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CENTRO DE CRIADORES DE CANÁRIOS Fundado em 15 de agosto de 1915 Sede própria com Exposição permanente Rua General Belegarde 138 - E.Novo - RIO - CEP 20710-003 Site: www.3c.org.br Tel: (0xx21)2581-3649 E-Mail: centrodecriadoresdecanarios@gmail.com DIRETORIA BIÊNIO: 2018 e 2019 PRESIDENTE Wilson Larocca VICE-PRESIDENTE Dalmo Almeida Gimenes DIRETOR TESOUREIRO Raul de Mello Senra Netto DIRETOR TÉCNICO Marcus Vinicius Ribeiro da Silva DIRETOR DE CANÁRIO DE PORTE Marcelo Azevedo Pereira DIRETORA DE FINANÇAS Daysi Pereira Quadros CONSELHO DELIBERATIVO BIÊNIO: 2017-2018 PRESIDENTE Nilson Guimarães Carvalho Filho VICE-PRESIDENTE Jorge Luís Bastos Casado MEMBROS EFETIVOS: 1 - José Luís de Castro Silva 2 - Adelino Correia Pena 3 - Jairo Gonçalves Godoy 4 - Joaquim Moreira Alves 5 - Nilson Guimarães Carvalho Filho 6 - Jorge Luís Bastos Casado 7 - Carlos de Assis Guimarâes 6 - Diego Wanderley 9 - Gustavo Adolfo de Salles 10 - Cristiano Andrade 11- Cláudio José Troccoli de Lemos Ferreira Editorial 1º TORNEIO ABERTO DO RIO DE JANEIRO Estamos caminhando com passos firmes para a continuidade da grandeza do 3C. Nesse ano, no período de 28 de abril a 05 de maio de 2018, promovemos o 1º TORNEIO ABERTO DO RIO DE JANEIRO. Nesse evento, contamos com a prestimosa colaboração de 53 criadores, aos quais agradecemos e que trouxeram 1.121 canários de cor e porte para abrilhantar essa competição. Esses 53 criadores representaram 11 clubes: 3C, ACCN, AMCC, AOBF, ASCC, COSO, SOBC, SORRIO, UNCC, ASSOCIAÇÃO INDEPENDENTE DE CANÁRIOS E RIO ORNITOLÓGICO. Foi um grande sucesso superando a expectativa mais otimista. Vencemos vários obstáculos naturais a um evento, principalmente sendo o primeiro, onde tudo é difícil e onde faltava o principal: experiência. Os julgamentos de cor e porte foram assistidos por inúmeros criadores de vários clubes. Inovamos, e num ato pioneiro, pela primeira vez no Brasil foi transmitido, AO VIVO, via internet os julgamentos de cor e porte.tivemos no individual grande quantidade de canários campeões com 91 pontos e quartetos com 360 pontos que participaram do BEST IN SHOW, demonstrando assim, alta qualidade dos pássaros julgados. Devido ao grande sucesso alcançado pelo 1º TORNEIO ABERTO DO RIO DE JANEIRO em 2018, já estamos programando o 2º TORNEIO ABERTO DO RIO DE JANEIRO em 2019. Desde já estão todos convidados. Até lá!!! Wilson Larocca Presidente do 3C CCC em Revista - 2018 3
SOCIAL - Cadastro Sócios do 3C ANEL CRIADOR ANEL CRIADOR CA - 001 CA - 005 CA - 007 CA - 009 CA - 010 CA - 013 CA - 017 CA - 018 CA - 023 CA - 033 CA - 034 CA - 044 CA - 050 CA - 056 CA - 068 CA - 069 CA - 071 CA - 075 CA - 081 CA - 115 CA - 122 CA - 128 CA - 144 CA - 147 CA - 174 CA - 202 CA - 250 CA - 264 CA - 313 CA - 333 CA - 370 CA - 376 CA - 377 CA - 387 CA - 391 CA - 417 CA - 424 JOSÉ LUÍS CASTRO E SILVA STUD CARIOCA JOAQUIM MOREIRA ALVES CRIADOURO MOREIRA WILSON LAROCCA CANARIL LAROCCA SÉRGIO MOREIRA LOPES JUNIOR CLÁUDIO ARLINDO ARAGÃO OLIVEIRA DAYSI PEREIRA QUADROS EVANDRO LIMA DE SOUZA GREGÓRIO LUIZ PEREIRA JAIME AUGUSTO NUNES DE PAIVA LUIZ CARLOS GARCIA BEBEDOURO AUTOMÁTICO ANTÔNIO F. ARIOZA CANARIL BELEZA PURA HENRIQUE HORTA VELOSO CANARIL VELOSO RAPHAEL NINA DÚLIO MOTA LUIZ AFONSO BARTOLOTTO ADRIANA LLANA DE ABREU ROBERTO WILLIAM SILVA DE CARVALHO JORGE LUÍS BASTOS CASADO LIMA WALDECK COELHO MOREIRA JOSÉ ALEXANDRE MOREIRA TÚLIO SANTOS MORAES MÁRIO LUIZ MIGLIOLI ANNA KATARINA TEIXEIRA DE AZEREDO CAMPOS LUIZ ARY MUNIZ TAVEIRA ÍTALO FRANCO MOURA SÉRGIO FONTE NERI CANARIL S&A GUILHERME LEIBSOHN MARTINS AMAURY PEREIRA SIMAS STUD ENCANTO MÍLVIO VICENTE BERTIN CANARIL BERTIN ANTÔNIO DANTAS CLÁUDIO G. DE OLIVEIRA JOSÉ LUÍS DE OLIVEIRA REIS JORGE REIS NOVAES KLAUDIUS DIB DIB NILSON G. CARVALHO RECANTO DOS CARVALHO JAIRO GONÇALVES GODOY ARNALDO CARLOS SCHEFFELMEIER CA - 429 CA - 450 CA - 454 CA - 456 CA - 507 CA - 513 CA - 524 CA - 525 CA - 534 CA - 544 CA - 545 CA - 547 CA - 565 CA - 574 CA - 578 CA - 582 CA - 597 CA - 603 CA - 604 CA - 607 CA - 608 CA - 614 CA - 623 CA - 641 CA - 643 CA - 645 CA - 646 CA - 647 CA - 648 CA - 655 CA - 656 CA - 659 CA - 674 CA - 675 CA - 678 CA - 777 CA - 879 JOSÉ RIBAMAR LIMA FILHO CANARIL DO RIBA CLEIDI MANZOLILLO ROBERTO LACOMBE MALLEVAL CANARIL ROELJO RAUL DE MELLO SENRA NETO CANARIL LUAR GEOVARSIL (GIL) DA SILVA CORTES CANARIL RARUS JOSÉ GUILHERME CASTELAR CARLOS ALBERTO F. VEIGA CANARIL DA SERRA PAULO CESAR MAIA MONTEIRO CARLOS DE ASSIS GUIMARÃES DALMO ALMEIDA GIMENES MARCELO AZEVEDO PEREIRA CANARIL MAP ANTÔNIO ALVES BASÍLIO ADELINO CORREIA PENA CANARIL PENA DE OURO JOSÉ EDGAR ROCA DE BARROS WALTER ALVIM BARROS GUSTAVO ADOLFO SALLES CLÁUDIO JOSÉ TROCCOLI DE LEMOS FERREIRA JOÃO CARLOS MATTOSO SALGADO JOÃO SILVEIRA LUZ JOSÉ MAURO MEDEIROS ORLANDO JOSÉ PINTO DO NASCIMENTO SJ CANARIL ANTÔNIO CARLOS MENDONÇA GONÇALVES LEONARDO MOURA DA COSTA FERNANDO B. DOS SANTOS CANARIL DO SUCESSO REINALDO DE ALMEIDA ALVES REI CRISTIANO ANDRADE DA SILVA FERNANDO AREIA DE ARAUJO EVALDO GRINEVALD DIEGO DE SOUZA WANDERLEY TIAGO LIMA SARAIVA LUIZ PAULO CARNEIRO SEBASTIÃO MÁRIO M. DA COSTA SÉRGIO PORTELA PEREIRA FERNANDO S. CARVALHO CANARIL MANAAIN PAULO GONÇALVES DA FONSECA LUIZ FERNANDO ALBUQUERQUE EDUARDO JORAS CANARIL JORAS O QUE O 3C OFERECE: 1- Concursos e exposições: Torneio Aberto, Grande Concurso e Exposição Feira. 2- Assistência técnica e orientação para iniciantes; 3- Palestras especializadas; 4- Reuniões dos associados; 5- Exposição permanente para venda de canários; 6- Cadastramento dos criadores na FOB e anilhas; 7- Fornecimento de grãos, farinhadas, gaiolas, utensílios, medicamentos etc; 8- Hospedagem de canários; 9- Amplo salão para festas; 10- Prêmios aos expositores vencedores dos campeonatos; 11- E, principalmente, um ambiente para encontro dos criadores e para fazer amigos. Seja sócio: 1- Título de Sócio Proprietário: R$ 250,00 (isento de anuidade no primeiro ano). 2- Anuidade: R$ 460,00 até março, depois R$ 500,00. 4 CCC em Revista - 2018
Índice em Revista 2018 N 103 TÉCNICO Apare a Cloca 26 Canário Come Arroz 58 Cuidado Parental 61 Efeito da Colher de Prata 23 Giraldillo Sevillano 8 Neurogênese do Canto 14 Parasitas Afetam o Canto 62 Preparando o Frisado Parisiense 20 Se Pode Acontecer... 18 Sementes 11 Tamanho do Ovo 72 Uma Andorinha só... (iniciação) 73 SOCIAL Concurso DESENHO PARA COLORIR 25 Concurso de Revistas 7 Desenho Premiado 69 Feira de Passarinhos 68 Julgamento e Entrega de Prêmios TARJ 38 Prata da Casa 66 Recordar é VIVER 13 Resultados do Grande Concurso 40 Resultados do Torneio Aberto 27 Rumos Distintos 25 Sócios do 3C 4 TRANSCRITO Anilhamento 65 Moléstia e Cura 74 Mutação Canela 71 Quando vai nascer? 55 Sumário 3 - Editorial 4 - Sócios do 3C 7 - Concurso de Revistas 8 - Giraldillo Sevillano 11 - Sementes 13 - Recordar é VIVER 14 - Neurogênese do Canto 18 - Se Pode Acontecer... 20 - Preparando o Frisado Parisiense 23 - Efeito da Colher de Prata 25 - Rumos Dstintos 25 - Concurso DESENHO PARA COLORIR 26 - Apare a Cloca 27 - Resultados do Torneio Aberto 38 - Julgamento e Entrega de Prêmios TARJ 40 - Resultados do Grande Concurso 50 - Site do 3C 55 - Quando vai nascer? 58 - Canário Come Arroz 61 - Cuidado Parental 62- Parasitas Afetam o Canto 65 - Anilhamento 66 - Prata da Casa 68- Feira de Passarinhos 69- Desenho Premiado 71- Mutação Canela 72 - Tamanho do Ovo 73 - Uma Andorinha só... 74 - Moléstia e Cura Capa: Modelo Aline Quadros dentro da gaiola e canário Fife Fancy do Stud EnCanto sobre a mesma. Fotos: W.Larocca e Daysi Pereira Quadros Editoração e arte: A.Simas Coordenação: Dalmo Gimenes Impressão: Grafica MEC Editora Ltda. - R.Visc.Sta.Isabel, 420 - Grajau - Rio/RJ - Tiragem:1000 exemplares O Centro de Criadores de Canários necessariamente não endossa o teor dos artigos desta Revista, cuja responsabilidade é inteiramente de seus autores. CCC em Revista - 2018 5
Dalmo Gimenes Linha Clara sem Fator & Albinos Resultados: * Campeão Linha Clara s/fator - ACCN 2011 * Tetra Campeão Linha Clara s/fator 3C * Aberto de Taubaté 2011: 1 Campeão Branco 90 pts 1 Campeão Branco Dominante 90 pts 1 Campeão Amarelo Nevado 91 pts 1 Lugar Amarelo Marfim Intenso 1 Lugar Albino Contatos: Telefone: (21) 2281-2363 Celular: (21) 96434-6445 Rádio: 83*11106 E-mail: dalmogimenes@hotmail.com Anéis: ACCN - LA 544 3C - CA 544 Evoluindo o Plantel a Cada Temporada 6 CCC em Revista - 2018
Concurso de Revistas SOCIAL - Informativo No Concurso de Revistas de 2017, promovido pela FOB, a nossa Revista foi classificada em 2 lugar. Estamos orgulhosos e todos estão de parabéns, coordenador, editor, articulistas, fotógrafos, anunciantes e principalmente o Presidente do 3C que todos os anos faz questão de publicá-la. O 1 lugar coube à revista da SOC - Associação Ornitológica Caxiense, em 2 lugar a do 3C e em 3 lugar ficou a revista (de tamanho maior) da ABOC - Associação Blumenauense de Ornitologia e Canaricultura. CCC em Revista - 2018 7
Giraldillo TÉCNICO - Padrão Sevillano A. Simas - (ornitófilo) O Giraldillo Sevillano é uma nova raça de canário de porte, sendo semelhante ao Giboso Espanhol, com duas diferenças: tamanho reduzido e topete. Originário de Sevilha, Espanha, surgiu em 2008, tendo sido aceito oficialmente na Espanha, em 2012, como nova raça em nível nacional. Em 2015, foi aprovado o primeiro canário no Mundial da Holanda e agora consagrado a nível mundial. Dorso (5 pontos): Longilíneo, estreito, terminado na parte superior pelas asas (ombro). Manto curto, com linha central e simétrico. Asas aderidas ao corpo, sem cruzar, com as pontas afastadas da cauda. Flancos (5 pontos): Fachos laterais simétricos, de igual volume e altura, pequenos e aderidos ao corpo. Posição (20 pontos): Em forma de 1 (algarismo um), tronco vertical no poleiro, pescoço inclinado no mínimo 45 e cauda tocando o poleiro. Tamanho (15 pontos): Máximo 15 cm. Quanto menor, melhor. Calcula-se o tamanho somando-se três segmentos: a) ponta do bico até o ombro; b) do ombro até o início da cauda e c) do início da cauda até a ponta desta. A soma dos itens a e b não deve ser superior a 9 cm. Cabeça e pescoço (15 pontos): Cabeça pequena, ovalada e ligeiramente elevada em relação à linha do pescoço. Pescoço muito longo, fino e sem frisos, inclinado para baixo 45 a 60. Topete (15 pontos): Ovalado, cheio, com penas o maior possível, com ponto central e aderido à nuca. Peito (5 pontos): Longilíneo, estreito, com o externo aparente, marcado por duas vírgulas. Cauda (5 pontos): Estreita, fechada e rente ao poleiro, terminada em M invertido. Patas (10 pontos): Muito compridas, retas (esticadas). Coxa sem penas na parte frontal e salientes na união com o corpo (visível). Condições gerais e plumagem (5 pontos): Fino, estático, saudável e limpo. Toda plumagem aderida ao corpo, sem nenhuma falha. Obs.: Somente são aceitos canários com topete e admite-se o fator vermelho. Gaiola de teto arredondado, com dois poleiros de 14mm de diâmetro, em altura diferente. Fonte: Padrão Oficial da Confederação Ornitológica Espanhola. Fotos: Fernando Zamora Vega 8 CCC em Revista - 2018
Origem do nome Giraldillo é o nome da maior escultura de bronze (imagem de fundo), da época do Renascimento, que fica no alto da torre do campanário ( giralda ) da Catedral Santa Maria da Sede de Sevilha, que funciona como para-raios e indica a direção e força dos ventos. Quando os ventos são fracos apenas uma bandeirola muda de direção, porém com ventos fortes toda a escultura gira, razão do nome. Esta torre é a mais alta da Espanha, maior do que o Big Ben da Inglaterra e duas vezes mais alta que a Torre de Piza da Itália. CCC em Revista - 2018 9
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TÉCNICO - Nutrição Sementes Gloria Castrioto - (professora) Comprei um canário e disseram que come mistura. Mas, o que é mistura e o que contém? - Contém sementes, que são: alpiste, aveia, cânhamo, colza, linhaça, nabão, níger e perila. Os canários comem estas sementes, mas o que você sabe a respeito? PLANTA Alpiste É uma semente presente no território português, nativa do Arquipélago da Madeira, atualmente importado do Canadá e Argentina. O alpiste é uma fonte de proteínas mais poderosa do que a carne animal. Rico em ômega 3, fonte de cálcio; é um poderoso antioxidante, possuindo enzimas lipase, uma grande quantidade de minerais e vitaminas. É o principal alimento do canário. GRÃO Aveia O antepassado selvagem da aveia-comum (Avena sativa) e da aveia forrageira amarela (Avena byzantina) é a aveia selvagem (Avena sterilis). A aveia é um cereal rico em proteínas, ferro, magnésio, fósforo, zinco, manganês, vitamina B1 e vitamina B5, além de ser excelente fonte de fibras solúveis. Excelente na época de reprodução para os canários alimentarem seus filhotes. Cânhamo O cânhamo tem alta proporção de ômega 3 e 6, sendo rico em minerais e em aminoácidos essenciais. É cultivado em várias partes do mundo, inclusive a União Europeia em 1998 o legalizou. Seu cultivo não é proibido, sendo apenas necessário informar ao Ministério da Agricultura e às autoridades locais. Não confundir com a marijuana, cujo teor de THC é bem superior ao do cânhamo. Colza A colza (Brassica napus) é uma planta de cujas sementes se extrai o óleo de colza (canola), utilizado também na produção de biodiesel. As folhas da planta servem de forragem para o gado por seu alto teor de lipídios e médio de proteínas. A semente possui ácidos graxos, ômega 6 e ômega 3. Não deve faltar durante a reprodução, por ser uma semente que os filhotes comem com facilidade. CCC em Revista - 2018 11
Linhaça A linhaça é a semente do linho (Linum usitatissimum), de alto valor nutritivo, pois é rica em fibras alimentares, ácidos graxos poli-insaturados e proteína. Além disso, dela se extrai o óleo de linhaça, que é rico em ômega 3, ômega 6 e ômega 9. Devido ao seu alto valor nutritivo é considerado alimento funcional. É muito importante durante a muda de penas, pois favorece o brilho da plumagem. Nabão O nabão é de fácil cultivo. É ideal para hortas domésticas. Os canários costumam preferir esta semente porque ela apresenta sabor doce e é macia, além de ser oleosa, rica em gordura, proteína, hidrato de carbono, potássio, vitamina A, C, ácido fólico e cálcio. Não deve faltar na mistura, porém em baixa percentagem. Níger O Níger (Guizotia abyssinica) é uma planta que a flor é bem parecida com uma margarida, e de suas sementes pode ser extraído óleo ou principalmente utilizada como alimento de pássaros granívoros. Possui cálcio, zinco, magnésio, sódio, potássio e nutrientes essenciais, tais como o ácido ascórbico, riboflavina, niacina, ácido esteárico e oleico, fibra, proteína e hidratos de carbono. Perila A perila é macia e de fundamental importância na alimentação dos pássaros granívoros. A semente de perila oferece diversos benefícios à saúde dos pássaros, auxiliando na muda de penas e promovendo a fertilidade e o canto, por ser rica em óleos ômega 3 e 6. Sua ação antiinflamatória torna o grão um excelente protetor contra danos nas mucosas, principalmente dos intestinos. O balanceamento da mistura de sementes obedece a critérios das necessidades alimentares dos canários em cada época: período de repouso, período de muda e período de reprodução, porém de modo geral sua composição é a seguinte: alpiste 50%, aveia 10%, colza 10%, linhaça 10%, nabão 10% e níger 10%. A perila e/ou o cânhamo é usado como suplemento, na época que antecede à reprodução, para ajudar a aprontar os canários. 12 CCC em Revista - 2018
SOCIAL - Documentário Recordar é VIVER Festa de confraternização e entrega de prêmios de 2017 CCC em Revista - 2018 13
TÉCNICO - Ornitologia neurogênese do CANTO Tradução: A.Simas (ornitófilo) Ainda que o canto do canário seja executado no seu órgão canoro, a siringe, é no seu cérebro onde reside o conteúdo da canção estável, com a sua composição silábica e padrões musicais específicos e onde se controla a sua execução. Em 1976, Fernando Nottebohm, especialista em conduta animal e neurogênese, da Universidade de Rockefeller, NY, U.S.A., identificou grupos de células cerebrais diferenciadas que controlam o canto dos canários. Estas células são distribuídas em um núcleo maior, chamado de Centro Vocal Superior (CVS), que envia prolongações axonais a outro núcleo chamado centro Robustus Archistriatum (RA) e este, por sua vez, envia outras prolongações axonais ao núcleo do nervo cranial hipoglosso (NH) que controla os músculos da siringe, orgão onde se produz o som. 6 1) CVS 2) Via axonal CVS-RA 3) RA 4) Via axonal RA-NH 5) NH 6) Siringe ESQUEMA DO CÉREBRO DO CANÁRIO A parte superior da figura representa um corte lateral do cérebro e, a parte inferior, um corte longitudinal da traqueia, da siringe e dos brônquios principais do canário. O cérebro tem vários núcleos formados por neurônios especializados em controlar a aprendizagem e a execução do canto. Ambos os núcleos o CVS e o RA estão situados no lóbulo frontal do canário e controlam complexos comportamentos aprendidos. O CVS parece ser o responsável por identificar, produzir e memorizar o canto, este centro funciona para reconhecer as canções que percebe, atua como uma memória perceptiva de uma canção modelo para logo poder imitá-la, quando se trata de um macho, ou poder reconhecê-la e identificar os seus parentes ou parceiro, se for uma fêmea. Esta informação canora armazenada no CVS é conduzida através das suas prolongações axonais ao núcleo RA que se encarrega de desenvolver a destreza motora na execução do canto através do nervo cranial hipoglosso, que controla os músculos da siringe. Comprovou-se que estes centros são maiores nos canários com um canto mais complexo e que aumentam de tamanho após administração de testosterona, sendo também maiores durante a primavera, quando os níveis de testosterona são mais altos. São maiores nos machos do que nas fêmeas; por outro lado, diminuem de tamanho após a fase reprodutiva, quando o canto novamente se torna instável e os níveis de testosterona no sangue caem drasticamente. Também se comprovou que a sobrevivência dos neurônios regenerados que chegam ao CVS depende dos níveis suficientes de testosterona, que mobilizam os neurônios mediante um fator neurotrófico derivado do cérebro (FNDC). A sobrevivência dos neurônios depende do ritmo em que o canário canta a cada dia, visto que o uso dos circuitos motores relacionados com o canto estimulam a liberação do FNDC, afetando, neste último caso, mais os neurônios do núcleo RA. Também está comprovado que a audição de sons ajuda a desenvolver e a potenciar os circuitos auditivos envolvidos na aprendizagem do canto. A redução significativa dos níveis de testosterona do terceiro ao quinto mês de vida coincide com a aparição da primeira muda e o término de crescimento dos centros controladores do canto, que voltam a crescer nos meses seguintes, paralelamente ao aumento dos níveis de testosterona, atingindo o seu máximo no oitavo mês. Tudo isso ocorre durante a fase da canção plástica associada a um processo de aprendizagem significativo. O tamanho destes centros cerebrais, como se disse, é máximo durante a primavera, em que os níveis de testosterona são máximos. A partir do segundo ano e com uma periodicidade anual, ao acabar a época de criação e durante a muda seguinte, os neurônios dos centros reguladores do canto sofrem um processo de regressão e morrem em grande número 14 CCC em Revista - 2018
causando uma redução no tamanho dos núcleos, coincidindo com uma redução significativa dos níveis de testosterona. A esta fase de regressão dos núcleos segue-se outra, a de regeneração, mediante um processo de neurogênese com incorporação de novos neurônios, que é máxima em junho, quando os níveis de testosterona voltam a ser muito altos. Este processo repete-se todos os anos da mesma maneira. Coincidindo com estes momentos de crise por redução e recuperação dos níveis de testosterona, com regressão e regeneração dos núcleos cerebrais controladores do canto, produz-se uma instabilidade e modificação no canto, que pode perder, incorporar ou modificar sílabas da canção. A canção torna-se novamente estável durante julho a dezembro, quando o processo de regeneração dos centros cerebrais está estabilizado. Esses altos e baixos dos tamanhos dos núcleos cerebrais não se observam em outros pássaros canoros os quais aprendem uma canção que lhes dura para toda a vida; enquanto que o canário pode melhorar ou piorar o canto a cada ano, dado o paralelismo entre a capacidade de aprender e emitir um canto complexo e o tamanho dos núcleos cerebrais, em função da superposição do número de sílabas aprendidas por mês, do tamanho do centro vocal superior (CVS), regulador do canto, e dos níveis de testosterona no sangue. Durante a canção plástica, período crítico de aprendizagem do jovem macho, observam-se níveis baixos de testosterona. Após uma redução inicial muito pronunciada desta, na primeira metade do desenvolvimento do filhote (do 3 ao 5º mês) aparece a muda e o crescimento do CVS pára, iniciando-se logo uma recuperação progressiva durante a segunda metade (6º ao 8º mês). Nesta segunda metade, coincide um crescimento espetacular do CVS, por um fenômeno de neurogênese, com uma capacidade máxima de aprendizagem e recuperação dos níveis de testosterona, até adquirir níveis máximos ao 8º mês, protagonizados pela ação da testosterona durante as fases da sub-canção e fundamentalmente durante a fase da canção plástica. A qualidade do canto depende de um correto desenvolvimento dos centros cerebrais que, por sua vez, dependem da disponibilidade dos níveis de testosterona adequados nesses momentos. Também com periodicidade anual, ao 10º mês, acontece uma redução dos níveis de testosterona no sangue, não muito significativa, que não implica na instabilidade do canto nem na diminuição do tamanho dos centros do canto, talvez devido a um grande consumo deste hormônio pelos tecidos, para desenvolver os caracteres sexuais na preparação para a época de reprodução, APRENDIZAGEM, NÚCLEOS CEREBRAIS E NÍVEL DE TESTOSTERONA Tamanho do CVS Pede comida Primeira muda Sub-canção Canção plástica Sílabas aprendidas/mês Canção estável M E S E S Período crítico Muda anual Canção plástica Nível de testosterona Terminada a época de criação, no canário adulto, reduzem-se os níveis de testosterona, aparece de novo a muda e o tamanho do CVS regride, por ter perdido alguns dos seus neurônios. Há também uma perda de mestria na realização do canto e o canário entra outra vez na fase de canção plástica. Ao recuperar os níveis de testosterona, esta induz novamente um processo de neurogênese, restabelecendo o tamanho do CVS e o canário entra na fase de canção estável com uma partitura potencialmente distinta, por ter esquecido ou modificado notas (sílabas) antigas ou adquirido outras novas. Esse ciclo se repete todos os anos. Conclusão: Se o criador deseja que o canário desenvolva melhor o canto, deve garantir níveis máximos de testosterona e disponibilizar a audição do canto desejado, de 2 a 3 minutos diários, no período de 3 a 8 meses de idade, repetindo este procedimento a cada ano, após a muda. Fonte: Fernando Nottebohm - Bird song to neurogenesis, 1976. Licença da Creative Commons, que permite o uso irrestrito, desde que o autor e fonte sejam citados. CCC em Revista - 2018 15
de Milvio e Ione Bertin CA-313 CANÁRIOS LINHAS CLARA E ESCURA COM E SEM FATOR Tetra-Campeão do Grande Concurso (2009, 2010, 2011 e 2012) Vice-Campeão de Grande Concurso em 2008 e 2015 Vice-Campeão da Expo-100 em 2009, 2010, 2013 e 2015 Tri-Campeão de Expo-100 (2008,2012 e 2016) Praia de Botafogo, 208/801 Botafogo - Rio de Janeiro Tel. 2237-0097 milvio.vicente@terra.com.br 16 CCC em Revista - 2018
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TÉCNICO - Prevenção Se pode acontecer... A.Simas (ornitófilo) Lei de MURPHY Se algo pode dar errado, vai dar errado. Há treze anos faço manobra na garagem onde moro, com o mesmo carro, e nunca bati numa coluna. Mas, não é que outro dia aconteceu! Há sessenta anos crio canários e ainda sou surpreendido por algum acontecimento. Cuidado com a bravata comigo não acontece, pois segundo a lei de Murphy Se pode dar errado, vai dar errado!. Portanto, toda atenção é pouca. Na criação de canários acontece: - o canário morrer de sede porque o bebedouro estava rachado; - canário fugir quando se abre a porta da gaiola para pegá-lo; - a fêmea abandonar o ninho na véspera dos filhotes nascerem; - quebrar-se o ovo cheio ao manuseá-lo para ver se estava cheio; - morrer sempre o melhor canário ou o mais raro; - e outras desgraças mais. Não se trata de pessimismo, mas é a dura realidade. Procure estar sempre atento para prevenir acidentes. Evite o depois - vilão do esquecimento: depois eu faço, depois eu boto água, depois eu limpo, depois eu coloco o remédio etc. O que tem que ser feito faça-o na hora! Outro inconveniente é o de ser dispersivo, começar a fazer uma coisa e não terminar por desviar o foco de interesse para outra coisa. Estabeleça uma rotina e concentre-se naquilo que esta fazendo! Não existe uma cartilha que o ensine a livrar-se do que pode dar errado, mas você pode seguir algumas regras básicas e criar outras para evitar acidentes na sua criação de canários. Por exemplo: - Todos criadores sabem que a canária quando está pronta precisa de material para fazer o ninho. Se não existe material disponível como juta, barbante, algodão ou palha, ela corta o papel do fundo da gaiola, arranca o rabo do macho e até suas próprias penas. Se não existe ninho na gaiola, ela põe o ovo na vasilha da farinhada ou na grade do fundo da gaiola. - Ao colocar ou substituir os ninhos pulverize-os com inseticida em pó, à base de carbaril 5% (Neocid ou Tratto), para evitar piolhos. - Ao manusear os ninhos, sempre confira se ficaram bem presos na gaiola, pois se despencarem poderão atirar ovos ou filhotes no fundo da gaiola. - Ao colocar barbantes ou juta para os canários fazerem os ninhos, use pedaços pequenos (<5 cm) para evitar que se enforquem com os mesmos. - Quando a fêmea resolve fazer o ninho na grade, num canto da gaiola e não quer saber do ninho apropriado, a solução é aceitar a vontade dela e colocar o ninho no chão da gaiola, no lugar em que ela escolheu. Mais tarde, quando ela estiver chocando, suspenda o ninho pendurando-o no mesmo canto da gaiola, na tentativa de corrigir o problema. Dificilmente ela rejeitará a proposta, mas caso aconteça, entregue os pontos. Se ela preferiu fazer o ninho no pote da farinhada, proceda de forma semelhante, porém colocando o pote da farinhada dentro do ninho, para mais tarde retirá-lo. - Ao manusear os pássaros sempre feche portas e janelas do quarto, se não forem teladas, para evitar a eventual fuga. Proceda da mesma forma se vai abrir a porta de alguma gaiola, seja para substituir ou abastecer o pote de farinhada ou por algum outro motivo. - Ao retirar grades ou bandejas nunca retire uma sem que a outra esteja no lugar e observe antes a posição dos pássaros para não guilhotinar as patas dos mesmos. Lembre-se que as grades devem ser amarradas para não saírem do lugar, evitandose a fuga dos pássaros. - Ao movimentar os pássaros do transporte ou de uma para outra gaiola, seja no criadouro ou nas exposições, não abandone o local sem antes conferir se todas as gaiolas ficaram com água e alimento e se os pássaros conseguem acessá-los. - Mantenha tudo ao alcance das mãos. Não use escadas ou banquinhos pelo risco de queda que oferecem. Se precisar pegar o pássaro ou o ninho de uma gaiola alta, retire a gaiola e coloque-a num lugar mais baixo. - Ao pendurar uma gaiola, certifique-se que a mesma ficou presa antes de soltá-la. - Tenha as unhas dos canários sempre aparadas para evitar que fiquem presas em alguma fresta da gaiola. Ao cortá-las, segure um dedo de cada vez e certifique-se de que a ponta da tesoura ou alicate não irá atingir outro dedo e se suas hastes não irão mastigar a outra perna. - Ao levar os canários para tomar sol, para evitar o ataque provocado pelo choque de luz, faça a mudança de ambiente gradativamente, deixando-os se acostumar a cada etapa ou mova a gaiola, pulverizando os canários com água. - Durante o período de muda, os machos devem receber mais luz do que as fêmeas, para que aprontem antes delas, evitando ovos inférteis. Assim sendo, coloque as gaiolas dos machos na parede mais iluminada, na parte de cima das estantes ou mais próximo da janela (fonte de luz). - Evite mudar bruscamente o regime de luz, ou de alimentação porque os pássaros poderão entrar em muda fora de época. As medidas preventivas são listas intermináveis de recomendações e cuidados para se evitar o inevitável ou pelo menos reduzir a probabilidade de acontecer o que irá acontecer. 18 CCC em Revista - 2018
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TÉCNICO - Manejo Preparando o Frisado Parisiense CADERNETA DO CRIADOR por Roberto Lacombe Malleval (Criador de Frisados Parisienses - CANARIL ROELJO) Fotos: Elilson Assis O banho natural tomado pelo próprio canário é muito necessário, pois elimina a sujeira, acerta a plumagem e o torna muito feliz. Quando se trata de apresentação em exposição o banho dado pelo criador é importante porque, além de ajudar na limpeza, auxilia na soltura das penas novas que ainda estão dentro das bainhas (canhões). Auxilia também na arrumação da plumagem. O banho também serve para outros tipos de canários frisados. Uma observação a considerar é a de dar o banho em dia quente e com sol. Utilizo água morna, sabão de coco, pincel de barba bem usado, escova de dente (média) e papel toalha. Apanha-se o canário com as costas viradas para a palma da mão (foto 1). Começamos molhando o corpo pela barriga (foto 2). Logo em seguida passa-se o pincel já com espuma do sabão. Depois vira-se o pássaro e faz-se o mesmo procedimento no dorso, cauda, pescoço e uma parte da cabeça (foto 3). Evitar cair espuma no olhos, orelhas e água no bico (pode sufocar). Depois de todo ensaboado usa-se a escova de dente para limpar bem as penas (bárbulas), sempre acompanhando a direção dos fachos, da concha (peito), das penas dorsais e cauda. Quando escovar a cauda, a ponta da mesma deve estar apoiada numa base firme para evitar saída de pena (foto 4). Em seguida, enxagua-se com cuidado para tirar todo o sabão. Começa-se pelo dorso (foto 5), cauda, peito, pescoço, parte da cabeça e também cauda. Um detalhe importante é usar sempre a escova seguindo a direção natural das penas da cabeça (foto 6), fachos (foto 7), peito (foto 8) e dorso (foto 9). A cabeça também é escovada para cima a partir da gola. Feito isso se enrola o canário em papel toalha (foto 10), mantendo-se as penas no lugar escovado para que, quando secarem, permaneçam na direção desejada. Uma vez enrolado coloca-se o pássaro no chão da gaiola, em meio sol (foto 11). Importante é adicionar à gaiola um poleiro extra bem baixo para que, quando o canário sair do casulo de papel (foto 12), não tenha dificuldade em voar para poleiro mais alto. O pássaro ainda não está totalmente seco e ele poderá cair, danificando as penas da cauda e da asa. Não costumo usar secador, pois acho que a força do vento mistura muito as penas, desmanchando o penteado natural. O que normalmente faço é, depois de seco, escovar o canário de novo ajeitando as penas que estão desalinhadas. É aconselhável dar banho uns dois dias antes da exposição a fim de dar tempo para o pássaro ficar totalmente seco e bem apresentável (foto 13). 13 20 CCC em Revista - 2018
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Jorge Casado Canários: Azuis, Verdes e Ágatas Amarelos, Opalinos / Marfins. Tarins (Pintassilgo da Venezuela): Ancestrais, Diluídos e Canelas. Bigodinho Africano Telefones de Contato: Residência 2285-1264 Celular 97531-0596. E-mail: jlbcl.casado@gmail.com 22 CCC em Revista - 2018
TÉCNICO - Ornitologia Efeito da Colher de Prata A.Simas (Ornitolfilo) Existem muitas tradições e crendices relacionadas à colher de prata. Alguns acham que, para seguir as convenções de boas maneiras, deve-se dar de presente uma colher de prata com o nome do bebê recém-nascido gravado no objeto. Há quem diga que a primeira refeição de um bebê deve ser dada com uma colher de prata, para garantir que o mesmo tenha sempre bom apetite e cresça com saúde. Outros conservam a colher de prata como amuleto de boa sorte e fartura. O efeito da colher de prata significa que indivíduos que se desenvolvem em circunstâncias favoráveis, recebendo mais recursos nas primeiras semanas de vida, adquirem melhores condições físicas e de saúde, repercutindo na futura vida adulta. Existem muitas provas dos efeitos da colher de prata sobre diferentes aspectos da vida das aves, como sobrevivência e reprodução, porém a evidência dos efeitos sobre a qualidade de plumagem das futuras gerações é insuficiente. A muda é um estágio importante, mas energicamente exigente, do ciclo anual das aves. O processo de muda é necessário para substituir penas danificadas ou perdidas a fim de manter as funções básicas da plumagem. A primeira muda é a transição de uma plumagem juvenil, desenvolvida na fase de ninho, para a plumagem adulta do primeiro inverno. Embora os pássaros apresentem diferenças significativas nas característica desta muda, este fenômeno foi amplamente negligenciado nos estudos sobre as causas ecológicas e conseqüências da muda sazonal. Nesta pesquisa, cujo foco principal é a influência do efeito da colher de prata na qualidade da plumagem dos pássaros, os cientistas examinaram se a primeira muda pós-juvenil pode depender da qualidade da plumagem juvenil desenvolvida durante a fase de empenação de ninho. Descobriram que a alta qualidade estrutural e a intensidade da cor das penas iniciais estavam positivamente relacionadas à extensão da primeira muda (pós-juvenil), permitindo assim que as aves jovens tivessem uma melhor plumagem adulta. Os efeitos da colher de prata também foram relacionados à aptidão, já que indivíduos com penas juvenís de alta qualidade ficaram em melhores condições físicas durante o primeiro inverno. Os resultados forneceram a primeira evidência correlativa de um efeito da colher de prata que atua sobre a qualidade geral da plumagem em aves. Também encontraram suporte para efeitos da colher de prata que atuam sobre a condição corporal de jovens durante seu primeiro inverno. Os resultados deste estudo indicaram um efeito da colher de prata que atua sobre a qualidade da plumagem, que pode ser explicado por uma combinação de dois mecanismos não exclusivos: 1) impacto direto de condições de criação favoráveis que afetam tanto a qualidade das penas juvenis como a condição pós-muda e a extensão da muda pós-juvenil; 2) benefícios adicionais da plumagem juvenil de alta qualidade obtidos em termos de melhor desempenho do vôo e capacidades termorreguladoras (maior qualidade estrutural das penas) ou status social (maior intensidade da cor). Infelizmente, dados experimentais não permitiram distinguir entre esses mecanismos nem determinar se as relações observadas são de natureza causal ou correlativa. Assim os cientistas comentaram: Até agora, há uma grande evidência de efeitos da colher de prata a curto prazo sobre a sobrevivência juvenil ou a dispersão natal, enquanto o suporte empírico para os efeitos a longo prazo é mais escasso. Este padrão sugere que, embora condições de criação favoráveis possam ser benéficas ao longo da vida, é provável que sejam mais pronunciadas durante os estágios iniciais da vida. Todos os efeitos potenciais a longo prazo das condições de criação podem ser limitados pela acumulação de imprevistos ambientais que os indivíduos experimentam durante a vida. Não exclusivamente, os gradientes de seleção de componentes de saúde geralmente se tornam menos fortes ao longo da vida, de modo que os pais podem ganhar melhores benefícios de saúde, aumentando as perspectivas de saúde a curto prazo de seus descendentes. De fato, as mudanças individuais de características da plumagem já mostraram correlação com o desempenho reprodutivo em aves. Agora, descobriram que os efeitos da colher de prata também tiveram consequências relacionadas à aptidão, pois os indivíduos com penas juvenís de alta qualidade enfrentaram melhor o inverno e provavelmente reproduziram melhor. Fonte: Silver spoon effects on plumage quality in a passerine bird 2015 The Authors: Piotr Minias, RadosBaw WBodarczyk, Adrian Surmacki, Tomasz Iciek. Publicado pela Royal Society sob os termos da Creative Commons Attribution License http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ que permite o uso irrestrito, desde que o autor e a fonte original sejam creditados. CCC em Revista - 2018 23
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Rumos distintos SOCIAL- Estrutura de Clubes DESENHO PARA COLORIR n /18 Sebastião Mário (Sócio da ACCN) Tendo em vista o surgimento de novas modalidades de clubes ornitológicos, resolvi escrever este artigo para tentar de certa forma fazer breves comparações entre os modelos existentes. De alguns anos pra cá temos visto o surgimento de Clubes Especializados em determinadas raças, onde os criadores que a estes venham se filiar visam somente o engrandecimento e desenvolvimento de uma única raça e consequentemente a fixação de uma padrão, como ocorre por exemplo no clube dos Yorkshires, atualmente presidido pelo criador Bruno Pietrolongo de SP que também foi quem trouxe a idéia da fundação do clube e no clube de Raça espanhola (CBRE- Clube Brasileiro de Raça Espanhola), atualmente presidido pelo também criador Saulo de MG, clube este que teve a participação de diversos criadores para seu surgimento em 2015, entretanto já vinha sendo estudada a ideia de sua fundação desde 2012. Temos visto também uma outra modalidade de clubes que vem surgindo cada vez mais que são os Clubes de Especialistas. Tais clubes tem um único criador para cada raça, desta forma não há concorrência interna entre sócios e com isso o criador deve estar cada dia mais por dentro das mudanças e buscar a cada dia estar mais por dentro do que venham ocorrer com a raça que decidiu criar e assim então formar criadores fortes dentro da raça que optou por criar e assim chegar forte nos campeonatos abertos. Como exemplo iremos citar o clube CCC ABC Clube dos Criadores de Canários do ABC SP, fundado nesse ano de 2017 pelos criadores Bruno Ferrasso de SP e Samuel (Criadouro Sassá e filhos), os quais tiveram apoio de diversos outros criadores para poder pôr em prática a ideia de vários amigos criadores e também o clube ABOC SC (Associação Blumenauense de Ornitologia e Canaricultura), atualmente presidido pelo criador Márcio Rafael Witthoeft de SC apesar do trabalho ter sido originado durante a gestão do criador Charles Haertel, atual presidente da federação catarinense, FOC e temos ainda o Clube Rio Ornitológico RJ que tem como presidente Álvaro Blasina. Vale ressaltar que a ideia deste artigo é, somente trazer aos criadores/leitores e afins, essas modalidades que vem surgindo com o passar dos anos e não comparar, criticar ou julgar nenhuma delas, mas apenas enaltecer aqueles criadores que vêm se dedicando a estes trabalhos e mostrando que a Canaricultura pode ir sempre além do que podemos imaginar. Deixo aqui meus parabéns a essas pessoas que vem fazendo esses belíssimos trabalhos. Ressalto também os excelentes trabalhos que vem sendo feito por cada um desses clubes citados onde podemos ver resultados nos últimos CBs (campeonatos brasileiros), resultados satisfatórios e bastante expressivos pelos seus sócios. Destaco ainda que foram citados apenas alguns destes clubes, entretanto já existem outros em nosso país desenvolvendo trabalhos semelhantes. Encerro esse artigo parabenizando aos responsáveis por tais clubes e desde já agradecendo aqueles que de imensa prontidão permitiram que seus nomes e clubes fossem citados nesse texto. Concurso Desenho para Colorir Inscrição n.../18 Nome:... Endereço:... Bairro:...Cidade:...Estado:... Tel:...Ass:... REGULAMENTO 1. Objeto: Colorir o desenho acima (lápis de cor, guache, aquarela etc). 2. Participantes: De qualquer idade. Não precisa ser sócio do 3C. 3. Inscrição: Inscrição grátis. Recorte e entregue o desenho colorido no 3C, pessoalmente ou pelo Correio, com a ficha preenchida, até 30/ 11/2018. Cada participante só poderá inscrever um desenho. 4. Julgamento: O Presidente do 3C designará uma Comissão de 3 sócios que tenham sensibilidade artística para escolher o melhor trabalho, não cabendo qualquer questionamento. 5. Prêmio: Um canário oferecido pelo Stud EnCanto, o qual ficará em exibição na Exposição, sendo entregue na festa de fim de ano e se não for retirado até 20/12/18 perderá o direito ao prêmio. 6. Condições: Ao inscrever o desenho, o participante aceita os termos deste regulamento e autoriza a publicação do mesmo. Parabéns ao vencedor do ano anterior: Sra. Clementina Quadros. corte CCC em Revista - 2018 25
TÉCNICO - Manejo Apare a Cloaca A.Simas - (ornitófilo) 1 Na época de reprodução, apare as penas da cloaca do macho e somente deste, para facilitar a fecundação. Esta é uma prática questionada por alguns criadores, mas tem se demonstrado eficiente por aqueles que a adotam. Com uma tesourinha de unha, de ponta curva, tendo o canário na mão, com a barriga voltada para cima e prendendo as patas em seus dedos para evitar cortálas, cuidadosamente apare todas as penas que cobrem a cloaca, menos o tufo de penas da cloaca, por este orientar o ajuste das cloacas na hora da cópula. Corte as penas da barriga, as laterais e a penugem da barriga. Se as penas do tufo estiverem duras com fezes secas, lave-as. Canários de penas curtas, com a cloaca aparente não necessitam ter as penas aparadas. Só os que têm plumagem abundante, escondendo a cloaca é que necessitam desse cuidado. 3 2 Ilustrações: 1) Segurando as patas, 2) Cortando as penas e 3) Cloca aparada, Fotos: Gentilmente cedidas pelo STUD EnCanto 26 CCC em Revista - 2018
SOCIAL - Reultados dos Campeonatos Resultados do Torneio Aberto CLASSIFICAÇÃO DOS CLUBES CANÁRIOS DE PORTE Cla Clube Part Classes Conj E?c. Pontos 1 CENTRO DE CRIADORES DE CANÁRIOS CCC CA 20 112 391 05,877238 2298 2 RIO ORNITOLÓGICO RIO FC 4 31 54 08,277778 447 3 ASSOCIAÇÃO DOS CRIADORES DE CANÁRIOS DE NITERÓI ACCN LA 4 34 79 04,607595 364 4 CLUBE ORNITOLÓGICO DA SERRA DOS ORGÃOS COSO DH 1 8 8 07,5 60 5 ASS. SERRANA DOS CRIADORES DE CANÁRIOS DO EST. DO RIO DE JANEIRO ASCC NJ 1 10 20 02,35 47 6 SOCIEDADE ORNITOLÓGICA DA BORDA DO CAMPO SOBC EM 1 1 2 10 20 7 ASSOCIAÇÃO ORNITOLÓGICA DA BAIXADA FLUMINENSE AOBF ML 1 6 8 01,25 10 8 SOCIEDADE DE ORNITOLOGIA DO RIO DE JANEIRO SORRIO LF 1 1 2 00 0 CLASSIFICAÇÃO GERAL DOS CRIADORES - CANÁRIOS DE PORTE Class Criador Classes Conj E?ciência Pontos 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - CCC - CA 50 96 8,26042 793 2 SALGADO - CCC - CA 38 79 5,94937 470 3 GEOMARSIL DA SILVA CORTEZ- CCC - CA 34 62 5,90323 366 4 FONTE NERI.RIO - RIO - FC 22 39 8,38462 327 5 CANARIL VELOSO - ACCN - LA 24 57 4,63158 264 6 CANARIL MAP - CCC - CA 18 43 6,04651 260 7 GUILHERME MARTINS - CCC - CA 17 34 4,00000 136 8 CANARIL DO SUCESSO FERNANDO - CCC - CA 22 28 4,57143 128 9 REIS.RIO - RIO - FC 4 6 10,66667 64 10 LUIZ FERNANDO. RIO - COSO - DH 8 8 7,50000 60 11 CANARIL MAP - ASCC - NJ 10 20 2,35000 47 12 CANARIL AZEREDO CAMP. RIO - RIO - FC 2 3 14,66667 44 13 MANOEL - ACCN - LA 2 4 11,00000 44 14 DIEGO DE SOUZA WANDERLEY - CCC - CA 5 8 5,00000 40 15 DALMO GIMENES - CCC - CA 5 6 6,50000 39 16 STUD ENCANTO - ACCN - LA 5 8 4,62500 37 17 CANARIL AZEREDO CAMP - CCC - CA 2 2 12,00000 24 18 CRIADOURO CATELAN - SOBC - EM 1 2 10,00000 20 19 CANARIL JOAGUI - ACCN - LA 6 10 1,90000 19 20 CANARIL JORAS - CCC - CA 10 17 0,94118 16 21 JAIRO GONÇALVES GODOY - CCC - CA 3 4 3,25000 13 22 LUIZ ANTONIO.RIO - RIO - FC 3 6 2,00000 12 23 RGC - PÁSSAROS - AOBF - ML 6 8 1,25000 10 24 STUD ENCANTO - CCC - CA 2 2 4,00000 8 25 CANARIOS S&A SERGIO - CCC - CA 1 1 5,00000 5 CCC em Revista - 2018 27
CLASSIFICAÇÃO EFICIÊNCIA - CANÁRIOS DE PORTE Quantidade mínima: 20 Conjuntos Class Criador C 1 2 3 4 5 Conj Pontos E?ciência (%) 1 FONTE NERI.RIO ( FC - 8 ) 7 13 5 6 3 4 39 327 08,38462 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO ( CA - 391 ) 16 29 22 12 7 3 96 793 08,26042 3 CANARIL MAP ( CA - 545 ) 9 8 4 2 2 6 43 260 06,04651 4 SALGADO ( CA - 603 ) 10 15 11 7 11 6 79 470 05,94937 5 GEOMARSIL DA SILVA CORTES ( CA - 507 ) 8 13 7 9 5 5 62 366 05,90323 6 CANARIL VELOSO ( LA - 172 ) 3 9 6 8 4 3 57 264 04,63158 7 CANARIL DO SUCESSO FERNANDO ( CA - 641 ) 3 5 3 1 1 0 28 128 04,57143 8 GUILHERME MARTINS ( CA - 250 ) 5 3 4 2 2 2 34 136 04,00000 9 CANARIL MAP ( NJ - 84 ) 1 1 1 2 1 1 20 47 02,35000 Classificação dos Criadores SÉRIES - CANÁRIOS DE PORTE 28 FRISADOS PARISIENSE Class. Criador N. Cores Conj E?ciência 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO ( CCC / CA - 391 ) 3 3 16,00000 48 2 STUD ENCANTO ( CCC / CA - 264 ) 2 2 4,00000 8 3 CANARIL PENA DE OURO ( CCC / CA - 565 ) 1 1 0.00000 FRISADO DO NORTE CCC em Revista - 2018 Pontos 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO ( CCC / CA - 391 ) 11 24 9,00000 216 GIBBER ITALICIUS 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO ( CCC / CA - 391 ) 2 4 11,00000 44 FIORINO 1 FONTE NERI.RIO ( RIO / FC - 8 ) 22 39 8,38462 327 2 SALGADO ( CCC / CA - 603 ) 18 31 9,54839 296 3 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO ( CCC / CA - 391 ) 6 11 5,54545 61 MEHRINGER 1 LUIZ FERNANDO. RIO ( COSO / DH - 77 ) 2 2 6,00000 12 BOSSU BELGA 1 LUIZ ANTONIO.RIO ( RIO / FC - 11 ) 3 6 2,00000 12 MUNCHENER 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO ( CCC / CA - 391 ) 4 6 2,00000 12 HOSO JAPONÊS 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO ( CCC / CA - 391 ) 1 2 10,00000 20 2 STUD ENCANTO ( ACCN / LA - 264 ) 2 2 2,50000 5 BORDER 1 LUIZ FERNANDO. RIO ( COSO / DH - 77 ) 3 3 16,00000 48 2 CANARIL DO SUCESSO FERNANDO ( CCC / CA - 641 ) 3 5 1,60000 8 NORWICH 1 CANARIL VELOSO ( ACCN / LA - 172 ) 6 7 13,14286 92 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO ( CCC / CA - 391 ) 2 3 8,66667 26 3 CANARIL MAP ( CCC / CA - 545 ) 1 1 24,00000 24 YORKSHIRE 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO ( CCC / CA - 391 ) 11 23 9,56522 220 Agradecimentos aos juízes: Canários de Porte Amauri Jorge de Carvalho e Claudionor Bigattão Canários de Cor Márcio Fernandes e Mário Henrique Simões LLARGUET ESPANHOL 1 REIS.RIO ( RIO / FC - 4 ) 4 6 10,66667 64 FIFE FANCY 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO ( CCC / CA - 391 ) 10 20 7,30000 146 2 ( CCC / CA - 507 ) 12 25 5,72000 143 3 CANARIL DO SUCESSO FERNANDO ( CCC / CA - 641 ) 8 8 9,12500 73 4 CANARIL AZEREDO CAMP. RIO ( RIO / FC - 9 ) 2 3 14,66667 44 5 DALMO GIMENES ( CCC / CA - 544 ) 5 6 6,50000 39 6 JAIRO GONÇALVES GODOY ( CCC / CA - 417 ) 2 3 4,33333 13 7 RGC - PÁSSAROS ( AOBF / ML - 13 ) 4 6 1,66667 10 8 CANARIOS S&A SERGIO ( CCC / CA - 202 ) 1 1 5,00000 5 RAÇA ESPANHOLA 1 ( CCC / CA - 507 ) 5 5 16,80000 84 2 CANARIL DO SUCESSO FERNANDO ( CCC / CA - 641 ) 3 5 6,40000 32 LIZARD 1 DIEGO DE SOUZA WANDERLEY ( CCC / CA - 648 ) 5 8 5,00000 40 TOPETE ALEMÃO 1 MANOEL ( ACCN / LA - 7 ) 2 4 11,00000 44 2 CRIADOURO CATELAN ( SOBC / EM - 14 ) 1 2 10,00000 20 3 CANARIL DO SUCESSO FERNANDO ( CCC / CA - 641 ) 4 4 3,00000 12 1 CANARIL MAP ( CCC / CA - 545 ) 17 42 5,61905 236 2 CANARIL VELOSO ( ACCN / LA - 172 ) 18 50 3,68000 184 3 SALGADO ( CCC / CA - 603 ) 20 48 3,62500 174 4 ( CCC / CA - 507 ) 17 32 4,34375 139 5 GUILHERME MARTINS ( CCC / CA - 250 ) 17 34 4,00000 136 6 CANARIL MAP ( ASCC / NJ - 84 ) 10 20 2,35000 47 7 CANARIL AZEREDO CAMP ( CCC / CA - 144 ) 2 2 12,00000 24 8 CANARIL JOAGUI ( ACCN / LA - 157 ) 6 10 1,90000 19 9 CANARIL JORAS ( CCC / CA - 879 ) 10 17 0,94118 16 10 CANARIL DO SUCESSO FERNANDO ( CCC / CA - 641 ) 3 5 0,60000 3 RHEINLÄNDER 1 STUD ENCANTO ( ACCN / LA - 264 ) 2 4 8,00000 32 Best in Show PORTE Frisado do Norte NV PI ME CA-391-171/17 RECANTO DOS CARVALHO
CP0021 FRISADO PARISIENSE INTENSO 100% MELÂNICO FRISADOS PARISIENSE 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 I - - CA 391 209 2017 515 CP0030 FRISADO PARISIENSE NEVADO 100% LIPOCRÔMICO FRISADOS PARISIENSE 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 89 I - - CA 391 208 2017 516 CP0033 FRISADO PARISIENSE NEVADO PINTADO MELÂNICO FRISADOS Conj.: (2) PARISIENSE 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 90 I - - CA 391 207 2017 520 2 STUD ENCANTO 87 I - - CA 264 392 2017 519 CP0410 FRISADO DO NORTE BRANCO 100% LIPOCRÔMICO FRISADO DO Conj.: (3) NORTE 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 91 I - - CA 391 283 2017 521 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 89 I - - CA 391 176 2017 522 3 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 280 2017 523 CP0411 FRISADO DO NORTE BRANCO 100% MELÂNICO FRISADO DO NORTE 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 I - - CA 391 264 2017 524 CP0412 FRISADO DO NORTE BRANCO PINTADO LIPOCRÔMICO FRISADO DO Conj.: (2) NORTE 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 89 I - - CA 391 47 2017 526 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 I - - CA 391 161 2017 525 CP0413 FRISADO DO NORTE BRANCO PINTADO MELÂNICO FRISADO DO Conj.: (3) NORTE 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 89 I - - CA 391 273 2017 528 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 87 I - - CA 391 153 2017 530 3 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 154 2017 529 CP0420 FRISADO DO NORTE INTENSO 100% LIPOCRÔMICO FRISADO DO NORTE 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 87 I - - CA 391 34 2017 532 CP0430 FRISADO DO NORTE NEVADO 100% LIPOCRÔMICO FRISADO DO NORTE 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 I - - CA 391 145 2017 535 CP0431 FRISADO DO NORTE NEVADO 100% MELÂNICO FRISADO DO NORTE 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 90 I - - CA 391 37 2017 537 CP0432 FRISADO DO NORTE NEVADO PINTADO LIPOCRÔMICO FRISADO DO Conj.: (3) NORTE 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 90 I - - CA 391 182 2017 540 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 89 I - - CA 391 175 2017 539 3 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 133 2017 538 CP0433 FRISADO DO NORTE NEVADO PINTADO MELÂNICO FRISADO DO Conj.: (3) NORTE 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 91 I - - CA 391 171 2017 547 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 89 I - - CA 391 186 2017 546 3 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 183 2017 545 CP0712 GIBBER ITALICUS BRANCO PINTADO LIPOCRÔMICO GIBBER ITALICIUS 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 I - - CA 391 82 2017 548 CP0722 GIBBER ITALICUS INTENSO PINTADO LIPOCRÔMICO GIBBER Conj.: (2) ITALICIUS 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 90 I - - CA 391 263 2017 549 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 I - - CA 391 333 2017 550 CP0910 FIORINO SEM TOPETE BRANCO 100% LIPOCRÔMICO FIORINO 1 FONTE NERI.RIO 90 I - - FC 8 102 2017 553 CP0911 FIORINO SEM TOPETE BRANCO 100% MELÂNICO FIORINO 1 FONTE NERI.RIO 89 I - - FC 8 110 2017 557 CP0912 FIORINO SEM TOPETE BRANCO PINTADO LIPOCRÔMICO FIORINO Conj.: (5) 1 SALGADO 91 I - - CA 603 48 2017 563 2 SALGADO 89 I - - CA 603 331 2017 564 3 FONTE NERI.RIO - I - - FC 8 5 2017 559 4 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 142 2017 560 5 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 44 2017 561 CP0913 FIORINO SEM TOPETE BRANCO PINTADO MELÂNICO FIORINO Conj.: (3) 1 SALGADO 89 I - - CA 603 333 2017 567 2 FONTE NERI.RIO 88 I - - FC 8 106 2017 565 3 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 159 2017 566 CP0920 FIORINO SEM TOPETE INTENSO 100% LIPOCRÔMICO FIORINO Conj.: (4) 1 FONTE NERI.RIO 91 I - - FC 8 14 2017 568 2 FONTE NERI.RIO 89 I - - FC 8 83 2017 570 CP0920 FIORINO SEM TOPETE INTENSO 100% LIPOCRÔMICO FIORINO Conj.: (4) 3 SALGADO - I - - CA 603 60 2017 571 4 FONTE NERI.RIO - I - - FC 8 33 2017 569 CP0921 FIORINO SEM TOPETE INTENSO 100% MELÂNICO FIORINO Conj.: (5) 1 FONTE NERI.RIO 91 I - - FC 8 21 2017 573 2 SALGADO 90 I - - CA 603 16 2017 575 3 SALGADO - I - - CA 603 303 2017 576 4 SALGADO - I - - CA 603 336 2017 577 5 FONTE NERI.RIO - I - - FC 8 17 2017 572 CP0922 FIORINO SEM TOPETE INTENSO PINTADO LIPOCRÔMICO FIORINO Conj.: (2) 1 FONTE NERI.RIO 89 I - - FC 8 88 2017 578 2 SALGADO 88 I - - CA 603 52 2017 579 CP0923 FIORINO SEM TOPETE INTENSO PINTADO MELÂNICO FIORINO Conj.: (3) 1 FONTE NERI.RIO 90 I - - FC 8 74 2017 580 2 SALGADO 89 I - - CA 603 49 2017 582 3 FONTE NERI.RIO - I - - FC 8 15 2017 581 CP0930 FIORINO SEM TOPETE NEVADO 100% LIPOCRÔMICO FIORINO Conj.: (3) 1 FONTE NERI.RIO 90 I - - FC 8 101 2017 584 2 SALGADO 89 I - - CA 603 81 2017 587 3 FONTE NERI.RIO - I - - FC 8 63 2017 585 CP0931 FIORINO SEM TOPETE NEVADO 100% MELÂNICO FIORINO Conj.: (3) 1 FONTE NERI.RIO 91 I - - FC 8 23 2017 593 2 SALGADO 89 I - - CA 603 69 2017 594 3 SALGADO - I - - CA 603 304 2017 595 CP0932 FIORINO SEM TOPETE NEVADO PINTADO LIPOCRÔMICO FIORINO Conj.: (5) 1 SALGADO 90 I - - CA 603 83 2017 601 2 SALGADO 89 I - - CA 603 13 2017 599 3 FONTE NERI.RIO - I - - FC 8 65 2017 596 4 SALGADO - I - - CA 603 14 2017 600 5 FONTE NERI.RIO - I - - FC 8 118 2017 597 CP0933 FIORINO SEM TOPETE NEVADO PINTADO MELÂNICO FIORINO Conj.: (5) 1 SALGADO 91 I - - CA 603 334 2017 607 2 SALGADO 90 I - - CA 603 278 2017 606 3 FONTE NERI.RIO - I - - FC 8 57 2017 603 4 FONTE NERI.RIO - I - - FC 8 76 2017 604 5 FONTE NERI.RIO - I - - FC 8 28 2017 602 CP0940 FIORINO COM TOPETE BRANCO 100% LIPOCRÔMICO FIORINO Conj.: (2) 1 FONTE NERI.RIO 90 I - - FC 8 119 2017 608 2 FONTE NERI.RIO 89 I - - FC 8 72 2017 609 CP0941 FIORINO COM TOPETE BRANCO 100% MELÂNICO FIORINO 1 FONTE NERI.RIO 89 I - - FC 8 86 2017 610 CP0942 FIORINO COM TOPETE BRANCO PINTADO LIPOCRÔMICO FIORINO Conj.: (2) 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 90 I - - CA 391 157 2017 612 2 SALGADO 89 I - - CA 603 172 2017 613 CP0943 FIORINO COM TOPETE BRANCO PINTADO MELÂNICO FIORINO 1 FONTE NERI.RIO 88 I - - FC 8 44 2017 615 CP0950 FIORINO COM TOPETE INTENSO 100% LIPOCRÔMICO FIORINO 1 FONTE NERI.RIO 89 I - - FC 8 13 2017 616 CP0951 FIORINO COM TOPETE INTENSO 100% MELÂNICO FIORINO Conj.: (2) 1 SALGADO 89 I - - CA 603 175 2017 619 2 FONTE NERI.RIO 87 I - - FC 8 52 2017 617 CP0952 FIORINO COM TOPETE INTENSO PINTADO LIPOCRÔMICO FIORINO Conj.: (2) 1 SALGADO 89 I - - CA 603 50 2017 621 2 FONTE NERI.RIO 87 I - - FC 8 20 2017 620 CP0960 FIORINO COM TOPETE NEVADO 100% LIPOCRÔMICO FIORINO 1 FONTE NERI.RIO 88 I - - FC 8 12 2017 622 CP0961 FIORINO COM TOPETE NEVADO 100% MELÂNICO FIORINO 1 SALGADO 91 I - - CA 603 255 2017 624 CP0962 FIORINO COM TOPETE NEVADO PINTADO LIPOCRÔMICO FIORINO Conj.: (5) 1 SALGADO 90 I - - CA 603 281 2017 632 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 89 I - - CA 391 33 2017 629 3 FONTE NERI.RIO - I - - FC 8 69 2017 626 4 FONTE NERI.RIO - I - - FC 8 70 2017 627 5 FONTE NERI.RIO - I - - FC 8 96 2017 625 CP0963 FIORINO COM TOPETE NEVADO PINTADO MELÂNICO FIORINO Conj.: (5) 1 SALGADO 91 I - - CA 603 254 2017 638 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 90 I - - CA 391 261 2017 636 3 SALGADO - I - - CA 603 300 2017 639 4 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 184 2017 634 5 SALGADO - I - - CA 603 64 2017 637 CCC em Revista - 2018 29
CP1032 MEHRINFER NEVADO PINTADO LIPOCRÔMICO MEHRINGER 1 LUIZ FERNANDO. RIO 89 I - - DH 77 116 2017 641 CP2020 BOSSU BELGA AMARELO INTENSO 100% LIPOCRÔMICO BOSSU BELGA 1 LUIZ ANTONIO.RIO 87 I - - FC 11 8 2017 644 CP2223 MUNCHENER AMARELO INTENSO PINTADO MELÂNICO MUNCHENER 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 I - - CA 391 190 2017 650 CP2323 HOSO JAPONÊS INTENSO PINTADO MELÂNICO HOSO JAPONÊS Conj.: (3) 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 89 I - - CA 391 71 2017 660 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 87 I - - CA 391 31 2017 659 3 STUD ENCANTO - I - - LA 264 4 2017 658 CP3032 BORDER AMARELO NEVADO PINTADO LIPOCRÔMICO BORDER 1 LUIZ FERNANDO. RIO 91 I - - DH 77 129 2017 665 CP3033 BORDER AMARELO NEVADO PINTADO MELÂNICO BORDER Conj.: (2) 1 LUIZ FERNANDO. RIO 91 I - - DH 77 130 2017 667 2 CANARIL DO SUCESSO FERNANDO 88 I - - CA 641 42 2017 668 CP3121 NORWICH INTENSO 100% MELÂNICO NORWICH 1 CANARIL VELOSO 90 I - - LA 172 56 2017 669 CP3123 NORWICH INTENSO PINTADO MELÂNICO NORWICH 1 CANARIL VELOSO 89 I - - LA 172 55 2017 670 CP3130 NORWICH NEVADO 100% LIPOCRÔMICO NORWICH 1 CANARIL VELOSO 89 I - - LA 172 53 2017 671 CP3131 NORWICH NEVADO 100% MELÂNICO NORWICH 1 CANARIL VELOSO 89 I - - LA 172 54 2017 672 CP3132 NORWICH NEVADO PINTADO LIPOCRÔMICO NORWICH Conj.: (5) 1 CANARIL MAP 91 I - - CA 545 65 2017 677 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 90 I - - CA 391 58 2017 676 3 CANARIL VELOSO - I - - LA 172 57 2017 674 4 CANARIL VELOSO - I - - LA 172 52 2017 673 5 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 61 2017 675 CP3133 NORWICH NEVADO PINTADO MELÂNICO NORWICH Conj.: (2) 1 CANARIL VELOSO 90 I - - LA 172 51 2017 678 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 89 I - - CA 391 60 2017 679 CP3210 YORKSHIRE BRANCO 100% LIPOCRÔMICO YORKSHIRE Conj.: (3) 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 90 I - - CA 391 218 2017 680 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 89 I - - CA 391 217 2017 681 3 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 290 2017 682 CP3213 YORKSHIRE BRANCO PINTADO MELÂNICO YORKSHIRE 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 89 I - - CA 391 192 2017 684 CP3220 YORKSHIRE INTENSO 100% LIPOCRÔMICO YORKSHIRE 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 89 I - - CA 391 212 2017 685 CP3221 YORKSHIRE INTENSO 100% MELÂNICO YORKSHIRE Conj.: (2) 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 90 I - - CA 391 214 2017 687 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 89 I - - CA 391 66 2017 686 CP3222 YORKSHIRE INTENSO PINTADO LIPOCRÔMICO YORKSHIRE Conj.: (3) 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 89 I - - CA 391 51 2017 691 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 I - - CA 391 55 2017 690 3 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 68 2017 689 CP3223 YORKSHIRE INTENSO PINTADO MELÂNICO YORKSHIRE Conj.: (3) 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 90 I - - CA 391 67 2017 693 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 89 I - - CA 391 57 2017 695 3 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 302 2017 694 CP3230 YORKSHIRE NEVADO 100% LIPOCRÔMICO YORKSHIRE Conj.: (2) 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 89 I - - CA 391 196 2017 698 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 I - - CA 391 210 2017 697 CP3232 YORKSHIRE NEVADO PINTADO LIPOCRÔMICO YORKSHIRE Conj.: (2) 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 89 I - - CA 391 203 2017 701 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 I - - CA 391 351 2017 700 CP3233 YORKSHIRE NEVADO PINTADO MELÂNICO YORKSHIRE Conj.: (3) 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 89 I - - CA 391 194 2017 705 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 I - - CA 391 219 2017 703 3 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 286 2017 704 CP3322 LLARGUET ESPANHOL INTENSO PINTADO LIPOCRÔMICO LLARGUET Conj.: (2) ESPANHOL 1 REIS.RIO 89 I - - FC 4 120 2017 707 2 REIS.RIO 87 I - - FC 4 87 2017 706 CP3330 LLARGUET ESPANHOL NEVADO 100% LIPOCRÔMICO LLARGUET Conj.: (2) ESPANHOL 1 REIS.RIO 89 I - - FC 4 114 2017 709 2 REIS.RIO 88 I - - FC 4 108 2017 708 CP3332 LLARGUET ESPANHOL NEVADO PINTADO LIPOCRÔMICO LLARGUET ESPANHOL 1 REIS.RIO 88 I - - FC 4 104 2017 710 CP3333 LLARGUET ESPANHOL NEVADO PINTADO MELÂNICO LLARGUET ESPANHOL 1 REIS.RIO 87 I - - FC 4 88 2017 711 CP3510 FIFE FANCY BRANCO 100% LIPOCRÔMICO FIFE FANCY Conj.: (5) 1 CANARIL AZEREDO CAMP. RIO 90 I - - FC 9 7 2017 712 2 CANARIL AZEREDO CAMP. RIO 89 I - - FC 9 2 2017 713 3 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 4 2017 714 4 GEOMARSIL DA SILVA CORTES - I - - CA 507 128 2017 715 5 GEOMARSIL DA SILVA CORTES - I - - CA 507 129 2017 716 CP3511 FIFE FANCY BRANCO 100% MELÂNICO FIFE FANCY Conj.: (5) 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 90 I - - CA 391 249 2017 719 2 DALMO GIMENES 89 I - - CA 544 140 2017 722 3 GEOMARSIL DA SILVA CORTES - I - - CA 507 17 2017 721 4 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 240 2017 718 5 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 81 2017 720 CP3512 FIFE FANCY BRANCO PINTADO LIPOCRÔMICO FIFE FANCY Conj.: (4) 1 CANARIL AZEREDO CAMP. RIO 89 I - - FC 9 1 2017 724 2 GEOMARSIL DA SILVA CORTES 88 I - - CA 507 9 2017 727 3 CANARIOS S&A SERGIO - I - - CA 202 60 2017 725 4 GEOMARSIL DA SILVA CORTES - I - - CA 507 24 2017 726 CP3513 FIFE FANCY BRANCO PINTADO MELÂNICO FIFE FANCY Conj.: (4) 1 DALMO GIMENES 91 I - - CA 544 157 2017 732 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 90 I - - CA 391 77 2017 728 3 GEOMARSIL DA SILVA CORTES - I - - CA 507 149 2017 730 4 GEOMARSIL DA SILVA CORTES - I - - CA 507 175 2017 729 CP3520 FIFE FANCY AMARELO INTENSO 100% LIPOCRÔMICO FIFE FANCY Conj.: (3) 1 GEOMARSIL DA SILVA CORTES 89 I - - CA 507 40 2017 736 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 I - - CA 391 112 2017 733 3 CANARIL DO SUCESSO FERNANDO - I - - CA 641 46 2017 737 CP3521 FIFE FANCY AMARELO INTENSO 100% MELÂNICO FIFE FANCY Conj.: (5) 1 GEOMARSIL DA SILVA CORTES 90 I - - CA 507 131 2017 742 2 JAIRO GONÇALVES GODOY 88 I - - CA 417 212 2017 740 3 JAIRO GONÇALVES GODOY - I - - CA 417 213 2017 741 4 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 111 2017 739 5 RGC - PÁSSAROS - I - - ML 13 81 2017 738 CP3522 FIFE FANCY AMARELO INTENSO PINTADO LIPOCRÔMICO FIFE FANCY Conj.: (4) 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 91 I - - CA 391 25 2017 746 2 GEOMARSIL DA SILVA CORTES 90 I - - CA 507 141 2017 748 3 GEOMARSIL DA SILVA CORTES - I - - CA 507 7 2017 749 4 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 19 2017 745 CP3523 FIFE FANCY AMARELO INTENSO PINTADO MELÂNICO FIFE FANCY Conj.: (5) 1 CANARIL DO SUCESSO FERNANDO 91 I - - CA 641 26 2017 755 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 90 I - - CA 391 113 2017 752 3 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 17 2017 751 4 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 120 2017 750 5 DALMO GIMENES - I - - CA 544 142 2017 754 CP3530 FIFE FANCY AMARELO NEVADO 100% LIPOCRÔMICO FIFE FANCY Conj.: (2) 1 CANARIL DO SUCESSO FERNANDO 88 I - - CA 641 7 2017 758 2 GEOMARSIL DA SILVA CORTES 87 I - - CA 507 122 2017 756 CP3531 FIFE FANCY AMARELO NEVADO 100% MELÂNICO FIFE FANCY Conj.: (5) 1 GEOMARSIL DA SILVA CORTES 89 I - - CA 507 162 2017 763 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 I - - CA 391 246 2017 760 3 GEOMARSIL DA SILVA CORTES - I - - CA 507 136 2017 764 4 RGC - PÁSSAROS - I - - ML 13 80 2017 759 5 GEOMARSIL DA SILVA CORTES - I - - CA 507 132 2017 762 CP3532 FIFE FANCY AMARELO NEVADO PINTADO LIPOCRÔMICO FIFE FANCY Conj.: (5) 1 GEOMARSIL DA SILVA CORTES 88 I - - CA 507 150 2017 776 2 CANARIL DO SUCESSO FERNANDO 87 I - - CA 641 8 2017 777 3 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 3 2017 769 4 RGC - PÁSSAROS - I - - ML 13 121 2017 768 5 RGC - PÁSSAROS - I - - ML 13 120 2017 767 CP3532 FIFE FANCY AMARELO NEVADO PINTADO LIPOCRÔMICO FIFE FANCY 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 87 Q 4 354 CA 391 9 2017 774 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 Q 4 354 CA 391 6 2017 771 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 87 Q 4 354 CA 391 5 2017 773 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 Q 4 354 CA 391 28 2017 772 CP3532 FIFE FANCY AMARELO NEVADO PINTADO LIPOCRÔMICO FIFE FANCY Conj.: (0) 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - R 4 354 CA 391 1 2017 775 30 CCC em Revista - 2018
CP3533 FIFE FANCY AMARELO NEVADO PINTADO MELÂNICO FIFE FANCY Conj.: (5) 1 CANARIL DO SUCESSO FERNANDO 91 I - - CA 641 32 2017 787 2 GEOMARSIL DA SILVA CORTES 90 I - - CA 507 200 2017 783 3 DALMO GIMENES - I - - CA 544 155 2017 786 4 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 26 2017 780 5 GEOMARSIL DA SILVA CORTES - I - - CA 507 138 2017 784 CP3620 RAÇA ESPANHOLA AMARELO INTENSO 100% LIPOCRÔMICO RAÇA ESPANHOLA 1 GEOMARSIL DA SILVA CORTES 90 I - - CA 507 1 2017 788 CP3622 RAÇA ESPANHOLA AMARELO INTENSO PINTADO LIPOCRÔMICO Conj.: (2) RAÇA ESPANHOLA 1 CANARIL DO SUCESSO FERNANDO 91 I - - CA 641 25 2017 792 2 CANARIL DO SUCESSO FERNANDO 89 I - - CA 641 24 2017 791 CP3623 RAÇA ESPANHOLA AMARELO INTENSO PINTADO MELÂNICO RAÇA ESPANHOLA 1 GEOMARSIL DA SILVA CORTES 89 I - - CA 507 2 2017 793 CP3630 RAÇA ESPANHOLA AMARELO NEVADO 100% LIPOCRÔMICO RAÇA ESPANHOLA 1 GEOMARSIL DA SILVA CORTES 89 I - - CA 507 12 2017 794 CP3631 RAÇA ESPANHOLA AMARELO NEVADO 100% MELÂNICO RAÇA ESPANHOLA 1 GEOMARSIL DA SILVA CORTES 90 I - - CA 507 208 2017 795 CP3633 RAÇA ESPANHOLA AMARELO NEVADO PINTADO MELÂNICO RAÇA ESPANHOLA 1 GEOMARSIL DA SILVA CORTES 89 I - - CA 507 179 2017 797 CP5007 LIZARD COM CÚPULA AMARELO INTENSO LIZARD Conj.: (2) 1 DIEGO DE SOUZA WANDERLEY 89 I - - CA 648 36 2017 800 2 DIEGO DE SOUZA WANDERLEY 88 I - - CA 648 33 2017 799 CP5008 LIZARD COM CÚPULA AMARELO NEVADO LIZARD Conj.: (2) 1 DIEGO DE SOUZA WANDERLEY 88 I - - CA 648 32 2017 801 2 DIEGO DE SOUZA WANDERLEY 87 I - - CA 648 35 2017 802 CP6003 TOPETE ALEMÃO BRANCO DOMINANTE LIPOCRÔMICO TOPETE Conj.: (2) ALEMÃO 1 MANOEL 88 I - - LA 7 41 2017 809 2 MANOEL 87 I - - LA 7 8 2017 808 CP6010 TOPETE ALEMÃO VERMELHO INTENSO MELÂNICO TOPETE ALEMÃO Conj.: (2) 1 CRIADOURO CATELAN 89 I - - EM 14 22 2017 813 2 CRIADOURO CATELAN 88 I - - EM 14 28 2017 812 CP6017 TOPETE ALEMÃO AMARELO MOSAICO MACHO MELÂNICO TOPETE ALEMÃO 1 MANOEL 90 I - - LA 7 24 2017 815 CP6019 TOPETE ALEMÃO VERMELHO MOSAICO MACHO MELÂNICO TOPETE ALEMÃO 1 CANARIL DO SUCESSO FERNANDO 88 I - - CA 641 49 2017 817 CP7010 SEM TOPETE BRANCO 100% LIPOCRÔMICO Conj.: (5) 1 CANARIL MAP 91 I - - CA 545 83 2017 823 2 SALGADO 90 I - - CA 603 9 2017 824 3 GEOMARSIL DA SILVA CORTES - I - - CA 507 163 2017 820 4 GEOMARSIL DA SILVA CORTES - I - - CA 507 70 2017 821 5 SALGADO - I - - CA 603 217 2017 825 CP7011 SEM TOPETE BRANCO 100% MELÂNICO Conj.: (5) 1 GUILHERME MARTINS 90 I - - CA 250 31 2017 827 2 CANARIL VELOSO 89 I - - LA 172 94 2017 826 3 SALGADO - I - - CA 603 131 2017 829 4 SALGADO - I - - CA 603 168 2017 830 5 SALGADO - I - - CA 603 170 2017 828 CP7012 SEM TOPETE BRANCO PINTADO LIPOCRÔMICO Conj.: (5) 1 CANARIL AZEREDO CAMP 91 I - - CA 144 38 2017 833 2 GEOMARSIL DA SILVA CORTES 90 I - - CA 507 174 2017 839 3 CANARIL MAP - I - - NJ 84 1 2017 832 4 CANARIL MAP - I - - CA 545 91 2017 840 5 GUILHERME MARTINS - I - - CA 250 13 2017 837 CP7013 SEM TOPETE BRANCO PINTADO MELÂNICO Conj.: (5) 1 CANARIL MAP 91 I - - CA 545 30 2017 856 2 GUILHERME MARTINS 90 I - - CA 250 10 2017 852 3 CANARIL VELOSO - I - - LA 172 48 2017 849 4 CANARIL MAP - I - - CA 545 75 2017 855 5 CANARIL MAP - I - - CA 545 36 2017 857 CP7020 SEM TOPETE AMARELO INTENSO 100% LIPOCRÔMICO Conj.: (5) 1 SALGADO 89 I - - CA 603 214 2017 865 2 CANARIL VELOSO 87 I - - LA 172 38 2017 863 3 CANARIL VELOSO - I - - LA 172 2 2017 862 4 SALGADO - I - - CA 603 144 2017 866 5 CANARIL VELOSO - I - - LA 172 1 2017 861 CP7021 SEM TOPETE AMARELO INTENSO 100% MELÂNICO Conj.: (5) 1 CANARIL VELOSO 88 I - - LA 172 99 2017 869 2 GEOMARSIL DA SILVA CORTES 87 I - - CA 507 48 2017 872 3 GUILHERME MARTINS - I - - CA 250 9 2017 870 4 CANARIL VELOSO - I - - LA 172 50 2017 867 5 CANARIL MAP - I - - CA 545 198 2017 873 CP7022 SEM TOPETE AMARELO INTENSO PINTADO LIPOCRÔMICO Conj.: (5) 1 CANARIL MAP 91 I - - CA 545 95 2017 889 2 CANARIL VELOSO 90 I - - LA 172 12 2017 879 3 CANARIL VELOSO - I - - LA 172 15 2017 880 4 SALGADO - I - - CA 603 231 2017 892 5 SALGADO - I - - CA 603 114 2017 890 CP7023 SEM TOPETE AMARELO INTENSO PINTADO MELÂNICO Conj.: (5) 1 CANARIL VELOSO 89 I - - LA 172 25 2017 894 2 CANARIL VELOSO 88 I - - LA 172 87 2017 896 3 CANARIL MAP - I - - CA 545 201 2017 900 4 SALGADO - I - - CA 603 32 2017 904 5 GEOMARSIL DA SILVA CORTES - I - - CA 507 72 2017 899 CP7030 SEM TOPETE AMARELO NEVADO 100% LIPOCRÔMICO Conj.: (5) 1 SALGADO 89 I - - CA 603 7 2017 910 2 GEOMARSIL DA SILVA CORTES 88 I - - CA 507 183 2017 909 3 GEOMARSIL DA SILVA CORTES - I - - CA 507 154 2017 908 4 SALGADO - I - - CA 603 36 2017 912 5 SALGADO - I - - CA 603 33 2017 911 CP7030 SEM TOPETE AMARELO NEVADO 100% LIPOCRÔMICO 1 SALGADO 88 Q 4 355 CA 603 37 2017 914 1 SALGADO 87 Q 4 355 CA 603 41 2017 915 1 SALGADO 88 Q 4 355 CA 603 216 2017 916 1 SALGADO 88 Q 4 355 CA 603 23 2017 913 CP7030 SEM TOPETE AMARELO NEVADO 100% LIPOCRÔMICO Conj.: (0) 1 SALGADO - R 4 355 CA 603 180 2017 917 CP7031 SEM TOPETE AMARELO NEVADO 100% MELÂNICO Conj.: (5) 1 GEOMARSIL DA SILVA CORTES 91 I - - CA 507 59 2017 924 2 CANARIL MAP 90 I - - CA 545 8 2017 926 3 CANARIL VELOSO - I - - LA 172 13 2017 920 4 SALGADO - I - - CA 603 3 2017 929 5 CANARIL MAP - I - - CA 545 9 2017 927 CP7031 SEM TOPETE AMARELO NEVADO 100% MELÂNICO 1 SALGADO 88 Q 3 355 CA 603 29 2017 931 1 SALGADO 89 Q 3 355 CA 603 30 2017 932 1 SALGADO 87 Q 3 355 CA 603 268 2017 933 1 SALGADO 88 Q 3 355 CA 603 287 2017 934 CP7031 SEM TOPETE AMARELO NEVADO 100% MELÂNICO Conj.: (0) 1 SALGADO - R 3 355 CA 603 171 2017 935 CP7032 SEM TOPETE AMARELO NEVADO PINTADO LIPOCRÔMICO Conj.: (5) 1 GUILHERME MARTINS 90 I - - CA 250 19 2017 948 2 CANARIL JORAS 88 I - - CA 879 38 2017 964 3 GEOMARSIL DA SILVA CORTES - I - - CA 507 143 2017 951 4 SALGADO - I - - CA 603 8 2017 957 5 SALGADO - I - - CA 603 6 2017 956 CP7033 SEM TOPETE AMARELO NEVADO PINTADO MELÂNICO Conj.: (5) 1 GEOMARSIL DA SILVA CORTES 91 I - - CA 507 189 2017 983 2 GUILHERME MARTINS 90 I - - CA 250 18 2017 980 3 SALGADO - I - - CA 603 95 2017 988 4 GEOMARSIL DA SILVA CORTES - I - - CA 507 21 2017 984 5 CANARIL MAP - I - - CA 545 37 2017 985 CP7033 SEM TOPETE AMARELO NEVADO PINTADO MELÂNICO Conj.: (2) 1 SALGADO 88 Q 4 355 CA 603 121 2017 993 1 SALGADO 88 Q 4 355 CA 603 94 2017 992 1 SALGADO 87 Q 4 355 CA 603 267 2017 994 1 SALGADO 88 Q 4 355 CA 603 92 2017 991 2 CANARIL VELOSO 88 Q 3 353 LA 172 14 2017 976 2 CANARIL VELOSO 88 Q 3 353 LA 172 30 2017 977 2 CANARIL VELOSO 87 Q 3 353 LA 172 80 2017 978 2 CANARIL VELOSO - Q 3 353 LA 172 7 2017 975 CP7033 SEM TOPETE AMARELO NEVADO PINTADO MELÂNICO Conj.: (0) 1 SALGADO - R 4 355 CA 603 105 2017 995 2 CANARIL VELOSO 87 R 3 353 LA 172 10 2017 979 CP7040 COM TOPETE BRANCO 100% LIPOCRÔMICO Conj.: (5) 1 CANARIL JOAGUI 89 I - - LA 157 15 2017 1003 2 CANARIL MAP 88 I - - NJ 84 6 2017 1001 3 GEOMARSIL DA SILVA CORTES - I - - CA 507 181 2017 1004 4 SALGADO - I - - CA 603 221 2017 1008 5 CANARIL JOAGUI - I - - LA 157 14 2017 1002 CCC em Revista - 2018 31
CP7042 COM TOPETE BRANCO PINTADO LIPOCRÔMICO Conj.: (5) 1 CANARIL MAP 90 I - - CA 545 109 2017 1022 2 CANARIL MAP 89 I - - CA 545 18 2017 1021 3 CANARIL MAP - I - - CA 545 76 2017 1020 4 CANARIL VELOSO - I - - LA 172 6 2017 1013 5 GEOMARSIL DA SILVA CORTES - I - - CA 507 51 2017 1018 CP7043 COM TOPETE BRANCO PINTADO MELÂNICO Conj.: (5) 1 CANARIL MAP 91 I - - CA 545 102 2017 1032 2 GUILHERME MARTINS 90 I - - CA 250 16 2017 1028 3 GEOMARSIL DA SILVA CORTES - I - - CA 507 5 2017 1030 4 SALGADO - I - - CA 603 4 2017 1035 5 CANARIL MAP - I - - CA 545 35 2017 1034 CP7050 COM TOPETE AMARELO INTENSO 100% LIPOCRÔMICO 1 SALGADO 88 I - - CA 603 110 2017 1039 CP7051 COM TOPETE AMARELO INTENSO 100% MELÂNICO Conj.: (3) 1 GUILHERME MARTINS 88 I - - CA 250 32 2017 1041 2 GUILHERME MARTINS 87 I - - CA 250 8 2017 1040 3 SALGADO - I - - CA 603 135 2017 1042 CP7052 COM TOPETE AMARELO INTENSO PINTADO LIPOCRÔMICO Conj.: (3) 1 GEOMARSIL DA SILVA CORTES 89 I - - CA 507 74 2017 1047 2 CANARIL JORAS 87 I - - CA 879 26 2017 1048 3 CANARIL VELOSO - I - - LA 172 86 2017 1045 CP7053 COM TOPETE AMARELO INTENSO PINTADO MELÂNICO Conj.: (5) 1 GEOMARSIL DA SILVA CORTES 89 I - - CA 507 236 2017 1052 2 CANARIL VELOSO 88 I - - LA 172 73 2017 1050 3 CANARIL VELOSO - I - - LA 172 47 2017 1049 4 CANARIL DO SUCESSO FERNANDO - I - - CA 641 35 2017 1054 5 CANARIL VELOSO - I - - LA 172 75 2017 1051 CP7060 COM TOPETE AMARELO NEVADO 100% LIPOCRÔMICO Conj.: (5) 1 CANARIL MAP 91 I - - CA 545 132 2017 1064 2 CANARIL MAP 89 I - - CA 545 1220 2017 1065 3 CANARIL JOAGUI - I - - LA 157 50 2017 1057 4 CANARIL VELOSO - I - - LA 172 83 2017 1060 5 CANARIL MAP - I - - NJ 84 5 2017 1056 Best in Show COR Individual ÁgataVermelho Intenso FC-001-484/17 BLASINA.RIO CP7061 COM TOPETE AMARELO NEVADO 100% MELÂNICO Conj.: (5) 1 CANARIL VELOSO - I - - LA 172 79 2017 1070 2 CANARIL VELOSO - I - - LA 172 19 2017 1069 3 GUILHERME MARTINS - I - - CA 250 22 2017 1071 4 GUILHERME MARTINS - I - - CA 250 23 2017 1072 5 GUILHERME MARTINS - I - - CA 250 46 2017 1073 CP7062 COM TOPETE AMARELO NEVADO PINTADO LIPOCRÔMICO Conj.: (5) 1 CANARIL MAP 90 I - - NJ 84 49 2017 1075 2 CANARIL MAP 89 I - - CA 545 88 2017 1085 3 CANARIL VELOSO - I - - LA 172 24 2017 1079 4 GUILHERME MARTINS - I - - CA 250 34 2017 1083 5 CANARIL VELOSO - I - - LA 172 96 2017 1080 CP7063 COM TOPETE AMARELO NEVADO PINTADO MELÂNICO Conj.: (5) 1 CANARIL MAP 91 I - - CA 545 118 2017 1110 2 SALGADO 90 I - - CA 603 266 2017 1111 3 CANARIL MAP - I - - NJ 84 41 2017 1092 4 CANARIL MAP - I - - NJ 84 28 2017 1093 5 CANARIL MAP - I - - CA 545 47 2017 1108 CP7063 COM TOPETE AMARELO NEVADO PINTADO MELÂNICO 1 CANARIL VELOSO 88 Q 4 357 LA 172 42 2017 1100 1 CANARIL VELOSO 88 Q 4 357 LA 172 18 2017 1098 1 CANARIL VELOSO 88 Q 4 357 LA 172 43 2017 1101 1 CANARIL VELOSO 89 Q 4 357 LA 172 29 2017 1099 CP7063 COM TOPETE AMARELO NEVADO PINTADO MELÂNICO Conj.: (0) 1 CANARIL VELOSO - R 4 357 LA 172 16 2017 1102 CP7402 RHEINLANDER SEM TOPETE INTENSO RHEINLÄNDER Conj.: (2) 1 STUD ENCANTO 87 I - - LA 264 8 2017 1116 2 STUD ENCANTO 86 I - - LA 264 9 2017 1117 CP7406 RHEINLANDER COM TOPETE NEVADO RHEINLÄNDER 1 STUD ENCANTO 88 I - - LA 264 7 2017 1119 Quarteto Vermelho Intenso CA-130-16,86,87,90/17 MARCUS VINÍCIUS R. DA SILVA CLASSIFICAÇÃO EFICIÊNCIA - CANÁRIOS DE COR Quantidade mínima: 20 Conjuntos Class Criador C 1 2 3 4 5 Conj Pontos E?ciência (%) 1 BLASINA.RIO ( FC - 1 ) 18 22 1 0 0 0 24 506 21,08333 2 CRIADOURO NASCIMENTO CALDAS ( LA - 20 ) 3 11 6 1 0 0 21 221 10,52381 3 WEXLEY OLIVEIRA ( LA - 155 ) 1 8 5 1 0 0 20 159 07,95000 4 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA ( CA - 130 ) 6 4 4 3 1 2 22 174 07,90909 5 RIBAMAR ( CA - 429 ) 5 8 9 3 5 0 37 256 06,91892 6 DALMO GIMENES ( CA - 544 ) 3 5 2 1 3 1 20 128 06,40000 7 VANDRÉ GUIMARÃES. RIO ( FC - 14 ) 0 3 6 4 1 0 20 107 05,35000 8 CANARIL BERTIN ( CA - 313 ) 0 14 5 1 0 2 45 229 05,08889 9 ANTONIO JORGE FERREIRA ( CA - 88 ) 0 5 0 2 3 3 43 103 02,39535 32 CCC em Revista - 2018
CLASSIFICAÇÃO DOS CLUBES CANARIOS DE COR Cla Clube Part Classes Conj E?c. Pontos 1 CENTRO DE CRIADORES DE CANÁRIOS CCC CA 20 74 238 04,529412 1078 2 RIO ORNITOLÓGICO RIO FC 7 39 52 14,384615 748 3 ASSOCIAÇÃO DOS CRIADORES DE CANÁRIOS DE NITERÓI ACCN LA 5 40 68 08,176471 556 4 ASSOCIAÇÃO SERRANA DOS CRIADORES DE CANÁRIOS DO RJ ASCC NJ 6 23 48 05,3125 255 5 ASSOCIAÇÃO MACAENSE DOS CRIADORES DE CANÁRIOS AMACC MK 1 3 4 11 44 6 SOCIEDADE ORNITOLÓGICA DA BORDA DO CAMPO SOBC EM 1 5 8 04,625 37 CLASSIFICAÇÃO GERAL DOS CRIADORES - CANÁRIOS DE COR Class Criador Classes Conj E?ciência Pontos 1 BLASINA.RIO - RIO - FC 22 24 21,08333 506 2 RIBAMAR - CCC - CA 16 37 6,91892 256 3 CANARIL BERTIN - CCC - CA 28 45 5,08889 229 4 CRIADOURO NASCIMENTO CALDAS - ACCN - LA 13 21 10,52381 221 5 MARCUS VINÍCIUS RIBEIRO DA SILVA - CCC - CA 8 22 7,90909 174 6 WEXLEY OLIVEIRA - ACCN - LA 10 20 7,95000 159 7 DALMO GIMENES - CCC - CA 12 20 6,40000 128 8 BRAGA - ASCC - NJ 7 16 7,81250 125 9 ALEXANDRE - ASCC - NJ 10 14 8,57143 120 10 VANDRÉ GUIMARÃES. RIO - RIO - FC 11 20 5,35000 107 11 ANTONIO JORGE FERREIRA - CCC - CA 16 43 2,39535 103 12 CANARIL MARHEN - ACCN - LA 8 14 6,21429 87 13 BRUNO.RIO - RIO - FC 2 2 36,00000 72 14 CANARIL LUAR - CCC - CA 5 16 4,18750 67 15 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES - CCC - CA 6 12 5,58333 67 16 MANOEL - ACCN - LA 6 9 7,44444 67 17 VANDRÉ GUIMARÃES - AMACC - MK 3 4 11,00000 44 18 CRIADOURO CATELAN - SOBC - EM 5 8 4,62500 37 19 GABI - RIO - FC 1 1 36,00000 36 20 CRIADOURO NASCIMENTO CALDAS - CCC - CA 5 6 4,16667 25 21 TIAGO - CANARIL RIO DAS OSTRAS - RIO - FC 1 1 24,00000 24 22 DALMO GIMENES - ACCN - LA 4 4 5,50000 22 23 CANARIL LOPES - CCC - CA 3 9 1,77778 16 24 CANARIL DAS ESTRELAS - ASCC - NJ 2 4 2,50000 10 25 CANARIL DO SUCESSO FERNANDO - CCC - CA 2 2 4,00000 8 26 PEREIRA.RIO - RIO - FC 1 3 1,00000 3 27 STUD ENCANTO - CCC - CA 1 2 1,50000 3 28 TIAGO - CANARIL RIO DAS OSTRAS - CCC - CA 1 3 0,66667 2 Agradecimentos aos que colaboraram para o êxito e brilhantismo da Exposição: organizadores, ARAMIL, MEGA ZOO, Sergio Moreira Lopes Junior pela transmissão ao vivo do julgamento, Diretores e funcionários, pessoal de apoio, auxiliares e principalmente aos Expositores e visitantes. CCC em Revista - 2018 33
SÉRIES - CANÁRIOS DE COR CC01 - SÉRIE LIPOCRÔMICOS CLÁSSICOS SEM FATOR 1 DALMO GIMENES ( CCC / CA - 544 ) 9 14 6,85714 96 2 MARCUS VINÍCIUS ( CCC / CA - 130 ) 1 4 10,50000 42 3 ANTONIO JORGE FERREIRA ( CCC / CA - 88 ) 4 13 2,69231 35 4 BRAGA ( ASCC / NJ - 58 ) 2 6 5,33333 32 5 CANARIL LUAR ( CCC / CA - 456 ) 1 4 5,75000 23 6 DALMO GIMENES ( ACCN / LA - 544 ) 4 4 5,50000 22 7 CANARIL LOPES ( CCC / CA - 9 ) 3 9 1,77778 16 8 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES ( CCC / CA - 582 ) 2 6 1,66667 10 9 PEREIRA.RIO ( RIO / FC - 10 ) 1 3 1,00000 3 CC02 - SÉRIE INOS LIPOCRÔMICOS SEM FATOR 1 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES ( CCC / CA - 582 ) 4 6 9,50000 57 2 DALMO GIMENES ( CCC / CA - 544 ) 1 3 9,00000 27 3 ANTONIO JORGE FERREIRA ( CCC / CA - 88 ) 1 3 2,33333 7 CC03 - SÉRIE LIPOCRÔMICOS CLÁSSICOS COM FATOR 1 BLASINA.RIO ( RIO / FC - 1 ) 12 12 20,16667 242 2 BRAGA ( ASCC / NJ - 58 ) 5 10 9,30000 93 3 MARCUS VINÍCIUS ( CCC / CA - 130 ) 4 13 6,00000 78 4 CANARIL LUAR ( CCC / CA - 456 ) 3 10 3,10000 31 5 VANDRÉ GUIMARÃES ( AMACC / MK - 2 ) 1 1 12,00000 12 6 CANARIL DAS ESTRELAS ( ASCC / NJ - 10 ) 2 4 2,50000 10 7 DALMO GIMENES ( CCC / CA - 544 ) 2 3 1,66667 5 8 ANTONIO JORGE FERREIRA ( CCC / CA - 88 ) 3 10 0,30000 3 9 RIBAMAR ( CCC / CA - 429 ) 3 7 0,42857 3 10 CANARIL BERTIN ( CCC / CA - 313 ) 2 4 0,50000 2 11 TIAGO - CANARIL RIO DAS OSTRAS ( CCC / CA - 655 ) 1 3 0,66667 2 CC80 - URUCUM 1 BLASINA.RIO ( RIO / FC - 1 ) 1 1 24,00000 24 CC05 - SÉRIE NEGROS SEM FATOR 1 VANDRÉ GUIMARÃES. RIO ( RIO / FC - 14 ) 7 15 5,00000 75 2 WEXLEY OLIVEIRA ( ACCN / LA - 155 ) 3 5 5,60000 28 3 CRIADOURO NASCIMENTO CALDAS ( ACCN / LA - 20 ) 2 3 5,66667 17 4 CRIADOURO NASCIMENTO CALDAS ( CCC / CA - 608 ) 2 3 5,66667 17 5 CANARIL MARHEN ( ACCN / LA - 149 ) 1 1 12,00000 12 6 VANDRÉ GUIMARÃES ( AMACC / MK - 2 ) 1 1 12,00000 12 7 MANOEL ( ACCN / LA - 7 ) 1 1 12,00000 12 8 CANARIL BERTIN ( CCC / CA - 313 ) 1 3 4,00000 12 9 STUD ENCANTO ( CCC / CA - 264 ) 1 2 1,50000 3 CC09 - SÉRIE NEGROS COM FATOR 1 ANTONIO JORGE FERREIRA ( CCC / CA - 88 ) 2 3 16,00000 48 2 CANARIL BERTIN ( CCC / CA - 313 ) 3 5 8,40000 42 3 BLASINA.RIO ( RIO / FC - 1 ) 1 1 24,00000 24 4 CRIADOURO CATELAN ( SOBC / EM - 14 ) 1 3 2,66667 8 5 CANARIL DO SUCESSO FERNANDO ( CCC / CA - 641 ) 1 1 8,00000 8 CC39 - SÉRIE ÁGATAS TOPÁZIOS COM FATOR 1 ( CCC / CA - 130 ) 3 5 10,80000 54 2 RIBAMAR ( CCC / CA - 429 ) 2 4 8,75000 35 CC47 - SÉRIE NEGROS ONIXES SEM FATOR 1 WEXLEY OLIVEIRA ( ACCN / LA - 155 ) 7 15 8,73333 131 2 CRIADOURO NASCIMENTO CALDAS ( CCC / CA - 608 ) 3 3 2,66667 8 CC53 - SÉRIE NEGROS COBALTOS SEM FATOR 1 CRIADOURO NASCIMENTO CALDAS ( ACCN / LA - 20 ) 1 1 24,00000 24 CC59 - SÉRIE NEGROS JASPE SEM FATOR 1 CRIADOURO NASCIMENTO CALDAS ( ACCN / LA - 20 ) 1 1 12,00000 12 TOTAL DE PARTICIPANTES 11 CLUBES 53 CRIADORES 607 CANÁRIOS DE PORTE 514 CANÁRIOS DE COR CC10 - SÉRIE ÁGATAS COM FATOR 1 RIBAMAR ( CCC / CA - 429 ) 6 18 7,22222 130 2 BLASINA.RIO ( RIO / FC - 1 ) 2 2 24,00000 48 3 CANARIL BERTIN ( CCC / CA - 313 ) 2 2 12,00000 24 4 CRIADOURO CATELAN ( SOBC / EM - 14 ) 2 2 8,50000 17 5 ANTONIO JORGE FERREIRA ( CCC / CA - 88 ) 2 6 1,66667 10 CC11 - SÉRIE CANELAS COM FATOR 1 BLASINA.RIO ( RIO / FC - 1 ) 2 3 28,00000 84 2 CANARIL BERTIN ( CCC / CA - 313 ) 1 2 10,00000 20 CC12 - SÉRIE ISABELINOS COM FATOR 1 RIBAMAR ( CCC / CA - 429 ) 5 8 11,00000 88 2 TIAGO - CANARIL RIO DAS OSTRAS ( RIO / FC - 2 ) 1 1 24,00000 24 CC13 - SÉRIE NEGROS PASTÉIS SEM FATOR 1 ALEXANDRE ( ASCC / NJ - 62 ) 1 1 12,00000 12 CC22 - SÉRIE ÁGATAS OPALINOS SEM FATOR 1 GABI ( RIO / FC - 17 ) 1 1 36,00000 36 CC24 - SÉRIE ISABELINOS OPALINOS SEM FATOR 1 CANARIL BERTIN ( CCC / CA - 313 ) 1 2 15,00000 30 CC26 - SÉRIE ÁGATAS OPALINOS COM FATOR 1 BRUNO.RIO ( RIO / FC - 15 ) 2 2 36,00000 72 2 CANARIL LUAR ( CCC / CA - 456 ) 1 2 6,50000 13 3 CRIADOURO CATELAN ( SOBC / EM - 14 ) 1 1 12,00000 12 CC29 - SÉRIE FEOS SEM FATOR 1 ALEXANDRE ( ASCC / NJ - 62 ) 7 9 9,77778 88 CC30 - SÉRIE FEOS COM FATOR 1 VANDRÉ GUIMARÃES. RIO ( RIO / FC - 14 ) 4 5 6,40000 32 CC31 - SÉRIE ACETINADOS SEM FATOR 1 MANOEL ( ACCN / LA - 7 ) 5 8 6,87500 55 2 CANARIL BERTIN ( CCC / CA - 313 ) 1 3 10,33333 31 CC33 - SÉRIE ASAS CINZA SEM FATOR 1 CANARIL BERTIN ( CCC / CA - 313 ) 2 2 10,00000 20 2 ALEXANDRE ( ASCC / NJ - 62 ) 1 3 6,66667 20 CC34 - SÉRIE ASAS CINZA COM FATOR 1 CANARIL BERTIN ( CCC / CA - 313 ) 2 2 6,00000 12 CC63 - SÉRIE ÁGATAS JASPE COM FATOR 1 CANARIL BERTIN ( CCC / CA - 313 ) 2 3 4,00000 12 CC64 - SÉRIE CANELAS JASPE COM FATOR 1 CANARIL BERTIN ( CCC / CA - 313 ) 2 3 8,00000 24 CC65 - SÉRIE NEGRO MOGNO SEM FATOR 1 BLASINA.RIO ( RIO / FC - 1 ) 4 5 16,80000 84 2 CANARIL MARHEN ( ACCN / LA - 149 ) 7 13 5,76923 75 3 VANDRÉ GUIMARÃES ( AMACC / MK - 2 ) 1 2 10,00000 20 CC66 - SÉRIE CANELA MOGNO SEM FATOR 1 CRIADOURO NASCIMENTO CALDAS ( ACCN / LA - 20 ) 9 16 10,50000 168 CANÁRIOS CAMPEÕES 42 Campeões 90 pts de canários de porte 26 Campeões 91 pts de canários de porte 36 Campeões 90 pts de canários de cor 13 Campeões 91 pts de canários de cor 34 CCC em Revista - 2018
CC0101 BRANCO SÉRIE LIPOCRÔMICOS CLÁSSICOS SEM FATOR Conj.: (5) 1 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 91 I - - CA 130 1 2017 7 2 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 90 I - - CA 130 3 2017 9 3 CANARIL LUAR - I - - CA 456 3 2017 19 4 PEREIRA.RIO - I - - FC 10 46 2017 36 5 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA - I - - CA 130 2 2017 8 CC0101 BRANCO SÉRIE LIPOCRÔMICOS CLÁSSICOS SEM FATOR 1 CANARIL LUAR 89 Q 5 358 CA 456 4 2017 20 1 CANARIL LUAR 88 Q 5 358 CA 456 5 2017 21 1 CANARIL LUAR 88 Q 5 358 CA 456 6 2017 22 1 CANARIL LUAR 88 Q 5 358 CA 456 7 2017 23 CC0101 BRANCO SÉRIE LIPOCRÔMICOS CLÁSSICOS SEM FATOR Conj.: (0) 1 CANARIL LUAR - R 5 358 CA 456 8 2017 24 CC0102 BRANCO DOMINANTE SÉRIE LIPOCRÔMICOS CLÁSSICOS SEM FATOR 1 DALMO GIMENES 88 I - - CA 544 82 2017 42 CC0103 AMARELO INTENSO SÉRIE LIPOCRÔMICOS CLÁSSICOS SEM FATOR Conj.: (5) 1 BRAGA 89 I - - NJ 58 16 2017 61 2 BRAGA 88 I - - NJ 58 53 2017 63 3 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES - I - - CA 582 69 2017 58 4 DALMO GIMENES - I - - CA 544 86 2017 56 5 DALMO GIMENES - I - - LA 544 1 2017 60 CC0103 AMARELO INTENSO SÉRIE LIPOCRÔMICOS CLÁSSICOS SEM FATOR 1 ANTONIO JORGE FERREIRA 87 Q 4 350 CA 88 45 2017 53 1 ANTONIO JORGE FERREIRA 86 Q 4 350 CA 88 46 2017 54 1 ANTONIO JORGE FERREIRA 86 Q 4 350 CA 88 88 2017 55 1 ANTONIO JORGE FERREIRA 87 Q 4 350 CA 88 44 2017 52 CC0104 AMARELO NEVADO SÉRIE LIPOCRÔMICOS CLÁSSICOS SEM FATOR Conj.: (5) 1 BRAGA 87 I - - NJ 58 55 2017 78 2 DALMO GIMENES 87 I - - LA 544 3 2017 75 3 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES - I - - CA 582 114 2017 73 4 ANTONIO JORGE FERREIRA - I - - CA 88 4 2017 64 5 ANTONIO JORGE FERREIRA - I - - CA 88 13 2017 66 CC0105 AMARELO MOSAICO MACHO SÉRIE LIPOCRÔMICOS CLÁSSICOS Conj.: (3) SEM FATOR 1 ANTONIO JORGE FERREIRA 87 I - - CA 88 92 2017 80 2 DALMO GIMENES 87 I - - CA 544 9 2017 81 3 DALMO GIMENES - I - - CA 544 62 2017 82 CC0106 AMARELO MOSAICO FÒMEA SÉRIE LIPOCRÔMICOS CLÁSSICOS SEM FATOR 1 DALMO GIMENES 90 I - - CA 544 112 2017 85 CC0107 AMARELO MARFIM INTENSO SÉRIE LIPOCRÔMICOS CLÁSSICOS SEM Conj.: (4) FATOR 1 DALMO GIMENES 91 I - - CA 544 100 2017 92 2 CANARIL LOPES 87 I - - CA 9 17 2017 90 3 CANARIL LOPES - I - - CA 9 46 2017 89 4 CANARIL LOPES - I - - CA 9 45 2017 88 CC0108 AMARELO MARFIM NEVADO SÉRIE LIPOCRÔMICOS CLÁSSICOS SEM FATOR 1 DALMO GIMENES 88 I - - CA 544 109 2017 94 CC0109 AMARELO MARFIM MOSAICO MACHO SÉRIE LIPOCRÔMICOS Conj.: (2) CLÁSSICOS SEM FATOR 1 DALMO GIMENES 88 I - - LA 544 17 2017 96 2 DALMO GIMENES 87 I - - CA 544 97 2017 95 CC0301 ALBINO SÉRIE INOS LIPOCRÔMICOS SEM FATOR Conj.: (5) 1 DALMO GIMENES 90 I - - CA 544 178 2017 100 2 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES 90 I - - CA 582 151 2017 104 3 ANTONIO JORGE FERREIRA - I - - CA 88 77 2017 98 4 DALMO GIMENES - I - - CA 544 55 2017 102 5 ANTONIO JORGE FERREIRA - I - - CA 88 76 2017 97 CC0303 LUTINO INTENSO SÉRIE INOS LIPOCRÔMICOS SEM FATOR 1 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES 88 I - - CA 582 147 2017 105 CC0310 LUTINO MARFIM MOSAICO FÊMEA SÉRIE INOS LIPOCRÔMICOS SEM Conj.: (2) FATOR 1 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES 90 I - - CA 582 86 2017 107 3 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES - I - - CA 582 88 2017 108 CC0601 VERMELHO INTENSO SÉRIE LIPOCRÔMICOS CLÁSSICOS COM Conj.: (5) FATOR 1 BLASINA.RIO 91 I - - FC 1 684 2017 139 2 BRAGA 90 I - - NJ 58 32 2017 143 3 CANARIL DAS ESTRELAS 90 I - - NJ 10 3 2017 141 4 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA - I - - CA 130 9 2017 116 5 DALMO GIMENES - I - - CA 544 56 2017 134 CC0601 VERMELHO INTENSO SÉRIE LIPOCRÔMICOS CLÁSSICOS COM FATOR 1 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 89 Q 4 360 CA 130 14 2017 120 CC0601 VERMELHO INTENSO SÉRIE LIPOCRÔMICOS CLÁSSICOS COM FATOR 1 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 90 Q 4 360 CA 130 15 2017 121 1 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 88 Q 4 360 CA 130 12 2017 122 1 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 89 Q 4 360 CA 130 13 2017 119 CC0601 VERMELHO INTENSO SÉRIE LIPOCRÔMICOS CLÁSSICOS COM Conj.: (0) FATOR 1 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA - R 4 360 CA 130 16 2017 123 CC0602 VERMELHO NEVADO SÉRIE LIPOCRÔMICOS CLÁSSICOS COM FATOR Conj.: (5) 1 BLASINA.RIO 91 I - - FC 1 641 2017 169 2 BRAGA 90 I - - NJ 58 21 2017 171 3 BRAGA - I - - NJ 58 20 2017 170 4 DALMO GIMENES - I - - CA 544 57 2017 165 5 CANARIL BERTIN - I - - CA 313 18 2017 152 CC0603 VERMELHO MOSAICO MACHO SÉRIE LIPOCRÔMICOS CLÁSSICOS Conj.: (5) COM FATOR 1 CANARIL LUAR 90 I - - CA 456 15 2017 184 2 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 90 I - - CA 130 20 2017 181 3 CANARIL LUAR - I - - CA 456 17 2017 186 4 ANTONIO JORGE FERREIRA - I - - CA 88 151 2017 180 5 CANARIL LUAR - I - - CA 456 16 2017 185 CC0605 VERMELHO MARFIM INTENSO SÉRIE LIPOCRÔMICOS CLÁSSICOS Conj.: (5) COM FATOR 1 BLASINA.RIO 91 I - - FC 1 344 2017 196 2 BRAGA 90 I - - NJ 58 41 2017 198 3 BRAGA - I - - NJ 58 39 2017 197 4 RIBAMAR - I - - CA 429 55 2017 192 5 TIAGO - CANARIL RIO DAS OSTRAS - I - - CA 655 6 2017 195 CC0606 VERMELHO MARFIM NEVADO SÉRIE LIPOCRÔMICOS CLÁSSICOS Conj.: (2) COM FATOR 1 BRAGA 90 I - - NJ 58 9 2017 200 2 BRAGA 89 I - - NJ 58 6 2017 199 CC0608 VERMELHO MARFIM MOSAICO FÊMEA SÉRIE LIPOCRÔMICOS Conj.: (2) CLÁSSICOS COM FATOR 1 VANDRÉ GUIMARÃES 88 I - - MK 2 68 2017 203 2 BLASINA.RIO 87 I - - FC 1 715 2017 202 CC0801 VERMELHO INTENSO ASA BRANCA SÉRIE LIPOCRÔMICOS CLÁSSICOS COM FATOR 1 BLASINA.RIO 90 I - - FC 1 778 2017 204 CC0803 VERMELHO MOSAICO MACHO ASA BRANCA SÉRIE LIPOCRÔMICOS Conj.: (5) CLÁSSICOS COM FATOR 1 BLASINA.RIO 90 I - - FC 1 347 2017 208 2 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 90 I - - CA 130 25 2017 207 3 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA - I - - CA 130 24 2017 206 4 BRAGA - I - - NJ 58 46 2017 209 5 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA - I - - CA 130 23 2017 205 CC0804 VERMELHO MOSAICO FÊMEA ASA BRANCA SÉRIE LIPOCRÔMICOS CLÁSSICOS COM FATOR 1 BLASINA.RIO 88 Q - - FC 1 862 2017 212 1 BLASINA.RIO 88 Q - - FC 1 330 2017 213 1 BLASINA.RIO 90 Q - - FC 1 191 2017 210 1 BLASINA.RIO 88 Q - - FC 1 499 2017 211 CC0805 VERMELHO MARFIM INTENSO ASA BRANCA SÉRIE LIPOCRÔMICOS CLÁSSICOS COM FATOR 1 BLASINA.RIO 91 I - - FC 1 871 2017 214 CC0806 VERMELHO MARFIM NEVADO ASA BRANCA SÉRIE LIPOCRÔMICOS CLÁSSICOS COM FATOR 1 BLASINA.RIO 90 I - - FC 1 106 2017 216 CC0807 VERMELHO MARFIM MOSAICO MACHO ASA BRANCA SÉRIE LIPOCRÔMICOS CLÁSSICOS COM FATOR 1 BLASINA.RIO 91 I - - FC 1 527 2017 217 CC0808 VERMELHO MARFIM MOSAICO FÊMEA ASA BRANCA SÉRIE LIPOCRÔMICOS CLÁSSICOS COM FATOR 1 BLASINA.RIO 89 I - - FC 1 160 2017 218 CC0908 RUBINO MARFIM MOSAICO FÊMEA ASA BRANCA SÉRIE LIPOCRÔMICOS CLÁSSICOS COM FATOR 1 BLASINA.RIO 88 I - - FC 1 316 2017 219 CC1002 VERMELHO URUCUM NEVADO URUCUM 1 BLASINA.RIO 91 I - - FC 1 246 2017 220 CC1101 AZUL SÉRIE NEGROS SEM FATOR Conj.: (4) 1 CRIADOURO NASCIMENTO CALDAS 88 I - - LA 20 152 2017 225 2 VANDRÉ GUIMARÃES. RIO 87 I - - FC 14 2 2017 224 3 VANDRÉ GUIMARÃES. RIO - I - - FC 14 21 2017 223 4 STUD ENCANTO - I - - CA 264 229 2017 222 CCC em Revista - 2018 35
CC1102 AZUL DOMINANTE SÉRIE NEGROS SEM FATOR Conj.: (2) 1 CANARIL MARHEN 89 I - - LA 149 33 2017 228 2 VANDRÉ GUIMARÃES. RIO 88 I - - FC 14 15 2017 227 CC1103 VERDE INTENSO SÉRIE NEGROS SEM FATOR Conj.: (5) 1 VANDRÉ GUIMARÃES. RIO 88 I - - FC 14 11 2017 238 2 WEXLEY OLIVEIRA 88 I - - LA 155 20 2017 242 3 VANDRÉ GUIMARÃES. RIO - I - - FC 14 26 2017 240 4 CRIADOURO NASCIMENTO CALDAS - I - - CA 608 137 2017 236 5 CRIADOURO NASCIMENTO CALDAS - I - - CA 608 138 2017 237 CC1105 VERDE MOSAICO MACHO SÉRIE NEGROS SEM FATOR Conj.: (4) 1 VANDRÉ GUIMARÃES 88 I - - MK 2 1 2017 258 2 VANDRÉ GUIMARÃES. RIO 87 I - - FC 14 7 2017 256 3 VANDRÉ GUIMARÃES. RIO - I - - FC 14 9 2017 257 4 VANDRÉ GUIMARÃES. RIO - I - - FC 14 1 2017 255 CC1106 VERDE MOSAICO FÊMEA SÉRIE NEGROS SEM FATOR Conj.: (3) 1 MANOEL 88 I - - LA 7 21 2017 260 2 VANDRÉ GUIMARÃES. RIO 87 I - - FC 14 17 2017 259 3 CRIADOURO NASCIMENTO CALDAS - I - - LA 20 114 2017 261 CC1107 VERDE MARFIM INTENSO SÉRIE NEGROS SEM FATOR 1 CRIADOURO NASCIMENTO CALDAS 88 I - - CA 608 145 2017 263 CC1108 VERDE MARFIM NEVADO SÉRIE NEGROS SEM FATOR Conj.: (2) 1 WEXLEY OLIVEIRA 88 I - - LA 155 40 2017 264 2 WEXLEY OLIVEIRA 87 I - - LA 155 38 2017 265 CC1110 VERDE MARFIM MOSAICO FÊMEA SÉRIE NEGROS SEM FATOR Conj.: (3) 1 CANARIL BERTIN 88 I - - CA 313 43 2017 267 2 VANDRÉ GUIMARÃES. RIO 87 I - - FC 14 8 2017 270 3 VANDRÉ GUIMARÃES. RIO - I - - FC 14 6 2017 269 CC1501 COBRE INTENSO SÉRIE NEGROS COM FATOR Conj.: (5) 1 BLASINA.RIO 91 I - - FC 1 716 2017 285 2 CANARIL BERTIN 89 I - - CA 313 45 2017 280 3 CRIADOURO CATELAN - I - - EM 14 101 2017 284 4 CRIADOURO CATELAN - I - - EM 14 114 2017 282 5 CANARIL BERTIN - I - - CA 313 69 2017 281 CC1502 COBRE NEVADO SÉRIE NEGROS COM FATOR 1 CANARIL BERTIN 86 I - - CA 313 102 2017 289 CC1503 COBRE MOSAICO MACHO SÉRIE NEGROS COM FATOR Conj.: (2) 1 ANTONIO JORGE FERREIRA 88 I - - CA 88 134 2017 291 2 CANARIL DO SUCESSO FERNANDO 86 I - - CA 641 50 2017 296 CC1503 COBRE MOSAICO MACHO SÉRIE NEGROS COM FATOR 1 ANTONIO JORGE FERREIRA 87 Q 5 354 CA 88 135 2017 295 1 ANTONIO JORGE FERREIRA 87 Q 5 354 CA 88 86 2017 292 1 ANTONIO JORGE FERREIRA 87 Q 5 354 CA 88 187 2017 293 1 ANTONIO JORGE FERREIRA 88 Q 5 354 CA 88 133 2017 294 CC1504 COBRE MOSAICO FÊMEA SÉRIE NEGROS COM FATOR 1 ANTONIO JORGE FERREIRA 88 Q 5 357 CA 88 21 2017 297 1 ANTONIO JORGE FERREIRA 88 Q 5 357 CA 88 22 2017 298 1 ANTONIO JORGE FERREIRA 88 Q 5 357 CA 88 23 2017 299 1 ANTONIO JORGE FERREIRA 88 Q 5 357 CA 88 188 2017 300 CC1505 COBRE MARFIM INTENSO SÉRIE NEGROS COM FATOR Conj.: (2) 1 CANARIL BERTIN 88 I - - CA 313 28 2017 302 2 CANARIL BERTIN 87 I - - CA 313 27 2017 301 CC1601 ÁGATA VERMELHO INTENSO SÉRIE ÁGATAS COM FATOR Conj.: (4) 1 BLASINA.RIO 91 I - - FC 1 484 2017 311 2 RIBAMAR 90 I - - CA 429 8 2017 304 3 RIBAMAR - I - - CA 429 17 2017 303 4 RIBAMAR - I - - CA 429 11 2017 305 CC1601 ÁGATA VERMELHO INTENSO SÉRIE ÁGATAS COM FATOR 1 RIBAMAR 88 Q 5 356 CA 429 40 2017 307 1 RIBAMAR 87 Q 5 356 CA 429 48 2017 308 1 RIBAMAR 88 Q 5 356 CA 429 35 2017 306 1 RIBAMAR 88 Q 5 356 CA 429 16 2017 309 CC1601 ÁGATA VERMELHO INTENSO SÉRIE ÁGATAS COM FATOR Conj.: (0) 1 RIBAMAR - R 5 356 CA 429 34 2017 310 CC1602 ÁGATA VERMELHO NEVADO SÉRIE ÁGATAS COM FATOR Conj.: (4) 1 BLASINA.RIO 91 I - - FC 1 423 2017 315 2 RIBAMAR 90 I - - CA 429 18 2017 312 3 RIBAMAR - I - - CA 429 36 2017 313 4 RIBAMAR - I - - CA 429 32 2017 314 CC1603 ÁGATA VERMELHO MOSAICO MACHO SÉRIE ÁGATAS COM FATOR Conj.: (5) 1 CANARIL BERTIN 88 I - - CA 313 39 2017 319 2 RIBAMAR 87 I - - CA 429 38 2017 320 3 RIBAMAR - I - - CA 429 2 2017 322 4 ANTONIO JORGE FERREIRA - I - - CA 88 50 2017 316 5 ANTONIO JORGE FERREIRA - I - - CA 88 148 2017 318 CC1604 ÁGATA VERMELHO MOSAICO FÊMEA SÉRIE ÁGATAS COM FATOR Conj.: (4) 1 CANARIL BERTIN 88 I - - CA 313 9 2017 329 2 RIBAMAR 88 I - - CA 429 60 2017 331 3 ANTONIO JORGE FERREIRA - I - - CA 88 108 2017 324 4 RIBAMAR - I - - CA 429 14 2017 330 CC1605 ÁGATA VERMELHO MARFIM INTENSO SÉRIE ÁGATAS COM FATOR 1 CRIADOURO CATELAN 88 I - - EM 14 123 2017 333 CC1607 ÁGATA VERMELHO MARFIM MOSAICO MACHO SÉRIE ÁGATAS COM Conj.: (2) FATOR 1 RIBAMAR 88 I - - CA 429 27 2017 335 2 RIBAMAR 87 I - - CA 429 39 2017 334 CC1608 ÁGATA VERMELHO MARFIM MOSAICO FÊMEA SÉRIE ÁGATAS COM Conj.: (3) FATOR 1 RIBAMAR 88 I - - CA 429 25 2017 336 2 RIBAMAR 87 I - - CA 429 85 2017 337 3 CRIADOURO CATELAN - I - - EM 14 18 2017 339 CC1701 CANELA VERMELHO INTENSO SÉRIE CANELAS COM FATOR 1 BLASINA.RIO 90 I - - FC 1 326 2017 340 CC1701 CANELA VERMELHO INTENSO SÉRIE CANELAS COM FATOR 1 BLASINA.RIO 89 Q 4 360 FC 1 655 2017 341 1 BLASINA.RIO 88 Q 4 360 FC 1 366 2017 342 1 BLASINA.RIO 89 Q 4 360 FC 1 322 2017 343 1 BLASINA.RIO 90 Q 4 360 FC 1 270 2017 344 CC1702 CANELA VERMELHO NEVADO SÉRIE CANELAS COM FATOR 1 BLASINA.RIO 90 I - - FC 1 747 2017 345 CC1703 CANELA VERMELHO MOSAICO MACHO SÉRIE CANELAS COM FATOR Conj.: (2) 1 CANARIL BERTIN 88 I - - CA 313 92 2017 347 2 CANARIL BERTIN 87 I - - CA 313 65 2017 346 CC1801 ISABELINO VERMELHO INTENSO SÉRIE ISABELINOS COM FATOR 1 TIAGO - CANARIL RIO DAS OSTRAS 90 I - - FC 2 4 2017 348 CC1802 ISABELINO VERMELHO NEVADO SÉRIE ISABELINOS COM FATOR 1 RIBAMAR 89 I - - CA 429 77 2017 349 CC1804 ISABELINO VERMELHO MOSAICO FÊMEA SÉRIE ISABELINOS COM FATOR 1 RIBAMAR 90 I - - CA 429 67 2017 352 CC1805 ISABELINO VERMELHO MARFIM INTENSO SÉRIE ISABELINOS COM Conj.: (2) FATOR 1 RIBAMAR 90 I - - CA 429 21 2017 353 2 RIBAMAR 89 I - - CA 429 20 2017 354 CC1806 ISABELINO VERMELHO MARFIM NEVADO SÉRIE ISABELINOS COM Conj.: (2) FATOR 1 RIBAMAR 88 I - - CA 429 80 2017 355 2 RIBAMAR 87 I - - CA 429 19 2017 356 CC1904 VERDE PASTEL NEVADO SÉRIE NEGROS PAST ÉIS SEM FATOR 1 ALEXANDRE 86 I - - NJ 62 55 2017 357 CC2805 ÁGATA OPALINO AMARELO MOSAICO MACHO SÉRIE ÁGATAS OPALINOS SEM FATOR 1 GABI 89 Q 5 360 FC 17 10 2017 359 1 GABI 88 Q 5 360 FC 17 11 2017 360 1 GABI 88 Q 5 360 FC 17 12 2017 361 1 GABI 90 Q 5 360 FC 17 14 2017 362 CC3001 ISABELINO OPALINO PRATEADO SÉRIE ISABELINOS OPALINOS SEM FATOR 1 CANARIL BERTIN 87 I - - CA 313 3 2017 369 CC3001 ISABELINO OPALINO PRATEADO SÉRIE ISABELINOS OPALINOS SEM FATOR 1 CANARIL BERTIN 88 Q 5 353 CA 313 83 2017 372 1 CANARIL BERTIN 87 Q 5 353 CA 313 84 2017 373 1 CANARIL BERTIN 86 Q 5 353 CA 313 26 2017 370 1 CANARIL BERTIN 87 Q 5 353 CA 313 67 2017 371 CC3203 ÁGATA OPALINO VERMELHO MOSAICO MACHO SÉRIE ÁGATAS Conj.: (3) OPALINOS COM FATOR 1 CRIADOURO CATELAN 89 I - - EM 14 26 2017 376 2 CANARIL LUAR 86 I - - CA 456 24 2017 374 3 CANARIL LUAR - I - - CA 456 25 2017 375 CC3203 ÁGATA OPALINO VERMELHO MOSAICO MACHO SÉRIE ÁGATAS OPALINOS COM FATOR 1 BRUNO.RIO 89 Q 5 360 FC 15 5 2017 377 1 BRUNO.RIO 88 Q 5 360 FC 15 38 2017 378 1 BRUNO.RIO 89 Q 5 360 FC 15 67 2017 379 1 BRUNO.RIO 89 Q 5 360 FC 15 10 2017 380 36 CCC em Revista - 2018
CC3204 ÁGATA OPALINO VERMELHO MOSAICO FÊMEA SÉRIE ÁGATAS OPALINOS COM FATOR 1 BRUNO.RIO 88 Q 5 360 FC 15 47 2017 383 1 BRUNO.RIO 90 Q 5 360 FC 15 65 2017 384 1 BRUNO.RIO 89 Q 5 360 FC 15 41 2017 381 1 BRUNO.RIO 88 Q 5 360 FC 15 3 2017 382 CC3504 FEO LUTINO NEVADO MACHO SÉRIE FEOS SEM FATOR 1 ALEXANDRE 88 I - - NJ 62 2 2017 385 CC3507 FEO LUTINO MARFIM NEVADO MACHO SÉRIE FEOS SEM FATOR 1 ALEXANDRE 87 I - - NJ 62 1 2017 386 CC3511 FEO LUTINO INTENSO FÊMEA SÉRIE FEOS SEM FATOR 1 ALEXANDRE 88 I - - NJ 62 13 2017 387 CC3512 FEO LUTINO NEVADO FÊMEA SÉRIE FEOS SEM FATOR Conj.: (2) 1 ALEXANDRE 88 I - - NJ 62 46 2017 388 2 ALEXANDRE 87 I - - NJ 62 86 2017 389 CC3513 FEO LUTINO MOSAICO FÊMEA SÉRIE FEOS SEM FATOR Conj.: (2) 1 ALEXANDRE 88 I - - NJ 62 53 2017 390 2 ALEXANDRE 87 I - - NJ 62 77 2017 391 CC3515 FEO LUTINO MARFIM NEVADO FÊMEA SÉRIE FEOS SEM FATOR 1 ALEXANDRE 88 I - - NJ 62 27 2017 393 CC3603 FEO RUBINO MOSAICO MACHO SÉRIE FEOS COM FATOR Conj.: (2) 1 VANDRÉ GUIMARÃES. RIO 89 I - - FC 14 181 2017 395 2 VANDRÉ GUIMARÃES. RIO 88 I - - FC 14 178 2017 394 CC3606 FEO RUBINO MARFIM MOSAICO MACHO SÉRIE FEOS COM FATOR 1 VANDRÉ GUIMARÃES. RIO 88 I - - FC 14 175 2017 396 CC3701 ACETINADO PRATEADO SÉRIE ACETINADOS SEM FATOR Conj.: (4) 1 MANOEL 88 I - - LA 7 9 2017 407 2 CANARIL BERTIN 87 I - - CA 313 61 2017 400 3 CANARIL BERTIN - I - - CA 313 64 2017 401 4 MANOEL - I - - LA 7 14 2017 406 CC3701 ACETINADO PRATEADO SÉRIE ACETINADOS SEM FATOR 1 CANARIL BERTIN 87 Q 4 350 CA 313 62 2017 402 1 CANARIL BERTIN 87 Q 4 350 CA 313 63 2017 403 1 CANARIL BERTIN 86 Q 4 350 CA 313 104 2017 404 1 CANARIL BERTIN 86 Q 4 350 CA 313 105 2017 405 CC3702 ACETINADO PRATEADO DOMINANTE SÉRIE ACETINADOS SEM Conj.: (2) FATOR 1 MANOEL 88 I - - LA 7 58 2017 409 2 MANOEL 87 I - - LA 7 33 2017 408 CC3710 ACETINADO AMARELO MARFIM MOSAICO FÊMEA SÉRIE Conj.: (2) ACETINADOS SEM FATOR 1 MANOEL 87 I - - LA 7 39 2017 413 2 MANOEL 86 I - - LA 7 38 2017 412 CC3901 ASAS CINZA PRATEADO SÉRIE ASAS CINZA SEM FATOR 1 CANARIL BERTIN 88 I - - CA 313 56 2017 414 CC3904 ASAS CINZA AMARELO NEVADO SÉRIE ASAS CINZA SEM FATOR Conj.: (4) 1 ALEXANDRE 88 I - - NJ 62 51 2017 418 2 CANARIL BERTIN 88 I - - CA 313 13 2017 415 3 ALEXANDRE - I - - NJ 62 28 2017 416 4 ALEXANDRE - I - - NJ 62 29 2017 417 CC4003 ASAS CINZA VERMELHO MOSAICO MACHO SÉRIE ASAS CINZA COM FATOR 1 CANARIL BERTIN 87 I - - CA 313 57 2017 419 CC4603 ÁGATA TOPÁZIO VERMELHO MOSAICO MACHO SÉRIE ÁGATAS Conj.: (4) TOPÁZIOS COM FATOR 1 RIBAMAR 90 I - - CA 429 45 2017 423 2 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 89 I - - CA 130 27 2017 422 3 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA - I - - CA 130 26 2017 421 4 RIBAMAR - I - - CA 429 43 2017 424 CC4604 ÁGATA TOPÁZIO VERMELHO MOSAICO FÊMEA SÉRIE ÁGATAS Conj.: (3) TOPÁZIOS COM FATOR 1 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 90 I - - CA 130 29 2017 426 2 RIBAMAR 89 I - - CA 429 10 2017 428 3 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA - I - - CA 130 28 2017 425 CC4608 ÁGATA TOPÁZIO VERMELHO MARFIM MOSAICO FÊMEA SÉRIE ÁGATAS TOPÁZIOS COM FATOR 1 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 88 I - - CA 130 30 2017 429 CC5701 AZUL ONIX SÉRIE NEGROS ONIXES SEM FATOR Conj.: (2) 1 WEXLEY OLIVEIRA 90 I - - LA 155 17 2017 431 CC5701 AZUL ONIX SÉRIE NEGROS ONIXES SEM FATOR Conj.: (2) 2 WEXLEY OLIVEIRA 89 I - - LA 155 5 2017 430 CC5703 VERDE ONIX INTENSO SÉRIE NEGROS ONIXES SEM FATOR Conj.: (3) 1 WEXLEY OLIVEIRA 89 I - - LA 155 3 2017 435 2 CRIADOURO NASCIMENTO CALDAS 88 I - - CA 608 1 2017 433 3 WEXLEY OLIVEIRA - I - - LA 155 44 2017 436 CC5703 VERDE ONIX INTENSO SÉRIE NEGROS ONIXES SEM FATOR 1 WEXLEY OLIVEIRA 88 Q 4 353 LA 155 2 2017 440 1 WEXLEY OLIVEIRA 86 Q 4 353 LA 155 49 2017 438 1 WEXLEY OLIVEIRA 88 Q 4 353 LA 155 31 2017 439 1 WEXLEY OLIVEIRA 87 Q 4 353 LA 155 26 2017 437 CC5703 VERDE ONIX INTENSO SÉRIE NEGROS ONIXES SEM FATOR Conj.: (0) 1 WEXLEY OLIVEIRA - R 4 353 LA 155 50 2017 441 CC5706 VERDE ONIX MOSAICO FÊMEA SÉRIE NEGROS ONIXES SEM FATOR 1 WEXLEY OLIVEIRA 87 I - - LA 155 51 2017 444 CC5707 VERDE ONIX MARFIM INTENSO SÉRIE NEGROS ONIXES SEM FATOR Conj.: (2) 1 WEXLEY OLIVEIRA 88 I - - LA 155 34 2017 447 2 WEXLEY OLIVEIRA 87 I - - LA 155 32 2017 446 CC5708 VERDE ONIX MARFIM NEVADO SÉRIE NEGROS ONIXES SEM FATOR Conj.: (2) 1 WEXLEY OLIVEIRA 87 I - - LA 155 12 2017 448 2 WEXLEY OLIVEIRA 86 I - - LA 155 33 2017 449 CC5709 VERDE ONIX MARFIM MOSAICO MACHO SÉRIE NEGROS ONIXES SEM FATOR 1 WEXLEY OLIVEIRA 87 I - - LA 155 35 2017 450 CC6501 AZUL COBALTO SÉRIE NEGROS COBALTOS SEM FATOR 1 CRIADOURO NASCIMENTO CALDAS 90 I - - LA 20 151 2017 452 CC7301 AZUL JASPE SÉRIE NEGROS JASPE SEM FATOR 1 CRIADOURO NASCIMENTO CALDAS 86 I - - LA 20 143 2017 453 CC7804 AGATA JASPE VERMELHO MOSAICO FÊMEA SÉRIE ÁGATAS JASPE COM FATOR 1 CANARIL BERTIN 88 I - - CA 313 10 2017 466 CC7903 CANELA JASPE VERMELHO MOSAICO MACHO SÉRIE CANELAS JASPE COM FATOR 1 CANARIL BERTIN 86 I - - CA 313 101 2017 468 CC7904 CANELA JASPE VERMELHO MOSAICO FÊMEA SÉRIE CANELAS JASPE COM FATOR 1 CANARIL BERTIN 87 I - - CA 313 66 2017 470 CC8101 AZUL MOGNO SÉRIE NEGRO MOGNO SEM FATOR Conj.: (5) 1 VANDRÉ GUIMARÃES 89 I - - MK 2 71 2017 478 2 VANDRÉ GUIMARÃES 88 I - - MK 2 70 2017 477 3 CANARIL MARHEN - I - - LA 149 11 2017 475 4 CANARIL MARHEN - I - - LA 149 36 2017 474 5 CANARIL MARHEN - I - - LA 149 24 2017 476 CC8103 VERDE MOGNO INTENSO SÉRIE NEGRO MOGNO SEM FATOR Conj.: (2) 1 BLASINA.RIO 90 I - - FC 1 742 2017 479 2 CANARIL MARHEN 88 I - - LA 149 26 2017 484 CC8104 VERDE MOGNO NEVADO SÉRIE NEGRO MOGNO SEM FATOR Conj.: (2) 1 BLASINA.RIO 88 I - - FC 1 155 2017 485 2 CANARIL MARHEN 87 I - - LA 149 54 2017 486 CC8105 VERDE MOGNO MOSAICO MACHO SÉRIE NEGRO MOGNO SEM FATOR 1 CANARIL MARHEN 88 I - - LA 149 23 2017 488 CC8106 VERDE MOGNO MOSAICO FÊMEA SÉRIE NEGRO MOGNO SEM FATOR Conj.: (3) 1 CANARIL MARHEN 90 I - - LA 149 42 2017 492 2 CANARIL MARHEN 89 I - - LA 149 41 2017 490 3 CANARIL MARHEN - I - - LA 149 25 2017 491 CC8107 VERDE MOGNO MARFIM INTENSO SÉRIE NEGRO MOGNO SEM FATOR 1 BLASINA.RIO 90 I - - FC 1 595 2017 493 CC8108 VERDE MOGNO MARFIM NEVADO SÉRIE NEGRO MOGNO SEM FATOR 1 BLASINA.RIO 91 I - - FC 1 490 2017 494 CC8201 CANELA MOGNO PRATEADO SÉRIE CANELA MOGNO SEM FATOR Conj.: (2) 1 CRIADOURO NASCIMENTO CALDAS 90 I - - LA 20 90 2017 497 2 CRIADOURO NASCIMENTO CALDAS 89 I - - LA 20 164 2017 498 CCC em Revista - 2018 37
CC8203 CANELA MOGNO MARELO INTENSO SÉRIE CANELA MOGNO SEM FATOR 1 CRIADOURO NASCIMENTO CALDAS 87 I - - LA 20 79 2017 499 CC8204 CANELA MOGNO AMARELO NEVADO SÉRIE CANELA MOGNO SEM Conj.: (2) FATOR 1 CRIADOURO NASCIMENTO CALDAS 90 I - - LA 20 121 2017 501 2 CRIADOURO NASCIMENTO CALDAS 88 I - - LA 20 77 2017 500 CC8205 CANELA MOGNO AMARELO MOSAICO MACHO SÉRIE CANELA Conj.: (2) MOGNO SEM FATOR 1 CRIADOURO NASCIMENTO CALDAS 88 I - - LA 20 106 2017 503 2 CRIADOURO NASCIMENTO CALDAS 87 I - - LA 20 180 2017 502 CC8207 CANELA MOGNO AMARELO MARFIM INTENSO SÉRIE CANELA Conj.: (2) MOGNO SEM FATOR 1 CRIADOURO NASCIMENTO CALDAS 88 I - - LA 20 72 2017 506 2 CRIADOURO NASCIMENTO CALDAS 87 I - - LA 20 177 2017 507 CC8208 CANELA MOGNO AMARELO MARFIM NEVADO SÉRIE CANELA MOGNO SEM FATOR 1 CRIADOURO NASCIMENTO CALDAS 87 I - - LA 20 73 2017 510 CC8209 CANELA MOGNO AMARELO MARFIM MOSAICO MACHO SÉRIE Conj.: (2) CANELA MOGNO SEM FATOR 1 CRIADOURO NASCIMENTO CALDAS 88 I - - LA 20 182 2017 511 2 CRIADOURO NASCIMENTO CALDAS 87 I - - LA 20 183 2017 512 CC8210 CANELA MOGNO AMARELO MARFIM MOSAICO FÊMEA SÉRIE Conj.: (2) CANELA MOGNO SEM FATOR 1 CRIADOURO NASCIMENTO CALDAS 87 I - - LA 20 138 2017 514 2 CRIADOURO NASCIMENTO CALDAS 86 I - - LA 20 172 2017 513 Julgamento e Entrega de Prêmios 38 CCC em Revista - 2018
APOIO CCC em Revista - 2018 39
Resultados do Grande Concurso CLASSIFICAÇÃO GERAL DOS CRIADORES - CANÁRIOS DE COR Class Criador Classes Conj E?ciência Pontos 1 MARCOS CARVALHO - CCC - CA 22 53 9,77358 518 2 CANARIL BERTIN - CCC - CA 27 40 8,92500 357 3 MARCUS VINICIUS - CCC - CA 9 35 9,88571 346 4 RIBAMAR - CCC - CA 15 31 10,12903 314 5 ORLANDO NASCIMENTO-SJ CANARIL - CCC - CA 12 22 13,68182 301 6 GARCIA & CLAUDETE - CCC - CA 10 28 10,35714 290 7 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES - CCC - CA 11 30 6,06667 182 8 DALMO GIMENES - CCC - CA 13 25 6,00000 150 9 CANARIL LUAR - CCC - CA 8 34 3,50000 119 10 KLAUDIUS DIB - CCC - CA 9 13 3,15385 41 11 STUD ENCANTO - CCC - CA 6 9 0,55556 5 12 CANARIL DO SUCESSO FERNANDO - CCC - CA 1 2 1,50000 3 CLASSIFICAÇÃO EFICIÊNCIA - CANÁRIOS DE COR Quantidade mínima: 20 Conjuntos Class Criador C 1 2 3 4 5 Conj Pontos E?ciência (%) 1 ORLANDO NASCIMENTO-SJ CANARIL ( CA - 608 ) 8 12 6 1 0 0 22 301 13,68182 2 GARCIA & CLAUDETE ( CA - 33 ) 4 10 4 3 2 0 28 290 10,35714 3 RIBAMAR ( CA - 429 ) 6 12 6 6 2 1 31 314 10,12903 4 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA ( CA - 130 ) 12 10 6 2 2 0 35 346 09,88571 5 MARCOS CARVALHO ( CA - 662 ) 11 16 15 8 4 0 53 518 09,77358 6 CANARIL BERTIN ( CA - 313 ) 6 16 4 4 2 1 40 357 08,92500 7 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES ( CA - 582 ) 4 4 6 5 5 1 30 182 06,06667 8 DALMO GIMENES ( CA - 544 ) 3 7 1 2 0 3 25 150 06,00000 9 CANARIL LUAR ( CA - 456 ) 3 2 5 2 1 2 34 119 03,50000 SÉRIES - CANÁRIOS DE COR CC01 - LIPOCROMICOS SEM FATOR 1 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES ( CCC / CA - 582 ) 7 21 5,80952 122 2 MARCUS VINÍCIUS ( CCC / CA - 130 ) 2 11 10,54545 116 3 DALMO GIMENES ( CCC / CA - 544 ) 8 16 6,06250 97 4 CANARIL LUAR ( CCC / CA - 456 ) 1 6 3,16667 19 5 MARCOS CARVALHO ( CCC / CA - 662 ) 1 1 0.00000 40 CCC em Revista - 2018
Grande Concurso - COR CCC em Revista - 2018 41
Grande Concurso - COR CC16 - AGATA COM FATOR 1 RIBAMAR ( CCC / CA - 429 ) 6 18 11,61111 209 2 CANARIL BERTIN ( CCC / CA - 313 ) 2 2 7,50000 15 CC17 - CANELA COM FATOR 1 CANARIL BERTIN ( CCC / CA - 313 ) 1 2 16,00000 32 CC18 - ISABELINOS COM FATOR 1 RIBAMAR ( CCC / CA - 429 ) 5 6 15,33333 92 2 MARCOS CARVALHO ( CCC / CA - 662 ) 3 4 7,25000 29 CC28 - AGATA OPALINO SEM FATOR 1 MARCOS CARVALHO ( CCC / CA - 662 ) 4 11 10,72727 118 2 KLAUDIUS DIB ( CCC / CA - 387 ) 3 4 1,25000 5 CC30 - ISABELINO OPALIO SEM FATOR 1 CANARIL BERTIN ( CCC / CA - 313 ) 1 1 36,00000 36 CC32 - AGATA OPALINO COM FATOR 1 CANARIL LUAR ( CCC / CA - 456 ) 2 4 9,25000 37 CC37 - ACETINADO SEM FATOR 1 CANARIL BERTIN ( CCC / CA - 313 ) 1 2 15,00000 30 CC39 - ASAS CINZA SEM FATOR 1 CANARIL BERTIN ( CCC / CA - 313 ) 3 4 14,00000 56 CC40 - ASA CINZA COM FATOR 1 CANARIL BERTIN ( CCC / CA - 313 ) 2 2 6,00000 12 CC42 - AGATA TOPAZIO SEM FATOR 1 MARCOS CARVALHO ( CCC / CA - 662 ) 2 6 14,66667 88 Agradecimentos a FOB - Federação Ornitológica Brasileira por disponibilizar todos os resultados. 42 CCC em Revista - 2018
Grande Concurso - COR CC46 - AGATA TOPAZAIO COM FATOR Class. Criador N. Cores Conj Eficiência Pontos 1 MARCUS VINÍCIUS ( CCC / CA - 130 ) 3 5 20,80000 104 2 RIBAMAR ( CCC / CA - 429 ) 2 3 4,33333 13 CC65 - NEGRO COBALTO SEM FATOR Class. Criador N. Cores Conj Eficiênciac. Pontos 1 ORLANDO NASCIMENTO-SJ CANARIL ( CCC / CA - 608 ) 1 1 12,00000 12 CC73 - NEGRO JASPE SEM FATOR Class. Criador N. Cores Conj E?c. Pontos 1 CANARIL BERTIN ( CCC / CA - 313 ) 2 4 16,25000 65 2 ORLANDO NASCIMENTO-SJ CANARIL ( CCC / CA - 608 ) 1 1 0.00000 CC78 - AGATA JASPE COM FATOR Class. Criador N. Cores Conj E?c. Pontos 1 CANARIL BERTIN ( CCC / CA - 313 ) 2 3 12,00000 36 CC81 - NEGRO MOGNO SEM FATOR Class. Criador N. Cores Conj E?c. Pontos 1 MARCOS CARVALHO ( CCC / CA - 662 ) 6 22 10,36364 228 CC82 - CANELA MOGNO SEM FATOR Class. Criador N. Cores Conj E?c. Pontos 1 ORLANDO NASCIMENTO-SJ CANARIL ( CCC / CA - 608 ) 8 17 15,11765 257 2 MARCOS CARVALHO ( CCC / CA - 662 ) 2 3 7,66667 23 CC85 - NEGRO MOGNO COM FATOR Class. Criador N. Cores Conj E?c. Pontos 1 MARCOS CARVALHO ( CCC / CA - 662 ) 2 4 8,00000 32 No julgamento, são classificados até cinco canários, em cada classe, e os que ficam em primeiro e segundo lugar são pontuados. Agora só os canários classificados em 1 e 2 lugares que obtiverem individualmente o mínimo 88 (era 87) pontos e os quartetos com o mínimo de 354 (era 350) pontos, poderão ser inscritos no Campeonato Brasileiro. A pontuação dos canários classificados, individual ou quarteto, continua a mesma conforme tabelas abaixo. O cálculo do índice de eficiência também continua igual, ou seja é o somatório dos pontos dividido pela quantidade de pássaros inscritos pelo criador, sendo exigido a apresentação de um mínimo de 20 canários. Tabela de Pontos para a Classificação Individual 1º lugar... 12 pontos se o canário teve menos de 90 ou 24 se teve 90 ou mais pontos 2º lugar... 08 pontos se o canário teve menos de 90 ou 16 se teve 90 ou mais pontos 3º lugar... 05 pontos se o canário teve menos de 90 ou 10 se teve 90 ou mais pontos 4º lugar... 03 pontos se o canário teve menos de 90 ou 06 se teve 90 ou mais pontos 5º lugar... 02 pontos se o canário teve menos de 90 ou 04 se teve 90 ou mais pontos Tabela de Pontos para a Classificação de Quartetos 1º lugar... 18 pontos se o quarteto teve menos de 360 ou 36 se teve 360 ou mais pontos 2º lugar... 12 pontos se o quarteto teve menos de 360 ou 24 se teve 360 ou mais pontos 3º lugar... 08 pontos se o quarteto teve menos de 360 ou 16 se teve 360 ou mais pontos 4º lugar... 05 pontos se o quarteto teve menos de 360 ou 10 se teve 360 ou mais pontos 5º lugar... 03 pontos se o quarteto teve menos de 360 ou 06 se teve 360 ou mais pontos CCC em Revista - 2018 43
Grande Concurso - COR RESULTADO GERAL CC0101 BRANCO LIPOCROMICOS SEM FATOS Conj.: (5) 1 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 91 I - - CA 130 1 2017 1 2 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 90 I - - CA 130 3 2017 3 3 CANARIL LUAR - I - - CA 456 3 2017 13 4 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA - I - - CA 130 2 2017 2 5 CANARIL LUAR - I - - CA 456 5 2017 15 CC0101 BRANCO LIPOCROMICOS SEM FATOS Conj.: (2) 1 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 90 Q 5 362 CA 130 9 2017 9 1 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 89 Q 5 362 CA 130 7 2017 7 1 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 89 Q 5 362 CA 130 8 2017 8 1 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 90 Q 5 362 CA 130 6 2017 6 2 CANARIL LUAR 89 Q 5 357 CA 456 9 2017 19 2 CANARIL LUAR 87 Q 5 357 CA 456 6 2017 16 2 CANARIL LUAR 88 Q 5 357 CA 456 7 2017 17 2 CANARIL LUAR 88 Q 5 357 CA 456 8 2017 18 CC0101 BRANCO LIPOCROMICOS SEM FATOS Conj.: (0) 1 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA - R 5 362 CA 130 10 2017 10 2 CANARIL LUAR - R 5 357 CA 456 10 2017 20 CC0102 BRANCO DOMINANTE LIPOCROMICOS SEM FATOS Conj.: (4) 1 DALMO GIMENES 89 I - - CA 544 101 2017 30 2 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES 88 I - - CA 582 73 2017 31 3 DALMO GIMENES - I - - CA 544 82 2017 29 4 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES - I - - CA 582 106 2017 32 CC0103 AMARELO INTENSO LIPOCROMICOS SEM FATOS Conj.: (4) 1 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES 91 I - - CA 582 113 2017 35 2 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES 90 I - - CA 582 128 2017 37 3 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES - I - - CA 582 127 2017 36 4 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES - I - - CA 582 76 2017 33 CC0104 AMARELO NEVADO LIPOCROMICOS SEM FATOS Conj.: (5) 1 DALMO GIMENES 89 I - - CA 544 61 2017 38 2 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES 89 I - - CA 582 114 2017 43 3 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES - I - - CA 582 148 2017 42 4 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES - I - - CA 582 116 2017 40 5 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES - I - - CA 582 161 2017 39 CC0105 AMARELO MOSAICO MACHO LIPOCROMICOS SEM FATOS Conj.: (4) 1 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 90 I - - CA 130 46 2017 46 2 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 89 I - - CA 130 47 2017 47 3 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA - I - - CA 130 45 2017 45 5 DALMO GIMENES - I - - CA 544 185 2017 50 CC0106 AMARELO MOSAICO FÒMEA LIPOCROMICOS SEM FATOS Conj.: (2) 1 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES 90 I - - CA 582 84 2017 58 2 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES 89 I - - CA 582 125 2017 59 CC0106 AMARELO MOSAICO FÒMEA LIPOCROMICOS SEM FATOS 1 DALMO GIMENES 87 Q 4 355 CA 544 114 2017 56 1 DALMO GIMENES 87 Q 4 355 CA 544 115 2017 57 1 DALMO GIMENES 89 Q 4 355 CA 544 79 2017 54 1 DALMO GIMENES 88 Q 4 355 CA 544 113 2017 55 CC0107 AMARELO MARFIM INTENSO LIPOCROMICOS SEM FATOS Conj.: (3) 1 DALMO GIMENES 92 I - - CA 544 74 2017 61 2 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES 89 I - - CA 582 129 2017 62 3 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES - I - - CA 582 152 2017 63 CC0108 AMARELO MARFIM NEVADO LIPOCROMICOS SEM FATOS 1 DALMO GIMENES 90 I - - CA 544 179 2017 64 CC0301 ALBINO INO LIPOCROMICOS SEM FATOR Conj.: (4) 1 DALMO GIMENES 90 I - - CA 544 177 2017 68 2 DALMO GIMENES 89 I - - CA 544 92 2017 67 3 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES - I - - CA 582 174 2017 69 4 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES - I - - CA 582 175 2017 70 CC0302 ALBINO DOMINANTE INO LIPOCROMICOS SEM FATOR 1 DALMO GIMENES 87 I - - CA 544 55 2017 71 CC0304 LUTINO NEVADO INO LIPOCROMICOS SEM FATOR 1 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES 88 I - - CA 582 180 2017 73 CC0310 LUTINO MARFIM MOSAICO FÊMEA INO LIPOCROMICOS SEM FATOR Conj.: (4) 1 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES 90 I - - CA 582 138 2017 76 2 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES 89 I - - CA 582 86 2017 78 3 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES - I - - CA 582 140 2017 77 4 GUSTAVO ADOLFO DE SALLES - I - - CA 582 172 2017 75 CC0601 VERMELHO INTENSO LIPOCROMICOS COM FATOR Conj.: (5) 1 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 91 I - - CA 130 11 2017 86 2 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 90 I - - CA 130 13 2017 88 3 CANARIL BERTIN - I - - CA 313 74 2017 96 4 GARCIA & CLAUDETE - I - - CA 33 187 2017 80 5 DALMO GIMENES - I - - CA 544 56 2017 108 CC0601 VERMELHO INTENSO LIPOCROMICOS COM FATOR Conj.: (3) 1 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 89 Q 5 362 CA 130 18 2017 93 1 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 90 Q 5 362 CA 130 19 2017 94 1 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 90 Q 5 362 CA 130 16 2017 91 CC0601 VERMELHO INTENSO LIPOCROMICOS COM FATOR Conj.: (3) 1 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 88 Q 5 362 CA 130 17 2017 92 2 GARCIA & CLAUDETE - Q - - CA 33 205 2017 82 2 GARCIA & CLAUDETE - Q - - CA 33 206 2017 83 2 GARCIA & CLAUDETE - Q - - CA 33 318 2017 84 2 GARCIA & CLAUDETE - Q - - CA 33 319 2017 85 3 CANARIL BERTIN - Q - - CA 313 49 2017 99 3 CANARIL BERTIN - Q - - CA 313 53 2017 100 3 CANARIL BERTIN - Q - - CA 313 8 2017 97 3 CANARIL BERTIN - Q - - CA 313 17 2017 98 CC0601 VERMELHO INTENSO LIPOCROMICOS COM FATOR Conj.: (0) 1 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA - R 5 362 CA 130 20 2017 95 3 CANARIL BERTIN - R - - CA 313 55 2017 101 CC0602 VERMELHO NEVADO LIPOCROMICOS COM FATOR Conj.: (5) 1 GARCIA & CLAUDETE 91 I - - CA 33 331 2017 110 2 CANARIL LUAR 90 I - - CA 456 64 2017 138 3 DALMO GIMENES - I - - CA 544 96 2017 141 4 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA - I - - CA 130 25 2017 117 5 DALMO GIMENES - I - - CA 544 57 2017 139 CC0602 VERMELHO NEVADO LIPOCROMICOS COM FATOR Conj.: (5) 1 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 89 Q 4 359 CA 130 130 2017 121 1 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 88 Q 4 359 CA 130 132 2017 122 1 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 90 Q 4 359 CA 130 134 2017 123 1 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 88 Q 4 359 CA 130 136 2017 124 2 GARCIA & CLAUDETE 88 Q 4 358 CA 33 39 2017 111 2 GARCIA & CLAUDETE - Q 4 358 CA 33 59 2017 112 2 GARCIA & CLAUDETE 89 Q 4 358 CA 33 231 2017 114 2 GARCIA & CLAUDETE 89 Q 4 358 CA 33 113 2017 113 CC0602 VERMELHO NEVADO LIPOCROMICOS COM FATOR 2 GARCIA & CLAUDETE 88 R 4 358 CA 33 244 2017 115 CC0603 VERMELHO MOSAICO MACHO LIPOCROMICOS COM FATOR Conj.: (5) 1 GARCIA & CLAUDETE 91 I - - CA 33 77 2017 143 2 CANARIL LUAR 90 I - - CA 456 12 2017 162 3 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA - I - - CA 130 31 2017 149 4 CANARIL LUAR - I - - CA 456 14 2017 164 5 CANARIL LUAR - I - - CA 456 11 2017 161 CC0603 VERMELHO MOSAICO MACHO LIPOCROMICOS COM FATOR Conj.: (3) 1 CANARIL LUAR 89 Q 5 357 CA 456 19 2017 169 1 CANARIL LUAR 87 Q 5 357 CA 456 17 2017 167 1 CANARIL LUAR 88 Q 5 357 CA 456 18 2017 168 1 CANARIL LUAR 88 Q 5 357 CA 456 16 2017 166 2 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 87 Q 4 355 CA 130 38 2017 156 2 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 88 Q 4 355 CA 130 35 2017 153 2 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 88 Q 4 355 CA 130 36 2017 154 2 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 88 Q 4 355 CA 130 37 2017 155 3 GARCIA & CLAUDETE - Q - - CA 33 168 2017 144 3 GARCIA & CLAUDETE - Q - - CA 33 188 2017 145 3 GARCIA & CLAUDETE - Q - - CA 33 216 2017 146 3 GARCIA & CLAUDETE - Q - - CA 33 345 2017 147 CC0603 VERMELHO MOSAICO MACHO LIPOCROMICOS COM FATOR Conj.: (0) 1 CANARIL LUAR - R 5 357 CA 456 20 2017 170 2 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA - R 4 355 CA 130 39 2017 157 CC0803 VERMELHO MOSAICO MACHO ASA BRANCA LIPOCROMICOS COM Conj.: (2) FATOR ASA BRANCA 1 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 88 I - - CA 130 111 2017 186 2 CANARIL LUAR 87 I - - CA 456 80 2017 188 CC1001 VERMELHO URUCUM INTENSO URUCUM Conj.: (4) 1 GARCIA & CLAUDETE 88 I - - CA 33 149 2017 189 2 GARCIA & CLAUDETE 88 I - - CA 33 313 2017 190 3 GARCIA & CLAUDETE - I - - CA 33 324 2017 192 4 GARCIA & CLAUDETE - I - - CA 33 4 2017 191 CC1001 VERMELHO URUCUM INTENSO URUCUM 1 GARCIA & CLAUDETE 87 Q 5 356 CA 33 246 2017 195 1 GARCIA & CLAUDETE - Q 5 356 CA 33 31 2017 193 1 GARCIA & CLAUDETE 88 Q 5 356 CA 33 207 2017 194 1 GARCIA & CLAUDETE 88 Q 5 356 CA 33 329 2017 196 CC1001 VERMELHO URUCUM INTENSO URUCUM Conj.: (0) 1 GARCIA & CLAUDETE 88 R 5 356 CA 33 312 2017 197 CC1002 VERMELHO URUCUM NEVADO URUCUM Conj.: (2) 1 GARCIA & CLAUDETE 88 I - - CA 33 224 2017 199 2 GARCIA & CLAUDETE 86 I - - CA 33 223 2017 198 CC1002 VERMELHO URUCUM NEVADO URUCUM 1 GARCIA & CLAUDETE 88 Q 5 357 CA 33 316 2017 201 1 GARCIA & CLAUDETE 88 Q 5 357 CA 33 276 2017 200 1 GARCIA & CLAUDETE 88 Q 5 357 CA 33 335 2017 203 1 GARCIA & CLAUDETE 88 Q 5 357 CA 33 326 2017 202 CC1101 AZUL NEGROS SEM FATOR Conj.: (3) 1 ORLANDO NASCIMENTO-SJ CANARIL 88 I - - CA 608 52 2017 206 2 ORLANDO NASCIMENTO-SJ CANARIL 86 I - - CA 608 132 2017 205 3 STUD ENCANTO - I - - CA 264 229 2017 204 CC1103 VERDE INTENSO NEGROS SEM FATOR 1 KLAUDIUS DIB 86 I - - CA 387 7 2017 208 44 CCC em Revista - 2018
Grande Concurso - COR CC1105 VERDE MOSAICO MACHO NEGROS SEM FATOR 1 GARCIA & CLAUDETE 88 I - - CA 33 49 2017 210 CC1106 VERDE MOSAICO FÊMEA NEGROS SEM FATOR Conj.: (2) 1 ORLANDO NASCIMENTO-SJ CANARIL 87 I - - CA 608 114 2017 216 2 CANARIL BERTIN 86 I - - CA 313 34 2017 214 CC1110 VERDE MARFIM MOSAICO FÊMEA NEGROS SEM FATOR 1 CANARIL BERTIN 86 I - - CA 313 43 2017 217 CC1203 ÁGATA AMARELO INTENSO AGATAS SEM FATOR 1 KLAUDIUS DIB 88 I - - CA 387 6 2017 218 CC1403 ISABELINO AMARELO INTENSO ISABELINOS SEM FATOR 1 KLAUDIUS DIB 85 I - - CA 387 2 2017 223 CC1501 COBRE INTENSO NEGRO COM FATOR Conj.: (5) 1 GARCIA & CLAUDETE 92 I - - CA 33 138 2017 224 2 GARCIA & CLAUDETE 89 I - - CA 33 178 2017 225 3 CANARIL BERTIN - I - - CA 313 45 2017 230 4 CANARIL BERTIN - I - - CA 313 90 2017 232 5 CANARIL BERTIN - I - - CA 313 69 2017 231 CC1501 COBRE INTENSO NEGRO COM FATOR 1 GARCIA & CLAUDETE 89 Q 5 363 CA 33 44 2017 228 1 GARCIA & CLAUDETE 89 Q 5 363 CA 33 6 2017 226 1 GARCIA & CLAUDETE 90 Q 5 363 CA 33 33 2017 227 1 GARCIA & CLAUDETE 90 Q 5 363 CA 33 53 2017 229 CC1502 COBRE NEVADO NEGRO COM FATOR 1 CANARIL BERTIN 86 I - - CA 313 102 2017 234 CC1503 COBRE MOSAICO MACHO NEGRO COM FATOR Conj.: (4) 1 GARCIA & CLAUDETE 89 I - - CA 33 328 2017 237 2 GARCIA & CLAUDETE 88 I - - CA 33 52 2017 235 3 GARCIA & CLAUDETE - I - - CA 33 114 2017 236 4 CANARIL DO SUCESSO FERNANDO - I - - CA 641 50 2017 238 CC1505 COBRE MARFIM INTENSO NEGRO COM FATOR Conj.: (2) 1 CANARIL BERTIN 87 I - - CA 313 28 2017 246 2 CANARIL BERTIN 87 I - - CA 313 27 2017 245 CC1505 COBRE MARFIM INTENSO NEGRO COM FATOR 1 GARCIA & CLAUDETE 90 Q 3 357 CA 33 203 2017 244 1 GARCIA & CLAUDETE 89 Q 3 357 CA 33 24 2017 241 1 GARCIA & CLAUDETE 87 Q 3 357 CA 33 51 2017 242 1 GARCIA & CLAUDETE 88 Q 3 357 CA 33 158 2017 243 CC1601 ÁGATA VERMELHO INTENSO AGATA COM FATOR Conj.: (5) 1 RIBAMAR 90 I - - CA 429 8 2017 247 2 RIBAMAR 89 I - - CA 429 17 2017 249 3 RIBAMAR - I - - CA 429 88 2017 250 4 RIBAMAR - I - - CA 429 34 2017 251 5 RIBAMAR - I - - CA 429 12 2017 248 CC1601 ÁGATA VERMELHO INTENSO AGATA COM FATOR 1 RIBAMAR 88 Q 5 356 CA 429 40 2017 252 1 RIBAMAR 88 Q 5 356 CA 429 16 2017 253 1 RIBAMAR 88 Q 5 356 CA 429 35 2017 254 1 RIBAMAR 87 Q 5 356 CA 429 73 2017 255 CC1601 ÁGATA VERMELHO INTENSO AGATA COM FATOR Conj.: (0) 1 RIBAMAR - R 5 356 CA 429 48 2017 256 CC1602 ÁGATA VERMELHO NEVADO AGATA COM FATOR Conj.: (3) 1 RIBAMAR 90 I - - CA 429 18 2017 257 2 RIBAMAR 89 I - - CA 429 36 2017 258 3 RIBAMAR - I - - CA 429 70 2017 259 CC1603 ÁGATA VERMELHO MOSAICO MACHO AGATA COM FATOR 1 CANARIL BERTIN 88 I - - CA 313 39 2017 260 CC1603 ÁGATA VERMELHO MOSAICO MACHO AGATA COM FATOR 1 RIBAMAR 88 Q 5 356 CA 429 38 2017 264 1 RIBAMAR 87 Q 5 356 CA 429 4 2017 262 1 RIBAMAR 88 Q 5 356 CA 429 2 2017 263 1 RIBAMAR 88 Q 5 356 CA 429 59 2017 261 CC1604 ÁGATA VERMELHO MOSAICO FÊMEA AGATA COM FATOR Conj.: (4) 1 RIBAMAR 89 I - - CA 429 62 2017 267 2 RIBAMAR 88 I - - CA 429 60 2017 266 3 RIBAMAR - I - - CA 429 14 2017 268 4 CANARIL BERTIN - I - - CA 313 9 2017 265 CC1607 ÁGATA VERMELHO MARFIM MOSAICO MACHO AGATA COM FATOR Conj.: (3) 1 RIBAMAR 90 I - - CA 429 27 2017 271 2 RIBAMAR 89 I - - CA 429 39 2017 270 3 RIBAMAR - I - - CA 429 63 2017 269 CC1608 ÁGATA VERMELHO MARFIM MOSAICO FÊMEA AGATA COM FATOR Conj.: (2) 1 RIBAMAR 90 I - - CA 429 25 2017 272 2 RIBAMAR 89 I - - CA 429 85 2017 273 CC1703 CANELA VERMELHO MOSAICO MACHO CANELA COM FATOR Conj.: (2) 1 CANARIL BERTIN 90 I - - CA 313 92 2017 275 2 CANARIL BERTIN 88 I - - CA 313 65 2017 274 CC1802 ISABELINO VERMELHO NEVADO ISABELINOS COM FATOR Conj.: (2) 1 RIBAMAR 90 I - - CA 429 77 2017 276 2 MARCOS CARVALHO 88 I - - CA 662 19 2017 277 CC1803 ISABELINO VERMELHO MOSAICO MACHO ISABELINOS COM FATOR Conj.: (3) 1 RIBAMAR 89 I - - CA 429 95 2017 278 2 MARCOS CARVALHO 88 I - - CA 662 126 2017 280 3 MARCOS CARVALHO - I - - CA 662 125 2017 279 CC1804 ISABELINO VERMELHO MOSAICO FÊMEA ISABELINOS COM FATOR Conj.: (2) 1 RIBAMAR 91 I - - CA 429 67 2017 281 2 MARCOS CARVALHO 89 I - - CA 662 16 2017 282 CC1805 ISABELINO VERMELHO MARFIM INTENSO ISABELINOS COM FATOR 1 RIBAMAR 89 I - - CA 429 21 2017 283 CC1806 ISABELINO VERMELHO MARFIM NEVADO ISABELINOS COM FATOR Conj.: (2) 1 RIBAMAR 88 I - - CA 429 80 2017 284 2 RIBAMAR 86 I - - CA 429 19 2017 285 CC2803 ÁGATA OPALINO AMARELO INTENSO AGATA OPALINO SEM FATOR Conj.: (5) 1 MARCOS CARVALHO 90 I - - CA 662 46 2017 291 2 MARCOS CARVALHO 88 I - - CA 662 84 2017 293 3 MARCOS CARVALHO - I - - CA 662 47 2017 292 4 KLAUDIUS DIB - I - - CA 387 13 2017 289 5 KLAUDIUS DIB - I - - CA 387 12 2017 290 CC2804 ÁGATA OPALINO AMARELO NEVADO AGATA OPALINO SEM FATOR Conj.: (3) 1 MARCOS CARVALHO 89 I - - CA 662 145 2017 296 2 MARCOS CARVALHO 88 I - - CA 662 15 2017 294 3 MARCOS CARVALHO - I - - CA 662 39 2017 295 CC2805 ÁGATA OPALINO AMARELO MOSAICO MACHO AGATA OPALINO SEM Conj.: (2) FATOR 1 MARCOS CARVALHO 89 I - - CA 662 34 2017 298 2 MARCOS CARVALHO 88 I - - CA 662 58 2017 299 CC2805 ÁGATA OPALINO AMARELO MOSAICO MACHO AGATA OPALINO SEM FATOR 1 MARCOS CARVALHO 87 Q 5 354 CA 662 60 2017 300 1 MARCOS CARVALHO 87 Q 5 354 CA 662 55 2017 301 1 MARCOS CARVALHO 88 Q 5 354 CA 662 129 2017 303 1 MARCOS CARVALHO 87 Q 5 354 CA 662 9 2017 302 CC2806 ÁGATA OPALINO AMARELO MOSAICO FÊMEA AGATA OPALINO SEM FATOR 1 MARCOS CARVALHO 89 Q 4 356 CA 662 159 2017 307 1 MARCOS CARVALHO 88 Q 4 356 CA 662 8 2017 304 1 MARCOS CARVALHO 87 Q 4 356 CA 662 31 2017 305 1 MARCOS CARVALHO 88 Q 4 356 CA 662 130 2017 306 CC3001 ISABELINO OPALINO PRATEADO ISABELINO OPALIO SEM FATOR 1 CANARIL BERTIN 90 Q 4 361 CA 313 84 2017 313 1 CANARIL BERTIN 89 Q 4 361 CA 313 3 2017 310 1 CANARIL BERTIN 88 Q 4 361 CA 313 67 2017 311 1 CANARIL BERTIN 90 Q 4 361 CA 313 83 2017 312 CC3203 ÁGATA OPALINO VERMELHO MOSAICO MACHO AGATA OPALINO Conj.: (3) COM FATOR 1 CANARIL LUAR 90 I - - CA 456 101 2017 315 2 CANARIL LUAR 89 I - - CA 456 102 2017 316 3 CANARIL LUAR - I - - CA 456 100 2017 314 CC3701 ACETINADO PRATEADO ACETINADO SEM FATOR 1 CANARIL BERTIN 88 I - - CA 313 105 2017 318 CC3701 ACETINADO PRATEADO ACETINADO SEM FATOR 1 CANARIL BERTIN 88 Q 4 356 CA 313 62 2017 320 1 CANARIL BERTIN 88 Q 4 356 CA 313 63 2017 321 1 CANARIL BERTIN 88 Q 4 356 CA 313 61 2017 319 1 CANARIL BERTIN 88 Q 4 356 CA 313 64 2017 322 CC3901 ASAS CINZA PRATEADO ASAS CINZA SEM FATOR 1 CANARIL BERTIN 91 I - - CA 313 56 2017 323 CC3904 ASAS CINZA AMARELO NEVADO ASAS CINZA SEM FATOR 1 CANARIL BERTIN 88 I - - CA 313 13 2017 324 CC3905 ASAS CINZA AMARELO MOSAICO MACHO ASAS CINZA SEM FATOR Conj.: (2) 1 CANARIL BERTIN 88 I - - CA 313 22 2017 325 2 CANARIL BERTIN 87 I - - CA 313 59 2017 326 CCC em Revista - 2018 45
Grande Concurso - COR CC4008 ASAS CINZA VERMELHO MARFIM MOSAICO FÊMEA ASA CINZA COM FATOR 1 CANARIL BERTIN 89 I - - CA 313 58 2017 328 CC4205 ÁGATA TOPÁZIO AMARELO MOSAICO MACHO AGATA TOPAZIO SEM Conj.: (4) FATOR 1 MARCOS CARVALHO 90 I - - CA 662 48 2017 330 2 MARCOS CARVALHO 90 I - - CA 662 148 2017 331 3 MARCOS CARVALHO - I - - CA 662 36 2017 329 4 MARCOS CARVALHO - I - - CA 662 153 2017 332 CC4206 ÁGATA TOPÁZIO AMARELO MOSAICO FÊMEA AGATA TOPAZIO SEM Conj.: (2) FATOR 1 MARCOS CARVALHO 91 I - - CA 662 112 2017 333 2 MARCOS CARVALHO 90 I - - CA 662 132 2017 334 CC4603 ÁGATA TOPÁZIO VERMELHO MOSAICO MACHO AGATA TOPAZAIO Conj.: (4) COM FATOR 1 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 91 I - - CA 130 42 2017 336 2 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 90 I - - CA 130 41 2017 335 3 RIBAMAR - I - - CA 429 45 2017 337 4 RIBAMAR - I - - CA 429 105 2017 338 CC4604 ÁGATA TOPÁZIO VERMELHO MOSAICO FÊMEA AGATA TOPAZAIO Conj.: (3) COM FATOR 1 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 91 I - - CA 130 51 2017 340 2 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 90 I - - CA 130 50 2017 339 3 RIBAMAR - I - - CA 429 101 2017 341 CC4608 ÁGATA TOPÁZIO VERMELHO MARFIM MOSAICO FÊMEA AGATA TOPAZAIO COM FATOR 1 MARCUS VINICIUS RIBEIRO DA SILVA 90 I - - CA 130 55 2017 342 CC6510 VERDE COBALTO MARFIM MOSAICO FÊMEA NEGRO COBALTO SEM FATOR 1 ORLANDO NASCIMENTO-SJ CANARIL 89 I - - CA 608 109 2017 343 CC7306 VERDE JASPE MOSAICO FÊMEA NEGRO JASPE SEM FATOR Conj.: (2) 1 CANARIL BERTIN 91 I - - CA 313 96 2017 347 3 CANARIL BERTIN - I - - CA 313 4 2017 346 CC7306 VERDE JASPE MOSAICO FÊMEA NEGRO JASPE SEM FATOR 1 CANARIL BERTIN 89 Q 5 361 CA 313 81 2017 351 1 CANARIL BERTIN 90 Q 5 361 CA 313 25 2017 348 1 CANARIL BERTIN 88 Q 5 361 CA 313 35 2017 349 1 CANARIL BERTIN 89 Q 5 361 CA 313 80 2017 350 CC7803 AGATA JASPE VERMELHO MOSAICO MACHO AGATA JASPE COM FATOR 1 CANARIL BERTIN 87 I - - CA 313 38 2017 353 CC7804 AGATA JASPE VERMELHO MOSAICO FÊMEA AGATA JASPE COM FATOR 1 CANARIL BERTIN 90 I - - CA 313 10 2017 354 CC8101 AZUL MOGNO NEGRO MOGNO SEM FATOR Conj.: (3) 1 MARCOS CARVALHO 90 I - - CA 662 51 2017 361 2 MARCOS CARVALHO 89 I - - CA 662 117 2017 360 3 MARCOS CARVALHO - I - - CA 662 116 2017 359 CC8103 VERDE MOGNO INTENSO NEGRO MOGNO SEM FATOR Conj.: (4) 1 MARCOS CARVALHO 90 I - - CA 662 172 2017 363 2 MARCOS CARVALHO 89 I - - CA 662 22 2017 365 3 MARCOS CARVALHO - I - - CA 662 99 2017 366 4 MARCOS CARVALHO - I - - CA 662 141 2017 364 CC8104 VERDE MOGNO NEVADO NEGRO MOGNO SEM FATOR Conj.: (3) 1 MARCOS CARVALHO 92 I - - CA 662 44 2017 368 2 MARCOS CARVALHO 89 I - - CA 662 4 2017 369 3 MARCOS CARVALHO - I - - CA 662 151 2017 367 CC8105 VERDE MOGNO MOSAICO MACHO NEGRO MOGNO SEM FATOR Conj.: (2) 1 MARCOS CARVALHO 89 I - - CA 662 71 2017 376 2 MARCOS CARVALHO 88 I - - CA 662 12 2017 375 CC8105 VERDE MOGNO MOSAICO MACHO NEGRO MOGNO SEM FATOR 1 MARCOS CARVALHO 89 Q 4 360 CA 662 138 2017 380 1 MARCOS CARVALHO 89 Q 4 360 CA 662 136 2017 381 1 MARCOS CARVALHO 88 Q 4 360 CA 662 57 2017 378 1 MARCOS CARVALHO 90 Q 4 360 CA 662 11 2017 379 CC8106 VERDE MOGNO MOSAICO FÊMEA NEGRO MOGNO SEM FATOR Conj.: (4) 1 MARCOS CARVALHO 90 I - - CA 662 115 2017 383 2 MARCOS CARVALHO 89 I - - CA 662 137 2017 384 3 MARCOS CARVALHO - I - - CA 662 74 2017 382 4 MARCOS CARVALHO - I - - CA 662 150 2017 385 CC8106 VERDE MOGNO MOSAICO FÊMEA NEGRO MOGNO SEM FATOR 1 MARCOS CARVALHO 89 Q 4 357 CA 662 5 2017 386 1 MARCOS CARVALHO 89 Q 4 357 CA 662 6 2017 387 1 MARCOS CARVALHO 87 Q 4 357 CA 662 13 2017 388 1 MARCOS CARVALHO 88 Q 4 357 CA 662 133 2017 389 CC8201 CANELA MOGNO PRATEADO CANELA MOGNO SEM FATOR 1 ORLANDO NASCIMENTO-SJ CANARIL 91 I - - CA 608 215 2017 390 CC8201 CANELA MOGNO PRATEADO CANELA MOGNO SEM FATOR 1 ORLANDO NASCIMENTO-SJ CANARIL 89 Q 4 360 CA 608 84 2017 395 1 ORLANDO NASCIMENTO-SJ CANARIL 89 Q 4 360 CA 608 164 2017 393 1 ORLANDO NASCIMENTO-SJ CANARIL 88 Q 4 360 CA 608 167 2017 392 1 ORLANDO NASCIMENTO-SJ CANARIL 90 Q 4 360 CA 608 176 2017 394 CC8201 CANELA MOGNO PRATEADO CANELA MOGNO SEM FATOR Conj.: (0) 1 ORLANDO NASCIMENTO-SJ CANARIL - R 4 360 CA 608 128 2017 396 CC8202 CANELA MOGNO PRATEADO DOMINANTE CANELA MOGNO SEM FATOR 1 MARCOS CARVALHO 89 I - - CA 662 56 2017 397 CC8203 CANELA MOGNO MARELO INTENSO CANELA MOGNO SEM FATOR Conj.: (4) 1 ORLANDO NASCIMENTO-SJ CANARIL 90 I - - CA 608 79 2017 399 2 MARCOS CARVALHO 88 I - - CA 662 92 2017 401 3 ORLANDO NASCIMENTO-SJ CANARIL - I - - CA 608 42 2017 398 4 MARCOS CARVALHO - I - - CA 662 66 2017 400 CC8204 CANELA MOGNO AMARELO NEVADO CANELA MOGNO SEM FATOR Conj.: (2) 1 ORLANDO NASCIMENTO-SJ CANARIL 91 I - - CA 608 213 2017 402 2 ORLANDO NASCIMENTO-SJ CANARIL 90 I - - CA 608 121 2017 403 CC8205 CANELA MOGNO AMARELO MOSAICO MACHO CANELA MOGNO SEM Conj.: (2) FATOR 1 ORLANDO NASCIMENTO-SJ CANARIL 90 I - - CA 608 76 2017 404 2 ORLANDO NASCIMENTO-SJ CANARIL 88 I - - CA 608 95 2017 405 CC8206 CANELA MOGNO AMARELO MOSAICO FÊMEA CANELA MOGNO SEM Conj.: (2) FATOR 1 ORLANDO NASCIMENTO-SJ CANARIL 90 I - - CA 608 91 2017 406 2 ORLANDO NASCIMENTO-SJ CANARIL 89 I - - CA 608 56 2017 407 CC8207 CANELA MOGNO AMARELO MARFIM INTENSO CANELA MOGNO SEM Conj.: (2) FATOR 1 ORLANDO NASCIMENTO-SJ CANARIL 88 I - - CA 608 74 2017 408 2 ORLANDO NASCIMENTO-SJ CANARIL 87 I - - CA 608 77 2017 409 CC8209 CANELA MOGNO AMARELO MARFIM MOSAICO MACHO CANELA Conj.: (2) MOGNO SEM FATOR 1 ORLANDO NASCIMENTO-SJ CANARIL 89 I - - CA 608 210 2017 410 2 ORLANDO NASCIMENTO-SJ CANARIL 88 I - - CA 608 183 2017 411 CC8210 CANELA MOGNO AMARELO MARFIM MOSAICO FÊMEA CANELA MOGNO SEM FATOR 1 ORLANDO NASCIMENTO-SJ CANARIL 90 I - - CA 608 38 2017 412 CC8504 COBRE MOGNO MOSAICO FÊMEA NEGRO MOGNO COM FATOR Conj.: (2) 1 MARCOS CARVALHO 90 I - - CA 662 94 2017 419 2 MARCOS CARVALHO 89 I - - CA 662 33 2017 418 Aproveite! Seja sócio do 3C Título de sócio de proprietário R$ 250,00 (Isento de anuidade no 1 ano) 46 CCC em Revista - 2018
Grande Concurso - COR JULGAMENTO CANÁRIOS DE COR CCC em Revista - 2018 47
Resultados do Grande Concurso CLASSIFICAÇÃO GERAL DOS CRIADORES - CANÁRIOS DE PORTE Class Criador Classes Conj E?ciência Pontos 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - CCC - CA 35 99 6,82828 676 2 STUD ENCANTO - CCC - CA 67 173 2,34682 406 3 CANARIL MAP - CCC - CA 18 47 6,72340 316 4 GUILHERME MARTINS - CCC - CA 17 37 4,00000 148 5 CANARIOS S&A SERGIO - CCC - CA 11 36 3,91667 141 6 DALMO GIMENES - CCC - CA 6 10 5,70000 57 7 ROBERTO MALLEVAL - CCC - CA 5 8 4,12500 33 8 CANARIL DO SUCESSO FERNANDO - CCC - CA 8 11 2,36364 26 9 CANARIL VELOSO - CCC - CA 4 6 3,16667 19 10 CRIADOURO MOREIRA - CCC - CA 8 17 0,41176 7 CLASSIFICAÇÃO EFICIÊNCIA - CANÁRIOS DE PORTE Quantidade mínima: 20 Conjuntos Class Criador C 1 2 3 4 5 Conj Pontos E?ciência (%) 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO ( CA - 391 ) 7 30 20 11 5 2 99 676 06,82828 2 CANARIL MAP ( CA - 545 ) 5 9 10 11 3 4 47 316 06,72340 3 GUILHERME MARTINS ( CA - 250 ) 1 7 4 1 3 3 37 148 04,00000 4 CANARIOS S&A SERGIO ( CA - 202 ) 1 6 3 2 3 7 36 141 03,91667 5 STUD ENCANTO ( CA - 264 ) 2 20 8 7 9 5 173 406 02,34682 SÉRIES - CANÁRIOS DE PORTE FRISADOS PARISIENSE 1 ROBERTO MALLEVAL ( CCC / CA - 454 ) 4 7 4,71429 33 2 STUD ENCANTO ( CCC / CA - 264 ) 2 2 0.00000 FRISADO DO NORTE 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO ( CCC / CA - 391 ) 9 34 6,94118 236 GIBBER ITALICIUS 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO ( CCC / CA - 391 ) 2 4 5,00000 20 48 CCC em Revista - 2018
Grande Concurso - PORTE FIORINO 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO ( CCC / CA - 391 ) 3 5 7,20000 36 2 CANARIOS S&A SERGIO ( CCC / CA - 202 ) 3 4 8,00000 32 MUNCHENER 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO ( CCC / CA - 391 ) 3 4 8,00000 32 2 STUD ENCANTO ( CCC / CA - 264 ) 1 1 12,00000 12 HOSO JAPONÊS 1 STUD ENCANTO ( CCC / CA - 264 ) 4 9 3,55556 32 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO ( CCC / CA - 391 ) 1 2 2,50000 5 NORWICH 1 CANARIL MAP ( CCC / CA - 545 ) 1 1 12,00000 12 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO ( CCC / CA - 391 ) 1 1 12,00000 12 YORKSHIRE 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO ( CCC / CA - 391 ) 10 26 9,03846 235 LLARGUET ESPANHOL 1 STUD ENCANTO ( CCC / CA - 264 ) 5 9 4,88889 44 FIFE FANCY 1 CANARIOS S&A SERGIO ( CCC / CA - 202 ) 8 32 3,40625 109 2 STUD ENCANTO ( CCC / CA - 264 ) 11 40 2,50000 100 3 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO ( CCC / CA - 391 ) 6 23 4,34783 100 4 DALMO GIMENES ( CCC / CA - 544 ) 6 10 5,70000 57 5 CANARIL DO SUCESSO FERNANDO ( CCC / CA - 641 ) 4 4 6,50000 26 RAÇA ESPANHOLA 1 STUD ENCANTO ( CCC / CA - 264 ) 3 4 6,00000 24 2 CANARIL DO SUCESSO FERNANDO ( CCC / CA - 641 ) 1 1 0.00000 IRISH FANCY 1 STUD ENCANTO ( CCC / CA - 264 ) 4 6 0.00000 CCC em Revista - 2018 49
Grande Concurso - PORTE TOPETE ALEMÃO 1 STUD ENCANTO ( CCC / CA - 264 ) 8 17 1,41176 24 2 CANARIL DO SUCESSO FERNANDO ( CCC / CA - 641 ) 1 2 0.00000 1 CANARIL MAP ( CCC / CA - 545 ) 17 46 6,60870 304 2 GUILHERME MARTINS ( CCC / CA - 250 ) 17 37 4,00000 148 3 STUD ENCANTO ( CCC / CA - 264 ) 17 58 1,89655 110 4 CANARIL VELOSO ( CCC / CA - 44 ) 4 6 3,16667 19 5 CRIADOURO MOREIRA ( CCC / CA - 5 ) 8 17 0,41176 7 6 CANARIL DO SUCESSO FERNANDO ( CCC / CA - 641 ) 2 4 0.00000 RHEINLÄNDER 1 STUD ENCANTO ( CCC / CA - 264 ) 5 7 0.00000 ARLEQUIM PORTUGUÊS 1 STUD ENCANTO ( CCC / CA - 264 ) 4 16 3,00000 48 AGRADECIMENTOS AO JUIZES Canários de cor ALVARO BLASINA Canários de porte DOUGLAS FERNANDO HACKBARTH Site do 3C http://www.3c.org.br/ SOCIAL - Informativo Os Resultados dos Concursos Você encontra no Site do 3C, assim como: Progamação, Regulamentos, Tutorial ensinando como inscrever canários no FOB.NET, relação da Nomenclatura Oficial de canários; fotos dos Eventos; publicações como revistas e livros; Estatuto, Regimento Interno e relação da Diretoria e dos Sócios do Clube. V. tem a opção de ver os canários de porte, os de cor ou os pássaros exóticos e de ouvir o canto dos canários de canto, assim como aprender a tratar as principais doenças dos canários; vídeos e muito mais. O site é atualizado frequentemente, porém as informações ficam guardadas na memória cache de seu computador e o mesmo está sempre igual. Para vê-lo atualizado, após entrar no site, aperte a tecla F5 ou melhor, aperte simultaneamente as teclas CTRL SHIFT DEL e depois clique o botão excluir, excluindo arquivos de Internet temporários, arquivos de site, cookies, dados de sites e histórico. Você pode anunciar no site, aproveitando a oferta de R$10,00 (sócios) e R$20,00 (ñ sócios) por mês, com um mês grátis. Seu anúncio irá aparecer junto com a sequência de banners promocionais do 3C, como o da foto acima. 50 CCC em Revista - 2018
RESULTADO GERAL CP0022 FRISADO PARISIENSE INTENSO PINTADO LIPOCRÔMICO FRISADOS PARISIENSE 1 ROBERTO MALLEVAL 88 I - - CA 454 19 2017 422 CP0032 FRISADO PARISIENSE NEVADO PINTADO LIPOCRÔMICO FRISADOS Conj.: (3) PARISIENSE 2 ROBERTO MALLEVAL 90 I - - CA 454 20 2017 427 4 ROBERTO MALLEVAL - I - - CA 454 12 2017 425 5 ROBERTO MALLEVAL - I - - CA 454 23 2017 428 CP0410 FRISADO DO NORTE BRANCO 100% LIPOCRÔMICO FRISADO DO Conj.: (2) NORTE 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 I - - CA 391 176 2017 431 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 86 I - - CA 391 280 2017 432 CP0412 FRISADO DO NORTE BRANCO PINTADO LIPOCRÔMICO FRISADO DO Conj.: (3) NORTE 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 I - - CA 391 344 2017 436 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 86 I - - CA 391 164 2017 434 3 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 122 2017 433 CP0413 FRISADO DO NORTE BRANCO PINTADO MELÂNICO FRISADO DO Conj.: (3) NORTE 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 90 I - - CA 391 273 2017 440 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 I - - CA 391 271 2017 438 3 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 264 2017 441 CP0420 FRISADO DO NORTE INTENSO 100% LIPOCRÔMICO FRISADO DO NORTE 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 86 I - - CA 391 34 2017 445 CP0422 FRISADO DO NORTE INTENSO PINTADO LIPOCRÔMICO FRISADO DO NORTE 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 86 I - - CA 391 276 2017 448 CP0423 FRISADO DO NORTE INTENSO PINTADO MELÂNICO FRISADO DO NORTE 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 87 I - - CA 391 129 2017 449 CP0430 FRISADO DO NORTE NEVADO 100% LIPOCRÔMICO FRISADO DO Conj.: (3) NORTE 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 89 I - - CA 391 145 2017 453 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 I - - CA 391 343 2017 450 3 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 166 2017 454 CP0432 FRISADO DO NORTE NEVADO PINTADO LIPOCRÔMICO FRISADO DO Conj.: (4) NORTE 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 I - - CA 391 147 2017 457 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 I - - CA 391 121 2017 455 3 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 149 2017 459 5 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 132 2017 458 CP0432 FRISADO DO NORTE NEVADO PINTADO LIPOCRÔMICO FRISADO DO NORTE 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 Q 3 351 CA 391 130 2017 463 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 87 Q 3 351 CA 391 134 2017 461 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 87 Q 3 351 CA 391 340 2017 462 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 86 Q 3 351 CA 391 135 2017 460 CP0433 FRISADO DO NORTE NEVADO PINTADO MELÂNICO FRISADO DO Conj.: (4) NORTE 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 91 I - - CA 391 186 2017 465 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 90 I - - CA 391 269 2017 466 3 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 336 2017 467 4 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 177 2017 464 CP0722 GIBBER ITALICUS INTENSO PINTADO LIPOCRÔMICO GIBBER Conj.: (2) ITALICIUS 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 I - - CA 391 101 2017 471 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 86 I - - CA 391 333 2017 470 CP0910 FIORINO SEM TOPETE BRANCO 100% LIPOCRÔMICO FIORINO 1 CANARIOS S&A SERGIO 88 I - - CA 202 62 2017 472 CP0912 FIORINO SEM TOPETE BRANCO PINTADO LIPOCRÔMICO FIORINO 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 I - - CA 391 142 2017 473 CP0913 FIORINO SEM TOPETE BRANCO PINTADO MELÂNICO FIORINO 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 89 I - - CA 391 159 2017 475 CP0921 FIORINO SEM TOPETE INTENSO 100% MELÂNICO FIORINO Conj.: (2) 1 CANARIOS S&A SERGIO 88 I - - CA 202 11 2017 476 2 CANARIOS S&A SERGIO 87 I - - CA 202 68 2017 477 CP0963 FIORINO COM TOPETE NEVADO PINTADO MELÂNICO FIORINO 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 87 I - - CA 391 184 2017 482 Grande Concurso - PORTE CP2211 MUNCHENER BRANCO 100% MELÂNICO MUNCHENER 1 STUD ENCANTO 87 I - - CA 264 270 2017 484 CP2221 MUNCHENER AMARELO INTENSO 100% MELÂNICO MUNCHENER 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 87 I - - CA 391 181 2017 485 CP2223 MUNCHENER AMARELO INTENSO PINTADO MELÂNICO MUNCHENER Conj.: (2) 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 89 I - - CA 391 190 2017 486 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 I - - CA 391 275 2017 487 CP2322 HOSO JAPONÊS INTENSO PINTADO LIPOCRÔMICO HOSO JAPONÊS 1 STUD ENCANTO 86 I - - CA 264 72 2017 492 CP2323 HOSO JAPONÊS INTENSO PINTADO MELÂNICO HOSO JAPONÊS Conj.: (3) 1 STUD ENCANTO 88 I - - CA 264 71 2017 493 2 STUD ENCANTO 86 I - - CA 264 107 2017 494 3 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 31 2017 495 CP3132 NORWICH NEVADO PINTADO LIPOCRÔMICO NORWICH 1 CANARIL MAP 89 I - - CA 545 65 2017 507 CP3133 NORWICH NEVADO PINTADO MELÂNICO NORWICH 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 87 I - - CA 391 60 2017 508 CP3210 YORKSHIRE BRANCO 100% LIPOCRÔMICO YORKSHIRE 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 89 I - - CA 391 217 2017 513 CP3213 YORKSHIRE BRANCO PINTADO MELÂNICO YORKSHIRE 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 90 I - - CA 391 192 2017 515 CP3220 YORKSHIRE INTENSO 100% LIPOCRÔMICO YORKSHIRE 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 I - - CA 391 212 2017 516 CP3221 YORKSHIRE INTENSO 100% MELÂNICO YORKSHIRE Conj.: (2) 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 90 I - - CA 391 66 2017 518 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 87 I - - CA 391 292 2017 517 CP3222 YORKSHIRE INTENSO PINTADO LIPOCRÔMICO YORKSHIRE Conj.: (4) JUIZES: WLADIMIR DA SILVA - 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 I - - CA 391 51 2017 521 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 87 I - - CA 391 55 2017 520 3 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 204 2017 519 4 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 64 2017 522 CP3223 YORKSHIRE INTENSO PINTADO MELÂNICO YORKSHIRE Conj.: (4) JUIZES: WLADIMIR DA SILVA - 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 89 I - - CA 391 56 2017 525 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 I - - CA 391 302 2017 526 3 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 67 2017 524 5 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 57 2017 527 CP3230 YORKSHIRE NEVADO 100% LIPOCRÔMICO YORKSHIRE Conj.: (2) JUIZES: WLADIMIR DA SILVA - 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 I - - CA 391 196 2017 529 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 87 I - - CA 391 210 2017 528 CP3231 YORKSHIRE NEVADO 100% MELÂNICO YORKSHIRE Conj.: (2) JUIZES: WLADIMIR DA SILVA - 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 90 I - - CA 391 69 2017 530 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 I - - CA 391 295 2017 531 CP3232 YORKSHIRE NEVADO PINTADO LIPOCRÔMICO YORKSHIRE Conj.: (2) JUIZES: WLADIMIR DA SILVA - 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 89 I - - CA 391 351 2017 532 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 I - - CA 391 203 2017 533 CP3233 YORKSHIRE NEVADO PINTADO MELÂNICO YORKSHIRE Conj.: (4) JUIZES: WLADIMIR DA SILVA - 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 89 I - - CA 391 219 2017 534 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 I - - CA 391 194 2017 536 3 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 286 2017 535 4 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 70 2017 538 CP3312 LLARGUET ESPANHOL BRANCO PINTADO LIPOCRÔMICO LLARGUET ESPANHOL JUIZES: WLADIMIR DA SILVA - 1 STUD ENCANTO 88 I - - CA 264 237 2017 542 CP3320 LLARGUET ESPANHOL INTENSO 100% LIPOCRÔMICO LLARGUET ESPANHOL JUIZES: WLADIMIR DA SILVA - 1 STUD ENCANTO 89 I - - CA 264 226 2017 543 CP3332 LLARGUET ESPANHOL NEVADO PINTADO LIPOCRÔMICO LLARGUET Conj.: (2) ESPANHOL JUIZES: WLADIMIR DA SILVA - 1 STUD ENCANTO 88 I - - CA 264 225 2017 546 2 STUD ENCANTO 87 I - - CA 264 324 2017 547 CP3510 FIFE FANCY BRANCO 100% LIPOCRÔMICO FIFE FANCY Conj.: (4) JUIZES: WLADIMIR DA SILVA - 2 STUD ENCANTO 88 I - - CA 264 53 2017 550 3 STUD ENCANTO - I - - CA 264 69 2017 551 4 STUD ENCANTO - I - - CA 264 46 2017 549 5 CANARIOS S&A SERGIO - I - - CA 202 2 2017 548 CCC em Revista - 2018 51
Grande Concurso - PORTE CP3511 FIFE FANCY BRANCO 100% MELÂNICO FIFE FANCY Conj.: (2) JUIZES: WLADIMIR DA SILVA - 1 CANARIOS S&A SERGIO 87 I - - CA 202 34 2017 556 2 DALMO GIMENES 86 I - - CA 544 150 2017 565 CP3512 FIFE FANCY BRANCO PINTADO LIPOCRÔMICO FIFE FANCY Conj.: (5) JUIZES: WLADIMIR DA SILVA - 1 CANARIOS S&A SERGIO 89 I - - CA 202 49 2017 567 2 CANARIOS S&A SERGIO 88 I - - CA 202 48 2017 569 3 STUD ENCANTO - I - - CA 264 55 2017 574 4 STUD ENCANTO - I - - CA 264 60 2017 575 5 CANARIOS S&A SERGIO - I - - CA 202 60 2017 568 CP3513 FIFE FANCY BRANCO PINTADO MELÂNICO FIFE FANCY Conj.: (5) JUIZES: WLADIMIR DA SILVA - 1 DALMO GIMENES 91 I - - CA 544 152 2017 584 2 DALMO GIMENES 87 I - - CA 544 153 2017 585 3 STUD ENCANTO - I - - CA 264 56 2017 578 4 STUD ENCANTO - I - - CA 264 14 2017 576 5 STUD ENCANTO - I - - CA 264 47 2017 577 CP3513 FIFE FANCY BRANCO PINTADO MELÂNICO FIFE FANCY JUIZES: WLADIMIR DA SILVA - 1 STUD ENCANTO 88 Q 4 356 CA 264 9 2017 579 1 STUD ENCANTO 88 Q 4 356 CA 264 30 2017 580 1 STUD ENCANTO 87 Q 4 356 CA 264 58 2017 582 1 STUD ENCANTO 89 Q 4 356 CA 264 31 2017 581 CP3513 FIFE FANCY BRANCO PINTADO MELÂNICO FIFE FANCY Conj.: (0) JUIZES: WLADIMIR DA SILVA - 1 STUD ENCANTO - R 4 356 CA 264 29 2017 583 CP3520 FIFE FANCY AMARELO INTENSO 100% LIPOCRÔMICO FIFE FANCY Conj.: (5) JUIZES: WLADIMIR DA SILVA - 1 CANARIOS S&A SERGIO 90 I - - CA 202 55 2017 587 2 CANARIOS S&A SERGIO 88 I - - CA 202 5 2017 590 3 CANARIOS S&A SERGIO - I - - CA 202 71 2017 591 4 STUD ENCANTO - I - - CA 264 4 2017 595 5 CANARIOS S&A SERGIO - I - - CA 202 70 2017 592 CP3521 FIFE FANCY AMARELO INTENSO 100% MELÂNICO FIFE FANCY Conj.: (2) JUIZES: WLADIMIR DA SILVA - 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 87 I - - CA 391 111 2017 598 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 86 I - - CA 391 116 2017 599 CP3522 FIFE FANCY AMARELO INTENSO PINTADO LIPOCRÔMICO FIFE FANCY Conj.: (5) JUIZES: WLADIMIR DA SILVA - 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 89 I - - CA 391 85 2017 606 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 I - - CA 391 3 2017 610 3 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 23 2017 607 4 CANARIOS S&A SERGIO - I - - CA 202 1 2017 601 5 CANARIOS S&A SERGIO - I - - CA 202 10 2017 602 CP3523 FIFE FANCY AMARELO INTENSO PINTADO MELÂNICO FIFE FANCY Conj.: (5) JUIZES: WLADIMIR DA SILVA - 1 CANARIOS S&A SERGIO 88 I - - CA 202 9 2017 611 2 STUD ENCANTO 87 I - - CA 264 6 2017 614 3 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 420 2017 620 4 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 13 2017 616 5 CANARIOS S&A SERGIO - I - - CA 202 35 2017 612 CP3530 FIFE FANCY AMARELO NEVADO 100% LIPOCRÔMICO FIFE FANCY Conj.: (5) JUIZES: WLADIMIR DA SILVA - 1 CANARIL DO SUCESSO FERNANDO 90 I - - CA 641 7 2017 635 2 STUD ENCANTO 88 I - - CA 264 25 2017 631 3 STUD ENCANTO - I - - CA 264 59 2017 633 4 CANARIOS S&A SERGIO - I - - CA 202 64 2017 626 5 CANARIOS S&A SERGIO - I - - CA 202 42 2017 628 CP3531 FIFE FANCY AMARELO NEVADO 100% MELÂNICO FIFE FANCY Conj.: (2) JUIZES: WLADIMIR DA SILVA - 1 DALMO GIMENES 87 I - - CA 544 157 2017 642 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 86 I - - CA 391 246 2017 641 CP3532 FIFE FANCY AMARELO NEVADO PINTADO LIPOCRÔMICO FIFE FANCY Conj.: (5) JUIZES: WLADIMIR DA SILVA - 1 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 88 I - - CA 391 5 2017 658 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 87 I - - CA 391 1 2017 660 3 CANARIOS S&A SERGIO - I - - CA 202 32 2017 644 4 CANARIOS S&A SERGIO - I - - CA 202 53 2017 646 5 CANARIOS S&A SERGIO - I - - CA 202 8 2017 643 CP3533 FIFE FANCY AMARELO NEVADO PINTADO MELÂNICO FIFE FANCY Conj.: (5) JUIZES: WLADIMIR DA SILVA - 1 STUD ENCANTO 91 I - - CA 264 8 2017 663 2 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO 90 I - - CA 391 248 2017 670 3 DALMO GIMENES - I - - CA 544 158 2017 671 4 CANARIL RECANTO DOS CARVALHO - I - - CA 391 26 2017 669 5 CANARIL DO SUCESSO FERNANDO - I - - CA 641 3 2017 673 CP3620 RAÇA ESPANHOLA AMARELO INTENSO 100% LIPOCRÔMICO RAÇA ESPANHOLA JUIZES: WLADIMIR DA SILVA - 1 STUD ENCANTO 87 I - - CA 264 62 2017 675 CP3622 RAÇA ESPANHOLA AMARELO INTENSO PINTADO LIPOCRÔMICO RAÇA ESPANHOLA JUIZES: WLADIMIR DA SILVA - 1 STUD ENCANTO 89 I - - CA 264 297 2017 677 CP5013 LIZARD CÚPULA PARTIDA AMARELO NEVADO LIZARD JUIZES: WLADIMIR DA SILVA - 1 STUD ENCANTO 86 I - - CA 264 227 2017 686 CP6002 TOPETE ALEMÃO BRANCO MELÂNICO TOPETE ALEMÃO JUIZES: WLADIMIR DA SILVA - 1 STUD ENCANTO 87 I - - CA 264 323 2017 687 CP6015 TOPETE ALEMÃO VERMELHO MOSAICO MACHO LIPOCRÔMICO TOPETE ALEMÃO 1 STUD ENCANTO 88 I - - CA 264 223 2017 693 CP7010 SEM TOPETE BRANCO 100% LIPOCRÔMICO Conj.: (3) 1 GUILHERME MARTINS 88 I - - CA 250 26 2017 709 2 CANARIL MAP 86 I - - CA 545 48 2017 711 3 CANARIL MAP - I - - CA 545 1 2017 710 CP7011 SEM TOPETE BRANCO 100% MELÂNICO 1 STUD ENCANTO 86 I - - CA 264 356 2017 712 CP7012 SEM TOPETE BRANCO PINTADO LIPOCRÔMICO Conj.: (3) 1 CANARIL MAP 90 I - - CA 545 160 2017 717 2 CANARIL MAP 88 I - - CA 545 72 2017 719 3 CANARIL MAP - I - - CA 545 116 2017 718 CP7013 SEM TOPETE BRANCO PINTADO MELÂNICO Conj.: (5) 1 CANARIL MAP 89 I - - CA 545 117 2017 731 2 CANARIL MAP 88 I - - CA 545 137 2017 730 3 CANARIL MAP - I - - CA 545 191 2017 732 4 STUD ENCANTO - I - - CA 264 259 2017 724 5 STUD ENCANTO - I - - CA 264 149 2017 721 CP7021 SEM TOPETE AMARELO INTENSO 100% MELÂNICO Conj.: (2) 1 GUILHERME MARTINS 87 I - - CA 250 9 2017 737 2 CANARIL MAP 86 I - - CA 545 198 2017 738 CP7022 SEM TOPETE AMARELO INTENSO PINTADO LIPOCRÔMICO Conj.: (5) 1 CANARIL MAP 90 I - - CA 545 95 2017 749 2 CANARIL VELOSO 87 I - - CA 44 2 2017 743 3 CRIADOURO MOREIRA - I - - CA 5 6 2017 742 4 CANARIL VELOSO - I - - CA 44 6 2017 744 5 CRIADOURO MOREIRA - I - - CA 5 7 2017 741 CP7023 SEM TOPETE AMARELO INTENSO PINTADO MELÂNICO Conj.: (5) 1 GUILHERME MARTINS 87 I - - CA 250 5 2017 750 2 CANARIL MAP 86 I - - CA 545 252 2017 756 3 CANARIL MAP - I - - CA 545 251 2017 755 4 STUD ENCANTO - I - - CA 264 256 2017 752 5 STUD ENCANTO - I - - CA 264 325 2017 753 CP7030 SEM TOPETE AMARELO NEVADO 100% LIPOCRÔMICO Conj.: (5) 1 STUD ENCANTO 87 I - - CA 264 145 2017 758 2 CANARIL MAP 86 I - - CA 545 255 2017 763 3 STUD ENCANTO - I - - CA 264 167 2017 760 4 STUD ENCANTO - I - - CA 264 157 2017 759 5 STUD ENCANTO - I - - CA 264 360 2017 761 CP7031 SEM TOPETE AMARELO NEVADO 100% MELÂNICO Conj.: (5) 1 STUD ENCANTO 89 I - - CA 264 378 2017 771 2 CANARIL MAP 88 I - - CA 545 8 2017 772 3 CANARIL MAP - I - - CA 545 9 2017 773 4 GUILHERME MARTINS - I - - CA 250 47 2017 766 5 GUILHERME MARTINS - I - - CA 250 72 2017 767 CP7032 SEM TOPETE AMARELO NEVADO PINTADO LIPOCRÔMICO Conj.: (4) 2 GUILHERME MARTINS 86 I - - CA 250 50 2017 780 3 STUD ENCANTO - I - - CA 264 147 2017 788 4 CANARIL MAP - I - - CA 545 90 2017 797 5 STUD ENCANTO - I - - CA 264 252 2017 790 CP7033 SEM TOPETE AMARELO NEVADO PINTADO MELÂNICO Conj.: (5) 1 GUILHERME MARTINS 90 I - - CA 250 3 2017 802 2 GUILHERME MARTINS 89 I - - CA 250 61 2017 801 3 CANARIL MAP - I - - CA 545 263 2017 822 4 STUD ENCANTO - I - - CA 264 357 2017 807 5 CANARIL MAP - I - - CA 545 260 2017 819 CP7040 COM TOPETE BRANCO 100% LIPOCRÔMICO Conj.: (2) 1 CANARIL MAP 88 I - - CA 545 201 2017 829 2 CANARIL MAP 87 I - - CA 545 17 2017 830 CP7042 COM TOPETE BRANCO PINTADO LIPOCRÔMICO Conj.: (5) 1 CANARIL MAP 88 I - - CA 545 169 2017 839 2 STUD ENCANTO 87 I - - CA 264 171 2017 836 3 GUILHERME MARTINS - I - - CA 250 14 2017 834 4 CANARIL MAP - I - - CA 545 78 2017 840 5 GUILHERME MARTINS - I - - CA 250 11 2017 835 CP7043 COM TOPETE BRANCO PINTADO MELÂNICO Conj.: (4) 2 GUILHERME MARTINS 86 I - - CA 250 15 2017 841 3 CANARIL MAP - I - - CA 545 36 2017 846 4 CANARIL MAP - I - - CA 545 351 2017 845 5 CANARIL MAP - I - - CA 545 102 2017 844 CP7050 COM TOPETE AMARELO INTENSO 100% LIPOCRÔMICO 1 STUD ENCANTO 87 I - - CA 264 156 2017 849 52 CCC em Revista - 2018
Grande Concurso - PORTE CP7051 COM TOPETE AMARELO INTENSO 100% MELÂNICO Conj.: (2) 1 GUILHERME MARTINS 88 I - - CA 250 32 2017 854 2 GUILHERME MARTINS 87 I - - CA 250 8 2017 853 CP7052 COM TOPETE AMARELO INTENSO PINTADO LIPOCRÔMICO Conj.: (3) 1 GUILHERME MARTINS 87 I - - CA 250 74 2017 857 2 CANARIL VELOSO 86 I - - CA 44 4 2017 856 3 STUD ENCANTO - I - - CA 264 254 2017 858 CP7060 COM TOPETE AMARELO NEVADO 100% LIPOCRÔMICO Conj.: (5) 1 CANARIL MAP 88 I - - CA 545 108 2017 867 2 STUD ENCANTO 87 I - - CA 264 353 2017 864 3 CANARIL MAP - I - - CA 545 57 2017 868 4 STUD ENCANTO - I - - CA 264 361 2017 865 5 CANARIL MAP - I - - CA 545 58 2017 869 CP7061 COM TOPETE AMARELO NEVADO 100% MELÂNICO Conj.: (3) 1 GUILHERME MARTINS 88 I - - CA 250 23 2017 870 2 STUD ENCANTO 87 I - - CA 264 161 2017 873 3 CANARIL MAP - I - - CA 545 300 2017 874 CP7062 COM TOPETE AMARELO NEVADO PINTADO LIPOCRÔMICO Conj.: (5) 1 CANARIL MAP 90 I - - CA 545 153 2017 879 2 CANARIL MAP 88 I - - CA 545 29 2017 880 3 CANARIL MAP - I - - CA 545 150 2017 878 4 GUILHERME MARTINS - I - - CA 250 24 2017 875 5 GUILHERME MARTINS - I - - CA 250 34 2017 876 CP7063 COM TOPETE AMARELO NEVADO PINTADO MELÂNICO Conj.: (5) 1 CANARIL MAP 90 I - - CA 545 124 2017 891 2 CANARIL MAP 90 I - - CA 545 47 2017 892 3 CANARIL MAP - I - - CA 545 118 2017 894 4 GUILHERME MARTINS - I - - CA 250 37 2017 883 5 CANARIL MAP - I - - CA 545 135 2017 893 CP7701 ARLEQUIM PORTUGUÊS SEM TOPETE MACHO ARLEQUIM PORTUGUÊS 1 STUD ENCANTO 87 I - - CA 264 235 2017 910 CP7702 ARLEQUIM PORTUGUÊS SEM TOPETE FÊMEA ARLEQUIM PORTUGUÊS 1 STUD ENCANTO 90 I - - CA 264 400 2017 915 CP7703 ARLEQUIM PORTUGUÊS COM TOPETE MACHO ARLEQUIM PORTUGUÊS 1 STUD ENCANTO 89 I - - CA 264 183 2017 917 JULGAMENTO CANÁRIOS DE PORTE CCC em Revista - 2018 53
Grande Concurso - PORTE 54 CCC em Revista - 2018
TÉCNICO - Zoologia Quando vai nascer? O uso da técnica de imersão na determinação do estágio de incubação dos ovos de Ramphocelus bresilius (Passeriformes: Emberizidae) Gloria Denise Augusto Castiglioni e Luiz Pedreira Gonzaga Departamento de Zoologia, Instituto de Biologia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Caixa Postal 68033, 21944-970, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. E-mail: gdac@biologia.ufrj.br. Recebido em 11 de fevereiro de 1999; aceito em 2 de setembro de 1999 ABSTRACT. The immersion technique for determining incubation stage of Brazilian Tanager (Ramphocelus bresilius) eggs (Passeriformes: Emberizidae). Immersing eggs in a beaker of fresh water at ambient temperature and scoring their flotation degree proved to be an easy and accurate way of predicting hatching dates of Brazilian Tanager eggs (average mass = 3.52 g, N = 20; incubation period = 12.5 days, N = 8). This method increased the data obtained during a study of the breeding biology of this species in southeastern Brazil (1992-1996). Hatching success was not significantly different (Gy = 0.013; p = 0.908) between eggs that were immersed one or more times (91.9%, N = 34) and those that were not (93.4%, N = 57). Although this technique has apparently not been used for aging eggs of other passerines, it seems to be an advantageous method to be tested for other species. Key Words: breeding biology, egg immersion technique, Emberizidae, incubation, Ramphocelus bresilius. Palavras-Chave: biologia reprodutiva, Emberizidae, incubação, Ramphocelus bresilius, técnica de imersão de ovos. Em estudos sobre a biologia reprodutiva de uma espécie de ave, a data de eclosão dos ovos frequentemente é um dado necessário, mas difícil de obter nos trabalhos de campo. Quando se presencia o início da postura e se conhece o intervalo com que os ovos são postos, o número de ovos por ninhada e a duração do período de incubação, pode-se prever, com alguma segurança, a época da eclosão. Contudo, para muitas espécies tropicais, essas informações não estão publicadas. Além disso, nem sempre é possível encontrar ninhos em seus estágios iniciais, em construção e antes da postura, sendo muitas vezes encontrados já com ovos em incubação, ou com ninhegos. Para programar sua coleta de dados, prevendo o dia da eclosão dos ovos em ninhos cuja incubação esteja em curso quando descobertos, o pesquisador precisa de recursos que permitam determinar a idade aproximada do embrião. Entre as técnicas mais usadas, geralmente com não-passeriformes, encontram-se a do ovoscópio (Hanson 1954, Weller 1956, Hanson e Kossak 1957, Young 1988, Lokemoen e Koford 1996) e a de imersão dos ovos em água (e.g. Hays e LeCroy 1971, Howe 1982, Nol e Blokpoel 1983, Estelle etal. 1996). No ovoscópio, o ovo é colocado contra uma fonte de luz natural ou artificial, para que o grau de desenvolvimento embrionário possa ser estimado através da maior ou menor luminosidade que atravessa a casca. A técnica de imersão consiste em mergulhar o ovo em água e observar sua posição. À medida que o embrião se desenvolve o ovo gradualmente flutua até atingir a superfície. Essas técnicas variam quanto ao grau de precisão e às dificuldades no manuseio dos ovos e equipamento, existindo opiniões favoráveis e contrárias a ambas. Em geral, os usuários de uma técnica mostram as suas vantagens e procuram ressaltar as desvantagens e imprecisões da outra. Durante um estudo sobre a reprodução de Ramphocelus bresilius, espécie endêmica da costa atlântica do Brasil, usamos a técnica de imersão de ovos em água para estimar o desenvolvimento dos embriões. O objetivo deste trabalho é apresentar os resultados obtidos com a utilização dessa técnica em ovos de uma espécie de passeriforme e sugerir sua aplicação a outras espécies. MATERIAL E MÉTODOS Este trabalho faz parte de um estudo mais amplo sobre a biologia reprodutiva de R. bresilius, realizado entre 1992 e 1996 na restinga de Barra de Maricá (22 57 42"S, 42 51 35"W), Município de Maricá, Estado do Rio de Janeiro (Castiglioni 1998). A cada ano, fizemos uma busca intensiva de ninhos ativos de R. bresilius a partir de julho, quando se inicia a estação reprodutiva da maioria dos passeriformes na região (obs. pess.). A partir da data de descoberta dos ninhos, estes foram visitados em intervalos de um a dois dias, até o seu desfecho. Ramphocelus bresilius, na área de estudo, faz uma postura de dois a três ovos azuis com manchas negras espalhadas por toda a superfície, às vezes mais concentradas em um dos polos ou no meio da casca. A massa dos ovos recém-postos variou de 2,8 g a 4,0 g (x = 3,52 g, N = 20). A incubação estendeu-se por 12 a 14 dias (x= 12,5 dias, N = 8). Os ovos, marcados individualmente com canetas para retroprojetor, de diferentes cores, foram cuidadosamente colocados, um de cada vez, em um recipiente de plástico transparente com água à temperatura ambiente e o seu posicionamento em relação à superfície da água e sua inclinação foram observados. Em seguida, os ovos foram retirados da água com o auxílio de uma pequena colher de plástico, colocados em papel absorvente por alguns segundos para secar e devolvidos ao ninho. Só começamos a usar essa técnica no último ninho da estação reprodutiva de 1993. Assim, não submergimos os ovos da maioria dos ninhos encontrados em 1992 (N = 19 ovos; 8 ninhos) e 1993 (N = 32 ovos; 14 ninhos), CCC em Revista - 2018 55
bem como os ovos de cinco ninhos encontrados em 1994 (N = 8) e um em 1996 (N = 2). Inicialmente, para a obtenção de um padrão de flutuação dos ovos de acordo com o desenvolvimento e a idade do embrião, submergimos apenas os ovos de ninhos cujas datas de construção e início da postura eram conhecidas (N = 17 ovos; 7 ninhos). A partir do momento em que identificamos um padrão, incluímos na análise ovos com data de postura desconhecida (N = 20 ovos; 9 ninhos). Para verificar se a imersão teria prejudicado o desenvolvimento do embrião, aplicamos o teste G com correção de Yates para um grau de liberdade, comparando o número de ovos eclodidos e não-eclodidos entre os ovos imersos uma ou mais vezes (1993 a 1996) e os que não foram submersos (1992-1996, grupo controle). Mesmo ovos não incubados podem sofrer, por evaporação, uma ligeira perda de água e consequente modificação da sua posição quando imersos (Westerskov 1950). Portanto, nos ninhos em que não detectamos a presença da fêmea por longos períodos foi preciso verificar se os ovos estavam sendo incubados ou não. Para isso, colocamos uma pequena folha de uma planta qualquer dentro do ninho, voltando após algumas horas para ver se a folha havia sido removida. Esse método foi bastante eficiente porque, como registramos com uma câmara automática de vídeo, a primeira providência da fêmea ao retornar ao ninho foi retirar a folha de seu interior. RESULTADOS Caracterização dos estágios de incubação. Definimos oito classes correspondentes a estágios progressivos de desenvolvimento embrionário ou tempo de incubação, segundo a inclinação e a posição dos ovos em relação ao recipiente com água (figura 1): no estágio I, os ovos recém-postos ou com menos de 24 horas da postura permaneceram no fundo do recipiente, em posição horizontal. no estágio II, com 1-2 dias de incubação, os ovos apresentaram uma leve inclinação (formando seu eixo um ângulo de cerca de 30 com o fundo do recipiente), com o polo agudo ainda tocando o fundo e o polo rombo voltado para a superfície. no estágio III, com 3-4 dias de incubação, os ovos apresentaram uma inclinação mais acentuada (cerca de 60 ). no estágio IV, com 5-6 dias de incubação, os ovos ficaram em posição vertical, com o polo agudo apoiado no fundo do recipiente. no estágio V, com 7-8 dias de incubação, os ovos ficaram na posição vertical, com o polo agudo apenas tocando o fundo do recipiente como no estágio IV, mas flutuando quando puxados para cima. no estágio VI, com 9-10 dias de incubação, os ovos flutuaram com o polo rombo apenas tocando a superfície da água. Mesmo quando empurrados para baixo eles não afundavam. no estágio VII, com 11-12 dias de incubação, os ovos flutuaram com cerca de 60% da área do polo rombo emersa. no estágio VIII, os ovos flutuaram com acentuada inclinação, expondo o máximo de área do polo rombo para fora da água. Esse estágio correspondeu aos ovos a menos de 24 horas da eclosão. Quando encostados ao ouvido do observador, era possível ouvir estalidos fracos vindos de dentro dos ovos. Figura 1. Estágios de incubação dos ovos de Ramphocelus bresilius: I. ovos recém-postos ou com menos de 24 horas desde a postura; II. 1-2 dias de incubação; III. 3-4 dias de incubação; IV. 5-6 dias de incubação; V. 7-8 dias de incubação; VI. 9-10 dias de incubação; VII. 11-12 dias de incubação; VIII. ovos a menos de 24 horas da eclosão. Efeitos da imersão sobre a eclosão dos ovos. Não houve diferença significativa quanto ao sucesso do desenvolvimento embrionário entre os ovos que foram imersos uma ou mais vezes e os que não foram (tabela 1, Gy = 0,013; P = 0,908). Nos dois grupos, mais de 90% de todos os ovos considerados eclodiram dentro do prazo esperado. Tabela 1. Número (%) de ovos eclodidos e não-eclodidos por grupo de ovos com diferentes tratamentos. Número de ovos eclodidos não-eclodidos Ovos imersos (N = 37; 16 ninhos) 34 (91,9%) 3 (8,1%) Ovos não imersos (N = 61; 28 nh.) 57 (93,4%) 4 (6,6%) TOTAL 91 (92,9%) 7 (7,1%) DISCUSSÃO A técnica de imersão dos ovos funcionou muito bem no presente estudo, sendo de execução extremamente simples, permitindo uma previsão satisfatória do dia da eclosão de ovos encontrados depois do início da incubação e não prejudicando os embriões. Não foi preciso levar água aquecida para o campo, como sugerido por Lokemoen e Koford (1996), pois, como a temperatura ambiente era normalmente alta, a água transportada em um cantil conservou-se em temperatura adequada. Schreiber (1970) argumenta que a imersão em água pode matar alguns embriões e que esse fator de mortalidade necessita de investigação adicional. Contudo, vários fatores, intrínsecos ou extrínsecos, podem levar à não-eclosão de ovos de aves silvestres (Skutch 1985) e consequente morte do embrião. A porcentagem média de ovos não-eclodidos, no presente trabalho, foi equivalente à das 24 espécies de passeriformes estudadas por Skutch (1985) na Costa Rica (0%-27,8%, x = 6,0%, N = 1573 ovos). Além disso, não atribuímos esse resultado à técnica de imersão dos ovos porque os ovos que foram imersos em água apresentaram uma alta taxa de sucesso, semelhante à daqueles que não foram imersos. O uso da técnica de imersão permitiu que prevíssemos, com um ou dois dias de precisão, a eclosão de ovos com datas 56 CCC em Revista - 2018
Tiê-sangue (Ranphocelus Bresilius) Foto de Dario Sanches. de postura desconhecidas. Sem isso, um conjunto importante de dados para o estudo da biologia reprodutiva de R. bresilius não teria sido obtido. Essa técnica possibilitou a obtenção de uma amostra maior para a construção de uma curva de crescimento de ninhegos, para a determinação do período de permanência dos filhotes no ninho e para a anotação de características dos ninhegos de diversas idades (Castiglioni 1998). Casos de desaparecimento do conteúdo do ninho, quando ovos foram predados em fase inicial ou intermediária de incubação, também puderam ser melhor interpretados. A avaliação do estágio de incubação, nesses casos, permitiu eliminar a hipótese de ter ocorrido eclosão, seguida de predação do ninhego, no intervalo entre nossas visitas. A possibilidade de estimativa do estágio de incubação de ovos com casca muito pigmentada ou espessa, que não podem ser avaliados com o ovoscópio (Westerskov 1950, Weller 1956, Lokemoen e Koford 1996), parece-nos uma vantagem imediata da técnica de imersão sobre este último. Porém, não sabemos se mesmo uma rápida imersão em água pode resfriar excessivamente ovos menores (com superfície proporcionalmente maior) do que os de R. bresilius, a ponto de prejudicar seu desenvolvimento. Mesmo nesse caso, contudo, o uso de água ligeiramente aquecida ao sol ou mantida num cantil térmico poderia solucionar o problema. Sugerimos que a técnica de imersão seja testada com outras espécies, especialmente de passeriformes, para verificar sua adequação a uma maior variedade de tipos e tamanhos de ovos e, assim como sugeriu Schreiber (1970), se é possível generalizar uma escala de flutuação aplicável a ovos com diferentes períodos de incubação. AGRADECIMENTOS Agradecemos a Ana Luiza F. S. Lima, Arianna R. Camardella, Carlos Frederico da Rocha, Cecília A. de Freitas, Francisco Mallet-Rodrigues, Gilson Evaristo Ximenes, Henrique B. Rajão, Jandyra P. Gonzaga, Luiz de Gonzaga, Maria Alice dos S. Alves, Myrna F. Landim e principalmente a Larissa S. T. da Cunha, pela colaboração que viabilizou a coleta de dados no campo. A Francisco Mallet-Rodrigues e aos revisores anônimos pelas críticas e sugestões ao manuscrito. L. P. G. tomou conhecimento da técnica discutida neste trabalho em uma demonstração feita por Marshall Howe em 1985, durante o III International Migratory Bird Workshop, de que participou com o apoio do U. S. Fish and Wildlife Service e Bird Banding Laboratory, em Maryland, E.U.A. REFERÊNCIAS Castiglioni, G. D. A. (1998) Biologia reprodutiva e organização social de Ramphocelus bresilius (Passeriformes: Emberizidae) na restinga de Barra de Maricá, Estado do Rio de Janeiro. Tese de mestrado. Campinas: Univ. Estadual Campinas. Estelle, V. B T. J. Mabee e A. H. Farmer (1996) Effectiveness of predator exclosures for Pectoral Sandpiper in Alaska. J. Field Ornith. 67:447-452. Hanson, H. C. (1954) Criteria of age of incubated Mallard, Wood Duck, and Bob-white Quail eggs. Auk 71:267-272. e C. W. Kossak (1957) Methods and criteria for aging incubated eggs and nestlings of the Mouming Dove. Wilson Buli. 69:91-101. Hays, H. e M. LeCroy (1971) Field criteria for determining incubation stage in eggs of the Common Tem. Wilson Buli. 83:425-429. Howe, M. A. (1982) Social organization in a nesting population of Eastem Willets (Catoptrophorus semipalmatus). Auk 99:88-102. Lokemoen, J. T. e R. R. Koford (1996) Using candlers to determine the incubation stage of passerine eggs. J. Field Ornith. 67:660-668. Nol, E. e H. Blokpoel (1983) Incubation period of Ring- billed Gulls and the egg immersion technique. Wilson Buli. 95:283-286. Schreiber, R. W. (1970) Breeding biology of Western Gulls {Larus occidentalis) on San Nicolas Island, Califórnia, 1968. Condor 72:133-140. Skutch, A. F. (1985) Clutch size, nesting success, and predation on nests of Neotropical birds, reviewed, p. 575-594. In: P. A. Buckley, M. S. Foster, E. S. Morton, R. S. Ridgely e F. G. Buckley (orgs.) Neotropical Ornithol. Washington, D. C.: American Ornithologists Union (Omithological Monographs no. 36). Weller, M. W. (1956) A simple field candler for waterfowl eggs. J. Wildl. Manage. 20:111-113. Westerskov, K. (1950) Methods for determining the age of game bird eggs. J. Wildl. Manage. 14:56-67. Young, A. D. (1988) A portable candler for bird s eggs. J. Field Ornith. 59:266-268. CCC em Revista - 2018 57
TÉCNICO - Nutrição canário come ARROZ A.Simas (ornitófilo) O arroz (Oryza Sativa) é o segundo alimento mais consumido no mundo. Sua principal função é fornecer energia, No Brasil, acompanha os mais diversos pratos, principalmente feijão, lentilha etc. O arroz não contém glúten e está cientificamente comprovado que o consumo de uma porção diária deste cereal, branco ou integral, que tem pouca gordura e grande quantidade de sais minerais, como potássio, ferro e magnésio, ajuda a equilibrar a pressão arterial e o colesterol, prevenindo o diabetes, por causa da quantidade de amido, que controla a glicemia no sangue. Na canaricultura, tem-se notícia de que oferecido aos canários, cozido n água sem sal, tomate, cebola ou alho, principalmente na época de reprodução, por ser facilmente comido, inclusive por filhotes. Alguns criadores por questões econômicas utilizam para este fim o arroz quebrado, que é vendido para cães, por ser mais barato, inclusive com a vantagem de não haver desperdício, pois o canário quando pega um grão inteiro, parte ao comê-lo e 2/3 do grão caem na bandeja. Eu, particularmente, faço uso do arroz parboilizado, mais rico em nurientes, que sobra do almoço, mesmo temperado, que minha esposa costumava jogar no lixo Informação nutricional (100g) Calorias 130 Gorduras Totais 0,3 g Gorduras Saturadas 0,1 g Gorduras Poliinsaturadas 0,1 g Gorduras Monoinsaturadas 0,1 g Colesterol 0 mg Sódio 1 mg Potássio 35 mg Carboidratos 28 g Fibra Alimentar 0,4 g Açúcar 0,1 g Proteínas 2,7 g Vitamina A 0 IU Vitamina C 0 mg Cálcio 10 mg Ferro 0,2 mg Vitamina D 0 IU Vitamina B6 0,1 mg Vitamina B12 0 µg Magnésio 12 mg 58 CCC em Revista - 2018
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Cuidado TÉCNICO parental - Ornitologia A.Simas - (ornitófilo) Cuidado parental representa um mecanismo pós-cópula, no qual progenitores utilizam de estratégias para aumentar a sobrevivência de seus descendentes, mas em contrapartida acabam por reduzir sua própria sobrevivência e/ou possibilidades de reproduções futuras. Dessa forma, parentais que investem muito em um baixo número de filhotes tendem a diminuir o número total de filhotes produzidos ao longo da vida, porém o índice de sobrevivência da progênie é maior. São exemplos de cuidado parental: construir ninhos e abrigos, suprir a prole de alimentos, proteger contra predadores e transmitir calor. Estratégias de cuidado parental são observadas tanto em vertebrados como em invertebrados. Considerando que a seleção natural age sobre o indivíduo, o cuidado parental pode parecer paradoxal, já que os pais se prejudicam em benefício dos filhotes. Isto abriria margem para interpretações de seleção em nível de grupo, o que é fortemente rejeitado pelos especialistas. O cuidado parental difere da seleção de grupo pela semelhança dos genes dos provedores de cuidado parental com os da prole. Aves são um dos principais grupos de estudos envolvendo cuidado parental. Neste grupo, aproximadamente 90% apresenta sistema reprodutivo de monogamia, onde machos e fêmeas contribuem para o cuidado da prole. Em aves a necessidade de investimento parental, requerido pós-eclosão ou nascimento, e tido como base para distinção estratégica reprodutiva em dois grupos: precocial e altricial. Precocial significa independência ao nascer, cujos filhotes pouco após o nascimento são capazes de andar e alimentarem-se sozinhos, como pintos e patinhos, praticamente dispensando os cuidados parentais, salvo o calor das mães, nos primeiros dias. Altricial identifica um ser que nasce totalmente dependente dos cuidados parentais, por algum tempo após o nascimento. Nesta categoria incluem-se os canários e outros pássaros que nascem sem penas, com olhos fechados, sem capacidade de locomover, alimentar e termorregular sozinhos, requerendo cuidados parentais para sobreviver. Uma característica peculiar no investimento parental é observada em canários (Serinus canaria) e outros pássaros. Eles fornecem aos filhotes, nos primeiros dias de vida, uma espécie de colostro que consiste de elementos secretados pela moela dos parentais, diluído em água. Estudos indicam que tal secreção é uma importante fonte de energia, enzimas, nutrientes e hidratação, indispensáveis ao desenvolvimento inicial. Modelos matemáticos sugerem que o custo para os machos, no cuidado parental, seja maior que nas fêmeas, especialmente devido à incerteza da paternidade. Ainda controlando o efeito da filogenia, em espécies onde o cuidado parental é elevado, tende-se a observar baixas taxas de fertilização extra-par, exceto quando o criador propositadamente promove a poligamia em seu plantel. De forma geral, fêmeas tendem a despender maior cuidado parental que os machos. Cuidados parentais da fêmea do grupo altricial: 1- Escolher o local, no alto das árvores ou em tocas, e construir o ninho em lugar seguro contra intempéries e predadores, com material macio e aconchegante; 2- Após a oviposição do último ovo, chocá-los por um período de 13 a 15 dias ou mais, dependendo da espécie, zelando por eles, fornecendo-lhes o calor necessário para o desenvolvimento do embrião e virandoos várias vezes ao dia, por todo o período; 3- Auxiliar o nascituro na eclosão, retirando pedaços da casca do ovo; 4- Cortar o cordão umbilical do filhote e retirar os resíduos do ovo, limpando o ninho; 5- Manter o filhote aquecido até ficar completamente seco, limpando-o e soltando a penugem do mesmo; 6- Alimentar o ninhego e limpar o ninho, às vezes, ingerindo os excrementos dos filhotes, geralmente ricos em proteínas, enquanto defecarem dentro do ninho; 7- Só sair do ninho quando existir condições seguras que garantam a sobrevivência dos filhotes; 8- Manter todos os filhotes aquecidos e bem alimentados. Cuidados parentais do macho do grupo altricial: 1- Marcar e defender o território; 2- Conquistar a fêmea e induzí-la a reproduzir; 3- Ajudar a fêmea na construção do ninho; 4- Alimentar a fêmea durante o choco e após o nascimento da prole; 5- Ajudar a fêmea a alimentar os filhotes no ninho; 6- Assumir a alimentação dos filhotes, garantindo a sobrevivência dos mesmos, após sairem do ninho, até a emancipação; 7- Vigiar o território, dando sinais de alarme, quando houver perigo eminente; 8- Combater e/ou afastar pedradores, inclusive com risco da própria vida. Fonte: Wikipedia - a enciclopédia livre. Foto: Stud EnCanto CCC em Revista - 2018 61
TÉCNICO - Ornitologia Parasitas afetam o canto A.Simas - (ornitófilo) Esta é uma tradução livre e resumida da pesquisa realizado pelos autores citados na fonte, cujo teor íntegral da tese original pode ser acessado na Internet em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/pmc1559907/ Abstrato Os autores desta pesquisa basearam-se primeiramente na evidência de que a escolha da fêmea impulsiona a evolução da complexidade da canção em muitas espécies de aves canoras e que a hipótese do estresse no desenvolvimento sugere que condições iniciais podem influenciar na complexidade da canção adulta afetando os núcleos cerebrais subjacentes durante seu crescimento inicial. Conseguiram demonstrar que os canários machos adultos (Serinus canaria), infectados com a malária (Plasmodium relictum) quando jovens, desenvolvem canções mais simples e quando adultos, em comparação com indivíduos não infectados, apresentam desenvolvimento reduzido do núcleo vocal alto (HVC) no cérebro. Os resultados da pesquisa provaram como o estresse no desenvolvimento não só afeta a expressão do canto do macho, mas também a estrutura da via de controle de canção subjacente no cérebro. 1. Introdução Muitas espécies de aves produzem canções complexas em sua estrutura e que são usadas para a comunicação intra e inter-sexual (Catchpole & Slater, 1995; Searcy & Yasukawa, 1996). As fêmeas de uma ampla gama de espécies de aves canoras mostram preferências para os machos que possuem um repertório mais variado (Catchpole & Slater, 1995). Uma compreensão funcional dos fatores que afetam o tamanho do repertório em aves canoras dá assim uma visão da evolução de tais traços epigâmicos. A canção é um comportamento aprendido, ocorrendo na maioria das aves canoras nos primeiros meses de vida, quando os núcleos discretos da via de controle da canção no prosencéfalo ainda estão em desenvolvimento (Nowicki et al., 1998). A complexidade da canção tem sido positivamente relacionada, tanto dentro como entre as espécies, ao volume desses núcleos, em particular o centro vocal alto (HVC) (DeVoogd et al., 1993; Airey & DeVoogd 2000; Garamszegi & Eens 2004), embora isso não seja universal (Leitner & Catchpole 2004). Além disso, no canário (Serinus canaria), as lesões que reduziram o volume da HVC provocaram uma redução no tamanho do repertório do canto ao atingir a idade adulta, sugerindo uma ligação direta entre o cérebro e o canto (Halle et al., 2003 b). A hipótese do estresse no desenvolvimento sugere que as condições estressantes durante o período do ninho podem prejudicar o crescimento inicial desses núcleos e afetar significativamente a qualidade do canto do macho na idade adulta, fruto de uma aprendizagem prejudicada no desenvolvimento de um indivíduo e potencialmente da qualidade genética (Nowicki et al., 1998, 2002; Spencer et al., 2003). Estudos experimentais recentes forneceram suporte para esta hipótese, mostrando que ambos, hormônios de estresse elevados e restrição nutricional, durante o desenvolvimento pós-natal, podem reduzir a qualidade do canto (Nowicki et al., 1998, 2002; Buchanan et al., 2003; Spencer et al. 2003, 2004). Sabe-se que os parasitas têm efeitos prejudiciais sobre os seus hospedeiros, extraindo a energia de importantes funções fisiológicas (Clayton & More, 1997), e durante o desenvolvimento, as aves jovens podem estar expostas a vários parasitas diferentes. No entanto, até esta data, existem apenas dois estudos de uma única espécie que abordam diretamente esse problema e ambos são correlacionados: os estudos de campo sobre a andorinha-datorre (Hirundo rustica, Moller 1991) e a felosa-dos-juncos (Acrocephalus schoenobaenus, Buchanan et al., 1999) mostraram, respectivamente, efeitos prejudiciais dos ectoparasitas na emissão do canto e dos parasitas hematozoários na complexidade da canção. Nesta pesquisa, os autores infectaram 12 canários jovens (S. canaria) com a malária aviária (Plasmodium relictum), um parasita comum do sangue de aves (Huff & Coulston 1946), durante o período após nascimento (20-62 CCC em Revista - 2018
45 dias). As infecções experimentais foram cronometradas para corresponder ao período de crescimento dos núcleos principais na via de controle da canção (Alvarezbuylla et al., 1988). A canção das aves adultas infectadas com malária foi então comparada a um grupo de controle (n = 8). As canárias mostraram preferir os machos com repertórios maiores, reproduzindo mais quando emparelhadas com o macho escolhido (Kroodsma, 1976). As fêmeas também mostraram preferências para determinados tipos de subunidades ou sílabas de canções, de duas notas repetidas, chamadas sílabas A (Vallet & Kreutzer 1995; Vallet et al., 1998). Portanto, para determinar as conseqüências da infecção parasitária na qualidade do canto, foi quantificado o tamanho total do repertório de sílabas e o número de sílabas A. Além disso, quantificado o número de sílabas contendo duas ou mais notas, aqui denominadas sílabas complexas. Embora não se saiba se tais sílabas influem na seleção sexual, a inclusão desta medida permitiu investigar mais detalhadamente os efeitos de parasitas em uma gama de variáveis ligadas à complexidade da canção. 2. Material e métodos (a) Criação de ninhada e infecções parasitárias Vinte filhotes de canários das raças Fife Fancy e Gloster foram criados à mão em uma dieta de papa para filhotes até a emancipação, quando foram alimentados com mistura de sementes. Para complementar esta pequena amostra, foram obtidas aves extra de um fornecedor local (35-40 dias após a incubação, n = 26) e mantidas sob a mesma dieta e condições que as aves criadas à mão. As aves foram distribuídas aleatoriamente para um grupo de teste (parasítico). e para outro de controle. As aves do grupo parasítico receberam duas injeções intraperitoneais de sangue de pombo (Columba livia) previamente infectado. A transmissão do parasita foi confirmada por um único esfregaço de sangue 3 dias após a infecção. Vinte dos quarenta e seis pássaros originalmente obtidos revelaram-se machos. (b) Análise do canto Os canários machos aprendem suas canções durante vários meses; (Alvarezbuylla et al., 1988). Portanto, tiveram que esperar 240 dias após o nascimento até que o canto estivesse totalmente desenvolvido (Alvarezbuylla et al., 1988) para gravar suas canções. Durante este período, os machos foram mantidos em contato visual e sonoro com os mesmos machos adultos tutores. Depois o canto de cada macho foi gravado (total n = 20; 12 parasitados e 8 controle). Os machos foram colocados em compartimentos com isolamento acústico, em pequenos grupos específicos (n = 5 cada), juntamente com uma única fêmea. As gravações foram feitas por períodos de 1h até que pelo menos 300s de canto tenham sido gravados para cada macho. Foi estimado o tamanho do repertório de cada macho, determinando o número de diferentes tipos de sílabas dentro desses 300s de canto. No entanto, ficou evidente que 200s de canção são suficientes para determinar de forma satisfatória o tamanho do repertório nesta espécie (Halle et al., 2003 a). Dentro de cada repertório, o número de sílabas diferentes com mais de duas notas foi observado, assim como o número de sílabas A. As sílabas foram categorizadas como sílabas A se tivessem uma estrutura de duas notas e uma taxa de repetição de mais de 17 elementos por segundo (Vallet & Kreutzer, 1995). Sonograma da canção de canário com dez sílabas diferentes. (c) Análise de núcleos cerebrais Aos 298 ± 18 dias de idade, os canários machos foram pesados e depois mortos com uma overdose de clorofórmio. Os cérebros foram post-fixados e suas massas registradas. Depois foram seccionados e analisados em um microscópio. As áreas das regiões cerebrais HVC e RA foram digitalizadas e os volumes calculados. (d) Análise estatística Para investigar a variação dos parâmetros do canto (tamanho do repertório, número de sílabas A e número de sílabas de duas notas), parâmetros cerebrais (volume HVC e RA), níveis de hormônio do estresse (corticosterona) e resposta imune, foi usada uma série de Modelos Lineares Gerais (GLM, Minitab, PA, EUA) 3. Resultados A infecção parasitária causou uma redução de 17% nos níveis de glóbulos vermelhos. Conforme previsto pela hipótese do estresse no desenvolvimento, a infecção por malária resultou em tamanhos de repertório significativamente reduzidos. Esta diminuição representou um declínio de 12,5% na complexidade da canção. A infecção parasitária teve efeitos específicos significativos no desenvolvimento neural. O volume do núcleo de HVC foi significativamente menor em aves parasitadas quando comparado às de controle. A redução observada representa uma diminuição de 36% no volume de nucleicos. O número de sílabas complexas no repertório de um indivíduo também foi significativamente correlacionado com o volume HVC. Encontraram incidências muito baixas de sílabas A dentro da população de canários. No total, quatro aves exibiram sílabas A, duas do grupo parasitado e duas do CCC em Revista - 2018 63
grupo de controle, provavelmente pela pouca idade dos pássaros. 4. Discussão Estes dados fornecem evidências experimentais inovadoras para uma ligação causal entre infecção parasitária durante o desenvolvimento pós-natal e repertórios de canções complexas, confirmando que os parasitas podem influenciar na seleção sexual. Os resultados sugerem que as diferenças individuais na qualidade do canto e seus circuitos neurais subjacentes podem estar sujeitas a seleção sexual. A infecção de malária teve claramente um impacto no desenvolvimento do canto e seu mecanismo de controle, especificamente os núcleos HVC do cérebro. Isso fornece um suporte claro para a hipótese do estresse no desenvolvimento e demonstra sua relevância para uma ampla gama de fatores estressantes fisiológicos em potencial (Nowicki et al., 2002; Spencer et al., 2003; Buchanan et al., 2004). Como tal, isso leva à sugestão de que repertórios de canções complexas poderiam ter evoluído em várias espécies de aves canoras como seguros indicadores de status parasitado. Isso também oferece suporte para uma importante suposição que sustenta os vários modelos de seleção sexual mediada por parasitas, incluindo a controversa hipótese de Hamilton- Zuk (Hamilton & Zuk, 1982). Como mostrado os parasitas podem causar uma redução na complexidade da canção, qualquer macho que seja mais resistente e, por definição, tenha zero ou poucos parasitas, é mais provável que tenha um repertório maior. A base fisiológica subjacente para estes efeitos ainda não é clara, no entanto. Um estudo recente mostrou que outro mecanismo potencial, a saber, a corticosterona, pode desempenhar um importante papel na expressão da canção (Spencer et al., 2003), porém, não encontraram níveis elevados de corticosterona basal nas aves parasitadas. Isso não impede o papel potencial dos hormônios do estresse na expressão de tais caracteres, uma vez que a exposição prolongada a hormônios do estresse elevados pode ter sérios efeitos negativos sobre o crescimento neuronal e sobrevida (McEwen & Sapolsky 1995; Sapolsky 1996; Buchanan 2000). Experimentos mais detalhados que examinem o tempo e os efeitos comportamentais de tal infecção seriam necessários para elucidar ainda mais os mecanismos subjacentes aos resultados descritos aqui. A observação de que os parasitas afetaram significativamente o núcleo HVC, mas não a RA também sugere sensibilidade diferencial do núcleo HVC para as infecções experimentais. Um resultado semelhante ocorreu recentemente em outras espécies de aves canoras (Buchanan et al., 2004). Um potencial fator de confusão nesse projeto experimental foi o uso de sangue de pombo como hospedeiro intermediário. A injeção de sangue de pombo teria causado 64 CCC em Revista - 2018 uma resposta imune nos canários experimentais, o que não foi refletido no grupo de controle que recebeu injeções de PBS apenas. Portanto, não se pode descartar completamente a possibilidade de que os efeitos aqui vistos na complexidade da canção e na morfologia neural sejam parcialmente devidos a uma reação imune contra os antígenos de pombo. Os glóbulos vermelhos estrangeiros não são patogênicos e, portanto, apenas estimulam uma resposta imune de curto prazo. Quaisquer efeitos vistos como resultado da resposta imune contra antígenos de células sanguíneas de pombo seriam, portanto, devidos aos custos energéticos de curto prazo de uma resposta imune elevada. A maioria dos estudos que usam tais manipulações, relata efeitos limitados a curto prazo em espécies aviárias (Svensson et al., 1998; Horak et al., 2003; Verhulst et al., 2005). Além disso, houve uma redução significativa nos níveis de hematócrito nas aves parasitadas, características da infecção por malária (Williams 2005). e a infecção por malária foi confirmada nas aves experimentais observando a presença de parasitas em esfregaços de sangue corados. Estudos experimentais anteriores mostraram vínculos entre o parasitismo e a expressão e intensidade do canto (Moller, 1990; Zuk et al., 1990; Moller, 1991). No entanto, poucos estudos intraespecíficos se concentraram no aspecto da complexidade da canção. A melhor evidência até o momento para vincular o parasitismo à complexidade da canção vem de um estudo correlato sobre a Felosa-dos-juncos (Acrocephalus schoenobaenus), onde os machos parasitados exibiram tamanhos de repertório menores do que aves não parasitadas (Buchanan et al., 1999). Finalmente, acreditam que a infecção parasitária possa mediar muitos sinais sexuais e que o estresse desenvolvido por fatores ambientais, como a infecção parasitária, pode fornecer uma explicação para a evolução dos repertórios de canções complexas. Fonte: Parasites affect song complexity and neural development in a songbird, de autoria de Karen A Spencer (School of Biological Sciences, University of Bristol), Katherine L Buchanan (School of Biosciences, Cardiff University), Stefan Leitner (School of Biological Sciences, Royal Holloway, University of London), Arthur R Goldsmith (School of Biological Sciences, University of Bristol), e Clive K Catchpole (School of Biological Sciences, Royal Holloway, University of London), publicada no Royal Society Open Science sob os termos de Licença da Creative Commons, em 2015. http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/, que permite o uso irrestrito, desde que o autor e fonte sejam creditados.
Anilhamento TÉCNICO - Manejo Se os filhotinhos já abriram os olhos, está na hora de colocar os anéis. Com quantos dias? De 5 a 7 dias. 1 2 3 4 5 6 7 1- Pegue o filhotinho e segure a pata em que vai colocar o anel, prendendo o dedo de trás junto à canela (tarso). 2- Apanhe o anel, verificando a posição do mesmo para que os dizeres fiquem virados para cima. 3- Junte os três dedinhos da frente e aponte o anel conferindo se os tres dedinho entraram no anel. 4- Introduza a anilha cuidadosamente até a articulação da pata. Se estiver muito apertado coloque vaselina ou uma gota de azeite. 5- Confira se realmente os três dedinhos entraram no anel e se o anel está na posição certa. 6- Segure os dedos da frente e com o de trás junto ao tarso, leve o anel para cima. 7- Quando o anel atingir o final do tarso libere delicadamente o dedo de trás. O anel ou anilha é um meio que permite a identificação e a participação dos pássaros nos concursos locais e no Campeonato Brasileiro. Constam da anilha: sigla da FOB, identificação do clube que no caso do 3C é CA, número do criador, número do anel e ano do nascimento do pássaro. Para obter a anilha o criador precisa ser sócio de algum clube. TABELA DE ANILHAMENTO PARA 2018 Diâmetro Canários 2,7 Hoso Japonês, Fife Fancy, Raça Espanhola, Gibber Italicus, Irish Fancy, Rheinländer, Giraldillo Sevillano e Híbridos de Pintassilgos; 3,0 Canários de Canto, Canários de Cor, Bossu Belga, Scotch Fancy, Münchener, Fiorino, Giboso Espanhol, Gloster, Topete Alemão, Lizard, Mehringer, Arlequim Português, Bernois, Frisado do Sul, Frisado do Norte, Frisado Suiço, MeladoTinerfenho e LLarguet Espanhol; 3,2 Border, Yorkshire, Lancashire, Norwich, Crested/Crest Bred, Frisado Parisiense e Padovano; 3,5 Frisado Gigante Italiano. Cores dos aneis Até 2007 - Alumínio, com dígitos pretos. De 2008 em diante - anodizado a cores, com dígitos brancos, conforme tabela abaixo: Azul Viole- Laran- Azul Ver- Preto Verde claro ta ja escuro melho 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2008 2015 2016 2017 2018 2019 2020 CCC em Revista - 2018 65
SOCIAL - Homenagem Prata da Casa HOMENAGEM A JOSÉ LUÍS DE CASTRO SILVA Na carreira militar chegou a General de Divisão, na ativa. Na canaricultura chegou a Juiz COM de Canários de Porte. É um exemplo de seriedade e dedicação em tudo o que faz. José Luís de Castro Silva, o General como é conhecido é, sem dúvida, profundo conhecedor da genética do canário e um dos sócios do 3C mais dedicados à Canaricultura e grande colaborador, a quem rendemos nossa homenagem. Começou a criar canários, em 1940, aos dez anos de idade, com um macho salsa e uma fêmea amarela pintada, pindorgas autênticos, numa gaiola de madeira, onde só a frente era de arame, com bandeja de madeira (usava-se areia) e um porta ninho de madeira, presentes de seu pai. Continuou a criar durante todo o tempo em que estudou no Colégio Militar (1942-1949). Parou durante alguns anos, quando foi para a Escola Militar (hoje Academia Militar de Agulhas Negras), em 1950. Em 1956 ficou apaixonado pelos Frisados Parisienses. Comprou um canário lipocrômico intenso de segunda categoria e seu pai conseguiu uma fêmea limoada pintada, e com esse casal conseguiu tirar, sem amas-secas, 12 (doze) filhotes. Neste ano entrou para o 3C e no ano seguinte já estava no Conselho Fiscal como suplente. A partir de 1960, passou a membro efetivo do Conselho Fiscal. Foi Presidente do 3C em 75/76 e depois na década de 80, quando diz, brincando, que o comando do 3C era ditadura militar, pois ele era General, o Vice era o Coronel Leite e o Presidente do Conselho era o Coronel Lauro. No Conselho Deliberativo, foi Presidente por mais de 10 anos. Interrompeu a criação em 1962, quando entrou para o Instituto Militar de Engenharia (IME), mas continuou julgando e voltou a criar em 1966, quando terminou o curso de Engenheiro de Automóvel. Começou a julgar canários, em 1957, com todos aqueles antigos juízes de frisados que atuavam no Centro: Sucupira, Pinho, Brun, Sandoval, Haroldo Barros, Lauro Carvalho, Daniel Hungria e tantos outros grandes conhecedores de frisados parisienses. Passou a ser Juiz de Canários de Porte OBJO, em 1985, e Juiz Internacional (COM), em 1992. Gosta de várias raças de canário e já criou quase todas elas, mas a preferida é a Norwich. Nunca deixou de ter, pelo menos três casais deles em todos os períodos que criou. O que mais me atrai é a época da criação. Até hoje, depois de tantos anos, vibro com os primeiros ovos dos pássaros acasalados, com o nascimento dos filhotes, seu desenvolvimento até o momento que se tornam independentes, comentou. Em Santa Maria, Rio Grande do Sul, ficou conhecido como coronel dos passarinhos e no final de 1978, fez uma experiência de introdução do canário na natureza, colocando quatro ovos de uma canária de cor cobre em um ninho de pardais. Nasceram três filhotes, mas, aos dezoito dias após o nascimento, quando foi vê-los, o ninho estava vazio. Um soldado o informou que vira um passarinho meio avermelhado andando atrás de uns pardais, pedindo comida. Porém, como passou o comando logo depois, ficou sem saber qual foi o resultado. Em 1987, foi publicado seu livro sobre genética dos canários. Em 2014, foi homenageado pela FOB e OBJO, por toda uma vida de contribuição técnica ao desenvolvimento da ornitologia brasileira. Neste mesmo ano, recebeu o título de Sócio Benemérito do 3C. Além dos canários é fascinado por cavalos, mas não conseguiu realizar o sonho de criar cavalos Campolina. Também é um apaixonado pela boa música, entre elas a que mais gosta é a nossa seresta e os tangos argentinos, sendo um expert neste assunto. Infelizmente, em setembro de 2017, com muita tristeza, teve que acabar com a criação, pois não tem mais condições físicas para continuar e sua filha Tatiana que o ajudava está impedida de fazê-lo, por recomendação médica devido à alergia. Porém, continua a escrever e ajudar a quem escreve sobre os queridos alados. Finalizando, transcrevemos suas palavras: Se pudesse recontar as horas que perdi, criando, julgando e estudando os nossos queridos canários, teria uma surpresa, mas, no curso destes 88 anos de vida, esta atividade me trouxe muita alegria e satisfação e um grande número de amigos no Brasil e exterior. 66 CCC em Revista - 2018
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SOCIAL - Reportagem Feira de Passarinhos A.Simas (ornitófilo) - texto e fotos Era na Praça Varnhagem, agora é na Praça São Francisco Xavier, do outro lado da estação do Metrô, próximo ao Teatro Zienbinski, na Tijuca, a Feira de Passarinhos, que tem mais de trinta anos, atrai todos os domingos de manhã, muitos criadores e amantes de pássaros, alguns para fazer compras e outros para rever amigos e bater papo. Tem de tudo para pássaros: gaiolas de arame e de madeira, acessórios, sementes, misturas, farinhadas e outros alimentos para pássaros, como tenébrios, verduras, jiló e tiririca; para não falar de passarinhos: calopsitas, periquitos e outros psitacídeos, canários e às vezes até pássaros silvestres cuja venda é proibida. Têm até barraca de bonzais, orquídeas, bromélias e outras plantas e barracas de aquários e peixinhos ornamentais. E, como não podia faltar, uma barraca de deliciosos pastéis, bolinhos de aipim e caldo da cana. A feira é muito bem organizada, com barracas padronizadas e comerciantes cadastrados pela Prefeitura, entre eles alguns sócios do 3C, nossos amigos, como Sergio Fonte Neri e José Alexandre Moreira (este com barraca também na Feira de Honório Gurgel) que vendem alimentos para pássaros, Roberto Lacombe Malleval que comercializa bonzais e arranjos de plantas e outros, sem barraca, que só vendem canários como Evaldo Grünewald e Luiz Carlos Barboteau de Andrade (nessa ordem nas fotos abaixo). 68 CCC em Revista - 2018
Desenho premiado SOCIAL - Resultado do concurso CONCURSO DESENHO PARA COLORIR DE 2017. Vencedora: Clementina Quadros Rio de Janeiro. Mountain Blue Bird é o pássaro da gravura, embora os julgadores ignorassem, coincidiu a escolha. CCC em Revista - 2018 69
ALIMENTOS E ACESSÓRIOS PARA PÁSSAROS ATENDEMOS LOJISTAS E CRIADORES ENTREGAS NUTRIBIRD DISTRIBUIDOR DE SEMENTES, ARTIGOS PARA PÁSSAROS E ACESSÓRIOS DE PLÁSTICO, VIDRO E MADEIRA. Representante da Biotron, Petitos, Laboratório Simões e Produtos Águia Rua Rua Glaziou, 150 150 -- Pilares -- Rio Rio /RJ /RJ Tel.: Tel.: 2269-6877 e 2592-9722 www.nutribird.com.br 70 CCC em Revista - 2018
TÉCNICO - Genética Mutação canela José Luís de Castro Silva (Juiz COM de Canários de Porte) A primeira mutação que afetou a cor das melaninas deve ter surgido antes de 1700. Hervieux de Chanteloup, em seu livro editado em 1709, catalogou vinte e nove cores entre as quais o serin isabel que deveria ser o que corresponde aos atuais canelas. Os canelas são classificados, como pássaros oxidados. Têm penas da cauda escura; bastões e traços escuros no corpo e asas; pernas, pês e unhas claros; bico claro e olhos castanhos escuros. Se nos reportarmos à fórmula genética simplificada do nosso verde primitivo XNO/XNO veremos que as melaninas marrons periféricas já existiam, associadas às melaninas negras depositadas no eixo das penas (estrias) e subplumagem. Por uma razão qualquer o gene N que assegura a formação de melaninas negras e marrons perdeu seu potencial e parte do processo que permitia que fosse atingido o estágio final dos pigmentos melânicos foi suprimido de sua ação. Eumelanina marrom Lipocromo PENA CANELA Feomelanina Lipocromo PENA VERDE Eumelanina negra Lipocromo O gene mutante n, recessivo em relação a N, permite o depósito das melaninas marrons periféricas e o depósito das melaninas concentradas no eixo das plumas, mas estas últimas, por deficiência do gene mutante, não sofrem o processo de polimerização que caracteriza as melaninas negras, permanecendo marrons. Na subplumagem, isto é, no final da formação da pluma, o processo se restabelece e esta é negra. O primeiro fenótipo mutante deve ter sido de uma fêmea e a mutação deve ter ocorrido em um macho verde que teve um de seus genes N mutado em n. Sendo n recessivo em relação a N, o fenótipo correspondente ao indivíduo heterozigoto para este lócus é verde, isto é, idêntico ao do duplo dominante N/N. Como os genes estão situados em um lócus do cromossomo sexual, somente os machos podem se apresentar em estado de heterozigose. As fêmeas, face ao cromossomo Y, se apresentarão sempre dentro do tipo determinado por seus genes (HEMIZIGOSE). Em fórmulas teremos: Macho verde XNO Fêmea verde XNO XNO Y Macho verde/canela XNO XnO Macho canela XnO Fêmea canela XnO XnO Y Como o fenótipo heterozigoto é idêntico ao do duplo dominante e os dois tipos diferem somente em relação a um par de alelos é lícito dizer que o Verde domina o Canela. Acasalamentos entre verdes e canelas 1. Macho verde homozigoto X Fêmea canela 1. XNO 3. XnO 1.3 e 2.3 XNO verde/ 2. XNO 4. Y XnO canela 1.4 e 2.4 XNO verde Y 2. Macho verde heterozigoto X Fêmea canela 1. XNO 3. XnO 1.3 XNO macho verde/ 2. XnO 4. Y XnO canela 1.4 XNO fêmea verde Y 2.3 XnO macho canela XnO 2.4 XnO fêmea canela Y 3. Macho verde heterozigoto X Fêmea verde 1. XNO 3. XNO 1.3 XNO macho verde 2. XnO 4. Y XNO 1.4 XNO fêmea verde Y 2.3 XnO macho verde/ XNO canela 2.4 XnO fêmea canela Y 4. Macho canela X Fêmea verde 1. XnO 3. XNO 1.3 XnO macho verde/ 2. XnO 4. Y 2.3 XNO canela 1.4 XnO fêmea canela 2.4 Y Os acasalamentos de machos puros verdes ou canelas com fêmeas da mesma cor produzem somente filhotes da cor dos pais. (Veja ilustração na página seguinte) CCC em Revista - 2018 71
MUTAÇÃO CANELA (continuação) 9 LEGENDA: (1) penas da cauda escura (2) (3) (4) (5) bastões e traços escuros (6) (7) pernas, pés e unhas claros (8) bico claro (9) olhos castanhos escuros. Texto: Transcrito de Os canário de cor Genética aplicada às mutações (1987) de José Luís de Castro Silva. Ilustrações: Penas: Dennis Avon & Tony Tilford do livro Coloured canaries (1979) de G.B.R.Walker. Canário: Lívio Susmel do livro Il Canarino Tamanho do ovo Apenas para ilustrar a diferença de tamanho dos ovos de canários, em relação às raças, na foto, colhidos ao acaso, da esquerda para a direita, ovos das raças: Espanhola, Lizard e Yorkshire, correspondendo ao tamanho dessas três raças. A régua ao lado permite determinar o tamanho dos mesmos (1,5cm 1,8cm 2,0cm), mas não podemos considerar como padrão, pois é grande a variação de tamanho dos ovos, de fêmea para fêmea e de uma para outra postura. Inclusive, na primeira postura costumam ser menores. Logicamente, um pássaro pequeno deve por ovos menores do que um pássaro grande, porém não é possível estabelecer-se quaisquer parâmetros, a partir de uma única amostra aleatória. O certo é que de um ovo pequeno não nasce um pássaro grande, porém de um ovo grande pode nascer um pequeno. Por curiosidade, conferimos os tamanhos dos canários: Espanhola = 11cm, Lizard = 13cm e Yorkshire = 17cm. 72 CCC em Revista - 2018
TÉCNICO - Iniciação Uma andorinha só... A.Simas - (ornitófilo) Era só um canarinho na gaiola para alegrar o ambiente com seus trinados e mavioso canto. Cantava alto para chamar a atenção, e, provavelmente, para atrair alguma fêmea. Ficamos com pena dele, eu e minha esposa, e foi a assim que tudo começou. Fomos a uma exposição de canários para comprar uma fêmea para o bichinho. Olha aqui, olha acolá, muita canária bonita, mas como escolher. Qualquer uma está boa, pensei eu. Mas minha esposa comentou que o canário era de raça e que seria melhor pedir orientação. Não perguntaram nada e foram explicando: 1- Fêmea com mais de 4 anos dificilmente irá reproduzir. O macho poderá reproduzir por mais tempo, mas o melhor é fazer um casal de canário jovens; 2- O casal deve ser da mesma raça, se o macho é Gloster, a fêmea deve ser Gloster, se é Fiorino a fêmea também deve ser Fiorino e assim por diante; 3- Em se tratando de canário de cor, o casal deve ser da mesma classe. Se um é verde o outro pode ser verde ou azul. Se um é branco dominante, o outro pode ser amarelo nevado ou amarelo intenso. Se branco recessivo (totalmente branco, sem vestígio de amarelo nas penas da asa), o outro deve ser também branco recessivo. Quando de fator vermelho, ambos devem ser de fator vermelho. Jamais acasalar um canário da linha clara com um da linha escura, pois nascerão filhotes pintados que são desprezados por quem entende. 4- De modo geral, recomenda-se acasalar um canário intenso com nevado. Qual a diferença? O intenso tem a cor mais forte e o nevado apresenta uma névoa esbranquiçada na parte superior e laterais da cabeça, pescoço e costas. O melhor nevado parece intenso e o pior intenso parece nevado. Quando se acasala intenso com intenso, as penas ficam mais curtas e o canário diminui de tamanho e quando se acasala nevado com nevado, as plumas ficam muito grandes e frouxas, podendo ocorrer a formação de quistos. 5- Se o canário é mosaico, acasale preferencialmente com mosaico. 6- Estas regras elementares necessariamente não precisam ser seguidas por quem pretenda fazer um casalzinho para se distrair, pois basta juntar qualquer canário macho com qualquer canária que irão reproduzir, pois todos são da mesma espécie, independente de raça ou cor. Porém, o trabalho é igual, sendo preferível fazer um acasalamento correto para tirar filhotes mais valorizados. 7- A gaiola para reprodução deve ter uma grade divisória, primeiro para manter os canários separados durante o namoro e depois para poder separar os filhotes quando saem do ninho. Prefira uma gaiola de arame, com seis comedouros externos, três de cada lado (um para água, outro para sementes e o terceiro para areia), de modo que quando separados, ambos tenham água e alimentos. Um pequeno pote pode ser usado no interior da gaiola para colocar a farinhada. 8- Quando estiverem trocando beijinhos através da grade, coloque o ninho e retire a grade divisória, observando o comportamento dos mesmos. Se começarem a brigar, separeos novamente, voltando a tentar outro dia. 9- Prefira um ninho que possa trocar o forro, por questão de higiene e amarre um barbante e pedaços de juta e algodão na gaiola para que a fêmea faça o ninho ou ela arrancará as penas do macho para forrar o ninho. 10- Coloque a gaiola de criação num lugar protegido (sem corrente de ar, vapor de cozinha e luz a noite) e não a mude de lugar durante o período de reprodução, sob pena de a fêmea sair do ninho e não voltar, abandonando os ovos ou os filhotes. 11- Reforce a alimentação incluindo vitaminas, principalmente E e cálcio. 12- Quando a fêmea começa a por é boa prática retirar os ovos diariamente, assim que a fêmea acaba de por, em torno das sete da manhã, substituindo-os por outros de plástico de cor azul, até que ela complete a postura, geralmente de quatro ovos, voltando com os ovos no último dia para que comece a chocálos todos ao mesmo tempo. Desta forma os filhotes nascerão, após treze dias, no mesmo momento e se evitará a perda de filhotes pois, se nascer um a cada dia, os últimos, por serem menores, não conseguirão disputar o alimento em igualdade de condições, morrendo de inanição. 13- Além da alimentação normal, quando nascem os filhotes convém oferecer alimentos fáceis de serem comidos, com ovo cozido, maçã, bolo etc., facilitando o trabalho dos pais na tarefa de alimentar os filhotes. 14- Não deixe que os filhotes durmam de papo vazio, pois não terão forças para lutar pela sobrevivência no dia seguinte. Use papinha para filhote, alimentando-os no bico, se necessário. Porém não impeça a fêmea de fazê-lo. Só alimente os filhotes depois que a fêmea se acomodar no ninho e nunca quando ela sai espontaneamente do ninho para comer. 15- Aos vinte e oito dias, os filhotes já deverão estar comendo sozinhos. Observe se estão partindo grãos. Então, podem ser emancipados. Compre mais uma gaiola para acomodá-los, de preferência grande para que possam voar e que sirva para acolher a próxima ninhada. 16- Depois mais uma gaiola e a criação vai aumentando, no período de julho a dezembro, só parando de criar no verão, daí o ditado Uma andorinha só, não faz o verão. Boa sorte! CCC em Revista - 2018 73
Moléstia e Cura TÉCNICO - Veterinária (Autor desconhecido. Transcrito da Revista ACCN 2017) SINTOMAS DOENÇAS REMÉDIOS DOSAGENS Sede, muita fome, emagrecimento, movimentos trôpegos, diarréia aquosa, sangue e cálcio nas fezes, fezes brancas ao redor da cloaca, secreção pelo bico. Coccidiose a) Sulfaquinolaxina (NeoSulmetina) ou b) Clopindol (Coccinon) ou c) Toltrazuril (Bycox). a) 10 gotas p/50ml (3/ 2não/ +3 dias). b) 1g p/50g ou 50ml-14dias c) 3 gotas/50ml-3/5não/3d. Diarréia branca, gosma no ninho, fezes endurecidas tampando a cloaca. Artrite nas articulações das pernas e asas. Salmonelose ou Colibacilose Enrofloxacina ou Norfloxacina (Enro-flec, Bytril ou Norkill). 1 gota no bebedouro de 50ml, durante 10 dias. Patas inchadas, dedos ou articulações dos pés inflamados. Fica bicando a pata. Recolhe o pé constantemente. Feridas nas patas. Estafilocose ou estreptococcus a) Azitromicina ou Eritromicina e b) Sulfato de neomicina + bacitracina zíncica (Nebacetin). a) 1/2 cápsula no bebedouro de 40ml por 15 dias e b) uso local da pomada até curar. Ronqueira, chiados, respiração sibilante. Acesso asmático, tosse ou espirros com expectoração. Aero-saculite ou Doença Respiratória Hyalozina 2000 UTR, Anforicin B ou Tylan (tilosina). Nebulização de 12mim, 3x ao dia, por 15 dias ou mais. Respiração difícil. Corpo e cauda balançam acompanhando rítmo da respiração. Mancha roxa na barriga, na base dos pulmões. Aspergilose ou Micoplasmose Lincomicina ou Enrofloxacina (Bytril). 1 gota no bico ou 2 gotas no bebedouro de 50ml, durante 7 a 14 dias. Espirra expelindo substâncias amareladas. Narinas obstruídas, bico aberto, piado rouco ou sem som, ofegante. Ácaros nas vias respiratórias Ivermectina (Ivomec Pour on). Pingar uma gota na pele da nuca. Suspender banho e verduras por 2 dias.repetir somente após 28 dias, se necessário. Não consegue partir sementes duras. Passa a língua (bico) nas grades como se estivesse limpando as mesmas. Limpa constantemente o bico no poleiro. Sementes ficam grudadas no bico ou na plumagem. Candidíase Nistatina ou Cetoconazol. 2 gotas no bebedouro de 50ml durante 7 dias. Pés com franjas esbranquiçadas na parte de baixo, lateral e ponta dos dedos. Sarna (Ácaros) a) Ivermectina (Ivomec Pour on); b) Pomada de Helmerich, Emulsão de Benzoato de Benzila ou Glicerina Fenicada. a) Pingar uma gota na pele da nuca, observando os cuidados acima. b) Passar nos pés 3 dias. Pata inchada com ponto negro na parte inferior do dedo trazeiro (coxim plantar). Pododermatite necrótica a) Norfloxacina; b) Omcilon - A M (creme). a)1 gota no bebedouro de 50ml, por 15 dias; b) Aplicar na lesão, 2x dia. Não tentar extrair o ponto preto. Sacudidas ao evacuar. Fezes amarelas ou esverdeadas. Ventre inchado e vermelho. Enterite Eliminar sementes gordurosas e ovo. Dar sulfato de ferro e chicoria. 10 gramas p/ 250ml de água. Lesão no globo ocular do filhote que ainda não abriu os olhos, entre 3 a 8 dias de vida, com acúmulo de exsudato caseoso (puz). Estafilocose a) Pomada oftálmica; b) Amoxicilina com clavulanato de potássio - suspensão oral (Clavulin). a) Aplicar nos olhos diariamente. b) Adicionar na papinha uma pitada. Não espremer, nem furar. Filhote pós-natal com ponto preto na barriga. Circovirus Amoxicilina com clavulanato de potássio - suspensão oral. Adicionar uma pitada na papinha e dar no bico. 74 CCC em Revista - 2018