REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR



Documentos relacionados
Manual de Reembolso. Para ter acesso a este benefício, fique atento às dicas a seguir. 2ª edição

Prezados Associados,

Saiba mais sobre o Seguro Escoteiro

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO CONSELHO DELIBERATIVO DO PROGRAMA TST-SAÚDE

São Paulo, Janeiro de 2014

Saiba mais sobre o Seguro Escoteiro

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RS

INSTRUÇÕES DA TABELA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR

Guia Prático de Utilização do Plano

DECRETO Nº 084, DE 17 DE JUNHO DE 2013.

de

FISCO. Saúde. Programa de Atenção. Domiciliar GUIA DE PROCEDIMENTOS ANS

REGULAMENTO DOS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA FUNERAL Plano Familiar

WORKSHOP Registro e Manutenção dos Produtos RN 356 IN-DIPRO 45 IN-DIPRO 46

Melhor em Casa Curitiba-PR

Manual do Usuário. Cuidados com o prontuário

NOSSOS BENEFÍCIOS ASSISTÊNCIA PROFISSIONAL

REGULAMENTO DO FUNDO COMPLEMENTAR DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE - FCAS

ESTADO DE SANTA CATARINA

Perguntas e Respostas sobre Portabilidade de Carência em Planos de Saúde

SEGURO DE VIDA EM GRUPO. Condições Especiais

TERMO DE REFERÊNCIA SEGURO DE VIDA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE. INSTRUÇÃO DE SERVIÇO PROAES Nº09 de 2012

Formulário 1: Chek List de documentos para regulação de Sinistro DIT e Cesta Básica (Preenchimento obrigatório) Filial Resp.: Contato: Data de envio:

RHFOUS. Referencial de Honorários de Fonoaudiologia Unafisco Saúde PREMIUM.

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE CONDIÇÕES CRÔNICAS

PORTARIA CRN-3 nº 0112/2000

PROPOSTA DE ADESÃO À PORTABILIDADE DE CARÊNCIAS (TODOS OS CAMPOS DEVERÃO SER PREENCHIDOS) Nº da Proposta:

PROPOSTA DE PLANO DE SAÚDE ASSUFSM. Santa Maria, 06 de Junho de 2013.

Regulamento de Monitoria do Curso de Medicina da UNOESTE. REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE MONITORIA CAPÍTULO I DA APRESENTAÇÃO

NORMA PROCEDIMENTAL PRESTADOR DE SERVIÇO VOLUNTÁRIO. - Prestador de Serviço Voluntário no âmbito da UFTM

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS REGULAMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE BOLSA PERMANÊNCIA CAPÍTULO I NATUREZA E FINALIDADE

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 004/DIR/2011

Considerando a Portaria nº 1.168/GM, de 15 de junho de 2004, que institui a Política Nacional de Atenção ao Portador de Doença Renal;

MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS

Como solicitar reembolso: Valores de Reembolso: Prévia de Reembolso:

TERMO DE ADESÃO AO CONTRATO DE PLANO DE SAÚDE UNIMED CASCAVEL Nº 155/13

ORIENTAÇÕES SOBRE O SERVIÇO DE FISIOTERAPIA SUMÁRIO

SEGURO DE ACIDENTES PESSOAIS INDIVIDUAL. Condições Especiais

PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE - PAS/SERPRO LIVRE ESCOLHA

Norma para Concessão de Bolsa de Pesquisa

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN N 259, DE 17 DE JUNHO DE 2011

2 Desenvolvimento Humano

Seguro de Saúde Resumo / Manual do Utilizador Anuidade 2014/2015 Plano GC1 - Complementar

SEGURO DE VIDA EM GRUPO

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 91, inciso III, da Constituição Estadual e,

FACULDADE PROCESSUS REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

PREGÃO ELETRÔNICO Nº 38/15 ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA

Seguro de Saúde Resumo / Manual do Utilizador Anuidade 2014/2015

GUIA PRÁTICO DOENÇA PROFISSIONAL - PRESTAÇÕES EM ESPÉCIE

PROGRAMA PARA CONCESSÃO DE BOLSAS DE ESTUDO GRADUAÇÃO - FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE VARGINHA REGULAMENTO

Assistências do Produto Santander Proteção Sob Medida

POLÍTICA INSTITUCIONAL DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DA UNIVERSIDADE SEVERINO SOMBRA

Texto complementar à Proposta Simplificada de Vida em Grupo / Acidentes Pessoais Coletivo

Análise Social para redução de mensalidade 2015

MANUAL DOS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIAS ESPECIAIS

PORTARIA UNIDA Nº. 15/2015, de 18 de Julho de 2015.

Manual do Estagiário

MANUAL DE REEMBOLSO 2 ENDEREÇO PARA ENTREGA DAS SOLICITAÇÕES DE REEMBOLSO

NORMAS DE CONCESSÃO DE SUBSÍDIO PARA CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL

FUNDO DE RESERVA UNIMED/ADUFG SINDICATO

Regulamento Institucional do Serviço de Apoio Psicopedagógico SAPP

MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LUCAS DO RIO VERDE CONTROLE INTERNO

CONCURSO VESTIBULAR FUVEST 2015 Isenção/Redução de Taxa de Inscrição

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 252, DE 28 DE ABRIL DE 2011

PROGRAMA DE APOIO À PUBLICAÇÃO QUALIFICADA - PAPQ

Seguro de Saúde Resumo / Manual do Utilizador Anuidade 2014/2015

REGULAMENTO DA DISCIPLINA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS SUPERIORESDE GRADUAÇÃO DO CEFET-PR. Capítulo I DO ESTÁGIO E SUAS FINALIDADES

PORTARIA NORMATIVA nº /PR

EDITAL Nº 03/2007 CHAMAMENTO PARA CREDENCIAMENTO DE LABORATÓRIOS DE ANÁLISES CLÍNICAS.

1. CADASTRO 2. AGENDAMENTOS:

CONDIÇÕES GERAIS PARA IMPLANTAÇÃO PRODUTO PROTEÇÃO ESTENDIDA

Regulamento de Estágio

ADITIVO CONTRATUAL DE MANUTENÇÃO DE SEGURADOS DEMITIDOS OU APOSENTADOS

MODELO DE CONTRATO (HPP) CONVÊNIO

NOSSOS BENEFÍCIOS FUNERAL (INDIVIDUAL, FAMILIAR E MULTI-FAMILIAR)

POLÍTICA DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO

INDAIAL SANTA CATARINA CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL RESOLUÇÃO Nº 001/2010

Dúvidas Freqüentes: Autorizador Web

REGULAMENTO NOSSA SENHORA DO MANTO

MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA HOME CARE

PORTARIA CNMP-PRESI Nº 78, DE 9 DE JULHO DE 2015.

Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho

NORMA DE INSTRUTORIA INTERNA NOR 351

MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO Programa de Saúde e Assistência Social PLAN-ASSISTE TABELA PRÓPRIA DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS E PARAMÉDICOS

PROGRAMA DE CRÉDITO EDUCATIVO - INVESTCREDE REGULAMENTO

Âmbito Territorial: designa a abrangência territorial em que os serviços, em suas várias modalidades, serão prestados.

SESI. Empreendedorismo Social. Você acredita que sua idéia pode gerar grandes transformações?

PELOTAS /RS CARTILHA DE ORIENTAÇÕES

Ao Colendo Plenário. A Mesa Diretora da Câmara Municipal de Canoas apresenta o seguinte projeto de resolução:

MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA A REDE DE PRESTADORES GUIA DE CONSULTA

CONDIÇÕES GERAIS DO PU 12 MESES

POLÍTICA DE PAGAMENTO

REGULAMENTO DO FUNDO COMPLEMENTAR DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE - FCAS

REGULAMENTO. Capítulo 1º. Definições:

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

1º Anexo a estas Normas haverá um conjunto de Resoluções de caráter transitório que legislarão sobre assuntos específicos do Programa em Astronomia.

Transcrição:

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR Regulamento do Programa de Assistência Domiciliar aprovado pelo Conselho

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMILICIAR CAPITULO I DEFINIÇÕES GERAIS Art.1º O glossário deste Regulamento compreende as seguintes definições: I - Assistência Domiciliar - Termo genérico dado a qualquer serviço de saúde realizado no domicílio do paciente, por profissional/equipe multidisciplinar habilitados nessa área. A assistência é dividida em duas modalidades: Atendimento Domiciliar e Internação Domiciliar. II - Captação - Processo de identificação de pacientes em ambiente hospitalar ou domiciliar para possível admissão em Assistência Domiciliar; III - Critérios de Elegibilidade - Conjunto de informações que permite avaliar o enquadramento do paciente em um dos níveis de Atenção de Prevenção; IV - Cuidador/Acompanhante - Pessoa com ou sem vínculo familiar com o paciente, que não faz parte da Equipe Multiprofissional de Assistência Domiciliar, porém será a pessoa responsável por cuidar do paciente, atuando também como canal de comunicação entre o paciente e a Equipe de Gerenciamento de Casos do Programa; V - Equipe Multiprofissional de Assistência Domiciliar - profissionais que compõem a equipe técnica da Assistência Domiciliar, com a função de prestar assistência clínico-terapêutica e psicossocial ao pacientes em seus domicílios; VI - Termo de Anuência de Assistência Domiciliar - documento entregue a família do beneficiário, em Assistência Domiciliar, a título de esclarecimento dos conceitos dos benefícios oferecidos e dos prazos de concessão, bem como dos deveres do paciente e de seus familiares; VII - Desmame - Redução gradual da estrutura disponibilizada para Assistência Domiciliar, conforme a proposta terapêutica identificada após avaliação das Equipes de Gerenciamento de Casos do Programa e da Empresa Prestadora de Serviços de Assistência Domiciliar contratada, até a eventual alta do paciente. CAPITULO II MODALIDADES DE ATENDIMENTO SEÇÃO I ATENDIMENTO DOMICILIAR 1

Art.2º Prestação de serviços na área de saúde, focando o binômio paciente/família. Atende de forma personalizada e humanizada, a necessidade do paciente com impossibilidade temporária ou definitiva de se locomover e/ou ir ao encontro dos recursos disponíveis, para obter o tratamento adequado e com eficácia comprovada na literatura médica quanto à melhoria de prognóstico e/ou qualidade de vida. Tem por objetivo acelerar o processo de recuperação, melhorar a qualidade de vida, possibilitando a proximidade e o afeto da família. SEÇÃO II INTERNAÇÃO DOMICILIAR Art.3º Internação Domiciliar é uma modalidade de assistência à saúde na qual o paciente clinicamente estabilizado, portador de doenças crônicas ou incapacidades, recebe os cuidados necessários à sua recuperação em ambiente domiciliar. Oferece recursos compatíveis com a internação hospitalar convencional, com Equipe Multiprofissional de Assistência Domiciliar, especializada em atender condições clínicas graves nas quais os pacientes não são capazes de se locomover. SEÇÃO III AUXÍLIO CUIDADOR Art.4º Consiste no reembolso de despesas com a contratação de pessoa capacitada para auxiliar a família no cuidado do paciente que esteja em atendimento domiciliar, desde que não haja no grupo familiar responsável pelo paciente, pessoa para desempenhar a função de cuidador. CAPITULO III OBJETIVOS Art.5º O Programa de Assistência Domiciliar tem como objetivos: I - Precoce desospitalização do paciente; II - Promoção do autocuidado; III - Treinamento do paciente ou cuidador frente às novas necessidades; IV - Adaptação e maior autonomia do paciente e de seus familiares quanto às atividades da vida diária; V - Educação em saúde; VI - Adequação e redução de custos sem perda de qualidade; VII - Prevenção precoce de complicações no domicílio; VIII - Retomar o vínculo familiar e a rotina domiciliar. 2

CAPITULO IV CRITÉRIOS DE ELEGIBILIDADE Art.6º Art.7º Poderá se inscrever como beneficiário para obter os atendimentos oferecidos por este nível de atenção, o beneficiário inscrito no PSI, que esteja isento do cumprimento de carência conforme estabelecido no art.- 55, ou já tenha cumprido o período de carência estabelecido no Inciso IV, Art. 53, do Regulamento do PSI. Solicitação através de formulário Solicitação Prévia para Avaliação da Concessão do Benefício Assistência Domiciliar ou através de detecção de sinais de alarme identificados pela OPERADORA; I - Apresentação de relatório do médico assistente, contendo: diagnóstico, proposta terapêutica e prognostico; II - Avaliação, dimensionamento do atendimento e aprovação pela Equipe de Gerenciamento de Casos do Programa; III - Condições psico-sociais da família para assumir o paciente em seu domicílio, inclusive com a identificação prévia do cuidador; IV - Concordância expressa do titular ou havendo impossibilidade clínica comprovada do mesmo, do seu representante legal; V - Estrutura física do domicílio compatível com a infra-estrutura necessária para os cuidados profissionais e instalação de equipamentos médico-hospitalares e acesso geográfico; VI - A assistência domiciliar estará condicionada à disponibilidade de prestador do serviço, para a localidade. 1º. Além dos critérios citados neste artigo, para se tornar elegível ao auxílio cuidador, o beneficiário deverá ter renda bruta mensal igual ou inferior a 08 (oito) salários mínimos vigentes. a) A concessão do benefício de auxílio cuidador estará condicionada à adesão do beneficiário ao Programa, aos critérios estabelecidos neste Regulamento e aos recursos existentes no Fundo do Programa de Promoção à Saúde e Prevenção de Doenças. 2º. Em qualquer hipótese, para retorno do beneficiário ao Programa de Assistência Domiciliar, deverão ser respeitados os critérios estabelecidos neste Regulamento. CAPITULO V COBERTURA Art.8º A cobertura da assistência domiciliar compreende: 3

I - Cuidados de assistência médica, enfermagem, fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia, nutricionista, procedimentos diagnósticos, exames complementares e materiais necessários ao tratamento da condição que originou a assistência domiciliar; II - Medicamentos necessários ao tratamento da condição que originou a assistência domiciliar, devidamente registrados e autorizados para comercialização por Autoridade Sanitária Federal competente; III - Equipamentos necessários aos cuidados e previamente autorizados pela equipe de Gerenciamento de Casos do Programa; IV - Suporte nutricional com dieta industrializada até, no máximo, 30 dias. Este prazo poderá ser ampliado para 60 ou 90 dias, para pacientes que apresentem úlceras de pressão graus 3 e 4 e/ou desnutrição grave, identificados pela equipe de gerenciamento de casos do programa, com custeio pelo Fundo de Prevenção; V - Auxílio cuidador, para a modalidade de Atendimento Domiciliar, o valor máximo mensal estará limitado a 1(um) salário mínimo vigente. CAPITULO VI PRAZO DE COBERTURA Art.9º O atendimento será prestado por um prazo inicial de até 30 (trinta) dias, podendo ser prorrogado, excepcionalmente, até completar 90 (noventa) dias, consecutivos ou não, ocorridos no transcurso do ano civil, para a mesma patologia, após avaliação das condições clínicas do paciente pela Equipe de Gerenciamento de Casos do Programa, mediante análise técnica de laudos emitidos pelo médico assistente e/ou equipe técnica da empresa prestadora dos serviços e cronograma para desmame. Art.10 Para o auxílio cuidador, a cobertura se dará enquanto o paciente estiver em atendimento domiciliar. Parágrafo único. A OPERADORA se reserva o direito de a qualquer tempo, efetuar avaliação do trabalho desenvolvido pelo cuidador. CAPITULO VII DA RESPONSABILIDADE DO TITULAR Art.11 Responsabilidades do titular ou havendo impossibilidade clínica comprovada do mesmo, do seu representante legal: 4

I - Obrigatoriedade de assinatura do Termo de Anuência de Assistência Domiciliar. II - Identificar pessoa maior de 18 (dezoito) anos, dentro do grupo familiar, que terá como atribuição a responsabilidade por todas as ações de implementação do atendimento; III - Identificar e indicar a pessoa que exercerá a função de cuidador; IV - Acompanhar, em conjunto com a família, os serviços prestados de acordo com as orientações efetuadas pelo médico assistente e/ou a empresa prestadora dos serviços e acordados com a Equipe de Gerenciamento de Caso do Programa; V - O responsável e a família deverão zelar pela conservação dos equipamentos disponibilizados e pelo cumprimento das determinações e orientações da equipe multidisciplinar de assistência e oferecer condições para que esta desenvolva seus trabalhos. VI - Para o auxílio cuidador, além das responsabilidades citadas neste artigo, o titular ou representante legal deverá: a) Efetuar o pagamento dos serviços prestados; b) Encaminhar solicitação de reembolso em formulário próprio anexando recibo assinado contendo: nome, CPF, documento de Identidade, endereço do prestador do serviço e cópia da guia de recolhimento do INSS para trabalhador facultativo ou individual. CAPITULO VIII DO CANCELAMENTO E PERDA DE CONDIÇÃO DE BENEFICIÁRIO Art.12 Será cancelada a inscrição do beneficiário que: I - Falecer; II - O requerer; III - Descumprir os princípios e normas do Programa, inclusive por parte da família; IV - Mudar de nível de atenção de atendimento; V - A família deixar de preencher os critérios de elegibilidade; VI - For excluído do PSI; VII - Não tiver a necessidade da manutenção da assistência domiciliar, identificada pela Equipe de Gerenciamento de Caso do Programa. 5

CAPITULO IX CUSTEIO Art.13 As coberturas previstas neste regulamento serão custeadas, integralmente, pelo PRAS, desde que aprovadas pela Equipe de Gerenciamento de Casos do Programa. Parágrafo único. O Auxilio Cuidador será custeado pelo Fundo do Programa de Promoção à Saúde e Prevenção de Doenças. CAPITULO X PAGAMENTO Art.14 Os atendimentos autorizados realizados por estabelecimentos conveniados serão pagos diretamente pela OPERADORA. Art.15 Os beneficiários não serão ressarcidos por pagamentos feitos diretamente a estabelecimentos e profissionais conveniados ou não, exceto se prévia e expressamente autorizados pela OPERADORA obedecendo aos critérios e limites de valores constantes na LPP da CEMIG SAÚDE. Parágrafo único. Para os efeitos deste Regulamento, os comprovantes das despesas terão validade de 90 (noventa) dias. Art.16 Cabe à OPERADORA: I - Efetuar o reembolso das despesas previamente autorizadas, de acordo com os prazos estipulados para o reembolso do PSI. II - A seu critério e a qualquer tempo, baixar em diligência as despesas relativas a procedimentos cobertos através da realização de sindicâncias, auditorias e averiguações que se entenderem necessárias, obrigando-se os usuários a colaborar para elucidação de dúvidas e a submeter-se a eventuais perícias. Parágrafo único. Para o pagamento do auxílio cuidador, a OPERADORA efetuará o reembolso das despesas previamente autorizadas de acordo com os prazos estipulados para o reembolso do PSI. ****************************************** 6