CONTROLE DE REVISÃO Código do Documento: RI ULC 0405 Nome do Documento: Responsável pela Elaboração: Responsável pela Aprovação: Coordenador Corporativo de Saúde, Higene e Segurança do Trabalho Gerente Corporativo SSMAQ VERSÃO DATA DESCRIÇÃO 1.0 14/12/11 Emissão inicial. 2.0 30/09/13 3.0 19/04/16 Mudança de SharePoint para Sistema Eletrônico na Lista de Distribuição; Atualização da codificação; Inclusão do Terminal Itaqui. Exclusão do Terminal de Paulínia Ajuste do layout para nova formatação conforme definido no Procedimento ULC/0001. Revisão para adequação ao Plano de Ação do Prêmio Polo: Sinalização dos critérios de Antecipação, Controle e Avaliação de Eficácia; Definição dos critérios de priorização do risco ergonômico; Inclusão do Plano de Ação 4.0 12/12/16 Revisão dos itens 3.7, 3.8 e 3.9, como também, 5.3.1, 5.9 e 5.10 DISTRIBUIÇÃO EM SISTEMA ELETRÔNICO E MEIO FÍSICO PARA AS ÁREAS ABAIXO: QUALIDADE ARATU QUALIDADE SUAPE QUALIDADE ITAQUI QUALIDADE SANTOS QUALIDADE RIO DE JANEIRO QUALIDADE MATRIZ ULC/ISO 0002 Elaboração Aprovação Andreia Magali Pereira dos Santos Fernando Coutinho 12/12/16 4.0 1/11
1. OBJETIVO Definir medidas técnicas e administrativas a serem adotadas pelos Terminais e Escritório Matriz/SP na avaliação e controle dos riscos ergonômicos originados pelas atividades laborais. 2. ABRANGÊNCIA Aplica-se a todos os empregados e contratados que trabalham nas unidades da Ultracargo. Este documento é parte integrante do sistema corporativo de Higiene Industrial, descreve a organização do Programa de Ergonomia. Em cada seção do documento, estão estabelecidas as diretrizes gerais necessárias para a administração e o controle do programa de ergonomia e de acordo as exigências da legislação vigente. 3. CONCEITOS 3.1. AET - ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO Aplicação de ferramenta apropriada para análise quantitativa e qualitativa dos fatores de riscos associados à Ergonomia, nos postos de trabalho e/ou cargos/funções, com o propósito de identificar os principais fatores possíveis de causar danos a sáude do trabalhador. 3.2. ANTECIPAÇÃO A antecipação visa identificar principais fatores passíveis de causar lesões músculo-esqueléticas. As informações deverão ser consideradas para a elaboração ou revisão do Programa de Ergonomia. 3.3. AVALIAÇÃO Os mecanismos de avaliação da eficácia das medidas podem contemplar: Inspeções Planejadas; Auditoria AFA; Inspeções da CIPA. Reavaliação Ergonômica da Tarefa AET Atingimento das metas do Programa de Ergonomia. 12/12/16 4.0 2/11
3.4. CRITÉRIOS DE PRIORIZAÇÃO DO RISCO ERGONÔMICO Os critérios de priorização dos riscos estão descrito no item 5.2 deste documento (Avaliação Ergonômica da Tarefa AET). 3.5. CONTROLE A natureza destas medidas requer, por vezes, estudos e avaliações complementares, bem como análise de viabilidade. Os resultados são avaliados e medidas de controle são indicadas com base nos programas de Higiene Ocupacional. 3.6. DESORDEM MUSCULOESQUELÉTICA - DME Doença física que afeta músculos, nervos, tendões, ligamentos, juntas ou discos da espinha dorsal. Esta, tipicamente, desenvolve-se gradualmente durante semanas, meses ou anos como um resultado da atuação de um estressor mecânico em uma parte do corpo. 3.7. ERGONOMIA Ciência que trabalha com a interação entre o ser humano e o seu sistema (ambiente) de trabalho, visando o seu bem estar, segurança, conforto e produtividade. Desta forma, devem ser estudados os fatores biomecânicos, psicossociais, ambientais e de organização do trabalho. 3.8. FERRAMENTAS DE ANÁLISE ERGONÔMICA Questionários, check-lists e metodologias utilizadas para avaliar atividades e postos de trabalho, específicas (por exemplo, equação NIOSH para levantamento de peso). 3.9. POSTO DE TRABALHO Todo local onde é exercida atividade profissional. 3.10. PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS - PPRA Programa integrante que visa a preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, através de antecipação, reconhecimento, avaliação e conseqüente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais. 3.11. RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS A determinação e localização dos principais fatores passíveis de causar lesões músculoesqueléticas e a caracterização das atividades possibilitam a determinação dos riscos ergonômicos, bem como a identificação de medidas que possam reduzi-los ou eliminá-los. 12/12/16 4.0 3/11
4. DOCUMENTOS 4.1 BÁSICOS E REFERENCIAIS 4.1.1 Portaria MTE 3214/78 NR-17 (Ergonomia) 4.1.2 NBR s - relacionadas (9050 acessibilidade; 10152 conforto acústico; 5413 iluminamento; 13960, 13961, 13962, 13963, 13964, 13965, 13966 e 13967 móveis de escritório; 4.1.3 NOTA TÉCNICA 060/2001- Ergonomia: indicação de postura a ser adotada na concepção de postos de trabalho. Brasília: MTE, SIT, 2001; 4.2 COMPLEMENTARES: REGISTROS 4.2.1 Avaliação Check List Ergonomia ULC/ISO 0450 4.2.2 Plano de Controle de Avaliação Ergonômica ULC/ISO 0451 4.2.3 Cartão de avaliação ergonômica ULC/ISO 0452 5. DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA 5.1. RESPONSABILIDADES Esse tópico detalha os papéis e respectivas responsabilidades dentro do Programa de Ergonomia. 1. 5.1.1. GERENTE DO TERMINAL Assegurar que as gerências sejam cientes de sua propriedade e responsabilidade no cumprimento do programa de ergonomia. 2. 5.1.2. GERENTE DE OPERAÇÕES Garantir o desenvolvimento e cumprimento do programa de ergonomia. 5.1.3. GERENTE CORPORATIVO SSMAQ Aprovar o Programa de Ergonomia a nível corporativo 3. 5.1.4. COORDENADOR CORPORATIVO SHS Elaborar o Programa de Ergonomia a nível corporativo Responsável pelas atualizações do programa de ergonomia a nivel corporativo Responsável pelo programa de ergonomia no escritótio da Matriz/SP 12/12/16 4.0 4/11
5.1.5. GERENTE DE SSMA SE E COORDENADOR REGIONAL NE Representar a empresa junto aos Órgãos Públicos e representações dos trabalhadores; Cumprir as determinações previstas na legislação local e no acordo coletivo de trabalho. Responsável pelo cumprimento do programa de ergonomia na sua região; Administrar e controlar o programa de ergonomia na sua região; Assegurar que o programa de ergonomia seja integralmente cumprido e que esteja devidamente documentado; Verificar a eficácia do programa de ergonomia através de auditorias e auto-verificações; Investigar as causas referentes à DORT/LER relacionadas ao trabalho em conjunto com Médico do Trabalho e CIPA do Local. 5.1.6. COORDENADOR DE SMA LOCAL Executar e manter a Ergonomia dentro de uma instalação indicada; Recolher, analisar e priorizar dados dos cartões de avaliação ergonômica (Cartão de avaliação Ergonômica; Facilitar/participar nas Investigações de Causas Raiz para incidentes relacionados com ergonomia; Participar nas revisões de Projeto; Desenvolver um plano para mitigar os perigos identificados relativos à ergonomia na instalação. Realizar ou contratar avaliação ergonômica 5.1.7. FUNCIONÁRIO Participar de treinamentos em Ergonomia; Antes de começar um trabalho, realizar uma Análise Prévia ao Trabalho para identificar os fatores de risco ergonômicos. O cartão de avaliação ergonômica está aprovado para esse fim. 5.1.8. MÉDICO DO TRABALHO Facilitar/participar nas Investigações para incidentes relacionados com ergonomia; Diagnosticar e acompanhar os casos relacionados a LER/DORT originados das atividades laborais e informar Gerente de SSMA SE, Coordenador Regional NE, e Coordenador de SHS Corporativo com a maior brevidade possível. Gerenciar o programa de prevenção e detecção antecipada de lesões, tratamento rápido e imediata recuperação dos empregados. 5.1.9. CIPA Participar das investigações dos casos relacionados a ler/dort originados das atividades laborais. Assegurar que nas inspeções periódicas sejam contempladas itens de ergonomia. 12/12/16 4.0 5/11
5.2. AVALIAÇÃO ERGONÔMICA DA TAREFA - AET No local de trabalho, deverá realizar-se uma avaliação baseada nos riscos para minimizar ou eliminar o impacto de riscos em relação à ergonomia. A avaliação deverá incluir os elementos numerados a seguir: ETAPAS Identificação das Tarefas de Risco Avaliação e quantificação de riscos Priorização Plano de Controle e Prevenção Comunicação Reavaliação ATIVIDADES Determinar as atividades mais críticas sob o aspecto da ergonomia. Considerados fatores de risco ergonômico conhecidos, como: força e/ou exercer força má postura, incluindo postura estática repetição duração de um trabalho fixo que se estende por mais de uma hora fatores ambientais Aplicar o Cartão de avaliação Ergonômica. Definir uma lista com os principais controles para cada tarefa. Inventario das tarefas com riscos ergonômicos, identificando os fatores de tensão Elaborar plano de controle e prevenção, baseado nos resultados apresentados nas etapas anteriores. Registrar ações indicadas no Gerenciador de ações da Ultracargo Apresentar resultados nas Reuniões da CTGA e implementar ações adicionais, caso haja. Comunicar aos empregados e contratados as tarefas avaliadas e suas respectivas ações de controle. Após a implantação de todas as ações definidas para melhoria de uma tarefa, realizar uma nova avaliação e verificar a eficácia das mesmas. Deverão ser repetidas as avaliações de risco para detectar novas mudanças ou mudanças importantes nas tarefas, procedimentos ou equipamentos com potencial para criar ou aumentar perigos ergonômicos. 12/12/16 4.0 6/11
5.3. PREVENÇÃO E CONTROLE DOS RISCOS ERGONÔMICOS 5.3.1. Todos os Terminais e Escritórios deverão implementar um Plano de Controle para reduzir ou mitigar os riscos ergonômicos baseados no resultado da avaliação de riscos. 5.3.2. O plano de controle e prevenção de riscos de cada local deve estar devidamente documentado. 5.3.3. Alterações ou mudanças em qualquer tarefa, procedimento ou equipamento com possibilidade de criar riscos ergonômicos inéditos ou adicionais serão avaliadas conforme processo de gerenciamento de mudanças (MOC). 5.3.4. Poderá ser utilizada qualquer combinação de controles para mitigar o risco. A hierarquia de controles preferida em ordem de prioridade é a seguinte: a) Controles de engenharia b) Controles administrativos c) Controles da prática trabalhista d) Equipamento de Proteção Individual (EPI) 5.3.5. Os controles de engenharia (por exemplo, acessórios, mobiliários, equipamentos) deverão cumprir todas as especificações em relação à ergonomia (mínimo NR-17). 5.3.6. Uma vez implementados os controles, deverá realizar-se uma avaliação da efetividade das ações, ou seja, redução de riscos conforme o demonstrado pelos resultados medidos das ferramentas de pesquisa quantitativa. 5.3.7. Os controles implementados têm que ter a sua efetividade avaliada. Para tal registro, é utilizado o Cartão de Avaliação Ergonômica. 5.4. MOBILIÁRIO DOS POSTOS DE TRABALHO São requisitos específicos conforme Norma Brasileira (NR-17) para mobiliário dos postos de trabalho: 5.4.1. Trabalho manual sentado ou que tenha de ser feito em pé, as bancadas, mesas, escrivaninhas e os painéis devem proporcionar ao trabalhador condições de boa postura, visualização e operação e devem atender aos seguintes requisitos mínimos: a) ter altura e características da superfície de trabalho compatíveis com o tipo de atividade, com a distância requerida dos olhos ao campo de trabalho e com a altura do assento; b) ter área de trabalho de fácil alcance e visualização pelo trabalhador; c) ter características dimensionais que possibilitem posicionamento e movimentação adequados dos segmentos corporais. 12/12/16 4.0 7/11
5.4.2. Trabalho que necessite também da utilização dos pés, além dos requisitos estabelecidos acima, os pedais e demais comandos para acionamento pelos pés devem ter posicionamento e dimensões que possibilitem fácil alcance, bem como ângulos adequados entre as diversas partes do corpo do trabalhador, em função das características e peculiaridades do trabalho a ser executado. 5.4.3. Os assentos utilizados nos postos de trabalho devem atender aos seguintes requisitos mínimos de conforto: a) altura ajustável à estatura do trabalhador e à natureza da função exercida; b) características de pouca ou nenhuma conformação na base do assento; c) borda frontal arredondada; d) encosto com forma levemente adaptada ao corpo para proteção da região lombar. 5.4.4. As atividades em que os trabalhos devam ser realizados sentados, a partir da análise ergonômica do trabalho, poderá ser exigido suporte para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador. 5.4.5. As atividades em que os trabalhos devam ser realizados de pé, devem ser colocados assentos para descanso em locais em que possam ser utilizados por todos os trabalhadores durante as pausas. 5.5. EQUIPAMENTOS DOS POSTOS DE TRABALHO São requisitos específicos conforme Norma Brasileira (NR-17) para Equipamentos dos postos de trabalho: 5.5.1. Todos os equipamentos que compõem um posto de trabalho devem estar adequados às características psicofisiológicas dos trabalhadores e à natureza do trabalho a ser executado. 5.5.2. Nas atividades que envolvam leitura de documentos para digitação, datilografia ou mecanografia deve: a) ser fornecido suporte adequado para documentos que possa ser ajustado proporcionando boa postura, visualização e operação, evitando movimentação freqüente do pescoço e fadiga visual; b) ser utilizado documento de fácil legibilidade sempre que possível, sendo vedada a utilização do papel brilhante, ou de qualquer outro tipo que provoque ofuscamento. 12/12/16 4.0 8/11
5.5.3. Os equipamentos utilizados no processamento eletrônico de dados com terminais de vídeo devem observar o seguinte: a) condições de mobilidade suficientes para permitir o ajuste da tela do equipamento à iluminação do ambiente, protegendo-a contra reflexos, e proporcionar corretos ângulos de visibilidade ao trabalhador; b) o teclado deve ser independente e ter mobilidade, permitindo ao trabalhador ajustá-lo de acordo com as tarefas a serem executadas; c) a tela, o teclado e o suporte para documentos devem ser colocados de maneira que as distâncias olho-tela, olho-teclado e olho-documento sejam aproximadamente iguais; d) serem posicionados em superfícies de trabalho com altura ajustável. 5.6. GERENCIAMENTO DAS DORT/LER O programa de gerenciamento enfatizando a prevenção e a detecção antecipada de lesões, tratamento rápido e imediata recuperação para o empregado, deve ser feita pela área médica. RELATO ANTECIPADO DO DESCONFORTO (PROATIVO / PREVENTIVO) 1. O desconforto (fadiga/cansaço em uma parte do corpo) é um indicador primário de que os empregados podem estar expostos a um risco ergonômico crescente que pode ocasionar uma lesão ou doença. 2. A ação rápida por parte dos empregados é essencial para prevenir a progressão do desconforto ao nível de se tornar sintomática e finalmente uma desordem musculoesquelética (DME). 3. Os empregados são fortemente incentivados a realizar avaliações de tarefas, e se forem incapazes de resolver o problema, relatar o desconforto ao Gerente da sua área 4. Avaliar o nível de desconforto e propor ações de melhorias. GERENCIAMENTO MÉDICO DE SINTOMAS (REATIVO) 1. Empregados sintomáticos (com dores, dormência, ardor, inflamação, sensação de calor, dor na coluna, rigidez, etc.) são obrigados a procurar atenção médica e informar qualquer indicativo que os sintomas possam estar associados com a execução do trabalho. 2. A documentação das tarefas onde os sintomas tenham sido relatados com as correções associadas são imprescindíveis para o nexo causal. 3. A área Medica deverá endereçar e registrar as recomendações no prontuário do funcionário. 4. A investigação da causa raiz deve ser feita e adicionada ao processo. 5. O desconforto deve ser resolvido quando os controles tiverem sido implementados. 6. Se o desconforto não for resolvido em 2-3 dias depois da implementação dos controles, o empregado deve procurar uma avaliação médica. 12/12/16 4.0 9/11
5.7. TREINAMENTO ITEM PÚBLICO-ALVO PERIODICIDADE MÉTODO PROFICIÊNCIA REQUERIDA TEMPO TOTAL Conscientização sobre Ergonomia. Todos os empregados Inicial Reciclagem +3 anos Folheto, boletim, ergoavaliação do posto de trabalho Não 60 min CONTEÚDO Os sinais e sintomas de desordens musculoesqueléticas (DME); Fatores de riscos ergonômicos e os perigos das desordens musculoesqueléticas; Avaliação ergonômica Cartão de avaliação Ergonômica; O papel dos empregados na avaliação dos riscos ergonômicos no ambiente de trabalho; Processo de gerenciamento médico. 5.8. PLANO DE AÇÃO FASES DO DO PROGRAMA AÇÃO PERIODICIDADE ÁREA RESPONSAVEL Identificação das Tarefas de Risco Identificar quais tarefas deverão ser avaliadas A cada 3 anos SSMA Avaliação e quantificação de riscos Usar cartão ERGOCARD para avaliação das tarefas A cada 3 anos SSMA Plano de Controle e Prevenção Definir Plano de Controle e Prevenção baseado no resultado da avaliação anual A cada 3 anos SSMA Divulgação / Comunicação Avaliar resultados e status de ações planejadas as etapas anteriores nas reuniões do Comitê local e CTGA (Aratu) Trimestral SSMA Comunicação Realizar revisão e treinamento/ divulgação do Programa A cada 3 anos SSMA 12/12/16 4.0 10/11
5.9. REGISTROS Os registros do Programa de Ergonomia deverão ser mantidos conforme as diretrizes de retenção da Ultracargo e dos requisitos da regulamentação local, o que for mais restritivo: Registro de treinamento Cartão de avaliação ergonômica Relatório Anual de Avaliação Ergonômica da Tarefa Plano de Controle e Prevenção A divulgação de resultados deve ser realizado juntamente com os resultados do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA. 5.10. PERIODICIDADE O programa de ergonomia é revisado no mínimo a cada 3 anos, ou sempre que necessário para avaliação do seu desenvolvimento, realização dos ajustes necessários e estabelecimento de novas metas e prioridades. FIM DE PROCEDIMENTO 12/12/16 4.0 11/11