Gabarito exercícios 2, 3 e 4

Documentos relacionados
Departamento de Bioquímica. Instituto de Química USP EXERCÍCIOS BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL QBQ 0316N. Professores. Carlos Takeshi Hotta

RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO 2 - Bioquímica Experimental QBQ 0316N Vitor Medeiros Almeida

Departamento de Bioquímica Instituto de Química USP EXERCÍCIOS BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL QBQ 0316N Professores. Carlos T. Hotta Ronaldo B.

CORREÇÃO DE EXERCÍCIOS 1-9

Detecção de proteínas. Proteínas são heteropolímeros de aminoácidos unidos por ligações peptídicas

QBQ 0316 Bioquímica Experimental. Carlos Hotta. Análise de dados (P1 e P2)

BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL

EXERCÍCIOS BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL

Detecção de IL-1 por ELISA sanduíche. Andréa Calado

Teoria da Prática: Transporte de Glicídios

PROCEDIMENTOS PARA CÁLCULOS DE TEORES DE METABÓLITOS VEGETAIS BIB0315 METABÓLITOS VEGETAIS ANTONIO SALATINO 22/09/2016

muda de marrom para azula (medida pela absorvância da luz em um comprimento de onda de 595 nm) é proporcional à concentração de proteína presente.

Protocolo para a determinação da atividade da ECA

Purificação de Proteínas

DETERMINAÇÃO DO TEOR DE FENÓLICOS TOTAIS (FOLIN-CIOCALTEU) - ESPECTROFOTOMETRIA

Aplicações tecnológicas de Celulases no aproveitamento da biomassa

Avaliação Quantitativa das Preparações Enzimáticas

Curso: FARMÁCIA Disciplina: Bioquímica Clínica Título da Aula: Doseamento de Uréia, Creatinina, AST e ALT. Professor: Dr.

CATÁLISE ENZIMÁTICA. CINÉTICA Controle da velocidade de reações. CINÉTICA Equilíbrio e Estado Estacionário

Purificação de Proteínas

Nanopartículas de Prata e. Curva de Calibração da Curcumina

Curso: FARMÁCIA Disciplina: Bioquímica Clínica Título da Aula: Funcionamento do Espectrofotômetro. Glicemia. Professor: Dr.

P1 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 14/09/2013

Engenharia Biomédica. Relatório Cinética da Enzima Invertase

ANEXOS ANEXO I. Cálculos para a Preparação de Solução Tampão de Fosfato de Potássio 0,1 M, p.h. 6,8

APLICAÇÕES GOLD ANALISA PARA O QUICK LAB

TUTORIAL: Curvas de Calibração. Marcio Ferrarini 2008

Departamento de Bioquímica Instituto de Química USP EXERCÍCIOS BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL QBQ 0316N Professores

ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA Ficha técnica do equipamento Espectrômetro de Absorção Atômica marca Perkin Elmer modelo PINAACLE 900T

REAÇÕES ENDOTÉRMICAS E EXOTÉRMICAS

PALAVRAS-CHAVE Bioquímica. Aula prática. Faseolamina. Atividade Enzimática.

Universidade Estadual Paulista UNESP Instituto de Biociências de Botucatu IBB Bioquímica Vegetal

BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL

MONITORIZAÇÃO DA DEGRADAÇÃO DO GLICOGÉNIO

Observação experimental da influência do fotoperíodo na atividade da Glutamina Sintetase em extratos foliares.

BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL

Laboratório de Análise Instrumental

Graduação em Biotecnologia Disciplina de Proteômica. Caroline Rizzi Doutoranda em Biotecnologia -UFPel

E-books PCNA. Vol. 1 QUÍMICA ELEMENTAR CAPÍTULO 5 SOLUÇÕES

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE QUÍMICA CURSO DE QUÍMICA

III.1 Classificação das Misturas: Soluções e Dispersões.

Prática de Ensino de Química e Bioquímica

SOLUÇÕES. C = massa de soluto / volume da solução. A unidade usual para concentração é gramas por litro (g/l). M = mol de soluto / volume de solução

Desenvolvimento de um método

PESQUISA E ANÁLISE DA CLARIFICAÇÃO DO CALDO DE CANA-DE-AÇÚCAR ATRAVÉS DE TANINOS

DETERMINAÇÃO DA CONCENTRAÇÃO PLASMÁTICA DE TRIGLICÉRIDOS E COLESTEROL

MF-420.R-3 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DE AMÔNIA (MÉTODO DO INDOFENOL).

Equipe de Química QUÍMICA

Centro Universitário Anchieta Análise Química Instrumental 2016/1 Semestre - Prof.Ms. Vanderlei I. Paula Lista 3A Nome: RA

Estabilidade Enzimática

AULA PRÁTICA Nº / Março / 2016 Profª Solange Brazaca DETERMINAÇÃO DE TANINOS

SOLUBILIDADE. 1) A curva de solubilidade do K2Cr2O7 é: a) Qual é a solubilidade do K2Cr2O7 em água a 30 ºC? 20 G de K 2Cr 2O 7 /100 g DE H 20

Aula 4 PREPARO DE SOLUÇÕES. META Introduzir técnicas básicas de preparo de soluções.

COMPARAÇÃO DE MÉTODOS DE LINEARIZAÇÃO DA EQUAÇÃO DE MICHAELIS-MENTEN DA INVERTASE DE Saccharomyces cerevisiae

4 Materiais e métodos

AULA PRÁTICA Nº / Maio / 2016 Profª Solange Brazaca DETERMINAÇÃO DE CARBOIDRATOS

DETERMINAÇÃO DO ESPECTRO DE ABSORÇÃO DE SOLUÇÕES AQUOSAS DE PERMANGANATO DE POTÁSSIO, CROMATO DE POTÁSSIO, DICROMATO DE POTÁSSIO E SULFATO DE COBRE

Purificação de Proteínas

SOLUÇÕES. C = massa de soluto / volume da solução. A unidade usual para concentração é gramas por litro (g/l). M = mol de soluto / volume de solução

Uma análise das diferentes fontes de carboidratos para obtenção do bioetanol. Silvio Roberto Andrietta BioContal

EFEITO DA CONCENTRAÇÃO NA CINÉTICA DE DEGRADAÇÃO DA VITAMINA C DO SUCO DE ACEROLA CLARIFICADO E CONCENTRADO DURANTE A ARMAZENAGEM.

Laboratório de Análise Instrumental

Prática 10 Determinação da constante de equilíbrio entre íons Fe 3+ e SCN -

Adsorção de Azul de Metileno em Fibras de Algodão

QBQ 0316 Bioquímica Experimental. Carlos Hotta. Apresentação da disciplina

P4 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 05/12/07

CÁLCULO: amostra/padrão x 800 = mg/di NORMAL: 500 a 750 mg/di.

Dissacarídeos. Grupo 6. Juliana Lois, Líria Domingues & Pascoal Morgan

DETERMINAÇÃO DE GORDURAS NO LEITE PELOS MÉTODOS DE SOXHLET E GERBER

08 Colorímetro Uma visão quantitativa da lei de Beer-Lambert

HIDRÓLISE DA LACTOSE A PARTIR DA ENZIMA - PROZYN LACTASE

1. Concentração comum (C) 2. Concentração molar (M) C = massa de soluto / volume da solução. M = mol de soluto / volume de solução

BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL

Introdução à cinética enzimática. Cinética da catálise pela invertase. Termodinâmica MIB (2015)

Estudo Estudo da Química

FISIOLOGIA ANIMAL II

BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL

FARMACOPEIA MERCOSUL: MÉTODO GERAL PARA FORMALDEÍDO RESIDUAL

FERMENTAÇÃO DE CALDO DE CANA EM MICRODESTILARIA

Prática 8: Inibição por maltose (Ki) Execução e recolhimento dos exercícios 11 a 13

SOLUÇÕES. 1. Concentração (C) 2. Concentração molar (M) C = massa de soluto / volume da solução. M = mol de soluto / volume de solução

PROVA ESCRITA DE CONHECIMENTOS EM QUÍMICA

01- (UFRRJ 2001) O hidróxido de lítio (LiOH), usado na produção de sabões de lítio para a

Qui. Allan Rodrigues Xandão (Victor Pontes)

38 th International Chemistry Olympiad Gyeongsan - Coréia

PRÁTICA: ANÁLISES CLÍNICAS - COLESTEROL TOTAL E COLESTEROL HDL PARTE A - DOSAGEM BIOQUÍMICA DE COLESTEROL TOTAL (CT)

SOLUÇÕES E CONCENTRAÇÃO

Professor: Fábio Silva SOLUÇÕES

Transcrição:

Gabarito exercícios 2, 3 e 4

Exercício 2 As curvas padrão abaixo foram construídas com os dados das tabelas 1, 2 e 3. DNS TGO FS abs 1,4 1,2 1 0,8 0,6 0,4 0,2 y = 0,0027x + 0,0009 R 2 = 1 0 0 200 400 600 micrograma abs 1,2 1 0,8 0,6 0,4 0,2 y = 0,022x + 0,0064 R 2 = 0,9997 0 0 10 20 30 40 50 micrograma abs 1,8 1,6 1,4 1,2 1 0,8 0,6 0,4 0,2 y = 0,0212x + 0,0104 R 2 = 0,9993 0 0 20 40 60 80 micrograma

Nota-se na tabela 4 que apenas o método do fenol-sulfúrico (FS) detectou a presença de carboidratos nas amostras. As leituras dos demais métodos são variações em torno do zero (oscilações da leitura). Utilizando as leituras para FS e a curva padrão deste método (página anterior) foram feitos os seguintes cálculos: Usando a equação da curva padrão as absorbâncias foram convertidas em massa de carboidrato (coluna micrograma). Considerando que estas massas de carboidratos estavam presentes em 0,1 ml de amostra (ver coluna amostra na tabela 4), basta dividir a coluna micrograma por 0,1 ml e será obtida a concentração de carboidratos solúveis (coluna µg/µl) dos diferentes homogeneizados. Em seguida, sabendo que as amostras usadas nos testes haviam sido previamente diluídas, devemos multiplicar a coluna µg/µl pela coluna diluição e teremos a concentração de carboidratos solúveis dos homogeneizados originais (sem diluir). Sabendo que todos os homogeneizados tinham 10 ml, basta multiplicar a coluna mg/ml para obtermos a massa total (mg) de carboidratos nos homogeneizados. Em seguida, considerando que estes carboidratos foram obtidos a partir de diferentes massas de cana (coluna massa usada), fazendo a divisão teremos o rendimento de carboidrato por massa de cana (última coluna). Nota-se que a linhagem 7 é aquela de maior rendimento. Curva padrão / volume (0,1 ml) x diluição x 10 ml / massa = conc. s/diluir massa total (mg) massa (g) amostra abs micrograma µg/µl diluição mg/ml no sobrenad. usada mg/g 1 0,812 37,8 0,38 100 37,8 378,1 10 37,8 2 1,525 71,4 0,71 20 14,3 142,9 5 28,6 3 1,21 56,6 0,57 30 17,0 169,8 7 24,3 4 0,994 46,4 0,46 5 2,3 23,2 2 11,6 5 0,853 39,7 0,40 200 79,5 794,9 25 31,8 6 1,112 52,0 0,52 100 52,0 519,6 12 43,3 7 1,215 56,8 0,57 100 56,8 568,2 8 71,0 8 1,336 62,5 0,63 100 62,5 625,3 10 62,5 9 1,201 56,2 0,56 15 8,4 84,2 4 21,1 10 1,487 69,7 0,70 2 1,4 13,9 1 13,9 açucar sol./ massa de cana

Respondendo resumidamente as questões. O melhor método para avaliar a concentração de carboidratos (sacarose) no homogeneizado de caule de cana é o fenolsulfúrico (FS). O método de DNS nada detecta, pois a amostra não contém carboidratos redutores, enquanto que o método de glicose-oxidase (TGO) também é ineficiente porque a amostra não contém glicose. As concentrações de carboidratos são apresentadas na página anterior. A linhagem 7 é aquela mais indicada para produção de sacarose, pois apresentou o maior rendimento (g de carboidrato/massa de caule de cana). Questão 3 A medida de atividade enzimática depende da detecção da formação de produtos ou consumo de substrato de uma reação. Considerando que a reação em questão é a hidrólise de sacarose levando à formação de glicose e frutose, podemos afirmar que o método de glicose-oxidase (TGO) é apropriado, pois detecta a formação de um dos produtos, glicose. O método de DNS também é apropriado, pois os produtos formados são açucares redutores, enquanto que o substrato não. Assim, percebe-se com este método exclusivamente a formação de produtos. O método FS não é apropriado, pois detecta tanto o substrato como os produtos da reação. Logo, seria difícil perceber variações na absorbância pelo consumo de S ou formação de P, devido à mútua interferência.

Exercício 4 - As absorbâncias (420 nm) foram convertidas em nanomols (s) usando a curva padrão presente na apostila de aulas práticas (experimento 4). Considerando estas quantidades de produto (p-nitrofenolato) e os tempos de incubação foi montada a tabela abaixo para cada linhagem de levedura (A até F) e então a partir dela foram construídos os gráficos ( x ). As inclinações das retas obtidas representa a velocidade da reação de hidrólise do p-nitrofenil alfaglicosídeo e será usada para calculo da concentração de atividade de alfa-glicosidase no lisado de cada linhagem de levedura. a b c d e f 15 6,6 11,5 39,4 14,8 0,0 10,7 30 14,8 24,6 80,4 31,2 1,7 23,0 45 23,0 37,8 121,4 47,6 3,3 35,3 60 31,2 50,9 162,3 64,0 5,0 47,6 35.0 3 25.0 2 15.0 1 5.0 y = 0.5464x - 1.5902 R² = 1 6 y = 0.8743x - 1.5902 5 R² = 1 4 3 2 1 A B C 18 16 14 12 10 8 6 4 2 y = 2.7322x - 1.5902 R² = 1 7y = 1.0929x - 1.5902 6 R² = 1 5 4 3 2 1 6.0 5.0 4.0 3.0 2.0 1.0 y = 0.1093x - 1.5902 R² = 1 D E F y = 0.8197x - 1.5902 5 R² = 1 45.0 4 35.0 3 25.0 2 15.0 1 5.0

Incialmente devemos lembrar que 1 U de atividade enzimática corresponde a formação de 1 micromol de produto/. Portanto, considerando que as velocidades foram registradas em nanomol de produto por uto, então esta velocidade corresponderia à miliunidades (mu). A seguir, considerando que a quantidade de alfa-glicosidase no ensaio (mu) foi adicionada no lisado diluído, basta dividir a coluna mu pela coluna volume de lisado (vol; ml), para obtermos a concentração de alfa-glicosidase no ensaio (coluna mu/ml). Lembrando que o lisado foi diluído antes de ser adicionado nos tubos de ensaio, devemos multiplicar a coluna um/ml para obter a concentração de alfa-glicosidase no lisado original (sem diluir). Este resultado está na coluna conc. At. Enz. em azul. Sabendo que os lisados de todas as linhagens tem 10 ml, basta multiplicar a coluna conc. At. Enz. para obter a atividade total de alfa-glicosidase em cada lisado, ou seja, o número total de mu de alfa-glicosidase em cada lisado (coluna ativ. Total ). Finalmente sabendo que todos os lisados foram preparados com 1g de levedura, basta dividir a coluna ativ. Total por 1 e obtemos o rendimento de mu de alfa-glicosidase por grama de levedura para cada linhagem. Caso não seja necessário purificar a alfa-glicosidase, a linhagem B (em amarelo) seria a mais produtiva e portanto mais interessante para produção desta enzima. igual x 10 / 1 dividir mu conc. At.enz. ativ. Total igual / mu/ml vol (ml) diluição s/ diluir mu/ml no lisado mu/g a 0,54 5,4 0,1 100 540 5400 5400 b 0,87 43,5 0,02 50 2175 21750 21750 c 2,73 54,6 0,05 8 436,8 4368 4368 d 1,08 5,4 0,2 70 378 3780 3780 e 0,1 0,5 0,2 500 250 2500 2500 f 0,81 4,05 0,2 200 810 8100 8100 x

Curva padrão de proteínas 0 0,01 2 0,08 4 0,16 6 0,24 8 0,32 10 0,4 A partir da terceira tabela do exercício 4 é possível preparar uma curva padrão para a detecção de proteínas com o reagente de Bradford (microgramas de proteína padrão versus absorbância em 595 nm). Esta curva padrão será usada para calcular a concentração de proteína total no lisado de cada uma das linhagens de levedura. 12 0,48 14 0,56 16 0,64 18 0,72 20 0,8 abs 595nm 1 0,8 0,6 0,4 0,2 0 y = 0,0398x + 0,0032 R 2 = 0,9999 0 5 10 15 20 25 m icrogram as

Usando os dados de absorbância em 595 nm presentes na segunda tabela do exercício 4 é possível fazer os cálculos abaixo. Considerando a equação da curva padrão (ver página anterior) as abs595 são convertidas em microgramas de proteína total (coluna µg/tb). Esta massa de proteína encontrada em cada tubo (tb) foi ali adicionada na pipetagem do lisado. Logo, dividindo a coluna µg/tb pelo volume de lisado usado (coluna vol; µl) temos a concentração de proteína total no lisado diluído que foi usado nos testes. Posteriormente, lembrando que o lisado havia sido diluído, basta multiplicar a coluna mg/ml ) pela coluna diluição e teremos a concentração de proteínas totais no lisado sem diluir (coluna sem diluir mg/ml ). Por fim, dividindo a coluna conc. At. Enz. mu/ml sem diluir (ver duas páginas atrás) pela coluna sem diluir mg/ml, teremos a atividade específica de alfa-glicosidase no lisado de cada linhagem de levedura (coluna ativ. Espec.; mu/mg). Lembrando que a atividade específica é um indicador da riqueza de um material em uma deterada enzima, podemos assumir que o lisado da linhagem D é aquele que contém mais alfa-glicosidase por massa de proteína total. Assim, este lisado teria uma maior quantidade de alfa-glicosidase frente às proteínas contaantes e seria mais fácil a purificação desta enzima a partir deste lisado. Curva padrão diluído sem diluir ativ. Espec. linhagem abs595 vol (µl) diluição µg/tb mg/ml mg/ml mu/mg a 0,265 100 20 6,6 0,066 1,32 410,47 b 0,32 20 50 8,0 0,398 19,90 109,30 c 0,55 50 10 13,7 0,275 2,75 158,97 d 0,105 80 20 2,6 0,032 0,64 591,14 e 0,75 10 5 18,8 1,876 9,38 26,65 f 0,415 100 80 10,3 0,103 8,28 97,86 Dividir por vol multiplicar por diluição