POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS
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- Flávio Beltrão Caldas
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1 POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS Informação Pública 13/5/2016
2 ÍNDICE 1 OBJETIVO ABRANGÊNCIA PRINCÍPIOS REFERÊNCIAS CONCEITOS PRERROGATIVAS DIRETRIZES RESPONSABILIDADES INFORMAÇÕES DE CONTROLE /5/2016 Informação Pública 2
3 1 OBJETIVO Esta política tem por objetivo estabelecer princípios, diretrizes e responsabilidades a serem observadas para o fortalecimento e funcionamento dos sistemas de controles internos da BM&FBOVESPA, procurando mitigar os riscos de acordo com a complexidade de seus negócios, bem como disseminar a cultura de controles para garantir o cumprimento de leis, regulamentos e demais normas estabelecidos pelos órgãos reguladores ou pela própria BM&FBOVESPA. 2 ABRANGÊNCIA Esta Política aplica-se à BM&FBOVESPA e suas controladas, com exceção do Banco BM&FBOVESPA, regido por política própria. 3 PRINCÍPIOS As atividades de controles devem ser constantemente avaliadas, tomando como referência as boas práticas de Governança Corporativa estabelecida pelos padrões e metodologias do Commitie of Sponsoring Organization of Tradeway Commission COSO e do Control Objectives for Information and related Technology (CobiT). Controles Internos consiste em um processo desenvolvido para garantir, com razoável certeza, que sejam atingidos os objetivos da instituição nas seguintes categorias: Eficiência e efetividade operacional; Confiança nos registros de dados e informações; Conformidade; e Abordagem baseada em risco. O gerenciamento do ambiente de Controles Internos tem como premissas que os riscos associados ao não cumprimento das metas e objetivos da Companhia 13/5/2016 Informação Pública 3
4 devem ser identificados e avaliados, considerando a probabilidade de ocorrerem e os impactos sobre os negócios, caso se materializassem 4 REFERÊNCIAS Resolução do Conselho Monetário Nacional nº 2.554/1998; Resolução do Conselho Monetário Nacional nº 2.882/2001; Instrução da Comissão de Valores Mobiliários nº 509/2011; Política de Gestão de Riscos Corporativos; Política de Risco Operacional; e Política de Compliance. 5 CONCEITOS Riscos: possibilidade de evento que afeta negativamente a realização dos objetivos da Companhia; Sistema de controles internos: conjunto de políticas, normas, procedimentos e atividades estabelecidas na Companhia, com o propósito de reduzir a possibilidade de sofrer perdas financeiras, desgaste da imagem institucional, incrementar a qualidade das informações contábeis, financeiras e gerenciais, bem como salvaguardar a conformidade com a legislação e a regulamentação em vigor. 6 PRERROGATIVAS 6.1 Acesso às dependências A Gerência de Controles Internos têm livre acesso às dependências dos prédios da BM&FBOVESPA e de suas controladas e acesso controlado às áreas de segurança, em que devem ser recepcionados e acompanhados pelos responsáveis do setor. 13/5/2016 Informação Pública 4
5 6.2 Acesso às informações e pessoas A Gerência de Controles Internos tem livre acesso às informações e aos colaboradores necessários à realização de suas atividades. As informações colhidas devem ser tratadas de maneira confidencial. 7 DIRETRIZES Esta política tem como diretrizes: disseminar a cultura sobre a importância dos controles internos a todos os colaboradores da BM&FBOVESPA; assegurar o cumprimento das normas e regulamentos e aderência às políticas e procedimentos internos; alinhar a estrutura dos controles internos aos riscos e objetivos do negócio; garantir a existência de atribuição de responsabilidades e delegação de autoridade, observada a estrutura hierárquica da BM&FBOVESPA, a fim de assegurar apropriada segregação de funções e eliminação de atribuições de responsabilidades conflitantes; promover a elaboração de relatórios sobre a situação dos controles internos, a serem apreciados e aprovados, no mínimo semestralmente, por alçada competente; e assegurar que o sistema de controles internos seja periodicamente revisado e atualizado de forma a garantir sua efetividade. 13/5/2016 Informação Pública 5
6 8 RESPONSABILIDADES 8.1 Implementação e manutenção do sistema de controles internos A Diretoria Executiva é responsável por patrocinar a implantação de práticas de negócio eficientes e controles internos adequados e eficazes. Para tanto, deve alocar recursos necessários ao processo e definir a infraestrutura apropriada às atividades de gestão do sistema de controles internos. Os gestores (Diretores, Superintendentes e Gerentes) são responsáveis por estabelecer, manter e promover e avaliar as práticas de negócio eficientes e controles internos adequados e eficazes. Os controles internos devem ser devidamente documentados pelos gestores das áreas de negócio. A natureza e extensão da documentação podem assumir diversas formas, mas não se limitam a: políticas e procedimentos devidamente formalizados; formalização da responsabilidade de cada profissional envolvido nos processos de negócio, considerando apropriada segregação de funções e alçadas de aprovação, quando aplicável. Esta formalização pode ser na forma de organogramas, matrizes de responsabilidade, descrições de função e / ou narrativas; fluxogramas dos processos de negócio com a identificação dos controles; e documentação suporte das decisões tomadas sobre a implantação de controles, a qual deve contemplar avaliação de custo-benefício. 8.2 Análise do sistema de controles internos A Diretoria de Controles Internos, Compliance e Risco Corporativo é responsável pela definição dos métodos para avaliação e monitoramento do 13/5/2016 Informação Pública 6
7 sistema de controles internos da BM&FBOVESPA e aderência dos processos realizados pelas áreas de Controles Internos e Compliance. Adicionalmente, a Diretoria de Controles Internos, Compliance e Risco Corporativo é responsável por atender o Banco Central e os auditores externos nos assuntos relativos à Resolução CMN 2554/ Avaliação do sistema de controles internos A Diretoria de Auditoria Interna é responsável por promover a avaliação independente das atividades desenvolvidas pelas áreas da BM&FBOVESPA e suas controladas, permitindo à administração aferir a adequação dos controles, a efetividade do gerenciamento dos riscos, dos processos de governança, a adequação dos controles que suportam a emissão das demonstrações financeiras e o cumprimento das normas e regulamentos. 8.4 Acompanhamento do sistema de controles internos O Comitê de Auditoria é responsável por: supervisionar as atividades da área de controles internos da Companhia e de suas controladas; monitorar a qualidade e integridade dos mecanismos de controles internos da Companhia e de suas controladas, apresentando as recomendações de aprimoramento de políticas, práticas e procedimentos que entender necessárias; avaliar a efetividade e suficiência do sistema de controles internos, abrangendo riscos legais, tributários e trabalhistas; e manifestar-se, previamente ao Conselho de Administração, a respeito dos relatórios sobre o sistema de controles internos da Companhia. O Conselho de Administração é responsável por aprovar a política e os relatórios de controles internos da Companhia. 13/5/2016 Informação Pública 7
8 9 INFORMAÇÕES DE CONTROLE O disposto acima se aplica, imediatamente, para toda estrutura normativa interna e externa, cuja elaboração ou revisão seja iniciada após a publicação desta política. Vigência: a partir de maio de ª Versão: 04/04/2013 Responsáveis pelo documento: Responsável Área Elaboração Gerência de Controles Internos e Compliance Revisão Aprovação Diretoria de Controles Internos, Compliance e Risco Corporativo Conselho de Administração Registro de alterações: Versão Item Modificado Modificação Motivo Data 2 1 Inclusão do item Princípios. Complementar conceituação do tema. 30/04/ Exclusão do item: Assegurar a atuação de forma independente, imparcial e Item contemplado no tempestiva da auditoria interna Regimento da Auditoria Interna. sobre o sistema de controles internos;. 30/04/ Inclusão do item: Prerrogativas. Assegurar à Gerência de Controles Internos o acesso aos subsídios necessários à realização de seus trabalhos. 30/04/ Inclusão das referências: Política de Gestão de Riscos Corporativos e Política de Risco Operacional. Referência. 30/04/ Inclusão da metodologia CobiT como referência de boas Referência. 30/04/ /5/2016 Informação Pública 8
9 Versão Item Modificado Modificação Motivo Data práticas. 3 4 Inclusão da referência: Política Referência. 30/04/2015 de Compliance. 3 8 Alteração da nomenclatura dos gestores. Adequação ao novo padrão da companhia. 30/04/ /5/2016 Informação Pública 9
10 13/5/2016 Informação Pública 10
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