Relatório de descrição do uso da RTI/FAPESP

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1 1 Relatório de descrição do uso da RTI/FAPESP Reserva Técnica Institucional (RTI) 2011/2012 Processo N o 2012/50481 Universidade Federal do ABC (UFABC) Centro de Ciências Naturais e Humanas (CCNH) Diretor: Prof. Dr. Arnaldo Rodrigues dos Santos Júnior Responsável pela RTI: Prof. Dr. Wanius José Garcia da Silva Santo André SP setembro de 2013

2 2 Índice Introdução - Projetos Geradores da RTI/FAPESP 03 Subprojeto 1: Adequações dos laboratórios de pesquisa do CCNH 03 Subprojeto 2: Infraestrutura de armazenamento e distribuição de gases 11

3 3 Introdução Projetos Geradores da RTI/FAPESP O valor disponibilizado da Reserva Técnica Institucional (RTI) FAPESP 2011/2012 para o Centro de Ciências Naturais e Humanas (CCNH)/UFABC foi de R$ ,00. Além disso, o CCNH obteve permissão junto à FAPESP para utilizar os recursos referentes à parcela da RTI de 2007 no valor de R$ ,46, o que elevou o montante disponibilizado para R$ ,46. A seguir, estão delineados os projetos geradores da RTI FAPESP 2011/2012: 2010/ / / / / / / / / / / / / / Subprojeto 1: Adequações dos laboratórios de pesquisa do CCNH Pesquisador responsável: Prof. Dr. Wanius José Garcia da Silva Devido ao crescente número de projetos de pesquisa concedidos a professores da Universidade Federal do ABC, no que tange as áreas de pesquisa em ciências biológicas, físicas e químicas, desenvolvidas principalmente por professores lotados no CCNH e, com a expansão da UFABC relacionada à finalização da construção de novos prédios, viabilizou-se a utilização de novos espaços para laboratórios de pesquisa. Com a viabilização de novos espaços especificamente para laboratórios de pesquisa havia a necessidade de adequá-los, principalmente no que tange a infraestrutura elétrica, hidráulica e mobiliário específico, visando atender a demanda pretendida para os equipamentos que serão utilizados nesses laboratórios. Desta forma, as adequações dos laboratórios de pesquisa revelam-se de suma importância para oferecer condições suficientes e necessárias para o desenvolvimento de pesquisa científica nas diversas áreas de conhecimento realizadas no Centro de Ciências Naturais e Humanas. Abaixo, encontra-se uma descrição do uso da verba oriunda da RTI FAPESP para adequação dos laboratórios de pesquisa do CCNH. Projetos de pesquisa financiados pela FAPESP que foram beneficiados na utilização da RTI 2011/ / / / / / / / / / / / / / /

4 4 Descrição do uso da verba oriunda da RTI/FAPESP Na Tabela 1, mostra-se a descrição da utilização dos recursos da reserva técnica institucional para adequação dos laboratórios de pesquisa do CCNH (material permanente e serviços de terceiros) Item Valor (R$) Alínea Descrição ,00 Material permanente Mobiliário de laboratório (bancadas, capelas) Infraestrutura de pesquisa ,00 Material permanente No breaks Equipamento de laboratório ,06 Material permanente Reforma de laboratórios e outras despesas Infraestrutura de pesquisa ,00 Material permanente Ar condicionado para laboratório Infraestrutura de pesquisa ,82 Serviços de Terceiros Obras elétricas Infraestrutura de pesquisa Total ,88 Tabela 1. Descrição do uso dos valores da RTI/FAPESP com material permanente e serviços de terceiros para adequação dos laboratórios do CCNH. Abaixo um conjunto de imagens dos laboratórios de pesquisa do CCNH mostrando a adequação cronológica dos mesmos com uso da RTI/FAPESP.

5 5 Figura 1: Imagem mostrando o laboratório 704 do CCNH antes do início da instalação das bancadas. Na imagem é possível ver a obra elétrica em andamento com parte da iluminação e dos tubos para fiação elétrica instalados. Figura 2: Imagem mostrando o laboratório 703 do CCNH antes do início da instalação das bancadas. Na imagem é possível ver a obra elétrica em andamento com parte da iluminação e dos tubos para fiação elétrica instalados.

6 6 Figura 3: Imagem mostrando o laboratório 704 do CCNH com as bancadas instaladas. A parte elétrica neste momento também estava finalizada. Figura 4: Imagem mostrando o laboratório 704 do CCNH com as bancadas instaladas. A parte elétrica neste momento também estava finalizada.

7 7 Figura 5: Imagem mostrando o laboratório 704 do CCNH com as bancadas instaladas. A parte elétrica neste momento também estava finalizada. Figura 6: Imagem mostrando o laboratório 703 do CCNH com as bancadas instaladas. A parte elétrica neste momento também estava finalizada.

8 8 Figura 7: Imagem mostrando o laboratório 703 do CCNH com as bancadas instaladas. A parte elétrica neste momento também estava finalizada. Figura 8: Imagem mostrando o laboratório 703 do CCNH com as bancadas instaladas. A parte elétrica neste momento também estava finalizada.

9 9 Figura 9: Imagem mostrando o laboratório 704 do CCNH com as bancadas instaladas. A parte elétrica neste momento também estava finalizada. Figura 10: Imagem mostrando o laboratório 704 do CCNH com as bancadas instaladas e todas as adequações finalizadas. Nesse o momento o laboratório esta funcional.

10 10 Figura 11: Imagem mostrando o laboratório 703 do CCNH com as bancadas instaladas e todas as adequações finalizadas. Nesse o momento o laboratório esta funcional. Figura 12: Imagem mostrando os No breaks adquiridos com RTI FAPESP para equipamento (difratometro) instalado no laboratório 704 do CCNH.

11 11 Subprojeto 2: Infraestrutura de armazenamento e distribuição de gases especiais Pesquisador responsável: Prof. Dr. Wagner Alves Carvalho Descrição do uso da verba oriunda da RTI/FAPESP Na Tabela 2, mostra-se a descrição da utilização dos recursos da reserva técnica institucional para o projeto de armazenamento e distribuição de gases (serviços de terceiros) Item Valor (R$) Alínea Descrição ,00 Serviços de Projeto de armazenamento e distribuição de gases Terceiros especiais na UFABC Tabela 2. Descrição do uso dos valores da RTI/FAPESP com serviços de terceiros para o subprojeto de armazenamento e distribuição de gases especiais na UFABC. Apresenta-se a seguir o trabalho realizado e entregue como prestação de serviços técnicos especializados para implementação do Projeto das Linhas de Gases Especiais no Campus Santo André da UFABC. A responsabilidade técnico do projeto é do Sr. Freddy Cienfuegos, da C e C Cursos e Consultorias:

12 12 Nome: Freddy Santiago Cienfuegos Petricic RG: W B Órgão Emissor: SE/DPMAF/DPF CPF: Razão Social: C e C Cursos e Consultorias Ltda. CNPJ: / Inscrição Municipal: Endereço: Rua Barão de Pirassinunga 26 - Apto Tijuca Cidade: Rio de Janeiro - CEP: Fone e Fax: Endereço: Rio de Janeiro - RJ Rua Barão de Pirassinunga 26 - Apto. 205 Tijuca Rio de Janeiro - CEP: Fones: Cel.: Site:

13 13 PROPOSTA TÉCNICA PROJETO DAS LINHAS DE GASES ESPECIAIS C e C Cursos e Consultorias Abril 2012 REV 0 C e C Cursos e Consultorias Rio de Janeiro RJ - Rua Barão de Pirassinunga N 26 Apto CEP Tijuca - Rio de Janeiro - Fone (21) ceccursoseconsultorias.com.br ou Site:

14 14 ESCOPO DA PROPOSTA TÉCNICA CONTEÚDO I LAYOUT DAS LINHAS DE GASES ESPECIAIS II DETALHAMENTO TÉCNICO DAS LINHAS DE GASES ESPECIAIS III ABRIGO DE CILINDROS DE GASES ESPECIAIS IV PLANILHA QUANTITATIVA V ESPECIFICAÇÃO DOS MATERIAIS VI TERMO DE REFERÊNCIA VII MEMORIAL DESCRITIVO C e C Cursos e Consultorias Rio de Janeiro RJ - Rua Barão de Pirassinunga N 26 Apto CEP Tijuca - Rio de Janeiro - Fone (21) ceccursoseconsultorias.com.br ou Site:

15 15 ESCOPO DO PROJETO I Layout das linhas de gases especiais: 1. - Planta baixa das linhas de gases especiais por andar; 2. - Planta baixa das linhas de gases especiais por laboratório. II Detalhamento técnico das linhas de gases especiais: 1. - Detalhamento técnico das linhas de gases especiais por andar; 2. - Detalhamento técnico das linhas de gases especiais por laboratório. III Abrigo de cilindros de gases especiais: 1. - Planta baixa e 3D do abrigo de cilindros de gases especiais dos laboratórios; 2. - Detalhamento técnico do abrigo de cilindros de gases especiais dos laboratórios; 3. - Aprovação do abrigo de gases dos laboratórios. IV Planilha quantitativa: 1. - Planilha quantitativa por laboratório e por andar; C e C Cursos e Consultorias Rio de Janeiro RJ - Rua Barão de Pirassinunga N 26 Apto CEP Tijuca - Rio de Janeiro - Fone (21) ceccursoseconsultorias.com.br ou Site:

16 Planilha quantitativa por bloco; 3. - Planilha quantitativa total. V Especificação dos materiais: 1. - Especificações das válvulas de 1 estágio; 2. - Especificações das válvulas de 2 estágio; 3. - Especificações das linhas conforme laboratório. VI Termo de Referência Estudo preliminar; 2. - Caderno de especificações; 3. - Planilha de quantidades e preços; 4. - Aprovação do termo de referência. VII Memorial Descritivo Estudo preliminar; 2. - Caderno de especificações; C e C Cursos e Consultorias Rio de Janeiro RJ - Rua Barão de Pirassinunga N 26 Apto CEP Tijuca - Rio de Janeiro - Fone (21) ceccursoseconsultorias.com.br ou Site:

17 Planilha de quantidades e preços; 4. - Aprovação do memorial descritivo. I Layout das linhas de gases especiais: 1. - Planta baixa das linhas de gases especiais por andar; 2. - Planta baixa das linhas de gases especiais separadas por laboratório. Itens Descrição 1 Planta baixa das linhas dos gases especiais por andar. 1.1 Layout da planta baixa das linhas de gases especiais por andar. 1.2 Aprovação do layout das linhas de gases especiais por andar. 2 Planta baixa das linhas dos gases especiais separadas por laboratório 2.1 Layout da planta baixa das linhas de gases especiais por laboratório. 2.2 Aprovação do layout das linhas de gases especiais por laboratório. II Detalhamento técnico das linhas e válvulas de gases especiais 1. - Detalhamento técnico das linhas de gases especiais por andar; 2. - Detalhamento técnico das linhas de gases especiais por laboratório; 3. - Detalhamento técnico das válvulas de gases especiais por andar; C e C Cursos e Consultorias Rio de Janeiro RJ - Rua Barão de Pirassinunga N 26 Apto CEP Tijuca - Rio de Janeiro - Fone (21) ceccursoseconsultorias.com.br ou Site:

18 Detalhamento técnico das válvulas de gases especiais por laboratório. Itens Descrição 1 Detalhamento técnico das linhas de gases especiais por andar. 1.1 Descritivo técnico das linhas de gases especiais por andar. 1.2 Aprovação do detalhamento técnico por andar. 2 Detalhamento técnico das linhas de gases especiais por laboratório. 2.1 Descritivo técnico das linhas de gases especiais por laboratório. 2.2 Aprovação do detalhamento técnico por laboratório. 3 Detalhamento técnico das válvulas de gases especiais por andar. 3.1 Descritivo técnico das válvulas de gases especiais por andar. 3.2 Aprovação do detalhamento técnico por andar. 4 Detalhamento técnico das válvulas de gases especiais por laboratório. 4.1 Descritivo técnico das válvulas de gases especiais por laboratório. 4.2 Aprovação do detalhamento técnico por laboratório. C e C Cursos e Consultorias Rio de Janeiro RJ - Rua Barão de Pirassinunga N 26 Apto CEP Tijuca - Rio de Janeiro - Fone (21) ceccursoseconsultorias.com.br ou Site:

19 19 III Abrigo de cilindros de gases especiais: 1. - Planta baixa e 3D do abrigo de cilindros de gases especiais dos laboratórios; 2. - Detalhamento técnico do abrigo de cilindros de gases especiais dos laboratórios; 3. - Aprovação do abrigo de gases dos laboratórios. Itens Descrição 1 Planta baixa e 3D do abrigo de cilindros de gases especiais. 1.1 Layout do abrigo de cilindros de gases (planta baixa e 3D). 1.2 Aprovação do layout do abrigo de cilindros de gases. 2 Detalhamento técnico do abrigo de cilindros de gases. 2.1 Descritivo técnico das do abrigo de cilindros dos gases. 2.2 Aprovação do detalhamento técnico do abrigo de gases. 3 Aprovação do abrigo de gases dos laboratórios 3.1 Separação dos gases conforme classificação 3.2 Aprovação final do abrigo de cilindros de gases especiais. C e C Cursos e Consultorias Rio de Janeiro RJ - Rua Barão de Pirassinunga N 26 Apto CEP Tijuca - Rio de Janeiro - Fone (21) ceccursoseconsultorias.com.br ou Site:

20 20 IV Planilha quantitativa: 1. - Planilha quantitativa por laboratório e por andar; 2. - Planilha quantitativa por bloco; 3. - Planilha quantitativa total. Itens Descrição 1 Planilha quantitativa por laboratório e por andar. 1.1 Quantidade de válvulas de 1 estágio. 1.2 Quantidade de válvulas de 2 estágio. 1.3 Metros lineares de tubo. 1.4 Quantidade de alarmes. 1.5 Aprovação da planilha quantitativa por laboratório e por andar. 2 Planilha quantitativa por bloco. 2.1 Quantidade de válvulas de 1 estágio. 2.2 Quantidade de válvulas de 2 estágio. 2.3 Metros lineares de tubo. 2.4 Quantidade de alarmes. 2.5 Aprovação da planilha quantitativa por bloco. 3 Planilha quantitativa total. 3.1 Quantidade de válvulas de 1 estágio. 3.2 Quantidade de válvulas de 2 estágio. 3.3 Metros lineares de tubo. 3.4 Quantidade de alarmes. 3.5 Aprovação da planilha quantitativa total. C e C Cursos e Consultorias Rio de Janeiro RJ - Rua Barão de Pirassinunga N 26 Apto CEP Tijuca - Rio de Janeiro - Fone (21) ceccursoseconsultorias.com.br ou Site:

21 21 V Especificação dos materiais: 1. - Especificações das válvulas de 1 estágio; 2. - Especificações das válvulas de 2 estágio; 3. - Especificações das linhas conforme laboratório. Itens Descrição 1 Especificações das válvulas de 1 estágio. 1.1 Características técnicas das válvulas de 1 estágio de gases especiais. 1.2 Características construtivas das válvulas de 1 estágio de gases especiais. 1.3 Aprovação das especificações técnicas das válvulas de 1 estágio para gases especiais. 2 Especificações das válvulas de 2 estágio. 2.1 Características técnicas das válvulas de 2 estágio de gases especiais. 2.2 Características construtivas das válvulas de 2 estágio de gases especiais. 2.3 Aprovação das especificações técnicas das válvulas de 2 estágio para gases especiais. 3 Especificações das linhas conforme laboratório. 3.1 Características técnicas das linhas de gases especiais. 3.2 Características construtivas das linhas de gases especiais. 3.3 Aprovação das especificações técnicas das linhas para gases especiais. C e C Cursos e Consultorias Rio de Janeiro RJ - Rua Barão de Pirassinunga N 26 Apto CEP Tijuca - Rio de Janeiro - Fone (21) ceccursoseconsultorias.com.br ou Site:

22 22 VI Termo de referência: 1. - Estudo preliminar; 2. - Caderno de especificações; 3. - Planilha de quantidades e preços; 4. - Aprovação do termo de referência. Itens Descrição 1 Estudo preliminar 1.1 Localização e características dos equipamentos, descritivo qualitativo. 1.2 Possíveis limitações devido arquitetura. 1.3 Relatório técnico com justificativa. 2 Caderno de especificações 2.1 Descrição das instalações. 2.2 Indicação e especificação dos materiais. 2.3 Montagem e normas. 3 Planilha de quantidades e preços 3.1 Preços dos equipamentos. 3.2 Custo mão de obra e material. 3.3 Custo total da obra. 4 Aprovação do termo de referência 4.1 Aprovação final do termo de referência. C e C Cursos e Consultorias Rio de Janeiro RJ - Rua Barão de Pirassinunga N 26 Apto CEP Tijuca - Rio de Janeiro - Fone (21) ceccursoseconsultorias.com.br ou Site:

23 23 VII Memorial descritivo: 1. - Matérias primas; 2. - Memorial construtivo; 3. - Descritivo técnico e normas utilizadas; 4. - Aprovação do memorial descritivo. Itens Descrição 1 Matérias primas 1.1 Especificações das matérias primas utilizadas. 1.2 Matérias primas das válvulas. 1.3 Matérias primas dos tubos. 2 Memorial construtivo 2.1 Construção do material utilizado. 2.2 Construção das válvulas. 2.3 Construção dos tubos. 3 Descritivo técnico e normas utilizadas 3.1 Descritivo técnico e normas que devem ser seguidas. 3.2 Descritivo técnico e normas de instalação. 3.3 Descritivo técnico e normas de segurança. 4 Aprovação do memorial descritivo 4.1 Aprovação final do memorial descritivo. C e C Cursos e Consultorias Rio de Janeiro RJ - Rua Barão de Pirassinunga N 26 Apto CEP Tijuca - Rio de Janeiro - Fone (21) ceccursoseconsultorias.com.br ou Site:

24 24 Exemplo de detalhamento técnico do projeto apresentado, ilustrado pelo Bloco A da Torre 3: PROJETO DE GASES ESPECIAIS BLOCO A TORRE 3 Reguladores de pressão de primeiro estágio. Os reguladores de pressão de primeiro estágio, são instalados fora do laboratório no abrigo de gases, são as chamadas centrais de gases, correspondem aos gases requeridos pelos equipamentos. Características técnicas dos reguladores de pressão (Primeiro Estágio) tipo 2x1 (um cilindro em uso e um em reserva), semi-automático com Válvulas de Bloqueio para processo (2x), Válvulas de Bloqueio para purga (2x), Chicotes Flexíveis (2x), Conexões (2x) e Suportes de Cilindro (2x). 1) Central gasosa de Hélio modelo XXXX tipo 2 x Flexíveis em inox 316-1/8 ; 2 - Regulador de pressão; 3 - Saída para o regulador de segundo estágio em aço inox; 4 - Bloco manifold modelo 2 x 1 semi-automático em latão cromado ou aço inox; 5 - Conexões e suporte de cilindro. Características técnicas e construtivas do regulador de pressão do primeiro estágio de Hélio 24

25 25 Material de construção: Pressão de entrada: Pressão de saída: Válvula de segurança: Latão cromado ou aço inox; 200 bar (2900 psi); 0 16 bar (232 psi); Acoplada ao Regulador; Temperatura de funcionamento: Estanqueidade: -20ºC à + 50ºC; 10-8 mbar. l /s He; Vazão: 10 m 3 /h (N 2 ); Conexão de saída: Assento/Vedação: ¼ OD; PCTFE; O-ring: EPDM; Diafragma: Válvula de Purga: Chicote: Placa de Fixação: Válvula de Bloqueio Processo Válvula de Bloqueio Purga Ø Externo do Corpo Regulador Aço Inox 304 / 316 L ou Hastelloy; Diafragma; Inox 316l 1/8 c/ Pino e Porca, 02 peças por Central; Alumínio; Diafragma ou disco de assento não rotativo; Diafragma ou disco de assento não rotativo; 52 mm. Reguladores de pressão de segundo estágio (pontos de consumo). Os reguladores de pressão de segundo estágio ou painel de ajuste fino são instalados dentro do laboratório ao lado do equipamento de análise para o ajuste fino da pressão dos gases requerido pelos equipamentos e devem ter um regulador de pressão e válvula de bloqueio com filtro para partículas. 25

26 26 Características técnicas dos reguladores de pressão (Segundo Estágio): válvula de bloqueio, c/ válvula agulha na saída, conexões duplas anilha entrada e saída, a válvula de bloqueio de diafragma acoplada na entrada do regulador. Em lugar de Fole pode ser usado Diafragma (Inox 316 L ou Hastelloy), sendo que o Fole da um melhor ajuste fino. Todos os reguladores de posto devem ter válvula de bloqueio. Válvula de bloqueio ¼ de volta e duplo diafragma acoplado diretamente na entrada do regulador de pressão.o-ring em FPM e Diafragma em Hastelloypara gases corrosivos como NH 3. A) Regulador de pressão de segundo estágio para Hélio 1 - Tubulação de entrada ¼ em aço inox; 2 - Válvula de fechamento (bloqueio) com filtro na entrada; 3 - Regulador de pressão; 4 - Válvula agulha na saída do regulador de pressão; 5 - Saída para o analisador em aço inox. Características técnicas e construtivas do regulador de pressão do segundo estágio para Hélio modelo XXXX Material de construção: Pressão de Entrada: Pressão de Saída: Estanqueidade: Latão cromado ou aço inox; 50 bar (725 psi); 0-10 bar (145 psi); 1x10-8 mbar l /s Hélio. Fole: Bronze ou AISI 316L; Temperatura de funcionamento: Conexão de entrada e saída: -20ºC à + 50ºC; Aço Inox 316 L ¼ OD Dupla anilha; 26

27 27 Vazão Nominal: 3,5 m 3 /h (N 2 ); Placa de Fixação: Assento/Vedação: O-ring: Alumínio; EPDM; EPDM; Válvula de Bloqueio: Diafragma em Hastelloy ou Aço Inox 316 L; Ø Externo do Corpo Regulador 45 mm. Bloco A TORRE 3 - Abrigo de Gases 4º Pavimento Central de Gases para as salas 402, 405, 406 e 407. Sala Conexões (Ø) Tipo de Gás Central de Gases Válvula de 2º Estágio Válvula de bloqueio Pressão de Operação (bar) 27

28 /8" CO /8" Nitrogênio /8" Hidrogênio /8" Ar Sint /8" Nitrogênio /8" Ar Comp /8" Hidrogênio /8" Hélio Central 2 x 1 de CO 2, pressão de operação 0,0 bar. Sala Central 2 x 1 de Nitrogênio, pressão de operação 0,0 bar. Salas 406 e Central 2 x 1 de Hidrogênio, pressão de operação 0,0 bar. Salas 406 e Central de Ar Sintético, pressão de operação 0,0 bar. Sala Central 2 x 1 de Hélio, pressão de operação 0,0 bar. Sala Central de Ar Comp., pressão de operação 0,0 bar. Sala 407 (Compressor). Total de 05 Centrais: 01 Central 2 x 1 de CO 2 para sala Central 2 x 1 de Nitrogênio para as salas 406 e Central 2 x 1 de Hidrogênio para as salas 406 e Central de Ar Sintético para a sala Central 2 x 1 de Hélio para a sala Central de Ar Comp. para a sala 407 (Compressor). 28

29 29 Bloco A TORRE 3 Esquema da Central de Gases 4 Pavimento 29

30 30 Central de: CO 2 N 2 H 2 Sala Sala Sala Sala Sala

31 31 Central de: ArSint. Ar Comp. He Sala Sala Sala

32 32 Bloco A TORRE 3 Esquema das válvulas de 2 estágio. 4 Pavimento CO 2 N 2 H 2 Sala 402 Sala 406 Sala 406 Sala Sala

33 33 Ar Sint. Ar Comp. He Sala 406 Sala Sala

34 34 Bloco A TORRE 3 - Abrigo de Gases 5 Pavimento Central de Gases para as salas 502, 503, 504, e 508. Sala Conexões (Ø) Tipo de Gás Central de Gases Válvula de 2º Estágio Válvula de bloqueio 502 3/8" CO /8" Nitrogênio /8" CO /8" Argônio Pressão de Operação (bar) 503 3/8" Ar Comp /8" Nitrogênio /8" Ar Sint. 2 (1AP) 12(2AP) /8" Hidrogênio 2 (1AP) 9(2AP) /8" Argônio /8" Hélio /8" CO /8" CO /8" H 2 /N /8" NH 3 /H /8" CO /8" Nitrogênio /8" Oxigênio /8" Argônio /8" Neônio

35 /8" Ar Sint /8" Hélio /8" CO /8" Ar Comp /8" Hidrogênio /8" Nitrogênio /8" Ar Comp /8" Argônio /8" CO /8" Nitrogênio /8" Oxigênio /8" Hidrogênio /8" Argônio /8" Ar Sint /8" Ar Comp

36 36 36

37 37 Santo Andre, 02 de setembro de 2013, Prof. Dr. Wanius Jose Garcia da Silva 37

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