNDICE OBJECTIVOS

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE CAMPOS DE FÉRIAS DE MANTEIGAS

REGULAMENTO MUNICIPAL DE CAMPOS DE FÉRIAS DE MANTEIGAS REGULAMENTO MUNICIPAL DE CAMPOS DE FÉRIAS DE MANTEIGAS Preâmbulo Considerando: As competências previstas nos artigos 112º e 241º da Constituição da República Portuguesa; O regime previsto no Decreto-Lei

Leia mais

CAPÍTULO I. 'LVSRVLo}HVJHUDLV 2EMHFWLYRV. 2UJDQL]Do}HVSURPRWRUDV

CAPÍTULO I. 'LVSRVLo}HVJHUDLV 2EMHFWLYRV. 2UJDQL]Do}HVSURPRWRUDV 'HFUHWR/HLQž GHGH6HWHPEUR O voluntariado é uma actividade inerente ao exercício de cidadania que se traduz numa relação solidária para com o próximo, participando, de forma livre e organizada, na solução

Leia mais

O período anual de férias tem a duração de 22 dias úteis, considerando-se úteis os dias de 2f.ª a 6f.ª, com excepção dos feriados.

O período anual de férias tem a duração de 22 dias úteis, considerando-se úteis os dias de 2f.ª a 6f.ª, com excepção dos feriados. TRABALHADORES EM CONTRATO INDIVIDUAL DE TRABALHO Lei 7/2009, de 12 de Fevereiro 1. Férias 1.1. Qual a duração do período de férias? O período anual de férias tem a duração de 22 dias úteis, considerando-se

Leia mais

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS REGULAMENTO DE INSCRIÇÃO DE SOCIEDADES PROFISSIONAIS DE TÉCNICOS OFICIAIS DE CONTAS E NOMEAÇÃO PELAS SOCIEDADES DE CONTABILIDADE DO RESPONSÁVEL TÉCNICO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Âmbito O

Leia mais

Glossário sobre Planos e Fundos de Pensões

Glossário sobre Planos e Fundos de Pensões Glossário sobre Planos e Fundos de Pensões Associados Benchmark Beneficiários Beneficiários por Morte CMVM Comissão de Depósito Comissão de Gestão Comissão de Transferência Comissão Reembolso (ou resgate)

Leia mais

Regulamento n.º 1/2008, de 12 de Maio de 2008

Regulamento n.º 1/2008, de 12 de Maio de 2008 Regulamento n.º 1/2008, de 12 de Maio de 2008 Fundos de Investimento Imobiliário Registo e Autorização de Peritos Avaliadores B.O n.º 18 - I Série Regulamento nº 1/2008 12 de Maio Fundos de Investimento

Leia mais

UNIVERSIDADE DO PORTO GLOSSÁRIO DA ÁREA DA EDUCAÇÃO CONTÍNUA

UNIVERSIDADE DO PORTO GLOSSÁRIO DA ÁREA DA EDUCAÇÃO CONTÍNUA UNIVERSIDADE DO PORTO GLOSSÁRIO DA ÁREA DA EDUCAÇÃO CONTÍNUA Acção de formação Módulo, curso, curso livre, curso multidisciplinar ou seminário realizado no âmbito da Educação Contínua ou da Aprendizagem

Leia mais

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009 VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009 O Decreto Regulamentar n.º 84-A/2007, de 10 de Dezembro, estabeleceu o enquadramento

Leia mais

MUNICIPIO DE CASTRO MARIM

MUNICIPIO DE CASTRO MARIM MUNICIPIO DE CASTRO MARIM Câmara Municipal REGULAMENTO, INTERNO DE FUNCIONAMENTO, ATENDIMENTO E HORÁRIO DE TRABALHO DA CÂMARA MUNICIPAL DE CASTRO MARIM Regulamento Interno de Funcionamento, Atendimento

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE PREPARAÇÃO PARA REVISORES OFICIAIS DE CONTAS

REGULAMENTO DO CURSO DE PREPARAÇÃO PARA REVISORES OFICIAIS DE CONTAS REGULAMENTO DO CURSO DE PREPARAÇÃO PARA REVISORES OFICIAIS DE CONTAS PREÂMBULO Na sequência da transposição para o ordenamento jurídico nacional da Directiva n.º 2006/43/CE, do Parlamento Europeu e do

Leia mais

S.R. DA EDUCAÇÃO E CULTURA Despacho n.º 341/2015 de 6 de Fevereiro de 2015

S.R. DA EDUCAÇÃO E CULTURA Despacho n.º 341/2015 de 6 de Fevereiro de 2015 S.R. DA EDUCAÇÃO E CULTURA Despacho n.º 341/2015 de 6 de Fevereiro de 2015 Considerando que nos termos do disposto na Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas o empregador público deve elaborar regulamentos

Leia mais

REGULAMENTO DAS BOLSAS DE ESTUDO FUNDAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL ARAGÃO PINTO E INSTITUTO SUPERIOR DE GESTÃO

REGULAMENTO DAS BOLSAS DE ESTUDO FUNDAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL ARAGÃO PINTO E INSTITUTO SUPERIOR DE GESTÃO REGULAMENTO DAS BOLSAS DE ESTUDO FUNDAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL ARAGÃO PINTO E INSTITUTO SUPERIOR DE GESTÃO CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º Objecto O presente Regulamento de Bolsas de Estudo

Leia mais

SECÇÃO III Serviços de segurança, higiene e saúde no trabalho SUBSECÇÃO I Disposições gerais

SECÇÃO III Serviços de segurança, higiene e saúde no trabalho SUBSECÇÃO I Disposições gerais A Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro, revê o Código do Trabalho, mas mantém em vigor disposições assinaladas do anterior Código do Trabalho de 2003, e da sua regulamentação, até que seja publicado diploma

Leia mais